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Como manter as emoções equilibradas em tempos de crise?

Desenvolver a Inteligência Emocional é essencial para lidar com os desafios da pandemia do Coronavírus

O mundo inteiro está se deparando com um cenário complicado. Os impactos causados pela proliferação do Covid-19 afetaram – e ainda o faz – a economia, saúde e a rotina da população.

São diversas as situações que podem abalar nossas emoções, deixando-as em desequilíbrio, como mortes, distanciamento social e trabalhar de casa (home office). É importante ter atenção aos nossos comportamentos para que casos de depressão e ansiedade não sejam piorados ou até mesmo, desenvolvidos.

Nesse momento de crise, a nossa Inteligência Emocional é colocada em xeque e se torna extremamente importante para lidar com esses grandes desafios.

Rodrigo Fonseca, presidente da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional e Especialista em Inteligência Emocional, destacou algumas práticas que ajudam a manter o equilíbrio emocional. Confira:

Use o tempo ao seu favor

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Sabe tudo aquilo que você sempre quis fazer, mas por falta de tempo, nunca conseguiu começar? Cursos online, aprender um idioma, pedir perdão para alguém, se reaproximar de pessoas distantes, ler um livro e até mesmo meditar. O período que estamos vivendo pode ser uma oportunidade para prestar mais atenção na família e em você.

“Separe um momento do seu dia para se concentrar no que é realmente importante. Foque nos seus objetivos, no que você quer para o futuro. Aproveite para conhecer mais a sua família e reatar laços que estavam distantes. Isso fortalece a sensação de segurança e proteção”.

Crie assuntos diferentes para conversar

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Falar o dia inteiro sobre Coronavírus só alimenta as emoções que estão desequilibradas, como o medo e a tristeza. “Você pode se sentar com todos da sua casa e pedir para cada um contar uma história da sua vida, algo sobre superação e conquista, por exemplo. Se as pessoas que você ama estão longe, faça por chamada de vídeo. Isso vai te acalmar e despertar emoções como amor e alegria”, conta.

Se desconectar é necessário

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Ficar o dia inteiro vendo notícias sobre o assunto não é saudável! A informação é essencial para nos trazer consciência sobre o momento que estamos vivendo, mas, saiba quando parar. “Escolha fontes de confiança para se manter informado e, depois, deixe isso de lado. É para sair mesmo disso. Se não, você entra na pandemia do medo e isso pode trazer consequências ainda mais graves para o seu corpo físico (medo em excesso causa baixa imunidade) e sua mente”, complementa Fonseca.

A crise vai passar e como estaremos quando isso acontecer? O fator crucial para essa resposta é o modo como estamos lidando com o agora e o significado que estamos dando para tudo que está acontecendo. Então, vamos olhar para as nossas emoções e entender o que podemos aprender com tudo isso.

Fonte: Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional

A importância de se manter otimista em situações de isolamento

O terapeuta transpessoal Robson Hamuche sugere exercícios mentais e físicos para mitigar os efeito psicológicos do confinamento a que a população brasileira precisa se submeter em razão do Covid-19

Quando estreou em 2002, o programa televisivo Big Brother Brasil despertou nos telespectadores curiosidade e estranhamento. O interesse de muitos por esse tipo de entretenimento veio justamente do inusitado da situação, em que os participantes perdiam qualquer contato com o mundo externo, sendo obrigados a ficar confinados em uma casa.

Passados 20 anos, precisamos admitir que a vida é sobretudo irônica. No momento em que mais uma edição do reality show é transmitida, não são apenas os participantes do programa que estão confinados, mas boa parte da boa população brasileira e mundial.

Isso tudo para que consigamos nos proteger da pandemia do novo coronavírus, uma família de vírus que causa infecções respiratórias e que provoca uma doença chamada Covid-19. Trata-se de uma infecção com alto grau de contágio e que acomete com mais gravidade o chamado grupo de risco, formado por idosos com mais de 60 anos e pessoas com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, asma, problemas cardíacos e renais, além de fumantes. Apesar disso, crianças e jovens saudáveis também se contaminam e podem transmitir o vírus para indivíduos do grupo de risco. Nesse sentido, a grande importância do confinamento.

Manter-se apartado de qualquer convívio social, no entanto, não é uma atitude fácil de se tomar. Problemas emocionais e psicológicos podem surgir deste isolamento. Nesse sentido, para o terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar e escritor, Robson Hamuche, antes de tudo, é necessário distinguir claramente o isolamento a que estamos submetidos atualmente da solidão. Esta pode ser sentida mesmo se a pessoa estiver rodeada de amigos, por exemplo. “Se ela já estiver repleta de pensamentos negativos e pessimismo, estar perto ou distante de alguém não fará nenhuma diferença”, justifica.

Dessa forma, de acordo com Hamuche, a experiência atual de confinamento não precisa necessariamente ser ruim, eivada de tristeza e solidão. “Em relação ao que estamos vivendo hoje, esse isolamento obrigatório, podemos encarar a situação de maneira negativa ou positiva, como sempre. Tudo depende de nós”, diz.

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Segundo o terapeuta, diante de tal situação, não é recomendável que fiquemos focados exclusivamente na doença. Informações sobre o vírus e como evitá-lo são necessárias e sempre bem-vindas, obviamente. Contudo, conforme Hamuche, sentar-se em frente a televisão e assistir apenas o crescimento exponencial do vírus no Brasil e no mundo e de como milhares de pessoas já faleceram em razão dessa doença, certamente acarretará problemas para a nossa saúde mental, gerando ansiedade e tristeza.

Apesar do momento difícil, é necessário, segundo o terapeuta transpessoal, que as pessoas se mantenham otimistas. “Elas devem estar conscientes do problema e tomando as providências necessárias para combatê-lo, mas repletas de pensamentos positivos e de esperança”, afirma.

Hamuche é autor do livro “Um compromisso por dia – Pequenas ações diárias que podem mudar a sua vida”, que conta com diversos exercícios mentais e físicos, que certamente podem ajudar em situações de isolamento como a que estamos vivenciando na atualidade. De acordo com os ensinamentos do livro, ao invés de sucumbirem, apenas se alimentando de pensamentos negativos e sofrimento, as pessoas podem usar o momento para se redescobrirem, evoluírem mentalmente e se sentirem melhor.

Entre as ações recomendadas por Hamuche em tempos de quarentena estão: a meditação; a leitura; e até a arrumação da casa. Cuidar do corpo também é essencial, para isso exercícios físicos são indicados.

Quarentena não é sinônimo de férias e muitas pessoas continuam trabalhando em regime de home office. Para quem tem família, Hamuche sugere uma separação bem pensada das tarefas, afinal haverá outras pessoas com quem você estará dividindo o espaço. De nada adiantará esse tempo de isolamento, se você se dedicar apenas à função profissional. Nesse sentido, usar o tempo livre em casa para conversar com familiares é muito importante. “Aproxime-se, aproveite a ocasião para passar mais tempo juntos, ouça as dificuldades de seus familiares e entenda como pode ajudar”, sugere.

Para quem tem criança pequena, Hamuche recomenda ainda uma série de brincadeiras com o intuito de ajudar pais e mães na difícil arte de entreter os pequenos no período de isolamento. São atividades lúdicas, permitidas a todas as famílias, independentemente da condição sócio-econômica, pois são realizadas com brinquedos confeccionados a partir de materiais baratos (papel, papelão, pratinhos e copos de papel) e já existentes na casa (rolos de papel higiênico, caixa de fósforo, palitos e pregadores de roupa).

Por fim, o terapeuta acredita que essa situação delicada à qual o mundo atravessa é um momento propício para que as pessoas reflitam e evoluam, pois estão tomando consciência, à força, de que os seres humanos são interdependentes. “Se eu for contaminado por essa doença, posso transmiti-la para outros, o que fará o mundo inteiro sofrer. Fronteiras não separam nada”, argumenta.

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Desse modo, de acordo com Hamuche, torna-se claro e evidente que não somos apenas indivíduos isolados, ou seja, que dependemos de muitos outros, e que precisamos agir de maneira conjunta para não sofremos ainda mais. “Precisamos aproveitar o ensejo para compreendermos que somos uma sociedade integral”, encerra.

Alma Liberata oferece 30% de desconto em perfumes naturais personalizados

Objetivo da marca é ajudar as clientes a terem mais equilíbrio neste momento de readequação social. Por isso, a linha de personalizados, que são feitos especialmente conforme as necessidades emocionais de cada um, estão com 30% de desconto e as entregas vão ocorrer até que seja possível, ou logo após a liberação por parte do governo.

Os perfumes da Alma Liberata, marca brasileira de perfumaria natural, são feitos com óleos essenciais e podem ser personalizados conforme o mapa astral e um teste olfativo. Nas sessões online, o teste dos aromas é feito por uma série de perguntas elaboradas pela criadora da marca, Camila Liberata.

A mineira, que hoje mora no Rio de Janeiro, trabalhou em agência de publicidade por mais de 15 anos e saiu do mercado como diretora de mídia. Ela ouviu o chamado do coração e mudou de rumo profissional para viver seu propósito, que é ajudar outras pessoas a encontrarem sua essência e terem vidas mais condizentes com a sua verdade e conexão.

O nome da marca é também o sobrenome de sua criadora, mas, no latim, significa liberta, solta. Segundo Camila, é essa a mensagem que ela deseja deixar para o mundo: liberdade de ser quem se é, com autoconhecimento, autocuidado e autocura. “Liberata é conexão com a nossa essência”, enfatiza.

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“Os nossos perfumes são feitos apenas com produtos naturais. Usamos somente óleos essenciais incríveis e de qualidade, aos quais misturamos muita inspiração e energia boa”, revela a criadora. Segundo ela, o perfume é um instrumento de auto(re)conhecimento e, inclusive, autocura: “por meio de um processo de contato com as suas próprias emoções e sentimentos, chegamos num perfume que auxilia a lidar com questões pessoais”, lembra ela.

Camila explica que o perfume tem essa função porque o nosso olfato é o único sentido que está ligado diretamente às nossas emoções: “enquanto o olfato tem um poder não domesticável (isso é lindo, né), os outros sentidos (audição, visão, tato e paladar), antes de chegarem ao cérebro, passam por um filtro de racionalidade”.

Além disso, as essências naturais, que são a base dos produtos, carregam toda a energia das plantas e, para Camila, cada uma delas tem algo para nos dar e nos ensinar. No caso dos perfumes personalizados, é levado em conta, através de um estudo básico astrológico e de uma entrevista (que pode ser pessoal ou online), as necessidades do momento de cada pessoa.

Os perfumes levam cerca de 10 dias para chegar na casa da pessoa, pois são confeccionados a partir dessa entrevista. Ao terminar o perfume, a pessoa tem opção de repetir a fórmula ou de refazer a entrevista, para verificar se há outras essências mais propícias ao novo momento.

Nesse momento de crise, em que estamos repensando nossos valores e os sistemas sociais, Camila lembra a importância da reconexão: “fazer a promoção foi a maneira que encontrei de manter a roda girando e de mais pessoas terem acesso, nesse momento desafiador, a um processo transformador de cuidado com as emoções”, revela.

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O desconto é de 30%, válido para o processo online e com envio pelo Correios e o cupom de desconto para compras no site é UBUNTU. O pagamento também pode ser feito por transferência bancária. No cartão pode ser parcelado em até duas vezes sem juros.

Informações: Alma Liberata

Dia Mundial Sem Carne comemora 35 anos hoje

Programa Segunda Sem Carne (SSC) registrou crescimento de 20% em relação a 2019, com mais de 80 milhões de refeições a base de vegetais servidas nos estabelecimentos parceiros.

O Dia Mundial Sem Carne é comemorado hoje (20), como o maior símbolo dos benefícios da alimentação a base de frutas, verduras, grãos e legumes na saúde das pessoas. Criada em 20 de março de 1985, a data representa mais de três décadas de trabalho dos movimentos vegetariano e vegano em todo o planeta.

Para a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), os números são igualmente relevantes. Criada há pouco mais de 17 anos, a organização fechou o ano passado com núcleos ou grupos presentes em 50 cidades do Brasil, promovendo a alimentação vegetariana como uma escolha ética, saudável, sustentável e socialmente justa.

Promoção do veganismo

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Mais de 1,2 mil cozinheiros e 52 nutricionistas foram capacitados por meio da SSC, no último ano. Com os resultados alcançados por meio das refeições vegetais, cerca de seis toneladas de carne deixaram de ser consumidas ano. O meio ambiente foi poupado em um bilhão de litros de água, 981 mil metros quadrados de área agrícola, 331 mil toneladas de grãos (que poderiam alimentar quase cinco milhões de pessoas), além de 400 mil toneladas de gases que contribuem para o efeito estufa, que deixaram de ser emitidos na atmosfera.

O programa Opção Vegana (OPV) foi outro grande canal de promoção do veganismo, oferecendo consultoria gratuita e levando a alimentação a base de vegetais para mais de 1,4 mil estabelecimentos comerciais, em diversos locais do Brasil. O Curso de Capacitação em Nutrição Vegetariana, por sua vez, capacitou mais de três mil profissionais que atuam na área da saúde.

Defesa dos animais

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A SVB ainda foi reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, como uma das nove instituições sem fins lucrativos mais eficazes do mundo na defesa da causa animal. A avaliação foi feita pela Organização Internacional Animal Charity Evaluators (ACE), referência mundial no setor, e considerou o trabalho de 166 organizações que atuam no mundo.

Sociedade Vegetariana Brasileira

Fundada em 2003, a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) é uma organização sem fins lucrativos que promove a alimentação vegetariana como uma escolha ética, saudável, sustentável e socialmente justa. Por meio de campanhas, programas, convênios, eventos, pesquisa e ativismo, a SVB realiza conscientização sobre os benefícios do vegetarianismo e trabalha para aumentar o acesso da população a produtos e serviços vegetarianos. Para mais informações, acesse http://www.svb.org.br ou os nossos perfis no Instagram, Facebook e Youtube.

Como a história ensina a lidar com pandemias

Especialista conta como Gripe Espanhola matou dezenas de milhões com desinformação e transmissão acelerada

O componente de História nas escolas, além de outros benefícios, tem como objetivo ensinar erros cometidos no passado para que a sociedade saiba como evitar que se repitam. Olhando para as grandes pandemias que já assolaram o mundo, uma que se assemelha bastante à atual crise do novo coronavírus (Covid-19) foi a Gripe Espanhola.

“Com os primeiros casos aparecendo no primeiro semestre de 1918, a Gripe Espanhola surgiu quando o mundo experimentava a Grande Guerra”, conta o coordenador da assessoria de História, Filosofia e Sociologia do Sistema Positivo de Ensino, Norton Frehse Nicolazzi Junior. “Ela acabou sendo chamada de espanhola, cogita-se, pelo fato da Espanha ser um país neutro na Guerra. Nenhum país naquele momento ia se responsabilizar por disseminar aquele vírus de mortandade tão grande”, explica.

Como o Brasil também participou da guerra, o professor lembra que os primeiros brasileiros infectados foram membros de uma frota brasileira contaminada na costa do mediterrâneo. “Segundo os registros, aproximadamente 1.200 homens estavam nos seis navios da frota brasileira, mil caíram doentes e 156 morreram alguns dias depois”, relata o professor.

Mas a chegada do vírus se deu em meados do mês de setembro de 1918, com a vinda, ao Rio de Janeiro, de um navio britânico com aproximadamente 200 tripulantes doentes e outros infectados aparentemente saudáveis. A partir desse momento, esses marinheiros se misturaram com a população e acabaram transmitindo o vírus, causando um contágio em progressão geométrica”, descreve Nicolazzi. A situação ficou tão precária no país que o presidente da República no momento, Rodrigues Alves, morreu em 1919, em decorrência da pandemia.

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Vírus da Gripe Espanhola se espalhou rapidamente e atingiu diversas capitais brasileiras – créditos: Dario Studios / Depositphotos

Aprendizados e lições

O especialista conta que as medidas de fechamento de fronteira e isolamento são lições aprendidas com a Gripe Espanhola e, anteriormente, com a Peste Bubônica. “Esse isolamento se mostra necessário se pensarmos na analogia histórica. No caso da Gripe Espanhola, a fronteira aberta permitiu que o vírus chegasse e rapidamente se espalhasse por diversas capitais brasileiras”, relata Nicolazzi. “No espaço de um mês, em capitais mais afastadas do litoral, tínhamos cerca de 20 óbitos por dia. Se houvesse um fechamento de fronteiras e isolamento, esse número certamente seria menor”.

Outro aprendizado é o fato de que uma pandemia não faz distinção entre credo, raça ou classe social. “O alcance do vírus ao presidente, com o fato do Rio de Janeiro ser a capital federal naquela época, nos leva a concluir que realmente não havia ninguém imune. A peste também mostrou isso na Europa, dos mais pobres ao grandes lordes, todos estavam sujeitos a serem infectados pelo vírus. Só o fato do presidente estar morando e convivendo no Rio de Janeiro fez com que ele estivesse suscetível ao contágio, como de fato aconteceu”, evidencia o professor.

Globalização e desinformação

“Ainda não temos condições de mensurar ou comparar a atual epidemia com as anteriores, mas essa expansão, da maneira como ela ocorre, é fruto do próprio processo de progresso técnico, de progresso econômico e da ideia de uma globalização de trânsito”, diz Nicolazzi. “As pessoas em trânsito favoreceram a disseminação da Peste no final do período medieval e a disseminação da Gripe Espanhola no início do século XX, com navios circulando o mundo inteiro em função da guerra. Isso tudo favoreceu muito a propagação das doenças, assim como hoje o vírus facilmente acessa o mundo todo”.

Quanto à desinformação notada nos dias atuais, o professor conta que décadas atrás era muito pior. “As principais potências envolvidas na guerra esconderam os casos de Gripe Espanhola para não transmitir fraqueza durante o confronto. As pessoas achavam que não seriam contaminadas até o momento em que elas começam a ver os seus próximos adoecerem e morrerem em questões de poucos dias”, expõe.

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Material didático aborda epidemias, pandemias e endemias históricas créditos: Livro didático Sistema Positivo de Ensino

“As pessoas, de certa forma, buscam um conforto numa informação. Então, a não aceitação da gravidade do problema no primeiro momento faz parte da própria dinâmica das pessoas de tentarem de alguma forma se protegerem. Em 1918, eles acabavam acreditando em qualquer coisa. O povo depositava suas esperanças em purgantes preparados à base de alfazema, de limão, cebola, vinho do Porto, cachaça, enfim, qualquer coisa que pudesse lhes dar um certo conforto. No Rio de Janeiro, tinha até distribuição de canja de galinha como a salvação contra a Gripe Espanhola. E nada disso, obviamente, surtiu efeito”, esclarece Nicolazzi.

Fonte: Sistema Positivo de Ensino

Pandemia e empatia: o que podemos aprender com o coronavírus

Desde que o coronavírus se espalhou vertiginosamente e a OMS (Organização Mundial da Saúde) decretou uma pandemia, o mundo virou um caos. A sensação de fragilidade, vulnerabilidade e impotência tomou conta das pessoas. De todas as idades, culturas, raças e religiões. As diferenças ficaram de lado. Hoje, somos um só. Aí que entra a empatia.

“Como usar essa adversidade global que o coronavírus representa como uma curva de aprendizado para praticar o amor e a equanimidade? Quando nos preocupamos com os outros, geralmente, temos a tendência de pensar nas pessoas dentro do nosso núcleo: nós mesmos, nossa família e nossos amigos. O momento atual nos traz a oportunidade de expandir nossa mente, exercitar o altruísmo e se preocupar pelo bem de todos os seres. Quem quer que seja e onde quer que esteja”, defende Vivian Wolff, coach especialista em desenvolvimento humano e mindfulness pelo Integrated Coaching Institute (ICI) e formada em Mindfulness pela Georgetown University Institute for Transformational Leadership, Washington DC.

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“Empatia consiste na habilidade de perceber o outro, muitas vezes sem que ele precise dizer algo acerca de sua situação emocional ou afetiva. A empatia significa ‘colocar-se no lugar do outro’, sentir suas emoções. Neste momento difícil, precisamos demonstrar interesse genuíno e ativo diante das preocupações, especialmente dos idosos e dos portadores de doenças que estão no grupo de risco do coronavírus”, explica Elaine Di Sarno, psicóloga com especialização em Avaliação Psicológica e Neuropsicológica, e Terapia Cognitivo Comportamental, ambas pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas – FMUSP.

De acordo com Vivian, precisamos primeiro trabalhar a aceitação dos fatos: “Devemos avaliar a qualidade dos pensamentos que escolhemos cultivar. Lidamos com o momento difícil cultivando pensamentos de medo que nos enfraquecem ou pensamentos que nos fortalecem? Em meio a uma crise global, ser capaz de avaliar o alcance de uma adversidade e ter recursos internos para lidar com ela da melhor maneira possível é muito valioso. Pessoas resilientes fogem de reclamação e justificativas e passam para o gerenciamento das emoções e solução de problemas”.

Segundo as especialistas, depois que você consegue entender e aceitar a situação atual, já tem total capacidade de ter empatia e enxergar o próximo. “Talvez você não esteja no grupo de risco do coronavírus, mas já olhou a sua volta? Tem vizinhos idosos ou com doenças pulmonares, diabetes ou hipertensão arterial? Essas são as pessoas que precisam de maiores cuidados, que necessitam de proteção. Portanto, pratique a empatia, a solidariedade. Ofereça ajuda. Se for preciso, faça o supermercado para sua vizinha de 70 anos e evite que ela se exponha ao risco”, aconselha Elaine.

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“Essa pandemia que estamos vivenciando nos leva a questionar como e por quem serei cuidadoso. Qual pensamento vai me guiar diante da situação atual? O que posso fazer para que minha comunidade fique em segurança? Reflita e dê o seu melhor como ser humano”, finaliza Vivian.

Guia do home office: como ser produtivo, manter o foco e a postura

Michael Page indica maneiras de manter um bom desempenho durante o trabalho remoto

Nos últimos dez anos, o home office virou tendência entre escritórios de todo o mundo. Com a pandemia global de coronavírus, o tema ganhou ainda mais relevância, já que impacta na saúde e no bem-estar dos colaboradores, em produtividade, economia de recursos e até na gestão de pessoas.

Segundo Lucas Oggiam, diretor da Michael Page, consultoria especializada no recrutamento de alta e média gerência, “Empresas que não vêm o home office como possibilidade devem repensar seu posicionamento. O modelo alternativo de trabalho é fundamental para enfrentarmos situações de instabilidade sem colocarmos a saúde dos profissionais ou as atividades da instituição em risco. Mas, no Brasil, nem todas as corporações têm uma cultura de trabalho remoto consolidada. É importante ressaltar que a implantação do home office deve dar atenção aos detalhes, pois isso está diretamente relacionado à segurança de dados da companhia (compliance), à preocupação com excelência em serviços e relacionamento, performance e até na dedicação ao negócio”.

Em outras palavras: o trabalho a distância pode deixar de ser um benefício e se tornar um risco trabalhista se não for bem conduzido. Demanda orientações das empresas para garantir segurança e eficiência, ao mesmo tempo em que envolve autorresponsabilidade e dedicação dos profissionais.

O consultor  elaborou 5 dicas para que profissionais obtenham bom desempenho trabalhando de casa. Confira:

1 – Escolha um ambiente que reflita seu local de trabalho

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Evitar barulho excessivo e muitas distrações é um dos pontos centrais para conseguir manter a produtividade durante o trabalho remoto. O mais indicado é escolher um ambiente que remeta ao local de trabalho da empresa, que seja confortável, afinal, é muito mais difícil ter concentração em meio ao incômodo e, principalmente, que disponha dos equipamentos necessários para a realização das atividades diárias, ponto que deve ser previamente combinado com a empresa, caso haja a necessidade de materiais extras.

2 – Alinhe expectativas e procedimentos com a empresa

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O primeiro passo para acertar no alinhamento de expectativas é a confiança entre empresa/gestor e equipes/colaboradores. Deve estar claro na política de home office o que a empresa espera das pessoas neste quesito. O empregador precisa orientar se é preciso estar conectado o tempo todo, quanto tempo de refeição o colaborador terá e explicar em quais dias os profissionais poderão fazer uso do benefício, entre outros. Já o profissional deve ser claro quanto às suas responsabilidades e cumprir com os acordos firmados, caso contrário, perderá credibilidade perante seus gestores – principalmente em situações emergenciais, em que a equipe deve estar engajada para continuar obtendo resultados.

3 – Crie uma agenda e compartilhe com a equipe

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A agenda compartilhada é uma ferramenta importante para o controle de atividades que foram ou devem ser realizadas. Além de orientar a equipe, também pode ser útil para evitar interrupções durante o expediente, que desconcentram os profissionais. Basta adicionar um status de disponibilidade.

4 – Evite trabalhar de pijama

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Embora a prática seja comum, trabalhar de pijama condiciona o cérebro a diminuir o ritmo das atividades. O conforto extra pode deixar o profissional mais lento, o que abre brechas para a distração. O mais indicado é prosseguir com a rotina do trabalho presencial e vestir roupas leves – exceto em casos de reuniões virtuais, que demandam traje adequado.

5 – Cumpra com o horário de trabalho

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Estar em casa abre portas para inúmeras distrações, sejam com a família, com os animais ou com demais questões pessoais. É importante delimitar um horário de trabalho e segui-lo corretamente para evitar queda de produtividade e acúmulo de tarefas. Para funcionar, o home office exige disciplina e organização, caso contrário, é fácil perder prazos.

Dicas para manter a postura e o foco no home office

Diante da pandemia que já tomou conta de todo o mundo, e da preocupação das empresas em manter em segurança os colaboradores e, por consequência, a saúde de toda a população brasileira, a mestre em fisiologia do exercício pela Unifesp e palestrante, Bianca Vilela, de São Paulo, que atua há quase 20 anos em ergonomia, reabilitação, prevenção e saúde corporativa, dá dicas de quais pontos chaves de atenção e cuidados para manter a saúde e a produtividade trabalhando em home office.

Bianca ressalta que mais um problema de saúde pode aparecer se os trabalhadores não se acomodarem corretamente fora da mesa de trabalho. “Dentro de um ambiente mais favorável para o conforto, que é a sala de casa, é comum que a maioria das pessoas se sentem desalinhadas no sofá com o computador no colo, não sentem se apoiando nos glúteos, e sim no quadril e por aí vai.

“Com isso, é natural que todos acabem projetando o pescoço e os ombros para frente por não conseguirem também ajustar o computador na mesa prejudicam a ergonomia corporal, desalinham as vertebras da coluna e forçam o pescoço – isso tudo sem falar nos movimentos repetitivos do teclado e do mouse, que muitas vezes, são impossíveis de serem deixados de lado”.

Para Bianca, basicamente tudo isso se resume a falta de consciência corporal – um dos grandes inimigos da produtividade e da saúde. Mesmo que a maioria dos trabalhadores fiquem por um curto período do tempo em home office, até mesmo a curto prazo, a especialista fala que as dores e a indisposição começam a aparecer. A médio, aparece o desenvolvimento do desvio postural e a longo prazo os problemas mais sérios como hérnias de disco e o desalinhamento das vertebras da coluna se instalam.

Como ajustar a postura e evitar problemas:

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• Escolha uma cadeira confortável e sente-se com as pernas paralelas às pernas da cadeira, joelhos flexionados em 90 graus, canelas paralelas às pernas da cadeira e com os pés plantados no chão;

• Ombros e o pescoço devem se manter relaxados;

• O teclado precisa ficar diretamente à frente do corpo, sem que qualquer parte do corpo gire ou flexione qualquer parte para encostar nas teclas;

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• O monitor do computador deve ser ajustado para que ele fique alinhado na direção dos olhos e para isso alguns livros em baixo do laptop podem ajudar a elevar o olhar sem ter que se esticar, distorcer ou mexer o pescoço.

Depois de um tempo passado na frente do computador, o corpo começa a apresentar mais do que sinais de cansaço comece a incomodar ou doer. Neste momento, é importante parar por um período de 10 a 20 minutos e fazer exercícios de alongamento para aliviar a fadiga muscular e até mesmo o mental.

“Para aliviar o estresse extra que está sendo provocado pelo momento vivido pelo mundo todo, três técnicas simples de respiração ajudam a manter a consciência corporal e a produtividade em alta, mesmo fora do escritório”, fala a especialista que ensina duas táticas.

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Para se manter mais tranquilo e equilibrado: a respiração profunda consiste em puxar o ar por 5 segundos e expirá-lo também por 5 segundos, repetindo a ação por 10 vezes;

Para aumentar o foco para voltar a atenção ao trabalho: a técnica de respiração acelerada é aquela que inspira e expira o ar no menor tempo possível, conhecida como a respiração ‘cachorrinho’.

Guia para o Home Office em tempos de pandemia

por André Zukerman

 

Estamos vivendo um chacoalhão na economia e, pelo visto, isso não vai parar tão cedo. Com tantas coisas sendo literalmente paralisadas (ligas esportivas, escola, entre outras), é impossível não pensar que algo está errado e querer manter tudo funcionamento normalmente dentro de um negócio. Esses pensamentos talvez tenham origem no lado egoísta do empresário que só esteja pensando no próprio bolso.

A pandemia do Covid-19 está provocando não só um desespero na sociedade, mas também um momento para que nós possamos revisar nossos hábitos e principalmente nossos valores. Uma das coisas mais importantes que temos que ponderar, neste momento, é a vulnerabilidade do outro. Sendo assim, é hora de colocar o egoísmo de lado, assim como o heroísmo de achar que somos autoimunes e que coisas ruins nunca vão acontecer conosco, e contribuir para que tenhamos uma sociedade que se respeite e que colabora entre si em momentos de crise.

Falando em economia, temos que pensar nas melhores atitudes para serem tomadas em nossas empresas, e escrevo isso não só para os donos, mas para colaboradores que devem se manifestar exigindo as melhores práticas, e neste momento, tudo indica que o melhor é ficar em casa.

Algumas empresas, ainda não possuem a cultura do home office, mas chegou o grande dia e a hora de se estruturar para que essa adaptação aconteça da melhor forma. Por isso, compartilho algumas boas práticas para quem for trabalhar de casa nestes próximos dias – indeterminado por enquanto – e quando falo de casa é de casa mesmo. Sem cafezinhos, coworkings etc.

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123RF

Aproveite as diversas ferramentas que existem (e grátis): hoje em dia há diversas ferramentas para que você possa trabalhar remotamente, e isso vai bem além do e-mail e WhatsApp. Algumas são bastante usadas e recomendadas pelas melhores empresas como os gerenciadores de projetos, Trello, Asana e Jira; na questão da comunicação, Slack e Skype; para a parte de vendas, Sales Force; e no que diz respeito ao atendimento, Zendesk. E claro, o Google Drive e Office 365 que, além do e-mail, possuem as ferramentas de documentos, planilhas, apresentações, entre outras.

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Estrutura: o principal aqui é o computador e a internet, e nem todo mundo tem isso em casa. O que pode ser feito é liberar que as pessoas levem os computadores do escritório para casa (quem tem carro leva o seu e dá carona para quem precisa. Quem não tem nenhum dos dois, a corrida do táxi até em casa pode ser custeada pela empresa). Para quem tem laptop, pode instalar o VPN.

Quanto à internet, a disponibilização de um dispositivo 4G para quem precisa, pode ajudar bastante. Se não funcionar, contratar um pacote de internet para casa do colaborador, não vai custar muito e trará bons resultados para a empresa. Obviamente todos devem estar atentos a segurança das informações da empresa, e aqui cabe ao TI de cada negócio implementar a segurança necessária.

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Esteja pronto: dificilmente você vai para o escritório de pijama, sem tomar banho e escovar os dentes. Em casa não pode ser diferente. O ideal é estar pronto para sair, a única diferença é que você vai ficar em casa.

Manter o foco e a organização: home office que acontecerá neste momento, é diferente daquele dia da semana que você optou por ficar em casa, pois vai ter mais silêncio para trabalhar. Para quem tem filhos, vai ser um momento de muito mais agito em casa levando em consideração que as escolas estão fechadas, então, pesquise algumas brincadeiras para crianças fazerem em casa. Além disso, é muito importante buscar um “cantinho” da casa que você tenha mais privacidade, e neste lugar, montar o “seu escritório” com as coisas que você está acostumado a ter.

Gerenciar de forma eficiente: este é um momento que vai além da gestão de performance, é momento de garantir que ninguém se sinta sozinho. Trabalhar muitos dias de casa pode começar a ficar chato e os gestores têm um papel importante de manter a motivação de suas equipes, mesmo em suas casas. Se você ainda não tem uma base do que são boas práticas de um gestor, pode dar uma olhada no estudo que o Google fez com o Project Oxygen.

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Manter a visibilidade: isso é diferente de ser “puxa saco”. Como não estarão fisicamente no mesmo lugar, é importante mostrar o trabalho que estão fazendo. Com as ferramentas que tem de gerenciamento de projetos, vocês vão ver que isso vai ficar ainda mais fácil, mas garanta que está sendo visto! Este será um momento muito relevante também no qual empresas podem entender que algumas pessoas ou atividades eram extremamente necessárias, e outras o contrário, podem ser feitas em home office daqui para frente.

Estabelecer uma rotina: pense que é um dia como os outros na sua vida, se você não se organizar, você vai se perder. Não é férias (e mesmo em férias uma rotina cai bem para tirar o melhor proveito dela). Ou seja, antes de dormir, revise como foi o seu dia e faça o seu plano para o dia seguinte.

alongamento ioga pixabay
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Faça atividade física e mantenha uma boa alimentação: bom, isso não é novidade, mas vamos lá. Ir na academia não vai ser uma opção neste momento, então a solução é se exercitar de casa, e para quem não conhece, hoje existem diversos apoicativos que te passam treinamentos para que você possa fazer um ótimo treino de casa, e sem precisar de equipamentos. Algumas dicas são Aeróbico e fortalecimento, Freelatics; Meditação, Headspace e Calm; e Yoga, Om e Daily Yoga.

Cinco Why’s : perguntar o porquê você está com certo hábito até cinco vezes pode te ajudar a solucionar a raiz de um problema. Alguns hábitos como impressão de boletos e comprovantes de pagamentos, muitas vezes achamos que são essenciais e, quando perguntamos o porquê estamos fazendo isso, chegamos na conclusão que muita coisa pode ser mudada.

Não serão tempos fáceis. Não sabemos o que vem pela frente, mas a recomendação é que a gente tente tirar o melhor deste momento e que possamos contribuir para que as coisas voltem ao normal, e quem sabe ainda melhores. Aproveite este momento que vai ter com você mesmo e sua família. Reflita, converse, leia, trabalhe, cozinhe, durma, se exercite, brinque e tenha ainda mais amor ao próximo.

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*André Zukerman é diretor da Zukerman Leilões, empresa referência em leilões imobiliários.

Dia Mundial do Sono: 83% dos brasileiros não conseguem dormir bem

72,1% da população acorda durante a madrugada, segundo levantamento Hibou

Hoje é o Dia Mundial do Sono (13) e a Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, mapeou a percepção de mais de 5.000 brasileiros, maiores de 18 anos, sobre a qualidade do próprio sono e o que costumam fazer na hora de dormir. O levantamento em formato digital, foi realizado com brasileiros de classes sociais A B C e D, com 45,7% homens e 54,2% mulheres, em janeiro de 2020.

94% dos brasileiros consideram que uma bela noite de sono tem impacto no bem estar e no dia a dia, no entanto, 83% reclamaram que não conseguem dormir bem.

Plano de saúde = sonífero

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E o que é considerado como fator importante para uma boa de noite de sono para os brasileiros? 53,2% dormem melhor quando possuem plano de saúde. “O brasileiro se sente mais relaxado e consegue dormir melhor quando sabe que em qualquer emergência de saúde ele está assegurado.” explica Ligia Mello, fundadora da Hibou e coordenadora do estudo.

Contas em dia = relaxamento total

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79,8% dos entrevistados afirmam que estar com as contas em dia é o que traz tranquilidade para dormir bem. 79,3% consideram a alimentação balanceada, enquanto 78% acreditam que praticar atividades físicas é o que as faz dormir melhor. 53,3% afirmam que meditar e/ou cuidar da saúde mental e 34,9% comer mais alimentos orgânicos são fatores para boa noite de sono. 79,3% acreditam que dormir ao menos 8h por dia é uma boa noite de sono.

Parceiro da noite, o celular

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95,4% das pessoas levam o celular para o quarto na hora de dormir. Apenas 68,3% deixam o celular no modo silencioso enquanto dormem. No momento em que deitam na cama, 71,7% das pessoas dão aquela última conferida no celular. 44% ainda preferem televisão. 9,7% gostam de escutar música.

Celular na madrugada

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72.1% das pessoas acordam durante a madrugada e quando acordam costumam mexer no celular. O que fazem? 56.9% só conferem que horas são. 24% acessam aplicativo de conversa. 20,2% acessam redes sociais. 5,6% vão conferir as ligações perdidas. 4,9% entram em portais para ler noticias. 3,2% acessam e-mails. Para os menos adeptos da tecnologia, 29,4% na hora que vão para o quarto preferem conversar com seus parceiros. 17,1% escolhem ler um livro ou revista. 12,9% interagem com seus filhos. 7,6% consomem alimentos e bebidas na cama. 7,1% meditam.

Dormir “feito pedra” é para poucos

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

65% dos entrevistados utilizam despertador para acordar todas as manhãs. E todos gostariam de levantar? 84,5% responderam que dormiriam mais se pudessem. E isso está diretamente ligado a qualidade do sono. 30,1% dos brasileiros têm o sono interrompido. 28,5% dormem bem. 26,7% têm insônia às vezes. 23,4% têm sono leve. 19,9% dormem pouco. 16,9% roncam (reclamações de terceiros). 14,2% sonham muito. 12,9% dormem feito pedra. 6,6% têm pesadelos recorrentes.

Acompanhantes

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58,3% dormem com seus parceiros. 54% afirmaram que dormem com seus animais de estimação, sendo 36,9% com cachorro e 17,1% com gato. Apenas 25,2% das pessoas dormem sozinhas. Objetos também foram mencionados: 26,2% dormem com o telefone, 15,1% com almofada ou pelúcia, 14,1% com controle remoto e 3,8% com livro.

Ansiedade

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No quesito pensamentos e preocupação, 36,2% dos brasileiros ficam ansiosos pelo futuro no momento em que vão dormir. 21,3% pensam no trabalho. 17,8% revivem memórias indesejadas recorrentes. 20,1% pensam em questões de saúde. 14,7% reclamam de barulho da casa ou de fora. 11,7% têm desejos e sonham acordados.

Não indico!

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Questionados se indicariam sua noite de sono para um amigo (utilizando o sistema NPS, índice usado por empresas para medir o quanto seus consumidores indicariam seus produtos e serviços a um amigo), a resposta foi assustadora. O índice ficou em -42 (o NPS vai de -100 a 100), “Apenas 18% dos entrevistados indicariam uma noite igual à sua para um amigo. Esse dado corrobora com a conclusão da pesquisa como um todo. O brasileiro dorme mal, ou pelo menos tem essa percepção muito clara.” conclui Ligia Mello. “Ele entende que o sono é fundamental para o bem estar, mas a rotina não balanceada de alimentação, as distrações de entretenimento na hora de dormir e as preocupações do dia a dia, deixam a boa noite de sono fora de alcance.” explica Ligia Mello.

Fonte: Hibou

 

Medo é grande obstáculo para o desenvolvimento pessoal e profissional

O terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, Robson Hamuche, sugere alguns exercícios para superar os dois tipos mais comuns de medo: de errar e de receber críticas

O medo é um mecanismo biológico de proteção de suma importância para a sobrevivência humana. Garantiu a nossos ancestrais escapar de predadores e permite na atualidade tomar atitudes de precaução diante de situações vistas como perigosas do ponto de vista físico e psicológico. Contudo, esse estado afetivo também apresenta um lado ruim para o ser humano, pois pode funcionar como obstáculo para que se consiga atingir metas de vida. Em outras palavras, o medo faz com que as pessoas percam oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, impedindo que elas se sintam plenamente realizadas.

Os tipos mais comuns de medo, que tanto dificultam a realização de nossos anseios e desejos sãos dois: o medo de errar e o medo de receber críticas e julgamentos. O terapeuta transpessoal com especialização em constelação familiar, escritor e empresário Robson Hamuche, tem algumas recomendações para que as pessoas vençam essas duas espécies de medo. Essas orientações podem ser encontradas no livro de sua autoria “Um compromisso por dia – Pequenas ações diárias que podem mudar a sua vida”, recém-publicado pela Editora Gente e nas diversas redes sociais do Resiliência Humana.

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Mas antes de abordar as soluções propostas por Hamuche, vale a pena discorrer mais profundamente sobre os tipos de medo anteriormente citados. O medo de falhar está intimamente ligado ao aprendizado infantil. Quando crianças, somos ensinados que falhar é ruim e costumeiramente sofremos castigos e punições para que os erros não ocorram novamente. Com isso estabelece-se uma associação neurológica entre falha e dor, que faz com que pensemos duas vezes antes de tentar algo novo, por receio de cometer um erro.

Já o medo de críticas e julgamentos está relacionado com a necessidade psicológica de todo o ser humano de ter aceitação e aprovação social. Independentemente da legitimidade da crítica, quem a recebe acaba por se sentir rejeitado. Com o intuito de não experimentar a sensação de exclusão, advinda da opinião negativa alheia, algumas pessoas optam por não ousar realizar seus verdadeiros anseios.

Para superar o medo do erro, é necessário modificar a maneira como as pessoas o assimilam. Dessa forma, o erro deve ser visto não como algo negativo, mas sim como um aprendizado inerente ao desenvolvimento humano. Ou seja, diante da possibilidade da falha, a pessoa deve mirar o que tem a ganhar e não o que tem a perder com a situação.

A fim de que a pessoa se conscientize dessa modificação de ponto de vista referente ao erro, Hamuche oferece algumas frases de ordem em seu livro e nas redes sociais do Resiliência Humana, tais como: “Aprenda a ver experiências negativas como aula gratuita de crescimento pessoal”, “Nunca tenha vergonha de uma cicatriz. Significa simplesmente que você era mais forte do que aquilo que tentou machucá-lo”, e “Um erro que te deixa humilde é melhor que uma conquista que te deixa arrogante”.

mulher deitada pensando

Ainda nesse sentido, Hamuche aconselha: “Se encontrar dificuldades hoje, mude a forma de encará-las. Em vez de sofrer com o desafio, agradeça e pense que ele veio para ajudar você a ser alguém melhor”. A importância de relevar os erros e continuar tentando também é enfatizada pelo terapeuta transpessoal. “Pense em algo pelo qual você se pune frequentemente por não conseguir fazer da maneira que gostaria. Exercite o autoperdão.”, diz.

Já para vencer o medo de ser criticado é necessário conscientizar-se de que, diante da diversidade de opiniões, é impossível agradar a todos. Assim, é preciso que a pessoa reflita a respeito de seus objetivos, certifique-se deles e aja para realizá-los. Pautar-se pela opinião dos outros, vivendo de acordo com seus ideais, talvez seja uma aposta mais segura, mas certamente não é que lhe fará mais feliz a longo prazo.

Dessa forma, o terapeuta transpessoal recomenda em seu livro: ” Diante da indecisão, existe uma tendência de sermos consumidos pelos diversos questionamentos sobre o que os outros vão pensar. Coloque-se em primeiro lugar.”. Visando minimizar o poder da crítica, Hamuche ainda sugere que a pessoa não permita ecoar nela própria a agressividade dos outros e blinde seu eu com a certeza de que aquela negatividade não lhe pertence. Mas antes de tudo, a pessoa deve estar segura de si. “O primeiro passo é acreditar em você”, diz uma das postagens replicadas por Hamuche na conta de Instagram do Resiliência Humana.

livro
Um compromisso por dia – Pequenas ações diárias que podem mudar a sua vida
Autores: Robson Hamuche e Tadashi Kadomoto
Número de páginas 400
Acabamento Capa dura
Altura (cm) 20
Largura (cm) 13
Peso (kg) 0.4230
Editora Gente
Preço: R$ 49,90

Redes Sociais Resiliência Humana: no Instagram (@resiliencia_humana); no Facebook (@resilienciahumana); no Twitter (@resiliencia_h); e no Youtube (canal Resiliência Humana)

Mês da Mulher tem lançamento do primeiro aplicativo de segurança pessoal

UrSafe possui função de ativação por reconhecimento de voz, geolocalização sincronizada com serviços de emergência (como o 190) e a possibilidade de compartilhar sua localização em tempo real com familiares e amigos

Pensando no mês em que se comemora o Dia da Mulher, tecnologia busca promover inovações que ajudem a garantir a segurança das mulheres em casos de assédio nas ruas, violência doméstica, abuso no transporte, violência laboral, assaltos, entre outras situações de risco.

Esse foi um dos pilares para a criação do UrSafe, o primeiro aplicativo com ativação viva-voz por reconhecimento de voz e totalmente sincronizado com os serviços de emergência (como o 190). Os recursos avançados deste aplicativo ajudarão os usuários a se protegerem e evitarem situações de risco, desde o uso de aplicativos de namoro às cegas ou aplicativos de mobilidade compartilhada, até emergências relacionadas a eventos climáticos ou invasões domésticas.

De acordo com Anthony Oyogoa, CEO e cofundador da UrSafe, a tecnologia revolucionou o mundo em que vivemos. “Existem aplicativos móveis para quase tudo. No entanto, o campo da segurança pessoal quase não teve progresso nos últimos anos, apesar do grande número de ameaças que as pessoas enfrentam todos os dias. Por isso, criamos o UrSafe, para responder às necessidades atuais de segurança de cada pessoa, independentemente de quem elas sejam, do que fazem ou de onde moram. Para que eles possam viver uma vida plena, sem medo”, disse ele.

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Ameaças à segurança pessoal são um problema global; no entanto, as mulheres e as crianças parecem ser o grupo mais desprotegido. Em todo o mundo, estima-se que aproximadamente nove em cada dez mulheres estejam em risco e uma em cada três tenha sofrido violência física ou sexual.

Além disso, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, a violência baseada em gênero cobra mais vítimas no mundo do que qualquer outra ameaça ao bem-estar das mulheres. Por outro lado, cerca de 80% dos casos de violações nem sequer são denunciados às autoridades, devido ao medo de piores represálias ou simplesmente devido à ideia de que a equipe judiciária não fará ou não poderá fazer nada a respeito.

Um levantamento do Datafolha* mostra que 16 milhões de mulheres acima de 16 anos sofreram algum tipo de violência. O número de agredidas fisicamente alcançou quase cinco milhões de mulheres, uma média de 536 mulheres por hora em 2018. A pesquisa mostra que 76% das mulheres vítimas de violência contam que conheciam o agressor.

Essa tecnologia, que pode ser encontrada no mercado pela primeira vez, foi desenvolvida por uma equipe de especialistas nas áreas de saúde, segurança pessoal, forças armadas e política; para oferecer uma solução única e confiável para os problemas reais de segurança do mundo de hoje.

Você está em perigo? UrSafe é o aplicativo móvel que pode ajudá-la

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Saber que existe uma tecnologia de segurança não apenas fará com que os agressores pensem duas vezes antes de cometer um ataque, mas também permitirá que a família e os amigos saibam constantemente a localização precisa de seus entes queridos.

Entre os recursos diferenciais deste aplicativo estão:

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=Uma tecnologia inteligente que permite aos usuários configurar palavras-chave diferentes para diferentes gravidades de ameaças. De um leve desconforto a uma emergência.
=Reconhecimento de voz e mãos livres. Uma ferramenta que permite aos usuários solicitar ajuda urgente em casos de emergência em que não podem usar as mãos ou não se sentem confortáveis ao usar o telefone.
=Conexão direta com serviços de emergência (como o 190) em mais de 240 países e territórios com geolocalização integrada em tempo real, sem a necessidade de usar dados móveis.
=A capacidade de compartilhar sua localização com amigos e familiares designados, permitindo que seus entes queridos saibam exatamente onde você está o tempo todo.
=Uma ferramenta que permite que a família, amigos e entes queridos sejam informados de uma possível situação de emergência com áudio e vídeo ao vivo.

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O aplicativo já está disponível para download no iPhone na Apple App Store e Android no Google Play.

*encomendado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Informações: UrSafe