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Black Friday Evino traz um lançamento por dia e ofertas surreais

Grandes promoções marcam a Black Friday de um dos principais e-commerces de vinho do país tanto no aplicativo quanto no site

A Evino, referência nacional em vendas de vinho online e por aplicativo, preparou a maior Black Friday de todos os tempos para os consumidores. Durante todo o mês de novembro, quem acessar o site e o aplicativo da Evino, vai encontrar novidades e diversos rótulos com promoções surreais.

“A Black Friday 2019 da Evino não acontece somente no dia 29 de novembro, data oficial da promoção”, conta Ari Gorenstein, cofundador e Coceo da Evino. “Este ano, todos os dias do mês, teremos um grande lançamento e uma super promoção tanto no nosso site como no nosso aplicativo”, explica.

villa puccini

Entre os lançamentos, estão rótulos para todos os paladares, passando pelo tinto, branco, rosé e até o espumante. São vinhos como os tintos Villa Puccini Brunello di Montalcino, Feudi di San Gregorio Taurasi 2013 e Feudi Primitivo di Manduria 2017, o rosé Reserve Saint Jacques Grenache Rose IGP Oc 2017 e o espumante branco Vin Art Cava Ice que chegam com exclusividade ao consumidor.

vin art

Além disso, como em todos os anos, o e-commerce aposta em ofertas surreais. Com uma grande promoção por dia, serão disponibilizados descontos em diferentes rótulos, a partir de R$ 19,90.

“E, para quem perder a ‘loucura’ do dia, em 29 de novembro, a última sexta-feira do mês, todas as promoções do mês voltarão ao nosso site e aplicativo”, finaliza o executivo.

Informações: Evino

Vinho em lata: versão rosé do Vivant está disponível no site e aplicativo da Evino

Evino, referência nacional em vendas online de vinhos, tem uma grande novidade. A partir deste mês de outubro, os consumidores encontram, tanto no site como no aplicativo da companhia, o vinho em lata Vivant, na versão rosé.

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De acordo com o cofundador e coceo da Evino, Ari Gorenstein, o Vivant é um produto que tem o perfil da empresa, cujo propósito é democratizar, desmistificar e descomplicar o consumo da bebida. “Gostamos de quebrar tabus na Evino”, afirma o executivo. “E quer ruptura maior do que beber vinho em lata?”, questiona Gorenstein.

O Vivant rosé é feito com as uvas Syrah e Pinot Noir, tem aromas sutis de flores e frutas vermelhas e é refrescante, leve e fácil de beber. Com 269 ml, o vinho é ideal para quem não quer se preocupar em esquecer a garrafa na geladeira ou deseja consumidor a bebida sozinho.

Gorenstein ainda conta que a Evino também trouxe o vinho tinto em lata para os consumidores, mas a procura foi tanta que o produto esgotou em apenas cinco horas. “O vinho em lata pode ser consumido em qualquer lugar, em casa, em uma festa e na balada, por exemplo. Por isso, o sucesso entre nossos clientes”, comenta. “E, em breve, teremos outras opções de vinho tinto em lata no nosso site e no nosso aplicativo”, finaliza.

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O Vivant rosé está disponível no site e aplicativo da Evino por R$ 14,90 a lata e por R$ 23,80 para quem adquirir duas latas.

 

Conheça harmonizações de vinhos ideais para um cardápio vegano

A culinária vegana é muito rica e as opções de harmonização são infinitas. A ideia básica é tentar compensar o “peso” do prato com o “peso” do vinho

Você deve estar se perguntando qual é o diferencial de um rótulo vegano sendo que vinho nada mais é que o suco da uva fermentado, certo? Mas esse é só o começo. O processo de fabricação pode ser bem mais complexo e definir, inclusive, se um vinho é vegano ou não. Isso porque para chegar límpida e brilhante à taça, a bebida passa por um processo importante chamado clarificação.

De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, o vinho, como um produto natural, tem substâncias que podem deixá-lo turvo e com sedimentos. Por isso, o líquido é normalmente filtrado e clarificado. Esse processo é realizado por meio de substâncias que funcionam como “ímãs” para a retirada de sedimentos – e os mais populares são derivados de animais.

“Para fornecer alternativas veganas, alguns produtores têm utilizado outras substâncias como placas de fibras vegetais, carbono, pedra calcária, argila de caulim e gel de sílica. Por esses métodos, portanto, o produto final pode ser considerado livre de artigos de origem animal e pode fazer parte da dieta de qualquer um adepto da dieta vegana”, pontua.

As opções de harmonização vão muito além das clássicas sugestões de carne vermelha com vinho tinto e vinho branco com peixe. A culinária vegana é muito rica e as opções de harmonização são infinitas. A ideia básica é tentar compensar o “peso” do prato com o “peso” do vinho.

Ou seja, para um vinho mais encorpado, como um Malbec ou um Cabernet Sauvignon, a sugestão é escolher uma comida com molhos ou frituras. Já os brancos e rosés, que são vinhos mais cítricos e de corpo mais leve, vão bem com praticamente qualquer prato, como saladas de grãos e ceviche com coentro e limão.

Confira abaixo sugestões de harmonizações veganas indicadas pela Evino:

Malbec

vinho taça tinto
Espaguete de pupunha com molho de cogumelos
Hambúrguer de lentilha

Cabernet Sauvignon

vinho tinto taças shutterstock
Moussaka vegana
Moqueca de banana da terra

Chardonnay

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Curry de abóbora com leite de coco e abacaxi
Ceviche vegano de chuchu e nabo com leite de coco, limão e coentro

Rosé

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Salada 7 grãos com manga
Canelone de abobrinha recheado com rúcula e tomate seco

Fonte: Evino

O que encarece ou barateia um vinho?

É preciso entender quais características fazem de um rótulo mais econômico para acabar com o preconceito de que somente vinho caro tem qualidade

você sabe como acertar em cheio na escolha dos produtos? A Evino vem explica quais características fazem um vinho ser mais caro ou barato. Antes de tudo é preciso pontuar que vinho barato não é vinho ruim. De acordo com Stephani Vaz, sommelière da Evino, é preciso acabar com o preconceito de que somente vinho caro tem qualidade.

“Muitas vezes pagamos a mais em uma garrafa sem entender por que: seja por marketing, embalagem e/ou fama do produto. Rótulos econômicos ajudam a aumentar o consumo da categoria, tornam a bebida acessível a todos os públicos e estimulam o comércio e a produção”, pontua.

Confira abaixo nove características que encarecem ou barateiam um vinho:

1. Cultura

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Na Europa o vinho é tido como um alimento e, por isso, possui taxas menores. Já no Brasil ele entra na categoria de bebidas alcoólicas. Com isso as taxas por aqui acabam sendo bem diferentes.

2. Intermediários

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Podem ser negociantes ou importadoras. Tanto faz! A questão é que, quanto mais intermediários, maior o preço final do produto. Por isso, a Evino atua em um sistema de compra e venda sem intermediários e consegue oferecer ao seu público produtos de qualidade por valores mais acessíveis.

3. Garrafa

Garrafas - Vinho Madeira - Credito Turismo da Madeira
Garrafas – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira

Quanto mais espesso o vidro mais caro o vinho é. E por quê? Fundo côncavo serve somente para evitar que a garrafa quebre. Não tem nada a ver com a qualidade do líquido. Então aquele papo de “vinho bom tem aquela bundinha” é balela. O mesmo pode-se dizer em relação ao peso, à cor e à espessura: garrafa pesada só beneficia vinho de guarda. Vinhos para serem consumidos jovens não precisam disso. Não à toa a garrafa de brancos geralmente são transparentes.

4. Espumante

espumantes
É importante pontuar que espumantes geralmente são mais caros por uma questão de segurança: pressão interna, gaiola, rolha diferenciada.

5. Fechamento

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Foto: NHPR

Uma simples rolha de cortiça é bem mais cara que screwcap, por exemplo. Vinhos de consumo imediato são produzidos com tampas de roscas, já que não necessitam de envelhecimento. A rolha ajuda na micro-oxigenação para o vinho envelhecer com qualidade durante anos. Mas serve somente para vinho de guarda, que geralmente tem preços a partir de 150 reais. Todo vinho tem a sua proposta. Um vinho de 30 a 40 reais não precisa de todo esse preparo. Economize e seja feliz.

6. Trabalho manual versus trabalho automatizado

Vindimas na Herdade da Malhadinha Nova, Alentejo_Crédito - Divulgação Turismo do Alentejo
Esse tópico faz de fato muita diferença nos valores dos rótulos. O trabalho foi manual ou automatizado? Quantas pessoas demandaram o serviço? Essas são informações que encarecem um rótulo. Mas, no fim, o quanto disso é percebido na taça?

7. Tempo do vinho em barrica

Caves - Vinho Madeira - Turismo da Madeira
Caves – Vinho Madeira – Foto: Turismo da Madeira

Por que o tempo do vinho em barrica encarece o produto? Simples: o tempo do vinho em barrica é o tempo que a vinícola não está gerando dinheiro com a comercialização do produto.

8. Produção

vinho verde
Vale pontuar que um dos pontos que mais encarece um rótulo é a baixa quantidade de garrafas produzidas a cada safra. Um vinho com produção feita em grande escala, consequentemente, é comercializado por valores mais baixos.

9. Know-how do produtor

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Produtores de renome, com prêmios ou boas avaliações da crítica, tendem a cobrar mais simplesmente pela garantia da qualidade do produto produzido.

Fonte: Evino

Evino apresenta rótulo com a cor do ano eleita pela Pantone

Rosé se diferencia pela sua mescla de cores em tonalidades salmão vibrante

O coral é a cor da vez! A Pantone, empresa com o sistema de cores mais utilizado pela indústria gráfica no mundo, elegeu o Living Coral como a principal aposta de 2019. A tonalidade simboliza um clamor por otimismo e conexões humanas. E a Evino, considerada um dos maiores e-commerces e aplicativos de vinho do país, não podia ficar de fora dessa tendência. A marca anunciou a importação exclusiva de um rótulo que mantém a mesma tonalidade coral vibrante, sendo uma aposta para o verão.

Produzido na região de Lisboa, em Portugal, o rótulo Mirante Leve 2016 é um rosé diferente de todos os outros: flores tomam conta da arte do rótulo e também dos aromas, fazendo deste um exemplar único. A união das uvas Castelão e Aragonês traz ao vinho um rosé perfeito para momentos ao ar livre, de preferência acompanhado de aperitivos.

mirante

Possui visual salmão com reflexos avermelhados, no nariz frutas silvestres como morango e framboesa, além de toques florais. Já em boca apresenta ótimo frescor e persistência. E o melhor de tudo é o preço. Essa novidade exclusiva da Evino no Brasil custa apenas R$ 24,90 no e-commerce da marca.

Dúvidas sobre vinho e harmonização? Equipe do SAC da Evino resolve

O Serviço ao Atendimento ao Consumidor (SAC) da Evino, um dos maiores e-commerces e aplicativos de vinhos do Brasil, tem feito sucesso entre os clientes por oferecer informações sobre tipos de vinhos, uvas e harmonização de rótulos. Os colaboradores do SAC são capacitados com o objetivo de oferecerem uma experiência de compra completa ao consumidor.

Para isso, em 2017, a Evino, por meio de seu time de sommelières, criou um formato de treinamento sobre vinhos exclusivo para o time de atendimento ao cliente. Ele conta com três módulos, totalizando 25 horas de curso.

O primeiro módulo abrange conhecimentos básicos sobre vinho, desde o vinhedo (ou seja, como o vinho é produzido) até a taça (como fazer uma degustação técnica). “Eles aprendem a diferenciar as características dos vinhos, desde a cor, aromas e características como corpo, acidez e tanino, um dos componentes mais importantes do vinho”, explica Natália Cacioli, integrante do time de sommelières da Evino.

A segunda etapa tem como foco as principais regiões produtoras de vinho, principalmente nos países do velho mundo. Nele, os colaboradores aprendem, por exemplo, quais uvas são usadas na produção de um Bordeaux e qual é o estilo desse vinho, além de fazer correlações com outros tipos de rótulos, com o objetivo de fazer indicações para os clientes. O terceiro módulo aprofunda nas características dos diferentes tipos de uva e em noções de serviço e harmonização.

“Em todas as aulas trazemos situações do dia a dia do SAC para que possamos, juntos, formular respostas e pensar na melhor forma de endereçar os questionamentos dos consumidores que estão com dúvidas”, reforça Natália. Todo o conteúdo teórico é colocado na prática com degustações de cerca de quatro rótulos.

 

vinho SBS

“Capacitar a equipe é uma das diretrizes para continuar aumentando a satisfação dos nossos colaboradores e possibilitar que eles se relacionem de forma fluida, objetiva e personalizada. O cliente precisa ser cuidado”, diz Diogo Justino da Silva, gerente de atendimento da Evino.

Recentemente, a Evino conquistou o selo RA1000 do Reclame Aqui, que avalia a companhia de acordo com o compromisso com o pós-venda, elevando o grau de confiança em sua marca, produtos e serviços. Para conquistar o selo é preciso atingir um índice de resposta igual ou superior a 90%, índice de solução igual ou superior a 90%, média de avaliações registradas pelo consumidor igual ou superior a 7 e apresentar índice de novos negócios igual ou superior a 70%. A empresa também conta com o nível máximo de satisfação segundo o Ebit, por meio do selo diamante.

Informações: Evino

Harmonizar vinhos com hambúrguer é uma aposta interessante

O consumo de vinhos tem aumentado no Brasil e consequentemente as apostas de harmonização também. Muito já falamos de harmonização de vinhos com outras iguarias, como churrasco e chocolate. Mas por que não hambúrguer?

Considerada uma das carnes mais populares em todo mundo, teria sido criada na Alemanha, na cidade de Hamburgo, eis a origem de seu nome. Evino propõe um brinde especial àqueles que já mantêm esse hábito e convida quem ainda não conhece a provar.

Traditional restaurant atmosphere with ham pizza and burger with chips in the background

Você sabia que o vinho tem alguns atributos que outras bebidas não possuem e, por isso, propicia harmonizações e experiências mais interessantes? De acordo Lana Ruff, sommelière da Evino, os vinhos têm ácidos que ajudam a dar estrutura e longevidade à bebida.

Fresh homemade burger on wooden serving board with onion rings
Fresh homemade burger on wooden serving board with onion rings and glass of red wine. White background, selective focus

“São esses ácidos que tornam o vinho excitante ao paladar e compensam o peso de comidas gordurosas na boca, pois conseguem cortar esse efeito da gordura”, pontua Lana.

Traditional plate of chips and burger sandwich

A primeira dica para essa harmonização é buscar vinhos com mais acidez, ou seja, que fazem a gente salivar mais. Outra característica que auxilia o casamento do vinho com o hambúrguer é o tanino – conhecida como aquela substância que dá a sensação de adstringência e seca a nossa saliva. Ele garante ao vinho peso e textura e o ajuda a não desaparecer diante de alimentos fortes e robustos. É o caso do ZioBaffa Toscana e de alguns outros rótulos da linha “El Escocês Volante” como En Sus Trece, Es Lo Que Hay e Papa Luna.

hamburguer vegano

“Outro caminho é prestar atenção aos aromas e sabores de cada rótulo. Uma harmonização clássica é a de receitas com cogumelos e vinhos da uva Pinot Noir, como o Langevin Pinot Noir 2016, que muitas vezes entrega aromas de terra e cogumelo. Neste caso a dica vai para os vegetarianos e simpatizantes: um hambúrguer de shitake e shimeji casa perfeitamente com a ocasião,” finaliza.

Fonte: ( evino )

Evino faz Black Friday com até 70% de desconto durante o mês de novembro

A Evino está com toda a operação a postos para a Black Friday 2018. Além das promoções, que vão durar todo o mês de novembro com descontos de até 70%, o portfólio disponível será 50% maior do que no ano anterior com mais de 450 rótulos.

Só no dia 23 de novembro, data oficial da Black Friday, a expectativa da companhia é vender 63 mil litros, o equivalente a meio milhão de taças de vinho. Além disso, para dar suporte ao período de grande demanda de expedições, o time operacional ganhou reforço – foram contratados 50 colaboradores temporários para o Centro de Distribuição, no Espírito Santo.

“No dia oficial da Black Friday, chegamos a vender dez vezes mais que um dia normal. Nossa preparação de estoque para a data começa cerca de seis meses antes”, explica Ari Gorenstein, Co-CEO da Evino. Durante todas as semanas de novembro a empresa fará promoções com rótulos inéditos ao consumidor.

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A companhia, com sede em SP, conta com um Centro de Distribuição (CD) de 6 mil m² no município de Serra, no Espírito Santo, com armazenagem média de 1 milhão de garrafas. A Evino tem 250 funcionários e faturou R$ 254 milhões em 2017.

Informações: Evino

 

 

Conheça as dez maiores mentiras já contadas sobre o vinho

Material especial preparado pela Evino tem como objetivo desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e verdades sobre o universo da bebida

As maravilhas do universo do vinho são quase equivalentes às lorotas que o povo espalha por aí. Com o passar do tempo, foram criados muitos rituais e mitos que transformaram o feliz momento de aproveitar uma taça de vinho num acumulado de regras que, na maior parte dos casos, são dispensáveis ou simplesmente desnecessárias. Isso faz com que muitas pessoas se afastem da bebida medo de passar vergonha ou por achá-la complicada demais.

Já pensou que pecado perder a chance de provar um bom vinho porque um dia alguém te falou uma besteira? Para desmistificar alguns tabus e fazer você compreender de vez quais são os mitos e as verdades sobre o universo da bebida, a Evino, um dos maiores e-commerces de vinho do Brasil, identificou alguns tabus conhecidos pela população e reuniu um material especial com dicas da sommelière Natália Cacioli.

1. Quanto mais velho o vinho, melhor.

barris vinho adega

Provavelmente você já ouviu aquela frase “assim como o vinho, fico melhor com o passar dos anos”. Algumas pessoas, de fato, melhoram, já outras viram vinagre. Brincadeiras à parte, a maior parte da produção de vinho é pensada para atender à demanda de consumo imediato. São vinhos de safras mais recentes (de até cinco anos), frutados, macios, fáceis de beber. Uma parcela bem pequena de vinhos é feita para envelhecer, como os famosos Barolo, Brunello de Montalcino ou um Pinot Noir de um grande produtor da Borgonha. São vinhos bem caros e que precisam de um longo tempo de amadurecimento para atingir seu ápice. Esses vinhos encarecem com o passar dos anos e tem quem ganhe dinheiro com isso. Portanto, se você está interessado em beber e não em investir, pode ficar com os vinhos mais jovens sem medo de ser feliz.

2. Se a garrafa é pesada, o vinho é bom

vinho tinto taças shutterstock

Se a garrafa é pesada é porque o vidro é mais espesso. Ou seja, foi gasto mais material e a garrafa é, consequentemente, mais cara. Vinhos de guarda usam garrafas espessas para reduzir a incidência de luz (sim, isso influencia o processo de envelhecimento) e para ter uma garrafa mais resistente, já que o vinho ficará guardado por muito tempo. Para vinhos de consumo imediato a espessura da garrafa faz alguma diferença? Não. O produtor pode escolher uma garrafa mais simples para reduzir o custo final do produto. E se gostamos de vinho mais barato? Ah sim, gostamos muito.

3. O fundo da garrafa côncavo indica qualidade. Esse furo deve ser usado para colocar o dedo na hora de servir

garrafa de vinho 222 pixabay
Pixabay

Mesma história da garrafa pesada. Sinceramente? Não sei de onde saiu o mito do fundo côncavo – mas ele existe. Já perguntei para diversos produtores de Itália, Chile e Argentina o que isso significa e todos eles me disseram: nada. É apenas uma característica da linha de produção, mas seguramente não é para colocar o dedo. Ao segurar a garrafa por ali, ela pode escapar da mão e fazer um estrago. Segure com firmeza, pelo corpo da garrafa, mesmo. Isso não é suficiente para fazer o vinho esquentar, como algumas pessoas justificam.

4. Se o vinho é fechado com rosca ou rolha sintética ele não presta

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Foto: NHPR

Dá para escrever uma tese de mestrado sobre esse assunto. Cortiça é um material natural, retirado de uma árvore chamada Sobreiro, presente principalmente em Portugal e que precisa de 25 anos para estar pronta para a primeira extração da cortiça. Ou seja, é um recurso caro e finito. Mas e o que isso tem a ver com o vinho? A cortiça é um tipo de material que permite uma pequena troca de oxigênio entre o líquido na garrafa e o ambiente externo, processo importante para vinhos de guarda. Se você comprou o vinho e vai tomá-lo hoje ou semana que vem, a cortiça não faz diferença. Rolhas sintéticas e tampas de rosca são mais sustentáveis e baratas. E já falamos que gostamos de vinho barato?

5. Vinho meio-seco é doce e não é bom

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Vinho meio-seco não é doce ou mais-ou-menos-doce. A nomenclatura não ajuda – mas a verdade é que os vinhos etiquetados como meio-seco têm, na maioria dos casos, a mesma percepção em boca de um vinho seco. Mas por que isso acontece? Por uma questão de legislação. Quem define se o vinho será etiquetado como “seco” ou “meio-seco” no Brasil é o Ministério da Agricultura. Aqui, a legislação leva em conta apenas a quantidade de açúcar residual, enquanto que, na Europa, é feita uma relação entre açúcar e acidez. Isso faz com que muitos vinhos considerados “secos” na Europa sejam classificados como “meio-secos” no Brasil.

6. Vinho tinto é mais complexo que vinho branco

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São estilos diferentes mas cada um com suas maravilhas e momentos. A principal diferença do vinho tinto para o vinho branco é que o primeiro tem propriedades que vêm da casca da uva: cor e tanino – aquela sensação de adstringência que “seca” a boca. Tanino é um conservante natural e, por isso, é um fator importante para a longevidade do vinho. Os brancos se destacam pela refrescância (tecnicamente chamada de acidez) e, apesar de serem vinhos majoritariamente feitos para consumo rápido, alguns têm grande potencial de guarda. E mais: a vida é mais feliz acompanhada dos deliciosos aromas de um vinho branco.

7. Vinhos com mais de 13% (ou coloque o número de sua preferência aqui) de álcool são superiores

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Foto: Vinhosegins

Tem muita gente que usa o teor alcoólico como indicativo de qualidade, mas sem entender de onde vem esse número. O álcool é resultado da fermentação, que tem origem na transformação do açúcar das uvas pelas leveduras. Ou seja, quanto mais açúcar tem o fruto, maior o potencial alcoólico daquele vinho. Lembrando que o açúcar é da uva – não há adição. Regiões quentes produzem frutos com maior concentração de açúcar e, portanto, seus vinhos têm mais álcool. Vinho tintos variam, normalmente, entre 12% e 15%, enquanto os brancos ficam, na maior parte dos casos, entre 10% e 13%. Mas o fato é que a percepção do álcool na boca depende de muitos outros fatores, que vão além do número estampado no rótulo.

8. Vinho tinto é com carne vermelha e vinho branco é com peixe

churrasco e vinho branco uvinum

Harmonização é muito pessoal. Existem orientações básicas, mas não regras. Vinhos tintos têm taninos (aquela sensação de adstringência) e a gordura ajuda a disfarçar essa sensação, daí a harmonização com carnes vermelhas. Já vinhos brancos e rosés costumam ser mais leves, por isso normalmente são indicados para carnes brancas e outros pratos igualmente leves. Agora imagine um frango à parmegiana: fritura, queijo, molho vermelho – um tinto vai cair muito bem. Outra situação: pleno verão brasileiro, churrasco à beira da piscina e, em vez de um Malbec encorpadão, que tal um espumante geladinho? Resumindo: harmonização não é ciência exata e você pode comer/beber o que tiver vontade.

9. No restaurante o garçom coloca um pouco de vinho na taça para você analisá-lo e decidir se gostou

vinho SBS

Na verdade, a proposta desse ritual em restaurantes é verificar se o vinho tem algum defeito. A degustação é feita rapidamente e não há necessidade (na verdade pega mal) de ficar cinco minutos analisando o vinho e dissertando sobre aromas e sabores. Se você não se sente confortável para fazer essa avaliação, peça ao sommelier do restaurante – faz parte da função dele. E mais: a etiqueta não manda servir o vinho para degustação ao homem da mesa e sim para quem fez o pedido.

10. Vinho rosé é feito da mistura de branco com tinto

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Foto: Kaboompics/Pixabay

Mito. Rosé, na verdade, é um vinho produzido com uvas tintas. Durante a vinificação, o mosto das uvas (ou seja, o suco antes de ser fermentado) fica em contato com as cascas por um breve período para extrair apenas um pouco de cor e aromas.

Fonte: Evino

 

 

Saiba por que os espumantes podem ser apostas ideais nos dias mais frios

Rótulos encorpados e com maior teor alcoólico são interessantes já que ajudam a aquecer a temperatura do corpo

Durante o inverno é normal ficarmos mais calmos e preguiçosos, pois o próprio corpo pede por conforto, aconchego, comida e, claro, uma boa taça de vinho. Com a queda das temperaturas a bebida ganha ainda mais espaço tanto em encontros românticos quanto em reuniões com familiares e amigos. Mas você sabia que os espumantes são grandes apostas durante as temperaturas mais baixas?

De acordo com Natália Cacioli, sommelière da Evino, quando o termômetro cai, o importante é se aquecer e comer bem. E existem espumantes mais encorpados – principalmente aqueles que passaram pelo método tradicional (o mesmo utilizado em champanhe). “Um espumante Nature Reserva, por exemplo, passa anos em contato com borras antes de ser comercializado, o que garante mais corpo e complexidade aromática”, pontua.

cava

Além disso, a estação também pede por pratos quentes como sopas, fondues, massas, risotos e carnes. Para acompanhá-los as bebidas indicadas são aquelas mais encorpadas. Como é o caso da seleção de espumantes espanhóis que a Evino acaba de importar com exclusividade no Brasil. São eles: Cava Heretat Sebartés Brut Reserva e Cava Heretat Sebartés Brut.

“Esses espumantes harmonizam muito bem com fondue de queijo, caldo verde, creme de mandioquinha e escondidinho de carne seca. Tudo que a gente adora comer no inverno. Eles chegam ao nosso portfólio para provar que, para celebrar, não existe tempo ruim” explica.

Vale citar que o cava é considerado o espumante favorito dos espanhóis e saem majoritariamente da região da Catalunha, no nordeste da Espanha. Eles são produzidos segundo o método tradicional, tipicamente com as uvas Macabeo, Parellada e Xarel-Lo.

“Cava é caracterizado pela excelente relação de custo-benefício e por funcionar como uma espécie de meio termo entre champanhe e prosecco. Isso porque ele herda características das leveduras, mas, como normalmente passa menos tempo em contato com elas na garrafa, retém aromas frescos de frutas e flores”, comenta.

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Assim como os champanhes, esse espumante é muito versátil quando o assunto é harmonização. Isso se deve especialmente à alta acidez dos rótulos e à presença do gás carbônico gerado no processo fermentativo do vinho e retido nele com condições especiais de temperatura e pressão.

Fonte: Evino