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Sete alimentos poderosos no combate à ansiedade

Especialista indica vitaminas e nutrientes que contribuem para reduzir sintomas de depressão e ansiedade

A ansiedade, quando excessiva, atrapalha o dia a dia e pode até mesmo desequilibrar o metabolismo. A nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde, explica que a rotina carregada pode ser grande causadora de fadiga física e emocional, o que as leva a desenvolver esses quadros de ansiedade. Segundo ela, é importante ter cuidado com a alimentação nesses momentos, pois é frequente recorrer à comida como uma espécie de compensação ou válvula de escape.

“É comum pensarmos que somos merecedores da comida após enfrentarmos algum problema. Estes alimentos funcionam como ‘comfort food’ (comida de conforto), trazendo um alívio imediato às sensações ruins”, comenta. Por isso, é importante buscar alimentos que ajudem no combate aos sentimentos de irritabilidade.

A nutricionista indica a jabuticaba e a uva, que são fontes de vitaminas do complexo B, necessárias para o funcionamento adequado do sistema nervoso e de carboidratos que fornecem energia.

Veja a seguir uma lista com outros alimentos que combatem a ansiedade:

Alimentos que combatem a ansiedade

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=Acelga e espinafre: são dois exemplos de alimentos ricos em magnésio, o que estimula no cérebro a sensação de tranquilidade.

cerejas do chile
=Frutas vermelhas: amoras, framboesa, cerejas e outras frutas vermelhas, bem como algumas especiarias, como o gengibre, que são alimentos antioxidantes e, portanto, reduzem os níveis de cortisol combatendo a ansiedade.

aspargos
=Lentilha, feijões e aspargos: alimentos ricos em ácido fólico atuam no sistema nervoso e ajudam a evitar a depressão colaborando para a produção de serotonina no cérebro.

banana
=Banana: essa fruta tem alto teor de triptofano, que também ajuda na produção de serotonina e, portanto, contribui para reduzir sintomas de depressão e ansiedade.

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=Probióticos: alimentos como iogurtes e vegetais em conserva são ricos em probióticos, que melhoram a saúde do intestino e reduz a ansiedade.

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Foto: Wunee/Morguefile

=Alface: a folha possui uma substância chamada lactucina, com ação calmante, e ácido fólico, vitamina cuja deficiência se associa à depressão.

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=Fibras: para manter em ordem os níveis de serotonina, hormônio ligado ao prazer, é importante que o intestino funcione bem, em que grande parte da substância é produzida. Por isso, consuma alimentos ricos em fibras e água para auxiliar o funcionamento.

Cintya ressalta que o alimento sozinho age como parte do tratamento contra a ansiedade, mas traz resultados melhores quando combinado com exercício físico e um estilo de vida equilibrado.

E o chocolate, funciona?

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“Desde que seja o chocolate com teor de cacau acima de 70%”, frisa a nutricionista. Ela explica que o cacau possui substâncias muito semelhantes a anandamida, que é um neurotransmissor sintetizado pelo nosso organismo naturalmente e conhecido popularmente como “substância da felicidade” e que atuam em áreas que regulam o humor, as sensações de dor e a memória.

Alimentos que devem ser evitados

Cintya explica que, assim como alguns ajudam a acalmar e reduzir a ansiedade, outros têm o efeito contrário. Alimentos estimulantes do sistema nervoso, por exemplo, devem ser consumidos com moderação. “É o caso dos energéticos, refrigerantes à base de cola e cafeína, chocolate ao leite, álcool, excesso de açúcar e gorduras”, comenta.

Entram nesse grupo alimentos como:

Doces industrializados
Refrigerantes e energéticos
Bebidas alcoólicas
Chá preto e café
Salsichas e outros embutidos

Ela recomenda, também, reduzir o consumo de carne vermelha devido à presença da tirosina, substância responsável pela produção de adrenalina, que aumenta a agitação.

Como evitar o impulso de comer mais durante momentos de ansiedade?

A nutricionista fala que é importante diferenciar a fome da vontade de comer. A maneira mais fácil de fazer isso, segundo ela, é beber um copo d’água e aguardar alguns minutos. “Se ainda assim o estômago parecer vazio, busque algo saudável e dedique tempo para as refeições, preparando e mastigando bem os alimentos”, reforça.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Especialista lista alimentos que ajudam na digestão

Saiba por que alguns alimentos são benéficos para o sistema digestivo e cita quais devem ser evitados

O bom funcionamento do sistema digestivo é fundamental para mantermos o equilíbrio da nossa saúde e bem-estar. A nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, explica que uma boa digestão significa que o corpo conseguiu reduzir os alimentos a compostos simples, para que esses sejam utilizados para o funcionamento do organismo, auxiliando também na eliminação de toxinas. No entanto, quando ela não ocorre bem, nós sentimos dores e desconfortos.

Alguns dos sinais mais comuns da má digestão são gases, azia e queimação, náuseas, refluxo, diarreia ou prisão de ventre e sensação de peso no estômago. “Esses sintomas afetam até mesmo nosso humor, podendo nos deixar irritados e impacientes, o que atrapalha a realização de atividades rotineiras, por exemplo”, comenta Cintya.

Para evitar isso, ela indica quais são os alimentos que mais contribuem para uma boa digestão. “São alimentos que fornecem substratos, que protegem o estômago e ajudam o intestino a funcionar de forma adequada, extremamente benéficos à nossa saúde”, frisa.

Confira quais são eles e conheça suas vantagens:

Cereais Integrais

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Foto: Pippalou/Morguefile

São ricos em fibras e outros nutrientes que facilitam o trânsito intestinal. Além disso, a especialista conta que os cereais integrais protegem contra alguns tipos de câncer, como o colorretal.

Gengibre

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Esse tubérculo possui alto teor de óleos essenciais, além de seus princípios picantes, que ajudam no tratamento da dispepsia (desconforto digestivo), náuseas e vômitos.

Frutas Vermelhas

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Morangos, amoras, cerejas e demais frutinhas vermelhas são ricas em antioxidantes, ajudam a manter a saúde das células e protegem o corpo contra o surgimento de câncer de fígado e intestino, além de ter forte ação anti-inflamatória.

Abacaxi

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Não é à toa que algumas churrascarias oferecem fatias de abacaxi ao final das refeições. Essa fruta, segundo a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, apresenta uma enzima digestiva natural que tem ação, principalmente, no estômago. Facilita a digestão e auxilia na quebra de nutrientes, como proteínas e gorduras, gerando melhor absorção e metabolização. “O abacaxi alivia aquela sensação de peso no estômago após uma refeição”, esclarece.

Mamão

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Pixabay

O mamão é muito bom para pessoas que sofrem com constipação, pois suas propriedades laxativas ajudam a melhorar o funcionamento do intestino. Além disso, Cintya conta que o mamão tem uma enzima que facilita a digestão.

Iogurtes

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Foto: Profet77/Pixabay

Rico em proteínas, carboidratos e outros nutrientes. Ainda, apresenta um diferencial: bactérias benéficas, favorecendo uma colonização saudável da flora intestinal e eliminando bactérias nocivas, o que reduz gases, infecções intestinais, entre outros males.

Azeite

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“O óleo vegetal mais saudável”, conforme aponta a especialista, é capaz de melhorar a secreção biliar, facilitando a digestão e atuando positivamente em órgãos como pâncreas e vesícula.

Vilões da digestão

Enquanto os alimentos dos grupos acima são ótimos para melhorar a digestão, alguns podem ter efeito contrário, tornando a absorção dos nutrientes mais difícil e trazendo riscos à saúde aos órgãos do sistema digestivo. Dessa forma, a nutricionista sugere que os alimentos abaixo sejam evitados, sobretudo em caso de problemas digestivos:

– Adoçantes artificiais: o consumo em excesso pode provocar má digestão e irritação intestinal, aumentando a ocorrência de gases, inchaço e diarreia.

– Café: se consumido em grandes quantidades, ele pode causar irritação gástrica e sintomas como dor e azia, pois o café aumenta a produção de ácido no estômago.

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– Frituras e gorduras: esses alimentos deixam a digestão mais lenta, prejudicando o processo e podendo causar gases, inchaço, prisão de ventre entre outros problemas.

– Leite: o açúcar do leite (lactose) pode causar dores abdominais, diarreia e distensão sobretudo para pessoas que têm intolerância à lactose.

– Carnes processadas: produtos como salame, salsicha, linguiça entre outros podem causar inflamações e acúmulo de toxinas, devido a quantidade de substâncias artificiais adicionadas ao alimento.

Quatro dicas para uma boa digestão

Para ajudar ainda mais no bom funcionamento do aparelho digestivo, além de atentar para os alimentos indicados acima, Cintya também dá 4 dicas importantes:

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=Mastigação: é importante comer sem pressa, mastigando bem cada alimento para que ele esteja pronto para uma digestão adequada.
=Descanso: a nutricionista recomenda que se evite deitar-se logo após grandes refeições, sobretudo quando ingerimos alimentos pesados, pois isso atrapalha o processo de digestão.
=Jejum: segundo a especialista, deve-se evitar jejuns prolongados, pois esse hábito deixa o sistema digestivo mais exposto ao ácido gástrico;
=Medicamentos: Cintya explica que alguns remédios, especialmente os antibióticos, podem destruir as bactérias que auxiliam na digestão e proteção do organismo. “Por isso, em alguns casos, recomendamos ao paciente associar probióticos ao uso da medicação, como os encontrados no leite fermentado e iogurtes”, finaliza.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Nutricionista dá dicas para aproveitar a Festa Junina de forma saudável

Da pipoca ao quentão, saiba quais são os alimentos típicos mais nutritivos e quais você deve evitar

Com o início da temporada das festas juninas por todo o país, aumenta a expectativa de consumir as famosas comidinhas típicas. No entanto, nem sempre esses pratos tradicionais são saudáveis, é o que revela a nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde. Ela explica que é preciso ter atenção aos ingredientes e à forma como são preparados se quiser curtir as festas sem culpa e sem prejudicar a saúde.

“A ideia não é proibir este ou aquele alimento, mas sim tentar priorizar aqueles que são mais benéficos, com mais nutrientes, e reduzir os que não fazem bem”, comenta. Além disso, algumas substituições simples podem tornar o quitute mais saudável. Para ajudar, a especialista criou uma lista, indicando qual a melhor maneira de aproveitar cada alimento.

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Milho: a melhor maneira de consumi-lo é na forma in natura, na espiga mesmo, com pouco sal. Ele é rico em carboidratos e outros nutrientes, como fibras e as vitaminas B1, B2 e E, além de possuir dois importantes antioxidantes que contribuem para a saúde da visão, zeaxantina e luteína. O milho, assim como os alimentos típicos derivados dele, se tornam mais benéficos quando são consumidos com baixa quantidade de sal, açúcar e gordura (ex.: margarina). A nutricionista também não recomenda o acréscimo de temperos industrializados na preparação. “Geralmente, as pessoas preparam a pipoca, por exemplo, e incluem condimentos a fim de ressaltar o sabor, porém isso eleva o teor de sódio tornando-a menos saudável”, frisa.

Pipoca: contém boa quantidade de fibras e Vitamina A;
Pamonha: fonte de fibra e de energia, mas contém um alto índice de carboidrato simples, por isso o consumo deve ser controlado;
Curau: alimento rico em potássio, deve ser consumido com moderação devido a quantidade de açúcar.
Canjica: deve ser consumida com moderação devido ao teor calórico e de açúcar, mas possui fibras que auxiliam na regulação do intestino e proteínas importante para a construção muscular.

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Foto: Cinha Tur

Pinhão: segundo a Cintya, pinhão é uma opção saudável, pois o alimento contém ferro e cobre. Além disso, ele libera ácido linoleico, que aumenta a sensação de saciedade, e luteína, um antioxidante importante para a saúde ocular. Ela recomenda o consumo do pinhão assado ou cozido, preferencialmente sem temperos.

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Churrasquinho: tem proteínas, zinco e ajuda a manter a saciedade. No entanto, a especialista faz um alerta: “evite o consumo de carnes com temperos artificiais e, sobretudo, de procedência desconhecida”.

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Caldos: temperaturas baixas favorecem o consumo de caldos nas festas juninas, e a especialista recomenda as versões de legumes, verduras e grãos, como o caldo de feijão. “Eles são saudáveis por conter fibras e vitaminas, e o ideal é evitar complementar com bacon ou queijo ralado”, avisa.

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Paçoca e pé-de-moleque: a nutricionista explica que, embora feitos com amendoim, que é um alimento com muitos nutrientes, a paçoca e o pé de moleque contêm excesso de açúcar e, por isso, devem ser consumidos com moderação. Ela recomenda substituir por versões lights sempre que possível.

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Cachorro-quente e frituras: muito comum nas festas juninas, os cachorros-quentes, pasteis e outras frituras devem ser evitados, segundo Cintya. “Esses alimentos contêm excesso de gorduras, sal e outras substâncias muito prejudiciais à saúde, o ideal é não consumir”, lembra.

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Foto: UmComo

Suspiro e maria-mole: produzidos com muito açúcar, a nutricionista afirma que esse tipo de doce não possui nada que agregue bom valor nutricional em sua composição, por essa razão recomenda evitá-los.

Quentao

Quentão: bebida mais emblemática da festa junina, além de conter álcool, é bastante açucarada. A dica da nutricionista, nesse caso, é reduzir o açúcar e criar um quentão funcional utilizando chá de hibisco na sua composição.

Adaptações saborosas

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Para Cintya, comidas com alto teor de açúcar e baixa qualidade nutricional, como doces em compota, suspiro, quentão e pé-de-moleque, devem ser consumidas em baixa quantidade ou substituídas por frutas.

Uma boa maneira de seguir essa recomendação é comer primeiro os alimentos considerados mais saudáveis para aumentar a saciedade e diminuir a quantia a ser consumida posteriormente dos mais prejudiciais. Além disso, é possível fazer adaptações saudáveis em algumas receitas, tornando-as menos calóricas e mais nutritivas. “Você pode substituir o açúcar refinado pelo açúcar mascavo na maçã do amor e preferir adoçantes naturais ao fazer bolos e outros doces”, sugere.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde 

 

Como aproveitar o comfort food sem prejudicar sua saúde

“Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz especialista

Comfort food, ou comida afetiva, é um termo utilizado para definir um tipo de alimento que desperta reações emocionais nas pessoas, como uma lembrança do passado ou sensação de conforto imediato. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo, explica que isso ocorre porque a mente humana relaciona alguns ingredientes, devido aos seus sabores e aromas, a situações e experiências de vida.

Dessa forma, a busca por determinados alimentos pode não estar apenas atrelada à questão nutricional. Segundo a psicóloga, devido a esse “poder” da comida afetiva, as pessoas podem recorrer a essa fonte de prazer quando se sentem estressadas, desmotivadas ou deprimidas. “É nesse ponto que a relação com a comida afetiva pode deixar de ser saudável”, alerta.

Alimentos considerados comfort food

Segundo a psicóloga, podemos classificar como comfort food alimentos de quatro categorias distintas:

– Nostalgia

bolo de fubá
Grupo de alimentos que são buscados por remeterem a um período vivenciado no passado, pode ser de uma região específica onde o indivíduo vivia quando criança ou, por exemplo, a refeição preferida feita pela mãe. “Ao ativar nossos sentidos, esse tipo de comida nos reconecta com o passado”, explica a psicóloga do São Cristóvão.

– Indulgência

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Quando a pessoa busca por um alimento específico, geralmente rico em gorduras, como uma forma de recompensar uma situação negativa, por exemplo, problemas no trabalho, uma briga no casamento etc.

– Conveniência

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Getty Images

Neste grupo estão os alimentos que podem ser consumidos de forma mais prática e acessível, como os industrializados de preparo instantâneo e os fast foods. “A intenção aqui é obter a satisfação e o prazer de forma rápida e simples, o que pode ser bastante prejudicial para a saúde em médio e longo prazo”, comenta a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Ana Paula Gonçalves.

– Conforto físico

mulher comendo chocolate
Alimentos que geram sensações boas devido a ação química comprovada no cérebro. Podem ser alimentos ricos em açúcar, café, bebidas alcoólicas entre outros.

Quando o comfort food pode ser prejudicial

Aline ressalta que, quando a pessoa recorre à comida em busca dessa sensação de prazer instantânea, o ato de comer passa a significar algo que vai além do fornecimento de nutrientes para o funcionamento do corpo. “Nesse caso, o ato de comer se torna uma maneira de depositar e compensar sentimentos e emoções, como a ansiedade, o que pode gerar um hábito nocivo ao organismo”, comenta.

A busca frequente por essa sensação que o comfort food provoca pode levar a uma compulsão alimentar, que ocorre quando a pessoa ingere altas quantidades de comida em um pequeno intervalo de tempo. “Quanto mais o ‘comer emocional’ estiver presente na alimentação, maiores as chances de isso afetar negativamente sua saúde física e mental”, diz a psicóloga.

Além disso, conforme explica a nutricionista, é muito comum fazer essa associação afetiva a comidas gordurosas, como uma pizza ou lasanha. “É importante ter consciência sobre o consumo desses alimentos, que geralmente possuem teor mais elevado de carboidratos e calorias”, lembra.

hamburguer

Um exemplo disso são os fast foods, que também são alvos nesses momentos por proporcionarem satisfação imediata. “Muitas pessoas justificam o fast food como um ‘presente’ em meio a um dia desgastante, por exemplo, e essa atitude quando se torna frequente pode ser prejudicial, uma vez que lanches rápidos são mais calóricos e possuem baixo valor nutricional”, reforça a nutricionista.

A especialista alega que alimentos reconfortantes, em geral, são ricos em gordura saturada, que fazem com que o cérebro demore mais tempo para perceber o grau de saciedade, e nutrientes que agem como estimulantes na produção de hormônios ligados à sensação de prazer. “Normalmente, esses alimentos são consumidos sem maiores reflexões e assumem a característica de apenas proporcionar o prazer imediato”, completa a psicóloga do São Cristóvão.

Como ficar somente com o “lado bom” do comfort food

A maioria das comidas afetivas nos remetem à infância, refeições em família com receitas caseiras. Assim, a nutricionista aproveita esse aspecto para recomendar o uso de ingredientes naturais e menos calóricos que têm grande poder de instigar os sentidos humanos, como:

molho de tomate catkin pixabay
Foto: Catkin/Pixabay

alecrim
tomilho
manjericão
cúrcuma
salsinha
alho
molho de tomate caseiro
adoçantes naturais (stevia ou xilitol)
massas integrais

Ingredientes como esses possuem aromas e sabores característicos que aguçam os sentidos e podem ser associados a refeições mais saudáveis, com menos condimentos e ingredientes industrializados, conforme explica Ana Paula Gonçalves.

“O prazer de se sentir bem não deve ter como única e exclusiva fonte uma refeição”, afirma a nutricionista, que recomenda incluir outras atividades na rotina diária para evitar o consumo excessivo de comida afetiva. Entretanto, mudar esse comportamento é um “processo muito importante e complexo, que exige um comprometimento do paciente em se conhecer e entender suas tensões emocionais, podendo contar com apoio profissional nessa jornada”, finaliza a psicóloga.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Saiba como se alimentar de forma saudável durante o expediente

Com a rotina corrida dos dias de hoje, fica cada vez mais difícil realizar as refeições de maneira adequada. Por isso, é importante buscar elementos que permitam adaptar uma alimentação saudável a esse estilo/ritmo de vida. De acordo com a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e nozes, assim como barras de cereais de baixo valor calórico, frutas secas e biscoitos integrais são boas opções de lanche.

Ao longo do dia, o cansaço vai aumentando, com isso o corpo pede pra repormos energia. Como doces e carboidratos são as fontes mais rápidas de energia, é comum sentir vontade desses tipos de alimento. Por isso, a nutricionista recomenda o consumo de 30g de chocolate meio amargo, a partir de 60% de cacau, que pode fornecer, ao mesmo tempo, esse prazer momentâneo e a energia necessária.

“O chocolate meio amargo tem menos gordura e mais cacau, o que aumenta a concentração de componentes benéficos à saúde cardiovascular, além de dar energia”, explica.

Caso marmitas sejam uma opção viável no local de trabalho, a dica é montar uma alimentação balanceada, que inclua o maior número de fontes de nutrientes possível, como as indicadas pela especialista:

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=Carboidratos complexos, como arroz e massas integrais – são digeridos e absorvidos lentamente, prolongando a sensação de saciedade;
=Grãos integrais, como linhaça e quinoa – são fontes de fibra;
=Vitaminas e minerais, presentes em frutas e hortaliças;
=Gorduras de boa qualidade, como óleos e azeites;
=Proteínas – presentes em carnes magras e grãos, como feijão, soja, lentilha e grão-de-bico.

A especialista do Grupo São Cristóvão Saúde ainda alerta que, caso sofram aquecimento, alguns nutrientes podem se decompor, como a Vitamina C e algumas vitaminas do Complexo B. Portanto, alimentos frescos e não processados podem ser uma boa opção, uma vez que garantem melhor aproveitamento de todos os componentes nutritivos.

Se não for possível levar comida de casa, Cintya Bassi dá algumas sugestões para escolher de forma saudável, onde e o que almoçar. De acordo com ela, quando a escolha for por comida a quilo, é importante observar todas as opções oferecidas e pensar nos alimentos e nas quantidades antes de montar o prato.

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Latife Restaurante

“Comece preenchendo com saladas, evite molhos brancos e dê preferência ao simples e clássico, como arroz integral, feijão e frango grelhado”, orienta a nutricionista.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Nutricionista cria cardápio detox pós-Páscoa

Excessos no consumo de chocolate podem gerar sintomas como cansaço, dor de cabeça e má digestão

Para muitas pessoas, pode ser difícil evitar alguns excessos durante a Páscoa, sobretudo com a grande oferta de chocolates. “Embora o chocolate tenha muitas propriedades benéficas, o exagero nunca é saudável”, frisa a nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde, Cintya Bassi, que elaborou um cardápio para auxiliar a desintoxicar o organismo após o feriado.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), a média do consumo de chocolate em 2018 supera 5 kg por pessoa na Grande São Paulo. A nutricionista conta que uma das principais razões dessa atração por chocolate é que ele age como uma espécie de antidepressivo natural. “O chocolate faz com que o sistema nervoso libere substâncias estimulantes, o que nos leva a ter momentos de prazer intenso”, comenta.

Ela explica que o chocolate costuma ser visto como um vilão por conter grande quantidade de gordura saturada e açúcar. Porém, ele também conta com nutrientes e vitaminas que fazem muito bem ao organismo, especialmente, quando fazemos escolhas corretas de chocolates com maior teor de cacau e menor teor de gordura e açúcar. “Chocolate é rico em fósforo, ferro, cálcio e potássio, além de conter magnésio, manganês, vitaminas A, D e E e do complexo B”, diz Cintya.

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A solução, segundo a especialista, é não exagerar. “Quando comemos uma grande quantidade em um curto espaço de tempo, acabamos sobrecarregando o organismo com toxinas que geram sintomas como cansaço, má digestão, dor de cabeça, enfraquecimento do sistema imunológico etc.”, alerta.

Pensando nisso, a nutricionista do Grupo São Cristóvão elaborou um cardápio detox de três dias. “As refeições sugeridas priorizam alimentos de fácil digestão, baixo potencial alergênico e com propriedades depurativas que agem principalmente no fígado e intestino, órgãos responsáveis pela metabolização da maior parte dos nutrientes”, explica. Confira:

Cardápio Detox pós Páscoa

Primeiro dia

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Café da manhã:
1 Pão de queijo
Leite fermentado (1 unid)
1 banana com aveia

Lanche da Manhã:
Abacaxi salpicado com hortelã (1 fatia grande)

Almoço:
Salada de almeirão com cenoura ralada (1 pires)
Azeite (1 colher de chá)
Arroz integral (3 col. de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Couve refogada (3 col. de sopa)
Filé de frango grelhado (1 unidade)
Laranja (1 unid. média)

Lanche da tarde:
Suco de acerola (1 copo)

Jantar:
Salada de tomate, agrião e alho (1 pires)
Limão (1 colher de chá)
Arroz integral (2 colheres de sopa)
Lentilha (2 colheres de sopa)
Omelete de forno (médio)
Pera (pequena)

chá verde

Ceia:
Chá verde (1 xícara de chá)

Segundo dia

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Café da manhã:
Pão de mandioquinha (2 fatias)
Geleia de frutas vermelhas light (1 colher sopa)
Iogurte natural semidesnatado com quinoa (1 copo)

Lanche da Manhã:
Suco de melancia com gengibre (1 copo)

Almoço:
Salada de rúcula com cebola (4 folhas)
Azeite (1 colher de sopa)
Arroz integral com açafrão (3 colheres de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Farofa de linhaça dourada (2 colheres rasas)
1 filé de peixe grelhado
Manga (1/2 pequena)

Lanche da tarde:
Mamão (1 fatia grossa)

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Jantar:
Sopa de legumes com macarrão integral (1 prato fundo)
Kiwi (1 médio)

Ceia:
Chá preto (1 xícara de chá)

Terceiro dia

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Café da manhã:
Tapioca recheada com queijo branco (1 unidade)
Suco de uva integral (1 copo)
Nozes (3 unidades pequenas)

Lanche da manhã:
Melão (1 fatia)

Almoço:
Salada de beterraba com cebola (1 pires)
Azeite (1 colher de chá)
Arroz integral (3 colheres de sopa)
Feijão (2 colheres de sopa)
Frango ao molho (2 unidades pequenas)
Berinjela refogada (1/2 xícara de chá)
Romã (1 fatia média)

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Foto: Kamdora

Lanche da tarde:
Biscoito integral (2 unidades)
Água de coco (1 copo)

maçã

Jantar (Salada completa):
Alface americana picada (4 folhas)
Cenoura ralada (½ unidade)
Repolho roxo picado (2 folhas)
Salsão em tiras (1 talo)
Peito de peru defumado em tiras (50g)
Molho de mostarda e iogurte (2 colheres)
Maçã (1 unidade)

Ceia:
Chá branco (1 copo)

* O cardápio elaborado sugere uma dieta de consumo de 1600 kcal/dia.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Salvar

Psicóloga dá dicas para lidar com as crianças durante a separação dos pais

Diálogo e sinceridade são essenciais para que os pequenos se sintam seguros nesta etapa

A separação é um momento difícil, principalmente se o casal tiver filhos. Não importa a idade, para eles é sempre complicado aceitar e entender a decisão dos pais de não viverem mais juntos. A psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Cristina de Melo, sugere a melhor forma de abordar o assunto e ajudar as crianças a lidarem com o divórcio.

Para a profissional, o melhor momento para informar aos filhos é quando esta decisão está seguramente resolvida pelos pais. “Isso evita gerar angústias desnecessárias para a criança ou adolescente, caso eles mudem de ideia”.

Não existe receita, mas a especialista lembra que a adaptação do discurso para a realidade dos pequenos e a sinceridade são pontos que devem ser levados em conta. “Posicioná-los sobre a separação de forma clara, sincera e verdadeira, transparecendo tranquilidade e segurança, faz com que a criança identifique tais sentimentos e apazigue sua angústia por meio deste acolhimento”, diz.

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Ela explica que não há necessidade de expor os reais motivos do divórcio, porém é muito importante que fique claro para a criança que ela não teve qualquer culpa ou participação nesta decisão.

Paciência e sensibilidade também são muito importantes diante das dúvidas que surgirão no decorrer deste processo. Segundo a psicóloga, na maioria dos casos, a criança não absorve bem a notícia, pois tal aspecto implica no surgimento de muitas fantasias em suas mentes, que vão desde a culpa e a contribuição delas para a separação dos pais, até a possibilidade de o divórcio afetar o amor que sentem por ela. “Isso sem falar na angústia da ausência do cônjuge que sairá de casa”, complementa.

Aline ressalta que a rejeição da criança pode ser temporária. “Ela dura até que perceba que, embora sua rotina mude, o carinho e amor que recebe dos pais não mudará. Com o tempo, essa reação de rebeldia tende a se dissipar, conforme os filhos forem recuperando a segurança na família e nos laços afetivos”, acrescenta a psicóloga do São Cristóvão.

Em alguns casos, as crianças podem apresentar uma mudança no seu comportamento e no seu rendimento em algumas atividades, inclusive na escola. Quando isso acontece, Aline aponta que é importante que os pais, juntamente com seu filho, reflitam sobre o que pode estar interferindo.

Segundo ela, a falta de motivação para as atividades pode estar ligada a aspectos emocionais relacionados à dificuldade em compreender e aceitar o divórcio, “como também uma forma de chamar atenção, mesmo que seja por meio de um aspecto negativo e prejudicial”, diz.

A especialista aconselha que os pais conversem com os educadores sobre ao assunto. “Investiguem se a criança expõe suas insatisfações e angústias perante a separação dos pais em ambiente escolar. Essa é também uma forma de compreender melhor o que ocorre”, explica.

Para a psicóloga, evitar expor os filhos aos conflitos do casal deve ser a maior preocupação dos pais. “É importante tomar cuidado para não acabar usando os filhos para afetar o outro, isso poderá se refletir negativamente na criança”. Ela explica que um cônjuge não pode falar mal do outro para a criança, o ideal é que eles saibam separar a relação deles como casal da relação deles como pais.

A dica da profissional é que os pais mantenham um relacionamento saudável, ou pelo menos, tenham um diálogo cordial. “Ter um bom relacionamento é importante, pois eles precisam dialogar e se organizar quanto aos cuidados, atenção e rotina dos filhos”. Dessa forma, as crianças perceberão que sua família passou por uma grande mudança, mas que isso não afetou no carinho e amor dos pais.

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Foto: Educaloi

“Quando isso acontece, os filhos percebem que não há motivo para sentirem-se abandonados”, reforça. Em alguns casos a separação traz alívio, principalmente quando as situações de conflitos vivenciados pelo casal eram presenciadas pelos filhos.

“Muitos pais depois da separação conseguem até melhorar a convivência com as crianças, gerando uma relação ainda mais próxima”, diz a psicóloga. E, caso a criança tenha dificuldade em lidar com todas as mudanças causadas pela separação dos pais, a profissional explica que a psicoterapia pode ser um auxílio valioso na compreensão dos sentimentos e nas mudanças que serão enfrentadas.

Risco de desidratação aumenta durante o verão; idosos e crianças sofrem mais

Beber líquidos regularmente é mais do que um hábito saudável, pois, quando falta água no organismo, os efeitos podem ser devastadores. A desidratação é uma questão séria que afeta a população, e o risco aumenta durante o verão, especialmente entre crianças e idosos.

A gastroenterologista do Grupo São Cristóvão Saúde, Tábata Antoniaci, explica que essas faixas etárias são mais sensíveis ao problema. “As crianças desidratam mais facilmente devido às suas características biológicas; os idosos, geralmente, sentem menos sede e costumam fazer uso de medicamentos diuréticos”, destaca.

A grande perda de líquidos e a baixa reposição acabam interferindo em grande parte dos processos realizados pelo corpo, como a digestão. “Todas essas funções são afetadas quando há um desequilíbrio entre a necessidade e a ingestão (de água)”, afirma Cintya Bassi, nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde.

Um levantamento feito pela Secretaria da Saúde de São Paulo em 2013 revelou que, naquele ano, os hospitais públicos receberam uma média de 25 pessoas por dia vítimas de desidratação. Segundo Cintya, esse quadro se agrava em dias quentes, devido à maior perda de água do corpo, por meio do suor, que libera calor e mantém a temperatura corporal equilibrada.

Sintomas da desidratação

mulher cabeça

Dor de cabeça, sede intensa e boca seca podem servir de alerta. Esses são os primeiros sintomas que indicam que a quantidade de líquido no organismo está baixa. Além deles, outros sintomas podem aparecer, dependendo da intensidade do problema:

=Desidratação leve e moderada: pele seca, olhos fundos, diminuição da sudorese, cansaço, dor de cabeça, tontura e, em bebês, moleira afundada.

=Desidratação grave: queda de pressão arterial, perda de consciência, convulsão, coma, falência de órgãos e morte.

De acordo com a gastroenterologista, a desidratação, em longo prazo, acaba prejudicando a função do intestino de retirar água do que comemos e bebemos para usar nas funções vitais do corpo. O ideal, para evitar essa situação, é aumentar a ingestão de água.

A médica conta que alguns alimentos podem ser bons aliados nessa hora. “Alface, beterraba, couve, tomate, aipo, rabanete, carambola, pepino, morango, melancia e melão possuem alta concentração de água em sua composição, o que ajuda a manter o organismo bem hidratado e funcionando corretamente”, diz Tábata.

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Foto: Pippalou/MorgueFile

No caso das crianças muito pequenas, que ainda não sabem comunicar quando estão com sede, e dos idosos em idade mais avançada, é preciso intensificar a oferta de líquidos durante o verão. A melhor forma de fazer isso é deixar recipientes com água fresca ao alcance da mão e incentivá-los a beber um pouco a cada hora.

De qualquer forma, todas as faixas etárias ficam mais suscetíveis à desidratação durante o verão, portanto, a dica da nutricionista é sempre carregar uma garrafa de água. “É preferível criar o hábito de ingerir líquidos ao longo do dia ao de consumi-los somente quando a sede aparece”, explica.

mulher meia idade tomando agua
Shutterstock

As dicas dadas pelas especialistas são fundamentais para garantir seu bem-estar. Portanto, hidrate-se e curta o verão com saúde.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde

Como lidar com as angústias de fim de ano?

Psicóloga explica o sentimento de vazio que atinge alguns nesta época e como revertê-lo

Quando a época de fim de ano se aproxima, muitas pessoas ficam melancólicas, com um aperto no peito e uma sensação de vazio. Esse sentimento é bastante comum, já que é um período em que se tem a percepção do término de um ciclo, podendo haver uma reavaliação das condutas e realizações no decorrer dos doze meses.

“A própria mídia estimula isso, focando no direcionamento de novas metas, como alcançar um bem ou alguma mudança corporal. E, se identificarmos que poucas coisas foram realizadas em relação ao planejado no ano anterior, pode, sim, ocorrer um sentimento de frustração”, explica a psicóloga do Grupo São Cristóvão Saúde, Aline Melo.

No entanto, a especialista aconselha a tentar conviver de forma saudável com as angústias, pois podem ser usadas para o crescimento pessoal e maior desenvolvimento no próximo ano, visando a uma percepção diferente sobre os objetivos e oportunidades.

“A positividade varia muito de pessoa para pessoa. Há indivíduos com maior inclinação para encarar a vida de maneira positiva, apesar das intercorrências do dia a dia. Contudo, se o ano de alguém não foi bom, é importante ponderar e avaliar os motivos por não ter sido um ano de vitórias e trabalhar dentro de si mudanças para evitar que isso ocorra novamente. Essa já é uma maneira positiva de lidar com os problemas e futuras mudanças”, comenta.

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Outro ponto de atenção é caso tenha crianças no círculo de convivência. A psicóloga esclarece que as crianças são seres sensíveis e, por isso, é bastante difícil esconder os sentimentos para elas. “Caso ocorra alguma tristeza ou chateação, e no caso de elas perceberem, não há restrição em falar sobre o assunto, mesmo que não conte os pormenores da angústia. É importante que a criança saiba que não somente coisas positivas são compartilhadas, mas também os sentimentos ruins, sendo uma proposta para que elas compreendam e identifiquem como lidar com os problemas”.

Não só nos fins de ano, mas sempre é preciso avaliar os erros e acertos do passado. “Perceber novas condutas para o futuro e traçar planos com estratégias para cumpri-los pode ser um bom jeito de renovarmos as esperanças para o ano novo e sempre que algo não estiver saindo da maneira que gostaríamos”, finaliza Aline Melo.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde