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Travesseiro ideal: isso existe?

Especialista da Duoflex explica os detalhes sobre escolha e conservação do produto

A conquista de uma boa noite de sono pode depender de diversos fatores, desde alimentação balanceada à qualidade de colchões e travesseiro. Mas será que existe um travesseiro ideal para todos os tipos de pessoa? De acordo com a consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi, o que existe é um travesseiro que se adapta melhor às necessidades de cada um. Pensando nisso, a especialista separou algumas dicas para quem quer aprender a escolher e conservar esse importante parceiro do sono.

Há três pontos fundamentais para levar em conta na hora da escolha de um travesseiro: a posição em que você dorme, seu biótipo e, claro, o gosto pessoal. Sobre os primeiros pontos, a especialista explica: “O produto deve preencher o espaço entre a cabeça e o colchão e proporcionar alinhamento da coluna cervical com o tronco. Em termos práticos, significa que ao deitar de lado, o pescoço deve formar um ângulo de 90º com o ombro”.

Questões pessoais, por outro lado, interferem em pontos como o toque e suporte da espuma – macia, média ou firme; formato – tradicional ou anatômico; conforto térmico; proteção antiácaro, dentre outros. “Uma pessoa alérgica dá maior atenção à proteção, enquanto alguém que produz muito suor prioriza o frescor do travesseiro”, comenta. “São detalhes que fazem toda a diferença na hora de dormir. Lembrando que uma noite de sono ruim pode gerar alteração no humor, extremo cansaço, agitação ou até mesmo problemas de circulação e cardíacos, a longo prazo”, completa a especialista.

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Outro ponto importante de atenção é o prazo de validade dos travesseiros. Sim, isso existe! Um travesseiro produzido em espuma especial de alta qualidade pode durar anos, porém, por se tratar de um produto de uso diário, acaba acumulando umidade, gordura, suor e outras secreções, o que facilita a proliferação de ácaros. “O ideal é realizar a troca dos travesseiros a cada dois anos”, alerta Renata.

É claro que pode haver higienização caseira, mas é preciso ter cuidado também com esses processos. “Manter um travesseiro em exposição direta ao sol pode elevar a temperatura de sua espuma de maneira exagerada, deixando o ambiente ainda mais propício à proliferação de bactérias. O ideal é arejar o travesseiro em luz indireta, protegido por uma fronha”, conclui a consultora.

Sugestões de produtos

Natural Látex

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Produzido em espuma de látex natural extraído da seringueira, o Natural Látex é composto por milhões de células abertas e centenas de furos, que permitem maior ventilação e evaporação e mantém o travesseiro sempre seco e fresquinho. Por ser altamente elástico, seu uso é recomendado para pessoas que necessitam de um travesseiro com maior sustentação para cabeça durante o sono e transpiram muito durante a noite.

Nasa

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Macio e automoldável, o travesseiro Nasa adapta-se melhor ao contorno do corpo, oferecendo menor pressão e maior capacidade de absorção do peso da cabeça e do pescoço. Por ser termossensível, a espuma Nasa acompanha a temperatura corporal, proporcionando maior conforto térmico e uma agradável sensação de aconchego, sendo seu uso especialmente indicado para pessoas que apreciam travesseiros macios e confortáveis.

Gelflex Nasa

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O travesseiro Gelflex Nasa alia a suavidade e o conforto da espuma Nasa a uma manta de gel, proporcionando um toque ainda mais gostoso e fresquinho, sendo especialmente indicado para pessoas que apreciam o toque e a maciez do Nasa, porém não abrem mão de um travesseiro mais fresco.

Ventsoft

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Ventsoft é produzido em espuma especial de poliuretano extra macia. Seu alto poder de ventilação, permite eliminar a umidade e a transpiração, retardando o aparecimento de odores desagradáveis ocasionados pelo suor. Com leveza e frescor incomparáveis, proporciona máximo prazer ao repouso e uma noite de sono agradável e relaxante, sendo especialmente indicado para pessoas que apreciam travesseiros extremamente macios e fofinhos.

Fonte: Duoflex

Dez dicas para pular carnaval sem perder o sono

Especialista orienta sobre como dormir bem durante os dias de folia para não prejudicar a saúde

A época de carnaval é sinônimo de festa, diversão e folia. Mas pode estar atrelada também à exageros, ingestão regular de bebidas alcoólicas, desgaste físico e noites mal dormidas. Isso tudo, certamente, compromete o bom equilíbrio do organismo e a saúde do sono, já que, o indivíduo acaba saindo da rotina.

No feriado prolongado, muitas pessoas entram na folia e deixam o sono de lado. O aumento da fadiga pode causar problemas mais sérios relacionados à saúde, gerando sintomas que não combinam com a alegria do carnaval, como irritabilidade, dor de cabeça, mau humor e sintomas de resfriado, devido à queda na imunidade. “Neste período muitos excessos acontecem, no entanto, é importante que os hábitos saudáveis sejam mantidos, para que a saúde não seja afetada”, explica a Consultora do Sono da Duoflex, Renata Federighi.

A especialista dá algumas dicas para manter o sono em dia e minimizar os problemas que podem surgir decorrentes de noites maldormidas.

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=Dormir bem é fundamental. O corpo fica totalmente desajustado no carnaval e dormir bem vai ajudá-lo a descansar e recarregar as energias.

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=Hidrate-se. Reponha as vitaminas e os minerais que o organismo precisa bebendo bastante líquido e aumentando o consumo de frutas e vegetais. A melancia, o mamão, o kiwi, o abacaxi, as folhas verdes, o leite, os sucos de frutas e a água de coco são excelentes opções para inserir no cardápio, pois contêm grandes quantidades de água em sua composição.

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=Utilize o travesseiro correto. Mais do que uma boa noite de sono, o travesseiro é responsável pela saúde do corpo, pois alinha a coluna cervical com o tronco, melhorando a circulação sanguínea e facilitando os estímulos do cérebro aos demais órgãos. Isso permite que a pessoa levante bem disposta e sem dores no corpo no dia seguinte.

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=Cuidado com o álcool. Intercale a bebida alcoólica com água. Isso ajuda a diluir a concentração de álcool no sangue. Além disso, tente evitar o consumo do álcool uma hora e meia a duas horas antes de ir dormir. Ao contrário do que muitos pensam, a bebida alcoólica não relaxa. Após alguns goles, ela pode afrouxar as estruturas da região da faringe, comprometendo a respiração, causando ronco e atrapalhando o sono.

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Pixabay

=Relaxe. Para evitar dores no corpo no dia seguinte e relaxar, faça alguns movimentos leves de alongamento, até 3 ou 4 horas antes de se deitar. Ao liberar a adrenalina, o exercício físico aquece e relaxa a musculatura, evitando lesões, dores musculares e problemas ortopédicos.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

=Silêncio e ambiente escuro. Para que haja um descanso completo do corpo e da mente é necessário silêncio e concentração, portanto, fuja de barulhos. Além disso, mantenha sempre as luzes apagadas, pois na claridade a produção de melatonina – hormônio indutor do sono – e do cortisol – responsável pela sensação de prazer e bem-estar – é interrompida, causando sensação de cansaço pela manhã.

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Foto: Shutterstock

=Alimentação leve. Refeições pesadas antes de deitar podem prejudicar o sono, principalmente se ingerir alimentos que aumentam os níveis de insulina e que mexem com o metabolismo. Quanto maior a refeição noturna, maior a dificuldade de digestão e pior o sono.

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=Horários regulares de sono. Para um sono revitalizador, um indivíduo adulto precisa dormir, em média, oito horas por dia (isso pode variar um pouco de pessoa para pessoa). Só assim o corpo consegue realizar todas as funções que ocorrem durante o período noturno, além de alcançar o descanso merecido.

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=Ambiente arejado. Tente dormir em locais bem ventilados, com roupas leves e com travesseiros que se mantém numa temperatura mais fresca durante o sono.

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=Diversão e responsabilidade. Os exageros são perigosos e o corpo precisa recuperar as energias, para que, no dia seguinte, as pessoas se mantenham dispostas e, sobretudo, com a saúde em dia. Sendo assim, a melhor receita para curtir a folia, é se divertir com sensatez e respeitar os limites do corpo.

Fonte: Duoflex

Médico orienta como adaptar o corpo ao fim do horário de verão

Atrasar o relógio em uma hora pode causar alterações na qualidade do sono e no funcionamento natural do organismo

Com o fim do horário de verão, à meia noite do último sábado (16), os relógios foram atrasados uma hora. Brasileiros residentes das regiões sul, sudeste e centro-oeste, nas quais vigora o horário de verão, sentem os reflexos da mudança nos hábitos cotidianos. Segundo especialistas, esta alteração no relógio afeta diretamente a qualidade do sono e o funcionamento natural do organismo.

“Sabe-se que o organismo sofre mais quando adiantamos uma hora do que quando atrasamos uma hora, pois estamos propensos a permanecer mais tempos acordados a noite que de acordar mais cedo, porém isso não é uma regra”, atesta o médico clínico geral Sergio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.

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Para evitar a perda de sono e a dificuldade de deitar no horário normal após esta mudança, é importante seguir algumas dicas. “Há pessoas que sentem muito pouco essas alterações de horário. Geralmente as mais sensíveis são os idosos e as mulheres por características individuais”, enfatiza Pontes. De acordo com o especialista, não existe uma definição ideal para um bom sono, mas existem hábitos que podem facilitar essa adaptação.

– Evite a desidratação pois a água também ajuda na disponibilidade de energia e evita o cansaço;

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– No período da noite, evite atividades exageradas como exercícios intensos e leitura longa;

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Foto: GaborfromHngary/Morguefile

– Atividades físicas leves, como caminhada e alongamento, podem ajudar com um efeito relaxante;

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– Próximo à hora de dormir, evite ingerir alimentos pesados e com estimulantes, como café, chocolate, chá preto e chá verde;

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– Na hora de deitar deixe o ambiente no quarto bem escuro, silencioso, com boa temperatura e confortável;

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– Evite assistir TV ou usar celular e computador no quarto de dormir;

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– Esta vale para o fim da próxima edição do horário de verão: dias antes da mudança tente dormir 10 minutos mais cedo, gradativamente, para que o organismo não sinta a alteração abrupta de 1h.

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Além das alterações consideradas normais, caso surjam outros sinais e sintomas como ronco, insônia, apneia e sonolência excessiva diurna, além de hipertensão e arritmia, é importante procurar um médico do sono para uma avaliação adequada.

Fonte: Aliança Instituto de Oncologia

Como dormir bem no verão

As altas temperaturas do verão podem, muitas vezes, prejudicar a qualidade do sono e dificultar ou até inviabilizar um descanso adequado. No entanto, existem algumas medidas simples para possibilitar uma noite tranquila e dormir como um anjinho.

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Como afirma Mauricio da Cunha Bagnato, pneumologista e Diretor do Departamento Científico de Sono da Associação Paulista de Medicina, tudo começa com uma ambientação correta. Ambiente ventilado, silencioso e com baixa luminosidade são medidas extremamente importantes. Recomenda-se reduzir a luminosidade inclusive dos aparelhos de Led e dos aparelhos de celular também, além de janelas com black out.

Espaços mais escuros facilitam a produção de melatonina no organismo e, consequentemente, a indução de sono. O nível ideal de escuridão ocorre quando não se pode ver as próprias mãos.

Outro complicador ao sono é a prática de atividades que geram excitação ou agitação ao corpo, assim como o consumo de bebidas como cafeína e álcool , e exercícios físicos noturnos. Uma boa hidratação é sempre bem-vinda.

Não é aconselhável ainda que a temperatura apresente grandes variações, devendo permanecer entre os 24 e 25 graus. Existem umidificadores de ar que auxiliam no controle de umidade e temperatura, também ventiladores e aparelhos de ar condicionado.

Para o ressecamento nasal pode-se aplicar soro fisiológico comum e também na forma de gel para proteger contra o ressecamento das vias aéreas principalmente em noites quentes e secas.

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Foto: C_Scott/Pìxabay

“A densidade do colchão deve estar de acordo com o peso de cada pessoa para melhor adaptação corporal. Usar travesseiros de apoio e dormir de lado também é benéfico”, pontua o médico.

Não permitir às crianças dormirem na cama dos pais é uma medida que contribui na qualidade do sono de toda a família.

Fonte: Associação Paulista de Medicina

 

Startup cria travesseiro adaptável às diferentes formas de dormir

Analisando os comportamentos dos brasileiros, Zissou estrutura produto com camadas individuais para se moldar ao conforto de cada usuário

Ao estudar as preferências dos brasileiros na hora de dormir, a startup do sono Zissou, que trouxe para o país um novo modelo de comercialização de colchões com a tecnologia bed in a box, identificou que cada pessoa tem um jeito particular de utilizar seu travesseiro.

Diferentemente do colchão, em que há um padrão de conforto e suporte, o uso deste produto varia conforme seu consumidor – que decide a altura, nível de conforto, resposta, entre outros aspectos. Para isso, a empresa idealizou um conceito interativo: com três camadas independentes, o travesseiro Zissou é adaptável a todas as formas de dormir.

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“Os estudos de linguagem corporal mostram que a nossa forma de dormir é tão diversa quanto o nosso comportamento. Por exemplo, quem dorme à direita, tende a ser uma pessoa entusiasmada e criativa. Já à esquerda, se demonstra mais sensível. Se a pessoa deita de barriga para baixo, tende a ser mais organizada e assumir as decisões em processos de liderança. Por isso, pensamos em um produto que englobasse a diversidade do sono”, explica Andreas Burmeister, co-fundador da Zissou.

O travesseiro Zissou é composto por uma capa de algodão com fibra siliconizada e três camadas de viscoelástico de memória responsiva, com formas e alturas diferentes. Dentro da capa é possível colocar até duas camadas, decididas por quem irá utilizar o produto. A camada adicional pode ser apoiada entre as pernas, utilizada como travesseiro extra por usuários que preferem dormir com um produto mais alto na cabeça ou até como travesseiro portátil para viagens de carro e avião.

“É um conforto que cada um define da sua maneira. Assim como o segmento de colchões, o mercado de travesseiros oferece inúmeras fórmulas e composições, mas sem explicar às pessoas as características e benefícios de cada um. Nós pensamos em um produto único e com versatilidade para que as pessoas possam experimentar e perceber as suas preferências ao dormir”, complementa Burmeister.

Concepção do travesseiro envolveu estudos e cocriação

Para a idealização do travesseiro, foram conduzidos diversos worshops focados no comportamento do consumidor. “Por meio deles que confirmamos as teorias de sono: descobrimos que cada pessoa tem uma conexão diferente com o produto que utiliza. Este público sente que seus modos de uso também são únicos, variando desde a quantidade de travesseiros na cama, as percepções de conforto e resposta, posições de preferência, até outros aspectos pessoais”, detalha Ilan Vasserman, cofundador da Zissou.

A concepção do produto envolveu quatro etapas diferentes. A primeira foi a realização de workshops com diferentes públicos com o objetivo de entender o que compõe o sono perfeito para cada pessoa. Após os resultados, houve a mobilização de engenheiros de produto brasileiros e americanos para o desenvolvimento de protópitos.

Com diferentes composições desenvolvidas, foram realizados novos workshops, dessa vez voltados à experimentação e primeiras percepções, que auxiliaram na definição da composição ideal. Por fim o processo produtivo foi otimizado aplicando tecnologia e controle de qualidade.

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“Nós percebemos que analisar um travesseiro não é uma coisa imediata, exige tempo e identificação da pessoa com o produto. Por isso, decidimos oferecer 100 dias de experimentação, assim como fazemos para o Colchão Zissou. Se a pessoa não gostar, retiramos o produto e devolvemos o dinheiro. Nossa prioridade é oferecer uma experiência de sono única e inesquecível “, complementa Amit Eisler, cofundador da empresa.

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Os interessados poderão adquirir o travesseiro Zissou no site da marca ou na Casa Zissou, espaço conceito da marca localizado no bairro dos Jardins, em São Paulo.

Não sabe o comer antes de dormir? Confira alimentos para serem consumidos à noite

Para não dormir com fome, aposte em combinações interessantes como ovos, sopas, carnes brancas, para ter uma digestão mais leve

Depois de um dia cheio de trabalho ou estudos, tudo o que você quer é descansar e muitas vezes a vontade de realizar uma refeição mais completa acaba ficando de lado, preferindo fazer um lanche à noite para ir para cama. Muitas pessoas ainda têm dúvida de quais são as melhores combinações para não fugir de uma alimentação equilibrada e saciar a fome de uma forma inteligente.

“O período da noite é o momento ideal para o corpo desacelerar, descansar e se preparar para o sono. Tudo o que é consumido durante à noite também influencia na saúde e na manutenção do bem-estar, por isso prestar atenção ao que se ingere também nesse momento do dia é muito importante”, explica a nutricionista Rosana Raele.

Saiba agora como se manter em forma, se alimentar bem à noite e relaxar. Lembrando da individualidade de cada um a nutricionista apresenta algumas dicas gerais para ajudar neste momento:

1. Aposte em opções proteicas mais leves

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Stocksy

Opções como peito de frango e até mesmo ovo, podem ser opções de valor proteico interessantes e relativamente fáceis de serem preparadas e ainda você pode criar combinações muito boas, como um suflê de frango com legumes, opções de ovo mexido com legumes ou até mesmo uma omelete de queijo branco com ervas.

2. Desfrute das sopas

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As sopas ou mesmo cremes são ótimas opções para a refeição noturna pois quando bem preparadas são leves e muito nutritivas. Uma boa alternativa é acrescentar legumes e verduras nas combinações. Você pode fazer uma sopa com alguns legumes picados (cenoura, chuchu, abobrinha) e no final acrescentar um ovo batidinho ou até mesmo pedaços de frango cozido. Além disso, para engrossar a sopa de forma mais nutritiva, você pode usar também uma mandioquinha, inhame ou até uma batata pequena, bem cozidos e bem amassados.

3. Hidrate-se com infusões de diferentes sabores

chá camomila
Foto: chamomileteaonline

Os líquidos devem estar presentes durante o dia todo na dieta, porém, para à noite, é mais aconselhável deixar as bebidas com cafeína de lado. Para isso, aposte nas infusões de diferentes aromas e sabores, como a de camomila e mel, frutas vermelhas ou mesmo a de hortelã. Se consumida sem açúcar, além de hidratar o corpo contribuindo para seu bom funcionamento, as infusões não acrescentam calorias à dieta. Manter-se bem hidratado é também um grande passo para evitar os excessos à noite. Além disso, uma bebida quentinha a noite pode ser uma ótima aliada para ajudar a relaxar e desligar da correria do dia a dia.

4. Não se esqueça das fibras

salada de maçã

Além de auxiliarem na regularização do trânsito intestinal, são importantes aliadas na saciedade, e podem ser facilmente incorporadas ao período da noite, na forma de saladas, juntamente com o jantar, ou até mesmo na ceia na forma de alguma fruta por exemplo.

A nutricionista ainda ressalta o horário ideal de consumo da última refeição do dia. Segundo a Rosana, o horário varia de acordo com a rotina de cada um: “Quem treina, é muito ativo e gosta de se exercitar depois do trabalho por exemplo, acaba tendo uma necessidade maior de nutrientes nesse momento do dia. Para aqueles que dormem cedo e são mais matutinos é aconselhável uma refeição mais leve e um bom café da manhã no outro dia”, explica.

Fonte: Rosana Raele é nutricionista formada há 30 anos, possui vasta experiência na área de nutrição clínica, com aulas ministradas em cursos, simpósios e congressos. Foi responsável pela implantação do Serviço de Nutrição em Medicina Preventiva no Hospital Albert Einstein, com projetos educativos e coordenação de eventos científicos onde atuou por 22 anos. Atualmente mantém seus atendimentos como Personal Diet onde atua há mais de 15 anos, e docente da Pós Graduação do Hospital Albert Einstein.

 

Você deve deixar seu gato dormir na cama com você?

Há pontos bons e ruins em compartilhar seu espaço de dormir com seu companheiro felino. Especialistas em saúde analisam o que você deve considerar

gatos na cama

Dizem que os cães são os melhores amigos do homem, mas quem diz isso claramente nunca teve uma companhia felina sólida. Enquanto cada gato é diferente, eles têm algumas características comuns. Além de poder escalar qualquer objeto com habilidades de supergatinho, podem se infiltrar em nossos corações, trazendo conforto e alegria para qualquer um que decida adotá-los.

Isso pode incluir o aconchego na cama à noite. Enquanto alguns gatos podem não estar interessados, outros querem estar o mais próximo possível de suas contrapartes humanas. E muitos humanos parecem preferir assim.

Na verdade, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos estimam que cerca de 50% dos tutores nos Estados Unidos permitem que seus animais durmam na cama com eles.

Bill Fish, cofundador da Tuck.com, diz que, sem dúvida, há pontos positivos em permitir que seu gato fique na cama todas as noites, inclusive dando a ambos uma sensação de segurança, emocional e fisicamente. “Ter um convidado na cama com você também reduz o estresse, bem como traz calor e conforto”, diz ele.

“Quando você sente a respiração rítmica do seu gato, isso o acalma e ajuda você a dormir mais rapidamente”. Mas se o seu gato não dorme calmamente durante a noite é outra questão. Eles podem interromper o seu sono e trazer uma série de outros riscos para a saúde em sua cama também.

Como os gatos podem afetar seu sono

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Getty Images

Steve Weinberg, fundador do 911 VETS, afirma que pode ser agradável e confortável ter seu gato dormindo em uma cama com você – alguns literalmente em sua cabeça –  potencialmente acalma a ansiedade e terrores noturnos.

“A desvantagem é que os gatos são animais noturnos”, diz ele. “O dorminhoco humano pode ter seu sono interrompido nas primeiras horas da noite ou ser acordado muito cedo”. Por causa disso, Weinberg diz que dormir com um gato pode ser contraproducente para os padrões típicos de sono e vigília de uma pessoa.

“Muitos gatos gostam de brincar e arranhar ou até mesmo morder os pés humanos movendo-se sob as cobertas”, disse ele. “Há outros problemas, como alergia a pelo de gato ou, se as pulgas não estão sob controle, o ser humano pode receber picadas.”

Os gatos também podem querer aconchegar-se a bebês – assumindo seus próprios papéis de cuidadores da casa -, mas especialistas dizem que os gatos não devem passar a noite com os menores.

Jennifer Maniet, médica veterinária da Petplan Pet Insurance, diz que não é seguro os gatos dormirem com bebês, pois há o risco de sufocar um bebê acidentalmente dormindo no peito ou no rosto.

“Se o gato está assustado ou com medo, o bebê pode ser mordido, arranhado ou pisado quando o gato tentar correr ou pular”, diz ela. “Arranhões e mordidas de gatos podem transmitir doenças a um bebê”. Você pode consultar seu veterinário para encontrar maneiras de manter os gatos fora do berço, diz a veterinária.

Depois, há a questão de saber se o gato compartilha a cama com outros animais além dos humanos. Alguns felinos não se importam, mas outros podem vê-los como uma ameaça, e isso pode criar um caos indesejado no quarto.

“Ter gatos em sua cama também pode promover a dominância”, conta Fish. “Eles começam a sentir que é o território deles e podem ficar agitados se alguém mais entrar na cama”.

Gatos que vivem dentro e fora de casa

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Enquanto alguns gatos estão perfeitamente contentes em nunca sair de casa e reinar supremamente sobre seus reinos internos, outros gatos vivem vidas duelo-dentro-fora. Isso pode representar ameaças diferentes.

Jennifer diz que os gatos ao ar livre estão expostos a mais portadores de doenças. Isso inclui outros felinos, gatos ferais, presas, vermes, pulgas, carrapatos, mosquitos e uma infinidade de outros insetos.

“Todos esses portadores têm o potencial de transmitir doenças como vírus, bactérias, parasitas e muitas outras infecções”, disse. “Também é importante notar que a caixa de areia de gatos em ambientes fechados podem apresentar um risco de doenças para os seres humanos no lar”.

Que tipos de doenças? Vermes gastrointestinais, giardíase, micose, toxoplasmose, peste – sim, a peste – e infecção por hantavírus, diz a veterinária. Isto por causa do que os alérgenos típicos de pelos de animais podem criar.

Durante os meses de verão, quando os carrapatos e outros parasitas são mais ativos, os profissionais do setor recomendam que você verifique regularmente a pele e o pelo do seu gato quanto a possíveis caronistas que espalham doença. Isso é bom para a saúde tanto felina quanto humana.

A melhor maneira de reduzir os riscos de contrair esses riscos à saúde do seu gato, recomenda o CDC, é que os tutores de animais levem seus gatos regularmente ao veterinário para que estejam atualizados sobre suas imunizações.

O que considerar quando acariciar um gato

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Embora a natureza independente de um gato possa fazer parecer que ele faz o que quiser, muitos de nossos familiares peludos gostam de um abraço. Maniet diz que há algumas coisas a considerar antes de fazermos isso.

Primeiro, novamente, o risco é relativamente baixo de transmissão de doenças. Uma maneira de ajudar a mitigar isso é conversar com seus médicos humanos, incluindo pediatras.

“Adultos e crianças com um sistema imunológico comprometido devido a certas doenças humanas podem estar em maior risco de contrair doenças de animais”, afirma Jennifer. Mas, não importa o seu estado de saúde, existem alguns sinais infalíveis de que o gato deve ser deixado sozinho, pois pode estar tendo seus próprios problemas.

“Não se aconchegue ao seu amigo peludo se ele estiver mostrando algum sinal de doença, como queda de pelo, erupções cutâneas, espirros, tosse, letargia, vômito ou diarreia, para citar alguns”, disse ela.

Em casos como esses, leve seu gato ao veterinário e certifique-se de que ele tenha um atestado de saúde antes de levar seu animal ao quarto.

“Sempre mantenha os cuidados com seu animal de estimação atualizados conforme indicado pelo seu veterinário para determinar o estado geral de saúde e para garantir que ele permaneça livre de doenças”, aconselha a veterinária.

Independentemente de serem gatos internos ou externos, há muitos momentos especiais que podem ser vividos com nossos familiares peludos. Estar ciente dos riscos que podem advir do compartilhamento de nossas camas com eles pode nos ajudar a evitar riscos à saúde e a garantir momentos de ronronar com nossos felinos favoritos.

Fonte: HealthLine

Nota da redação: Nunca deixe seu gato dar “voltinhas”, pois as chances dele contrair doenças, se machucar, brigar, sofrer maus-tratos, ser envenenado, se perder, ser roubado ou atropelado são enormes. Também leve-o frequentemente ao veterinário. Tomando esses cuidados, não há porque temer dividir o espaço com seu bichano.

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Dicas para “desenvelhecer” antes de chegar à terceira idade

Para chegar à terceira idade com saúde e disposição, a sugestão é a de começar a pensar nela aos 30 anos. “Para ter qualidade de vida após os 60 anos ,precisamos nos preparar com antecedência quando estamos no auge do nosso vigor, já que a proposta é a de manter a vitalidade e a saúde física e mental no nível mais alto possível durante toda essa fase”, afirma Daniel Alan Costa, naturopata especialista em bases de Medicina Integrativas do Hospital Albert Einstein.

Então se você é jovem, siga as dicas do especialista para ter uma velhice com qualidade, adotando um estilo de vida natural que pode preservar e muito a saúde.

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Foto: Jeviniya-Pixabay

1-) Pratique exercícios físicos todos os dias. Você conhece as práticas corpóreas orientais? Tai Chi Chuan, Yoga, Qi Gong, Lian Gong entre outras são excelentes para o corpo e para a mente. O governo chinês tem um programa nacional destas práticas e com isto reduziu drasticamente os gastos com saúde. Outra opção é a musculação, sempre com a orientação de um profissional capacitado. Depois dos 30 anos a perda de massa muscular se intensifica, chegando a 40%.

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2-) Não fume e evite a ingestão de carne, pois ambos liberam substâncias produtoras de envelhecimento precoce.

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3-) Durma cedo e bem, pois o hormônio do crescimento atinge seu pico de produção antes da meia-noite.

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4-) Dê preferência aos alimentos que contêm antioxidantes naturais que previnem doenças, rugas e flacidez, como os carboidratos integrais, frutas e verduras.

Depositphotos casal praia biliondigital

5-) Revitalize suas células sempre que possível: tome sol diariamente nas primeiras horas da manhã, ande descalço sobre a grama molhada de orvalho, vá a praia andar na areia e na beira do mar sempre que possível, banhe-se nas águas de uma cachoeira, caminhe em um parque arborizado e respire profundamente, abuse do repouso para restabelecer as células, pois elas amam um repouso restaurador, valorize a amizade, o sorriso, o abraço, a gratidão, a alegria, pois tudo isso produz endorfina, hormônio capaz de reenergizar as células de defesa.

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Foto: Cohdra/Morguefile

6-) Mantenha a curiosidade intelectual aprendendo uma nova atividade para conservar a mente lúcida e alerta. Viaje, estude um novo idioma, faça algo que nunca fez, abuse das palavras cruzadas pois assim a mente permanece jovem e o cérebro bem irrigado.

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Foto: Pinterest

7-) Aprenda a meditar. A meditação, comprovada cientificamente, diminui a ansiedade, aumenta a estabilidade emocional, a criatividade, a alegria, desenvolve a intuição, diminui a pressão arterial, diminui qualquer tensão relacionada com a dor, como dores de cabeça, musculares, articulares, aumenta a produção de serotonina, melhorando o humor e o comportamento e melhora o sistema imunológico.

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Ilustração: Prawny/Morguefile

😎 Pratique o voluntariado. Já foi comprovado, por meio de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que quem faz trabalho voluntário é mais feliz e apresenta uma carga de stress muito menor em relação a quem não é adepto a prática. Além disso, foi comprovado que as pessoas que se dedicam ao voluntariado vivem em média quatro anos a mais. Isso porque ocorre a liberação de endorfinas que provocam em todo o corpo a sensação de prazer.

Fonte: Daniel Alan Costa é especialista em Bases de Medicina Integrativa do Albert Einstein, Naturopata, Acupunturista membro da WFCMS (World Federation Chinese Medicine Societies), coordenador do curso de pós-graduação em Naturopatia da UNIP e coordenador geral dos cursos do Sol Instituto Terapêutico/ INESP
 

Médico orienta como adaptar o corpo ao fim do horário de verão

Atrasar o relógio em uma hora pode causar alterações na qualidade do sono e no funcionamento natural do organismo

Com o fim do horário de verão, à meia noite do último sábado (18), os relógios foram atrasados uma hora. Brasileiros residentes das regiões sul, sudeste e centro-oeste, nas quais vigora o horário de verão, sentem os reflexos da mudança nos hábitos cotidianos. Segundo especialistas, esta alteração no relógio afeta diretamente a qualidade do sono e o funcionamento natural do organismo.

“Sabe-se que o organismo sofre mais quando adiantamos uma hora do que quando atrasamos uma hora, pois estamos propensos a permanecer mais tempos acordados a noite que de acordar mais cedo, porém isso não é uma regra”, atesta o médico clínico geral Sergio Pontes, da Aliança Instituto de Oncologia.

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Para evitar a perda de sono e a dificuldade de deitar no horário normal após esta mudança, é importante seguir algumas dicas. “Há pessoas que sentem muito pouco essas alterações de horário. Geralmente as mais sensíveis são os idosos e as mulheres por características individuais”, enfatiza Pontes. De acordo com o especialista, não existe uma definição ideal para um bom sono, mas existem hábitos que podem facilitar essa adaptação.

– Evite a desidratação pois a água também ajuda na disponibilidade de energia e evita o cansaço;

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– No período da noite, evite atividades exageradas como exercícios intensos e leitura longa;

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Foto: GaborfromHngary/Morguefile

– Atividades físicas leves, como caminhada e alongamento, podem ajudar com um efeito relaxante;

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Foto: Gabor / Morguefile

– Próximo à hora de dormir, evite ingerir alimentos pesados e com estimulantes, como café, chocolate, chá preto e chá verde;

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– Na hora de deitar deixe o ambiente no quarto bem escuro, silencioso, com boa temperatura e confortável;

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– Evite assistir TV ou usar celular e computador no quarto de dormir;

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– Esta vale para o fim da próxima edição do horário de verão: dias antes da mudança tente dormir 10 minutos mais cedo, gradativamente, para que o organismo não sinta a alteração abrupta de 1h.

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Além das alterações consideradas normais, caso surjam outros sinais e sintomas como ronco, insônia, apneia e sonolência excessiva diurna, além de hipertensão e arritmia, é importante procurar um médico do sono para uma avaliação adequada.

Fonte: Aliança Instituto de Oncologia

A tomada de atitudes éticas tem relação com o sono

Segundo pesquisadores americanos, nossa postura ética está ligada ao período que dormimos e acordamos. Psicoterapeuta comenta o assunto

Você já imaginou que o sono pode ter influência direta na sua capacidade de ser mais ético ou não? Pois foi isso que um estudo realizado com 200 pessoas, por psicólogos das universidades de Johns Hopkins, Washington, Georgetown e Harvard nos Estados Unidos identificou. O grupo de trabalho examinou a relação entre a tomada de decisão ética e o cronotipo de algumas pessoas – quando os indivíduos são mais propensos a querer dormir ou então quando têm mais energia -, basicamente o relógio interno de cada um. Segundo o estudo, indivíduos com hábitos de sono diferentes, como dormir e acordar mais cedo ou ir para cama e levantar mais tarde teriam horários do dia específicos no qual a predisposição a ser honesto é maior.

A ética individual está sujeita às pressões do dia a dia. “Quando estamos descansados, relaxados e com as energias renovadas, temos controle maior, por exemplo, sob a tentação de mentir ou de enganar outras pessoas e em cada pessoa isso ocorre em períodos diferentes do dia, de acordo com o sono”, comenta a psicoterapeuta do Núcleo do Renascimento, Maura de Albanesi. Aquelas pessoas que por hábito dormem e acordam cedo, tem no período da manhã, a fase de maior atenção, autocontrole e discernimento.

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Diferente dos indivíduos que preferem dormir e acordar mais tarde, onde ocorre uma inversão.

Entretanto, mesmo levando em consideração o cronotipo das pessoas, a possibilidade de ser antiético ou não está sujeita, principalmente, à qualidade do sono. “Dormir e acordar mais cedo ou tarde não é necessariamente uma garantia de que se dorme bem. O mau sono compromete nossa capacidade de tomar atitudes corretas, de fazer escolhas, coloca em risco nosso autocontrole, deixando-nos mais irritados, sem paciência. Ou seja, é a qualidade do sono que favorece esse lado antiético”, explica a psicoterapeuta.

Durma bem, independente do seu cronotipo

Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, problemas relacionados ao sono são decorrentes de ansiedade, quadro depressivo e até problemas neurológicos e em muitos casos podem ser solucionados de maneira simples. “Se a ausência do sono for algo recorrente, é importante procurar ajuda de um especialista. Além disso, tentar evitar certos costumes que favoreçam a insônia como uso em excesso de computadores, tablets e celulares, alimentação equilibrada e fugir de situações de tensão que prejudicam o sono”, finaliza Maura.

Fonte: Maura de Albanesi é Psicoterapeuta, Pós-Graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística e Psicoterapia Transpessoal, além de possuir Mestrado em Psicologia e Religião pela PUC.