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Curta-metragem ajuda crianças a lidarem com a morte

Falar a verdade para as crianças sempre é a melhor alternativa, por mais que o assunto seja complexo e triste como a morte. Para auxiliar pais, educadores e psicoterapeutas a abrirem o diálogo sobre perdas e luto, o publicitário Irineu Villanoeva Junior transformou o livro “O dia em que passarinho não cantou”, em um curta-metragem.

Em parceria com as autoras da obra e também psicólogas, Valeria Tinoco e Luciana Mazorra, ele produziu o filme para facilitar o entendimento dos pequeninos, de forma lúdica. A animação conta a história de uma garotinha chamada Cacá e de seu amigo Lico, um passarinho.

“Falar sobre a morte e a dor da perda ainda é um tabu. Quando acontece uma perda na vida de uma criança, seja de um animalzinho de estimação, ou seja de um ente querido, pode ser confuso e assustador. Nessa hora os pais têm um papel fundamental. Precisam apoiar e lidar com a verdade com a criança. Agindo assim, estão dando a oportunidade de ela aprender e a se preparar para as perdas que terá ao longo da vida e, além disso, evitar o chamado luto complicado”, diz o publicitário.

Ele decidiu criar projetos sobre o tema após perder em 2015 seu pai e sobrinho em um curto período de tempo, apenas três meses. A partir dessa experiência, estudou sobre o assunto e lançou o movimento “Sem Pressa Pra Viver” (#sempressapraviver), que tem como propósito ajudar pessoas que estão passando por esse processo doloroso e de forma preventiva, realizar ações de conscientização e psicoeducação.

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O curta-metragem é a primeira ação deste movimento. Você pode assistir a “O dia em que o passarinho não cantou” clicando aqui.

Meu filho não sai do celular, o que fazer? Especialista responde

Em 2018, o canal da Galinha Pintadinha ultrapassou em visualizações até mesmo grandes nomes da música mundial como Rihanna e Justin Bieber, ficando no ranking entre os mais populares do YouTube, e isto não foi à toa.

Uma pesquisa divulgada em setembro de 2018 pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 85% das crianças e adolescentes com idades entre 9 e 17 anos são usuárias de internet, o equivalente a 24,7 milhões que estão nesta faixa etária em todo o País. Se em 2012, 21% das crianças acessaram a rede por meio do celular, em 2018 são 93%. O aumento impressionante do acesso tem preocupado cada vez mais os pais e profissionais que lidam com os pequenos e coloca em questão o possível vício infantil em celulares. O que fazer?

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A neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner é uma das especialistas que tem estudado esta guinada no comportamento infantojuvenil: “Precisamos considerar que a tecnologia já está incorporada à vida. O celular hoje é mais que uma ferramenta, tornou-se uma dimensão humana muito frequentada. O smartphone hoje é mais que televisão, é biblioteca, jornal, cinema, playlist, dicionário. Estamos reféns dele. No entanto, embora seja inevitável a presença e o uso do celular no cotidiano, é necessário explicar e fazer a criança entender que a tecnologia é um meio para um fim, e não o contrário”.

Transações bancárias, notícias, imagens, e até consultas médicas. Tudo está ali na palma da mão. Basta um toque. Não temos mais como desconectar. Mas até onde isto é saudável para a criança e o adolescente? Roselene responde: “Todos nós devemos aprender a usar a tecnologia com parcimônia. Isto é, encarar como uma ferramenta de resolução de problemas de ordem prática, rápida e superficial. Esta ferramenta tecnológica pode ser usada inclusive com fins recreativos, porém, nós não devemos usá-la abusivamente, para não virarmos dependentes. A dependência é uma ‘doença comportamental’ em todos os seus aspectos, logo retirando o comportamento, retiramos também a doença. Mas a facilidade de se adquirir o hábito e transforma-lo em vício não condiz com a dificuldade de sair desta armadilha”.

Roselene traz algumas dicas para retirar as crianças do celular e evitar o vício dos pequenos. Confira:

Ensinar a criança a lidar com o tédio

idoso e criança

É necessário, em primeiro lugar, ensinar a criança a lidar com o tédio, para que comece a entender e trabalhar algo que acontecerá na vida, que é a frustração. Aprender a lidar com frustrações é pedagógico e terapêutico. Nosso cérebro se desenvolve de trás para frente. Portanto, não tenha medo de conversar e explicar as formas de lidar com a rotina e disciplina dentro dos sistemas familiares.

A área de Wernicke responsável pela compreensão, interpretação da fala, fica pronta antes da área de Broca, responsável pela emissão da fala. As crianças mesmo não falando tudo corretamente, compreendem o que lhes é explicado (de forma simples). Explique, converse e estabeleça limites.

Dar limites é dar amor

menino criança

Crianças precisam compreender o funcionamento do mundo. Cabe aos adultos, pais, cuidadores, explicar. Observar a natureza de seu filho, as inclinações naturais, os gostos, as habilidades, a estrutura do corpo para perceber onde ele “caberia melhor”. No âmbito de uma atividade física, isso significa dizer que o corpo já vem “talhado” com características que facilitariam uma atividade. Identificar no seu filho para quais atividades ele tem predisposição, gosto ou aptidão pode ajudar muito a produzir uma rotina na qual ele possa se adequar. E ter prazer nessa atividade.

Ensinar que um bom dia começa com a organização do seu espaço, o quarto em que dorme, produzir uma convivência de união familiar, onde todos os sistemas (conjugal, parental etc.) devem ser vistos como uma “equipe”. E nela, cada um pode colaborar com uma tarefa, como colocar a mesa, retirar as louças, levar o lixo. Tudo isto tem a ver com limites e educação.

Dê atividades para o seu filho

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Crianças gostam de ar livre. Leve seu filho para praticar atividades como pedalar, passear, caminhar. Vá à praia, à piscina. Ter lazer, atividades intelectuais, responsabilidades e até mesmo bom sono.

Crianças gostam de estar com outras crianças, em acampamentos, noite do pijama, sessão de cinema, piquenique.

Crianças amam animais. Visitar o zoológico, dar de presente um animal de estimação que ele possa “cuidar”, dentro de suas possibilidades iniciais. Conforme vai crescendo, vai se apropriando e tomando mais responsabilidades sobre este “ser vivo” que exige cuidados e carinho.

Todas essas atividades irão retirando o “tempo de uso” do smartphone. Claro que a retirada total é quase que impossível, pois há uma “necessidade ” do uso da tecnologia, inclusive por ser uma forma rápida, prática de “estudar”, fazer trabalho de aula e afins.

Qual a melhor forma de prevenção do vício em celular?

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Foto: Ben Kerckx / Pixabay

A Dependência Digital é de difícil tratamento, mas a melhor prevenção é a psicoeducação, no sentido de desenvolver uma rotina saudável desde crianças, pois os “nativos digitais”, nascidos na era “virtual” são mais propensos a tornarem-se “adictos virtuais”.

Então ainda que as crianças não sejam capazes de emitir e falar todas as palavras de forma correta, estão aptas a compreender quase tudo. Por isso, é preciso acompanhá-las em todas as fases de desenvolvimento. Ensinando, preparando, guiando e amando.

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Fonte: Roselene Espírito Santo Wagner é psicóloga clínica, psicanalista, neuropsicóloga, psicóloga bariátrica, terapeuta de casal e família com especialização em Psicologia na Dimensão do Envelhecimento.

Como montar cardápios divertidos e nutritivos no período das férias escolares

Sem abusar de alimentos prejudiciais à saúde das crianças é possível, com criatividade, criar pratos saudáveis, mesmo no período das férias

As férias escolares chegaram e com elas muita diversão e passeios para as crianças. Nesta época do ano, elas gastam muita energia e uma boa alimentação é fundamental para garantir o agito da garotada. Como neste período alguns hábitos alimentares e horários das refeições são alterados por conta das atividades, é preciso que os pais fiquem atentos.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, os alimentos calóricos não precisam ser completamente abolidos durante as férias, desde que sejam oferecidos em pequenas porções. “O ideal é consumir bolachas integrais no lugar das recheadas, alimentos grelhados ao invés de frituras, além de verduras, frutas e legumes, que não podem faltar no cardápio dos pequenos”, esclarece.

Durante as férias, outra brincadeira divertida é envolver as crianças no preparo dos alimentos, contando sempre com a imaginação. “O brócolis, por exemplo, pode ser transformado em árvores. Já na sobremesa, a sugestão é utilizar frutas cortadas no formato de estrelas ou coração, para despertar a atenção e criatividade da criançada”, explica a nutricionista.

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Foto: Philmech

Atualmente há uma série de discussões sobre a alimentação infantil. O aumento no consumo de alimentos gordurosos e o excesso de sal e açúcar na dieta da criança e do adolescente traz diversos danos à saúde e, em alguns casos, tornam-se irreversíveis do ponto de vista médico e nutricional.

“Por isso é preciso tomar alguns cuidados no período das férias, pois as crianças fogem da rotina e há um aumento no consumo de fast foods, produtos industrializados, refeições congeladas, que contém alto teor de sódio, gordura saturada e açúcar”, aconselha Rosana.

Para a nutricionista, nesta época do ano, os problemas de saúde para esse público ficam por conta de resfriados, gripes e crises respiratórias, por causa do inverno e poluição: “Comer bem e corretamente favorece o organismo e o deixa mais resistente, além de garantir energia para toda diversão. Além disso, alimentos nutritivos, como verduras, legumes e frutas mantêm a saúde, aumentam a imunidade e auxiliam no desenvolvimento das crianças”, afirma.

MILKSHAKE DE GELATINA ZERO

Uma das alternativas que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de nutrientes saudáveis no período das férias é sempre deixar estes alimentos prontos para o consumo. Isso inclui desde frutas frescas como morango, banana, maçã, pera, saladas de frutas, até gelatina, bolo preparado com flocos de aveia, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, suco de fruta natural e água de coco.

“É muito comum o aumento do consumo de refrigerantes e doces neste período. Os responsáveis pelas crianças devem controlar a ingestão desses alimentos começando por limitar a compra deles”, completa.

Dicas do Serviço de Nutrição do HCor para as férias escolares:

PIPOCA

Evite o exagero: nas férias escolares, até mesmo o excesso de pipoca – alimento bastante presente neste período -, pode trazer para a criança complicações digestivas pelo excesso de gordura e sal. Os doces com cremes, chocolate e chantilly também devem ter consumo controlado.

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Criatividade na produção da refeição: usar a criatividade decorando os pratos é uma alternativa para chamar atenção das crianças menores. Fazer uma flor com parte do tomate ou montar um boneco com ovo cozido, por exemplo, pode auxiliar a prender a atenção da criança para a alimentação correta.

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Para os maiores: o ideal é introduzir verduras e legumes na massa e no recheio de tortas. Preparar pastéis assados e recheados com verduras e queijo, fazer sobremesas à base de iogurte ao invés de creme de leite e chantilly, colocar torradinhas de pão integral nas saladas e queijo magro ao invés de parmesão são algumas sugestões.

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Variar e colorir para despertar o interesse: como as crianças costumam acordar um pouco mais tarde neste período, o ideal é que o café da manhã seja nutritivo e leve, para não atrapalhar o apetite do almoço. Um copo de leite com achocolatado ou iogurte é o mais recomendado. Assim, pães e cereais podem ser adicionados ao lanche da tarde, com sucos ou leite fermentado.

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Refeições principais, como almoço e jantar: o ideal é que o prato seja bastante colorido e variado. Legumes e vegetais não podem ficar de fora, complementando o arroz com feijão e carnes grelhadas ou ensopados. “Para as crianças que tem receio a certos alimentos, a dica é tentar tornar a alimentação divertida. Para as meninas, o suco de morango, por exemplo, pode ser da personagem moranguinho. Já pra os meninos, a vitamina de frutas pode ser do homem-aranha”, finaliza a nutricionista.

Fonte: HCor

Tirolez ensina a fazer Torta de Frango com Queijo tipo Cottage

Com muita criatividade na hora das brincadeiras, tudo se torna mágico aos olhos das crianças. E por que não trazer isso para dentro da cozinha e unir aprendizado e diversão? Esses momentos estimulam a leitura, a escrita, além de ensinar um pouco mais de matemática, por exemplo, para os pequenos ou até mesmo conscientizá-los a não desperdiçar alimentos.

E não é só isso, é importante que as crianças valorizem e aprendam, todos os dias, a escolher ingredientes saudáveis. Brincar na cozinha os ajudará a ter mais autonomia e independência, e pode contribuir com a dinâmica da família, criando laços ainda mais fortes entre avós, pais e filhos.

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Freepik

Mas você sabia que há uma determinada idade para que as crianças possam participar da preparação das comidinhas da família? A Tirolez dá dicas importantes de como as crianças podem participar na preparação da receita de acordo com a sua idade:

=A partir de 2 anos: colocar alimentos em uma tigela, amassar a massa, pegar e lavar frutas e legumes, e até misturar a massa do bolo (com supervisão);
=A partir de 4 anos: passar manteiga no pão (usar faca de plástico), montar pizzas e lanches, descascar ovos e arrumar a mesa;
=A partir dos 7 anos: fazer lista do mercado, medir ingredientes, usar o micro-ondas para aquecer os alimentos, usar o ralador e descascador, lavar louça, guardar as compras e temperar a comida;
=A partir de 10 anos: seguir uma receita, utilizar facas e usar o fogão (com supervisão), escolher o cardápio, fazer um bolo e preparar pequenas refeições.

A bagunça está garantida, mas o aprendizado, as risadas e ver os pequenos felizes não têm preço. Para ajudar você nessa missão de mestre-cuca, a Tirolez sugere uma receitinha de Torta de Frango com Queijo Cottage. Aproveite as dicas para passar mais tempo com os pequenos e criar momentos mágicos.

Torta de Frango com Queijo tipo Cottage

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Ingredientes:

Massa:
3 xícaras de farinha de trigo
200g manteiga sem sal gelada cortada em cubos
1 ovo
Uma pitada de sal
2 colheres de água gelada se necessário

Recheio:
500g de frango cozido e desfiado (peito ou sobrecoxa)
3 colheres de azeite de oliva
2 dentes de alho picado
½ cebola picada
½ Salsinha
Sal e noz-moscada a gosto
1 Queijo tipo Cottage Tirolez (250g)
Gema para pincelar a massa

Modo de preparo:

Massa:
Misture a farinha, ovo e sal. Coloque a manteiga em pedacinhos, aos poucos, até obter uma massa homogênea (se necessário coloque a água até a massa ficar lisa). Faça uma bolinha e reserve na geladeira.

Recheio:
Em uma panela aqueça o azeite, refogue o alho e a cebola. Adicione o frango e tempere com sal, pimenta, noz moscada e salsinha. Deixe esfriar. Aqueça o forno 180°C.

Montagem:
Abra a massa com o rolo e cubra o fundo de uma assadeira (com fundo removível). Faça rolinhos com a massa e cubra a lateral. Coloque o recheio de frango e espalhe bem com uma colher, cubra o recheio com o Queijo tipo Cottage Tirolez. Cubra com o restante da massa. Pincele as gemas de ovo e leve a torta para assar até dourar.

Fonte: Tirolez

Cinco dicas para ensinar gratidão para crianças

Pesquisas comprovam que ser grato é um hábito que estimula a sensação de bem-estar e realização

Na infância, quem nunca leu ou ouviu falar do clássico livro Pollyana? A história fala sobre um encanto de menina, doce e acolhedora, e destaca a sua habilidade em enxergar situações adversas da vida de forma otimista. É aquela pessoa que vê sempre o ‘copo meio cheio’.

Destaque para o jogo que seu pai lhe ensinou, nomeado “jogo do contente”, que consiste em sempre pensar positivo quando alguma situação complicada ou ruim acontecer, tentar tirar algo de bom, que pode ser para seu próprio bem ou para o de outras pessoas. Que tal sermos mais como ela e ensinarmos nossas crianças a serem também?

Como todos os valores, é preciso ensinar os pequenos a agradecer. Ser grato desenvolve consciência, alegria e também sensibilidade e empatia em relação ao outro. Amplia emoções positivas, otimismo, aumenta as sensações de satisfação e conexão com a vida.

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Estudos da neurociência indicam que quando uma pessoa se sente grata, ela ativa o chamado “sistema de recompensa” do cérebro, trazendo uma sensação de bem-estar. Dessa forma, o cérebro entende que algo positivo está acontecendo e libera dopamina, um neurotransmissor que é responsável pela sensação de prazer.

A substância motiva as pessoas a buscarem seus objetivos e sonhos, pois quanto mais o indivíduo se sente feliz e realizado, mais seu organismo sente a necessidade de realizar outras metas. E quanto mais esse processo é reforçado, mais ele se desenvolve no corpo. Propiciar a liberação deste neurotransmissor por meio de pequenas atitudes, desde a tenra idade, trará imensos benefícios para a vida das crianças.

Para a professora de Educação Infantil do Colégio Marista São Luís, em Jaraguá do Sul (SC), Samanta Sievers, o principal a ser ensinado é que agradecer é algo gratuito e que não devemos esperar nada em troca ao fazê-lo. “Gratidão é um hábito a ser cultivado. Aos menores de dois anos por exemplo, ensinamos por repetição a dizer ‘obrigado’, mesmo que eles ainda não entendam o seu conceito, mas já plantando uma semente”, comenta.

Assim que a criança cresce, é possível ampliar o repertório da gratidão com exercícios simples, listados pela professora:

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Pixabay

– Pergunte sobre a melhor coisa que aconteceu no dia: antes de dormir, peça que a criança fale sobre um momento do dia que a deixou feliz, pelo qual gostaria de agradecer. Acredite: as vivências mais simples costumam ser as mais citadas.

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Pixabay

– Fotografias: vejam juntos fotografias de momentos vividos, garantindo falas positivas como “Foi tão legal quando fomos à praia, você também gostou? Sou grata por este dia, quem sabe podemos repeti-lo em breve?”.

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Pixabay

– Faça cartões de agradecimento: fez aniversário e ganhou presentes? Que tal fazer um cartão para agradecer à pessoa pelo carinho?

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Foto: TheNatterbox

– Pote da gratidão (para maiores de 6 anos): separe um pote e instrua sua criança a escrever em um pedaço de papel toda vez que algo lhe fizer sorrir, lhe deixar feliz. “Quando tomei sorvete com a vovó”, por exemplo. Tudo é válido. Incentive que vez ou outra a criança abra esse pote e releia os escritos, relembrando os bons momentos vividos.

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Foto: thinkinglQ

– Jogo da gratidão: crie um jogo utilizando, por exemplo, tampinhas ou pedaços de papéis coloridos em que, ao pegar a cor específica, a criança deve: citar um lugar, uma pessoa, uma comida, um objeto, pelo qual ela seja grata.

“Todo pai e mãe, tenho certeza, deseja que sua criança tenha um bom coração e seja feliz. A gratidão proporciona ferramentas para esse sucesso emocional. Dedique tempo para incentivar seu filho a desenvolver essa habilidade. Com certeza fará diferença no futuro”, finaliza a professora.

Fonte: a Rede Marista de Colégios (RMC) está presente no Distrito Federal, Goiás, Paraná, Santa Catarina e São Paulo com 18 unidades. Nelas, os mais de 25 mil alunos recebem formação integral, composta pela tradição dos valores Maristas e pela excelência acadêmica. Por meio de propostas pedagógicas diferenciadas, crianças e jovens desenvolvem conhecimento, pensamento crítico, autonomia e se tornam mais preparados para viver em uma sociedade em constante transformação.

Psicóloga dá dicas para lidar com as crianças durante a separação dos pais

Diálogo e sinceridade são essenciais para que os pequenos se sintam seguros nesta etapa

A separação é um momento difícil, principalmente se o casal tiver filhos. Não importa a idade, para eles é sempre complicado aceitar e entender a decisão dos pais de não viverem mais juntos. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Cristina de Melo, sugere a melhor forma de abordar o assunto e ajudar as crianças a lidarem com o divórcio.

Para a profissional, o melhor momento para informar aos filhos é quando esta decisão está seguramente resolvida pelos pais. “Isso evita gerar angústias desnecessárias para a criança ou adolescente, caso eles mudem de ideia”.

Não existe receita, mas a especialista lembra que a adaptação do discurso para a realidade dos pequenos e a sinceridade são pontos que devem ser levados em conta. “Posicioná-los sobre a separação de forma clara, sincera e verdadeira, transparecendo tranquilidade e segurança, faz com que a criança identifique tais sentimentos e apazigue sua angústia por meio deste acolhimento”, diz.

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Ela explica que não há necessidade de expor os reais motivos do divórcio, porém é muito importante que fique claro para a criança que ela não teve qualquer culpa ou participação nesta decisão.

Paciência e sensibilidade também são muito importantes diante das dúvidas que surgirão no decorrer deste processo. Segundo a psicóloga, na maioria dos casos, a criança não absorve bem a notícia, pois tal aspecto implica no surgimento de muitas fantasias em suas mentes, que vão desde a culpa e a contribuição delas para a separação dos pais, até a possibilidade de o divórcio afetar o amor que sentem por ela. “Isso sem falar na angústia da ausência do cônjuge que sairá de casa”, complementa.

Aline ressalta que a rejeição da criança pode ser temporária. “Ela dura até que perceba que, embora sua rotina mude, o carinho e amor que recebe dos pais não mudará. Com o tempo, essa reação de rebeldia tende a se dissipar, conforme os filhos forem recuperando a segurança na família e nos laços afetivos”, acrescenta a psicóloga do São Cristóvão.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar uma mudança no seu comportamento e no seu rendimento em algumas atividades, inclusive na escola. Quando isso acontece, Aline aponta que é importante que os pais, juntamente com seu filho, reflitam sobre o que pode estar interferindo.

Segundo ela, a falta de motivação para as atividades pode estar ligada a aspectos emocionais relacionados à dificuldade em compreender e aceitar o divórcio, “como também uma forma de chamar atenção, mesmo que seja por meio de um aspecto negativo e prejudicial”, diz.

A especialista aconselha que os pais conversem com os educadores sobre ao assunto. “Investiguem se a criança expõe suas insatisfações e angústias perante a separação dos pais em ambiente escolar. Essa é também uma forma de compreender melhor o que ocorre”, explica.

Para a psicóloga, evitar expor os filhos aos conflitos do casal deve ser a maior preocupação dos pais. “É importante tomar cuidado para não acabar usando os filhos para afetar o outro, isso poderá se refletir negativamente na criança”. Ela explica que um cônjuge não pode falar mal do outro para a criança, o ideal é que eles saibam separar a relação deles como casal da relação deles como pais.

A dica da profissional é que os pais mantenham um relacionamento saudável, ou pelo menos, tenham um diálogo cordial. “Ter um bom relacionamento é importante, pois eles precisam dialogar e se organizar quanto aos cuidados, atenção e rotina dos filhos”. Dessa forma, as crianças perceberão que sua família passou por uma grande mudança, mas que isso não afetou no carinho e amor dos pais.

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Foto: Educaloi

“Quando isso acontece, os filhos percebem que não há motivo para sentirem-se abandonados”, reforça. Em alguns casos a separação traz alívio, principalmente quando as situações de conflitos vivenciados pelo casal eram presenciadas pelos filhos.

“Muitos pais depois da separação conseguem até melhorar a convivência com as crianças, gerando uma relação ainda mais próxima”, diz a psicóloga. E, caso a criança tenha dificuldade em lidar com todas as mudanças causadas pela separação dos pais, a profissional explica que a psicoterapia pode ser um auxílio valioso na compreensão dos sentimentos e nas mudanças que serão enfrentadas.

Presença de animais de estimação facilita a transição de crianças para nova escola

Presença de pets nas escolas também aprimora o aprendizado em crianças

Todos os anos, mais de sete milhões de crianças mudam de escola, o que pode ser uma experiência angustiante e solitária. Estudos realizados pelo Centro de Nutrição e Bem-Estar Animal Waltham, parte da Mars Petcare, comprovam que o contato com pets é cada vez mais positivo para o bem-estar das pessoas e que eles desempenham um papel importante na vida das crianças, ajudando-as, inclusive, a serem mais saudáveis, criar senso de responsabilidade, estreitarem laços de amizade e desenvolver empatia.

Sabendo disso, a Mars Petcare firmou parceria com duas escolas dos Estados Unidos (Steindorf Steam School, em San Jose/Califórnia, e também com a Chelsea Academy, em Front Royal/Virgínia) para comprovar como os pets podem contribuir e facilitar a transição de crianças para uma nova escola. Os resultados foram incríveis e destacam o poder dos animais de estimação para reduzir o estresse, aliviar sentimentos de ansiedade social e ajudar as crianças a se conectarem com os novos colegas estudantes.

O Vice-presidente de Marketing da Mars Petcare nos Estados Unidos, Craig Neely, reforça que “as habilidades dos animais de estimação e o impacto positivo que eles têm em nossas vidas são notáveis e, no caso desta parceria, ajudando a tornar os primeiros dias em uma nova escola menos estressante e intimidante para uma criança”.

Na Steindorf Steam School, o aluno Etienne contou com a presença do seu cachorro Milo. Já na Chelsea Academy, o aluno Nate foi acompanhado pelo seu cão Buddy durante seu primeiro dia de aula. “Uma grande reviravolta como mudar de escola pode ser um enorme desafio para as crianças e afetar seu desempenho estudantil e bem-estar emocional”, destaca Bernardine Clark, Diretora da escola Chelsea Academy. “Adoramos a ideia de receber os cães de nossos novos alunos em seus primeiros dias para ajudar a tornar a transição o mais tranquila possível”.

Antes de seu primeiro dia na nova escola, Etienne, do sexto ano na Steindorf Steam School, ficou apreensivo. “Eu estava me sentindo muito nervoso e achei que todo mundo ia tirar sarro de mim porque eu era uma pessoa nova na escola”. Como o cão Milo estava lá, Etienne relatou que se sentiu mais seguro e confortável. “Milo às vezes lambia a minha mão, me dizendo que ele está sempre lá para mim”, ressaltou ele.

Essas duas histórias reais podem ser conhecidas neste site, em inglês – First Day Friendes -, onde também estão disponíveis dicas para pais, professores e diretores interessados em aprender mais sobre como trazer os benefícios dos animais de estimação para sua própria escola. Também disponível no Youtube em: Chelsea Academy (Nate & Buddy) e Steindorf School (Etienne & Milo).

 

Animais de estimação na sala de aula: aprimoramento do aprendizado para crianças

Nos últimos anos, escolas começaram a empregar programas de educação assistidos por animais, cujo objetivo é melhorar as habilidades motoras do aluno, sua comunicação e habilidade de leitura, ao mesmo tempo que se valem dos efeitos calmantes e motivadores que os animais podem proporcionar.

Estudos sobre os benefícios educacionais de incluir animais em salas de aula descobriram que crianças em idade pré-escolar têm maior probabilidade de acatar instruções e executar determinadas tarefas de habilidades motoras (por exemplo, concluir um percurso com obstáculos) mais rapidamente, mas sem sacrificar a precisão, quando estão na presença de um cachorro.

A presença de um cão também vem sendo associada a um melhor desempenho em tarefas cognitivas (por exemplo, fazer a correspondência entre imagens relacionadas). Melhoras na comunicação entre os alunos e entre professor e alunos, redução dos comportamentos extremos (como agressão) e aumento da atenção no professor também foram relatados quando há cachorros presentes na sala de aula.

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Programas de leitura: uma variedade de programas também foi introduzida com o objetivo de melhorar as habilidades de leitura dos alunos, proporcionando a eles oportunidades de ler em voz alta para os cães. A argumentação para esses programas é que a presença de um cachorro pode reduzir a ansiedade da criança quanto à leitura e à leitura em voz alta, já que o cachorro atua como um público que não é crítico, nem emite julgamentos à prática de leitura da criança.

Educação especial: a educação especial, em particular, se valeu dos efeitos calmantes dos animais para reduzir os comportamentos tumultuantes na sala de aula. Há um consenso geral de que a presença de animais pode reduzir as explosões emocionais, a agressão e outros comportamentos indesejados.

Pesquisadores da área acreditam que, além de reduzir o estresse e a ansiedade, os animais podem ajudar as crianças a concentrar a atenção, ou podem proporcionar algum tipo de motivação de aprender e ser bem-sucedido em uma tarefa. Devido à prevalência do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em alguns países, descobertas relacionadas a melhorias na atenção e foco podem ter um significado especial para o desenvolvimento de futuros programas educacionais para crianças com esse problema.

Fonte: Mars

Risco de desidratação aumenta durante o verão; idosos e crianças sofrem mais

Beber líquidos regularmente é mais do que um hábito saudável, pois, quando falta água no organismo, os efeitos podem ser devastadores. A desidratação é uma questão séria que afeta a população, e o risco aumenta durante o verão, especialmente entre crianças e idosos.

A gastroenterologista do Grupo São Cristóvão Saúde, Tábata Antoniaci, explica que essas faixas etárias são mais sensíveis ao problema. “As crianças desidratam mais facilmente devido às suas características biológicas; os idosos, geralmente, sentem menos sede e costumam fazer uso de medicamentos diuréticos”, destaca.

A grande perda de líquidos e a baixa reposição acabam interferindo em grande parte dos processos realizados pelo corpo, como a digestão. “Todas essas funções são afetadas quando há um desequilíbrio entre a necessidade e a ingestão (de água)”, afirma Cintya Bassi, nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde.

Um levantamento feito pela Secretaria da Saúde de São Paulo em 2013 revelou que, naquele ano, os hospitais públicos receberam uma média de 25 pessoas por dia vítimas de desidratação. Segundo Cintya, esse quadro se agrava em dias quentes, devido à maior perda de água do corpo, por meio do suor, que libera calor e mantém a temperatura corporal equilibrada.

Sintomas da desidratação

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Dor de cabeça, sede intensa e boca seca podem servir de alerta. Esses são os primeiros sintomas que indicam que a quantidade de líquido no organismo está baixa. Além deles, outros sintomas podem aparecer, dependendo da intensidade do problema:

=Desidratação leve e moderada: pele seca, olhos fundos, diminuição da sudorese, cansaço, dor de cabeça, tontura e, em bebês, moleira afundada.

=Desidratação grave: queda de pressão arterial, perda de consciência, convulsão, coma, falência de órgãos e morte.

De acordo com a gastroenterologista, a desidratação, em longo prazo, acaba prejudicando a função do intestino de retirar água do que comemos e bebemos para usar nas funções vitais do corpo. O ideal, para evitar essa situação, é aumentar a ingestão de água.

A médica conta que alguns alimentos podem ser bons aliados nessa hora. “Alface, beterraba, couve, tomate, aipo, rabanete, carambola, pepino, morango, melancia e melão possuem alta concentração de água em sua composição, o que ajuda a manter o organismo bem hidratado e funcionando corretamente”, diz Tábata.

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Foto: Pippalou/MorgueFile

No caso das crianças muito pequenas, que ainda não sabem comunicar quando estão com sede, e dos idosos em idade mais avançada, é preciso intensificar a oferta de líquidos durante o verão. A melhor forma de fazer isso é deixar recipientes com água fresca ao alcance da mão e incentivá-los a beber um pouco a cada hora.

De qualquer forma, todas as faixas etárias ficam mais suscetíveis à desidratação durante o verão, portanto, a dica da nutricionista é sempre carregar uma garrafa de água. “É preferível criar o hábito de ingerir líquidos ao longo do dia ao de consumi-los somente quando a sede aparece”, explica.

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Shutterstock

As dicas dadas pelas especialistas são fundamentais para garantir seu bem-estar. Portanto, hidrate-se e curta o verão com saúde.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Criança e Consumo lista dicas para minimizar o consumismo infantil

Sugestões são para ajudar a refletir e reduzir os apelos de consumo no fim de ano

O Natal é uma das épocas do ano em que há um crescimento significativo nos apelos para o consumo, e entre os principais alvos dessas estratégias estão as crianças. O direcionamento de publicidade ao público infantil aumenta e é importante que as famílias estejam atentas e procurem alternativas para evitar o consumo excessivo. Por isso, o programa Criança e Consumo, do Instituto Alana, preparou algumas sugestões para que os familiares e amigos celebrem as festas de final de ano com mais presença e menos presentes.

1. Natal não precisa ser sinônimo de compras

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É importante conversar com as crianças para que essa data comemorativa não seja associada a momentos de compras. Caso seja necessário levar a criança ao shopping – para comprar um presente, combine o objetivo antes de sair de casa, como forma de reduzir os pedidos impulsivos e inesperados das crianças. Lembre-se: consumir por impulso e, ao mesmo tempo, querer educar uma criança para o consumo consciente pode ser pouco eficaz, portanto, ser coerente nas atitudes é importante.

2. Proponha atividades livres de consumo

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Foto: Alley/Pixabay

O consumismo excessivo pode nos fazer esquecer de coisas importantes como convívio social, familiar e do contato com a natureza. Por isso, que tal propor às crianças atividades que não envolvam consumo, como brincar ao ar livre, em parques, praças, jardins ou na praia? Outra ideia é convidar os pequenos para atividades criativas em casa como ajudar na decoração; na montagem da árvore de Natal, reutilizando materiais para criar novos enfeites, e, até mesmo, no preparo de receitas simples, como um bolo. Incentive para que as festividades sejam marcadas pelo afeto e pelas conexões familiares, e não apenas pelo consumo.

3. Incentive a ressignificação dos brinquedos

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Natal não precisa ser associado à compra de novos brinquedos. Converse com as crianças sobre como é o processo de produção dos brinquedos, o que acontece quando eles são descartados e os impactos desses resíduos no meio ambiente. Essa é uma boa oportunidade para ensiná-las sobre sustentabilidade e entusiasmá-las a trocar um brinquedo que não usa mais por outro, em uma atividade como a Feira de Trocas de Brinquedos. A iniciativa do Criança e Consumo é uma maneira engajada e divertida para refletirmos sobre o atual padrão de consumo de adultos e crianças. Saiba mais aqui.

4. Converse com a criança sobre a diferença entre conteúdo e publicidade

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Nesta época do ano, aumentam as publicidades direcionadas aos pequenos, inclusive nos canais de youtubers mirins (ou até mesmo de adultos que apresentam conteúdos infantis). Muitas empresas de brinquedos, alimentos, roupas, calçados, materiais escolares, entre outras, se aproveitam da popularidade e da audiência desses canais para enviarem “presentes” aos apresentadores, que os exibem em seus vídeos. Essas publicidades tentam convencer as crianças de que a posse de bens de consumo as farão, supostamente, felizes e socialmente aceitas. Por isso, é importante acompanhar o consumo de mídia e o uso de tecnologias, e explicar os objetivos comerciais das campanhas publicitárias às quais elas foram expostas. Se é difícil para os adultos se protegerem dos valores consumistas, imagine para as crianças!

5. Conheça os impactos da publicidade infantil

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Para entender melhor como o estímulo ao consumismo na infância, impulsionado pela publicidade impacta as crianças, vale assistir ao filme “Criança, a alma do negócio”, de Estela Renner. O documentário é um convite para que os adultos reflitam sobre como colaborar para reduzir o consumo exagerado. O filme está disponível no Videocamp para exibições públicas e gratuitas.

6. Denuncie

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Pexels

Saiba que é possível cobrar das empresas o cumprimento da legislação e fazer denúncias aos órgãos de Defesa do Consumidor ou ao Criança e Consumo, caso se deparem com estratégias publicitárias direcionadas às crianças. Direcionar publicidade às crianças é prática abusiva e, portanto ilegal, conforme previsto no artigo 37, parágrafo 2º, do Código de Defesa do Consumidor (CDC), e reforçado pela Resolução 163 de 2014 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Sobre o Criança e Consumo

Criado em 2006, o programa Criança e Consumo, do Alana, atua para divulgar e debater ideias sobre as questões relacionadas à publicidade dirigida às crianças, assim como apontar caminhos para minimizar e prevenir os malefícios decorrentes da comunicação mercadológica.

Sobre o Instituto Alana

O Instituto Alana é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, que aposta em programas que buscam a garantia de condições para a vivência plena da infância. Criado em 1994, é mantido pelos rendimentos de um fundo patrimonial desde 2013. Tem como missão “honrar a criança”.

Museu da Casa Brasileira promove edição de Natal do Mercado das Madalenas

Com entrada gratuita, o evento será realizado nos dias 15 e 16 de dezembro com exposições, gastronomia, cultura e lazer

O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Cultura do Estado, gerido pela Sociedade Civil por meio da A Casa Museu de Artes e Artefatos Brasileiros, apresenta a 21ª edição do Mercado das Madalenas – edição comemorativa de Natal, que será realizada nos dias 15 e 16 de dezembro, sábado e domingo, das 10 às 20 horas. A entrada é gratuita.

Os visitantes encontrarão uma grande variedade de produtos exclusivos feitos artesanalmente, com mais de 80 marcas dos mais diversos segmentos, entre vestuário (feminino, masculino e infantil), decoração, joias, acessórios e presentes. O Mercado das Madalenas também oferece opções gastronômicas e oficinas gratuitas para o público.

As idealizadoras e curadoras, Inara Corrêa Prudente e Mônica Isnard, afirmam que a missão do evento é promover a economia criativa, gerando oportunidades para os produtores independentes apresentarem seus trabalhos, estreitando relações com o consumidor.

“Sempre admiramos os trabalhos autorais, que são singulares e diferentes daquilo que é produzido em massa, e também tínhamos contato com muitas pessoas desse meio. A partir daí, tivemos a ideia de desenvolver um evento reunindo esse círculo pessoal em um ambiente agradável e repleto de possibilidades”, conta Monica. “A proposta é sair do clichê dos shopping centers, por isso, o nosso critério é bastante seletivo. Queremos incentivar pequenos empreendedores a divulgar o seu trabalho, além de reunir pessoas em um ambiente agradável para todos os gostos e idades”, completa Inara.

“O MCB, único museu do país voltado ao design e à arquitetura, realiza uma série de eventos, como o Mercado das Madalenas, que valorizam o pequeno produtor ou artesão, promovendo seu contato direto com o consumidor final, a fim de garantir a sustentabilidade desta cadeia produtiva”, acrescenta Miriam Lerner, diretora geral do Museu.

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Programação cultural
As atividades oferecidas no evento são gratuitas. Para participar, é necessário chegar com 1h30 de antecedência e se inscrever no local.

Dia 15/12 – Sábado

Atração infantil
11h às 18h – Atelier Zig Zag com Silvinha Moraes – construção de fantasias

Aulas
11h – Meditação com Prem Ratna – duração de 1h – vagas ilimitadas
17h – Feng Shui e Prosperidade para 2019 com Cris Ventura – duração 1h – 25 vagas

Oficinas
12:30h – Arranjo de Flores Naturais com Cris Sanches – duração 1h – 15 vagas
15h – Caderno de Colagem com Sofia Lemos – duração 1h30 – 15 vagas

Dia 16/12 – Domingo

Atração infantil
11 às 18h – Atelier Zig Zag com Silvinha Moraes – construção de fantasias

Aulas
11h – Meditação com Prem Ratna – duração de 1h – Vagas ilimitadas.
12:30h – Poder das Afirmações e Intenções com Cris Ventura – duração 1h – 25 vagas
15h – Imagem Pessoal e Empoderamento, com Karis Brito – duração 1h30 – 20 vagas

Oficinas
17h – Flores em Papel com Marcia Chicaoka – duração de 1h – 15 vagas

Praça de Alimentação:
Café Campo Místico, Caminhoneta Burger & Co, Da Villar Food Cart, DeliciSS Produtos Artesanais, De Lá Do Pão, Eco.tube, Empório Dona Mita, Itea Chás Orgânicos, Jais Hand Made, Josi Atelier Gourmet, Kiro, La Viole, Limonchello Di Gagliardi, Mapuche Bier, Marroquina Couscous, Mel Costa Rica, Mestiço Chocolates, Mocotó Aqui!, Pão Di Queijo da Mineira, Pedala Café Bistrô, Pimentas & Pitadas, Pracinha de Portugal, Quinta do Quiriri, Sal da Terra Gastronomia, Salud Chopp Bike, Sissi Pães de Mel, Specialitá Di Tatá e Verdô Sucos.

Marcas participantes já confirmadas
Achados de Brianti, Adedo, Andrea de Carvalho, AR Atelier d’Art, Ateliê Alaine Colucci, Ateliê Beta Macedo, Atelier Luciana Pivato, Bagbag Store, Baka Studio, Bossapack, Brestudio, Brisa Moda ao Ar Livre, Camila Romero, Casa MO, Ceramic By Tati, Cheeky Children, Chicaoka Papel em Flor, CollabL2, Dafna Edery, Denise Gerassi, Dri Carneiro, DudaByDuda, Ecletnica, Ekilibre Amazônia, Equal Moda Inclusiva, Essências da Terra, Estilo Barkoh, Estúdio Capim, Estúdio Justina, Farol Brasil, Fita de Moça, Giuliana Di Fiori Atelier, Hayô Objetos com Significado, House of Freyja, Iluminismo, Ima Poesia, Ju Pelizzon, Katia Giambrone, Klatsch, Le Diable, Le Jour Homewear, Loom Knitwear, Lu Montenegro Cerâmica, Luiza Ruberti, Luli Ateliê, Maduu/Heleve, Maria Sublime, Marion Kopel, Maurício Duarte, Miemy Stilo, Miriam Papalardo, Moeê, Molsk, Mumo Moda, Muu, My Bag Studio, Neu, Ó A Saia Dela, O Coletivo Mega Fone, O Ponto Mosaicos, Panou, Para Dormir, Paula Fabbri, Peixe Amarelo, Pet For Fun, Rever, Ricreare, Riz, Rox, Roxanne Duchini, Sacola Tropical, SHWE, Sol.co, Sole, Sophos Rio, Studio Dalzotto, Studio Nó, Tear Paulista, Terral Natural, Timirim, Trapinhos Kids, Uber 47, Urbaninhos Store, Utopiar, Vic House, Vira Mundo Ateliê/Botanikos, Wee Joias, Woog, Yunques e Zona de Conforto.

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Mercado das Madalenas
Dias 15 e 16 de dezembro de 2018
Sábado e domingo, das 10h às 20h
Local: Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Faria Lima, 2705
Entrada Gratuita