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O amor engorda: nutricionista dá dicas para casais manterem ou perderem peso

Casais tendem a engordar durante a relação; nutricionista dá dicas para os apaixonados manterem o peso em dia

A situação é bastante comum: grande parte dos casais acaba ganhando alguns quilinhos a mais depois de algum tempo de relação. Outros, já buscam por hábitos mais saudáveis e se ajudam mutuamente a fazer as pazes com a balança. De acordo com o Centro Nacional de Biotecnologia, pesquisadores americanos acompanharam 169 casais durante quatro anos. Duas vezes por ano, os casais eram pesados e respondiam a perguntas sobre a felicidade e satisfação quanto ao relacionamento. O resultado mostrou que conforme eles ganhavam peso, mais estavam felizes na relação.

Segundo a coordenadora do curso de Nutrição da Faculdade Anhanguera, Patrícia de Moraes Pontilho, é perfeitamente possível que um casal entre em acordo e se ajude mutuamente para além de terem um relacionamento saudável e construtivo, tenham também hábitos alimentares mais saudáveis.

“A cumplicidade do casal pode ser um excelente incentivo para uma dieta em conjunto, encorajar o par em atividades físicas e para ajudar na introdução de novos hábitos alimentares”, diz a nutricionista.

A seguir, Patrícia aponta hábitos em conjunto para casais emagrecerem ou manterem o peso juntos.

Dieta com refeições em conjunto: nem sempre as necessidades nutricionais do casal são as mesmas, mas é possível fazer algumas refeições em conjunto, um incentivando o outro a ingerir alimentos mais saudáveis.

Comprem alimentos saudáveis: sempre tem aquele que gosta mais de chocolate, fast food e frituras, por isso é importante que um escolhido do par faça as honras no supermercado e opte por alimentos in natura, evitando os embutidos e industrializados.

Foto: Meetcaregivers

Cozinhem juntos: se o casal se dedicar juntos no preparo das refeições, além de aumentarem ainda mais seu vínculo afetivo, certamente podem se ajudar a preparar pratos mais saudáveis. Além disso, podem se dividir entre quem cozinha e quem lava a louça.

Façam exercícios juntos: ter um parceiro ou parceira de treinos é sempre um incentivo a mais para evitar faltar em dias chuvosos ou frios, que geralmente dão preguiça. Se a parceria for da pessoa que se ama, melhor ainda, inclusive porque alguns exercícios, a depender da atividade física, precisam de ajuda de uma dupla.

Feliz Ano-novo

Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

Dúvida nos presentes de Natal? Bazar da Cidade tem várias opções

Além de ser passeio relaxante, é a feira ideal para encontrar diversidade de opções em design artesanal e incentivar à economia criativa

Bazar da Cidade é o lugar com este foco: produtos 100% autorais que vão diretamente dos ateliês para a casa daqueles que prezam compras conscientes que carreguem boas histórias, exclusividade ou até mesmo questões de sustentabilidade, já que trata-se do incentivo aos pequenos negócios e o privilégio à peças feitas em menor escala.

Na última edição do ano que acontecerá no meio da semana, nos dias 14, 15 e 16 de dezembro, o Bazar da Cidade – que tem a curadoria das sócias Bel Pereira e Miriam Lerner, artesãos, designers e empreendedores irão apresentar um mix de criativos produtos e lançamentos em acessórios, moda e vestuário, objetos de decoração e indulgências de bem-estar, entre vários outros artigos para se auto presentear ou a quem se quer bem. Objetos de decoração de Arte Popular Brasileira são um dos setores do Bazar que mais carregam histórias interessantes de seus autores, os mestres artesãos de várias partes do Brasil. Diversas opções gastronômicas também são um atrativo para refeições ligeiras ao longo do dia ou comprar para levar.

Veja aqui descritivo e imagens de presentes:

1 – Almaquimia (sabonetes) – Produtos para cuidados naturais elaborados manualmente, exclusivamente com insumos nacionais do extrativismo sustentável, socioambiental ou Agroecológico;

2 – BF Cerâmica, ceramista Bernadette Figueiredo – com uso do torno e também com placas, o objetivo da artista é criar peças utilitárias e decorativas leves e coloridas;

3 – Burghi Brasil (colar), designer Regina Burghi – natural do Mato Grosso do Sul – Regina cria desde 2010 uma joalheira autoral como uma estilista de acessórios contemporâneos. Explora novos materiais, conexões e encaixes até atingir equilíbrio e tridimensionalidade: ouro (reúso), prata, cobre, gemas, madeiras, ferro, alumínio.

Sobre o Bazar da Cidade

Bel Pereira, idealizou o Bazar em 2015 para fomentar o acesso ao que é produzido por excelentes profissionais e dar espaço para a divulgação da arte popular e contemporânea de artistas, designers e artesãos brasileiros. Miriam Lerner, ex-diretora do MCB (Museu da Casa Brasileira) é expert em eventos que revelam talentos e tornam múltiplos os espaços expositivos de museus e acessíveis para o fluir de maiores públicos.

O Bazar da Cidade está sediado na Casa Museu Ema Klabin, um dos mais agradáveis equipamentos culturais paulistanos, onde expositores ocupam a área externa em meio a um belo jardim projetado por Burle Marx. Os visitantes desta feira ainda podem passear pelo interior da instituição e admirar um importante acervo de arte. A feira é um passeio aprazível e completo, incluindo oficinas para entreter as crianças e sempre é oferecido no entardecer um pocket show com bons músicos para relaxar e curtir este mercado generoso no delicioso “EMA” Klabin.

Resíduo Zero
Com foco na sustentabilidade, a Casa Museu Ema Klabin e o Bazar da Cidade mantêm a parceria com a Eccaplan, consultoria especializada em sustentabilidade, que fará o gerenciamento de resíduos do evento, seguindo as exigências do selo “sou resíduo zero”.


Bazar da Cidade
Data: 14, 15 e 16 de dezembro (quarta, quinta e sexta-feira)
Horário: das 10h às 20h, todos os dias
Entrada franca
Rua Portugal, 43 | Jardim Europa | São Paulo
Instagram @bazardacidade

Gordura acumulada na barriga pós-menopausa? Veja alimentos e hábitos que irão te ajudar

A menopausa é um acontecimento normal. É definida como a última menstruação da mulher, e marca a transição do período reprodutivo para o não reprodutivo. Antes mesmo de a menopausa ocorrer, pode-se começar a identificar algumas mudanças e sintomas, causados pela queda e pela oscilação na produção dos hormônios pelos ovários.

A falta de informação e de acesso a tratamentos para esse período faz com que a menopausa tenha grande impacto na qualidade de vida da mulher. Estima-se que aproximadamente 80% delas sentirão os calores, mas apenas de 20% a 30% procurarão tratamento adequado.

Estudos estimam que, após a menopausa, ocorra um acúmulo de no mínimo meio quilo por ano. No entanto, ainda não está claro se o aumento de peso ocorre em decorrência de alterações que ocorrem com a evolução da idade, ou como resultado direto das alterações hormonais.

Outras evidências científicas mostram ainda que, no período pós-menopausa, as mulheres têm um aumento na circunferência abdominal e elevação no índice de gordura corporal. O médico nutrólogo Ronan Araujo cita alguns fatores podem contribuir para isso:

Diminuição do estrogênio

A redução na produção do hormônio sexual estrogênio já na fase que antecede a menopausa altera o equilíbrio metabólico e predispõe ao acúmulo de gordura, especialmente na região da barriga.

O estrogênio regula diretamente as distribuições de adiposidade por meio de receptores de estrogênio. No estado pré-menopausa, a gordura subcutânea tem relativamente mais receptores de estrogênio e progesterona que receptores de andrógenos, enquanto a gordura visceral tem níveis mais altos de receptores de andrógenos.

“Com a menopausa, a queda do estrogênio faz com que os receptores de estrogênio na gordura subcutânea sejam inativados, enquanto os receptores de andrógenos na gordura visceral se torna relativamente ativada, contribuindo, portanto, para a relação inversa entre níveis de estrogênio e gordura visceral”, destaca Araujo.

Além disso, as células receptoras do estrogênio no organismo também se apresentam alteradas após a menopausa. Como consequência, pode acontecer um aumento na percepção de fome e a diminuição do metabolismo, o que também contribui para o aumento de peso.

Alterações nos hormônios relacionados à fome

Além do efeito da queda do nível de estrogênio na percepção de fome, os níveis de outros hormônios ligados à sensação de saciedade também sofrem alterações no climatério (nome científico que descreve a transição fisiológica do período reprodutivo para o não reprodutivo na mulher. O período do climatério abrange a menopausa, que ocorre com a última menstruação espontânea).

Estudos científicos já mostraram, por exemplo, que mulheres no climatério tiveram um aumento da grelina, hormônio da fome, e uma redução nos níveis da adiponectina, substância que melhora a atividade da insulina e previne o diabetes tipo 2.

Diminuição de gasto energético

Um estudo científico feito na Inglaterra mostrou que mulheres na pós-menopausa apresentam uma taxa de gasto energético menor do que aquelas que ainda estão em idade fértil. Contudo, ainda não se sabe se a causa seria apenas pela redução da prática de atividades físicas, por parte de mulheres nesse período.

Alguns hábitos que irão te ajudar:

  • Fazer atividades físicas;
  • Diminuir as calorias da dieta;
  • Evitar alimentos ultraprocessados;
  • Gaste mais calorias do que consome;
  • Eliminar o açúcar refinado;
  • Dormir entre 7 a 9 horas.

Principais alimentos para adicionar no cardápio:

  • Chás termogênicos;
  • Gengibre;
  • Frutas cítricas, frutas vermelhas e frutas ricas em fibras;
  • Probióticos;
  • Peixes ricos em ômega 3;
  • Vegetais;
  • Grãos e sementes;
  • Iogurtes naturais sem açúcar;
  • Alimentos integrais.

“Vale lembrar a importância de um acompanhamento profissional, realizar exames periódicos e buscar orientações médicas para definir e desenvolver os melhores hábitos e tratamentos para cada caso em específico”, finaliza Araujo.

Farmácias evoluem para melhor atender público 50+

Conforme a expectativa de vida aumenta em todas as partes do mundo, torna-se cada vez maior a preocupação da indústria e do varejo de diferentes segmentos em melhor atender ao consumidor sênior, com mais de 50 anos. O programa Mais Longevidade é exemplo disso, ajustando as farmácias da Farmarcas para esse público.

De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população “sênior”, com 60 anos ou mais, corresponde hoje a 14% da população. Ainda segundo o instituto, até 2050, a população dessa faixa etária deve dobrar, chegando a representar 30% da população brasileira. Considerando o publico 50+ esses números crescem consideravelmente.

De olho na tendência, o Ifepec – Instituto Febrafar de Pesquisa e Educação Continuada – conduziu uma pesquisa em 2020. “Importante ter em mente que o público de 50 anos ainda não é sênior, pois ainda faltam dez anos para que ele chegue aos 60. É verdade, só que este público é aspiracional. Em uma década, ele estará lá e o mercado precisa estar preparado para atendê-lo. Além disso, com essa idade ele já começa a consumir produtos anti-aging, suplementos, entre outros”, afirma Valdomiro Rodrigues, o Miro, Diretor do Ifepec.

A pesquisa trouxe importantes insights, apontado que 37% da população compra medicamentos apenas com recursos da aposentadoria, sendo que 29% desse público usa recursos de gratuidade do SUS ou de farmácias populares. Apenas 4% deles recorrem a familiares para comprar remédios.

As doenças prevalentes nessas faixas etárias são: hipertensão (72%), diabetes (31%), colesterol alto (23%) e reumatismo (22%), sendo que muitos convivem com duas ou mais condições citadas. Outro dado relevante é que 42% deles praticam alguma atividade física, com maior prevalência para a caminhada, e 56% usam os serviços de algum profissional da saúde (exceto médicos), sendo o fisioterapeuta o profissional mais requisitado.

“Aferimos que 91% dessas pessoas têm o preço como fator mais importante na hora de escolher uma farmácia, sendo que localização e estacionamento são os demais fatores de desempate. Cruzando com os dados do PEC, conseguimos afirmar que, quanto mais velho, maior o tíquete-médio e a cada três unidades de hipertensivos, dois são vendidas para o público sênior. Uma curiosidade alarmante é que o consumo de antidepressivos é equivalente entre os jovens e os mais velhos”, afirma Miro.

Rumos do programa mais longevidade

Com base nesses números a administradora de redes associativista de farmácias Farmarcas está norteando uma série de mudanças em suas lojas. Esse projeto traz novas linhas de produtos, mudanças no mix, reformulação de espaços em loja e novas estratégias para a gestão da categoria sênior. As razões para isso estão muito bem documentadas pelas estatísticas.

Os insights da pesquisa para a Farmarcas foram bastante claros. É necessário pensar em novos produtos e na melhoria do mix segmentado, assim como agrupá-los em áreas estratégicas das lojas, fazendo um cross-merchandising para garantir que todos os produtos de maior apelo para o consumidor sênior estejam no mesmo lugar, com excelente sinalização e visualização.

Desse modo, produtos para aferição de pressão, fraldas geriátricas, suplementos nutricionais e medicamentos OTC mais consumidos devem estar agrupados na mesma área. Corredores mais amplos e espaços mais confortáveis acompanham as demais mudanças. A empresa também selou parcerias comerciais para passar a vender uma linha própria e exclusiva de suplementos e vitaminas para o consumidor 50+.

“O Mais Longevidade está relacionado com o layout das lojas e com a exposição diferenciada de produtos, mas nos preocupamos também em deixar as pessoas confortáveis. Muitas não gostam dos rótulos associados à terceira idade, que tendem a ser muito pejorativos. Por isso, escolhemos um nome mais neutro e um logo que destaca duas palavras importantes: mais e idade. É uma mensagem subliminar, que ajuda na comunicação”, afirma Ângelo Pereira, Diretor de Comunicação e Operações.

Nas lojas de maior porte, mobiliários como o Totem Tetra, da Metalfarma, estão sendo implantados. Nas de menor porte, entram os módulos verticais de GC de MIB para expor os produtos isentos de prescrição e aqueles com foco em prevenção de doenças e envelhecimento saudável, com mais qualidade de vida.

Funcionando como um ponto extra dentro da loja, eles estão sempre nas cores cinza e laranja e poderão conter linhas de vitaminas, suplementos, minerais, colágenos, leites especiais e alimentos complementares. Produtos para ansiedade e melhoria do sono também estarão agrupados e mais bem sinalizados para facilitar a identificação e a compra.

“É uma maneira da gente começar a olhar para esse público de uma forma mais atenta e a falar com o nosso associado sobre o tema, sobre a importância da diferenciação. Estamos também trabalhando a evolução para uma ambientação mais qualificada das lojas, quem sabe até com um sofazinho ou um pufe onde esse consumidor possa ser acolhido, tomar um café. O futuro pode pedir essa direção”, finaliza Paulo Costa, diretor geral da Farmarcas.

Entenda alguns aspectos práticos na reprodução assistida na população LBGTQIA+

Felizmente, este público é cada vez maior nas clínicas, desbancando qualquer preconceito

Hoje, não é mais incomum encontrar casais LGBTQIA+ interessados em ter filhos nas clínicas de reprodução humana. E se essa é uma busca complicada para os casais heterossexuais, é muito mais desgastante para os homoafetivos, pois, além de encarar as dificuldades comuns e já esperadas do tratamento, algumas vezes podem enfrentar preconceito. Entretanto, isso tem sido cada vez mais comum, e esses conflitos, que eram muito mais acentuados no passado, vêm sendo amenizados pela maior frequência desses atendimentos e com a demonstração, cada vez mais corriqueira e notória, desses relacionamentos não apenas na ficção (filmes, novelas, séries etc.) mas também na vida real, felizmente.

A ética médica restringe os atos médicos àquilo que o Conselho Federal de Medicina (CFM) determina ser certo ou errado e obriga os profissionais da saúde a seguirem rigorosamente as normas por eles fixadas. Estas normas ajudam a evitar alguns dos exageros e podem ser modificadas de acordo com a determinação deste conselho. Mas existe alguma restrição ética ou legal específicas para estes tratamentos?  

“Nenhuma. Em 2013, o CFM permitiu o uso das técnicas de reprodução assistida para pessoas solteiras e casais de relacionamentos homoafetivos.  Desde então, as estruturas familiares começaram a ser constituídas de diferentes maneiras. As regras éticas determinadas são semelhantes às dos casais heterossexuais com adaptações específicas que devem ser seguidas”, afirma Arnaldo Cambiaghi, especialista em ginecologia e obstetrícia com certificado de atuação na área de reprodução assistida e responsável técnico do Centro de Reprodução Humana do IPGO

Após críticas de entidades setoriais, o CFM modificou novamente o regramento referente à reprodução assistida no Brasil em 20 de setembro deste ano. Nas novas regras, entre outras alterações, a entidade suprimiu a citação explícita a pessoas transgêneros. Segundo o conselho, a norma foi atualizada pois, como estava antes, poderia levar a interpretações divergentes. 

É importante frisar que todos os casais (homens ou mulheres) que se submeterão a um tratamento de reprodução assistida devem procurar um centro especializado em reprodução humana para avaliação.

Este tema é tão importante para o IPGO, que Cambiaghi criou um e-book, junto com o também especialista em RH, Rogério Leão, para ajudar os casais LGBTQIA+ a tirarem suas dúvidas e terem acesso a todas as informações que precisam: Os Tratamentos de Fertilização em Casais Homoafetivos – Direto ao Assunto. Ele pode ser baixado gratuitamente clicando aqui

Casais homoafetivos femininos 

Ilustração: Moondance/Pixabay

Em qualquer casal homoafetivo, não é possível gerar uma criança com material genético de duas mulheres ou dois homens. Nos casais femininos, sempre é necessário utilizar sêmen doado, podendo haver duas possibilidades: inseminação artificial ou fertilização in vitro

“A inseminação artificial é um método acompanhado por um médico e consiste no processo de colocar o sêmen direto na cavidade intrauterina, perto das trompas, portanto a fertilização ocorre no interior do organismo materno, como em uma gravidez espontânea, ao passo que a FIV é totalmente diferente, pois a fertilização e o desenvolvimento embrionário inicial ocorrem no laboratório de fertilização”, explica Cambiaghi. 

Na inseminação, sempre uma das mulheres irá gestar com seus próprios óvulos. Já a FIV chama-se fertilização in vitro porque a fecundação é feita em laboratório (veja detalhes mais à frente), ou seja, diferentemente do que ocorre no método natural, a formação do embrião (junção do gameta feminino, o óvulo, com o gameta masculino, o espermatozoide) acontece fora do útero da mulher. Aqui teremos duas possibilidades: na primeira, uma das mulheres vai gestar com os seus próprios óvulos, na segunda é a gestação compartilhada. 

Neste caso, as duas mulheres passam por exames que avaliam a capacidade reprodutiva, anatomia uterina, análise de fatores como idade e doenças como diabetes, hipertensão etc. Dessa forma, é possível que uma mulher viva a gestação do filho biológico de sua parceira. Esse método é garantido como direito pelo Conselho Federal de Medicina, desde a Resolução CFM nº 2.121/2015, e reafirmado na Resolução CFM nº 2.168/2017. 

Caso optem por inseminação intrauterina, somente aquela que vai ser submetida ao tratamento deverá passar por avaliação. Caso seja fertilização in vitro, é preciso identificar quem terá os ovários estimulados e quem vai gestar para que os exames sejam direcionados de acordo com o papel que cada uma desempenhará: os exames de função ovariana para a que fornecerá os óvulos e os de avaliação uterina e falhas de implantação para aquela que irá gestar. Caso a mesma mulher for desempenhar os dois papéis, somente ela passará por avaliação, de forma completa. 

Casais homoafetivos masculinos 

Ilustração: Moondance/Pixabay

Para os casais homoafetivos masculinos, o sonho da paternidade é um pouco mais complicado, mas sim, possível. É mais difícil, primeiramente, porque sempre deve ser por fertilização in vitro (FIV) utilizando óvulos doados. Além disso, a posterior gestação necessitará ser em útero de substituição. Nesta consulta será explicado todo o processo necessário para o tratamento, assim como as chances de sucesso e limitações. “O doador do sêmen deverá passar por uma avaliação da fertilidade por meio do exame de espermograma. É importante também que a mulher que irá gestar para o casal também passe em consulta e por uma avaliação médica e ginecológica”, aponta o especialista. 

Em seguida, o casal seleciona uma doadora de óvulos anônima. Nesse caso, segue as normas normais estabelecidas pela Resolução do CFM, ou seja: a doação nunca terá caráter lucrativo ou comercial. No caso da doação temporária de útero (conhecida como barriga de aluguel), o CFM estabelece que “as doadoras temporárias do útero devem pertencer à família de um dos parceiros num parentesco consanguíneo até o quarto grau (primeiro grau – mãe/ filha; segundo grau – irmã/ avó; terceiro grau – tia/sobrinha; quarto grau – prima), que ceda o seu útero para a gestação dos embriões. A resolução CFM nº 2.320/22 trouxe uma novidade: na impossibilidade de atender à relação de parentesco, prevista na regra, uma autorização de excepcionalidade pode ser solicitada ao Conselho Regional de Medicina (CRM) da jurisdição. Em todos os casos respeitada a idade limite de até 50 anos. Aqui também não pode haver caráter lucrativo nem comercial. 

A última etapa consiste na escolha de quem coletará os espermatozoides 

Assim, resumidamente, é realizado o procedimento de fertilização in vitro, no qual o óvulo doado anonimamente é fertilizado em laboratório, com os gametas masculinos coletados de um dos parceiros e, depois do desenvolvimento inicial, os embriões são implantados no útero de substituição e, dessa forma, a gestão acontece. “É possível que parte dos óvulos seja fertilizada com sêmen de um dos homens do casal e a outra parte dos óvulos com o sêmen do parceiro, formando embriões de ambos, porém, não é permitido pelo CFM transferir para o útero um embrião de cada parceiro no mesmo ciclo. Em momentos diferentes é possível. Lembrando que a doadora de óvulos e a mulher que vai ceder o útero não podem ser a mesma pessoa”, finaliza Cambiaghi.

20° Curso em Reprodução Humana Internacional do IPGO 

Estes e outros assuntos sobre o tema serão abordados durante a palestra “Aspectos práticos da Reprodução Assistida na população LGBTQIA+“, no domingo, 13 de novembro, pela especialista em Reprodução Humana Ana Carolina Japur Rosa Silva, professora associada e doutora do Departamento de Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, durante o 20° Curso em Reprodução Humana Internacional do IPGO (Instituto Paulista de Ginecologia e Obstetrícia) que será realizado nos dias 12 e 13 de novembro, de forma online. O curso é voltado a médicos formados, residentes, profissionais e acadêmicos da área da saúde. 

Para saber mais, conferir a programação, palestrantes, brasileiros e estrangeiros, e preços, visite o site Cursos IPGO.

“Blue Friday”: campanha reverte parte das vendas para projeto de proteção às baleias

Instituto Autrilis em parceria com a Galapagos Outdoor permite que consumidor “adote” uma baleia-franca a cada compra realizada no mês de novembro   

Com o objetivo de ajudar na preservação das baleias-franca e incentivar o consumo consciente, o Instituto Autrilis junto com a Galapagos Outdoor Evolution criaram o “Blue Friday”: o mês de novembro terá descontos especiais para os produtos da Galapagos Outdoor, uma empresa brasileira de vestuário e acessórios para atletas e amantes de atividades outdoor e, a cada venda, um valor será revertido para o o Instituto Australis, projeto com sede em Imbituba/SC e que realiza pesquisas e monitoramento da espécie no Sul do Brasil. 

Com o slogan “A cada pedido você adota uma baleia-franca”, a intenção é aproveitar um dos períodos mais importantes para o calendário do comércio mundial, a Black Friday, para apoiar os estudos e proteção da baleia-franca, única desta variedade que se reproduz no litoral brasileiro e classificada “em perigo” de extinção. O estado de Santa Catarina abriga uma concentração de reprodução e aparição de baleias-francas de junho a novembro e o instituto tem ajudado a aumentar o número de registros da espécie na região.

“A temporada 2022 foi a segunda melhor em 40 anos, com cerca de 250 baleias registradas durante nosso monitoramento aéreo realizado no mês de setembro, pico da temporada reprodutiva da espécie. Estamos muito felizes com a parceria com a Galapagos e a campanha Blue Friday, que veio para somar-se aos nossos esforços para salvar a baleia-franca do risco de extinção.” afirma Karina Groch, diretora do Instituto Autriliz/ projeto ProFRANCA. 
Para Rodrigo Ferreira, head de marketing da Galapagos, a intenção é conscientizar o consumidor de que é possível ter um consumo sustentável e que gere um impacto positivo no meio ambiente. “Estamos em um momento bem intenso em termos de consumismo, por isso queremos unir forças e mostrar que podemos ir além, oferecendo produtos produzidos com materiais sustentáveis, com um preço acessível e que, ao mesmo tempo, auxilie um projeto importante de preservação da vida marinha”, afirma o executivo.  

Como participar

Para ter acesso às promoções e participar da campanha, o consumidor deve se cadastrar no site da Galapagos e realizar suas compras no período de 1º a 30 de novembro. Após a conclusão da compra, seja qual for o valor, o cliente receberá um Certificado de Adoção confirmando sua contribuição com a causa animal. A Galapagos Outdoor é uma empresa catarinense que chegou ao mercado há exatos seis meses com uma proposta inovadora: é a primeira marca brasileira de produtos sustentáveis voltados para a prática de atividades ao ar livre, que levam as pessoas a terem uma vida mais próxima da natureza, como trekking, escalada, surf, canoagem, entre outras.

Halloween: simpatias para atrair o que se deseja

Muito além de fantasias, a data carrega significados e símbolos

Halloween é uma celebração popular comemorada hoje, dia 31 de outubro, onde renascem as lendas sobre os espíritos dos mortos que vagam em busca de paz. É popularmente conhecido também como Dia das Bruxas, e tem origem na antiga tradição celta, que se chamava Samhain. O termo significa “o final do verão”, mas também marcava a última colheita e o início de um novo ano celta.

“Por isso está associado aos fantasmas, pois acreditava-se que todos os seres de outra dimensão estariam passeando entre os vivos. Desta forma os antepassados construíam oferendas ou fogueiras, porque acreditavam que a luz do fogo guiaria as almas que ainda não encontraram paz”, afirma Juliana Viveiros, espiritualista na plataforma iQuilíbrio.

Mas muito além de fantasias, máscaras, fogueira ou apenas uma noite para as crianças ganharem doces, esse dia é cheio de símbolos e significados. Inclusive, nos EUA, o Halloween é a segunda data comemorativa que aumenta o lucro comercial, depois do Natal.

E quem comemora no Brasil, acredita fielmente na energia do Halloween, por isso, espiritualista na plataforma iQuilíbrio, listou algumas simpatias para fazer no dia das bruxas e obter o que deseja. Confira:

Dreamstime

Simpatia para ter harmonia e prosperidade
Materiais: pedra de cor azul (qualquer tipo), recipiente de vidro com tampa, água, perfume de sua preferência, saquinho de tecido vermelho, agulha e linha vermelha.
Modo de fazer: encha o vidro com água e pingue umas gotas de perfume, colocando a pedra de cor azul dentro. Tampe o vidro e deixe-o a noite inteira no sereno.
No dia seguinte, retire a pedra da água e coloque-a dentro de um saquinho vermelho, costure-o com linhas vermelhas para fechar a boca do saquinho. Carregue-o com você e sempre que se sentir triste, ao segurar o saquinho mentalize imagens de alegria, harmonia e paz.

Simpatia das 7 velas e dos 7 pedidos
Materiais: 1 vela vermelha, 1 vela azul, 1 vela verde, 1 vela branca, 1 vela amarela, 1 vela laranja, 1 vela rosa, 7 pedaços de papel e um pires.
Modo de fazer: na noite do dia 31 de outubro, acenda as 7 velas e escreva em cada pedaço de papel um pedido, os depositando embaixo do pires.
Quando as velas terminarem de queimar, junte a cera que restou e os papéis e os atire em uma área de mata ou capim.

Simpatia para proteção espiritual
Materiais: abóbora e faca.
Modo de fazer: abra a abóbora, retire as sementes e depois faça uma máscara com a abóbora, com olhos e boca.
Deixe-a na porta de entrada de sua casa na noite de Halloween.

Sobre a iQuilibrio: os serviços da plataforma iQuilibrio já ajudaram mais de 100 mil pessoas a encontrarem o equilíbrio em todas as áreas de suas vidas, desde relacionamentos, vida profissional, dinheiro, saúde, até autoconhecimento, desenvolvimento pessoal, qualidade de vida, espiritualidade e bem-estar. No ar desde 2013, a plataforma conta com os melhores consultores especializados em tarot, búzios, runas, astrologia, terapia e couches, com atendimento humanizado através de chat, ligações, entre outros. Além disso, oferecem análises personalizadas e matérias sobre amor, esoterismo, autoconhecimento e muito mais.

Geração sanduíche: quem são e por que também precisam de cuidados especiais

Especialista explica a importância de dar suporte psicológico, emocional e afetivo aos integrantes dessa faixa da população que se sentem pressionados pelos cuidados que precisam ter com os filhos e pais idosos, somados a vida profissional

A demografia brasileira nas últimas décadas tem passado por movimentos importantes que vem trazendo novos desafios. O aumento da expectativa de vida, que passou de 45 anos na década de 40 para 76 anos em 2020, de acordo com o IBGE, tem dado mais longevidade e pressionado a previdência social, por exemplo. Do outro lado, além de uma diminuição na natalidade, tem sido cada vez mais comum as mulheres terem filho com um pouco mais de idade. De acordo com as Estatísticas do Registro Civil de 2019, também do IBGE, entre 2008 e 2018 aumentou o número de mães com mais de 30 anos.

Canva

No período, cresceram em 26% o número de pessoas que foram mães entre 30 e 34; 56% entre 35 e 39 anos e 36% entre 40 e 44 anos. A tendência de ter filhos com uma idade mais madura é clara, já que o mesmo levantamento mostra uma queda no número de mulheres que tiveram filhos entre 25 e 29 anos (queda de 8%); 20 e 24 anos (-17%) e 15 e 19 anos (-26%).

As novas formatações da sociedade brasileira acabaram criando demandas específicas. O movimento combinado do envelhecimento da população e as mulheres tendo filhos mais tarde criou a chamada “geração sanduíche”, por exemplo. O termo foi concebido pela assistente social Dorothy A. Miller, em 1981, e vem ganhando popularidade no Brasil.

Márcia Sena, especialista em qualidade de vida na terceira idade e fundadora e CEO da Senior Concierge, empresa que pratica um modelo de atenção integrada para dar suporte a pessoas com mais de 60 anos, pontua que o conceito define adultos que estão comprimidos por demandas de filhos – geralmente crianças e adolescentes – e dos pais – normalmente que têm mais de 70 anos.

“Essa é uma realidade que tem se encaixado no panorama de muitas mulheres, que compõem majoritariamente a geração sanduíche. Elas têm filhos que chegaram em uma idade em que precisam que elas tenham muita energia para ajudá-los em diversas áreas e ao mesmo tempo seus pais estão idosos e também precisam de suporte”, explica.

As dores da geração sanduíche

Márcia argumenta que a geração sanduíche representa principalmente mulheres que estão na faixa etária de 35 a 60 anos (com uma predominância maior entre 40 e 55 anos). Como os brasileiros estão se aposentando mais tarde, as pessoas nessa faixa demográfica sofrem ainda com pressões diárias no trabalho.

A especialista faz questão de lembrar que as “ensanduichadas” passam por outras questões que afetam as mulheres, como o machismo, pressões sociais que vem de estereótipos de gênero, racismo (no caso de negras), abandono paterno e mais.

“Com todo esse peso nas costas, é muito comum que essas mulheres se sintam culpadas de não ‘dar conta’ de tudo. Então elas se culpam por não ter tempo para cuidar dos pais idosos, sentem que deveriam passar mais tempo com os filhos, sentem que a vida profissional está estagnada e que a vida afetiva está morna”.

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Passando por todas essas condições, que afetam principalmente o emocional das mulheres, a geração sanduíche apresenta problemas como:
Insônia;
Estresse;
Obesidade;
Depressão;
Irritabilidade;
Esgotamento;
Falta de motivação;
Problemas de memória;
Problemas afetivos;
Falta de concentração;
Imunidade baixa;
Ansiedade;
Baixa produtividade no trabalho (causada por todos os sintomas anteriores).

Melhorando a qualidade de vida da geração sanduíche

Sena começou a estudar e se especializar sobre o conceito de geração sanduíche porque ela mesma passou pela experiência de ser uma ensanduichada. Há alguns anos, ela se viu no papel de cuidar da família (do marido e 4 filhos), dar conta das responsabilidades no trabalho e ainda tomar conta dos pais que estavam precisando de cuidados especiais.

A especialista avalia que a pessoa que se preocupa com tantas coisas externas que acaba deixando a própria pessoalidade – incluindo hobbies, atividades de lazer e relações interpessoais – em segundo plano, acaba tendo problemas sérios de qualidade de vida.

“As mulheres da geração sanduíche precisam do mesmo cuidado e proteção que elas oferecem aos filhos e aos pais idosos. É essencial que elas se percebam enquanto pessoas que estão sujeitas a todas essas pressões e recebam apoio dos familiares, companheiros, companheiras e amigos”, defende.

A CEO da Senior Concierge elenca ações práticas que podem ser tomadas pelas ensanduichadas:

=Converse: depois de reconhecer o problema, é preciso estar aberto para a experiência de expô-lo para outras pessoas. Por isso, é essencial falar sobre os desafios do dia a dia até mesmo com os filhos, principalmente se eles já estiverem na fase de adolescência e começo da fase adulta, e os pais idosos. Ter uma conversa franca pode gerar empatia e trazer para a superfície todas as emoções que acabam negligenciadas no cotidiano. Se for preciso, busque ajuda profissional com um psicólogo ou psiquiatra;

=Priorize-se: é essencial que a mulher que está sofrendo com o peso de ter que cuidar dos pais e dos filhos saibam avaliar o que é realmente importante. A sensação de insuficiência é muito normal para elas, já que é comum não conseguirmos lidar com todas as exigências que a vida contemporânea nos apresenta. Nesse caso, é muito importante saber avaliar os próprios valores e se perguntar o que é realmente importante. A priorização deixa mais claro o que deve ser feito com mais urgência, o que pode esperar mais um pouco e o que deve ser descartado da sua vida, já que o tempo é o bem mais escasso que temos;

=Planeje-se: pensar a própria rotina, estabelecer horários e metas e ter uma agenda bem elaborada de atividades pode ser essencial para evitar estresses com demandas não previstas. Neste quesito, o planejamento financeiro também é superimportante, já que ele pode garantir uma velhice mais tranquila e até mesmo uma vida mais confortável para os filhos;

=Investa em autonomia: de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a autonomia está entre os principais elementos que geram felicidade para a vida de um ser humano. Ou seja, isso indica que as pessoas precisam tentar sempre buscar opções na vida que tragam a independência pessoal e da família, como a independência financeira, por exemplo.

=Aposte na simplicidade: ter uma vida simples não significa renunciar qualquer tipo de bem material, mas sim aprender a viver com o que já temos. Além disso, simplicidade é conseguir ser grato com o que já conquistamos e nos cobrarmos menos de objetivos futuros;

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=Tenha um tempo para si: para ser uma pessoa completa e com significado é essencial respeitarmos quem somos. E parte integrante disso é termos nossa individualidade no quesito hobbies. Mais do que meros passatempos, as atividades de lazer também dão significado as nossas vidas, já que trabalhamos e temos todas essas preocupações com a família para que justamente consigamos aproveitar um momento livre para desfrutar do que nos faz bem.

=Divida as responsabilidades: é fundamental que o cuidador familiar compartilhe os cuidados dos pais idosos com os outros membros da família, para que não se sobrecarregue e possa manter a qualidade de vida.

“O que as pessoas da geração sanduíche precisam saber é que não há como ter um cuidado com os outros se não há um cuidado integral com si mesma. Portanto, é preciso pensar primeiro na própria saúde física e mental antes de pensar em ajudar quem nós gostamos tanto que são nossos filhos e pais”, finaliza Márcia.

Sobre Márcia Sena
É fundadora e CEO da Senior Concierge e especialista em qualidade de vida na terceira idade. Tem MBA em Administração na Marquette University (EUA) e experiência em várias áreas da indústria farmacêutica. Criou a Senior Concierge a partir de uma experiência pessoal de dificuldade de conciliar seu trabalho como executiva e cuidar dos pais que estão envelhecendo. Se especializou nas necessidades e desafios da terceira idade e desenvolveu serviços com foco na manutenção da autonomia de pessoas da melhor idade no seu local de convívio, oferecendo resolução de problemas de mobilidade, bem-estar, tarefas domésticas do dia a dia e segurança contra males súbitos.

Sobre a Senior Concierge
Uma empresa com um novo jeito de dar suporte aos 60+, com um modelo de atenção integrada e centrada nas reais necessidades dos maduros. Uma resposta dos novos tempos para um modelo que se esgotou, que é o modelo curativo baseado nas doenças, praticado por outras empresas, mas que visa a prevenção e cuidado. Com a proposta de garantir um envelhecimento prazeroso, proporcionando qualidade de vida, e bem-estar dos familiares.b b

Mulheres de diferentes idades e etnias fazem relatos sinceros sobre seus tipos de cabelo

Mulheres de diferentes tipos de cabelo, idades e etnias fazem relatos sinceros sobre os seus cabelos

12 mulheres de diferentes curvaturas e texturas de cabelos compartilharam depoimentos sinceros em cinco vídeos lançados pelo Tudo pra Cabelo, hub de conteúdo da Unilever. A campanha, mostrando as participantes respondendo perguntas instigantes de forma curiosa e informal, começou a ser veiculada esta semana.

Diverso, o grupo contempla representantes dos quatro tipos de cabelos: liso, ondulado, cacheado e crespo. E a diversidade não se refere somente as texturas das madeixas. No elenco, há mulheres de diferentes idades – que variam de 22 a 51 anos – etnias, de regiões distintas do Brasil e identidades. Há, por exemplo, depoimentos de uma mulher trans e de uma indígena.

Em resposta às indagações intimistas, elas revelam como veem seus fios de diferentes aspectos. A pergunta por exemplo: O que você mais gosta no seu cabelo? foi respondida de diversas formas. No vídeo vê-se as mulheres, por exemplo, dizendo: “o volume”, “ele pode ser usado de várias formas”, “a vida que ele me traz”. As respostas mostram nitidamente a ligação entre cabelo, comportamento e personalidade.

“O cabelo é uma característica que, para muitas mulheres, ultrapassa o viés puramente estético. Ele funciona também como uma ferramenta de comunicação, de força e de história. É possível, inclusive, criar vínculos sociais, em grupos que se organizam para trocar dicas de como exaltar o que somos. E isso pode formar alianças que abraçam as diferenças, o que é lindo”, diz Paula Roschel, autora do livro Sororidade – Quando a mulher ajuda a mulher.

Em uma outra pergunta: Qual corte ou penteado você sempre quis fazer, mas nunca teve coragem? pelas respostas, parece que o moicano e os cabelos curtos ainda podem ser um tabu para muitas mulheres. Algumas das respostas foram: “Cortar bem curtinho”, “Moicano”, “aquele corte baixinho que fica quase um moicaninho aqui em cima e na lateral meio desenhadinho, com alguns risquinhos”.

As respostas vão ao encontro da enquete do site, realizada no Instagram no ano passado. Ela revelou que 32% das mulheres têm vontade de cortar o cabelo acima da altura dos ombros, mas elas acabam desistindo da ideia para não serem julgadas. E de acordo com pesquisa do site, em conjunto com a empresa Opinion Box, uma em cada duas mulheres afirma que já foi necessário mudar o estilo de cabelo para se sentirem aceitas em um determinado ambiente, mostrando que muitas vezes há uma necessidade de adaptação envolvida na escolha dos estilos.