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Setembro Amarelo: como cuidar da saúde mental na terceira idade?

Levantamento do IBGE aponta que pessoas entre 60 e 64 anos são as mais afetadas pela depressão no país

Assunto que ganhou muita visibilidade na última década, a saúde mental é pauta de diversas discussões que habitam desde o ambiente corporativo até as redes sociais. Porém, é perceptível o foco majoritário nos jovens, quando falamos de doenças psicológicas, como a depressão e a ansiedade. Isto porque as associamos às fases ativas, cheias de insegurança e questionamentos, como se a maturidade extinguisse essas características da personalidade de todos os indivíduos.

A verdade é que a terceira idade é uma fase que contém novidades como qualquer outra, mas os parentes e outras pessoas jovens próximas dos idosos podem não saber lidar direito com ela. A depressão nessa idade, por exemplo, pode se manifestar de maneira diferente da usual tristeza, falta de motivação etc., “muitas vezes o aumento de dores físicas e a perda de memória são resultantes de uma doença psicológica”, explica Marco Maximino , psicólogo membro da plataforma Doctoralia.

Segundo levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2019, pessoas entre 60 e 64 anos são as mais afetadas pela depressão no país, representando 11,1% dentre os 11,2 milhões de brasileiros diagnosticados com a doença.

Outro ponto de atenção quando se toca no assunto com os mais idosos é a questão geracional. “Há algumas décadas, as doenças psicológicas eram vistas como ‘frescura’, ‘falta do que fazer’, principalmente por pessoas que cresceram em um ambiente atarefado, trabalhando desde cedo ou que constituíram família ainda muito jovens, o que era comum há 25, 30 anos”, conta o especialista.

Assim, a dica de Maximino é que os mais jovens ao redor tentem dialogar e explicar para as pessoas que estão envelhecendo a importância de exercitar o corpo e a mente. “Estimular uma alimentação saudável, por exemplo, é um passo importante para que os idosos tenham mais qualidade de vida. Pessoas que fazem algum tipo de acompanhamento psicoterapêutico também podem compartilhar suas experiências de maneira a exemplificar os benefícios que têm tido a partir delas”.

Além disso, é preciso lembrar que os tempos mudaram e os mais velhos também podem e devem estar antenados. “Incluí-los nas atividades digitais, apresentar conteúdos que possam os interessar em canais da internet, auxiliá-los e incentivá-los na interação com tecnologias as quais não estão habituados, pode ser uma grande ajuda para dispersar sentimentos de solidão ou até mesmo de obsolescência, sem contar que é uma ótima maneira de aproximar as gerações”, finaliza o psicólogo.

Fonte: Doctoralia

Campanha Doctoralia Solidária oferece teleconsultas sem custo

Pensando na importância da manutenção dos cuidados de saúde em tempos de isolamento social, a plataforma líder em agendamento de consultas lança a campanha Doctoralia Solidária. Com o lema “Cuide-se”, a ação irá oferecer atendimento sem custo a pacientes de todo o Brasil por telemedicina.

Mais de 100 profissionais de saúde de diversas especialidades, como psicologia, pediatria, cardiologia e ginecologia, estarão disponíveis para o atendimento remoto por vídeo, até o dia 31 de agosto. O agendamento da consulta é realizado pelo site da campanha.

A Doctoralia já oferece o serviço de telemedicina desde março deste ano, quando o Ministério da Saúde autorizou o exercício em caráter excepcional e temporário. Em cerca de 4 meses, quase 11 mil profissionais de saúde já aderiram à tecnologia e mais de 265 mil pessoas utilizaram a ferramenta para continuar cuidando da saúde.

Desde o início da pandemia, a Doctoralia vem buscando formas de ampliar o acesso da população ao atendimento especializado, respeitando o isolamento social. Assim, a empresa doou a tecnologia a 13 prefeituras, em cinco estados brasileiros (Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo), para que os cidadãos pudessem receber o atendimento necessário sem sair de casa.

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A campanha Doctoralia Solidária é outra iniciativa da empresa para ampliar o acesso à saúde de qualidade através da tecnologia. Com a ação, as pessoas poderão cuidar da saúde sem custo e sem correr o risco de se expor ao coronavírus em consultórios, clínicas ou hospitais. A expectativa é que mais de 500 pacientes sejam atendidos à distância por profissionais da plataforma.

Campanha Doctoralia Solidária
Data: até 31 de agosto
Agendamento: clique aqui

Perda de sensibilidade pode ser sinal de distúrbio neurológico

Neuropatia periférica afeta as extremidades do corpo e pode ser causada por diversas doenças, como diabetes e deficiência de vitamina B

O nome pode ser estranho, mas a neuropatia periférica é uma doença bem comum. Estima-se que de 2% a 8% dos adultos tenham o distúrbio. É caracterizada pela perda da sensibilidade nas extremidades do corpo, causada pelo comprometimento dos nervos periféricos responsáveis por levar informações até o sistema nervoso central.

A neuropatia periférica, geralmente, está associada a uma outra doença. Entre as causas mais comuns, estão diabetes e deficiência de vitamina B. “Estudos sugerem que a neuropatia identificada no momento do diagnóstico da diabetes gira em torno de 7,5% dos casos. Após 20 anos de controle inadequado da glicemia, a doença pode chegar a afetar 60% dos pacientes”, alerta o ortopedista membro da Doctoralia, Rian Souza Vieira.

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Ainda segundo o especialista, um nervo lesionado ou danificado compromete o funcionamento normal do sistema nervoso. “O paciente pode sentir dor, sem que haja um agente causador, ou não sentir nada, mesmo que esteja se machucando, por exemplo”, explica.

Sintomas

Os sintomas podem variar de acordo com a gravidade e com o grupo nervoso afetado, que são divididos em:

• Nervos sensoriais, que se conectam à pele;
• Nervos motores, que se conectam aos músculos;
• Nervos autônomos, que se conectam aos órgãos internos.

Segundo o especialista, os sintomas podem se desenvolver ao longo de dias, semanas ou anos. Em alguns casos, melhoram por conta própria e podem não exigir cuidados avançados. “Entre os principais, está a incapacidade de sentir vibrações e toques, especialmente nas mãos e pés, como se você estivesse usando luvas e meias. Além disso, há a incapacidade de coordenar movimentos, como caminhar ou manter o equilíbrio, quando os olhos estão fechados. Outros sintomas incluem a perda de reflexo, formigamento, fraqueza muscular, cãibras, fasciculados (contrações musculares descontroladas visíveis sob a pele) e encolhimento muscular”, revela.

Tratamento

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O tratamento para neuropatia periférica depende inteiramente do tipo de lesão nervosa, sintomas e localização. “Não há cura para a neuropatia periférica, mas os tratamentos incluem antidepressivos, medicamentos para dor e medicamentos anticonvulsivos que buscam minimizar e gerenciar os danos. O distúrbio é desconfortável, mas os tratamentos podem ser muito úteis. A coisa mais importante a determinar é se a neuropatia periférica é o resultado de uma condição subjacente grave”, esclarece o especialista.

Para ajudar os pacientes no diagnóstico da neuropatia periférica e na busca por especialistas que tratam a doença, a P&G Health e a Doctoralia firmaram uma parceria por meio da campanha “Escute seus Nervos”. A ação conjunta das empresas contribuirá para a retomada das atividades de forma segura, oferecendo a telemedicina como uma das possibilidades de atendimento, auxiliando no diagnóstico precoce da neuropatia periférica. Estrelada por Ana Maria Braga, a campanha está na TV aberta, Youtube e Redes Sociais.

Fonte: Doctoralia

Pesquisa mostra que pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Apesar da facilidade, informações genéricas podem preocupar sem necessidade ou tratar como insignificante um problema sério de saúde

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo? O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos “máquinas complexas” e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

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Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de “cibercondríacos”, aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, diz Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

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Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Llordachs.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

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Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no “Dr. Google” e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

Projeto Verão: combate ao mosquito da dengue requer atenção

Prevenção das doenças transmitidas pelo Aedes aegypt precisa começar antes da alta estação para evitar a proliferação do mosquito

Com a proximidade do verão, o sinal de alerta para o combate à dengue se acende. Por conta do calor e do período de chuva extensas é possível observar um aumento na proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença. Além da dengue, a atenção se estende à zika e à chikungunya, doenças também transmitidas pelo mosquito.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2018 foram registrados 101.863 casos de dengue, 29.675 de chikungunya e 2.985 de zika. Para incentivar as campanhas de sensibilização sobre o tema, a Doctoralia, plataforma que conecta profissionais de saúde e pacientes, antecipa a discussão e esclarece os principais pontos do tema.

Prevenção

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De acordo com a infectologista e membro da Doctoralia, Diana Galvão Ventura, a prevenção, consiste no combate ao foco do mosquito. “É mais fácil eliminar o vetor na fase de larva do que na fase adulta, quando já é mosquito. O Aedes se prolifera na água acumulada. Ele prefere a limpa, mas também deposita ovos na água suja, então é importante eliminar todos os focos: tampar caixas d’água, esvaziar vasos de planta e pneus, desativar piscinas abandonadas etc.”. Ela ainda complementa que o uso de repelente nas áreas expostas do corpo também é um recurso válido.

Sintomas

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Os principais sintomas da dengue, de acordo com a infectologista, são febre alta, dor muscular, dor de cabeça, dor nos olhos, dor nas articulações, manchas pelo corpo, dor abdominal, enjoo, vômito e diarreia. “O paciente pode apresentar uma combinação de alguns sintomas, que também podem se agravar a depender do grau da doença. No caso da zika, eles aparecem de forma mais branda, já no caso da chikungunya a dor articular é mais intensa e tem maior duração – com idas e vindas – podendo evoluir para um quadro crônico”, complementa Diana.

Em todos os casos, os grupos de risco da doença, especialmente das formas graves, são crianças, idosos, gestantes (as três doenças são transmissíveis para o feto) e pessoas com alguma imunodeficiência. Nessas situações, os sintomas podem ser mais intensos e as consequências ainda mais sérias. “A zika tem o agravante de ser transmitida sexualmente e, apesar da dengue ser considerada mais grave de forma geral, tanto a zika como a chikungunya podem desencadear complicações neurológicas”.

Tratamento

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Foto: Shutterstock

O primeiro passo é sempre buscar atendimento médico para se obter um diagnóstico assertivo e dar início ao tratamento adequado. “Os cuidados com a dengue envolvem a hidratação intensa para reposição de fluidos. Esse também é um aspecto importante para as outras doenças, mas não em caráter tão imediato. A chikungunya, por exemplo, precisa entrar mais forte na analgesia por conta das dores”, comenta a médica.

No serviço “Pergunte ao Especialista” – que permite tirar dúvidas sobre saúde de forma gratuita e anônima -, as perguntas mais comuns dizem respeito ao tratamento e aos remédios que podem, ou não, interferir no processo. Diana explica que medicamentos anti-inflamatórios e aspirina devem ser evitados e, para evitar complicações, o acompanhamento médico é sempre recomendável.

Fonte: Doctoralia 

Tabu ainda é principal obstáculo para combate ao suicídio

Setembro Amarelo: especialistas da Doctoralia analisam as principais questões envolvendo a depressão
Para marcar o Setembro Amarelo – mês da campanha brasileira de combate ao suicídio – a Doctoralia, plataforma que conecta profissionais de saúde e pacientes, conversou com especialistas para desvendar os principais estigmas sobre esse assunto. De acordo com o Ministério da Saúde, em 2016 o Brasil registrou 11.433 mortes por suicídio, número 2,3% maior do que o registrado no ano anterior.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 322 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão, transtorno mental mais associado ao risco de suicídio, sendo 11,5 milhões de brasileiros – deixando o país em quinto lugar entre os mais afetados e em primeiro quando se fala de América Latina.

Entre as principais questões, o tabu e o preconceito existente em relação aos transtornos mentais ainda são as principais barreiras ao tratamento. “É possível observar uma mudança de mentalidade, mas ainda precisamos melhorar muito. Esse cenário não está tão ruim como era há 20 anos, mas na prática vemos muito preconceito, às vezes isso vem do próprio paciente”, destaca o psiquiatra e membro da Doctoralia, Rafael Dias Lopes.

“Por ser uma doença de ordem mental, acontece de a pessoa ser subestimada, questionada e até ter seu problema minimizado e relativizado”, completa a psicóloga especialista em saúde mental e membro da Doctoralia, Tatiane Paula Souza.

Os profissionais são unânimes dizendo que o primeiro passo do tratamento é acolher a pessoa que se encontra em situação de risco. “Ela precisa sentir que pode falar sobre o que está sentindo, que não será julgada por isso e nem terá seu problema tratado como frescura”, pontua Lopes. “A pessoa que está em sofrimento e chega a verbalizar que tem vontade de sumir ou que não aguenta mais viver, precisa se sentir acolhida, o que não acontece geralmente. É preciso entender que não se trata de uma pessoa fraca, pelo contrário, ela é corajosa e está buscando ajuda”, complementa Tatiane.

MULHER TRISTE DEPRESSÃO

Dúvidas comuns

Dentro da plataforma, a Doctoralia dispõe do serviço “Pergunte ao Especialista” – que permite tirar dúvidas sobre saúde, de forma gratuita e anônima. A maior parte das dúvidas relacionadas a esse assunto são sobre as medicações para o tratamento da depressão. Entre elas é possível observar questionamentos sobre quais são os riscos de dependência e os efeitos colaterais de medicamentos para tratamento dessa patologia.

Os especialistas esclarecem que existem diversos transtornos mentais que podem estar associados ao suicídio e a necessidade de medicação varia de acordo com o caso, portanto somente um médico pode avaliar o paciente e medicar de acordo com o quadro de cada um.

“A depressão é a causa mais conhecida para o suicídio, mas não é a única. A pessoa precisa passar por uma avaliação para se estabelecer o diagnóstico, depois disso é possível discutir a medicação, dosagem e duração necessária de tratamento. Também é importante unir o acompanhamento do psiquiatra com o tratamento psicológico”, pontua Lopes.

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De forma geral, todos os profissionais sinalizam que é essencial observar os sinais que podem indicar mudanças comportamentais de uma pessoa com risco de suicídio e buscar ajuda profissional é fundamental. “O isolamento, por exemplo, pode ser um forte indício. Se a pessoa muda muito o seu comportamento habitual, abandonando as coisas do dia a dia, não quer conversar, chora muito, fala sobre morte ou faz referências ao suicídio, é essencial consultar um profissional o quanto antes”, afirma Lopes.

A psicóloga Tatiane sinaliza ainda que os sinais podem ser discretos e não verbais. “A pessoa pode apresentar bastante ambivalência, pois existe um conflito interno. De modo geral, o comportamento é marcado por um sofrimento intenso, com traços de desesperança e desamparo”.

Fonte: Doctoralia

Especialista dá dicas de como prevenir doenças típicas de inverno

Com a chegada do inverno, vem também as epidemias características desta estação. As pessoas tendem a ficar mais tempo em ambientes fechados o que favorece a transmissão de vírus e bactérias e, também, o tempo frio e seco tende a diminuir os mecanismos de defesas naturais do aparelho respiratório.

Rodrigo Athanazio, pneumologista do InCor, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, e membro da plataforma Doctoralia, dá dicas de como prevenir doenças como gripe, rinite, asma, sinusite e outras.

Evite locais sem ventilação

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Foto: Emily Beeson/Morguefile

São nos locais abafados que doenças respiratórias infecciosas e alérgicas mais tendem a se manifestar. É importante que as pessoas com um sistema imunológico mais comprometido tenham ciência de evitar esse tipo de ambiente. Para quem tem doenças crônicas, idosos e crianças, todo cuidado é pouco. Nestes ambientes fechados existe um maior acúmulo de substâncias que podem desencadear crises alérgicas, além do maior risco de propagação de vírus e bactérias.

Deixe a carteirinha de vacinação em dia

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Foto: Milton Michida / Governo do Estado de S. Paulo

De acordo com as secretarias municipais e estaduais de Saúde, a vacina da gripe teve uma baixa adesão esse ano e atingiu somente 66,2% do público-alvo até 13 de junho. Pouco mais de 10 dias antes da chegada do inverno.
É fundamental estar com a vacinação em dia. No caso da vacina da gripe, ela é aplicada anualmente e é gratuita para os grupos de risco. A vacina contra pneumonia também é indicada para pacientes com doenças respiratórias.

Mantenha ambientes de convívio limpos

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Com o tempo seco, o acúmulo de sujeira e pó costuma se espalhar mais rapidamente. Para evitar doenças alérgicas, como rinite e sinusite, evite o mofo e os ácaros da poeira doméstica e do ambiente de trabalho. Pelos de cão e gato e poluição também podem contribuir para o aumento das crises alérgicas.

Mantenha hábitos de vida saudáveis

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Um dos principais fatores para ter essas doenças durante o inverno é o comprometimento do sistema imunológico. No clima frio e seco é fundamental manter-se bem hidratado, alimentar-se de forma saudável e garantir uma boa qualidade do sono. Uma boa imunidade pode garantir quadros respiratórios mais leves e prevenir complicações como, por exemplo, pneumonias e sinusites bacterianas após um quadro viral de um resfriado.

lavar as mãos

Athanazio ainda lembra da importância de lavar as mãos para passar tranquilo por esta estação do ano. Mãos contaminadas são uma das principais vias de transmissão de vírus e bactérias, muitas vezes até mais importante do que a via inalatória através de tosse e espirros. Desta forma, além de lavar as mãos, o uso frequente de álcool gel também pode ser uma boa estratégia preventiva, principalmente após usar transporte público ou frequentar ambientes com grande fluxo de pessoas.

Fonte: Doctoralia

Doctoralia promove ação de atendimento de saúde sem custo para mulheres

Em comemoração ao Dia Internacional de Luta Pela Saúde da Mulher, comemorado em 28 de maio, a Doctoralia promove o projeto Doctoralia Solidária pela Saúde da Mulher* com o intuito de aumentar a conscientização sobre a saúde das mulheres oferecendo atendimento sem custo ao público que se consultar com os médicos presentes na plataforma.

Essa campanha, que acontece até 30 de junho, contará com médicos obstetras e ginecologistas que oferecerão as primeiras visitas médicas totalmente sem custo para quem fizer o agendamento pelo site da Doctoralia.

A ação da empresa é a primeira a ser realizada no Brasil e tem o intuito de incentivar as mulheres a cuidarem mais da saúde e entenderem a importância de realizar exames periódicos. Devido ao lançamento dessa campanha, a Doctoralia realizou uma pesquisa**, que revela que 87% das mulheres buscam informações sobre saúde íntima e 65% tiram suas dúvidas sobre isso diretamente a um especialista. No entanto, 55% das pacientes disseram já ter vergonha de fazer perguntas a um médico e 51% reconhecem que o problema se agravou por não terem consultado um especialista.

A pesquisa realizada pela plataforma ainda afirma que 98% das mulheres acreditam que no Brasil falta ainda conscientização sobre assuntos de saúde femininos. Enquanto, 95% das mulheres afirmam que com a facilidade de uso da internet o tabu sobre problemas de saúde íntima e sexual foram quebrados.

Ainda segundo a pesquisa, 97% das entrevistas acreditam que o fato das mídias sociais e a internet terem ajudado a colocar em pauta assuntos sobre a saúde feminina é positivo e ajuda a perceberem a importância de se conhecerem melhor e serem mais saudáveis.

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Segundo Carlos Lopes, Country Manager da Doctoralia no Brasil, para agendar as consultas é necessário entrar no site durante o período e escolher o médico, o que pode ser feito de forma simples e com poucos cliques. “Teremos a ação no Brasil e, também no México e na Espanha. Percebemos que há muitos profissionais que estão dispostos e têm uma vocação inata para ajudar e contribuir para melhorar a saúde de outros, especialmente daqueles que precisam, mas às vezes o que falta é encontrarem o canal para participar de ações de solidariedade. É por isso que, graças à nossa experiência no mercado, desejamos dar a nossa contribuição através dessa campanha, cuja proposta é conectar especialistas a pacientes que precisam de ajuda”, enfatiza Lopes.

No geral, os médicos podem ser buscados na plataforma por localidade ou por convênio médico. No caso da ação estarão disponíveis consultas sem custo somente para ginecologistas e obstetras. Caso a pessoa queira tirar dúvidas médicas, o serviço “Pergunte a um especialista” permite tirar qualquer dúvida de forma gratuita e anônima a todo momento.

Para participar também ativamente pelas redes sociais do projeto dedicado à saúde da mulher, Doctoralia Solidária, utilize a hashtag #EuMeCuido.

*A Doctoralia está presente em todo o território nacional. Por se tratar de uma ação voluntária por parte dos médicos, a ação pode não abranger algumas regiões do país. A disponibilidade de consultar sem custo estará sujeita à disponibilidade dos profissionais que participam da campanha.
**A pesquisa sobre saúde da mulher abrangeu 1.165 mulheres com mais de 18 anos que utilizam a plataforma Doctoralia.

Fonte: Doctoralia

 

Dicas para não se enganar com dietas e alimentos

Diariamente nos deparamos com estudos que condenam alguns alimentos, glorificam outros e, logo em seguida, novas pesquisas são divulgadas desmentindo as conclusões anteriores. A Doctoralia, plataforma de conexão de profissionais de saúde com pacientes, traz algumas orientações e recomendações sobre como ter bons hábitos alimentares e evitar produtos que podem prejudicar a saúde.

Não se engane ao consumir alimentos com boa fama

Algumas dicas de alimentação que já fazem parte do senso comum, também podem causar efeitos negativos ao organismo se ingeridos em excesso, é o que aponta o nutricionista cadastrado na Doctoralia, Daniel Barreto de Melo. O alto consumo de fibras, muito adotado pelos que estão em dietas, “pode levar não só à constipação (intestino preso) como também a uma menor absorção de algumas vitaminas e minerais”. Mesmo as frutas, consideradas totalmente saudáveis, devem ser consumidas com moderação. “A maioria delas é rica em açúcares simples e seu excesso promove o ganho de peso e algumas desordens metabólicas”, ressalta Melo.

frutas

Diversifique seu cardápio

Dietas restritivas, como as que eliminam o carboidrato do cardápio, são muito divulgadas e praticadas, porém essa prática pode causar deficiências nutricionais sérias. O nutricionista afirma que “a diversidade alimentar é fundamental para que sejam ingeridas as quantidades adequadas de vitaminas, minerais e compostos bioativos dos alimentos”. Além disso, Melo lembra que limitar as opções pode “causar monotonia alimentar e diminuir a percepção de que a alimentação deve ser, além de saudável, prazerosa”.

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Evite alimentos com altas quantidades de compostos químicos

Segundo o profissional, alimentos fontes de gordura trans, nitritos, nitratos e outros, consumidos com frequência, mesmo que em quantidades pequenas, fazem mal à  saúde. “Neste ponto é que entra a maioria dos alimentos industrializados e daqui surgem as recomendações de se preferirem os alimentos minimamente processados, caseiros, naturais etc”.

Melo cita ainda alguns produtos que são muito comuns no dia a dia, como “a maioria dos biscoitos e bolachas, sorvetes, bolos prontos, diversos alimentos congelados, embutidos em geral, refrigerantes, alimentos coloridos artificialmente, caldo de carne, entre outros”.

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Foto: Arker

Além desses, legumes, vegetais e frutas também merecem atenção. De acordo com estudos da Anvisa, o Brasil é maior consumidor de agrotóxicos do mundo, sendo que muitos alimentos apresentam substâncias químicas acima do permitido. O nutricionista alerta para este fato e afirma “esses compostos químicos são absorvidos e armazenados no corpo, impedindo seu adequado funcionamento”.

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Foto: The Bix Blog

Crie o hábito de ler as embalagens

Muitos produtos vendidos como saudáveis também podem mascarar ingredientes prejudiciais à saúde, como é o caso dos biscoitos integrais, que algumas vezes contêm mais açúcar do que fibra em sua composição. “A indústria de alimentos costuma utilizar farinha de trigo integral junto à branca, então o produto ganha fibras e outros nutrientes, mas de forma limitada, nem sempre sendo realmente saudável”.

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Outro exemplo é o suco de caixinha, se for néctar de fruta, significa que tem apenas de 20% a 40% de suco e o restante é composto de água, açúcar e aromatizante. Mesmo quando não se enquadram nesta categoria, “os que realmente são sucos costumam perder uma quantidade considerável de nutrientes, durante o processo de pasteurização e envasamento, o que torna os sucos feitos na hora as melhores opções”.

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Foto: Dvir;/Morguefile

“Diante disso tudo, é importante saber que algumas marcas são mais cautelosas com o consumidor e produzem versões realmente saudáveis desses alimentos. É preciso se criar o hábito de ler rótulos, para que sejam feitas sempre as melhores escolhas”, aconselha Melo.

Fonte: Doctoralia

 

Disfunção da ATM e anemia estão entre as doenças mais procuradas pelos brasileiros em 2016

É a primeira vez que a ATM aparece nas pesquisas da plataforma

Segundo pesquisa feita pela Doctoralia, a disfunção da ATM (articulação entre a mandíbula e o cérebro) e a anemia foram os problemas de saúde mais buscados em 2016 pelos brasileiros.

Comparando o tipo de doenças pesquisadas pelos usuários brasileiros nos anos de 2015 e 2016, é possível detectar uma mudança sensível. A anemia, que ocupava a primeira posição em 2015, passou para a segunda posição em 2016 sendo superada somente pela ATM – funcionamento anormal da articulação temporo-mandibular — com mais de 2 milhões de casos são registrados por ano no Brasil — sendo que esta última sequer havia sido mencionada nas pesquisas anteriores.

Assim como a ATM, é a primeira vez que os usuários pesquisam em grande número o termo glândulas sudoríparas, que normalmente buscam informações sobre condições incômodas como hiperidrose (transpiração excessiva) e bromidrose (odor desagradável nas axilas), que aparecem na terceira posição.

Quando falamos de doenças femininas, a endometriose é a doença mais pesquisada seguida pelo mioma. Ambas apareceram pela primeira vez no ranking de doenças mais pesquisadas na plataforma Doctoralia, respectivamente em 4º e 7º lugares.

Das doenças que voltaram a aparecer no ano passado em comparação a 2015, estão a depressão, que segundo a OMS é uma doença comum e afeta cerca de 350 milhões de pessoas no mundo, também apareceu na lista de 2015, e o HIV/AIDS que, em 2016, perdeu uma posição.

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Foto: LiveStrong

Já o Parkinson, doença degenerativa do sistema nervoso central, Pólipos do intestino grosso (reto e cólon), tumor benigno (não-canceroso) que aparece na superfície interna do intestino grosso, e Pulmão hipertransparente, uma condição em que algumas áreas do pulmão se encontram com menos tecido, podendo estar associada a doenças como enfisema pulmonar e bolhas subpleurais, também apareceram pela primeira vez na lista das doenças mais buscadas na Doctoralia .

Veja abaixo as doenças que mais geraram buscas na plataforma Doctoralia durante os anos de 2015 e 2016:

2016   2015
  1. Disfunção de ATM
  2. Anemia
  3. Doenças das glândulas sudoríparas
  4. Endometriose
  5. Doença de  Parkinson
  6. HIV e AIDS
  7. Mioma
  8. Pólipos do intestino grosso
  9. Pulmao hipertransparente
  10. Depressão
  1. Anemia
  2. Síndrome do intestino irritável
  3. Doença inflamatória pélvica
  4. Lesões penianas
  5. HIV e Aids
  6. Depressão
  7. Adenoma viloso
  8. Lesões cartilaginosas do joelho
  9. Hemorroidas
  10. Dores no ombro

Frederic Llordachs, co-fundador da Doctoralia, observa que “no Brasil a busca de informações relacionadas com a saúde pela Internet cresce a cada ano. Não só por parte dos jovens, hoje representando 70% das buscas na plataforma, mas também por pessoas com mais de 65 anos, ( cerca de 55%) buscando esclarecimentos através desse canal. Portanto, é vital oferecer ao usuário um espaço onde você pode encontrar informações de qualidade sobre temas de saúde, e poder interagir gratuitamente com profissionais da área de saúde antes de tomar sua decisão sobre qual médico consultar. ”

Fonte: Doctoralia