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Mito ou verdade: frio desencadeia fome e desejo por alimentos mais calóricos?

Metabolismo acelerado e regulação da temperatura corporal são alguns dos motivos para a ingestão de alimentos mais pesados e guloseimas

Com a chegada do inverno e a queda dos termômetros, o apetite por alimentos ricos em calorias, carboidratos e gordura aumenta. Efeito psicológico ou necessidade fisiológica? A estação mais fria do ano afeta a atividade metabólica do organismo, já que o corpo produz mais energia para equilibrar a temperatura corporal e mantê-la adequadamente em torno de 36,5ºC. Com o metabolismo acelerado, o corpo envia sinais para o cérebro aumentar a sensação de fome, o que implica em um maior consumo de alimentos.

“É uma sábia resposta do organismo. Como forma de autopreservação, quando o corpo está em contato com uma temperatura ambiente inferior à homotermia, ou seja, temperatura normal do corpo, ele responde com maior gasto calórico para aquecer e restaurá-lo à temperatura ideal. E daí, vem os sinais de fome e desejo por comidas com maior densidade calórica e ricos em carboidratos”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.

Entretanto, cabe diferenciar a fome fisiológica e metabólica da fome emocional. “Fome é a necessidade fisiológica do organismo de se alimentar nutricionalmente para manter as suas atividades vitais. A fome emocional que sentimos no frio é aquele desejo específico por comidas que aquecem, conhecidas como comfort food. Geralmente, a fome por uma guloseima específica é o desejo psicológico”, complementa Adriana.

Inverno não é um convite ao sedentarismo e à mesa

Por mais que o organismo precise de um maior aporte energético para exercer suas funções metabólicas, é preciso cautela para não cair em tentações e ingerir apenas alimentos gordurosos e nocivos à saúde. “Preste atenção ao seu corpo. Ele nos fornece sinais de fome verdadeira ou quando estamos tristes, entediados ou ansiosos, buscando o conforto e a distração do alimento”, aponta a nutricionista. Confira algumas dicas da especialista para enfrentar as temperaturas baixas.

Hidratação

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No inverno, o corpo sofre alterações hormonais que reduzem a sensação de sede. “No frio, fazemos menos atividades físicas e não sentimos tanto calor. Somada à mudança hormonal, o copinho de água fica esquecido”, explica Adriana. Independentemente da estação, é necessário manter-se hidratado para contribuir na absorção de vitaminas hidrossolúveis e proteínas, além de facilitar a digestão. A dica para manter o hábito é deixar sempre uma garrafinha por perto e não esperar sentir sede. É importante também observar a urina, o odor forte e a cor escura são sinais de desidratação.

Vitamina C


Para manter a imunidade e a alimentação de qualidade, é fundamental consumir frutas que são fontes de vitamina C e agem em defesa do organismo contra agentes externos e estranhos ao corpo, como vírus e bactérias, evitando assim gripes e resfriados. O nutriente é encontrado em frutas como limão, laranja, acerola, goji berry, abacaxi, maracujá, kiwi e goiaba, além de vegetais como brócolis, couve e salsa. É possível também a suplementação da vitamina, porém, a nutricionista recomenda que a indicação do uso seja feita somente por profissionais de saúde.

Comida quentinha e adaptada ao clima

Homemade tasty creamy pumpkin soup puree in a bowl on a wooden background


Uma alternativa para garantir a comfort food e a sensação de bem-estar com a alimentação é substituir os legumes e as folhas da salada fria por alimentos refogados, feitos no vapor ou, ainda, como sopa. Em relação às frutas, uma dica é aquecê-las no forno ou no micro-ondas e salpicar canela em pó, ótimo termogênico e adoçante, para um docinho mais saudável.

Alimentos termogênicos: aquecendo de dentro para fora

Importantes aliados durante o inverno, os alimentos termogênicos ajudam a elevar a temperatura corporal. Alguns dos ingredientes naturais que aumentam nosso gasto energético são: chá verde, pimenta, gengibre e canela.

Snacks saudáveis para a fome fora de hora

A indicação para a clássica fome no meio da tarde são as frutinhas secas e nuts, que costumam ser mais práticos para carregar e não perdem seus nutrientes e vitaminas. Além do mais, as sementes e nuts também ajudam a diminuir o consumo de doces e salgadinhos nas “beliscadas” durante o dia. “Outra ótima dica é incluir sementes e cereais nas refeições como iogurte, sopas e até na salada de frutas. Chia, linhaça e berries são algumas opções para o cardápio e ajudam a manter a energia e são boas fontes de gordura, aumentando a sensação de saciedade”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi. “As oleaginosas como nozes, amêndoas e castanhas também são excelentes fontes de ácidos graxos insaturados, que contribuem para o nosso sistema cardiovascular e aumentam a sensação de energia. Com mais disposição, menos preguiça e vontade de comer bobagem”, complementa Adriana.

Vontade de doce? É possível

“É comum desejarmos alimentos hiperpalatáveis, ou seja, aquele que possui ingredientes que dão imediata sensação de bem-estar e satisfação. O açúcar é um desses ingredientes”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos. Não é preciso abrir mão do docinho, apenas saber escolher com cautela. “A Jasmine tem em seu portfólio diversos cookies e biscoitos saudáveis, integrais e deliciosos, com açúcar mascavo ou zero açúcar, mas que não deixam a desejar no quesito sabor”, acrescenta.

Cereais do bem


“Aqui não entram os cereais cheios de açúcar refinado e corantes!”, alerta a nutricionista. A aveia, além de muito versátil, é rica em triptofano e carboidratos de baixo índice glicêmico que fornecem energia gradualmente e ajudam com a sensação de saciedade.

Xô, preguiça: mantenha as atividades físicas

Um curioso estudo conduzido por cientistas da Austrália e dos Estados Unidos concluiu que “tremer de frio” pode auxiliar na queima de gordura, assim como na prática de exercícios moderados. “Não precisa sofrer! Basta vencer a preguiça e manter as atividades físicas”, explica Adriana. No frio, o corpo tende a queimar mais calorias, já que precisa se manter aquecido. Ainda, o exercício físico em dias gelados apresenta menos riscos à saúde, pois diminui o risco de desidratação e contribui para o funcionamento cardiovascular.

Fonte: Jasmine Alimentos

Bacio di Latte lança produtos de cafeteria e confeitaria

Entre as novidades estão sobremesas quentinhas, como brownie, que combinam também com a refrescância dos gelatos

O friozinho chegou e com ele veio mais uma novidade da Bacio di Latte, gelateria de origem italiana que nasceu em São Paulo em 2011, para quem adora sobremesas bem no estilo “comfort food”, que aquecem o coração. Confeitaria e Caffetteria Bacio estreiam um cardápio de delícias, quentinhas e também refrescantes, para todos os gostos e paixões, nas lojas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Ao longo deste mês, os quitutes chegarão nas demais unidades da marca em todo o Brasil.

Além dos doces, a Bacio amplia o cardápio de bebidas com um novo portfólio de cafés para elevar ainda mais a experiência em loja. Hoje, há opções diversas e sofisticadas, todas de criação própria, capitaneada pelo chef e head de P&D da Bacio, Oliver Kirkham. O incremento nessas categorias tem como objetivo conquistar o consumidor em outras ocasiões de consumo. ”Um dos nossos pilares de estratégia é estar perto de nossos clientes, fidelizá-lo e também identificar oportunidades. O gelato ocupa o espaço de lazer e sobremesas após almoço ou ao final do dia. E vemos que a confeitaria e a cafeteria têm espaço durante a tarde, que hoje é um momento mais ocioso dentro de loja. Essas sobremesas chegam, então, para atendermos nossos clientes nesse período de tempo, são novidades, que mantém o vínculo com o nosso tradicional gelato”, afirma Edoardo Tonolli, CEO e sócio-fundador da Bacio di Latte.

“Se formos traduzir essa expectativa em números, queremos dobrar a participação de cafeteria e confeitaria em todas as lojas. Hoje temos cerca de 4% em sobremesas e 3% em cafés e queremos chegar a mais de 8% e 6%, respectivamente. Mas, sobretudo, sabemos também que esses produtos têm um papel grande de incremento de recorrência nas lojas e de aumento de ticket médio, pois são produtos com maior valor agregado que podem ser consumidos tanto sozinhos como com outros itens da loja”, completa o executivo.

As opções que são servidas quentinhas, como o brownie, o waffle, o cookie e o crepe, prometem ser as queridinhas do inverno. Mas, a Bacio garante que vai ser difícil escolher uma preferida.

A Confeitaria Bacio apresenta:
Brownie com chantily e gelato (sugestão: Bacio di Latte)
Bolo de cenoura com calda de chocolate ao leite e gelato (sugestão: Cioccolato Belga)
Waffle com calda de caramelo ou de chocolate com avelã e bola de gelato.
Cookie com calda de chocolate e avelã e gelato (sugestão: Straciatella)
Crepe triangolo com calda de chocolate com avelã ou doce de leite

Vale lembrar que outras delícias ainda estão no cardápio: o Bolo Bem-Casado e a torta de noz-pecã. E eles também podem ser acrescidos de gelato no momento do preparo.

Preço médio das sobremesas: R$ 23,90
Preço do gelato: a partir de R$ 15,90

Informações: Bacio di Latte

Conceito culinário comfort food aguça a memória gustativa e fortalece os aspectos emocionais

Nutricionista explica os benefícios da comida que ativam as lembranças e sugere um cardápio simples e saboroso

O constante crescimento no setor da alimentação e a grande oferta de novos pratos, novas receitas, novas criações e o uso de ingredientes tradicionais apontam para constantes mudanças no cenário gastronômico. Além disso, o termo gastronomia estar tão em evidência nos últimos tempos, tem levado as pessoas a buscarem vez ou outra uma alimentação sofisticada, mas que seja também endereçada à memória afetiva. O fato é que saborear um prato ou sobremesa não apenas ativa nossa memória gustativa, mas sacia a fome e alimenta o coração.

De acordo com Bianca Naves, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi), o momento da refeição é um meio de contentamento e entusiasmo emocional carregado de memórias, recordações e bons sentimentos, que ficam ainda mais acentuados em ocasiões especiais. “O cheiro do café coado na hora, um bolo quentinho recém-saído do forno ou uma bela macarronada que lembra o almoço de domingo na casa da avó. Essas sensações boas de aconchego e conforto são as melhores definições de comfort food”, exemplifica Bianca.

A especialista destaca que para quem quer aproveitar os benefícios de uma comida que traga aconchego, preparar uma refeição em casa tem um aspecto mais pessoal e envolve diversos contextos, sejam eles culturais, sociais, emocionais ou fisiológicos, mas que devem ser respeitados dentro de uma alimentação saudável e bem planejada.

“A escolha alimentar é feita a partir de lembranças e não apenas pelos nutrientes e o essencial é saboreá-la com satisfação. nosso cérebro memoriza todos nossos sentidos sensitivos e, quando falamos de alimentos, podemos pensar também em recompensas, ou seja, quando estamos alegres queremos comer e quando estamos tristes também”, ressalta a nutricionista.

A especialista sugere um cardápio comfort food simples e muito saboroso para quem quiser preparar uma noite especial, com direito a café da manhã no dia seguinte:

Jantar

Que tal uma salada colorida, massa ao molho pesto e um bom vinho? A sugestão é uma refeição completa, colorida e com diferentes texturas para estimular todas as sensações:

Cenoura: fonte de betacaroteno, precursor da vitamina A e que oferece ação antioxidante;
Tomate: rico em licopeno, seu o consumo está associado a um risco menor de desenvolvimento de câncer de próstata;
Ricota: opção proteica leve e fonte de cálcio, mineral que atua na contração dos músculos;
Spaghetti: excelente fonte de carboidrato. Aumenta a disponibilidade de triptofano, aminoácido precursor da serotonina no cérebro, proporciona sensação de bem-estar;
Molho pesto: preparado com manjericão, azeite, queijo e nozes, que juntos formam um aroma que estimula os sentidos;

Opções de sobremesa

Foto: Upon A Time A Chef

Abacaxi: possui bromelina (enzima que ajuda na digestão) e é rico em vitamina C, magnésio e fibras;
Cookies: fontes de carboidrato, são deliciosos biscoitos que deixam a sobremesa ainda mais saborosa;
Pudim de leite condensado: sugestão comfort food deliciosa, que remete a diversas lembranças, agradando até os paladares mais exigentes.

Café da manhã

Ele é fundamental para renovar a energia e ganhar disposição. Por isso, aposte nos alimentos fontes de carboidrato, como pães, cereais, bolos e biscoitos. A sugestão é preparar o famoso pão com manteiga, acompanhado de morango com iogurte e café.

Pão: uma ótima fonte de energia para o organismo funcionar adequadamente.
Manteiga: dá mais sabor aos alimentos e, consumida com moderação, deve fazer parte de uma dieta equilibrada.
Morango: rico em vitamina C, um poderoso antioxidante que ajuda a combater os radicais livres.
Iogurte: fonte de proteína e cálcio, mineral que ajuda na saúde dos ossos.
Café: além do baixo valor calórico, se consumido sem açúcar, é rico em cafeína, uma substância estimulante que atua no sistema nervoso.

Fonte: Abimapi

Festival de Inverno Duckbill oferece delícias até setembro

No início deste ano, a Duckbill Cookies & Coffee, rede de franquias especializada em cookies e coffee shop, passou a trabalhar com as campanhas anuais: Verão, Outono, Inverno, Primavera e Natal. O inverno começou no último dia 21 de junho e, para comemorar a data, a rede lançou um cardápio especial.

“Quando está frio, o corpo produz uma mensagem de que precisa de mais calorias e é natural as pessoas recorrerem mais ao que chamamos de ‘comfort food’ (comida que conforta), como chocolate quente, por exemplo. Então queremos trazer esse conforto que a estação – mesmo que não tão abrangente no país – pede”, comenta Suziane Paiola, Consultora Operacional da Duckbill.

Para a campanha que ficará disponível até o dia 20 de setembro, a rede lançou uma linha de espressos especiais que são saborizados com menta, macadâmia e avelã.

Outra novidade, é a repaginada no clássico chocolates suíço da marca que agora é servido com marshmallows maçaricados.

A linha de bebidas ainda conta com o “Irish Bill”, uma bebida saborizada com Creme Irlandês (uma mistura de creme de cacau encorpados com camada de espresso), que acrescenta uma nota láctea de café e que também terá uma versão iced para os “invernos calorosos” do país.

“Estamos apostando bastante na linha de espressos especiais, que são aromatizados. É uma pedida bem grande da rede ter algo que realce o sabor do nosso café e traga um algo a mais. Hoje, os xaropes que trabalhamos em rede não são tão adequados para aromatizar as bebidas quentes, principalmente os cafés espressos. Então trouxemos novos sabores mais aromáticos para criar uma harmonização sutil e adocicada para a estação”, pontua.

A marca ressalta a importância do queridinho dos clientes: o chocolate suíço. A iguaria que está presente no Chocolate com Marshmallow em uma versão menos densa, também ganha destaque no Fondue, onde ele será bem cremoso reforçando o amargor do chocolate na medida certa para harmonizar com frutas e doces que o acompanha – como uvas, morangos, marshmallows, cookie e brownies.

As novidades estão presentes nas mais de 100 unidades em funcionamento pelo Brasil e podem ser consumidas presencialmente ou pedidos feitos pelo iFood.

Informações: DuckBill Cookies & Coffee

Dia do Abraço: duas receitas que são uma verdadeira demonstração de carinho

Chef mostra que escolher os ingredientes corretos pode trazer boas sensações afetivas

Abraço protetor, apaixonado, camarada, de urso e até virtual. Existem diversos tipos de abraços que são capazes de demonstrar afeto e carinho por outra pessoa. Em tempos de distanciamento social, a gastronomia pode auxiliar na hora de compartilhar afeto e, para comemorar o Dia do Abraço, comemorado hoje, 22 de maio, a chef e nutricionista do Comitê Umami, Lisiane Miura, separou duas receitas: canja e pão de queijo.

“Quando combinamos os alimentos reconfortantes em uma receita, parece realmente um abraço gostoso de alguém muito querido em forma de comida. Um prato saboroso tem o poder de alegrar qualquer momento do dia. E o que eles têm em comum? Todos levam ingredientes que conferem o gosto umami – não se deixe enganar pelo nome diferente, esses alimentos deliciosos podem ser usados em todos os tipos de preparações”, explica a especialista, referindo-se ao quinto gosto do paladar humano, presente em queijos, milhos, carnes, peixes, cogumelos, entre outros (confira mais opções aqui).

A canja de frango é uma alternativa saborosa e nutritiva, e o prato rende dez porções, indicado para um jantar em família. Já o pão de queijo, muito popular em todos os cantos do país, é uma ótima opção para café da manhã ou lanche da tarde. Confira as receitas e sinta-se abraçado:

Canja

Ingredientes
1 peito de frango sem a pele e com o osso (650 g)
2 colheres (chá) de sal
1 colher (sopa) de suco de 1 limão
1 colher (sopa) de azeite de oliva
1 cebola pequena picada
1 talo de salsão picado
2 litros de água fervente
1 batata média cortada em cubos pequenos
1 cenoura pequena ralada
1 tomate médio, sem pele e sem sementes, picado
meia xícara (chá) de arroz cru
1 colher (sopa) de salsa picada

Modo de preparo:
Em uma tigela, coloque o peito de frango e tempere com metade do sal e o suco de limão. Reserve. Em uma panela de pressão, coloque o azeite e leve ao fogo alto para aquecer. Junte a cebola e o salsão, e refogue por 3 minutos, ou até a cebola ficar transparente. Acrescente o frango reservado e frite por 10 minutos, ou até dourar de todos os lados. Regue com a água, tampe a panela e deixe cozinhar por 15 minutos após o início da fervura. Retire do fogo, espere a pressão ceder e abra a panela. Reserve o caldo, desosse e desfie o frango grosseiramente. Volte o frango desfiado para a panela de pressão e junte a batata, a cenoura, o sal restante, e regue com o caldo reservado. Leve ao fogo médio, com a panela semitampada, por 10 minutos, ou até que a batata e a cenoura estejam macias. Acrescente o tomate e o arroz, e cozinhe por mais 15 minutos, ou até o arroz ficar macio. Retire do fogo, misture a salsa e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 40 minutos
Rendimento: 10 porções

Pão de Queijo Crocante

Ingredientes
4 xícaras (chá) de polvilho doce (400 g)
1 e meia xícara (chá) de leite (300 ml)
meia xícara (chá) de óleo (100 ml)
1 ovo (50 g)
1 colher (chá) de sal (5 g)
meia xícara (chá) de queijo parmesão ralado (50 g)
1 xícara (chá) de queijo tipo minas padrão ralado (100 g)

Modo de preparo
Em uma tigela grande, coloque o polvilho e reserve. Em uma panela média, coloque o leite e o óleo, e leve ao fogo médio até ferver. Transfira para a tigela com o polvilho e misture bem com o auxílio de uma colher. Espere a massa esfriar um pouco e amasse com as mãos até amornar. Acrescente o ovo e incorpore-o à massa. Adicione o sal e os queijos, e continue mexendo até obter uma massa lisa e homogênea. Modele pequenas esferas e disponha-as em uma assadeira untada. Leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, por 20 minutos, ou até dourarem. Retire do forno e sirva em seguida.

Tempo de preparo: 30 minutos (+ 20 minutos de forno)
Rendimento: 42 unidades

Umami
É o quinto gosto básico do paladar humano, descoberto em 1908 pelo cientista japonês Kikunae Ikeda. Foi reconhecido cientificamente no ano 2000, quando pesquisadores da Universidade de Miami constataram a existência de receptores específicos para este gosto nas papilas gustativas. O aminoácido ácido glutâmico e os nucleotídeos inosinato e guanilato são as principais substâncias umami. As duas principais características do umami são o aumento da salivação e a continuidade do gosto por alguns minutos após a ingestão do alimento.

Para saber mais, acesse o Portal Umami e acompanhe também pelas redes sociais Facebook e Instagram.

Você sabe o que é comfort food?

Segundo a nutricionista do Centro Médico Consulta Aqui, Iomara Isidorio Cavalcante, você consome esse tipo de comida há muito tempo.

“Comfort food” é um termo em inglês que literalmente significa “comida conforto”. Pode-se dizer que designa toda comida escolhida e consumida com o intuito de proporcionar alívio emocional ou sensação de prazer em situações de fragilidade, como estresse ou melancolia, sendo associada muitas vezes a períodos significativos da vida de um indivíduo, como a infância, e/ou à convivência em grupos considerados importantes por ele, tal como a família.

Nesta época de pandemia e quarentena que estamos enfrentando, a tendência é, tanto para quem está impossibilitado de trabalhar quanto aos que estão cumprindo “home office”, exagerar na alimentação e, principalmente nas “comfort food”. Isso porque o corpo tende a desejar alimentos com altos teores calóricos e de açúcar durante períodos estressantes, pois, esses alimentos fornecem cargas de energia em curto prazo. O estresse também leva a níveis elevados de cortisol, que podem aumentar o apetite.

“A alimentação influencia tanto no estado fisiológico quanto no emocional. O estado emocional de uma pessoa pode ser afetado pelas escolhas alimentares e pela quantidade ingerida. Isso ocorre porque a motivação para comer não é meramente impulsionada por um desejo de consumir nutrientes e/ou de proporcionar a saciedade, mas também de manter o equilíbrio emocional e psicológico”, explica a nutricionista do Centro Médico Consulta Aqui, Iomara Isidorio Cavalcante.

Nesse tipo de alimentação, existe uma classificação com quatro divisões que são:

• Alimentos nostálgicos – estão associados a pessoas que estão temporariamente longe de suas famílias e/ou de sua terra natal, como, por exemplo, o acarajé para o baiano que está distante da BA.

• Alimentos de indulgência – são aqueles capazes de despertar um sentimento de clemência em quem os consome. Está associada a situações em que preocupações relativas aos aspectos nutricionais ou ao valor de determinados alimentos ou bebidas são deixados de lado, privilegiando-se o prazer que será obtido ao consumi-los. Essas exceções muitas vezes geram sentimentos posteriores de culpa, principalmente se a ingestão for em grandes quantidades. O “junk food” é um bom exemplo desses alimentos.

• Alimentos de conveniência – nesse tipo, o principal critério de escolha é a possibilidade do acesso e consumo imediato. Nesta categoria a associação entre conforto emocional e a praticidade é essencial.

Foto: Iván Melenchón / Morguefile

• Alimentos de conforto físico – as características principais nesse tipo são as físico-químicas, ou seja, composição, temperatura e textura. Proporcionam ao indivíduo um bem-estar físico, além do emocional. Exemplos podem ser os gordurosos, ricos em açúcar e até mesmo o chá, o café e bebidas alcoólicas, que têm comprovada ação química no cérebro.

Amêndoas – Foto: Clara Sander/Pixabay

As “comfort food” também são possíveis de serem incluídas, com muitos benefícios, nos planos de reeducação alimentar, dependendo da quantidade e frequência em que será proposto. O consumo desses alimentos, de forma moderada, leva à produção de dopamina (DA), que, por sua vez, promove estímulos de prazer e de alegria na região cerebral. “Nos casos em que o paciente não deve ingerir gorduras ou açúcares provenientes desses alimentos, a substituição por amêndoas, café, farinha de aveia, cúrcuma, gergelim, vegetais de folhas verdes, semente de abóbora, vegetais marinhos e outros é válida”, diz Iomara.

“As experiências da infância são determinantes na formação das preferências e hábitos alimentares que se mantém ao longo da vida. Apesar desses hábitos poderem mudar completamente durante a fase adulta, a lembrança, o peso do primeiro aprendizado alimentar e os rituais sociais permanecem, muito provavelmente, para o resto da vida no inconsciente e consciente das pessoas, tendo, inclusive, papel importante na estruturação dos vínculos sociais”, finaliza a nutricionista.

Fonte: Consulta Aqui

Estresse pode causar perda de apetite; veja maneiras de lidar com o problema

O estresse pode causar um impacto dramático em nossos hábitos alimentares. E há pessoas que ficam sem se alimentar por longas horas ou dias, por conta da perda de apetite. Saiba como lidar com isso e recuperar o prazer pela alimentação saudável

Durante esse período sem precedentes em que a pandemia ainda continua a nos deixar esgotados mentalmente, todos estamos processando o estresse de maneira diferente. E há um impacto dramático disso em nossos hábitos alimentares.

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“As alterações emocionais são as principais responsáveis pelos comportamentos alimentares equivocados nesses tempos de pandemias. Muitos buscam o conforto das suas emoções nos alimentos e bebidas, muitas vezes se encaminhando para consumos compulsivos. Outros, por insegurança e desinformação, restringem o consumo de grupos ou quantidades alimentares importantes para a manutenção da saúde no momento atípico. Enquanto outras pessoas ainda, rodeadas de problemas e preocupações, simplesmente esquecem de se alimentar por longas horas ou dias”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Nesse último caso, algumas pessoas podem perceber que não importa o quanto de comida você prepara ou tenta abastecer a casa com os alimentos necessários para manter seu corpo saudável: ainda assim é difícil manter um apetite saudável. “Se for esse o caso, inicie o processo de recuperação do apetite, identificando seus estressores. Depois de fazer isso, avalie maneiras pelas quais você poderá reduzir o estresse; seja pedindo ajuda médica nutrológica, psicológica ou buscando controlar esse estresse”, completa a médica.

Segundo Marcella, a perda de apetite pode ser a resposta de luta ou fuga do seu corpo ao estresse e à ansiedade agudos e, a longo prazo, algumas pessoas podem recorrer à comida como alimento fonte de alívio do estresse. Em última análise, o que se resume é sintonizar como o estresse afeta seu corpo especificamente. Abaixo, a médica dá algumas dicas de como recuperar o apetite diante do imenso estresse:

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Definir uma programação – se você ainda estiver tendo dificuldades depois de dar os primeiros passos para restaurar o apetite, tente fazer uma programação ou definir um alarme como um lembrete para comer. “Comece com os alimentos que você é capaz de tolerar e certifique-se de beber regularmente água”, diz a médica.

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Concentre-se em alimentos fáceis de digerir – em termos de escolha de alimentos, é bom encontrar um equilíbrio entre o que você gosta e o que será fácil para o seu corpo digerir. “Quando a ansiedade aumenta, às vezes essa perda de apetite vem acompanhada de náuseas”, diz a médica, acrescentando que, se o que você está comendo atualmente é desagradável, definitivamente vale a pena mudar as coisas. Outro ponto importante: nesse período de alto estresse, evite o autojulgamento com seus desejos: “Dê a si mesmo um pouco de prazer. Se você está ansiando por alimentos que normalmente não come, permita-se apreciá-los. Pode ser exatamente o que seu corpo precisa. Às vezes, a comida traz lembranças agradáveis, uma espécie de nostalgia que nos faz sentir um pouco melhor”, diz a nutróloga.

sal de ervas

Aposte nos temperos – “O uso de ervas aromáticas e especiarias para acentuar os sabores e aromas pode ser uma ótima estratégia. Pimentas também podem ser utilizadas sem exageros”. A médica destaca alguns alimentos que aguçam o paladar e podem ajudar nesse período: “Podemos usar ervas aromáticas como salsa, cebolinha, coentro, manjericão, tomilho, alecrim, manjerona, alfavaca, orégano e especiarias como cúrcuma, gengibre, canela, mostarda, raiz forte, canela, cravo, pimentas, além de alho e cebola, que podem ajudar a acentuar o sabor dos alimentos, sem impactar negativamente em sua qualidade e ainda trazer funcionalidades, já que apresentam características anti-inflamatórias, antioxidantes e de reforço ao sistema imunológico”, diz a médica.

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Myriam Zilles/Pixabay

Experimente boas lembranças do alimento – tente um “comfort food”, ou seja, considere comer algo que você já gostou quando estava em um momento com as pessoas que ama. Vários alimentos podem ser considerados comidas de conforto, porque a sensação está vinculada a preferências e experiências individuais. Podem ser desde comidas caseiras, receitas de família, sobremesas tradicionais, até alimentos saudáveis, com composição, textura e temperatura agradáveis. “Esse conceito ganha cada vez mais adeptos no mundo, na linha contrária dos fast foods e das receitas super elaboradas. O principal conceito da culinária comfort é a simplicidade”, diz a médica. “Essa comida afetiva e confortável mexe com a memória e é ligada às boas lembranças, trazendo aconchego, ao remeter ao aroma da cozinha, da infância, de momentos e experiências especiais que ficam para sempre na memória. Ela confere inúmeros benefícios à saúde”.

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Busque aconchego também nos amigos – à medida que a perda de apetite persiste, é importante considerar o apoio externo. “As pessoas devem perceber introspectivamente como está a saúde mental. Com o apoio de um terapeuta, você pode aprender novas ferramentas e habilidades que podem ajudá-lo a lidar melhor com o estresse, a fim de garantir que você esteja comendo, dormindo e funcionando da melhor maneira possível”, diz a médica. “Além disso, mesmo que seja virtualmente, você pode conversar com amigos e amigas por meio de um brunch virtual. Todos vocês poderiam fazer aperitivos como se estivessem em um restaurante juntos. Esta é uma maneira de ajudar a obter um sentimento positivo ao comer novamente”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da ABRAN. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologiado Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Quarentena: por que buscamos conforto físico e psicológico nos alimentos?

Comfort food: conceito de comida afetiva e confortável, que lembra aconchego e remete ao aroma da cozinha, da infância, de momentos e experiências especiais que ficam para sempre na memória, traz inúmeros benefícios à saúde, tanto emocionais como físicos. Mas é necessário ter cuidado com os excessos

Estamos realmente vivendo um momento diferenciado nessa quarentena, em que ficar em isolamento completo tem trazido à tona diversas emoções que ficavam escondidas com a correria do dia a dia (alguém aí ainda lembra dessa correria?). E, talvez a influência mais direta disso seja na relação com a comida: as farinhas, as preparações para bolo, o fermento, ingredientes de confeitaria e panificação, tudo isso nunca esteve tão presente nas nossas listas de mercado. Sabe por quê?

São ingredientes típicos para os comfort foods: “Por causa do momento inusitado de isolamento, muito favorável a instabilidades emocionais, o período de pandemia é muito propício para as pessoas buscarem conforto nas comidas e bebidas. O conceito Comfort Food tem origem em 1977 nos Estados Unidos como definição no Webster’s Dictionary como ‘alimento gratificante, preparado de forma simples e tradicional, que lembra a casa, a família e os amigos.’

bolo de chocolate

Mais recentemente as comfort foods são definidas como quaisquer alimentos que, quando consumidos em determinada situação, ocasionam conforto físico e psicológico”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia. E quem nesse momento não se lembra daquele bolo ou pão caseiro da mãe ou da avó?

Vários alimentos podem ser considerados comidas de conforto, porque a sensação está vinculada a preferências e experiências individuais. Podem ser desde comidas caseiras, receitas de família, sobremesas tradicionais, até alimentos saudáveis, com composição, textura e temperatura agradáveis. “Esse conceito ganha cada vez mais adeptos no mundo, na linha contrária dos fast foods e das receitas super elaboradas. O principal conceito da culinária comfort é a simplicidade”, diz a médica.

“Essa comida afetiva e confortável mexe com a memória e é ligada às boas lembranças, trazendo aconchego, ao remeter ao aroma da cozinha, da infância, de momentos e experiências especiais que ficam para sempre na memória. Ela confere inúmeros benefícios à saúde”, completa.

De acordo com a médica, existem dois grandes mecanismos para o conforto desencadeado pelos alimentos: o emocional e o físico. “As comidas podem proporcionar alívio emocional ou sensação de prazer em situações de fragilidade, quando associadas a períodos significativos da vida do indivíduo, como a infância ou a convivência em grupos como a família e amigos, ou ainda remeter a lembranças de lugares ou experiências positivas do passado”, diz a médica.

“Já com relação ao conforto físico, essas comidas são aquelas cujas características físico-químicas (composição, textura, facilidade na mastigação e temperatura) proporcionam ao indivíduo um bem-estar físico, além do emocional. Diferentes preferências em relação a estes aspectos podem ser relevantes e desencadear individualmente maiores ou menores ações na química cerebral”, diz a médica.

Além do comfort food, as pessoas também buscam prazeres em alimentos mais palatáveis, mas é necessário ter cuidado com os excessos. “Os problemas estão relacionados ao consumo excessivo e desequilibrado de alimentos que trazem conforto e prazer imediato, porém podem causar desequilíbrios metabólicos. Lembrando que ao contrário dos alimentos hiperpalatáveis, geralmente com grandes quantidades de açúcares e gorduras, que invariavelmente devem ser consumidos com muita moderação, os caracterizados como Comfort Foods podem ter composição muito equilibrada e saudável”, diz a médica.

Mas afinal, como cuidar para que não haja um excesso? “Todo consumo excessivo e monótono deve ser evitado, inclusive os alimentos com funcionalidades de propriedades de saúde devem estar inseridos em um hábito alimentar equilibrado, pois o consumo desses alimentos de forma descontrolada pode resultar em deficiências de outros nutrientes importantes”, afirma Marcella.

comfort_food bolo mesclado café

“A alimentação é prioridade em tempos de pandemia, por vários motivos. Os principais conceitos relativos a um hábito alimentar adequado são equilíbrio e moderação, portanto todas as vezes que ocorre o consumo de alimentos que podem impactar negativamente a saúde, este deve ser seguido de boas escolhas alimentares para compensar. Em uma dieta saudável tudo pode ser incluído, com ponderação”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Chocolate combate ansiedade e depressão e promove bem-estar durante pandemia

Ricos em flavonoides e nutrientes, produtos com ¬mais de 70% de cacau propiciam sensação de acolhimento e de prazer, fortalecem imunidade e estimulam raciocínio e saúde mental

A incerteza e o medo causados pelo novo coronavírus têm afetado diretamente os carrinhos de compras e os hábitos das pessoas, que passaram a consumir mais comfort food em busca de um alento. Um dos produtos mais consumidos é o chocolate, que, se escolhido da forma correta, com alto teor de cacau, é um poderoso aliado nesse momento de pandemia, por aliviar a ansiedade, prevenir a depressão, promover bom humor e bem-estar e ajudar na concentração e no raciocínio.

chocolate amargo cacau elsenaju

Não são todos os chocolates que têm efeitos positivos à saúde, mas, sim, os com alta porcentagem de cacau na composição, que têm mais propriedades. “A semente de cacau é o alimento com maior índice de flavonoides, substâncias antioxidantes que atuam na prevenção de câncer e de doenças cardíacas. Quanto mais amargo, maior a concentração de flavonoides e os benefícios associados”, aponta Raimundo Mororó, sócio e pesquisador chefe da Mendoá Chocolates.

O chocolate ao leite contém cerca de 25% de cacau; o meio amargo 41% e os de teor elevado têm até 99% do ingrediente, enquanto o branco é feito somente com a manteiga de cacau. O ideal, segundo a nutróloga e endocrinologista Sandra Gordilho, é o a partir de 70% de cacau. “Quanto mais escuro mais dá a sensação bem-estar, influencia no humor, protege as células nervosas e retarda o envelhecimento”, observa a médica.

chocolate cacau

Quem trabalha de casa e precisa se concentrar, quer ativar a mente ou carece de uma injeção de ânimo, comer um pedacinho já é um doce estímulo. O poderoso hormônio da felicidade – a serotonina – é um dos neurotransmissores produzidos, que atenua os sintomas da ansiedade inerente à imprevisão do fim da pandemia. Não por acaso, o cacau reduz o risco de depressão em 70%, segundo estudos da University College London (UCL). A dopamina liberada, por sua vez, é ligada à sensação de recompensa e prazer, atuando como um conforto em tempos de isolamento social.

Magnésio, ferro, zinco, vitamina B12 e outros nutrientes essenciais do chocolate fortalecem o sistema imunológico e ajudam a encarar esse período de quarentena. Isso não significa que está liberado o consumo indiscriminado do alimento. Moderação é a palavra chave. “Qualquer exagero causa desequilíbrio no organismo, podendo interferir no nível de colesterol e de açúcar e levar à obesidade, diabetes, infarto, doença cardíaca ou AVC”, ressalta a nutróloga. A recomendação é o consumo de 25 a 50 gramas por dia.

Pandemia aumenta consumo de comfort food

mulher comendo chocolate home office

O isolamento social, a inquietação e a mudança drástica na rotina fizeram aumentar o consumo das comfort food nos países fortemente atingidos pela Covid-19. “Normalmente, em momentos estressantes as pessoas recorrem aos alimentos que remetem à sensação de conforto da infância, ao acolhimento. É importante escolher os que trazem alento e que estejam aliados a princípios ativos, a benefícios à saúde”, observa a nutróloga Sandra.

Na Itália, primeiro epicentro do surto na Europa, a venda de doces e pipocas quase dobrou em abril, em comparação com o mesmo período do ano passado (com acréscimo de 72,5% e 89,8% respectivamente), e chips tiveram procura 31,3% maior em relação ao mês anterior. Já nos Estados, pipoca teve um incremento de quase 48%, pretzels de 47% e chips de 30% em meados de março em relação à mesma semana de 2019 – de acordo com levantamentos da empresa de pesquisa de mercado Nielsen, da agência de monitoramento IRI e do Ismea (Instituto de Serviços para o Mercado Agrícola Alimentar).

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Pixabay

Devido às medidas de contenção do novo coronavírus, muitos consumidores passaram a fazer as compras online. No Brasil, o e-commerce cresceu 18,5% no começo de abril, segundo a consultoria Ebit/Nielsen. Na Mendoá Chocolates, as vendas tiveram um aumento de mais de 20% entre janeiro a abril na loja online, distribuindo mais cacau e seus benefícios em todo o país.

Informações: Mendoá Chocolates

Rio de Janeiro: Vokos oferece menu de inspiração mediterrânea e grega

No coração do Leblon, o Vokos, charmoso restaurante com inspiração mediterrânea e grega, vive novo momento que é refletido em opções de pratos, drinques e carta de vinhos, prezando cada vez mais por reunir amigos e famílias, sendo uma ótima opção para todos os gostos e bolsos.

As boas novas começam pelo bloco carinhosamente intitulado ‘De Todo Dia’, reunindo opções que trazem o conceito de comfort food, com apresentação moderna e utilizando ingredientes frescos.

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Ravioloni

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Saint Peter

Dentre eles estão o Frango e Quinotto, com risoto de quinoa e folha de almeirão tostada (R$ 51,00), o Ravioloni recheado de espinafre e queijo gruyere, com creme de abóbora, azeite trufado e folha de brócolis (R$ 52,00), e o Saint Peter Mediterrâneo, com humus de cenoura e vegetais da horta (R$ 55,00). Ganham destaque também as novas saladas, sendo a Ceaser, uma das grandes estrelas, com iogurte grego e bacon bits (R$ 45,00).

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Croqueta de Polvo

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Tartar de Polvo

A seção ‘Para Beliscar’ também ganha novos integrantes, como a Croqueta de Polvo (R$ 26) recheada com queijo, bacon e aioli de siciliano, a Burrata Cremosa com seleção de pickles caseiros e torradinhas (R$ 47,00), o Tartar de Polvo com aioli de azedinha e cracker de aveia e linhaça (R$ 59,00) e por último, mas não menos importante, o famoso Pãozinho de queijo feta (R$ 28,00), um dos mais pedidos desde a inauguração da casa.

Um dos pontos altos do cardápio são as ‘Os Clássicos’, best-sellers do restaurante que, desde o seu debut, ganham destaque dentre as opções, como o Polvo Sicília, com risoto de siciliano e crocante de beterraba (R$ 85,00) e a tradicional Moussaka Vokos (R$ 55,00), um tipo de lasanha grega sem massa, com finas lâminas de berinjela, ragout de carne e molho bechamel, que agora também conta com uma versão vegetariana, trocando o ragout de carne pelo o de cogumelos (R$ 53,00).

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Gyros

Urban food tradicional na culinária grega, ganham destaque no menu os Gyros, sanduíches de pão folha feito na casa, com ervas, alface americana, tomate, cebola roxa e o famoso molho tzatziki, à base de iogurte grego, pepino, azeite e ervas, com quatro opções de proteínas: tirinhas de filet mignon ou frango, cordeiro desfiado e peixe crocante, acompanhado de fritas ou salada(a partir de R$ 43,00)

O que já era bom, foi aperfeiçoado, e por isso, a casa segue com o almoço executivo, oferecido por R$ 46,00 de terça a sexta-feira, das 12h às 16h (exceto feriados). O menu traz duas opções de entrada, prato principal e sobremesa, que mudam semanalmente, no mesmo modelo de comfort food.

O inverno trouxe novos vinhos para a adega do Vokos. A carta conta com diversas opções de vinhos gregos, além de rótulos europeus e sul-americanos, com diversas novidades de brancos, roses e tintos, a partir de R$ 80,00 (garrafa) e R$ 25,00 (taça).

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A temperatura amena e o clima mais agradável também conduziram a reformulação da carta de drinks. Com diversas opções autorais, ganha destaque o Vokos Mule, releitura do clássico Moscow Mule, assinado pelo gin brasileiro Amazzoni. A receita leva gin, shrub de manga, pimenta biquinho e espuma especial da casa, com notas de gengibre, laranja e siciliano (R$ 29,00). Junto a ele, foi adicionado também o Gin Citrus, com infusão de hortelã natural, tônica citrus e perfume de limão (R$ 28,00).

Vokos Rua Dias Ferreira, 135 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ – Horário de funcionamento: terça e quarta, das 12h às 23h50. Quinta a sábado; das 12h às 24h. Domingo, das 12h às 22h. Segunda-feira: fechado.