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Gastrite: quais os melhores alimentos para consumir no dia a dia?

Nutricionista dá dicas do que evitar e o que pode ser ingerido para melhorar os sintomas

A gastrite é uma inflamação na mucosa que reveste a parede do estômago. Segundo estimativa da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG), essa condição afeta cerca de 70% da população do país. Alguns hábitos podem ajudar a controlar e melhorar os sintomas, um deles é a alimentação balanceada e equilibrada.

Geralmente causada pelo consumo excessivo de bebidas alcoólicas, cigarro e estresse, a gastrite é uma doença que pode ser autoimune — a quando o sistema imune produz anticorpos que agridem e destroem as próprias células gástricas do organismo — ou ambiental — quando são irritadas por excesso de determinados produtos. Entre os principais sintomas está dor de estômago intensa, azia, sensação de empachamento e enjoo. Em alguns casos, pode ocorrer a perda de apetite e a presença de sangue nas fezes.

Foto: RitaE/Pixabay

Segundo a nutricionista e professora do curso de Nutrição do Uninassau — Centro Universitário Maurício de Nassau, Flávia Ribeiro, a alimentação ajuda a diminuir a inflamação e devolver bem-estar com a diminuição dos sintomas. “A dica principal é investir em um cardápio que ajude a restaurar a mucosa gástrica, consumir legumes cozidos (beterraba, brócolis, lentilha), frutas não ácidas e evitar gorduras. Podem ser utilizados chás de cúrcuma, alecrim e o consumo de oleaginosas, como nozes e castanhas-do-pará. Outros itens indicados são os grãos integrais, frango, peixe e frutas com bastante água e fibras, como melão, mamão e pera”, ensina.

Ainda de acordo com Flávia, devem ser evitados café, refrigerante, chá verde, guaraná, chá preto, sal em excesso, frituras, açúcar, bacon, enlatados, molhos prontos, frutas cítricas e carnes processadas, como salsicha, linguiça, peito de peru, mortadela, salame, presunto. “As pessoas não vão conseguir mudar a alimentação de vez de uma hora para outra. É interessante, para quem tem gastrite, também procurar a ajuda de um nutricionista. Dá até comer o que gosta, mas sem exageros e, claro, priorizar uma dieta equilibrada para atenuar os sintomas e contribuir para o bem-estar”, explica.

Além dos alimentos, é importante respeitar o processo de mastigação e não ter intervalos muito longos entre as refeições. “É bom não ficar muito tempo em jejum por causa do ácido clorídrico, porque, sem a comida para digestão, o ácido machuca ainda mais essa mucosa já irritada. A mastigação também é importante para os alimentos entrarem já bem triturados e não machucar a mucosa”, finaliza.

Fonte: Uninassau

Você sabe reconhecer os sintomas da gastrite nervosa?

Gastroenterologista do Grupo São Cristovão Saúde esclarece dúvidas sobre crises de gastrite e dá dicas para quem identifica sintomas, também ligados a crises emocionais

Muito comum entre mulheres, a gastrite nervosa tem influência de fatores emocionais e, normalmente, se dá por uma inflamação no estômago. Dependendo dos hábitos alimentares, é possível sentir este desconforto, em maior ou menor intensidade. Descubra como reduzir estas dores e garanta o seu bem-estar.

De acordo com Tabata Cristina Alterats Antoniaci, gastroenterologista do Grupo São Cristovão Saúde, a gastrite, também chamada de dispepsia funcional, é uma doença orgânica, pois existe a alteração da mucosa gástrica e tais sintomas são caracterizados por dor ou desconforto estomacal, que pioram com estresse e ansiedade. “Por isso, é importante uma abordagem global pelo médico do paciente, avaliando se as duas patologias estão somadas, e nesse caso, o tratamento da ansiedade é fundamental para a melhora dos sintomas gástricos”, pontua.

Não existe uma causa única para a evolução desse quadro, mas certamente fundos emocionais interferem diretamente nos sintomas. Além de uma alimentação balanceada, é necessário um diagnóstico correto, incluindo exames de imagem para complementar a anamnese (entrevista ao paciente) e exame físico. De acordo com a especialista, após uma boa conversa com o paciente, “pode-se encaminhá-lo para tratamentos conjuntos, como com o auxílio de um nutricionista e/ou psicólogo, ou até mesmo psiquiatra, formando-se uma equipe multidisciplinar para auxiliar o paciente”, revela.

Caso você note algum dos sintomas da gastrite nervosa no seu dia a dia e eles sejam persistentes, o correto é se consultar com um especialista. “Há uma série de fatores que podem ser ajustados, buscando a melhoria dos quadros. Uma dieta rica em vitaminas e minerais, deixando de lado estimulantes como chocolates e café, por em excesso gerarem ansiedade, é uma das alternativas”, ressalta Tabata.

Beber água também é útil no controle do estresse, pois reduz a temperatura corporal, evita a secura na garganta, geralmente causada pelo nervosismo e ajuda na digestão e na hidratação de seu organismo. Alimentos com efeito calmante, como doces leves e chás, são indicados para minimizar a reação biológica ao estresse. Já outros ajudam a controlar o pH estomacal e a aliviar os sintomas, especialmente a azia. São eles:

Foto: James Hills/Pixabay

=legumes cozidos, em especial a batata;

=frutas como a banana e o melão (as cítricas devem ser evitadas);

Pixabay

=grãos integrais, como a aveia;

=carnes magras, como peixes e frango sem pele.

Por fim, atividades físicas auxiliam na liberação de endorfinas e podem ajudar a balancear o seu emocional, como caminhadas, meditação e yoga: “Inclua sempre na sua semana o encontro ou conversa com pessoas que lhe causem calma e prazer. Todos nós temos os nossos ‘leões’ para enfrentar e, devagar, os venceremos”, finaliza a gastro.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Confira hábitos que ajudam a evitar e combater a gastrite

Dor ou sensação de queimação na boca do estômago são alguns dos sinais de gastrite. A estimativa da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FGB) é de que 70% dos brasileiros sofrem com os incômodos causados pela inflamação na mucosa do estômago. 

Aguda ou crônica, a gastrite tem diferentes causas. A doença tem sintomas em comum com outros problemas digestivos. A orientação é se consultar com um especialista em gastroenterologia que irá pedir os exames adequados para o diagnóstico do motivo da inflamação do estômago para o tratamento adequado. 

O Ministério da Saúde destaca que, além dos medicamentos, o paciente precisa mudar os estilos de alimentação e de vida. Estar atento ao funcionamento do próprio organismo e adotar cuidados simples ajudam a recuperar a saúde. 

Atenção às refeições 

De acordo com o Ministério da Saúde, a pessoa deve se alimentar bem e com calma, mastigando bem os alimentos. Determinar horários para café da manhã, almoço e jantar contribuem para evitar a gastrite. Não é recomendado ficar muitas horas em jejum e indica-se optar por refeições curtas ao longo do dia em vez de uma grande refeição.

As orientações do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) da Universidade Federal de Rio de Janeiro (UFRJ) sobre a mudança nos hábitos alimentares incluem retirar ou reduzir o consumo de café, chás mate e preto, leite e derivados, chocolate, sal e gorduras em excesso, além das frituras, refrigerantes e bebidas alcoólicas. Picles, feijão, brócolis, repolho, rabanete, nabo, tomate, couve-flor, couve, pepino e rabanete também devem ficar fora do cardápio. 

Outros produtos que costumam ser retirados da rotina de alimentação de pacientes com gastrite são alimentos enlatados ou embutidos, doces processados – como doce de leite, marmelada, goiabada, pé-de-moleque, cocada, geleia, compotas – e as frutas secas e cristalizadas. 

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Especialistas do HUCFF lembram que temperos e condimentos em geral – molhos industrializados, mostarda, ketchup, molho tártaro, caldos concentrados em geral, molho inglês, massa de tomate, pimenta, vinagre – também são vilões para pessoas com este quadro. As frutas não podem ser oleaginosas, como as nozes, avelã, coco, amêndoa, castanha-de-caju, castanha-do-pará, amendoim, pistache, nem ácidas, como limão, laranja, abacaxi, damasco, pêssego, cereja, morango e kiwi. 

A prioridade é um cardápio leve com verduras e com carnes magras. Ou seja, salsicha, linguiça, enlatados, patês, carnes gordas, bacon, carne de porco, embutidos em geral, presunto, mortadela e alimentos em conserva estão fora da dieta até a melhora do paciente. 

Prevenindo as causas 

Alguns dos motivos que desencadeiam a gastrite são o tabagismo e o efeito colateral pelo uso de analgésicos, aspirina ou anti-inflamatórios além do prescrito pelos médicos. Portanto, abandonar o cigarro e não abusar de remédios colaboram para evitar ou melhorar o quadro do paciente. 

O Ministério da Saúde indica ainda que a doença também pode ser causada pela bactéria Helicobacter pylori ou até ter origem autoimune. Neste caso, os anticorpos produzidos pelo sistema imunológico atacam e destroem as células gástricas da própria pessoa. 

Cuidando do lado emocional 

Foto: MD-Health

“Gastrite nervosa” é um autodiagnóstico comum entre as pessoas. No entanto, o Blog da Saúde do Ministério da Saúde explica que não existe este tipo de gastrite. O motivo é que estresse, problemas emocionais e pressão psicológica podem interferir no funcionamento do sistema digestivo. Esses quadros podem desencadear dores estomacais, acidez e refluxo. No entanto, eles não são considerados gastrite por não haver inflamação. 

Nesses casos, é necessário tratamento adequado para que o paciente recupere a qualidade de vida. A pessoa deve procurar o gastroenterologista e o apoio de um especialista em psiquiatria ou psicologia para o suporte adequado. Outra orientação é evitar a automedicação e receitas caseiras indicadas na internet que podem agravar a situação. 

Apareceu sintomas? Procure o médico 

Além da dor de estômago intensa, que pode ser rápida ou permanente, a Rede D’Or São Luiz enumera outros sinais de suspeita de gastrite, como sensação de estufamento, indigestão ou má digestão, sensação de estômago cheio após pequenas porções de comida, azia e perda de apetite. Em alguns casos mais sérios, o paciente pode sofrer com náuseas e ter sangue nas fezes e no vômito. 

Aos sinais de gastrite, deve-se relatar todos os sintomas para auxiliar o médico a fazer o histórico clínico. É indicado exame físico e solicitada uma endoscopia, que é o principal procedimento para diagnóstico de gastrite. Também pode haver investigação complementar por raios-X e, se necessário, biópsia.

A partir da identificação das causas da gastrite, a pessoa recebe as orientações para o tratamento adequado, com medicamentos prescritos para reduzir a quantidade de ácido no estômago.

Fonte: Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF)

Pandemia aumenta casos de gastrite e síndrome do intestino irritável

No HCor, internações pelas doenças gastrointestinais cresceram 15%; cirurgião do aparelho digestivo do hospital relata maior presença de pacientes com esses quadros também nos ambulatórios

Estresse, má alimentação, ingestão de álcool e automedicação. Todas essas circunstâncias ampliadas durante a pandemia podem estar motivando o aumento de casos de gastrite e síndrome do intestino irritável (SII) neste último ano.

Um levantamento epidemiológico do HCor, hospital multiespecialista em São Paulo, apontou um crescimento de 15% nas internações de pacientes com um desses dois diagnósticos. Nos consultórios, segundo o cirurgião do aparelho digestivo da instituição, André Siqueira, o movimento não foi diferente. A análise utiliza dados de 2019 em comparação ao ano de 2020.“Temos visto no ambulatório um maior número de casos de pessoas com problemas gastrointestinais, sobretudo gastrite e síndrome do intestino irritável, que são doenças muito relacionadas ao estresse, de grande fundo emocional”, comenta.

Para o médico, no curto prazo, é possível que esses pacientes tenham apresentado dores de estômago e alterações do ritmo intestinal, por exemplo. Agora, com mais de um ano de pandemia, os quadros chegaram a diagnósticos mais específicos e até mesmo agravados.

Apesar de considerar as questões emocionais o principal fator para essa crescente de casos, Siqueira relembra que os hábitos alimentares da população durante o isolamento sofreram mudanças significativas, sem falar nos relatos de pessoas que passaram a consumir bebidas alcoólicas mais frequentemente – ou até diariamente.

“Vale lembrar também que o medo de procurar ambientes hospitalares e a tentativa de se prevenir da Covid-19 levou muita gente a se automedicar, e que alguns remédios têm como efeitos colaterais comuns impactos no aparelho digestivo”, destaca.

Gastrite e síndrome do intestino irritável: como diagnosticar

A gastrite é uma inflamação, infecção ou erosão no revestimento do estômago, podendo ser aguda (com duração de pouco tempo) ou crônica. O quadro é manifestado por sinais como indigestão, queimação, vômitos ou dores abdominais.

O diagnóstico da doença costuma considerar o histórico clínico do paciente e ser complementado com a realização de endoscopia. O exame é feito sob sedação, através de um tubo flexível que possui um chip responsável por capturar as imagens do sistema digestivo por meio de uma câmera.

Já a síndrome do intestino irritável, ou síndrome do cólon irritável, é um distúrbio na motilidade intestinal (capacidade que o intestino tem de realizar movimentos autônomos). A doença é caracterizada por episódios de desconforto abdominal, dor, diarreia e prisão de ventre, presentes pelo menos durante 12 semanas, consecutivas ou não.

Embora não exista um exame específico para diagnóstico da síndrome, alguns testes podem ser propostos para descartar a existência de doenças similares. São eles: exames de sangue, cultura de fezes e colonoscopias, esse último realizado também sob efeito sedativo, de forma indolor.

“A colonoscopia é um exame que permite observar o revestimento interno do intestino grosso e a parte final do intestino delgado. O procedimento requer dieta prévia e o uso de laxativos mais fortes para a limpeza do conteúdo intestinal, porém, para minimizar o mal estar durante a preparação, o paciente pode optar por fazer o preparo dentro do ambiente hospitalar, com acompanhamento especializado”, explica Paula Poletti, médica endoscopista do HCor.

Hábitos saudáveis e cuidados com a saúde mental

Algumas mudanças no estilo de vida podem melhorar o funcionamento do aparelho digestivo, tais como preferir os alimentos naturais – que possuem alto valor nutricional – e evitar os industrializados, que são extremamente calóricos e contêm aditivos artificiais que prejudicam a saúde.

Além disso, diminuir o consumo de sal, açúcar e gorduras hidrogenadas e aumentar a ingestão de fibras é recomendado em qualquer fase da vida.

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Dentre outros hábitos saudáveis, o cirurgião pontua a importância de comer devagar e mastigar bem os alimentos; não fazer refeições distraído, enquanto conversa, assiste televisão ou faz qualquer outra atividade; e tomar uma quantidade adequada de líquido ao longo do dia, para ter uma boa hidratação.

Fora da mesa, para combater o estresse, a recomendação é reservar alguns momentos do dia para relaxar, além de praticar exercícios regularmente e investir em boas noites de sono.

Fonte: HCor

Como tratar gastrite em cães

A gastrite em cães é um problema de saúde que causa muita dor, vômitos e não permite que os alimentos sejam digeridos adequadamente. Muitas vezes, esse distúrbio gastrointestinal é ocasionado por outras doenças, como alergias alimentares, infecções renais, pancreatite e câncer. Também pode ser causado por outras questões, como rotina alimentar inadequada, ingestão de determinados produtos químicos agressivos, vírus, parasitas, bactérias e determinados medicamentos.

“Essa doença canina é caracterizada pela inflamação da mucosa que reveste o estômago. Pode se apresentar de forma aguda (repentina e rápida) ou crônica (aparece lentamente e leva mais tempo para se resolver)’, explica a médica veterinária da Equilíbrio e Coordenadora da Comunicação Científica da Total Alimentos, Bárbara Benitez.

Estar atento aos primeiros sintomas é fundamental para evitar o avanço do problema que causa muita dor e incômodo ao animal.

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Quais os sintomas da gastrite em cães?

Vômito e dores abdominais são os principais sintomas da gastrite em cães, mas outros sintomas também podem aparecer. Sempre que notar algum deles, não hesite em procurar um veterinário para fazer o diagnóstico correto do problema. Saiba quais os sintomas:

=vômitos frequentes podendo ter sangue;
=dor abdominal;
=perda de peso;
=cachorro não quer comer;
=diarreia.

Raças de cães com predisposição à gastrite canina

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Além dos agentes causadores da gastrite canina que já citamos, as raças de cães pequenos, miniaturas ou braquicéfalos apresentam predisposição para o desenvolvimento do distúrbio. Conheça algumas dessas raças para ter atenção redobrada caso tenha uma delas em casa:

=Bulldog;
=Maltês;
=Shih Tzu;
=Lhasa Apso.

Alimento para cães com gastrite

“O diagnóstico e o tratamento só podem ser feitos por um veterinário e, em casos crônicos, é fundamental um acompanhamento bem próximo. Uma das principais questões que envolvem o tratamento da gastrite é a alimentação dos cães, que deve ser adequada para evitar uma sobrecarga do sistema digestivo que já está debilitado”, orienta a médica veterinária da Equilíbrio.

Para a nutrição do animal durante o tratamento, a melhor ração é Equilíbrio Veterinary Intestinal – desenvolvida com ingredientes selecionados, para facilitar a digestão sem deixar de oferecer todas as calorias, além de conter nutrientes e vitaminas que o seu animal de estimação precisa para as suas atividades diárias.

“Esse alimento possui proteína vegetal hidrolisada, que tem alta digestibilidade, e é enriquecido com FOS e MOS, ingredientes importantes na recuperação e na manutenção da saúde intestinal”, acrescenta Bárbara.

Fonte: Total Alimentos

Copa: problemas de saúde que podem ser potencializados durante o evento

A Copa interfere na vida de milhões de pessoas. Modificando seus hábitos alimentares e deixando os nervos à flor da pele em razão das emoções vivenciadas durante os jogos.

Neste contexto, a Doctoralia, plataforma líder que conecta pacientes e profissionais de saúde, reuniu alguns especialistas membros da plataforma para comentar problemas de saúde que podem se manifestar ou se intensificar durante esse período. Confira:

Problemas cardíacos

Na hora de torcer, é importante ter cuidado com as grandes emoções que podem afetar o coração. De acordo com Alexandre Galvão, cardiologista membro da plataforma Doctoralia, a adrenalina aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial. “Existem grupos que devem ficar mais receosos e atentos com esse excesso de adrenalina como, por exemplo, hipertensos ou pacientes que já tiveram um infarto do miocárdio”, comenta Galvão.

Crise de ansiedade

mulher ansiedade

As pessoas estão acompanhando os jogos com afinco e, muitas vezes, apostando nos resultados de diversas maneiras. Para os muito ansiosos, porém, toda essa tensão e expectativa podem ser prejudiciais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é o país com a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade no mundo e o quinto em casos de depressão. “As pessoas propensas a esse tipo de transtorno podem ficar ansiosas com facilidade. Dependendo da força da ansiedade, pode ocorrer palpitação no coração, falta de ar, angústia no peito, suor frio nas mãos e até mesmo insônia. Caso sinta todo esse desconforto, o recomendado seria passar por uma avaliação médica”, explica Rafael Lopes, psiquiatra membro da plataforma Doctoralia.

Gastrite nervosa e problemas estomacais

depositphotos mulher cama dor doente
Depositphotos

Caso o Brasil chegue à final, serão no total sete jogos, que equivalem a 630 minutos de emoção. Isso sem contar as possíveis prorrogações ou disputas de pênaltis. Durante as confraternizações, as pessoas aproveitam para exagerar nas bebidas e frituras. Trocando a alimentação do dia a dia por possíveis petiscos, o que pode acarretar em problemas estomacais. “Balancear a alimentação é necessário, mas é normal, às vezes, sair um pouco da rotina, ainda mais nessas confraternizações. Esse tipo de alimentação pesada causa trânsito intestinal e digestão pesada, podendo acarretar em problemas estomacais e certos desconfortos”, comenta Cassandra Lopes, endocrinologista e nutróloga membro da plataforma Doctoralia.

O fato do Brasil inteiro parar para ver os jogos pode atrapalhar a rotina e, inclusive, não se sabe ao certo quais serviços estarão funcionando em horários alternativos durante os jogos. Quando o paciente precisa agendar por meio de ligação, só é possível fazer isso durante o horário comercial. Quando falamos de saúde, a praticidade é fundamental e a Doctoralia disponibiliza, de forma gratuita e anônima, a oportunidade de agendar qualquer consulta médica durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, todos os dias do ano.

Como se manter mais saudável durante os jogos?

bebida cerceja amigos

=Não exagere no consumo de bebidas alcoólicas e refeições gordurosas;

=Evite excessos e saiba seus limites;

=Beba muita água;

=Siga os horários corretos das refeições;

=Opte por petiscos mais saudáveis durante os jogos;

=Tente não abusar de suas condições físicas e psicológicas.

Fonte: Doctoralia