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Central Plaza implementa vendas via drive thru em apoio ao Dia das Mães

Os clientes deverão consultar o site oficial do shopping para identificar as lojas participantes da ação

Para garantir as necessidades do dia a dia e em especial o presente no Dia das Mães com segurança e comodidade aos clientes e lojistas, o Central Plaza Shopping inicia a operação de vendas via drive thru. Lojas de diversos departamentos participam da ação. Os clientes interessados pelo novo serviço poderão retirar os produtos adquiridos com os lojistas no piso mezanino, colunas M2 e M3.

O processo se dará da seguinte forma. O cliente deve consultar o site do shopping para identificar os lojistas participantes, e assim escolher o produto, combinar agenda para retirada e forma de pagamento. Na data e horário agendados, o lojista utilizando máscara protetora, seguindo as medidas preventivas de saúde, entregará o produto escolhido higienizado, sem que o cliente tenha necessidade de sair do veículo.

Caso o cliente tenha a necessidade de aguardar, o Grande Vizinho indicará vagas que estão sinalizadas como “Drive Thru”, visando um atendimento seguro e confortável para todos.

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Drive Thru Central Plaza Shopping – Piso Mezanino
Av. Dr. Francisco Mesquita, 1000 – Vila Prudente, na Praça de Alimentação
Shopping localizado ao lado da estação Tamanduateí, da Linha Verde do Metrô

Quarentena: o que comprar? Em qual quantidade?

Dicas da nutricionista Adriana Stavro para não vivermos de pizza e besteiras que entregam em casa nessa quarentena

Embora não estejamos como na Itália, e Argentina (proibidos de sair de casa) como resultado da pandemia do coronavírus (Covid-19) as circunstâncias nos obrigaram a considerar que a auto quarentena chegou. E à medida em que os casos se espalham pelo mundo e mais pessoas são expostas ao vírus, mais e mais indivíduos e famílias entram em quarentena imposta ou de forma voluntária. Normalmente, são duas semanas em que eles devem ficar em ambientes fechados (ou, no máximo, em seu próprio quintal ou espaço externo) sem contato ou exposição a ninguém fora de suas quatro paredes.

Há menos de um mês, aqui no Brasil isso parecia ser impensável. Mas hoje o termo quarentena se torna cada vez mais realidade. Portanto, se a quarentena bater na nossa porta, não é nada recomendável pedir pizza por 2 semanas no café da manhã, almoço e jantar.

Por isso, vamos nos organizar. Quais alimentos precisamos comprar para ficar em casa por duas semanas? Entenda que, depois de saber que você deve ficar de forma imposta em quarentena, será tarde demais para dar uma parada no supermercado mais próximo.

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Pixabay

Neste momento a mensagem principal é: planeje com antecedência, mas sem pânico.

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Vamos lá. Hora de abrir os armários e despensa. Faça um inventário do que você já tem em casa.

supermercado

Não corra para o super mercado e comece a colocar caixas e mais caixas de suco, leite, arroz, feijão arroz etc. no carrinho. Não precisa. Tem mais gente que precisa comprar. Lembre-se: solidariedade.

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Feito o inventário, aí sim vá até a loja e compre os produtos que estão faltando e que poderão ser consumidos por duas semanas. Mas lembre-se. Consuma o que você tem em casa primeiro. E a regra é, o primeiro a vencer o primeiro a ser consumido.

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Foto: Giraffas

Organize um cardápio com ingredientes que não sejam perecíveis como: arroz, feijão, feijão fradinho, macarrão, quinua, grão de bico, cuscus marroquino, tapioca, aprimorados com proteínas e vegetais.

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Você também pode incorporar facilmente produtos lácteos. Com exceção do leite fresco, os produtos lácteos como queijo e iogurte costumam ter uma data de validade maior que duas semanas.

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O maior problema são as frutas e legumes frescos, especialmente na segunda semana da quarentena (imposta). Maçãs, laranjas e peras duram mais tempo, assim como alguns legumes (cebola, batata, abóbora e cenoura). Por isso consuma os outros vegetais e frutas primeiro e deixe estes para a segunda semana. Outra opção são os congelados.

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Foto: Aimee Law

Frutas e legumes congelados são nutricionalmente semelhantes. Brócolis congelado, espinafre e vegetais misturados podem ser cozidos no vapor, salteados ou assados, como faria com os frescos.

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Para uma dose de antioxidantes que estimulam o sistema imunológico, adicione frutas congeladas a smoothies, cereais ou sobremesas. Planeje usar seus produtos frescos nos primeiros cinco dias e depois mude para congelados quando os suprimentos frescos estiverem acabados.

Estocar comida congelada é bom, mas e as famílias que não têm muito espaço no congelado/freezer? Para otimizar o espaço no freezer, remova os alimentos de suas embalagens originais e armazene por porções do tamanho das suas refeições em sacos com zíper. Não esqueça de rotular as sacolas, com nome dos alimentos e a data de validade.

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Manter refeições simples e sem estresse durante a quarentena é muito importante. Duas semanas presa em casa e a paciência pode se esgotar muito mais cedo do que se espera. Trabalhar enquanto tenta manter as crianças ocupadas, talvez não seja o momento para evocar a ideia de fazer um pão fresco com fermentação natural e preparar suflés elaborados, tão pouco experimentar novas receitas, sugere a nutricionista Adriana Stavro. É hora de comida simples, pouco estresse e colaboração de todos da casa.

Lembre-se, a quarentena não é o apocalipse, e a sociedade não experimentará um colapso completo e absoluto. Eletricidade, gás e celulares ainda funcionarão. Você não precisa acumular comida e combustível como um preparador do fim dos tempos. Apenas fique atento aos suprimentos básicos, faça um plano e faça suas compras com sensatez. E não coma uma caixa inteira de barras de cereais de uma só vez. Equilíbrio.

Fonte: Adriana Stavro é formada em Nutrição pelo Centro Universitário São Camilo. Pós-graduada em Doenças Crônicas não Transmissíveis pelo Hospital Albert Einstein. Pós graduanda em Nutrição Clinica Funcional pela VP consultoria, pós graduanda em Fitoterapia pela Course4U.

Consumo em excesso pode ser compulsão e necessitar de tratamento

Amigo secreto, troca de presentes no Natal, roupa nova para o Réveillon… As festas de fim de ano são um convite às compras, ainda mais com um número incontável de promoções, muitas à distância de um clique. O estímulo ao consumo próprio dessa época do ano leva a uma reflexão sobre quando o ato de comprar ultrapassa o limite da satisfação de uma necessidade, ou mesmo de um desejo, e passa a uma compulsão que não pode ser controlada, causando prejuízos ao indivíduo.

O psiquiatra da clínica Holiste, de Salvador, Luiz Guimarães, aponta que a chamada compulsão por compras faz parte dos comportamentos dependentes, aos quais também estão associados o uso de drogas lícitas ou ilícitas, jogos, sexo compulsivo, prática de exercícios e até comida.

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“Muito se fala sobre as dependências químicas – álcool e drogas -, mas essas são apenas algumas das facetas dos comportamentos dependentes, que estão relacionados ao mecanismo de recompensa do cérebro. A pessoa pensa o tempo todo naquela experiência e fica presa naquele pensamento intrusivo. Além disso, ocorre a liberação de substâncias, como a dopamina, no cérebro, e tudo isso é associado na dependência. A pessoa não consegue não fazer. As dependências comportamentais são caracterizadas pela recorrência de impulsos, onde se realiza esse comportamento específico e mantém apesar das consequências negativas ou danosas”, explica Guimarães.

Na compulsão por compras, assim como em outros comportamentos compulsivos, não existe a satisfação de uma necessidade e nem de um desejo, mas sim um impulso para consumir sem qualquer objetivo específico ou necessidade. A ansiedade antes da compra, a compulsão e o arrependimento, logo em seguida, são características desse quadro. Sem ajuda, o problema pode causar, além de dívidas cada vez maiores, depressão e isolamento social.

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André Dória, psicólogo da Holiste

“A compra compulsiva pode gerar transtornos quando começa a representar um prejuízo financeiro ou emocional. Acontece uma espécie de inversão de papéis: a pessoa perde a autonomia em escolher e se torna refém do ato de comprar compulsivamente. Ou seja, deixa de ser agente de suas decisões diante do fascínio exercido pelos objetos que quer adquirir. Um vez adquirido, o objeto perde o brilho, a angústia retorna e o ciclo angústia-compra-frustração se repete indefinidamente”, aponta o psicólogo André Dória.

Comportamentos dependentes

O psicólogo Pablo Sauce destaca que, para avaliar o que causa o comportamento dependente, é preciso olhar para três fatores. A questão biológica ou genética (fator somático), a interferência sociocultural ou fator ambiental, e o psicológico, subjetivo, ou fator mental. É a interação desses três fatores que sustenta o comportamento.

“Não adianta irmos atrás do objeto da dependência pois podemos, a todo tempo, acrescentar algo nesta lista. Temos comportamentos dependentes relacionados às substâncias, ao ato de comer, às compras, ao jogo, e diversos outros. O que caracteriza a compulsão são elementos como o imediatismo, uma vontade que se impõe e a impossibilidade de não obter satisfação. Isso leva ao recuo do confronto com a insatisfação da realidade externa, fazendo a pessoa se entrincheirar na realidade psíquica, apoiada em um ou outro objeto de satisfação. Somos capazes de escolher a dor e até a morte em nome de uma satisfação, e a dependência nos mostra isso”, alerta o especialista.

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O tratamento das compulsões é individualizado, podendo ser indicada a psicoterapia e, nos casos mais graves, medicação. Como muitas vezes a pessoa não se percebe como compulsiva, o paciente chega ao tratamento por meio da família ou de pessoas próximas, por isso é importante ficar atento a comportamentos que possam indicar compulsão.

Fonte: Holiste

 

Como lidar com a avalanche de estímulos ao consumo desta época do ano?*

O consumo paira sobre o imaginário neste período do ano. Mais recentemente, se inicia com a adoção massiva do comércio brasileiro à campanha Black Friday, em novembro, seguindo os estímulos dos tradicionais presentes de Natal e, depois, as promoções e queimas de estoque em janeiro. São inúmeros eventos que conduzem às compras de itens, muitas vezes, não essenciais.

Nesse sentido, o consumo pode ocorrer como resposta a uma emoção negativa (tristeza, baixa estima, tédio) ou mesmo pela necessidade de mostrar status social por meio do poder de compra. Além do quesito emocional, é inegável o impacto das campanhas publicitárias, a ponto de transformar alguns produtos e serviços em necessidades imediatas. São as ideias por detrás do “valer a pena” ao mostrar o “preço reduzido” ou a sensação de “poucas unidades” disponíveis daquele produto/serviço.

Diferentes teorias tentam explicar o comportamento de consumo. Alguns economistas destacam o aumento dos gastos diante da percepção de redução do preço. Sem contar aquelas pessoas que tendem a valorizar mais as possíveis perdas (ou faltas) do que os ganhos que virão do produto ou serviço que estão prestes a adquirir.

Mas o que desencadeia a decisão de comprar?

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Pode ser qualquer estímulo (ambiente, mídia, fala de alguém) que nos faça pensar sobre alguma ideia, conceito, produto ou necessidade. Ou seja, os gatilhos despertam interesse em coisas que não estávamos necessitando ou pensando até o momento que fomos estimulados por eles.

Como lidar com esses gatilhos e evitar armadilhas?

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• Identificar o que te faz querer consumir é o primeiro passo. Pergunte-se sobre o que te levou a querer o produto/serviço naquele momento? Estava triste? O desconto pareceu atraente? O atendimento na loja foi cordial e te fez sentir-se à vontade?
• Seja consciente de sua real necessidade e do motivo que te faz pensar que o produto/serviço é importante naquele momento.
• Questione-se sobre a disponibilidade do produto ou serviço no futuro: ele poderá acabar ou parar de ser oferecido? Você deve comprar naquela hora?

Em síntese, tenha clareza dos objetos ao seu redor, de como eles te afetam, e das estratégias de venda no comércio físico e virtual. A consciência é uma das principais formas de garantir que as decisões de consumo sejam realizadas adequadamente e que efetivamente trarão benefícios.

Por outro lado, deixar-se levar pela sedução barata de algum momento ocasionará a aquisição de bens e serviços desnecessários, decorrentes de pura falta de consciência. É preciso estar atento a si mesmo e ao seu ambiente até mesmo no momento das compras.

*Por Jeferson G. Pires, professor mestre do curso de Psicologia da Anhanguera São José (SC), Psicólogo e Doutorando em Psicologia- UFSC.

Black Friday: dicas para controlar as compras impulsivas

Em época de Black Friday o espírito do poder de compra domina as propagandas e os desejos das pessoas. É fato que uma boa promoção pode trazer aquele bem tão desejado ainda mais rápido, porém é preciso ter cuidado para não cair na cilada de comprar apenas por impulso.

Segundo pesquisa recente realizada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito), cerca de 85% dos consumidores admitem fazer compras sem qualquer planejamento. No estudo, 47% dos entrevistados revelaram que o maior motivo para a gastança desenfreada é a ansiedade, seguida de perto pela a insatisfação com a própria aparência, que atinge 44% do público da pesquisa.

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Lia Clerot

Para a psicóloga Lia Clerot, o impulso é uma forma de compensação para suprir problemas de autoestima e inseguranças. “Acredito que a falta de visão de si mesmo e de amor próprio faz com que a pessoa desconte todas as suas frustrações e problemas em coisas externas, uns descontam na comida, outros na bebida e muitos nas compras”, ressalta a especialista.

Segundo ela é preciso estar atento aos sinais, pois a pessoa que sofre desse mal vive num vazio constante, já que o prazer da compra é muito efêmero e se vai muito rápido, às vezes horas depois do bem adquirido.

Um alvo fácil para as campanhas e promoções de fim se ano são os mais jovens, como crianças e adolescentes. Conectados a todo tempo na web, onde tudo acontece com certo imediatismo, eles convivem a todo tempo com essa urgência de conseguir o querem o mais rápido possível e transmitem essa sensação aos pais na hora de comprar.

“Nessa situação cabe aos pais avaliarem a necessidade de compra e não apenas satisfazer a vontade do filho. É válido ponderar quantos presentes a criança já ganhou, o real uso que ela fará dele e se precisa daquilo que está pedindo”, explica Lia.

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Uma dica da psicóloga é evitar o cartão de crédito e o motivo está estritamente ligado a ínsula cerebral (responsável por, entre outras funções, coordenar as emoções). “Quando saímos só com dinheiro na carteira e gastamos um grande volume, visualmente aquela movimentação nos impacta, já com o cartão cria-se a ilusão de que não houve um gasto já que não se viu quantitativamente o quanto se gastou, ali no ato de pagar o caixa”, finaliza.

Outra dica é contar até dez “pode parecer estranho, mas contar mentalmente aciona o aspecto racional e ajuda a controlar o impulso” revela. Outra boa medida é diferenciar a necessidade do desejo, por exemplo: se seu celular estraga, a compra de um novo é uma necessidade, porque você usa o telefone como meio de comunicação, mas se ele está em bom estado e você apenas quer um mais moderno, isso configura desejo.

Especilista em inteligência emocional - Fabricio Nogueira
Fabrício Nogueira

Para o especialista em inteligência emocional, Fabrício Nogueira, relembra que os sentimentos, às vezes, reforçam as compras impulsivas. “A aquisição instantânea de algo, muitas vezes, é feita para suprir um sentimento, mas ela não preenche o vazio e não soluciona os possíveis problemas emocionais, por isso, nesse momento é melhor refletir sobre a necessidade de compra dos bens de consumo,” afirma o especialista.

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O desejo é uma sensação de imediatismo muito comum na sociedade moderna. “Vivemos a geração fast-food, ou seja, tudo é pra agora, e esse imediatismo é que acaba trazendo frustração e infelicidade. Acredito que a compra de algo que gostamos é importante, mas é necessário avaliar se temos a condição financeira para isso. A aquisição instantânea ou simplesmente ter algo porque o outro tem, não preenche o vazio e não resolve problemas, pensar melhor sobre as atitudes que tomamos é sempre uma boa solução para todas as áreas da nossa vida” ressalta Nogueira.

Fonte: Lia Clerot é formada em psicologia pela Universidade Católica de Brasília, com especialização em Terapia Familiar Sistêmica. Além da sua formação, buscou novos cursos para aprimoramento da profissão, sendo eles em Psicodrama, de coaching ontológico com um dos precursores da prática no Brasil, Homero Reis, além de um curso de formação do ICI- Integrated Coaching Institute, um dos mais reconhecidos do Brasil.

ClearSale dá dicas para o consumidor fugir das fraudes na Black Friday

Pesquisar o histórico da loja e pagar com cartão de crédito são alguns cuidados que garantem uma compra mais segura

A Black Friday deve movimentar mais de R$ 3,5 bilhões em compras no comércio eletrônico este ano, de acordo com estimativas do Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce. E, para garantir boas ofertas e não cair em tentativas de fraudes na data mais esperada do varejo, é importante ter cautela.

Pensando nisso, a ClearSale, empresa líder em soluções antifraude nos mais diversos segmentos, alerta sobre os cuidados que devem ser tomados pelos consumidores para evitar golpes e ter mais tranquilidade durante as compras.

“O cartão de crédito é o modo de pagamento mais seguro no ambiente on-line. Ao optar por esse método em vez do boleto ou transferência bancária, o cliente consegue contestar a cobrança junto ao banco caso tenha problema com a compra, o que não é possível com os outros métodos”, alerta Omar Jarouche, diretor de Marketing e Soluções da ClearSale. “É importante ainda que o consumidor faça uma pesquisa sobre os sites menos conhecidos ou suspeitos, verificando se há reclamações ou indícios de não envio dos produtos”, aconselha.

Confira abaixo as dicas para realizar compras seguras e fugir das fraudes na Black Friday:

Pesquise a reputação da loja antes de realizar a compra

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Verifique o histórico da loja antes de se fazer a compra. A busca é possível tanto no site do Procon, que disponibiliza uma lista das lojas que devem ser evitadas, ou ainda em sites que avaliam as lojas. Caso não existam avaliações da empresa na internet, o recomendado é evitar efetuar a compra e buscar um outro site de confiança.

Averigue se o site tem a sigla ‘https’ no endereço da web

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Em sites com a sigla, a comunicação é criptografada, o que aumenta a segurança na transmissão dos dados. É importante também verificar se há um ícone com referência a um cadeado na parte inferior do navegador.

Prefira o pagamento por cartão de crédito

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Esta é a forma mais segura para pagamentos online. Além da operadora de crédito ter mecanismos para identificar possíveis fraudes, também é um método que permite que o cliente conteste a cobrança e solicite o reembolso do valor, diferente do pagamento por transferência bancária ou boleto.

Suspeite se o desconto for muito maior no boleto

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É comum que sites falsos tenham preços muito mais baixos para pagamento via boleto, pois nessa forma de pagamento é mais difícil para a vítima pedir o estorno.

Procure dados oficiais da empresa como CNPJ, endereço físico e contato

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Sites de e-commerce falsos normalmente não disponibilizam essas informações.

Instale o Compre&Confie em seus dispositivos

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O aplicativo é totalmente gratuito e alerta o usuário caso seu CPF seja usado em uma transação indevida, permitindo que ele impeça a fraude clicando no botão ‘não fui eu’.

 Fonte: ClearSale

Black Friday: 21,6% das transações via apps podem estar desprotegidas

Pesquisa revela que páginas de internet que se comunicação com aplicações mobile não possuem certificado de segurança SSL

Às vésperas de uma das principais datas do e-commerce brasileiro, a Black Friday – que acontece em 29 de novembro, um estudo da Serasa Experian aponta que 21,6% das transações feitas via aplicativos podem não estar seguras, o que representa uma em cada cinco realizadas no país.

Isso ocorre porque estes programas instalados em dispositivos móveis trocam informações com endereços que não contam com o certificado de segurança SSL (Secure Socket Layer), certificado digital que autentica a identidade de um site e criptografa os dados enviados para o servidor, protegendo a integridade e veracidade das informações que são trocadas na internet.

O grande volume de compras feitas via dispositivos móveis nesta época do ano faz com que os consumidores precisem estar atentos. Uma forma de averiguar se o ambiente é seguro é procurar pela informação nas Políticas de Privacidade. Caso os termos não deixem claro o uso de criptografia, a recomendação é que a compra seja via desktop, sempre de olho se há o símbolo do cadeado ao lado da URL na barra do navegador. Os consumidores também não devem baixar aplicativos fora das lojas dos sistemas operacionais.

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Segundo o diretor de Certificação Digital da Serasa Experian, Maurício Balassiano, “o uso de celular para compras por meio de apps vem aumentando ano após ano, graças à rápida adesão dos brasileiros a novas tecnologias. Isso faz com que os fraudadores sofistiquem o phishinhg* para capturar os dados dos consumidores em golpes. Isso só reforça a necessidade de segurança na proteção da comunicação entre aplicativos e servidores das empresas”.

Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp., explica que não são apenas os aplicativos que demandam atenção dos consumidores. “Avaliamos também cerca de 700 mil serviços oferecidos no modelo de SaaS (Software as a Service) e as interfaces de programação (APis) de plataformas on-line, elementos cada vez mais importantes da internet e que exigem as mesmas demandas de segurança”. Entre estas frentes analisadas, aproximadamente 30% não oferecem a proteção dos certificados de SSL.

Apesar de avanço, quase 15% dos sites ainda são desprotegidos

Ainda que muitos endereços eletrônicos tenham buscado certificados SSL, o volume daqueles que operam sem proteção aos dados é bastante considerável. Segundo o estudo, aproximadamente 15% deles encontram-se nesta situação.

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Ao desmembrar o mapeamento por categorias, os portais governamentais são os mais desprotegidos, seguidos por corporativos e e-commerce. Estes acendem um sinal de alerta pelo grande volume de transações financeiras que realizam. “O número ainda é grande e pode prejudicar consumidores que olham apenas o preço e não prestam atenção aos critérios de segurança”, comenta Balassiano.

Ainda segundo o executivo, os lojistas precisam ficar atentos à renovação dos certificados. “Hoje temos 14,3% dos sites com certificados SSL expirados. Quem não prestar atenção a este detalhe pode estar perdendo vendas junto aos compradores mais conscientes”, finaliza.

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Veja outras dicas que a Serasa Experian preparou para a data:

=Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Estes programas ou sites podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminem os dispositivos com vírus que funcionam sem que o usuário perceba e coletam dados sigilosos.
=Para verificar se o site é seguro, basta observar alguns sinais simples. Veja se no browser há um cadeado fechado. Em caso positivo, clique em cima e verifique se o Certificado Digital SSL emitido está em nome da loja na qual você está comprando. Essa conferência pode ser feita no Selo de Segurança, que geralmente está no rodapé da página. Ao acessar o site, no endereçamento, verifique se o HTTP tem um S, ou seja, HTTPS. Essas providências garantem um ambiente seguro.
=Desconfie sempre de ofertas com preços muito abaixo do mercado e de última hora. E-mails com valores, promoções e vantagens muito especiais merecem desconfiança. Nesses momentos, é muito comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas bastante conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar pegar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador.
=Uma prática muito utilizada pelos golpistas no ambiente online é a de phishing*. Os criminosos copiam as informações trocadas durante uma transação, como nome, endereço, CPF etc. Esses são coletados para fraude de identidade, que acontece quando dados de um consumidor são usados por terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou obter crédito sem a intenção de honrar os pagamentos.
=É importante, também, no caso de lojas desconhecidas e em caso de desconfiança, fazer uma pesquisa em sites dedicados à avaliação de lojas virtuais, como Reclame Aqui e e-Bit. Avaliar a reputação de uma loja é uma providência essencial a partir da experiência de outras pessoas.

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Pexels

Metodologia do estudo

A Serasa Experian encomendou o estudo da BigData Corp., que captura e processa, continuamente, dados obtidos a partir de mais de 23 milhões de sites brasileiros (e mais de 1,5 bilhão no mundo todo). Para esta pesquisa, a empresa trabalhou com resultados obtidos na última semana de outubro de 2019. Os dados de 2018, apresentados neste material foram capturados em junho daquele ano.

*Phishing: prática, como o nome sugere (“phishing” em inglês corresponde a “pescaria”), de “pescar” informações e dados pessoais importantes, como senhas, CPF, número de cartão de crédito e de contas bancárias, por meio de mensagens falsas.

Fonte: Serasa Experience

 

 

Cinco dicas para aproveitar os descontos da Black Friday

Cuponeria oferece descontos de até 70% em marcas como Netshoes, Carrefour e Quem Disse Berenice
A Black Friday chegou ao Brasil em 2010. A tradição, nascida nos Estados Unidos e importada pelos brasileiros, ocorre na última sexta-feira do mês de novembro – dia seguinte à Ação de Graças, já conhecido como um dia de promoções e preços baixos.

Embora seja um dia específico de grandes descontos, o Brasil passou a fazer diversas ações promocionais por toda a última semana de novembro e, em alguns casos, por todo o mês. Esse dia também marca o início da época de vendas natalinas, uma das principais datas para o comércio durante o ano.

Somente em 2017, a data movimentou no país cerca de R$ 2,1 bilhões de reais, de acordo com o portal Ebit, que ajuda a medir reputação das lojas virtuais e do e-commerce. Esse dado mostra não apenas a importância da ação, mas também como o consumidor brasileiro já tomou pra si a tradição das compras promocionais.

Assim como a Black Friday, a Cuponeria , primeira e mais completa plataforma de cupons de descontos do Brasil, é reconhecida por oferecer aos consumidores de todo o País ofertas incríveis, só que neste caso, durante o ano todo. Fundadora e CMO da Cuponeria, Nara Iachan elencou 5 dicas para os consumidores aproveitarem a Black Friday da melhor forma. Confira:

• Crie uma lista de desejos

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Ao longo do ano, é comum entrar em diversos sites de compra, cadastrar e fazer listas mentais do que se gostaria comprar. Hoje em dia, a esmagadora maioria deles já conta com um espaço para listas de desejo, ou seja, um local em que se pode selecionar os produtos que deseja sem precisar colocar, efetivamente, no carrinho de compras.
A Black Friday é o momento ideal de revisitar essas listas, fazer uma garimpagem no que realmente interessa e, principalmente, verificar quais as melhores ofertas nos produtos que deseja levar.

• Tenha cuidado com sites não recomendados

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Uma boa dica é sempre observar bem o nível de confiabilidade dos e-commerces. Para isso, é possível consultar páginas como o Reclame Aqui ou o Ebit, que fazem esse tipo de verificação. Além disso, comprar em lojas virtuais recomendadas por amigos, reconhecidas do grande público ou direcionados por outros sites confiáveis é sempre uma forma de minimizar o risco.

• Antecipe as compras de Natal

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A Black Friday abre a temporada de compras natalinas, e pode ser muito útil antecipar os presentes de Natal. Uma excelente maneira de aproveitar os grandes descontos é comprar os presentes da família e amigos desde já. Considerando ainda que é comum que as compras online costumam ter um prazo maior para a entrega, esse tipo de planejamento ajuda a ter tudo em mãos quando o Natal chegar.

• Use cupons de descontos

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Além das promoções dos próprios e-commerces, usar cupons de desconto é uma excelente maneira de usufruir ao máximo das ofertas da Black Friday. Pela Cuponeria os descontos podem chegar até 70% em lojas como Netshoes, Carrefour e Quem Disse Berenice. Confira a coleção completa para a data no link .

• Compare os preços

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Outra dica importante para aproveitar as melhores ofertas da Black Friday é comparar os preços entre as lojas, considerando os cupons de desconto, é claro. A comparação, inclusive, deve ser feita entre o preço promocional e o real, para ver se realmente vale a pena investir no produto em questão e evitar cair em fraudes.

Fonte: Cuponeria

 

Formas de economizar com produtos de beleza

Mulheres convivem diariamente com a pressão em relação à aparência. A indústria da beleza se aproveita disso, desenvolvendo mais e mais produtos, muitas vezes desnecessários, para gerar o desejo de compra. Porém, produtos e serviços de beleza podem causar um grande prejuízo no orçamento. Mesmo que o gasto não seja descontrolado, uma pessoa que se propõe a ir mensalmente à manicure, depiladora e cabeleireira pode ter um custo alto. Veja algumas dicas apresentadas pelo Simplic para economizar nesse setor.

1 – Estabeleça um orçamento mensal

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Faça uma lista de todos os seus gastos com beleza por mês – maquiagens, salão de beleza e até retoques de cabelo feitos a cada três meses. Assim, ficará fácil comparar se os gastos condizem com seus ganhos e não estão ultrapassando seu limite mensal; caso a conta não feche, é hora de rever compras e serviços.

2 – Tenha um kit básico

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Os itens usados no dia a dia, como cremes hidratantes, protetores solares, perfumes e maquiagem, que formam um kit básico, devem ser delimitados por você. Esses itens podem entrar em seu orçamento mensal, já maquiagens de festa, novos lançamentos e produtos específicos, menos cotidianos, são supérfluos e devem ser comprados apenas quando o orçamento estiver sobrando em alguma outra categoria.

3 – Aproveite até o fim

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Depois de comprar um produto é preciso aproveitá-lo ao máximo. Muitas vezes, quando o conteúdo está no final, não conseguimos mais extraí-lo da embalagem. Uma dica é, com uma tesoura, abrir a embalagem, horizontalmente, de forma que possa acessar o conteúdo – que não acabou.

4 – Saiba quando vale pagar mais

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Nem sempre é uma boa ideia economizar em maquiagem, uma vez que a qualidade pode interferir na saúde da sua pele. Itens como lápis de olho não tem grande diferença e podem ser encontrados em marcas mais econômicas. Já a base, que fica em contato direto com a pele de todo o rosto, pode ter tecnologias específicas que justificam a diferença de preço e valem gastar mais.

5 – Faça você mesma!

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Foto: Werby Fabrik/Pixabay

Quando o orçamento aperta, pintar as unhas, fazer depilação e hidratações nos cabelos são possíveis de fazer em casa, de forma muito mais econômica. Deixar para um profissional apenas coisas que você não domina – como cortar o cabelo – pode aliviar o orçamento. Deixar idas ao salão intercaladas com as vezes que faz o serviço em casa também é uma opção para quem não abre mão do serviço.

Produzido por Simplic tendo como fontes Finanças Femininas, Dicas de Mulher

Dia das Mães: Shopping Pátio Paulista sorteia Jeep Renegade Longitude

Dia das Mães é muito especial no Shopping Pátio Paulista: o centro de compras traz, até 12 de maio, a campanha “Seja Amor Aonde For”, que sorteará um automóvel Jeep Renegade Longitude.

É muito fácil participar: a cada R$ 450,00 em compras nas lojas participantes, os consumidores poderão trocar as notas registradas no balcão, que ficará no Piso Maestro Cardim, por cupons. O sorteio do carro acontecerá no dia 13 de maio.

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Baixando o aplicativo do shopping, o participante terá direito a cupom duplo, aumentando as chances de ganhar. Para saber mais sobre a mecânica da campanha e ler o regulamento completo visite o site.