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Você sabe reconhecer os sintomas da gastrite nervosa?

Gastroenterologista do Grupo São Cristovão Saúde esclarece dúvidas sobre crises de gastrite e dá dicas para quem identifica sintomas, também ligados a crises emocionais

Muito comum entre mulheres, a gastrite nervosa tem influência de fatores emocionais e, normalmente, se dá por uma inflamação no estômago. Dependendo dos hábitos alimentares, é possível sentir este desconforto, em maior ou menor intensidade. Descubra como reduzir estas dores e garanta o seu bem-estar.

De acordo com Tabata Cristina Alterats Antoniaci, gastroenterologista do Grupo São Cristovão Saúde, a gastrite, também chamada de dispepsia funcional, é uma doença orgânica, pois existe a alteração da mucosa gástrica e tais sintomas são caracterizados por dor ou desconforto estomacal, que pioram com estresse e ansiedade. “Por isso, é importante uma abordagem global pelo médico do paciente, avaliando se as duas patologias estão somadas, e nesse caso, o tratamento da ansiedade é fundamental para a melhora dos sintomas gástricos”, pontua.

Não existe uma causa única para a evolução desse quadro, mas certamente fundos emocionais interferem diretamente nos sintomas. Além de uma alimentação balanceada, é necessário um diagnóstico correto, incluindo exames de imagem para complementar a anamnese (entrevista ao paciente) e exame físico. De acordo com a especialista, após uma boa conversa com o paciente, “pode-se encaminhá-lo para tratamentos conjuntos, como com o auxílio de um nutricionista e/ou psicólogo, ou até mesmo psiquiatra, formando-se uma equipe multidisciplinar para auxiliar o paciente”, revela.

Caso você note algum dos sintomas da gastrite nervosa no seu dia a dia e eles sejam persistentes, o correto é se consultar com um especialista. “Há uma série de fatores que podem ser ajustados, buscando a melhoria dos quadros. Uma dieta rica em vitaminas e minerais, deixando de lado estimulantes como chocolates e café, por em excesso gerarem ansiedade, é uma das alternativas”, ressalta Tabata.

Beber água também é útil no controle do estresse, pois reduz a temperatura corporal, evita a secura na garganta, geralmente causada pelo nervosismo e ajuda na digestão e na hidratação de seu organismo. Alimentos com efeito calmante, como doces leves e chás, são indicados para minimizar a reação biológica ao estresse. Já outros ajudam a controlar o pH estomacal e a aliviar os sintomas, especialmente a azia. São eles:

Foto: James Hills/Pixabay

=legumes cozidos, em especial a batata;

=frutas como a banana e o melão (as cítricas devem ser evitadas);

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=grãos integrais, como a aveia;

=carnes magras, como peixes e frango sem pele.

Por fim, atividades físicas auxiliam na liberação de endorfinas e podem ajudar a balancear o seu emocional, como caminhadas, meditação e yoga: “Inclua sempre na sua semana o encontro ou conversa com pessoas que lhe causem calma e prazer. Todos nós temos os nossos ‘leões’ para enfrentar e, devagar, os venceremos”, finaliza a gastro.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Alimentos que auxiliam no combate à celulite

Vamos falar sério. Uma das coisas que mais apavoram as mulheres é a temível celulite. A celulite é uma lesão inflamatória nos tecidos adiposos e subcutâneos que afeta até 85% das mulheres com mais de 20 anos. Para auxiliar no combate a celulite, é preciso ajustar a alimentação, com nutrientes que auxiliam no combate à inflamação dos tecidos e na recomposição da pele, como colágeno, flavonoides, zinco, fibras, vitamina C e B12. Além disso, é necessário se privar de algumas “comidinhas nada nutritivas”, como doces, refrigerantes, salgadinhos, gorduras em geral e carboidratos, especialmente os simples.

Sendo assim, a melhor opção é fazer um detox e aderir a um cardápio capaz de desintoxicar, desinflamar e melhorar a circulação, a fim de eliminar líquidos e dar adeus aos furinhos. Para isso, a Coordenadora de Nutrição e Dietética do São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, listou alimentos que podem auxiliar na diminuição da celulite. Confira:

Leguminosas (feijão, lentilha, grão de bico) – possuem ferro, que ajuda no transporte de oxigênio pelo sangue;

Foto: Alfonso Charles/Pixabay

Peixes fonte de ômega 3 (sardinha, bacalhau, salmão) – melhoram a circulação sanguínea e ajudam no combate a reações inflamatórias;

Uvas vermelhas – possuem polifenóis e taninos, que favorecem a microcirculação sanguínea, protegendo os vasos e combatendo os radicais livres. Os flavonoides também protegem vitaminas e enzimas, favorecendo o bom funcionamento do organismo;

Abacaxi – possui enzimas como a bromelina, que facilitam a digestão, além de possuir ação diurética e anti-inflamatória;

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Aveia – auxilia no bom funcionamento do intestino por ser rica em fibras e possui silício, que participa da formação do colágeno;

Brócolis e couve – fonte de antioxidantes, que combatem os radicais livres, substâncias que aceleram o envelhecimento celular. Ricos em vitamina C, um importante protetor das fibras de colágeno;

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Castanha -do-pará – fonte de vitamina E e selênio, importante antioxidante que também combate o envelhecimento das células;

Maçã – fonte de pectina, fibra que ajuda a eliminar as impurezas do organismo;

Probióticos – favorecem o funcionamento adequado do intestino e eliminação das impurezas;

Melancia – tem ação diurética e favorece o funcionamento do sistema linfático, possui potássio, que ajuda na redução da retenção líquida.

A nutricionista também orienta: “Não podemos nos esquecer da ingestão de água, que deve ser no mínimo de 30 ml/kg de peso, e que favorece as trocas celulares, o transporte de nutrientes e a eliminação de toxinas na urina”.

Foto: Atul Prajapati/Pixabay

Além desses alimentos, a forma de preparo também pode ajudar na diminuição das celulites. “É importante sempre preferir os temperos naturais, que embora sejam utilizados em pequenas quantidades, trazem nutrientes importantes para o organismo. Entre os ‘bons exemplos’ estão a cebola, que é rica em água, possui fibras e vitamina C; o limão, também amplamente utilizado como tempero, possui vitamina C e fibras; o alho, em que encontramos alicina, um antioxidante importante que ajuda a combater os radicais livres; e a cúrcuma, que possui a curcumina e óleos essenciais com propriedades que também são antioxidantes”, afirma Cintya.

O que não faltam são opções. Segundo a nutricionista, o chá e o suco verde favorecem o funcionamento adequado do organismo: “Estudos relatam que o chá verde pode ter ação preventiva sobre doenças inflamatórias, especialmente por ser fonte de flavonoides. Enquanto o suco verde, em geral, inclui alimentos com excelentes propriedades nutricionais, como couve, maçã, limão, gengibre, hortelã e pepino, que auxiliam no melhor funcionamento do organismo, por conta de suas diversas propriedades nutricionais”.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Nutricionista ensina a entender as informações nos rótulos dos alimentos

Cintya Bassi, do São Cristóvão Saúde, explica que os melhores alimentos são os que não possuem rótulos, como as frutas e vegetais

Após seis anos de muita discussão, estudos e análises técnicas robustas, as novas regras para Rotulagem Nutricional foram aprovadas por unanimidade pela Diretoria Colegiada da Anvisa. Elas trarão modificações profundas na rotulagem nutricional dos alimentos quanto a declaração de nutrientes na tabela, uso de rotulagem frontal e alegações. Mas para conseguir entender as informações que vêm no rótulo e, principalmente, como cada ingrediente atua no organismo, é importante primeiro conhecer o que significam os termos utilizados e os componentes da tabela de informação nutricional.

Por exemplo, o Percentual de Valores Diários (%VD) indica em porcentagem, quanto de energia e nutrientes a porção daquele alimento apresenta, tendo geralmente como base uma dieta de 2000 calorias. Cada nutriente apresenta um valor diferente para se calcular o VD (valor diário). Veja os valores diários de referência:

  • Carboidratos: 300 gramas
  • Proteínas: 75 gramas
  • Gorduras totais: 55 gramas
  • Gorduras saturadas: 22 gramas
  • Fibra alimentar: 25 gramas
  • Sódio: 2400 miligramas

“Para não haver interpretação errada, devemos conhecer primeiro qual a porção indicada no rótulo, por exemplo: é uma unidade inteira, sete unidades, um copo, etc. Feito isso, é preciso observar os nutrientes obrigatórios, como energia, carboidratos, proteínas, gorduras, sódio e fibras. Então, se um alimento indica no %VD que possui 50% de quantidade de gordura, significa que metade da gordura que deve ser consumida durante todo o dia está concentrada nesse alimento. Com essas informações, o consumidor pode escolher com mais conhecimento, se determinado alimento se encaixa ou não nos seus objetivos nutricionais”, disse a nutricionista.

Quando se trata de produtos light e diet, devemos considerar que eles terão um teor reduzido de pelo menos um ingrediente, que pode ser o açúcar, a gordura ou o sódio, quando comparado a sua versão original. Segundo a nutricionista, o mais comum, é que os produtos light apresentem um valor energético menor e por isso são opções para dietas de emagrecimento. Já os produtos diet, terão a ausência total de um de seus ingredientes. O mais comum é que o açúcar seja excluído e, por isso, são amplamente utilizados pelos diabéticos, mas isso pode não refletir no valor energético, já que pode haver substituição por outro ingrediente, como a gordura.

Devemos ter cuidado e olhar bem os rótulos, pois há alimentos que aparentam ser “saudáveis”, mas tem o teor de sódio muito elevado. “Um alimento que possui em sua composição, quantidade igual ou maior que 400mg de sódio em 100g ou 100ml, é um alimento considerado com alto teor de sódio. De acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), o consumo diário não deve ultrapassar 2g de sódio, porém pesquisas mostram que o brasileiro consome em média 5g de sódio e isso acarreta problemas de saúde importantes, como pressão alta, problemas no coração, rins, obesidade etc.

Além do sódio, devemos evitar também alimentos ultraprocessados, como enlatados, refeições congeladas, salsicha etc. Esses alimentos são produzidos a partir da adição de muitos ingredientes, que pode incluir a adição de sal, açúcar, gorduras, e muitos outros, inclusive alguns produzidos em laboratório e que em geral tem como objetivo, aumentar prazo de validade e modificar as características naturais do alimento, como sabor, cor e textura. O consumo frequente desses alimentos, está associado a obesidade e diversas outras doenças.

Para finalizar, a nutricionista diz que devemos ter em mente que os alimentos mais saudáveis, não precisam de rótulos, que são os chamados in natura, como as frutas, verduras e legumes e que devem fazer parte da dieta diariamente.

“Ao olhar o rótulo, o consumidor deve ficar atento as informações nutricionais, especialmente a quantidade de ingredientes que acarretam mais risco a saúde como sódio, açúcar e gorduras saturadas e trans, se a %VD for alta, é preciso acender uma ‘luz amarela’ de atenção. Outras informações importantes são encontradas na lista de ingredientes, ali aparece em ordem decrescente toda a composição do alimento, então aqueles que aparecem primeiro são os que estão presentes em maior quantidade. Se o alimento possui uma lista cheia de ingredientes que o consumidor desconhece, também é necessário ficar atento, já que isso indica acréscimo pela indústria de substâncias para favorecer prazo de validade ou modificar a estrutura natural do alimento”, explica Cintya Bassi.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Sete alimentos poderosos no combate à ansiedade

Especialista indica vitaminas e nutrientes que contribuem para reduzir sintomas de depressão e ansiedade

A ansiedade, quando excessiva, atrapalha o dia a dia e pode até mesmo desequilibrar o metabolismo. A nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde, explica que a rotina carregada pode ser grande causadora de fadiga física e emocional, o que as leva a desenvolver esses quadros de ansiedade. Segundo ela, é importante ter cuidado com a alimentação nesses momentos, pois é frequente recorrer à comida como uma espécie de compensação ou válvula de escape.

“É comum pensarmos que somos merecedores da comida após enfrentarmos algum problema. Estes alimentos funcionam como ‘comfort food’ (comida de conforto), trazendo um alívio imediato às sensações ruins”, comenta. Por isso, é importante buscar alimentos que ajudem no combate aos sentimentos de irritabilidade.

A nutricionista indica a jabuticaba e a uva, que são fontes de vitaminas do complexo B, necessárias para o funcionamento adequado do sistema nervoso e de carboidratos que fornecem energia.

Veja a seguir uma lista com outros alimentos que combatem a ansiedade:

Alimentos que combatem a ansiedade

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=Acelga e espinafre: são dois exemplos de alimentos ricos em magnésio, o que estimula no cérebro a sensação de tranquilidade.

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=Frutas vermelhas: amoras, framboesa, cerejas e outras frutas vermelhas, bem como algumas especiarias, como o gengibre, que são alimentos antioxidantes e, portanto, reduzem os níveis de cortisol combatendo a ansiedade.

aspargos
=Lentilha, feijões e aspargos: alimentos ricos em ácido fólico atuam no sistema nervoso e ajudam a evitar a depressão colaborando para a produção de serotonina no cérebro.

banana
=Banana: essa fruta tem alto teor de triptofano, que também ajuda na produção de serotonina e, portanto, contribui para reduzir sintomas de depressão e ansiedade.

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=Probióticos: alimentos como iogurtes e vegetais em conserva são ricos em probióticos, que melhoram a saúde do intestino e reduz a ansiedade.

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Foto: Wunee/Morguefile

=Alface: a folha possui uma substância chamada lactucina, com ação calmante, e ácido fólico, vitamina cuja deficiência se associa à depressão.

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Pixabay

=Fibras: para manter em ordem os níveis de serotonina, hormônio ligado ao prazer, é importante que o intestino funcione bem, em que grande parte da substância é produzida. Por isso, consuma alimentos ricos em fibras e água para auxiliar o funcionamento.

Cintya ressalta que o alimento sozinho age como parte do tratamento contra a ansiedade, mas traz resultados melhores quando combinado com exercício físico e um estilo de vida equilibrado.

E o chocolate, funciona?

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“Desde que seja o chocolate com teor de cacau acima de 70%”, frisa a nutricionista. Ela explica que o cacau possui substâncias muito semelhantes a anandamida, que é um neurotransmissor sintetizado pelo nosso organismo naturalmente e conhecido popularmente como “substância da felicidade” e que atuam em áreas que regulam o humor, as sensações de dor e a memória.

Alimentos que devem ser evitados

Cintya explica que, assim como alguns ajudam a acalmar e reduzir a ansiedade, outros têm o efeito contrário. Alimentos estimulantes do sistema nervoso, por exemplo, devem ser consumidos com moderação. “É o caso dos energéticos, refrigerantes à base de cola e cafeína, chocolate ao leite, álcool, excesso de açúcar e gorduras”, comenta.

Entram nesse grupo alimentos como:

Doces industrializados
Refrigerantes e energéticos
Bebidas alcoólicas
Chá preto e café
Salsichas e outros embutidos

Ela recomenda, também, reduzir o consumo de carne vermelha devido à presença da tirosina, substância responsável pela produção de adrenalina, que aumenta a agitação.

Como evitar o impulso de comer mais durante momentos de ansiedade?

A nutricionista fala que é importante diferenciar a fome da vontade de comer. A maneira mais fácil de fazer isso, segundo ela, é beber um copo d’água e aguardar alguns minutos. “Se ainda assim o estômago parecer vazio, busque algo saudável e dedique tempo para as refeições, preparando e mastigando bem os alimentos”, reforça.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Especialista lista alimentos que ajudam na digestão

Saiba por que alguns alimentos são benéficos para o sistema digestivo e cita quais devem ser evitados

O bom funcionamento do sistema digestivo é fundamental para mantermos o equilíbrio da nossa saúde e bem-estar. A nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, explica que uma boa digestão significa que o corpo conseguiu reduzir os alimentos a compostos simples, para que esses sejam utilizados para o funcionamento do organismo, auxiliando também na eliminação de toxinas. No entanto, quando ela não ocorre bem, nós sentimos dores e desconfortos.

Alguns dos sinais mais comuns da má digestão são gases, azia e queimação, náuseas, refluxo, diarreia ou prisão de ventre e sensação de peso no estômago. “Esses sintomas afetam até mesmo nosso humor, podendo nos deixar irritados e impacientes, o que atrapalha a realização de atividades rotineiras, por exemplo”, comenta Cintya.

Para evitar isso, ela indica quais são os alimentos que mais contribuem para uma boa digestão. “São alimentos que fornecem substratos, que protegem o estômago e ajudam o intestino a funcionar de forma adequada, extremamente benéficos à nossa saúde”, frisa.

Confira quais são eles e conheça suas vantagens:

Cereais Integrais

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Foto: Pippalou/Morguefile

São ricos em fibras e outros nutrientes que facilitam o trânsito intestinal. Além disso, a especialista conta que os cereais integrais protegem contra alguns tipos de câncer, como o colorretal.

Gengibre

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Esse tubérculo possui alto teor de óleos essenciais, além de seus princípios picantes, que ajudam no tratamento da dispepsia (desconforto digestivo), náuseas e vômitos.

Frutas Vermelhas

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Morangos, amoras, cerejas e demais frutinhas vermelhas são ricas em antioxidantes, ajudam a manter a saúde das células e protegem o corpo contra o surgimento de câncer de fígado e intestino, além de ter forte ação anti-inflamatória.

Abacaxi

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Não é à toa que algumas churrascarias oferecem fatias de abacaxi ao final das refeições. Essa fruta, segundo a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, apresenta uma enzima digestiva natural que tem ação, principalmente, no estômago. Facilita a digestão e auxilia na quebra de nutrientes, como proteínas e gorduras, gerando melhor absorção e metabolização. “O abacaxi alivia aquela sensação de peso no estômago após uma refeição”, esclarece.

Mamão

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Pixabay

O mamão é muito bom para pessoas que sofrem com constipação, pois suas propriedades laxativas ajudam a melhorar o funcionamento do intestino. Além disso, Cintya conta que o mamão tem uma enzima que facilita a digestão.

Iogurtes

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Foto: Profet77/Pixabay

Rico em proteínas, carboidratos e outros nutrientes. Ainda, apresenta um diferencial: bactérias benéficas, favorecendo uma colonização saudável da flora intestinal e eliminando bactérias nocivas, o que reduz gases, infecções intestinais, entre outros males.

Azeite

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“O óleo vegetal mais saudável”, conforme aponta a especialista, é capaz de melhorar a secreção biliar, facilitando a digestão e atuando positivamente em órgãos como pâncreas e vesícula.

Vilões da digestão

Enquanto os alimentos dos grupos acima são ótimos para melhorar a digestão, alguns podem ter efeito contrário, tornando a absorção dos nutrientes mais difícil e trazendo riscos à saúde aos órgãos do sistema digestivo. Dessa forma, a nutricionista sugere que os alimentos abaixo sejam evitados, sobretudo em caso de problemas digestivos:

– Adoçantes artificiais: o consumo em excesso pode provocar má digestão e irritação intestinal, aumentando a ocorrência de gases, inchaço e diarreia.

– Café: se consumido em grandes quantidades, ele pode causar irritação gástrica e sintomas como dor e azia, pois o café aumenta a produção de ácido no estômago.

carne de porco gordura pixabay
Pixabay

– Frituras e gorduras: esses alimentos deixam a digestão mais lenta, prejudicando o processo e podendo causar gases, inchaço, prisão de ventre entre outros problemas.

– Leite: o açúcar do leite (lactose) pode causar dores abdominais, diarreia e distensão sobretudo para pessoas que têm intolerância à lactose.

– Carnes processadas: produtos como salame, salsicha, linguiça entre outros podem causar inflamações e acúmulo de toxinas, devido a quantidade de substâncias artificiais adicionadas ao alimento.

Quatro dicas para uma boa digestão

Para ajudar ainda mais no bom funcionamento do aparelho digestivo, além de atentar para os alimentos indicados acima, Cintya também dá 4 dicas importantes:

prato comida mulher fome dieta

=Mastigação: é importante comer sem pressa, mastigando bem cada alimento para que ele esteja pronto para uma digestão adequada.
=Descanso: a nutricionista recomenda que se evite deitar-se logo após grandes refeições, sobretudo quando ingerimos alimentos pesados, pois isso atrapalha o processo de digestão.
=Jejum: segundo a especialista, deve-se evitar jejuns prolongados, pois esse hábito deixa o sistema digestivo mais exposto ao ácido gástrico;
=Medicamentos: Cintya explica que alguns remédios, especialmente os antibióticos, podem destruir as bactérias que auxiliam na digestão e proteção do organismo. “Por isso, em alguns casos, recomendamos ao paciente associar probióticos ao uso da medicação, como os encontrados no leite fermentado e iogurtes”, finaliza.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Nutricionista dá dicas para aproveitar a Festa Junina de forma saudável

Da pipoca ao quentão, saiba quais são os alimentos típicos mais nutritivos e quais você deve evitar

Com o início da temporada das festas juninas por todo o país, aumenta a expectativa de consumir as famosas comidinhas típicas. No entanto, nem sempre esses pratos tradicionais são saudáveis, é o que revela a nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde. Ela explica que é preciso ter atenção aos ingredientes e à forma como são preparados se quiser curtir as festas sem culpa e sem prejudicar a saúde.

“A ideia não é proibir este ou aquele alimento, mas sim tentar priorizar aqueles que são mais benéficos, com mais nutrientes, e reduzir os que não fazem bem”, comenta. Além disso, algumas substituições simples podem tornar o quitute mais saudável. Para ajudar, a especialista criou uma lista, indicando qual a melhor maneira de aproveitar cada alimento.

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Milho: a melhor maneira de consumi-lo é na forma in natura, na espiga mesmo, com pouco sal. Ele é rico em carboidratos e outros nutrientes, como fibras e as vitaminas B1, B2 e E, além de possuir dois importantes antioxidantes que contribuem para a saúde da visão, zeaxantina e luteína. O milho, assim como os alimentos típicos derivados dele, se tornam mais benéficos quando são consumidos com baixa quantidade de sal, açúcar e gordura (ex.: margarina). A nutricionista também não recomenda o acréscimo de temperos industrializados na preparação. “Geralmente, as pessoas preparam a pipoca, por exemplo, e incluem condimentos a fim de ressaltar o sabor, porém isso eleva o teor de sódio tornando-a menos saudável”, frisa.

Pipoca: contém boa quantidade de fibras e Vitamina A;
Pamonha: fonte de fibra e de energia, mas contém um alto índice de carboidrato simples, por isso o consumo deve ser controlado;
Curau: alimento rico em potássio, deve ser consumido com moderação devido a quantidade de açúcar.
Canjica: deve ser consumida com moderação devido ao teor calórico e de açúcar, mas possui fibras que auxiliam na regulação do intestino e proteínas importante para a construção muscular.

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Foto: Cinha Tur

Pinhão: segundo a Cintya, pinhão é uma opção saudável, pois o alimento contém ferro e cobre. Além disso, ele libera ácido linoleico, que aumenta a sensação de saciedade, e luteína, um antioxidante importante para a saúde ocular. Ela recomenda o consumo do pinhão assado ou cozido, preferencialmente sem temperos.

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Churrasquinho: tem proteínas, zinco e ajuda a manter a saciedade. No entanto, a especialista faz um alerta: “evite o consumo de carnes com temperos artificiais e, sobretudo, de procedência desconhecida”.

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Caldos: temperaturas baixas favorecem o consumo de caldos nas festas juninas, e a especialista recomenda as versões de legumes, verduras e grãos, como o caldo de feijão. “Eles são saudáveis por conter fibras e vitaminas, e o ideal é evitar complementar com bacon ou queijo ralado”, avisa.

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Paçoca e pé-de-moleque: a nutricionista explica que, embora feitos com amendoim, que é um alimento com muitos nutrientes, a paçoca e o pé de moleque contêm excesso de açúcar e, por isso, devem ser consumidos com moderação. Ela recomenda substituir por versões lights sempre que possível.

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Cachorro-quente e frituras: muito comum nas festas juninas, os cachorros-quentes, pasteis e outras frituras devem ser evitados, segundo Cintya. “Esses alimentos contêm excesso de gorduras, sal e outras substâncias muito prejudiciais à saúde, o ideal é não consumir”, lembra.

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Foto: UmComo

Suspiro e maria-mole: produzidos com muito açúcar, a nutricionista afirma que esse tipo de doce não possui nada que agregue bom valor nutricional em sua composição, por essa razão recomenda evitá-los.

Quentao

Quentão: bebida mais emblemática da festa junina, além de conter álcool, é bastante açucarada. A dica da nutricionista, nesse caso, é reduzir o açúcar e criar um quentão funcional utilizando chá de hibisco na sua composição.

Adaptações saborosas

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Para Cintya, comidas com alto teor de açúcar e baixa qualidade nutricional, como doces em compota, suspiro, quentão e pé-de-moleque, devem ser consumidas em baixa quantidade ou substituídas por frutas.

Uma boa maneira de seguir essa recomendação é comer primeiro os alimentos considerados mais saudáveis para aumentar a saciedade e diminuir a quantia a ser consumida posteriormente dos mais prejudiciais. Além disso, é possível fazer adaptações saudáveis em algumas receitas, tornando-as menos calóricas e mais nutritivas. “Você pode substituir o açúcar refinado pelo açúcar mascavo na maçã do amor e preferir adoçantes naturais ao fazer bolos e outros doces”, sugere.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde 

 

Como aproveitar o comfort food sem prejudicar sua saúde

“Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz especialista

Comfort food, ou comida afetiva, é um termo utilizado para definir um tipo de alimento que desperta reações emocionais nas pessoas, como uma lembrança do passado ou sensação de conforto imediato. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo, explica que isso ocorre porque a mente humana relaciona alguns ingredientes, devido aos seus sabores e aromas, a situações e experiências de vida.

Dessa forma, a busca por determinados alimentos pode não estar apenas atrelada à questão nutricional. Segundo a psicóloga, devido a esse “poder” da comida afetiva, as pessoas podem recorrer a essa fonte de prazer quando se sentem estressadas, desmotivadas ou deprimidas. “É nesse ponto que a relação com a comida afetiva pode deixar de ser saudável”, alerta.

Alimentos considerados comfort food

Segundo a psicóloga, podemos classificar como comfort food alimentos de quatro categorias distintas:

– Nostalgia

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Grupo de alimentos que são buscados por remeterem a um período vivenciado no passado, pode ser de uma região específica onde o indivíduo vivia quando criança ou, por exemplo, a refeição preferida feita pela mãe. “Ao ativar nossos sentidos, esse tipo de comida nos reconecta com o passado”, explica a psicóloga do São Cristóvão.

– Indulgência

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Quando a pessoa busca por um alimento específico, geralmente rico em gorduras, como uma forma de recompensar uma situação negativa, por exemplo, problemas no trabalho, uma briga no casamento etc.

– Conveniência

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Neste grupo estão os alimentos que podem ser consumidos de forma mais prática e acessível, como os industrializados de preparo instantâneo e os fast foods. “A intenção aqui é obter a satisfação e o prazer de forma rápida e simples, o que pode ser bastante prejudicial para a saúde em médio e longo prazo”, comenta a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves.

– Conforto físico

mulher comendo chocolate
Alimentos que geram sensações boas devido a ação química comprovada no cérebro. Podem ser alimentos ricos em açúcar, café, bebidas alcoólicas entre outros.

Quando o comfort food pode ser prejudicial

Aline ressalta que, quando a pessoa recorre à comida em busca dessa sensação de prazer instantânea, o ato de comer passa a significar algo que vai além do fornecimento de nutrientes para o funcionamento do corpo. “Nesse caso, o ato de comer se torna uma maneira de depositar e compensar sentimentos e emoções, como a ansiedade, o que pode gerar um hábito nocivo ao organismo”, comenta.

A busca frequente por essa sensação que o comfort food provoca pode levar a uma compulsão alimentar, que ocorre quando a pessoa ingere altas quantidades de comida em um pequeno intervalo de tempo. “Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz a psicóloga.

Além disso, conforme explica a nutricionista, é muito comum fazer essa associação afetiva a comidas gordurosas, como uma pizza ou lasanha. “É importante ter consciência sobre o consumo desses alimentos, que geralmente possuem teor mais elevado de carboidratos e calorias”, lembra.

hamburguer

Um exemplo disso são os fast foods, que também são alvos nesses momentos por proporcionarem satisfação imediata. “Muitas pessoas justificam o fast food como um ‘presente’ em meio a um dia desgastante, por exemplo, e essa atitude quando se torna frequente pode ser prejudicial, uma vez que lanches rápidos são mais calóricos e possuem baixo valor nutricional”, reforça a nutricionista.

A especialista alega que alimentos reconfortantes, em geral, são ricos em gordura saturada, que fazem com que o cérebro demore mais tempo para perceber o grau de saciedade, e nutrientes que agem como estimulantes na produção de hormônios ligados à sensação de prazer. “Normalmente, esses alimentos são consumidos sem maiores reflexões e assumem a característica de apenas proporcionar o prazer imediato”, completa a psicóloga do São Cristóvão.

Como ficar somente com o “lado bom” do comfort food

A maioria das comidas afetivas nos remetem à infância, refeições em família com receitas caseiras. Assim, a nutricionista aproveita esse aspecto para recomendar o uso de ingredientes naturais e menos calóricos que têm grande poder de instigar os sentidos humanos, como:

molho de tomate catkin pixabay
Foto: Catkin/Pixabay

alecrim
tomilho
manjericão
cúrcuma
salsinha
alho
molho de tomate caseiro
adoçantes naturais (stevia ou xilitol)
massas integrais

Ingredientes como esses possuem aromas e sabores característicos que aguçam os sentidos e podem ser associados a refeições mais saudáveis, com menos condimentos e ingredientes industrializados, conforme explica Ana Paula Gonçalves.

“O prazer de se sentir bem não deve ter como única e exclusiva fonte uma refeição”, afirma a nutricionista, que recomenda incluir outras atividades na rotina diária para evitar o consumo excessivo de comida afetiva. Entretanto, mudar esse comportamento é um “processo muito importante e complexo, que exige um comprometimento do paciente em se conhecer e entender suas tensões emocionais, podendo contar com apoio profissional nessa jornada”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Saiba como se alimentar de forma saudável durante o expediente

Com a rotina corrida dos dias de hoje, fica cada vez mais difícil realizar as refeições de maneira adequada. Por isso, é importante buscar elementos que permitam adaptar uma alimentação saudável a esse estilo/ritmo de vida. De acordo com a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e nozes, assim como barras de cereais de baixo valor calórico, frutas secas e biscoitos integrais são boas opções de lanche.

Ao longo do dia, o cansaço vai aumentando, com isso o corpo pede pra repormos energia. Como doces e carboidratos são as fontes mais rápidas de energia, é comum sentir vontade desses tipos de alimento. Por isso, a nutricionista recomenda o consumo de 30g de chocolate meio amargo, a partir de 60% de cacau, que pode fornecer, ao mesmo tempo, esse prazer momentâneo e a energia necessária.

“O chocolate meio amargo tem menos gordura e mais cacau, o que aumenta a concentração de componentes benéficos à saúde cardiovascular, além de dar energia”, explica.

Caso marmitas sejam uma opção viável no local de trabalho, a dica é montar uma alimentação balanceada, que inclua o maior número de fontes de nutrientes possível, como as indicadas pela especialista:

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=Carboidratos complexos, como arroz e massas integrais – são digeridos e absorvidos lentamente, prolongando a sensação de saciedade;
=Grãos integrais, como linhaça e quinoa – são fontes de fibra;
=Vitaminas e minerais, presentes em frutas e hortaliças;
=Gorduras de boa qualidade, como óleos e azeites;
=Proteínas – presentes em carnes magras e grãos, como feijão, soja, lentilha e grão-de-bico.

A especialista do Grupo São Cristóvão Saúde ainda alerta que, caso sofram aquecimento, alguns nutrientes podem se decompor, como a Vitamina C e algumas vitaminas do Complexo B. Portanto, alimentos frescos e não processados podem ser uma boa opção, uma vez que garantem melhor aproveitamento de todos os componentes nutritivos.

Se não for possível levar comida de casa, Cintya Bassi dá algumas sugestões para escolher de forma saudável, onde e o que almoçar. De acordo com ela, quando a escolha for por comida a quilo, é importante observar todas as opções oferecidas e pensar nos alimentos e nas quantidades antes de montar o prato.

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Latife Restaurante

“Comece preenchendo com saladas, evite molhos brancos e dê preferência ao simples e clássico, como arroz integral, feijão e frango grelhado”, orienta a nutricionista.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Nutricionista cria cardápio detox pós-Páscoa

Excessos no consumo de chocolate podem gerar sintomas como cansaço, dor de cabeça e má digestão

Para muitas pessoas, pode ser difícil evitar alguns excessos durante a Páscoa, sobretudo com a grande oferta de chocolates. “Embora o chocolate tenha muitas propriedades benéficas, o exagero nunca é saudável”, frisa a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, que elaborou um cardápio para auxiliar a desintoxicar o organismo após o feriado.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a média do consumo de chocolate em 2018 supera 5 kg por pessoa na Grande São Paulo. A nutricionista conta que uma das principais razões dessa atração por chocolate é que ele age como uma espécie de antidepressivo natural. “O chocolate faz com que o sistema nervoso libere substâncias estimulantes, o que nos leva a ter momentos de prazer intenso”, comenta.

Ela explica que o chocolate costuma ser visto como um vilão por conter grande quantidade de gordura saturada e açúcar. Porém, ele também conta com nutrientes e vitaminas que fazem muito bem ao organismo, especialmente, quando fazemos escolhas corretas de chocolates com maior teor de cacau e menor teor de gordura e açúcar. “Chocolate é rico em fósforo, ferro, cálcio e potássio, além de conter magnésio, manganês, vitaminas A, D e E e do complexo B”, diz Cintya.

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A solução, segundo a especialista, é não exagerar. “Quando comemos uma grande quantidade em um curto espaço de tempo, acabamos sobrecarregando o organismo com toxinas que geram sintomas como cansaço, má digestão, dor de cabeça, enfraquecimento do sistema imunológico etc.”, alerta.

Pensando nisso, a nutricionista do Grupo São Cristóvão elaborou um cardápio detox de três dias. “As refeições sugeridas priorizam alimentos de fácil digestão, baixo potencial alergênico e com propriedades depurativas que agem principalmente no fígado e intestino, órgãos responsáveis pela metabolização da maior parte dos nutrientes”, explica. Confira:

Cardápio Detox pós Páscoa

Primeiro dia

pão de queijo

Café da manhã:
1 Pão de queijo
Leite fermentado (1 unid)
1 banana com aveia

Lanche da Manhã:
Abacaxi salpicado com hortelã (1 fatia grande)

Almoço:
Salada de almeirão com cenoura ralada (1 pires)
Azeite (1 colher de chá)
Arroz integral (3 col. de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Couve refogada (3 col. de sopa)
Filé de frango grelhado (1 unidade)
Laranja (1 unid. média)

Lanche da tarde:
Suco de acerola (1 copo)

Jantar:
Salada de tomate, agrião e alho (1 pires)
Limão (1 colher de chá)
Arroz integral (2 colheres de sopa)
Lentilha (2 colheres de sopa)
Omelete de forno (médio)
Pera (pequena)

chá verde

Ceia:
Chá verde (1 xícara de chá)

Segundo dia

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Café da manhã:
Pão de mandioquinha (2 fatias)
Geleia de frutas vermelhas light (1 colher sopa)
Iogurte natural semidesnatado com quinoa (1 copo)

Lanche da Manhã:
Suco de melancia com gengibre (1 copo)

Almoço:
Salada de rúcula com cebola (4 folhas)
Azeite (1 colher de sopa)
Arroz integral com açafrão (3 colheres de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Farofa de linhaça dourada (2 colheres rasas)
1 filé de peixe grelhado
Manga (1/2 pequena)

Lanche da tarde:
Mamão (1 fatia grossa)

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Jantar:
Sopa de legumes com macarrão integral (1 prato fundo)
Kiwi (1 médio)

Ceia:
Chá preto (1 xícara de chá)

Terceiro dia

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Café da manhã:
Tapioca recheada com queijo branco (1 unidade)
Suco de uva integral (1 copo)
Nozes (3 unidades pequenas)

Lanche da manhã:
Melão (1 fatia)

Almoço:
Salada de beterraba com cebola (1 pires)
Azeite (1 colher de chá)
Arroz integral (3 colheres de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Frango ao molho (2 unidades pequenas)
Berinjela refogada (1/2 xícara de chá)
Romã (1 fatia média)

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Foto: Kamdora

Lanche da tarde:
Biscoito integral (2 unidades)
Água de coco (1 copo)

maçã

Jantar (Salada completa):
Alface americana picada (4 folhas)
Cenoura ralada (½ unidade)
Repolho roxo picado (2 folhas)
Salsão em tiras (1 talo)
Peito de peru defumado em tiras (50g)
Molho de mostarda e iogurte (2 colheres)
Maçã (1 unidade)

Ceia:
Chá branco (1 copo)

* O cardápio elaborado sugere uma dieta de consumo de 1600 kcal/dia.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Salvar

Psicóloga dá dicas para lidar com as crianças durante a separação dos pais

Diálogo e sinceridade são essenciais para que os pequenos se sintam seguros nesta etapa

A separação é um momento difícil, principalmente se o casal tiver filhos. Não importa a idade, para eles é sempre complicado aceitar e entender a decisão dos pais de não viverem mais juntos. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Cristina de Melo, sugere a melhor forma de abordar o assunto e ajudar as crianças a lidarem com o divórcio.

Para a profissional, o melhor momento para informar aos filhos é quando esta decisão está seguramente resolvida pelos pais. “Isso evita gerar angústias desnecessárias para a criança ou adolescente, caso eles mudem de ideia”.

Não existe receita, mas a especialista lembra que a adaptação do discurso para a realidade dos pequenos e a sinceridade são pontos que devem ser levados em conta. “Posicioná-los sobre a separação de forma clara, sincera e verdadeira, transparecendo tranquilidade e segurança, faz com que a criança identifique tais sentimentos e apazigue sua angústia por meio deste acolhimento”, diz.

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Ela explica que não há necessidade de expor os reais motivos do divórcio, porém é muito importante que fique claro para a criança que ela não teve qualquer culpa ou participação nesta decisão.

Paciência e sensibilidade também são muito importantes diante das dúvidas que surgirão no decorrer deste processo. Segundo a psicóloga, na maioria dos casos, a criança não absorve bem a notícia, pois tal aspecto implica no surgimento de muitas fantasias em suas mentes, que vão desde a culpa e a contribuição delas para a separação dos pais, até a possibilidade de o divórcio afetar o amor que sentem por ela. “Isso sem falar na angústia da ausência do cônjuge que sairá de casa”, complementa.

Aline ressalta que a rejeição da criança pode ser temporária. “Ela dura até que perceba que, embora sua rotina mude, o carinho e amor que recebe dos pais não mudará. Com o tempo, essa reação de rebeldia tende a se dissipar, conforme os filhos forem recuperando a segurança na família e nos laços afetivos”, acrescenta a psicóloga do São Cristóvão.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar uma mudança no seu comportamento e no seu rendimento em algumas atividades, inclusive na escola. Quando isso acontece, Aline aponta que é importante que os pais, juntamente com seu filho, reflitam sobre o que pode estar interferindo.

Segundo ela, a falta de motivação para as atividades pode estar ligada a aspectos emocionais relacionados à dificuldade em compreender e aceitar o divórcio, “como também uma forma de chamar atenção, mesmo que seja por meio de um aspecto negativo e prejudicial”, diz.

A especialista aconselha que os pais conversem com os educadores sobre ao assunto. “Investiguem se a criança expõe suas insatisfações e angústias perante a separação dos pais em ambiente escolar. Essa é também uma forma de compreender melhor o que ocorre”, explica.

Para a psicóloga, evitar expor os filhos aos conflitos do casal deve ser a maior preocupação dos pais. “É importante tomar cuidado para não acabar usando os filhos para afetar o outro, isso poderá se refletir negativamente na criança”. Ela explica que um cônjuge não pode falar mal do outro para a criança, o ideal é que eles saibam separar a relação deles como casal da relação deles como pais.

A dica da profissional é que os pais mantenham um relacionamento saudável, ou pelo menos, tenham um diálogo cordial. “Ter um bom relacionamento é importante, pois eles precisam dialogar e se organizar quanto aos cuidados, atenção e rotina dos filhos”. Dessa forma, as crianças perceberão que sua família passou por uma grande mudança, mas que isso não afetou no carinho e amor dos pais.

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Foto: Educaloi

“Quando isso acontece, os filhos percebem que não há motivo para sentirem-se abandonados”, reforça. Em alguns casos a separação traz alívio, principalmente quando as situações de conflitos vivenciados pelo casal eram presenciadas pelos filhos.

“Muitos pais depois da separação conseguem até melhorar a convivência com as crianças, gerando uma relação ainda mais próxima”, diz a psicóloga. E, caso a criança tenha dificuldade em lidar com todas as mudanças causadas pela separação dos pais, a profissional explica que a psicoterapia pode ser um auxílio valioso na compreensão dos sentimentos e nas mudanças que serão enfrentadas.