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Receita fácil, saudável e gostosa para dias mais frios: Caldo Verde Detox

Mr. Fit ensina a preparar o prato, além de nutritivo e saudável, pode ser congelado por até três meses

Nada melhor do que apostar em alimentação saborosa e saudável neste período de isolamento social. Para ajudar aqueles que gostam de cozinhar a própria comida de vez em quando ou até mesmo aqueles que estão começando a se aventurar na cozinha, a Mr. Fit, maior rede de alimentação saudável do Brasil, revela sua famosa receita de Caldo Verde Detox. Confira abaixo:

Caldo Verde Detox

Ingredientes:
300 g de mandioquinha picada
500 ml de chá verde preparado (preparo do chá utilizar apenas 1 colher de sopa cheia)
1 litro de água
5 g de sal (meia colher de sopa rasa)

Modo de preparo do chá verde:
Em um pote ferva 500ml de água no micro-ondas por seis minutos. Adicione uma colher de sopa cheia da mistura da erva, após a diluição coe e reserve.

Modo de preparo:
Na panela elétrica cozinhe a mandioquinha em um litro de água. No processador, adicione o chá verde junto da mandioquinha até formar a mistura homogênea do caldo.

*Validade: 3 dias na geladeira ou 3 meses no freezer, em porções individuais.

Fonte: Mr. Fit

Qual a relação do sistema imunológico e o tempo frio?

Quadros de doenças respiratórias são decorrentes das mudanças externas, como baixa umidade e ambientes pouco ventilados

A chegada do frio costuma ser marcada por quadros de espirros, coriza e tosse, decorrentes das mais variadas doenças respiratórias. Para os alérgicos, as mudanças bruscas de temperatura também afetam negativamente o organismo, causando, inclusive, dificuldade para respirar.

De acordo com Alberto Duarte, imunologista do Hcor, há evidências clínicas e laboratoriais indicando que a inalação de ar frio diminui a temperatura corpórea, causando estresse, com aumento dos níveis de mediadores metabólicos e diminuição de mediadores imunológicos, como as citocinas e imunoglobulinas, que pode resultar em vasoconstrição da mucosa respiratória e depressão do sistema imunológico.

“Essas alterações podem ser responsáveis por uma maior suscetibilidade a infecções durante o período de inverno, quando as pessoas são submetidas, às vezes, a baixas temperaturas”, explica.

De acordo com Duarte, a imunidade dos adultos é beneficiada com hábitos saudáveis. Portanto, adotar a prática regular de atividades físicas e uma alimentação balanceada, além de investir em boas noites de sono, costumam ser boas estratégias para se manter longe de determinados diagnósticos.

O frio e nosso sistema respiratório

Segundo o pneumologista do Hcor, Carlos Carvalho, nosso organismo reage de acordo com a temperatura e com o clima. “Quando as vias respiratórias são atingidas por um ar mais seco e frio, há uma piora do sistema respiratório. Isso ocorre porque há redução na produção de muco eliminado pelas glândulas das vias aéreas, na qual existem enzimas e anticorpos protetores. Com o frio, o transporte do muco das vias aéreas inferiores para as superiores fica comprometido e faz com que as doenças respiratórias se proliferem com maior facilidade”, explica.

Para se manter protegido de vírus e bactérias que afetam a respiração, o especialista indica algumas atitudes simples e eficazes para ultrapassarmos as estações frias sem infecções ou problemas respiratórios, tais como:

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=Não se expor desprotegido a baixas temperaturas, evitando inclusive choques térmicos;
=Manter os ambientes arejados, a fim de minimizar a concentração de vírus e bactérias;
=Evitar aglomerações ou ambientes fechados com um grande número de pessoas;


=Higienizar bem as mãos com água e sabão ou álcool em gel;
=Evitar o contato com pessoas gripadas;


=Manter-se hidratado, já que o aumento de doenças respiratórias também tem relação com o tempo seco e a alta concentração de poluentes na atmosfera.

Outro ponto para o qual o médico chama atenção é a aplicação da vacina da gripe – estendida recentemente pelo Ministério da Saúde para toda a população.

Fonte: HCor

Depressão sazonal de inverno pode afetar o humor

Neuropsicóloga explica que o clima pode provocar alterações nos níveis de serotonina, comprometendo a saúde mental

A Depressão Sazonal de Inverno, ou Transtorno Afetivo Sazonal, é um tipo de depressão maior que aparece no outono e inverno. Embora atinja homens e mulheres, sua prevalência é maior na população feminina. A condição costuma ocorrer com maior frequência em países cuja estação gelada é mais intensa, com clima extremamente frio e úmido, onde há menos luz solar e dias mais curtos.

Segundo explica a neuropsicóloga da Clínica Maia, Katherine M. De Paula Machado, a falta de luz é o fator mais importante para o desenvolvimento desse tipo de depressão, porque interfere no ritmo circadiano (ciclo biológico relacionado ao sono) podendo causar alterações nos níveis de serotonina, um neurotransmissor e neuromodulador essencial, afetando o humor. Também interfere na produção de melatonina, hormônio secretado pelo cérebro durante a noite, que também possui um papel determinante no sistema circadiano.

“Com a diminuição da luz solar no inverno, as pessoas permanecem no padrão noturno, o que causa sonolência, cansaço, irritação, tristeza e fome maior do que o normal. Além disso, a ausência do sol atrapalha a fixação da vitamina D, que atua na produção de hormônios que ajudam a combater a depressão”, destaca.

Contudo, a especialista ressalta que mesmo com as alterações do clima, o nosso relógio biológico está programado para se adaptar às mudanças inerentes às estações do ano. Mas o que acontece é que pessoas que desenvolvem a depressão sazonal são justamente aquelas que têm dificuldade em se ajustar a essas transformações climáticas.

“Diagnosticamos esse padrão sazonal se houver recorrência do episódio depressivo numa altura específica do ano, assim como a sua remissão completa após a estação. Em outras palavras, nesse tipo de depressão, assim que o clima frio vai embora, ela vai junto com ele”, esclarece Katherine.

Então, se houver sintomas que aparecem sempre em um determinado período do ano, como humor depressivo, irritabilidade, ansiedade, diminuição da libido, baixa autoestima, desconcentração, sentimentos de culpa, fadiga, insônia ou sonolência excessiva, alteração no padrão alimentar (principalmente compulsão alimentar), no peso (normalmente aumento de peso), ideias de morte ou de suicídio é um sinal de alerta.

“Esses sintomas surgem no outono/inverno e desaparecem na primavera. E se a doença não for devidamente diagnosticada e controlada, a evolução desses sinais pode trazer uma condição bastante debilitante ao paciente e, nesses casos, a remissão dos sintomas na estação seguinte se torna parcial. Ou seja, em parte, o problema deixa de ser sazonal devido ao agravamento do quadro”, aponta a neuropsicóloga.

Portanto, o tratamento, que é individualizado, é importantíssimo, ele conta com recursos variados que vão desde o uso de medicamentos, até dieta, técnicas de relaxamento e atividade física, usados isoladamente ou em combinação. Outra ferramenta eficaz e bastante utilizada é a fototerapia (tratamento com luz artificial).

Assim como em outros tipos de depressão, a psicoterapia também é um forte recurso terapêutico utilizado no controle da doença, visando o bem-estar e a qualidade de vida do paciente. Ela previne, muitas vezes, a recaída da doença, principalmente quando associada à fototerapia.

“É que a fototerapia contempla as vulnerabilidades fisiológicas do paciente, e a psicoterapia, por sua vez, foca nas questões emocionais, como pensamentos, comportamentos disfuncionais ou reatividade ao clima. E, assim sendo, é importante entender que ter um bom diagnóstico é fundamental, então, se preciso, não hesite, busque ajuda”, completa a profissional.

Fonte: Clínica Maia

Inverno x dores musculares: ortopedista dá dicas para evitar desconfortos

Especialista afirma que manter o corpo sempre ativo está entre as formas de prevenir o problema

Se existe uma estação do ano na qual o organismo fica mais sensível e vulnerável, é o inverno. Além de aumentar a probabilidade de gripes, resfriados e doenças respiratórias, a estação mais fria do ano também potencializa as dores musculares.

De acordo com o ortopedista Carlos Gorios, do Hospital Geral de Carapicuíba (HGC), gerenciado pelo Cejam – Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, o fato ocorre porque a baixa temperatura ambiente provoca uma contração dos músculos, causando rigidez muscular.

“Isso se dá de maneira involuntária, por meio do nosso Sistema Nervoso Central (SNC), causando uma contração dos vasos sanguíneos, na tentativa de manter o calor do nosso corpo e o equilíbrio térmico do nosso organismo”, explica o especialista.

Para que órgãos como cérebro, pulmão e coração funcionem adequadamente, Gorios destaca que a temperatura corpórea deve se manter em torno de 36ºC e 37ºC. Quando ela está muito abaixo desta média, há rigidez muscular e um possível desconforto nas atividades do dia a dia.

O frio também atua nas articulações. A maioria das juntas do nosso organismo produz o líquido sinovial, que serve para lubrificá-las. No entanto, durante os períodos mais frios, há um aumento da viscosidade desse líquido, causando dor e rigidez articular. “Por esse motivo, pessoas que já possuem problemas nas articulações, como artrite e osteoartrose, sofrem mais durante o inverno”, ressalta.

O especialista afirma ainda que os danos causados pelo frio podem afetar todas as idades. Porém, os idosos tendem a sofrer mais com o mal, além de pessoas que já apresentam problemas de articulação.

“Nestes casos, a visita a um especialista é fundamental, para que o frio não prejudique a qualidade de vida do paciente. O médico fará um acompanhamento do caso, indicando as melhores opções de tratamento”, explica o ortopedista.

Prevenção

Uma forma prática e saudável de reduzir o impacto do frio nas articulações é manter o corpo sempre ativo. Hábitos como exercícios físicos e aeróbicos são capazes de aumentar a temperatura corporal, revertendo as dores musculares e nas articulações.

Os agasalhos também são essenciais. O médico explica que, por mais óbvio que possa parecer, é importante estar bem protegido neste período, principalmente em extremidades como mãos e pés, auxiliando na melhora da circulação sanguínea. “Compressas quentes e massagens também podem ajudar no alívio da dor”, complementa.

Fonte: Cejam

Linha de Fito-chás Herbarium traz opções de consumo para dias frios

Com sete blends exclusivos, os chás são opções para aproveitar as ocasiões de baixas temperaturas

A semana que começa promete trazer temperaturas muito baixas, como há muito não se via, em várias regiões do país. Assim, o consumo de chás quentes passa a ser uma alternativa para quem quer se aquecer. Além disso, há um movimento de saudabilidade que tem feito os brasileiros optarem por bebidas mais naturais como os chás. De acordo com um levantamento da Europass Monitor, a bebida milenar tem ganhado mercado no Brasil com um crescimento de 12,3% ao ano. Entre 2010 e 2019, o consumo nacional per capita de chás cresceu 53%, e com a pandemia, tem acelerado ainda mais esta tendência.

Uma das bebidas mais consumidas no mundo atualmente, ganha uma seleção especial com sete blends de fito-chás exclusivos produzidos pela Herbarium. A proposta da empresa é atender as necessidades dos consumidores que têm buscado e investido em hábitos que promovam a saúde e bem-estar e proporcionar uma experiência sensorial com as notas da composição aromática dos blends.

“A linha de Fito-chás da Herbarium foi pensada para tornar momentos do dia a dia em ocasiões especiais. Além de saborosos, são saudáveis e auxiliam no bem-estar e físico e emocional são perfeitos para os dias mais gelados”, explica Mariana Correia, gerente da linha de chás na Herbarium.

Conheça os sete blends exclusivos da Herbarium:

Accuratos – para conectar: chá branco (folhas e talos), laranja doce (casca dos frutos) e jasmim (flores). Em latim, Accuratos, que em latim significa expressar-se. Um chá suave, delicado e sofisticado. O chá branco traz notas de suavidade e frescor e associado ao tom marcante da laranja doce e as notas delicadas do jasmim, transforma o momento de degustação em uma experiência agradável e revigorante.

Amatorius – para inspirar: misto de camomila, capim-cidreira, rosa silvestre, hibisco e laranja doce. Em latim, Amatorius significa que inspira amor. A bebida é um misto de suavidade e requinte com notas doces e raras, fruto da união de delicadas flores. Ideal para ser consumido a dois ou entre pessoas especiais, suas notas remetem a sentidos como carinho, amor e cumplicidade.

Aromata – para requintar: misto de maçã e especiarias nobres. Em latim, Aromata significa especiarias. O blend é aromático com características frutais quentes e exóticas, resultado da composição que une a simplicidade da maçã com o requinte da canela do Ceilão, do cravo da Índia, do cardamomo, da noz-moscada e da pimenta da Jamaica.

Euphoria – para motivar: Chá verde, limão e especiarias reais. Em latim, Euphoria significa euforia. É uma bebida de sabor exótico e intenso e pode ser preparado com água ou com leite. Com sabor cítrico predominante, as especiarias reais deixam as notas exóticas e estimulantes. Ideal para ser consumido em dias mais frios, em especial no período da manhã ou final de tarde.

Laevis – para suavizar: Chá de boldo, carqueja, capim-cidreira, hortelã, funcho e camomila. Em latim, Laevis significa leve. A bebida é a união de ervas clássicas de notas adstringentes, com o toque especialmente doce dos capítulos florais de camomila. É indicado para ser consumido após as refeições.

Mollitia – para celebrar: rosa silvestre, hibisco, maçã, camomila e morango. Em latim, Mollitia significa delícia. A bebida mescla notas delicadas provenientes da rosa silvestre com notas refrescantes do hibisco e doces do morango. Pode ser servido quente ou gelado.

Quiette – para desligar: capim-limão, melissa, camomila, erva-doce, funcho, hortelã e maracujá. Em latim, Quiette significa com calma. A bebida é a união delicada do capim limão e da erva doce com o maracujá. Seu sabor leve e adocicado é ideal para momentos de relaxamento.

Os chás podem ser adquiridos separadamente por R$ 11,99, ou a linha completa por R$ 83,90.

A linha de fito-chás já está disponível na loja online da marca.

Piraquê indica uma sopa irresistível para os dias frios

Aprenda como fazer a nutritiva e original Sopa de Grão-de-Bico, que leva farofa de biscoito Água e Sal

Quando a temperatura cai, logo pensamos em caldos e sopas para aquecer, não é mesmo? Por isso, Piraquê, marca Premium de biscoitos, massas e torradas da M. Dias Branco, sugere uma receita deliciosa e nutritiva: Sopa de Grão de Bico com Carne.

Piraquê acredita que a receita é ser original, por isso, o sabor do prato é único graças à adição da farofa de biscoito Água e Sal, que harmoniza perfeitamente com a proteína. A sopa rende oito porções, ideal para toda a família.

Confira o modo de preparo abaixo e bom apetite!

Sopa de Grão-de-Bico com Carne e Farofa de Biscoito

Ingredientes:
200 g de Massa com Ovos Letrinhas Piraquê
300 g de grão-de-bico
3 colheres de sopa de óleo
1 cebola média picada
2 dentes de alho picados
500 g de músculo
2 colheres de sopa de extrato de tomate
Sal e pimenta-do-reino a gosto
3 tabletes de caldo de legumes
Farofa de Biscoito:
1 embalagem de Biscoito Água e Sal Piraquê
3 colheres de sopa de azeite
2 dentes de alho picados
Salsa a gosto picada

Modo de Preparo:
Deixe o grão-de-bico de molho por 6 horas. Em uma panela média, aqueça o óleo e refogue a cebola e o alho. Junte o extrato de tomate, o músculo e tempere com sal e pimenta-do-reino, refogue bem e reserve. Em uma panela grande, ferva 3 litros de água, junte os tabletes de caldo de legumes e mexa até desmanchar. Acrescente o músculo refogado e o grão-de-bico e deixe cozinhar por 50 minutos. Retire o músculo da panela, desfie e acrescente na sopa novamente. Junte a Massa com Ovos Letrinhas Piraquê e deixe cozinhar.

Prepare a Farofa de Biscoito:
Bata o Biscoito Água e Sal Piraquê no liquidificador até obter uma farofa. Em uma frigideira média, aqueça o azeite e refogue o alho. Acrescente a farofa de biscoito e a salsa e deixe fritar por 2 minutos. Retire a sopa do fogo e sirva imediatamente polvilhada com a farofa de biscoito.

Rendimento: 8 porções

Fonte: Piraquê

Seis dicas para evitar o ressecamento da pele durante o inverno

Dermatologista membro da Doctoralia explica o que se pode fazer para cuidar da pele na época mais fria do ano

Há quem ame ou deteste o inverno, no entanto, quando se fala de pele, o ressecamento está entre os principais problemas das pessoas nessa época do ano. Isso ocorre porque a temperatura cai, assim como a umidade relativa do ar, já que chove consideravelmente menos do que no verão.

“Desta forma, o frio leva as pessoas a tomarem banhos mais quentes e a beberem menos água, uma vez que suam menos. Em decorrência disto, o manto lipídico, uma camada de gordura que cobre a nossa pele, faz a proteção e mantém a hidratação, é danificado”, explica a dermatologista, especialista em Dermatologia, Medicina Estética e membro da Doctoralia, Annie Levy Benzecry Szerman.

Pensando nisso, a Doctoralia e a especialista levantaram algumas dicas para evitar o ressecamento da pele no inverno. Confira:

1. Na hora do banho

O principal dano da pele no inverno é justamente o banho mais quente, que danifica o manto lipídico, principal responsável por preservar a hidratação do corpo. Além da água quente, o próprio sabonete também é um problema, pois a maioria das pessoas têm o hábito de tomar banho com muito produto, o que é um prato cheio para tirar essa capa de proteção, já que ele tende a desidratar a pele. Sendo assim, o primeiro passo para evitar o ressecamento é se adaptar ao banho morno e, para amenizar ainda mais os danos, “os sabonetes devem ser usados nas regiões íntimas, axilas, além de mãos e pés, apenas para limpar onde suamos e sujamos, mas não no corpo todo”, pontua Dra. Annie Levy. Uma outra opção para aqueles que não querem abrir mão do uso do produto no corpo inteiro são os óleos de banho, opções menos agressivas à pele.

2. Consumo de água

Pode parecer besteira, mas essa segunda dica também é vital quando o assunto é o cuidado com a pele. No Brasil, a população está habituada a tomar mais água no verão do que no inverno, principalmente nas regiões sul e centro-oeste, onde o frio afeta mais, fazendo com que a sede seja menos intensa. No entanto, a pele, assim como o restante do organismo, precisa que o consumo de água seja constante. “Se você consome pouca água, menos recursos o seu corpo terá para hidratar a sua pele. Por isso, a dica no inverno é beber mais líquido, não necessariamente só água, podendo também optar por bebidas quentes como os chás, da maneira que for mais conveniente.”

3. Hidrate-se

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Outro ótimo aliado aos efeitos do frio é, sem sombra de dúvidas, o hidratante corporal, principalmente em balm, uma textura mais potente e com uma camada de óleo que além de hidratar, vai evitar a perda de água pela pele. O terceiro passo, então, é adotar o uso de hidratantes logo após o banho: balms e cremes para aqueles com pele seca e hidratantes em gel, com textura matte ou sérum para aqueles que possuem uma pele mais oleosa. Ativos interessantes para se procurar nesses hidratantes são: ureia, lactato de amônia, glicerina, óleo de semente de uva e o óleo de amêndoas.

4. Cuidados com o rosto

O rosto também sente os efeitos da estação e pede por cuidados especiais. Então, no inverno, é necessário hidratar, mas com atenção para cada tipo de pele. Para as secas ou sensíveis, é importante dar preferência a hidratantes mais cremosos e potentes, para garantir a saúde da pele, sem o risco de cravos ou espinhas. Já naquelas pessoas com peles oleosas, o ideal é optar por produtos com textura de sérum, gel ou loção oil-free, que tendem a ser mais leves e não gordurosos, evitando assim a formação de cravos e espinhas.

5. Esfoliação

Foto: LiveAbout

Para os fãs de esfoliação, a boa notícia é que ela pode ser mantida no inverno, mas apenas em áreas menos sensíveis do corpo e que precisam de regeneração constante, como pernas, pés, cotovelos e joelhos. Essas áreas não possuem grande quantidade de glândulas sebáceas, responsável por produzir o óleo que protege a pele, por isso, a esfoliação regular pode ser aliada para que as células mortas sejam eliminadas, aumentando a permeabilidade dos ativos hidratantes. Logo após o banho, lembre-se de hidratar o local, já que a pele está mais propensa a receber os ativos até três minutos após o banho.

6. Atenção às doenças de pele

Foto: Belgravia Centre

Grande parte das pessoas possui alguma doença de pele não considerada grave, mas que causa incômodos, como rosácea, caspa, dermatite seborreica ou eczema. Geralmente, elas pioram no inverno e, com isso em mente, a dermatologista destaca que os tratamentos não devem parar, principalmente nesta época. “O principal ponto é a continuação do tratamento da doença com o dermatologista de confiança, ou seja, adequá-lo à estação, já que os cuidados podem variar a depender do quadro e do período do ano”, completa Annie Levy.

Fonte: Doctoralia

Caldinho de feijão, receita fácil, econômica e saborosa para esquentar o inverno

Algumas receitas são superfáceis de preparar e ficam uma delícia. O caldinho de feijão leva apenas 20 minutinhos para ficar pronto. Além de ser nutritivo, combina com o almoço, jantar, e é perfeito para o inverno. Que tal um caldinho de feijão super-saboroso para fazer hoje?

Flávia Oliveira, médica da Liga da Cozinha Afetiva (projeto que reaproxima as pessoas do alimento e do ato de cozinhar quebrando barreiras criadas e ressignificando o ato de se alimentar) ensina como preparar esta receita prática e saborosa.

Sobre a Liga da Cozinha Afetiva

O feliz encontro de quatro mulheres: as pediatras Flávia Oliveira, Renata Aniceto, a nutricionista materno-infantil Flávia Montanari e a chef coach Paula Duarte que já estão na estrada da Medicina Culinária há tempos, empoderando famílias e profissionais de saúde. Quatro profissionais apaixonadas por culinária, ciência e afeto.

O projeto Liga da Cozinha Afetiva visa reaproximar as pessoas do alimento e do ato de cozinhar quebrando as barreiras que foram criadas ao longo dos anos ressignificando o ato de se alimentar. Com embasamento científico e foco na quebra de paradigmas relacionados à nutrição, valorizar os alimentos além dos nutrientes. A Liga lançou um ebook exatamente com esse objetivo: desmistificar os paradigmas em torno da dificuldade de cozinhar, aliando dicas práticas e também técnicas, nomeado Essência: Medicina do Estilo de Vida e Culinária Afetiva do Projeto Liga da Cozinha Afetiva, o produto já está disponível para venda. Saiba mais em @ligadacozinhaafativa

Caldinho de feijão no pão

Ingredientes:
2 xícaras (chá) de feijão cozido al dente com caldo (pode ser preto, carioca, branco etc.)
1 e 1/2 xícara (chá) de caldo de legumes caseiro ou água
½ cebola (pequena) branca ralada
1 dente (médio) de alho amassado
1 colher (sopa) de azeite de oliva extra virgem
Quanto baste de sal
Quanto baste de pimenta do reino moída na hora
Caldo de ½ limão (opcional)
2 unidades de pão italiano redondo
½ xícara (chá) de alho-poró crispy (para decorar)

Modo de preparo:
Em uma panela funda, refogar o alho e a cebola no azeite. Adicionar o feijão cozido, regar com o caldo de legumes caseiro (ou água) e misturar bem. Temperar com sal e pimenta a gosto e deixar cozinhar até ferver. Desligar o fogo e bater com um mixer na própria panela até ficar liso (se preferir, bater no liquidificador). Porcionar no pão italiano e polvilhar o alho poró crispy. Se desejar, antes de polvilhar o alho poró crispy, adicionar o caldo de limão. Servir.

Circulação pode piorar com queda de temperatura

O sangue tem um papel essencial na manutenção da temperatura corporal e no frio essa função se torna ainda mais importante. Isso porque se os vasos por onde passa o sangue são mais exigidos no inverno e, em pacientes com a saúde vascular já comprometida, podem surgir as complicações. Quem explica é Caio Focássio, cirurgião vascular da capital paulista.

“O frio contrai as artérias (vasoconstricção) e dificulta ainda mais a chegada de sangue arterial principalmente nas extremidades e podem causar insuficiência arterial, ou seja, dificulta e estreita o acesso do sangue para os outros membros, em especial em pessoas que já sofrem problemas com a circulação”, fala o médico.

De acordo com o especialista, o acúmulo de gordura nas artérias, causados pelo excesso de peso, diabetes, tabagismo e hipertensão as deixa ainda mais estreitas, então o processo de circulação se torna mais lento. “Quando há predisposição genética ou quadros de obesidade, alimentação desequilibrada e sedentarismo, a preocupação se torna ainda maior nessa época do ano”, alerta o médico.

No entanto, alguns sinais podem ajudar a prevenir o problema. “Quando a circulação não anda bem é comum sentir dormência ou inchaço nos membros e formigamento nas mãos e nos pés, dor ao caminhar, paralisia ou fadiga muscular”, fala.

Daí é hora de buscar ajuda médica já que o tratamento para as doenças circulatórias pode ser feito por meio de medicamentos e cirurgia quando for necessário. Mas, a prevenção é o melhor caminho, especialmente para pacientes que já tenham alguma doença que contribui para a obstrução das artérias.

O médico deixa algumas dicas:

=Usar roupas confortáveis e quentes, não deixe o corpo exposto ao frio;

Foto: Styleoholic

=Evitar as peças justas (elas podem comprimir os músculos das pernas e cintura);

=Consumir alimentos ricos em fibras, já que auxiliam na boa digestão e controle do colesterol;

=Fazer exercícios físicos pelo menos 3 vezes na semana mesmo em casa;

=Evitar consumo de gorduras;

=Manter o controle adequado da pressão e diabetes não evitar de ir ao médico mesmo durante a pandemia;

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=Beber muita água;

=Ter cuidado ao usar meias elásticas sem orientação médica – nesses casos ela pode piorar a situação.

Fonte: Caio Focássio é cirurgião vascular formado pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Pós-graduado em Cirurgia Endovascular pelo Hospiten – Tenrife (Espanha). Médico assistente da Cirurgia Vascular da Santa Casa de São Paulo.

Frio extremo aumenta as dores; veja como fugir delas

A frente fria que avançou por todo o país aumentou as dores ósseas, articulares e musculares e na coluna lombar. Mas, é possível minimizá-las com algumas dicas simples. Cadu Ramos, fisioterapeuta conta como.

“Quando a temperatura cai é inevitável sentir incômodo ou mal-estar já que com o frio, a tendência a enrijecer os músculos e ficar mais encolhido para tentar diminuir a sensação de frio. Isso pode gerar tensão muscular, contraturas, má circulação ou mal-estar”, explica Cadu.

“Quando acontece a postura de contração dos músculos dos braços, há um aumento da curvatura fisiológica da coluna dorsal (corcunda) e anteriorização da coluna, desta forma fica mais fácil manter o corpo aquecido”, esclarece. Mas, essa contração muscular involuntária deixa as articulações e músculos mais rígidos, facilitando as inflamações de músculos e nervos. Além disso, a circulação sanguínea diminui no inverno, para que o organismo consiga preservar a temperatura por volta de 36,5 graus centígrados. “Em consequência, há também uma diminuição na circulação dos músculos, piorando as dores de origem muscular, pois eles permanecem em estado contrátil por mais tempo”, relata.

Os dias mais frios também têm impacto sobre as articulações, já que o esfriamento do corpo torna o líquido sinuvial mais espesso, que pode prejudicar movimentos e gerar incômodos.

E ainda temos um agravante: nos dias mais frios as pessoas tendem a ficar paradas e abandonar as atividades físicas, e se esquecem que esse é o principal ponto para não sentir dores nesta época do ano. Isso porque, os exercícios ajudam a diminuir a sensibilidade à dor.

A seguir, o fisioterapeuta lista algumas dicas para encarar os dias frios sem dor e com mais disposição:

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=Agasalhe-se corretamente. Manter o corpo aquecido é fundamental. Para sentir-se aquecido, o ideal é cobrir as extremidades do corpo: pés, punhos, mãos, pescoço e cabeça;
=Coloque um aquecedor no quarto para atenuar as dores noturnas;
=Espreguiçar-se quando acorda, é uma forma de despertar o corpo, não pule essa etapa do dia;

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=Alongue-se. Embora a vontade seja a de “ficar na cama”, a prática de alongamentos é essencial para evitar a contração dos músculos e para ajudar as articulações a se manterem lubrificadas;
=Quem tem fraturas antigas que voltam a doer com o frio ou doenças ósseas degenerativas pode recorrer a sessões de fisioterapia como estratégia para aliviar os incômodos;
=Faça massagens, elas ajudam a estimular a circulação e a destravar a musculatura enrijecida, aliviando as dores;

=Bolsas de água quente podem trazer alívio imediato para dores musculares, sequelas de fraturas ou desconfortos provocados por artrose, artrite e fibromialgia. A aplicação local de calor estimula a circulação e relaxa os músculos. Nas dores crônicas e sem edema, use compressas quentes. Já nas dores agudas com edema se deve fazer uma compressa fria ou aliar a fria e quente. Faça isso entre 20 e 30 minutos.

Fonte: Cadu Ramos é fisioterapeuta clínico Especialista em Fisioterapia e Traumatologia – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Escola Paulista de Medicina (EPM), em Aparelho Respiratório – Ventilação Mecânica Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Escola Paulista de Medicina (EPM) e em Fisioterapia em Geriatria – trabalho voltado para queixa principal, atividades da vida diária (AVD ‘S) e socialização do idoso. (Instituto Ilea). Graduado em Fisioterapia pela Universidade Bandeirante de São Paulo.