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Liberação do uso de máscaras em locais abertos: 37% das pessoas não deixarão de usar

Pesquisa realizada pela Doctoralia aponta que, mesmo com a liberação do uso de máscaras ao ar livre em alguns estados, 37% das pessoas afirmam que não abandonarão o uso mesmo após a imunização completa; 34% continuarão utilizando álcool em gel, 28% respeitarão o isolamento social e apenas 1% não pretende tomar nenhuma medida de prevenção.

O levantamento, que busca entender o comportamento dos brasileiros após esquema vacinal completo, permitia a seleção de mais de uma opção nessa questão.

Quando perguntadas sobre novas variantes do Sars-CoV-2, sete a cada dez entrevistados afirmaram que têm medo da ocorrência delas, mesmo após estarem 100% imunizadas contra o vírus. Apesar desse cenário, surpreendentemente, 52% dos participantes responderam que, após completarem o esquema vacinal, se sentem confortáveis em estar na presença de grupos com mais de dez pessoas.

Vale destacar que os especialistas alertam para a importância de não deixar de lado as medidas de segurança, no intuito de diminuir a circulação do vírus até que a maioria da população esteja vacinada e, consequentemente, a pandemia esteja sob controle.

Dessa forma, caso as pessoas optem por encontrar familiares e amigos, devem dar preferência a pequenos grupos e, se puderem, conduziram essa reunião ao ar livre ou com o uso de máscaras bem ajustadas ao rosto. Ao todo, 1.726 pessoas foram entrevistadas, a maioria do sexo feminino, entre 36 e 45 anos.

Fonte:  Doctoralia

O Boticário é primeira marca a usar tecnologia que protege contra o coronavírus

Empresa usa a tecnologia Nanoblock em etiquetas perfumadas

O Grupo Boticário é a primeira marca a usar a tecnologia Nanoblock, com nanotecnologia para eliminar bactérias e vírus, incluindo o novo coronavírus. A tecnologia foi desenvolvida pela Anjo Tintas, umas das maiores indústrias de tintas do Brasil, em parceria com a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina.

Agora as amostras de perfumaria da marca O Boticário contam com uma superfície protegida contra vírus e bactérias, que foi desenvolvida pela Adhespack, empresa pioneira no mundo em amostragem antiviral. As amostras com proteção contra vírus e bactérias foram lançadas no último mês de setembro pela Adhespack, na Luxe Pack Mônaco 2021.

Capaz de proteger produtos em embalagens flexíveis de forma contínua e com longa duração, o selo garante que a embalagem é antiviral e bactericida. Dessa forma, vírus e bactérias não conseguem se fixar e se multiplicar na superfície, impedindo a contaminação cruzada e garantindo que a proteção de qualquer pessoa que manuseie aquelas embalagens. Assim, não importa quantas pessoas tocaram no produto, pois ele permanecerá protegido de inúmeros riscos à saúde que são invisíveis aos olhos.

“É uma inovação tecnológica a nível mundial. Hoje as pessoas falam de se proteger, usar máscara, passar álcool em gel, manter distância e não tocar umas nas outras. Mas, até agora, não existia um produto para oferecer proteção inteligente e contínua, e a Anjo Tintas traz essa novidade através da Linha AnjoPrint, que possui tintas e produtos desenvolvidos para impressão em embalagens flexíveis. Os testes mostraram que os vírus e bactérias são incapazes de se fixar ou se multiplicar na superfície das amostras que receberam a nanotecnologia, minimizando os riscos de contaminação cruzada no caso de uma pessoa compartilhar sua amostra.”, diz Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas.

“A Adhespack está na vanguarda e já oferece há muito tempo soluções seguras, higiênicas e individuais e agora desenvolveu uma linha com uma proteção extra”, explica Sergio Picciarelli, diretor de marketing e inovação da Adhespack.

Embalagens das amostras do perfume EGEO são os primeiros a receber tecnologia Nanoblock, desenvolvida pela Anjo Tintas

Ter um produto com esse selo mostra aos consumidores que a marca está preocupada com o bem-estar dele e fará o máximo para proteger também as pessoas do seu convívio. Entre um produto com selo antiviral e bactericida, incluindo o novo coronavírus, e um produto comum, o consumidor terá a vantagem de escolher aquele que oferece maior proteção. A tecnologia Nanoblock está disponível em formato verniz, que pode ser aplicado em toda a embalagem, garantindo a proteção de quem tocar na superfície. O formato também garante à indústria de embalagens um impacto mínimo no custo e no método utilizado.

Um ano de pandemia: o que devemos manter para deixar a limpeza da casa em ordem

Prestes a ‘fazer aniversário’, pandemia ainda requer cuidados extras para diminuir as chances de contágio

Já estamos devidamente habituados com a pandemia. Sabemos que é extremamente importante utilizar máscaras, manter o distanciamento social e lavar bem as mãos, se possível complementando com álcool em gel. Afinal, em março teremos completos um ano desde a chegada do coronavírus no Brasil.

E, desde as primeiras notícias da doença em solos brasileiros, uma série de novos protocolos em relação à limpeza foi implementada. Mas, e agora, depois desse tempo? O que precisamos manter? Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, relembra algumas dicas importantes que não devem ser esquecidas, mesmo com a chegada da vacina e a retomada das nossas atividades cotidianas.

=Tirar os sapatos antes de entrar em casa: esse simples ato evita que não só covid, mas outros vírus e doenças entrem em nosso lar. Para não ter problemas com vizinhos, logo depois de chegar, retire os sapatos na porta de entrada, usando luvas, e passe uma solução desinfetante neles.

=Lave as mãos com frequência e, principalmente, sempre que chegar de locais como supermercados, banco, trabalho, escola etc.

=Se trouxer alimentos ou produtos para dentro de casa, lave-os bem antes de armazená-los em armários ou geladeira.

=Sempre que possível, desinfete superfícies de alto contato, como interruptores, maçanetas de portas, controle remoto, porta da geladeira, do forno e micro-ondas. Outro objeto que fica muito exposto a sujidades e contaminantes é o nosso celular, que também merece essa atenção. A desinfecção pode ser feita com álcool 70% e um pano limpo e seco.

=Prefira aspirador de pó a vassoura, que pode levar a sujeira de um cômodo ao outro, em vez de eliminá-la.

=Nunca utilize o mesmo pano para limpar diferentes áreas da casa. Isso causa a contaminação cruzada, quando levamos sujeira de um cômodo ao outro, como do banheiro para o quarto, por exemplo.

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=Não misture diferentes produtos de limpeza: a junção de dois ou mais produtos, que têm em sua composição diversos agentes químicos, pode ser nociva à nossa saúde e emitir gases, causando alergias e reações.

Fonte: Limpeza com Zelo

Covid-19: orientações nutricionais para reforçar sistema imunológico*

O nosso sistema imunológico tem como principal função a proteção contra infecções causadas por bactérias, vírus e outros patógenos. Fatores como genética, meio ambiente, estilo de vida, estado nutricional – ou mesmo a interação de todos esses fatores – influenciam o sistema imunológico, e isso pode explicar as grandes diferenças entre as pessoas neste quesito.

A nutrição tem sido estudada há décadas em seu importante papel na imunidade. Conforme ocorre com os outros sistemas corporais, o sistema imunológico depende de nutrientes adequados para seu bom funcionamento e estudos mostram que as células imunes podem ser particularmente sensíveis à ausência ou redução de certos nutrientes e componentes dos alimentos.

Pesquisas evidenciam que a deficiência ou inadequação nutricional está associada ao comprometimento da função imunológica, contribuindo para o aumento da morbidade e mortalidade por infecções. Dessa forma, melhorar o estado nutricional e a quantidade de vitaminas e minerais é essencial para garantir a saúde imunológica, seja por meio da ingestão alimentar ou de suplementos.

Alimentos indispensáveis para o sistema imunológico:

Ômega-3: peixes (sardinha, atum, arenque, salmão selvagem), castanhas, amêndoas, nozes

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Compostos bioativos (antioxidantes e anti-inflamatórios): frutas vermelhas/arroxeadas, verduras, legumes e sementes em geral

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Prebióticos: (cebola, alho, alho-poró, chicória, farinha de banana verde, batata-doce, batata yacon, biomassa de banana verde) e fibras (cereais integrais, frutas, verduras, legumes, sementes) para a saúde do intestino

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Selênio: principal fonte castanha-do-pará (recomendado 3 unidades/dia)


Vitaminas do complexo B: levedura nutricional, sementes oleaginosas, cereais integrais

Foto: Scibosnian

Vitamina D: peixes de água salgada, ovos e manteiga

Vitamina E: azeite de oliva extravirgem, castanhas, avelã, semente de girassol, abacate

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Vitamina A: cenoura, batata-doce, folhas de brócolis, manga, couve

Vitamina C: abacaxi, acerola, laranja, kiwi, goiaba, brócolis, frutas cítricas, frutas vermelhas, talos da couve, salsa

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Zinco: sementes como gergelim, chia, linhaça, castanhas, amêndoas, cereais integrais, casca da tangerina, feijões, principalmente feijão azuki

Os alimentos desta lista devem fazer parte da composição diária da dieta. Suplementos nutricionais poderão ser indicados conforme necessidade individualizada. E deve-se evitar alimentos industrializados em geral, devido à baixa qualidade nutricional.

Além de manter um padrão saudável de alimentação, regular os níveis de estresse e sono também auxiliam no sistema imunológico. Níveis elevados de estresse contribuem para o aumento de cortisol circulante. Sabe-se que os níveis de cortisol interferem diretamente na qualidade do sono. Um sono inadequado pode causar menor eficiência das células imunitárias – ou, em outras palavras, baixar a imunidade.

*Gislaine Engelmann é nutricionista clínica do Hospital Dona Helena, de Joinville (SC)

Sigvaris lança máscaras reutilizáveis produzidas com fios que inativam ação do novo coronavírus

Fios de poliamida Amni Virus-Bac foram desenvolvidos pela Rhodia e contam com agente antiviral e antibacteriano que ajuda a bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias

Visando auxiliar no combate à proliferação do novo coronavírus, a Sigvaris Group, empresa suíça líder no mercado de acessórios de compressão graduada, lança a máscara de proteção reutilizável Sigvaris Care, feita com a nova tecnologia Amni Virus-Bac, um agente antiviral e antibacteriano capaz de bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias. Além disso, o tecido retém pouca umidade e tem ação antimicrobiana, o que inibe a proliferação de fungos.

Além de outros vírus, o fio de poliamida Amni Virus-Bac inativa a ação da influenza e do novo coronavírus e elimina bactérias, impedindo que o tecido da máscara seja um meio de propagação de agentes contaminantes. Essa tecnologia rompe a capsula protetora do vírus, impossibilitando que ela “sobreviva” no ambiente da máscara. O efeito é permanente e resiste a inúmeras lavagens. Além disso, a máscara Sigvaris Care promove conforto térmico, seca rapidamente e não precisa passar.

Para os estudantes, a empresa oferece a Sigvaris Care Plus, com fechamento atrás do pescoço para evitar que escorregue do rosto durante as atividades escolares, visando promover maior segurança no retorno às aulas.

A Sigvaris Care e a Sigvaris Care Plus contam, também, com bolso interno para a colocação de filtro de papel ou outro material que crie uma barreira de proteção ainda maior, caso o usuário deseje. As máscaras estão disponíveis nos tamanhos P, M e G e nas cores verde, branca e preta. A venda é feita pelo e-commerce e em casas cirúrgicas.

Cada embalagem vem com duas máscaras (R$ 25,49) e há a opção de comprar kits com 10 e 25 pares de máscaras.

Informações: Sigvaris Group

Os cuidados na escolha e no uso do álcool 70% para a prevenção do novo coronavírus

Lavar as mãos com água e sabão é um hábito comprovadamente efetivo para evitar a transmissão não só do novo coronavírus, mas também de diversas doenças. Outro aliado em tempos de pandemia é o álcool 70%, um item indispensável quando é necessário sair do distanciamento social para a compra de mantimentos, por exemplo.

Mesmo com a comprovada efetividade em lavar as mãos, o álcool traz a praticidade de permitir a higienização mesmo quando não há água e sabão por perto. O álcool etílico, nas concentrações iguais ou superiores a 70%, age principalmente na estrutura lipoproteica (uma camada composta de gordura e proteína) que envolve o vírus, causando a inativação e o bloqueio na capacidade de infectar os organismos.

Nesse contexto, o aumento no consumo de álcool 70% no mundo todo foi inevitável, além disso, ocorreu também a diversificação nas formas disponíveis da substância, já que é possível encontrá-lo na forma líquida e em gel, podendo ou não conter outros aditivos como essências e hidratantes. É preciso, entretanto, tomar alguns cuidados para garantir a proteção contra doenças e ao mesmo tempo não correr riscos.

A primeira questão a ser considerada é o potencial inflamável do álcool etílico na concentração de 70%, portanto jamais fazer o uso próximo a chamas e fontes de calor, especialmente se estiver utilizando a formulação líquida. A versão líquida foi responsável por causar muitos acidentes e, portanto, teve a comercialização proibida desde 2002 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para aumentar a proteção durante a pandemia, o álcool 70% líquido retornou ao mercado, após autorização especial e temporária da Anvisa. Considerando o potencial risco dessa formulação líquida, especialmente quando está ao alcance de crianças, é preferível o uso da versão em gel, pois garante a mesma proteção contra o novo coronavírus e apresenta menor potencial inflamável.

Outro aspecto importante é a concentração do álcool que deve ser igual ou superior a 70% para a efetividade. Por isso é essencial ficar atento ao rótulo do produto, pois há diversas concentrações disponíveis para a comercialização. Usar uma concentração abaixo de 70% apresenta elevado risco, já que não é suficiente para inativar o vírus e ao mesmo tempo dá ao usuário a sensação de que está protegido, quando na verdade tem as mesmas chances de contrair a doença de antes do uso.

O armazenamento é também um fator importante e deve ser realizado distante de fontes de calor, em locais limpos e que não recebam diretamente luz solar. Sempre que não estiver em uso, o frasco deve permanecer fechado e não conter danos que permitam a exposição do produto. Esses cuidados garantem a manutenção da concentração e, portanto, a efetividade nas futuras higienizações.

Por fim, é importante avaliar a procedência, pois problemas na fabricação e processos clandestinos também comprometem a qualidade e a eficiência. Se estiver em dúvida quanto à procedência, é possível verificar no site da Anvisa se o produto é aprovado, o que garante maior confiabilidade.

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Não deixe de se proteger, mas escolha com cuidado o álcool 70% e garanta um bom armazenamento. Seguindo as orientações recomendadas é possível se proteger do novo coronavírus com riscos mínimos de acidentes.

Fontes:
Augusto Lima da Silveira é coordenador dos cursos Saneamento Ambiental e Gestão em Vigilância em Saúde na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui licenciatura em Química e atualmente é Doutorando em Ecologia e Conservação.
Ivana Maria Saes Busato é coordenadora dos cursos Gestão Hospitalar e Gestão de Saúde Pública na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui experiência em saúde pública e atualmente é Doutora em Odontologia.