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Dez resoluções de saúde e bem-estar para este ano

Especialista do Freeletics elenca as principais dicas para definir e cumprir os objetivos ao longo do ano

O início de um novo ano é sempre marcado por um frenesi de resoluções, especialmente quando se fala em objetivos de saúde e condicionamento físico. Mas a grande maioria das pessoas não sabe qual a melhor abordagem para garantir o sucesso, como escolher as metas mais adequadas e qual o limite para não cometer exageros.

Diante desse cenário, Thomas Falda, especialista em treinos do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos e estilo de vida com uso de inteligência artificial, elencou algumas dicas para quem quer definir metas e cumprir essas resoluções nos próximos meses com saúde e da maneira correta. 

Resoluções de treino

1. Treine com mais consistência

Para o especialista, pode haver muitos motivos para alguém ter dificuldades em treinar de forma consistente. Um deles é que, às vezes, há uma discrepância entre o que queremos fazer e o que realmente podemos fazer. “Quando tendemos a perder a consistência, é sempre importante nos lembrarmos do básico”, destaca. Portanto, pergunte-se:

1. Seu treino semanal planejado se encaixa de forma realista na sua agenda pessoal? Se a resposta for sim, vá para a pergunta 2. Caso contrário, pare e reavalie;
2. O tempo reservado para cada sessão de treino é realista? Há algum outro horário durante a semana em que você possa fazer uma sessão mais longa ou em que seja preciso uma mais curta? Se isso ainda não te ajudar, vá para a pergunta 3;
3. Defina qual é o mínimo de treino que você pode fazer. É preciso priorizar os exercícios que deseja realizar;
4. Depois de tudo planejado, prepare-se para fazer mudanças em caso de emergência, ou imprevistos. “É melhor manter alguma consistência, mesmo que você não esteja realizando a sessão de treino dos seus sonhos. É importante que você se certifique que realmente possa fazer o que planejou. Isso vai garantir que você mantenha a motivação para treinar e, assim, será mais consistente”, destaca Falda.

2. Experimente um novo jeito de treinar

Segundo o especialista, se você atingiu o ponto em que deseja incluir novas dimensões em seu treino, adicionar corrida ou pesos ao seu programa é uma opção válida. “Você pode fazer isso combinando corrida ou treino com pesos ao seu programa com peso corporal. Você não precisa desistir da rotina de treino com peso corporal a qual já se acostumou, mas isso permite que você defina novos objetivos e veja se o treino extra de corrida vai lhe render algumas novas conquistas”, completa.

3. Aprenda novos exercícios

Falda aconselha: consistência e escolha do exercício certo. “Consistência é fundamental e nada pode ser alcançado sem ela. Aconselho começar treinando uma determinada habilidade duas vezes por semana. Depois de conseguir manter isso por várias semanas, você pode pensar em aumentar a frequência”, explica. “Escolher a habilidade certa para você significa praticar um exercício que seja desafiador, mas não muito. É preciso dominar outros exercícios mais acessíveis primeiro”, alerta Falda.

Resoluções para uma nutrição adequada

4. Cozinhe mais em casa

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“A maioria de nós sabe porque deve comer mais alimentos frescos, mas às vezes não sabemos exatamente como começar. Procure receitas simples, com etapas limitadas de preparação. Depois de se acostumar a cozinhar em casa, não demorará muito mais do que 30-45 minutos, que é aproximadamente o mesmo tempo que você passaria esperando pela sua comida em um restaurante”, destaca o especialista.

5. Prepare suas refeições e separe em porções

Para Falda, a preparação de refeições é uma ferramenta relativamente avançada para uma alimentação saudável e para alcançar objetivos nutricionais. “É uma técnica com foco em preparar a comida e separá-la em pequenas porções com antecedência, de modo que, durante a semana, você só precise reaquecer o que for comer. Ao fazer isso, você garante refeições saudáveis e que talvez não tenha tempo para preparar durante a semana”, explica.

Portanto, se quiser experimentar, siga estas dicas do especialista:

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– Para começar, vá devagar e experimente fazer uma refeição;
– Determine quantas vezes (porções) você está disposto a comer a mesma refeição ao longo de uma semana. O ideal é estar disposto a se alimentar da mesma refeição mais de uma vez, pois facilita o processo e reduz o tempo total de preparação;
– Certifique-se de comprar todos os ingredientes que precisa no supermercado;
– Cozinhe em porções e guarde em recipientes;
– Se você quiser fazer suas refeições em dias consecutivos, talvez nem precise congelá-las. Caso contrário, congelar é uma boa opção para manter os alimentos frescos, caso pretenda variar suas receitas.

6. Alimente-se melhor em casa

“Inicialmente, você deve tentar cozinhar refeições fáceis e rápidas. É como treinar: você não tentaria fazer um Squat com 200 kg na sua primeira tentativa. Cozinhar é a mesma coisa: comece fácil e simples. Qualquer um pode cozinhar arroz ou batata doce. Qualquer um pode comprar frango e colocar na panela”, aconselha o especialista. Assim como nos treinos, comece de forma fácil. Comece cozinhando e comendo alimentos saudáveis uma vez por semana. Assim que puder fazer isso de forma consistente, faça duas vezes por semana, três vezes por semana, e assim por diante. 

Resoluções para o seu bem-estar

7. Tente meditar

Foto: SelfSetFreeLiving

Para iniciantes, a indicação é começar aos poucos. “Se experimentar um estilo de meditação e ele não combinar com você, não desista. Experimente algumas vezes, como num processo de tentativa e erro. Teste outra coisa e veja se gosta. Depois de encontrar algo que goste, seja consistente e faça com cada vez mais frequência para torná-lo parte de sua rotina”, explica Falda. 

8. Escreva seus objetivos

Segundo o especialista, escrever pensamentos e ideias em forma de diário ajuda a organizar o dia e também tira algumas coisas da mente. “Para muitas pessoas, escrever em seu diário pela manhã enquanto toma um café ou chá matinal funciona melhor. Se você não souber por onde começar, faça uma lista de tarefas ou simplesmente escreva seus objetivos e pensamentos diários. Registrar no diário ajuda a dar mais estrutura à sua vida, e ver tarefas riscadas de uma lista proporciona uma sensação de realização. A melhor maneira de começar é experimentar”, pontua. 

9. Durma mais

O sono é vital para a vida, mas seus benefícios no desempenho físico e mental também são comprovados. “O sono aprimora seu desempenho de forma natural e não é uma boa ideia ignorá-lo se você quiser treinar com uma agenda lotada. Para fazer isso, você precisa estar descansado”, alerta Falda. “Dormir o suficiente com uma agenda lotada significa que você terá que priorizá-lo e dar a ele a atenção merecida. Um conselho simples seria programar um alarme à noite que indicará que está na hora de se preparar para dormir, cerca de 30 minutos a 1 hora antes do seu horário de costume para se deitar. A partir desse momento, foque seus pensamentos em se preparar para conquistar os desafios e execute sua rotina de costume antes de dormir”, explica.

Atenha-se às suas resoluções e permaneça motivado

10. Descubra seus porquês

Falda destaca: dedique algum tempo para saber por que você realmente deseja fazer uma resolução. “Quais são seus verdadeiros porquês e objetivos? Depois de saber por que está fazendo isso, lembre-se regularmente e concentre-se apenas em cumprir o que determinou. Nunca faça uma resolução por outra pessoa além de você, os objetivos são seus”, afirma. “É normal que nem todo dia tenhamos motivação para atingir nossos objetivos. Entretanto, saber o que nos motiva e nos faz continuar é muito poderoso. Reserve um tempo para se perguntar o que te motiva: habilidades, aparência, conquistas, peso, competição. Descubra qual tem maior significado para você e persiga até conseguir”, conclui.

Concentre-se nas resoluções mais importantes para você

Para o especialista, é preciso pensar em qualidade acima de quantidade. “É melhor escolher apenas algumas dessas sugestões e torná-las uma parte consistente de seu novo estilo de vida do que tentar tudo de uma vez e falhar. A transformação para a sua melhor versão não vai acontecer da noite para o dia. Ao escolher objetivos realistas, você estará se preparando para o sucesso nos meses seguintes”, finaliza.

Fonte: Freeletics

Saiba tudo sobre seu relógio corporal e como melhorar o sono

Sinta o ritmo

Seu corpo tem minúsculos relógios em todo o lugar para manter tudo funcionando perfeitamente. Mas o mestre em seu cérebro dá as ordens e dirige seu ritmo circadiano. Esse é o seu ciclo de 24 horas que controla coisas como a temperatura do corpo, fome e – o maior – sono. E esse relógio é conectado diretamente aos seus olhos, então, a luz tem um grande efeito sobre ele.

O que motiva você


Quando você abre os olhos pela manhã, a luz inunda seu cérebro. Ela ativa e desativa certos genes para deixá-lo animado para o dia. Também diz ao cérebro para parar de produzir melatonina, um hormônio que deixa você com sono. Mais tarde, com o passar do dia, a escuridão ativa o interruptor da melatonina para prepará-lo para dormir.

Cotovias e corujas


Os relógios da maioria das pessoas funcionam na mesma programação. Mas alguns estão um pouco fora da faixa normal. Cotovias acordam cedo, alertas e ansiosas para começar algo. Corujas? Você tem que arrastá-las para fora da cama, mas quando a noite chegar, elas estarão lá. Os cientistas acham que as cotovias podem ter relógios um pouco mais rápidos e as corujas, mais lentos. Rápido, lento ou intermediário, tudo bem. O segredo é trabalhar com o relógio, não contra ele.

Como o seu relógio muda com a idade


Conforme você envelhece, seu relógio biológico passa por algumas mudanças. Os recém-nascidos dormem até 17 horas por dia, enquanto os adolescentes precisam de mais cerca de dez. Eles também tendem a ficar acordados até mais tarde e a dormir mais. À medida que você chega à idade adulta, costuma dormir de sete a nove horas por noite. E, depois dos 65 anos, você pode ver outras mudanças, como acordar mais cedo.

Sua programação está mantendo você para baixo?


Você pode pensar que pode ficar acordado até tarde uma série de noites e recuperar o sono perdido no fim de semana. Mas isso é como estar em um barco furado e pensar: “Vou esvaziá-lo no sábado”. Seu corpo anseia por rotina, e ficar acordado até tarde da noite e dormir mais depois podem mantê-lo fora de sincronia. Se você conseguir algum sono extra, limite-o a uma hora, duas no máximo.

Jet lag


Ir de uma cidade para outra com fusos horários diferentes pode não parecer grande coisa. Mas na manhã seguinte, por exemplo, quando seu despertador marcar sete horas, seu relógio biológico estará roncando, dizendo que são apenas quatro. Você se ajustará, mas pode levar alguns dias. Quanto mais fusos horários você cruzar, pior será, especialmente se você voar para o leste. E mudar nossos relógios duas vezes por ano, se houver horário de verão, é como um jet lag sem sair do solo.

A falta de ritmo tem um preço


Quando o relógio está desligado, não atrapalha apenas o seu sono. Seus hormônios, digestão e até mesmo seu sistema imunológico podem sofrer também. Os cientistas acham que lutar contra o relógio pode deixá-lo doente. Alguns estudos mostram conexões entre ritmos circadianos que estão fora de controle e condições como câncer, diabetes, transtorno bipolar e obesidade.

Os cochilos são bons ou ruins?


Eles podem ser bons, desde que você seja inteligente. Um cochilo de 20 a 30 minutos no início da tarde pode deixá-lo mais relaxado, alerta e produtivo. Também pode melhorar o humor. E geralmente não causa problemas para dormir à noite. Mas cochilos mais longos podem deixá-lo desorientado e mantê-lo acordado quando você não quiser. E cochilos não substituem bons hábitos de sono.

Revigore a rotina


Quando você precisa se colocar de volta nos trilhos, nada é mais chato. Uma programação regular, dia após dia, é uma das melhores coisas que você pode fazer. Vá para a cama à mesma hora todas as noites e, em seguida, acorde na mesma hora todas as manhãs. Faça e repita. Procure manter o mesmo tempo dentro de meia hora em ambas as pontas, e você terá um bom começo de dia.

Reinicie-se, mas não de uma vez


Se você quiser mudar sua hora de dormir da meia-noite para as dez, é melhor tomar alguns passos para chegar lá. Um grande salto pode ser frustrante. Em vez disso, comece com 11h45 por uma noite ou duas. Em seguida, mude para 11h30. Continue mudando em intervalos de 15 minutos. Vai demorar um pouco mais, mas é mais provável que dê certo.

Apague as luzes à noite

Costumávamos dormir em cavernas sem camas, travesseiros ou máquinas com ruídos. Funcionava porque estava escuro. Portanto, pense em uma espécie de segundo pôr do sol à noite – dentro de sua casa em vez de fora. Pelo menos uma hora antes de dormir, desligue a TV e diminua as luzes. Guarde os celulares, tablets e qualquer coisa que brilhe. Pegue um livro, coloque uma música relaxante ou tome um banho e relaxe.

Mantenha-se leve pela manhã


Se você está fazendo o seu melhor para se levantar na mesma hora todos os dias, mas seu corpo não está no mesmo ritmo, abra bem as cortinas. Acenda as luzes. Dê um pequeno passeio lá fora. Basicamente, carregue seu cérebro com brilho para que você possa cortar o suprimento de melatonina. Tome seu café, mas beba em um local ensolarado para um efeito ainda mais forte.

Exercício pode ajudar?


Sim. Pessoas que treinam no início da manhã tendem a dormir melhor. Um treino à tarde também pode ser uma boa ideia. A temperatura do seu corpo está mais alta, o que é bom para os músculos. Mas não se exercite dentro de duas horas antes de dormir, pois isso pode acelera-lo e deixá-lo mais alerta. Isso não é verdade para todos, então preste atenção ao que funciona para você.

Cuidado com o lanche da madrugada


Quem pode dormir com o estômago roncando? Mas não é uma boa ideia comer antes de deitar. Sua melhor aposta é se alimentar no jantar no mesmo horário todas as noites, algumas horas antes de dormir. E fique longe de refeições pesadas, alimentos picantes e cafeína. Se você faz um lanche, experimente um carboidrato com proteína, como queijo e biscoitos.

Ladrões digitais do sono

Você fecha seu laptop depois de mais um longo dia, escova os dentes e sai correndo. Ou talvez você se divirta e relaxe assistindo à TV ou dando uma olhada em seus feeds de mídia social. Qual é o problema? Computadores, TVs e telefones emitem um tipo de luz azul que pode dizer ao seu cérebro para parar de produzir melatonina. A melhor maneira de se preparar para uma boa noite de sono é ler ou ouvir uma música relaxante.

Quando você precisar de mais ajuda

Seu ritmo pode ficar tão fora de sintonia que você poderá precisar de tratamento. Se isso acontecer, uma opção é a terapia de luz brilhante para acertar o relógio. Você trabalhará com um especialista em sono e usará luzes especiais uma a duas horas todos os dias em horários específicos. Seu médico também pode sugerir um suplemento de melatonina ou cronoterapia. É quando você faz pequenas mudanças em sua programação de sono ao longo do tempo, até volte ao normal.

Dicas para trabalhadores em turnos

Se você acordar à noite para trabalhar, acenda as luzes fortes assim que se levantar. Exercícios rápidos como polichinelos ou uma curta caminhada também podem ajudar. No trabalho, mantenha o ambiente o mais claro possível. Se você for para casa quando estiver amanhecendo, use óculos escuros e, quando chegar, use cortinas no seu quarto que impeçam o máximo de luz possível.

Fotos: Thinkstock

Fonte: WebMD

Começando o ano bem: sete metas para ter mais qualidade de vida em 2021

Confira as dicas dos especialistas para começar o ano com foco na saúde

Começar o ano cuidando da saúde é muito importante. Desde os cuidados mais complexos como realizar exames preventivos de rotina e fazer um acompanhamento médico até os cuidados mais básicos que devemos ter no dia a dia como as mudanças nos hábitos alimentação, cuidados com a saúde mental e até mesmo com a vida financeira.

E como início de ano é uma época em que muitas pessoas aproveitam para refletir sobre os erros cometidos no ano anterior e impor metas para o novo ano que se inicia, foi pensando nisso que separamos sete metas para ajudar no bem-estar e qualidade de vida em 2021.

Confira a lista e use como base para montar as suas metas pessoais e lembre-se que para alcançá-las, só depende de você.

• Mantenha uma boa alimentação

Foto: Pablo Merchan Montes/Unsplash

Sem dúvidas, essa é uma das metas mais importantes dessa lista. De acordo com a nutricionista Tayna Fernandes, da Clínica NN Estética, a alimentação saudável é essencial para quem quer ter uma melhor qualidade de vida. “Consumir alimentos ricos em vitaminas e nutrientes fazem toda a diferença. O ideal é começar com pequenas mudanças, incluindo verduras no almoço, frutas no lanche, dois litros de água por dia, optar por alimentos integrais, evitar o sal e trocar o refrigerante por sucos naturais ou chás gelados é uma ótima maneira de garantir o seu bem-estar. ”

• Mexa-se e saia do sedentarismo

Foto: Jeviniya-Pixabay

A prática de exercícios físicos promove a produção e liberação de substâncias como a endorfina e a dopamina, que nos dão a sensação de bem-estar, concentração e bom humor. “Os benefícios vão além do aumento da massa muscular ou redução dos níveis de gordura, os exercícios também promovem a quebra do quadro de “preguiça” e sensação de incapacidade nos indivíduos. É importante saber que quando somos orientados por um profissional, a atividade física traz os mesmos benefícios que alguns remédios, mas sem contraindicações ou efeitos colaterais”, explicou Felipe Barboza, profissional de Educação Física da Pulse Nutrition.

• Sua saúde mental também importa

“Olhe para si com carinho. Olhe para o outro com devido valor. Humanize as relações. Tenha empatia. A nossa saúde mental também importa. Como eu costumo dizer: ‘o bem-estar em primeiro lugar’. Por isso, pratique sempre a humanização, seja para a sua equipe de trabalho, amigos, família ou, principalmente, para os desconhecidos, isso vai ajudar você a se sentir bem e cuidar de si também”, disse a especialista em desenvolvimento humano Ester Gomes.

• Cuide da sua imunidade

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O papel da alimentação é muito importante nesta meta, pois ela influencia diretamente no consumo de minerais e vitaminas que são responsáveis por ajudar a proteger o nosso sistema imunológico. Mas muitas pessoas não se alimentam corretamente ou ainda assim precisam de suplementos vitamínicos para ajudar. Tamara Borges, Health Coach da Pulse Nutrition, explica que os suplementos ajudam a turbinar a imunidade. “Existem diversos suplementos vitamínicos, mas um dos mais procurados é a vitamina D3, que regula a presença do cálcio e ferro no sangue, controla a pressão arterial, combate doenças autoimunes e também auxilia no fortalecimento dos ossos. Além dessa, a vitamina C também é uma ótima pedida pois ela é antioxidante, ajuda no metabolismo e combate os radicais livres. É importante antes de escolher o suplemento ideal para você, procurar a orientação de um especialista no assunto. ”
A biomédica Adriana Lima, também indica shots matinais para imunidade. “São shots preparados com água, limão, hortelã, gengibre e outros alimentos que são antioxidantes. O shot prepara o seu corpo para receber um café da manhã bem nutrido, causando uma desinflamação rápida e fazendo com que seu corpo absorva melhor os nutrientes e colaborando com a sua imunidade. O ideal é tomar ele assim que você acorda. ”

• Não abra mão de proteger sua saúde bucal


“A limpeza diária faz parte da rotina básica de cuidados para garantir que a saúde bucal está em dia, devemos escovar os dentes, passar fio dental e enxaguante bucal diariamente. Essa rotina ajuda a prevenir doenças como cárie e gengivite, além de fazer a limpeza básica”, explicou a dentista Rita Ventura.

• Tenha atenção à sua saúde financeira

Stocksy Unites

O consultor financeiro André Aragão traz algumas dicas que parecem simples, mas que ajudam muito no seu planejamento financeiro. “É importante sempre analisar os gastos e caso você seja empreendedor, separar a pessoa física da jurídica. Gaste de acordo com seu padrão de vida atual, especifique suas metas, utilize ferramentas para acompanhas os seus gastos como planilhas, compare preços antes de comprar, pague à vista sempre que possível e defina seus objetivos financeiros. Também é muito importante se planejar a longo prazo.”

• Passe mais tempo com quem você ama

“A proximidade com as pessoas que você ama precisa fazer parte da sua rotina. Seja presencial ou virtual, cercar-se de pessoas que te energizam é algo poderoso, que traz benefícios não só para o seu vigor físico e mental, mas que também funciona como fonte geradora de novos estímulos positivos, que te impulsionam para o cumprimento de outras metas e objetivos. Quando estamos na companhia de pessoas que amamos, nos sentimos mais à vontade e confortáveis. Nesse momento, o cérebro liga uma “chave de escape”, permitindo o descanso mental, fazendo uma clara a separação dessa vivência, com outras experiências que nos causam fadiga”, explicou Flávia Knop, especialista em desenvolvimento humano.

Dicas para não cometer exageros durante as festas de fim de ano

Não pular refeições, fazer exercícios e testar sobremesas mais saudáveis estão entre as recomendações do Freeletics

No fim do ano, a maioria das pessoas se reúne para celebrar, ao lado de familiares e amigos, o Natal e o Ano-Novo, com fartura de comidas e bebidas e troca de presentes. Essas celebrações, entretanto, são regadas de exageros, e as dietas e refeições mais saudáveis ficam de fora dos planos durante esse período.

“Muitas pessoas ficam preocupadas com esta época e os excessos que ela traz, mas o fim do ano não precisa ser desastroso. Existem certas medidas para controlar os danos. Ou, pelo menos, maneiras de se colocar no ritmo e se certificar de que não se está cometendo nenhum exagero”, destaca David Wiener, especialista em nutrição do Freeletics, aplicativo líder em exercícios físicos e estilo de vida com uso de Inteligência Artificial.

Pensando nisso, o especialista do Freeletics reuniu seis dicas para quem quer se manter nos trilhos e aproveitar as festividades sem tirar o foco de uma alimentação saudável e nutritiva.

1) Não deixe de se alimentar em outras refeições

“Nós todos nos sentimos culpados por isso, por não comer em alguma refeição e aguardar a principal, de modo a tentar aproveitar ao máximo. Algumas pessoas pulam o café da manhã, o almoço”, pontua Wiener. Para o especialista, isso não tem necessidade: “Estar diante de um banquete com o estômago vazio aumenta o risco de se cometer exageros. Quando, na verdade, você só quer o sentimento de satisfação. Então, se você está indo para o almoço de Natal, comece com um café da manhã reforçado. Se for a ceia de Ano Novo, coma um lanche durante o dia”, alerta.

2) Se exercite antes de qualquer coisa

Antes das celebrações, treine. “Coloque seu metabolismo para funcionar. Se prepare. Abra o apetite para o café da manhã, você vai aproveitar ainda mais sua refeição se tiver começado o dia bem”, destaca o especialista.

3) Não ceda ao charme do sofá


Durante o período de descanso, o sofá pode ser tentador. “Mas não caia nessa. O truque para uma refeição saudável é manter seu metabolismo funcionando. Respire fundo e saia para uma caminhada”, recomenda Wiener.

4) Coma estrategicamente

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Para o especialista, pensar demais nas refeições é um exagero, afinal de contas, são as festas de fim de ano. “Porém, é melhor escolher entre verdes e vegetais ao invés de carboidratos complexos. Deste modo, você não vai se sentir tão estufado para experimentar aquele pedaço de torta que você está cobiçando o dia todo”, ressalta.

5) Experimente uma sobremesa mais saudável

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Wiener destaca que algumas pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença. Por exemplo, colocar canela nas sobremesas ao invés de açúcar, escolher uma torta de abóbora ao invés de chocolate. “Isso vai deixar suas sobremesas tão saborosas quanto, além de mais saudáveis e nutritivas”, pontua.

6) Crie seu ritmo


Véspera, Natal, Ano-Novo… e a lista segue. Por isso, estabeleça seu ritmo e o siga. “Faça uma desintoxicação de alguns dias depois de cada um dos eventos, se puder. Continue o treino e não submeta seu corpo ao choque de exagerar logo na primeira refeição”, conclui o especialista.

Fonte: Freeletics

Médico alerta que praticar exercícios físicos após os 50 anos traz inúmeros benefícios

Geriatra explica a importância de fazer atividades com o corpo nessa fase da vida

Muitos mitos e suposições cercam o processo natural de envelhecimento. Mas se tem algo que é unânime é que, para manter uma vida mais tranquila acima dos 50 anos, bons hábitos são fundamentais e fazem toda a diferença. “Nunca é tarde demais para começar uma atividade física. Tem gente que pensa que, se não começou até agora, não dá mais tempo. Mas dá”, garante Felipe Bozi, geriatra da startup Nilo Saúde.

O médico explica que os benefícios de realizar atividades físicas existem independentemente da idade em que se inicia a prática, contribuindo para a melhora da qualidade do sono e do humor, maior controle de doenças como hipertensão e diabetes, melhora da atenção e das funções cardiovascular e respiratória, promovendo mais qualidade de vida e saúde física e mental.

A partir da terceira e quarta década de vida, as pessoas apresentam uma redução natural de massa muscular. A prática de exercícios físicos na juventude consegue impedir ou ao menos atrasar essa perda. Mas, mesmo que esse hábito não venha desde cedo, o início da prática de atividade física é capaz de melhorar a saúde muscular e óssea.

“A perda da massa muscular está associada a um maior risco de quedas, maior desequilíbrio, o que pode aumentar as hospitalizações, reduzir a velocidade e a força da pessoa, tirando a sua qualidade de vida. Hoje em dia se sabe que a atividade física está associada também à prevenção de Alzheimer”, completa.

Para essa faixa etária, o recomendado é que, antes de iniciar os exercícios, a pessoa procure um médico para que seja feita uma avaliação minuciosa, identificando se existe algum tipo de risco ou restrição, além da orientação do melhor tipo de exercício a ser realizado.

Segundo o geriatra, de forma geral, é indicado que os exercícios sejam feitos cinco vezes por semana com duração de 30 minutos, intercalando entre atividades físicas aeróbicas, com intensidade moderada, treino resistido, com o auxílio de pesos e elásticos – para que haja uma resistência muscular -, e exercícios de equilíbrio, que buscam manter o balanço do corpo.

Os exercícios aeróbicos incluem caminhada um pouco mais acelerada, bicicleta ou atividades na água, por exemplo. Os treinos resistidos devem ser feitos pelo menos duas vezes por semana, alternando entre os grandes músculos dos membros inferiores e superiores. Quanto às práticas de equilíbrio, indispensáveis para evitar que as quedas ocorram, são indicados Tai Chi Chuan, yoga, pilates, entre outros. Mas vale lembrar que os treinos devem acontecer sob supervisão de um profissional educador físico que possa ajustar a prática para a especificidade de cada pessoa.

Sobre Felipe Bozi

Felipe Bozi é médico formado pela Escola Superior de Ciências da Saúde em Brasília (ESCS) e especializado em Clínica Médica e Geriatria pelo Hospital das Clínicas da USP. Após terminar a residência de Geriatria, trabalhou por um ano como preceptor dos residentes no HCFMUSP. Depois, passou a integrar o time da Nilo.

Sobre a Nilo Saúde

A Nilo é uma startup criada em janeiro de 2020, que iniciou sua atuação em plena pandemia do coronavírus. É uma clínica multidisciplinar digital, especializada no público acima de 50 anos, que oferece serviços de atenção primária e secundária a todo o Brasil. O processo de apresentação da empresa, triagem de pacientes e consultas é 100% online, com direcionamento a hospitais e laboratórios em caso de internação ou realização de exames, e a especialistas em casos específicos. Um médico da Nilo fica responsável pelo paciente para que possa centralizar o seu histórico e acompanhar constantemente a sua saúde. O objetivo é prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida.

Você não precisa abandonar todos os tipos de carboidratos para emagrecer

Se a primeira coisa que você pensa em abandonar quando quer perder peso é o carboidrato, está na hora de rever seus conceitos. Diminuir as porções, no geral, é mais adequado

As dietas mais populares e da moda se concentram em limitar a ingestão de carboidratos e parecem produzir resultados bastante legítimos para muitas pessoas. Portanto, faz sentido que, para perder peso, você pense primeiro em eliminar os carboidratos da dieta, certo? Você não está errado, mas não está totalmente certo.

“Os carboidratos são um nutriente importante, e há muitos conceitos errados sobre quando e como comer carboidratos quando sua meta é perder peso. Além disso, cortar carboidratos pode ser muito difícil e atrapalhar uma série de questões no organismo, pois eles são responsáveis pelo fornecimento de energia. E a maioria das pessoas pode perder peso sem cortar drasticamente os carboidratos”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Primeiro, o que exatamente são carboidratos e o que eles fazem?

Carboidratos são nutrientes e a fonte de energia mais importante para o corpo, de acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA. Seu sistema digestivo converte carboidratos em glicose (também conhecida como açúcar), que o corpo usa para gerar energia para as células, tecidos e órgãos.

“Os carboidratos também são divididos em duas categorias diferentes: carboidratos simples e complexos. Carboidratos simples incluem açúcares, farináceos refinados como trigo branco, amido de milho e polvilho, doces em geral, sorvetes, arroz branco, pães brancos, massas de trigo refinado, sucos concentrados, salgadinhos de pacote, sucos de frutas concentrados, bebidas açucaradas, refrigerantes regulares; enquanto carboidratos complexos incluem cereais como arroz, trigo, aveia, milho, cevada e centeio integrais, sementes, frutas, vegetais folhosos, legumes e tubérculos como as batatas, mandioca, cenoura, beterraba. Seu corpo tende a digerir carboidratos simples mais rapidamente, enquanto os carboidratos complexos fornecem uma fonte de energia mais duradoura”, diz a médica.

Então, quantos carboidratos devo comer por dia para perder peso?

As diretrizes dietéticas recomendam que você obtenha entre 45 a 65 por cento de suas calorias diárias de carboidratos. “Mas, como todos precisam de um número diferente de calorias todos os dias, não existe um número definido de carboidratos que seja igual a uma dieta “baixa em carboidratos” para todos. Se você sabe quantas calorias normalmente consome diariamente, pode fazer um pouco de matemática para encontrar a faixa de baixo teor de carboidratos: por exemplo, se você está comendo 1.800 calorias por dia, isso equivale a 203 a 293 gramas de carboidratos por dia. Reduzir carboidratos abaixo da faixa de 45 a 65 por cento não é recomendado para a maioria das pessoas porque torna a obtenção de todas as vitaminas e minerais a cada dia muito mais difícil”, afirma Marcella.

Chokniti Khongchum/Pixabay

A questão genética deve ser observada com atenção por meio de exames. De acordo o geneticista Marcelo Sady, pós-doutor em Genética e diretor geral da Multigene, laboratório especializado em análise genética e exames de genotipagem, três genes têm destaque quando o paciente é propenso ao acúmulo de gordura: FTO, INSIG2 e POMC. “No caso da desregulação desses genes, o corpo gasta menos energia e ganha mais peso, da mesma forma que ele acumula mais gordura. Para cada alelo de risco (o par do DNA), quando um está alterado, há um ganho de 1,13kg: é o caso de pessoas que engordam com muita facilidade”, afirma Sady.

Segundo Marcella, nesse caso, o paciente responde bem a uma dieta hiperproteica e esse paciente somente se sente saciado quando consome fibras e vegetais que melhoram a saciedade.

Com isso em mente, explica a médica, talvez você precise fazer algumas modificações para encontrar o ponto ideal que funciona melhor para você e seus objetivos de perda de peso. Ela sugere obter cerca de 45% de suas calorias diárias de carboidratos preferencialmente complexos, se você está tentando perder peso, e usar ferramentas como aplicativos para controlar essa ingestão.

De acordo com a médica, você pode querer atingir o limite inferior da faixa de carboidratos ou não consumir carboidratos simples se tiver diabetes ou outros distúrbios metabólicos que exigem que você mantenha o açúcar no sangue estável e níveis mais baixos de insulina. “Se você tem problemas digestivos, especialmente constipação, o uso de carboidratos complexos é interessante, uma vez que uma dieta rica em fibras, como cereais integrais, sementes, frutas e vegetais melhoram o funcionamento intestinal”, diz a médica.

“A chave para manter o controle dos carboidratos é abastecer-se de variedades saudáveis de carboidratos, como grãos integrais, frutas, vegetais em geral e legumes, mantendo as porções sob controle e em equilíbrio com outros macronutrientes”, argumenta. Essas fontes saudáveis de carboidratos também são repletas de fibras, de modo que o saciam mais rápido e reduzem o apetite melhor do que, digamos, massas e donuts.

Como uma dieta baixa em carboidratos o ajuda a perder peso, exatamente?

Em um nível muito básico, a perda de peso acontece quando o número de calorias consumidas é menor do que o número de calorias queimadas. Comer com baixo teor de carboidratos é uma maneira de chegar lá, mas não é a única – principalmente se você sobrecarrega em gorduras e proteínas. “Mais importante do que a grande quantidade de carboidratos é o tipo de carboidrato que você ingere; substituir carboidratos simples, como grãos refinados e açúcar, por carboidratos complexos, como carboidratos de vegetais e legumes, pode ter muitos dos mesmos benefícios do baixo teor de carboidratos”, explica.

Frutas, vegetais, legumes, nozes, grãos inteiros e tubérculos contêm carboidratos, mas são minimamente processados e carregados com fibras e outros nutrientes. “Nenhuma pesquisa mostrou que comer esses tipos de carboidratos impede a perda de peso saudável”, explica Marcella, acrescentando que os carboidratos encontrados em alimentos processados como massas, bagels, muffins, biscoitos, refrigerantes e doces não contêm muitos nutrientes e são os principais culpados pelo ganho de peso e problemas metabólicos.

Por exemplo, uma revisão de 2017 no International Journal of Environmental Research and Public Health sugere que carboidratos simples como açúcares e adoçantes podem aumentar a taxa de obesidade de uma população, de forma que carboidratos complexos como cereais integrais podem contribuir para uma diminuição geral nas taxas de obesidade.

Além da diferença nos benefícios para a saúde entre carboidratos simples e complexos, Marcella diz que existem duas outras maneiras de uma dieta baixa em carboidratos levar à perda de peso: em primeiro lugar, evita picos de açúcar no sangue, ao mesmo tempo que melhora a sensibilidade à insulina. “Isso significa que você sentirá fome com menos frequência e terá menos probabilidade de armazenar energia como gordura”, afirma.

Quando você limita os carboidratos, é mais provável que você obtenha mais calorias diárias de proteínas e gorduras, ambas mais satisfatórias do que os carboidratos. “Você pode comer menos calorias no geral porque fica mais satisfeito com o que está comendo”, diz a nutróloga.

Você pode comer poucos carboidratos?

Daniel Reche/Pixabay

Com certeza. Muitas pessoas relatam que se sentem melhor com uma dieta baixa em carboidratos, enquanto outras se sentem exaustos. Os carboidratos também são conhecidos por aumentar o desempenho atlético, especialmente em alta intensidade. “Os atletas precisam de alimentos ricos em carboidratos antes do treino para armazenar mais glicogênio em seus músculos para abastecê-los durante a atividade física. Eles também precisam de uma fonte de carboidratos de queima rápida durante exercícios intensos ou de resistência, e mais carboidratos após o exercício para se repor e se recuperar”, diz a médica.

Também é importante frisar que comer pouco carboidrato (menos de 100 gramas por dia) pode afetar sua memória, de acordo com o Instituto de Medicina do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). “Cortar drasticamente os carboidratos também pode ter um impacto no seu humor”, afirma Marcella. “Os carboidratos são a fonte de energia preferida do seu cérebro e aumentam a liberação de serotonina, um neurotransmissor que melhora o seu humor e faz você se sentir feliz. É por isso que as dietas com baixo teor de carboidratos estão associadas a um maior risco de depressão.”

RitaE/Pixabay

Em vez de adotar uma dieta com muito baixo teor de carboidratos, pode ser mais interessante começar a enfatizar carboidratos complexos minimamente processados, reduzindo o tamanho das porções e aumentando as quantidades de vegetais sem amido, como as folhas. “E juntamente com isso, buscar exercitar mais o corpo para, estrategicamente, aumentar o gasto calórico”, finaliza Marcella.

Fontes:
*Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
*Marcelo Sady: pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela Unesp- Botucatu, possui mais de 20 anos de experiência na área. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem. Professor, orientador e palestrante, autor de diversos artigos e trabalhos científicos publicados em periódicos especializados.

Herbalife Nutrition dá dicas para manter a alimentação saudável no inverno

Com as escolhas certas, você consegue manter a saúde em dia e, de quebra, a balança sob controle

2020 parece ser mesmo o ano da mudança. Estamos vivendo um inverno bastante atípico com altas temperaturas e dias de sol intenso. Mas, segundo a meteorologia, este cenário deve mudar na próxima semana. Aquele friozinho característico da estação vai chegar e com ele a vontade de comer alimentos mais calóricos.

Você já percebeu que seu corpo sente mais fome nos dias mais frios? Isso realmente acontece porque as baixas temperaturas estimulam o cérebro a procurar alimentos para aquecer nosso corpo e que sejam capazes de fornecer energia rápida, como os carboidratos simples e as gorduras.

Para não cair em ciladas, o médico nutrólogo, Nataniel Viuniski, especialista em obesidade e Membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife Nutrition, dá dicas para manter uma rotina saudável mesmo nos dias mais frios, que também ajudam a manter a boa forma.

1- Coloque sopa no cardápio

Pen Ash/Pixabay

No inverno a sopa se torna a queridinha da estação. Escolha opções equilibradas, feitas com vegetais variados, ricos em fibras, e proteínas, que ajudam a aquecer e a controlar o apetite. Também vale apostar nos produtos substitutos parciais de refeição que oferecem calorias controladas e vitaminas e minerais essenciais para a saúde e o bom funcionamento do organismo.

2 – Pratique exercícios regulares

Freepik

As baixas temperaturas provocam uma queda nos níveis de serotonina, hormônio responsável por regular o sono, o humor e a saciedade. Por isso, mantenha sua rotina de atividade física. Além de espantar o frio, malhar vai fazer muito bem para o humor, para o metabolismo e até ajuda até a regular o apetite.

3 – Diferencie a gula da fome

Geralmente, a gula pode ser identificada pela vontade de comer alimentos mais gordurosos e calóricos. Ela acaba surgindo diante de uma situação que gera ansiedade ou simplesmente enquanto você assiste à televisão. Portanto, avalie qual é o caso. Muitas vezes você quer comer por pura vontade e não necessariamente por fome e é aí que mora o perigo, então, procure comer com consciência.

4 – Capriche na proteína

Se você não abre mão do carboidrato, a dica é combiná-lo com uma boa porção de proteína. Além de ajudar a reduzir o índice glicêmico total do prato, a proteína tem uma digestão mais lenta e, por isso, mantém a saciedade por mais tempo. Fora que a digestão das proteínas já faz seu corpo gastar mais calorias.

5 – Não esqueça a hidratação!

No frio, geralmente, sentimos menos sede e acabamos reduzindo o consumo de líquidos e de água, o que é um grande erro. No entanto, a recomendação no inverno continua a mesma: consumir 2 litros de água por dia, em média. Para ajudar, você pode optar também pelas bebidas quentinhas, como os chás. Dá também para substituir o tradicional cafezinho, por um café proteico que, além de sabor ofereça sensação de saciedade.

Fonte: Herbalife Nutrition

Hoje é o Dia da Saúde: veja dicas para manter a sua

Cardiologista ensina a ter qualidade de vida e alerta: mesmo na pandemia, é preciso manter os exames de rotina em dia

Hoje, 5 de agosto, é comemorado o Dia Mundial da Saúde. Em tempos de pandemia, quando milhares de pessoas estão perdendo a vida por causa de um vírus, muitas estão com receio de manter uma rotina de exames em dia. Porém, vale ressaltar que essa espera pode ser desastrosa para a saúde.

De acordo com o cardiologista Augusto Vilela, da Rede MaterDei e do Hospital Belo Horizonte, muitas pessoas estão deixando de visitar regularmente o médico com medo do novo coronavírus.

“Nestes tempos de pandemia, sabemos que tem muita gente protelando esses cuidados, o que não é bom. O melhor a fazer é colocar sua máscara, usar o álcool em gel nas mãos e ir ao médico sim, pois os hospitais e clínicas estão tomando todas as medidas necessárias para a prevenção”, alerta.

O médico salienta que, independente do momento, alguns cuidados são importantes para que ter mais qualidade de vida. Entre eles, estão:

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. Dormir bem: uma boa noite de sono melhora o sistema imunológico, reduz o estresse e a depressão. “Em aproximadamente 10% a 20% dos casos, pacientes depressivos podem se queixar de excesso de sono. Apesar de a insônia ser mais prevalente, a sonolência excessiva também é um transtorno do sono que faz com que o paciente busque tratamento médico”, avalia.

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. Atividade física:  é um grande consenso na medicina. A atividade física feita regularmente previne inúmeras doenças, entre elas a obesidade, uma doença que precisa ser combatida e que tem inúmeras consequências para a saúde.

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. Alimentação: deve andar junto com a atividade física, porém não se trata apenas de manter o peso saudável. Boas escolhas alimentares também previnem e combatem doenças. Um bom prato de salada, legumes, vegetais e carnes magras são como um remédio natural, gostoso e bem mais barato que medicamentos da farmácia.

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. Saúde emocional: até mesmo antes do isolamento social as doenças de fundo emocional já chamavam a atenção das autoridades de saúde. Isso se agravou bastante com a pandemia. Buscar ajuda, conversar e se exercitar ajudam na conquista de uma boa saúde, inclusive a saúde mental.

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. Automedicação não: também mais comum ainda nesta fase da pandemia, a automedicação tem sido amplamente combatida pela comunidade médica. Nunca tome nenhum medicamento sem o conhecimento do seu médico, nem mesmo os que parecem ser inofensivos. As interações medicamentosas ou mesmo os efeitos colaterais podem ter consequências muito graves para a saúde.

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Fonte: Augusto Vilela é cardiologista, membro da Sociedade Brasileira de Cardiologia e médico do Departamento de cardiologia da Rede MaterDei e do Hospital Belo Horizonte

Dores crônicas aumentam depois de quase 100 dias de isolamento social

Mais de 150 milhões de pessoas sofrem de fibromialgia no mundo. Só as dores crônicas, no Brasil, já afetam pelo menos 37% da população. São cerca de 60 milhões de pessoas que relatam sentir dores e os números só aumentam durante o isolamento social.

De acordo com a OMS, as principais queixas de dores são, especialmente, tendões e articulações. As principais dores (aquelas que são agudas e que os episódios retornam de tempos em tempos) podem ser tratadas e prevenidas, mas depois de incontáveis dias dentro de casa e sem buscar ajuda, o problema pode se agravar ainda mais. Para isso, o fisioterapeuta Cadu Ramos, comenta como pode ser feito o tratamento que põe fim ao problema de uma vez por todas.

Mesmo dentro de casa, é preciso que o organismo aprenda a criar mecanismos para reagir as causas do problema, e, segundo o especialista, não há como tratar uma pessoa que sofre com as principais dores estruturais e de articulação sem buscar a fundo a causa das instabilidades musculares. Para isso, é preciso recuperar a força, melhorar a condição do músculo para estabilizar esse problema articular.

Cadu revela que ao se abaixar para pegar algo no chão, limpar a casa, ao se sentar no sofá ou a frente do computador ou mesmo ao manusear o celular – tudo deve ser feito com grande percepção. “Quando uma pessoa aprende sobre seu corpo o autocuidado nasce naturalmente, e os hábitos errados vão sendo corrigidos”, diz.

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Foto: Healthline

Para o especialista, o tratamento de combate a essas dores também devem ser feitas de maneira a ensinar o corpo a se movimentar depois de tratada a lesão e depois de corrigido não há isolamento que faça perder os bons hábitos criados. “As dores sazonais, tornam-se crônicas rapidinho com o sedentarismo pela sobrecarga nas vértebras que podem ocasionar um problema bem maior. Por isso, para reverter esse quadro, Cadu aposta em alguns exercícios importantes de alongamento e alinhamento postural”, afirma.

Pescoço, ombros, braços e costas são sempre os primeiros a serem afetados pelas dores crônicas depois de tanto tempo em casa. “Os ombros sofrem os primeiros sinais do excesso de peso que sobrecarrega a musculatura e as articulações da região, causando processos inflamatórios e, em casos mais graves, até artrose, diz.

Com a postura incorreta, os músculos do pescoço ficam tensos e doloridos e esse incômodo pode se estender para outras regiões, como a cabeça e promover até a cefaleia tensional. “Essa dor ainda pode irradiar para os braços e punho porque quando o peso da bolsa comprime esses nervos, gera desde inflamações até dormência e formigamentos. E por fim, as costas é acometida porque um dos lados é mais exigido”, afirma.

Alguns exercícios de manipulação e alongamento podem ajudar, além de compressas frias ou quentes – dependendo da lesão e da dor. “A bolsa quente relaxa a musculatura, já os quadros mais agudos são tratados com gelo. Mas, essa decisão só pode ser tomada com a ajuda de um especialista, nunca em casa sozinho”, alerta Cadu.

Alguns exercícios podem ser feitos para aliviar as dores crônicas

Aperto de mãos em si mesmo

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Em pé, junte as mãos atrás do corpo, como se estivesse fazendo um aperto de mãos em si mesmo e com as mãos ainda unidas, puxe os ombros para trás sem mover o pescoço. Os ombros devem ser puxados até o peito se abrir e sentir o estiramento dos músculos. Essa posição deve ser realizada por 30 segundos.

Escápulas

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Chicago Sun Times

Sentada, tente unir as escápulas o máximo que puder (que são aqueles ossos das costas que ficam atrás dos ombros) como se estivesse tentando segurar algo bem pequeno entre elas. Enquanto elas flexionam, os ombros devem se mover para baixo, em relação às orelhas. Esse exercício pode ser feito por 10 segundos e repetido 10 vezes diariamente.

Alongamento deitado

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Sem desculpas, esse exercício dá para fazer pela manhã, ao acordar, ou à noite, antes de dormir. Deite com as costas na cama e os pés no chão. Nessa posição, os joelhos devem estar flexionados e para cima. Enquanto isso, os braços devem ficar estendidos longe do corpo, com as palmas das mãos para cima. Deixe sentir um leve alongamento nas costas e nos ombros por cerca de 10 minutos.

Fonte: Cadu Ramos é fisioterapeuta clínico Especialista em Fisioterapia e Traumatologia – Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) – Escola Paulista de Medicina (EPM), em Aparelho Respiratório – Ventilação Mecânica Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Escola Paulista de Medicina (EPM) e em Fisioterapia em Geriatria – trabalho voltado para queixa principal, atividades da vida diária (AVD ‘S) e socialização do idoso. (Instituto ILEA). Graduado em Fisioterapia pela Universidade Bandeirante de São Paulo.

Especialistas dão dicas de como melhorar imunidade com proximidade do inverno

Alimentação adequada, eliminar maus hábitos, atividade física moderada e questões psicológicas contribuem com o sistema imunológico

Com o número crescente de casos de coronavírus no Brasil e a aproximação do inverno, a busca de medidas e reforços para o sistema imunológico têm se tornado cada vez mais comum. Embora o objetivo seja a prevenção de doenças, ampliar as defesas do corpo é algo que deve ser feito constantemente.

O sistema imunológico atua como uma proteção contra agentes indesejáveis que tentam invadir o corpo. Em tempos de pandemia, quando se tem uma série de ações que contribuem para a imunidade, as pessoas tornam-se menos vulneráveis, de forma que o organismo consiga se defender melhor.

A melhor maneira de evitar a contaminação é seguir as recomendações de prevenção da Organização Mundial da Saúde (OMS) e estar saudável. Para ajudar nesse processo, conheça algumas ações capazes de fortalecer o sistema imunológico.

Alimentação saudável

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Uma alimentação saudável e balanceada é composta por vários nutrientes, vitaminas e sais minerais que exercem funções além do seu papel fisiológico e que podem também modular o funcionamento do sistema imunológico, a chamada imunonutrição.

Para Vera Salvo, conselheira do Conselho Regional de Nutrição 3, “alimentos ricos em vitamina C, como acerola, goiaba, laranja, limão, kiwi e verduras, além de vitamina E, ácido fólico, zinco, selênio, carotenoides e ácidos graxos ômega 3 e 6, contêm os principais fatores para fortalecer o sistema imunológico”.

Ela também destaca a importância da hidratação. “Isso ajuda o intestino a funcionar normalmente. A manutenção da microbiota intestinal pode funcionar como barreira para microrganismos indesejáveis. Além disso, a desidratação altera a fluidez do sangue, comprometendo o transporte de nutrientes e oxigênio e, como consequência, a atividade celular adequada”.

Eliminação dos maus hábitos

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A nutricionista ressalta que “não existe um alimento milagroso capaz de fortalecer o sistema imunológico”. O que vai ajudar é o hábito de se alimentar regularmente, de maneira equilibrada, priorizando os alimentos saudáveis, frescos e reduzindo a frequência de ultraprocessados e deixando de usar qualquer tipo de substância tóxica, que contem uma série de compostos químicos que não são reconhecidos pelo organismo.

Atividade física moderada

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Praticar exercícios físicos é importante para manter o corpo ativo. Waldecir Lima, profissional da Educação Física e presidente da Comissão de Saúde do Conselho Regional de Educação Física 4ª Região – São Paulo, ressalta que a atividade física mantém a comunicação entre o sistema nervoso e o sistema imunológico.

“O exercício pode fortalecer diversas situações, minimizando a produção de citocinas que facilitam a inflamação no organismo, e aumentam a produção e a ação de citocinas anti-inflamatórias. Ou seja, o exercício tem papel importante no equilíbrio do sistema imunológico”, pontua.

Com relação a intensidade dos exercícios, ele alerta. “É importante que a atividade seja prescrita por um profissional, que seja moderada e feita constantemente. Do ponto de vista profissional, ela tem a imune estimulação e vai fortalecer o sistema”.

Questões psicológicas e o sono

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Dentre os aspectos psicoemocionais que afetam a imunidade, o estresse e ansiedade são os principais. Nesse cenário de pandemia, eles têm sido notados com frequência. A ansiedade está ligada ao controle do futuro e o estresse às incertezas do dia a dia. Ao controlar essas emoções, é possível ter o sistema imunológico preservado.

É importante ter uma rotina estabelecida, o que afasta os pensamentos ruins e leva à atenção para outras atividades. O sono também compõe este cenário. “A função do sono é trazer o descanso físico e emocional para as pessoas. Quando isso não acontece, é como se houvesse uma sobrecarga emocional. Por isso, é importante ter uma rotina e dormir de 7 a 9 horas por dia. Ter uma condição de sono saudável trará um saúde emocional melhor”, finaliza a psicóloga Dalva Chaves Pereira.