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Incontinência urinária em mulheres: é importante que o diagnóstico ocorra o quanto antes

Esta condição pode afetar o dia a dia e principalmente a qualidade de vida das mulheres. Procurar por tratamento aos primeiros sinais é essencial

Incontinência urinária é a perda de urina involuntária, que pode ocorrer em qualquer fase da vida. As causas são inúmeras, desde infecção urinária, alterações da bexiga e assoalho pélvico, além de causas neurológicas. A doença é mais comum em mulheres, principalmente na pós-menopausa, porém também acomete homens.

No caso da mulher, existem fatores de risco que precisam receber a devida atenção: “a idade das pacientes também aumenta o risco, pois a incidência é maior na acima dos 50 anos, a menopausa, o sobrepeso, sedentarismo, diabetes e o número de gestações implicam neste fator”, explica a médica ginecologista e obstetra do Hospital Santa Cruz, Mariana Romanowski.

Existem diferentes tipos de incontinência urinária e dentre os principais destacam-se: urgeincontinência, em que a mulher, ao sentir vontade de urinar, não consegue chegar ao banheiro sem perder urina; e a perda urinaria de esforço, quando a perda de urina ocorre ao aumento da pressão do abdômen, como ao tossir ou espirrar.

“Em qualquer situação, a incontinência urinária deve ser sempre tratada, pois prejudica a qualidade de vida, o lado psicológico e aumenta a chance de dermatites e infecções. Se logo que a mulher perceber qualquer um dos sintomas citados procurar um especialista, a chance de sucesso no tratamento é bastante grande”, afirma a especialista.

Uma causa comum e frequente da incontinência urinária é o pós-parto. Esta, deve-se a falta de estrogênio, hormônio responsável pelo desenvolvimento dos caracteres sexuais femininos, controle do ciclo menstrual e desenvolvimento do útero, que é transitória nesta fase. “A incontinência no pós-parto costuma resolver-se espontaneamente, porém a fisioterapia pélvica pode ser de grande auxílio, a fim de promover uma recuperação mais rápida e eficaz”, completa a médica.

Tratamento

Ainda que o tratamento com fisioterapia seja fundamental em praticamente todos casos de incontinência urinária, o tratamento cirúrgico também pode ser indicado. O mais usual e minimamente invasivo é o implante de sling na uretra: “Várias técnicas são possíveis, mas o mais comum é utilizar telas especiais que sustentam os músculos do assoalho pélvico e que têm por objetivo aumentar a resistência uretral e diminuir a perda da urina”, explica Mariana.

Prevenção

Algumas dicas podem ser levadas em consideração na prevenção da incontinência urinária:

=A incontinência urinária não é incomum na vida das mulheres, principalmente depois dos 50 e 60 anos, porém há tratamento, que podem melhorar a autoestima e qualidade de vida da paciente;
=Faça exercícios regularmente;
=Controle o ganho de peso na gestação, praticar exercícios para fortalecer o assoalho pélvico também pode ser útil na prevenção da incontinência urinária;
=Procure o médico assim que apresentar sintomas, para o diagnóstico correto da causa e tratamento.

Fonte: Hospital Santa Cruz

#Xixiacontece: campanha promove o fortalecimento da musculatura pélvica

A marca Plenitud convidou quatro especialistas de saúde e educação física para cocriarem aulas inovadoras, on-line e gratuitas para exercitar a região pélvica, ajudando a levar saúde e bem-estar

Segundo pesquisa, um em cada quatro brasileiros acima de 40 anos têm incontinência urinária – perda involuntária de urina pela uretra, que acontece também quando há pequenos escapes de xixi diários –, e que acomete principalmente mulheres. Como forma de ajudá-las a lidar com a questão da incontinência urinária, com informação, incentivo a procurar especialistas e a prática de exercícios adequados, Plenitud, marca de produtos para incontinência urinária da Kimberly-Clark, lança o treino Viva + Mulher by Plenitud.

A iniciativa, que faz parte da campanha Xixi Acontece, de Plenitud, tem por objetivo ajudar a romper as barreiras emocionais e o estigma social em relação à incontinência urinária, que ainda é associado a algo que acontece apenas com pessoas idosas. Para isso, a marca criou uma ação inédita ao convidar a educadora física Cau Saad, a fisioterapeuta pélvica Yasmin Xavier, a ginecologista Andrea Menezes Gonçalves e a ashtanga yoga Beth Pedote para cocriarem aulas onlines e gratuitas, que vão ajudar a promover a saúde da região pélvica feminina e o bem-estar mental em qualquer momento da vida da mulher.

“Algumas mulheres que têm essa condição acabam tendo a vida social muito afetada, o que impacta de forma negativa na sua autoestima e na realização de tarefas simples do dia a dia, por vergonha ou receio de que o xixi escape. Com o treino Viva + Mulher by Plenitud, queremos ajudar a levar informação e bem-estar com exercícios fáceis de fazer. Além disso, a campanha reforça a importância de procurar sempre um especialista para orientar o melhor tratamento para a condição”, destaca Patrícia Macedo, diretora de marketing da Kimberly-Clark.

No treino, as especialistas integraram suas expertises para que a mulher possa trabalhar desde a respiração com exercícios de ioga, movimentos de fortalecimento do assoalho pélvico com fisioterapia, a dicas de como se exercitar sem forçar a região pélvica, sempre com orientação médica.

Idealizado pela agência de PR, PROS, o treino conta com um making of de 3 minutos, revelando os bastidores da cocriação das aulas pelas quatro especialistas em uma narrativa que envolve segurança, liberdade e acolhimento para a mulher que tem incontinência, ou que possa vir a ter, mostrando que é possível ter uma vida normal.

“Para amplificar a conversa sobre escapes de xixi de forma empática, desenvolvemos um projeto educacional para levar conteúdo para as mulheres que já passam por essa situação ou para quem quer se prevenir. Selecionamos profissionais para cocriarem um treino especial, olhando para a mulher de forma completa, além de contar com a participação de mulheres que estão se preparando ou encarando a fase da menopausa e os desafios que ela possa trazer”, afirma Maria Claudia Mestriner, diretora de criação da PROS.

O treino Viva + Mulher by Plenitud conta com três aulas gratuitas que estão disponíveis no site e no canal do YouTube da marca Plenitud Brasil.

Todas as captações seguiram os protocolos de segurança recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Campanha

Além do making of, para potencializar a campanha “Xixi Acontece”, um time de influenciadoras e especialistas divulgarão os treinos em suas redes sociais, além de praticarem os exercícios estimulando seus seguidores a buscarem informações de especialistas e falarem sobre o escape de xixi.

“No processo de tratamento, os absorventes Plenitud se tornam aliados dessas mulheres, permitindo que as mesmas mantenham suas rotinas com conforto e segurança, pois a linha foi desenvolvida especificamente para absorção dos diferentes níveis de urina”, afirma Bruno Sparapani, gerente de marketing de Plenitud.

Com curadoria da agência PROS, participam da ação até julho as atrizes Fabiana Karla e Adriana Alves Anquier, as apresentadoras Maria Cândida e Regina Volpato, as jornalistas Mônica Salgado, Rita Batista e Tábata Contri, entre outras influenciadoras que conversam com o público ageless.

A campanha ainda conta com conteúdo das profissionais de renome na área da saúde e bem-estar, como a uroginecologista Lilian Fiorelli e a master em ioga, Angélica Banhara. Além disso, um conteúdo exclusivo para o site Viva Plenitud, como artigos assinados por profissionais de saúde, e ativação no ClubHouse integram o plano de PR da campanha.

E, como forma de também estimular o debate sobre a importância de não estigmatizar a pessoa com incontinência urinária e a existência de ferramentas que auxiliam a jornada, a campanha contempla também projetos de branded content na TV aberta. À frente das ações de mídia e conteúdo no ambiente digital está a agência FCB Brasil.

Sexo aos 50 x sexo aos 20: como o envelhecimento afeta a libido da mulher ao longo dos anos

Ginecologista explica como fatores diretamente ligados ao envelhecimento do organismo, como fertilidade, energia, autoestima e hormônios, podem interferir no apetite sexual feminino

O sexo é um instinto natural do ser humano que, além de servir para a reprodução, possui uma série de benefícios para o organismo, incluindo desde melhora da pele e do cabelo até diminuição do estresse. No entanto, cada um de nós possui uma relação específica com o sexo e é natural que, em alguns dias, algumas pessoas não sintam necessidade de praticar relações sexuais, o que pode estar associado a fatores que vão desde situações cotidianas, como cansaço e problemas no relacionamento, até condições sérias, como o vaginismo e a depressão.

“Além disso, o próprio processo de envelhecimento pode interferir em nossa libido. E isso não ocorre apenas por fatores hormonais, mas também por questões sociais, físicas e psicológicas, afinal, conforme envelhecemos, interagimos de diferentes formas com o ambiente a nossa volta”, explica Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica GRU. Para ajudar a entender mais sobre o assunto, a especialista explicou abaixo de que maneiras a libido feminina é afetada com o passar dos anos. Confira:

20 anos: o fim da adolescência e o início da fase adulta são pensados por muitos como os momentos de maior atividade sexual, afinal, os hormônios estão à flor da pele e temos mais energia. “No entanto, alguns outros fatores podem prejudicar a libido nessa idade. Por exemplo, o fato de a mulher ser mais fértil nessa época da vida pode torná-la mais seletiva com relação a quando fazer sexo. Na verdade, estudiosos estimam que o desejo sexual da mulher tende a aumentar conforme os anos passam, principalmente após os 30 anos, momento em que a fertilidade começa a diminuir”, destaca a médica.

30 e 40 anos: a terceira e quarta década de vida parecem ser o período em que o desejo sexual feminino está mais forte. “Esse fato pode estar relacionado a fatores como maior segurança com o próprio corpo e maior dedicação a relacionamentos, além da diminuição das chances de gravidez”, afirma a ginecologista. Estudos mostram, inclusive, que mulheres entre 27 e 45 anos têm fantasias sexuais mais frequentes e fazem mais sexo do que mulheres mais jovens ou mais velhas.

Foto: Veggiegretz/Morguefile

Gravidez: independentemente da idade em que ocorra, a gestação possui grande impacto na vida da mulher, afetando até mesmo sua libido. “O corpo da mulher e os níveis de hormônios passam por uma série de alterações ao longo da gestação. Por isso, é natural que a mulher apresente menor libido em alguns momentos e maior em outros, principalmente durante o segundo trimestre de gravidez. Além disso, algumas mulheres têm dúvidas sobre a segurança de fazer sexo na gravidez, o que, salvo em casos de risco, é perfeitamente seguro”, diz a especialista. “E as mudanças na libido não param com o nascimento do bebê, pois fatores como a amamentação e a criação também podem afetar o interesse da mulher no sexo.”

50 anos ou mais: por volta dos 50 anos, a saída dos filhos de casa e a diminuição da fertilidade podem tornar a mulher mais interessada no sexo. No entanto, um processo que ocorre naturalmente no corpo da mulher nessa época de vida pode afetar significativamente a libido: a menopausa. “A diminuição nos níveis de estrogênio que ocorre durante a menopausa pode fazer com que o desejo sexual diminua, o que ainda é intensificado devido a fatores também comuns desse período, como a diminuição da lubrificação vaginal e a atrofia da musculatura da região. Além disso, outros sintomas da menopausa, como ondas de calor, mudanças no humor e ganho de peso, também pode afetar a vontade da mulher de fazer sexo. Felizmente, nesses casos, é possível verificar com o ginecologista a possibilidade do uso medicamentos, hormônios e lubrificantes para aliviar os sintomas da menopausa e melhorar a libido”, explica Eloisa.

Mas é importante ressaltar que cada organismo é único e o processo de envelhecimento pode afetar a libido das mulheres de diferentes formas. Além disso, você deve ter em mente que não há problema algum em não sentir vontade ou necessidade de praticar relações sexuais, afinal, essa é uma decisão que cabe apenas a você. “Mas, caso a falta de libido esteja te afetando física, mental e amorosamente, o recomendado é que você consulte um ginecologista, pois apenas o médico especializado poderá diagnosticar a real causa do problema e indicar o tratamento mais adequado, que vai variar de acordo com a idade, características e histórico médico da paciente”, finaliza Eloisa.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Aprenda três maquiagens com Color Trend para celebrar as festas juninas

As celebrações juninas são tradicionais e fazem parte da cultura brasileira. O gosto popular é tamanho que, no começo, comemorava-se apenas no mês de junho e hoje estende-se até o fim de julho. E o motivo é simples de entender, quem não ficaria apaixonado por essas festas com todas as danças e comidas típicas?

Este ano, devido à pandemia que continua com força no país, essas comemorações precisarão ser dentro de casa mais uma vez, mas isso não é motivo para não caprichar no cardápio e na maquiagem para fazer um arraial incrível e em segurança.

Para caprichar na produção, Avon Color Trend te ensina três maquiagens diferentes, uma para as românticas, outra para as it girls e uma para quem se joga no tema, com produtos de qualidade e excelente custo-benefício. Agora é só escolher qual combina mais com você, ou com suas filhas, netas, sobrinhas, e colocar a mão nos pincéis no conforto do lar.

Romântico

Nessas festas é comum ter algumas brincadeiras, como o correio elegante e o casório. Inspirado nesses momentos, a primeira sugestão de Avon é uma maquiagem romântica, em tons de rosa, que está super em alta. A pele é importante em qualquer produção, por isso, comece com a base Glow Real, que tem acabamento glow iluminado e é à prova d’água que faz a make durar até o sol raiar! Para os olhos, faça um delineado rente os cílios, a sugestão é o Delineador Líquido Prata Metálico, que desliza suavemente, promovendo uma aplicação precisa. Finalize a região, com várias camadas de máscara de cílios. Aposte na XXL Crush!

A estrela desse look são os corações na bochecha! Há diversas formas de fazê-lo, pode ser com o uso de um blush, com um delineador, ou até mesmo com batom. Escolha seu item favorito e capriche no romantismo, você pode usar um pincel de sombra para facilitar o contorno. Finalize, aplicando nos lábios um batom confortável, como o Batom Hidratante FPS 15 Rosa Chiclete.

Base Líquida Glow Real Color Trend 20ml R$ 24,99; Delineador Líquido Metálico Color Trend Prata R$ 14,99; Máscara Color Trend Alongadora para Cílios à Prova D’Água R$ 18,99 e Batom Hidratante FPS 15 Rosa Chiclete R$ 6,99

It Girl

Seja para pular a fogueira, dançar quadrilha ou comer uma maçã do amor, há aquelas que preferem sempre estar dentro das tendências. Para essas pessoas, que amam makes com os produtos mais procurados do momento, a Avon ensina uma releitura de uma produção bem tradicional nessas festas: as pintinhas nas bochechas. A preparação de pele é essencial em qualquer maquiagem, por isso, comece com a Base Matte Real, com cobertura alta e fórmula que resiste à água. Na região dos olhos, aplique o Lápis para Delinear os Olhos Preto, fazendo um delineado gatinho e aplicando na linha d’água. Esfume rente aos cílios inferiores para um olhar mais marcante.

Use o Tint para Lábios e Bochechas com batidinhas no rosto, ou com esponja ou pincel, e aplique o mesmo produto nos lábios. Continue com um blush marcando levemente o topo do nariz, maçãs do rosto e siga em direção às têmporas. Finalize a maquiagem fazendo as pintinhas seguindo a trend fake freckles (sardas falsas), você pode usar o mesmo lápis do olho, ele contém manteiga de karité, textura cremosa e macia que desliza sem arranhar a pálpebra, a linha d’água ou suas bochechas. Um item amigo do meio ambiente é produzido com madeira de reflorestamento.

Base Matte Real Color Trend R$ 18,39; Lápis para delinear os olhos Color Trend Preto Matte R$ 7,99; Tint Para Lábios e Bochechas Color Trend D’licius R$ 16,99

Temática

Não poderia faltar uma make para quem ama se jogar no tema e usar a criatividade. Pensando nisso, a Avon ensina uma produção que traz, literalmente, as bandeirinhas típicas dessas festas para a maquiagem. Para essa inspiração, comece pelos olhos, aplicando por toda a pálpebra móvel o delineador retrátil Color Trend Laranja Neon e esfume com um pincel para sombra. Finalize o olhar com máscara de cílios. Agora é a hora das bandeirinhas, com um delineador bem pretinho e preciso faça os traços das bandeirinhas. Uma sugestão é começar o esboço com um lápis de olho, em caso de sentir alguma insegurança. Preencha as bandeirinhas com sombra, blush ou com os delineadores retrátil neon Color Trend.

Para terminar, capriche no bocão! E para essa maquiagem nada melhor do que usar um item tão querido quanto São João. A sugestão é o batom Vinho Oficial, acabamento semimatte, sequinho com sensação cremosa, que as todo mundo adora. E tem uma embalagem linda para ter um por perto sempre.

Delineador Líquido Color Trend Preto R$ 13,99; Delineador Retrátil Color Trend R$12,99; Batom Semi Matte Color Trend Queridinho R$ 13,99

Todos os produtos Avon podem ser adquiridos por meio das revendedoras Avon ou pelo e-commerce

SAC: 0800 708 2866, de segunda a sábado das 8h às 20h

Cia da Consulta lança campanha de doação de sangue com 10% de desconto em exames

A Cia da Consulta está com uma campanha chamada: “Fato ou fake? Não deixe uma mentira impedir sua doação” e tem como principal objetivo levar informações confiáveis e combater tabus e desinformações que possam desencorajar a doação de sangue.

Doadores de sangue voluntários ganham 10% de desconto em exames de análises clínicas na Cia da Consulta. O desconto será oferecido mediante a apresentação do atestado de doação de sangue feito no mês de junho de 2021. O período de validade é de 30 dias após a data do atestado.

Fato ou Fake?

Doar sangue é seguro?
Fato: doar sangue é seguro. Não há nenhum risco de contrair doenças infecciosas doando sangue. É importante, no entanto, comer o lanche dado após a doação de sangue e evitar esforço físico pesado no restante do dia para evitar algum mal-estar.

Meu organismo irá repor o sangue doado?
Fato:
o volume líquido é recuperado em cerca de um dia. Os glóbulos vermelhos se recuperam de 2 a 4 semanas após a doação. Já os estoques de ferro demoram cerca de 60 dias nos homens e de 90 dias nas mulheres em idade fértil.

Quem doa sangue tem atestado médico?
Fato:
segundo o inciso IV do artigo 473 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) dispõe que o empregado poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário, por um dia, a cada 12 meses , em caso de doação voluntária de sangue devidamente comprovada.

Pessoas que fazem parte da comunidade LGBT+ podem doar?
Fato:
é verdade. Graças às mudanças feitas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no ano passado, não há mais restrições à doação de sangue por homossexuais, bissexuais, travestis e transexuais. Afinal de contas, as raízes para essas restrições eram discriminatórias e, se você não tem práticas de risco, independente da sua orientação sexual, você pode ser solidário e seu sangue irá salvar vidas.

Informações: Cia da Consulta

Especialista responde se reduzir consumo de carne vermelha ajuda a desinflamar o organismo

A endocrinologista Bruna Manes conta o que acontece com o organismo quando se reduz o consumo do alimento

Nenhum brasileiro resiste a uma boa porção de batata frita acompanhado de uma carne bovina bem cozida e muitos, inclusive, têm o hábito de comer carne vermelha todos os dias, tanto no almoço, quanto no jantar.

As carnes vermelhas provêm do porco, carneiro e boi, e são uma excelentes fonte de proteínas, vitamina B3, B6 e B12, além de obterem minerais essenciais para o organismo como o ferro, zinco e selênio, podendo trazer muitos benefícios para a saúde.

Entretanto, a médica Bruna Laudano Manes especialista em endocrinologia, do Instituto Santa Rosa, ressalta que tais benefícios aparecem quando a alimentação faz parte de uma dieta balanceada, pois, do contrário, o consumo exagerado de carne vermelha pode trazer malefícios à saúde, como inchaço e a dificuldade de emagrecer.

“Isso porque o problema maior da carne vermelha é carregar ácido araquidônico, uma substância pró-inflamatória que, em excesso, deixa o organismo resistente à perda de peso”, explicou a especialista, que ainda acrescenta. “Caso se torne crônico, mesmo o indivíduo tentando emagrecer, por meio de dieta, ele não vai conseguir”.

Outro problema que a médica pontua é o possível surgimento de câncer do cólon e isso acontece porque, o aumento da inflamação no intestino, sem o consumo adequado de frutas, legumes e verduras, favorece alterações nas células, fazendo surgir a doença. “O ideal é que se consuma carne vermelha apenas duas vezes na semana e se comeu no almoço, procure evitar no jantar. Coma também alimentos saudáveis para equilibrar as toxinas no organismo”, disse.

O que acontece com o organismo quando se reduz a carne vermelha?

De acordo com a endocrinologista, dentro de alguns dias o corpo vai apresentar mudanças. Bruna Manes fala que o corpo vai passar por uma espécie de detox, o que vai favorecer na perda de peso, diminuição da celulite, aumento da fertilidade e bem-estar.

“A sensação de peso vai passar porque o organismo vai produzir enzimas o suficientes para quebrar as moléculas das proteínas da carne vermelha, facilitando o trabalho dos rins na eliminação das toxinas pela urina, causando menos inchaço”, explicou.

E você não precisa se tornar vegetariano, pois basta diminuir no consumo e manter a rotina. Para te ajudar, Bruna ressalta a importância do acompanhamento profissional. “O processo é gradativo e comer carne é muito bom, mas ninguém consegue levar uma vida saudável sem incentivo”, finalizou.

Fonte: Bruna Manes é médica especialista em modulação hormonal, medicina ortomolecular e endocrinologia, atua em duas clínicas – em Volta Redonda (RJ), cidade onde mora com o marido e outra no bairro Leblon, no Rio de Janeiro.

Usuários de site de relacionamento para pessoas maduras contam o que procuram

O site de relacionamento para público maduro fez uma pesquisa com seus usuários sobre o que é mais importante em suas buscas no site e, também, sobre para onde gostariam de viajar, sozinhos e namorando, após a pandemia.

A pesquisa, direcionada para o mês dos namorados, foi dividida em duas partes. Na primeira, os usuários preencheram o que buscam no site. Cada usuário colocou em ordem de importância três itens entre seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo. Na segunda, os usuários disseram para qual estado brasileiro gostariam de viajar após o término na pandemia, em duas situações: se ainda estiverem solteiros e se já estiverem namorando: 964 homens e 1.660 mulheres responderam. Veja abaixo as respostas:

Homens: 964 respostas.
Questão:
coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante):
Namoro: 44,5%
Amizade: 24%
Romance: 10,5%
Companhia: 8,5%
Sexo: 8%
Casamento: 4,5%

2ª opção:
Companhia: 33%
Amizade: 24%
Namoro: 20%
Romance: 16%
Sexo: 6%
Casamento: 1%

3ª opção:
Namoro: 25%
Companhia: 20%
Romance: 15,5%
Sexo: 17%
Amizade: 14%
Casamento: 8,5%

Mulheres: 1.660 respostas.


Questão: coloque em ordem de importância três itens que você procura no site, entre as seis opções: Namoro, Amizade, Companhia, Romance, Casamento e Sexo.

1ª opção (mais importante)
Namoro: 37%
Companhia: 21,5%
Amizade: 18,5%
Casamento: 18%
Romance: 5%
Sexo: 0%

2ª Opção:
Namoro: 32%
Amizade: 27%
Companhia: 21,5%
Romance: 11,5%
Sexo: 4%
Casamento: 4%

3ª. Opção:
Companhia: 23,5%
Amizade: 23,5%
Namoro: 22,5%
Casamento: 14%
Romance: 10,5%
Sexo: 6%

Homens: 964 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinho, após a pandemia?

Santa Catarina: 11%
Ceará: 10%
Bahia: 9%
Minas Gerais: 9%
Rio Grande do Sul: 8,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Ceará: 15,5%
Bahia: 15%
Santa Catarina: 8%
São Paulo: 8%
Minas Gerais: 7%

Mulheres – 1.660 respostas

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, sozinha, após a pandemia?

Santa Catarina: 13%
Ceará: 12,5%
Bahia: 12%
Minas Gerais: 8,5%
São Paulo: 7,5%

Para qual estado brasileiro você gostaria de viajar, namorando, após a pandemia?

Rio Grande do Sul: 13,5%
Santa Catarina: 13,5%
Ceará: 12,5%
Bahia: 11,5%
São Paulo: 7%

Fonte: Coroa Metade

Além de dores durante o sexo, ressecamento vaginal pode causar infecção bacteriana

Dor durante ou após a relação sexual, coceira, queimação e infecção bacteriana: esses são alguns dos sintomas de ressecamento vaginal. De acordo com a Women’s Health Concern, uma associação que trabalha em conjunto com a Sociedade Britânica para a Menopausa, aproximadamente 17% das mulheres entre os 18 e 50 anos sofrem com secura vaginal bem antes de entrarem na menopausa, o que geralmente ocorre após os 50 anos.

Há diversos fatores que podem ter relação com o ressecamento vaginal, inclusive o estresse. “A lubrificação acontece pelo fluxo de sangue que passa pela zona genital quando a mulher está excitada. Isso ocorre normalmente durante as preliminares da atividade sexual, então, se ela estiver nervosa ou estressada, certamente irá influenciar no nível hormonal e ela não vai conseguir ficar lubrificada”, explica a sexóloga da INTT, Lauren Souza.

O ressecamento vaginal é mais comum durante o pós-parto, tratamento de câncer, menopausa e uso de medicamentos específicos. “É fato que a secura vaginal ocorre, na maioria da vezes, após a menopausa, pois é nesse período que a mulher passa por alterações hormonais e tem uma queda na produção de estrogênio, o que causa uma atrofia na região da vagina, levando à secura”, diz Lauren.

Mas esse problema não é restrito apenas às mulheres depois da menopausa, muitas não sabem, no entanto, que a lavagem em excesso e a utilização de produtos inadequados na hora de realizar a higiene da região intima podem influenciar e agravar o ressecamento vaginal. Pensando nisso, a INTT Cosméticos decidiu lançar o Vagisex: um hidratante intravaginal à base de ácido hialurônico que restaura naturalmente a umidade vaginal.

O ácido hialurônico é uma molécula natural responsável pela manutenção do nível correto de hidratação nos tecidos e que, quando utilizado por um determinado período, proporciona lubrificação e umidade. Ele fixa-se à parede vaginal, formando uma superfície hidratada e permanece até a descamação das células epiteliais, que ocorre geralmente em três dias, hidratando, dessa maneira, o tecido da região.

Livre de hormônios e parabenos, além se der testado ginecologica e dermatologicamente, o Vagisex deve ser utilizado diariamente após a última urina do dia, devendo-se dormir com o produto. A forma de uso é bem simples e prática: no total são 10 aplicadores e uma bisnaga de 30g. Em geral, o tratamento dura em torno de dez dias e possui preço sugerido de R$ 65,00.

Informações: INTT Cosméticos

Como fica a saúde mental após mais de um ano de isolamento social?

A estimativa de instituições brasileiras é de que até metade da população exposta a uma epidemia pode vir a sofrer de alguma doença psicopatológica

Quem ao longo desses 15 meses de pandemia não procurou em sites de busca algo sobre os sintomas do novo coronavírus diante de qualquer reação que julgasse estranha do próprio corpo? Quem não ouviu falar de alguém que sentiu uma sensação de angústia, um aperto no peito? Ou que trabalhou horas em home office e nem viu o dia passar? Após mais de um ano da pandemia da Covid-19, com variantes do vírus ainda se espalhando e provocando aumento no número de casos e mortes, questões como a saúde mental acendem a luz vermelha para especialistas da área da saúde.

Por isso, sociedades médicas, sociedades da psicologia, e organizações da Saúde, como OMS (Organização Mundial da Saúde) e FioCruz, no Brasil, têm divulgado constantemente informações e diretrizes de conduta na atenção psicossocial e saúde mental.

Já temos alguns estudos que trazem a preocupação do cuidado em saúde mental e, baseados na literatura produzida a partir de epidemias anteriores, podemos considerar a gravidade em termos de sofrimento psíquico e elevação dos transtornos mentais. É certo que daqui alguns anos vamos ter uma literatura robusta apontando um provável crescimento desses casos e consequente comprometimento nas esferas familiares, sociais e laborais. Não é à toa que a saúde mental é a quarta maior preocupação e prioridade da OMS durante a pandemia”, diz Natalia Pavani, psicóloga do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Uma pesquisa Datasus, divulgada em novembro de 2020, apontou que a ansiedade foi o transtorno presente em 86,5% dos 17.491 indivíduos adultos ouvidos pelo Ministério da Saúde, seguido de estresse pós-traumático (45,5%) e depressão grave (16%), no primeiro ano de pandemia.

A especialista do Hospital alerta que para atender de forma adequada esses pacientes é necessário que haja investimentos na capacitação da assistência e na definição de diretrizes de intervenções na atenção primária que estejam voltadas para a prevenção de doenças psicossociais. Com esse foco, a FioCruz preparou uma cartilha com recomendações para profissionais da saúde e agentes comunitários, e também para a população em geral, para que possam reconhecer os sinais de que algo não vai bem com a mente. O material indica, ainda, que por conta do estado de alerta, preocupação, confusão de informações, estresse e falta de controle, estima-se que entre um terço e metade da população exposta a uma epidemia pode sofrer alguma manifestação psicopatológica.

De acordo com a psicóloga, nem sempre essas manifestações serão classificadas como doenças mentais. Muitos problemas psicológicos podem ser considerados normais e momentâneos diante do atual cenário. “O impacto vai depender da vulnerabilidade da pessoa no momento. Cada problema psíquico se manifesta de uma forma em cada indivíduo”, explica Pavani. “A maior ferramenta para essas questões é o autoconhecimento, reconhecer o que faz bem e o que não faz”, complementa.

O sono que já não é como antes, a capacidade de concentração nos estudos e/ou no trabalho também não é a mesma, o cansaço parece que ‘bate’ com mais facilidade, o sentimento de incerteza, inquietação diante de situações rotineiras, sensação que a cabeça não opera no mesmo ritmo do corpo, são sinais de que algo não vai bem. “É importante ficar atento e analisar bem a intensidade e a duração desses episódios, e se tem gerado alguma dificuldade para a vida rotineira, seja nos relacionamentos interpessoais, nas atividades e no trabalho”, explica a psicóloga do Hospital Alemão Oswaldo Cruz.

Como amenizar?

Se a pessoa está passando por um momento de sofrimento prolongado, o primeiro passo é procurar um clínico geral, que realizará exames e poderá encaminhá-la para consulta com psicólogo e/ou psiquiatra. Para evitar risco de contaminação pela Covid-19, diversas instituições de saúde estão realizando consultas on-line.

Uma dica importante da especialista é procurar o que faz bem. “A OMS define que ter saúde não corresponde somente ao corpo físico, mas também ao bem-estar psíquico, social e espiritual. E muitas vezes nos esquecemos disso, acreditando que saúde é somente ausência de doença. “.

Se conectar com a natureza, ter mais plantas em casa para cuidar, adquirir novos hobbies, consumir mais arte e cultura mesmo que virtualmente. Além disso, organizar a rotina, separar os espaços de trabalho dos de descanso, limitar o uso de redes sociais e estabelecer limites para si mesmo, tirar 30 minutos a uma hora por dia para alguma ação de autocuidado, e praticar exercícios, são atividades que podem ajudar a aliviar a solidão, a angústia, a tristeza, a apatia ou a inquietação. Fazer um plano de atividades do dia, mas um plano consciente, que não vá potencializar mais o estado aflitivo caso não consiga cumpri-lo.

“Não é preciso mudar tudo de uma só vez. Estabeleça algumas prioridades e procure reconhecer as pequenas conquistas do cotidiano. E caso e esteja em sofrimento psíquico, procure por ajuda profissional, afinal, os tratamentos de saúde mental existem para isso”, pontua a psicóloga, que ainda lembra que o desafio é coletivo, portanto ao aderir ao isolamento social e ficar em casa, a pessoa está se protegendo e ajudando toda a população.

“Se o desafio é coletivo, o único caminho para superarmos essa crise é por meio da união e do exercícios com responsabilidade das recomendações das autoridades em saúde pública”, declara.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Mesmo sem poder abraçar fisicamente, é preciso acolher e demonstrar afeto

Pelo segundo ano consecutivo, o Dia Nacional do Abraço será comemorado seguindo as orientações de distanciamento social para conter a propagação da Covid-19. Especialista dá dicas para amenizar a falta do contato social

Mais de um ano após o início da pandemia, os brasileiros vão passar mais um Dia do Abraço, celebrado sábado (22), distantes de quem amam por conta do distanciamento social para evitar a disseminação da Covid-19. Enquanto a maior parte da população brasileira ainda não está vacinada, as medidas sanitárias devem ser seguidas, inclusive evitando-se os abraços.

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De acordo com a psicóloga Daniela Dias Barros Schmidt, que atende no Órion Complex, em Goiânia, o abraço é um importante meio de fazer vínculos com familiares e amigos, algo que, desde a infância, se faz necessário para a convivência humana. “O abraço, assim como o contato físico, é uma demonstração de sensibilidade e carinho, que traz um sentimento de pertencimento. Como estamos em um momento de isolamento social, passamos a sofrer algumas consequências que podem resultar em doenças”, destaca a psicóloga.

Segundo Schmidt, a falta de contato físico pode provocar aumento de casos de depressão e ansiedade. De acordo com pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), levando em consideração 11 países, o Brasil é o país com o maior número de casos de ansiedade (63%) e de depressão (59%). A pesquisa foi feita com cerca de 1.500 pessoas e também contou com a participação de Irlanda, Bulgária, China, Cingapura, Espanha, Estados Unidos, Índia, Macedônia, Malásia e Turquia.

“Com as restrições, as pessoas passaram a ter menos contato com seus amigos e familiares e houve uma redução de atrações de lazer e entretenimento. A vida vai ficando mais entediante porque perdemos justamente esse sentido do contato. O humor vai sendo deprimido, mas temos que lembrar que é algo passageiro e ter resiliência para passar por esse momento”, detalha a psicóloga.

Entre as alternativas para superar esse momento de dificuldade e distanciamento, Schmidt destaca que é imprescindível manter diálogo virtual com pessoas do nosso ciclo social e de trabalho. “Também é fundamental encontrar maneiras de fazer com que a vida tenha sentido e fazer coisas que gostamos durante o nosso dia a dia, como ver filmes, caminhar, fazer atividades físicas em parques ou até mesmo em casa. Isso é importante porque mobiliza a nossa energia interna para que a vida continue”, orienta a psicóloga. “Já pessoas que têm predisposição a ter quadros mais graves, como ansiedade e depressão, é necessário buscar um psicólogo e, se necessário, um psiquiatra”, completa.

Abraço ainda deve ser evitado

Apesar do avanço da vacinação contra a Covid-19 em grupos de risco, a orientação é de que o contato físico seja evitado e o distanciamento social continue sendo seguido como um instrumento para conter a disseminação do vírus. Segundo a infectologista Juliana Barreto, a volta do contato físico só deve ser pensada quando cerca de 70% da população estiver imunizada.

“Este ainda não é momento de se pensar em abraço porque ainda não temos uma grande parcela da população vacinada”, destaca a infectologista, também ressaltando que a orientação serve para a manutenção de outras medidas para diminuir a propagação do vírus, como o uso das máscaras.