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Setembro Amarelo: Brasil tem média de 60 mil novos casos de depressão por ano

A partir de 2021, a depressão deverá ser o segundo maior problema de saúde mundial segundo estimativa da OMS (Organização Mundial da Saúde). O número de casos registrados nos últimos anos serve de alerta. Só no Brasil, houve um aumento de 300 mil portadores da doença, passando de 11,2 milhões em 2013 para 11,5 milhões em 2018 – uma média de 60 mil novos casos por ano.

Apesar do problema atingir pessoas de diferentes idades, a OPAS-Brasil (Organização Pan-Americana de Saúde) alerta que os idosos são os que mais enfrentam a depressão. O último levantamento do IBGE sobre a doença reforça que a faixa entre 60 e 64 é a que mais sofre com o problema, ultrapassando 11% do total de diagnósticos. As causas vão desde déficits físicos e cognitivos, comorbidades, uso de medicamentos e mudanças no estilo de vida.

“Há indivíduos com episódios depressivos desde a fase adulta e aqueles que apresentam só ao envelhecer, mais relacionados a fatores como o declínio da saúde, perda do papel social com a aposentadoria e do poder aquisitivo, isolamento e perdas bem significativas como o falecimento de cônjuge, familiares e amigos próximos”, explica Ana Catarina Quadrante, geriatra da Cora Residencial Senior.

Lidando com a depressão

mulher pensando depressao grisalha

Como se sabe, a depressão não tem uma causa específica. Além de associada à reclusão, há outros fatores como má alimentação, dificuldades para dormir, tristeza e traumas. E nos idosos o diagnóstico é mais difícil. Diferente dos jovens, eles não costumam se queixar de desânimo e angústia. Por isso, especialistas recomendam: conversar com quem está depressivo e acompanhar a rotina sempre que possível ajuda.

Segundo a médica, “o primeiro passo é entender que os sintomas depressivos não são normais do envelhecimento. Idosos frequentemente tem queixas leves de humor deprimido, apresentando muitas queixas somáticas (como dores, falta de energia, insônia e falta de apetite) e evoluem com apatia e isolamento social. É importante que os familiares estimulem o idoso a buscar tratamento e, em alguns casos, o acompanhem, uma vez que o indivíduo pode não perceber seu estado de humor ou não ter energia suficiente para buscar auxílio”.

Neste sentido, ganha importância a atuação do cuidador e também o trabalho desenvolvido pelas ILPIs (Instituições de Longa Permanência para Idosos) no acompanhamento da rotina dos idosos e na socialização. A Cora Residencial Senior, por exemplo, disponibiliza atividades diárias que ajudam a evitar a solidão, desde exercícios físicos à jogos e jantares temáticos. A instituição conta com 500 residentes.

idosos

Especialistas alertam para a importância de uma rede de apoio como suporte para o idoso, tanto em casa quanto nos residenciais. Os medicamentos são importantes, mas não se deve ficar restrito apenas a eles. “O tratamento da depressão pode ser dividido em farmacológico (uso de medicações antidepressivas) e não farmacológico, que envolve a atividade física, inserção em grupos sociais e religiosos, meditação e psicoterapia”, completa Quadrante.

Atitudes como respeitar a autonomia do idosos, valorização da autoestima, e claro, o acompanhamento médico são pilares essenciais para vencer a depressão.

Fonte: Cora Residencial

 

Dieta fracionada e fibras favorecem o controle do diabetes

Nutricionista da Cora orienta sobre a importância da alimentação na prevenção e gerenciamento da doença

Envelhecer bem também está diretamente relacionado ao prato – ou melhor, aos hábitos alimentares. Uma dieta saudável e balanceada ao longo da vida é fator de prevenção e controle das doenças crônicas, que aumentam com o envelhecimento. A taxa de diabetes na faixa etária de 60 a 64 anos, por exemplo, pulou de 18% para 25% em 16 anos, segundo o estudo Sabe (Saúde, Bem-estar e Envelhecimento) da USP (Universidade de São Paulo), que acompanha o envelhecer na cidade de São Paulo desde 2000.

Para conscientização da importância dos alimentos no combate ao diabetes, a nutricionista Letícia Trigo Monteiro, da Cora Residencial Senior, orienta sobre o cardápio adequado para qualidade de vida dos idosos. “A alimentação equilibrada é aquela que oferece todos os grupos de alimentos, como carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais, distribuídos em seis refeições ao longo do dia. Além da ingestão correta de líquidos e de fornecer prazer e qualidade de vida às pessoas”, afirma a nutricionista.

O tipo mais comum de diabetes é o 2, caracterizado pela ausência, deficiência ou resistência à ação da insulina (hormônio que sinaliza ao organismo capturar açúcar que circula pelo sangue). Com isso, o nível de glicose fica alto (hiperglicemia). O problema está associado ao envelhecimento, obesidade, sedentarismo, entre outros fatores. “Por isso, o objetivo da terapia nutricional é manter a glicemia dentro dos níveis da normalidade e o estado nutricional adequado das pessoas”, avalia a nutricionista. Veja a seguir as principais orientações.

Dieta fracionada

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Ela explica que a dieta fracionada, em seis refeições diárias, sendo três grandes e três lanches intermediários, com horários e quantidades determinadas e adequadas, é considerada o ponto-chave no controle glicêmico de diabéticos e intolerantes à glicose, evitando hipoglicemia ou hiperglicemia.

Ler o rótulo dos alimentos

rótulo

O mercado oferece um número cada vez maior de produtos rotulados como “diet”, “light” ou “de baixa caloria”. No entanto, a noção de que estes alimentos podem ser consumidos livremente pelos diabéticos é falsa. É preciso ter cuidado para não confundir alimentos dietéticos ou modificados com alimentos para diabéticos.

“Dessa forma, os diabéticos devem ser orientados a ler os rótulos dos alimentos, sejam eles diet ou não, lembrando sempre que o consumo exacerbado dos mesmos pode ocasionar um consumo energético muitas vezes semelhante ou até maior ao convencional, prejudicando o controle glicêmico”, orienta Letícia.

Composição do prato ideal

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Foto: Giraffas

O prato deve ser composto por uma maior parte de verduras e legumes (o que corresponde a metade do prato) e a outra metade deve ser fracionada da seguinte maneira: 1/3 do prato composto por proteína animal (carnes magras, frango ou peixe), 1/3 por carboidratos dando preferência aos integrais e 1/3 por proteína vegetal (feijões, lentilha, grão de bico, entre outras).

Alimentos mais indicados

verduras legumes frutas

De forma geral, deve-se dar preferência aos alimentos in natura (frutas, verduras e legumes) e ricos em fibras, evitando o consumo de alimentos processados e ultraprocessados, como as conservas, frutas em calda, carnes salgadas, queijos, embutidos e enlatados. Entretanto, é de suma importância o acompanhamento com o nutricionista para que a dieta seja elaborada dentro das necessidades e particularidades de cada indivíduo.

Atividade física

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Pexels

Junto com a alimentação balanceada, os exercícios físicos são fundamentais para o bem-estar. Caminhada, dança, ginástica ou alongamento são algumas das atividades indicadas para prevenir complicações da doença e o controle dos níveis de glicemia. Além disso, a atividade física ajuda a reduzir o peso e a gordura abdominal, melhorando os níveis de colesterol e reduzindo a pressão arterial e risco de problemas cardíacos.

Fonte: Cora

No Dia dos Avós, uma história de afeto para se inspirar

Há cinco anos, neto mantém tradição de jantar com a avó, portadora de Alzheimer, toda semana

Todas às quintas-feiras, o publicitário Marcos Borges Malta, 36, tem um encontro marcado: jantar com a avó Francisca Luzia dos Santos, 89. Residente da Cora Residencial Senior do Tatuapé, a idosa com mobilidade reduzida e em estágio inicial de Alzheimer, sabe o dia exato da visita do neto e o espera com ansiedade, comentando com os funcionários e residentes sobre a vinda do jovem.

Segundo Malta, o hábito do jantar semanal com a avó começou há cinco anos, após ele fazer parte de um grupo de trabalho voluntário: “Durante esse trabalho social percebi que na própria família tinha uma pessoa que também precisava de um pouco mais da minha atenção, minha avó”. E foi assim que o vínculo já estreito entre avó e neto se fortaleceu ainda mais.

Eles sempre moraram próximos, no bairro da Vila Matilde, em São Paulo – eram vizinhos. A presença da avó foi constante no seu desenvolvimento e com ela aprendeu algumas lições para a vida. “Uma das coisas que me inspira até hoje é a força da minha avó, que criou sozinha quatro filhas durante boa parte da vida, já que ficou viúva aos 46 anos”, revela.

A refeição sempre esteve presente na família – a tradicional comida de avó. Segundo Malta, o bife que ela fazia ainda é o melhor que ele já comeu na vida. Ele lembra do aroma da refeição até hoje, algo que marcou sua infância. Além disso, os pratos preparados com carinho por ela nas festas de final do ano faziam sucesso. Cerca de 30 pessoas se reuniam em torno da mesa. “A união sempre foi importante para a família e, a casa da avó, um ambiente acolhedor”, conta o neto.

O fato dela morar em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) não afetou a proximidade entre avó e neto, isso porque na Cora Residencial Senior não há restrição de horários e datas para as visitas. “Há cerca de cinco meses, ela mora aqui. É a nova casa dela e venho aqui toda semana para jantar e conversar”. Especializada nos cuidados de idosos, a instituição promove uma série de atividades físicas e mentais e estimula o convívio social como forma de manter o idoso ativo, promover o envelhecimento saudável e minimizar o avanço de doenças, dentre elas, as demenciais.

Para Malta, o jantar semanal não é apenas uma visita. As conversas sobre curiosidades da família, a rotina e também fatos do passado são formas de estimular a memória da sra. Francisca e uma oportunidade de estar próximo, dar atenção e ajudar nos cuidados.

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Quando a família se reúne, Malta e a mãe, Lucia de Fátima Santos se encarregam de buscar a avó no residencial e leva-la par participar. Foi assim no Dia das Mães e também no aniversário de uma prima. O mesmo, eles planejam para as festas de final de ano. “É importante ter esse calor humano, para ela e para a gente”, finaliza.

A senhora Francisca tem quatro filhas, 11 netos e dois bisnetos. Adora música nordestina, principalmente, Luiz Gonzaga. Algumas letras ela lembra de cor e canta com voz pausada, seguindo o ritmo. O momento mais especial da semana é o encontro com o neto.

Fonte: Cora Residencial Senior

Nutricionista ensina como substituir o sódio sem perder o sabor dos alimentos

Um dos temperos mais utilizados em todo o mundo, o sal também é um dos principais agentes causadores de alguns problemas de saúde. Por isso, há sempre campanhas de conscientização de consumo com moderação. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o ideal é que a ingestão de sódio por dia não ultrapasse 2g (uma colher de café rasa). No Brasil, a média é mais do que o dobro: 4,7g/dia.

“O paladar do brasileiro já é tendencioso para comidas mais salgadas. Só que, com o tempo, os prejuízos do grande consumo de sódio são diagnosticados, como pressão alta e problemas renais, que afetam, principalmente, os idosos”, explica Milena Maffei Volpini, coordenadora de nutrição da Cora Residencial Senior.

O estudo “Heart Disease and Stroke Statistics” (Estatísticas sobre Doenças Cardíacas e Infartos), da American Heart Association, apontou que durante os anos de 2001 e 2011, a taxa de morte por hipertensão, aumentou 13,2% nos mais de 190 países pesquisados. O consumo excessivo de sal é prejudicial em qualquer idade, mas os riscos são maiores nas pessoas idosas, pois se trata da faixa etária em que há um número maior de doenças clínicas. Segundo a OMS, a hipertensão arterial atinge 30% da população adulta brasileira. Na terceira idade, este número passa para 50%.

Conscientização

sal - morguefile

De acordo com um levantamento realizado pela Sociedade Brasileira de Hipertensão (SBH), pouco mais de 20% dos hipertensos controlam adequadamente a hipertensão arterial. E este controle, de acordo com Milena, não deve ser apenas com medicações, mas também a conscientização do uso adequado do sal e uma alimentação correta ajudam a amenizar os índices de pressão.

“O aumento do consumo de sal na terceira idade é compreensível, já que, ao passar dos anos, perdemos a sensibilidade aos sabores. Para dar mais gosto a comida sem aumentar o sal, o ideal é preparar temperos naturais”, afirma Milena.

Na Cora, além das famílias já terem indicações médicas sobre o consumo de sal, as nutricionistas sempre acompanham as refeições oferecidas e, por meio das avaliações nutricionais que são feitas, realizam orientações nutricionais individuais de acordo com a necessidade de cada residente. Outra estratégia da Cora é não disponibilizar saleiros nas mesas, assim, não incentiva os residentes a adicionarem mais sal nas preparações.

Existem alguns temperos que podem substituir o sal, como pimenta, orégano, noz moscada, louro, limão, gengibre, coentro, cebolinha, cominho, canela, alecrim e alho, mas é preciso ficar atento, já que alguns destes condimentos podem trazer outros problemas para saúde.

“Se o idoso apresentar gastrite, por exemplo, pode haver uma irritação no trato gastrointestinal. E sempre há o risco de algum tipo de alergia. Por isso, é preciso sempre verificar qual tipo de tempero que pode ser utilizado em cada refeição”, alerta Milena.

Dicas da nutricionista

sal de ervas
· Nunca deixar o saleiro a mesa;
· Utilizar temperos naturais e ervas secas e frescas para temperar;
· Fazer sal de ervas;
· Evitar produtos enlatados e embutidos;
· Preferir o consumo de queijos brancos aos amarelos.

Bouquet garni (conjunto de ervas aromáticas para temperar pratos e molhos)

bouquet garni foto HGTV
Foto: HGTV

Ingredientes:
1 folha de alho-poró
1 folha de louro
1 ramo de alecrim
1 ramo de tomilho
5 ramos de salsinha

Modo de preparo:
Enrole a folha de alho-poró ao redor do louro, do alecrim, do tomilho e dos ramos de salsinha. Amarre com um barbante culinário, formando um bouquet, e acrescente em sua preparação. Após o término do cozimento, retire o bouquet.

Sal de ervas

sal de ervas pinterest
Pinterest

Ingredientes:
10 g de alecrim
25 g de manjericão
15 g de orégano
10 g de salsinha
100 g de sal marinho

Modo de preparo:
Bata os ingredientes no liquidificador. Guarde em pote de vidro bem fechado. Utilize no lugar do sal comum.

Fonte: Cora

Diagnóstico precoce permite mais qualidade de vida ao paciente de Alzheimer

Diretor médico da Cora Residencial Senior fala sobre a importância do diagnóstico precoce para o controle da evolução e dos sintomas da doença

A doença de Alzheimer é uma das causas de demência que mais atingem as pessoas acima de 60 anos. Apesar de não ter cura, quando diagnosticada no início é possível retardar o seu avanço e controlar os sintomas, proporcionando cuidados para garantir melhor qualidade de vida ao paciente.

O comprometimento da memória e de outras funções cognitivas são alguns dos sintomas iniciais da doença, provocada pela morte gradual dos neurônios. Além do esquecimento de informações recentes, o idoso perde a orientação do tempo e espaço, tem dificuldade para tomar decisões, apresenta mudança de humor e depressão.

O problema atinge 1,2 milhão de pessoas no Brasil e 35,6 milhões no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e a tendência é aumentar ainda mais esses números por causa do envelhecimento da população. O Dia Mundial do Alzheimer, em 21 de setembro, marca a importância da conscientização da doença.

“Quanto mais cedo começarem os cuidados e um tratamento multidisciplinar, melhor será o controle da evolução do Alzheimer. Com as medicações introduzidas no momento certo, a evolução pode ser mais lenta, menos agressiva ao paciente”, afirma o médico Jarbas José Salto Jr., diretor de operações da Cora Residencial Senior, Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI) com seis unidades em São Paulo, que oferece um novo conceito de residencial para a terceira idade.

O Alzheimer não acomete só os idosos, mas envolve também seus familiares e cuidadores. Muitas vezes não é possível manter os cuidados em casa. Por isso, tem sido cada vez mais frequente a procura por residenciais que contam com profissionais para atender essas necessidades. O trabalho multidisciplinar desenvolvido em instituições, como a Cora, oferece todo apoio e segurança aos pacientes e suas famílias.

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Com suporte de geriatras, enfermeiros, fonoaudiólogos, fisioterapeutas, educadores físicos e nutricionistas, a instituição oferece cuidados específicos, atenção, socialização e estímulos cognitivos e físicos para preservar a independência funcional pelo maior tempo possível. Além de contar com espaços que garantem a melhor mobilidade, segurança e bem-estar do idoso.

Fonte: Cora

Atividades que ajudam a combater o avanço da doença de Alzheimer

Videogame, teatro, dança e música são algumas das dinâmicas da Cora Residencial Senior que, junto com os cuidados, promovem qualidade de vida e contribui no controle de sintomas da doença

Atividades físicas e mentais estimulam o cérebro e ajudam a controlar o avanço da doença de Alzheimer, um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população acima de 60 anos, que atinge 1,2 milhão de brasileiros e é responsável por 80% dos casos de demência. Enquanto se exercitam, os idosos aprendem algo novo, têm convívio social e superam desafios, o que provoca novas conexões cerebrais e a melhora cognitiva.

A doença é caracterizada pela morte gradual das células cerebrais, com a perda de memória e de outras funções, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço. Apesar de não ter cura, com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida dos pacientes.

A Cora Residencial Senior, rede de Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPI), desenvolve ações para promover a autonomia e preservar as habilidades cognitivas dos residentes. Neste mês, em que é celebrado no dia 21 o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer, a instituição realiza atividades específicas para os pacientes.

Estímulos

Jogos no videogame, dominó, caça-palavras, leitura, dança sênior, teatro, ginástica em grupo, musicoterapia e oficinas manuais de culinária, pintura e jardinagem são algumas das práticas realizadas que estimulam o movimento, a memória e a socialização.

“Além da medicação adequada e dos cuidados do dia a dia, o paciente precisa ter estímulos, convívio social e uma atenção multidisciplinar”, afirma o médico Jarbas José Salto Jr., diretor de operações da Cora. “Esses estímulos auxiliam no controle da evolução do Alzheimer, que pode ser mais lenta, menos agressiva. Percebemos os resultados na rotina dos idosos”.

Uma equipe formada por enfermeiro, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, educador físico e nutricionista é responsável por criar um plano de treinamento das habilidades cognitivas prejudicadas, com exercícios de associações verbais, tarefas de memorização, de linguagem e de planejamento. A seguir, as atividades que proporcionam, junto com a medicação e os cuidados, qualidade de vida aos pacientes:

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Foto: MedicalNewsToday

Dança sênior – desenvolve equilíbrio, força muscular e flexibilidade, auxiliando na prevenção de quedas e na postura. Além de aprimorar a capacidade de raciocínio e trazer ganhos de ordem emocional relacionados à alegria que ela proporciona aos idosos.

Teatro – trabalha imaginação, histórias que reavivam a memória, estimula a criatividade, combate à depressão, incentiva a interação social e facilita a respiração, além de melhorar o humor.

Musicoterapia – desperta emoções e lembranças. Ao ouvir uma canção que está ligada a alguma época ou fato da vida, a pessoa consegue trazer de volta essas memórias.

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Foto: MedicalNewsToday

Videogame – contribui para o aumento da concentração, melhora a capacidade motora e cognitiva para entender, assimilar e relacionar-se com o mundo ao redor.

Oficina de culinária – nomes dos utensílios exercitam a memória. O passo a passo, a lista de ingredientes e quantidades ajudam a praticar o raciocínio. O aroma dos alimentos estimula a memória olfativa. As receitas trazem lembranças, histórias e estimulam troca de experiências.

Leitura – jogos de raciocínio como xadrez, sudoku e palavras-cruzadas estimulam a memória, assim como se manter atualizado com jornais, revistas e livros.

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Pintura – ajuda na concentração, na expressão, autoestima e a exercitar a parte motora, além de resgatar lembranças.

Fonte: Cora

Hoje é o Dia Nacional de Atenção à Disfagia

A disfagia é caracterizada pela dificuldade de deglutição. É também um sintoma de que alguma alteração pode estar ocorrendo, sendo imprescindível a orientação e tratamento adequados, pois, além de provocar problemas emocionais e isolamento social, traz consequências como desnutrição, desidratação, perda de peso (devido à recusa alimentar), além de casos de infecções respiratórias (pneumonia aspirativa, quando alimentos acabam entrando nos pulmões) podendo chegar ao óbito.

Embora possa ocorrer em diferentes fases da vida é no envelhecimento que ela requer mais atenção, já que há mais possibilidade de engasgos e outros problemas que são agravados por doenças crônicas mais prevalentes com o envelhecimento como, por exemplo, as demências e o Parkinson.

“A disfagia deve ser interpretada como um sinal de que algo está errado. Engasgos, tosse, dificuldade para engolir, alimentos e saliva que escapam da boca e, até mesmo, a falta de apetite muitas vezes passam despercebidos no momento da alimentação e podem causar complicações mais sérias como, por exemplo, deficiência nutricional”, explica Rodrigo César Schiocchet da Costa, geriatra da Cora Residencial Senior.

De acordo com estudos internacionais, 27,2% dos idosos apresentam disfagia e esse número aumenta para 47,5% quando existe histórico de hospitalização.

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“O tratamento é multidisciplinar, mas o diagnóstico e reabilitação são feitos pelo fonoaudiólogo, por isso é extremamente importante realizar uma avaliação da deglutição no paciente para identificar possíveis alterações, além de ter a certeza de que ele pode se alimentar de maneira segura por via oral”, explica Vanessa Abreu Claser, fonoaudióloga da equipe multidisciplinar da Cora Residencial Senior.

Sintomas da disfagia

– Dificuldade para engolir.
– Sensação de alimento parado na garganta (bolo).
– Restos de alimento na boca após deglutição.
– Demora no tempo de refeição.
– Falta de interesse na alimentação.
– Tosse durante ou após a refeição.
– Voz alterada com sensação de secreção.
– Engasgos constantes.
– Falta de ar iniciada durante a refeição.
– Perda significativa de peso.

Fonte: Cora

Visita pet leva carinho, alegria e saúde a idosos

Convivência com cães traz benefícios para os idosos, como a melhora no sistema imunológico, no humor e na disposição, além de ser prazerosa para os bichinhos também

Um simples carinho em um pet já provoca um efeito imediato no organismo humano. Segundo estudos, essa interação traz benefícios à saúde física e emocional das pessoas, como a redução da pressão arterial, o controle da hipertensão e do estresse. Para deixar a vida dos idosos mais alegre, a Cora Residencial Senior, a maior rede de instituições de longa permanência para idosos da América Latina, recebe todo mês em suas unidades a visita dos pets da Cão Cidadão.

“Hoje sabemos que o animal de estimação melhora vários aspectos da saúde do idoso. Os ganhos são percebidos no humor, na memória, na socialização e até mesmo no melhor controle de doenças crônicas como a pressão alta e o diabetes. A literatura médica mostra que idosos que têm contato com animais são mais funcionais e independentes, o que reforça a importância dessa relação tão especial”, afirma Rodrigo César Schiocchet da Costa, geriatra da Cora Residencial Senior.

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“Eles enchem o coração da gente de alegria e são uma companhia sincera, dão carinho e não pedem retorno.”, conta a dona Neuza Antoniazzi, residente da Cora Ipiranga. Ela e os amigos costumam formar uma roda para receber, brincar, jogar bolinhas e dar petiscos aos pets.

Cuidados

Para a companhia dos bichos, não há contraindicação. Precisa só tomar alguns cuidados, por exemplo, se a pessoa tem uma doença respiratória um pouco mais avançada, às vezes, o pelo pode desencadear uma alergia, um acesso de tosse. Outra coisa é que, como idoso tem a pele mais frágil, as unhas dos animais precisam estar sempre aparadas para não arranhar. As vantagens desse contato não são apenas para as pessoas. Os cães que participam adoram receber carinho e a interação acaba sendo prazerosa para eles também.

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Os benefícios
1 – Motiva a convivência social e dribla o isolamento.
2 – Contato com os pets diminui os batimentos cardíacos e a pressão arterial.
3 – Ajuda a combater o estresse e depressão.
4 – Estimula a atividade física, com passeios ou brincadeiras.
5 – Traz alegria e faz companhia.
6 – Desperta boas memórias e ajuda os idosos afetivamente.
7 – Melhora do humor devido à liberação de endorfina que provoca relaxamento, sensação de conforto, calmaria e ânimo.
8 – Fortalece o sistema imunológico.

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Cora Residencial

Endereços
Higienópolis – Rua Marquês de Itu, 816
Campo Belo – Rua Demóstenes, 748
Chácara Santo Antônio – Rua Alexandre Dumas, 2.510
Ipiranga – Rua Antônio Marcondes, 427
Jardins – Rua Leôncio de Carvalho, 98
Tatuapé – Rua Azevedo Soares, 21
Villa Lobos – Rua Professora Helena Moura Lacerda, 131