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O Boticário é primeira marca a usar tecnologia que protege contra o coronavírus

Empresa usa a tecnologia Nanoblock em etiquetas perfumadas

O Grupo Boticário é a primeira marca a usar a tecnologia Nanoblock, com nanotecnologia para eliminar bactérias e vírus, incluindo o novo coronavírus. A tecnologia foi desenvolvida pela Anjo Tintas, umas das maiores indústrias de tintas do Brasil, em parceria com a UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina.

Agora as amostras de perfumaria da marca O Boticário contam com uma superfície protegida contra vírus e bactérias, que foi desenvolvida pela Adhespack, empresa pioneira no mundo em amostragem antiviral. As amostras com proteção contra vírus e bactérias foram lançadas no último mês de setembro pela Adhespack, na Luxe Pack Mônaco 2021.

Capaz de proteger produtos em embalagens flexíveis de forma contínua e com longa duração, o selo garante que a embalagem é antiviral e bactericida. Dessa forma, vírus e bactérias não conseguem se fixar e se multiplicar na superfície, impedindo a contaminação cruzada e garantindo que a proteção de qualquer pessoa que manuseie aquelas embalagens. Assim, não importa quantas pessoas tocaram no produto, pois ele permanecerá protegido de inúmeros riscos à saúde que são invisíveis aos olhos.

“É uma inovação tecnológica a nível mundial. Hoje as pessoas falam de se proteger, usar máscara, passar álcool em gel, manter distância e não tocar umas nas outras. Mas, até agora, não existia um produto para oferecer proteção inteligente e contínua, e a Anjo Tintas traz essa novidade através da Linha AnjoPrint, que possui tintas e produtos desenvolvidos para impressão em embalagens flexíveis. Os testes mostraram que os vírus e bactérias são incapazes de se fixar ou se multiplicar na superfície das amostras que receberam a nanotecnologia, minimizando os riscos de contaminação cruzada no caso de uma pessoa compartilhar sua amostra.”, diz Filipe Colombo, CEO da Anjo Tintas.

“A Adhespack está na vanguarda e já oferece há muito tempo soluções seguras, higiênicas e individuais e agora desenvolveu uma linha com uma proteção extra”, explica Sergio Picciarelli, diretor de marketing e inovação da Adhespack.

Embalagens das amostras do perfume EGEO são os primeiros a receber tecnologia Nanoblock, desenvolvida pela Anjo Tintas

Ter um produto com esse selo mostra aos consumidores que a marca está preocupada com o bem-estar dele e fará o máximo para proteger também as pessoas do seu convívio. Entre um produto com selo antiviral e bactericida, incluindo o novo coronavírus, e um produto comum, o consumidor terá a vantagem de escolher aquele que oferece maior proteção. A tecnologia Nanoblock está disponível em formato verniz, que pode ser aplicado em toda a embalagem, garantindo a proteção de quem tocar na superfície. O formato também garante à indústria de embalagens um impacto mínimo no custo e no método utilizado.

Rótulos: entenda os ingredientes presentes em chás e sucos

Você sabe ler as informações dos rótulos? A engenheira de desenvolvimento de produtos, Camila Garrett, explica de forma simples os ingredientes utilizados na produção de bebidas e como eles aparecem nos rótulos

É muito comum consumidores terem dúvida sobre os ingredientes descritos nos rótulos das embalagens. No caso de chás e sucos, por exemplo, é importante entender os ingredientes utilizados para ter certeza de que a bebida é realmente saudável. Por isso, a engenheira de desenvolvimento de produtos da Campo Largo, Camila Garrett, explica o significado dos principais componentes indicados nas embalagens de bebidas consideradas saudáveis a fim de auxiliar o consumidor para uma compra mais consciente. Confira:

Para entender

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Ácido ascórbico: alguns ácidos, dependendo da quantidade de consumo, podem trazer problemas gastrointestinais e até desgastar o esmalte dos dentes, mas este não é o caso do ácido ascórbico, mais popularmente conhecido como vitamina C. “Esse ingrediente auxilia na imunidade, processo de cicatrização e é antioxidante” explica Camila.

Acidulante ácido cítrico: “Popular, o ácido cítrico é encontrado em frutas como limão e laranja, mas muitas vezes confunde os consumidores quando adicionado o ‘acidulante’ na frente. Porém, a nomenclatura química permanece com o mesmo significado. Acidulante ácido cítrico é o ingrediente responsável pela acidez encontrada em alimentos e bebidas mais refrescantes. Assim como o ácido ascórbico, o ingrediente só apresenta perigo quando consumido de forma excessiva”.

Edulcorante glicosídeos de esteviol: “Este ingrediente é extraído da folha de Stevia rebaudiana e são adoçantes com baixo valor energético. Por serem não calóricos, são muito utilizados como substitutivos de açúcares comuns”, enfatiza.

Estabilizante goma gelana: “É um polissacarídeo produzido a partir da fermentação de carboidratos. Os géis da gelana promovem a liberação de sabor das frutas e são utilizados na produção de molhos, sorvetes, geleias e recheios de confeitos”, revela.

Metabissulfito de potássio: “O nome é mais complicado do que o seu significado. Metabissulfito de potássio é um conservante e antioxidante usado para eliminar bactérias e leveduras. Ele é muito usado na fabricação de bebidas à base de frutas ou para conservá-las”, pontua a engenheira da Campo Largo.

Atenção a estes nomes

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Açúcar invertido: “Por ser um xarope químico produzido a partir do açúcar comum (sacarose), o açúcar invertido está muito presente nos alimentos ultraprocessados e que contém um alto nível de açúcar, trazendo danos para a saúde e consecutivamente sendo considerado o menos saudável de todos os tipos disponíveis no mercado”, explica a especialista da Campo Largo.

Benzoato de sódio: “É extremamente importante ficar atento a quantidade de sódio presente nas bebidas e evitá-lo sempre que possível. Produzido sinteticamente em laboratório, o benzoato de sódio é utilizado como conservante, agente antimicrobiano e agente antifúngico, muito comum em alimentos industrializados. Mas o que poucos consumidores sabem, é que existe um limite de utilização dessa substância em alimentos, capaz de danificar o sistema imunológico”, alerta a especialista.

Ciclamato de sódio: “Fique atento sempre que encontrar essa substância na lista de ingredientes dos produtos! O ciclamato de sódio é um adoçante/edulcorante utilizado em refrigerantes, sucos e suplementos alimentares, que possui efeitos cancerígeno quando consumidor em altas quantidades. A ingestão deve ser feita com cautela e em pequena quantidade”, comenta.

Dióxido de silício: “Encontrado em uma série de produtos, desde pasta de dente, sucos e até mesmo vidros, o dióxido de silício também é encontrado naturalmente em alimentos de origem vegetal e na água potável. Na indústria, a substância é utilizada como aditivo alimentar, mais conhecido como antiumectante, apresentando perigo apenas quando inalada em formato em pó”.

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Edulcorante sucralose: “Essa substância serve para adoçar os alimentos processados, reduzindo a quantidade de açúcar comum que pode ser adicionada ao alimento ou bebida durante seu processamento. Apesar de ser indicada como opção para quem tem diabetes e não pode ingerir o açúcar comum, o edulcorante sucralose divide a comunidade científica quando à toxicidade da substância quando ingerida frequentemente”, explica Camila.

Espessante goma xantana: a goma xantana, assim como as outras substâncias apresentadas pela especialista, está presente em produtos industrializados e é utilizada em receitas. “Esse ingrediente é um polissacarídeo (carboidrato). Apesar de não engordar, quando consumido em excesso, pode causar dor no estômago e cólica intestinal”.

Metabissulfito de sódio: “Utilizado como conservante e esterilizante, esse composto inorgânico, quando usado como aditivo alimentar, pode causar alergias e irritação gástrica”, comenta Camila, que não recomenda o consumo principalmente por crianças.

Tartrazina: “O nome é estranho, mas tartrazina é simplesmente um corante utilizado para pigmentar alimentos de forma artificial. Todas as marcas que utilizam essa substância na composição dos seus produtos são obrigadas por lei a informar a presença do corante nos alimentos. Além disso, a tartrazina pode causar urticária e inchaços”, finaliza Camila.