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Quais problemas de saúde repentinos devemos observar após os 50 anos

Supere sua idade

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Mais de 9 em 10 adultos de meia idade ou idosos têm algum tipo de doença crônica e quase 8 em 10 têm mais de uma. Então, é provável que você tenha uma mais cedo ou mais tarde. Mas há coisas que você pode fazer para viver uma vida mais saudável.

Pressão alta

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À medida que você envelhece, seus vasos sanguíneos ficam menos flexíveis e isso pressiona o sistema que transporta sangue pelo seu corpo. Isso pode explicar porque cerca de 2 em cada 3 adultos acima de 60 anos têm pressão alta. Mas existem outras causas que você pode controlar: observe seu peso, faça exercícios, pare de fumar, encontre maneiras de lidar com o estresse e coma de forma saudável.

Diabetes

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Desde 1980, o número de adultos de meia-idade e mais velhos com diabetes quase dobrou. Nos Estados Unidos, já consideram a doença uma epidemia. O risco de contrair a doença aumenta após você atingir os 45 anos, e isso pode ser sério. Pode levar a doenças cardíacas, renais, cegueira e outros problemas. Converse com seu médico sobre a verificação de seu açúcar no sangue.

Doença cardíaca

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O acúmulo de placa nas artérias é uma das principais causas de doenças cardíacas. Começa na infância e piora com a idade. É por isso que as pessoas de 40 a 59 anos têm mais de cinco vezes mais chances de sofrer de doenças cardíacas do que as de 20 a 39 anos.

Obesidade

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Pixabay

Se você pesa muito mais do que é saudável para a sua altura, pode ser considerado obeso – não está apenas com alguns quilos a mais. Obesidade está ligada a pelo menos 20 doenças crônicas, incluindo cardíacas, derrame, diabetes, câncer, pressão alta e artrite. A taxa mais alta entre todas as faixas etárias é em adultos com idades entre 40 e 59 anos – 41% dos quais são obesos.

Osteoartrite

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Os médicos atribuíram essa doença das articulações ao desgaste da idade, e isso é um fator (37% das pessoas com 45 anos ou mais têm osteoartrite do joelho). Mas genética e estilo de vida provavelmente têm algo a ver com isso também. E lesões articulares anteriores, falta de atividade física, diabetes e excesso de peso também podem desempenhar um papel.

Osteoporose

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Cerca de metade das mulheres com mais de 50 anos e até 25% dos homens nessa faixa etária têm fraturas porque perderam muita massa óssea e seus corpos não a substituíram. Algumas coisas que podem ajudar: uma dieta saudável rica em cálcio e vitamina D (você precisa de ossos fortes) e exercícios regulares de sustentação de peso, como dançar, correr ou subir escadas.

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

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Essa doença causa inflamação e bloqueia o ar dos pulmões. É uma doença lenta que você pode ter durante anos sem saber – os sintomas geralmente aparecem nos seus 40 ou 50 anos. Isso pode causar problemas para respirar e tossir, chiar e cuspir muco. Exercício, dieta saudável e evitar fumaça e poluição podem ajudar.

Perda de audição

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Talvez nada diga “você está envelhecendo” mais do que ter que perguntar: “O que você disse?”. Cerca de 18% dos americanos de 45 a 64 anos, por exemplo, têm algum tipo de problema de audição e tende a piorar com a idade. Barulho alto, doença e seus genes desempenham um papel. Alguns medicamentos também podem causar problemas auditivos. Consulte o seu médico se você não conseguir ouvir o que costumava ouvir.

Problemas de visão

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Esse borrão irritante quando você tenta ler o tipo pequeno em rótulos ou menus não é a única ameaça à sua visão à medida que envelhece. Cataratas (que ofuscam as lentes do seu olho) e glaucoma (um grupo de doenças oculares que danificam seu nervo óptico) podem prejudicar sua visão. Consulte seu oftalmologista para exames regulares.

Problemas de bexiga

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Foto: Trestletech

Você não pode ir ao banheiro quando precisa, ou precisa ir com muita frequência, são os problemas com o controle da bexiga que tendem a acontecer à medida que envelhecemos. Eles podem ser causados por problemas nos nervos, fraqueza muscular, tecido espessado ou aumento da próstata. Exercícios e mudanças no estilo de vida – beber menos cafeína ou não levantar coisas pesadas, por exemplo – geralmente ajudam.

Câncer

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A idade é o maior fator de risco para o câncer. A doença também afeta os jovens, mas suas chances de tê-la mais que dobram entre 45 e 54 anos. Você não pode controlar sua idade ou seus genes, mas pode ter algo a dizer em coisas como fumar ou passar muito tempo tomando sol.

Depressão

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Pessoas entre 40 e 59 anos têm uma taxa mais alta de depressão do que qualquer outra faixa etária. Muitas pessoas caem à medida que surgem problemas de saúde, perdem ou se afastam de entes queridos e outras mudanças na vida acontecem. No entanto, após 59, os números caem para apenas 7% das mulheres e 5% dos homens.

Dor nas costas

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Quanto mais velho você fica, mais comum essa dor se torna. Muitas coisas podem torná-lo mais propenso a tê-lo: estar acima do peso, fumar, não fazer exercícios suficientes ou ter doenças como artrite e câncer. Observe seu peso, exercite-se e obtenha bastante vitamina D e cálcio para manter seus ossos fortes. E fortaleça os músculos das costas – você precisará deles.

Demência

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A doença de Alzheimer, uma forma de demência, geralmente não aparece até os 65 anos. Uma em cada nove pessoas nessa faixa, ou mais, tem Alzheimer, mas a taxa sobe para 1 em cada 3 para as idades de 85 anos ou mais. Alguns fatores de risco (como idade e hereditariedade) são incontroláveis. Mas as evidências sugerem que uma dieta saudável para o coração e observar sua pressão e açúcar no sangue podem ajudar.

Fonte: WebMD

HCor alerta para a importância do diagnóstico precoce de Alzheimer

No mês em que celebramos o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer (21), é preciso discutir o tema. Estima-se que, atualmente, cerca de 1,2 milhão de brasileiros sofram com a Doença de Alzheimer, um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população idosa, e uma das principais causas de demência – doença que atinge 47 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida de pacientes e cuidadores.

A condição causa a morte gradual dos neurônios, provocando a perda de memória e de outras funções cognitivas, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço, entre outras. “O diagnóstico da demência de Alzheimer, em geral, é tardio, o que impossibilita que pacientes e cuidadores se beneficiem de tratamentos implementados por médicos e equipe multidisciplinar, que priorizam a qualidade de vida dos portadores e de seus familiares”, diz Pedro Rosa, psiquiatra do HCor.

Para lembrar a data e disseminar mais conhecimento sobre o tema, o médico destaca as particularidades e os desafios da doença:

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Foto: Sylvie Bliss/Pixabay

Longevidade: a expectativa de vida explica o aumento exponencial da doença, uma vez que o envelhecimento é o principal fator de risco para a destruição de células cerebrais que garantem o funcionamento cognitivo. Estima-se que até 2030 cerca de 75 milhões de pessoas serão afetadas pela doença, quantidade que deve pular para 132 milhões em 2050.

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Ilustração: Pixabay

Ih, esqueci: a perda progressiva da memória é o sintoma mais frequentemente inicial desse declínio cognitivo que acomete, sobretudo, os idosos e se agrava com o tempo, prejudicando as atividades do dia a dia. Dificuldades para se comunicar, de raciocínio, alterações de humor, como depressão, e de comportamento, como agitação e agressividade, além de distúrbios de sono, capacidade de juízo e de crítica comprometidas são outros sintomas comuns.

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Foto: Hioahelsefag/Pixabay

É possível diagnosticar, sim: diante de alguma suspeita, é importante consultar um médico para tirar dúvidas e realizar exames. “O diagnóstico exige uma extensa investigação por meio de avaliações clínicas, testes de sangue e de imagens, como ressonância magnética ou tomografia”, explica o psiquiatra do HCor. Em alguns casos, são solicitados exames mais específicos, como o PET – neuroimagem funcional e de neuropsicológico, capazes de mostrar o funcionamento do sistema nervoso central e das funções cognitivas individualmente.

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Controle dos sintomas: atualmente não há tratamentos capazes de alterar o curso natural da Doença de Alzheimer, ainda que uma série de fármacos esteja em fase de desenvolvimento. Entretanto, há medicações disponíveis para atenuar os sintomas da doença. Além disso, a reabilitação neuropsicológica – tratamento realizado por uma equipe de profissionais de saúde -, envolve o treinamento das habilidades cognitivas prejudicadas com exercícios de associações verbais, tarefas de memorização, de linguagem e de planejamento. “A reabilitação atrelada ao tratamento medicamentoso específico e a exercícios físicos, além de cuidados oferecidos aos cuidadores, melhora significativamente a qualidade de vida do paciente”, ressalta o médico.

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Mexa o corpo: a prática de atividade física regular, a manutenção de atividades mentais e de relacionamentos interpessoais, são muito importantes para envelhecer com saúde. Controlar a hipertensão, o diabetes, o colesterol e evitar o cigarro e outras drogas são medidas preventivas essenciais. “Esses aspectos são importantes, pois há uma grande relação entre a saúde cardíaca, a metabólica e a saúde do sistema nervoso central. Para um envelhecimento mental saudável, a saúde física tem que estar em ordem”, orienta Rosa.

Fonte: HCor

Dia do Alzheimer: uma data para não esquecer

Diversas atividades são recomendadas para a manutenção do bom funcionamento do cérebro, dentre elas a ginástica para o cérebro

Sábado passado, 21 de setembro, foi celebrado o Dia Mundial de Conscientização do Alzheimer. De fato, a data serve para sensibilizar e informar a população em relação aos indícios e cuidados que podem ser tomados para a prevenção e minimização dos sintomas da doença.

Embora a doença ainda não tenha cura, é possível postergar o surgimento dos sintomas com atividades que mantenham a mente ativa por toda a vida, quebrando os estigmas relacionados ao Alzheimer.

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Para marcar a data, durante todo o mês de setembro, as unidades do curso Supera – Ginástica para Cérebro oferecem aulas gratuitas para promover a sensibilização acerca dos cuidados com o cérebro.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), para se manter um processo de envelhecimento saudável com autonomia e independência, as diretrizes são: manutenção da preservação cognitiva, realização de atividades físicas regulares, adoção de uma dieta balanceada, sono de boa qualidade e prática de atividades intelectuais, como a ginástica para o cérebro.

Por isso, durante todo o mês, as 400 unidades do Supera estão de portas abertas, oferecendo aulas gratuitas para incentivar a população a cuidar da saúde do cérebro e conscientizar acerca dos benefícios de exercitá-lo diariamente.

A prática de exercícios para o cérebro é uma das atividades mais eficazes para que se construa uma rede robusta de neurônios, formando uma reserva no cérebro, postergando assim o aparecimento dos sintomas da doença e fazendo com que a pessoa possa vir a não desenvolvê-los, garantindo saúde e qualidade de vida por mais tempo.

“Ao estimular o cérebro, o fluxo sanguíneo aumenta e há um crescimento na produção de proteínas da aprendizagem e da rede neural. Ocorre ainda um processo chamado neurogênese, ou seja, o nascimento de novos neurônios, deixando o cérebro mais resistente ao desenvolvimento de doenças neurológicas”, explica a pesquisadora Thaís Bento Lima, que é Gerontóloga – consultora do Supera Ginástica para o Cérebro e
docente do Curso de Graduação em Gerontologia da Universidade de São Paulo e membro do Grupo de Neurologia Cognitiva e do Comportamento, da USP.

Leonardo Kawashita, diretor da unidade Supera Rudge Ramos ressalta os benefícios que a ginástica para o cérebro oferece aos idosos, sobretudo na manutenção e melhora da capacidade cognitiva.

“Cada ser humano possui uma capacidade cerebral específica para a manutenção da resiliência do cérebro, apresentando condições de proteção e tolerância diferentes. Por contar com atividades variadas, a ginástica para o cérebro é uma grande aliada na manutenção de um cérebro saudável”, ressalta o diretor.

Além de ser responsável pela criação de novos neurônios e aumento da reserva cognitiva, a ginástica para o cérebro ainda promove a melhora da autoestima, contribuindo para o bem-estar e evitando outras doenças, como a depressão, muito comum entre idosos.

Os alunos da rede Supera são as maiores provas dos benefícios da ginástica cerebral. Em 13 anos, mais de 130 mil pessoas já treinaram o cérebro no Supera e podem dar depoimentos positivos sobre seus resultados.

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iStock

“Eu sentia necessidade de exercitar o cérebro, principalmente porque tenho caso de Alzheimer na família. O curso veio em boa hora, com minha aposentadoria. Percebi melhoras na memória, nas atividades do dia a dia, como lembrar onde guardei as coisas, horários de consultas médicos e outras tarefas”, afirma a aluna Maria Santana de Souza, 71 anos, aluna do Supera Londrina (PR).

“Depois que comecei a praticar ginástica para o cérebro, retenho com muito mais facilidade o que leio ou escuto, além de conseguir fazer até cálculos mentalmente. Também ajudou a melhorar minha autoestima e segurança, o que faz com que eu me posicione melhor diante de várias situações do cotidiano”, conta Priscila Webber, de 36 anos, aluna do Método Supera Passo Fundo (RS).

Como funciona a ginástica para o cérebro?

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No curso do Supera, os alunos participam de aulas semanais, com duração de duas horas. Eles interagem com ferramentas como o ábaco – um instrumento milenar para cálculos -, jogos de tabuleiro coletivos e individuais, jogos online, dinâmicas, vídeos e neuróbicas (atividades aeróbicas para os neurônios).

A metodologia foi 100% desenvolvida por Antônio Carlos Perpétuo, presidente da rede, junto à uma equipe de pedagogos e neurocientistas para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e socioemocionais importantes para o aprendizado, a carreira e a vida pessoal.

Informações: Supera de São Bernardo do Campo – Unidade Rudge Ramos pelo telefone (11) 4177-5013 e whatsapp (11) 99619-6984

Hoje é o Dia Mundial do Alzheimer: veja alguns mitos e verdades sobre a doença

A cada 3,2 segundos um novo caso de demência é detectado no mundo, é o que estima a Associação Internacional de Alzheimer (ADI). A doença, que acomete em grande parte idosos, é degenerativa, progressiva e irreversível e as causas da doença ainda não são totalmente conhecidas.

Neste Dia Mundial do Alzheimer, o neurologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Roger Taussig, aponta algumas dúvidas sobre o tema e esclarece o que é mito e o que é verdadeiro sobre a doença.

Alzheimer é a principal causa de demência no mundo

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Verdade: a Doença de Alzheimer representa cerca de 50 a 75% dos casos de demência no mundo, de acordo com levantamento realizado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O Relatório de 2015 da Associação Internacional de Alzheimer (ADI) afirma que a previsão é que, até 2050, um novo caso da doença seja detectado a cada segundo no mundo.

Mulheres têm mais chances de desenvolver Alzheimer

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Verdade: segundo levantamento da Associação Americana de Alzheimer (Alzheimer’s Association), ao atingir os 65 anos de idade, uma mulher tem a chance de 1 para 6 de desenvolver a doença até o final da vida. Nos homens o risco é de 1 para 11. O risco de uma mulher desenvolver Alzheimer depois dos 60 anos é duas vezes maior do que o de desenvolver câncer de mama, por exemplo. Apesar de não terem estudos suficientes que comprovem o motivo para a predisposição de mulheres desenvolverem a doença, uma das possibilidades mais plausíveis é que mulheres vivem mais que os homens e um dos principais fatores para aparecimento da Doença de Alzheimer é a idade.

Não é possível prevenir o Alzheimer

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Foto: Jeviniya-Pixabay

Mito: muitos estudos já comprovam que treinar a mente e manter hábitos saudáveis ao longo da vida podem prevenir o Alzheimer. Neste ano, a OMS anunciou algumas recomendações que incluem a prática de exercícios aeróbicos e a adoção da dieta mediterrânea, que consiste na ingestão de cereais integrais, azeite de oliva, vegetais, frutas e peixes, para a prevenção da doença. Para as pessoas que são portadoras de diabetes, colesterol alto, obesidade ou hipertensão arterial, o bom controle desses problemas também diminui o risco de desenvolver o Alzheimer e também a demência vascular. Alguns estudos indicam ainda que a prática de exercícios, como yoga e mindfulness, também pode auxiliar na prevenção da doença, e até mesmo amenizar os sintomas em quem já apresenta o quadro. Essas práticas já vêm sendo utilizadas nos Estados Unidos e em países da Europa e têm apresentado resultados satisfatórios.

O primeiro sintoma do Alzheimer é a perda de memória

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Parcialmente verdade: na maioria dos casos de Alzheimer, o primeiro sintoma a se manifestar é a perda de memória. O paciente começa a esquecer acontecimentos recentes e pode se tornar repetitivo nas ações. Isso acontece porque os hipocampos, fundamentais para a memória, são as primeiras regiões do cérebro a terem o acúmulo da proteína tau. Entretanto, existem variantes de Alzheimer que não se iniciam pela memória. Na Atrofia Cortical Posterior, os primeiros sintomas são visuais. Na afasia logopênica, os primeiros sintomas relacionam-se à linguagem. Na variante disexecutiva, a dificuldade de organização e planejamento são as primeiras manifestações. É importante saber que, à medida que a doença avança, todas as áreas do cérebro ficam comprometidas. Desse modo, os sintomas cognitivos são múltiplos com o tempo. Além disso, também aparecem alterações comportamentais que podem diminuir a qualidade de vida do paciente.”É importante entender que o Alzheimer atinge, inicialmente, as memórias recentes. Somente nos estágios mais avançados é que as memórias do passado serão comprometidas. Conforme a doença progride, outros sintomas aparecem e a capacidade de funcionar independentemente é perdida”, afirma Taussig.

Alzheimer não tem cura

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Verdade: apesar de ainda não existir uma cura para a doença, já existem tratamentos capazes de minimizar os efeitos do Alzheimer. Um importante fator para o sucesso na medicação é o diagnóstico precoce, que é realizado de forma clínica por um médico especialista.

Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Mês do Alzheimer: evento gratuito traz Nicette Bruno e Beth Goulart

Série de palestras tem como objetivo conscientizar acerca dos cuidados com a saúde da mente e, para isso, traz especialista e atrizes que exercitam o cérebro

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No Dia do Alzheimer – 21 de setembro –, das 8h30 às 12h, a rede de escolas Supera Ginástica para o Cérebro realiza o evento “Despertando a Sociedade”, no Teatro Gazeta, na Avenida Paulista, com a presença de médicas especialistas e das atrizes Nicette Bruno e Beth Goulart, embaixadoras da ginástica para o cérebro no Brasil. O evento é aberto ao público e tem entrada gratuita.

O objetivo é despertar a consciência da população acerca dos cuidados com a saúde do cérebro. “Muita gente se preocupa em cuidar do corpo, mas esquece do cérebro. Nós devemos exercitá-lo e mantê-lo ativo por toda a vida a fim de garantir bem-estar e postergar o aparecimento dos sintomas do Alzheimer”, conta Luiz Moraes, Diretor do Supera e organizador do evento.

Para abrir a programação, as conceituadas médicas neurologistas, Jerusa Smid e Sônia Brucki, protagonizam o primeiro painel, que tem como tema “Alzheimer e Demências – Uma preocupação mundial”.

As especialistas irão tratar os avanços da neurociência e da medicina em relação à saúde do cérebro e como isso afeta diretamente a busca por qualidade de vida e envelhecimento saudável.

No segundo painel, intitulado “Cuidadores e Família – Carinho, afeto e não abandono”, entram em cena as grandes estrelas: Nicette Bruno e Beth Goulart, que estarão junto à gerontóloga Thaís Bento Lima para abordar os benefícios de manter o cérebro desperto e em constante estímulo para uma vida saudável e feliz.

Já as atrizes estão praticando ginástica para o cérebro no Supera Recreio, no Rio de Janeiro, a fim de manterem-se saudáveis. “O processo é lúdico e estou indo muito bem”, comenta Beth.

Serão reveladas ainda recomendações ao familiar e ao cuidador da pessoa com Alzheimer, a fim de conscientizar sobre a melhor forma de lidar com a doença. Após o evento, será realizada uma grande caminhada do Teatro Gazeta até o Parque Trianon, com soltura de balões e distribuição de brindes.

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Os interessados devem se inscrever pela internet, clicando aqui.

Sobre as médicas:

Jerusa Smid: neurologista do ambulatório de Neurologia Cognitiva e do Comportamento do Hospital das Clínicas da FMUSP. Neurologista do corpo clínico dos hospitais Albert Einstein e Sírio Libanês.

Sonia Maria Dozzi Brucki: livre docente em Neurologia FMUSP; co-coordenadora do Centro de Referência em Distúrbios Cognitivos da FMUSP; responsável pelo ambulatório de Neurologia da Cognição do Hospital Santa Marcelina

Fonte: Supera

 

Pesquisa brasileira relaciona folha de pitangueira ao combate do Alzheimer

Encontrar medicamentos e compostos que ajudem a tratar e prevenir a doença de Alzheimer, caracterizada pela deterioração cognitiva e perda de memória, é um desafio para a ciência. Desde 1998, segundo a Associação Internacional de Alzheimer (ADI), mais de 100 remédios foram testados, mas apenas quatro mostram algum benefício contra a enfermidade, que atinge 35,6 milhões de pessoas em todo o mundo – 1,2 milhão somente no Brasil.

Preocupados com o tema, pesquisadores do Mestrado e Doutorado em Biotecnologia da Universidade Positivo desenvolvem uma linha de pesquisa que investiga o potencial de substâncias que podem ajudar na luta contra a doença, em especial os compostos naturais, que apresentam menos efeitos colaterais. E eles descobriram que uma árvore típica brasileira, a pitangueira, pode ser uma boa aliada no combate ao Alzheimer.

“Observamos que o extrato das folhas da pitangueira, que possui diversas propriedades medicinais, como antioxidantes e anti-inflamatórias, apresenta um efeito neuroprotetor, prevenindo prejuízos de memória em ratos de laboratório”, disse o biólogo Ilton Santos da Silva, professor do Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia da Universidade Positivo e responsável pela pesquisa, feita em parceria com estudantes.

Metodologia

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Foto: Universidade Positivo

Para chegar às respostas obtidas com o estudo, Silva e seus alunos de graduação e pós-graduação utilizaram ratos de laboratório que apresentam características semelhantes à doença de Alzheimer. “Vale ressaltar que o trabalho foi aprovado previamente pelo Comitê de Ética em Uso de Animais em Pesquisa da Universidade Positivo e seguiu as recomendações do Colégio Brasileiro de Experimentação Animal (Cobea) para garantir toda cautela e cuidados éticos com os animais”, enfatiza o pesquisador.

Parte dos ratos recebeu uma substância que induz prejuízos e sintomas do Alzheimer e, então, foram tratados com o extrato das folhas da pitangueira por trinta dias. Depois eles passaram por uma série de avaliações de memória em labirintos construídos especificamente para esse fim. “Os resultados mostram que os animais com os sintomas da doença tratados com o extrato da folha de pitangueira foram capazes de manter a memória sobre experiências prévias no labirinto tão bem quanto os animais saudáveis”, disse Silva.

Ineditismo

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Pixabay

O artigo científico referente à descoberta foi aceito para publicação em revista especializada e deve estar disponível nas bases de dados nos próximos meses. Segundo Silva, é o primeiro estudo que investiga o uso das folhas de pitangueira na área de neuroproteção, um campo de pesquisa que busca formas de tratamento para reduzir ou evitar a perda de neurônios, que é comum ao envelhecimento e mais ainda no caso de doenças neurodegenerativas.

“A descoberta é um grande começo e abre um leque de possibilidades para a pesquisa na comunidade científica, que pode investigar mais detalhadamente os mecanismos de ação dessas substâncias naturais, com grande disponibilidade no Brasil”, afirmou o professor.

Fonte: Universidade Positivo

No Dia dos Avós, uma história de afeto para se inspirar

Há cinco anos, neto mantém tradição de jantar com a avó, portadora de Alzheimer, toda semana

Todas às quintas-feiras, o publicitário Marcos Borges Malta, 36, tem um encontro marcado: jantar com a avó Francisca Luzia dos Santos, 89. Residente da Cora Residencial Senior do Tatuapé, a idosa com mobilidade reduzida e em estágio inicial de Alzheimer, sabe o dia exato da visita do neto e o espera com ansiedade, comentando com os funcionários e residentes sobre a vinda do jovem.

Segundo Malta, o hábito do jantar semanal com a avó começou há cinco anos, após ele fazer parte de um grupo de trabalho voluntário: “Durante esse trabalho social percebi que na própria família tinha uma pessoa que também precisava de um pouco mais da minha atenção, minha avó”. E foi assim que o vínculo já estreito entre avó e neto se fortaleceu ainda mais.

Eles sempre moraram próximos, no bairro da Vila Matilde, em São Paulo – eram vizinhos. A presença da avó foi constante no seu desenvolvimento e com ela aprendeu algumas lições para a vida. “Uma das coisas que me inspira até hoje é a força da minha avó, que criou sozinha quatro filhas durante boa parte da vida, já que ficou viúva aos 46 anos”, revela.

A refeição sempre esteve presente na família – a tradicional comida de avó. Segundo Malta, o bife que ela fazia ainda é o melhor que ele já comeu na vida. Ele lembra do aroma da refeição até hoje, algo que marcou sua infância. Além disso, os pratos preparados com carinho por ela nas festas de final do ano faziam sucesso. Cerca de 30 pessoas se reuniam em torno da mesa. “A união sempre foi importante para a família e, a casa da avó, um ambiente acolhedor”, conta o neto.

O fato dela morar em uma ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) não afetou a proximidade entre avó e neto, isso porque na Cora Residencial Senior não há restrição de horários e datas para as visitas. “Há cerca de cinco meses, ela mora aqui. É a nova casa dela e venho aqui toda semana para jantar e conversar”. Especializada nos cuidados de idosos, a instituição promove uma série de atividades físicas e mentais e estimula o convívio social como forma de manter o idoso ativo, promover o envelhecimento saudável e minimizar o avanço de doenças, dentre elas, as demenciais.

Para Malta, o jantar semanal não é apenas uma visita. As conversas sobre curiosidades da família, a rotina e também fatos do passado são formas de estimular a memória da sra. Francisca e uma oportunidade de estar próximo, dar atenção e ajudar nos cuidados.

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Quando a família se reúne, Malta e a mãe, Lucia de Fátima Santos se encarregam de buscar a avó no residencial e leva-la par participar. Foi assim no Dia das Mães e também no aniversário de uma prima. O mesmo, eles planejam para as festas de final de ano. “É importante ter esse calor humano, para ela e para a gente”, finaliza.

A senhora Francisca tem quatro filhas, 11 netos e dois bisnetos. Adora música nordestina, principalmente, Luiz Gonzaga. Algumas letras ela lembra de cor e canta com voz pausada, seguindo o ritmo. O momento mais especial da semana é o encontro com o neto.

Fonte: Cora Residencial Senior

Hidratar pele após os 50 reduz inflamação e risco de doenças

Estudo publicado no Jornal da Academia Europeia de Dermatologia diz que, após os 50 anos, a pele, quando não hidratada, pode ter sintomas como coceira e secura. Como este é o maior órgão do corpo, esses pequenos sintomas, com o aumento das moléculas pró-inflamatórias, podem gerar doenças graves

A hidratação da pele não é um caminho apenas para prevenir o envelhecimento do tecido cutâneo. Pelo menos é o que diz um recente estudo da University of California, publicado em março no Journal of the European Academy of Dermatology and Venereology. “Como a pele é o maior órgão do corpo, os cientistas que fizeram essa pesquisa acreditam que ela pode estar relacionada à inflamação em todo o corpo, principalmente após os 50 anos. E sabemos que a inflamação está ligada a inúmeras doenças crônicas”, afirma a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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Ou seja, cuidar adequadamente da pele com um creme hidratante pode reduzir os níveis de inflamação e reduzir potencialmente o risco de várias doenças relacionadas à idade, como Alzheimer e doenças cardiovasculares, de acordo com esse novo estudo piloto clínico.

Segundo a médica, à medida que os seres humanos envelhecem, eles experimentam um tipo de inflamação – apelidado de “envelhecimento da inflamação” – impulsionado por um aumento de moléculas no sangue, chamadas citocinas, que são mediadores pró-inflamatórios.

“Esta inflamação relacionada à idade tem sido associada a doenças crônicas graves, incluindo a doença de Alzheimer, doenças cardiovasculares e diabetes. Os cientistas inicialmente pensaram que a inflamação provinha do sistema imunológico ou do fígado, mas eles apostam agora que a pele tenha relação com isso, já que quando envelhecemos temos sintomas dermatológicos como coceira, secura e alterações na acidez da pele. Esses processos podem levar a uma inflamação pequena, mas como o órgão é muito extenso, há uma elevação de níveis circulantes de citocinas no sangue”, acrescenta a dermatologista.

No estudo, os pesquisadores tentaram reverter os danos da pele relacionados com a idade usando um creme de venda livre indicado para o reparo da barreira cutânea e benéfico para os três tipos de lipídios (colesterol, ácidos graxos livres e ceramidas) que são vitais para a saúde da pele. Trinta e três idosos entre as idades de 58 e 95 aplicaram o creme em todo o corpo duas vezes por dia durante 30 dias. Depois de um mês, os pesquisadores mediram os níveis sanguíneos de três citocinas – interleucina-1 beta, interleucina-6 e fator de necrose tumoral (TNF) alfa – que têm sido implicados em doenças inflamatórias relacionadas à idade.

“O uso do creme reduziu a quantidade de todas as três citocinas em comparação com os níveis dos participantes antes de usar o creme e os níveis de adultos da mesma idade que não usaram o creme. De fato, o uso do creme reduziu os níveis de citocinas dos participantes para quase equivaler a pessoas na faixa dos 30 anos, sugerindo que o rejuvenescimento da pele pode reverter o ‘envelhecimento da inflamação’. O creme também melhorou a hidratação da pele, diminuiu o pH e reparou a barreira de permeabilidade”, diz o estudo.

O estudo faz menção a outras descobertas, já que até recentemente, a comunidade científica não acreditava que a pele pudesse contribuir para a inflamação sistêmica e doenças, mas nos últimos cinco anos, estudos de psoríase e dermatite mostraram que a inflamação da pele por conta dessas doenças provavelmente aumenta o risco de doenças cardíacas. “E envelhecimento da pele é muito mais comum do que psoríase ou dermatite, portanto diminuir a inflamação simplesmente tratando a disfunção da pele observada no envelhecimento pode ter efeitos profundos sobre a saúde”, diz.

A dermatologista explica que a pele começa a deteriorar-se por volta dos 50 anos com alterações no pH epidérmico, na hidratação e na barreira de permeabilidade, que retém a água e bactérias e outros agentes patogênicos em potencial. “Uma perda de hidratação e quebras na barreira de permeabilidade fazem com que a pele libere citocinas inflamatórias. Normalmente, essas citocinas ajudam a reparar defeitos na barreira, mas no envelhecimento da pele, a barreira não pode ser fixada tão facilmente, então os sinais inflamatórios continuam a ser liberados, eventualmente atingindo o sangue”, explica.

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O próximo passo agora é realizar um estudo maior e mais longo para comprovar se a redução dos níveis de citocinas com o creme retarda ou previne doenças inflamatórias relacionadas à idade. “Ainda é prematuro dizer que o uso do creme impedirá o desenvolvimento dessas doenças, mas já se sabe que há uma redução da inflamação”, diz a médica. “De qualquer forma, como a pele tem uma importante função de barreira, aplicar um creme de reparo tecidual e com agentes anti-inflamatórios é uma prática que deve ser feita a vida inteira”, finaliza a médica.

Fonte: Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.

 

Pesquisas mostram que cerveja pode fazer bem à saúde

Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes.  É isso mesmo que você leu, a cerveja, consumida com moderação, faz bem à saúde. A seguir,  confira alguns dos benefícios:

Combate à gripe

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Cientistas japoneses publicaram um estudo na revista científica Medical Molecular Morphology comprovando que o lúpulo presente na cerveja possui propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes capazes de inibir a multiplicação do vírus, contribuindo além do combate à gripe, também para a prevenção da pneumonia.

Diminui a probabilidade de desenvolver a doença de Alzheimer

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A cerveja pode reduzir em até 23% a probabilidade da pessoa sofrer disfunção cognitiva ou doença de Alzheimer na velhice. Essa informação pode ser encontrada em um estudo publicado em 2011 pela Universidade de Lyola, nos EUA.

Ajuda a controla o colesterol

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Nas cervejas escuras, principalmente, existe fibra solúvel. Elas são responsáveis por reduzir os níveis de colesterol LDL e, com isso, diminuir o risco de doenças cardiovasculares.

Diminui o envelhecimento precoce

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Foto: Ulleo/Pixabay

A cerveja possui um polifenol em seu lúpulo, o xanthohumol, com propriedade antioxidante, impedindo a ação danosa dos radicais livres, que causam o envelhecimento precoce. Isso foi apontado em um estudo da Universidade de Lanzhou, na China, divulgado em 2015 pelo Journal of Agricultural and Food Chemistry, essa propriedade beneficia, inclusive, as células cerebrais.

Diminui o risco de diabetes tipo 2

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Foram analisados 38.000 profissionais de saúde masculinos na Holanda e foi descoberto que o consumo moderado de cerveja diminui, ao longo de quatro anos, a probabilidade de desenvolver diabetes tipo 2.

Ajuda a fortalecer os ossos

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A cerveja pode beneficiar a saúde dos ossos e do tecido conjuntivo, tudo por conta do silício presente na bebida, que ajuda a melhorar a densidade óssea, segundo um estudo do Kings College, em Londres. A substância, encontrada no grão da cevada, é mais abundante nas cervejas do tipo ales e nas lagers.

Possui menos calorias que um suco de laranja

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Um copo de cerveja possui 120 calorias, contra 180 calorias num copo de copo de laranja sem açúcar.

Ajuda a tratar a insônia

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O efeito sedativo da cerveja, de acordo com uma pesquisa realizada pela University of Extremadura, na Espanha, pode ser ideal para o tratamento de insônia e distúrbios associados ao sono, já que o lúpulo presente na bebida aumenta a atividade do neurotransmissor Gaba, substância que apresenta efeito sedativo e diminui a ação do sistema nervoso, preparando o organismo para um sono tranquilo.

É a bebida alcoólica mais nutritiva

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A cerveja é a bebida que possui mais possui compostos nutritivos, principalmente vitaminas do complexo B, minerais como fósforo, selênio, magnésio e algumas fibras solúveis.

Previne o surgimento de doenças cardiovasculares

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A revista científica The Lancet publicou um estudo holandês que constatou que pessoas que bebem cerveja regularmente apresentam taxas de vitamina B6 cerca de 30% mais altas quando comparadas a exames de outros que não costumam consumir a bebida. A vitamina B6 é responsável por ajudar a eliminar a homocisteína, substância que, em excesso, contribui para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Existe também uma pesquisa do Centro de Pesquisa Cardiovascular de Barcelona, na Espanha, que demonstrou que a cerveja possui efeito protetor do sistema cardiovascular, reduzindo a cicatriz no coração provocada por um infarto agudo do miocárdio.

Melhora o sistema imunológico

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O consumo moderado de cerveja traz benefícios para o sistema imunológico, tornando o organismo mais resistente a algumas infecções, conforme um estudo publicado na revista científica Annals of Nutrition and Metabolism.

Aumenta a criatividade

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Segundo um estudo publicado no jornal Consciousness and Cognition, o consumo de cerveja com moderação faz com que as pessoas fiquem mais espertas e criativas.

Ótimo remédio contra pedras nos rins

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Como todos sabem, a cerveja é , reconhecidamente diurética, estimulando o fluxo de urina , agora uma pesquisa da Harvard School of Public Health mostrou que a bebida pode reduzir sensivelmente o risco de formação dos cálculos renais, até em proporção maior do que chá.

Cerveja é um produto natural

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Cevada – Foto: Pixabay

Por norma, a cerveja não tem corantes nem conservantes, é produzida a partir de elementos naturais, como água, grãos de cevada maltados e lúpulo, sendo que este último é o responsável pelo sabor e aroma desta bebida.

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Depois de demonstrados todos os benefícios, quando consumida em moderação, só nos resta concluir que uma visita ao La Rambla Mooca, com suas 16 torneiras de chope artesanal, é praticamente como uma visita a um spa, só vai trazer benefícios para sua saúde.

La Rambla Rua Conde Prates, 620, Mooca

Novo estudo mostra que exame ocular pode detectar sinais da doença de Alzheimer

Estudo publicado no jornal da Academia Americana de Oftalmologia sugere que exame não invasivo também pode ajudar a distinguir entre a doença de Alzheimer e o comprometimento cognitivo leve

Pesquisadores do Duke Eye Center mostraram que um novo dispositivo de imagem não invasivo pode ver sinais da doença de Alzheimer em questão de segundos. Os pesquisadores descobriram que os pequenos vasos sanguíneos da retina na parte de trás do olho estão alterados em pacientes com este mal.

E eles mostraram que podem distinguir entre pessoas com Alzheimer e aquelas com apenas comprometimento cognitivo leve. Esta pesquisa mais recente é o maior estudo feito até hoje e acrescenta à literatura atual como os cientistas se esforçam para encontrar uma maneira rápida, não invasiva e barata para detectar a doença de Alzheimer nas fases iniciais. O estudo foi publicado on-line no dia 11 de março em Ophthalmology Retina, um jornal da Academia Americana de Oftalmologia.

Um novo tipo de imagem precisa e não invasiva, chamada angiografia por tomografia de coerência óptica (OCTA), auxiliou grande parte das pesquisas recentes sobre a conexão do olho com a doença de Alzheimer. Ele permite que os médicos vejam os menores vasos sanguíneos na parte de trás do olho que são menores que a largura de um fio de cabelo humano.

Como a retina é uma extensão do cérebro e compartilha muitas semelhanças com ele, os pesquisadores acreditam que a deterioração da retina pode espelhar as mudanças que ocorrem nos vasos sanguíneos no cérebro, oferecendo, assim, uma abertura para o processo da doença.

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Imagem: Heron Eyecare

Para o estudo, os pesquisadores usaram o OCTA para comparar as retinas em 70 olhos de 39 pacientes com Alzheimer, com 72 olhos de 37 pessoas com comprometimento cognitivo leve, bem como 254 olhos de 133 pessoas cognitivamente saudáveis. Eles descobriram que o grupo de Alzheimer tinha perda de pequenos vasos sanguíneos da retina no fundo do olho e que uma camada específica da retina era mais fina quando comparada às pessoas com comprometimento cognitivo leve e pessoas saudáveis. As diferenças na densidade foram estatisticamente significativas após os pesquisadores controlarem fatores como idade e sexo.

Diagnosticar a doença de Alzheimer é um desafio

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Algumas técnicas podem detectar sinais da doença, mas são impraticáveis para a triagem de milhões de pessoas: as tomografias cerebrais são caras e a punção da coluna tem riscos. Em vez disso, a doença é frequentemente diagnosticada por meio de testes de memória ou observando mudanças comportamentais. No momento em que essas mudanças são percebidas, a doença está avançada. Embora atualmente não exista cura, o diagnóstico precoce permitirá que os pesquisadores estudem novas medicações mais cedo, já que futuros tratamentos podem ser mais eficazes quando administrados precocemente. Diagnósticos anteriores também proporcionariam aos pacientes e suas famílias tempo para planejar o futuro.

A oftalmologista, autora sênior e  professora de Oftalmologia da Duke, Sharon Fekrat, juntamente com o autor principal, Dilraj Grewal, MD, Professor Associado de Oftalmologia da Duke, esperam que o trabalho possa um dia ter um impacto positivo na vida dos pacientes.

“O diagnóstico precoce da doença de Alzheimer é uma enorme necessidade não atendida”, disse Sharon. “Não é possível para as técnicas atuais, como uma varredura do cérebro ou punção lombar para checar o número de pacientes com esta doença. É possível que essas mudanças na densidade dos vasos sanguíneos na retina possam espelhar o que está acontecendo no minúsculo sangue.” vasos no cérebro. Nosso trabalho não é feito. Se pudermos detectar essas alterações dos vasos sanguíneos na retina antes de qualquer alteração na cognição, isso seria um fator de mudança no jogo “.

Fonte: American Academy of Ophthalmology