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Dia Nacional da Saúde: chás ajudam no equilíbrio corpo e mente

Nutricionista Rodrigo Moreira explica como a bebida pode auxiliar o bem-estar

Hoje, 5 de agosto, é comemorado o Dia Nacional da Saúde, data cujo objetivo é conscientizar a população sobre a importância dos valores e cuidados com a saúde. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o assunto vai muito além da ausência de alguma enfermidade: é o equilíbrio entre bem-estar físico, mental e social. Nessa mesma linha, a medicina integrativa enfatiza uma abordagem holística e focada no paciente, incluindo aspectos mentais, emocionais, funcionais, espirituais, sociais e comunitários.

Dentro desse contexto, o chá surge como uma peça fundamental para aliar bem-estar, saúde e espiritualidade. Segundo o nutricionista Rodrigo Moreira, a bebida traz diversos benefícios e equilibra o corpo e a mente. “Bem-estar é a busca da satisfação plena com seu corpo, mente e espírito. O consumo de chás pode trazer benefícios significativos”, explica.

Considerada uma das bebidas mais populares do mundo, as infusões têm propriedades terapêuticas e funcionais que podem atuar como estimulantes, diuréticos, digestivos, anti-inflamatórios, calmantes, entre outros. “Os benefícios são diversos para a saúde, como a possível redução na glicemia em diabéticos, do colesterol em hipercolesterolêmicos, da pressão arterial em hipertensos, além do efeito antibactericida, antifúngico e antiviral de forma geral. Camomila, Cidreira e Hortelã por exemplo, são ótimas opções para diminuir ansiedade e estresse”, conta o profissional.

Ritual de autocuidado

Mas, mais do que uma bebida com propriedades terapêuticas, o chá é um elemento cultural. Historicamente, o líquido é associado à paz e à harmonia. A Cerimônia do Chá, tradicional do Japão, é um exemplo. “Mantida até hoje, a proposta é de alcançar ‘a paz numa xícara de chá’. A ideia é deixar o mundo material e entrar em um mundo sagrado e espiritual. É inspirada em ideias budistas como: a simplicidade, a harmonia e a impermanência de todas as coisas”, explica Rodrigo.

Assim como o tradicional ritual, a bebida atualmente pode auxiliar na busca pelo equilíbrio mental. Um dos exemplos é com a prática do mindfulness. O termo ganhou popularidade nos últimos anos e se caracteriza pelo conjunto de técnicas ou práticas que auxiliam no estado de atenção plena, que é a capacidade de estar atento ao momento presente sem distrações.

“Trazer a atenção plena para atividades simples como beber chá nos treina a direcionar a atenção conscientemente. Atenção plena significa prestar atenção com os sentidos, no corpo – sentir, tocar, ver, ouvir e saborear. Criar um momento para desacelerar as atividades e/ou confraternizar com amigos com uma boa xícara de chá no meio da tarde, são rituais que produzem bem-estar”, afirma.

Confira abaixo a entrevista com Rodrigo Moreira

O que é a visão integrativa na saúde?

Moreira: A visão integrativa é focada na pessoa como em seu todo. Levando em consideração uma avaliação de corpo, mente e espírito, para proporcionar um estado de completo bem-estar físico, mental e social.

Hoje, o que define bem-estar relacionado à nutrição?

Moreira: Bem-estar é a busca da satisfação plena com seu corpo, mente e espírito. Com sensação de conforto e segurança à sua saúde, trazendo tranquilidade e bem-estar para vivê-la.

Quais questões cerimoniais do chá podem ser tratadas dentro da nutrição?

Moreira: A busca pela harmonia. Na nutrição é preciso ter um equilíbrio entre os todos os nutrientes que necessitamos. Não é porque um nutriente é bom que devessem consumi-lo em grande quantidade. É necessária uma relação de equilíbrio na composição da alimentação, considerando o consumo de chá e demais alimentos, de modo a evitar os excessos ou deficiências de nutrientes.

De modo geral, como o bem-estar das pessoas pode ser associado aos chás?

Moreira: O consumo das ervas medicinais em forma de chá tem muitos nutrientes que podem trazer benefícios significativos para o bem-estar.

O que se entende como uma questão interdisciplinar envolvendo o chá e a saúde?

Moreira: Na questão nutricional uma erva pode trazer benefícios diversos, chamamos de fito complexo, um conjunto de substância presentes em uma planta, que são extraídas ao fazer o chá, e ao consumi-las, podem agir em diferentes regiões do seu corpo.

Como o chá pode ser associado ao mindfulness? Pode explicar um pouco?

Moreira: Trazer a atenção plena para atividades simples como beber chá nos treina a direcionar a atenção conscientemente. Atenção plena significa prestar atenção com os sentidos, no corpo – sentir, tocar, ver, ouvir e saborear. Criar um momento para desacelerar as atividades e/ou confraternizar com amigos com uma boa xícara de chá no meio da tarde, são rituais que produzem bem-estar.

Busca pela saúde refletida no mercado

De acordo com Marcelo Correa, Head Commercial and Business Development da Leão Alimentos e Bebidas, a procura por produtos saudáveis é uma tendência no mercado. “O brasileiro, cada vez mais, busca por produtos que atendam a aspectos de saudabilidade, que aliam bem-estar, saúde e que não tenham restrição. O chá atende a esses quesitos: é uma bebida sem açúcar, aromática e com diversas funcionalidades”, conta.

Líder do segmento com volume de 65% em market share, a Leão está atenta a esse movimento. Em 2020, a marca fez lançamentos com produtos voltados para a saúde e bem-estar em, como a linha Leão Funcionais: Reequilibra (chá verde, hortelã e limão), Recarrega (chá mate com guaraná), Reanima (chá preto com laranja e mel) e Relaxa (chá de camomila e maracujá). Pelas suas composições, eles apresentam propriedades interessantes em quatro frentes: Detox, Energia, Imunidade e Relaxamento.

Com 120 anos de história e inovação, a Leão conta hoje com um portfólio com mais de 60 produtos com propriedades que atuam nas mais diversas frentes. Entre eles o chá de Hortelã, conhecido por amenizar sintomas de gripes e resfriados; Camomila com efeito calmante e a tradicional Erva Mate cujas propriedades ajudam a acelerar o metabolismo e auxiliam na queima de gorduras.

Vale ressaltar que a Leão Alimentos e Bebidas reforça que o consumo da bebida não substitui tratamentos médicos ou outros necessários. “As infusões servem como complemento de uma dieta saudável, natural e que auxilia no bem-estar das pessoas”, finaliza Marcelo.

Fonte: Leão Alimentos e Bebidas

Dia Nacional da Saúde: as fake news estão tão boas quanto um roteiro de série

Porém, nem Black Mirror nem Arquivo X, está na hora de conhecer a verdade; Felipe Magalhães, especialista em clínica geral, nefrologista e coordenador de conteúdo do Jaleko, estreia no canal da plataforma um quadro sobre esses mitos da medicina que são um desserviço, principalmente para os estudantes da área de saúde

Às vezes é impossível de acreditar, mas a apuração de 2020 é que pelo menos 79 denúncias foram feitas contra médicos e enfermeiros que foram acusados de disseminar fake news em plena crise sanitária do novo coronavírus. Deste total, 40 casos foram abertos para sindicâncias. Para o levantamento, o portal G1 entrou em contato com as assessorias de todos os 27 conselhos regionais de medicina e de enfermagem.

Felipe Magalhães, especialista em clínica médica e coordenador de conteúdo da maior plataforma de streaming para estudantes de medicina – o Jaleko, vê a importância de ensinar os futuros médicos e a população, sobre o cuidado com a informação.

E para comemorar o Dia Nacional Saúde no Brasil, comemorado hoje (5), Magalhães estreia seu programa no Youtube do Jaleko e desvenda muitos dos mistérios da medicina que foram disseminados de forma errônea e perigosa.

“Já faço o programa Listas Jaleko dentro do canal, que de certa forma desmistifica alguns pontos, mas quando vi o tanto de informações equivocadas que estão à solta na internet, mesmo antes da Covid-19, percebi a importância desse novo passo para para os estudantes de medicina, profissionais da saúde e sociedade. Os assuntos serão os mais diversos como: infarto em jovem mata mais, vitamina C para gripe, hipotiroidismo gera obesidade, entre outros”, afirma Felipe Magalhães

E para completar, o especialista em clínica médica, também desvenda as maiores fake news da pandemia:

=Vírus criado em laboratório: em algum lugar um virologista levantou essa questão e, apesar do governo Chinês negar e as evidencias científicas mostrarem que não é o caso, as pessoas insistem em compartilhar. Esse contexto leva parte da população a não querer se vacinar com a CoronaVac, produzida pela chinesa Sinovac.

=Máscaras oferecem riscos à saúde: asfixia por retenção de gás carbônico. Essa é uma das fake news mais perigosas também. Não é real, claro, pois as máscaras são porosas, deixando espaço para que a pessoa consiga respirar, mas evitando as gotículas de saliva externas. Existem diversos atletas mostrando como é possível fazer esportes com elas, além, é claro, dos próprios médicos que realizam cirurgias que as vezes passam de 8 horas sem tirar as máscaras.

=Cloroquina: uma briga eterna no país. A hidroxicloroquina é um medicamento contra malária e, por vezes, é ministrado em pacientes com algumas doenças autoimunes. Porém, até a Organização Mundial de Saúde, e agora até o Ministério da Saúde do Brasil, já atestaram a ineficácia, portanto, não é recomendada como tratamento precoce e a pessoa só está ingerindo medicação sem resolver o problema.

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=DNA humano e microship: por favor, nós não estamos em um capítulo de Black Mirror nem Arquivo X. Portanto, vacina boa é vacina no braço. Nosso DNA é alterado por um monte de coisas o tempo todo, e nosso corpo inclusive possui mecanismo de correção. Agora, microship com bluetooth que tem todas as nossas informações e passa para grandes empresas chama-se celular, e não vacina.

=O novo coronavírus não resiste ao calor: o problema é que até uns 50 ou 60 graus célsius ele resiste bem, então não é um solzinho de 30 ou 40 graus que vai matar, portanto, não adianta aglomerar na praia. E lembre-se que, mesmo no sol, a nossa temperatura interna se mantém relativamente estável, ou seja, em média entre 36º e 37º.

Fonte: Felipe Magalhães – clínico geral e diretor científico do Jaleko.

Dia Nacional da Saúde: café um grande aliado

O Brasil é o segundo maior consumidor de café do mundo. De acordo com o relatório da pesquisa Tendências do Mercado de Cafés em 2017, patrocinada pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), os brasileiros consumiram 1,7 milhão de toneladas do produto no ano passado.

Aliado a isso, vários estudos científicos foram realizados para entender como a bebida pode ajudar na saúde de quem o consome regularmente. Aproveitando que domingo (5) é o Dia Nacional da Saúde, Lucas Moreira, sócio e co-fundador da Splash Cafés e Bebidas, pesquisou e listou as principais vantagens.

Reduz o risco de morte

Doenças circulatórias correspondem a 22% das mortes no Brasil, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O consumo do café em níveis mais altos está ligado a uma propensão menor por morte desse tipo, além de diminuir o risco de morte por todas as causas.

Auxilia na prevenção do câncer no útero

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O ácido clorogênico, um dos principais compostos do café, ajuda, entre outras coisas, na prevenção do câncer de útero. Pesquisa realizada pela universidade de Harvard revela que ingerir uma xícara de café por dia pode reduzir em até 7% a possibilidade de desenvolver tumores no endométrio – tecido que reveste toda a parede interna do útero.

Prevenção de diabetes

Os compostos fenólicos presentes no café auxiliam a ação da insulina nas células. Deste modo o organismo não precisa produzir mais quantidades desse hormônio que pode causar a diabetes tipo 2, quando em excesso.

Previne doenças cardiovasculares

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Beber de três a quatro xícaras de café por dia tende a diminuir as chances de morte por doenças que atingem o coração. Segundo dados do Business Insider, uma revisão de 200 pesquisas revela que essa taxa pode cair em até 19% com o consumo constante.

Evita cirrose

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Beber uma xícara de café por dia pode reduzir em até 22% o risco de cirrose, doença que atinge o fígado geralmente ocasionada pelo excesso consumo de álcool. A pesquisa é da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), após avaliação de 14 mil pessoas.

Fonte: Splash

Mãos que Ajudam a Serviço da Saúde beneficiará milhares de pessoas

Hoje, 5 de agosto, uma grande ação nacional vai beneficiar milhares de pessoas e centenas de entidades em mais de 180 cidades no Brasil, por meio do Projeto Nacional “Mãos que Ajudam a Serviço da Saúde”, de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Aproximadamente 130 mil voluntários vão realizar doação de kits para bebês em maternidades públicas, serviços de pintura, jardinagem, manutenção, pequenas reformas em postos de saúde e hospitais públicos, além de diversas iniciativas.

No Acre, por exemplo, foram confeccionadas roupas hospitalares, que serão doadas para hospitais públicos da capital. Em Joinville, Fortaleza, Maceió, Diadema, Santo André, São Bernardo do Campo e Itaquera, bairro de São Paulo, centenas de voluntárias trabalham na confecção de kits bebês.

Em Campina Grande, na Paraíba, voluntários acordarão cedo para doar sangue. O mesmo ocorrerá em Niterói, Nova Iguaçu, Madureira e Jacarepaguá no Rio de Janeiro. Ainda na capital Fluminense ocorrerá doação de lençóis para os Hospitais Municipais São Francisco Xavier e Jorge Elias.

Na capital potiguar, voluntários levarão música, recreação e cortes de cabelo para os internos de hospital público de Natal. No interior de São Paulo, na Princesa d’Oeste, Campinas, haverá mutirão e mobilização numa Campanha de Conscientização sobre o Aedes Aegypti. Na Terra da Uva, Jundiaí, voluntários reformarão um Centro de Atenção Psicossocial para Infância e Adolescência – (CAPSI)

Na região do Vale do Itajaí e de parte do Litoral Catarinense, vão ser doados kits de higiene para idosos e pacientes dos seguintes Hospitais Públicos: Casa de Apoio à Vida, em Barra Velha, Lar dos Idosos Divina Providência de Penha e Navegantes, na Casa de Acolhida São Felipe Neri, em Blumenau; e no município de Itajaí, pacientes do Hospital e Maternidade Marieta Konder Bornhausen e Residencial Geriátrico Praia dos Amores serão beneficiados.

Ainda em Itajaí, “Os Amigos da Alegria”, uma espécie de “Doutores da Alegria”, brincarão com os pequenos atendidos no Hospital Infantil Pequeno Anjo. Na bela Balneário Camboriú, receberão atenção especial, pessoas cadastradas no Abrigo à Pessoa em Situação Vulnerável.

Em Minas Gerais, que não ficará de fora deste dia nacional a serviço da saúde, destaca-se que em Belo Horizonte, Sete Lagoas e Contagem, o projeto em parceria com a AMA AVC, contará com um ciclo de palestras e ações para prevenção de AVC.

Na capital paulista serão dezenas de ações: na Santa Casa de São Paulo — fundada há mais de quatro séculos, em meados de 1560, voluntários irão limpar e retirar mobílias, assim como pintar a creche que atende os filhos dos funcionários. Na região do Parque Pinheiros serão doadas 500 fraldas e 500 pulseiras para controle de Diabetes, a 34 idosos da Casa dos Velhinhos – CEPIM.

Todos os projetos são organizados por coordenadores locais do Programa Mãos que Ajudam, através de parcerias com outras entidades, instituições religiosas, empresas privadas, mídia e poder público. Esta é uma maneira de cada voluntário “Seguir o exemplo de Jesus Cristo ao doar de si”.

Dia Nacional da Saúde

A iniciativa ainda celebra e relembra que o Dia 5 de agosto, pela Lei 5.352, de 08/11/1967, é oficialmente instituído como o Dia Nacional da Saúde. Além de enfatizar as campanhas de saúde e alertar a comunidade sobre a importância dos meios de prevenção, tratamento e cura, a data faz homenagem ao legado deixado por Oswaldo Gonçalves Cruz, um dos principais médicos-sanitaristas que o país teve.

O Programa

O Mãos que Ajudam é um programa permanente de ajuda humanitária e de serviço comunitário, que mobiliza milhares de voluntários de todas as idades, membros e amigos de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

Em 2016, o Programa Mãos que Ajudam celebrou 15 anos, com mais de 11 milhões de pessoas assistidas e a participação de cerca de dois milhões de voluntários em mais de três mil projetos realizados

 

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Dia Nacional da Saúde: você cuida bem da sua?

Cuidar da saúde envolve muito mais do que manter uma alimentação balanceada e uma prática constante de exercícios físicos. Em longo prazo, outras pequenas atitudes do dia a dia têm um efeito muito maior do que se imagina. Para comemorar o Dia Nacional da Saúde, comemorado hoje, José Pelino, diretor de Engajamento Científico da Johnson & Johnson, reuniu cinco perguntas para testar como anda sua preocupação com a saúde. Confira:

1. Antes de sair para o trabalho, você aplica protetor solar no rosto e no corpo?

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Foto: Pedro J. Perez/MorgueFile

“Não” é uma resposta bem comum para esta pergunta. Muitas vezes, o que impede o uso constante de protetor solar é a ideia fixa de que ele só deve ser usado na praia ou durante atividades de lazer. Mas, você sabia que o efeito do sol da cidade é o mesmo do que o sol da praia? No deslocamento até o trabalho, durante o intervalo de almoço, faça chuva ou faça sol, você nunca está isento de receber a radiação solar, que é cumulativa no corpo ao longo da vida. Portanto, passar protetor solar no corpo e no rosto todos os dias deve ser um hábito incorporado, e não depender se o sol está brilhando. Mesmo em dias nublados, estamos expostos.

2. Faz parte da sua rotina de higiene bucal usar fio dental, escova de dentes e enxaguatório bucal?

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Ao contrário do que se acredita, 75% da boca não é alcançada somente pela escovação e uso do fio dental. Assim, os germes que permanecem na boca rapidamente recolonizam os dentes, causando o mau hálito, placa bacteriana, gengivite e outros problemas bucais. O trio escova, fio e enxaguatório bucal, por sua vez, alcança 100%[1]. Então, para maior eficácia da higiene oral, os três passos que se complementam são essenciais para uma boca mais saudável: escovação, fio-dental e bochechos com antisséptico bucal.

3. Você retira a maquiagem todos os dias antes de dormir?

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Segundo pesquisa realizada pela Johnson & Johnson², 93% das mulheres brasileiras usam algum tipo de maquiagem e apenas 5% delas usam um produto específico para removê-la. Este comportamento demonstra como a limpeza correta da pele ainda é subestimada. É fundamental usar demaquilante todas as vezes que se usa maquiagem, pois o produto garante que a pele fique livre de resíduos que podem comprometer a saúde da cútis. A pele “respira” durante o sono, por isso, dormir com maquiagem pode causar obstrução dos poros e aumentar a oleosidade da mesma, aumentando o aparecimento de acne e cravos.

4. Você hidrata sua pele diariamente?

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Muitas vezes, após o banho, bate aquela preguiça de aplicar o hidrante. Mas lembre-se: hidratação é a base para uma pele saudável. Fatores externos aos quais estamos suscetíveis, como poluição, excesso de sol ou frio e resíduos de maquiagem, podem danificar a pele, prejudicando a hidratação natural. Com isso, é optar pelo recurso do hidratante, para evitar que a barreira da pele perca elasticidade e flexibilidade, o que pode deixá-la com uma aparência opaca e sem vida.

5. Você sempre mantém na bolsa produtos de higiene íntima como absorventes e protetores diários?

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O absorvente íntimo deve ser trocado sempre que a mulher sentir necessidade. Por isso, é melhor garantir sempre carregando reservas. Nos primeiros dias da menstruação, o fluxo costuma ser mais intenso logo, a troca deve ser feita mais vezes, uma boa média é a cada três ou quatro horas. Depois, conforme o fluxo for diminuindo, é possível realizar somente quatro trocas diárias. No caso do período que antecede ou precede e também no período intermenstrual, sempre há a opção do protetor diário.

Fonte: Johnson & Johnson

Dia Nacional da Saúde: obesidade ainda é um grande obstáculo para 60% dos brasileiros

Endocrinologista de Brasília apresentou estudo onde multidisciplinariedade pode impedir realizações de cirurgias bariátricas

Hoje, dia 5, comemora-se o Dia Nacional da Saúde, data criada em 1967 com o objetivo de conscientizar a sociedade brasileira sobre a importância da educação sanitária e e despertar um cuidado relativo à saúde.  E um dos maiores problemas que o brasileiro enfrenta nessa área é a luta com a balança. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que mais da metade da população nacional sofre com sobrepeso ou obesidade. Segundo o estudo, 60% dos cidadãos estão com o Índice de Massa Corpórea (IMC) igual ou maior do que 25, o que caracteriza um quadro de peso acima do indicado. Ainda segundo a pesquisa, 20% dos jovens com 18 anos ou mais estão na faixa da obesidade.

O endocrinologista de Brasília Flávio Cadegiani apresentou, no fim de 2015, um estudo de sua autoria no Obesity Week, o maior congresso sobre obesidade do mundo, onde constatou que o tratamento clínico contra o quadro está perdendo espaço para as cirurgias bariátricas. Para Cadegiani a resposta é simples: o tratamento clínico, muitas vezes, ocorre com um viés farmacológico exclusivo, o que não gera resultados. Segundo o médico, em seu estudo, uma associação multidisciplinar com um acompanhamento rigoroso em longo prazo não só evita a operação de redução do estômago, como também proporciona melhores resultados aos pacientes.

Cadegiani explica que a obesidade é uma doença crônica, inflamatória e grave, o que a torna difícil de ser tratada. O médico, fundador da Corpometria, acredita que a falta de habilidade no manejo do tratamento da obesidade com fármacos e a falta de esclarecimentos acerca dos benefícios dos remédios quando bem usados podem ser as razões para o aumento das cirurgias bariátricas. “Medicamentos contra a obesidade têm sido inseridos no tratamento, porém, muitas vezes dissociados de outras terapias, como atividade física e prescrição de dieta por nutricionista. Ou seja, a farmacoterapia tem sido normalmente aplicada sem uma contrapartida não farmacológica.”

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Foto: Xenia/Morguefile

O estudo foi realizado com 157 pacientes com sobrepeso, que foram acompanhados por pelos menos dois profissionais de saúde diferentes, em um prazo de seis meses. Os voluntários foram fiscalizados a partir de exames de análise do corpo, visitas a médicos, nutricionistas e sessões de exercícios com um personal trainer, além da prescrição de medicamentos. Ao fim do período, verificou-se uma redução média dos participantes em 19,8 kg, caindo de 104,7 kg para 84,9 kg, representando uma retração de 18,9%. De peso de gordura, a diferença foi de 14,4 kg a menos na média dos voluntários. Ao todo, 85,3% obtiveram uma redução da circunferência abdominal menor que 94 centímetros, 78,3% perderam mais de 10% do peso e 56% atingiram um IMC menor que 30, se livrando da obesidade. Entre os 41 pacientes que decidiram continuar com o programa, apenas três recuperaram 20% do peso corporal, representando 7,3% de reganho.

Para Cadegiani, o estudo mostra que o uso de diferentes modalidades em conjunto alcança resultados significativos, capaz de impedir a realização de um tratamento invasivo como a cirurgia bariátrica. “Quando o peso final é alcançado, é feito um acompanhamento rigoroso e de longo prazo para evitar a recuperação do peso. Além disso, as metas não são baseadas no peso do corpo, mas no excesso de peso de gordura e na circunferência da cintura, uma vez que estas medidas são provavelmente melhores preditores de riscos do que peso ou IMC, o que agrega qualidade ao tratamento da obesidade.”

fabio cadegiani

Fonte: Clínica Corpometria