Arquivo da tag: gordura

Chocolate contém muito açúcar e gordura e deve ser consumido com moderação

O almoço de domingo já costuma ser o vilão das rotinas saudáveis de alimentação. Mas quando chegam as datas especiais como Natal, Réveillon, Páscoa e demais feriados, a situação se torna mais crítica. A Páscoa em especial, se tornou o maior risco porque a população começa a ser exposta aos irresistíveis ovos de páscoa um mês e meio antes da data.

E todos fazem um agradinho, dando chocolate para alguém. No fim, o que se vê é um estoque que, para muitos, vai durar até dois meses. Ou seja, é nessa fase que alguns comem chocolate por quase quatro meses. E as principais vítimas são as crianças. Estas certamente recebem ainda mais presentinhos da família toda.

O médico Cid Pitombo, especialista em tratamentos em obesidade, alerta que o risco da obesidade nunca esteve tão presente em nossas vidas. “A Covid veio mais uma vez para nos alertar. A obesidade piora as chances de a pessoa se recuperar quando fica doente. Ou seja, ela não somente provoca doenças, como câncer, infarto, doenças coronarianas. A obesidade prejudica a cura porque os órgãos dos obesos normalmente funcionam no limite, sem reservas quando se necessita. E quando mais um fator chega, como um vírus que provoca mais inflamações ou prejuízo de oxigenação, como o SarsCov-2, da Covid, que afeta o pulmão, o nível de gravidade é maior. Por isso, meu apelo: controlem a alimentação até mesmo na Páscoa”.

De acordo com o médico, em vez de emagrecer, na pandemia, as pessoas engordaram. “Por mais que foram alertados para ter cuidado com o ganho de peso, a maior parte da população ganhou peso. O confinamento e sedentarismo levam inevitavelmente a mudanças comportamentais e busca maior por alimentos que nos dão prazer, como doces, alimentos gordurosos, massas e bebidas alcoólicas. No caso dos portadores de obesidade mórbida, o isolamento era ainda maior, pois sair à rua aumentava mais ainda a chance de contaminação. Controlar esses mecanismos envolvem tanto o apoio emocional, quanto uma rigorosa vigília no que se come. Uma dica é sempre que for ao mercado ou mesmo fazendo a compra on-line faça alimentado, sem fome”.

O que os médicos buscam é alertar para o fortalecimento da saúde em vários aspectos: dormir bem, praticar atividades físicas, consumir boa quantidade de líquidos e comer alimentos naturais, saudáveis, encontrados no hortifrúti. “Não tem fórmula mágica para se salvar da Covid. Não são própolis ou vitamina D que impedem o vírus de se reproduzir. Mas o organismo precisa estar mais preparado. É cuidado integral. Quem hoje está no peso ideal, certamente está com menos problemas psicológicos, porque sente menos medo de agravar. É claro que ninguém está fora de risco, a doença atingiu pessoas sem comorbidades, jovens, magras, até atletas. Mas a incidência de agravamento foi menor”, afirma o médico.

Dreamstime

Que completa: “A Páscoa é uma época especial, que na nossa cultura envolve consumo de chocolate, procurar os ovinhos…nada de errado com isso, mas nós, médicos, temos a obrigação de informar que é um alimento com muita gordura e açúcar, que deve ser consumido com atenção e limites. Um ovo de páscoa em média, sozinho, tem 20% a mais de toda gordura e açúcar que precisamos consumir em um dia. É algo que temos que ter em mente para nos controlarmos”.

Pitombo aconselha: comer com moderação é a melhor alternativa.

Fonte: Cid Pitombo é médico especialista em tratamentos de obesidade e cirurgia bariátrica por videolaparoscopia. Referência nacional em seu segmento de atuação, com 30 anos de experiência, sendo 22 com bariátricas. É proprietário da Clínica Cid Pitombo, onde realiza atendimento multidisciplinar para tratamento de obesidade, com acompanhamento psicológico e nutricional para cerca de 100 pacientes por mês, de todo o Brasil. Tem mestrado e doutorado em temas ligados à obesidade e é editor do livro Obesity Surgery: Principles and Practice.

Comer muita gordura e açúcar afeta mais que a cintura: a pele também inflama, diz estudo

Estudo publicado em fevereiro de 2020 no Journal of Investigative Dermatology destaca que, mesmo a curto prazo, a exposição à dieta ocidental rica em gordura e açúcar é capaz de induzir doenças inflamatórias na pele, como acne, psoríase e envelhecimento antes de um significativo ganho de peso corporal

Antes mesmo de experimentar o peso a mais de alguns abusos na alimentação, podemos literalmente sentir na pele as consequências. Pelo menos é o que mostra um estudo, publicado em fevereiro de 2020 no Journal of Investigative Dermatology. “Os pesquisadores da UC Davis Health demonstraram que, mesmo uma exposição a curto prazo à dieta ocidental rica em gordura e açúcar pode levar a doenças inflamatórias da pele, como a psoríase”, explica Marcella Garcez, médica nutróloga e professora da Associação Brasileira de Nutrologia.

“Segundo o estudo, as doenças inflamatórias da pele podem aparecer antes mesmo de experimentarmos os quilinhos a mais dos excessos”, acrescenta a médica. Embora o estudo tenha relacionado a casos de psoríase, há evidências de que a dieta rica em gorduras ruins (como frituras) e açúcar pode causar acne e envelhecimento da pele.

“Existe um gene chamado TNF-alfa que está associado ao processo inflamatório; se o indivíduo tem um alelo (forma alternativa de um determinado gene) que leva a um processo inflamatório mais intenso, vai usar alguns ativos orais em uma determinada concentração para frear e adequar a expressão desse gene. Além disso, você deve tomar cuidado com a alimentação, pois existem alimentos que são pró-inflamatórios e o consumo exagerado pode piorar a inflamação da acne e também o envelhecimento da pele”, afirma o geneticista Marcelo Sady, Pós-Doutor em Genética e diretor geral Multigene.

O estudo “Short-term exposure to a Western diet induces psoriasiform dermatitis by promoting accumulation of IL-17A-producing γδ Tcells” sugere que os componentes da dieta podem levar à inflamação da pele e ao desenvolvimento de psoríase. De acordo com a dermatologista Claudia Marçal, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia, a psoríase é uma inflamação que ocorre quando os anticorpos começam a agredir os queratinócitos, células produtoras da proteína morta responsável por formar a camada protetora da pele. Em resposta a essa agressão, os queratinócitos começam a se proliferar, multiplicando-se de maneira muito mais rápida e assim favorecendo a formação de crostas.

“Além disso, há a dilatação dos vasos sanguíneos, que leva ao surgimento de manchas vermelhas. Posteriormente, ainda ocorre um processo de micropontos de sangramento no local, chamado de orvalho sangrento, devido a remoção dessas crostas que se formaram durante o processo inflamatório”, explica a médica. “Dessa forma, a psoríase é categorizada como uma doença autoimune, sendo causada então principalmente devido à predisposição genética. Porém, outros gatilhos também podem agravar a doença, como fatores ambientais, alimentação e o estresse”, acrescenta.

Estudos anteriores mostraram que a obesidade é um fator de risco para o desenvolvimento ou agravamento da psoríase. A dieta ocidental, caracterizada por uma alta ingestão de gorduras saturadas e sacarose e baixa ingestão de fibras, tem sido associada ao aumento da prevalência de obesidade no mundo. Para o estudo da UC Davis Health, que utilizou um modelo de camundongo, os pesquisadores descobriram que era necessária uma dieta contendo alto teor de gordura e alto teor de açúcar (imitando a dieta ocidental em humanos) para induzir a inflamação da pele. Em apenas quatro semanas, os ratos com dieta ocidental aumentaram significativamente o inchaço dos ouvidos e a dermatite visível em comparação com os ratos alimentados com dieta controlada e com dieta rica em gordura. “A dieta não saudável não afeta apenas a sua cintura, mas também a imunidade da pele”, diz Marcella.

O estudo detalhou os mecanismos pelos quais a inflamação ocorre após uma dieta ocidental. “O trabalho identificou que a alimentação rica em gordura e açúcares é capaz de despertar a sinalização inflamatória na pele, desregulando a via Interleucina-23, um mensageiro pró-inflamatório que contribui para o desenvolvimento de dermatites”, afirma a nutróloga.

A pesquisa também enfatiza a importância da dieta para pacientes com doenças de pele. Pacientes com psoríase, por exemplo, com má alimentação têm maior risco de desenvolver doenças relacionadas, incluindo diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares, que podem ser evitadas ou melhoradas por abordagens dietéticas.

Ilustração: Ficusbio

Um exame de genotipagem também pode ajudar no tratamento da psoríase. “Prevenir a psoríase também pode ajudar na prevenção contra o câncer. Segundo um estudo recente, publicado em outubro de 2019, no conceituado JAMA Dermatology, portadores de psoríase apresentam risco aumentado de diversos tipos de câncer, principalmente portadores de psoríase severa, cujo risco de câncer de células escamosas (um dos tipos de câncer de pele), pode ser até aproximadamente doze vezes maior”, afirma o geneticista. A multigene já trabalha com o perfil de genotipagem para prevenção e tratamento de psoríase, que não só identifica a presença dessas variantes genéticas responsáveis por maior incidência da doença, como também ajuda a orientar o paciente a como controlar a ação negativa das variantes mais importantes.

Em uma revisão sistemática da literatura, o aumento da gravidade da psoríase pareceu correlacionar-se com um maior índice de massa corporal (IMC), e acredita-se que a obesidade provavelmente predisponha à psoríase e vice-versa. “Embora as recomendações dietéticas específicas não sejam claras, um estudo observacional encontrou uma associação benéfica de melhora com pacientes que seguiram a dieta mediterrânea. Em termos de suplementos nutricionais, vários estudos apostam no óleo de peixe como o mais promissor e a vitamina D oral demonstrando alguma promessa em estudos abertos”, diz Claudia.

“De qualquer forma, uma boa alimentação, equilibrada e com boa ingestão de fibras, sem excessos em açúcar e gordura de má qualidade, é capaz de trazer diversos benefícios para a pele e evitar muitas doenças. Por isso, procure ajuda de um médico nutrólogo para ajustar os desequilíbrios da sua dieta”, finaliza Marcella.

Fontes
Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.
Claudia Marçal é médica dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), da American Academy Of Dermatology (AAD) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). É speaker Internacional da Lumenis, maior fabricante de equipamentos médicos a laser do mundo; e palestrante da Dermatologic Aesthetic Surgery International League (DASIL). Possui especialização pela AMB e Continuing Medical Education na Harvard Medical School. É proprietária do Espaço Cariz, em Campinas – SP.
Marcelo Sady é pós-doutor em genética com foco em genética toxicológica e humana pela UNESP- Botucatu. Speaker, diretor Geral e Consultor Científico da Multigene, empresa especializada em análise genética e exames de genotipagem, professor, orientador e palestrante. Autor de diversos artigos e trabalhos científicos publicados em periódicos especializados, fez parte do Grupo de Pesquisa Toxigenômica e Nutrigenômica da FMB – Botucatu, além de coordenar e ministrar 19 cursos da Multigene nas áreas de genética toxicológica, genômica, biologia molecular, farmacogenômica e nutrigenômica.

Redução de carboidrato evita e combate doenças metabólicas

Macronutriente é digerido em açúcar, que em excesso no sangue é responsável por doenças como diabetes tipo 2 e síndrome metabólica

Todo carboidrato é digerido em glicose (açúcar) no corpo humano. Robustas evidências científicas já demonstraram os efeitos deletérios ocasionados na saúde das pessoas pelo excesso de açúcar no sangue. Logo, de acordo com médico, diretor-presidente da Associação Brasileira Low Carb (ABLC), José Carlos Souto, uma dieta que tenha como diretriz a redução do consumo de carboidratos é altamente benéfica para o tratamento de diabetes tipo 2, obesidade e síndrome metabólica – uma junção das outras duas doenças, combinada com diversos outros males, como a esteatose hepática (gordura no fígado).

No que se refere ao diabetes tipo 2, uma estratégia alimentar que reduza a ingestão de carboidratos é positiva à saúde porque tal doença é caracterizada pelo excesso de glicose no organismo humano. Souto explica que no diabetes tipo 2 as células se tornam resistentes à insulina, hormônio responsável pelo controle do açúcar no sangue. Devido à importância da substância, o corpo reage aumentando sua produção, o que acaba por prejudicar ainda mais o seu funcionamento, contribuindo para o descontrole da glicose e seu consequente acúmulo no organismo.

A redução da insulina pela diminuição do consumo de carboidratos também está atrelada ao emagrecimento e tratamento da obesidade. Isto porque outra função do hormônio é sinalizar o armazenamento de gordura no corpo. Nesse sentido, de acordo com Souto, quando a insulina aumenta, o tecido adiposo também tende a aumentar; quando seu estímulo diminui, favorece a redução do estoque de gordura do organismo.

A relevância da dieta com menos carboidratos no tratamento da obesidade se dá ainda por conta do aumento do consumo de proteína e gordura que passam a ser compensadores – principalmente a gordura – nesse tipo de dieta no sentido de gerarem energia para o metabolismo das células. “A preferência por tais macronutrientes, que são fontes mais ricas de nutrição do que carboidratos, acarreta uma maior saciedade, fazendo com que se coma menos, gerando, por sua vez, manutenção ou perda de peso”, explica Souto.

Thinkstock

Mais uma condição cujo tratamento pode ser feito através de uma estratégia alimentar com diminuição de consumo de carboidratos é a síndrome metabólica. Conforme Souto, a síndrome se caracteriza quando a pessoa apresenta três ou mais das seguintes alterações: obesidade abdominal; triglicerídeos e pressão arterial elevados; colesterol HDL baixo; glicose em jejum elevada; e diabetes tipo 2. “Dificilmente uma pessoa é apenas obesa. Ou apenas hipertensa. Ou tem apenas triglicerídeos elevados. Normalmente, estas e outras anormalidades ocorrem em conjunto, constituindo para a síndrome”, diz

Outras doenças associadas à síndrome metabólica são: esteatose hepática, ácido úrico elevado, gota, cálculos renais, cálculos de vesícula biliar, Alzheimer, transtornos psiquiátricos, doenças autoimunes tais como artrite reumatoide e psoríase etc.

A maioria delas, de acordo com Souto, tem como causa reconhecidamente a resistência à insulina e os níveis consequentemente elevados desta substância no organismo. “Se o problema é a insulina elevada, para tratá-las, basta reduzir o hormônio. E, de fato, uma dieta de baixo carboidrato é capaz de melhorar e mesmo eliminar completamente a síndrome metabólica em sua totalidade”, argumenta.

Evidências científicas recentes corroboram a eficácia da estratégia alimentar com restrição de carboidratos no combate à síndrome metabólica. Estudo clínico realizado pela Universidade de Ohio, nos Estados Unidos, publicado no Journal of Clinical Investigation Insight mostrou o que ocorre com pessoas obesas portadoras doença quando aderem a uma dieta com baixa quantidade do macronutriente.

Ao todo foram pesquisados 16 pacientes (10 homens e 6 mulheres) portadores da doença, que durante quatro semanas se alimentaram com dietas que restringiram o consumo de carboidratos em níveis baixos, moderado e alto. Durante esse intervalo, suas dietas contiveram calorias objetivando manter o peso estável. O resultado foi que após o período de estudo mais da metade dos pesquisados (cinco homens e quatro mulheres) apresentou reversão do quadro de síndrome metabólica.

O que consumir

Conforme Souto, uma estratégia alimentar que se defina pela restrição de carboidratos deve priorizar a ingestão da chamada “comida de verdade” (alimentos naturais ou minimamente processados) e evitar o consumo de açúcar, alimentos processados e ultraprocessados. “Assim, coma carne, peixes, ovos, vegetais e frutas de baixo amido e cozinhe com gorduras naturais como banha, manteiga, óleo de coco ou azeite de oliva. Evite o consumo de açúcar e alimentos ricos em amido.”

Entre os tipos de alimentos que devem ser evitados, Souto destaca os refrigerantes açucarados, doces, sucos de frutas doces, bebidas energéticas, bolos, tortas, sorvetes e cereais. Além disso, restringir carboidratos significa evitar farináceos como pães, biscoitos e massas.

Respostas às cinco principais dúvidas de quem busca uma alimentação saudável

Carboidratos, glúten, gordura e colesterol, o que realmente faz mal e como melhorar a qualidade de vida

Comer ou não comer? Eis a questão. Essa é uma pergunta que acompanha as refeições de muita gente que busca seguir uma alimentação saudável. Dúvidas sobre dietas, consumo de gordura e carboidrato, preparo dos alimentos, entre outras se tornam comuns no dia a dia, principalmente no começo de uma reeducação alimentar.

Porém, como separar os mitos das verdades para manter uma alimentação saudável e de qualidade? A nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo , rede de lojas que busca promover saúde e bem-estar por meio de produtos saudáveis, explica alguns dos mitos que envolvem uma alimentação saudável.

Posso retirar o carboidrato das refeições?

A dieta Low Carb é muito procurada por quem planeja emagrecer. Consiste na redução drástica no consumo diário de carboidratos, ou seja, a retirada de alimentos como massas, tubérculos e açúcar e incluir mais fibras, gorduras e proteínas.

“Reduzir drasticamente a ingestão de carboidrato pode ser prejudicial à saúde, o nutriente é importante fonte de energia para o corpo. Esse tipo de dieta pode levar a dificuldade de concentração, fadiga, afeta o humor, comprometimento no rendimento das atividades físicas e deficiência nutricional. A recomendação é uma dieta equilibrada para todos os indivíduos. Dietas restritivas devem ser feitas com acompanhamento nutricional e por um determinado período estrategicamente.”

Uma dica da especialista é buscar o carboidrato em fontes saudáveis e de baixo índice glicêmico, como grãos integrais, vegetais e frutas, evitando assim o consumo excessivo de pães e massas refinados.

Devo dar adeus ao glúten?

Foto: Shutterstock

Glúten é o nome dado a uma família de proteínas presentes naturalmente em grãos como trigo, centeio e cevada. É ele que dá a elasticidade em alimentos, como a massa e o pão. Esses alimentos carregam vitaminas e fibras, que ajudam a equilibrar o conjunto de bactérias que vivem em nosso sistema digestivo.

O glúten deve ser realmente evitado para quem sofre da doença celíaca. “O organismo de um celíaco não produz uma enzima responsável por digerir a proteína, que desencadeia um processo inflamatório no intestino”, informa Ellen. Dietas sem glúten ganham espaço mesmo para aqueles não celíacos. As pessoas associam o glúten à retenção de liquido, dificuldade na digestão e enxaqueca. A recomendação é procurar um profissional para melhor orientação.

Gordura sempre faz mal?

Existem três grupos de gordura, são elas: saturadas, trans e insaturadas. As duas primeiras devem ser consumidas moderadamente ou até evitadas, devido ao aumento do colesterol ruim (LDL) entre outras implicações na saúde, como obstruções das artérias.

As gorduras insaturadas são necessárias para o bom funcionamento do organismo. “Ela é capaz de reduzir os níveis de triglicérides e de possibilidade de infarto. Eles protegem os órgãos, liberaram ácidos graxos, sais biliares e produzem hormônios”, destaca. A nutricionista aconselha o consumo diário de fontes de gorduras boas, como castanhas, amêndoas, nozes, sementes, alguns tipos de peixe, abacate e azeite de oliva extravirgem.

Devo excluir o ovo da minha diera?

Stocksy

Não! O ovo aumenta o HDL que é considerado o bom colesterol, por isso o consumo de ovo não é prejudicial. Além disso, é fonte de proteína e contém lecitina que dificulta a absorção do colesterol ruim no intestino, importante para saúde do coração.

“A clara tem o valor calórico mais reduzido e é fonte de proteína, por isso criou-se a cultura de comer apenas a clara e jogar a gema fora, mas a gema é rica em nutrientes, contém 40% da proteína e a maior parte das vitaminas, minerais e antioxidantes”, explica a nutricionista.

Além do bom colesterol, o ovo é rico em antioxidantes, proteína, fósforo, selênio, vitamina A e complexo B. Os nutrientes dele conferem saciedade, melhoram o perfil lipídico e o funcionamento do sistema imune. Porém, devido as calorias, ele deve ser consumido sem exageros.

Como preparar os alimentos?

Fugir das frituras já é um bom começo para conquistar um estilo de vida mais saudável. A nutricionista aconselha o consumo de alimentos grelhados, cozidos ou assados, que são opções mais nutritivas e que não causam mal à saúde. “Em altas temperaturas e por longo período o óleo se torna gordura ruim, sendo prejudicial à saúde quando consumido em excesso”, destaca.

Por outro lado, segundo a nutricionista, o processo de cozimento auxilia na absorção de alguns nutrientes pelo corpo, que o torna uma excelente opção para preparar os alimentos.

“O passo mais importante para manter uma vida saudável é ter em mente que a alimentação deve ser equilibrada. Buscar comer alimentos nutritivos, não exagerar durante as refeições, aliado ao consumo de bastante água durante o dia”, conclui a nutricionista.

Fonte: Bio Mundo

Cinco fatores que podem baixar a imunidade

Estresse e má alimentação estão entre os causadores do enfraquecimento do sistema imunológico

O nosso corpo está em constante contato com microrganismos causadores de doenças como vírus e bactérias. Entretanto, o que determina se haverá uma contaminação ou não é o sistema imunológico, responsável pela defesa do nosso organismo. Estar com a imunidade baixa significa que este sistema está enfraquecido, portanto mais vulnerável à doenças e infecções.

Agora, com a pandemia do novo coronavírus, é ainda mais necessário fortalecer o sistema imunológico, evitando gripes, resfriados e outras doenças que necessitem de acompanhamento médico. Para ajudar, a nutricionista da Superbom, Jessica Santos, elencou cinco causas que diminuem a imunidade:

• Estresse

fim de ano natal estresse
Em situações de alto estresse o eixo hipotálamo-hipófise é ativado no cérebro, essa parte estimula os glicocorticoides, hormônios capazes de inibir a produção de fatores importantes para o bom funcionamento do sistema imunológico como as citocinas. “É recomendado a prática de exercícios físicos e boas noites de sono com, pelo menos, 7 horas dormidas para evitar quadros de estresse”, sugere.

• Má alimentação

carne de porco gordura pixabay
Pixabay

“Uma dieta com excesso de gorduras saturadas, sal e açúcar prejudica o bom funcionamento das células e comprometem suas funções, podendo levar ao aumento de infecções e outras doenças sistêmicas como hipertensão, diabetes e obesidade, que dificultam a ação do sistema imunológico”, explica.

• Falta de nutrientes

mulher comendo salada de frutas botswana youth
Botswanayouth

Uma má alimentação também representa falta de nutrientes e enfraquece a imunidade. A especialista afirma que para fortalecer o sistema imunológico é necessário a ingerir alimentos ricos em ferro, cálcio, zinco, vitaminas A, C, D e E e complexo B, como frutas, legumes, verduras, mel e oleaginosas, além de beber muita água.

• Álcool

mulher-bebendo-vinho
Foto:edmontonfetalalcoholnetworkorg

O consumo prolongado de bebidas alcoólicas causa danos ao fígado, hipertensão, além de inibir as respostas imunológicas do organismo, deixando-o mais vulnerável a ação de vírus e bactérias. “Isso acontece porque o álcool pode sobrecarregar o fígado, já que o órgão só consegue metabolizar em média uma dose de bebida por hora. Na tentativa de retomar o seu funcionamento normal, o organismo trabalha em dobro e os mecanismos de defesa podem não suportar essa carga, tendo como consequência, a queda da imunidade”, esclarece.

• Hábito de fumar

mulher quebrando cigarro fumo tabaco
O cigarro também pode gerar danos às diversas células do organismo e inflamações, entre elas estão a flora nasal e a bucal, que são responsáveis por evitar a entrada de vírus e bactérias no organismo.

Sugestão de produtos para evitar a queda da imunidade

Mel Superbom

mel
Linha de méis da Superbom, disponíveis no tipo orgânico (330g), tradicional (330g) e composto em tubetes (200g) de eucalipto, geleia real e própolis. Ricos em nutrientes que trazem benefícios para a saúde, todos ajudam a evitar a queda de imunidade.

Granola

granola
A Granola Premium da Superbom é um mix de cereais composta por frutas secas, grãos, oleaginosas e adoçantes naturais, além de ser rica em vitaminas A, D e E, fatores que contribuem para manter a imunidade em alta.

Suco de Tangerina Integral Superbom

tangerina
O suco de tangerina da Superbom Integral é um suco 100% fruta, feito especialmente para quem deseja ter uma vida mais equilibrada. Saboroso, o suco de tangerina é uma bebida saudável feita a partir de frutas selecionadas que oferecem a doçura característica da tangerina somada ao valor energético da vitamina C.

Fonte: Superbom

Gordura: vilã ou aliada?

Necessário para o desenvolvimento do sistema nervoso central e cerebral, o nutriente é fundamental desde os primeiros minutos de vida

Assim como um grande vilão dos filmes, a gordura é vista como um alimento completamente maléfico e que costuma assombrar a saúde das pessoas. Mas afinal, ela merece a fama que tem? De fato, o consumo desse nutriente em excesso pode trazer problemas para o organismo, mas isso não é diferente de qualquer outro alimento quando ingerido mais que o recomendado. Então por que essa má fama?

Desconstruindo alguns mitos, a nutricionista Ellen D’arc, da Bio Mundo , explica os benefícios e as melhores formas de se incluir a boa gordura em uma dieta balanceada. “O que poucos sabem é que os lipídios devem compor de 20 a 30% da nossa alimentação diária. O que vai impactar na qualidade dessa gordura, na realidade, é a origem dela”, explica.

De antemão, é necessário entender que nem toda gordura é igual e se dividem em três grandes grupos: saturadas, trans e insaturadas.

castanhas pexels
Pexels

A gordura saturada, presente em carnes gordas e manteiga, deve ser consumida moderadamente, visto que seu excesso aumenta o colesterol ruim (LDL), bem como as chances de doenças cardiovasculares. Ao passo que a gordura trans é majoritariamente artificial, presente em alimentos industrializados como bolachas, sorvete e salgadinhos, e deve ser evitada.

Por fim, a insaturada é necessária para o bom funcionamento do corpo. Proveniente de castanhas, sementes, alguns tipos de peixe, vegetais, é popularmente conhecida como “gordura do bem”, e são capazes de reduzir os níveis de triglicérides e de possibilidade de infarto.

“Além disso, auxiliam na absorção vitaminas lipossolúveis: A, D, E e K, já que essas são lipossolúveis. Também armazenam energia; protegem os órgãos internos; liberaram ácidos graxos, sais biliares e produzem hormônios” enfatiza a nutricionista, que selecionou alimentos para incluí-las nas refeições corretamente.

Para nutrir as manhãs

maionese de abacate california avocado commission
Foto: California Avocado Comission

Apesar de parecer improvável, é possível incluir as “gorduras do bem” logo no café da manhã por meio de alimentos como: abacate, iogurtes e linhaça. Extremamente saudáveis e saborosos, podem ser combinados entre si e com outras comidas, possibilitando a criação de diversas receitas.

Melhores opções para o almoço e jantar

Salmão_queridinho_Brasileiros

Salmão, sardinha, trutas, azeite de oliva e carnes vermelhas magras podem compor o menu de refeições maiores. “Uma outra dica é procurar não acrescentar outras gorduras no preparo desses alimentos. Assados e grelhadas são sempre uma boa pedida”, aconselha a nutricionista. Incremente sua salada com sementes de girassol e tempere com azeite de oliva extravirgem, vinagre de maçã e gotas de limão.

Deu fome de tarde?

oleaginosas castanhas
Pixabay

E até como “snack” as gorduras insaturadas são as queridinhas dos nutricionistas. Capazes de controlar a saciedade, são indicados para os intervalos entre as refeições alimentos como mix de castanhas: castanha-do-pará, castanha de caju, amêndoas, nozes, semente de girassol, de linhaça e até chia. “Quando introduzida de maneira correta, as boas gorduras auxiliam até no processo de emagrecimento”, conclui a especialista.

Fonte: Bio Mundo

Consumo balanceado de gorduras auxilia sistema imunológico e saúde cardiovascular*

A Organização Mundial da Saúde (OMS) mostrou que o consumo de dietas inadequadas e a inatividade física estão entre os dez principais fatores de mortalidade. Mas quando se fala de gorduras, especificamente do tipo poli-insaturadas, é importante salientar que são inúmeros os benefícios para a saúde quando ingeridas de forma correta.

Tal gordura nada mais é do que um ácido graxo que auxilia a diminuir ou prevenir significativamente o aparecimento de várias doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), exercendo influência direta sobre fatores de risco cardiovascular e aos processos inflamatórios do corpo humano.

Salmão_queridinho_Brasileiros

Os ácidos graxos estão presentes em óleos de origem vegetal e peixes, conhecidas como ômega-3 (encontrada em alimentos como sardinha, óleo de canola, azeite de oliva, óleo de peixe, salmão, dentre outros) e ômega-6 (presentes em óleo de soja, girassol, milho, linhaça dourada e ovos).

Se consumidos com uma frequência regular e equilibrada, tais óleos apresentam especial importância para o funcionamento do sistema imunológico e diminuindo os níveis de LDL (colesterol ruim) no sangue, além de apresentarem ação anti-inflamatória nas células. Além disso, esses ácidos graxos têm grande importância no desenvolvimento cerebral, principalmente durante a gestação e nos primeiros anos de vida.

azeites

Devido a sua elevada concentração de caloria (9kcal/grama), é importante ressaltar que as gorduras devem ser consumidas com moderação e de forma balanceada e os óleos ricos em gorduras poli-insaturadas devem ser consumidos de preferência no estado natural (in natura), pois, se aquecidos em altas temperaturas (frituras), podem perder todos os seus benefícios ou grande parte deles.

O ILSI – International Life Sciences Institute Brasil – indica que haja uma substituição dos ácidos graxos saturados da dieta por poli-insaturados, incluindo ômega-6, para otimizar a redução dos níveis plasmáticos de LDL-colesterol, melhorar a sensibilidade a insulina e reduzir o risco de diabetes melito.

Presentes na dieta mediterrânea, o consumo desses ácidos graxos ainda é tema de diversos estudos ao se falar de saúde. Essa dieta, com base nos hábitos alimentares das populações do litoral do Mar Mediterrâneo, já foi relacionada a um menor risco de síndrome metabólica, doença cardíaca, derrame e demência.

maionese de abacate california avocado commission
Foto: California Avocado Comission

Outro ácido graxo considerado de boa qualidade nutricional, se ingerido de forma adequada, é a gordura monoinsaturada. Essa gordura, formada por uma ligação dupla e predominante nos ácidos oleicos, está presente no azeite de oliva, abacate, óleo de palma, nozes etc. Assim como a gordura poli-insaturada, a monoinsaturada contribui para a saúde cardiovascular, aumentando as concentrações de HDL e diminuindo as do LDL, podendo também reduzir o risco de hipertensão e contribuir para a melhor absorção de cálcio.

Dessa forma, é bom que se saiba que certas gorduras fazem bem para a saúde, e podem e devem ser consumidas, mas é fundamental que se consuma, junto com outros macronutrientes, de forma equilibrada e balanceadaác ao longo do dia.

*Bianca Naves é nutricionista especialista em Nutrição em Cardiologia e Nutrição Esportiva pela USP. Sócia proprietária da Clínica NutriOffice em SP; colaboradora do programa jornalístico “Hoje em Dia” transmitido pela Record.

Quatro estruturas da face que são alteradas no processo de envelhecimento

Apesar da queixa do paciente focar apenas uma das estruturas da face, como pele (flácida) ou (perda de) gordura, o problema pode estar relacionado com os músculos e lingamento ou com o envelhecimento dos ossos, que perdem projeção e estrutura

Durante o processo de envelhecimento, o rosto sofre alterações em várias estruturas da face. “Apesar da queixa mais comum focar em apenas uma estrutura, geralmente a pele, que pode estar flácida ou com rugas, um exame clínico adequado visualiza a face como um todo, a estrutura óssea, a quantidade e qualidade de tecidos como gordura, músculos e ligamentos e a qualidade e aparência da pele e ainda a proporcionalidade entre os segmentos da face”, afirma a cirurgiã plástica Beatriz Lassance, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e da ISAPS (International Society of Aesthetic Plastic Surgery).

“É uma avaliação global da face tanto em repouso como dinamicamente durante os movimentos da musculatura”, acrescenta.

Como o processo de envelhecimento é complexo, a correta avaliação do que pode ser feito é primordial, segundo a médica. Ela explica abaixo as principais alterações em quatro estruturas da face:

mulher idosa celular depositphotos

Ossos — “Algumas áreas perdem projeção e espessura dos ossos, por exemplo, as maçãs do rosto ficam mais apagadas”;

mulher idosa

Gordura — “Existem compartimentos de gordura na face que diminuem com emagrecimento ou envelhecimento, e isso faz com que os tecidos mais superficiais tenham menos estrutura, ficando flácidos.”

shutterstock pele rosto flacidez.jpg

Músculos e ligamentos — “Com o passar do tempo, eles ficam mais frouxos, é o que chamamos de flacidez”;

gettyimages- mulher pele meia idade

Pele — “Ela perde elasticidade e firmeza e acompanha a flacidez dos tecidos abaixo.”

A importância de se visitar um médico para análise completa da pele é justamente evitar a aplicação de preenchedores, por exemplo, em locais incorretos. “Por exemplo, o preenchedor mais utilizado é o ácido hialurônico mas também podemos utilizar a hidroxiapatita de cálcio. O produto pode ser aplicado com agulhas ou com microcânula, que diminui muito o desconforto e riscos de hematomas. Dependendo da estrutura a ser tratada pode ser injetado profundamente próximo ao osso, ou na gordura (subcutâneo) ou ainda sob a pele. Para isso temos produtos com diferentes coesividades, ou seja, mais ou menos espessos, para cada plano de tratamento”, afirma a médica.

Beatriz diz que o bigode chinês, ou o sulco nasogeniano, é uma queixa muito comum. “A causa pode ser diminuição da parte óssea do osso malar (o osso da maçã do rosto) ou dos compartimentos de gordura da face, fazendo com que os tecidos mais superficiais “caiam” e dobrem sobre o ligamento que formam o sulco do bigode chinês. Se simplesmente preenchermos o sulco, a parte inferior vai ficar ainda mais pesada e pode piorar o aspecto de cansado”, diz a médica.

“O ideal é preencher com ácido hialurônico de alta coesividade sobre o osso e simular o aumento dessa estrutura óssea ou repor o volume que foi perdido, dando aspecto de lifting e pode ser usado o método MD codes para repor este volume.

Segundo a cirurgiã plástica, quando o envelhecimento da pele está associado à flacidez dos tecidos mais profundos, como músculos e ligamentos, que pioram o aspecto da pele, dependendo do caso a cirurgia se faz necessária. “Procure sempre um cirurgião plástico que, com o correto diagnóstico, pode escolher como tratar estas estruturas. O envelhecimento é inevitável, mas pode ser tratado para obter um aspecto saudável e feliz do rosto”, finaliza.

Fonte: Beatriz Lassance é cirurgiã plástica formada na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e residência em cirurgia plástica na Faculdade de Medicina do ABC. Trabalhou no Onze Lieve Vrouwe Gusthuis – Amsterdam -NL, é Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, da International Society of Aesthetic Plastic Surgery e da American Society of Plastic Surgery. Além disso, é membro do American College of LifeStyle Medicine e do Colégio Brasileiro de Medicina do Estilo de Vida.

Fluido corporal vegano reduz gordura sem causar vermelhidão

Intense Fit Buona Vita é um potente termogênico de uso home care, formulado com extratos lipolíticos poderosos, podendo ser associado a manobras de massagem, além de ajudar em procedimentos estéticos e de potencializar o treino fitness de quem costuma frequentar a academia ou praticar atividades físicas.

Intense Fit traz como diferencial o ativo Sense Hot, que estimula os receptores nos neurônios sensoriais presentes na pele, provocando a sensação de calor na superfície, porém de forma mais segura, além de promover aumento da circulação e de melhorar a permeação de outros ativos cosméticos.

Além da sensação de calor, o produto conta com o complexo Natuplex Green Eco Minceur, uma combinação de poderosos extratos botânicos para efeito lipolítico de quebra e eliminação de gordura. Os extratos de castanha-da-índia e de arnica, ingredientes importantes no tratamento de celulite e gordura localizada. O primeiro ativo é estimulante da microcirculação e aumenta o tônus venoso, enquanto o segundo é tonificante, anti-inflamatório e descongestionante.

Formulado com bases biocompatíveis, sem parabenos e xenobióticos, o produto também é vegano. Traz um complexo potente de extratos botânicos para alto poder lipolítico, potencializando o treino fitness. Indicado para tratar a gordura localizada, redução de medidas e potencialização do treino fitness. Deve ser usado todos os dias, após o banho ou antes da atividade física.

intense_fit.png

Intense Fit Buona Vita – Preço: R$ 94,00

Informações: Buona Vita – SAC: (41) 3023 1855

Hábitos de fácil introdução no cotidiano reduzem chances de doenças no coração

Atualmente, cerca de 300 mil pessoas morrem no Brasil todos os anos vítimas de arritmias cardíacas, segundo pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com a Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac). “A prevenção é a melhor maneira para manter o coração fora de riscos e alguns hábitos simples inseridos no dia a dia podem evitar problemas futuros”, afirma Diego Gaia, coordenador de cardiologia do Hospital Santa Catarina.

Abaixo, o especialista elenca cinco hábitos de fácil introdução no cotidiano que podem reduzir consideravelmente as doenças cardiológicas:

Controle os fatores de risco

hipertensao coração pressao alta pixabay

A maior parte das mortes por doenças cardíacas poderiam ser evitadas se a pessoa controlasse o colesterol ruim (LDL) do corpo. Portadores ou pessoas com histórico familiar de diabetes e hipertensão devem redobrar a atenção.

Faça exames preventivos

exame ciencia equipamento

Principalmente após os 40 anos, é importante realizar exames de rotina para o coração. Um possível problema pode ser evitado ou minimizado, se descoberto com antecedência. Antes dessa idade, a pessoa deve procurar um cardiologista se perceber algum sinal atípico.

Pratique exercícios com regularidade e mantenha o peso sob controle

musculacao

Fazer atividades físicas regularmente é benéfico para a saúde no geral. Porém, se tratando do coração, é ainda mais: hormônios como a endorfina liberados pelo organismo após o exercício relaxam a parede das artérias. Com a queda da pressão arterial, a taxa de glicose diminui e o índice do colesterol bom aumenta. A recomendação é praticar 30 minutos de qualquer atividade física (ex: corrida, musculação, esportes com bola etc.), no mínimo três vezes por semana.

Não fume

o-cigarro-pode-levar-a-infertilidade

O tabagismo é um dos maiores potencializadores de doenças no coração. Entre as mais comuns causadas pelo fumo estão pressão alta, infarto e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

Priorize alimentos saudáveis

alimentos-frutas-mel-pixabay

A alimentação saudável é um dos principais fatores para evitar doenças cardiovasculares. O ideal é investir em frutas e verduras e é primordial evitar o excesso de sal e açúcar. Frituras e alimentos processados devem ser consumidos com moderação. Esses alimentos são verdadeiros vilões, já que podem elevar o colesterol ruim (LDL), um dos responsáveis por depositar gordura na parede das artérias.

Fonte: Hospital Santa Catarina