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5 motivos para praticar a filantropia*

Movimento Bem Maior reuniu cinco motivos para mostrar que a hora de agir é agora

Se você pretende viver em um mundo mais justo, não faltam razões para praticar a filantropia e ajudar a enraizar a cultura de doação na nossa sociedade. Não é nada complicado, basta querer. E a sua participação pode fazer a diferença na vida de muita gente, inclusive na sua.

Você faz parte do mundo

Como os dicionários nos mostram, a palavra filantropia significa ‘amor à humanidade’ e ‘generosidade com os outros’. Só o sentido literal já seria um grande motivo para todos entenderem a sua importância. Mas, diante de tanta desigualdade social, é ainda mais clamorosa a necessidade de espalhar a solidariedade. Não vivemos em bolhas nem podemos fechar os nossos olhos, ignorando tudo o que está ao nosso redor. Pelo contrário, temos que exercitar o nosso olhar empático, de nos identificar com a situação de uma outra pessoa e procurar agir para mudar a realidade do nosso país. Existe uma clara interdependência, todos nós somos corresponsáveis pelas situações atuais. A sociedade civil organizada tem um papel central para construir um país melhor.

Inúmeras causas precisam do seu apoio

Com a crise da Covid-19, foi necessária a realização de muitas doações emergenciais, como entrega de máscaras e de comida. No entanto, inúmeras causas importantes continuam a precisar de apoio. Em meio a tantos problemas, como escolher uma causa para começar a ajudar? Um bom caminho é identificar as causas que toquem o seu coração. Converse com familiares e amigos, busque informações, pesquise na internet e veja as demandas. Tente escolher um projeto que combine com o seu perfil. Se você gosta de praticar alguma modalidade esportiva, há várias instituições que trabalham com crianças e jovens por meio do esporte e da educação juntos. Se você curte viajar, apoiar projetos que auxiliam refugiados pode gerar uma grande empatia. Olhe para o trabalho daquela pequena organização que atua no seu bairro, você poderá se identificar com ela. Depois de escolher uma causa, procure colocar a doação como uma ação fixa no seu planejamento financeiro mensal. Isso é relevante para que as organizações possam se organizar e manter seu funcionamento mesmo em períodos em que as contribuições são menores.

As ONGs fazem um trabalho essencial

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As ONGs, apoiadas por vários setores da sociedade, foram protagonistas de muitas ações para socorrer a sociedade durante a pandemia. Atividades extremamente importantes, como a de levar comida a quem precisava, foram noticiadas com maior frequência pelos jornais, TV e internet. O avanço da tecnologia também tornou mais fácil acompanhar as iniciativas das organizações, checar a transparência, e conhecer o impacto gerado a partir das doações. Assim, as pessoas passaram a conhecer mais o trabalho sério e dedicado das entidades, e o reflexo foi o crescimento da confiança da população no terceiro setor. Segundo a Pesquisa Doação Brasil, coordenada pelo IDIS (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social), a confiança nas organizações, entre os doadores, subiu de 74% em 2015 para 93% em 2020. Já o índice de pessoas que não doam por não confiar nas instituições caiu de 17% para 4% em cinco anos.

É possível doar mais que dinheiro

É comum nos depararmos com anúncios de grandes doações no noticiário. No entanto, não devemos associar a imagem de grande filantropo a somente bilionários norte-americanos. Todos podem realizar doações que cabem no bolso, que também transformam realidades. E é possível doar também de outras maneiras: você pode simplesmente compartilhar um pouco do seu tempo, do seu trabalho e do seu carinho por meio do voluntariado. Essa é uma experiência com um poder transformador. Ao se envolver diretamente nas ações, o voluntário tem a oportunidade de ver, de perto, o impacto gerado pelas ações e tem a chance de receber, como agradecimento, um abraço ou ganhar um sorriso da pessoa beneficiada.

Construir um legado positivo

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Precisamos sempre lembrar que somos efêmeros e que no nosso dia a dia construímos um legado para deixar para as próximas gerações. A partir de nossas ações, servimos de exemplo para os nossos filhos e netos. Gestos atenciosos e simples de um pai ou uma mãe representam importantes lições. Ao tratar as outras pessoas sempre com respeito, mostra-se às crianças que ninguém é melhor do que ninguém. Ensinar que doar uma roupa é uma forma de ajudar alguém que esteja precisando, e não porque o item é uma sobra, significa transmitir uma valiosa orientação. Deixar de utilizar o seu carro particular quando possível para não deteriorar ainda mais a condição climática significa outra lição. Para deixarmos um mundo melhor como herança, é importante agir agora e também plantar as sementes para o futuro.

*Fonte: Carola Matarazzo é Diretora executiva do Movimento Bem Maior

Bolsas em couro e veganas para compartilhar

“Design escandinavo, com produção “slow fashion” e pegada “tomboy” marcam o nascimento da Heri Tage: bolsas em couro e veganas, 2 em 1, para compartilhar”

 

Adoro quando posso citar produtos veganos. É uma tendência que vem crescendo, finalmente, no mundo todo. Na maioria das vezes, pelo respeito aos animais. Fiquei feliz em saber da chegada da Heri.tage. Recém-lançada no mercado nacional, comandada por Larissa Aguiar, é uma marca de bolsas para compartilhar. Isso mesmo! Com foco na produção “slow fashion” a marca propõe o uso consciente e disseminado dos acessórios, onde cada peça pode ser usada por mais de uma pessoa ou ter seu uso modificado através da troca de componentes.

Tendo o design escandinavo como principal veia criativa, a Heri.tage apresenta peças inteligentes, funcionais e atemporais. O minimalismo dá o tom em todas as criações que presa pela diversidade e versatilidade: “Não quero criar acessórios pelos acessórios simplesmente, e sim quero trazer versatilidade aliada a função e beleza”, comenta Larissa.

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O 2 em 1, ou a troca de componentes em todas as peças Heri.tage, nascem de estórias verídicas, de gostos paralelos que podem ser alinhados em uma proposta única. São bolsas criadas a partir de momentos femininos, por mulheres e para mulheres. Sororidade, é a palavra de ordem!

Inicialmente a Heri.tage apresenta sete modelos distintos, sendo cinco confeccionados no couro e dois em versões veganas. Nestas opções, Larissa optou pelo uso da Perugia, uma espécie de PVC que apresenta algodão na sua composição, mais biodegradável do que as borrachas habituais, além de proporcionar maior conforto ao toque.

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O design é inspirado para mulheres sem especificação de geração e/ou coleção. A força está no acessório em si, “minimal”, com pouca informação, em conotação “tomboy”. Todas as peças são forradas e seguras, tendo detalhes de acabamentos bem marcados, como as alças com costura interna em volta. A ferragem mais usada é a carrapeta, discreta, serve como “plug” para fixar as partes moveis, além de representar um ponto de luz. O logo aparece em baixo relevo em ambas as partes da bolsa, fixa e móvel.

A cartela de cores inicial vem inspirada no entardecer, com tons clássicos e pastel: rose, “off white”, rosa “candy”, cinza, azul marinho chegando ao preto. As peças variam entre monocromáticas, e com a troca de componentes, chegam as possibilidades de bicolores ou até tricolores.

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Larissa Aguiar cursou Design de Moda na Santa Marcelina (São Paulo) e pós-graduação em Marketing e Styling de Moda no Instituto Marangoni (Paris). Estagiou como produtora de acessórios na revista francesa Milk e trabalhou como visual merchandiser para Carolina Herrera no Brasil.

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Informações: Heri-Tage