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Pandemia faz crescer casos de bruxismo

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a disfunção afeta mais de 80 milhões de brasileiros

Situações de estresse e nervosismo são normais no nosso dia a dia, mas este estado de espírito tem se tornado uma constante na vida do brasileiro neste último ano. Entre um período tão longo de isolamento social, a crise econômica no país e tantos outros cansaços mentais causados pela pandemia, é de se esperar que alterações na saúde de nossa população aconteçam, e um aumento que tem sido observado nos consultórios dentários é o aumento nos casos de bruxismo.

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Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o distúrbio atinge 40% das pessoas no Brasil, equivalente a quase 84 milhões de brasileiros. “Tenho observado desde o ano passado uma maior procura nos problemas relacionados à condição, assim como muitos outros profissionais”, comenta doutor Willian Ortega, cirurgião dentista.

O bruxismo é o ato involuntário de pressionar ou ranger os dentes e pode acontecer tanto durante o dia quanto o sono. Apesar de poder ser causado por uma desarmonia no formato da arcada dentária, na maioria das vezes ele aparece como um sintoma da ansiedade e do estresse.

Para Ortega, a necessidade de se conscientizar as pessoas sobre o problema é que, por ser uma válvula de escape inconsciente, o diagnóstico geralmente vem de maneira tardia. “O bruxismo tem diversos sinais, que se manifestam de maneiras diferentes em cada pessoa, por isso são difíceis de perceber se você não sabe o que está procurando”, explica.

O mais comum dos indícios são as dores de cabeça e enxaquecas, que muita gente não relaciona com a dentição. Porém, conforme o distúrbio vai progredindo sem tratamento, podem ocorrer desgastes e quebras nos dentes, estalos ao abrir e fechar a boca. O cirurgião ainda relata que em casos mais extremos, o movimento repetitivo afeta os tecidos que dão suporte à mandíbula, como os ligamentos e músculos da região do rosto.

“Um grande indício que vale a pena observar, é a dor de cabeça ou rosto muito intensa logo quando acorda, indicando que você provavelmente está forçando os dentes durante a noite,” aponta Ortega. Ele ainda frisa que mesmo que não seja o caso, já que a dor na região é normal em momentos de tensão, o bruxismo é muito mais fácil de lidar quando identificado cedo.

O tratamento é focado em reduzir a dor e preservar os dentes, já que a condição não tem cura. A placa dentária em acrílico é indicada na maioria dos casos, produzida sob medida para encaixar entre os dentes protegendo-os do impacto.

Uma alternativa surpreendente é a aplicação do botox, que no caso do bruxismo é utilizado com fins terapêuticos. A substância promove relaxamento muscular e automaticamente diminui a tensão da região. “Em determinados casos a paralização do músculo pode ser benéfica trazendo uma sensação de alívio ao paciente e diminuindo até o uso de medicamentos para dor ou inflamação. O foco é que o paciente não perca a mobilidade mandibular,” esclarece doutor Willian.

Apesar do transtorno não ser perigoso, o desconforto constante prejudica muito a qualidade de vida de quem passa por ele. Por isso para o cirurgião é essencial sempre consultar um especialista, tanto para a parte física quanto mental, já que eles andam juntos quando se trata de bruxismo. “Buscar formas de relaxar e diminuir a ansiedade, como uma leitura leve, filmes, jogos de diversão, meditação ou qualquer outra atividade que cause prazer e relaxamento também é importante para o tratamento”, finaliza Ortega.

Fonte: Willian Ortega é graduado pela Unipar (Universidade Paranaense), especialista em Ortodontia e Pós- Graduado em Harmonização Orofacial. Diretor professor da Facial Academy. Especialista em Implantodontia pela Uningá.

Além de dores durante o sexo, ressecamento vaginal pode causar infecção bacteriana

Dor durante ou após a relação sexual, coceira, queimação e infecção bacteriana: esses são alguns dos sintomas de ressecamento vaginal. De acordo com a Women’s Health Concern, uma associação que trabalha em conjunto com a Sociedade Britânica para a Menopausa, aproximadamente 17% das mulheres entre os 18 e 50 anos sofrem com secura vaginal bem antes de entrarem na menopausa, o que geralmente ocorre após os 50 anos.

Há diversos fatores que podem ter relação com o ressecamento vaginal, inclusive o estresse. “A lubrificação acontece pelo fluxo de sangue que passa pela zona genital quando a mulher está excitada. Isso ocorre normalmente durante as preliminares da atividade sexual, então, se ela estiver nervosa ou estressada, certamente irá influenciar no nível hormonal e ela não vai conseguir ficar lubrificada”, explica a sexóloga da INTT, Lauren Souza.

O ressecamento vaginal é mais comum durante o pós-parto, tratamento de câncer, menopausa e uso de medicamentos específicos. “É fato que a secura vaginal ocorre, na maioria da vezes, após a menopausa, pois é nesse período que a mulher passa por alterações hormonais e tem uma queda na produção de estrogênio, o que causa uma atrofia na região da vagina, levando à secura”, diz Lauren.

Mas esse problema não é restrito apenas às mulheres depois da menopausa, muitas não sabem, no entanto, que a lavagem em excesso e a utilização de produtos inadequados na hora de realizar a higiene da região intima podem influenciar e agravar o ressecamento vaginal. Pensando nisso, a INTT Cosméticos decidiu lançar o Vagisex: um hidratante intravaginal à base de ácido hialurônico que restaura naturalmente a umidade vaginal.

O ácido hialurônico é uma molécula natural responsável pela manutenção do nível correto de hidratação nos tecidos e que, quando utilizado por um determinado período, proporciona lubrificação e umidade. Ele fixa-se à parede vaginal, formando uma superfície hidratada e permanece até a descamação das células epiteliais, que ocorre geralmente em três dias, hidratando, dessa maneira, o tecido da região.

Livre de hormônios e parabenos, além se der testado ginecologica e dermatologicamente, o Vagisex deve ser utilizado diariamente após a última urina do dia, devendo-se dormir com o produto. A forma de uso é bem simples e prática: no total são 10 aplicadores e uma bisnaga de 30g. Em geral, o tratamento dura em torno de dez dias e possui preço sugerido de R$ 65,00.

Informações: INTT Cosméticos

Dor ou desconforto na mandíbula? Melhor procurar um cirurgião-dentista

Ao digitar mandíbula no Google logo aparecem sugestões de pesquisa com as palavras estalando, travada, doendo, deslocada, torta, para frente ou inflamada. Todos esses termos têm um ou mais problemas em comum, mas não é na internet que serão encontradas as soluções para eles. Sentir dor na mandíbula pode ser sinal de luxação ou trismo. Mas, o que isso quer dizer? O cirurgião-dentista Carlos Alberto Novelli Assef, integrante da Câmara Técnica de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), explica.

Luxação mandibular

“As luxações mandibulares provocam dor intensa e desconforto ao paciente devido à extrema distensão dos músculos envolvidos na abertura da boca, assim como das estruturas internas ligamentares da Articulação Temporomandibular, denominada ATM”, informa o especialista. É mais comum ouvir falar em deslocamento, mas o problema é o mesmo e os sinais não devem ser ignorados, pois as causas podem ser variadas:

=Alterações anatômicas das estruturas da ATM – que é uma das articulações mais complexas do corpo humano, responsável por ligar a mandíbula ao crânio e por dar flexibilidade ao osso, possibilitando a mastigação e a fala;
=Remodelações das cavidades glenóides, das eminências do osso temporal ou do côndilo mandibular, ou seja, mudanças nas estruturas ósseas;
=Degeneração dos tecidos;
=Fragilidades ligamentares da ATM ou dos músculos masseter e pterigóideo medial (músculos da mastigação);
=Traumas.

O tratamento depende do que originou a luxação. “A solução definitiva vai desde fisioterapias isotônicas, visando o fortalecimento e reduzindo a amplitude da elasticidade dos músculos envolvidos, até a indicação de cirurgia nos casos mais graves em que a anamnese (análise clínica) e os diagnósticos de imagem específicas indicarem essa necessidade”, detalha Assef.

Muitos pacientes, por lidarem com os deslocamentos recorrentes, optam por reposicionar a mandíbula por conta própria, o que não é indicado. “Procurar um profissional especialista é sempre o mais recomendado para que a situação seja controlada ou resolvida com um tratamento adequado. Além do mais, a única forma de evitar as luxações recidivantes é buscar a solução definitiva, pois mesmo o autocontrole para limitar a abertura da boca nem sempre é indicado”.

Sem o atendimento especializado, o desconforto pode ser constante, levando ao transtorno psicossocial ocasionado pela insegurança de abrir a boca somente o necessário, e podendo gerar alterações teciduais e acelerar o processo degenerativo dos ossos.

Trismo

Imagem: OralTrismus

Ao contrário do deslocamento, o trismo limita a abertura da boca, causando um travamento da mandíbula. Entre algumas das causas, estão:
=Redução da amplitude ou elasticidade muscular;
=Processo inflamatório;
=Traumas;
=Bruxismo ou travamentos de mordida noturnos;
=Fatores psicossomáticos (estresse/ansiedade).

“O sinal mais frequente é a limitação de abertura da boca ao acordar e que melhora ao longo do dia. Normalmente, quando ocorre um episódio desses, a chance de se tornar frequente é muito grande, pois pode haver o comprometimento das estruturas intra-articulares ou processo inflamatório dos músculos da mastigação”, sugere o cirurgião-dentista. Em casos em que a abertura da boca não volta ao normal, é preciso procurar ajuda profissional o quanto antes.

O tratamento é basicamente clínico, com terapia medicamentosa, fisioterápica e avaliação dos fatores psicossomáticos que desencadearam a doença. Mas, quando crônico e grave, o paciente pode precisar de uma intervenção cirúrgica, assim como nos casos de luxação.

Fonte: CRO-SP

Por que os seios ficam pesados e doloridos? Confira algumas causas e quando procurar médico

No geral, elas desaparecem sozinhas ou com ajuda de medicamentos ou modificações na dieta. Mas fique de olho que, em alguns casos, a consulta médica é fundamental

Em alguns momentos, por uma série de fatores, a mulher pode sentir os seios mais pesados e doloridos. “Variações hormonais, uso de anticoncepcional, gravidez e amamentação são alguns dos principais motivos. A maioria das causas não é motivo de preocupação. Mas, em alguns casos, e dependendo da frequência, é fundamental procurar ajuda médica, pois se for um problema mais sério, pode ser descoberto no começo e tratado de forma mais eficaz”, afirma Eloisa Pinho, ginecologista e obstetra da Clínica Gru Saúde.

A maioria dos casos de dor nas mamas desaparece por conta própria, segundo a médica. “Uma pessoa não precisa consultar um médico se a dor desaparecer e não retornar, ou se ela tiver uma dor cíclica e muito leve na mama. No entanto, uma pessoa deve consultar um médico para: sinais de infecção durante a amamentação, especialmente se sentir febre ou mal-estar; intensa dor nas mamas durante ou após a amamentação; um nódulo, especialmente um nódulo duro que não desaparece após o período menstrual; descarga do mamilo; qualquer dor na mama que seja intensa ou insuportável. O rastreamento da dor na mama ao longo do tempo pode ajudar o médico a dar um diagnóstico adequado”, diz.

Abaixo, a especialista aponta as seis principais causas de seios doloridos e pesados:

Mastalgia – o termo se refere justamente à dor nas mamas e existem dois tipos: “A primeira é a dor cíclica da mama, que os períodos menstruais costumam causar. O segundo é a dor não cíclica da mama, que pode vir da mama ou dos músculos e articulações que a circundam”, diz a Dra. Eloisa. A dor cíclica da mama geralmente ocorre no momento da ovulação e continua até o início do ciclo menstrual. Ela pode ocorrer em um ou ambos os seios e pode variar de leve a grave, mas afetar também as axilas. “Já a dor mamária não cíclica não varia com o ciclo menstrual de uma pessoa e ocorre em um único local e não desaparece. Nesse caso, o que gera essa dor está relacionado a um trauma, um golpe e dores artríticas e musculares”, diz a médica. Para o tratamento da dor, a ginecologista indica compressas quentes e medicamentos analgésicos, como ibuprofeno ou acetaminofeno, que podem ajudar na dor cíclica da mama. Algumas dicas para prevenir e aliviar a dor cíclica podem incluir: a redução da ingestão de cafeína, diminuir o consumo de gorduras e aumento na ingestão de alimentos com Vitamina E (amêndoas, castanha-do-pará e semente de girassol).

Infecções – duas infecções comuns que podem causar dor nas mamas são a mastite e infecção por candidíase ou levedura. “A mastite pode ocorrer após um longo período de ingurgitamento ou quando os dutos de leite ficam entupidos. Nesse caso, os sintomas podem incluir: febre, arrepios, uma área quente ou inchada na mama, náusea, fadiga, vômito e descarga amarela do mamilo. O tratamento é feito após avaliação médica e, nesse caso, a paciente deve fazer uso de antibióticos com orientação do ginecologista”, afirma.

Segundo o Colégio Americano de Obstetras e Ginecologistas, é seguro que uma pessoa continue amamentando se tiver mastite e estiver usando antibióticos. No caso da infecção por candidíase ou levedura, os sintomas podem incluir: mamilos doloridos, mamilos rosados, escamosos, brilhantes, rachados e com coceira, seios doloridos, e no caso de puérperas, ela pode sentir dor intensa na mama após a amamentação e é observado no bebê manchas brancas na língua, gengivas ou bochechas. Medicamentos e substâncias antifúngicas devem ser indicados pelo médico. Para prevenir o problema, é recomendado que as gestantes lavem as roupas em água quente com água sanitária, enxague os mamilos com uma solução de vinagre e água após a alimentação do bebê.

Nódulos fibrocísticos – a doença fibrocística da mama causa nódulos inofensivos nas mamas. Os seios podem parecer pesados ou cheios. “A fibrose ocorre quando há um espessamento do tecido mamário, o que pode causar secreção mamilar e dor”, diz a médica. O tratamento para aliviar os sintomas são compressas quente ou fria, vestir sutiã confortável, evitar excessos de sal, cafeína e gordura na dieta, tomar contraceptivos orais e usar analgésicos. “Se houver um cisto incômodo, o médico poderá drenar o fluido.”

Câncer – a maioria dos cânceres de mama não causa dor. “No entanto, se uma pessoa sentir dor na mama que não desaparece, deve consultar um médico para descartar a possibilidade de câncer.” Outros sintomas incluem: secreção mamilar sangrenta, alterações na pele ao redor do mamilo ou o mamilo virando para dentro, calor ou prurido nos seios (embora possa ser mastite), espessamento da pele com textura semelhante a casca de laranja, inchaço ou caroços que aparecem ao redor da clavícula e axilas, nódulo que geralmente é duro e indolor. O tratamento geralmente envolve: remover todo o tumor, o que pode resultar em uma mastectomia (retirada do seio); quimioterapia, que pode encolher o tumor; e radioterapia, que pode destruir as células cancerígenas. “Nesse caso, a consulta com o médico é fundamental o quanto antes. Por esse motivo, ressaltamos a importância de manter os exames em dia e fazer o autoexame das mamas”, finaliza a ginecologista.

Fonte: Eloisa Pinho é ginecologista e obstetra, pós-graduada em ultrassonografia ginecológica e obstétrica pela Cetrus. Parte do corpo clínico da clínica GRU Saúde, a médica é formada pela Universidade de Ribeirão Preto, realiza atendimentos ambulatoriais e procedimentos nos hospitais Cruz Azul e São Cristovão, além de também fazer parte do corpo clínico dos hospitais São Luiz, Pró Matre, Santa Joana e Santa Maria.

Cannabis medicinal tem eficiência no tratamento de dor crônica, aponta estudo

Especialistas em dor falam dos benefícios da medicina canabinóide

O uso de plantas para o tratamento de doenças é milenar, o que não é diferente com a Cannabis sativa, a maconha. Os primeiros registros de seu uso medicinal são datados antes de Cristo, mas o fato de ser considerada substância ilícita até este mês dificultou os avanços e estudos científicos da planta. Apesar do Brasil ter votado contra, em 2 de dezembro passado, depois de 60 anos, a Organização das Nações Unidas (ONU) retirou a maconha da lista de drogas mais perigosas, reconhecendo seus efeitos terapêuticos e trazendo novas possibilidades de pesquisas nessa área.

Segundo estudo realizado pela The Health Effects of Cannabis and Cannabinoids, nos Estados Unidos, o alívio da dor crônica é a condição mais comum relatada pelos pacientes que fazem uso da cannabis medicinal. Isso se dá pela existência do sistema endocanabinoide presente em todo o organismo que inclui receptores para substâncias da maconha.

“É o único sistema do organismo que tem receptores em todos os órgãos e nos tecidos. Diferente de todos os sistemas orgânicos, ele só entra em funcionamento em situações de alerta para recuperar o equilíbrio do organismo”, diz Maria Teresa Jacob, médica que desenvolve a medicina canabinóide com foco na dor crônica. Dentre os fitocanabinoides mais conhecidos e pesquisados, estão o THC (tetra-hidrocanabinol) e o CBD (canabidiol), mas existem mais de 400 substâncias ativas em sua composição. “Como são receptores que temos no corpo inteiro, a cannabis não vai atuar somente na dor”, reforça Beatriz Jacob Milani, filha e parceira de trabalho de Maria Teresa.

As especialistas, que têm prescrito remédios à base da cannabis principalmente neste ano, citam as patologias que respondem bem ao tratamento. Epilepsia, doenças neurodegenerativas, como Parkinson e Alzheimer, transtornos de saúde mental (como estresse pós-traumático, ansiedade, depressão, vício, insônia), transtorno do espectro autista, doença de Crohn, síndrome do intestino irritável, náuseas e vômitos secundários à quimioterapia, anorexia e caquexia, são alguns exemplos.

Além disso, todos os tipos de dor crônica (incluindo enxaqueca e fibromialgia), doenças reumáticas, doenças autoimunes, diabetes tipo 1, síndrome de Raynaud, distúrbios de pele (psoríase, acne, dermatite), osteoporose, distúrbios ginecológicos (endometriose, adenomiose e cólica menstrual), dor oncológica e pacientes sob cuidados paliativos. “Em oncologia, a cannabis pode ser utilizada tanto para melhorar os sintomas da quimioterapia como para aumentar a eficácia da mesma, uma vez que apresenta efeito antitumoral. Nessas doenças já existem pesquisas. A alteração de classificação pela ONU, facilita o surgimento de mais estudos científicos em humanos”, destaca Maria Teresa.

Por ser uma planta, a cannabis oferece menos efeitos adversos em relação à alopatia convencional. Outra vantagem é a possibilidade da sua utilização concomitante com outros medicamentos para tratamento de dor crônica, aumentando a eficácia e, em alguns casos, diminuindo as doses destes, a partir da melhora do quadro com consequente melhora da qualidade de vida do paciente. Entretanto, é fundamental que o médico conheça a interação medicamentosa da cannabis com outros remédios, pois ela pode potencializar ou inibir a ação deles quando em associação.

“De certa forma, não existe nenhuma contraindicação formal ao uso da cannabis, principalmente do CBD com outros medicamentos. Ela é uma substância extremamente segura e não existe nenhum relato de óbito pelo uso de cannabis medicinal”, argumenta Maria Teresa. Quanto ao THC, a médica conta que existem algumas contraindicações, que têm sido estudadas recentemente.

Hoje, o paciente precisa passar por uma consulta, em que será avaliada a indicação ou não do uso da cannabis. Com a prescrição em mãos, basta acessar o site da Anvisa para solicitar a importação de produtos à base da planta. “É um processo burocrático, mas que se tornou muito mais ágil, principalmente depois da Covid-19. Entre sete a dez dias, no máximo, esses processos já estão sendo liberados. Esses medicamentos têm aprovação no país de origem com todo estudo cromatográfico e análise do produto, para que o médico possa saber aquilo que ele realmente está prescrevendo, quais as substâncias da cannabis presentes e em quais concentrações. Desta forma temos uma prescrição bem mais segura”, explica.

Vale ressaltar que a cannabis medicinal tem dosagens específicas dos fitocanabinóides, conforme a necessidade, os antecedentes e o perfil de cada paciente. “A cannabis medicinal possui dosagens de THC dentro de limites seguros, sem efeito psicoativo”, esclarece. As opções disponíveis no Brasil são via oral, em cápsula ou óleo em tintura, mas também já se encontra sob a forma tópica. “Não existem relatos de caso de vício com o uso de cannabis medicinal”, finaliza Maria Teresa.

Bem – Medicina Canábica e Bem Estar

A clínica Bem – Medicina Canábica e Bem Estar está localizada na cidade de Campinas. Com foco em saúde e bem-estar, atende pacientes de dor crônica com a medicina canabinóide, oferecendo tratamento complementar com a acupuntura. Realizam a prescrição e o acompanhamento da cannabis medicinal nos mais diversos casos e patologias. As médicas responsáveis, Maria Teresa Jacob e Beatriz Jacob Milani, mãe e filha respectivamente, fizeram cursos de especialização internacional no uso terapêutico da planta.

Uso excessivo de chinelos e rasteirinha pode causar lesões

Calçados não oferecem proteção e estabilidade adequadas, explica especialista da ABTPé

Chinelos e rasteirinhas são os protagonistas na composição de muitos looks de verão, mas o uso desses calçados requer moderação, uma vez que eles pecam no quesito absorção de impacto e aumentam o risco de algumas lesões, explica o presidente da ABTPé (Associação Brasileira de Medicina e Cirurgia do Tornozelo e Pé), José Antonio Veiga Sanhudo.

Os chinelos, por exemplo, são compostos por apenas uma sola fina, plana, habitualmente rígida e sem suporte do arco longitudinal medial, e a fixação ao pé se dá por meio de uma tira somente, ou seja, amortecimento e estabilidade precários para uma estrutura composta por 28 ossos, 32 articulações e aproximadamente 100 músculos, tendões e ligamentos.

“O risco de torções com estes calçados também é maior, já que o chinelo não oferece nenhuma estabilidade para a região do calcanhar e tornozelo. Outro ponto importante para se observar é que a falta de proteção ao redor do pé aumenta o risco de traumas diretos, como arranhões e dedos quebrados”, salienta o presidente da ABTPé.

O uso prolongado de calçados baixos, como chinelos e rasteirinhas, é especialmente arriscado para mulheres que têm o hábito de andar de salto alto. A mudança de posição dos pés, descendo do salto, aumenta a tensão nas estruturas posteriores, especialmente o tendão de Aquiles e a fáscia plantar, e pode levar ao aparecimento de lesões nestas estruturas. “Por isso, caminhadas na praia ou na orla devem ser precedidas e seguidas de alongamento, e o melhor é sempre usar tênis para diminuir a transmissão do impacto”, ressalta o médico.

Queridinha das mulheres no verão, o uso prolongado de rasteirinha está associado ao desenvolvimento da fascite plantar, um processo inflamatório ou degenerativo que afeta uma membrana de tecido conjuntivo fibroso, que recobre a musculatura da sola do pé, desde o osso calcâneo até a base dos dedos dos pés, a fáscia plantar. Esta estrutura auxilia na manutenção da curvatura do pé, graças à sua posição anatômica.

“Com a rasteirinha, ocorre um aumento na tensão da fascia plantar, o peso do corpo fica concentrado no calcanhar, e associado a baixa proteção de impacto o aparecimento de lesões por sobrecarga se torna mais frequente”, fala o especialista.

Dor intensa debaixo do pé, perto do calcanhar, é o principal sinal da fascite plantar e tipicamente ela é mais intensa nos primeiros passos pela manhã, ou após ficar algum tempo na posição sentada. A recuperação desta lesão costuma ser lenta. O tratamento é realizado por meio de medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos, uso de palmilhas, fisioterapia e alongamento, que pode ser realizado em casa, desde que haja orientação médica.

Fonte: ABTPé

Quais são os benefícios de se fazer alongamento?

Prevenir lesões e preparar o corpo para atividade física são alguns dos pontos positivos na prática do exercício

Reduzir tensões musculares, relaxar o corpo, se preparar para a atividade física, ativar a circulação e melhorar a coordenação são alguns dos benefícios da prática diária do alongamento, como explica Ana Paula Salim, professora de Educação Física do Colégio Presbiteriano Mackenzie (CPM) São Paulo.

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Além disso, o exercício deixa os movimentos mais soltos e leves e previne alguns tipos de lesões, como distensões musculares. “Um músculo forte e previamente alongado resiste melhor à tensão do que um músculo forte não alongado”, pontua a professora.

Com a prática do alongamento, os músculos se mantêm flexíveis, fortes e saudáveis. “Nós precisamos dessa flexibilidade para manter uma boa amplitude de movimento nas articulações”, explica Ana Paula.

Por isso, segundo a profissional, é importante manter o costume de fazer uma série de alongamentos diários, porque, sem esse estímulo, os músculos se encurtam e ficam tensos, “tornando-se fracos e incapazes de se estender por todo o movimento”, completa ela. Isso pode causar dores nas articulações, distensões e danos musculares.

Novos hábitos

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Atualmente, o país e o mundo têm enfrentado a pandemia da covid-19. O isolamento social é uma das alternativas para achatar a curva de disseminação do novo coronavírus, por isso as aulas a distância e o home office tornaram-se atividades comuns no dia a dia do brasileiro.

“Durante os estudos e o trabalho, principalmente os que ficam horas em uma mesma posição, as pessoas têm uma tendência a sofrer de tensão muscular e/ou estresse”, explica a professora.

É importante frisar que não existe um horário específico e correto para fazer os exercícios de alongamento, mas eles são recomendados, principalmente, antes e após qualquer atividade física. “O alongamento tem o objetivo de eliminar a tensão e melhorar a irrigação sanguínea, aumentando gradualmente a temperatura do tecido muscular preparando a musculatura para o movimento”.

Ainda segundo Ana Paula, o estresse reduz o fluxo sanguíneo, resultando em tensão muscular. Enquanto isso, o alongamento aumenta esse fluxo para os músculos, alivia a tensão e ajuda no relaxamento. Outro ponto relevante é que uma vez que seu sangue bombeia para os músculos, “ele também atinge o cérebro, onde pode efetivamente melhorar o humor”, completa.

“Os alongamentos devem ser feitos sob medida, segundo sua estrutura muscular e sua flexibilidade. O princípio básico está no respeito aos limites do seu corpo, mantendo sempre a postura corporal”.

Segundo a professora, se você quer começar a se alongar em casa, é preciso: disposição, manter a postura corporal e “nunca ultrapassar os seus limites, pois cada pessoa é única”, completa. Como material esportivo você pode usar um colchonete ou até mesmo uma toalha de banho para se deitar. “E uma boa música para relaxar!”, finaliza ela.

Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie

Mãos e punhos: dores, causas e tratamentos

E-book gratuito sobre desgaste nas articulações, ajudará como alerta para doenças reumáticas como artrose, artrites, entre outras

A editora KPMO Cultura e Arte, em conjunto com a Clinica de Reumatologia Professor Dr. Castor Jordão Cobra, referência há mais de 75 anos no tratamento de doenças reumáticas, lançam o e-book gratuito “Mãos e punhos – Dores, causas e tratamentos”.

Idealizado e organizado pela editora, o livro escrito pelo médico reumatologista Felipe Mendonça de Santana, membro integrante da clínica, apresenta de forma didática aos leitores as causas das dores que afetam pacientes com doenças inflamatórias como artrites, artrose, síndrome do túnel do carpo e mais.

Além de falar sobre os sintomas e causas que podem agravar as dores, Santana também identifica os tratamentos para cada uma das enfermidades. O e-book está disponível no site da Clínica de Reumatologia Professor Dr. Castor Jordão Cobra desde o dia 26 de outubro.

Sobre o autor

Reumatologista e clínico geral, Felipe Mendonça de Santana é graduado em Medicina pela Universidade Federal de Pernambuco (2012), com residência em Clínica Médica e Reumatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), onde também atuou como médico preceptor em Reumatologia, assim como no Hospital dos Servidores Públicos do Estado de São Paulo.

Em sua linha de pesquisa, Santana defendeu seu doutorado em 2019, na FMUSP, com a seguinte tese: “Efeito da massa muscular e adiposidade total e visceral sobre a mortalidade em idosos brasileiros da comunidade: um estudo prospectivo de base populacional”. Ao longo de sua carreira, Felipe Mendonça teve trabalhos premiados, em projetos de pesquisa conjunta, tais como Prêmio Jovem Pesquisador (Efeito da sarcopenia e adiposidade total e visceral sobre a mortalidade em idosos brasileiros da comunidade: estudo prospectivo), em 2017; Prêmio de segundo melhor trabalho oral, no XXII Encontro de Reumatologia Avançada, em 2016.

Enxaqueca: existe alguma relação das crises de dor com o inverno?

Especialista dá dicas para quem sofre com a doença que atinge cerca de 31 milhões de brasileiros

O inverno chegou e com ele os dias mais frios do ano. Há quem goste, mas para quem tem enxaqueca e sensibilidade às mudanças de temperatura, as crises podem piorar e atrapalhar até mesmo tarefas simples do dia a dia. Conforme o Ministério da Saúde, o problema acomete cerca de 31 milhões de brasileiros, o que corresponde 15% da população. A maioria dessas pessoas têm de 25 a 45 anos. Ainda, de acordo com a entidade, entre as mulheres, a doença afeta até 25%, mais que o dobro da frequência em homens.

mulher computador olhos optix
Foto: Optix

A médica neurologista Fernanda Ferraz, do Hospital Anchieta, de Brasília, explica que a enxaqueca é uma doença crônica que tem diversos gatilhos ambientais e orgânicos, ou seja, variações no ambiente ou no organismo podem desencadear os episódios de dor. “Até o momento, os estudos científicos sobre a associação entre dor de cabeça e clima têm gerado resultados inconsistentes, porém, mudanças no tempo são frequentemente relatadas por alguns pacientes como um dos gatilhos de enxaqueca”, pontua a especialista.

A especialista cita pesquisas realizadas na Alemanha e em Taiwan. Dois estudos analisaram diários de dor de cabeça e a correlação dos episódios com a temperatura do ar e outras variáveis atmosféricas como pressão e umidade e outro estudo correlacionou a ocorrência de mensagens sobre enxaqueca em aplicativos para Smartphone e as mudanças de temperatura.

De maneira geral uma associação significativa foi encontrada entre variáveis meteorológicas e a ocorrência de ataques de enxaqueca, segundo a médica. “Em um dos trabalhos, o início de um ataque, bem como a alta intensidade de dor de cabeça, foram associados à menor temperatura e maior umidade. Os autores concluíram, então, que um subgrupo de enxaquecas é altamente sensível às mudanças de certos componentes climáticos”, acrescenta.

Fernanda explica que diante do número limitado de estudos sobre o tema e do pequeno número de pacientes avaliados nos estudos já realizados não se sabe ao certo como a temperatura do ambiente e as mudanças no clima podem contribuir como gatilhos para a enxaqueca. Segundo a neurologista, especula-se que uma proteína chamada TRPM8 tenha papel na enxaqueca e sua relação com a temperatura, pois este canal é predominantemente expresso em neurônios sensoriais periféricos e é conhecido como o sensor para temperatura fria em tecido cutâneo.

Contudo, ele também é expresso em nervos de órgãos profundos onde o frio provavelmente não é um estímulo. “Além de seu papel na sensação fria, o TRPM8 também contribui para a sensação dolorosa que o frio pode causar na pele ferida ou inflamada- chamada de alodínia fria”, afirma.

dor de cabeca enxaqueca mulher

Ela continua: “estudos pré-clínicos de enxaqueca mostram que a ativação do TRPM8 nas meninges (que são camadas que revestem o cérebro) por estímulos externos ao organismo pode causar e aliviar comportamentos de dor de cabeça, dependendo se outros receptores recebem simultaneamente outros estímulos nocivos. Isso pode ter relação com o relato de vários pacientes de que o frio pode desencadear enxaqueca”, destaca.

Sofre com o problema? Confira dicas de como se cuidar durante o inverno

salto de cordas exercicio

Para a especialista, os pacientes que notam que a enxaqueca piora no inverno devem manter hábitos de vida saudáveis ingerindo bastante líquido e alimentação balanceada, manter uma rotina regular de exercícios físicos aeróbicos, tempo e horário regular de sono, evitar o estresse e exposição a mudanças bruscas de temperatura usando roupas adequadas à temperatura do ambiente.

Inverno pede atenção redobrada às articulações dos pets

Kauê Ribeiro da Silva, veterinário da Vetnil, reforça a importância do acompanhamento veterinário

Assim como os humanos, pets também podem sofrer de problemas nas articulações. Ainda que a enfermidade seja bastante comum durante todo o ano, a chegada do inverno requer ainda mais atenção dos tutores aos possíveis sinais clínicos. Segundo Kauê Ribeiro da Silva, veterinário e analista de desenvolvimento de produtos da Vetnil, problemas articulares podem surgir principalmente em pets idosos, mas complicações preexistentes, como traumas e displasias, também são fatores de risco.

cachorro labrador quieto deitado dor

Entre as principais doenças articulares, pode-se destacar a osteoartrose, que gera dor crônica e acomete em torno de 20% dos cães e gatos em geral. Kauê recomenda que para evitar problemas mais graves, é fundamental que seja realizado um acompanhamento veterinário desde os primeiros sintomas. Com as consultas, o profissional poderá inclusive recomendar uma terapia preventiva (utilizando medicamentos condroprotetores), além de outras medidas como exercícios físicos de leve intensidade e controle de peso, caso o animal apresente sobrepeso.

O veterinário ressalta ainda a importância de se atentar a todos os sinais. Cães com dor crônica em decorrência de doenças articulares tendem a apresentar alterações de comportamento, atrofia muscular, dificuldade de caminhar e se movimentar, letargia e tendem a lamber constantemente as articulações acometidas.

gato deitado triste doente Gundula Vogel por Pixabay
Gundula Vogel/Pixabay

Já os gatos costumam apresentar maior irritabilidade, menor tolerância ao contato (como nos momentos de escovação ou carinho), mudança dos locais usuais de descanso, além de poderem diminuir a interação com o dono e a ingestão de água e comida (principalmente quando o comedouro e bebedouro estão em locais altos – o que normalmente é positivo, mas representa uma dificuldade para um gato com dor).

“Ao observar alguma dessas manifestações ou quaisquer outras no pet, é fundamental que o tutor o leve ao veterinário para que seja realizado um diagnóstico correto e tratamento adequado. A dor crônica é muito prejudicial à saúde dos pets, assim como à nossa, e se torna mais difícil de tratar quanto mais tempo se leva para iniciar a terapia”, complementa Kauê.

Valley Vets, Cardiff
Foto: Valley Vets, Cardiff

Dentre as possibilidades de terapia, a realização de exercícios físicos leves é recomendada, já que os exercícios elevam a temperatura corporal e melhoram a circulação sanguínea, o que ajuda a diminuir a contração muscular e auxilia na reversão dos processos que causam dores musculares e articulares. Outros efeitos benéficos do exercício incluem evitar o sobrepeso e a atrofia muscular (consequências que podem piorar o quadro e a dor articular).

Nesse sentido, um exercício fácil e prazeroso de se realizar com seu cão são os passeios, porém deve-se prestar atenção às regras de isolamento e cuidados para não promover a transmissão da Covid-19. Assim, os tutores devem utilizar máscaras e preferir locais com o mínimo possível de circulação de pessoas.

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Ao retornar às suas casas, é recomendado higienizar as patas dos cães com solução antisséptica (à base de clorexidina, por exemplo) e lavar bem as mãos, tomando cuidado para que roupas potencialmente contaminadas não contaminem outros objetos da casa. Para os gatos, a utilização de itens de enriquecimento ambiental e de brinquedos que o estimulem é recomendada, mas o tratamento para reduzir a dor e promover a saúde articular deve ser realizado de forma conjunta.

Kauê ainda destaca produtos da Vetnil que podem contribuir para os cuidados com os pets durante o inverno:

Condroton é um medicamento que atua na causa primária das enfermidades articulares, proporcionando melhor qualidade de vida para o animal. Ele é indicado no tratamento de artropatias em geral, doenças tendíneas, pós-operatório de cirurgias articulares, prevenção de doenças osteoarticulares e como auxiliar para os casos de fratura. O Condroton Injetável, com indicação para cães e gatos, está disponível em frasco ampola de 10 ml, enquanto o Condroton, com indicação para cães, tem apresentação em comprimidos de 500 mg e 1000 mg, disponíveis em frascos plásticos com 60 comprimidos.

Geripet é um suplemento formulado especialmente para suprir as principais demandas nutricionais de cães e gatos com idade mais avançada, possuindo nutrientes específicos para uma melhor qualidade de vida de animais idosos. Geripet está disponível em frascos contendo 30 comprimidos.

Meloxinew Comprimido é um anti-inflamatório não esteroidal com atividade preferencial na inibição da COX-2. É indicado para cães e gatos no tratamento da inflamação e dor, aguda ou crônica, nos casos que envolvam tecidos moles ou musculoesqueléticos, além de ser indicado no controle da dor e inflamação em pós-operatório. O produto está disponível em apresentações de 0,5, 1, 2 e 4 mg, em cartuchos contendo 1 blíster com 10 comprimidos e displays contendo 12 blísteres com 10 comprimidos cada.

Ômega3+SE é um suplemento à base dos ácidos graxos essenciais da família ômega-3, obtidos de peixes marinhos de águas frias e fornece EPA e DHA na proporção ideal, além de possuir a Vitamina E e o Selênio, que são potentes antioxidantes. O produto tem duas apresentações, o Ômega3+SE 550 e o Ômega3+SE® 1100, ambos disponíveis em frascos contendo 30 cápsulas.

Fonte: Vetnil

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