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Receitas exclusivas exploram diversidade e sabor das maçãs europeias

Chef Giovanna Grossi criou receitas exclusivas em que a maçã francesa é a estrela

Que a gastronomia europeia exerce uma grande influência na cultura do mundial, isso muitos já sabem. Entre os ingredientes estrelados, estão as frutas e os legumes frescos, símbolos de tradição e excelência. Além de ser uma delícia para ser consumida fresca, a maçã francesa apresenta diversas qualidades que combinam muito bem com o paladar do brasileiro, e pode ser utilizada de uma forma versátil em muitas receitas.

Promovida pela Interfel e cofinanciada pela União Europeia a campanha “Maçãs Francesas: Tão… Crocantes!”, retorna ao mercado com nova safra, sob o propósito de incentivar o público brasileiro ao consumo e à descoberta de novas variedades e sabores. Entre as opções presentes estarão a Gala, Fuji, Red, Granny Smith, Golden, Ariane e Kissabel, cada uma com sua característica própria em cores, aromas e texturas.

Foto: Tadeu Brunelli

A convite da Interfel a jovem chef brasileira Giovana Grossi – que já participou do Bocuse D’Or e atualmente preside o júri no Brasil – criou saborosas receitas que vão impressionar nas festas de fim de ano. Ela buscou valorizar a versatilidade da fruta em diferentes preparos e momentos de consumo, seja como prato principal ou sobremesa.

Confira a seguir algumas dessas receitas:

Copa lombo com tubérculos e maçã Granny Smith

Foto: Tadeu Brunelli

Ingredientes
2 maçãs Granny Smith
350 g de copa lombo
1 cebola
100 g de batata bolinha
50 g de batata doce branca
50 g de batata doce roxa
50 g de cenoura
400 ml de caldo a base de carne
Sal
Alecrim
Pimenta de cheiro
Azeite
Farofa para acompanhar

Modo de preparo
Corte os tubérculos e as maçãs, todos mais ou menos do mesmo tamanho. Coloque-os em uma assadeira, tempere com sal, azeite, alecrim e pimenta de cheiro e asse em forno aquecido a 200ºC por 15min. Tempere a carne e salteie-a com cebola e azeite.

Para o molho
2 cebolas
2 cenouras
2 salsões
1kg carcaça de carne
2l de água
Talos de salsinha e tomilho
3 folhas de louro
30ml de azeite
Grãos de pimenta preta
300ml de vinho tinto

Modo de preparo
Corte os legumes, coloque-os em uma panela com azeite e deixe dourar bem. Reserve. Na mesma panela, coloque as carcaças de carne e deixe ficarem bem douradas. Junte os legumes previamente salteados, o vinho tinto, a água e
as ervas aromáticas (talo de salsinha, louro, tomilho, pimenta preta). Deixe cozinhando por 2 horas pelo menos. Coe o caldo, coloque novamente no fogo e deixe reduzir até que fique com uma textura mais espessa,
de molho.

Montagem
Disponha os tubérculos e as maçãs assadas no prato. Adicione a copa lombo, um pouco de molho de carne e um pouco de maçã crua para finalizar com um pouco de acidez.
Acompanhe com a farofa.

Arroz de cordeiro com maçã Red glaciada

Foto: Tadeu Brunelli

Ingredientes
1 maçã Red
150 g de arroz carnaroli
400 ml de caldo cordeiro
1 cebola
4 dentes de alho
1/2 pimentão vermelho
350 g de cordeiro
30 g de manteiga
60 g de mel
Salsinha e coentro picados
50 ml coalhada
Tomilho

Modo de preparo
Refogue a cebola, o pimentão e o alho picados. Adicione o arroz e uma parte do caldo de cordeiro preparado previamente. Deixe cozinhar e reserve. Salteie o cordeiro e reserve.
Em uma frigideira coloque o mel, a manteiga, o tomilho e adicione as maçãs cortadas em pedaços pequenos e uma concha de caldo de cordeiro. Deixe em fogo médio sem mexer até reduzir.

Para o molho
2 cebolas
2 cenouras
2 salsões
1kg carcaça de carne
2l de água
Talos de salsinha e tomilho
3 folhas de louro
30ml de azeite
Grãos de pimenta preta
300ml de vinho tinto

Modo de preparo
Corte os legumes, coloque-os em uma panela grande e deixedourar bem. Reserve. Na mesma panela, coloque as carcaças de carne e deixe ficarem bem douradas. Junte os legumes previamente salteados, o vinho tinto, a água e as ervas aromáticas (talo de salsinha, louro, tomilho, pimenta preta). Deixe o caldo cozinhando por 2h pelo menos. Coe e use como base para cozinhar o arroz.

Montagem
Coloque o arroz no prato, em seguida o cordeiro salteado, a coalhada em pequenas porções e as maçãs glaciadas por cima.

Serve: 2 pessoas
Tempo de preparo: 40 min

Clafoutis de maçã Gala com pitanga e cumaru

Foto: Tadeu Brunelli

Ingredientes
2 maçãs Gala
2 ovos
1 gema
125 g de açúcar
20 g de amido de milho
10 g de farinha de trigo
100 g de creme de leite
150 ml de leite
50 g de pitanga
1 pitada de sal
1 fava de cumaru (fava tonka)
Açúcar de confeiteiro para decorar

Modo de preparo
Em uma panela misture os ovos, a gema, o creme de leite e o leite. Acrescente a farinha de trigo, o amido de milho, o açúcar e o sal. Rale o cumaru sobre essa mistura liquida e reserve.
Corte a maçã em cubos e coloque numa forma. Coloque a mistura dentro da forma sobre as maçãs e por último coloque as pitangas. Asse em forno preaquecido a 160ºC por 15 min.

Montagem
Retire da forma e sirva no recipiente de sua escolha. Peneire o açúcar de confeiteiro por cima para decorar.

Serve: 6 pessoas
Tempo de preparo: 15 min + 15 min de forno

Fonte: Interfel

Sóbrancelhas lança promoção “Europa de Presente”

Em comemoração dos 5 anos, a marca oferecerá prêmios para os clientes

Neste mês de dezembro, a Sóbrancelhas, rede de embelezamento do olhar e da face, completa 5 anos de mercado. E para comemorar, a marca lança a campanha Europa de Presente.

A cada R$ 60,00 em compras de produtos e/ou serviços Sóbrancelhas, o cliente ganhará um elemento raspável que dará o direito de concorrer a uma viagem para Europa com acompanhante, cinco iPhones e prêmios instantâneos como designs de sobrancelhas e depilação de buço.

Para participar é necessário cadastrar o código disponível da raspadinha no hotsite até o dia 31 de dezembro de 2018.

sobrancelha

Confira o regulamento clicando aqui,  e boa sorte!

Harmonização de queijos europeus e espumantes brasileiros

 

Com qualidades cada vez mais surpreendentes, os espumantes brasileiros expressam o melhor de nosso terroir e alcançam reconhecimento dentro e fora do país. A mestre queijeira Débora Pereira aceitou o desafio de harmonizar essas delícias. O resultado são combinações que mexem com o paladar.

Com receitas inspiradas nas champanhes francesas, os espumantes brasileiros são bebidas leves e frescas conhecidas por acompanhar queijos intensos. Eles provocam uma sensação de contraste que refresca o paladar quando degustados com os queijos europeus, principalmente em países quentes como o Brasil.

Com isso em mente, o CNIEL (Centro Nacional Interprofissional da Economia Leiteira) e a União Europeia, através da campanha “Abra Seu Paladar”, chamaram a jornalista e mestre queijeira Débora Pereira para compor uma harmonização entre eles. Membro da Guilde Internationale des Fromagers, Débora vive entre o Brasil e a França: é diretora da ONG SerTãoBras, que trabalha pela valorização do queijo artesanal, tem pós-doutorado em Ciência da Informação pelo Media Lab Paris e escreve para a revista francesa Profession Formager e em seu blog Só Queijo.

espumantes

“As alianças propostas mostram a flexibilidade dos espumantes brasileiros. Eles estão à altura de acompanhar queijos franceses e europeus, seja em ocasiões informais como um almoço entre amigos ou nos momentos mais especiais de nossas vidas, como um pedido de casamento ou uma formatura”, afirma Débora.

Queijos de massa mole e casca de mofo branco (ou florida)(Brie, Brillat-Savarin, Camembert, Chaource, Coulommiers, Neufchâtel, Saint-Marcellin) + espumante rosé

A textura cremosa desses queijos vai derreter no paladar e em seguida será sublimada pelas notas de aromas de frutas vermelhas, como framboesa, morango e até de goiaba encontrados nos espumantes brasileiros feitos de uvas Chardonnay e Pinot Noir. “Para potencializar a intensidade dessa degustação, podemos deixar para servir no final o queijo Brillat-Savarin, o mais rico em creme entre os queijos franceses de casca florida. Um pecado para se viver a dois”, sugere Débora.

Brillat Savarin queijo

Queijo de indicação de origem protegida desde fevereiro de 2017, da região da Bourgogne, o Brillat-Savarin é famoso por seus aromas de creme e manteiga, um queijo festivo por excelência. “Ao longo da cura, as notas se intensificam e a textura se torna ainda mais cremosa, podendo a casca se descolar, ampliando as sensações na boca. A cremosidades do queijo é suavizada pelo frescor do espumante, simplesmente perfeito”.

Uma boa sugestão é harmonizar com o Coulommiers, que pelo seu tamanho é ideal para ser degustado em família. “De massa mais firme e casca muito branca, podemos decorar fatias de Coulommiers com geleia de jabuticaba. O agridoce da mais brasileira das frutas se associa aos outros aromas de frutas vermelhas do rosé e dá um toque de elegância visual ao queijo” recomenda a mestre queijeira. Uma opção mais descontraída é levar ao forno fatias de pão cobertas com fatias de Coulommiers – sua textura cremosa é ideal para receitas quentes.

“No momento de servir, enfeite com um pingo de mostarda Dijon sobre cada fatia. A acidez da mostarda complementa o sabor do queijo e colore a ocasião!” afirma.

Queijos de massa prensada cozida (tais como os franceses Beaufort e Comté, o francês e suíço Emmental, o suíço Gruyère e o Maasdam holandês) + espumante seco 

Queijos de massa prensada não-cozida (tais como os franceses Mimolette, Saint-Paulin, Reblochon, Morbier e Abondance, os holandeses Gouda e Edam, e o Manchego espanhol)+ espumante demisec

Para começar bem uma refeição, o melhor é excitar as papilas com queijos de massa prensada que guardam umidade e maciez, como o Emmental. “Ele é o gigante dos queijos europeus e pode pesar entre 75kg  e 120 kg. Sua receita tem origem no século XIII e surgiu como uma maneira inteligente de conservar o leite: até 1.200 litros de leite em uma só forma”, explica Débora.

Com cerca de 27 cm de altura e até um metro de diâmetro, “seu gosto tem notas adocicadas devido a fermentação das bactérias propiônicas, elas produzem gás carbônico e incham o queijo, provocando as olhaduras na massa, traço típico da sua personalidade”.

Outro queijo europeu para a hora dos aperitivos é o Saint-Paulin, que tem uma casca bem lisa de cor laranja, macia e elástica, de cores que vão do creme ao amarelo claro. Ambos, Emmental e Saint-Paulin, harmonizam muito bem com um espumante seco, com seus aromas de flores e tonalidade brilhante que vão do palha ao esverdeado, tom sobre tom com as cores dos queijos.

Se o desejo for servir o espumante com os queijos ao final da refeição, prefira queijos como o Comtéou a Mimolette, de massas duras mais intensas. E escolha um espumante bem seco, extra bruto, mais elegante e com o mínimo de açúcar possível, de cor clara e sabor levemente floral. Que seja intenso e não seja agressivo. “Um Comté envelhecido a partir de 18 meses, com cristais de tirosina, ativa as papilas gustativas de forma mais intensa, o que se faz realmente necessário depois da refeição”, afirma Débora.

Ele é o mais vendido e mais tradicional queijo de denominação de origem controlada da França, fabricado nas montanhas alpinas das fronteiras com a Suíça. “Sua textura é macia e sua cor pode variar de acordo com as estações do ano, sendo um amarelo mais brilhante e forte no verão, quando as vacas estão soltas e comem ervas e flores frescas, e um amarelo mais pálido no inverno. Isso naturalmente, pois na fabricação não é permitida adição de corantes”.

Mimolette Isigny queijo

Já o queijo Mimolette tem cor alaranjada causada pela adição de urucum natural. De origem do norte da França, é conhecido por harmonizar com cervejas, portanto, também vai muito bem com as bolhas de um espumante demi sec.

“Bem heterogêneo, pode ter uma casca fina e lisa ou, em uma versão mais rústica, ter casca curada com ácaros e bem irregular. A maturação pode se prolongar até dois anos, quando os sabores são mais intensos e a textura quebradiça, com cristais crocantes de tirosina” explica.

Queijos de massa mole e casca lavada (tais como os franceses Pontl’Évêque, Livarot, Époisses, Munster, o suíço VacherinMont d’Or, o italiano Tallegio e os alemães Limburger e Romadur) + espumante demisec

Pont Leveque

Queijos como o Pontl’Évêque têm uma paleta ampla de aromas e sabores. A cor da sua casca é um bom índice da sua intensidade: mais branca, significa que o interior tem gosto de champignon, de leite fresco e frutas secas. Se a casca for mais alaranjada ou rosada, o queijo será mais cremoso e de sabores vegetais bem mais intensos. Uma questão de gosto! Esse queijo, natural das planícies normandas conhecidas pela abundância de macieiras, se harmoniza muito bem com uma champanhe demisec, ou ainda com uma cidra, bebida gasosa feita a partir da fermentação de maçãs.

Queijos azuis (Bleu d’Auvergne, Bleu de Causses, Fourme d’Ambert e Roquefort da França, o Gorgonzola italiano ou o Stilton inglês) + espumante doces

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“Para harmonizar queijos azuis como o Roquefort com espumantes, alguns especialistas aconselham tomar muito cuidado, porque a delicadeza das bolhas entra em conflito com intensidade do mofo azul”, alerta Débora. Original da região dos Causses, maciços calcários e áridos ao sul do maciço central da França, esse queijo de denominação de origem protegida é de uma generosidade incrível.

Fabricado com leite de ovelha, as tonalidades azuis no interior da massa são resultado do trabalho do Penicilliumroqueforti que se contrastam com a massa branca marfim. O período mínimo de cura é de 14 dias, mas os fabricantes preferem deixar os queijos curando pelo menos três semanas nas cavernas naturais da cidade de Roquefort-sur-Soulzon. Elas são ventiladas naturalmente por entradas de ar batizadas de florinas, que mantém uma temperatura muito estável de 9°C durante todo o ano.

“A solução para harmonizar um espumante brasileiro com queijos azuis é escolher um espumante mais doce, equilibrado entre doçura e acidez, com aromas de mel e florais de uvas como os feitos a partir de uvas Moscato Bianco e a Giallo”, indica Débora. “O queijo pode ser servido esparramado em fatias finas de pão integral tostado, rusticidade que dará o toque informal para um aperitivo entre amigos. Se quiser provocar sensações divertidas no paladar dos amigos, polvilhe em cada fatia uma discreta camada de açúcar explosivo. Genial!”

Os queijos devem ser retirados da geladeira meia hora antes de serem servidos, para que exalem o seu máximo de sabores e aromas, e para que a textura esteja mais cremosa. “A temperatura das bebidas também é muito importante, e deve ser entre 10 e 12°C. As taças não devem ser muito abertas e nem do estilo flautas muito fechadas, pois os aromas precisam de espaço para se propagar”, finaliza.

espumante brasileiro

CNIEL

Centro Nacional Interprofissional da Economia Leiteira foi criado em 1973 por produtores e processadores de leite. Seus principais objetivos são facilitar as relações entre ambos e promover uma imagem positiva do leite e produtos lácteos. Após quatro anos de presença no Brasil com diversas ações, o CNIEL promove atualmente junto com a União Europeia a campanha “Abra Seu Paladar”, dos queijos da Europa com o intuito de intensificar o consumo de queijos nos hábitos alimentares dos brasileiros.

 

Um roteiro de volta ao mundo especial para enófilos

Contornar o globo conhecendo os mais fantásticos vinhedos e provando rótulos incríveis é uma experiência inesquecível – e simples

Dar a volta ao mundo é um sonho para muitos. O roteiro perfeito dessa aventura para os amantes de vinho com certeza inclui as cidades nas quais são produzidos os rótulos mais desejados. Ao contrário do que se imagina, embarcar nessa jornada pode ser muito simples.

Planejando a viagem

A passagem de volta ao mundo, conhecida como RTW (Round The World), é um bilhete com vários voos comprados de uma só vez. Esse bilhete único liga os trechos que permitem que o viajante contorne o planeta, saindo e retornando de um mesmo lugar. O passageiro pode customizar o roteiro, escolhendo os países e lugares que deseja conhecer, de acordo com interesses específicos (neste caso os vinhos, é claro!).

Como todos trechos são decididos com antecedência, no momento da confirmação do bilhete, o pacote sai bem mais econômico do que comprar várias passagens para todos os países do roteiro. O custo vai depender do itinerário traçado, do número de paradas e das companhias aéreas escolhidas.

Só para se ter um exemplo, a oneworld – principal aliança de companhias aéreas da América Latina, possui a tarifa “Global Explorer”, que permite percorrer todos os seis continentes (incluindo o de origem do viajante), enquanto a tarifa “oneword Explorer” é mais flexível, calculada a partir das distâncias entre um ponto e outro.

Se a viagem passa pelos aeroportos das principais capitais do mundo ou utiliza poucos trechos, tem um custo menor. Um bilhete com 16 trechos (o número máximo permitido no pacote da empresa) sai em torno de 5 mil dólares.

Outro detalhe importante do bilhete de volta ao mundo é que as datas dos voos podem ser alteradas sem cobrança, desde que haja disponibilidade. Ou seja, depois da partida, dá para deixar os voos subsequentes em aberto, o que permite customizar ainda mais o percurso, à medida em que for avançando. Quanto à duração da aventura, a única regra é que ela deve durar no mínimo dez dias e no máximo um ano.

o globo2

Vamos para onde?

As possibilidades de roteiros incríveis para enófilos são inúmeras. Selecionamos uma jornada com paradas em três continentes e a garantia de um verdadeiro mergulho nos sabores marcantes de diferentes rótulos, sem perder paisagens exuberantes de tirar o fôlego.

América do Sul

Chile

Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo
Uvas antes da colheita no inverno do Vale do Maipo

O Chile tornou-se uma máquina de produzir vinhos de todos os tipos – são, em média, 13 milhões de hectolitros por ano. O país sofre três grandes influências que definem as três principais áreas de vinhedos: o Oceano Pacífico, região chamada de Costa; a planície central, conhecida como Entre Cordilheiras e a mais próxima da principal cordilheira, não por acaso conhecida como Andes. No país a natureza mostra toda sua beleza em plantações que, em alguns casos, remontam a séculos atrás. Mas não se trata apenas de visitar vinícolas e plantações rurais: o que mais impressiona no Chile é que o turista pode entrar no mundo da vinicultura saindo apenas alguns minutos da capital do país. Sim, de Santiago até a mais próxima região produtora, o vale do Maipo, aos pés da cordilheira dos Andes, são apenas alguns quilômetros.

Argentina

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo

Trecho da rota do vinho em Mendoza com montanhas dos Andes ao fundo
A sofisticação da região “norteña” impressiona. A cidade de Mendoza tem mais de cinco séculos de vinicultura. Tanto tempo assim foi suficiente para colocá-la entre as grandes regiões produtoras de vinho do planeta. Graças ao solo e clima perfeitos, Mendoza é um dos principais destinos do vinho na Argentina. A cidade conta com uma infraestrutura incrível para receber turistas de todas as partes. Das mais de mil adegas existentes, cerca de 100 oferecem visitas guiadas que podem ser incluídas no roteiro. A rota do vinho em Mendoza é dividida em três principais destinos: Maipú, Valle de Uco e Luján de Cuyo e oferece uma experiência imperdível.

Europa

França

Região de Bordeaux em momento próximo à colheita
Região de Bordeaux em momento próximo à colheita

O vinho está inserido no cotidiano do povo francês e é motivo de orgulho e prestígio internacional. Estima-se que a fabricação esteja acima dos 46 milhões de hectolitros — cada hectolitro equivale a 100 litros de vinho. De Borgonha a Champanhe, a França tem mais de 15 regiões vitivinícolas e dezenas de denominações de origem. As uvas do país oferecem uma imensidão de aromas, cores e sabores aos enófilos mais exigentes. Tintos, brancos, rosés e espumantes — especialmente os champanhes — têm lugar garantido em terras francesas. Bordeaux é a zona de vitivinicultura mais importante do país, sendo responsável por rótulos míticos — os dos châteaux (como são chamadas as vinícolas por lá) da região do Médoc têm preços excepcionalmente altos, que podem passar de 500 euros. Apesar disso, o apelo turístico é mais inclinado para Champagne, que recebe visitantes de todo o mundo.

Portugal

Loja no Vale do douro oferece diversos rótulos
Loja no Vale do Douro oferece diversos rótulos

É impossível falar de Portugal e não lembrar da extensa variedade de vinhos. Afinal, são mais de 250 castas de uvas que proporcionam ampla oferta de todos os tipos. Os roteiros incluem não somente as adegas, vinhas e caves portuguesas, mas também uma viagem cultural pelas tradições e costumes das regiões, quintas e casarões históricos. No fim do verão, há também o período da colheita e de celebrações típicas. No Norte, o Vale do Douro é a grande referência em produção vinícola e naturalmente possui uma tradição em receber turistas, sobretudo o Alto Douro Vinhateiro, Patrimônio Mundial da Unesco, onde se produz o famoso vinho do Porto.

Prova de vinho no Vale do Douro
Prova de vinho no Vale do Douro

A Rota dos Vinhos Verdes, na região do Minho, também é destaque turístico. Além de descobrir as origens e sabores da milenar cultura vinícola, quem optar por esse roteiro poderá aproveitar praias, montanhas, vales e rios, além de uma paisagem única onde o verde, que dá nome ao vinho, é a cor dominante. Outro grande ponto enoturístico de Portugal é o Alentejo, no Sul do país, onde se encontram vários dos principais produtores nacionais. A vinha corre ao longo de extensas planícies e acompanha olivais e florestas.

Itália

Turista passeia por vinícolas na região de Toscana
Turista passeia por vinícolas na região de Toscana

A Itália é parada obrigatória para apreciadores de vinho. Entre todas as regiões do país, a Toscana se destaca pela importância na produção da bebida. Um dos pontos imperdíveis é Laticastelli, próximo a Siena. Construído em um castelo, o hotel organiza tours e degustações em vilarejos medievais intactos, que abrigam vinícolas produtoras dos melhores vinhos da região e ainda são verdadeiras joias históricas. Outro tesouro escondido é a cidadezinha de Chianti, que produz o tinto seco de mesmo nome, elaborado com as valorizadas uvas Sangiovese.

A bela Chianti
A bela Chianti

O vilarejo, entre Siena e Florença, é um verdadeiro espetáculo à parte, por apresentar uma sucessão de colinas e vinhedos num tom verde-jade, único no mundo. Há ainda a região produtora de Montalcino, que por si só já vale a visita: foi declarada Paisagem Cultural Patrimônio Mundial da Unesco. As possibilidades de tours e degustações seguem por Asciano e Pienza, encantando qualquer enófilo.

África

África do Sul

Barris na produção de vinho sul-africana
Barris na produção de vinho sul-africana

A África do Sul é um convite para um “safári” em cerca de 100 mil hectares de vinhedos distribuídos em aproximadamente 340 adegas e propriedades. O país traz em seus vinhos uma mistura do contemporâneo com o tradicional, conquistando muitos paladares. A rota dos vinhos tem na região de Franchhoek um de seus mais exuberantes pontos. É ali que está a vinícola Plaisir de Merle, uma das maiores do país, com 974 hectares e diversas variedades de vinhos tintos, brancos e espumantes.

Horizonte de Franchhoek, na África do Sul
Horizonte de Franchhoek, na África do Sul

Outra parada obrigatória é a vinícola The House Of JC Le Roux, principal fabricante de espumantes da África do Sul, localizada no coração do Vale Devon. Perto dalí fica também a bela vinícola Neethlingshof, que oferece diversas opções de harmonizações aos visitantes e sabores fantásticos.

Fonte: OneWorld

 

 

Surtos de sarampo e rubéola na Europa reforçam a necessidade de vacinação

O alerta é do Ministério da Saúde. Para evitar essas doenças, está disponível no SUS a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola)

O reaparecimento de doenças já eliminadas no mundo tem preocupado o Governo Brasileiro. O alerta vem após a divulgação de que países como França, Itália, Alemanha, Bélgica, Bósnia, Geórgia, Cazaquistão, Romênia, Sérvia, Dinamarca e Ucrânia estariam sob risco de surtos de sarampo e/ou rubéola.

Embora eliminado no Brasil desde 2001, o sarampo é endêmico em nove países da Europa, como aponta o boletim da Organização Mundial da Saúde (OMS). Já a rubéola, eliminada no Brasil desde 2010, é considerada endêmica em 14 países europeus. Com a globalização, o risco do vírus voltar a circular no país se torna real, aumentando a necessidade de manter sempre atualizada a caderneta de vacinação.

O Ministério da Saúde disponibiliza no Sistema Único de Saúde (SUS) a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para evitar essas doenças. Pessoas de 12 meses a 29 anos de idade devem receber a primeira dose aos 12 meses de idade da tríplice viral e aos 15 meses, uma dose da vacina tetraviral (sarampo, caxumba, rubéola e varíola), que corresponde à segunda dose da vacina tríplice viral e uma dose da vacina varicela.

Caso haja atraso na vacinação, crianças até quatro anos de idade ainda poderão receber a vacina com o componente varicela. A partir de cinco até os 29 anos de idade, deverão ser administradas duas doses com a vacina tríplice viral. Pessoas de 30 a 49 aos de idade devem receber uma dose da vacina tríplice viral.

“A vacina contra essas doenças é a única medida preventiva e a mais segura. É importante que o esquema vacinal esteja completo, conforme as indicações do Calendário Nacional de Vacinação. O Brasil tem uma das melhores coberturas vacinais segundo a OMS e o Ministério da Saúde trabalha na perspectiva de atingir coberturas adequadas a cada ano. Por isso é importante que a população procure sempre atualizar a caderneta de vacinação”, explica a coordenadora do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Carla Domingues.

Em 2016, a taxa de cobertura da vacina tríplice viral, administrada em crianças de um ano, atingiu 95,4% do público-alvo. O índice é ideal, visto que a meta para esta vacina é de atingir 95% do público, porém, a segunda dose administrada aos 15 meses da vacina tetra viral teve menor adesão, com 89,2% das crianças vacinadas.

Vacina tríplice viral - Bernardo Portella - Ascom - Bio-Manguinhos
Vacina tríplice viral – Foto: Bernardo Portella – Ascom – Bio-Manguinhos

Eliminação

O Brasil recebeu, no segundo semestre de 2016, o certificado de eliminação do sarampo da Organização Panamericana de Saúde (OPAS). Desde o ano 2001, não havia registro de casos autóctones da doença no Brasil. Entre 2013 e 2015, ocorreram surtos relacionados à importação, sendo que o maior número de casos foi registrado nos estados de Pernambuco e Ceará. Após a implementação de medidas de prevenção e controle, como intensificação vacinal, campanhas de seguimento, bloqueio vacinal, varredura e monitoramento rápido de cobertura vacinal, a transmissão foi interrompida.

Para manter a eliminação do sarampo, a OPAS/OMS e o Comitê Internacional de Peritos (CIE) para a Eliminação do Sarampo e da Rubéola recomendam a todos os países das Américas que fortaleçam a vigilância ativa e mantenham a imunidade de sua população por meio da vacinação. O sarampo se torna, assim, mais uma doença prevenível por vacinação a ser eliminada nas Américas, após a varíola em 1973, da poliomielite em 1994 e da rubéola e síndrome de rubéola congênita, em 2015.

Rubéola

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Foto: HealthLine

O Brasil alcançou a meta de eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita, até o ano de 2010. Desde então, não há registro de casos no país. Em 2008, ocorreu a maior Campanha de Vacinação da Rubéola no mundo, com 65,9 milhões de pessoas na faixa etária de 19 a 39 anos de idade vacinadas, nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Mato Grosso e Maranhão. Nos demais estados, a faixa etária foi de 20 a 39 anos de idade. Nesse ano, a cobertura vacinal foi de 94%.

A definição das faixas etárias para a Campanha de Vacinação da Rubéola, em 2008, ocorreu após o estudo de coorte de nascidos vivos entre 1927 – 2007 para identificar a população não vacinada. Destaca-se, também, a realização de uma campanha de vacinação em massa dirigida às mulheres em idade fértil, entre os anos de 2001 e 2002. Nesse período, foi introduzida a vacina dupla e tríplice viral no Calendário Básico de Imunização do PNI, processo iniciado em 1992.

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Foto: Portal Brasil

Programa Nacional de Imunizações 

O SUS, por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), oferece todas as vacinas recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) no Calendário Nacional. Atualmente, são disponibilizadas pela rede pública de saúde, de todo o país, cerca de 300 milhões de doses de imunobiológicos ao ano, para combater mais de 19 doenças, em diversas faixas etárias.

Ao longo do tempo, a atuação do PNI, ao consolidar uma estratégia de âmbito nacional, apresentou consideráveis avanços. As metas mais recentes contemplam a eliminação do sarampo e do tétano neonatal, além do controle de outras doenças imunopreveníveis como difteria, coqueluche e tétano acidental, hepatite B, meningites, formas graves da tuberculose e rubéola, assim como a manutenção da erradicação da poliomielite.

Por Amanda Mendes, da Agência Saúde

Grupo Europa lança purificadores de água para animais

Mais uma notícias muito boa para nós e, principalmente, para nossos pets. A marca Europa, conhecida pelos seus produtos que estão na casa de muitas famílias brasileiras, lançou um novo produto para cuidar também da qualidade da água dos animais de estimação.

Sempre atenta às novas demandas do mercado, a empresa sabe que para os brasileiros, os pets são como um membro da família e merecem todo cuidado e atenção. Por isso, pensando em garantir a pureza da água dos bichinhos, a marca agora lança um purificador exclusivo para eles: o Europa For Pet.

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Com um refil de carvão impregnado com prata, elimina sabores e odores desagradáveis, reduz o cloro presente na água, deixando-a muito mais saudável e gostosa.

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Com encaixe prático e fácil de limpar, o produto já vem com o exclusivo Eurotimer, que indica o momento exato da troca do refil. Superprático de montar, possui conjunto interno montado por encaixe e não requer o uso de qualquer ferramenta.

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Para evitar movimentos bruscos e derramamento de água, possui base reforçada e seu reservatório tem capacidade para 3,9 litros, para oferecer água da melhor qualidade a qualquer hora do dia. Os purificadores ainda são personalizáveis com adesivos com os quais é possível montar o nome do bichinho.

Preço sugerido do purificador – R$ 189,00
Preço sugerido do refil – R$ 60,00

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Informações: Europa

 

Cheese Bike por São Paulo nos sábados de agosto

Queijos da Europa dão o ponta pé inicial de suas ações de 2017, com degustações e vendas de queijos a preços promocionais

Em iniciativa do CNIEL (Centro Nacional Interprofissional da Economia Leiteira) e da União Europeia, os paulistanos poderão degustar e adquirir queijos europeus a preços promocionais a partir deste sábado em uma charmosa Cheese Bike. Ela ficará estacionada em frente à loja Iódice, na rua Oscar Freire, nos dias 12, 19 e 26 de agosto.

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Variedades já conhecidas entre os brasileiros fãs dos queijos europeus, tais como brie, camembert, emmental, mimolette, pont l’évêque, roquefort e saint paulin, poderão ser encontradas no local. A ação faz parte da Campanha “Abra Seu Paladar” dos queijos da Europa, com o objetivo de intensificar e impulsionar o consumo de queijos europeus nos hábitos alimentares no Brasil.

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Cheese Bike Oscar Freire
Local: Iódice – Rua Oscar Freire, 940, São Paulo-SP
Data: 12, 19 e 26 de agosto
Horário: das 13h às 18h