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Sete cuidados de beleza que os médicos seguem com rigor

Dermatologistas são especialistas quando se trata de pele, cabelo e unhas, diagnosticando e tratando mais de 3.000 doenças e condições, incluindo câncer de pele, acne, psoríase e eczema. Eles também ajudam os pacientes a lidar com suas preocupações estéticas, como remoção de tatuagens, cicatrizes e envelhecimento da pele. Mas você já se perguntou quais dicas de cuidados com a pele os médicos usam para manter uma pele saudável? Consultamos especialistas que entregam os melhores cuidados de beleza pessoais, mas que servem para a população em geral:

Protetor solar diariamente

“Antes de se preocupar com uma rotina que contenha ácidos e antioxidantes, devemos ter o hábito do uso regular do filtro solar: ele é o creme antienvelhecimento mais importante”, explica o dermatologista Daniel Cassiano, da Clínica Gru e membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. E diariamente é realmente diariamente, ok?

“As consequências dos danos causados pela radiação sobre as estruturas celulares e cutâneas (como fibras de colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade da pele) são flacidez, rugas ou linhas de expressão e manchas”, destaca Roberta Padovan, médica pós-graduada em Dermatologia e Medicina Estética. Para obter a melhor proteção, aplique um protetor solar de amplo espectro resistente à água com FPS 30 ou superior em todas as peles não cobertas por roupas e reaplique a cada duas horas ou após nadar ou suar.

Lembre-se de que, como nenhum protetor solar pode bloquear 100% dos raios ultravioleta do sol, também é importante procurar sombra e usar roupas de proteção ao ar livre, incluindo camisa de mangas compridas, calças, chapéu de aba larga e óculos de sol, quando possível. Durante o inverno, o uso do protetor também se faz necessário: “A radiação ultravioleta mesmo no inverno causa fotoenvelhecimento e possíveis manchas. O fotoenvelhecimento inclui flacidez. Além de, a longo prazo, poder causar câncer de pele. Mesmo no inverno dentro de casa (durante a quarentena) o uso do protetor solar é fundamental. A radiação ultravioleta atravessa vidros e tecidos finos (cortinas) e pode atingir a pele da mesma forma”, acrescenta a dermatologista Paola Pomerantzeff, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fugir da exposição solar direta

Foto: Wikimedia

“Não existe bronzeamento saudável que envolva a exposição à radiação ultravioleta, as pessoas acreditam nisso, mas é um grande mito. Todo bronzeamento é uma defesa natural da pele, isto é, resposta a um dano induzido pela radiação ultravioleta”, explica Roberta. A alternativa mais sensata para expor a pele ao sol com menos riscos é respeitar o clássico horário que seria antes das 10h e após às 16h, pois nesse intervalo (das 10h às 16h) a incidência de radiação UVB é maior. “Mas não abuse, pois apesar de boa fama, esse horário também causa rugas e manchas”, diz a médica.

Simplificar a rotina de cuidados com a pele

Menos é mais quando se trata de cuidados com a pele. Usar muitos produtos, especialmente vários produtos antienvelhecimento, pode irritar sua pele. Para a pele, o essencial é: limpeza adequada (lavar), hidratar e proteger (proteção solar com FPS 30 no mínimo).

“Você precisa lavar o rosto de manhã e à noite. Lavar a face pela manhã ajuda a retirar possíveis células mortas que se acumularam durante o sono. Além disso, se a pessoa usou um ácido à noite deve limpar bem a pele pela manhã (ácidos são fotossensíveis). Ainda temos mais uma razão para lavar o rosto ao despertar: preparar a pele para a rotina da manhã: hidratante e protetor solar. À noite, a limpeza facial é essencial para retirar vestígios de maquiagem, protetor solar e resíduos de poluição. Existem diversos trabalhos que mostram a poluição como fator agravante do fotoenvelhecimento cutâneo”, explica Paola.

A introdução de antioxidantes também é bem-vinda. Ativos com essa finalidade podem estar presente nos hidratantes, em fórmulas com vitaminas C e E, ácido ferúlico, resveratrol e alistin, que são ativos clássicos.

Cuidar dos lábios

Além de ser uma região sensível ao câncer, a pele dos lábios também envelhece. Esse envelhecimento começa por volta dos 30 anos de idade e é progressivo. “Ele ocorre devido ao processo de envelhecimento intrínseco da face: há uma perda de colágeno com diminuição da firmeza da pele e diminuição da gordura facial. Além disso, usamos muito a musculatura ao redor da boca (mastigação e mímica facial – sorriso e fala)”, explica Paola.

Segundo Cassiano, os sinais do envelhecimento da região incluem a perda de volume e as rugas “códigos de barras”. “Os lábios tornam-se mais finos, com rugas ao redor da boca (o famoso “código de barras”) e consequente queda do ângulo da boca (“sorriso triste”). Outra medida importante é não traumatizar (morder ou lamber) essa região com frequência de forma repetitiva”, explica Paola.

“A hidratação deve ser endógena (beber pelo menos dois litros de água por dia) e com hidratantes labiais específicos pela manhã, de preferência, com FPS 30 de exposição solar. O hidratante labial pode ser reaplicado ao longo do dia quantas vezes forem necessárias para manter a hidratação adequada”, completa a médica.

Tirar as mãos do rosto

Sempre que você toca seu rosto, você transfere sujeira, germes e óleo das mãos para o rosto. Faça o possível para deixar sua pele em paz ao longo do dia. O toque no rosto pode espalhar sujeira, óleo e bactérias, o que pode entupir os poros. “Suas mãos entram em contato com toneladas de coisas diariamente – maçanetas, telas de celular gordurosas etc. – e essa transferência de bactérias pode facilmente sujar a sua pele, propiciando o entupimento do poro e a inflamação. Isso explica o motivo pelo qual, mesmo no frio e sem produção excessiva de oleosidade, ainda há acne”, afirma o dermatologista Abdo Salomão Jr., membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Vírus e microrganismos potencialmente patogênicos podem ficar nos cabelos, na barba, nas roupas ou objetos. “Então, caso seu cabelo ou sua barba sejam contaminados e você os toque e, em seguida, leve a mão ao rosto, existe a possibilidade de contaminação. Por isso é fundamental também higienizar as mãos frequentemente e evitar tocar a face”, diz Paola.

Verificar a pele regularmente

O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum. No entanto, quando detectado precocemente, o câncer de pele – incluindo o melanoma – é altamente tratável. É importante verificar regularmente a sua pele em busca de novas manchas, manchas diferentes das outras manchas do corpo ou manchas que coçam, sangram ou mudam de cor, pois costumam ser sinais precoces de câncer de pele. O fotoprotetor também ajuda a evitar o câncer de pele. “Se você tem dúvida sobre qual o produto mais adequado a sua pele ou acredita que há alguma mancha ou pinta suspeita, visite um dermatologista”, afirma Cassiano.

Cuidados preventivos

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Seja por meio de procedimentos injetáveis, lasers, radiofrequência ou ultrassom, os tratamentos preventivos podem ajudar a formar uma ‘poupança de colágeno’, o que mantém a pele mais jovem por mais tempo. “Existem diversas novidades que ajudam nesse processo, com destaque para Ultraction 3D, um ultrassom microfocado, e Pico Ultra 300, um laser de picossegundos. Ambos estimulam a produção de colágeno e não tiram o paciente das atividades diárias”, explica Salomão.

Além disso, nutracêuticos e uma boa dieta podem impactar diretamente na pele. Mesmo uma boa genética necessita de bons hábitos: “Muito do processo inflamatório subclínico é causado por estresse, obesidade, falta de sono adequado, má alimentação e falta de atividade física, por exemplo, o que pode acelerar mais ainda a formação de rugas. Bons hábitos de vida podem modular a expressão de genes, de forma a prevenir alterações de pele”, finaliza o geneticista Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral Multigene.

Inverno: pele e cabelos exigem cuidados redobrados em dias de baixa umidade do ar

Com a queda das temperaturas e a umidade do ar mais baixa, é natural a diminuição da transpiração corporal, que colabora para o ressecamento da pele e cabelo. De acordo com um estudo publicado no British Journal of Dermatology, isso ocorre porque as células encolhem com o frio, prejudicando a proteína filagrina, que age na hidratação. Com a queda das reservas dessa proteína, a pele fica seca e sujeita a doenças como dermatite seborreica, dermatite atópica, psoríase e a ictiose.

Para o dermatologista do Hospital Santa Casa de Mauá, Antônio Lui, outros fatores também colaboram para esse ressecamento, como, por exemplo, os banhos quentes que removem a oleosidade natural e reduzem o manto lipídico, que retém a umidade da pele. “Entre os sintomas da pele ressecada estão a aparência opaca, descamação, sensação de aspereza, coceiras e alergias, além de um aspecto esbranquiçado”, explica.

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Alguns hábitos podem amenizar essa aparência como manter uma alimentação saudável, rica em vitaminas, minerais e antioxidantes, que combatem os radicais livres e previnem o envelhecimento; evitar os alimentos mais gordurosos; reforçar a ingestão de líquidos para hidratação do organismo e uma pele macia e elástica; evitar esponjas, usar hidratante após o banho, de preferência com o corpo ainda úmido; evitar a esfoliação nesse período para não piorar o ressecamento; usar hidratante labial para evitar rachaduras e usar filtro solar diariamente.

Vale lembrar que as peles mais oleosas também podem sofrer com o inverno e que oleosidade não é sinônimo de hidratação, já que a condição é uma proteção contra a desidratação. O período é ideal para a realização de tratamentos dermatológicos como peelings, laser, depilação, entre outros.

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O frio também pode atingir o couro cabeludo e os cabelos, promovendo ressecamento, queda e opacidade. Para minimizar essas condições algumas dicas são bastante válidas como não deixar de lavar os fios constantemente, sendo que a água muito quente também não é recomendada, pois abre as cutículas, quebrando os fios, tirando o brilho e aumentando a oleosidade.

O condicionador é um grande amigo dos cabelos nos dias frios, já que sela as cutículas e confere mais brilho e maciez. Também é aconselhável optar por produtos adequados ao tipo de fio; secar bem os cabelos após a lavagem; controlar o uso de toucas e gorros, que podem reter a umidade impedindo a respiração adequada do couro cabeludo; além de ingerir bastante água e fazer uma alimentação saudável.

Confira alguns cuidados fundamentais com a saúde durante o inverno

Confira dicas de como se cuidar no período mais frio do ano e prevenir/combater doenças

O inverno chegou e com ele alguns problemas já conhecidos, as rinites, dores articulares, exageros na alimentação, preguiça para se exercitar e entre outros. E embora seja um tempo frio e bom para dormir até mais tarde, esse costume pode ser extremamente prejudicial. Especialistas ressaltam que mesmo com o inverno e os dias mais preguiçosos é crucial mantermos alguns cuidados. Pensando nisso, separamos cinco dicas para manter os cuidados com o corpo durante a estação mais fria do ano. Confira:

Saúde respiratória

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O médico otorrinolaringologista do Hospital Anchieta de Brasília, Jefferson Pitelli aponta que devido às baixas temperaturas e a diminuição da umidade do ar, há um aumento das doenças respiratórias, tendo em vista a maior concentração de partículas e poluentes na atmosfera. “Tal evento ocorre devido ao fenômeno de inversão térmica, onde uma camada de ar frio permanece mais próximo à superfície, retendo assim partículas e poluentes”, explica. De acordo com o médico, essas partículas em contato com a mucosa respiratória, levam a uma resposta inflamatória, provocando sintomas como tosse, obstrução nasal, falta de ar, espirros e coriza. “Muito comum nessa época é percebermos o aumento de doenças como asma, bronquite, rinite, sinusites e alergias”, reforça. Ele ressalta que é de extrema importância cuidar do corpo, “de dentro para fora”. “É preciso manter uma boa ingestão de líquidos, evitar o tabagismo, a exposição a ambientes pouco arejados ou com presença de fumaça ou poeira, alimentação balanceada e prática de atividade física, utilizar álcool em gel e correta higienização das mãos, não se expor ao sol em momentos de menor umidade relativa do ar que varia entre às 10h e 16h”, pontua Pitelli.

Alimentação

Assim como Pitelli, a professora de nutrição do Centro Universitário de Brasília, Ceub, Paloma Popov, reforça que a alimentação equilibrada é primordial nesta época do ano, pois muitos acreditam que precisamos comer mais nos dias frios. Para ela, o lado positivo do inverno é tentar resgatar as memórias afetivas de alimentos, como aquele bolo que aromatizava a casa da família e um caldo para aquecer nas noites frias. Mas ela alerta que é importante manter o equilíbrio. “Com o frio e a pandemia tendemos a ficar mais tempo em casa e a sensação de fome pode aumentar e trazer problemas mais sérios, como a fome ‘emocional’. Ela nos leva a consumir mais comida, mais do que o nosso corpo precisa, levando ao ganho de peso”, pondera. Para evitar esse tipo de comportamento, a especialista aconselha: “Opções boas para o inverno são os caldos e as sopas. Eles devem ser feitos com bastante verduras e legumes, como espinafre, couve, abóbora, chuchu, couve-flor e cenoura, alimentos ricos em nutrientes e baixos em calorias”, acrescenta.

Atividade física

Leidyson Figueiredo, profissional de educação física da Bodytech Brasília aponta que a prática de atividade física no inverno traz diversos benefícios, tais como: aumentar o gasto calórico, manter o corpo ativo deixando bem longe os riscos de lesões e a rigidez no sistema musculoesquelético, melhorando a circulação sanguínea não ocorrendo o aumento da tensão das fibras musculares. “Não deixe de praticar atividades físicas com a mudança das estações, elas são fundamentais para a manutenção da saúde, principalmente em tempos de pandemia, que a obesidade e o sedentarismo podem ser determinantes no quadro de contágio do novo Coronavírus”, destaca. Ele conclui: “não existe a melhor atividade física ou o melhor exercício, o importante é se exercitar sempre buscando uma orientação de um profissional qualificado”.

Cuidados com a pele

Outro cuidado extremamente importante durante a seca e o frio é com a hidratação da pele. Pensando nisso, a Farmacotécnica desenvolveu O RLMT 2, composto por uma combinação de ativos, como a glicerina, o extrato de girassol, extrato de trigo hidrolisado, silicone, ureia, entre outros, capaz de devolver elasticidade, conforto e proteção à pele de todo o corpo. De acordo com a diretora e fundadora da Farmacotécnica, Romelita Milagres Tokarski, ele é um Hidratante Multiprotetor Progressivo, uma ótima escolha. “Testes feitos em laboratório confirmaram a capacidade de manter um aumento de hidratação por 24 horas, e o seu uso contínuo melhora os resultados, fortalecendo a capacidade intrínseca de hidratação a cada dia de uso”, esclarece. “Esse é um produto que pode ser usado no corpo todo, e na face é recomendado para peles extremamente secas nessa região”, diz Romelita.

Saúde óssea

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Apesar de não termos dados comprovados, existem algumas teorias que tentam explicar por que sentimos mais dores no frio. Segundo o médico ortopedista Raul Carlos Barbosa, um dos principais causadores é a contração muscular. “Frente ao frio nosso organismo leva a contraturas musculares, que podem ocorrer de forma espasmódica (intensa), sendo por si só um causa importante de dores”, explica o especialista em pé e tornozelo. Outra alteração comum com a redução da temperatura é a vasoconstrição periférica, ou seja a contração dos músculos lisos das paredes dos vasos sanguíneos, que pode levar a uma piora do fluxo sanguíneo e por conseguinte levar a alterações periféricas, principalmente se o paciente já tiver alguma doença de base ou alteração prévia da perfusão sanguínea dos membros inferiores

Cinco dicas para cuidar da pele no inverno

Especialista dá dicas para manter a pele saudável também em dias mais frios; é importante não esquecer do filtro solar

Com a proximidade do inverno, que inicia em meados de junho, os cuidados com a saúde da pele também precisam de atenção. Desde banhos mais quentes a mitos envolvendo o protetor solar podem levar as pessoas a agirem incorretamente e até prejudicarem a derme nesse período do ano. E para não deixar que isso aconteça, a esteticista Cleide Lima, da Singu, marketplace de beleza e bem-estar, que é especialista em limpeza de pele, aponta cinco dicas preciosas para seguir nos dias mais frios do ano. Confira:

Evite banhos muito quentes

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O calor excessivo causa uma desidratação na pele, o que a faz produzir ainda mais óleo, ficando mais propícia a acnes, por exemplo. Então, em dias mais frios, além de evitar banhos muito quentes, uma dica é não lavar o rosto no chuveiro e deixar para realizar a skin care após o banho, na água fria.

O protetor solar não é feito só para dias ensolarados

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Esse mito já está praticamente sendo extinto, mas é sempre bom reforçar que o protetor solar também é necessário em dias frios, chuvosos e nublados. E mais: ele é necessário até mesmo sem sair de casa. Com o home office, modalidade em que muitos estão inseridos atualmente, a exposição à luz dos eletrônicos, como o computador ou notebook, também agride a pele. E nesse caso, a exigência é ainda de um protetor com base. Existem diversas texturas: creme, gel aquoso, mousse e até pó, se adaptando a diversos tipos de pele e necessidades.

Hidratação e nutrição


Em dias mais frios, a pele tende a ressecar, e por isso a necessidade de hidratação e nutrição é ainda mais forte no inverno. Mas, sempre lembrando que existem tipos diferentes de peles e, portanto, é necessário usar aquele que é ideal para a sua. Se ainda não tem um hidratante ideal, procure um dermatologista. Aqui é importante derrubar um mito: peles oleosas também precisam de hidratação, existem produtos que cumprem esse papel enquanto controlam a oleosidade.

Faça limpeza de pele com hidratação

Para manter a saúde da pele, é recomendado fazer uma limpeza mensalmente – com uma profissional, nada de tentar fazer em casa! Durante o inverno, é importante fazer o procedimento seguido de uma hidratação, de forma a não deixar a pele tão ressecada.

Reponha Vitamina C

É muito comum a necessidade de reposição de Vitamina C durante os dias mais frios do ano, isso porque o período causa mais ressecamento, fazendo com que a pele demande mais nutrição. Então, além de hidratar, é importante investir tanto em alimentação rica em vitamina C, como, principalmente, na aplicação de produtos com a vitamina como principal fonte, diretamente sobre a pele. Além de ser um importante antioxidante, a vitamina C contribui para a potencialização do protetor solar e, ainda, traz um glow saudável para a pele. Lembrando que o produto ideal sempre será aquele recomendado pelo dermatologista, de acordo com as características da sua pele.

Fonte: Singu

Esfriou? Temperaturas baixas exigem cuidados especiais com os cabelos

Dermatologista da Mais Cabello pontua o que é prejudicial para os fios

Engana-se quem acha que os cuidados com as madeixas são redobrados somente no verão. Quando as temperaturas estão mais baixas, o cabelo também sofre, e muito! O frio pode ser bastante nocivo e grandes campeão na desidratação do couro cabeludo. A variação climática pode causa queda capilar intensa, além de ficar opaco e sem vida. Para evitar que isso aconteça, existem algumas atitudes simples que podem minimizar, como lista abaixo Carla Nogueira, dermatologista da Mais Cabello, clínica referência em tratamentos capilares no Brasil.

Não deixe de lavar o cabelo

“Basta esfriar para muitos inventarem desculpas para não lavar o cabelo. Fios sujos enfraquecem e caem. Manter a frequência na limpeza é fundamental em qualquer estação do ano. Para fios mais oleosos, a recomendação é que sejam lavados todos os dias. Para fios mais secos, o ideal é um intervalo de um dia”, explica a médica.

Evite água muito quente

A gente sabe que banhos quentinhos são uma tentação nessa estação, mas a agua em temperatura elevada aumenta a oleosidade do couro cabeludo. “Além disso, a agua quente abre as cutículas, o que provoca quebra e opacidade”, complementa Carla. Se não existe a opção de lavar com agua fria, converse com um dermatologista para indicação de alternativas que possam controlar a oleosidade e combater os efeitos ruins da água quente.

Sim ao condicionador

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“A função dele é selar as cutículas. O ideal é escolher o produto certo pro seu tipo de cabelo, ou de acordo com as recomendações médicas”, alerta a especialista.

Hidratação de dentro para fora

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Parece clichê, mas a água é fundamental para todas as áreas do nosso corpo, inclusive o cabelo. “Invista também na alimentação rica em vitamina A, Ferro e Zinco. São minerais essenciais na saúde dos fios”, ressalta.

Seque bem

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No frio a evaporação é menor e o couro cabeludo ficará encharcado por mais tempo. “Isso pode fragilizar os fios, deixá-los quebradiços e ainda favorece o surgimento de problemas como caspa, seborreia e até micoses”, explica a dermatologista. Não esqueça os finalizadores com proteção térmica quando o secador for utilizado.

Fonte: Mais Cabello

Cuidados que você deve ter com a voz durante o outono

Fonoaudióloga que atende pelo GetNinjas oferece dicas que ajudam a evitar rouquidão e dores de garganta durante a estação

Com o aumento das vídeo chamadas e ligações telefônicas o uso da voz se tornou mais constante. É comum também que, durante as estações mais frias, as pessoas acabem roucas ou sintam dores de garganta. Isso tem relação direta com a queda nas temperaturas e com o tempo seco, características que variam durante esse período.

A queda nas temperaturas acabam contraindo os vasos sanguíneos, o que deixa a laringe mais estreita e as cordas vocais mais apertadas, por isso, muitas pessoas identificam mudanças na qualidade da voz. Para cuidar dos vocais, a Liliane Lopes, fonoaudióloga que atende no Rio de Janeiro pelo GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços, separou algumas dicas práticas para cuidar da voz.

Confira abaixo quais são elas:

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Dica 1: poupe a voz e procure não falar tão alto;

Dica 2: evite fumar;

Dica 3: afaste-se do ar condicionado;

Dica 4: faça inalação com vaporizador ou aproveite o vapor de uma chaleira com água quente;

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Dica 5: evite líquidos e alimentos muito gelados ou muito quentes;

Dica 6: beba bastante líquido, principalmente água, e prefira chás mornos;

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Dica 7: evite as bebidas alcoólicas e as com gás;

Foto: PublicDomainPictures

Dica 8: coma maçã;

Dica 9: evite excesso no consumo de leite e derivados, pelo menos no período da manhã.

Atenção: “Muitas pessoas acreditam que o conhaque, por exemplo, auxilia a garganta durante o frio. Ele pode até esquentar, mas, assim como qualquer outra bebida alcoólica, produz ácido clorídrico, o que é prejudicial para as cordas vocais”, explica a fonoaudióloga.

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Se mesmo com todos esses cuidados, você perceber que está ficando doente, procure um médico para fazer o tratamento adequado. No caso dos profissionais que trabalham com a voz, é essencial fazer um acompanhamento com fonoaudiólogos para a realização de exercícios que auxiliam na preservação da voz.

Fonte: GetNinjas

Cabeleireira dá dicas para diminuir frizz dos cabelos

Cabeleireira cadastrada no GetNinjas ensina truques que irão ajudar você a manter os fios hidratados no Outono

Manter os cabelos alinhados na correria diária não é tarefa fácil e há quem prefere evitar abrir a câmera nas “calls” por causa dos fios indisciplinados. Diminuir o frizz dos cabelos é tarefa desafiadora durante o tempo mais seco e frio do outono, e para ajudar nesse dilema capilar, a cabeleireira Aline Morais, que atende pelo GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços, selecionou algumas dicas que podem ser aplicadas em cabelos lisos, ondulados, crespos e cacheados.

Óleo de coco

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Uma manutenção prática e extremamente eficaz para alinhar os fios e diminuir o frizz é a umectação com óleo de coco. É necessário aplicar nos cabelos secos, do couro cabeludo até as pontas, e deixar agindo entre 6h e 8h. Em alguns casos, pode-se dormir com a aplicação no cabelo e retirar no outro dia. O óleo de coco é recomendado, sobretudo, para os cabelos cacheados.

Aminoácidos

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Uma outra opção para diminuir o frizz é usar aminoácidos como a queratina. A versão mais conhecida é a em creme. Ao aplicá-la no cabelo, deixe-a agir por 40 minutos com uma touca térmica.

Leave-in

Um grande aliado para a redução do frizz é o leave-in. Aplicado no cabelo ainda molhado, ele protege o fio, criando uma película. Desta forma, a umidade e o ar não serão um problema.

Rotina de cuidados

Manter uma frequência semanal de atenção aos cabelos reduz de maneira notável a incidência de frizz nos fios.

Cuidado ao secar os cabelos

Evite esfregar a toalha nos fios, pois ela causa atrito e piora o quadro de ressecamento. Seque com delicadeza e calma os seus fios. Também evite lavar os cabelos com água quente.

Para mais informações sobre a contratação de serviços, acesse o aplicativo ou o site do GetNinjas.

Sete hábitos para evitar a enxaqueca

A enxaqueca não se trata de simples dores de cabeça. Quem sofre desse quadro tem muita dificuldade em lidar com a intensidade da dor. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca é considerada a 10ª dor mais incapacitante em 15% da população mundial. No Brasil este número é aproximadamente de 30 milhões de pessoas sofrendo com essa dor.

Existem alguns hábitos que podem ajudar a combater crises de enxaqueca, o chefe da neurocirurgia do Hospital Federal da Lagoa e médico especialista em coluna Haroldo Chagas, relata sete maneiras para evitar sentir essas indesejáveis dores.

=Mantenha um equilíbrio alimentar, evitando o excesso de alimentos conhecidos por desencadear crises, como chocolates, frutas cítricas, sorvete, queijo, bebidas alcoólicas e outras ricas em cafeína;

=Tenha uma boa postura, observando a posição da cabeça e dos braços, além de cadeiras e mesas adequadas para trabalhar;

Foto: Scott Webb/Pixabay

=Evite exercícios pesados, não sobrecarregue seu corpo. Invista em atividades de relaxamento, que também contribuem para o alívio da enxaqueca;

=Mantenha o equilíbrio entre momentos de alta produtividade e de descanso;

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=Opte por produtos com perfume suave ou sem perfume e mantenha o ambiente ventilado. Perfumes fortes podem desencadear dores de cabeça;

Foto: Optix

=Faça pausas durante os períodos de leitura ou trabalho na frente do computador. A pressão ocular é um dos fatores analisados em diagnósticos de enxaqueca;

=Durma bem, e pelo tempo adequado. Falta e excesso de sono estão relacionados a crises de enxaqueca.

Fonte: Haroldo Chagas é neurocirurgião e cirurgião de coluna; graduado pela Escola de Medicina Souza Marques; especializou-se em Neurocirurgia no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ; fez Cirurgia de coluna (2005-2006): Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – UFRJ; Chefe da Neurocirurgia e do Centro Cirúrgico do Hospital Federal da Lagoa – RJ.


“Tripé da Saúde”: profissionais fazem alerta sobre como se manter saudável na pandemia

Série de vídeos em alusão ao Dia Mundial da Saúde (7 de abril) traz especialistas dando dicas importantes

“Um estado de completo bem-estar físico, mental e social, e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades”. É como a Organização Mundial da Saúde (OMS) define “saúde”. Após mais de um ano enfrentando a pandemia do novo coronavírus, profissionais do Hospital Marcelino Champagnat e do Hospital Universitário Cajuru, ambos do Grupo Marista, se unem para fazer um alerta sobre como se manter saudável em meio ao isolamento físico e restrição de atividades.

A campanha “Amor é S2 e Saúde é S3 – A importância do autocuidado físico, mental e social” entrou no ar em 7 de abril trazendo uma série de vídeos com médicos de diversas áreas. Os vídeos podem ser acompanhados nas redes sociais do Grupo Marista pelo Facebook, Instagram e YouTube.

Além da ausência de doenças, para ser saudável também é necessário analisar o corpo, a mente e até mesmo o contexto social no qual a pessoa está inserida. Ou seja, um conjunto de bons hábitos contribui para o menor risco de desenvolvimento de doenças, mas o ambiente também influencia. O diretor-geral da área de saúde do Grupo Marista, Álvaro Quintas, destaca que uma boa saúde se constrói diariamente.

“Possuímos uma lista extensa de hábitos que nos fazem ser saudáveis (ou não), mas podemos resumir em quatro itens: além do tripé de bem-estar da OMS (mental, físico e social), eu incluiria o espiritual. Precisamos lembrar que todos caminham juntos e que também é importante cuidar dos outros. Saúde e amor se conectam dessa maneira”, comenta.

Saúde mental

A Organização Mundial da Saúde enfatiza que saúde mental é “mais do que apenas a ausência de transtornos mentais ou deficiências, mas também cuidar do bem-estar e da felicidade contínuos”. De acordo com a médica cardiologista do Hospital Marcelino Champagnat, Camila Hartmann, o pensamento positivo faz muita diferença na saúde mental, ainda mais diante da pandemia do novo coronavírus. 

“Sabemos que pessoas felizes têm mais sucesso. O bem-estar mental está muito atrelado a como as pessoas enxergam o mundo e a forma de interpretação de cada situação. E isso depende da saúde mental de cada pessoa. Ela é o reflexo de outras questões na saúde, como a qualidade do sono, exercício físico e convívio social. Tudo isso traz felicidade e, junto com o pensamento positivo, podem ser a ‘chave’ para uma boa saúde mental”, analisa.

Diante das dificuldades enfrentadas nos últimos 13 meses, ter uma mente saudável é um dos principais desafios. “Fazer uma reflexão sobre o dia a dia e questões que importam de verdade nos fazem enxergar e definir os aspectos que não devemos abrir mão e os que precisamos deixar de lado. Tentar organizar prioridades e incluir na rotina as coisas que trazem felicidade faz com que as pessoas se sintam mais realizadas e vivam melhor”, aconselha Camila.

Saúde física

Já o bem-estar físico se refere às condições do nosso corpo, mas que vão além da ausência de doenças. É um aspecto mais amplo, pois tem relação com a disposição, vida saudável, autoestima física e força. A coordenadora do serviço de Check-up do Hospital Marcelino Champagnat, Aline Moraes, explica os motivos pelos quais os exercícios fazem bem para o corpo e também para a mente: “O primeiro passo é escolher uma atividade física que goste. Assim, será mais fácil de encontrar prazer e felicidade ao fazer o exercício”. 

Para ela, quando as pessoas percebem que o corpo está cansado, devem escutá-lo. “Precisamos nos mexer para que haja uma injeção de energia e reequilíbrio dos hormônios. Há estudos que apontam que exercícios físicos são extremamente eficazes para tratar depressão leve e moderada, sem o auxílio de medicamentos psiquiátricos”, explica.

Em meio ao isolamento social, é preciso adaptar também os exercícios físicos e realizá-los em casa ou em ambientes seguros. “Realizar tarefas simples, como arrumar a casa, subir escadas, dançar, cuidar do jardim e ter um momento de lazer com a família é importante para a ativação e o relaxamento do corpo. Além disso, faz com que tenhamos mais vontade de nos manter ativos. Começar devagar, com pequenos passos, faz com que o próprio corpo desenvolva a necessidade de fazer exercícios físicos contínuos”, conta a médica.

Saúde social

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Por fim, a saúde social faz parte do “tripé” para a busca de uma vida mais saudável. De acordo com o coordenador da Comissão de Cuidados Paliativos do Hospital Universitário Cajuru, Ronnie Ikeda, cultivar relacionamentos com a família, amigos, colegas de trabalho e comunidade em geral, por meio de trabalhos voluntários, têm grande importância na busca pelo bem-estar.

“Estamos vivendo um momento atípico e, para prezar quem amamos, respeitamos o distanciamento social. Nesse ano, foi necessária uma adaptação para manter a saúde social em dia, mas de longe – seja com encontros virtuais, happy hour online e celebrações importantes realizadas em formato drive thru, por exemplo. Mesmo assim, muitos laços foram reatados e outros amarrados com mais força. Isso porque, devido à pandemia, precisamos nos aproximar ainda mais da família e dos amigos para amenizar o estresse causado pela distância física e imposições restritivas”, comenta o Ikeda.

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A saúde social também pode ser mantida ativa por meio de livros, filmes e redes sociais. “Cada um tem sua personalidade. Uns gostam mais do relacionamento interpessoal e necessitam de mais contato. Outros são mais introspectivos e preferem um bom livro, meditação, orações ou até mesmo o ócio.  Cada um precisa identificar o que traz mais felicidade e prazer. Além disso, a solidariedade também faz bem, pois é capaz de melhorar a saúde social.”, reforça Ikeda. Ele lembra ainda que “ações coletivas proporcionam maior qualidade de vida não apenas para quem as realiza, mas principalmente para as pessoas que têm menor acesso à saúde”.

Fonte: Grupo Marista

Cabelos brancos: Suzana Alves conta o que a levou a assumir os fios grisalhos

Antigamente, quase todas mulheres, quando percebiam os primeiros fios de cabelo branco, os escondiam. O motivo geralmente passava por questões estéticas ou por não quererem ‘aparentar a idade’. E para manter a cor almejada, elas usavam os mais diferentes artifícios: naturais ou não. Para muitas, ir ao salão tingir os fios parecia ser a solução. Já para outras, a única saída era fazer por conta própria em casa.

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Claro que hoje em dia muitas mulheres ainda pintam o cabelo e usam diversas formas de disfarçar os fios brancos. É uma opção e direito delas. Mas é bom lembrar que vem crescendo o número de mulheres que não querem esconder os fios brancos. Ao contrário, elas querem mostrá-los. O motivo pode ser desde uma melhor aceitação de si própria, a questões mais práticas, como se livrar das químicas e retoque periódicos.

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Uma das atrizes que adotou o cabelo branco recentemente foi Suzana Alves, que ficou conhecida nos anos 1990 por interpretar a personagem Tiazinha em um programa de televisão. “As mulheres estão descobrindo novos caminhos. Por que o homem é charmoso de cabelo branco e a mulher não? Daqui a pouco as pessoas vão acostumar que tem muita gente com cabelo branco na rua, então isso também vai virando um hábito”, disse Suzana, em entrevista publicada recentemente no canal de cabelos All Things Hair.

Cuidados

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Ter cabelos brancos não pode ser mais considerado um ato de desleixo e há várias formas para mantê-los estilosos, bonitos e bem hidratados. Como provavelmente você já sabe, o fio branco é mais seco e um pouco mais áspero que os demais. Isso ocorre devido a uma menor presença de melanina, substância que confere elasticidade e proteção aos fios. Portanto, para manter o cabelo hidratado, cremes, manteigas e ceramidas podem ser bons aliados.

Na hora de lavar, usar um shampoo desamarelador pode ser uma boa medida, pois, com menos pigmentos, os fios tendem a acumular mais resíduos. Com a exposição ao sol, esse problema tende a piorar. Por isso, ao sair de casa, a dica é sempre usar produtos com filtro UV, que protegem contras os raios ultravioletas.

Focar em uma boa alimentação também pode ser uma alternativa para fortalecer os fios. Investir, por exemplo, em alimentos como carne, fígado, ovos, queijos e vegetais folhosos, que ajudam na produção dos melanócitos, responsáveis pela produção da melanina.

Fonte: All Things Hair