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Rádio Transamérica lança campanha voltada à proteção de animais abandonados

Intitulada “Transamérica Companheiro Animal”, a ação de responsabilidade social tem entre seus objetivos conscientizar a população sobre o problema de abandono de animais no país

A Rádio Transamérica começa a veicular em rede nacional uma grande campanha institucional de responsabilidade social focada na proteção de animais abandonados no Brasil. Intitulada “Transamérica Companheiro Animal”, a ação será transmitida em todas as emissoras da rede de rádio no país, principalmente durante a temporada de férias de verão.

De forma instrutiva, sensível e motivadora, a campanha aborda importantes temas, como a conscientização sobre o problema do abandono de animais, possibilidades de adoção, castração de cães e gatos, ou até mesmo como essa questão vulnerável tem sido tratada na Europa. A iniciativa conta com spots que serão veiculados ao longo de toda a programação da Transamérica.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), há mais de 30 milhões de animais em situação de abandono Brasil. Sabe-se, no entanto, que apesar de ser em menor número, também há outros tipos de animais deixados de lado por seus tutores, como aves, répteis e até cavalos. De acordo com informações de Organizações não Governamentais (ONGs) voltadas à proteção animal, o período de férias de verão é o que registra maior quantidade de abandono de animais em nosso país.

Idealizada por Luiz Augusto Alper, gerente artístico da Rede Transamérica de Comunicação, a campanha é muito importante para que se revertam as estatísticas relativas ao abandono de animais no Brasil.

“Como veículo de comunicação, também temos responsabilidades sociais e o drama dos animais de rua enfrentado pelo Brasil, hoje no ranking dos países com maior população de animais abandonados, é a grande motivação dessa campanha”, afirma o executivo. “Não existe animal de rua, pois se existe esse termo é porque ele foi descartado por seus tutores, o que é uma questão diretamente relacionada às responsabilidades do ser humano”, completa Alper.

Beagle dog and brown cat lying together on the footpath.
Getty Images

Além de ser uma crueldade, os casos de abandono de animais também é um problema grave para o país, não somente pelos danos que causam ao bem-estar animal, mas à saúde pública, à economia e à ecologia. Em situação vulnerável, esses animais frequentemente são vítimas de fome, desnutrição, doenças, parasitas, envenenamento e violência, entre diversas outras formas de abuso.

Os benefícios científicos de ser um cat lover*

Pesquisa sugere que os gatos podem tornar nossa vida mais feliz e saudável

Todo 8 de agosto é Dia Internacional dos Gatos. E no deste ano, Cora provavelmente começou a manhã como qualquer outra: subindo no meu peito e arranhando meu ombro, exigindo atenção. Eu provavelmente levantei o edredom com sono e ela se aconchegou embaixo dele, esparramada ao meu lado. Para Cora – e, portanto, para mim – todos os dias é o Dia Internacional dos Gatos.

Os gatos podem nos acordar às quatro da manhã e vomitar com uma frequência alarmante, ainda assim, entre 10% a 30% de nós nos chamamos de “cat person (pessoas do gato)” – não pessoas de cães, nem mesmo amantes de gatos e cães com oportunidades iguais. Então, por que escolhemos trazer essas bolas de pelo para nossas casas – e gastamos mais de US$ 1.000 por ano em alguém que não é geneticamente relacionado a nós e, francamente, parece ingrato na maioria das vezes?

A resposta é óbvia para mim – e provavelmente para todos os amantes de gatos por aí, que não precisam de pesquisas científicas para justificar seu amor feroz. Mas os cientistas estudaram de qualquer maneira e descobriram que, embora nossos amigos felinos possam não ser bons para nossos móveis, eles podem dar alguma contribuição à nossa saúde física e mental.

1. Bem-estar

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De acordo com um estudo australiano, os donos de gatos têm melhor saúde psicológica do que pessoas sem animais de estimação. Nos questionários, eles afirmam se sentir mais felizes, mais confiantes e menos nervosos, além de dormir, se concentrar e enfrentar melhor os problemas de suas vidas.

Adotar um gato também poderia ser bom para os filhos: em uma pesquisa com mais de 2.200 jovens escoceses entre 11 e 15 anos, as crianças que tinham um forte vínculo com seus filhotes tinham uma qualidade de vida mais alta. Quanto mais apegados, mais se sentiam em forma, enérgicos e atentos, menos tristes e solitários; e quanto mais aproveitavam o tempo sozinhos, no lazer e na escola.

Com suas palhaçadas que desafiam a gravidade e posturas de sono semelhantes a ioga, os gatos também podem nos tirar do mau humor. Em um estudo, pessoas com gatos relataram experimentar menos emoções negativas e sentimentos de isolamento do que pessoas sem gatos. De fato, solteiros com gatos estavam de mau humor com menos frequência do que pessoas com um gato e um parceiro. (Seu gato nunca está atrasado para o jantar, afinal.)

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Até os gatos da Internet podem nos fazer sorrir. As pessoas que assistem aos  vídeos de gatos on-line dizem que depois sentem menos emoções negativas (menos ansiedade, aborrecimento e tristeza) e sentimentos mais positivos (mais esperança, felicidade e satisfação). É certo que, como descobriram os pesquisadores, esse prazer se torna culpado se o fizermos com a finalidade de procrastinação. Mas ver gatos irritar seus humanos ou serem embrulhados para presente de Natal parece nos ajudar a sentir-nos menos empobrecidos e recuperar nossa energia para o dia seguinte.

2. Estresse

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Posso atestar que um gato quente no seu colo, fazendo uma boa massagem nas coxas, é uma das melhores formas de aliviar o estresse. Uma tarde, sentindo-me oprimida, eu disse em voz alta: “Gostaria que Cora sentasse no meu colo”. Eis que ela trotou e pulou em cima de mim segundos depois (embora tentativas de replicar esse fenômeno não tenham sido bem-sucedidas).

Em um estudo, os pesquisadores visitaram 120 casais em suas casas para observar como eles reagiriam ao estresse – e se os gatos ajudariam. Ligados a monitores de frequência cardíaca e pressão arterial, as pessoas foram submetidas a uma série de tarefas assustadoras: subtrair três repetidamente de um número de quatro dígitos e, em seguida, segurando a mão em água gelada (abaixo de 40 graus Fahrenheit) por dois minutos. As pessoas ou estavam sentadas em uma sala sozinhas, com o animal de estimação perambulando, com o cônjuge (que poderia oferecer apoio moral), ou ambos.

Antes do início das tarefas estressantes, os tutores de gatos tinham uma frequência cardíaca e pressão sanguínea em repouso mais baixas do que as pessoas que não possuíam animais de estimação. Durante as tarefas, os donos de gatos também se saíram melhor: eram mais propensos a se sentirem mais desafiados do que ameaçados, seus batimentos cardíacos e pressão arterial eram mais baixos e até cometeram menos erros de matemática. Em todos os vários cenários, os tutores de gatos pareciam mais calmos e cometeram o menor número de erros quando o gato estava presente. Em geral, os donos de gatos também se recuperaram mais rapidamente fisiologicamente.

Por que os gatos são tão calmantes? Eles não nos julgam por nossas habilidades matemáticas fracas ou ficam extremamente angustiados quando estamos angustiados – o que explica por que os gatos foram realmente uma influência mais calmante do que outros significativos em alguns casos.

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Como Karin Stammbach e Dennis Turner, da Universidade de Zurique, explicam, os gatos não são simplesmente pequenos seres que dependem de nós. Também recebemos conforto deles – há toda uma escala científica que mede quanto apoio emocional você recebe do seu gato, com base na probabilidade de procurá-lo em diferentes situações estressantes.

Os gatos oferecem uma presença constante, livre dos cuidados do mundo, que pode fazer com que todas as nossas pequenas preocupações e ansiedades pareçam supérfluas. Como disse a jornalista Jane Pauley: “Você não pode olhar para um gato adormecido e se sentir tenso”.

3. Relacionamentos

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Shutterstock

Gatos são seres que cuidamos e que cuidam de nós (ou pelo menos acreditamos que sim). E as pessoas que investem nesse vínculo entre espécies também podem ver benefícios em seus relacionamentos entre seres humanos.

Por exemplo, a pesquisa descobriu que os tutores de gatos são mais sensíveis socialmente, confiam mais em outras pessoas e gostam mais de outras pessoas do que pessoas que não possuem animais de estimação. Se você se considera uma pessoa que gosta de gatos, tende a pensar que outras pessoas gostam mais de você do que alguém que não é gato nem cachorro. Enquanto isso, mesmo as pessoas que assistem aos vídeos sobre gatos se sentem mais apoiadas por outras do que aquelas que não são grandes fãs da mídia digital felina.

Embora essas correlações possam parecer desconcertantes, faz sentido se você considerar os gatos apenas um nó na sua rede social. “Os sentimentos positivos sobre cães / gatos podem gerar sentimentos positivos sobre as pessoas, ou vice-versa”, escrevem Rose Perrine e Hannah Osbourne, da Eastern Kentucky University.

Quando alguém – humano ou animal – nos faz sentir bem e conectados, aumenta nossa capacidade de bondade e generosidade para com os outros. Como constatou o estudo de adolescentes escoceses, as crianças que se comunicam bem com um melhor amigo são mais apegadas aos gatos, provavelmente porque passam o tempo brincando como um trio.

“Os animais de estimação parecem agir como ‘catalisadores sociais’, induzindo o contato social entre as pessoas”, escreveu o pesquisador do Reino Unido Ferran Marsa-Sambola e seus colegas. “Um animal de estimação pode aceitar características abertamente afetuosas, consistentes, leais e honestas que podem atender à necessidade básica de uma pessoa de sentir uma sensação de valor próprio e amada”.

4. Saúde

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Foto: Nina Pearman

Por fim, apesar do que você já deve ter ouvido falar sobre parasitas cerebrais entre gatinhos e humanos, há evidências de que os gatos podem ser bons para a nossa saúde. Em um estudo, os pesquisadores acompanharam 4.435 pessoas por 13 anos. As pessoas que possuíam gatos no passado eram menos propensas a morrer de ataque cardíaco durante esse período do que as pessoas que nunca possuíram gatos – mesmo quando consideravam outros fatores de risco como pressão arterial, colesterol, tabagismo e índice de massa corporal.

Isso era verdade para as pessoas, mesmo que elas não tivessem gatos atualmente, explicam os pesquisadores, o que sugere que os gatos são mais como medicina preventiva do que tratamento para uma doença em andamento.

Em outro estudo, James Serpell, da Universidade da Pensilvânia, acompanhou duas dúzias de pessoas que acabaram de adquirir um gato. Eles completaram pesquisas dentro de um ou dois dias após levarem o gato para casa e depois várias vezes nos próximos 10 meses. Na marca de um mês, as pessoas reduziram as queixas de saúde, como dores de cabeça, dores nas costas e resfriados – embora (em média) esses benefícios parecessem desaparecer com o passar do tempo. Como especula Serpell, é possível que as pessoas que formam um bom relacionamento com seus gatos continuem vendo benefícios, e as pessoas que não, bem, não.

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Grande parte dessa pesquisa sobre gatos é correlacional, o que significa que não sabemos se os gatos são realmente benéficos ou se as pessoas já são apenas um grupo feliz e bem ajustado. Mas, infelizmente, para nós, amantes de gatos, este não parece ser o caso. Em comparação com os amantes de cães, pelo menos, tendemos a ser mais abertos a novas experiências (mesmo que nossos gatos nervosos não sejam). Mas também somos menos extrovertidos, menos calorosos e amigáveis ​​e mais neuróticos. Experimentamos mais emoções negativas e as reprimimos mais, uma técnica que nos deixa menos felizes e menos satisfeitos com nossas vidas.

Pelo lado positivo, isso significa que é mais provável que os gatos realmente nos tragam tanto prazer e alegria quanto afirmamos, embora a pesquisa esteja longe de ser conclusiva. De fato, a grande maioria das pesquisas sobre animais de estimação se concentra nos cães, em parte porque eles são mais fáceis de treinar como assistentes de terapia. “Os gatos foram deixados para trás um pouco pela pesquisa”, diz Serpell. Ainda um osso para conseguir com nossos colegas caninos.

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Enquanto esperamos por mais dados, continuarei falando para todo mundo que estou feliz por ter um gato na minha vida – e na minha cama, na minha mesa de jantar e me vendo ir ao banheiro. O que perco de sono compenso no amor suave e peludo.

*Kira M. Newman é a editora-gerente do Greater Good. Ela também é a criadora do The Year of Happy, um curso de um ano na ciência da felicidade, e do CaféHappy, um encontro em Toronto. 

Carnaval: dez fantasias fáceis do Pinterest para fazer na última hora

Há centenas de bloquinhos e festas de carnaval para escolher, mas ainda é possível que você decida sair só depois de uma ligação de última hora dos seus amigos. Para evitar o pânico ao escolher o que vestir (ou se você não gosta muito de se planejar com antecedência), aqui está uma lista de fantasias que você pode facilmente montar e fazer sozinho e em casa. E o Pinterest, ferramenta de descoberta visual que ajuda a planejar a vida desde o que cozinhar até o que vestir, é o recurso ideal para descobrir fantasias para o carnaval.

As pessoas vão ao Pinterest para encontrar inspiração e novas ideias para experimentar – e com o carnaval não é diferente. De acordo com o Relatório de Carnaval, recentemente lançado, o Pinterest viu um aumento de 658% no número de buscas por ideias de carnaval de dezembro para janeiro. De estrelas a cartomante e até mesmo um abacaxi, estas ideias são criativas e vão te ajudar a se inspirar para arrasar nos bloquinhos e festas.

10 fantasias fáceis de Carnaval do Pinterest para fazer neste Carnaval:  

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Sol

Estrela

Girassol

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Abacaxi

Pool party

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Frida

Onde está o Wally?

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Cartomante

Corredora/Fitness

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Gato

 

Zeskia – Procurador de Gatos tem mais de 100 casos resolvidos

Página no Facebook que ajuda na busca por gatos que fugiram ou se perderam conta com mais de mil curtidas e já resolveu mais de 100 casos

Com o apoio da astróloga, taróloga e coach holística Virginia Gaia, um grupo de praticantes de magia promove campanha em prol dos bichanos. A iniciativa inclui a divulgação do Zeskia – O Procurador de Gatos, espécie de sortilégio que ajuda a encontrar animais perdidos nas ruas, e inclui também a disseminação de informações embasadas sobre a simbologia associada aos gatos em diversas mitologias e culturas ao longo da história.

“No início de sua domesticação, os gatos eram considerados protetores mágicos. Foi só na Idade Média que essa crença de que podem dar azar apareceu”, explica Virginia. A especialista cita o exemplo da deusa egípcia Bast, representada por um gato preto, para explicar que, no Egito Antigo, os gatos eram considerados sagrados, em parte, por manterem os alimentos estocados livres de ratos e demais pragas.

Em outra porção do globo e em um contexto histórico bastante diferente, há outro exemplo de como os gatos aparecem ligados à ideia de magia e proteção: com o mito de Freya, deusa nórdica da fertilidade. De acordo com a tradição, Freya tinha uma carruagem mágica que era puxada por gatos pretos.

Na Idade Média, com a estigmatização do paganismo, é que os gatos passaram a ser vistos de forma pejorativa. Com a popularização dos grimórios, textos de autoria duvidosa que propagavam ideias distorcidas do senso comum sobre práticas mágicas, que surgiram rituais que propunham o sacrifício de gatos. “Essas práticas não têm fundamento nenhum”, pontua Virgínia.

Magia para localizar gatos perdidos

Foi a partir da história de um gato preto salvo dos maus-tratos com a ajuda de ferramentas mágicas que surgiu o Zeskia – O Procurador de Gatos. O gato Zé frequentava as dependências de uma casa onde funcionava um estúdio coletivo de arte, no Rio de Janeiro. O mesmo local abrigava as aulas de Tarô do professor e praticante de ocultismo Pedro Pietroluongo, que colocou em prática seus conhecimentos mágicos, depois de o gato estar desaparecido há três semanas.

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O gatinho Zé reapareceu com marcas de agressão, teve que ser internado para receber tratamento veterinário, mas recuperou-se perfeitamente e, hoje, vive em um ambiente seguro e cheio de amor.

A receita para usar o Zeskia é bem simples: basta energizar a imagem gráfica, concebida com base nas técnicas de sigilização mágica propostas pelo ocultista inglês Austin Osman Spare, que ele ajuda a encontrar gatos perdidos de qualquer cor de pelagem, raça ou gênero. “O Zeskia funciona independente de religião e tem índices de sucesso altíssimos”, diz.

Dado o seu sucesso, o ZesKia ganhou uma fan page e um perfil no Instagram para que sua magia possa ajudar mais e mais gatinhos a voltar para casa. Desde abril 2018, quando a fanpage foi criada no Facebook, já são mais de 100 casos de sucesso registrados por quem usou o método e, espontaneamente, escreveu para contar o resultado. Isso sem contar outros casos de sucesso que não foram registrados. A fan Page já conta com mais de 1000 curtidas e os responsáveis pela página estão solicitando aos seguidores que tenham utilizado o Zeskia para que contem as histórias relacionadas.

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A campanha também inclui orientação sobre a segurança dos gatos domésticos, como o estímulo à aplicação de telas em janelas, sacadas, portões e portas para evitar a fuga dos animais. Outra orientação é a da castração dos bichanos. “Temos certeza que o lugar mais seguro para os gatinhos é dentro de casa. E é por meio da informação que podemos prevenir fugas e facilitar o resgate de animais perdidos com a ajuda do ZesKia”, concluir Virgínia.

Facebook / Instagram

Perfil

Virginia Gaia é astróloga, taróloga e estudiosa de mitologia e religião comparada há mais de 15 anos. Tem um quadro no programa A Tarde É Show com Nani Venâncio (Rede Brasil de Televisão) e leva o conhecimento que acumulou nas Ciências Herméticas para os mais diversos públicos. Propagadora do Vama Marga Tantra, foi iniciada no Vajrayana – o chamado Budismo Tântrico ou Budismo Tibetano –, além de ter sido integrante de ordens iniciáticas e ocultistas. Com base na certificação de Capacitação em Sexualidade que obteve pela Abeme (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual), é também educadora sexual, ministrando cursos e palestras sobre o amor e os relacionamentos que abordam o estreito vínculo entre sexualidade, afetividade e espiritualidade.

Você sabe como alimentar seu gato corretamente?

Veterinária da Hill’s Pet Nutrition, Brana Bonder, dá dicas para fazer o manejo certo da alimentação dos felinos

Quando se passa a ter um animal de estimação em casa, logo no primeiro momento o tutor prioriza a compra de brinquedos, da casinha e de um alimento que atenda as necessidades de saúde do pet. Porém, muitas vezes acabam esquecendo de questionar sobre a quantidade correta da alimentação para cada espécie.

Os gatos, por exemplo, são os que mais sofrem com essa conduta. “É muito comum os tutores não controlarem a quantidade oferecida de alimento ao gato. Por mais que o animal consuma pequenas quantidades ao longo do dia, é importante mensurar o volume fornecido para prevenir a obesidade e monitorar a ingestão alimentar. Outro erro comum é deixar a caixa de areia na mesma área na qual se encontram as tigelas de água e comida. Isso pode interferir no consumo alimentar do gato ou o animal pode até mesmo evitar de urinar no local, o que aumenta a chance de desenvolver doenças do trato urinário”, explica Brana Bonder, médica-veterinária da Hill’s Pet Nutrition.

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O jeito certo

Para garantir que o felino seja alimentado de uma forma correta, o indicado é oferecer o alimento específico para fase de vida em pequenas porções com quantidades mensuradas várias vezes ao dia.

“Este manejo imita o comportamento natural de caça”, acrescenta a veterinária. A médica reforça que em cada fase de vida o animal possui diferentes necessidades nutricionais. “O gato filhote, por exemplo, precisa de um alimento que tenha maior teor de proteína e gordura, se comparado ao gato adulto. Essas particularidades devem ser respeitadas”.

Outro ponto que não deve ser esquecido é ofertar o alimento em tigelas/pratos rasos para que os bigodes não toquem as laterais. Além disso, não esqueça de fornecer água limpa e fresca. “Em casas multigatos, o ideal é que cada pet tenha sua própria “estação” de água e alimento em local calmo”, explica.

Levando em consideração esse cenário, a Hill’s Pet Nutrition preza por equilíbrio nutricional em todas as fases de vida do gato. “Nossos alimentos têm complexo de antioxidantes com benefícios comprovados, ingredientes de alta qualidade e fácil digestão, que contribuem para a condição corporal ideal, manutenção da saúde da pele e pelagem brilhante”, finaliza.

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Por isso, não se esqueça de sempre conversar com o médico-veterinário para fazer o manejo alimentar correto para seu felino.

Fonte: Hill’s Pet Nutrition

Cinco sinais de que seu gato está saudável

Uma das grandes responsabilidades de se ter um gato, é saber identificar os sinais que eles emitem quando não estão bem. Muitos acreditam que o único indício é quando se percebe que estão amuados, mas nem sempre esse é o fator que determina se o felino está bem ou não. Pensando nisto, o médico veterinário da Naturalis lista alguns tópicos a serem analisados para manter a saúde do bichano em dia.

“Atente-se principalmente nas primeiras semanas de vida do gatinho, entre o sexto e oitavo período, pois é quando ficam mais frágeis e se registra uma taxa grande de mortalidade, por estarem mais suscetíveis a contraírem doenças”, orienta Marcello Machado.

Olhe nos olhos do gatinho

gato filhote

Os olhos precisam estar com aspecto natural, vivos e brilhantes, demonstrando a aparência saudável. Felinos possuem uma terceira pálpebra escondida e que só aparece quando é preciso proteger os olhos de alguma irritação ou ferimento.

“Essa pálpebra é visível, então, quando aparecer no seu gato, algo estará errado e será necessário levá-lo ao veterinário. Outros sintomas que também indicam que o peludo merece atenção especial são as alterações na cor dos olhos e lacrimejamento constante”, explica o veterinário.

Mais atenção às orelhas

Cute Black Soggy Cat After A Bath
Bigstock

O ouvido sadio de um gatinho não tem secreção ou odor, por isso, fique atento ao limpar a orelhinha com um chumaço de algodão. Não deve haver mau cheiro ou secreção amarelada ou amarronzada. Orelhas saudáveis têm coloração cor de rosa bem claro.

De acordo com o especialista, se o felino passar a coçar bastante as orelhas e balançar a cabeça bruscamente, leve-o rapidamente a um médico veterinário, pois pode se tratar de uma infecção de ouvido – elas podem ter consequências graves se não tratadas a tempo.

Cuidado especial com a boca

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Foto: Pitsch685/Pixabay

Essa avaliação é indicada somente em casos de gatinhos mansos, pois podem ser agressivos ao serem tocados nessa região. Caso contrário, o procedimento é simples. Basta levantar o lábio superior do felino e olhar as gengivas – elas devem estar sempre rosadas. A palidez pode ser um diagnóstico de anemia. Assim como a gengiva, a língua também precisa de uma coloração rósea.

Focinho úmido? Bom sinal!

gato branco

O focinho deve estar sempre úmido e frio, pois quando seco e quente, pode ser um sinal de febre. Fique de olho em outros sinais como a perda de apetite.

Fique de olho na pelagem do felino

gato filhote carinho

É muito comum a queda do pelo do bichano de maneira uniforme e sem falhas, pois a troca de pelos acontece anualmente. Mas é necessário ficar de olho se há a presença de parasitas, ou então de nódulos ou verrugas grandes, uma vez que, caso existam, devem ser checadas pelo médico veterinário.

Alimentação

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Todo animalzinho merece uma atenção especial quando o assunto é alimentação. Afinal, é por meio dela que a qualidade e expectativa de vida do nosso amiguinho aumentam. Jamais ofereça comidas de humanos ao felino e alimente-o com uma ração adequada, como Naturalis, que possui formulação 100% natural, desenvolvida que os gatos tenham uma vida mais saudável e mais natural. Vegetais e frutas fazem parte desse alimento inovador e nutritivo.

Com vitaminas e minerais, Naturalis é elaborada com proteínas selecionadas, como frango, peru e salmão. Além disso, a linha não possui conservantes e corantes artificiais.

Fonte: Naturalis

Petz cria espaço especial e permanente para adoção de gatinhos

Nova loja da Ricardo Jafet oferece recinto permanente com felinos em parceria com a ONG Adote um Gatinho

A Petz criou um espaço permanente que abriga gatinhos para adoção na loja Ricardo Jafet, em São Paulo. Em um recinto todo envidraçado, com acessórios, brinquedos e alimentação, os felinos podem ser vistos, interagir e conquistar uma nova família. O projeto é em parceria com a ONG Adote um Gatinho, que cuida de todo o processo de adoção.

Cinco gatinhos ficam no local e, à medida que vão para um novo lar, são substituídos. Para adotá-los, o interessado deve morar em apartamentos totalmente telados ou em casas que não tenham algum ponto de fuga. A ONG agenda uma vistoria na casa do candidato e, estando tudo certo, ele pode retirar o gatinho na Petz, munido de caixa de transporte e RG.

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Todos os felinos são castrados, vacinados e vermifugados. Na Petz, eles ganham uma orientação veterinária gratuita e os adotantes podem tirar todas as dúvidas sobre a saúde dos bichanos. “A parceria é importante porque dá visibilidade aos gatos. A ideia é que cada vez mais eles possam ser adotados e ganhar uma nova família”, afirma Susan Yamamoto, uma das fundadoras da ONG.

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Adote Petz

“É mais uma proposta da Petz para potencializar as adoções. Queremos incentivar a posse responsável e uma nova chance para os animais”, explica a veterinária Giulliana Tessari, coordenadora do Adote Petz, que registrou 5.198 adoções no ano passado, em eventos realizados nos fins de semana nas lojas da rede de pet shops, em parceria com 18 ONGs. Desde o início do projeto, em 2007, esse número já passou de 30 mil.

A estimativa para 2018 é aumentar as adoções. Para isso, o número de ONGs parceiras dobrou. Uma das maiores preocupações é com o abandono, que aumenta no período de festas, feriados e férias.

Seis dicas para a posse responsável:

1 – Gatos podem viver mais de 12 anos, por isso, levar um pet para casa é um compromisso para a vida toda.

2 – É importante saber se a família mora em um lugar que aceite bichinhos, se há espaço para o pet viver com o mínimo de conforto, se alguém é alérgico à pelagem etc.

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3 – A casa deve ser estruturada para receber o pet, com proteção de tomadas, cuidados ao acesso a produtos de limpeza e plantas tóxicas, incluindo arranhadores para gatos e rede nas janelas, além de um cantinho confortável para ele descansar e se adaptar ao local.

4 – Os gatos se adaptam melhor às horas em que os donos estão fora de casa, porque dormem mais de 10 horas por dia. Mas também precisam de atenção e cuidados.

5 – Ter um gato envolve gastos com saúde e bem-estar. Os pets vão precisar de visitas semestrais ao veterinário, carteira de vacinação em dia e uma boa ração, além de petiscos, brinquedos, acessórios e produtos de higiene.

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6 – Também é preciso pensar em formas de abrigar o pet quando a família for viajar. Avaliar se o orçamento permite pagar um hotel ou se há conhecidos que possam cuidar dos pets.

Sobre a Adote um Gatinho

As jornalistas Susan Yamamoto e Juliana Bussab criaram a ONG Adote Um Gatinho, que desenvolve a proposta de encontrar um lar para gatos abandonados, de forma voluntária. Em 15 anos de trabalho, por meio de um site de adoção, elas já entregaram mais de 11 mil felinos. Hoje a ONG conta com a colaboração de 60 voluntários e abriga 400 gatos, que foram ou estão sendo tratados e aguardam um lar seguro.

Por seu trabalho sério e organizado, o projeto ganhou prestígio e já conquistou o Prêmio Shelter of the Week oferecido pela SPCA Internacional – organização inglesa que teve início em 1824, com a intenção de proteger cavalos de corrida dos maus tratos que recebiam. Anos depois da fundação a instituição se instalou nos Estados Unidos, ampliou a rede de proteção e o número de ações e, em 2007, criado o prêmio Shelter of the Week.

Raiva: o que é e como prevenir

Especialistas explicam como evitar a doença que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC)

Muito se fala sobre a raiva, uma doença grave que pode comprometer o Sistema Nervoso Central (SNC), mas dificilmente encontramos pessoas que realmente sabem como ela é transmitida, quais são seus sintomas e como prevenir.

Transmitida por meio da saliva de animais infectados, que pode entrar em nosso corpo por meio de uma mordida ou até mesmo após lambedura de uma lesão já existente na pele, o vírus pode viajar até o cérebro humano, causando inchaço ou inflamação.

“O tempo entre a transmissão e o aparecimento da infecção pela raiva é de, em média, 45 dias. os principais sintomas são febre, babar em excesso, dor ou sensibilidade exagerada no local da mordida, excitabilidade, perda de sensibilidade ou força em uma área do corpo, espasmos musculares, agitação, ansiedade, dificuldade de engolir e até mesmo convulsões”, explica Marianna Lago, infectologista do Docway.

Segundo a especialista, caso uma pessoa seja mordida por um animal desconhecido é importante manter a calma e obter o máximo de informações sobre ele. Isso vai facilitar muito o tratamento. A ferida deve ser limpa com sabão e água e um médico deve ser procurado para que sejam realizadas as medidas necessárias. “Se houver risco de raiva, o paciente receberá uma série de vacinas preventivas”, explica a especialista.

As vacinas são aplicadas, geralmente, em cinco doses durante 28 dias. A maioria dos pacientes também recebe um tratamento chamado imunoglobulina humana para raiva (HRIG). “Ele é administrado no dia do acidente, se a probabilidade do animal apresentar raiva for muito alta”, detalha Marianna.

Mesmo não existindo um tratamento efetivo conhecido para raiva, a vacina antirrábica ainda é a melhor maneira de se prevenir o contágio. “E mesmo nessa situação delicada, se possível, entre em contato com o controle de animais para que aquele animal seja capturado de forma segura e caso haja suspeita de raiva, ele possa ficar em observação e receber o tratamento adequado”, aconselha.

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Pixabay

Os animais e a raiva

Quanto aos animais que transmitem a doença, Jueli Berger, veterinária da EsalPet, explica que qualquer mamífero pode ser infectado pela raiva, que afeta o sistema nervoso central e pode levar o animal a óbito em apenas alguns dias após a contaminação. Mas os principais transmissores são animais silvestres como morcegos, gambás e macacos, além de cães, gatos, bovinos, suínos, caprinos, ovinos e equídeos.

Segundo Jueli, nos animais a doença tem um período de incubação que pode variar de 15 dias a dois meses e pode se manifestar de duas formar: a furiosa e a muda. “A furiosa, que é a mais comum, apresenta três fases de sintomas”, detalha a especialista. Na primeira, que costuma durar cerca de três dias, o animal contaminado apresenta mudança de comportamento, esconde-se em locais escuros, não obedece e tem momentos de agitação.

Na segunda fase, o pet começa a se mostrar extremamente agressivo, mordendo e atacando, e sendo comum, inclusive, a automutilação, além de apresentar salivação intensa e latido rouco devido à paralisia dos músculos de deglutição e das cordas vocais causados pela doença. Na fase final, o animal tem convulsões generalizadas, falta de coordenação motora e paralisia do tronco e membros que geralmente após 48 horas evolui para óbito.

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Já na forma muda, o animal se torna melancólico e calmo demais, esconde-se em locais escuros, não come, não late, não responde aos chamados do dono e, também, apresenta paralisia gradativa dos músculos. “A melhor maneira de prevenção é a imunização adequada. Animais domésticos devem receber uma dose anual da vacina, para que não corram riscos”, completa a veterinária.

 

Dia Internacional do Gato: veja como evitar bolas de pelo no seu bichano

Hoje, 8 de agosto, é comemorado o Dia Internacional do Gato. Pensando nisto, o médico veterinário da marca Max Cat, Marcello Machado, listou algumas dicas para lidar com um incômodo muito comum dos felinos: as bolas de pelo. Algumas atitudes podem diminuir a frequência com que seu gatinho enfrenta essa situação, prevenindo ao invés de apenas remediar a situação.

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Foto: Warren Photographic

Diminua a perda: a limpeza do seu gatinho feita com frequência ajuda a retirar pelos e pele morta. Escove-o com frequência, e tenha cuidado redobrado se ele apresentar alguma alergia ou estiver num período de pico de perda de pelos. Dê banhos, ministre medicamentos e alimentos especiais se ele precisar de tratamento e escove regularmente. Mas sempre com recomendação e receituário do veterinário.

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Água: gatos têm um instinto primitivo que faz com que eles não gostem de beber água e comer ao mesmo tempo. Manter o recipiente de água longe da comida faz com que o felino beba mais água, ajudando na limpeza dos pelos ingeridos.

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Alimentos: alimentação correta beneficia os pelos, evita a queda, mantem o intestino e o aparelho digestivo funcionando bem. Isso tudo contribui para menos ingestão de pelos devido a queda e limpeza dos que foram ingeridos com mais facilidade. Além disso, muitos alimentos têm tecnologias que evitam o acúmulo de pelos no trato digestivo. Uma ótima opção é a linha de nutrição especialmente criada para gatos – a Max Cat da Total Alimentos.

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Exercícios Físicos: ser ativo e saudável não só faz bem a circulação, coração, longevidade e evita a obesidade: cuida da pele e pelagem dos gatos. Assim, o animal perde menos pelos, se torna mais ativo, fica com o apetite saudável e tem menos tempo ocioso.

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Consultas ao veterinário: a frequência das consultas deve ser fixa por diversos motivos, mantendo a saúde do animal sempre em dia. No que diz respeito a bolas de pelo, pode ser muito benéfico pois ajuda a descobrir possíveis alergias, doenças que causam a alopecia, e que devem ser tratadas, tendo como consequência a diminuição do acúmulo de pelos no trato digestivo.

Fora as visitas de rotina, se você perceber quaisquer alterações de queda ou se o gato começar a expelir mais pelos que o normal, procure o veterinário sem demora.

Fonte: Total Alimentos

A verdade sobre pets e personalidades (deles e dos tutores)

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Vou passar a postar esses assuntos por lá, portanto, se tiver interesse neste assunto, comece a seguir clicando aqui. Os demais assuntos continuam por aqui. Obrigada.

 

Este texto é uma tradução de uma matéria que li e gostei bastante, do site norte-americano WebMD. O estudo mostra a relação entre os americanos e os animais de estimação, mas creio que os resultados seriam iguais ou muito próximos se a pesquisa tivesse sido realizada por aqui. Veja se concorda:

Um animal de estimação pode predizer sua personalidade?

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Você é uma cat people (pessoa de gato) ou uma dog people (pessoa de cachorro)? A resposta pode dizer muito sobre sua personalidade. Uma pesquisa feita pela Universidade do Texas, em Austin, EUA, descobriu que algumas ideias comuns sobre os amantes de animais podem ser verdadeiras. Você também pode ser muito mais parecido com seu amigo peludo do que jamais imaginou. Navegue pela nossa galeria para ver onde você está – e como outros se dividem em cat people vs. dog people.

Traço de Personalidade: consciente

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A pesquisa on-line pediu que as pessoas se classificassem como “pessoas de gato” ou “pessoas de cachorro”. Então elas responderam a perguntas destinadas a revelar sua verdadeira personalidade. As pessoas caninas eram 11% mais conscienciosas do que as pessoas felinas. O que significa:

=Autodisciplinado
=Forte senso de dever
=Tendem a ser “planejadores”

Traço de personalidade: extrovertido

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Você aproveita o dia? Se você é uma pessoa de cachorro, é provável que você faça isso. As pessoas caninas eram 15% mais extrovertidas do que as de gatos na pesquisa. O que significa que são:

=Extrovertidas
=Entusiasmadas
=Positivas
=Energéticas

Traço de Personalidade: aberto

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Você está aberto para tentar coisas novas? Cat people foram 11% mais propensas a serem abertas, de acordo com a pesquisa. Pessoas abertas tendem a ser:

-Curiosas
-Criativas
-Artísticas
-Pensadoras não tradicionais

Traço de personalidade: agradável

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De acordo com a pesquisa, se você é uma pessoa de cachorro, tem 13% mais chances de ser agradável do que uma pessoa de gato. Pessoas agradáveis tendem a ser:

=Confiantes
=Altruístas
=Bondosas
=Afetuosas
=Sociáveis

Traço de personalidade: neurótico

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Se você ficar estressado facilmente, você pode ser uma pessoa de gato. Pessoas gatos eram 12% mais neuróticas que pessoas cães. Pessoas neuróticas são:

-Facilmente estressadas
-Ansiosas
-Preocupadas

A pessoa típica de cão

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Se os cães tendem a ser enérgicos, fiéis e fáceis de conviver, bem, as pessoas que os amam também são. Mas o psicólogo e autor da pesquisa, Sam Gosling, admite que as diferenças entre os gatos e os cães não são enormes: “Certamente há muitas, muitas pessoas de gatos que são extrovertidas e muitas, muitas pessoas cães que não são”.

A pessoa típica de gato

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Você prefere passar tempo sozinho? Sempre joga para tentar coisas novas? Então você poderia ser uma pessoa de gato. A pesquisa descobriu que os tutores de gatos eram mais propensos a serem curiosos, não convencionais em pensamentos e ações, e mais propensos a se preocupar do que as pessoas caninas.

Pessoas cães superam pessoas gatos

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Quase metade das pessoas que participaram da pesquisa se autodenominam pessoas caninas. Apenas 12% dizem que são pessoas de gatos. Quantas pessoas amam gatos e cachorros? Um pouco mais de um quarto do grupo. No geral, os amantes de animais dominam a nação. Apenas 15% das pessoas disseram que não gostam de gatos ou cães.

Amoroso e leal

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Os cães merecem a reputação de melhor amigo do homem. Não importa o tamanho ou a raça, um cão proporciona uma vida inteira de amor e lealdade. Cães são animais sociais e prosperam na companhia humana. Certas raças, como os rottweilers, também são excelentes protetores.

Devem ser treinados

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Até mesmo o melhor cachorro pode ter alguns comportamentos não tão fofos. Cachorros latem, pulam em cima, cavam, puxam a coleira ou até rosnam e mordem. Para reduzir o mau comportamento, você precisa ensinar ao seu cachorro o que é certo e o que não é. Alguns cães são fáceis de treinar, enquanto outros levam mais tempo. De qualquer forma, o seu tempo e dinheiro gasto em aulas de obediência farão com que seu cão seja um amigo delicioso nos próximos anos.

Independente

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Os gatos são notoriamente “de baixa manutenção”. Eles não precisam ser banhados ou levados para passear. Eles podem ficar sozinhos por horas a fio. Mesmo que os gatos gostem de fazer suas próprias coisas, eles ainda precisam de muito amor e atenção. Dedique algum tempo todos os dias a brincar com o seu gato, acariciá-lo ou apenas dar-lhe algum carinho.

Reservado

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Alguns gatos adoram se socializar, mas outros preferem ficar escondidos, especialmente quando novas pessoas o visitam. Na verdade, seus amigos podem nem perceber que você tem um gato. Gatos que não estavam perto de pessoas quando filhotes podem ser nervosos. Até o gato mais simpático pulará do seu colo e se soltará após ter o suficiente de sua atenção.

Energia Ilimitada

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Se você está procurando um companheiro de brincadeira, não há um muito melhor do que um cachorro. A maioria das raças é brincalhona e adora estar ao ar livre. Um cão pode ser um ótimo companheiro para fazer jogging, caminhar ou passear no parque. Se você está tentando entrar em forma, cães são ótimos companheiros de exercícios, que são tão importantes para os cães quanto para as pessoas.

Pelo em toda parte

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Todos os cães perdem pelo menos um pouco de pelos, até as raças consideradas melhores para pessoas com alergias. Quanto mais longo e grosso o pelo, mais você o encontrará em suas roupas, tapetes e móveis. A pele e pelo dos cães também podem ficar sujos e emaranhados, então dê banho e escove o seu cão ou pague alguém para fazer isso por você.

Companheiro acolhedor

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Quando se trata de carinho, os gatos levam o prêmio. E a maioria dos tutores de gatos lhe dirá que o som de um gato ronronante é profundamente reconfortante. Na verdade, quando os pesquisadores olharam de perto, descobriram que os níveis de estresse e a pressão sanguínea caíam ligeiramente nas pessoas que se aconchegavam a um gatinho ronronante.

A caixa de areia

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Ninguém gosta de limpar a caixa de areia. Mas ela é essencial se você tiver um gato em ambientes fechados. Ela precisará ser limpa pelo menos uma vez por dia. A areia restante deve ser trocada semanalmente para evitar odores desagradáveis (embora algumas mais novas não precisem ser completamente trocadas toda semana). Se você tiver mais de um gato, precisará de várias caixas de areia para acomodá-los.

O que seu cão está dizendo?

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Se você conhece a linguagem corporal do cachorro, pode dizer como ele está se sentindo e o que está tentando dizer. Cães podem:

=Alargar os olhos se eles se sentirem ameaçados
=”Sorrir” como sinal de submissão
=Erguer as orelhas e a cauda quando alerta ou agressivo
=Fazer-se parecer menor quando está com medo

O que seu gato está dizendo?

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Assista ao comportamento do seu gato para descobrir o estado de espírito dele. Gatos podem:

=Deixar a cauda cair quando estiver doente ou infeliz
=Torcer as orelhas e a cauda quando agitado
=Tremular as pálpebras para mostrar confiança
=Massagear algo com as patas para mostrar contentamento

Fonte: WebMD