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Especialista dá dicas para auxiliar quem está perto de se aposentar

2020 foi o ano com maiores taxas de aposentadorias já concedidas

O número de aposentados no Brasil tem crescido significativamente. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), em 2019 o Brasil somava o número de 30,7 milhões de aposentados, nos últimos sete anos, o aumento foi de 19%.

O INSS informou que em 2020, mesmo com a pandemia, foi o ano com maiores taxas de aposentadorias concedidas desde 2017. Em média, o aumento foi de 4% em relação ao ano anterior.

“Apesar do assunto ser conhecido por grande parte da população, algumas dúvidas ainda são presentes na vida de quem está prestes a se aposentar e elas precisam ser respondidas antes do início do processo no INSS. A solicitação da aposentadoria precisa ser feita com muita cautela e responsabilidade no planejamento”, comenta Átila Abella – cofundador da plataforma Previdenciarista – site de consultoria especializado em Direito Previdenciário para advogados.

Por isso, para auxiliar os futuros aposentados, o advogado especialista em direito previdenciário, separou abaixo algumas dicas que podem ser úteis para quem pretende entrar com o processo de aposentadoria.

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1 – Planejar-se com antecedência
Antes de entrar com o pedido da aposentadoria, é necessário verificar se o valor do benefício naquele momento contempla todos os gastos necessários para sustentar o padrão de vida adotado. Custos básicos como saúde e moradia devem ser calculados, para evitar transtornos futuramente, principalmente quando o aposentado estiver sem condições de trabalhar para buscar complemento da renda.

2 – Fazer uma poupança
Seguindo o pensamento da primeira dica, Abella diz que nem sempre é possível se sustentar com o valor pago pelo INSS. Por isso, é necessário poupar uma quantia mensalmente, evitando gastar com itens supérfluos. Também é recomendável separar um valor para guardar em poupanças ou investir em aplicações conservadoras.

3 – Conhecer como funciona o sistema do INSS
Muitas pessoas não sabem detalhes do serviço que o INSS presta. Alguns tópicos pouco conhecidos são importantes para o contribuinte. Por exemplo, trabalhadores autônomos devem ser contribuintes por meio do recolhimento como contribuinte individual, enquanto desempregados e pessoas que não realizam atividades remuneradas podem optar pelo recolhimento na condição de contribuinte facultativo para acesso à aposentadoria.

Mabel Amber/Pixabay

4 – Estar atento às novas regras de aposentadoria
Abella alerta que a Reforma da Previdência, ocorrida em 13 de novembro de 2019, modificou muito as regras e os cálculos de benefícios do INSS, inclusive alterando a idade para que as mulheres tenham direito à aposentadoria por idade, que a partir de 2023 será de 62 anos, enquanto os homens permanecem tendo direito aos 65 anos e pelo menos 15 anos de contribuição. Para homens que tiverem seu primeiro vínculo após a reforma, a exigência de tempo mínimo passou para 20 anos de contribuição.

Fonte: Previdenciarista

Uma doença contemporânea, a Brasilíase*

Popularmente conhecida como deadlock ou a angústia do Dia da Marmota

Este artigo reproduz um diagnóstico de um médico. Munido de várias informações o médico emite o parecer sobre a doença do paciente. Meu paciente é um continente de 8,5 milhões de quilômetros quadrados; 210 milhões de habitantes; com larga miscigenação biológica e dissimulada segregação racial e social; com uma burocrasília alienada das necessidades nacionais. Paciente amigo e fraterno no convívio diário, indisciplinado e procrastinador das exigências republicanas e cidadãs.

O prontuário do paciente mostra muitas escolhas históricas e seus encadeamentos nefastos, muitas trocas e intercâmbios excludentes das elites, inúmeras sutilezas culturais e comportamentais pouco producentes. Com esse quadro, o paciente foi acometido de um profundo deadlock, e da comorbidade do Dia da Marmota, doença conhecida como Brasilíase.

A palavra deadlock, entendida em pedaços, chega a ser autoexplicativa: dead – morto, lock – trava, fechadura. Indica o momento em que um processo, para continuar a funcionar, precisa de outro processo para avançar, mas este, por sua vez, depende do anterior. Inércia histórica.

No Dia da Marmota, no filme Feitiço do Tempo, a repetição é eterna. Muitas marielles assassinadas, sergios moros virando suco, balas perdidas, número de assassinatos de país em guerra, anões do orçamento/mensalões/lavas jatos, sergios cabrais, prefeitos falando “não roubei tanto quanto o outro aí”.

Os sintomas são claros: as instituições se agridem e fazem debates vazios; os sofrimentos se repetem, a revolta é permanente; ódios, gritos e agressões no trânsito, na Internet, nas relações pessoais.

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Todos estão exaustos de viver no eterno Dia da Marmota. O paciente não aguenta mais. Essa angústia é clara. O paciente está aturdido, tonto, sem rumo. Só ouve quando alguém grita frases bombásticas sem sentido. A racionalidade do paciente está dopada.

Mas o paciente fará uma tomografia logo. Haverá eleição municipal. Após essa tomografia saberemos se o paciente quer um tratamento sério ou se quer placebo sem nenhum esforço. Saberemos se ele escolherá novas lideranças que tenham bagagem técnica, ética e política para gerir o tratamento.

O candidato que deixar claro que o tratamento será longo e exigirá muito esforço de todos será eleito? Ou os clássicos enroladores serão eleitos? O paciente escolherá competência e comprometimento e muito esforço próprio ou propostas mágicas e falsas? Ele realmente quer se curar da Brasilíase ou escolherá mais alguns anos de candidatos falastrões, prometedores de nada? Bons de papo e com zero de resultado.

Paciente que quer se curar tem que participar ativamente do tratamento, que exigirá muito esforço, tempo e sacrifícios para sair da letargia. Os remédios não serão doces e saborosos. Nosso deadlock histórico está preso à nossa procrastinação em assumir os próprios erros e fraquezas. Brasilíase tem cura? Precisamos esperar a tomografia.

*Luiz Jurandir Simões de Araújo é professor de Atuária na FEA/USP e na Unifesp; e Diretor Administrativo FapUnifesp (Fundação de Apoio à Unifesp)

Como inserir o macarrão na rotina alimentar?

Dá para substituir o arroz pelo macarrão? Nutricionista lista 10 motivos para incluir as massas na dieta

Pode ser espaguete, penne, fusilli, talharim, conchiglione, farfalle, entre tantos outros formatos. Não importa qual o tipo ou a combinação do molho, uma coisa é certa: a famosa macarronada é um dos pratos mais tradicionais na mesa das famílias.

Mas como inseri-lo dentro de uma alimentação equilibrada? De acordo com Isabela Lorizola, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) é fundamental que se abra um leque de possibilidades em relação ao que se coloca no prato.

“Dentre a infinidade de alimentos que temos disponíveis no mercado, o arroz e o feijão fazem parte do cotidiano do brasileiro. Nesse sentido, para variar, podemos citar além do arroz, o macarrão como ótima fonte de carboidratos para inserir no dia a dia. Os dois inclusive oferecem uma quantidade deste macronutriente muito semelhante, 27g de carboidrato/100g de macarrão e 30g de carboidrato/100g de arroz polido”, explica a nutricionista.

O macarrão é um dos alimentos mais apreciados. Sua crescente popularidade em culturas ao redor do mundo pode ser atribuída não só à sua deliciosa versatilidade, mas também às suas contribuições nutricionais, por ser um carboidrato complexo nutritivo que combinado com vegetais e proteínas é uma das opções de refeição mais práticas e saudáveis.

“Um efeito positivo das massas é a baixa resposta glicêmica pós-ingestão, que é uma consequência da estrutura e do tipo de amido, aumentando a sensação de saciedade e melhorando a sensibilidade à insulina, regulando a microbiota intestinal. Além disso, a massa integral pode contribuir para o consumo diário de fibras alimentares”, ressaltou Isabela.

A especialista listou 10 motivos para você se entregar às delícias de uma boa massa. Confira:

1. Macarrão é sinônimo de saúde

O macarrão é fonte de carboidratos e deve fazer parte de uma dieta equilibrada. Segundo a recomendação do Guia Alimentar para População Brasileira, do Ministério da Saúde, de 55% a 75% do total de calorias ingeridas diariamente devem ser provenientes do carboidrato, ou seja, de cinco a seis porções diárias.

2. Macarrão não engorda

Um dos maiores mitos sobre o alimento é que ele engorda por ser rico em carboidrato. Considerando que a alimentação diária é dividida em cinco refeições – café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar – uma porção de macarrão, equivalente a quatro colheres de sopa (105g), pode estar presente no almoço ou no jantar e fornece aproximadamente 180kcal. Os acompanhamentos consumidos com a massa é que podem acrescentar muitas calorias, portanto, é importante ficar atento ao tipo de molho utilizado. Evite os que são à base de queijo e creme de leite, prefira os molhos de tomate.

3. Macarrão é fonte de energia

O carboidrato é a principal fonte de energia para o organismo humano em todas as fases da vida. Para quem pratica atividades físicas, recomenda-se o consumo de macarrão antes e após os treinos para dar força ou repor o gasto calórico.

4. Macarrão favorece a dieta equilibrada

O macarrão é o perfeito aliado de alimentos fundamentais para uma dieta equilibrada, como legumes e verduras. Esfriou o tempo? Coloque o macarrão na sopa de legumes junto com uma proteína magra e aproveite a refeição. Esquentou e não quer comida quente? Uma salada de macarrão com frango desfiado também é muito saborosa. Seja o chef, use a criatividade e crie sua própria receita.

5. Macarrão é sinônimo de praticidade

Não existe refeição mais prática e rápida de fazer do que as feitas à base de macarrão. O tempo de cozimento varia de acordo com o tipo de massa, mas geralmente ficam prontas em até dez minutos quando preparados com água fervente.

6. Macarrão é versátil

O macarrão pode ser servido quente, frio, em sopas, saladas, como prato principal, acompanhamento e até como sobremesa. Massas para rechear são um bom exemplo de refeição completa feita apenas com macarrão. Com um molho simples, à base de tomate, alho e óleo, pode acompanhar uma carne assada, frango ou peixe. Como protagonista da refeição, pode ser feito com receitas elaboradas como uma lasanha, por exemplo.

7. Macarrão é acessível

Myriam Zilles/Pixabay

O macarrão é um alimento econômico, acessível ao “bolso” da grande maioria de famílias do país. É um dos itens que compõem a cesta básica e está presente em 99,9% dos lares brasileiros. Um pacote de 1kg de massa mais 400g molho de tomate possibilita o preparo de uma refeição para uma família de oito pessoas. Computando os valores da massa, do molho e até mesmo da água e do gás, esta refeição individual sairá pelo valor de aproximadamente R$ 1,80.

8. Macarrão tem ótimo rendimento


Um pacote 1kg de macarrão rende 2kg de alimento – já que a massa, quando cozida, praticamente dobra de peso devido à hidratação. Além disso, o produto é fácil de ser encontrado e seus diferentes tipos podem ser comprados em mercados em todo o país.

9. Macarrão agrada a todas as idades 

O macarrão é um alimento universal, que agrada desde as crianças até pessoas mais velhas. Basta adaptar o tipo de massa, o formato e o molho aos diversos públicos que a receita certamente vai agradar.

10. Macarrão é fácil de variar


Existem cerca de 600 formatos diferentes de macarrão no mundo todo. Entre os mais conhecidos estão espaguete, parafuso, gravata, lasanha, penne, ninho entre outros. Além da forma em si, as massas também se diferenciam pelos tipos e ingredientes: secas, de grano duro, à base de ovos ou não, integrais, coloridas com adição de vegetais, frescas e instantâneas. Com tantas opções é impossível cair na monotonia alimentar.

Fonte: Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias, Pães & Bolos Industrializados (Abimapi)

Especialista em economia explica significado de termos e siglas da área

A economista Bruna Allemann defende que pessoas comuns também devem entender as palavras usadas constantemente por estes profissionais

Quando se trata de assuntos relacionados a economia, muitos brasileiros ficam perdidos não apenas em relação às próprias contas, mas também sobre os termos complicados utilizados para tratar o tema, até mesmo porque nos últimos anos, algumas siglas e palavras em inglês se popularizaram entre os que apreciam o assunto.

Com isso em mente, Bruna Allemann, que é profissional na área há mais de 10 anos, elaborou uma lista com alguns dos termos utilizados em artigos e notícias desse segmento.

“Eu acredito que todas as pessoas devem ter acesso a economia e isso certamente envolve as palavras. Ainda que nem todas façam parte do dia a dia de pequenos empreendedores, são expressões complexas que estão em jornais e matérias diariamente e que precisam ser entendidas por todos”, explica.

Conheça abaixo alguns dos termos mais citados:

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Capital social e de giro: o capital social é o investimento inicial necessário para abrir uma empresa, varia de acordo com o segmento. Já o capital de giro, trata-se dos valores que estão disponíveis em caixa, como uma reserva quando a empresa não está faturando lucro, e é essencial pensar nele para não recorrer a outras instituições como uma saída.

Receita bruta e líquida: toda receita é referente aos valores que entram em caixa, no entanto, podem ser divididas de duas formas, sendo que a receita bruta é o valor total e a líquida é a que está deduzida de impostos e custos, ou seja: o lucro real.

Fluxo de caixa: são todas as movimentações feitas numa empresa, as contas pagas, impostos, o que entra e o que sai. É muito importante ter um controle desses valores para que a empresa tenha uma boa saúde financeira e não fique em risco. Segundo Bruna, muitos empreendedores deixam de analisar o caixa e, por conta disso, acabam quebrando.

ROI (Retorno sobre investimento): é uma medida interessante para empresas que fazem uso de marketing. Por meio de cálculo, permite quantificar quanto de lucro determinado investimento rendeu. Seja com um anúncio na internet ou em mídia física é importante medir como isso afetou o negócio e se foi positivo ou não.

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Stakeholder: basicamente são todas as pessoas que afetam a empresa de forma direta ou indireta. São aqueles que têm interesse no negócio, desde o dono, sócios a fornecedores, clientes e até mesmo os concorrentes.

DRE (Demonstração de resultado do exercício): se trata de um documento contábil que conta com informações importantes que estão no fluxo de caixa. Nele é possível verificar se a empresa teve lucro e prejuízo em determinado período.

A especialista relata que existem ainda mais palavras que precisam ser associadas ao exercício da economia, mas que por não fazerem parte do cotidiano das pessoas não é necessário trazer com intensidade. “A terminologia dessa área é enorme, mas é claro que, com interesse, é possível aprender todos os significados”, finaliza.

Fonte: Bruna Allemann é economista e atuou dez anos no mercado de crédito e investimentos para clientes de alta renda, auxiliando os médios e grandes empresários principalmente dos setores de agronegócio e comércio exterior. Atualmente auxilia brasileiros a internacionalizar suas empresas, dolarização de patrimônio através de gestão e imigração por meio de investimentos americanos e consultoria para sucessão patrimonial. Em mais um grande desafio, também é diretora de investimentos e capital markets para a América do Sul de uma grande empresa de Real Estate americana. 

Pescados em lata são opção de proteína para substituir carne

Mesmo com a inflação do país sob controle, os consumidores se assustaram dias atrás ao conferir os preços da carne bovina nos açougues e supermercados. Em novembro, por exemplo, alguns cortes aumentaram acima de 10%, de acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os cortes que registraram os maiores aumentos foram a capa de filé (12,89%), o coxão mole (12,49%) e o lagarto (10,92%).

A carne de porco, o frango e o ovo também ficaram mais caros. Para quem busca uma forma saudável de substituir esses ingredientes e ainda fazer economia, a escolha certa são os pescados, especialmente os enlatados, como sardinha, atum e cavalinha.

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De acordo com a engenheira de alimentos Thais Fagury, presidente da Associação Brasileira de Embalagens de Aço (Abeaço), a sardinha, em lata ou in natura, sempre foi o tipo de proteína mais acessível na mesa dos brasileiros e representa 22% da captura de peixes na costa do país. “Além de ser um pescado delicioso e versátil, que pode ser assado, grelhado, frito ou ensopado em uma infinidade de receitas, o peixe é rico em vitamina D, fósforo, selênio, vitamina B12 e ácidos graxos, como o Ômega 3, que ajudam na saúde do sistema cardiovascular”, destaca a engenheira de alimentos.

De acordo com Thais, apenas 100 gramas de sardinha contêm 21 g de proteínas de alto valor biológico, o que corresponde a cerca de 20% das necessidades diárias de um adulto. “Em relação à carne bovina, a sardinha tem vantagens. A primeira é que é menos calórica.” Para efeito de comparação, 100 gramas da versão da sardinha em lata com molho de tomate contém apenas 111 calorias, contra 311 calorias da mesma quantidade de capa de contrafilé bovino.

As vantagens da sardinha em lata, porém, não param por aí. De acordo com pesquisa realizada pela Unicamp, a versão da sardinha enlatada ganha da sardinha fresca em pelo menos um nutriente: o cálcio. “O processo de envase da sardinha em lata faz com que as espinhas fiquem bem molinhas e possam ser ingeridas junto com o peixe. No caso da sardinha fresca, não é possível engolir as espinhas”, explica Thais.

Ela completa dizendo que a vitamina D presente no peixe ajuda na absorção do cálcio, fortalecendo os ossos, ajudando no crescimento das crianças e na prevenção da osteoporose em idosos. “Além da sardinha, outros peixes conversados em embalagens de aço, como o atum e a cavalinha, são excelentes opções para receitas práticas e ricas em proteínas e outros nutrientes”, finaliza.

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Se você ainda tem alguma dúvida, compare os preços. Com o valor de um quilo de filé, por exemplo, é possível levar para casa dez latas de 125 g de sardinha de uma das marcas mais reconhecidas do país, nas versões em óleo ou com molho de tomate.

*Pesquisa realizada em 09/12/2019 pelo website do supermercado Pão de Açúcar.

Fonte: Abeaço

Pedalar com frequência contribui para a sua autoestima e qualidade de vida

Ano novo tá aí e não há melhor momento para revermos nossos hábitos. Por isso, te perguntamos: quando foi a última vez que andou de bike? Se não lembra da ocasião, convidamos a repensar a forma como vem se locomovendo no dia a dia. A Tembici, empresa líder de micromobilidade na América Latina, como grande incentivadora do uso da bicicleta como meio de transporte, separou 8 dicas que podem te motivar a adotar a bike e torná-la parte da sua rotina.

Segundo Tomás Martins, CEO da Tembici, a bicicleta está cada vez mais presente no dia a dia dos paulistas, principalmente durante a semana para realizar deslocamentos de até 3 km de distância ou para completar o último trecho ao trabalho.

“O que comprova esse crescimento são as duas contagens realizadas no centro de São Paulo, por exemplo, na República circularam por lá 1.609 ciclistas, quase 65% mais viagens que no ano passado. São aproximadamente 115 deslocamentos em bicicleta por hora. Já na Av. Paulista o número total de ciclistas este ano foi 3.203, ou seja, 51% a mais que a última contagem”, afirma o executivo.

Vantagens:

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Tira você do trânsito – percorrer distâncias em até 30 minutos pode ser mais rápido do que utilizar transporte público, pois andar de bike permite fugir dos engarrafamentos e reduz o tempo do deslocamento. Além disso, só o fato de fazer uma atividade física enquanto vai ao trabalho já diminui sua irritação nas ruas.

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Produtividade no trabalho – outro fator importante que a bike proporciona é que o tempo que você gastaria dirigindo até o seu local de trabalho, poderá gastar cuidando da sua saúde. Além disso, vai economizar muito dinheiro com gasolina. Estudos comprovaram também que pessoas que se exercitam têm uma melhora de 65% na qualidade do sono. A consequência disso? Mais produtividade.

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Melhora o estresse – quem anda regularmente de bike é mais resistente a doenças emocionais, como a depressão e ansiedade, além de aliviar o estresse. Depois daquela reunião interminável ou aquela DR com o crush, ao invés de ficar remoendo o assunto, dê uma volta no bairro ou vá até o parque mais próximo. Além de te ajudar a refletir, você vai voltar muito mais renovado.

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Fortalece a musculatura – se associada a uma dieta saudável, a rotina em pedalar tonifica os músculos, pois ciclismo trabalha musculatura posterior da coxa, panturrilha, glúteos, quadríceps, além do abdômen, ombros, braços e antebraço.

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Economize com a bici – um ponto onde normalmente gastamos uma parcela considerável do orçamento é nosso deslocamento diário — seja com a utilização transporte público ou com a manutenção de um automóvel. E por considerarmos esse um gasto básico e imprescindível, raramente pensamos em mudar a forma de deslocamento, mas vamos avaliar alguns números: considerando o valor atual da passagem em São Paulo, uma pessoa que utiliza transporte público duas vezes por dia gasta diariamente R$ 8,80. Em um mês, o custo total é de R$ 176. O plano anual do Bike Sampa custa R$ 160 e você pode fazer viagens ilimitadas #ficaadica.

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Seu planeta agradece – a magrela é um veículo movido pela força do condutor, sem precisar de combustível. Assim, a bicicleta não emite gases poluentes na atmosfera que causam o efeito estufa e o aquecimento global. Ponto para a Bici.

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Sensação de liberdade – não tem sensação melhor que se locomover tranquilamente de bicicleta por aquela fila de carros parados no congestionamento, não se sentir imobilizado no trânsito, poder olhar o chão e o céu, notar casas, pessoas, cheiros, sons, árvores e pássaros.

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Que tal aproveitar 2020 para adotar novos hábitos? Só não se esqueça de usar roupas e calçados adequados e confortáveis, capacete e uma garrafinha de água para se manter hidratado durante as pedaladas.

Fonte: Tembici

Como desenvolver disciplina financeira – por Ricardo Hiraki Maila* 

Disciplina financeira é uma qualidade importantíssima para a garantia de execução do planejamento financeiro. Afinal, não adianta criarmos um planejamento sem que ele seja executado de maneira adequada. A organização vai garantir o sucesso nos seus objetivos financeiros.

O fator base para você alcançar a disciplina é comprometimento. Se seu planejamento financeiro diz para você cortar saída aos finais de semana por pelo menos um mês, você terá que cortar. Os resultados só vão aparecer se você se comprometer em executar o planejado. Questione e saiba dizer não. “Qual o benefício se eu for comprometido e realizar o planejado? Quero comprar? Posso comprar? O que acontece se eu não comprar?”

Mobilize sua família e quem está ao seu lado. Conte que está em uma fase de mudança de hábito, os benefícios de você adquirir e porquê está fazendo isso. Peça apoio e “broncas” (se necessário), afinal, todos nós gostamos de um empurrãozinho a mais.

Conheça alguns hábitos que ajudam durante esse processo:

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=Crie seu planejamento financeiro com o horizonte de pelo menos dois anos.
=Faça a análise constante do seu orçamento, trace planos de ação e acompanhe.
=Coloque suas contas para serem pagas em um só dia. Foque na quitação de dívidas.

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=Anote todos os seus gastos e confronte sempre com seu planejamento. O ideal é uma planilha.
=Não compre parcelado. Acostume-se a trabalhar com o dinheiro que tem no momento.
=Evite desperdícios. Seu bolso agradece, o mundo e seu planejamento financeiro também.

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=Estude sempre. Busque conteúdos relevantes e com quem possua autoridade no tema. O mundo financeiro é simples, mas pode ser complexo se você não der a devida atenção.
=O mais importante é você fazer isso repetidamente até se tornar um hábito e ser uma coisa comum.

*Ricardo Hiraki Maila – administrador, pós-graduado em gestão financeira pela FGV e pós-graduado em gestão de negócios pelo Mackenzie. Trabalhou por mais de cinco anos como diretor de planejamento e financeiro de um grande grupo do Brasil. Fundou a Plano Consultoria há dois anos, empresa de consultoria de finanças pessoais, que hoje conta com 15 colaboradores. 

Formas de economizar com produtos de beleza

Mulheres convivem diariamente com a pressão em relação à aparência. A indústria da beleza se aproveita disso, desenvolvendo mais e mais produtos, muitas vezes desnecessários, para gerar o desejo de compra. Porém, produtos e serviços de beleza podem causar um grande prejuízo no orçamento. Mesmo que o gasto não seja descontrolado, uma pessoa que se propõe a ir mensalmente à manicure, depiladora e cabeleireira pode ter um custo alto. Veja algumas dicas apresentadas pelo Simplic para economizar nesse setor.

1 – Estabeleça um orçamento mensal

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Faça uma lista de todos os seus gastos com beleza por mês – maquiagens, salão de beleza e até retoques de cabelo feitos a cada três meses. Assim, ficará fácil comparar se os gastos condizem com seus ganhos e não estão ultrapassando seu limite mensal; caso a conta não feche, é hora de rever compras e serviços.

2 – Tenha um kit básico

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Os itens usados no dia a dia, como cremes hidratantes, protetores solares, perfumes e maquiagem, que formam um kit básico, devem ser delimitados por você. Esses itens podem entrar em seu orçamento mensal, já maquiagens de festa, novos lançamentos e produtos específicos, menos cotidianos, são supérfluos e devem ser comprados apenas quando o orçamento estiver sobrando em alguma outra categoria.

3 – Aproveite até o fim

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Depois de comprar um produto é preciso aproveitá-lo ao máximo. Muitas vezes, quando o conteúdo está no final, não conseguimos mais extraí-lo da embalagem. Uma dica é, com uma tesoura, abrir a embalagem, horizontalmente, de forma que possa acessar o conteúdo – que não acabou.

4 – Saiba quando vale pagar mais

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Nem sempre é uma boa ideia economizar em maquiagem, uma vez que a qualidade pode interferir na saúde da sua pele. Itens como lápis de olho não tem grande diferença e podem ser encontrados em marcas mais econômicas. Já a base, que fica em contato direto com a pele de todo o rosto, pode ter tecnologias específicas que justificam a diferença de preço e valem gastar mais.

5 – Faça você mesma!

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Foto: Werby Fabrik/Pixabay

Quando o orçamento aperta, pintar as unhas, fazer depilação e hidratações nos cabelos são possíveis de fazer em casa, de forma muito mais econômica. Deixar para um profissional apenas coisas que você não domina – como cortar o cabelo – pode aliviar o orçamento. Deixar idas ao salão intercaladas com as vezes que faz o serviço em casa também é uma opção para quem não abre mão do serviço.

Produzido por Simplic tendo como fontes Finanças Femininas, Dicas de Mulher

Você já ouviu falar sobre alimentação sazonal?

Prática auxilia no emagrecimento e na economia doméstica

Durante os próximos meses começa a época do mamão, das nozes, da uva e do rabanete. Além desses, outros inúmeros alimentos se tornam mais ou menos frequentes nas feiras livres de todo o país de acordo com a sua sazonalidade e região. Mas por que respeitar essa característica quando, dia após dia, os alimentos se tornam mais fáceis de serem encontrados durante todo o ano?

frutas

Entre os benefícios de priorizar o consumo dos alimentos de acordo com a safra, há o aumento da qualidade, os impactos na saúde e o baixo custo que essa prática pode oferecer. “Cada hortaliça, legume e fruta tem um período propício para o cultivo. Basicamente, há o que chamamos de início de safra, quando os alimentos começam a chegar aos balcões; safra, quando a oferta é abundante; fim de safra, quando encontrar aquele item começa a ser mais difícil; e, por fim, a entressafra, quando o alimento não é cultivado e vendido”, explica o Nutricionista do Vigilantes do Peso, Matheus Motta.

Durante o ápice da safra, os alimentos encontram condições naturalmente favoráveis para seu cultivo e colheita e se mostram maiores, melhores e em grande quantidade. “Essa qualidade vai além da fruta bonita e chega também no valor nutricional. Alimentos consumidos dentro do período da safra tendem a se desenvolver melhor, podendo conter mais vitaminas e minerais , já que a semente encontra solo e ambiente propícios para se desenvolver”, ressalta o especialista.

Quem já tentou comprar morango fora de época sabe que uma fruta também pode ser salgada. Isso acontece em função da oferta e da procura. A dificuldade em cultivar um alimento diminui a quantidade e afeta a qualidade do item ofertado. Matheus conta ainda que em função disso, conhecer e respeitar as safras também auxilia – além da manutenção da saúde, na economia doméstica.

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Luciana Daudt, gestora jurídica e Associada do Vigilantes do Peso, adotou a sazonalidade na alimentação depois de perceber que alguns itens da lista de compras estavam caros demais. “Fui procurar o porquê e descobri que o aumento nos preços era em decorrência da entressafra”, explica.

Alimento melhor significa saúde melhor? Para Luciana, sim. “Sou uma pessoa muito alérgica e a alimentação impacta bastante no funcionamento do meu organismo. Ingerir alimentos mais frescos e nutritivos, cultivados com respeito à sazonalidade, melhorou bastante as minhas crises de alergia na pele”.

De acordo com Matheus, a saúde é beneficiada porque há uma variação nas escolhas. “Se a pessoa segue a sazonalidade, ela passa a adaptar o cardápio mês a mês e, assim, consome uma maior variedade de alimentos  e, consequentemente, de nutrientes, vitaminas e minerais”, complementa.

verduras legumes frutas

“Para quem quer emagrecer, essa variação ajuda a deixar a alimentação mais leve e fugir da rotina, a probabilidade da pessoa enjoar de comer um único legume é menor, e, assim, o engajamento dela na reeducação alimentar também é beneficiado”, conclui.

Fonte: Vigilantes do Peso

Dicas para economizar e poupar dinheiro mesmo em tempo de crise financeira

Se um bom planejamento financeiro é essencial para ter uma vida equilibrada, em tempos de crise econômica no país, ele se torna fundamental. Quando o cenário econômico brasileiro apresenta problemas, grande parte da população também passa por dificuldades, e precisa se esforçar para manter as finanças em dia. O importante é se manter longe das dívidas e dos empréstimos, além de economizar e poupar dinheiro.

Como educação financeira não é o ponto forte dos brasileiros, conseguir economizar e poupar dinheiro, ainda mais em tempos de crise econômica, pode ser um grande desafio. Como desafios foram feitos para serem vencidos, o especialista em finanças e fundador da Maway Global Investments, Thiago Silva, dá algumas dicas:

1) Organize suas finanças

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Faça uma planilha e coloque nela os seus ganhos e os seus gastos. Até a compra de uma bala deve ser anotada. Afinal, é tão comum se perguntar “onde gastei todo o meu dinheiro” e não fazer a mínima ideia de como o valor foi diminuindo na sua conta. Isso vai ajudar a controlar as despesas.

2) Controle as despesas

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Cortar os gastos é o primeiro passo para controlar as despesas e economizar. Mas será que as pessoas sabem realmente o que cortar? Para fazer tal corte é preciso entender que há três tipos de gastos: os essenciais, os necessários e os supérfluos. Entender o que cada um engloba faz toda a diferença, pois é o ponto essencial que mostra os gastos realmente importantes dos que podem ser cortados.

3) Comece a poupar desde o primeiro dia que receber o pagamento

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Não espere chegar o fim do mês para começar a cortar gastos e economizar para poupar. Separe uma quantia assim que o dinheiro entrar. Se não sabe como nem onde investir, busque se informar ou conte com a ajuda de um profissional. Atualmente existem meios muito democráticos de se poupar, de forma eficiente, mesmo que com uma pequena quantia. Que tal começar guardando 5% do que você ganha e ir aumentando a porcentagem?

4) Pague as suas contas em dia

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Fique de olho nas datas de pagamento das suas contas, pague em dia e evite a cobrança de juros e multas. Se tiver desconto no pagamento antecipado, programe-se para isso.

5) Evite compras parceladas

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Priorize compras à vista, uma vez que as parceladas podem se tornar uma verdadeira armadilha. Especialmente para quem não sabe controlar o dinheiro. Uma compra parcelada aqui, outra ali, e a pessoa terá muitos meses só pagando dívidas. Fora que é um perigo contar com um dinheiro que ainda não é seu; valor que pode entrar na sua conta futuramente, mas que ainda não é uma certeza.

6) Repense alguns itens da sua vida

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O seu estilo de vida condiz com sua renda mensal? É interessante reavaliar alguns hábitos e repensar o que pode ser trocado na sua vida e, mesmo assim, continuar sendo divertido e prazeroso.

7) Use a tecnologia como aliada

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Você pode lançar mão de aplicativos e ferramentas que ajudam a gerenciar as finanças e controlar os gastos.

Fazer o planejamento financeiro não é difícil. O mais complicado é segui-lo. “Comece, se empenhe, faça acontecer, torne o controle um hábito até que se torne algo natural. No começo pode até ser desconfortável, mas quando a pessoa domina isso e começa a economizar e poupar, ela vê que pode investir e caminhar para a independência financeira. Isso não significa só qualidade de vida, mas liberdade”, finaliza Silva.

Fonte: Maway Global Investments