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Canela diminui colesterol, reduz níveis de açúcar no sangue e previne doenças

Uma das especiarias mais antigas do mundo, a canela é obtida a partir da casca interna de várias espécies de árvores do gênero Cinnamomum. Ela aumenta o metabolismo e é um anticoagulante natural

Encontrada em mercados, feiras livres, lojas de especiarias e produtos naturais, a canela é uma especiaria que deveria fazer parte da sua alimentação. “A canela tem atividade antioxidante extremamente alta, diminui o colesterol, reduz níveis de açúcar no sangue e auxilia no tratamento do diabetes tipo 2. Além disso, ela ajuda a prevenir doenças cardíacas, cáries, problemas respiratórios e entre inúmeros benefícios também é um excelente tônico do cérebro, tônico digestivo e anticoagulante natural”, conta Renata Domingues, médica especializada em Nutrologia e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro).

canela

Obtida a partir da casca interna de várias espécies de árvores do gênero Cinnamomum, a canela traz em sua composição eugenol, safrol, felandreno, ácido cinâmico e taninos. “Se bem usada, a canela não faz mal. Mas como todo alimento termogênico, ela aumenta o metabolismo de forma geral e, consequentemente, também aumenta a produção de suco gástrico, sendo assim, deve ser evitada por quem sofre de úlcera, gastrite ou qualquer outro problema estomacal e também por quem tem problemas de coagulação sanguínea pois ‘afina o sangue’”, diz.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não recomenda o uso de chá de canela durante a gravidez, assim como grande parte dos nutricionistas e obstetras. “Embora não exista um consenso de que a canela provoque aborto, ele normalmente é contraindicado na gravidez. Há estudos que indicam uma relação direta entre chá de canela e aborto, mas faltam ainda evidências científicas suficientes que comprovem essa informação.”

Por isso, a médica lembra sempre de seguir orientação com médico ou nutricionista, uma vez que o uso excessivo desse e de qualquer alimento pode trazer problemas. “No caso da canela, o excesso pode causar intoxicação, irritação das mucosas, irritação do intestino, alteração dos batimentos cardíacos, úlceras e alergias”, afirma. Mas esses são casos extremos de alto consumo.

Segundo a médica, algumas dicas para o consumo são: nos cereais, chás, com algumas frutas, bolos e por se tratar de uma especiaria muito saborosa pode ser utilizada até mesmo em alguns molhos.

Quer conhecer uma receita fácil e rápida com a canela?

Receita de banana assada com canela

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Canadutch

Ingredientes:
2 colheres de sopa de suco de laranja;
1 banana-nanica;
canela em pó para polvilhar;
2 colheres de chá de suco de limão.

Modo de preparo:
Faça um corte com a casca da banana. Disponha a banana dentro de uma assadeira, adicione suco de limão e suco de laranja. Salpique a canela e leve ao forno em fogo a 250 graus coberto com papel alumínio, por 15 minutos. Depois, retire do forno, espere esfriar e sirva.

Fonte: Renata Domingues é médica especializada em Nutrologia, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro) e diretora responsável pela Clínica Adah. Pós-graduada em Nutrologia Médica e em Ciência da Fisiologia Humana e Longevidade Saudável, a nutróloga é membro da World Society of Interdisciplinary of Anti-Aging Medicine (Wosiam).

Azeite extravirgem pode ser aliado do coração

Ouvir que o alimento tem gordura é um grande alerta para quem se preocupa com os níveis de colesterol no sangue. Mas, contrariando esse pensamento, o azeite de oliva é um bom exemplo de que é possível ter essa propriedade e trazer benefícios ao organismo, principalmente para a saúde do coração.

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De acordo com o cardiologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Lucas Velloso Dutra, por ter em sua composição ácidos graxos monoinsaturados e polifenóis com propriedades antioxidantes, o azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim, LDL, e consequentemente, diminuir o riscos de problemas cardíacos.

A recomendação para que essas propriedades, classificadas como gorduras monoinsaturadas, sejam eficazes é que, concomitantemente com a sua ingestão, seja feita a diminuição do consumo de gorduras saturadas de origem animal, geralmente encontradas em produtos industrializados.

“Essa substituição pode reduzir os níveis de colesterol ruim, LDL, e manter os de colesterol bom, HDL. Com isso há diminuição da oxidação do LDL que está envolvido na formação de placas de gordura nas artérias- aterosclerose, responsável por doenças cardiovasculares como o infarto agudo do miocárdio”, explica o médico.

Para garantir os benefícios do azeite, o primeiro passo é reparar nas informações do produto ainda no momento da compra. A dica é optar apenas pelos tipos extravirgem, que possuem acidez menor que 0,8. O segundo passo, fica para o momento da preparação, que segundo Lucas Velloso Dutra deve ser preferencialmente usado em sua forma natural para evitar que perca suas propriedades.

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Foto: Oliva

“O azeite deve ser usado em quantidade moderada, com dose diária de 30g/dia e in natura, pois quando aquecido pode perder as propriedades que auxiliam na saúde. Uma boa opção é utilizar o produto para finalizar saladas e outros pratos”, recomenda.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

Nutricionista explica quais são os mitos e as verdades sobre o colesterol

Apenas os obesos podem apresentar altas taxas de LDL? Usar óleo de coco diminui o colesterol e auxilia no emagrecimento?Somente alimentos fritos aumentam o colesterol? Confira as respostas

A hipercolesterolemia, como é denominado cientificamente o excesso de colesterol no sangue, é uma doença silenciosa que pode causar diversos males ao sistema cardiovascular das pessoas, resultando, inclusive, em infarto ou acidente vascular cerebral (AVC).

A diretora executiva do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), Profª Drª Nágila Raquel Teixeira Damasceno, alerta: “Manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas são as principais ações para diminuir o risco de doenças cardiovasculares causadas pelo colesterol”.

Mas, ainda há muitas dúvidas sobre o assunto. Por isso, confira 11 mitos e verdades sobre o tema:

1 – Somente pessoas obesas têm colesterol alto

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Mito. Nem todas as pessoas com excesso de peso têm colesterol elevado, assim como alguns indivíduos magros podem apresentar conteúdo sanguíneo elevado. Embora a obesidade aumente a chance do aparecimento do colesterol elevado, isso não é um fator determinante.

2 – Usar óleo de coco diminui o colesterol e auxilia no emagrecimento

oleo de coco
Mito. Não há evidências científicas que justifiquem o consumo de óleo de coco para esse fim.

3 – Comer alimentos ricos em fibras ajuda a combater o colesterol

muesli fibras pixabay
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Verdade. As fibras solúveis e insolúveis são benéficas no controle do colesterol. As insolúveis auxiliam na redução do colesterol ao nível do intestino, enquanto as solúveis contribuem para gerar substâncias que reduzem a síntese corporal de colesterol.

4 – Existem dois tipos colesterol: o bom e o ruim

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Parcialmente verdade. Esta é, provavelmente, uma maneira não tão correta de explicar ao paciente os males que o excesso de colesterol pode causar ao corpo. Colesterol é um tipo de gordura e possui estrutura química única. O uso dos termos ruim e bom refere-se ao tipo de proteína que está transportando o colesterol, ou seja, se estamos falando do colesterol transportado pela LDL, usamos o termo ruim, pois essa favorece o acúmulo de colesterol no corpo e nas artérias. De modo contrário, se esse mesmo colesterol está sendo transportado pela HDL, chamamos de bom, pois essa lipoproteína trabalha removendo o excesso de colesterol do corpo, favorecendo sua excreção nas fezes.

5 – Colesterol alto é fator de risco para outras doenças

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Verdade. O excesso de colesterol, chamado hipercolesterolemia, já é uma doença em si. Entretanto, seu constante nível elevado favorece o desenvolvimento da aterosclerose, que se caracteriza pela deposição e acúmulo de gorduras nas artérias e no aumento no risco de ocorrer eventos isquêmicos centrais e periféricos, como acidente vascular encefálico, infarto agudo do miocárdio, doenças vasculares obstrutivas periféricas.

6 – Somente alimentos fritos aumentam o colesterol

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Mito. Atualmente, sabemos que poucos alimentos aumentam o colesterol e aqui destacamos o papel negativo das gorduras trans e gorduras saturadas, muito mais do que o próprio colesterol presente em alguns alimentos. No Brasil, as frituras caseiras geralmente usam óleo de soja – o mais acessível à população, que é rico em gorduras poli-insaturadas e cujo efeito na hipercolesterolemia não é negativo. Ao nível industrial e nos fast foods, a gordura normalmente utilizada é a gordura vegetal hidrogenada – rica em gorduras trans, que devem ser evitadas em qualquer preparação culinária. Portanto, o tipo de preparo e origem da fritura vão determinar se essa vai ou não contribuir para elevar o colesterol, ou seja, nem toda fritura contribuirá para o aumento do colesterol.

7 – É possível controlar o colesterol apenas com alimentação, sem o uso de medicamentos

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Sim. Embora haja alguns casos em que a medicação é indispensável, a maioria das dislipidemias é causada por um estilo de vida inadequado e, especificamente, sobre a dieta podemos afirmar que uma alimentação rica em alimentos naturais como frutas, legumes e vegetais, com preparações mais caseiras e opções com menos gorduras previnem a elevação do colesterol e são aliados indispensáveis ao tratamento do colesterol elevado. O uso diário de gorduras saudáveis, como as encontradas no azeite de oliva, óleos vegetais pouco processados e com baixo teor de gorduras saturadas, associado ao consumo de peixes ricos em Ômega-3 e baixo de carnes e aves gordurosas, faz parte de escolhas inteligentes visando à saúde cardiovascular atual e futura.

8 – Colesterol alto é um fator genético

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Parcialmente verdade. Embora as hipercolesterolemias genéticas sejam uma realidade, elas atingem a minoria dos casos. Somente a avaliação clínica, o histórico familiar e testes genéticos podem definir esse diagnóstico. Para esses casos, o uso de fármacos é essencial, embora a dieta permaneça fazendo parte do manejo terapêuticos desses pacientes.

9 – Exercícios físicos contribuem para manter o colesterol controlado

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Verdade. A atividade física regular, de 3 a 5 vezes na semana, e com duração mínima de 40-50 minutos, favorece o aumento da HDL, e com isso auxilia na redução do colesterol. Contribui para a redução do peso e melhora a resistência à insulina, favorecendo todo o metabolismo corporal de gorduras.

10 – Colesterol alto não gera sintomas no paciente

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Verdade. A hipercolesterolemia faz parte do grupo das chamadas “doenças silenciosas”, que não causam nenhum sintoma. Se por um lado isso evita o sofrimento do paciente, por outro, dificulta seu tratamento; faz com que ele não tenha uma percepção de que melhorar a alimentação, praticar exercícios regulares e fazer o uso correto de medicamentos no modifiquem as chances de ter um infarto agudo do miocárdio e o acidente vascular encefálico.

11 – Gordura trans pode aumentar o índice de colesterol circulante

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Foto: Mel Schmitz

Verdade. Todos os alimentos que contêm gorduras trans devem ser evitados, pois contribuem para aumentar o colesterol. Infelizmente, a atual rotulagem brasileira permite que alimentos que contêm menos de 1% de gorduras trans por porção declarem no rótulo que são zero trans, fato que não é verdadeiro. Portanto, para evitar erros, recomendamos, sempre, reduzir e, se possível, evitar alimentos industrializados gordurosos.

Se cuide, fique atento!

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Imagem: ABPH

O colesterol é um tipo de gordura sintetizada principalmente no fígado e transportada no sangue pelas lipoproteínas: as mais importantes são as Lipoproteínas de Baixa Densidade (LDL) e as Lipoproteínas de Alta Densidade (HDL). A LDL é o chamado “colesterol ruim”, porque está associada com o risco de desenvolver a doença coronariana. De acordo com Nágila, o recomendado é que sua taxa sanguínea fique abaixo de 130 mg/dl. A HDL é o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso de colesterol do corpo, favorecendo sua excreção. O indicado é manter a taxa superior a 40 mg/dl.

De acordo com dados do DataSUS, em 2017 ocorreram 358 mil mortes causadas por doenças do aparelho circulatório no Brasil. Significa dizer que um a cada três óbitos tem como causa problemas cardiovasculares. “É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos proveniente de doenças que podem ser diagnosticadas e controladas. Somente a prevenção, com adoção de práticas saudáveis, o diagnóstico e o tratamento podem reverter essa situação”, afirma José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Socesp.

Fonte: Soceps

Confira dez alimentos que ajudam a reduzir o colesterol

Especialista orienta que eles devem ser incluídos na dieta e não como suplementos

A alimentação saudável é a principal forma de manter as taxas de colesterol controladas, reduzindo-se as chances de acidentes vasculares cerebrais (AVC) e infarto.

“O composto que chamamos de colesterol é sintetizado no fígado e transportado no sangue pelas lipoproteínas. As mais importantes são as Lipoproteínas de Baixa Densidade [LDL] e as Lipoproteínas de Alta Densidade [HDL]”, explica a nutricionista Regina Helena Marques Pereira, do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

A LDL é o chamado “colesterol ruim” porque está associada com o risco de desenvolver a doença coronariana. “O ideal é que sua taxa sanguínea fique abaixo de 130 mg/dl”, afirma a especialista. A HDL é o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso de colesterol que entra na parede das artérias via LDL. O indicado é manter a taxa superior a 40 mg/dl. Temos ainda as VLDL, que são relacionadas ao transporte principalmente de triglicerídeos, mas também oferecem risco ao coração.

De acordo com dados do DataSUS, em 2017 ocorreram 358 mil mortes causadas por doenças do aparelho circulatório no Brasil. Significa dizer que um a cada três óbitos tem como causa problemas cardiovasculares. “É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos proveniente de doenças que podem ser diagnosticadas e controladas. Somente a prevenção, com adoção de práticas saudáveis, o diagnóstico e o tratamento podem reverter essa situação”, afirma José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Socesp.

Segundo Regina, manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas são as principais ações a serem realizadas para diminuir o risco de doenças cardiovasculares causadas pelo colesterol. “O colesterol dos alimentos contribui com 30% do composto no organismo humano”, complementa a nutricionista.

A especialista elaborou uma lista com os 10 alimentos que são verdadeiros aliados na luta contra o colesterol. Confira-os, em ordem alfabética:

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Foto: California Avocado Comission

1 – Abacate: rico em gorduras monoinsaturadas. De acordo com estudo publicado pela American Heart Association, substituir fontes de gorduras saturadas por abacate pode reduzir em até 13-14 mg/dl o colesterol total e a LDL.

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2 – Aveia: rica em fibras solúveis e betaglucano, já é amplamente reconhecida como coadjuvante, pois atua em nível intestinal, diminuindo a absorção de gorduras, por meio do aumento da velocidade do fluxo intestinal, devido a sua característica para formação de gel. Mas, sua melhor versão está no farelo de aveia, que contém maior teor em fibras.

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3 – Azeite de Oliva Extravirgem: alimento base da dieta do mediterrâneo, rico em ácidos graxos monoinsaturados e outros compostos também antioxidantes. Quando substituindo gorduras saturadas, promove redução nas taxas de colesterol não-HDL, ou seja, melhora a relação entre colesterol bom e ruim, favorecendo o bom.

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Pixabay

4 – Cereais integrais: devido ao seu conteúdo de fibras e vitaminas, estão também associados a menor risco de aterosclerose, atuando da mesma forma que a aveia, por meio da redução na absorção de gorduras durante a digestão dos alimentos. Também promovem mais saciedade, reduzindo o volume total de ingestão alimentar.

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Foto: Max Straeten

5 – Frutas vermelhas: ricas em polifenóis, são conhecidas por sua ação antioxidante capaz de reduzir as alterações decorrentes da oxidação das LDL, que nesta forma são mais aterogênicas.

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Pixabay

6 – Oleaginosas: nozes, castanhas, amêndoas etc. Ricas em ácidos graxos monoinsaturados que, assim como as poli-insaturadas, melhoram o perfil de colesterol, porém essas estão mais relacionadas com elevação do HDL, colesterol conhecido como o bom.

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7 – Óleos vegetais: ricos em ácidos graxos poli-insaturados, são associados com redução de LDL e risco cardiovascular em inúmeros estudos que usam este tipo de gordura como substituição de gorduras saturadas de origem animal e/ou vegetal.

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8 – Peixes ricos em ômega 3: salmão e sardinha são ricos neste tipo de gordura, cuja relação com redução de colesterol já é bastante conhecida. A maior ingestão de ômega 3 aumenta o conteúdo de ácidos graxos poli-insaturados no organismo o que favorece a redução do colesterol.

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Getty Images

9 – Soja: em uma revisão bibliográfica, pesquisadores da Universidade do Vale dos Sinos, do Rio Grande do Sul, avaliaram os resultados de 13 estudos internacionais, concluindo que o consumo de proteína de soja isolada (e não do grão integral) tem efeito positivo na redução de colesterol-total se consumido por 6 a 8 semanas. O consumo deve ser maior ou igual a 40g de proteína de soja por dia, contendo 80mg de isoflavonas ou mais. Porém, este consumo não é realidade em nosso país.

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10 – Uva: suco concentrado, vinho tinto, uva fresca. São variantes de forma de consumo dessa fruta que contém, além dos polifenóis das frutas vermelhas, o resveratrol, composto específico da uva amplamente estudado, relacionado à redução de oxidação das partículas de LDL, melhorando sua remoção da circulação e consequente redução da formação de placas típicas da aterosclerose.

Fonte: Socesp

Dez alimentos que pioram as taxas de colesterol

Este mês, comemoramos o Dia Nacional do Combate ao Colesterol. O assunto merece total atenção, já que de acordo com dados do DataSUS, em 2017 ocorreram 358 mil mortes causadas por doenças do aparelho circulatório no Brasil. Significa dizer que um a cada três óbitos tem como causa problemas cardiovasculares.

“É um número alto e simboliza uma morte a cada 40 segundos, proveniente de doenças que, em sua maioria, podem ser diagnosticadas e tratadas”, afirma José Francisco Kerr Saraiva, presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

Por isso, é importante lembrar que a alimentação saudável é a principal estratégia para manter as taxas de colesterol controladas, reduzindo-se as chances de Acidentes Vasculares Cerebrais (AVC) e infarto.

“O colesterol é sintetizado em diversos tecidos do nosso corpo, mas é no fígado onde ocorre sua maior síntese, sendo transportado para todo o corpo pelas lipoproteínas. As mais importantes são as Lipoproteínas de Baixa Densidade [LDL] e as Lipoproteínas de Alta Densidade [HDL]”, explica a nutricionista Regina Helena Marques Pereira, do Departamento de Nutrição da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp).

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Thinkstock

LDL é o chamado “colesterol ruim” porque está associado com o maior risco de desenvolver doenças cardiovasculares. “O ideal é que sua taxa sanguínea fique abaixo de 130 mg/dl”, afirma a especialista. HDL é o “colesterol bom”, que ajuda a remover o excesso de colesterol do corpo, favorecendo sua excreção. O indicado é manter a taxa superior a 40 mg/dl. Temos, ainda, as VLDL, que são relacionadas ao transporte principalmente de triglicerídeos, que também oferecem risco à saúde do coração.

Segundo Regina, manter uma alimentação saudável e praticar atividades físicas são as principais ações a serem realizadas para diminuir o risco de doenças cardiovasculares causadas pelo colesterol. “O colesterol dos alimentos contribui com 30% do colesterol do organismo humano”, complementa a nutricionista.

Ela elaborou uma lista com os 10 vilões na luta contra o colesterol, e ressalta que o equilíbrio continua sendo o principal segredo de uma dieta saudável. “Todos esses alimentos podem ser consumidos e apenas se tornam prejudiciais à saúde quando ingeridos em grandes quantidades e com bastante frequência. Por isso, é importante lembrar: mantenha um padrão alimentar saudável, rico em frutas, verduras e legumes”.

Confira a lista:

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1 – Bombom: é uma versão de chocolate com pouquíssimo cacau e muitos ingredientes, dentre eles gorduras adicionadas – principalmente hidrogenada – trans, que é a mais aterogênica.

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2 – Carnes gordas: a gordura animal está intimamente ligada com o aumento de colesterol e formação de placas de aterosclerose, pois é rica em gorduras saturadas.

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3 – Manteiga: fonte exclusiva de gorduras saturadas de origem animal. Altamente aterogênica.

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4 – Creme de leite: mesmos princípios da manteiga.

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5 – Nuggets: são empanados, pré-fritos em gordura vegetal hidrogenada, a mais aterogênica de todas as gorduras presente em alimentos industrializados.

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6 – Óleo de coco: rico em gorduras saturadas conhecidas como principal gordura relacionada ao aumento de colesterol total, LDL colesterol e HDL colesterol. Porém, esta elevação de HDL não é suficiente para reduzir os efeitos negativos do aumento das LDL que este tipo de gordura promove.

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Foto: Own work

7 – Produtos de charcutaria: salames, presuntos, linguiças. Ricos em gorduras saturadas de origem animal – devem ser evitados.

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8 – Queijos ricos em gorduras: (> 10% de gorduras saturadas por porção) – devem ser evitados.

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9 – Salgados e tortas elaborados com massa podre:  massa podre – pâte brisée-, é composta por farinha de trigo, gorduras (normalmente manteiga, às vezes banha ou gordura vegetal), água e sal.

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10 – Sorvete cremoso industrializado: elaborado com gordura vegetal hidrogenada em sua maioria. Alguns artesanais podem levar outro tipo de gordura menos nociva.

Fonte: Socesp – Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 1976. Regional da Sociedade Brasileira de Cardiologia e Departamento de Cardiologia da Associação Paulista de Medicina.

 

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Cardiologista do HCor explica a importância de manter o colesterol equilibrado; dieta balanceada, prática de exercícios físicos e controle do peso auxiliam com o controle e prevenção do surgimento de doenças cardiovasculares

Hoje, 8 de agosto, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. Para conscientizar sobre a prevenção desse tipo de gordura que, embora tenha importante função no organismo, quando está em excesso pode prejudicar o sistema cardiovascular, principalmente com a obstrução de vasos sanguíneos no coração e no cérebro. O controle do colesterol é fundamental para identificar riscos de doenças cardíacas e deve ser feito, pelo menos uma vez ao ano, por meio de um simples exame de sangue.

“O colesterol é um tipo de gordura existente no organismo, que auxilia na produção de hormônios como estrógeno, testosterona, cortisol e ácidos biliares. Mais da metade do colesterol é produzido pelo organismo o restante vem da alimentação e se esta estiver desequilibrada pode aumentar os níveis desta gordura no sangue”, comenta o Prof. Dr. Antonio Carlos Chagas, cardiologista do HCor.

Desta forma, é importante saber se o colesterol está dentro dos padrões ou alterado. Mas independente de qualquer atitude, ter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos e controlar o peso são boas medidas para manter o colesterol dentro dos índices recomendados.

Tipos de colesterol

Existem dois tipos de colesterol. O LDL (lipoproteína de baixa densidade), que é conhecido como “mau colesterol” e o HDL (lipoproteína de alta densidade), conhecido como “bom colesterol”. O primeiro é responsável por levar um pouco de triglicerídeos do fígado e do intestino para os tecidos. E o segundo faz o caminho inverso, remover o excesso de colesterol dos tecidos e leva para o fígado.

O LDL descontrolado favorece a formação de placas nos vasos do coração e do cérebro que podem evoluir para um infarto ou AVC. Já concentrações elevadas de HDL ajudam a proteger contra essas doenças. Dai os tipos serem conhecidos como mau e bom colesterol. Há ainda o colesterol total, que é a soma dos dois.

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“O acúmulo de placas começa na infância e se manifesta décadas mais tarde. Por isso, é importante incentivar o consumo de alimentos ricos em fibras, vegetais, frutas e verduras, cada vez mais cedo. Lembrando que os índices recomendados são: LDL abaixo de 100mg/dl e HDL superior a 40mg/dl. O colesterol total não deve ultrapassar 200mg/dl, isto para adultos maiores de 20 anos”, explica Chagas.

Fonte: HCor

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

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Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

cerveja com chocolate

Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Conheça seis benefícios do chá preto

O chá preto é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Ele vem da planta Camellia sinensis e, geralmente, é misturado a outras plantas para diferentes sabores. Tem um gosto forte e possui mais cafeína que outros chás, porém, ainda menos que o café propriamente dito.

Além disso, o chá preto oferece uma grande variedade de benefícios à saúde, uma vez que contém antioxidantes e compostos que podem ajudar na redução de inflamações no corpo. A Casa Madeira, empresa do Grupo Famiglia Valduga, apresenta a seguir alguns destes benefícios. Confira:

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1 – Ajuda a emagrecer: principalmente pela presença da cafeína, substância que acelera o metabolismo e facilita a queima de gordura. Outro ponto importante é que a bebida apresenta substâncias antioxidantes, ajudando na redução do apetite e na diminuição de gorduras no organismo.

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2 – Protege o cérebro: a degeneração do cérebro é um processo natural que acontece, em geral, por inflamações e pela oxidação das células cerebrais causadas por radicais livres. Por ter polifenóis, o chá preto age neutralizando este problema. Sua potente ação antioxidante é a responsável por proteger o cérebro e outros órgãos, como a pele. Além disso, a cafeína presente em altos níveis aumenta o fluxo sanguíneo cerebral e estimula a atenção e a concentração.

mulher tomando chá frio inverno

3 – Controla o colesterol: o consumo regular de chá preto ajuda a controlar o colesterol, graças aos polifenóis presentes na bebida. Além disso, a cafeína tem influência na dilatação dos vasos sanguíneos e evita ataques cardíacos, por exemplo.

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Foto: Gudrun Sjïdén

4 – Combate vírus: os taninos presentes no chá preto garantem a saúde do sistema digestivo e ainda têm a capacidade de combater vírus como os responsáveis pela gripe, disenteria e hepatite. Além disso, a bebida tem efeito antibacteriano.

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5 – Reduz incidência de tumores: a catequina, por exemplo, ajuda a reduzir a incidência de tumores e o desenvolvimento de doenças como o câncer. O chá também contém antígenos, substâncias que elevam a imunidade do corpo e diminuem a frequência do aparecimento de problemas de saúde.

chá pixabay

6 – Estimula órgãos vitais: a cafeína do chá preto funciona como um estimulante e pode servir como substituto do café. Além disso, existe uma substância encontrada apenas no chá: a teofilina. Este composto estimula o sistema respiratório, rins e coração, mantendo o organismo saudável e com bastante energia.

O chá preto pode ser consumido quente ou frio, de preferência entre as refeições. Isso porque algumas substâncias presentes na bebida atrapalham a absorção de certos nutrientes, como o ferro. Também não é recomendado ingerir o chá durante a noite, pois a cafeína pode dificultar o sono.

A linha de chás da Casa Madeira está disponível em lojas especializadas e no e-commerce da marca.

 

Alimentação saudável reduz risco de doenças cardíacas

Uma alimentação equilibrada e saudável pode ajudar em dois grandes problemas que podem levar às doenças do coração: o colesterol alto e a hipertensão

Em todo o mundo, estima-se que as doenças cardiovasculares (DCV) representam a primeira causa de morte. Uma verdadeira epidemia cardiovascular vem sendo gradativamente instalada nos países em desenvolvimento, incluindo o Brasil. Uma das melhores formas de evitar o aumento dessas doenças é por meio da prevenção, incluindo o hábito da alimentação saudável.

De acordo com o cardiologista e clínico geral do HCor, Abrão Cury, uma alimentação equilibrada e saudável pode ajudar em dois grandes problemas que podem levar às doenças do coração: o colesterol alto e a hipertensão. “O controle da ingestão de gordura é essencial para manter adequados os níveis de colesterol sanguíneo. E, por isso, o consumo de alimentos de origem animal deve ser diminuído, em especial, no consumo de carnes gordurosas como costela, cupim, picanha, maminha e pernil”, esclarece o médico.

eletrocardiograma saude coração pixabay

A gordura trans também é prejudicial, pois tem como característica aumentar o colesterol ruim e diminuir o colesterol bom no sangue. A principal fonte na dieta é a gordura vegetal hidrogenada, utilizada no preparo de sorvetes cremosos, chocolates, pães recheados, molhos para salada, sobremesas cremosas, biscoitos recheados, alimentos com consistência crocante (nuggets, croissants, tortas), bolos industrializados, margarinas duras e alguns alimentos produzidos em redes de “fast-foods.

Porém existem alguns alimentos que possuem gorduras que exercem um papel contrário, agindo na redução dos níveis de colesterol e dos triglicérides, entre elas se destacam os ácidos graxos poli-insaturados (ômega-3) encontrados em óleo vegetais como soja, canola e linhaça, e em peixes de águas frias (sardinha, salmão etc).

SEMENTE GIRASSOL

“Neste grupo de gorduras saudáveis também temos os ácidos graxos poli-insaturados (ômega-6) que estão nos óleos vegetais de soja, milho e girassol. Entretanto estes alimentos devem ser consumidos com moderação, devido ao alto valor calórico”, explica Juliana Dantas, nutricionista do HCor.

Segundo a nutricionista, as fibras também atuam na redução do colesterol sanguíneo. Existem dois tipos de fibras: as solúveis, representadas pelas frutas, aveia, cevada e leguminosas presentes no feijão, grão de bico, lentilha e ervilha, e as insolúveis, representadas pelo trigo, grãos e hortaliças.

“As fibras insolúveis não atuam sobre o colesterol sanguíneo, mas aumentam a saciedade e auxiliam na redução da ingestão calórica e consequentemente do peso corporal”, pondera Juliana.

sal de ervas

Para o cardiologista do HCor, o controle do sódio na dieta também é muito importante, por isso alguns cuidados devem ser tomados para evitar o aumento da pressão arterial. É importante evitar a adição de sal aos alimentos, usar temperos naturais como ervas aromáticas, alho e cebola, evitar molhos e caldos prontos, bem como os produtos industrializados, enlatados, congelados e embutidos.

“O consumo do álcool também deve ser evitado, pois ele tem efeito sobre os triglicérides sanguíneos e sobre a pressão arterial, sendo prejudicial à saúde do coração”, esclarece Cury.

Fonte: HC

Os benefícios que os ovos trazem à saúde

Durante muitos anos eles foram considerados perigosos para a saúde se consumidos em excesso. Hoje, passaram de vilões a mocinhos. E os 11 benefícios listados abaixo comprovam que ingerir ovos com moderação pode fazer muito bem a sua saúde.

1-Eles oferecem proteína completa

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Um ovo tem 6 gramas de proteínas, com todos os nove aminoácidos “essenciais”, os blocos de construção das proteínas. Isso é importante porque são aquelas que seu corpo não pode fazer por si só. A clara contém cerca de metade dessa proteína e apenas uma pequena porção de gordura e de colesterol.

2-Eles são densos em nutrientes

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Isso significa que os ovos têm mais nutrientes – vitaminas, minerais, aminoácidos – por caloria do que a maioria dos outros alimentos. Consuma um ovo e você terá:

-Proteína de alta qualidade
-Selênio
-Fósforo
-Colina
-Vitamina b12
-Vários antioxidantes, que ajudam a manter as células saudáveis

3-Eles ajudam o seu colesterol “bom”

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O colesterol “bom”, chamado HDL, parece aumentar em pessoas que consomem três ou mais ovos por dia. É claro que o LDL, o tipo “ruim”, também aumenta. Mas as peças individuais de cada um ficam maiores. Isso torna mais difícil que coisas ruins aconteçam e facilita que coisas boas eliminem as más.

4-Eles podem diminuir os triglicérides

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Os médicos testam triglicérides junto com HDL e LDL. Triglicérides inferiores são melhores para sua saúde. Comer ovos, especialmente aqueles enriquecidos com certos ácidos graxos (como o ômega-3), parece reduzir os níveis.

5-Eles podem diminuir suas chances de um derrame

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Embora os estudos variem, parece que um ovo diário pode reduzir seu risco. Em um estudo chinês recente, pessoas que ingeriram cerca de um ovo por dia tinham quase 30% menos probabilidade de morrer de derrame hemorrágico do que aquelas que não consumiam nenhum.

6-Eles ajudam com controle de parcela

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Com cerca de 70 calorias por ovo, você sabe exatamente o que está recebendo. E eles se deslocam com facilidade também. Ferva um par e adicione uma salada ou duas fatias de pão e você terá um almoço rápido e saudável.

7-Eles são acessíveis

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Com 40 centavos por dose, em média, você não pode ganhar mais por uma proteína de alta qualidade por tão pouco. Adicione uma fatia de torrada integral, um pouco de abacate e um pouco de molho picante, e você terá uma refeição digna de um rei a um preço de mendigo. E você não precisa se preocupar com açúcar ou carboidratos, porque os ovos também não os têm.

8-Eles mantêm o coração saudável

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Surpreso? É verdade. No geral, as pessoas que comem mais ovos não parecem ter aumentadas as chances de doenças cardíacas. Mesmo as pessoas com pré-diabetes ou diabetes tipo 2 tinham o coração saudável após uma dieta de ovo projetada para perda de peso. Em um estudo recente na China, as pessoas que comiam cerca de um ovo por dia tinham quase 20% menos probabilidade de desenvolver doenças cardíacas do que as que não comiam.

9-Eles satisfazem

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Consuma ovos no café da manhã e você vai se sentir mais completo. Isso fará com que fique mais propenso a comer menos durante o dia. Por exemplo, em média, os adolescentes que comem um ovo de manhã consomem 130 calorias a menos no almoço.

10-Eles ajudam seus olhos

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Os médicos sabem que os antioxidantes luteína e zeaxantina ajudam a evitar doenças oculares como catarata e degeneração macular relacionada à idade. Vegetais de folhas verdes como espinafre e couve também os têm. Mas os ovos são uma fonte melhor. Isso porque a gordura que eles têm torna mais fácil para o corpo usar os nutrientes.

11-Eles ajudam a aguçar o cérebro

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Os ovos têm vitamina D, o que é bom para a sua massa cinzenta e é difícil de obter nos alimentos. E eles têm algo chamado colina que ajuda as células nervosas (neurônios) em sua comunicação umas com as outras. A colina também é muito importante para mulheres grávidas ou que amamentam, devido ao grande papel que desempenha no desenvolvimento do cérebro.

Fonte: WebMD