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Wine dá dicas de receitas de drinques inspirados nos quatro elementos do zodíaco

Os 12 signos astrológicos se dividem entre quatro elementos. A sequência do zodíaco começa com uma inspiração, o Fogo; que se materializa, a Terra; que se espalha, o Ar; e se dilui, a Água. Segundo especialistas, cada elemento responde por funções internas dos seres humanos e podem ser desenvolvidas e visíveis para outras pessoas. Pensando nisso, Marina Bufarah de Souza, Sommèliere da Wine – maior clube de assinatura de vinhos do mundo – separou as dicas mais especiais de drinques utilizando os elementos do zodíaco.

O elemento Fogo é o primeiro da lista, que engloba os signos de Áries, Leão e Sagitário, e tem como natureza o entusiasmo, a criatividade e a autoestima. A indicação é o Kir Royal – Fogo, um drinque simples, leve, saboroso e muito sofisticado, o preferido pela realeza francesa da época em que foi criado.

Expansivo e caloroso, assim como os nativos do signo de fogo, ele é feito com 90ml do Champagne Jacquart Mosaïque Brut, 15 mil de Licor de Cassis e cereja. Uma verdadeira delícia super sofisticada.

A Terra abrange os signos de Touro, Virgem e Capricórnio, e tem como características principais a praticidade, a capacidade de realização e de lidar com a realidade. A sugestão é o drinque Stargazer – Terra, excelente para ser apreciado em momentos relax e de autocuidado, ideal para os nativos do signo de terra que prezam por aquele momento de bálsamo.

Ele é feito com 125 ml de Chardonnay gelado – Altivo Classic Chardonnay 2020, ¼ xícara de rum escuro, 3 colheres (de sopa) de suco de abacaxi, 3 colheres (de sopa) de xarope de baunilha e cubos de gelo a gosto. Para decorar, use uma rodela de limão, coloque o restante dos ingredientes com o gelo em uma coqueteleira e agite bem. Sirva nos copos decorados e aprecie essa maravilha.

Já o elemento Ar, que reúne os signos Gêmeos, Libra e Aquário, tem em sua natureza o pensamento e traz qualidades como a sociabilidade e a clareza mental. Neste caso, o drinque aconselhável é o Limoncello Spritz – Ar, uma bebida energética e super refrescante, perfeita para viver momentos festivos e compartilhar boas experiências, o que combina muito bem com os nativos do signo de ar.

Para fazer o seu, use 50 ml Limoncello (licor italiano de limão siciliano), 75 ml Espumante – Espumante Manos Negras Extra Brut, 25 ml de água com gás, cubos de gelo, meia fatia de limão e um ramo de hortelã. Encha um grande copo ou taça de vinho flûte com cubos de gelo, despeje o espumante, o licor de limão siciliano e a água com gás, e mexa bem. Decore com meia fatia de limão e um raminho de hortelã para apreciar o sabor único que o drinque pode proporcionar.

Em último da lista, mas obviamente não menos importante, aparece o elemento Água, que abarca os signos de Câncer, Escorpião e Peixes. Em sua natureza, estão a emoção e a conexão com as próprias emoções e com as dos outros. O drinque sugerido para a ocasião é a Água de Valência – Água, muito famoso na Espanha, com um apelo afetivo às memórias do local onde foi criado, capaz de despertar sensações e sensibilizar os seus sentidos, assim como os nativos dos signos de água.

A receita precisa de 1 limão (em rodelas), 2 laranjas, 3 canelas em pau, 30 mL de vodca 100 mL de espumante – Espumante Real de Aragón DO Cava Brut, 200 mL de suco de laranja e gelo. Para preparar, descasque as duas laranjas e reserve as cascas delas. Com a polpa da fruta, faça um suco e reserve 200 ml. Coloque quanto gelo desejar numa jarra e encha com os líquidos (suco de laranja, vodca e espumante). Feito isso, adicione a canela. Utilize as cascas e rodelas de limão para decorar a jarra e as taças, e aproveite para surpreender seu paladar.

Agora é só escolher os elementos e os drinques para saborear em qualquer ocasião. Fogo, Terra, Ar e Água – com a Wine – proporcionam experiências incríveis para viver momentos de alegria com quem mais gostamos.

Para ver os vinhos/espumantes clique sobre os nomes:
Champagne Jacquart Mosaïque Brut
Altivo Classic Chardonnay 2020
Espumante Manos Negras Extra Brut
Espumante Real de Aragón D.O. Cava Brut

Os cuidados na escolha e no uso do álcool 70% para a prevenção do novo coronavírus

Lavar as mãos com água e sabão é um hábito comprovadamente efetivo para evitar a transmissão não só do novo coronavírus, mas também de diversas doenças. Outro aliado em tempos de pandemia é o álcool 70%, um item indispensável quando é necessário sair do distanciamento social para a compra de mantimentos, por exemplo.

Mesmo com a comprovada efetividade em lavar as mãos, o álcool traz a praticidade de permitir a higienização mesmo quando não há água e sabão por perto. O álcool etílico, nas concentrações iguais ou superiores a 70%, age principalmente na estrutura lipoproteica (uma camada composta de gordura e proteína) que envolve o vírus, causando a inativação e o bloqueio na capacidade de infectar os organismos.

Nesse contexto, o aumento no consumo de álcool 70% no mundo todo foi inevitável, além disso, ocorreu também a diversificação nas formas disponíveis da substância, já que é possível encontrá-lo na forma líquida e em gel, podendo ou não conter outros aditivos como essências e hidratantes. É preciso, entretanto, tomar alguns cuidados para garantir a proteção contra doenças e ao mesmo tempo não correr riscos.

A primeira questão a ser considerada é o potencial inflamável do álcool etílico na concentração de 70%, portanto jamais fazer o uso próximo a chamas e fontes de calor, especialmente se estiver utilizando a formulação líquida. A versão líquida foi responsável por causar muitos acidentes e, portanto, teve a comercialização proibida desde 2002 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Para aumentar a proteção durante a pandemia, o álcool 70% líquido retornou ao mercado, após autorização especial e temporária da Anvisa. Considerando o potencial risco dessa formulação líquida, especialmente quando está ao alcance de crianças, é preferível o uso da versão em gel, pois garante a mesma proteção contra o novo coronavírus e apresenta menor potencial inflamável.

Outro aspecto importante é a concentração do álcool que deve ser igual ou superior a 70% para a efetividade. Por isso é essencial ficar atento ao rótulo do produto, pois há diversas concentrações disponíveis para a comercialização. Usar uma concentração abaixo de 70% apresenta elevado risco, já que não é suficiente para inativar o vírus e ao mesmo tempo dá ao usuário a sensação de que está protegido, quando na verdade tem as mesmas chances de contrair a doença de antes do uso.

O armazenamento é também um fator importante e deve ser realizado distante de fontes de calor, em locais limpos e que não recebam diretamente luz solar. Sempre que não estiver em uso, o frasco deve permanecer fechado e não conter danos que permitam a exposição do produto. Esses cuidados garantem a manutenção da concentração e, portanto, a efetividade nas futuras higienizações.

Por fim, é importante avaliar a procedência, pois problemas na fabricação e processos clandestinos também comprometem a qualidade e a eficiência. Se estiver em dúvida quanto à procedência, é possível verificar no site da Anvisa se o produto é aprovado, o que garante maior confiabilidade.

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Não deixe de se proteger, mas escolha com cuidado o álcool 70% e garanta um bom armazenamento. Seguindo as orientações recomendadas é possível se proteger do novo coronavírus com riscos mínimos de acidentes.

Fontes:
Augusto Lima da Silveira é coordenador dos cursos Saneamento Ambiental e Gestão em Vigilância em Saúde na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui licenciatura em Química e atualmente é Doutorando em Ecologia e Conservação.
Ivana Maria Saes Busato é coordenadora dos cursos Gestão Hospitalar e Gestão de Saúde Pública na modalidade a distância do Centro Universitário Internacional Uninter. Possui experiência em saúde pública e atualmente é Doutora em Odontologia.

 

 

Festas julinas: especialistas alertam para o risco de brincadeiras com fogo

Ter conhecimento de primeiro socorros ajuda a evitar transtornos para as crianças neste período; veja cinco dicas essenciais

O tradicional dia de São João já passou, mas a folia das festas juninas e julinas ainda continua. Porém, entre as comemorações, é preciso ter prudência, principalmente com as crianças. Após alerta da Sociedade Brasileira de Dermatologia, especialistas de saúde estão prevenindo as famílias sobre os riscos de algumas brincadeiras comuns nesse período, como as bombinhas e as fogueiras. Não deixar que crianças menores de 2 anos manuseiem estalinhos e orientar os pequenos sobre os cuidados gerais podem fazer a diferença para passar as festividades com segurança.

A pediatra e pneumologista Natália Barbosa Gomes, do Grupo Prontobaby, orienta que os cuidados devem ser redobrados nessa época, pois é comprovado o aumento de casos de queimaduras. “A queimadura deve sempre ser considerada como grave, sempre sendo indicada a avaliação médica. Antes de se encaminhar para uma unidade hospitalar deve ser feita a lavagem com água corrente, sem utilizar água fria ou gelo, ou soluções caseiras”, orienta.

Veja cinco dicas de ouro para evitar os acidentes mais comuns entre as crianças.

chama gás fogão cozinha pixabay
Pixabay

Comidas – grande parte das queimaduras tem associação com a preparação de comidas. Podem ocorrer acidentes quando é acesa a churrasqueira ou colocado o alimento para cozinhar, porém, principalmente naqueles alimentos cozidos na água, que por algum descuido, a criança poderá puxar a panela e derrubar o líquido em sua pele, levando a uma queimadura por escaldadura;

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Estalinhos – podem parecer inofensivos, porém são feitos de pólvora e podem causar acidentes como queimadura. Principalmente em menores de 1 ano e 6 meses até 3 anos, que são aqueles que estão na fase oral, sempre levando tudo a boca, o que pode ocasionar a ingestão do mesmo;

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Foto: Duttasum/Morguefile

Fogueiras – são chamativas para os pequenos, e apenas um descuido é o suficiente para acontecerem queimaduras. Podem ser classificadas em 1, 2 e 3 graus. A queimadura de primeiro grau é a mais superficial, pois atinge somente a primeira camada da pele, gerando vermelhidão e dor local, não sangram e apresentam aspecto seco. Já as de segundo grau, apresentam bolhas e são bem doloridas, se caracterizam por aspecto úmido. No caso das de terceiro grau, há um acometimento das camadas mais profundas da pele como músculos e ossos, são indolores e podem causar deformidades;

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Pixabay

Balões – além de representarem um perigo para a nossa natureza, são um perigo importante para nossos filhos. Podem provocar graves acidentes e incêndios florestais, além de proibido, é considerado crime ambiental;

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Foto: DuBoix / Morguefile

Fogos de artifícios – nunca devem ser manuseados por crianças. Mantenham-se alertas e orientem seus filhos, pois as queimaduras de fogos de artifícios são os mais graves (queimaduras de 3° grau), podendo causar lesões irreversíveis.

Fonte: Grupo Prontobaby

Fogo e alquimia são as estrelas do Walfenda Medieval

Sob o comando da chef Angelita Gonzaga, o Walfenda Medieval busca inspiração na Idade Média para os seus pratos; cliente poderá levar drinques para casa

Com decoração que remete à uma farmácia da Idade Média, foi inaugurado no bairro Vila Romana, em São Paulo, em novembro, o Walfenda Medieval. Sob o comando da chef Angelita Gonzaga, especialista em cozinha caipira de raiz, a nova casa terá um cardápio de carnes feitas na brasa e acompanhamentos.

“Nossa proposta é que seja um espaço em movimento, um mix de restaurante e bar, também aberto para eventos. Se o cliente quiser parar, e levar algum prato para casa, será possível”, explica Angelita.

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Chef Angelita Gonzaga

A inspiração do Walfenda vem principalmente da cozinha ibérica do fim da Idade Média (séculos 14 e 15). Em Portugal, a chef pesquisou pratos e preparos que se mantêm quase intactos desde essa época. “Será uma cozinha com o que as pessoas querem comer hoje, mas com sabores que remetem ao passado. A inspiração é medieval, mas não há nenhuma ligação com vikings ou tabernas”, explica Angelita. Um dos destaques é a carta de bebidas, com “poções” engarrafadas, que poderão ser levadas para casa pelos clientes.

Assim como as poções, o fogo é um dos protagonistas no Walfenda Medieval. Logo na entrada, há uma área de preparo de carnes, que serão assadas em lenha de macieira, parreira e ameixeira, como galetos e o tomahawk steak.

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Galeto assado na lenha

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Tomahawk Steak

Também há embutidos e defumados variados, como o salpicão (enchido de lombo de porco) de um produtor do interior de São Paulo que utiliza uma técnica trasmontana de defumação, com lenha de castanheira. Eles serão vendidos por quilo e o próprio cliente escolhe as carnes que são servidas em tábuas. Sopas (como a de grão-de-bico e de ervilha com linguiça portuguesa) serão preparadas em caldeirões portugueses. Como sobremesas, o Walfenda oferecerá crepes com recheios variados, que serão preparadas também no fogo.

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Tutano com pasta de hortelã e manjericão, acompanhado de cenouras assadas e pão de chapa

Com curadoria da sommelière de cerveja Paty Albehy, a casa irá servir chopes Weihenstephan (a mais antiga cervejaria do mundo, de 1040) e Revenge IPA e larger, além de cervejas artesanais importadas. Na carta de vinhos, apenas rótulos de pequenas caves do Sul do país.

A carta de poções (drinques) será um dos grandes destaques do Walfenda. Assinada pelo mixologista Beto Ferreira, traz uma série de criações inusitadas, como o Dry Pothos (vodca, hibisco, hortelã, licor e suco de cranberry) e Fogo do Dragão (brandy, limão, absinto e café). Apresenta também três tipos de sucos, sem álcool, como o Sumo Negro, de maçã gaseificada, que chega à mesa com uma surpreendente cor escura.

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drinque Fogo do Dragão 

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drinque Dry Pothos

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Walfenda Medieval – Rua Tito, 25, Vila Romana. De terça a sexta, das 18h às 24h; sábado, das 12h às 24h; domingos e feriados, das 12h às 17h.

Fotos: Ivam Grambek/Divulgação