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Hoje, Ginger foi viver no céu dos gatinhos

“Eu ainda lembro do dia em que te encontrei…”

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Pois é, foi em agosto de 2012, eu estava trabalhando no UOL e finalmente fiquei cara a cara com ela na minha rua. Ela, como outros gatos, gostava de ficar na garagem de um prédio. Não sei se ela era de alguém, mas eu tenho certeza de que a havia visto antes, em uma madrugada fria e chuvosa em que tive de ir cedo para o aeroporto e ela estava lá, literalmente no meio da rua. Aflitivo.

Mas voltando àquele dia de agosto, oito anos atrás, não foi fácil pegá-la. Ela entrou no prédio, e ficou atrás das grades. Deitou-se no chão e mostrou a barriguinha. Perguntei para o porteiro se ela era de alguém do prédio, ele disse que não, mas que uma pessoa a tinha pego, mas como ela não se deu bem com os gatos da casa, foi colocada na rua de novo. Quem faz isso? Tentei pegá-la, mas só funcionou quando deixei a caixa de transporte aberta com atum dentro. Demorou, mas ela entrou e eu a peguei.

ginger cobrindo os olhos deitadaginger tomando solginger escondida

Ela não se deu bem com as gatas que eu já tinha na época. Pior: fazia xixi em qualquer lugar. Foi preciso muita paciência. Mas ela repetiria isso toda vez que sentisse ciúme, como quando peguei duas gatinhas de uma pessoa da rua que foi internada e não voltou mais pra casa. Sofá e cama eram as vítimas. Elas três nunca se deram bem, assim como as mais velhas, Penélope e Jolie. Tentei quase tudo, até Feliway, só faltou o Jackson Galaxy.

Mas isso foi diminuindo até parar. Em 2015, meus gatos pegaram rinotraqueíte dos gatos do vizinho, que moravam dois andares abaixo. Só de ficarem no corredor. Foi terrível. Eram oito gatos doentes, sendo que Penélope e Ginger não melhoraram, ficaram internadas por dias. Penélope era doente renal e, durante a internação, descobrimos que Ginger havia se tornado doente também. Depois de dias de internação, Penélope não resistiu. Desde então, Ginger vinha se tratando. Tinha altos e baixos, mas conseguíamos manter a doença estável.

GINGER E FLORESginger gordinha

Se com as meninas ela não se dava muito bem, com o albino, fofo e surdo Ringo era puro amor. Com o Pelé nem tanto, mas ficavam juntos de vez em quando. Ginger e Ringo viviam às lambidas. Muito fofo de se ver. Cada gato tem uma personalidade, uma característica e Ginger era muito meiga. Em mais de uma ocasião, quando eu aumentava o tom da voz ao telefone, ela vinha perto de mim e começava a miar, parecia dizer: calma, calma… E quando eu chorava. Sim, ela vinha e miava pra mim. Nenhum outro fez isso, só ela.

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Os três em épocas diferentes

No mês passado, notei que ela estava mais desanimada e vomitando, o exame de sangue mostrou que estava mal da doença. Ficou internada dois dias, tomando soro na veia. Voltou para casa, mas não foi mais a mesma. Neste fim de semana, piorou muito, não comia mais e não conseguia ficar em pé, e começou a ter convulsões (Ringo também tem, ocasionalmente, pois tem um problema no cérebro, mas não é epilético). Espero que nunca veja seu amigo tendo convulsões. É muito aflitivo. E você só pode pedir que não dure muito.

ginger e ringo na caminhaginger e ringo grudadinhosginger

Diante de tudo isso, pesquisei e vi que os sintomas mostravam que ela havia entrado em uma fase terminal. Nunca é fácil colocá-los para dormir, mas é o mais digno diante do sofrimento. E como disse uma veterinária, a eutanásia é uma prova de amor. Eu acredito nisso.

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Ginger e Ringo ontem à noite

Vai, Ginger, vai ser feliz no céu dos gatinhos, encontrar seus irmãos e amigos. Um dia a gente vai se encontrar de novo, longe deste insensato mundo.

Com amor, Cármen

Inverno pede atenção redobrada às articulações dos pets

Kauê Ribeiro da Silva, veterinário da Vetnil, reforça a importância do acompanhamento veterinário

Assim como os humanos, pets também podem sofrer de problemas nas articulações. Ainda que a enfermidade seja bastante comum durante todo o ano, a chegada do inverno requer ainda mais atenção dos tutores aos possíveis sinais clínicos. Segundo Kauê Ribeiro da Silva, veterinário e analista de desenvolvimento de produtos da Vetnil, problemas articulares podem surgir principalmente em pets idosos, mas complicações preexistentes, como traumas e displasias, também são fatores de risco.

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Entre as principais doenças articulares, pode-se destacar a osteoartrose, que gera dor crônica e acomete em torno de 20% dos cães e gatos em geral. Kauê recomenda que para evitar problemas mais graves, é fundamental que seja realizado um acompanhamento veterinário desde os primeiros sintomas. Com as consultas, o profissional poderá inclusive recomendar uma terapia preventiva (utilizando medicamentos condroprotetores), além de outras medidas como exercícios físicos de leve intensidade e controle de peso, caso o animal apresente sobrepeso.

O veterinário ressalta ainda a importância de se atentar a todos os sinais. Cães com dor crônica em decorrência de doenças articulares tendem a apresentar alterações de comportamento, atrofia muscular, dificuldade de caminhar e se movimentar, letargia e tendem a lamber constantemente as articulações acometidas.

gato deitado triste doente Gundula Vogel por Pixabay
Gundula Vogel/Pixabay

Já os gatos costumam apresentar maior irritabilidade, menor tolerância ao contato (como nos momentos de escovação ou carinho), mudança dos locais usuais de descanso, além de poderem diminuir a interação com o dono e a ingestão de água e comida (principalmente quando o comedouro e bebedouro estão em locais altos – o que normalmente é positivo, mas representa uma dificuldade para um gato com dor).

“Ao observar alguma dessas manifestações ou quaisquer outras no pet, é fundamental que o tutor o leve ao veterinário para que seja realizado um diagnóstico correto e tratamento adequado. A dor crônica é muito prejudicial à saúde dos pets, assim como à nossa, e se torna mais difícil de tratar quanto mais tempo se leva para iniciar a terapia”, complementa Kauê.

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Foto: Valley Vets, Cardiff

Dentre as possibilidades de terapia, a realização de exercícios físicos leves é recomendada, já que os exercícios elevam a temperatura corporal e melhoram a circulação sanguínea, o que ajuda a diminuir a contração muscular e auxilia na reversão dos processos que causam dores musculares e articulares. Outros efeitos benéficos do exercício incluem evitar o sobrepeso e a atrofia muscular (consequências que podem piorar o quadro e a dor articular).

Nesse sentido, um exercício fácil e prazeroso de se realizar com seu cão são os passeios, porém deve-se prestar atenção às regras de isolamento e cuidados para não promover a transmissão da Covid-19. Assim, os tutores devem utilizar máscaras e preferir locais com o mínimo possível de circulação de pessoas.

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Ao retornar às suas casas, é recomendado higienizar as patas dos cães com solução antisséptica (à base de clorexidina, por exemplo) e lavar bem as mãos, tomando cuidado para que roupas potencialmente contaminadas não contaminem outros objetos da casa. Para os gatos, a utilização de itens de enriquecimento ambiental e de brinquedos que o estimulem é recomendada, mas o tratamento para reduzir a dor e promover a saúde articular deve ser realizado de forma conjunta.

Kauê ainda destaca produtos da Vetnil que podem contribuir para os cuidados com os pets durante o inverno:

Condroton é um medicamento que atua na causa primária das enfermidades articulares, proporcionando melhor qualidade de vida para o animal. Ele é indicado no tratamento de artropatias em geral, doenças tendíneas, pós-operatório de cirurgias articulares, prevenção de doenças osteoarticulares e como auxiliar para os casos de fratura. O Condroton Injetável, com indicação para cães e gatos, está disponível em frasco ampola de 10 ml, enquanto o Condroton, com indicação para cães, tem apresentação em comprimidos de 500 mg e 1000 mg, disponíveis em frascos plásticos com 60 comprimidos.

Geripet é um suplemento formulado especialmente para suprir as principais demandas nutricionais de cães e gatos com idade mais avançada, possuindo nutrientes específicos para uma melhor qualidade de vida de animais idosos. Geripet está disponível em frascos contendo 30 comprimidos.

Meloxinew Comprimido é um anti-inflamatório não esteroidal com atividade preferencial na inibição da COX-2. É indicado para cães e gatos no tratamento da inflamação e dor, aguda ou crônica, nos casos que envolvam tecidos moles ou musculoesqueléticos, além de ser indicado no controle da dor e inflamação em pós-operatório. O produto está disponível em apresentações de 0,5, 1, 2 e 4 mg, em cartuchos contendo 1 blíster com 10 comprimidos e displays contendo 12 blísteres com 10 comprimidos cada.

Ômega3+SE é um suplemento à base dos ácidos graxos essenciais da família ômega-3, obtidos de peixes marinhos de águas frias e fornece EPA e DHA na proporção ideal, além de possuir a Vitamina E e o Selênio, que são potentes antioxidantes. O produto tem duas apresentações, o Ômega3+SE 550 e o Ômega3+SE® 1100, ambos disponíveis em frascos contendo 30 cápsulas.

Fonte: Vetnil

P.S. Você gosta de animais? Eu criei um site só para falar sobre eles, nossos amados amigos. É o Se Meu Pet Falasse. Se inscreva para receber avisos de novos posts. Tem saúde, comportamento, adoção, fofuras… Você vai gostar!

 

Crimes contra animais também aumentam na quarentena e exigem atenção redobrada

Ocorrências podem ser sinalizadoras também de violência doméstica. “Teoria do elo” aponta para um padrão do perfil de agressores nos núcleos familiares

Com o isolamento social necessário para reduzir os casos de Covid-19, há maior convivência entre os familiares nas residências e destes com seus animais. E durante este período, infelizmente, dados têm demonstrado o aumento do número de casos de violência doméstica e de maus-tratos contra cães, gatos e outras espécies de estimação. Não é apenas na alta das estatísticas que esses crimes têm pontos em comum. Autores de crueldades contra animais são potenciais agressores/abusadores de pessoas. É o que explica a chamada “Teoria do Elo”.

Jon Ross via Flickr
Jon Ross/Flickr

O termo Teoria do Link – também conhecida como Teoria do Elo – surgiu há quase 50 anos, após estudos baseados em casos reais, nos Estados Unidos, levarem ao entendimento de que autores de crueldades contra animais são potenciais agressores/abusadores de pessoas, em especial de populações consideradas vulneráveis.

Um levantamento feito pelo autor do livro “Maus-tratos aos Animais e Violência Contra Pessoas”, Marcelo Robis Francisco Nassaro, mostra que, dentre as mais de 600 pessoas autuadas por maus-tratos a animais pela Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo, em 2013 e 2014, 34% possuíam registros por outros crimes, sendo que os mais violentos – de lesão corporal, homicídio e estupro – representam 20% do total registrado.

O novo cenário desenhado pela quarentena tem sido motivo de alerta para o aumento da violência doméstica – aquela praticada no núcleo familiar contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes e pessoas com deficiência – , cujos números assustam. Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, entre 1º de março e 18 de maio, houve crescimento nas denúncias de violência a grupos vulneráveis. O registro foi de 12,1 mil casos no País só neste período, sendo São Paulo o Estado com maior concentração (3,4 mil).

O recorte de violência doméstica sofrida por mulheres no Estado é ainda mais grave. Dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) mostram que 20 casos resultaram em feminicídio em março deste ano, uma alta de 53% se compararmos com os 13 registrados no mesmo mês do ano passado.

No que diz respeito a ocorrências de crimes contra cães, gatos e outras espécies de estimação, o aumento foi superior a 10%. Na Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa) da SSP-SP, o número de denúncias passou de 4.108 no início de 2019 para 4.524 no mesmo período deste ano. Um dos fatores que podem ter contribuído para este acréscimo é o maior tempo de permanência das pessoas em ambiente doméstico e este contexto requer atenção redobrada, seja entre os médicos-veterinários, que podem vir a receber casos em suas clínicas, consultórios e hospitais, seja pela população em suas vizinhanças. Flagrantes e casos suspeitos devem ser notificados à polícia para a proteção dos animais e de famílias envolvidas.

cachorro com medo animal humane society
Animal Human Society

Perfil comum dos agressores é investigado

A médica-veterinária Tália Missen Tremori, que integra a Comissão Técnica de Medicina Veterinária Legal (CTMVL) do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), tem experiência no assunto em sua atuação profissional e acadêmica. Em um de seus trabalhos como orientadora de pesquisa, foram selecionados boletins de ocorrência registrados na Delegacia da Mulher do município de Botucatu.

A partir dos documentos, de entrevistadas concedidas pelas vítimas e de exames nos animais destas mulheres, algumas das conclusões deste pequeno recorte regional já foram alarmantes: “Um terço das vítimas confirmou que seus pets sofreram algum tipo de agressão”.

No sentido de auxiliar na elucidação de crimes contra animais, identificar seus autores e, assim, também chegar a possíveis vítimas humanas do criminoso, o recém-inaugurado Ambulatório de Corpo de Delito e Medicina Veterinária Legal do Hospital Veterinário da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Botucatu, atende casos de animais vivos encaminhados pela polícia civil da região.

“Já recebemos seis cães com lesões graves, a maior parte de autoria desconhecida. Entendemos que o trabalho – desempenhado por profissionais, pesquisadores e estagiários –, pode ajudar na solução de casos em que famílias precisam ser salvas”, comenta a médica-veterinária Noeme Souza Rocha, responsável pela implantação do ambulatório, também integrante da CTMVL/CRMV-SP.

É preciso estar sensível aos pequenos sinais

gato com medo Diana Parkhouse via Flickr
Diana Parkhouse/Flickr

Entretanto, não são apenas os equipamentos policiais e os relacionados à Medicina Veterinária Legal que entram em contato com pets vítimas de maus-tratos e outros crimes. Os cidadãos podem identificar situações na rua onde moram, na casa ao lado ou a partir do relato de amigos ou familiares.

Quando há socorro, as clínicas, consultórios e hospitais médico-veterinários são locais com maior chance de receberem animais vítimas de crimes. “Já fiz atendimentos clínicos em que a tutora relatou que seu parceiro foi o autor da agressão contra o animal. Frequentemente, esse cônjuge pratica essa violência como forma de ameaça e agressão psicológica à mulher, o que já configura um contexto de violência doméstica”, comenta Tália.

Por isso, é crucial, principalmente em um momento de isolamento social, que os profissionais e a população estejam atentos a sinais – alguns bem claros, outros bastante discretos – que evidenciem contextos de violência doméstica.

GettyImages cachorro com medo
Getty Images

“O comportamento das pessoas e a forma como relatam o ocorrido deixam pistas. Além disso, em caso da presença do agressor, a reação dos animais também pode apresentar indícios”, comenta a médica-veterinária Cristiane Pizzuto, presidente da Comissão Técnica de Bem-Estar Animal (CTBEA) do CRMV-SP.

Aos médicos-veterinários em atendimento de casos, ela orienta a elaboração de um relatório técnico e a notificação à polícia, podendo contar com o apoio das informações disponíveis no Guia Prático Para Avaliação Inicial de Maus-tratos a cães e gatos do CRMV-SP, disponível aqui.

Tália enfatiza que levar os casos às autoridades é também um dever dos profissionais, previsto no Código de Ética do Médico-veterinário. “A atitude é uma responsabilidade, sendo que o principal resultado pode ser a interrupção de ciclos de violência, impedindo desdobramentos mais graves.”

Como denunciar

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Em caso de crimes contra animais, está disponível a Delegacia Eletrônica de Proteção Animal (Depa), aqui.
Para denúncias de casos de violência doméstica, é possível registrar ocorrências por meio da Delegacia Eletrônica – aqui – e, também pelo Ligue 180.
Para ambos os casos, todas as delegacias de polícia físicas também podem ser procuradas. Em situações de flagrante, a Polícia Militar deve ser acionada pelo 190.

Fonte: CRMV-SP

TikTok se une à ativista Luisa Mell e lança campanha de engajamento em prol dos animais

Valor arrecadado será destinado ao funcionamento da organização e a projetos de proteção animal do Instituto Luisa Mel

O TikTok, destino líder para vídeos móveis de formato curto, se uniu ao Instituto Luisa Mell para realizar uma campanha de doação de fundos que ajudará a manter esse trabalho que é reconhecido pela sociedade por resgatar, todos os anos, centenas de animais em situação de maus-tratos e abandono.

Até o dia 12 de maio, a campanha #Adotei estará disponível na página inicial do aplicativo e deve engajar milhares de pessoas a participar, afinal, como não amar e querer ajudar a causa animal?

A ação consiste no compartilhamento da hashtag #Adotei e no uso do filtro Vira-Lata Caramelo. Escolhido por ser o representante de uma “raça” genuinamente brasileira, esse “SRD” (cão sem raça definida) há muito tempo conquistou o coração das pessoas por seu carisma e popularidade.

“Queremos chamar vocês para essa campanha linda do TikTok, cujo objetivo é conscientizar. Por isso eles nos chamaram para lançarmos juntos essa campanha maravilhosa com a hashtag #adotei. Então você posta um vídeo lindo com seu adotado, se não tiver use o filtro do Caramelo e compartilhe. Vamos inundar o TikTok com o #Adotei”, comemora Luisa Mell.

A expectativa é chegar a 15 milhões de visualizações até o fim da campanha. Com o alcance desse número, poderá ser doada a quantia equivalente a até uma tonelada e meia de ração, que ajudará as ações do Instituto.

“Criadores de vídeos de todas as partes do país e do mundo estão convidados a extravasar a criatividade, demonstrando carinho e respeito para desta forma ajudar o Vira-Lata Caramelo a impactar o maior número de pessoas. No Brasil, todos os anos, o trabalho de ONGs e da população tem ajudado a resgatar milhares de animais das ruas e de ambientes de maus tratos e esta é uma causa relevante na qual nós acreditamos”, afirma Rodrigo Barbosa, TikTok Community Manager no Brasil.

Artistas como a Anitta e Gui Araújo também estão apoiando a campanha.

adotei luisa

Sobre o Instituto Luisa Mell:

O Instituto Luisa Mell foi uma das primeiras instituições a entrar no TikTok e atua, principalmente, no resgate de animais feridos ou em situação de risco, na sua recuperação e adoção. Entre cães e gatos, a ONG mantém cerca de 300 animais, todos resgatados das ruas. Na sede do Instituto, esses animais são protegidos, alimentados e aguardam pela chance de serem adotados e terem uma vida digna, cercada de amor por seus tutores.

O Instituto também atua pela proteção do Meio Ambiente, em ações cidadãs, ajudando a educar crianças e adultos sobre a importância de respeitar a Natureza e os animais. Também ajuda os órgãos públicos a fiscalizar o cumprimento e a denunciar crimes de maus-tratos ou qualquer outro previsto no Artigo 32 da Lei 9.605/98.

11 curiosidades destacam o Direito Animal na família brasileira

Eles fazem parte da família e ocupam um lugar físico e emocional no dia a dia das pessoas. Os pets têm ganhado cada vez mais espaço e importância, sendo reconhecidos, muitas vezes, como “filhos peludos” em muitos lares brasileiros. Da mesma forma que casos de violência doméstica também os acometem, essas questões têm atraído mais a atenção das pessoas, inclusive no Direito e em suas interpretações.

“Refletir e entender como a relação entre seres humanos e animais vem sendo construída faz com que saibamos respeitar esses laços sociais e as novas configurações de família”, afirma a mestre e professora universitária Andreia Bonifácio que, em 2019, lançou o livro “A família contemporânea brasileira à luz do Direito Animal”. A obra pretende abordar não só as normas que versam sobre os animais no Brasil, mas auxiliar na reflexão sobre o espaço que vem sendo ocupado pelos animais de estimação na sociedade brasileira.

Segundo a pesquisadora em Direito Animal, há muitas curiosidades entre a relação das pessoas com os animais. E por isso o Direito tem se manifestado dentro dela. Confira abaixo:

separação casal cachorro chicago tribune

=Assim como as crianças, os pets podem estar em processos que envolvem guarda e pensão alimentícia;
=É cada vez mais comum vermos animais compondo fotos familiares como membros importante das famílias, a exemplo de books de “casais grávidos”;
=Animais de estimação também sofrem violência doméstica;

homem carregando cachorro
=Essas famílias são conhecidas no Direito como família multiespécie;
=Já existem comissões na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e órgãos como o IBDFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família) que vêm tratando justamente sobre o tema;
=Animais vêm sendo registrados em alguns cartórios brasileiros;
=Nem toda família brasileira considera os animais de estimação como membros;

menina criança e gato
=A convivência entre animais e crianças gera benefício para ambos em termos de aprendizados;
=Viajar e deixar o animal de estimação em casa, agora, configura abandono;
=Tutores de gatos geralmente possuem temperamento, personalidade e perfis diferenciados em relação aos tutores de cães;

gato na cama com mulher getty
Getty Images

=Diante do interesse de muitos alunos e de tanta mudança na sociedade e no Direito, diversas universidades já vêm adotando a disciplina de Direito Animal de forma autônoma.

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, defender animais e seus direitos não significa humanizá-los ou enaltecê-los acima das pessoas. “Acredito que deve haver a igual consideração de direitos a cada espécie de animal, pois os animais possuem sentimentos e não são coisas. Devemos compreender que antes mesmo de nos considerarmos dominadores e proprietários da natureza, somos parte da mesma”, explica a pesquisadora.

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Fonte: Andreia de Oliveira Bonifácio Santos é mineira, professora de Direito e mestre em Direito Ambiental e Desenvolvimento Sustentável. Seu trabalho no meio universitário vem ganhando destaque a partir de palestras e pesquisas na área, e pelas lições utilizando curiosidades, dicas e “memes” sobre Direito Animal no Instagram.

Alerpet: loção higienizante para alérgicos a animais domésticos

Seu uso contínuo remove os alérgenos do pelo e ainda diminui a concentração no ambiente

Resistir ao charme e carinho de um pet não é tarefa fácil, mas só quem possui reação alérgica entende a necessidade de manter-se minimamente afastado. Visando essa problemática e com a filosofia de proporcionar inclusão e qualidade de vida para as pessoas que possuem alergia, a Alergoshop acaba de lançar o primeiro produto da linha Alerpet.

As sócias Sarah e Julinha Lazaretti admiram e entendem que o elo entre o dono e o animal é tão forte que desenvolveram um produto capaz de manter essa importante relação inseparável, sem nenhum dano ao animal ou ao dono.

O Alerpet é uma loção higienizante não oleosa e que também não deixa resíduos no pelo. Não possui perfume para não desencadear outras alergias, é seguro e não tóxico. Remove a carga de alérgenos presente no pelo dos animais antes que eles pairem pelo ar e causem as reações alérgicas, sanando o problema de uma forma simples e eficaz.

mulher alergia pet gato cat allergies

Seu uso é simples e prático: borrife a loção numa toalha dedicada ao seu pet e faça movimentos no sentido e contrário ao pelo. Estudos com produto americano similar demonstrou que após 2 semanas de uso, a quantidade de alérgenos no ambiente diminuiu em 50%.

“Sensibilidade aos animais domésticos é um dos quadros mais frequentes em alergia. Estima-se que entre 15 e 20% da população seja sensível aos seus bichinhos. Qualquer animal com pelos ou penas pode causar alergias, inclusive, os gatos são, de longe, os maiores causadores de alergia, seguidos por cachorros e coelhos”, explica Julinha

Antes de tudo, é necessário entender que as alergias são reações do sistema imunológico, causadas por determinadas substâncias denominadas alérgenos que, ao estabelecer contato com o organismo, manifestam-se com os processos alérgicos, gerando inúmeros sintomas como: coceira, irritação na pele, tosse, falta de ar, congestionamento nasal, espirros etc.

A alergia a animais resulta das proteínas presentes nas células da pele, na saliva ou na urina de um animal. Essas substâncias são liberadas no ar e se depositam no ambiente doméstico. Outro fator relevante é que essas substâncias servem de alimento para os ácaros. À vista disso, quem possui essa restrição tem sempre que estar atento à higiene do animal e também com a limpeza da casa, não esquecendo que para um controle efetivo das alergias é importante seguir todas as orientações médicas

“Ser alérgico não significa que você não pode ter um bichinho ou que você precisa se separar dele. A importância desses companheiros para a saúde mental tem sido documentada há bastante tempo e sabemos que os animais nos ajudam a nos sentir bem”, explica Julinha.

mulher conversa com gato

Linha Alerpet – informações técnicas

Extrato de aveia – tem ação emoliente, nutritiva, hidratante, remineralizante, restauradora de tecidos, suavizante e amaciante.
Extrato de trigo – rico em vitamina E, sais minerais, glicerídeos de ácidos graxos insaturados, pró-vitamina A e lecitina. Tem ação antirradicais livres; emoliente; hidratante; nutritiva e regenerativa da pele.
Extrato de amêndoas – contém de 20 a 25% de protídeos, além de ácido oleico. É excelente emoliente para a pele e para as formulações.
Extrato de aloe vera – tem ação emoliente, cicatrizante, tonificante, anti-inflamatória, suavizante, refrescante, hidratante, protetora e restauradora de tecidos. Usado para peles delicadas, sensíveis, irritadiças e/ou secas. Também é indicado para picadas de insetos e de pequenos ferimentos como cicatrizante.
Extrato de camomila – tem ação emoliente, cicatrizante, suavizante, refrescante, anti-inflamatória, descongestionante, protetora dos tecidos e anti-alergênica (para peles facilmente irritáveis).
Chemylan lex – é um tensoativo de baixa irritabilidade que pode ser um agente sobre-engordurante e emoliente solúvel em água, agente condicionador e hidratante, agente de limpeza suave, reduz a agressividade de outros detergentes.
Extrato de erva doce – tem ação refrescante; calmante e anti-séptica.
Xilitol – em virtude de sua elevada estabilidade química e microbiológica, ele atua mesmo em baixas concentrações, como conservante de produtos, oferecendo resistência ao crescimento de microrganismos e prolongando a vida de prateleira desses produtos sem oferecer riscos caso o animal se lamba.

alergopet

Loção Higienizante Alerpet –  Preço: R$ 47,00

Informações: Alergoshop

1º Encontro de Gatos e Gateiros de SC acontece dia 30, em Florianópolis

Evento com entrada gratuita terá palestras, distribuição de brindes, sorteios e estúdio fotográfico

No dia 30 de março (sábado), os amantes de felinos e seus bichinhos estão convidados a participar do 1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina, no Mercure Florianópolis Convention Hotel, no Itacorubi. O evento, que inicia às 14 e vai até às 18h30min, terá entrada gratuita. As inscrições para os gatos já estão esgotadas, mas os tutores e interessados ainda podem se inscrever clicando aqui.

O encontro tem como objetivo levar conhecimento sobre o mundo felino para o público. Serão 10 minipalestras com diversos profissionais, que abordarão temas como estética, pet influencer, leucemia felina, toxoplasma, comportamento, bem-estar, doenças do trato urinário, terapias holísticas, enriquecimento ambiental e gatificação (adequação de espaços para as necessidades dos bichanos), produtos de papelão para o lazer, entre outros.

Rozane Tune (E) e Patrícia Roman Foto Priscila Theodoro
Rozane Tune (esq) e Patrícia Roman – Foto Priscila Theodoro

Além das palestras, haverá distribuição de kits com brindes, sorteio de produtos e serviços, sessão de fotos com a fotógrafa especialista em pets Sabrina Nas, espaço para recreação dos gatos e babás. O evento é promovido pelas empresárias Rozane Tunes, proprietária da Olhos Felinos Caninos Pet Shop; e Patrícia Roman, tutora do Duque Roman, um gato persa que é influenciador com mais 26 mil seguidores e 18 marcas patrocinadoras.

Duque Roman Foto Sabrina Nas1Duque Roman Foto Sabrina Nas2

Duque Roman Foto Sabrina Nas
O gato persa e influencer Duque Roman – Fotos: Sabrina Nas

“Os fãs do Duque sempre pedem para conhecê-lo pessoalmente e eu tinha o desejo de realizar um evento para viabilizar este encontro. E a Rozane também tinha o desejo de fazer algo voltado para os gatos neste sentido. Então decidimos nos unir e realizar este sonho”, conta Patrícia.

Sobre o mercado de gatos

O melhor amigo do homem está prestes a perder o posto de animal de estimação preferido dos brasileiros. Isto porque a população de cães – hoje em torno de 52 milhões – vem crescendo apenas 4% ao ano, contra 8% dos gatos, que já somam 22 milhões nos lares brasileiros.

Estima-se que os felinos irão ultrapassar os cachorros em 10 anos. Os dados* são do IBGE com projeções da Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). A verticalização dos grandes centros e a mudança no estilo de vida das pessoas – que têm cada vez menos tempo para cuidar dos animais – são fatores que fazem com que os brasileiros optem por um animal de estimação mais independente e de fácil adaptação aos ambientes menores.

*Fonte: IBGE – Dados de 2015, com projeções da Abinpet

1º Encontro de Gatos e Gateiros de Santa Catarina
Dia: 30 de março (sábado)
Hora: das 14h às 18h30min
Local: Mercure Florianópolis Convention Hotel. Rod. Admar Gonzaga, 600 – Itacorubi, Florianópolis
Valor: gratuito
Inscrições (para os gatos estão esgotadas)
Informações: (48) 99822-6513 (WhatsApp)

*Programação
14h – Abertura
15h – Estética felina e o projeto Encontro de Gatos e Gateiros
15h10min – Conheça a trajetória do pet influencer Duque Roman
15h20min – Por que os gatos devem tomar banho no pet shop? Tosar ou não tosar? Eis a questão!
15h40min – Tudo o que você precisa saber sobre o vírus da leucemia felina e porque ele representa um risco para o seu gato
16h – Toxoplasma: preciso escolher entre ter paz e ter um gato?
16h20min – Intervalo para café, sessão de fotos no mini estúdio pet e interação entre os participantes
16h50min – Como estabelecer uma relação harmônica com o seu gato: comportamento e bem-estar
17h10min – Prevenção e tratamento das doenças do trato urinário inferior dos felinos. Como a nutrição pode ajudar?
17h30min – Os benefícios das terapias holísticas em felinos: identificando sinais e entendendo o seu gato
17h50min – Enriquecimento ambiental e gatificação
18h – Por que os gatos gostam tanto de produtos de papelão?
18h10min – Sorteios
18h30min – Encerramento
*Sujeita à alteração

Grande evento felino reúne 150 gatos de 17 raças no Rio de Janeiro

Haverá também bichanos para adoção e uma arrecadação solidária para ajudar famílias carentes e animais abandonados

Cariocas apaixonados por gatos têm um compromisso imperdível no fim de semana de 23 e 24 de março: o primeiro grande evento felino do ano, que vai reunir 150 gatos de 17 raças diferentes, além do indispensável SRD – sem raça definida (popularmente conhecido como “vira-lata”). A iniciativa vai acontecer na Hebraica Rio, em Laranjeiras, com realização do Rio Cat Club e da PremieRpet, especialista em alimentos de alta qualidade para cães e gatos.

A entrada é gratuita para visitantes, mas todos estão convidados a doar 1 lata/pacote de leite em pó, que será destinada à Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo, instituição que oferece acolhida à crianças e adolescentes com câncer. Além disso, a PremieRpet irá doar a mesma quantidade em alimentos para gatos para a ONG 4 Patinhas, que resgata gatos abandonados e os encaminha para adoção responsável.

Como já virou tradição nos últimos anos em diversos estados brasileiros, como Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo, a edição carioca do evento será uma excelente oportunidade para o público ver de perto uma grande variedade de raças, aprender um pouco sobre suas particularidades, obter dicas de cuidados e, ainda, tirar dúvidas sobre a alimentação dos bichanos diretamente com médicos veterinários da PremieRpet. A marca é eleita por especialistas e aqueles que desejam oferecer alta qualidade nutricional para seus pets.

“Somos parceiros dos principais clubes felinos do país e apoiamos diversas ONGs visando promover a posse responsável e uma relação saudável entre pessoas e pets. Acreditamos que estimular a troca de informações, fornecer orientações sobre nutrição e disseminar nosso amor pelos animais é o melhor caminho!”, afirma Madalena Spinazzola, diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieRpet.

Bichanos de todos os tipos

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Na primeira coluna gatos das raças Sphynx, Maine Coon, Persa; na segunda coluna gatos Siamês e Bengal. Crédito: Lília Rebello / PremieRpet

Entre as várias raças que poderão ser vistas de perto no local estão os gatos gigantes, que são também muito dóceis: Maine Coon (também conhecido como gigante gentil, chega a atingir 1 metro de comprimento), Ragdoll (com sua pelagem macia que lembra de um coelho), Siberiano (muito sociável e apegado ao dono) e Norueguês da Floresta (de aparência selvagem e bela). Também prometem cativar o público o Sphynx (gato sem pelo), o Bengal (com pelagem tigrada que lembra uma pequena onça), o tradicional Persa (raça mais conhecida entre os brasileiros), o Siamês (com sua aparência esguia e elegante) e o raríssimo Mau Egípcio (uma das raças mais antigas do mundo, originária da época dos faraós), entre outras.

“É uma satisfação realizar este evento pela segunda vez no Rio de Janeiro em parceria com a PremieRpet. Os cariocas poderão conhecer alguns dos mais belos gatos do país e uma grande diversidade de raças, muitas delas ainda pouco conhecidas pelos brasileiros. Àqueles que desejam ter um gato como animal de companhia, será uma ótima oportunidade para adoção, pois haverá dez bichanos da ONG 4 Patinhas à espera de um lar”, afirma Flávio Vicente, vice-presidente do Rio Cat Club.

Além de ter contato próximo com os gatos e aprender um pouco mais sobre eles, o público poderá acompanhar um concurso de beleza felina. Três juízes internacionais da Itália, Alemanha e Israel irão avaliar os animais de acordo com categorias que consideram raça, faixa etária e se baseiam nos critérios da FIFe – Fédération Internationale Féline. “No final, serão eleitos os melhores exemplares de cada dia. Os campeões acumulam pontos para suas posições no ranking nacional”, explica Flávio Vicente.

Evento do Rio Cat Club
Patrocínio: PremieRpet
Data: 23 e 24 de março de 2018
Horário: das 10h às 17h
Local: Hebraica Rio
Endereço: Rua das Laranjeiras, 346 – Laranjeiras – RJ

Entrada gratuita para visitantes. Pede-se a doação de uma lata/pacote de leite em pó, que será destinada à Casa de Apoio à Criança com Câncer São Vicente de Paulo. A mesma quantidade arrecadada será doada em alimentos para gatos para a ONG 4 Patinhas.
Não é permitida a entrada de animais que não estejam inscritos no evento.
Informações:

O que os animais podem nos ensinar?

Novo livro do autor best seller Eckhart Tolle apresenta o mindfulness de forma
leve e divertida

Eckhart Tolle, autor do best seller O Poder do Agora, e Patrick McDonnell, criador da aclamada história em quadrinhos Mutts, se uniram para o lançamento de Os Guardiões do Ser, obra que apresenta as várias lições que nossos amigos de quatro patas nos ensinam diariamente, com uma linguagem delicada e profunda.

Eckhart Tolle já ajudou inúmeras pessoas em todo o mundo a encontrar paz interior e mais satisfação na vida. Nesse lançamento da Editora Alaúde, Tolle aborda o mindfulness de forma lúdica, pois incentiva o leitor a observar cães, gatos e a natureza para aprender jeitos de se conectar consigo mesmo e com os outros.

Em uma história reconfortante e reflexiva, a dupla de autor e cartunista provoca sorrisos e desperta contemplações sobre a vida e as relações que ela constrói. Mais do que uma coleção de desenhos espirituosos e encantadores, o livro transmite um profundo amor à natureza, aos animais e aos seres humanos. Os Guardiões do Ser celebra a unicidade de todas as formas de vida e ensina, a qualquer um que esteja disposto a aprender, a aplicação de mindfulness na rotina.

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Sobre o autor

Eckhart Tolle nasceu na Alemanha, onde passou os primeiros 13 anos de sua vida. Depois de se formar pela Universidade de Londres, tornou-se pesquisador e supervisor da Universidade de Cambridge. Quando tinha 29 anos, uma profunda transformação espiritual mudou o curso de sua vida de forma radical. Os anos seguintes foram dedicados ao entendimento, à integração e ao aprofundamento desta transformação, que marcou o início de uma intensa jornada interior. Nos últimos anos ele tem atuado como conselheiro e mestre espiritual, trabalhando com pequenos grupos na Europa e na América do Norte.

Sobre o ilustrador

Patrick McDonnell é autor best-seller do New York Times e criador da tirinha Mutts, publicada em mais de 700 jornais em todo o mundo. Já recebeu inúmeros prêmios internacionalmente, incluindo a maior honraria da National Cartoonists Society, o Reuben. Já deu entrevistas para CNN, The Today Show, PBS e Oprah Winfrey Network. É membro do Conselho de Administração da Humane Society dos Estados Unidos, do Fundo para Animais e do Museu Charles M. Schulz. Diversas vezes, Patrick destina os lucros obtidos com as tirinhas a apoiar organizações de amparo animal e de cuidado com o meio ambiente. Atualmente, está desenvolvendo um longa-metragem de animação para a Twentieth Century Fox.

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Título: Os Guardiões do Ser
Subtítulo: As lições espirituais ensinadas por nossos cães e gatos
Autor: Eckhart Tolle
Ilustrador: Patrick McDonnell
Formato: 18 x 22cm
Nº de Páginas: 128
Acabamento: brochura, orelhas, miolo PB
Preço: R$ 39,90

Março Amarelo: 50% dos gatos idosos apresentam problemas renais, alerta especialista

De acordo com o veterinário Alexandre Daniel, da campanha Março Amarelo, diagnóstico precoce é a principal ferramenta para aumentar a sobrevida dos animais

Uma doença silenciosa e incurável, que já afeta metade dos gatos idosos no Brasil. A doença renal crônica (DRC) é atualmente o mal mais comum em felinos acima dos 12 anos de idade e a causa de morte de milhares de animais de estimação todos os anos. A boa notícia é que, embora ainda não exista uma cura para a doença, a DRC pode ser controlada quando diagnosticada em seu estágio inicial, garantindo uma sobrevida de até cinco anos aos animais.

Buscando informar os tutores sobre a doença e conscientizá-los sobre a importância de se fazer exames regulares em seus gatos e manter um acompanhamento veterinário especializado, a campanha Março Amarelo, idealizada pela Elanco Saúde Animal, chega à sua quarta edição em 2019 com o tema “A importância da medicina preventiva e a estruturação de programas de saúde por faixa etária na clínica.”

“O diagnóstico precoce aumenta a expectativa de vida dos animais. Quanto antes for diagnosticado o problema, maior é a possibilidade de prolongar a vida do paciente”, diz o médico veterinário Alexandre Daniel, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e consultor do Março Amarelo, lembrando que cerca de 50% dos gatos idosos no Brasil já apresentam algum grau de disfunção renal.

Cat at veterinarian

É preciso atenção redobrada por parte dos tutores, já que a DRC apresenta sintomas apenas em estágio avançado, quando os rins já estão com 75% de suas funções comprometidas — o que torna os check-ups periódicos fundamentais para a identificação da doença em fase precoce e o tratamento adequado, evitando assim o sofrimento do animal.

De acordo com Alexandre Daniel, a DRC é tradada por estágios, que variam de 1 a 4. “O paciente que é diagnosticado no estágio 2 tem uma sobrevida média de cinco anos. Já no caso do paciente que é diagnosticado no estágio 3, a sobrevida cai para dois anos. Quanto mais precoce o diagnóstico, mais prolonga a vida do animal”, afirma o especialista.

A recomendação dos veterinários é para que os gatos de meia idade, a partir dos 10 anos, façam os exames uma vez ao ano. A partir dos 14 anos, a cada seis meses. Caso haja alterações nos resultados ou o animal apresente algum tipo de sintoma, como perda de peso, ingestão excessiva de água ou aumento do volume de urina, é necessário procurar um profissional especializado para entender o melhor tratamento, que é feito caso a caso.

“Existem vários fatores que precisam ser levados em consideração. Pacientes que têm pressão alta podem viver menos, pacientes com variação na concentração de fósforo também podem viver menos, gatos com proteína na urina também, mas é possível controlar com fármacos, como o Fortekor, da Elanco”, explica o veterinário.

Março Amarelo

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O Março Amarelo é uma ação de conscientização para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença renal crônica em gatos. Idealizada pela Elanco, uma das empresas líderes em saúde animal em todo o mundo, a campanha chega à sua quarta edição em 2019 com o objetivo de engajar tutores e médicos veterinários em prol da saúde dos animais.

“O Março Amarelo é hoje mais do que uma campanha, já é uma causa”, afirma Eliane Estephan, gerente de Marketing e Serviços Técnicos para Animais de Companhia da Elanco. De acordo com a executiva, a campanha é nacional e está focada em dois pilares de atuação: atualização técnica dos veterinários e conscientização dos tutores para os perigos da DRC.

“Oferecemos aos profissionais diversos materiais atualizados sobre o tema, com alta aplicabilidade na rotina clínica. Já os tutores são impactados através das campanhas de comunicação, por meio de postagens nas redes sociais da Elanco e de clinicas engajadas na causa e de vídeos educativos sobre a doença, os principais sintomas e formas de tratamento”, explica Eliane. “Em três anos de campanha, já alcançamos mais de 10 mil clínicas veterinárias em todo o Brasil e impactamos cerca de 5 milhões de pessoas por meio das mídias sociais.”

Sobre o Fortekor 5TM

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Fortekor 5TM é um medicamento fabricado pela Elanco indicado para o tratamento de doença renal crônica em gatos e da insuficiência cardíaca congestiva em cães. Composto pelo cloridrato de benazepril, um importante inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), o Fortekor 5TM vem em comprimidos palatáveis que auxiliam na administração diária do medicamento.

Ginger tem este problema

ginger e ringo
Ginger abraçando Ringo, que ela trata como seu filho

Eu tenho uma gata com este problema, a Ginger. Não sei a idade correta dela, pois eu a resgatei da minha rua, em 2012. Naquela época, ela devia ter entre três e quatro anos, portanto, já passou dos dez. Ela apresentou a doença após todos meus gatos ficarem doentes por terem pego rinotraqueíte do gato do vizinho. Sim, pelo ar.

Ela não melhorava e, um dia, meio sem ser proposital, senti o hálito dela. Como eu já tinha tido uma gatinha com o problema, achei que o odor era parecido e comentei com os veterinários que a tratavam. Fizeram exame de sangue e veio a comprovação. Desde esta época, ela come ração especial e faz fluidoterapia, ou seja, toma soro, de forma subcutânea, duas vezes por semana.

Como tenho outros seis gatos, e a maioria deles já passou dos oito anos, vira e mexe, faço exames de sangue para ver como andam a ureia e a creatinina. E Ginger faz acompanhamento também. Quanto antes descobrir o problema, melhor. Prevenção é tudo!