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Unisa lança programa de desconto para pessoas acima de 45 anos

Universidade não tem Idade oferece descontos permanentes de 15% para qualquer curso de graduação

A Universidade Santo Amaro – Unisa acaba de lançar o Programa Universidade não Tem Idade, iniciativa que visa estimular o ingresso no ensino superior de pessoas com idade a partir de 45 anos. O egresso será isento da primeira mensalidade, mediante pagamento de taxa administrativa no valor de R$ 20,00; e sob as demais mensalidades, terá 15% de desconto adicional até o final do curso.

A iniciativa abrange incentivos financeiras, com descontos de 15% nas mensalidades (exceto para o curso de Medicina). O candidato pode optar dentre as mais de 100 opções de cursos de graduação disponíveis tanto na modalidade presencial quanto a distância.

O acesso à Unisa e ao Programa Universidade não Tem Idade se dará por meio de aprovação no processo seletivo. O candidato poderá optar pelo Vestibular Tradicional, Vestibular Agendado, Ingresso com a nota do Enem ou redação on-line.

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As inscrições podem ser feitas por meio do site ou pelo telefone 0800 171 796. O candidato aprovado deverá realizar matrícula online ou presencialmente em um dos campi ou polo da Unisa.

Prorrogadas as inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019 e que o prazo para as inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro e o pagamento da taxa para dia 2 de dezembro.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui, até as 18 horas do dia 1º de dezembro. É cobrada taxa de R$ 320,00, que pode ser paga até dia 2 de dezembro, e o valor da bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

Inscrições para processo seletivo de Residência Multiprofissional Unifesp vão até dia 26

ATUALIZAÇÃO: o prazo das inscrições foi prorrogado para o dia 1º de dezembro

 

A Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) informa que o Processo Seletivo de Residência Multiprofissional (prova) 2020 será realizado no dia 8 de dezembro de 2019.

O processo seletivo 2019/2020 será constituído por três etapas: prova objetiva, prova teórico-prática e pontuação acadêmica. Podem participar profissionais que tenham graduação nos cursos oferecidos, sendo que para Psicologia será exigido o Título de Psicólogo.

A Residência Multiprofissional é oferecida pela Unifesp desde 2010. O processo seletivo 2018/2019 teve quase mil inscritos e a expectativa da comissão para este ano é que os números aumentem. Hoje, a Universidade Federal de São Paulo tem 11 Programas de residência multiprofissional em saúde no campus São Paulo, dois no Campus Baixada Santista e três programas de residência Uniprofissional em Saúde campus São Paulo.

São oferecidas 196 bolsas distribuídas nas áreas: enfermagem, enfermagem obstétrica, psicologia, nutrição, terapia ocupacional, serviço social, farmácia, odontologia, fisioterapia, fonoaudiologia e física médica. A carga horária nos dois anos ultrapassa 5.000 horas.

Interessados que atendam ao perfil das vagas podem se inscrever clicando aqui,  até as 18 horas do dia 26 de novembro. É cobrada taxa de R$ 320,00 e a bolsa é de R$ 3.330,43.

Atendimento SUS

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Os programas têm docentes, tutores e preceptores qualificados para desenvolver tanto a parte teórica quanto a prática. Todos estão engajados em integrar as diferentes categorias profissionais em um único propósito, atender o usuário do SUS.
O atendimento ao usuário do SUS e sua família, por uma equipe multiprofissional, vem sendo incorporada de maneira progressiva e contribuirá oferecendo ao cliente e comunidade conhecimento e motivação para adotar atitudes de mudança e vencer os desafios. Vale frisar que é oferecida aos residentes do segundo ano a oportunidade de realizar estágio optativo em diferentes instituições públicas e privadas, inclusive do exterior.

A residência multiprofissional em saúde e uniprofissional são modalidades diferenciadas de formação, oferecendo aprofundamento dos conhecimentos teóricos e práticos, sobretudo favorecendo uma articulação entre a academia e os serviços que atendam as diretrizes do SUS. Os programas são orientados por uma visão diferenciada na qual as diversas profissões devem efetivamente estar integradas para o cuidado do usuário do SUS.

Informações: Unifesp

A FapUnifesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) viabiliza a realização deste e de outros projetos e eventos da Unifesp.

FapUnifesp

FapUnifesp é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos. Tem como Missão prover infraestrutura, logística e suporte administrativo relativos ao desenvolvimento de projetos acadêmicos em ensino, pesquisa e extensão da Unifesp, além de prestar serviço à sociedade nessas respectivas áreas, em âmbito público ou particular. O objetivo principal da FapUnifesp é apoiar a Universidade Federal de São Paulo em ações, projetos e iniciativas de ensino, pesquisa, extensão, inovação e transferência de conhecimento, assim como no seu desenvolvimento institucional e relacionamento com o ambiente externo. A Fundação busca colaborar para a inserção internacional da Unifesp e procura ser um elemento integrador para a formação de uma Universidade multicampi. Seu objetivo é ser uma Fundação de notório reconhecimento por sua capacidade de apoio administrativo à Unifesp em termos de execução de projetos educacionais em ensino, pesquisa e extensão, bem como de apoio à Universidade em suas relações institucionais com a sociedade, voltadas para o desenvolvimento científico, tecnológico, atividades educacionais, artísticas e de preservação ambiental.

Residência Multiprofissional

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Apesar de já existir há vários anos, a Residência Multiprofissional ainda é pouco divulgada e conhecida, especialmente pela população que, quando muito, tem noção da residência médica. Podemos defini-la como um projeto de cooperação intersetorial para beneficiar a inserção qualificada de profissionais da saúde no mercado de trabalho, especialmente em áreas prioritárias do Sistema Único de Saúde. Alguns até chegam a considerá-la uma Pós-Graduação Lato Sensu como todo curso de especialização, só que voltada para a educação em serviço e destinada às categorias que integram a área de saúde.

Os programas de Residência se submetem à Comissão Nacional de Residência Multiprofissional em Saúde – CNRMS, coordenada conjuntamente pelo Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. De acordo com a Resolução CNS nº 287/1998, os programas de Residência Multiprofissional devem receber profissionais graduados nos seguintes cursos: Biomedicina, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia, Psicologia, Serviço Social e Terapia Ocupacional.

E a melhor parte é que não importa se o candidato se formou este ano ou há décadas. É possível ingressar em uma Residência Multiprofissional em Saúde a qualquer momento da carreira. O CNRMS não impõe idade limite ou tempo máximo de atuação na área para que o profissional possa se candidatar a uma vaga. No entanto, as Instituições têm autonomia para estabelecer algumas regras.

Um pouco de história

“Em 1999, o então Departamento de Atenção Básica, da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde, junto a atores do Movimento Sanitário, articularam-se formando grupos interessados em criar, reavivar e reinventar residências em saúde da família. A proposta, construída em um seminário, era criar um modelo de Residência Multiprofissional, onde embora fossem preservadas as especialidades de cada profissão envolvida, seria criada uma área comum, especialmente vinculada ao pensamento da velha saúde pública, acrescida de valores como a promoção da saúde, a integralidade da atenção e o acolhimento.

Um movimento que contou com a participação dos órgãos formadores, das Associações de Ensino das respectivas áreas, da Federação Nacional dos Trabalhadores da Área da Saúde (Fentas), da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH) e do Conselho Nacional de Saúde (CNS), conseguiu elaborar e propor diretrizes curriculares para os cursos de graduação da área da Saúde, publicadas a partir de 2001 na forma de resoluções pelo Conselho Nacional de Educação. No ano de 2002 foram criadas 19 residências multiprofissionais em saúde da família, com financiamento do Ministério da Saúde, com formatos diversificados, mas dentro da perspectiva de trabalhar integradamente com todas as profissões da saúde.

Tendo tido sua primeira versão elaborada em 1998, e sua terceira versão editada em 2000, sob a coordenação da Comissão Intersetorial de Recursos Humanos (CIRH), do Conselho Nacional de Saúde, o documento “Princípios e Diretrizes para a Gestão do Trabalho no SUS, a NOB/RH-SUS vem subsidiar a gestão do trabalho, bem como a política de desenvolvimento dos trabalhadores do SUS”*.

*Residência Multiprofissional em Saúde: experiências, avanços e desafios – Ministério da Saúde (2006)

 

Uma em cada 100 pessoas no mundo tem autismo

Amanhã é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo

Cada pessoa tem um ritmo diferente de vida e de aprendizagem. A nossa capacidade de aprender algo novo é influenciada por diferentes fatores, como a cognição, a personalidade, as experiências de educação e as oportunidades culturais. A dificuldade de aprender é bastante comum em diferentes crianças, mas torna-se ainda mais especial naquelas com Transtorno de Espectro Autista (TEA).

A TEA é um distúrbio do desenvolvimento que tem como características os prejuízos sociais e de comunicação, o interesse restrito a poucos temas e os comportamentos repetitivos e estereotipados. “O TEA é uma condição diagnosticada cada vez mais precocemente e as estatísticas apontam para uma a cada 100 pessoas em todo o mundo”, conta a fonoaudióloga Ana Lúcia Duran, que reforça a importância da capacitação de pais e professores para garantir a melhor aprendizagem e adequação da criança autista.

“É preciso focar nas peculiaridades desta criança. Ela aprende melhor quando é instruída de forma clara e quando as regras e expectativas são simples. As metodologias de ensino que focam na intuição para a aprendizagem não são indicadas a esses alunos, visto que eles têm dificuldade para entender a linguagem corporal, as expressões faciais e a entonação de voz das outras pessoas. São crianças muito literais e que não compreendem conceitos abstratos e piadas, por exemplo”, explica.

Em alguns casos parece difícil por ser pouco linear ou fluído, o aprendizado é totalmente possível e deve ser constantemente estimulado nas crianças com TEA. “Mesmo que pareça que ela não está evoluindo, deve-se insistir na transmissão do conhecimento repetidas vezes”, indica Ana Lucia. “As dificuldades não são permanentes e muitos alunos pulam etapas da aprendizagem, chegando a conseguir acompanhar seus colegas de sala que não têm TEA.”

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Foto: Shutterstock

Para facilitar a aprendizagem, é indicado ser claro e consistente nas explicações, dar dicas visuais, treinos com teatro e instruções curtas e claras. “Os estímulos visuais e a criação de uma rotina são essenciais para ajudar a criança com TEA na escola”, conta a fonoaudióloga, que reforça que cada caso deve ser acompanhado de forma individual.

Fonte: Ana Lúcia Duran é fonoaudióloga clínica (graduada pela EPM/UNIFESP) e educacional (responsável pelo projeto oficina de linguagem do colégio Cermac/ vencedor do PNGE – Prêmio Nacional de Gestão Educacional/2015), pós graduada em psicomotricidade

Inscrições abertas para curso voltado ao empreendedorismo na moda

Instituição curitibana está com inscrições abertas para curso voltado ao empreendedorismo na moda; ofertado pelo Centro Europeu, o curso “Fashion Business” prepara profissionais para atuar em um dos segmentos que mais cresce no mundo

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Mais do que desfiles e tendências em roupas e acessórios, o mercado da moda é extremamente abrangente e está em constante expansão. No Brasil, o segmento é o segundo maior gerador de empregos no país, e de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções (Abit), são mais de 32 mil empresas que empregam cerca de 1,5 milhões de pessoas. É lógico que investir neste mercado exige muita pesquisa, conhecimento e competências profissionais. Pensando nisso, o Centro Europeu, uma das principais escolas de profissões da América Latina, acaba de lançar o curso “Fashion Business”.

Com uma abordagem dinâmica e multidisciplinar, o objetivo do curso é fomentar a produção local e o design autoral formando profissionais capazes de avaliar novos comportamentos de consumo e identificar o potencial de um negócio. “A intenção é ampliar o olhar profissional dos alunos, oferecendo as ferramentas necessárias para que eles entendam o mercado e desenvolvam habilidades e competências para transformar suas ideias em negócios”, explica Nicolle Gora, supervisora do curso “Fashion Business” do Centro Europeu.

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“Além disso, os participantes serão incentivados a desenvolver projetos de forma criativa e colaborativa, trabalhando com pessoas de diversas áreas como fotografia, cinema, artes visuais, e empreendedorismo, em um espaço que inspira criatividade “, complementa a especialista.

Ministrado por mentores experientes e com destaque no mercado de trabalho, o curso tem duração de 4 meses e é composto por disciplinas pautadas nas principais tendências mundiais de empreendedorismo e design de moda. Economia criativa, mercado e profissões de moda, comunicação e branding, plano de negócios e Design Thinking, identidade de marca, método canvas de negócios de moda, formação de preço, estratégias de venda, estratégias de inserção no mercado são alguns dos assuntos abordados no curso.

Além disso, os alunos serão constantemente inseridos na realidade do mercado de trabalho, estudando o dia a dia de empreendedores do ramo e participando de palestras, showroom, pitches e mentorias exclusivas.

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A próxima turma do curso “Fashion Business” do Centro Europeu tem início neste mês de março, com aulas aos sábados, no período da manhã, das 8h30 às 11h45. As atividades serão realizadas na sede Batel (Benjamin Lins, 999).

Informações: Telefone (41) 3233-6669 ou no site do Centro Europeu.

Mulheres nas ciências: questão de lógica – por Paula Paschoal*

É verdade que, ao longo do último século, nossa sociedade aprendeu a aceitar e encorajar as mulheres a seguir carreiras em campos, digamos, não convencionais. Mas também é preciso dizer que muitas barreiras ainda permanecem de pé. Algumas são familiares, outras tantas, econômicas, mas as mais complexas são as sociais – até porque são invisíveis a olho nu.

Durante minha carreira, pude assistir a alguns exemplos disso. Mulheres que perderam oportunidades por ficarem grávidas; outras porque os chefes preferiam trabalhar com homens.

Muitas vezes, nem mesmo os fatos (eles também cansados de demonstrar o óbvio) são levados em consideração na hora da contratação de pessoal para áreas “de Exatas” – espécie de feudo dos homens. Já faz tempo que as mulheres estudam mais do que os homens no Brasil – em todas as etapas da educação superior, diga-se de passagem.

Segundo os últimos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, das mulheres ocupadas com 16 anos ou mais de idade, 18,8% têm ensino superior completo, enquanto que, entre os homens na mesma categoria, esse percentual é de 11%. A escolaridade das mulheres é maior também na esfera profissional. Elas são maioria nos cursos de qualificação de mão de obra, de acordo com estudo do Plano Nacional de Qualificação, do Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS). Os números não mentem: de 2003 a 2012, do 1,8 milhão de alunos e alunas dos cursos de qualificação, 713 mil eram mulheres, ou seja, mais de 60% do total.

Por essas e muitas outras, é que precisamos nos esforçar, cada dia mais (um esforço multifacetado e consorciado) para trazer mais mulheres para as chamadas carreiras de STEM (sigla americana para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), além de garantir que aquelas que já estão nelas continuem a se destacar e crescer.

O que fazemos hoje, como sempre digo, terá impacto profundo no futuro das mulheres nesses setores tão importantes para qualquer país que queira ser grande. Mas quatro pontos me parecem essenciais e devemos nos dedicar a eles já.

menina e cachorro

1. Façamos com que as jovens se interessem por tecnologia logo no início de sua educação. Isso porque as meninas geralmente não são incentivadas (ou até mesmo desencorajadas) a buscar assuntos relacionados à tecnologia – como se fossem naturalmente incapazes para a área. Uma certa Marie Curie teria muito a dizer, ainda hoje, sobre isso… Ela é a única pessoa a ter dois prêmios Nobel em categorias distintas, Química (1903) e Física (1911).

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2. Também precisamos transformar as mulheres que já se dedicam à tecnologia em modelos. Modelos, como se sabe, são influências incrivelmente poderosas. Quanto mais modelos femininos existirem nas carreiras de STEM, mais meninas enxergarão um futuro profissional promissor nessas áreas. Vai dar trabalho, claro, mas não existe vitória sem esforço pessoal e coletivo. Se queremos incentivar mais mulheres neste campo (e pagar pelos esforços daquelas que vieram antes de nós), precisamos tornar esse tema prioridade e dedicar tempo e ações a ele.

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3. Outro ponto importante: exigir apoio das esferas gerenciais. Elas precisam demonstrar que as mulheres são necessárias e devem ser valorizadas nas carreiras de STEM. Diretores e diretoras têm de ser capazes de comunicar, sincera e eficazmente, a importância de uma força de trabalho equilibrada, de modo que toda a empresa veja isso como uma prioridade da corporação – e não somente como uma iniciativa de bem-estar, por exemplo. Como fazer isso? Garantindo igualdade de oportunidades, igualdade de remuneração, infraestrutura e políticas para apoiar as mulheres com famílias e se dedicando a criar um ambiente de diversidade na hora da contratação de talentos. A igualdade para as mulheres no local de trabalho, seja em remuneração, representação ou respeito, tem sido o artífice de grandes progressos nas últimas décadas. É um fato!

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Foto: Stocksnap/Pixabay

4. Além disso, precisamos trabalhar para que as mulheres percebam que ser mãe dedicada e profissional competente, ao mesmo tempo, é, sim, possível. E mais: fazê-las acreditar que têm o direito de ganhar o mesmo que seus pares masculinos. Ainda, buscar oportunidades em empresas que representem os seus anseios. E, se não for o caso, que sejam capazes de apostar nelas mesmas, empreendendo na área da tecnologia e das ciências, criando o novo, fazendo diferença na vida das pessoas.

São pilares fundamentais para que o País possa avançar em diversos aspectos da vida corporativa e social. As carreiras de STEM, há bastante tempo, se tornaram ícones do desenvolvimento das nações. Não podemos perder mais tempo com preconceitos ancestrais.

(*) Paula Paschoal é diretora geral do PayPal Brasil

Diabetes: educação e informação são fundamentais para conviver com a doença*

A educação em diabetes visa orientar as pessoas portadoras da doença sobre como enfrentar os desafios e as eventuais dificuldades impostas. Para surtir efeitos, esse processo deve ser iniciado logo após o diagnóstico e mantido por toda a vida, passando por etapas que incluem a exposição ao conhecimento num momento inicial. Os resultados clínicos positivos serão uma consequência lógica dessa mudança, que pode ser denominada “cascata do conhecimento”.

Com frequência, o paciente mal informado e pouco motivado tende a encarar o diabetes como um castigo, principalmente quando é necessário tratamento com insulina. Assim, ao invés de aceitar o tratamento como uma opção salvadora para sua vida, acaba por achá-lo responsável direto por seus infortúnios. E fica a pergunta: alguém duvida que um programa bem estruturado de educação motivacional e adequada intervenção farmacológica poderiam aliviar grande parte desse desespero incontido?

A International Diabetes Federation (IDF) considera o diabetes uma condição “mortal” e estima que, em 2045, possa atingir até 629 milhões de pessoas no mundo. Atualmente, só no Brasil já são mais de 12 milhões de pacientes. O mau controle glicêmico é universal e se nada for feito para conter essa epidemia, a consequência será um impacto significativamente desastroso para o desenvolvimento econômico não só do Brasil, mas em todo o mundo.

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O farmacêutico bem treinado é uma figura de fundamental importância na promoção da educação em diabetes. No atendimento ambulatorial, o contato do paciente com o farmacêutico é bem mais expressivo do que com qualquer outro membro da equipe de saúde. A literatura internacional apresenta vários estudos que comprovam a importância e a efetividade da atuação farmacêutica nas atividades de educação e controle do diabetes, tanto em nível hospitalar como em nível comunitário e ambulatorial. Entretanto, ainda é relativamente reduzido o número de profissionais envolvidos no processo.

Apesar de ser um excelente investimento em saúde pública, a educação em diabetes não recebe o devido apoio das estruturas privadas e oficiais de saúde. As empresas farmacêuticas podem e devem implementar ações educacionais de maneira ética e sem interferir no tratamento médico, disponibilizando uma estrutura de educadores especialmente treinados para tentar suprir, pelo menos parcialmente, a deficiência reinante nesse setor. Além disso, tais empresas também poderiam implementar estratégias de manutenção da adesão a produtos de uso crônico, por meio de programas de redução de custos de medicamentos especiais.

A união de esforços entre iniciativa privada e governamental é uma postura altamente desejável para promover a educação adequada em diabetes, tanto do ponto de vista da informação como da facilitação do acesso a medicamentos especiais de uso crônico. E só há benefícios, principalmente para os pacientes, que poderão ter à disposição informação e apoio para entender que é possível conviver com o diabetes e ter uma vida saudável.

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*Carlos Alberto M. Aita, é médico patologista clínico e possui mais de 15 anos de experiência em pesquisas científicas. Graduado em Medicina pela Universidade Federal de Santa Maria, com Residência Médica em Patologia Clínica no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo, possui Mestrado em Imunologia no Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Doutorado em Bioquímica e Pós-Doutorado no Instituto de Química da USP.

Medicina Veterinária da FAM usará animal sintético em aulas

O processo seletivo da FAM para o segundo semestre está a todo vapor. O curso de Medicina Veterinária está disponível para os alunos que pretendem ingressar na carreira. E o futuro veterinário tem desconto de 15% no primeiro semestre.

Porém, o grande diferencial da FAM está nas aulas práticas em relação à maioria das concorrentes: o uso de um cachorro sintético. Este é o primeiro modelo no país, o sistema vascular do “cachorro” possui uma bomba controlada eletronicamente que simula os batimentos cardíacos do animal.

Tudo parece tão real no laboratório que o animal até sangra durante os procedimentos. O microprocessador que controla a frequência dos batimentos pode ser acionado e modificado via Wi-Fi, a partir de um aplicativo no tablet à disposição dos alunos. É importante destacar que, o modelo sintético, em diversas ocasiões, é melhor para se estudar do que um cadáver real.

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Uma opção ética para alunos que não querem usar animais durante os estudos, uma tendência que vem crescendo no mundo.

No segundo semestre, o aluno conta com outras novidades dentro do escopo de cursos como: música, farmácia e engenharia de transportes. Caso o aluno chegar à FAM transferido de outra faculdade, a instituição oferece até 50% de desconto na mensalidade.

Informações: FAM

Minha primeira professora e o Dia da Mulher, por Daniel Medeiros*

Lógico que havia minha mãe. Mas eu era pequeno e não tinha ainda ideia do trabalho imenso da minha mãe para me criar e ao meu irmão. Assim, minha primeira referência de mulher de sucesso foi minha primeira professora, Adla. Eu a amava! Eu queria ter aquela postura, aquela firmeza e, principalmente, aquela inteligência. Ela me ensinou a ler e, quando eu cheguei em casa, lendo o pequeno texto da última página da cartilha para minha mãe, ela não acreditou e disse: “como é que essa mulher conseguiu fazer isso com você?” Sim, era isso mesmo. Ela havia conseguido. E não somente me ensinar a ler. Havia conseguido me fazer querer ser como ela.

Eu era muito pequeno e, por causa da minha timidez, ficava menor ainda. Lembro-me que mal olhava para os lados. Só para ela. E, de vez em quando, ela olhava para mim e dava um discreto sorriso. Ela era rigorosa, mas justa e terna. Nos seus gestos e na sua prática aprendi sobre Política e Sociedade, sobre Justiça e sobre Direitos e Responsabilidades. Com ela.

Mais tarde, já na quarta série, lembro-me de uma outra professora, mas agora com tristeza. Ela suportava com um sorriso magro a algazarra que imperava na escola pública em frente à favela do lagamar, em Fortaleza, onde morei nos anos setenta. No alto, na parede, o olhar soberano que nos observava não era o dela, mas o do general presidente. Certa vez, ela mandou como tarefa que buscássemos os sinônimos de certas palavras. Pedi o dicionário para o meu pai e escrevi, no caderno, o que o livro preto, o “pai dos burros”, dizia. Na tarde seguinte, ela pediu a lição e só eu havia feito. Ela ficou radiante com o meu desempenho. Os outros meninos me bateram no corredor, depois da aula. Eu fui pra casa, com a camisa rasgada sem saber se sentia mais pena de mim ou dela.

Ainda hoje as crianças, na maior parte de suas infâncias, convivem com professoras. Por que não desenvolvem um sentimento de respeito e consideração pelas mulheres? Por que não incorporam o fundamento básico de que um trabalho deve ser remunerado e respeitado de maneira igual, independente de gênero, cor, idade? Creio que a desqualificação do trabalho da professora, o primeiro referencial adulto que temos (fora nossos pais) está na raiz desse comportamento.

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É só fazer uma pesquisa: eu queria ser como a minha professora. Muitas crianças, meninas principalmente, queriam ser professoras porque essa profissão era cercada de respeito e dignidade. Mas, aos poucos, essa ideia e esse desejo foi sendo dilapidado até chegarmos ao quadro desolador no qual nos encontramos. Qual criança quer ser como a sua professora? Quem quer receber o que ela recebe? Quem quer ter uma profissão sem valor e sem respeito como a dela?

Se ficamos quase todos os anos de nossa infância na companhia qualificada de mulheres tão maravilhosas, como não nos tornamos um pouco mais humanos, justos, dignos? Posso estar errado, eu sei, mas acredito que se víssemos as professoras de todo o Brasil como eu lembro da professora Adla, duvido que seríamos assim. Ou seríamos menos. E tudo então ainda seria possível no nosso país.

*Daniel Medeiros é doutor em Educação Histórica pela UFPR e professor de História no Curso Positivo

 

L’Occitane en Provence e Marie Claire se unem em projeto de educação feminina

Fundação L’Occitane apresenta o projeto solidário La Flamme, com venda de vela perfumada e lucro* revertido para o Instituto Consulado da Mulher no Brasil

A L’Occitane en Provence, por meio da Fundação L’Occitane, se juntou à Marie Claire para apoiar o projeto solidário La Flamme. A iniciativa leva o nome de uma chama por ser símbolo da esperança e também luz do conhecimento. Por meio do lucro* da venda de uma vela perfumada, desenvolvida especialmente para a ação, a marca de cosméticos francesa apoiará o Instituto Consulado da Mulher, ação social da marca Consul, no Brasil, além das instituições Entrepreneurs du Monde, em Burkina Faso (África) e Toutes à L’école, no Camboja.

Visando unir forças para contribuir com a educação e emancipação feminina em todo o mundo, a campanha em parceria com a revista teve início em setembro de 2015, na França, e já contribuiu com instituições em diversos países, como Reino Unido, Estados Unidos, Itália e Espanha. No Brasil, a instituição apoiada será o Consulado da Mulher.

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Desde 2002, o Instituto Consulado da Mulher, trabalha na transformação social por meio do incentivo ao empreendedorismo feminino. Nacionalmente, o Instituto seleciona, apoia e empodera mulheres empreendedoras, oferecendo assessoria na gestão de micro negócios e capacitações para que empreendam de forma mais eficiente.

O papel do Consulado da Mulher é qualificar mulheres empreendedoras, fazendo com que elas se sintam confiantes para ampliar seus negócios, gerar renda e adquirir autonomia financeira, saindo da informalidade. Com o projeto La Flamme, parte do lucro* da venda da Vela La Flamme Marie Claire será revertido no Brasil para o Consulado da Mulher.

A Vela La Flamme Marie Claire, em edição limitada, estará disponível em todas as lojas e também no e-commerce da L’Occitane en Provence a partir de 28 de fevereiro de 2018.
* Preço de venda nas lojas menos os custos de impostos, transporte e produção.

Vela La Flamme Marie Claire 100g | R$40,00

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Vela perfumada com um bouquet floral maravilhoso que se abre com notas de frésia e bagas vermelhas, florescendo em um coração de lírio do vale e jasmim rosa, finalizando delicadamente com notas quentes de âmbar.

A venda desta vela perfumada ajudará a financiar projetos dedicados à educação e emancipação feminina ao redor do mundo. No Brasil, o lucro* da venda da vela perfumada La Flamme Marie Claire será destinado às seguintes instituições sem fins lucrativos**: Consulado da Mulher (Brasil), Toutes à l’école (Cambodia) e Entrepreneurs du Monde (Burkina Faso).
* Preço de venda nas lojas menos custos de impostos, transporte e produção.
**Para mais informações, visite: laflammemarieclaire.org | fondation.loccitane.com | consuladodamulher.org.br