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Pesquisas indicam que açaí pode ajudar a combater sintomas da Covid-19

Que o açaí faz bem à saúde, é gostoso e altamente energético, todo mundo já sabia. A novidade agora é que ele pode ajudar a combater os sintomas mais graves da Covid-19. É o que estão tentando provar pesquisadores do Canadá, que já estudam o efeito do açaí sobre as inflamações. A esperança é que a intervenção precoce com o extrato do fruto, se for eficaz, evite os sintomas mais prejudiciais associados ao novo coronavírus.

“Os frutos do açaí são baratos e estão disponíveis para todos, são seguros, então vale a pena tentar”, disse Michael Farkouh, da Universidade de Toronto, à Agência France Press. Segundo ele, pesquisas anteriores já mostraram que o extrato do açaí pode reduzir a inflamação, uma das consequências que o vírus pode causar e levar a complicações de saúde.

Para o estudo, Farkouh, junto com sua colega Ana Andreazza, recrutaram cerca de 580 pacientes com resultado positivo para o coronavírus no Canadá e no Brasil. Metade deles recebeu doses do medicamento experimental e a outra metade, um placebo. Os resultados do estudo serão divulgados até o final de 2020.

Para o diretor executivo da Açaí Concept, Jath Azevedo, independente dos resultados da pesquisa, já se sabe que o açaí é um aliado para uma vida mais saudável e para reforçar a imunidade do organismo. “Recebemos com muita alegria a notícia da realização dessas pesquisas. Há muito tempo acreditamos no açaí como alimento gostoso e nutritivo, ideal para quem quer levar uma vida saudável”, completa.

As lojas da franquia Açaí Concept já estão recebendo clientes, seguindo as regras sanitárias e um manual operacional elaborado pela empresa, com todos as informações e requisitos necessários para a retomada segura das operações.

Maior franquia de açaí do mundo, com cerca de 300 unidades, a Açaí Concept conquistou recentemente o certificado de Mega Franquia Internacional 2020. Atualmente, a Açaí Concept conta com lojas em dez países.

Informações: Açaí Concept – Central de Atendimento pelo (82) 3317.9084

 

Sigvaris lança máscaras reutilizáveis produzidas com fios que inativam ação do novo coronavírus

Fios de poliamida Amni Virus-Bac foram desenvolvidos pela Rhodia e contam com agente antiviral e antibacteriano que ajuda a bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias

Visando auxiliar no combate à proliferação do novo coronavírus, a Sigvaris Group, empresa suíça líder no mercado de acessórios de compressão graduada, lança a máscara de proteção reutilizável Sigvaris Care, feita com a nova tecnologia Amni Virus-Bac, um agente antiviral e antibacteriano capaz de bloquear a contaminação cruzada de vírus e bactérias. Além disso, o tecido retém pouca umidade e tem ação antimicrobiana, o que inibe a proliferação de fungos.

Além de outros vírus, o fio de poliamida Amni Virus-Bac inativa a ação da influenza e do novo coronavírus e elimina bactérias, impedindo que o tecido da máscara seja um meio de propagação de agentes contaminantes. Essa tecnologia rompe a capsula protetora do vírus, impossibilitando que ela “sobreviva” no ambiente da máscara. O efeito é permanente e resiste a inúmeras lavagens. Além disso, a máscara Sigvaris Care promove conforto térmico, seca rapidamente e não precisa passar.

Para os estudantes, a empresa oferece a Sigvaris Care Plus, com fechamento atrás do pescoço para evitar que escorregue do rosto durante as atividades escolares, visando promover maior segurança no retorno às aulas.

A Sigvaris Care e a Sigvaris Care Plus contam, também, com bolso interno para a colocação de filtro de papel ou outro material que crie uma barreira de proteção ainda maior, caso o usuário deseje. As máscaras estão disponíveis nos tamanhos P, M e G e nas cores verde, branca e preta. A venda é feita pelo e-commerce e em casas cirúrgicas.

Cada embalagem vem com duas máscaras (R$ 25,49) e há a opção de comprar kits com 10 e 25 pares de máscaras.

Informações: Sigvaris Group

Mudanças de temperatura afetam o sistema imunológico

Os mais vulneráveis são crianças, idosos e portadores de doenças crônicas

Após o Brasil passar por uma onda histórica de frio, com temperaturas negativas e neve na região Sul, os dias de sol e calor voltam a surgir. Com isso, espirros, tosses e alergias também aparecem. Em épocas de variações climáticas, é preciso saber como proteger o sistema imunológico, principalmente durante a pandemia de Covid-19.

“O tempo frio e o aumento da poluição lesionam diretamente a mucosa do nariz, ressecando-a. Isto aumenta o risco de invasão de vírus e bactérias, e pode desencadear crises de asma, rinite e até ataques cardiovasculares”, explica o pneumologista da Doctoralia, Ciro Kirchenchtejn .

Além do tempo frio, o confinamento causado pelo novo coronavírus faz com que a exposição ao sol diminua, interferindo diretamente na produção de vitamina D, essencial para o bom funcionamento do sistema imunológico. “Se durante o isolamento o indivíduo aumentar o consumo de álcool ou tabaco, também pode ter seu sistema imunológico prejudicado”, alerta o pneumologista.

Ainda segundo o especialista, é importante reforçar a atenção aos hábitos que afetam diretamente o bom funcionamento no nosso corpo. “Ao invés de consumir produtos industrializados, as pessoas devem dar preferência aos alimentos in natura, fontes diretas de fibras e vitaminas que garantem a integridade das nossas defesas. Crianças, idosos e portadores de doenças crônicas merecem cuidados redobrados, pois são os mais vulneráveis neste período”, revela Kirchenchtejn.

Para ajudar na proteção, é importante estar com a saúde em dia. “Todos devem ser vacinados para os agentes mais comuns, como a gripe e o pneumococo, e manter acompanhamento médico, a fim de garantir a estabilidade e a melhora das doenças crônicas”, reforça o pneumologista.

Coronavírus

O frio pode aumentar a resistência do vírus no meio externo, como em corrimões, mesas e balcões. “Por isso, é fundamental manter o uso de máscaras e a higiene frequente das mãos, principalmente antes de levá-las ao rosto, além do isolamento social, pois a transmissibilidade é ainda maior com a junção de tempo frio e aglomeração em locais fechados”, orienta  Kirchenchtejn.

Fonte: Doctoralia

 

Herbalife Nutrition lança gel antisséptico para mãos

Com uma deliciosa fragrância de chá verde, o produto higieniza as mãos sem ressecar a pele

A Herbalife Nutrition, empresa global de nutrição, acaba de trazer mais uma novidade para seu portfólio de produtos de nutrição externa: o Gel Antisséptico Para as Mãos.

Pertencente à linha Soft Green – que também conta com o Sabonete Líquido para Mãos – o produto possui uma refrescante fragrância de chá verde, conhecido por suas propriedades antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres. A novidade chega para auxiliar os consumidores a higienizar suas mãos, ajudando na preservação de sua saúde e bem-estar.

Sua fórmula com álcool 70o INPM mata mais de 99,9% dos microrganismos frequentemente encontrados nas mãos e unhas. Além disso, conta com substâncias emolientes que ajudam a evitar o ressecamento da pele. Dermatologicamente testado, tem secagem rápida e pH fisiológico.

Prático, o Gel Antisséptico Para as Mãos pode ser encontrado em embalagens de 50g, fáceis de carregar e que podem ser utilizadas a qualquer hora e em qualquer lugar.

Como usar: espalhe sobre as mãos até a secagem do produto. Não é necessário enxaguar.

Gel Antisséptico Para as Mãos (50g/55ml): R$ 23,00 ( sugerido para o Estado de São Paulo sem frete).

Informações: Herbalife

Medicamentos sem eficácia comprovada contra Covid-19 têm aumento de 295%

Farmácias APP mostra que, com mais vendas, os medicamentos Hidroxicloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida tiveram crescimento de 190% no faturamento

Com os rumores a respeito da eficácia da Hidroxicloroquina, Ivermectina e Nitazoxanida para o tratamento da Covid-19, a procura pelos medicamentos disparou durante a quarentena. Segundo o Farmácias APP, aplicativo de vendas online de itens de beleza e saúde, houve aumento de 295% nas vendas somadas dos três produtos no 2º trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado.

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Pixabay

A procura também elevou exponencialmente o faturamento obtido a partir desses produtos: a alta registrada foi de 190% em relação ao mesmo trimestre de 2019. O levantamento abrange todo o mercado farmacêutico brasileiro, tanto físico quanto e-commerce.

Analisando o crescimento dos três medicamentos separadamente, a Hidroxicloroquina teve o maior destaque. O medicamento, indicado para tratamento de malária, registrou alta exponencial de 2.768.749% no faturamento, a partir de um aumento de 2.815.600% nas vendas.

Em segundo lugar, recomendada para o tratamento de piolhos e sarnas, está a Ivermectina. No período, o medicamento atingiu alta de 623% no faturamento, resultado de um aumento de 577% nas vendas.

Dentre os possíveis tratamentos para a Covid-19, a Nitazoxanida teve incremento de 20% nas vendas durante o período de quarentena e, analisando o faturamento, a alta foi de 17%. O medicamento é receitado para tratamentos contra vermes.

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Para Renata Morais, coordenadora de marketing do Farmácias APP, os dados refletem a busca dos consumidores por uma alternativa eficaz de cura para a doença. “Em todo o mundo, pessoas estão preocupadas com os desdobramentos da Covid-19 e buscam por uma solução capaz de erradicar a doença. O resultado é que, mesmo com divulgações preliminares e ausência de comprovação científica, muitos consumidores quiseram ‘apostar’ nesses medicamentos, puxando as vendas para cima e motivando decisões como a venda somente com receita. É um comportamento bastante perigoso, sem dúvida, especialmente para quem de fato precisa desses remédios e tem de pagar mais caro por causa da especulação”, afirma.

Sobre o Farmácias APP

Desenvolvido pela Pharmacy Ltda, o Farmácias APP é um aplicativo de vendas online de saúde e beleza. É um shopping virtual para itens de beleza e saúde, cujo objetivo principal é democratizar o acesso virtual aos itens comercializados pelas farmácias e lojas de beleza de todo país, levando economia de tempo, dinheiro e ampliando o acesso à saúde aos consumidores.

Nota da redação: por favor, não seja esta pessoa que compra remédios sem comprovação científica para certas doenças e prejudica quem precisa deles de verdade!

Aumento de 32% de suicídios na quarentena alerta para preocupação com a saúde mental

Psicóloga Ana Gabriela Andriani explica que instabilidade econômica e insegurança são as maiores causas da ação contra a vida

Uma pesquisa realizada em Michigan e divulgado pelo Pine Rest Christian Mental Health Services, um hospital psiquiátrico e profissional de saúde comportamental, nos Estados Unidos, relatou que o suicídio aumentou em 32% durante a quarentena por causa da pandemia mundial causada pela Covid-19.

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), cerca de 800 mil pessoas anualmente em todo o mundo cometem suicídio. Porém, durante o ano de 2020, provavelmente esse número será maior nas estatísticas.

depressão

“A insegurança e o sentimento de vulnerabilidade vividos por conta da pandemia somados a instabilidade econômica, aumentou o número de casos de depressão no mundo. Em alguns países que já retomaram suas atividades econômicas, é possível encontrar milhares de pequenos empresários que faliram. Isso acaba afetando drasticamente a saúde mental das pessoas”, afirma a psicóloga Ana Gabriela Andriani.

Por falar em economia, o Banco Asiático de Desenvolvimento calcula que o custo mundial da pandemia pode chegar a US$ 8,8 trilhões, o que equivale a quase 10% do PIB global. Logo, países como a China, precursora do vírus, está em risco de perder 95 milhões de empregos e os Estados Unidos, país que realizou a pesquisa, já está sofrendo com 20 milhões de empregos extintos.

“É uma situação complicada e, por mais que alguns países estejam tentando voltar ao normal, como o Brasil, por conta da não existência de uma vacina, não temos anda uma situação definida e controlada. . As pessoas se sentem mais ansiosas por conta desta instabilidade e indefinição sobre o futuro e isso desperta diversos gatilhos emocionais”, destaca a psicóloga.

Ainda segundo a pesquisa, as pessoas mais suscetíveis ao suicídio estão sendo os trabalhadores essenciais e os profissionais de saúde que estão na linha de frente em combate ao Covid-19.

Busca por ajuda

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No Brasil, um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) mostra um crescimento de 90,5% nos casos de depressão entre os brasileiros desde o início do isolamento social. A pesquisa reuniu respostas de 1.460 pessoas de 23 estados do país.

O estudo também aponta crescimento nos casos de ansiedade e estresse agudos. No caso da ansiedade aguda, a proporção foi de 8,7% para 14,9%, e no caso do estresse, foi de 6,9% para 9,7%.

“É preciso buscar ajuda psicológica logo no início de algum transtorno, ao invés de esperar chegar a uma situação critica. Porém, normalmente o paciente por estar fragilizado, muitas vezes não se da conta da gravidade do que esta sentindo e isso pode requerer a atenção e ajuda dos familiares que estão ao redor. A qualquer sinal de pensamento suicida, contate um médico para ajudar com essa questão”, finaliza Ana Gabriela.

Além da ajuda psicológica, temos no Brasil, o Centro de Valorização da Vida, que ajuda pessoas com esses pensamentos. O CVV pode ser encontrado no telefone 188 ou no site.

Ana Gabriela Andriani

Fonte: Ana Gabriela Andriani é graduada em Psicologia pela PUC-SP e Mestre e Doutora pela UNICAMP, além disso é pós-graduada em Terapia de Casal/Família pelo The Family Institute, Northwestern University – Evanston, IL (USA). Especialista em Psicoterapia Dinâmica Breve pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas/USP e aprimoramento Clínico em Fenomenologia Existencial na Clínica Psicológica da PUC-SP.

Como encontrar propósitos em meio à crise?

Especialista em psicologia positiva dá dicas para você criar o seu propósito de vida e alcançar realizações

O mercado de trabalho sofreu um grande impacto com a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Para se ter uma ideia, estima-se que o número de horas de trabalho perdidas no segundo semestre de 2020 seja equivalente a 400 milhões de empregos em período integral.

Os dados do relatório da Organização Internacional do Trabalho das Nações Unidas são mesmo impactantes. Sobretudo para os milhares de profissionais que perderam sua principal fonte de renda de uma hora para outra.

Apesar de dificuldades, após o impacto da notícia negativa, o que se viu por aí foi muita gente enfrentando a situação – algumas vezes, usando a criatividade a seu favor. Teve quem abriu um novo negócio, aprendeu uma habilidade diferente e, até mesmo, migrou para outra área de atuação. Para todas essas pessoas, a palavra de ordem, portanto, foi “reinventar-se”.

Mas como isso é possível, afinal? De acordo com Flora Victoria, por meio da criação de propósitos de vida. “Procurar maneiras de fazer a diferença de uma forma distinta é uma resposta humana natural quando enfrentamos adversidades. Eventos imprevisíveis como o que estamos vivendo podem realmente inspirar as pessoas a mudar e crescer, colocando-as no caminho do propósito”, explica a mestre em psicologia positiva aplicada pela Universidade da Pensilvânia.

Você tem um senso de propósito?

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Segundo a especialista, nós não precisamos nos preocupar em encontrar um único propósito. “É possível ter propósitos em diferentes áreas da vida. Basta cultivá-los, por meio de ação e reflexão. Como a felicidade, o propósito não é um fim, mas uma jornada e uma prática. Isso significa que é possível você pensar que tipo de pessoa e profissional deseja ser neste momento. No entanto, claro, é necessário agir para chegar até lá”, pontua Flora, que ainda lista 5 maneiras de descobrir um propósito:

• Seja curioso

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Sirindablog/Pixabay

Tudo começa com a leitura. O hábito de ler nos conecta a pessoas, ideias e informações que não conhecíamos. Então, passe a apreciar desde livros até reportagens de revistas especializadas e sites de notícias. Encontrar conteúdos que são importantes para você pode ajudá-lo a ver o que importa em sua própria vida. Mas descobrir um propósito não é apenas uma busca intelectual. Você também precisa sentir e estar atento ao que acontece no seu bairro, na sua cidade, no seu país e no mundo. Às vezes, a necessidade de outra pessoa pode nos levar a chegar a um propósito. Isso fica evidente quando você vê alguém que passou a oferecer um produto ou serviço que fazia falta em determinada região. Sabe o que eles fizeram? Observaram uma necessidade e partiram para a ação.

• Crie laços de parceria

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Shutterstock

Muitas vezes, também podemos encontrar um plano de vida nas pessoas ao nosso redor. É possível criar um projeto comum em família, como montar um novo negócio, por exemplo. Dê uma olhada nas pessoas que lhe cercam. O que você tem em comum com elas? O que eles estão tentando ser? Que impacto você observa que elas têm no mundo? Esse impacto é positivo? Se as respostas para essas perguntas não o inspirarem, talvez seja necessário criar mais conexões – e, com isso, um novo propósito pode chegar.

• Cultive emoções como admiração, gratidão e altruísmo

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Foto: thinkinglQ

A admiração, por si só, não lhe dará um propósito na vida. Porém, ela ajuda a você se sentir motivado. Quando vemos como os outros tornam o mundo um lugar melhor, ficamos mais animados a retribuir com algo. É aí que a gratidão e o altruísmo entram em jogo. Curiosamente, essas emoções parecem trabalhar juntas para gerar significado, pois estão neurologicamente ligadas, ativando os mesmos circuitos de recompensa no cérebro. Em um experimento, pesquisadores designaram aleatoriamente alguns participantes para escrever cartas de gratidão. Mais tarde, essas pessoas relataram um senso de propósito maior.

4) Ouça o que as outras pessoas apreciam em você

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Pexels

Agradecer pode ajudá-lo a encontrar seu propósito. Mas isso também ocorre ao ouvir o que as pessoas dizem sobre você. Muitos artistas, escritores e músicos contam como a apreciação de outras pessoas alimenta o trabalho e produz energia para criar.
Como você poderia ajudar a vida de outras pessoas? O que você faz de especial? Quais são os elogios mais recorrentes que você recebe? Para trilhar esse caminho, pense quais habilidades você domina e gostaria de aperfeiçoar. Quem só cozinhou por hobby até agora pode começar uma carreira na gastronomia. E o melhor: trabalhando com algo que dá prazer!

5) Relembre sua história

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O propósito geralmente surge da curiosidade sobre sua própria vida. Quais obstáculos você encontrou? Quais pontos fortes ajudaram você a superá-los? De que forma suas competências permitiram melhorar a vida dos outros? Ao fazer uma narrativa de sua própria vida, você entende melhor as suas experiências. Um estudo publicado no Journal of Happiness Studies descobriu que aqueles que veem significado e propósito na vida são capazes de contar uma história de mudança e crescimento no qual conseguiram superar os obstáculos que encontraram. Em outras palavras, criar uma narrativa ajuda a ver suas forças e como a aplicação delas pode fazer a diferença, o que aumenta o senso de autoeficácia.

Finalmente, é hora de partir para a ação!

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Flora Victoria, que também é Embaixadora da Felicidade no Brasil pela World Happiness Summit, explica como colocar esse aprendizado em prática. “Primeiro, pense em cada um dos pontos mencionados. Depois, anote quais propósitos surgiram a partir das reflexões propostas. Por fim, escolha um deles por vez e trace um plano de ação com metas realizáveis. É importante detalhar a data de início e a previsão de término de cada uma delas”, finaliza.

Aprofunde-se ainda mais neste assunto

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Para contribuir com o aprendizado das pessoas nesse momento de dificuldades, Flora Victoria decidiu presenteá-las com o seu mais novo livro: “O Tempo da Felicidade”. Lançado em março pela HarperCollins, uma das maiores editoras do mundo, a obra é um sabático para repensar a vida, priorizar os seus objetivos e se renovar. Quem estiver interessado em temas como felicidade, bem-estar e florescimento, pode receber o livro gratuitamente em casa pagando apenas a taxa de envio. Basta acessar a página e reservar o exemplar enquanto durarem os estoques.

Neurociência explica por que pessoas se arriscam durante pandemia do coronavírus

Já faz tempo que estamos em isolamento por conta da pandemia do novo coronavírus. Em São Paulo, por exemplo, apesar da retomada gradual das atividades neste mês de julho, permanecemos em casa, com a rotina totalmente alterada, pelo menos, desde março.

De acordo com o coordenador do Laboratório de Neurociências Cognitiva e Social, que faz parte do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e do Programa de Pós-Graduação em Distúrbios do Desenvolvimento da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Paulo Boggio, é totalmente normal nos sentirmos cansados após tanto tempo distantes.

bebida cerceja amigos

“Somos uma espécie muito social, vivemos em grupos. O isolamento limita isso e por um lado aumenta a vontade das pessoas”, explica o professor da UPM. Neste contexto, até a falta que sentimos de abraços e de tocar pessoas queridas tem explicação. “O toque físico resulta na liberação de hormônios e auxilia na percepção de conforto e bem-estar; a ausência do toque pode ser um problema para quem está vivendo sozinho”, acrescenta.

Se tornou muito comum vermos pessoas que relaxaram a questão do distanciamento físico e muitos culpam justamente esse “cansaço de quarentena”. Cenas de aglomerações, reuniões e festas foram noticiadas e compartilhadas em redes sociais. Mas de acordo com o professor, isso não pode ser creditado a esta “fadiga de isolamento”. Existem outros fatores que podem levar uma pessoa a considerar se expor ao risco de contrair a Covid-19 em uma aglomeração.

Boggio explica que este tipo de situação passa pelo que a Neurociência chama de percepção de risco. “Juntamos várias informações objetivas que nos chegam e avaliamos subjetivamente se é um risco baixo, médio ou alto. Não é algo muito racional”, afirma. Por isso, algumas pessoas optam por se expor, enquanto outras seguem com a rotina de isolamento.

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Foto Cottonbro/Pexels

Essa diferença de percepção passa por uma questão social. No contexto em que vivemos, não houve uma liderança que passasse informações de forma confiável, além do fenômeno das fake news ter demonstrado uma grande força. Por isso, as informações que coletamos para analisar os riscos da situação chegaram até nós de forma conflitante.

“Se a gente considerar que as informações chegam com conteúdos conflitantes ou com pesos diferentes, a percepção de risco vai variar.”, diz Boggio. No entanto, é extremamente importante que a consciência de se manter isolado permaneça, por conta da necessidade de não colocar outras pessoas em perigo de contaminação. Por isso, apesar da percepção de risco variar, a consciência de coletividade deve ser fortalecida.

“Seria necessário haver lideranças apresentando direções e informações de forma coerente e precisa. Isso ajudaria a promover uma percepção de risco adequada para a situação e a fomentar nas pessoas o senso coletivista e cooperativo”, analisa o professor.

mulher sofá cachorro mascara

Mesmo que várias localidades já estejam em processo de relaxamento do isolamento e várias atividades econômicas estejam retomando o funcionando, não é hora de relaxar com a pandemia. Os altos números ainda não permitem que tenhamos uma rotina “normal”. Por isso, continue firme, faça sua parte, e se possível, fique em casa.

Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie

Bar Pátio SP, na Vila Madalena, reabre aos sábados

Delivery de feijoada continua pelo iFood ou para retirar. Quem preferir, também poderá saboreá-la no local

O Pátio SP – bar de música brasileira localizado na boêmia Vila Madalena – reabrirá aos sábados, das 11 às 17 horas, seguindo as determinações do governo estadual de 6 horas diárias e no máximo até às 17 horas.

Após mais de três meses fechado em decorrência da pandemia do Covid-19, o bar seguirá as normas de 40% da lotação e distanciamento entre as mesas, além de proibir a entrada sem máscara, disponibilizar álcool em gel em todas as mesas e QR Code para visualização do cardápio. Sempre que o cliente sair, os garçons – que usarão os equipamentos de segurança – farão a limpeza das mesas e cadeiras com álcool em gel. “Reforçamos nossos protocolos de higiene em todos os processos e orientamos a equipe para redobrar atenção. Queremos equipe e clientes bem”, afirma Christian Caballero, sócio do bar.

drinque sumare

Todas as delícias do cardápio estarão à disposição. São mais de 25 tipos de petiscos, pratos e sobremesa e mais de 100 drinques e bebidas. Entre eles, destaque para o Sandubinha de carne louca (R$ 14), Trio do Pátio – acompanha filé mignon, peito frango, calabresa e cebola – (R$ 45), Maria Apimentada (spicy bloody mary) – vodca Skyy com suco de tomate temperado ao nosso estilo (R$ 26) e Sumaré Tonic – gim Bombay Sapphire, água tônica com lâminas de morangos, pepinos e twist de limão siciliano (R$ 35).

feijoada

No começo do mês, o bar estreou o delivery com um dos pratos que mais saem, a feijoada. Os pedidos podem ser feitos somente aos sábados, pelo iFood ou retirados no local, das 11h30 às 16 horas. Disponível para duas pessoas (R$ 96) ou em porção individual (R$ 65), a feijoada vai acompanhada de arroz, torresmo crocante, farofa, couve, bisteca, banana à milanesa, mandioca, laranja, vinagrete e molho de feijão com pimenta. Quem for pegar no bar, paga um pouco menos: R$ 77 e R$ 52, respectivamente. Agora também tem a opção de comer no próprio bar, à vontade, servida em cumbucas nas mesas, a R$ 50 por pessoa.

Fonte: Pátio SP

Eu tive Covid-19 quatro meses atrás, e ainda vivo com os sintomas

Depoimento de Rachel Baum a Jennifer Clopton

Talvez eu nunca melhore.

Não sei o dia exato em que percebi isso. Chegou em algum momento depois que eu cruzei a marca de 100 dias lidando com os sintomas da Covid-19.

Contraí o vírus por volta de 10 de março, e os sintomas ainda persistem. Uma dor de cabeça debilitante. Uma dor aguda entre meus ombros que parece que estou sendo picado por algo quente e nunca desaparece. Sinto um aperto no peito e tosse que ainda requer um inalador para limpar. A névoa cerebral, a falta de jeito e a confusão são tão ruins que fico impressionada com o quanto regredi intelectualmente. Fadiga e náusea avassaladoras vêm e vão, e minha voz geralmente soa como um sussurro, porque não consigo respirar o suficiente para falar mais alto.

Depois de mais de 100 dias lidando com esses sintomas que surgem como ondas, durando e indo sem padrão – finalmente me dei conta de que talvez essa seja minha vida agora. Neste momento, não tenho certeza se isso vai desaparecer. Apenas pode ser o meu novo normal.

Isso está muito longe do meu antigo normal. Eu tenho fibromialgia, mas antes da Covd-19, eu era muito ativa. Eu sou um treinadora aposentada de cães, então sempre estive em movimento. Eu moro perto de um lago e andava de caiaque, às vezes duas vezes por dia, fazendo uma caminhada de cinco quilômetros todos os dias, e comecei a dançar sapateado, praticando 45 minutos a uma hora por dia.

Durante minha doença, e agora sempre que recaio, tudo o que posso fazer é olhar para o lago pela janela. Eu nem tentei dançar sapateado. Eu sei que não tenho energia para isso. Ainda assim, tenho dias em que me sinto muito bem. Eu posso dar um passeio, cozinhar refeições e lavar a roupa. Mas então a recaída chega. Sempre vem. Às vezes, dura um dia ou dois, mas às vezes até dez. Quando isso acontece, sou derrubado, de volta à cama, precisando dormir, me sentindo ansiosa, procurando meu inalador para me ajudar a respirar.

Isso é melhor do que era quando fiquei doente com a Covid-19. No primeiro mês, eu estava doente com todos os sintomas que você ouve falar – náusea, calafrios, dor de cabeça, perda de paladar e olfato. Por alguns dias, não consegui andar porque todo o meu lado esquerdo – minha perna e braço – estava rígido e com dores terríveis. Eu estava com fadiga debilitante e, na pior das hipóteses, não conseguia comer nem respirar fundo. Uma vez, tive que ligar para o 9-1-1 em busca de oxigênio. Com o tempo, vi algumas melhorias, mas para mim, está longe de uma recuperação completa.

Também não foi uma jornada linear. Tenho bons dias que me deixam esperançosa de que finalmente chutei isso para longe, mas depois recuo. Não há explicação médica para isso que pude encontrar. As radiografias do tórax mostram que meus pulmões estão bem. Os testes de acompanhamento foram negativos e meus níveis de saturação de oxigênio continuam a registrar-se normalmente. Os médicos estão francamente confusos sobre o que está acontecendo e o que fazer sobre isso. A única coisa que parece que posso fazer é tomar Tylenol quando a dor de cabeça surge, manter meus inaladores de manutenção e socorro ao alcance e tentar me ajustar mentalmente a essa nova realidade.

Às vezes fico muito desanimada pensando – o que fiz de errado, por que eu? Mas acho que devo agradecer por ainda estar viva. Ajuda saber que não estou sozinha (mesmo que seja de partir o coração). Quando entrei para o grupo Covid-19 Long Haulers no Facebook, fiquei surpresa ao ler post após post que soava como eu. Atualmente, existem mais de 7.000 pessoas de todo o mundo neste grupo, e elas também ainda estão lutando com uma lista aparentemente interminável de sintomas debilitantes que vêm e vão em ondas. Algumas pessoas são hospitalizadas durante as recaídas e tiveram sintomas muito mais extremos do que eu, então acho que tenho sorte, embora nem sempre seja assim.

Por enquanto, estou tentando me concentrar no que posso controlar. Eu me inscrevi para fazer parte de dois ensaios clínicos em que registro meus sintomas todos os dias para que os pesquisadores possam aprender com pessoas como eu que não melhoraram. Eu tento ajudar outras pessoas no meu grupo do Facebook quando estão com os sintomas com os quais ainda estão lidando. Para minha própria saúde mental, neste momento acabei de decidir que tenho que desistir da ideia de que algum dia vou me recuperar completamente. Tenho que parar de pensar como se estivesse voltando para onde estava antes, porque realmente não sei se isso vai acontecer.

Muitas pessoas melhoram e isso é maravilhoso para elas. Mas, por alguma razão, existem milhares de pessoas por aí que o vírus agarrou e não as liberta.

Se alguém por aí está lidando com isso, eu diria – encontre um grupo de apoio, porque você precisará dele, e isso ajuda muito. Você precisa de pessoas que entendam o que está passando e talvez não encontre isso em sua família ou círculo social.

Neste ponto, depois de experimentar os sintomas por quase quatro meses, estou tentando encontrar as lições positivas da vida para mim. Eu sempre fui uma pessoa que gosta de ir, ir, ir, e isso está me forçando a aprender a desacelerar, diminuir um pouco as coisas e relaxar um pouco mais. Eu estou aprendendo a realmente apreciar os bons dias em que eles chegam e me acompanhar nesses dias e, depois descansar, quando os momentos difíceis chegarem.

Caiaque todos os dias pode não estar mais nas cartas para mim, mas ainda posso apreciar a beleza do lago. Outro dia, pesquei um pouco, e isso me fez sentir melhor. Estou encontrando novas fontes zen em atividades mais calmas que me trazem alegria. Também acho que continuarei contando minha história, porque, infelizmente, acredito que ainda haverá muitos outros como eu. E, realisticamente, não tenho certeza de que todos se recuperem totalmente desse vírus.

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*Rachel Baum vive em Saratoga Springs, Nova York, Estados Unidos e, atualmente, participa de dois estudos que rastreiam sintomas de longo prazo em pacientes que tiveram Covid-19. Ela diz que encontra suporte em no grupo de apoio de Long Haul Covid-19 Fighters no Facebook, e está feliz que um livro que escreveu na época da primeira carreira dela, como bibliotecária, Funeral e Memorial Leituras, Poemas e Homenagens (McFarland, 1999) – esteja agora ajudando muitas pessoas que, infelizmente, precisam enterrar seus entes queridos que foram contaminados com esse vírus.

Fonte:WebMD