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Laxante x fibras – qual a diferença?

A diferença entre o consumo regular de fibras e o uso de laxantes para a saúde intestinal e o tratamento da prisão de ventre

Quem sofre com constipação intestinal pode já ter recorrido, alguma vez na vida, ao famigerado laxante. O que muitos não sabem é que esta não é uma solução que pode ser usada com frequência, sob risco de prejudicar ao invés de auxiliar a saúde intestinal. Entre os problemas que o uso recorrente de laxantes pode causar estão o agravamento da prisão de ventre, uma vez que o organismo acaba criando uma certa dependência para funcionar, além da dificuldade de absorção de outros medicamentos e eventuais problemas renais, pois seu uso leva à eliminação de sais minerais importantes.

Na prática, a utilização deste medicamento é feita de maneira errada. Uma pesquisa realizada pela Nestlé Heath Science, no Brasil, apontou que 56% das pessoas relataram já terem usado algum tipo de laxante para auxiliar na evacuação. Junto aos analgésicos, são os remédios mais utilizados sem prescrição médica.

“Os laxantes são uma classe de medicamentos utilizados frequentemente para constipação crônica, sendo que, alguns deles podem ocasionar efeitos adversos e prejuízos à saúde se usados de forma contínua, sem a devida necessidade”, diz a gastroenterologista Maria do Carmo Friche Passos.

Entre os efeitos colaterais mais comuns, relacionados ao uso de laxantes, estão cólicas abdominais, diarreia, flatulência, vômitos e náuseas, queimação retal e fraqueza. Para se ter uma ideia, utilizar mais de 1 comprimido da substância por semana já pode causar problemas. Portanto, é fundamental a prescrição médica e ainda para tratar um problema pontual como, por exemplo, esvaziar o intestino para a realização de determinados exames.

No dia a dia o problema da constipação intestinal deve ser resolvido da maneira mais natural possível, por meio da adoção de hábitos saudáveis, como a prática regular de atividade física (preferencialmente aeróbicas), o consumo de fibras e a ingestão de bastante líquido, especialmente água.

“O primeiro passo para tratar a constipação é por meio da alimentação e do estilo de vida, com a adoção de medidas simples nos hábitos alimentares. A fibra alimentar é uma estratégia eficaz de longo prazo que deve ser introduzida lentamente para não causar flatulência, devendo ser sempre acompanhada de líquidos para não gerar compactação fecal, especialmente em idosos acamados”, diz Maria do Carmo.

Entre os benefícios do consumo regular de fibras podemos citar: aumento de volume fecal, diminuição do tempo de trânsito intestinal, tornam as fezes mais macias pela retenção de água e mais fáceis de serem eliminadas, além de estimularem o crescimento de bactérias benéficas do cólon.

A questão é que nem sempre temos tempo para cuidar que os alimentos ingeridos possuam a quantidade de fibras necessárias. Há ainda casos de restrições alimentares. Uma solução é suplementar com produtos que contenham fibras. Um exemplo é o FiberMais, mix de fibras exclusivo da Nestlé, composto de fibras 100% solúveis: Goma Guar parcialmente hidrolisada e inulina, que auxiliam o funcionamento do intestino de maneira regular e saudável. Além disso, por conter fibras prebióticas, pode favorecer o crescimento das bactérias boas no intestino, promovendo o equilíbrio da flora intestinal.

Uma pesquisa feita com consumidores que receberam amostras de FiberMais indicou que 85% das pessoas sentiram a eficácia em até 48h; 71% ficaram satisfeitos e 90% recomendaria o produto. Aliás, quem quiser fazer o teste e usar FiberMais, pode se se cadastrar aqui para receberem gratuitamente uma amostra, no endereço desejado.

Fonte: Maria do Carmo Friche Passos, Gastroenterologista e Professora Associada da Faculdade de Medicina da UFMG. Pós-doutorado em Gastroenterologia pela Universidade de Harvard – USA. Ex-presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Vice-presidente do Núcleo Brasileiro para Estudo do H. pylori e Microbiota D.

Procura por reguladores intestinais aumentou durante a pandemia

Mudança na rotina das pessoas e de seus hábitos alimentares durante a quarentena podem ter contribuído para aumento da constipação intestinal

A nova rotina adquirida durante a pandemia, com o isolamento físico e o home office, alterou não apenas o comportamento das pessoas, como também seus hábitos alimentares. Com isso, muita gente sofreu algumas consequências físicas, e não estamos falando dos quilinhos a mais ganhados na quarentena, mas, sim, do intestino preso, que também afetou muitas pessoas.

De acordo com a gastroenterologista Maria do Carmo Friche Passos, vários fatores contribuem para o desenvolvimento da constipação intestinal, dentre eles, hábitos alimentares com baixo consumo de fibras, sedentarismo e beber pouca água: “Muitas pessoas estão trabalhando em casa, se movimentando menos e com uma dieta inadequada, tudo isso aliado a ansiedade, que este período também trouxe, pode afetar o funcionamento do intestino”, diz.

Não à toa, dados de uma análise da IQVIA (uma das responsáveis por auditar a performance de mercado do varejo farmacêutico no Brasil) demonstram que as vendas da categoria de reguladores intestinais aumentaram 9% no período compreendido entre maio de 2020 e maio de 2021. Neste mesmo período, as vendas de Fiber Mais, mix de fibras da Nestlé, aumentaram 21%, tornando-se a marca que mais contribui para o desenvolvimento da categoria e alçando a liderança em um curto prazo.

As pesquisas demonstram que a suplementação com fibra solúvel pode aumentar em até 60% a frequência semanal de evacuação. Além disso, auxilia na regulação da flora intestinal e reduz o inchaço e desconforto causado pela constipação. É importante, entretanto, não confundir fibras solúveis com laxantes, pois embora sejam colocados na mesma categoria no mercado, atuam de maneira diferente no organismo. Diferente das fibras, os laxantes não devem ser usados de forma contínua e sem prescrição médica.

Adotar novos hábitos saudáveis também podem ajudar na melhoria da saúde intestinal, contribuindo para evitar ou aliviar a constipação. Alguns deles são:

Botswanayouth

=Ter uma alimentação equilibrada – dando preferência ao consumo diário de frutas, legumes, verduras, grãos integrais, sementes, castanhas, entre outros;
=Beber, pelo menos, 2 litros de água por dia. O consumo adequado de água contribui para a hidratação intestinal e ajuda na formação do bolo fecal;
=Manter um estilo de vida ativo. A prática regular de atividade física promove a melhora da motilidade gastrointestinal, resultando em menor risco e frequência de constipação;


=Reduzir o estresse. O estresse pode comprometer a saúde intestinal e favorecer episódios de constipação; é preciso inserir no dia a dia atividades que proporcionem prazer;
=Evitar o uso laxantes. O contínuo de laxantes, sem orientação de um profissional de saúde, pode acarretar lesões no intestino e até mesmo o comprometimento da movimentação intestinal de forma natural.

Fonte: Maria do Carmo Friche Passos, Gastroenterologista e Professora Associada da Faculdade de Medicina da UFMG. Pós-doutorado em Gastroenterologia pela Universidade de Harvard – EUA. Ex-presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia. Vice-presidente do Núcleo Brasileiro para Estudo do H. pylori e Microbiota.

Como e por que turbinar o consumo de fibras

Com efeitos positivos no controle de peso e na saúde intestinal, as fibras podem ser encontradas em alimentos naturais e industrializados

Você provavelmente não está consumindo a quantidade mínima de fibras diárias! Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), adultos devem ingerir pelo menos 25 gramas por dia, média bem distante da realidade dos brasileiros, que consomem cerca de 12,5 gramas de fibras diariamente, segundo o IBGE.

Apesar de longe do consumo ideal, o brasileiro almeja aumentar esta média, é o que revela uma pesquisa da Tate & Lyle, fornecedora global de ingredientes e soluções para alimentos, bebidas e outros mercados. De acordo com o levantamento, 61% dos consumidores desejam consumir mais fibras, apontando como principal motivo os benefícios à saúde.

Por que consumir fibras?

Pixabay

As fibras alimentares são carboidratos resistentes às enzimas digestivas humanas. Elas passam pelo estômago e intestino delgado e chegam ao intestino grosso sem sofrer digestão. Isto quer dizer que elas têm baixo valor calórico, seu impacto na glicemia é desprezível, ajudam a prolongar a sensação de saciedade e ainda dão aquela forcinha na saúde intestinal.

“As fibras são aliadas da saúde por uma série de razões. O consumo dentro das médias recomendadas ajuda a controlar o peso corporal, e os níveis de colesterol, de glicose e de insulina no sangue, o que colabora com o controle e com a redução do risco de desenvolver enfermidades como diabetes e doenças cardiovasculares. Além disso, são conhecidas por seu benefício clássico para o funcionamento regular do intestino. Mais recentemente, pesquisas indicam que algumas fibras podem auxiliar no bom funcionamento do sistema imunológico”, explica Renata Cassar, nutricionista da Tate & Lyle.

Como consumir mais fibras?

Frutas, legumes, verduras e grãos (leguminosas como o feijão e cereais como o arroz integral) são as fontes de fibras mais comuns, mas a lista do que você pode consumir para turbinar sua média diária não para por aí. Uma análise rápida nos rótulos dos produtos disponíveis no supermercado pode abrir um leque de novas opções ricas em fibras.

“A fibra adicionada a alimentos e bebidas também ajuda a alcançar a ingestão recomendada, trazendo benefícios comprovados que impactam positivamente a saúde”, destaca Cassar. A indústria alimentícia oferece diversas opções de produtos adicionados de fibras, tais como bebidas, iogurtes e itens de panificação, então, para fazer uma escolha consciente, vale checar o rótulo.

Segundo a nutricionista, as informações referentes à presença de fibras constam na lista de ingredientes, na tabela nutricional e na face principal do rótulo, com alegações do tipo “fonte de fibras” e “rico em fibras”. Na lista de ingredientes, por determinação dos órgãos reguladores, elas podem aparecer com nomenclaturas técnicas, tais como polidextrose, maltodextrina resistente, amido de milho resistente, inulina, pectina, betaglucanos, entre outras, mas são fibras alimentares como as presentes em verduras, frutas e grãos.

“É sempre válido pesquisar os nomes que constam na lista de ingredientes para entender o que se está consumindo. Por exemplo, a polidextrose é uma fibra alimentar, mas muita gente, por não conhecer o nome técnico dessa fibra, acha que é algum tipo de açúcar. A maltodextrina resistente, por sua vez, é uma fibra solúvel obtida a partir do milho. Por isso a importância de conhecer os ingredientes”, aponta a especialista em nutrição.

A análise da tabela nutricional também é fundamental para fazer escolhas conscientes no supermercado, já que nela estão detalhadas a quantidade de fibra alimentar em gramas por porção e a porcentagem que essa quantidade representa no valor diário que um adulto saudável necessita. Segundo as normas da Anvisa, para ser considerado fonte de fibras o alimento precisa conter pelo menos 2,5 gramas por porção e para ser comunicado como rico em fibras a quantidade deve ser ainda maior: 5 gramas por porção.

Outra dica é variar o cardápio. “Há diversos tipos de fibras e muitas delas trazem benefícios específicos. Para potencializar os efeitos positivos no nosso organismo, o ideal é consumir não apenas a quantidade mínima, mas variar as fontes, incluindo frutas, legumes, verduras, feijão e outras leguminosas, cereais integrais e outros alimentos enriquecidos com fibras. E beber muita água, pois a água ajuda na ação das fibras”, conclui a profissional.

Fonte: Tate & Lyle

Vegetais que são fontes saudáveis ​​de carboidratos

Confira alguns vegetais que são fontes poderosas de carboidratos.

Brócolis

Foto: JPPI

Quantidade: 1 xícara picada, crua ou cozida
Carboidratos: 6 gramas
Você não tem que fervê-lo pode experimentar assá-lo com um pouco de azeite e uma pitada de queijo parmesão. Você continuará voltando para este deleite que fica com sabor de nozes.

Cenouras

Foto: Scarletina/Morguefile

Quantidade: 1 xícara, cru
Carboidratos: 12 gramas
Se cenouras cozidas empapadas não inspiram você, coma-as cruas. Deixe aquelas pequenas inteiras. Corte as maiores em um ângulo para tornar cada fatia maior. Use um ou ambos para obter um molho saudável e rico em proteínas feito de iogurte desnatado, suco de limão e endro fresco.

Milho

Foto: Alvimann/Morguefile

Quantidade: 1 xícara picada
Carboidratos: 30 gramas
Isso é muito carboidrato, mas também há cerca de 4 gramas de fibra, o que ajuda seu corpo a absorvê-los mais lentamente. É difícil superar o milho fresco assado na grelha no verão. Experimente espigas inteiras com casca no micro-ondas por alguns minutos antes de grelhá-las. Isso reduzirá o tempo de cozimento e evitará que sequem.

Batata doce

Pinterest

Quantidade: 1 xícara, picada ou amassada, crua ou cozida
Carboidratos: 27 gramas
Assim como as cenouras, este vegetal com amido é rico em fibras. Também é carregado com outros nutrientes como potássio, cálcio e vitamina C. Corte em fatias finas e leve ao forno com uma leve pincelada de azeite de oliva como acompanhamento ou lanche para mastigar, crocante e de sabor delicioso. Experimente como um substituto saudável das batatas fritas.

Beterraba

Quantidade: 1 xícara, picada ou fatiada
Carboidratos: 13 gramas
Se você quiser reduzir o tempo de cozimento, não cozinhe as beterrabas inteiras como muitas receitas sugerem. Descasque-as e corte-as em oito pedaços. Coloque-os pedaços em uma assadeira e leve ao forno a 210 graus por cerca de 20 minutos. Assim que estiverem prontas, você pode servi-las em uma salada com um pouco de rúcula, nozes e queijo feta desnatado.

Pastinaca (cherivia ou cherovia)

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara
Carboidratos: 23 gramas
Embora a contagem de carboidratos seja alta, eles têm 6,5 gramas de fibra por porção. Asse a 180 graus por uma hora. Misture-os com outros vegetais de raiz, como batatas, rutabagas, nabos e beterrabas para um acompanhamento colorido que é um banquete para seus olhos e sua barriga.

Couve-de-Bruxelas

Kalhh/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 12 gramas
São 8 gramas de fibra que ajudam a equilibrar os carboidratos. Se você tem más lembranças do vegetal sem gosto e cozido demais, não tenha medo. Misture-os em uma tigela com azeite, sal e pimenta. Asse a 260ºC por 20 minutos e regue com vinagre balsâmico.

Abobrinha

MootikaLLC/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, fatiada
Carboidratos: 3,5 gramas
Você pode usar fatias cruas, junto com aipo e pepino, em vez de chips. Ou, para algo diferente, compre um cortador em espiral e faça macarrão de abobrinha em vez de macarrão em todos os seus pratos favoritos.

Abóbora Butternut

Lebensmittelfotos/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 21 gramas
Junto com a vitamina C, é rica em fibras com 6,6 gramas. Você pode descascar, cortar em cubos e assar a 200 graus por cerca de 30 minutos. É um ótimo acompanhamento ou um saboroso recheio de taco. Corte ao meio e leve ao forno inteiro a 180 graus por uma hora e 20 minutos, ou até que esteja macia.

Abóbora Bolota

Diane Blanco/Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cozida
Carboidratos: 30 gramas
É uma alta contagem de carboidratos, mas eles têm 9 gramas de fibra para equilibrar. Um minuto no micro-ondas em alta fará com que cada abóbora seja mais fácil de cortar pela metade. Coloque duas colheres de sopa de suco de laranja em cada metade e asse com o lado cortado para cima por 30-45 minutos. Um pouco de canela e noz-moscada vão bem. Ou use-os como taças de entrada e recheie-as com frango, cogumelos e couve.

Abóbora

Heartland Cardiology

Quantidade: 1 xícara, em cubos
Carboidratos: 8 gramas
Se você quiser um doce de abóbora que não seja um latte ou uma fatia de torta, experimente um smoothie. Jogue gelo, 1 banana, uma xícara de iogurte desnatado, ¼ xícara de purê de abóbora e uma pitada de canela e gengibre no liquidificador. Você pode diluir com leite desnatado, se necessário.

Espinafre

Foto: Clara Sander/Pixabay

Quantidade: 2 xícaras, cru
Carboidratos: 2 gramas
Quase não tem carboidratos e muitos nutrientes. Refogue, fresco ou congelado, no alho e azeite, para um acompanhamento simples que funciona com quase tudo. Você também pode usá-lo em saladas ou em omeletes para garantir que toda a família aproveite.

Grão-de-bico


Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 45 gramas
São ricos em proteínas e fibras. Use-os em saladas, sopas e curry indianos picantes. Ou adicione um pouco de azeitona, suco de limão, alho e tahine (feito de sementes de gergelim) e jogue tudo em um processador de alimentos. A pasta espessa resultante, conhecida como homus (foto), é perfeita para mergulhar com pão sírio, batatas fritas ou mesmo vegetais crus.

Pimentão vermelho

Pixabay

Quantidade: 1 xícara, cru ou cozido
Carboidratos: 9 gramas
Corte-os longitudinalmente para um delicioso e simples lanche cru, sozinho ou para mergulhar em um molho. Use-os com quase qualquer refogado para obter cor e sabor. Você também pode escurecer um na grelha ou no forno. Para um acompanhamento ou prato principal isolado, recheie-os com feijão, arroz, carne ou o que quer que soe bem. Asse a 200 graus por 35 minutos.

Feijões da Marinha

Freepik

Quantidade: 1 xícara, cozido
Carboidratos: 47 gramas
Adicione-os a uma salada simples de frango cozido, pepino, cebola, óleo e suco de limão para um almoço leve e refrescante de verão. Deixe o feijão de molho durante a noite para torná-lo mais fácil de digerir (leia-se: menos gases). Se você estiver com pressa, use 10 xícaras de água para cada quilo de feijão e ferva por 3 minutos. Em seguida, reserve por uma hora ou mais antes de começar a cozinhar.

Fonte: WebMD

Seis hábitos e alimentos que enfraquecem o sistema imune

Nesse momento em que suas defesas precisam estar mais fortes do que nunca, esses hábitos alimentares podem fazer seu sistema imune ficar mais suscetível aos ataques de agressores como vírus, fungos e bactérias

Manter o sistema imunológico em equilíbrio é uma das coisas mais importantes e impactantes que você pode fazer agora, enquanto a pandemia do Novo Coronavírus continua. Mas reforçar a imunidade é uma moeda de dois lados: trata-se de escolher alimentos que ajudem a apoiar a função imunológica, evitando comportamentos que podem enfraquecer a imunidade.

“Alguns hábitos alimentares e excesso de alguns alimentos podem prejudicar o comportamento de defesa do organismo”, afirma a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Abaixo, ela cita os hábitos envolvidos com a piora do sistema imune:

Foto: Emilysimagery/Morguefile

Beber muito álcool: uma taça de vinho aqui e ali pode ser uma maneira de tentar lidar com essa crise. Mas o consumo excessivo de álcool, mesmo em curto prazo, pode alterar seu sistema imunológico de maneiras que são particularmente impactantes para o momento. Em um artigo publicado na revista Alcohol Research, os pesquisadores observam que existe uma relação há muito observada entre a ingestão excessiva de álcool e uma resposta imunológica enfraquecida. “O efeito inclui um aumento da suscetibilidade à pneumonia e uma maior probabilidade de desenvolver síndromes de estresse respiratório agudo (SDRA) – fatores que podem impactar os resultados da Covid-19. Outros resultados observados envolvem um risco aumentado de sepse, uma maior incidência de complicações pós-operatórias, cicatrização deficiente de feridas e uma recuperação mais lenta e menos completa das infecções”, afirma a médica. O Centers for Disease Control (CDC) define o consumo excessivo de álcool como quatro ou mais drinques durante uma única ocasião para mulheres e cinco ou mais para homens. Beber demais significa consumir oito ou mais bebidas por semana para mulheres e 15 ou mais para homens, mas dependendo da bebida consumir mais de um copo por dia já tem efeitos negativos. Se você estiver bebendo muito, reduza para uma quantidade moderada de não mais do que uma bebida por dia para mulheres ou duas para homens. E se você acha que pode precisar de ajuda com relação ao álcool, não hesite em procurar um profissional.

Bruno/Germany/Pixabay

Abusar do sal: você pode associar o excesso de sódio a problemas como retenção de líquidos e pressão alta. Mas um novo estudo do Hospital Universitário de Bonn realizado em humanos e camundongos concluiu que muito sal pode levar a deficiências imunológicas. Os pesquisadores descobriram que, quando os rins excretam o excesso de sódio ocorre um efeito dominó que reduz a capacidade do corpo de combater infecções bacterianas. “Embora a Covid-19 seja uma doença viral, pode levar a infecções bacterianas secundárias. E essa pesquisa emergente pode resultar em uma melhor compreensão da relação entre o excesso de sódio e a função imunológica geral”, afirma. O limite diário recomendado de sódio é inferior a 2.300 mg por dia para adultos saudáveis, menos do que a ingestão média real de 3.440 mg por dia. Mais de 70% do consumo de sódio dos brasileiros vêm de alimentos processados. É por isso que a melhor maneira de conter a ingestão é limitar os produtos altamente processados, como, macarrões instantâneos, sopa enlatada e pizza congelada. Verifique os mg de sódio por porção nos rótulos de informações nutricionais. Quanto à salga dos alimentos, uma colher de chá de sal de cozinha contém 2.300 mg de sódio. Se você usar pouco sal para temperar alimentos frescos, ainda poderá permanecer abaixo do limite recomendado. Por exemplo, um quarto de colher de chá de sal, que é uma quantidade generosa se você medir, fornece 575 mg de sódio. A combinação de sal com outros temperos, como ervas e especiarias, também pode ajudar a reduzir a necessidade de polvilhar em excesso.

Consumir açúcar em excesso: cortar o excesso de açúcar adicionado é uma ideia inteligente por uma série de razões, incluindo benefícios para o suporte imunológico. Um estudo publicado no The American Journal of Clinical Nutrition descobriu que, após um jejum noturno, os humanos alimentados com 100 gramas de açúcar experimentaram uma redução na capacidade das células imunológicas de abrir espaço a bactérias. Os maiores efeitos foram encontrados entre uma e duas horas depois, mas duraram até cinco horas. “Isso não significa que você deva abandonar os carboidratos completamente, mas evitar um excedente contínuo ou excessos de curto prazo é uma meta que vale a pena. A American Heart Association recomenda limitar o açúcar adicionado – o tipo adicionado aos alimentos por você ou um fabricante – a não mais do que seis colheres de chá por dia para mulheres e nove para homens. Uma colher de chá equivale a quatro gramas de açúcar adicionado, ou seja, 24 e 36 gramas de açúcar adicionado, respectivamente, para mulheres e homens diariamente”, afirma a médica. Se você é propenso a comer guloseimas açucaradas, teste alguns mecanismos alternativos de enfrentamento, como praticar meditação, exercícios físicos ou mesmo jogar videogame pode reduzir a necessidade de comer em virtude de seus sentimentos.

Ingerir muita cafeína: o café e o chá protegem a saúde, devido aos seus altos níveis de antioxidantes ligados ao efeito anti-inflamatório. No entanto, o excesso de cafeína pode interferir no sono e esse resultado pode aumentar a inflamação e comprometer a imunidade. “Para melhor apoiar a função imunológica, descarte bebidas com cafeína sem nutrientes, feitas com açúcar ou adoçantes artificiais, como refrigerantes e bebidas energéticas. Quando você gosta de café e chá, certifique-se de cortar a ingestão de cafeína pelo menos seis horas antes de deitar para evitar interferências no sono”, afirma a médica.

Economizar no consumo de fibras: as fibras apoiam uma boa saúde digestiva e ajudam a mudar a composição das bactérias intestinais de forma a melhorar a imunidade e o humor, segundo a médica nutróloga. “Uma maior ingestão de fibra alimentar e prebióticos oferece suporte a uma função imunológica mais saudável, incluindo proteção contra microrganismos. A fibra adequada também promove uma melhor qualidade do sono. A melhor maneira de aumentar a ingestão de fibras é comer mais alimentos integrais, incluindo vegetais, frutas, grãos inteiros, leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico), nozes e sementes. Troque alimentos processados com baixo teor de fibras por alimentos não processados ricos em fibras”, diz a médica. Troque cereal açucarado por aveia coberta com frutas e nozes, troque o arroz branco por integral ou com grãos. Tente substituir a carne, sem fibras, por feijão ou lentilha, macarrão tradicional por massas de leguminosas, e troque os lanches embalados, como biscoitos e batatas fritas, por combinações de frutas e nozes ou vegetais com homus ou guacamole.

Não comer vegetais verdes suficientes: os vegetais verdes podem ser particularmente úteis para a imunidade. “Essas plantas fornecem nutrientes essenciais conhecidos por ajudarem a função imunológica, incluindo vitaminas A e C, além de ácido fólico. Os verdes também oferecem compostos bioativos que liberam um sinal químico que otimiza a imunidade no intestino, a localização de 70-80% das células imunológicas. Para obter o maior benefício, concentre-se especificamente nos vegetais verdes da família dos crucíferos, que incluem couve, brócolis, repolho e couve de Bruxelas. Incorpore pelo menos três xícaras por semana – crus, como salada de couve, salada de repolho e floretes de brócolis frescos com molho, ou versões cozidas no vapor, salteadas ou assadas no forno”, finaliza a médica.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Wickbold lança wrap com vegetais na formulação

Feito com cenoura, batata-doce e tomate, o novo Tá Pronto! une saudabilidade e praticidade em forma de tortilha, duas tendências do setor de alimentação que ganharam ainda mais destaque na quarentena

O isolamento social faz com que os consumidores cozinhem mais e, na hora de preparar as receitas, eles buscam alimentos mais nutritivos e práticos. De olho nessa tendência, a Wickbold , que já é a líder brasileira no segmento de pães especiais e saudáveis, acaba de anunciar mais um lançamento que reforça a missão de nutrir e inspirar pessoas para uma vida equilibrada. É o novo Tá Pronto Vegetais, que chega para oferecer uma refeição rápida, saudável e saborosa.

O lançamento atende às principais tendências do setor de alimentação: Inovação, já que é inédito e possui vegetais de verdade na formulação; saudabilidade, ao reunir a cenoura, o tomate e a batata-doce para garantir saciedade e menor índice calórico; versatilidade, com um sabor coringa que combina com qualquer recheio e possibilita diversas receitas; experiência de consumo diferenciada, com textura de massa fininha, leve e crocante; e praticidade, pois é só esquentar e rechear.

“Estudamos de forma permanente o mercado e vemos uma demanda cada vez maior por produtos que ajudem o consumidor a ter uma alimentação saudável, mas que seja também descomplicada, isso tudo sem abrir mão do sabor. O wrap se adapta bem a essa realidade, pois pode ser preparado de forma rápida e com infinitas possibilidades de combinações”, explica Denise Pacheco, coordenadora de marketing da companhia.

O tamanho da tortilha também merece destaque, já que ela é maior em relação a outros produtos similares oferecidos nas gôndolas, permitindo a produção de sanduíches bem recheados sem que a massa do wrap quebre ao ser manuseada.

“Nossa expertise de mais de 80 anos no mercado brasileiro de pães colaborou para o desenvolvimento de um produto único, que promete agradar e fazer sucesso. Temos grandes expectativas nesse sentido”, conta a executiva.

Embalagens e mercado

O lançamento da linha de wraps Tá pronto! marcou a entrada da Wickbold na categoria de massas tipo tortilhas. Além da novidade Vegetais, os consumidores podem encontrar dois sabores: Original, feito à base de massa branca tradicional; e 100% Integral, inédito no mercado brasileiro nessa divisão de produtos. Todas as embalagens foram elaboradas para ajudar a rotina do consumidor. Além de oferecer proteção ao produto, o fechamento em sistema zip torna mais fácil de manusear e de guardar.

A versão Vegetais pode ser encontrada nas principais gôndolas do País por um preço médio de R$ 5,99.

Informações: Wickbold

Wickbold lança linha de pães especiais inspirados nas mulheres

Disponível nas versões exclusivas +Cálcio, +Proteína e +Fibras, Wickbold+ oferece ingredientes funcionais e fundamentais para uma rotina alimentar completa e mais equilibrada

A Wickbold inova mais uma vez e apresenta a nova linha Wickbold+, disponível nas versões +Cálcio, +Proteína e +Fibras. O lançamento oferece benefícios nutricionais e funcionais inspirados no principal público da marca: as mulheres.

“Por meio de um aprofundamento em pesquisas, como ponto de partida, entendemos as principais necessidades das mulheres. Posteriormente, com base em estudos feitos pela nossa assessoria nutricional, avaliamos também ingredientes funcionais e os seus perfis nutricionais, além de sua aplicação nos pães. O resultado foi uma linha inovadora e funcional, cujo portfólio foi pensado de forma a complementar a jornada do público. Estamos satisfeitos com o resultado e temos o objetivo de fortalecer a linha a médio prazo”, explica Denise Pacheco, Coordenadora de Marketing.

“O propósito da Wickbold é nutrir e inspirar pessoas para uma vida mais equilibrada e, com o lançamento da Linha Wickbold+, além de suprir uma demanda da categoria e mercado, nós trazemos ainda mais diferenciação e percepção de valor para o nosso principal segmento: pães especiais”, conta Pedro Wickbold, Diretor Geral da companhia.

Conheça os pães Wickbold+

+Proteína – ótima opção para quem busca mais desempenho e melhores resultados nos treinos, o +Proteína (com Whey Protein e Caseínato de Cálcio) é um pão 100% integral, que conta com a maior quantidade de proteína do mercado, sendo 11g a cada duas fatias.

+Fibras – com cranberries em sua formulação, o +Fibras proporciona mais equilíbrio para o dia a dia e chega como o pão com mais fibras do segmento, já que conta com 6,2g a cada duas fatias. 100% integral, o lançamento se destaca também pela sua textura diferenciada.

+Cálcio – rico em vitamina D, o +Cálcio foi desenvolvido com a proposta de oferecer mais qualidade de vida para todas as pessoas que precisam de uma quantidade maior desse elemento no dia a dia. O novo produto oferece 34% do ingrediente a cada duas fatias e conta com a vitamina D na composição, que é ideal para uma melhor absorção do ingrediente principal.

Embalagens diferenciadas

Com o objetivo de chamar a atenção do consumidor na gôndola e reforçar os benefícios nutricionais de cada produto, a Wickbold escolheu embalagens diferenciadas e vibrantes, que destacam as principais características de cada pão. Disponíveis em pacotes de 400g, os lançamentos podem ser encontrados em todo o Brasil por um preço médio de R$ 10,90.

Informações: Wickbold

Bebida prebiótica auxilia no tratamento de distúrbios intestinais

Desenvolvida para auxiliar no tratamento de distúrbios intestinais, a bebida funcional prebiótica Pura Fibra chega ao mercado com o objetivo de oferecer uma experiência inovadora e positiva com as fibras, de forma prática, saborosa e eficaz, ajudando no consumo adequado dos prebióticos. Isso mesmo, prebióticos, ingredientes nutricionais que exercem um efeito direto e instantâneo sobre a saúde, pois estimulam o crescimento e as atividades das bactérias benéficas presentes no intestino, equilibrando e fortalecendo o sistema gastrointestinal e o sistema imunológico.

bebidas prebioticos 2

Pura Fibra foi desenvolvida após um de seus criadores e fundadores decidir encontrar alternativas para que as pessoas conseguissem suprir a carência diária de fibras de forma prática. A ideia se deu após ele mesmo precisar passar por uma delicada cirurgia intestinal, ocasionada devido ao baixo consumo de fibras.

Após 12 anos de intensos estudos em parceria com outros países, como Alemanha e Estados Unidos, eis que nasce a única bebida no mundo com prebiótico pronto para beber, com fibra plant based, natural, vinda da cana de açúcar, que chega intacta ao intestino. A ingestão diária da bebida equivale, em quantidade de fibras, a: 14 folhas de alface, 22 ameixas, 5 barrinhas de cereais ou 3,5 colheres de aveia.

Por ser uma bebida funcional e não possuir contraindicações, pode ser consumida por todos, incluindo intolerantes à lactose e glúten, por exemplo. Também pode ser consumida por gestantes e pessoas de qualquer idade. Outro diferencial é que ela pode ser armazenada e consumida em temperatura ambiente.

Seus benefícios para a saúde começam a ser sentidos em alguns dias após o início do consumo e há relatos de pessoas que já sentem melhorias no primeiro dia. Além de, a curto prazo, Pura Fibra fortalecer o sistema imunológico e digestivo, previne doenças inflamatórias e mantém a pele e cabelos mais saudáveis a médio e longo prazo. Além disso, pode auxiliar a minimizar risco de doenças graves, como o câncer de cólon.

pura fibra

Pura Fibra Prebiótico promete ser um produto que entrega o que promete, sendo 100% eficaz no fortalecimento da microbiota intestinal e, consequentemente, no fortalecimento da imunidade. A bebida pode ser encontrada em 4 sabores: limão, tangerina, pêssego e morango, em embalagens de 400ml.

Informações: Pura Fibra

Sobremesa ou lanche: crumble sem glúten e rico em fibras sempre cai bem

Receita pode ser incorporada com diversos acompanhamentos

Quer agradar a todos na elaboração de uma sobremesa? Que tal uma receita especial de crumble que acompanha frutas, é rico em fibras naturais e ainda sem glúten? A sobremesa tem origem britânica e leva frutas, açúcar, biscoitos e outros ingredientes ao forno até que tudo fique bem crocante.

Além de um tempo de preparo rápido a sobremesa também surpreende no sabor. Confira abaixo o passo a passo e anote os ingredientes:

Crumble

Ingredientes
1 pacote de Biscoitos com Fibras
2 colheres de sopa de manteiga
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de café de canela em pó

Ingredientes para montagem
1 manga, picada
1 xícara de tangerina, gomos, picados
1 xícara de abacaxi, picado

Modo de preparo

Crumble
Em um refratário, quebre os biscoitos e misture com a manteiga, o açúcar e a canela até ficar uma farofa. Reserve.

Montagem
No recipiente de servir, espalhe as frutas e coloque por cima a farofa do crumble.
Leve ao forno médio preaquecido (180°C) por cerca de 10 minutos. Retire do forno e sirva.

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Tempo de preparo: 20 min – 25 min
Tempo de cozimento: 10 min
Temperatura: 180°C
Dificuldade: fácil
Rendimento: 2 porções

Fonte: Schär

Intestino mais saudável graças às fibras

Entenda por que você deve investir no consumo de alimentos e suplementos ricos nelas

Você já deve ter ouvido falar que o intestino é o segundo cérebro, isso porque ele é responsável por funções importantes no nosso organismo. Para se ter ideia, além de ter o papel de absorver os nutrientes dos alimentos que passam pelo processo digestivo, o intestino produz 90% da serotonina do organismo, neurotransmissor responsável por melhorar o humor, regular o sono, fornecer saciedade entre outras funções. Além disso, também é o “abrigo” de trilhões de bactérias benéficas, que interferem diretamente na imunidade e também na nossa composição corporal.

Mas, para que todas essas funções aconteçam plenamente, é importante ter uma alimentação saudável, que priorize o consumo de frutas, legumes e verduras para garantir as vitaminas necessárias para o organismo e também a quantidade de fibras essenciais para o bom funcionamento do intestino.

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“As fibras são importantes para ajudar a prevenir quadros de prisão de ventre, contribuem para a saciedade, além de equilibrar os níveis de glicose e gorduras no sangue. Fora isso, ainda são o alimento para as bactérias benéficas, possibilitando um ambiente saudável que reflete em todo o organismo”, fala o médico nutrólogo Nataniel Viuniski, especialista em obesidade e membro do Conselho para Assuntos Nutricionais da Herbalife Nutrition do Brasil.

Dados mostram, no entanto, que a média de consumo de fibras pelo brasileiro está abaixo do recomendado, cerca de 15 g por dia, enquanto a Organização mundial de Saúde (OMS) indica entre 25 e 30 g diariamente. “Esse é um reflexo da vida moderna que, muitas vezes, faz com que as pessoas optem pela praticidade de um fast food, pobre em nutrientes e fibras ou ainda, de dietas monótonas, em que não há variedade de alimentos fontes desse nutriente”, fala o médico.

Para contribuir para uma vida mais saudável e com mais fibras, a Herbalife Nutrition oferece o Fiberbond, produzido a partir das fibras da aveia e da beterraba. O produto é produto uma forma prática de ter fibras sempre à mão, indicado para ser consumido antes das refeições.

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A embalagem de Fiberbond traz 180 tabletes e sai a um valor de R$ 126,00.

Informações: Herbalife Nutrition