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Como praticar exercícios físicos depois dos 50

Você precisa se exercitar agora mais do que nunca
Vamos encarar: um corpo de 50 ou 60 anos não é o mesmo de um de 20 anos. Você não será capaz de fazer as mesmas coisas- nem deveria. Mas o exercício é a chave para sua independência e uma boa qualidade de vida à medida que envelhece. Então, o que você precisa pensar em ser saudável sem se machucar?

O que o exercício faz

Você perde massa muscular à medida que envelhece, e o exercício pode ajudá-lo a reconstruí-la. Os músculos também queimam mais calorias do que a gordura, mesmo em repouso, o que compensará o seu metabolismo lento. O exercício ajuda a parar, retardar e, às vezes, melhorar doenças graves como as cardíacas, pressão alta, diabetes, derrame, Alzheimer, artrite e osteoporose. Pode ajudar seu cérebro a ficar afiado e evitar que você caia em pânico.

Tipos de exercício

Jovens ou velhos, todos precisam de diferentes tipos. Exercícios cardio ou aeróbicos aumentam a frequência cardíaca e fazem você respirar mais forte, o que constrói sua resistência e queima calorias. O treinamento de força ou peso mantém seus músculos prontos para a ação. Exercícios de flexibilidade ajudam a ficar mais flexível para que você possa ter uma gama completa de movimentos e evitar lesões. O treinamento de equilíbrio torna-se importante após os 50 anos para que você possa evitar quedas e permanecer ativo.

Escolha as atividades certas

Foto: Zing Images/Getty Images

O exercício de menor impacto, com menos saltos e batidas, é mais gentil com suas articulações. Algumas atividades oferecem mais de um tipo de exercício, portanto, você obterá mais retorno do seu investimento. Definitivamente, escolha coisas que você gosta de fazer! Seu médico ou fisioterapeuta pode sugerir maneiras de adaptar esportes e exercícios, ou alternativas melhores, com base nas limitações de quaisquer condições médicas que você tenha.

Caminhe

Daniel Reche/Pixabay

Simples e eficaz! Caminhar constrói resistência, fortalece os músculos inferiores do corpo e ajuda a combater doenças ósseas como a osteoporose. É fácil de fazer no seu dia a dia. Você pode ir sozinho ou torná-lo algo social. Em um ritmo moderado, você vai se exercitar e ainda ser capaz de conversar com um amigo ou grupo.

Corrida

Se você gosta de suar um pouco mais quando se exercita, tente correr para aumentar o ritmo cardíaco. Contanto que você pegue devagar e firme, use os tênis certos, e faça pausas para caminhar, suas articulações devem estar bem. Superfícies macias, como uma pista ou grama, também podem ajudar. Preste atenção em suas panturrilhas e quadris, com alongamento extra e fortalecimento para diminuir a chance de lesões.

Dança

Não importa de que tipo ou até aulas de aeróbica baseadas em dança, como Zumba e Jazzercise. Dançar ajuda sua resistência, fortalece seus músculos e melhora seu equilíbrio. Queima muitas calorias porque te faz se mover em todas as direções. Pesquisas mostram que aprender novos movimentos é muito bom para o seu cérebro também. Além disso, você pode estar se divertindo tanto, que talvez não note que está fazendo exercícios.

Golfe

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Grande parte do benefício deste esporte vem da caminhada: uma rodada média é de mais de 10.000 passos, ou cerca de 5 milhas. Além disso, seu balanço usa todo o seu corpo, e requer bom equilíbrio e foco calmo. Se você carregar ou puxar seus tacos, isso é ainda mais um exercício. Mas mesmo usando um carrinho vale a pena. Você ainda está trabalhando seus músculos e entrando em etapas junto com ar fresco e alívio do estresse.

Ciclismo

É especialmente bom quando você tem articulações duras ou doloridas, porque suas pernas não têm que suportar seu peso. A ação faz seu sangue se mover e constrói músculos na frente e atrás de suas pernas e quadris. Você usa seu abdômen para equilibrar e seus braços e ombros para pedalar. Porque há resistência, você está fortalecendo seus ossos, também. Quadros de bicicletas e selas especialmente projetados podem tornar a pilotagem mais segura e fácil para vários problemas de saúde.

Tênis

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Esportes de raquete, incluindo tênis, squash e badminton, podem ser particularmente bons em mantê-lo vivo por mais tempo e para diminuir sua chance de morrer de doença cardíaca. Jogar tênis duas ou três vezes por semana está ligado a melhores tempos de resistência e reação, menor gordura corporal e colesterol HDL “bom” mais alto. E constrói ossos, especialmente em seu braço, costas baixas e pescoço. Jogue duplas para um treino menos intenso e social.

Treinamento de força

A perda muscular é uma das principais razões pelas quais as pessoas se sentem menos enérgicas à medida que envelhecem. Quando você levanta pesos, malha em máquinas, usa bandas de resistência ou faz exercícios com seu próprio peso corporal (como flexões e abdominais), você constrói força, massa muscular e flexibilidade. Vai tornar as coisas como carregar mantimentos e subir escadas mais fácil. Você pode entrar em uma academia, mas não precisa. Cavar e escavar no jardim também conta!

Natação

Você pode se exercitar por mais tempo na água do que em terra. Não há peso colocando estresse em suas articulações (e fazendo-as doer), e a água oferece resistência para construir músculos e ossos. As voltas de natação queimam calorias e trabalham seu coração como correr e andar de bicicleta, mas não é provável que você superaqueça. A umidade ajuda as pessoas com asma a respirar. O exercício à base de água melhora a mentalidade das pessoas com fibromialgia.

Yoga


Realizar ativamente uma série de poses irá esticar e fortalecer seus músculos, bem como os tendões e ligamentos que mantêm seus ossos juntos. A respiração consciente também faz uma espécie de meditação. Yoga pode ajudar a diminuir sua frequência cardíaca e pressão arterial e aliviar a ansiedade e a depressão. Confira diferentes estilos e aulas para combinar com o seu nível de condicionamento físico e o que lhe agrada.

Tai Chi


Este exercício silencioso às vezes é chamado de “meditação em movimento”. Você move seu corpo lenta e suavemente, fluindo de uma posição para outra, enquanto você respira profundamente. Não só é bom para o equilíbrio, como também pode melhorar a saúde óssea e cardíaca. Pode ajudar a aliviar a dor e a rigidez da artrite. Pode até te ajudar a dormir melhor.

Quanto?


Se você está bem de saúde, você deve ter pelo menos 150 minutos de atividade cardio moderada por semana. É melhor quando você divide por três dias ou mais, por um mínimo de 10 minutos de cada vez. Também passe o tempo pelo menos duas vezes por semana trabalhando especificamente os músculos das pernas, quadris, costas, abdômen, peito, ombros e braços. De um modo geral, quanto mais você se exercita, mais benefícios você recebe. E qualquer coisa é melhor do que nada.

Comece devagar

Isso é especialmente importante se você não está se exercitando há algum tempo ou quando você está começando alguma nova atividade que seu corpo não está acostumado. Comece com 10 minutos e aumente gradualmente o tempo com que frequência ou quão intensamente você se exercita. Precisa de motivação? Acompanhe seu progresso, seja por conta própria ou com um aplicativo ou ferramenta online.

Quando procurar um médico

Dor no peito, problemas respiratórios, tonturas, problemas de equilíbrio e náuseas quando você se exercita podem ser sinais de alerta. Avise seu médico o quanto antes, e não mais tarde. Seu corpo não vai se recuperar tão rápido quanto antes. Se seus músculos ou articulações doerem no dia seguinte, você pode ter exagerado. Faça de novo e veja o que acontece. Verifique com seu médico se a dor continua.

Fonte: WebMD

Mitos e verdades sobre beleza e bem-estar no inverno

Especialistas falam dos benefícios e desvantagens do frio para a beleza e a saúde

O frio engorda? A pele resseca? Não é raro que o inverno seja associado a mudanças negativas no corpo e que os benefícios e vantagens das temperaturas mais amenas sejam esquecidos ou ignorados. Se, por um lado, é natural sentir mais fome nos dias frios, por outro, o corpo apresenta espontaneamente um maior gasto energético, o que acaba levando muitas pessoas a adotarem hábitos equivocados. Para manter o corpo e a saúde em dia neste inverno, confira uma lista de mitos e verdades da estação segundo especialistas:

Foto: Shutterstock

É comum sentir mais fome nos dias frios
Verdade. Você certamente já se perguntou por que a gula parece vir com tudo no inverno. “Em temperaturas baixas, nosso metabolismo tem como tendência ficar mais acelerado. Com isso, é gerado mais calor na tentativa de aquecer o nosso corpo e, por consequência, o gasto calórico é maior, assim como a necessidade de se ingerir mais calorias. No frio, a sensação de prazer é muito maior quando ingerimos alimentos quentes. E, normalmente, eles são mais calóricos. Mas, é preciso cuidado porque costuma-se praticar menos exercícios físicos e é possível que se ganhe quilos a mais na balança”, alerta Nívea Bordin Chacur, nutróloga da Clínica Leger.

Se exercitar no inverno ajuda a emagrecer
Verdade.
É normal bater aquela preguiça só de pensar em sair da cama nos dias mais frios, mas para quem quer emagrecer, essa pode ser a época ideal para dar início ao projeto verão. Isso porque no inverno o metabolismo do corpo acelera, pela necessidade de produzir mais calor, ativando mecanismos naturais que promovem a queima de gorduras. “Para impulsionar ainda mais essa tendência do corpo a gastar calorias, vale manter a rotina de exercícios sempre em dia. O ideal é praticar alguma atividade física diária por pelo menos 40 minutos”, completa Nívea.

É a melhor época para fazer cirurgia plástica e tratamentos estéticos
Verdade. Você sabia que é neste período que as clínicas de cirurgia plástica e estética apresentam um aumento de cerca de 40% no movimento? E isso tem explicação. De acordo com a dermatologista Gina Matzenbacher, que também atua na Clínica Leger, a tendência é que as pessoas passem mais tempo em casa e se exponham menos ao sol, o que torna o pós-operatório muito mais agradável. “A preocupação não está com a cirurgia em si, mas sim no pós-operatório. As cirurgias nos seios e abdômen, por exemplo, exigem o uso da cinta durante dias ou até mesmo meses, o que pode incomodar nos dias quentes de verão. Agora no inverno, recomendamos também, tratamentos como o laser de CO2 fracionado ou um peeling mais profundo, uma vez que o sol é inimigo da cicatrização e prejudica a recuperação da pele, podendo até piorar ou agravar o estado da cútis se exposta ao sol durante um tratamento. Costumamos dizer que o inverno é a nossa época de eleições para estes tipos de procedimentos estéticos”.

Pode dispensar o protetor solar no inverno
Mito.
O sol pode até não estar brilhando tão intensamente quanto durante os dias quentes de verão, mas isso não pode servir de desculpa para você abrir mão dos cuidados com a pele. Usar protetor solar diariamente, mesmo em dias nublados, continua sendo a recomendação dos especialistas. “O protetor solar, com fator de proteção 30, tem que ser aplicado em todas as estações do ano, com chuva ou sol. As radiciações UV estão presentes em qualquer momento do ano, até mesmo quando o tempo está nublado. Lembrando que o protetor solar tem uma duração de no máximo quatro horas, por isso é extremamente importante a sua reaplicação”, garante Ana Cecilia Corcini, médica especialista em estética da Clínica Leger. E não basta aplicar o produto no rosto. Todas as demais áreas expostas ao sol, como mãos, braços e colo, devem ser contempladas.

Pele ressecada é mais comum em baixas temperaturas
Verdade.
A queda na umidade relativa do ar aliada às alterações na temperatura comprometem a hidratação da pele nessa época do ano. É preciso um cuidado redobrado, pois é muito comum, além do ressecamento, rachaduras nos lábios e pés. O ideal é usar produtos para uma pele mais sensível e fragilizada, substituir o sabonete em barra pelo líquido, que já tem um hidratante na composição, além de aproveitar os três minutinhos após o banho, quando a pele ainda está úmida e vai absorver um pouco mais dos produtos tópicos, para passar um bom hidratante. Segundo Ana Cecilia Corcini, “no frio temos um hábito não muito saudável de aumentar a temperatura do chuveiro, com isso temos ressecamento da pele e maior produção de oleosidade no couro cabeludo, o que pode gerar até a queda capilar. Por isso é importante, investir em cremes a base de ureia e óleos e evitar o chuveiro muito quente ao lavar o cabelo”, reforça a médica.

Foto: Winzy Lee/Shuttestock

É a melhor estação do ano para tratamentos de varizes
Verdade.
“O inverno é a melhor época para tratar as varizes e os “vasinhos” (veias finas avermelhadas ou arroxeadas). Durante os meses de junho a setembro, as temperaturas são mais amenas e as pernas podem ficar mais protegidas do sol durante o tratamento. A maior vantagem em tratar as varizes no inverno é ficar com as pernas prontas para aproveitar o verão”, afirma Fernanda Federico, cirurgiã vascular da Clínica Leger. Além de melhorar a aparência estética, o tratamento das varizes proporciona melhora da saúde, bem estar e qualidade de vida. Às vezes, apenas os vasinhos são visíveis, mas é possível que haja microvarizes e varizes que também precisam ser tratadas. Antes de começar qualquer procedimento, ainda que para fins estéticos, é preciso fazer uma avaliação clínica vascular das pernas. “Menor exposição ao sol, roupas mais quentinhas e fechadas protegem as regiões tratadas e, assim, menor será a chance de surgir manchinhas na pele. Baixas temperaturas reduzem o inchaço e facilita o uso de meias elásticas”, conclui a médica.

Fonte: Clínica Leger

Táticas para manter o corpo saudável e em movimento durante o trabalho remoto

Simulação de ida ao trabalho, ficar em pé por períodos mais longos e se manter hidratado estão entre as recomendações de especialista do Freeletics

Há mais de um ano, o home office se tornou uma realidade para diversas pessoas – e essa alternativa chegou para ficar. Se, por um lado, há menos correria no dia a dia, o trabalho remoto tem provocado mudanças na vida diária: as pessoas estão mais sedentárias e suas cozinhas, abastecidas com aquilo que gostam, estão sempre ao seu alcance.

Liora Bels, especialista em bem-estar do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos e estilo de vida com uso de inteligência artificial, explica por que as pessoas ficam mais preguiçosas quando trabalham em casa: “Em primeiro lugar, para começar a trabalhar, só precisamos sair da cama e sentar em frente ao computador. Não precisamos pegar metrô, ônibus ou dirigir”, destaca. “Em segundo lugar, nossa refeição já está bem ali”, completa.

A especialista alerta que, mesmo dentro de casa, ser ativo é essencial para o bem-estar físico e mental. Diante desse cenário, Liora listou algumas dicas de como manter o corpo em movimento, driblar algumas dificuldades da rotina de home office e aproveitar melhor o dia.

Reunião em movimento e simulação de ida ao trabalho

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Problema: os encontros espontâneos e reuniões presenciais não estão acontecendo. “Agora que você não tem a oportunidade de encontrar seus colegas de trabalho no refeitório, é provável que tenha ainda mais reuniões. Isso ocorre porque aquelas conversas espontâneas sobre projetos em andamento foram interrompidas. E, com reuniões online, andamos menos”, pontua a especialista.
Solução: reuniões em movimento
“Faça uma reunião caminhando. O ato de caminhar aumentará a circulação e quebrará a monotonia. Portanto, sempre que possível, pegue seus fones de ouvido e saia para uma caminhada. Você pode fazer isso durante chamadas de vídeo mais casuais, ou durante reuniões por telefone mais longas, desde que um pouco de ruído externo seja tolerável quando você falar”, destaca Liora.
Outra opção é “simular a ida e volta do trabalho”. “Embora o trabalho em casa nos poupe muito tempo por eliminar nosso deslocamento diário, ele também nos tirou um importante período de transição entre nossa vida profissional e nosso tempo livre. Então, se você quer manter essa diferenciação, tente fazer uma caminhada antes e depois do trabalho. Dessa forma, você também terá mais movimento no seu dia”, completa.Trabalhe de pé

Shutterstock

Problema: permanecer sentado por longos períodos diminui a mobilidade
O home office tem outra característica diferente do local de trabalho: você não precisa sair da sua cadeira confortável com tanta frequência. “Enquanto está no escritório, talvez você tenha que deixar sua mesa para ir até a impressora, para tomar um café no corredor ou para pegar algo em outro departamento. Em casa, sua impressora pode estar bem ao lado do computador e a sua cozinha está no cômodo ao lado. Consequentemente, você vai passar ainda mais tempo sentado”, alerta a especialista. “O ato de se sentar é uma postura corporal muito estática e flexionada. Com o tempo, o corpo se adapta a essa posição fixa, fazendo com que os músculos se alonguem ou encurtem onde não deveriam, além de tornar as articulações menos móveis”, explica.
Solução: crie algumas opções para você trabalhar em pé
Para aliviar algumas das características negativas de ficar sentado por muito tempo, providencie uma forma de ficar de pé enquanto trabalha. Talvez você tenha um balcão de cozinha que possa usar, ou seu trabalho pode até providenciar uma mesa vertical. De qualquer forma, certifique-se deixar seu espaço de trabalho na altura ergonômica correta para você, mesmo que, para isso, tenha que usar livros ou outros objetos estáveis para fazer ajustes. “Criar uma opção para passar parte do dia em pé permitirá que você fique mais em movimento para manter a mente limpa, e para relaxar a parte superior das costas, especialmente durante aquelas reuniões longas e exaustivas”, afirma Liora.

Programe sua movimentação

Problema: reuniões em movimento e trabalho em pé não são opções razoáveis
“Talvez você seja o tipo de pessoa altamente focada, que prefere sentar-se em silêncio enquanto pensa ou digita. Consequentemente, caminhar ou ficar em pé pode não ser sua melhor opção”, destaca Liora.
Solução: programe com antecedência um momento para se movimentar
“O que você pode fazer em vez de andar ou ficar em pé é programar pausas em intervalos regulares para se movimentar. Talvez seja necessário programar um cronômetro a cada 30, 45 ou 60 minutos e se mover por 5 minutos”, orienta a especialista. “Se você não pode fazer pausas regulares porque é difícil prever quando estará livre, sua melhor opção é programar um treino completo antes ou depois do trabalho. Se possível, você pode até programar o treino no meio do período de trabalho para quebrar um longo período sentado”, recomenda.
A especialista completa: trate o tempo de movimento como uma importante reunião de negócios e comprometa-se com ele com antecedência: assim, seu dia de trabalho terá um início ou fim bem demarcado. “Se você for uma pessoa matutina, faça exercícios antes de começar o dia. Se você gosta mais da noite, comece a suar depois do trabalho, antes de ir para o conforto do sofá”, destaca. “Independentemente do método escolhido, ter uma programação de movimento garante que seu corpo receba o que precisa. Assim, você terá mais produtividade no trabalho e ficará mais saudável”, complementa.

O segredo é a hidratação

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Ser saudável vai muito além de apenas treinar. O organismo também precisa da nutrição adequada. “Isso pode ser complicado quando se trabalha em casa, porque muitas vezes somos forçados a ir de uma reunião para outra sem intervalos razoáveis. Isso pode fazer com que esqueçamos de beber água, além de corrermos o risco de adquirir o hábito de comer para aliviar o estresse”, alerta Liora.
Problema: a desidratação faz mal tanto para o corpo quanto para a mente
Uma desidratação de apenas 2% causa um decréscimo no desempenho em tarefas que requerem atenção e nas habilidades de memória Um suprimento constante de água é essencial para o corpo e o cérebro. “Portanto, certifique-se de não se esquecer de beber água com regularidade, entre 1,5 e.2 litros por dia”, recomenda a especialista.
Solução: tenha água sempre ao alcance da mão
Um truque fácil é colocar em sua mesa uma garrafa d’água de 1 litro. “Não se preocupe em sentir sede, experimente tomar um gole d’água de tempos em tempos e veja como você se sente. Aprenda a ouvir suas dicas corporais, pois agora você está se movimentando menos. Você deve esvaziar a garrafa pelo menos 1-2 vezes ao dia. Você também pode fazer o mesmo com chá ou outras bebidas sem açúcar”, indica.

Obtenha o combustível certo para o seu dia de trabalho

Problema: você se esquece das refeições porque comer em casa é muito conveniente
Segundo a especialista, a segunda metade de uma nutrição é o que a pessoa come. “Com a cozinha no cômodo ao lado, é fácil dar um pulo até a geladeira e beliscar para aliviar o estresse entre uma reunião e outra. Ou talvez você se envolva tanto no trabalho que acaba se esquecendo de comer”, destaca.
Solução: estoque alimentos saudáveis e programe suas refeições
A primeira parte desta tática se baseia em evitar alimentos prejudiciais: “não leve para casa nada que possa pesar na sua consciência. Isso significa não comprar doces ou fast food. Em vez disso, tenha um suprimento constante de lanches saudáveis e, caso aconteça de você comer por estresse, o ideal é que sejam nozes e frutas”, orienta Liora. A outra recomendação é manter uma programação regular de refeições. “Ao trabalhar em casa, é muito fácil atrasar as refeições só porque a cozinha está ao lado. Não caia nessa armadilha: não comer com regularidade deixa seu cérebro faminto por nutrientes. Isso pode levar à falta de concentração, resultando em um mau desempenho no trabalho e levando até mesmo à compulsão alimentar”, alerta. “Evite que isso aconteça agendando um intervalo adequado para o almoço. Se não for possível, programe lanches ao longo da sua jornada de trabalho. Pré-cozinhar suas refeições também pode ajudar se você não tiver tempo de prepará-las durante a semana”, pontua.

Para Liora, em momentos desafiadores como esse, é preciso disciplina para permanecer bem e ter uma vida saudável. “Ao fazer um esforço consciente para caminhar, beber mais água, planejar suas refeições e treinar, você seguirá no rumo de se tornar a sua melhor versão”, finaliza.

Fonte: Freeletics

Doenças vasculares aumentam em até 30% nos dias quentes

Dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, seção Rio de Janeiro (SBACV-RJ), indicam que as altas temperaturas, comuns da época do verão, aumentam entre 20% e 30% o risco de doenças vasculares, ou venosas, nos membros inferiores. De acordo com os números, normalmente elas são associadas a varizes. Caio Focássio, cirurgião vascular de SP, conta porque isso acontece.

“O motivo de as altas temperaturas piorarem as doenças venosas no verão é porque o calor provoca vasodilatação, ou seja, a dilatação dos vasos sanguíneos, com uma sobrecarga nas veias dos membros inferiores. Por isso, pessoas com doença vascular prévia tendem a piorar no verão, enquanto as demais podem sentir edemas, dores nas pernas, cansaço, peso, cãibra, ressecamento da pele e coceira – que são intensificadas pelo calor”, fala.

Isso porque, nos dias quentes, o calor gera um fenômeno chamado vasodilatação, que retarda o retorno da circulação do sangue dos membros inferiores para o coração. Essa é uma das causas de inchaço nas pernas e pés, típicos dessa época. Os inchaços podem não ter nenhum problema associado, mas também podem representar doenças como varizes, trombose ou edema linfático. Por isso, é importante consultar um especialista se o inchaço for além do normal.

Focássio conta que o calor aumenta também a espessura do sangue, subindo a pressão e a frequência cardíaca. A chance de ter a doença é ainda maior para quem já tem colesterol alto, é diabético, hipertenso ou obeso.

Para evitar esses problemas, a recomendação mais importante que o médico deixa é com relação a hidratação: o consumo deve ser entre dois e três litros de líquidos por dia, com preferência para a água. “Além disso é recomendado evitar a exposição direta ao sol por longos períodos, fazer refeições leves, que exigem menos esforço do organismo durante a digestão, e evitar o abuso de sal, que absorve muito líquido e pode colaborar para o inchaço de membros inferiores e superiores”, alerta o vascular.

A desidratação no verão pode ter efeitos graves para o paciente que tem doença cardiovascular ou vascular periférica, relacionados à perda do nível de consciência, desmaios e queda de pressão arterial. “É importante cuidar bem da saúde durante todo o ano, controlar a hipertensão arterial, diabetes e sedentarismo que são fatores que podem desencadear sérios problemas”, finaliza Focássio, que ensina três exercícios físicos que melhoram a circulação e o retorno venoso e podem ser feitos dentro de casa:

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Alongamento: é considerado um forte aliado da ativação circulatória. Uma dica é apostar em movimentos para esticar as pernas, afinal alongar e esticar aliviam dores e cansaços.

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Simulação de andar de bicicleta: deitado no chão ou em um colchonete, assegure-se de colocar as costas contra o chão e as mãos atrás da nuca. Levante as pernas e simule o pedalar durante 1 minuto, descanse e retome.

Flexões dos pés: sentado em uma cadeira com os calcanhares apoiados no chão. Levante as pontas dos dedos e as mantenha elevadas por alguns segundos. Depois, abaixe e levante os calcanhares de forma alternada. Complete 20 repetições com cada pé.

Fonte: Caio Focássio é cirurgião vascular formado pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Pós-graduado em Cirurgia Endovascular pelo Hospiten – Tenrife (Espanha). Médico assistente da Cirurgia Vascular da Santa Casa de São Paulo.

Máscaras: o que (ainda) é preciso saber sobre o acessório

A otorrinolaringologista Milena Costa destaca alguns pontos para ajudar no uso correto desse artigo que entrou na rotina para ficar

A principal certeza que se leva da pandemia, pelo menos por enquanto, é que a máscara é o mais ‘recente’ item do cotidiano. Inclusive sem data para ir embora ou deixar de ser usada. Utilizá-la é fundamental, mas fazer isso da maneira correta pode ser ainda mais imprescindível.

Pensando nisso, a otorrinolaringologista Milena Costa separou algumas atitudes, pontos e dúvidas que ainda pode ser recorrentes quando o assunto é o uso das máscaras de proteção.

1. Qual máscara escolher?

orna wachman pixabay mascara facial profissional
Com a obrigatoriedade do uso das máscaras, esse novo item começou a ser muito mais fabricado. Por ser uma ferramenta de segurança, é preciso que a máscara siga alguns critérios para que esta desempenhe sua função adequadamente. Uma das circunstâncias a ser levadas em conta na hora de escolher a máscara é o tecido. “Quanto mais fechada a trama do tecido e mais camadas tiver a máscara melhor,” diz a otorrinolaringologista.

2. Máscara no lugar certo

pexels mulher colocando tirando mascara
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Outro ponto que precisa ser reforçado é que não cobrir adequadamente o nariz e a boca ou colocar a máscara no queixo e no pescoço, além de ser ineficiente e não proteger, contamina essas regiões. “O conceito principal é a partir do momento em que se coloca a máscara, ela não deve ser mais manipulada. A não ser na hora de tirá-la, o que deve feito pelas alças que ficam atrás da orelha. Nunca manipular ou ajeitar a máscara, porque se está encostando na parte externa e consequentemente também contaminando a mão.”

3. A hora de trocar – e com higiene!

mascara facial varal lavando limpeza
Conger Design/Pixabay

Dar atenção não só para o uso, mas também para a necessidade e a importância da troca da máscara é outro aspecto fundamental. “As pessoas devem ter mais de uma máscara. E é preciso tirar o conceito de que se pode usar a mesma máscara várias vezes ou por vários dias. Ela é individual e não deve ser dividida”. Segundo a especialista, é aconselhado fazer a troca a cada duas horas, em média, ou se a máscara ficar úmida. “O intuito da máscara também é não permitir, em caso de tosse ou espirro, que as gotículas se dispersem no ambiente. Se for espirrar que seja na máscara, mas cuidado ao manipulá-la e depois encostar na face,” diz.

E nada de deixá-la jogada pela casa. A médica lembra ainda que depois da troca, a máscara de pano deve ser colocada dentro de um saco plástico fechado até o momento da lavagem, e não ficar exposta de forma inadequada no ambiente. “Uma vez chegando em casa se pega as máscaras que foram usadas e as coloca em solução desinfetante. Que pode ser água sanitária”. Milena explica que se for máscara descartável, é interessante colocar em um saquinho fechado e depois jogar no lixo. “Assim, diminui as chances de uma possível dispersão do vírus. Mesmo as máscaras descartáveis devem ser eliminadas corretamente,” afirma Milena.

4. Exercício: com ou sem máscara?

dreamstime mulher exercicio correndo mascara
Dreamstime

“O exercício físico deve ser feito com máscara, principalmente agora que as academias estão abertas”. A médica ainda salienta que mesmo durante o exercício físico na rua o uso da máscara é obrigatório e necessário. “Infelizmente, dá sensação de falta de ar, mas já existem alguns modelos de máscaras voltadas para o esporte, que são bem acopladas. Porém, não tem uma maneira de diminuir a sensação de sufocamento e o exercício deve ser feito de máscara,” afirma.

5. Criança usa máscara?

mascara crianca etsy

No caso dos pequenos é indicado que usem máscaras a partir de dois anos de idade. A otorrinolaringologista explica que essa faixa etária está relacionada com crianças que, teoricamente, já sabem manipular o item de segurança. “Menores de dois anos tendem a ficar manipulando a máscara e isso pode ser até pior, por exemplo, ao colocarem a mão nos olhos. Além disso, crianças menores que essa idade não conseguem usar muito bem a máscara por longos períodos”.

Milena Costa é médica otorrinolaringologista formada pela Faculdade de Medicina de Taubaté, com residência médica em Otorrinolaringologia no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e fellowship de pesquisa em Rinologia pela Stanford University, na Califórnia.

Qual é a melhor escolha para fortalecer o assoalho pélvico?

Você sabia que a perda involuntária de urina é uma das maiores queixas de mulheres, especialmente na fase pós-menopausa? A chamada incontinência urinária, associada ou não ao esforço, atinge cerca de 20% delas em algum momento da vida. Isso acontece em decorrência de alterações no assoalho pélvico, região formada por músculos que sustentam útero, vagina, bexiga e reto.

“Há muitas mulheres que associam esse quadro à maturidade, como se ele fosse natural após determinada idade. No entanto, isso não é fato. É preciso buscar um especialista que solicitará exames específicos para diagnosticar o problema e orientar sobre a melhor de tratamento”, constata o médico Luiz Gustavo Oliveira Brito, vice-presidente da Comissão Nacional Especializada em Uroginecologia e Cirurgia Vaginal, da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Há outros problemas relacionados à fragilidade do assoalho pélvico, como prolapso genital, popularmente conhecido como bexiga caída ou bola na vagina (é caracterizado pela perda de sustentação dos órgãos da região pélvica), incontinência fecal, ou perda de fezes de forma não voluntária (é decorrente principalmente do estiramento de um músculo específico no momento do parto) e dor pélvica crônica (dor na base da barriga quando ocorre por mais de seis meses). Há tratamentos eficientes para melhorar o quadro e oferecer mais qualidade de vida à paciente.

Conheça as indicações de cada um:

Dieta alimentar

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“Estudos comprovam que ao eliminar 5% do peso corporal há uma redução de 40% a 50% de episódios de perda não desejada de urina. A melhora é significativa e interessante principalmente para mulheres idosas que acreditam que isso não seria um problema, mas sim uma questão natural relacionada ao envelhecimento. Nós gostamos de deixar bem claro que, na verdade, perder urina não é normal em nenhuma idade e necessita de tratamento”, avisa o médico.

Cirurgia

Na verdade, não existe um método que seja 100% eficaz para qualquer tipo de incontinência. Mesmo a melhor das cirurgias (a escolha da técnica dependerá da gravidade do problema, do tipo de incontinência, bem como da experiência do médico e da concordância da paciente) promete uma taxa de cura de 90 a 95%, mas não mais do que isso. “Quando a mulher se submete a uma cirurgia para aquele tipo de perda urinária, à qual chamamos de incontinência urinária de esforço, ela precisa estar ciente de que existe uma taxa de falha. E com o passar do tempo, esse risco pode aumentar, pois alguns fatores influenciam o retorno do problema, como ganho de peso ou algumas doenças que afetam o sistema urinário”, alerta o Dr. Luiz Gustavo Oliveira Brito.

Laser

É uma técnica razoavelmente nova e pesquisas mostram mais benefícios nos casos de atrofia genital. Isso ocorre na menopausa e a mulher percebe ressecamento vaginal que pode gerar coceira, falta de lubrificação no momento do sexo, ardência, incômodo e incontinência urinária. De acordo com o especialista, neste caso, para pacientes que não podem utilizar terapia hormonal de nenhuma forma, incluindo a tópica, o laser é uma opção. “No entanto, se o problema for perda de urina, especificamente, há poucos trabalhos já realizados comprovando que essa tecnologia funciona. Os resultados apontam para uma alternativa interessante, porém ela ainda carece de um número maior de estudos”, afirma.

Exercício

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Desenho: healthyandnaturalworld

A fisioterapia é indicada para mulheres que apresentam alteração na condição muscular local. A avaliação é feita pelo exame de toque e mostra o quanto a mulher contrai e segura essa musculatura. Caso ela não tenha força de contração adequada, alguns exercícios podem ser realizados em casa para fortalecimento da região. Os mais comuns são chamados de exercícios de Kegel. A técnica consiste basicamente em uma série de contrações que podem ser realizadas pela mulher em qualquer local ou momento do dia.

Medicamento

Auxilia no combate da incontinência de urgência (perda de urina depois de uma vontade subida de urinar) ou apenas a urgência urinária – as duas formas são conhecidas como bexiga hiperativa. A medicação atua bloqueando a contração muscular involuntária. É bom salientar que esse problema pode ser agravado pelo frio, consumo de cigarro, bebida gasosa, café e por situações estressantes.

Injeção de toxina botulínica

Vials and Syringe
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Indicada para bexiga hiperativa, a substância é aplicada nos músculos da parede da bexiga, paralisando-os e impedindo que se contraiam involuntariamente. Os efeitos duram, em média, nove meses. Depois é necessário refazer a aplicação. Apresenta ótimos resultados.

Fonte: Febrasgo

 

Segredos da ayurveda para uma pele mais bonita

Renata de Abreu revela os segredos da Ayurveda para uma pele mais bonita

Ter uma pele bonita e saudável faz toda a diferença no nosso modo de agir e nos apresentar, além de trazer aquela sensação de confiança. Adepta da ayurveda, Renata de Abreu, expert no segmento de spas, tornou a medicina indiana uma filosofia de vida, inclusive é um ingrediente obrigatório em seus tratamentos estéticos. Para Renata, a prática dessa medicina alternativa, só traz benefícios à saúde, trazendo beleza de dentro para fora, influenciando, inclusive, em uma pele mais radiante.

Segundo a tradicional sabedoria indiana, nada tem a mesma medida para duas pessoas, tudo acontece conforme as características individuais. Trata-se de uma ferramenta de autoconhecimento para que tudo possa ser otimizado de acordo com o tipo físico e psicológico. Para essa medicina, todos somos compostos de cinco elementos da natureza: água, fogo, terra, ar e éter. Esses elementos juntos resultam na nossa personalidade.

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São três os tipos de personalidades existentes, os chamados doshas, que caracterizam o nosso biotipo: Kappa, Pitta e Vata. Estes três perfis são as combinações dos cinco elementos do universo:

Vata: ar e éter
Pitta: fogo e água
Kapha: terra e água

O tipo de pele ayurvédica de uma pessoa, portanto, pode ser Vata, Pitta ou Kapha, ou as vezes uma combinação de dois destes doshas. Além disso, uma pessoa pode nascer com um determinado tipo de pele, mas ao longo do tempo isso pode mudar por causa de fatores externos, como clima, dieta, hábitos de vida ou poluição ambiental. Esses “desequilíbrios” também devem ser levados em conta na escolha de um programa de cuidados da pele e isso deve ser feito por meio de um estudo detalhado do seu dosha, com um profissional especializado.

Mas, além das orientações profissionais, é possível, sim, tomar alguns cuidados que valem para qualquer tipo de pele. Veja as dicas de Renata de Abreu, para uma vida mais equilibrada e uma pele viçosa:

Aposte nos vegetais

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Consuma sempre vegetais com alto teor de água, que são mais fáceis de digerir, como alface, cenoura, pepino, rabanete (conhecido na ayurveda por suas propriedades purificadoras), funcho e espargos. Estes vegetais são tridóshicos, ou seja, bons para todos os tipos de pele. Combine pelo menos três deles e coma com molho de azeite e limão, tudo natural, é claro.

Coma porções menores

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A medicina tradicional e a ayurvédica concordam que adicionar sementes, nozes e castanhas à sua dieta melhorará a condição de sua pele. Você pode adicionar amêndoas, sementes de girassol, sementes de linhaça e outras nozes e castanhas à aveia, por exemplo, ou consumir esses alimentos como lanche da tarde.

Sempre beba algum chá

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Foto: Emily Beeson / Morguefile

Mantenha-se hidratado durante todo o dia e dê preferência a líquidos quentes, como chá de ervas. Fazer algum chá picante com gengibre fresco e limão vai ajudar a despertar seus ânimos na parte da tarde e manter sua digestão saudável, algo extremamente importante para uma pele brilhante e saudável.

Exercite-se

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Médicos modernos aconselham exercícios para manter seus músculos e articulações saudáveis e tonificados, enquanto eliminam as toxinas. Atividades físicas também melhoram a circulação sanguínea, a digestão e deixam a pele com um saudável tom corado! Escolha o tipo de exercício que faz você se sentir bem e mexa-se! Você pode correr, dançar, pedalar, o que importa é não parar!

Fonte: Renata de Abreu foi triatleta e maratonista, tem em seu currículo uma vasta imersão em estudos na área de terapias de tratamento corporal e da medicina preventiva Ayurvédica, incluindo certificação pelo The Chopra Center. E foi a partir de todo esse conhecimento que a empresária, terapeuta corporal e consultora de Spas uniu a alta tecnologia da estética com a sabedoria milenar da Ayurveda em favor da saúde e da beleza. Com tratamentos feitos de dentro para fora, que não trabalham apenas com a parte estética. Além disso, dedica-se com a mesma qualidade em seu Spa Home, na praia de Sunny Isles, onde cerca de 75% dos clientes são brasileiros ou latinos.

 

Cinco dicas para você preservar a sua coluna na viagem de férias

Ortopedista. Mauricio Marteleto mostra que medidas simples podem evitar sérios transtornos

As férias tão esperadas chegaram e você está pronto pra botar o pé na estrada. É tempo de lazer, descanso e diversão. Mas não custa nada tomar alguns cuidados para que você aproveite ao máximo o seu passeio. O ortopedista Mauricio Marteleto, preparou algumas dicas bem legais pra que você possa realizar, sem problemas, e com saúde tudo aquilo que planejou.

“São cuidados básicos de postura e de medidas que você pode adotar do começo da viagem até chegar ao seu destino”, afirma o ortopedista.

O especialista esclarece que os cuidados precisam ser tomados desde a hora em que você vai carregar a mala, Se a viagem for de carro ou ônibus e você vai passar muitas horas no trânsito saiba o que tem que fazer para evitar o desgaste e as dores na coluna.

1 – O cuidado começa pela mala

malas de viagem

O peso da mala pode ser um grande problema para sua coluna. Tome cuidado o tempo todo. Evite o peso excessivo porque ele pode exigir um esforço redobrado, portanto, não esqueça de dobrar os joelhos e manter a coluna ereta. Se vai usar mochila, evite os movimentos bruscos ou dê preferência aos modelos com rodinhas.

2 – Cuidado com a postura

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Foto: Anita Peppers/Morguefile

Tanto no trajeto, até ao seu destino, quanto nos dias de descanso, a preocupação com a postura tem que ser constante. Evite fazer movimentos bruscos ou fora dos padrões que você costuma realizar para evitar as fisgadas na coluna. Além disso, as atividades muito intensas costumam provocar dores incômodas de fadiga muscular que persistem por alguns dias e que limitam as suas possibilidades de lazer.

3 – Olhe se a posição do banco do carro é a mais adequada

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Foto: Jusben / Morguefile

Tanto para o motorista quanto para o passageiro, a posição do banco pode ser fundamental para que você tenha ou não uma viagem tranquila. A distância correta do banco ao volante pode evitar dor nas pernas, braços e principalmente na coluna. A lombar tem que estar totalmente apoiada no encosto. Evite curvar o corpo, o banco não pode ficar nem muito atrás, nem muito na frente. Não limite os movimentos, os braços não podem ficar nem totalmente esticados nem muito dobrados.

4 – Faça paradas programadas e não deixe de fazer alongamentos

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Foto: Thetravellingsaleswoman

É recomendado que as paradas sejam feitas a cada duas horas. Você deve sair do carro e se movimentar um pouco. O ideal é alongar pernas e braços e você pode fazer isso de maneira bem simples, como abrir e fechar as mãos para melhorar a circulação no membro superior e em consequência melhorar também todo o retorno do sangue e até a posição da coluna cervical. Outro alongamento indicado para essas paradas é que ajuda a aliviar a tensão e eventuais dores nas costas é a movimentação do pescoço. Mexa de um lado para o outro e faça movimentos circulares num ritmo normal. Se você repetir por cinco vezes esses movimentos já deverá ser suficiente para aliviar a tensão da viagem. A mesma recomendação serve para quem viaja de avião, trem ou ônibus. Procure andar e mexer os pés durante a viagem e, se houver parada, aproveite para descer e caminhar um pouco.

5 – Fique atentos às medidas preventivas

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Foto: Gabor / Morguefile

Alongar o corpo e fazer caminhadas durante os dias de lazer são medidas fundamentais para prevenir as dores e fazer com que suas férias sejam saudáveis também para a sua coluna. Lembre-se que o alongamento deve ser feito antes, durante e depois do exercício.

Fonte: Maurício Marteleto Filho é médico ortopedista formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, é membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, SBOT. Há 10 anos, atua na área de cirurgia da coluna vertebral, sendo membro efetivo da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), Sociedade Brasileira de Patologia da Coluna Vertebral (SBPCV) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Minimamente Invasiva da Coluna Vertebral.

Exercício físico com o cão está liberado no verão, mas com cuidados

Incluir o pet na rotina de exercícios físicos é uma boa estratégia para garantir momentos de descontração e também o bem-estar de ambos, pet e tutor. Mas, para o veterinário e proprietário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro, algumas dicas são importantes para a saúde do animal.

-Nos dias mais quentes, é preciso se atentar ao horário que irá se exercitar com o cão. O ideal é iniciar o mais cedo possível para evitar que o pet sofra hipertermia – aumento súbito da temperatura corporal do animal, que pode levá-lo à morte. Por isso, o ideal é que o treino inicie antes do meio dia, já que a partir deste horário a temperatura costuma elevar consideravelmente;

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-Se mesmo cedo, os tutores perceberem que o dia está atipicamente quente, o ideal é se exercitar em praças ou lugares com grama, pois calçadas e asfaltos costumam esquentar e podem queimar as patas do animal;

-Antes de sair de casa, os tutores costumam passar filtro solar. Com o cão não deve ser diferente. Hoje é possível encontrar protetores específicos para o animal, que o protegem da radiação solar. Essa dica é válida, principalmente, para as raças de pele muito branca. Esse cuidado evita queimaduras e problemas na pele do pet;

-Assim como estamos sempre acompanhados de uma garrafa de água, o cão também precisa desta hidratação, principalmente durante os exercícios físicos. Além disso, caso o animal precise parar para fazer necessidades, os tutores devem respeitar e esperar;

-O cão não libera calor como os humanos. Sua ‘transpiração’ ocorre por meio da respiração. Por isso é preciso ficar atento em como o cão está respirando. Algumas raças, como buldogues, boxers e pugs, possuem o focinho mais curto, o que propicia dificuldade de respirar, especialmente quando são submetidos a uma elevação do ritmo cardiorrespiratório. Nesses casos, os tutores precisam ficar ainda mais atentos.

Fonte: Clube de Cãompo