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“Dores e as delícias” dos 50 anos: psicóloga explica pontos positivos e desafios

Especialista indica principais mudanças dessa fase e como aproveitar “o auge da vida”

É inegável que há mudanças físicas e psicológicas quando chegamos aos 50 anos. No entanto, ao contrário do que muita gente pensa, elas não são necessariamente mudanças negativas. Pelo contrário: é o auge da vida, quando nos sentimos mais confiantes, seguros e com ainda mais garra para realizar sonhos.

Para falar sobre o novo conceito de ter 50 anos, Vânia Calazans, psicóloga clínica e hipnoterapeuta cognitiva especialista em transtornos de ansiedade, conta quais são as dores e as delícias de chegar nessa década e já adianta: é bom, sim, completar meio século.

De acordo com ela, hoje é possível chegar aos 50 anos em plena forma física, mental e estética: “Existem muitos recursos como, atividade física, suplementação, dietas específicas e produtos de beleza e estética. Tudo isso facilita um envelhecimento mais saudável e traz autoconfiança”, explica a especialista. “Quando a mulher faz 50 anos, ela está no auge da vida”.

Veja abaixo as mudanças positivas e negativas que acontecem quando chegamos aos 50 anos.

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Autoconfiança: de acordo com Vânia, quando chegamos aos 50 anos a autoconfiança aumenta. “Normalmente a pessoa já está mais realizada profissionalmente, mais segura, se sentindo muito experiente. Então, aquelas inseguranças próprias de uma idade mais jovem, ficam para trás”, explica. “No caso da mulher, se aos 30 anos ela pensava em se casar, aos 50 está pensando em aproveitar a vida, viajar, desfrutar melhor a companhia das pessoas. Ela tem mais confiança para escolher com quem quer estar”, completa.

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Autoestima: a psicóloga explica que a maioria das mulheres – o gênero que mais sofre com pressões sobre o corpo – já não se importa mais com a avaliação alheia, passando a aceitar seu próprio corpo, sua postura e se sentir confortável consigo mesma. “A mulher se sente mais autêntica. Ela sabe que pode ser uma mulher interessante, sedutora”.

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Maturidade: Vânia conta que existem vários estudos que mostram que pessoas acima dos 50 anos têm uma satisfação maior em relação à vida. Elas lidam melhor com frustrações, valorizam mais os bons momentos, priorizam a qualidade de vida, procuram alimentar uma vida social rica, divertida e já não têm tanto espaço emocional para se preocupar com bobagens. “Com essa mudança de olhar, a maturidade vem, sim, em função das experiências de vida. A pessoa com 50 anos já passou por inúmeras experiências e já sabe lidar melhor com dificuldades e sabe negociar de uma forma mais efetiva. Sabe aquela história de você ter razão ou ser feliz? Normalmente nesse momento as pessoas optam pela felicidade”, diz.

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Vida financeira mais estável: aos 50 anos, uma grande parte das pessoas já têm melhores condições financeiras do que aos 30 anos, por exemplo. Isso traz mais tranquilidade, e é um ponto muito positivo. “Normalmente a pessoa está com a vida mais resolvida. Há mais independência, mais autonomia e é possível planejar mais viagens, ou desfrutar melhor a companhia das pessoas”, aponta Vânia.

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Controle das emoções: quando jovens, somos por muitas vezes dominados pelas emoções. Com a maturidade, esse cenário geralmente muda, e traz muitos benefícios para as decisões ou situações que devemos lidar. “A partir dos 50 anos, as pessoas têm, sim, uma condição maior de lidar com emoções. Não há mais aquele ímpeto da juventude, aquela ânsia de viver as coisas tão intensamente”, diz Vânia. A vida, nesse momento, já ensinou muitas coisas por meio das experiências vividas, e esse aprendizado é muito rico, pois vai tornando as pessoas mais conscientes, fazendo com que elas tenham mais condições de lidar com as limitações que a vida nos impõe, e gerenciar melhor as frustrações, explica a psicóloga.

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Realização de sonhos: apesar de a realização de sonhos ser uma prioridade em todas as fases da vida, Vânia explica que, a partir dos 50 anos, sobra um pouco mais de espaço para eles. “Isso acontece porque a pessoa não está mais tão preocupada em enfrentar a vida. Normalmente muitos já criaram os filhos, já estão com vida profissional mais estabilizada e podem usufruir daquilo que construíram. É um momento da vida que sobra mais espaço e mais tempo para que a pessoa olhe para si, se enxergue e se priorize”, explica a psicóloga, acrescentando: “Ela passa a ir em busca daquilo que entende que vai trazer felicidade e satisfação”.

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Mudanças hormonais: a mulher aos 50 anos, por exemplo, está passando ou está próxima da fase da menopausa, e essa mudança hormonal impacta tanto fisicamente como emocionalmente. “Os sintomas psíquicos mais presentes são alteração de humor, tristeza, flutuação emocional, cansaço, desânimo, pouca paciência, pavio mais curto”, explica a psicóloga. Com isso, essa fase da vida pode ficar conturbada, caso a mulher não procure ajuda médica. “O ideal é consultar um ginecologista para entender a necessidade ou não de fazer reposição hormonal”, diz. Vale lembrar que nem todas as mulheres reagem da mesma forma na menopausa. “No entanto, muitas vezes por causa dos sintomas físicos, como insônia e ondas de calor, há interferência na vida social da mulher, pois esses fatos mexem muito com o humor, então ela se sente mais cansada e às vezes com falha de memória. A alteração hormonal também pode impactar na vida sexual da mulher”. Por isso, é importante manter uma alimentação equilibrada, a prática de atividade física e sempre consultar um médico para que essa transição hormonal seja tranquila.

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 Foto: Douglas Kirkland

E não pense que os homens escapam: por volta dessa idade, há o que se chama popularmente de andropausa, a deficiência androgênica do envelhecimento masculino. Por essa razão, é importante que os homens também consultem um médico para avaliar como está a saúde e equilibrar os hormônios, se for necessário.

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Perdas físicas: Vânia explica que é importante ter em mente que a partir dos 50 anos, as perdas físicas começam a ser mais frequentes, afinal, nem todos conseguem ter a mesma flexibilidade de antes. “É importante entender e aprender a lidar com as restrições que são inerentes a essa fase da vida. Isso, se não for bem trabalhado, pode trazer tristeza ou melancolia. A tecnologia nos permite acesso a inúmeras atividades que melhoram nossa qualidade de vida, mas se estiver difícil internalizar essas mudanças, a ajuda psicoterápica é bem-vinda. É preciso lembrar de valorizar os bons momentos e jamais se isolar, pois isso pode aumentar a tristeza e levar à depressão”, diz a psicóloga.

Estudos científicos

Dores

 

Delícias

 

Mulheres começam a sentir os sintomas da menopausa, como cansaço e alterações do sono. Em ambos os sexos, também aparecem sintomas físicos como fraqueza muscular, de cabelos e unhas, ganho de peso e ressecamento da pele. Os novos 50 buscam especialistas para manter vitalidade e atividades. (Fontes: Pesquisas Best Age, 2018; Instituto Lumina) A curva da felicidade tem o formato da letra U, e indica que a felicidade é maior no começo da vida, diminui ao longo dos anos e atinge seu ponto mais baixo por volta dos 45 anos. Depois volta a subir, mostrando que as pessoas mais velhas com boa saúde, estabilidade financeira e afetiva podem sentir-se tão felizes quanto as pessoas mais jovens, de acordo com a antropóloga brasileira Mirian Goldenberg, especialista em envelhecimento.
25% dos brasileiros nessa faixa etária temem mais as mudanças no corpo e a sensação de se sentirem feios do que a pobreza ou a doença. A segunda principal preocupação do brasileiro com 50 anos ou mais é a falta de dinheiro (20%), seguida pela solidão (18%), sentir-se inútil (14%), ser um peso para outras pessoas (11%). (Fonte: Instituto Locomotiva, 2019). O Youtube é a plataforma preferida de vídeos para pessoas entre 45-55 anos, com preferência três vezes maior que o segundo player. No canal, a troca de experiências intergeracionais é uma realidade (Fontes: Video Viewers, Provokers/Google, 2018).

 

Celebridades que comemoram 50 anos em 2019:

Adriana Esteves
Cate Blanchett

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Catherine Zeta-Jones
Dan Stulback
Dave Grohl
Dira Paes
Ellen Pompeo
Gerard Butler

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Gwen Stefani
Jack Black
Jason Bateman
Jason Priestley
Javier Bardem
Jay-Z

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Jennifer Aniston
Jennifer Lopez
Marcos Pasquim
Marilyn Mason

Wild Turkey McConaughey HR
Matthew McConaughey
Monica Martelli
Paul Rudd
Peter Dinklage
Renee Zellweger

 

 

Feminicídio: é essencial que as vítimas de violência doméstica e familiar registrem BO*

Dados divulgados recentemente revelaram que os casos de feminicídio aumentaram 76% no primeiro trimestre de 2019 em São Paulo, se comparados ao mesmo período do ano anterior.

Há quatro anos entrou em vigor a Lei 13104/15 que alterou o Código Penal para incluir mais uma modalidade de homicídio qualificado, o feminicídio, ou seja, quando o crime for praticado contra a mulher por razões da condição de sexo feminino, esclarecendo que ocorrerá em duas hipóteses: (i) quando o crime envolve violência doméstica e familiar; (ii) quando há menosprezo ou discriminação à condição de mulher. A pena estabelecida é de 12 a 30 anos de reclusão, tendo sido incluído no rol de crimes hediondos.

Desde que a lei entrou em vigor, os casos de feminicídio vêm aumentando, mas isso não significa um aumento na quantidade de mortes de mulheres em função do gênero, mas a conscientização sobre a tipificação do feminicídio.

Embora seja um passo necessário, a punição mais severa não é suficiente para o combate à violência contra a mulher. É necessária uma ação conjunta, com a adoção de políticas públicas de acolhimento da mulher que é vítima de violência doméstica e educação de gênero para conscientização sobre a questão, o que é previsto na Lei Maria da Penha.

As medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha são fundamentais e têm relação direta com a diminuição de números de feminicídio. Inclusive, desde abril de 2018, o seu descumprimento passou a ser tipificado como crime.

É essencial que as vítimas de violência doméstica e familiar registrem Boletim de Ocorrência e busquem ajuda na rede de atendimento. Dados estatísticos revelam que a maioria de vítimas de feminicídio nunca registrou boletim de ocorrência ou obteve uma medida de proteção, sendo que romper o silêncio e deferir medidas de proteção é uma das estratégias mais efetivas na prevenção do feminicídio.

casal tristeza

*Daniela S. Martins Cavalcante é graduada em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo em 1997. Pós Graduada em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Possui grande experiência na área penal, atua na defesa de casos concretos em todas as esferas, instâncias e tribunais.

 

Luto mal vivido pode causar transtornos de ansiedade e depressão

Psicóloga do Hapvida Saúde explica a importância de passar por todas as fases para enfrentar a situação

O luto é um estado psíquico extremamente doloroso, associado a morte e perdas. No entanto, por mais difícil que possa ser, é necessário viver o luto para não viver de luto. A psicóloga do Hapvida Saúde, Danielle Azevedo, explica que é imprescindível passar por todas as fases para o seu enfrentamento. O contrário pode provocar o “luto patológico”, levando à doenças como depressão, transtornos de ansiedade e outras enfermidades.

Como o luto se manifesta?

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O luto se manifesta de formas diferentes dependendo do cenário em que as pessoas estão vivendo e do modo como enfrentam a situação. A vivência do luto ocorre em cinco fases. A primeira fase pode ser reconhecida com base em reações e frases como: “Eu estou bem”, “não preciso de ajuda”. Em um segundo momento da fase do luto aparece a negação e raiva como o “isso não é justo comigo”, “por que comigo?”.

A terceira fase é a da barganha, quando as pessoas querem fazer uma negociação do tipo: “Eu faria qualquer coisa para tê-lo (a) de volta”. Nesse caso, tem pessoas que recorrem a espiritualidade e religiões para tentar amenizar a saudade e também a dificuldade de lidar com a perda.

Mais à frente, aparece a fase depressiva em que a pessoa se nega a sair de casa e que acredita que a dor que está sentindo não vai passar. Essa é a fase em que a pessoa está se despedindo do luto, quando começa a entender que é um sofrimento, mas que precisa sair do fundo do poço e que para isso só depende dela.

A última é a mais importante e mais demorada. Essa é a fase da aceitação que pode ser bastante prolongada para algumas pessoas. Também conhecida como a fase da conformidade quando as pessoas começam a dizer que a morte trouxe paz para quem partiu e para quem ficou.

Qual a importância de uma pessoa viver o luto pela perda de alguém querido?

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Aceitar o luto sempre vai ser o melhor caminho, porque quando as pessoas negam, elas encapsulam o seu sofrimento, fazem com que aquilo fique muito mais aparente. É como se a dor fosse muito mais ampla, mais intensa. É importante que as pessoas vivam, aceitem, sofram, chorem e revivam essas experiências porque vai chegar um momento que a saudade não vai doer mais, vai ser leve. Nesse momento, é quando a pessoa elabora a perda, seja qual for.

Buscar apoio de outras pessoas ajuda a superar a dor?

Buscar ajuda também ajuda a enfrentar o processo do luto. O mais importante é que a iniciativa parta da pessoa que está vivenciando o luto. Dependendo da situação, a ajuda psicológica é fundamental. Muita gente deixa de se alimentar, de trabalhar e aí interfere na vida psíquica e nesse ponto, a ajuda é essencial.

Também existe o luto patológico, como ele se manifesta?

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O luto patológico é quando a pessoa se sente impedida de viver em paz, passando a viver em função da ausência de quem partiu. Muita gente guarda as roupas, fantasia que a pessoa ainda continua por perto. Outras chegam até a colocar o prato na mesa como forma de simbolizar que a pessoas ainda está ali. Então, é como se essa pessoa não tivesse um descanso emocional. Com isso, se gera outros tipos de reações como as psicossomáticas, de comportamento, de bloqueio de relacionamento, sociabilidade. Sem contar nos transtornos de ansiedade, depressão e algumas outras coisas que podem ser ocasionadas por esse luto patológico.

Fonte: Hapvida

 

Dez dicas de cuidados nas compras para o Dia das Mães

O Dia das Mães de 2019 deve movimentar mais de R$ 24 milhões no comércio, segundo dados divulgados pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) e do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), sendo que 78% dos consumidores devem realizar pelo menos uma compra no período.

O consumidor deve estar bem informado e ter cautela nas compras, pois a segunda maior data do varejo brasileiro deve ser encarada como uma oportunidade de fazer um bom negócio e evitar “pegadinhas” ou danos materiais.

Antes de sair para as compras, é bom ler o e-book do advogado Sérgio Tannuri, especialista em Defesa do Consumidor, com as orientações básicas e dicas preciosas para fazer a melhor compra e não ter dor de cabeça futura com reclamações ou prejuízos.

“Em geral, os consumidores vão para shopping ou lojas de departamentos, mas temos verificado o aumento das compras online. O e-book “O dia é das Mães e o direito é de todos!” tem dicas simples, mas o principal é oferecer informação para ter cuidado antes de sair para a compra e não ser lesado. A linguagem é de fácil entendimento e acessível para qualquer pessoa”, explica Tannuri.

10 Dicas para compras no Dia das Mães

Compras em lojas físicas

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· Quando o preço da etiqueta é diferente do valor cobrado no caixa, o preço menor prevalece;
· Quando comprar peças de roupa, preste atenção na qualidade dos tecidos, das costuras, botões, fechos e outros detalhes. Saiba que o fornecedor somente é obrigado a trocar se a roupa estiver com defeito;
· No caso de eletrônicos, peça ao vendedor que demonstre como se usa o aparelho – em caso de eletrodomésticos, preste atenção se a voltagem é a mesma da casa de destino;
· Na compra de algum móvel, teste a sua resistência de acordo com a finalidade (sente-se, deite-se, apoie-se etc.);
· Verifique todas as condições de pagamento – quando possível, prefira o pagamento a vista e peça desconto. Exija a nota fiscal do pedido, que deverá constar modelo, marca, cor, valor e data da entrega.

Compras em ambiente digital

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· Pesquise a reputação da empresa em sites de reclamações antes de realizar uma compra ou contratar um serviço. O consumidor pode checar os dados cadastrais de uma empresa clicando aqui;
· Só compre em sites que tenham o ícone de um cadeado fechado no alto do seu navegador de acesso à internet. Ao clicar no cadeado, deve aparecer o certificado de segurança do site. Isso significa que é um ambiente virtual seguro e os dados do seu cartão não serão abertos;
· Antes de concluir a compra, verifique se há despesas com fretes e taxas adicionais, bem como o prazo de entrega da mercadoria ou execução do serviço. Se a mercadoria chegar depois da celebração do Dia das Mães, a empresa não só poderá ser obrigada a devolver o valor pago pela mercadoria, inclusive com o valor do frete incluso, como também o cliente terá direito à reparação pelas perdas e danos, por ver frustrada a sua pretensão de presentear (artigo 35 do CDC);
· Imprima o pedido ou contrato firmado ou arquive em meio digital seguro que permita uma futura impressão. Guarde a confirmação do pedido com o número do protocolo, descrição dos itens comprados e o prazo de entrega;
· Em compras online, há o “direito de arrependimento”: o consumidor pode devolver o produto ou cancelar o serviço – sem dar nenhuma satisfação – e obter o seu dinheiro de volta. O direito de arrependimento só pode ser aplicado para compras feitas fora do estabelecimento comercial e com a peça (no caso de mercadoria) intacta e sem uso. O prazo para o arrependimento é de 7 (sete) dias, contados a partir da assinatura do contrato ou do ato de recebimento do produto ou serviço, de acordo com o artigo 49, do Código de Defesa do Consumidor.

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O e-book “O dia é das Mães e o direito é de todos!” pode ser baixado pelo site Pergunte Pro Tannuri.

Estudo faz raio-x do comportamento da geração de mais de 50 anos

O Grupo Bradesco Seguros realizou no último dia 24, em São Paulo, o segundo encontro do ‘Diálogos da Longevidade’, cujo objetivo é discutir os impactos de um tema cada vez mais urgente para a vida de todos: a longevidade.

O evento contou com a participação de Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, e de Alexandre Kalache, gerontólogo e presidente do ILC (Centro Institucional da Longevidade, em português). Na ocasião, foi apresentada uma pesquisa inédita sobre o tema. O estudo ‘Longeratividade’ identificou quem são os brasileiros 50+, como eles se comportam nessa fase da vida e se relacionam com as questões financeiras, mapeando hábitos tecnológicos, saúde, lazer e profissão, além de avaliar o grande potencial de consumo desse público.

“A população 50+ tem espírito jovem e está ciente que pode ter uma vida plena e ativa. Esse público mais maduro é muito representativo, são 54 milhões de brasileiros, ou seja, um quarto da população. Não é preciso explicar quão relevantes são para a sociedade e para o mercado”, revela Renato Meirelles.

“De forma pioneira entre as empresas brasileiras, a Bradesco Seguros firmou em 2004 sua aposta no tema Longevidade, tornando-se uma referência nacional através de múltiplas iniciativas. Nestes 15 anos, a expectativa de vida do brasileiro cresceu cerca de 5 anos. E o subgrupo populacional que mais rapidamente cresce é precisamente o dos 50+, objeto dessa pesquisa pioneira, apoiada pela Bradesco Seguros, que nos ajudará, a todos, na formulação de políticas e intervenções que possibilitem um último terço de nossas vidas mais produtivo prazeroso. Ganhamos todos.”, comenta Kalache.

Realizada pelo Instituto Locomotiva a pesquisa ‘Longeratividade’ analisou dados secundários e bancos de dados próprios de um público de mais de 50 anos, além de uma pesquisa online com 2184 mil pessoas a partir de 16 anos, em 2018.

Envelhecimento e Expectativas de Vida

casal meia idade feliz

O Brasil é hoje um dos países que mais rapidamente envelhecem no mundo. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a expectativa de vida dos brasileiros está cada vez maior. Enquanto em 1940 era de pouco mais de 40 anos, hoje ultrapassa 75 anos e deverá superar 81 anos em 2050. Hoje, temos 54 milhões de brasileiros com mais de 50 anos, ou seja, um quarto da população. Até 2050, 43% da população terá 50 anos ou mais – serão aproximadamente 98 milhões de pessoas.

A pesquisa ‘Longeratividade’ aponta que essa expectativa também faz parte do sentimento da população: sete em cada dez entrevistados acreditam que viverão até os 80 anos ou mais. Entre os 50+, apenas 10% se consideram velhos, e o principal medo que esse público tem em relação ao envelhecimento são as mudanças no corpo e a falta de dinheiro.

Finanças, Saúde e Bem-Estar

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Os brasileiros 50+ movimentam em renda um valor de R$ 1,8 trilhão ao ano (metade dessa renda vem do trabalho). Ou seja, são um público com grande potencial de consumo. Segundo dados da pesquisa, nos próximos 12 meses esse público pretende comprar móveis para casa (30% ou 9,8 milhões de pessoas), smartphone (12% ou 6,5 milhões), geladeira e notebook (11% ou 3,6 milhões) e máquina de lavar – (9% ou 2,9 milhões).

A pesquisa aponta ainda que 18% ou 9,7 milhões pretendem viajar de avião para algum destino no Brasil, 10% ou 5,4 milhões querem fazer curso profissionalizante, 6% ou 3,2 milhões pretendem fazer faculdade e 4% ou 2,2 milhões querem fazer uma viagem internacional.

No entanto, mais da metade afirma que não está fácil pagar as contas atualmente. 82% se preocupam com o futuro e 69% dizem ter atualmente uma condição financeira menos favorável do que imaginavam ter nessa idade. Apenas 35% tem algum dinheiro guardado.

O estudo também abordou a relação dos 50+ com as empresas e descobriu que 77% deles afirmam que as pessoas que aparecem nas propagandas comerciais costumam ser muito diferentes delas. Já 87% desse público gostaria de ser mais ouvido pelas empresas.

mulher computador lendo

A porcentagem de brasileiros 50+ que estão conectados à internet atualmente é de 28%. Porém, entre os já conectados e digitalizados, a maioria acessa a internet todos os dias, e 85% utilizada Facebook e WhatsApp.

No aspecto saúde e bem-estar, para os 50+ ter uma alimentação saudável, fazer exames preventivos e evitar o estresse são fatores que contribuem para uma vida longeva e de qualidade. A grande maioria tem a percepção de gastar demais com a própria saúde.

Fonte: Grupo Bradesco Seguros

Cinco passos minimalistas para mudar de carreira e de vida

Como a prática do minimalismo pode te ajudar a trocar de carreira e mudar de vida

Desde a escola até a vida adulta aprendemos de forma receptiva e não ativa. Ouvimos uma pessoa que sabe mais do que nós, professores, e fazemos provas ao fim dos semestres para atestarmos que captamos o conteúdo passado. Não somos treinados a aprendermos de forma ativa, sendo proativos, buscando o conhecimento. Isso é refletido na nossa vida profissional. Optamos por profissões em que a linha de ganhos, em reais ou em outra moeda, seja rápida e sempre ascendente.

Além da forma de aprendizado nas escolas, também somos imersos a uma quantidade robusta de informações, redes sociais, padrões de consumo e de quem devemos ser ou perseguirmos ser. Aqui entra a propaganda em massa que não é apenas direcionada a adultos mais também a crianças e adolescentes. Nessa lógica social e vigente, buscando o que não queremos, mas não nos dando conta disso, entramos em um ciclo de acumularmos coisas, relacionamentos rasos, e pouca procura por nós mesmos.

Para se ter ideia em números: no ano de 1983, as companhias gastaram 100 milhões de dólares em publicidade para crianças. Já em 2006, essa cifra subiu para 17 bilhões. Nesse contexto, muitos pais trabalham mais, encurtam o tempo de convivência com as crianças e muitas vezes têm profissões que não os fazem felizes.

Nesse ciclo, trocar de carreira quando se tem filhos pode ser algo impossível. Para aqueles que não são casados e não têm crianças pode parecer mais fácil, porém, mudar de profissão exige um planejamento principalmente mental e isso independe se você mora com outras pessoas, se tem família ou se é responsável por outro indivíduo.

O minimalismo consiste na ideia de “menos é mais”, porém, algo que muitos confundem é que a prática não é a oposição ao capitalismo e/ou ao consumo. E, sim, uma mudança de hábitos no consumo compulsivo. Quantos de nós temos roupas e outros itens em casa que não têm finalidade? Ou como o próprio estudioso Joshuan Fields afirma quanto de nós temos “coisas” que não nos fazem felizes?

Aplicar o minimalismo além do seu lar pode ser algo difícil, porém trará uma vida mais simples e pode ajudar a mudar de carreira e/ou escolher uma profissão que o fará mais feliz.

Seguem 5 ações do especialista em carreira da Minds Idiomas, Fabiano Castro ,que já mudou a vida de milhares de alunos/profissionais:

1) Avalie cada item/coisa que tem em casa e no ambiente de trabalho

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Veja se realmente você usa esse objeto, há quanto tempo não o usa, e se ele tem um propósito, uma finalidade e/ou se lhe faz feliz. É um processo. Você não vai conseguir se desfazer de tudo o que não é útil rapidamente, porém, persista. Cheque o que pode ser doado e o que tem que ir para o lixo. Aos poucos, essa “faxina” no externo intervirará no seu interno e nas suas decisões no dia a dia.

2) Observe os seus comportamentos automáticos

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Nós, seres humanos, somos programados para ficarmos insatisfeitos. Isso porque somos formados pelos nossos hábitos e, muitas vezes, não paramos para observá-los. Olhe como você utiliza o seu tempo, o que come, o que realmente veste, com quem conversa, quantas vezes olha para o celular, enfim. Somos formados por esses hábitos e ao percebermos que podemos mudá-los reprogramamos a forma como pensamos e concomitantemente podemos alterar as nossas ações. Isso fará você trabalhar melhor, planejar a sua mudança de carreira, se assim desejar, e construir relacionamentos mais sólidos.

3) Consciência no uso da tecnologia

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Quanto de nós afirmamos que a falta de tempo nos impede de fazer coisas diariamente. Todavia, um estudo da Nokia revelou que, na média, um indivíduo checa o seu celular 150 vezes por dia. Isso acontece, entre outras razões, porque buscamos a sensação da dopamina que consiste no sentimento de recompensa quando retuitamos algo, recebemos cliques em uma foto, e checamos quem visualiza os nossos stories no Instagram.

Ocorre que, sem o uso consciente do tempo que destinamos por dia aos nossos smartphones, não colocamos em prática experiências realmente importantes para nós. Como um trabalho satisfatório, uma conversa realmente centrada ao que está sendo dito e ouvido, uma viagem, ou a degustação de um bom prato. Viva o presente e real, a tecnologia pode e deve ser usada, mas com consciência.

4) Lembre-se que as suas escolhas precisam ser justificadas apenas para si mesmo, e não ao outro

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Aqui, não estou afirmando a falta de empatia mas, sim, ampliando o debate de que o minimalismo tem a ver intrinsecamente com o que é importante para o indivíduo. Na forma mais singular possível. Ou seja, os itens físicos e escolhas emocionais têm a ver com o propósito que isso tem para esse ser humano. Mantenha coisas e pessoas que lhe fazem felizes e tenham uma finalidade. Isso envolve carreiras, relacionamentos, e até escolhas “banais” do dia a dia.

5) Dê-se liberdade

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O minimalismo concede mais tempo, ou seja, mais liberdade. Mesmo que você more com outras pessoas e tenha que compartilhar das suas escolhas/decisões e, claro, entrar em acordo com os que divide o próprio teto e assim crescer como grupo faça isso por você. O minimalismo não é uma competição de quem tem menos e consegue viver com menos. É uma nova forma de viver mais. Ter mais saúde, trabalhar com o que se gosta, ter mais tempo para os filhos, amigos, e vivenciar experiências reais.

Fonte: Minds Idiomas

Humildade também é sinal de inteligência, por André Castro*

“A humildade não está na pobreza, não está na indigência, na penúria, na necessidade, na nudez e nem na fome. A humildade está na pessoa que tendo o direito de reclamar, julgar, reprovar e tomar qualquer atitude compreensível no brio pessoal, apenas abençoa” Chico Xavier.

Um dia, após uma de minhas palestras, o curador do evento se aproximou de mim e, ao me elogiar, agradeceu minha humildade, dizendo, para minha surpresa, que é comum os palestrantes serem “metidos”.

Esse comentário fez com que eu escrevesse este artigo e refletisse que, assim como devemos ser humildes para aprender, também devemos ser humildes para ensinar. Afinal, não somos melhores que ninguém. Posso, possivelmente, saber mais a fundo um determinado assunto, mas certamente não todos.

Por que, então, não agimos mais como uma criança de sete anos que interage com outra criança com seu coração aberto para novas amizades e curiosidades? Já parou para pensar nisso? Que todos nós somos semelhantes, que possuímos algumas habilidades, outras não e, assim, também, as outras pessoas. Que cada um tem o seu tempo, sua velocidade, suas necessidades e suas virtudes.

Há um tempo acompanhava, nas redes sociais, um colega que treinava para uma prova de 10km. Mesmo sem muito interesse, eu era levado a acompanhar o passo a passo da sua preparação já que diariamente fotos eram postadas. No dia do evento, foram inúmeros cliques durante o início da prova, mas, para minha surpresa, nenhum clique ao final. Tempo depois eu soube que a prova não havia sido concluída por motivos físicos.

Então me pergunto: por que só o lado feliz e vencedor é mostrado nas redes sociais e também na vida? Por que não mostrar também quando não alcançamos o que queríamos, apesar de todo esforço e que, assim, estaremos prontos para uma nova tentativa, a fim de superar ou mostrar sem medo ou receio que somos humanos e propensos a erros e insucessos?

Humildade é mostrar sua vulnerabilidade, que nem tudo está sempre tão bem assim. Humildade também é sinal de inteligência, unindo os indivíduos ao contrário do orgulho. Sendo humilde e ajudando os demais, a chance de um dia você ser ajudado passa a ser maior, pois lembre-se que todos nós precisamos de algum tipo de ajuda em algum momento da vida.

“Para o orgulhoso a humildade é uma humilhação” Eclesiástico 13.20

mãos amizade solidariedade

Esperar o tempo da vida para as respostas que queremos de imediato é outro sinal de humildade. Lembrar que por mais que sejamos bem sucedidos profissionalmente, tenhamos conhecimento ou posição social não somos nada mediante os acasos da vida e do tempo. Que nunca saberemos com quem realmente estamos falando, pois todos têm suas bagagens, suas histórias e consequentemente seus valores.

Não queira estar sempre certo, apenas os tolos estão sempre corretos, os sábios procuram estar atentos a novos conhecimentos, aceite críticas e não fique melindrado com elas.

Antes de ser um excelente profissional, seja um bom ser humano, procurando ter a consciência de quem se é, que somente um ser humano pode salvar a vida de outro e, aí, talvez, um dos maiores exemplos de humildade seja confessar a outro ser humano precisar dele para existir.

“O dinheiro faz homens ricos, o conhecimento faz homens sábios e a humildade faz grandes homens” Gandhi

*Andre Castro é dentista com especialização em odontopediatria e MBA em gestão em planos de saúde. Como empreendedor, fundou e dirigiu, durante 21 anos, a operadora de planos odontológicos Oral Clean, experiência que lhe deu conhecimentos e habilidades do mundo dos negócios. Como Palestrante, uniu suas experiências para ajudar a transformar vidas por meio de suas palestras sobre superação, entusiasmo e qualidade de vida. Hoje é convidado para palestrar em inúmeros eventos pelo Brasil o que tem proporcionado a oportunidade de dividir seus conhecimentos e entusiasmo pela vida com as pessoas ajudando-as, assim, a descobrir que o sucesso é ser feliz.

Sete atitudes para fugir dos bad-habits que ajudam a envelhecer sua pele

Diariamente, somos expostos a diversos agressores ambientais como os raios ultravioleta, a poluição, a fumaça e, além disso, alguns bad-habits como dormir pouco e fumar também colaboram para o envelhecimento precoce da pele.

“Alguns marcadores do processo de envelhecimento levam à desnaturação celular e aceleram o envelhecimento cronológico. Mas a partir do momento em que você diminui a exposição a esses agressores, mantém uma rotina skin-care adequada ao seu tipo de pele e modifica alguns hábitos, há uma profunda mudança na qualidade da pele”, afirma Valéria Marcondes, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia. A médica propõe sete atitudes para renovar a pele:

Use filtro solar

protetor -solar- rosto

A exposição solar sem fotoproteção é o mais importante agressor da pele, que leva a um dano cumulativo, inclusive com a formação de dímeros de pirimidina, relacionados com mudança nas bases do DNA e que provocam reações de mutação celular, com consequente fotoenvelhecimento precoce, inflamação, melasma e um aumento do risco de cancerização, segundo a dermatologista. “O filtro deve ter proteção eficiente contra as radiações UVA e UVB, mas também deve proteger da luz visível e da Infrared – o filtro precisa fornecer uma proteção de amplo espectro”, explica a médica. “Esse protetor deve contar com filtros físicos, como o óxido de zinco e dióxido de titânio, associado a filtros químicos para aumentar o grau de fotoproteção. A exposição direta ao sol deve ser feita preferencialmente antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas, para evitar o dano oxidativo e a produção de enzimas que degradam colágeno, resultando em uma pele mais flácida, com rugas e manchas”, diz a médica.

Crie uma rotina de cuidados com a pele

mulher lavando o rosto

Ter uma rotina de cuidados diários é muito importante para a beleza e saúde da pele. Os passos de limpeza, com higienização complementar com tônicos ou águas micelares, assim como hidratação e fotoproteção são essenciais para manter a pele cuidada e saudável. “Consulte sempre um dermatologista, para prescrição de substâncias rejuvenescedoras como alfa e poli-hidroxiácidos, retinoides, vitamina C, ácido ferúlico, Vitamina E, peptídeos, antioxidantes e fatores de crescimento”, explica. “Eles colaboram muito para a hidratação, luminosidade e textura da pele.”

Diminua o açúcar

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Foto: SweetLouise/Pixabay

A ingestão de açúcar em excesso na dieta colabora para um processo de glicação, que é quando as fibras de colágeno e elastina endurecem por reagirem com esses açúcares. “Com isso, elas perdem a questão da maleabilidade, da flexibilidade, da sustentação e ancoragem da pele. O açúcar também está ligado, segundo estudos, ao aparecimento de manchas”, explica a dermatologista Dra Valéria. O acúmulo de AGEs (espécies avançadas de glicação) gera ação inflamatória e envelhecimento precoce de todo o sistema. “Para reverter esse quadro, é necessária a aplicação tópica e o uso de produtos via oral com ação antiglicante e desglicante. Mas a diminuição do açúcar na dieta é necessária”, explica. Atenção também aos carboidratos, que viram açúcar no fim da digestão!

Controle o estresse

mulher estresse trabalho

O estresse também afeta nossa pele de maneira importante, segundo a dermatologista, na medida em que descargas constantes de adrenalina e outros hormônios (como cortisol e prolactina) potencializam o estado inflamatório persistente no tecido cutâneo e reduz o tempo de vida e a atividade das células. “A acne também é uma manifestação comum que tem relação com pacientes que sofrem com o estresse”, afirma a médica.

Pratique exercícios físicos

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Durante a atividade física, toda a circulação é estimulada. “O sistema arterial (sangue que “alimenta” os músculos em movimento, por exemplo) aumenta seu fluxo, e consequentemente, o aporte de nutrientes e oxigênio para todos os tecidos, inclusive a pele. Os sistemas venoso e linfático também aumentam a velocidade de drenagem, retirando toxinas e diminuindo a retenção de líquidos. Isso se reverte na pele deixando-a mais hidratada, corada e mais viçosa”, explica a médica. “Com a melhora da oxigenação das células, isso contribui também para uma aparência mais saudável da pele”, completa.

Durma melhor

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A falta de sono diminui todo o metabolismo do ciclo circadiano, o que compromete o tempo necessário para que ocorra o reparo e regeneração durante o período noturno. “Então isso afeta a produção natural de melatonina que também é parte da defesa antioxidante primária do nosso organismo”, explica a Dra Valéria. Nessa questão, outro ponto também deve ser analisado: a forma como dormimos. “O fato de dormir com o rosto de lado ou de bruços ajuda a formar rugas de dinâmica importantes, e que muitas vezes nos faz envelhecer mais assimetricamente com demarcações mais profundas das linhas e das rugas. O ideal é dormir com a barriga para cima”, conta.

Pare de fumar

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O consumo de cigarro induz ao envelhecimento, já que as substâncias tóxicas presentes estão associadas à vasoconstrição periférica por um período de dez minutos, o que diminui o fluxo sanguíneo para o tecido cutâneo e cabelos. “Isso traz consequências na perda da viço e luminosidade da pele além de favorecer o amarelamento do tecido; também há uma perda de firmeza por conta da oxigenação e nutrição diminuídas”, comenta.

Por fim, a médica lembra que a consulta com um dermatologista é sempre importante a fim de indicar os melhores produtos e tratamentos para manter a saúde da pele.

Fonte: Valéria Marcondes é dermatologista da Clínica de Dermatologia Valéria Marcondes, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia com título de especialista e da Academia Americana de Dermatologia. Foi fundadora e é membro da Sociedade de Laser.

Aplicativo classifica locais considerados com risco de assédio a mulheres

Plataforma tem o objetivo de reduzir casos de violência e foi selecionada como finalista do programa Campus Mobile, iniciativa do Instituto NET Claro Embratel

SafeGirl é um aplicativo desenvolvido para contribuir na prevenção de assédio sexual. Pensada para o público feminino, a solução faz parte dos projetos finalistas do Campus Mobile, concurso de inovação e empreendedorismo do Instituto NET Claro Embratel, em parceria com a Associação do Laboratório de Sistemas Integráveis Tecnológico (LSI-TEC/USP) e o apoio da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, que incentiva a formação de talentos junto a alunos universitários e recém-formados para atuação no mercado de conteúdos e novos serviços de telefonia móvel.

A solução, criada por Mateus Bezerra da Silva, estudante da Universidade Federal do Amapá, e Vitor Hugo Moraes e Brenda Sá, da Universidade Federal do Maranhão, incentiva mulheres a compartilhar no aplicativo a experiência que vivenciam nos lugares que frequentam, a partir de uma classificação com diferentes graus de segurança.

“A plataforma serve para empoderar as mulheres, reduzindo o número de casos de violência, combatendo diversas formas de opressão e proporcionando um espaço de promoção e proteção dos Direitos Humanos”, comenta Mateus.

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Além da classificação dos locais, outras funcionalidades devem ser adicionadas no aplicativo, como descontos para usuárias, acesso às leis que garantem seus direitos e também o contato de organizações de combate à violência contra mulher.

Viagem ao Vale do Silício

O aplicativo dos estudantes concorre com outros dois projetos na categoria Diversidade do Campus Mobile. Os vencedores do concurso serão premiados pelo Instituto NET Claro Embratel com uma viagem ao Vale do Silício, na Califórnia, Estados Unidos, para uma imersão nas principais empresas de tecnologia do mundo, como Google, Facebook, Twitter e até mesmo a Universidade de Stanford, para finalizarem os projetos. O resultado final, com a indicação dos vencedores, será divulgado no dia 6 de maio.

Na sétima edição, o Campus Mobile, concurso de ideias e soluções para telefonia móvel, já premiou 18 aplicativos ao longo dos últimos anos. Durante o programa os participantes selecionados recebem monitoria de especialistas da área de inovação para o aperfeiçoamento dos projetos. Eles também participam de uma semana presencial em São Paulo, que conta com maratona de programação, palestras e visitas a empresas parceiras.

Fonte: Instituto Net Claro Embratel

Cinco dicas para ensinar gratidão para crianças

Pesquisas comprovam que ser grato é um hábito que estimula a sensação de bem-estar e realização

Na infância, quem nunca leu ou ouviu falar do clássico livro Pollyana? A história fala sobre um encanto de menina, doce e acolhedora, e destaca a sua habilidade em enxergar situações adversas da vida de forma otimista. É aquela pessoa que vê sempre o ‘copo meio cheio’.

Destaque para o jogo que seu pai lhe ensinou, nomeado “jogo do contente”, que consiste em sempre pensar positivo quando alguma situação complicada ou ruim acontecer, tentar tirar algo de bom, que pode ser para seu próprio bem ou para o de outras pessoas. Que tal sermos mais como ela e ensinarmos nossas crianças a serem também?

Como todos os valores, é preciso ensinar os pequenos a agradecer. Ser grato desenvolve consciência, alegria e também sensibilidade e empatia em relação ao outro. Amplia emoções positivas, otimismo, aumenta as sensações de satisfação e conexão com a vida.

mãos solidariedade

Estudos da neurociência indicam que quando uma pessoa se sente grata, ela ativa o chamado “sistema de recompensa” do cérebro, trazendo uma sensação de bem-estar. Dessa forma, o cérebro entende que algo positivo está acontecendo e libera dopamina, um neurotransmissor que é responsável pela sensação de prazer.

A substância motiva as pessoas a buscarem seus objetivos e sonhos, pois quanto mais o indivíduo se sente feliz e realizado, mais seu organismo sente a necessidade de realizar outras metas. E quanto mais esse processo é reforçado, mais ele se desenvolve no corpo. Propiciar a liberação deste neurotransmissor por meio de pequenas atitudes, desde a tenra idade, trará imensos benefícios para a vida das crianças.

Para a professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís, em Jaraguá do Sul (SC), Samanta Sievers, o principal a ser ensinado é que agradecer é algo gratuito e que não devemos esperar nada em troca ao fazê-lo. “Gratidão é um hábito a ser cultivado. Aos menores de dois anos por exemplo, ensinamos por repetição a dizer ‘obrigado’, mesmo que eles ainda não entendam o seu conceito, mas já plantando uma semente”, comenta.

Assim que a criança cresce, é possível ampliar o repertório da gratidão com exercícios simples, listados pela professora:

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– Pergunte sobre a melhor coisa que aconteceu no dia: antes de dormir, peça que a criança fale sobre um momento do dia que a deixou feliz, pelo qual gostaria de agradecer. Acredite: as vivências mais simples costumam ser as mais citadas.

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– Fotografias: vejam juntos fotografias de momentos vividos, garantindo falas positivas como “Foi tão legal quando fomos à praia, você também gostou? Sou grata por este dia, quem sabe podemos repeti-lo em breve?”.

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– Faça cartões de agradecimento: fez aniversário e ganhou presentes? Que tal fazer um cartão para agradecer à pessoa pelo carinho?

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Foto: TheNatterbox

– Pote da gratidão (para maiores de 6 anos): separe um pote e instrua sua criança a escrever em um pedaço de papel toda vez que algo lhe fizer sorrir, lhe deixar feliz. “Quando tomei sorvete com a vovó”, por exemplo. Tudo é válido. Incentive que vez ou outra a criança abra esse pote e releia os escritos, relembrando os bons momentos vividos.

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Foto: thinkinglQ

– Jogo da gratidão: crie um jogo utilizando, por exemplo, tampinhas ou pedaços de papéis coloridos em que, ao pegar a cor específica, a criança deve: citar um lugar, uma pessoa, uma comida, um objeto, pelo qual ela seja grata.

“Todo pai e mãe, tenho certeza, deseja que sua criança tenha um bom coração e seja feliz. A gratidão proporciona ferramentas para esse sucesso emocional. Dedique tempo para incentivar seu filho a desenvolver essa habilidade. Com certeza fará diferença no futuro”, finaliza a professora.

Fonte: a Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação.