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Diarreia no verão: cuidados básicos previnem este mal que afeta até 15% da população

Dores abdominais, cólicas, gases, náuseas e vontade contínua de usar o banheiro. Esses são alguns sintomas característicos de diarreia. Em crianças somam-se a esses febre, vômitos, falta de apetite e muitas vezes até fraqueza. Mas para ser considerada diarreia aguda, ela geralmente segue um padrão de várias evacuações por dia (no mínimo três), alterações na consistência, sendo frequentemente mais líquida por mais de dois dias.

No verão, casos como esses costumam ser ainda mais frequentes: cerca de 15%, de acordo com estimativas clínicas, já que não há existência de estatísticas oficiais. Isso porque as temperaturas mais altas favorecem o crescimento de microrganismos que podem ser potencializados por condições sanitárias ineficientes. E o resultado dessa combinação são alimentos contaminados, seja pela falta de higiene ou por serem manuseados em água não potável, deixando a população menos protegida e mais propensa a diarreia.

Dados do Unicef (Fundo das Nações Unidades para a Infância) mostram que a diarreia é a segunda maior causa de mortes de crianças abaixo de cinco anos de idade. Dados da OMS (Organização Mundial da Saúde) revelam que 88% das mortes pela doença no mundo são causadas pelo saneamento básico inadequado. As crianças correspondem a 84% dessa triste estimativa.

A diarreia aguda pode ser causada por diferentes microrganismos infecciosos, como bactérias, vírus e outros parasitas, como os protozoários. Esses microrganismos geram a gastroenterite (inflamação do trato gastrointestinal), que afeta o estômago e o intestino. Ou seja, a infecção tanto pode ser desencadeada pelo consumo de água e alimentos contaminados, contato com objetos contaminados, como pode ocorrer pelo contato com outras pessoas, por meio de mãos contaminadas, e contato das pessoas com os animais.

Na maioria dos casos, não é necessário exame de fezes para confirmar a causa exata da diarreia. “Porém, o mais importante é a reposição de fluidos e sais perdidos. Esse é o único tratamento necessário. Geralmente é feito por terapia de reidratação oral. Nos casos mais graves, ou prolongados, recomenda-se procurar um médico que pode orientar a terapia de reidratação por via venosa”, explica Nanci Utida, gerente médica da Cellera Farma.

Nas crianças, cuidados redobrados

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Se a criança desenvolver a diarreia, o ideal e mais importante, segundo os especialistas é de imediato promover a hidratação adequada. “Orienta-se manter a alimentação da criança mais rotineira possível, com prioridade para o consumo de amidos, cereais, frutas e legumes. Recomenda-se restringir da dieta alimentos ricos em gordura, devido à sua tendência de retardar o esvaziamento gástrico, bem como o de alimentos ricos em açúcares simples, pelo efeito osmótico”, explica a médica.

Ela lembra que as crianças com diarreia podem ficar desidratadas mais rapidamente do que adultos e os pais devem ficar atentos aos sinais e sintomas de desidratação moderada a grave que necessitem de auxílio médico, como diarreia sanguinolenta, febre e vômitos persistentes. Nas crianças, especialmente até os dois anos, a infecção por rotavírus é a principal causa de gastroenterite. Os adultos também podem apresentar diarreia causada por esse vírus, mas com menos frequência e os sintomas tendem a ser mais leves.

Existem probióticos específicos para a diarreia

Os probióticos não são iguais. A eficácia e a segurança de cada probiótico devem ser estudadas separadamente, pois têm efeitos diferentes. Os efeitos clínicos de qualquer probiótico, seja ele único ou de combinação de probióticos não devem ser extrapolados para outros probióticos. “O Lactobacillus rhamnosus GG, por exemplo, é a cepa probiótica mais estudada do mundo, com estudos clínicos em crianças e adultos na prevenção da diarreia do viajante, diarreia associada ao antibiótico e diarreia aguda em crianças em creches e hospitais. Sendo que seu uso diário pode ser realizado com segurança”, afirma Nanci.

Outras formas de prevenção à diarreia

-Leve as mãos com frequência. E, quando não puder, passe álcool em gel
-Evite manusear alimentos com as mãos sujas.
-Certifique-se que a caixa d’água de sua casa esteja limpa. Procure lavá-la pelo menos uma vez ao ano.
-Higienize muito bem frutas, legumes e verduras. Lave-os em água corrente usando uma escovinha ou esponja própria para eles.

-Beba água mineral, filtrada ou fervida.
-Evite consumir alimentos em locais cujo cuidados com a higiene são suspeitos.
-Procure não comer frutas e vegetais crus fora de casa.
-Para prevenir esse mal em bebês e crianças deve ser dada maior atenção à lavagem das mãos e limpeza de mamadeiras, chupetas e principalmente incentivar a amamentação.
-Não consuma nada com gelo fora de casa, pois ele pode ter sido produzido com água não potável.

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-Evite o consumo de carne e frutos do mar crus ou malcozidos. Leite não pasteurizado, laticínios e maionese estão associados ao aumento do risco de diarreia, assim como alimentos e bebidas comprados de vendedores ambulantes.

Ao final, vale lembrar que o uso de probióticos em situações em que ocorre disbiose intestinal foi bem estudado para prevenção e tratamento de diarreia aguda. “Os probióticos têm mecanismos de ação diversos: morte direta de patógenos, destruição de toxinas patogênicas, interferência de adesão a células-alvo ou regulação do sistema imunológico”, explica a médica.

Fonte: Cellera Farma

Dicas de como diminuir o excesso de gases

Enquanto expelir gases possa parecer embaraçoso para algumas pessoas, é bom lembrar que isso é uma parte natural do ciclo de digestão. Todo mundo faz isso, e é um sinal de que o sistema digestivo de uma pessoa está funcionando como deveria. É, de fato, essencial que o gás produzido pelo corpo seja liberado. Se não for, pode se acumular e se tornar muito desconfortável.

As pessoas podem expelir gases entre 5 e 15 vezes por dia. Pode parecer muito, mas é totalmente normal. A maioria não tem cheiro e não é barulhenta e, assim, passa despercebida.

Muitas pessoas podem sentir-se como se fossem “excepcionalmente gasosas”, mas, provavelmente, é só porque estão mais conscientes de seus gases do que de qualquer outra pessoa. Para aqueles que sentem que têm excesso de gás, há várias etapas para reduzir a flatulência. Aqui, uma lista com 12 dicas para melhorar a situação.

Formas de parar de soltar gases

Como parar

Geralmente não há necessidade de se preocupar com os gases. Enquanto algumas pessoas fazem isso mais que outras, é uma parte regular de como o corpo funciona.
No entanto, se uma pessoa sente que seu pum mudou, ou está se sentindo particularmente envergonhada e desconfortável, há algumas coisas que ela pode fazer para tentar reduzir a quantidade:

1. Coma refeições e lanches devagar e com cuidado

mulher comer mastigas pixabay

A maioria do gás produzido pelo corpo se forma por causa do ar engolido. Uma pessoa não pode evitar completamente de engolir ar, mas certos hábitos podem fazer com que o excesso entre no corpo. Comer muito depressa é um deles. Comer devagar e com a boca fechada reduzirá a quantidade de ar que uma pessoa ingere na hora das refeições. As pessoas devem tentar sentar-se e ter tempo para a alimentação, em vez de comer em qualquer lugar.

2. Pare com a goma de mascar

chiclete goma de mascar isilaltay
Foto: Isilaltay

Muitas pessoas mascam chiclete para manter o hálito fresco e ajudar a evitar que belisque. No entanto, aqueles que o fazem podem achar que têm mais gás do que outros. Goma de mascar significa engolir ar continuamente, o que incrementa e aumenta o número de vezes que uma pessoa precisa eliminar os gases.

3. Pesquise intolerâncias alimentares e alergias

sem lactose

Pessoas diferentes podem ser sensíveis a diferentes alimentos e podem ter alergias que provocam uma reação no corpo. Estas podem levar a gases e outros sintomas desagradáveis, como inchaço, náusea e diarreia. Uma pessoa com excesso de gás pode achar que uma dieta de eliminação ajuda. Dieta de eliminação: quando se corta todos os alimentos que conhecidamente causam gases antes de introduzi-los de volta, um de cada vez, para descobrir quais causam os problemas.

4. Evite roupas apertadas

mulher vestido confortável largo
Pinterest

Roupas soltas ajudam a garantir que a pessoa permaneça o mais confortável possível, caso haja inchaço. Vestindo roupas que não são muito apertadas também ajuda quando ocorre o inchaço dos gases, permitindo que eles passem livremente para fora do corpo.

5 – Evite ou reduza a ingestão de alimentos produtores de gás

Alguns alimentos são conhecidos por aumentar a produção de gás. Carboidratos que contêm frutose, lactose, fibra insolúvel e amido fermentado no intestino grosso. O gás é liberado enquanto fermentam. Cortar esses alimentos totalmente, no entanto, não é recomendado, pois eles são uma parte essencial de uma dieta saudável e equilibrada.
Frutas e vegetais podem causar gases, mas comer várias porções deles por dia é mais importante do que eliminar o gás. No entanto, reduzir a quantidade desses alimentos produtores de gás pode ajudar a minimizar a flatulência de uma pessoa.

Alimentos a serem menos consumidos:

sopa de feijão

-Feijão, vegetais de folhas verdes, como repolho, couve de Bruxelas, brócolis e aspargos. Eles contêm açúcares complexos que são difíceis de serem quebrados pelo corpo.
-Refrigerantes, suco de frutas, cebolas, peras e alcachofras. Todos esses alimentos contêm frutose, um ingrediente produtor de gás.
-Produtos lácteos, como laticínios e bebidas, contêm lactose, que também pode causar a formação de gás.
-Frutas, farelo de aveia, ervilha e feijão, pois contêm fibras insolúveis.
-Alimentos ricos em amido, como batatas, massas, milho e produtos que contenham trigo.

6. Pare de fumar

cigarro

As pessoas que fumam engolem mais ar do que as que não fumam. Quanto mais uma pessoa fuma, mais ar engole. Há, naturalmente, muitos outros benefícios de saúde para deixar de fumar também. As pessoas que usam cigarros eletrônicos também engolem mais ar do que as  que não usam. Evitar cigarros eletrônicos também pode ajudar quando uma pessoa tem excesso de gás.

7. Faça mais exercício

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O exercício regular colabora para manter o sistema digestivo em boa forma. Uma caminhada suave após grandes refeições também pode ajudar a colocar o sistema digestivo em ação e mover a comida suavemente.

8. Beba muitos líquidos

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Manter-se bem hidratado estimula as sobras a passarem suavemente pelo sistema digestivo de uma pessoa. Isso ajuda a manter as fezes moles, e beber bastante durante o dia é essencial. Além disso, a falta de fluido pode causar constipação, o que pode resultar em gases malcheirosos. As pessoas devem tentar beber um copo de água em cada refeição para ajudar o corpo a digerir os alimentos mais facilmente.

9. Evite bebidas carbonatadas

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Foto: Arker

As bebidas carbonatadas (refrigerantes) contêm bolhas de ar, e uma pessoa que bebe muitas bebidas gaseificadas pode achar que elas arrotam e soltam pum mais do que outras. Quando alguém reduz ou remove esses tipos de bebidas de sua dieta, pode ajudar a reduzir a quantidade de gás.

10. Tome probióticos

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Os probióticos são suplementos que contêm as bactérias saudáveis já encontradas no trato digestivo de uma pessoa. Essas boas bactérias ajudam a desmembrar a comida e podem até trabalhar para quebrar o gás hidrogênio produzido durante a digestão. Ocasionalmente, os probióticos podem causar um aumento de gás e inchaço. Isso geralmente é de curta duração e provavelmente diminuirá quando o corpo se acostumar com as novas bactérias. Muitos suplementos probióticos estão disponíveis.

11. Tente suplementos de enzima

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Pesquisas sugerem que suplementos de enzimas podem colaborar na quebra de proteínas e carboidratos complexos. Isso significa que eles podem ajudar com inúmeras doenças digestivas e seus sintomas. Se os carboidratos complexos podem ser quebrados no intestino delgado, uma pessoa produzirá menos gás. No entanto, se eles não quebrarem no intestino delgado e se moverem para o intestino grosso, serão as bactérias produtoras de gás que trabalharão para quebrá-las. Isso significa que mais gás irá se desenvolver e precisará ser liberado. Os suplementos de enzima lactase podem ajudar as pessoas cujo excesso de gás é causado pela intolerância à lactose. A lactase é a enzima que ajuda as pessoas a digerir produtos lácteos, e assim pode tornar as pessoas menos gasosas depois de comer refeições que incluem laticínios. Esses suplementos também estão disponíveis para compra.

12. Enfrente a constipação

constipação

A constipação pode ser uma causa do excesso de gás. Se as fezes permanecerem no cólon por longos períodos de tempo, continuarão  fermentando dentro do corpo. Isso produz gás extra que pode cheirar particularmente mal. O tratamento para a constipação varia. No entanto, beber muita água e aumentar a ingestão de fibras pode ajudar a reduzir o risco de ocorrer. Certos medicamentos e amaciantes de fezes, que estão disponíveis on-line, também podem ajudar.

Dicas gerais

Sim

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-Comer pouco e muitas vezes e evitar refeições enormes;
-Ter tempo para mastigar os alimentos e tomar pequenos, ao invés de grandes goles de bebidas;
-Fazer exercícios regulares, o que ajudará a melhorar a digestão
-Manter uma dieta saudável e equilibrada
-Beber chá de hortelã, que é pensado para ajudar a digestão e acalmar o estômago

Não…

-Fumar
-Mastigar chiclete, chupar tampas de caneta ou doces duros
-Usar próteses/aparelhos dentários que não se ajustam adequadamente
-Comer qualquer alimento que seja difícil de digerir, ou conhecido por causar gases

Se uma pessoa está envergonhada com gases excessivos ou puns que cheiram mal, podem falar com um farmacêutico. Um farmacêutico pode recomendar medicação específica ou remédios para ajudar. Comprimidos de carvão foram pensados para absorver o excesso de gás no estômago, o que poderia reduzir a flatulência.

Uma pessoa que tem gases que cheiram mal pode também experimentar roupas íntimas e almofadas especiais que absorvem os odores.

Causas dos gases

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Muitos puns são devidos a engolir o ar ao longo do dia. Engolir ar não é algo que uma pessoa possa evitar completamente. Outro gás se desenvolve quando o intestino trabalha para decompor os alimentos que uma pessoa ingere. Os puns são uma combinação de gases inodoros, como dióxido de carbono, oxigênio, hidrogênio, nitrogênio e, às vezes, metano.

Gases excessivos ou fétidos podem ocasionalmente ser um sinal de um problema médico. Se uma pessoa tiver preocupações sobre sua flatulência, deve marcar uma consulta com seu médico. O pum pode ser um sintoma de condições que podem exigir tratamento médico, como:

-Prisão de ventre
-Síndrome do intestino irritável (SII)
-Indigestão
-Doença celíaca
-Intolerâncias alimentares ou alergias

Certos medicamentos também podem causar gases excessivos ou malcheirosos. É essencial sempre consultar um médico antes de parar ou trocar a medicação.

Quando ver um médico

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Excesso de gases geralmente não é nada para se preocupar. Fazer algumas mudanças no estilo de vida pode ajudar a melhorar os sintomas. No entanto, em alguns casos, pode ser um sinal de algo mais sério. Uma pessoa deve marcar uma consulta com seu médico se isso for acompanhado por:

-Dores de estômago ou outras dores
-Náusea ou vômito
-Diarreia
-Perda de peso inesperada
-Sangue nas fezes
-Casos contínuos de constipação ou diarreia
-Alta temperatura ou sensação de calor e arrepios

Se a flatulência afetar a vida de uma pessoa negativamente e as mudanças na dieta e no estilo de vida e os medicamentos de venda livre não funcionarem, o ideal é consultar um médico para obter mais orientações.

Fonte: MedicalNewsToday

 

Kit de sobrevivência para quem tem síndrome do intestino irritável

1-Esteja preparado

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Síndrome do intestino irritável (SII) pode ser um desafio para conviver. Estar fora de casa traz desafios maiores. Se você pensa no futuro e mantenha alguns suprimentos de emergência à mão, assim poderá lidar melhor com os sintomas.

2-Saiba para onde ir

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Qualquer pessoa com SII precisa mapear os caminhos a seguir se uma emergência ocorrer. Como chego ao banheiro mais próximo? Qual é a saída mais rápida, mais fácil e menos visível? Se você tiver um plano, as coisas correrão muito melhor quando surgirem problemas.

3-Confira o menu

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Sair para comer pode ser assustador para alguém com a síndrome. Algo que pode acioná-la pode estar escondido sob um pedaço de alface ou uma fatia de queijo. A maioria dos restaurantes tem um menu que você pode ler online antes de ir. Se você tiver dúvidas ou preocupações, ligue para o local. É melhor descobrir as coisas antes que ter que improvisar mais tarde.

4-Coma antes de sair

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Todo mundo vai a um restaurante italiano e você sabe que não pode comer isso? Às vezes, é melhor fazer uma refeição antes de sair para evitar problemas. Se todo mundo está comendo e você não quer se sentir excluído, coma algo que você sabe que não vai acionar a SII. Também beba água e diga que você comeu mais cedo, e tudo bem.

5-Atenção ao que você come

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Só porque frutas e vegetais parecem inofensivos, não significa que eles não possam desencadear um episódio. Carboidratos de difícil digestão em algumas frutas, vegetais, feijões e trigo podem ser um problema. Não é preciso banir esses alimentos. Apenas saiba quais são os problemáticos para você. Cebola e alho também podem ser complicados.

6-Aprenda a relaxar

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Se você está fora de casa e sente que sua SII está piorando, pode ser útil ter um apaziguador do estresse. Técnicas de relaxamento como mindfulness, yoga ou relaxamento muscular progressivo podem ajudar. Converse com seu médico.

7-Saia e se exercite

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A pesquisa diz que a atividade física reduz os sintomas da SII. Portanto, alguma atividade física pode ajudar a reduzir o estresse e manter tudo sob controle. Converse com seu médico sobre o que seria bom para você.

8-Limite os longos passeios

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Uma viagem diária. Um encontro. Um passeio. Quando você tem SII, você sabe que pode ser difícil ficar longe de sua zona de conforto – para não mencionar um banheiro. Tente reduzir o tempo que você está no carro ou em uma sala de conferência ou longe do banheiro. Quanto mais tempo você estiver preso em algum lugar, maior a probabilidade de problemas.

9-Deixe (algumas) pessoas saberem

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Você não precisa contar a todos sobre o seu problema. Porém, pode ser útil ter alguém no trabalho, em casa ou em uma viagem que saiba e que possa cobrir você quando os sintomas o afastarem.

10-Tenha remédio à mão

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Funciona para muitos sofredores da SII: a loperamida (Imodium) trata diarreia súbita e retarda os músculos do intestino. Mantenha alguns comprimidos (e também a forma líquida) consigo ou perto de você o tempo todo. Pode colocá-los no bolso, no carro e na mesa de trabalho. Uma boa regra: tome 20 minutos antes de ir para algum lugar onde possa enfrentar um problema.

11-Mantenha os gases controlados

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As pílulas para gases, como a simeticona ou o carvão ativado, também podem ajudar no inchaço. Eles podem ser aliados em situação crítica, como em público, onde os sintomas da SII podem ser um problema.

12-Tome o que funciona para você

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Óleo de hortelã pode ajudar com as dores e inchaços. E se você tiver outros remédios – qualquer coisa que ajude, mesmo que ocasionalmente -, guarde-os no seu kit. Não vai fazer mal.

13-Roupas sobressalentes

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Um kit de emergência não é completo sem underwear e roupa extra. Mantenha um par sobressalente de cada em uma mochila ou algo semelhante, e certifique-se de que você pode chegar a ela quando precisar.

14-Tenha lenços umedecidos

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Papel higiênico e lenços umedecidos são obrigatórios. Ambos em tamanho para viagem estão disponíveis. Certifique-se de que o papel higiênico permaneça seco e limpo no kit e que os lenços umedecidos fiquem úmidos no pacote. Carregue o máximo que puder em seu kit.

15-Desinfetar as mãos também ajuda

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O gel antisséptico é uma boa opção. As embalagens de tamanhos menores, para viagem, provavelmente são melhores do que os maiores e difíceis de manusear. O álcool gel para as mãos é essencial para o seu kit. Mantenha alguns no carro e no escritório também.

Fonte: WebMed

Fotos: Getty Images

Dor nas costas pode estar ligada à SII?

Pessoas com síndrome do intestino irritável (SII), por vezes, relatam sintomas que parecem não estar relacionados ao problema. Um sintoma frequentemente mencionado e, aparentemente não relacionado, é a dor lombar, especialmente durante a noite.

Isso pode ser uma dor não relacionada, ou pode ser uma “dor referida”.  Dor referida  é sentida em outro lugar que não o local de origem. No caso da SII, essa dor vem do intestino. Muitas vezes, devido a constipação, gases ou inchaço.

Tratamento para dor SII

Não existe um tratamento único e definitivo para a SII ou para a dor relacionada a ela. O tratamento é diferente para todos e você deve trabalhar com seu médico para encontrar a melhor maneira de aliviar sua dor. É provável que seja necessária uma combinação de medicação e terapias complementares.

Medicamentos que aliviam a constipação e gases podem aliviar sua dor nas costas no processo. Certos probióticos também se mostraram eficazes para aliviar o inchaço e dor. Eles estão disponíveis em pós, comprimidos e em certos alimentos como iogurte.

Verifique com seu médico antes de adicionar suplementos dietéticos sem prescrição na sua rotina diária. Alguns suplementos podem piorar as coisas, enquanto outros podem interagir com outros medicamentos.

dor nas costas

Tratamentos complementares que podem ajudar a combater a dor incluem:

-Técnicas de relaxamento: respiração profunda, respiração abdominal, relaxamento muscular progressivo e exercícios de visualização podem ajudar a reduzir o estresse e a fadiga e melhorar seu humor.
-Terapia cognitivo-comportamental: alguns estudos mostram que isso pode ajudar a mudar o humor e os hábitos negativos. Pode reduzir o estresse e aliviar os sintomas físicos também.
-Acupuntura: pode ser usada para relaxar espasmos musculares, o que pode aliviar sua dor nas costas.
-Meditação, massagem e hipnoterapia: qualquer uma dessas práticas pode ajudar a relaxar os músculos e reduzir a dor.
-Exercício regular: opções como Tai Chi e yoga podem ajudar.

Dor nas costas e sono

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A dor lombar pode ser especialmente problemática quando você está tentando dormir. Você pode melhorar suas chances de conseguir uma boa noite de sono criando uma rotina.

Siga estas dicas para começar:

=Consiga um tempo de relaxamento antes de ir para a cama. Não vá para a cama direto, após alguma atividade.
=Evite comer alimentos pesados ou beber cafeína por pelo menos quatro horas antes da hora que planeja ir para a cama.
=Vá para a cama mais ou menos na mesma hora todas as noites e levante-se na mesma hora todas as manhãs.
=Use sua cama apenas para duas coisas: sono e sexo. Isso significa não trabalhar, comer ou assistir televisão.
=Faça um pouco de exercício todos os dias.

Para ter uma rotina de sono, você pode treinar seu corpo para ser mais receptivo ao sono.

Se mesmo assim sua dor nas costas continuar mantendo você acordado, apesar de seus melhores esforços, fale com seu médico sobre medicamentos e outros tratamentos que podem ajudar.

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Se você tiver dores nas costas junto com a síndrome do intestino irritável, não pressuponha que elas estão relacionadas. Marque uma consulta para avaliar sua dor nas costas pelo seu médico. Você precisa saber exatamente com o que está lidando e quais opções de tratamento estão disponíveis.

Fonte:HealthLine

Síndrome do intestino irritável: quando procurar o médico

Seu médico disse que você tem síndrome do intestino irritável e você está aprendendo a viver com o problema. Você acha que ela está sob controle quando vem um novo sintoma, ou os que você achou que tinham ido embora voltam. Você deve fazer uma consulta médica ou esperar?

Se você não tem certeza é sempre melhor verificar. Sempre que você tiver um sintoma de síndrome do intestino irritável que dura muito tempo ou se surgir um novo sintoma, consulte o seu médico.

Se você costuma tomar medicamentos sem receita médica, mas agora eles não aliviam problemas como diarreia, gases ou cólicas, você também precisa consultar um médico.

Sintomas comuns e os de “bandeira vermelha”

A síndrome do intestino irritável (SII) é uma condição crônica – o que significa um longo prazo com sintomas que vão e vem. Geralmente, a SII não leva a doenças mais graves, mas há “bandeiras vermelhas” a serem procuradas. Elas são sinais que podem significar que algo mais grave está acontecendo.

Os sintomas mais comuns incluem diarreia, constipação, gases, inchaço e cãibras. Esses são problemas que qualquer um pode ter, mas sempre que sua dor for pior do que o habitual, ou surgir uma nova dor em uma parte diferente do seu corpo, você deve consultar um médico.

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O que observar

Um sintoma de bandeira vermelha é aquele que normalmente não é visto como sendo da síndrome do intestino irritável. Se você tiver um ou mais deles, você precisará ter testes para descobrir o porquê. Esses incluem:

Sangramento retal: poderia ser apenas um efeito colateral da constipação da síndrome do intestino irritável, causada por uma fissura no ânus. O sangramento também pode ser causado por hemorroida. Mas se você tem uma grande quantidade de sangue em suas fezes, ou se o sangramento simplesmente não vai embora, você deve obter atendimento médico o mais rápido possível.

Perda de peso: se você achar que está perdendo peso sem motivo, é hora de checar o que está havendo.

Febre, vômitos e anemia: se você tem um ou mais desses sintomas, ou acha que tem, deve ligar para o seu médico.

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Qualquer um desses problemas poderia apontar para outra condição mais séria. Seu médico pode ajudá-lo a descobrir o que está acontecendo.

Mesmo que você não pense que o problema é fisicamente parte da SII, mas isso o incomoda, informe o seu médico. Por exemplo, se você está estressado ou ansioso sobre isso, ou se você está perdendo o sono por causa desses problemas, informe seu médico.

Referência Médica WebMD Avaliado por William Blahd

 

Os gases e a síndrome do intestino irritável

Muitas pessoas com a síndrome do intestino irritável dizem que também têm muitos gases. Não está claro o motivo. Elas não parecem produzir mais gases do que qualquer outra pessoa, porém, isso as incomoda ainda mais. Estudos descobriram que as pessoas com SII têm problemas para se livrar dos gases, possivelmente devido a problemas com a forma como os nervos e os músculos do intestino funcionam. Os intestinos também podem ser mais sensíveis, assim, mesmo uma quantidade normal de gases pode causar dor.

Lidar com a SII e gases é difícil. Os sintomas variam muito de uma pessoa para a outra, e nenhum tratamento único funciona para todas. O que incomoda uma pessoa pode não incomodar outra. O que traz alívio para um pode não afetar outra pessoa. Existem muitas estratégias diferentes que você pode tentar. A maioria tem a ver com o que você come.

Alimentos que produzem gases

Como a SII é diferente para todos, o ideal é ajudar a manter um diário alimentar para ver o que desencadeia seus sintomas. Uma vez que você conheça os alimentos que causam problemas, você poderá evitá-los.

Alimentos que a maioria das pessoas excluem:

couve flor congerdesign pixabay

-Feijões e outras leguminosas como ervilhas, amendoim e lentilhas
-Repolho
-Brócolis e couve-flor cru
-Cebolas
-Couve de Bruxelas
-Uva passa

Fibras

“Consuma mais fibras” é um conselho padrão para pessoas com SII, especialmente se você tem constipação. Porém, às vezes as fibras podem piorara situação. O tipo e a quantidade de fibras que você adiciona são importantes. Assim como você incluir fibras à sua dieta.

A fibra insolúvel, encontrada no trigo integral, tende a produzir mais gases. Dois tipos de fibras parecem reduzir os gases: metilcelulose e policarbofil. Eles podem ser encontrados em alguns suplementos de fibras. Aumente o consumo de fibras gradualmente. Pode ser que elas causem mais gás no início, mas isso deve melhorar se o seu corpo se acostumar.

Carboidratos

Alguns carboidratos, os chamados FODMAPs, são um problema para pessoas com a síndrome. Esses carboidratos não são absorvidos pelo intestino delgado. Quando eles atingem o intestino grosso, rapidamente se dissolvem e produzem gases. Isso acontece com todos, mas pode ser um problema para pessoas com SII.

Esses alimentos são altos em FODMAPs. Cientistas da Austrália criaram uma dieta para evitá-los. Isso mostra bons resultados, especialmente com redução de gases. Mas os alimentos que deve cortar são bons para você, em geral. Então deve tentar por mais de dois meses, mas apenas com a aprovação do seu médico.

A dieta sugere que você pare de comer:

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 =Maçãs (fruta e suco), peras (frutas e suco), melancia, mangas, cerejas, pêssegos, ameixas, damascos, nectarinas e amoras

=Espargos, alcachofras, legumes como feijões e lentilhas, ervilhas, ervilhas, cebolas, alho, alho-poró, couve-flor, cogumelos, aipo e milho
Leite, iogurte, queijos moles como ricota,  cottage e creme de queijo e sorvete
=Mel, xarope de milho com alto teor de frutose e certas gomas de mascar e doces sem açúcar
=Trigo e centeio
=Castanhas de caju e pistache

Probióticos e antibióticos

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Uma teoria sobre a síndrome é que a mistura normal de bactérias úteis que vivem nos intestinos foi interrompida. Algumas delas produzem mais gases do que outras, pois ajudam a digerir a comida. Pessoas com SII podem ter muitos desses tipos de bactérias.

Os probióticos são suplementos que adicionam bactérias ao sistema digestivo para trazer de volta o equilíbrio. Estudos  demonstraram ser promissor o consumo de probióticos nos casos da SII.

Algumas pessoas com a síndrome relataram menos gases depois de tomar antibióticos. Isso pode ocorrer porque a droga matou as bactérias produtoras de gases no intestino.

Medicamentos

Alguns suplementos dietéticos sem receita ajudam seu corpo a fazer menos gases. A enzima lactase ajuda a digerir leite e produtos lácteos. Pode ser comprado como suplemento e é adicionado a alguns produtos lácteos para pessoas com intolerância à lactose. A alfagalactosidase, enzima encontrada em algumas medicações voltadas ao excesso de gases, ajuda o corpo a quebrar o açúcar presente em grãos e outros vegetais.

Outras dicas

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Uma das principais causas de produção de gases é engolir o ar. Isso pode ocorrer quando você mastiga chiclete, come ou bebe muito rápido ou usa canudos. O ar que você não se livra por meio dos arrotos acaba indo parar em seu intestino.

Qualquer coisa que mantenha a síndrome sob controle também pode ajudar com os gases. Comer refeições menores e regulares pode reduzir o inchaço. Você também pode fazer exercícios regularmente. Dormir o suficiente e cuidar da sua saúde mental também ajudam. Enquanto o estresse e a ansiedade não causam a síndrome, gerenciá-los pode melhorar os sintomas.

Referência Médica WebMD Avaliado por Minesh Khatri, MD 

Saúde intestinal dos cães

Gases e constipação podem ser amenizados com dieta especial

Vários fatores podem causar gases nos cães. Um dos motivos é o fato do animal se alimentar muito rapidamente – o ideal é oferecer alimentação três vezes ao dia, isso facilita a digestão e a absorção dos nutrientes. Outra causa da constipação são as doenças gastrointestinais, a qualidade da composição do alimento e também a mudança brusca do tipo de alimentação sem prévia toca gradual.

“Diarreia crônica ou aguda, ventre enrijecido e fezes com coloração mais escurecida são sinais de que talvez o cãozinho tenha algum problema gastrointestinal”, afirma o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado. A constipação e os gases são sintomas comuns e podem ser controlados com uma alimentação específica.

“Depois de constatada a doença intestinal, o cão precisa consumir alimentos específicos para amenizar as crises, pois o manejo nutricional de uma doença gastrointestinal exige alimentos formulados com ingredientes específicos, como a proteína de soja, glutamina e prebióticos, que proporcionam alta absorção e ajudam na digestibilidade”, explica o veterinário e especialista em nutrição animal.

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A dieta especial é coadjuvante à terapia farmacológica e pode ser necessária por toda a vida do animal, “em quadros agudos, crises, o alimento especial deve ser utilizado, no máximo, durante um mês, mas nos casos crônicos o pet precisa consumir ao longo da vida, sempre com acompanhamento veterinário”, completa Machado.

Indicação de produto para afecções intestinais:

Equilíbrio Veterinary Intestinal Cães contém proteína hirolisada de soja, fonte proteica de alta absorção e digestibilidade, e os prebióticos FOS e MOS, capazes de favorecer a saúde intestinal associados aos probióticos.

Esse alimento, de prescrição veterinária, ainda possui nível ideal de energia metabolizável, o que permite ao animal consumir menos alimento para obter a quantidade de calorias necessárias para organismo. Além disso, o fracionamento das refeições e a redução da quantidade de alimento contribuem para um descanso gástrico.

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Equilíbrio Veterinary Intestinal Cães é formulado com glutamina: aminoácido que funciona como agente nutracêutico em distúrbios gastrointestinais, reduzindo a atrofia da mucosa.

Fonte: Total AlimentosTotal AlimentosTotal Alimentos