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Nutricionista do HCor esclarece mitos sobre alimentos e imunidade

Hábitos saudáveis contribuem com o fortalecimento do sistema imunológico, no entanto, especialista alerta que não existe alimento milagroso

Gargarejo com vinagre elimina o vírus da garganta? Comer alho combate o contágio pelo coronavírus? Derivados do leite facilitam infecções respiratórias? Em meio a pandemia de Covid-19, muitas informações incorretas e fake news circulam pela internet e acabam confundido a população sobre o papel da alimentação equilibrada na prevenção de doenças.

A gerente de nutrição do HCor, Rosana Perin, esclarece que diversos fatores colaboram para o fortalecimento do sistema imunológico, responsável por atuar na defesa contra vírus, bactérias e doenças que ameaçam e “atacam” nosso corpo. Entre essas atitudes, a manutenção de hábitos saudáveis e constantes, como a alimentação equilibrada, sem grandes restrições e excessos, tem grande destaque. “É incorreto apontar que um alimento ou micronutriente, de maneira isolada, vai favorecer a imunidade e eliminar problemas de saúde”, destaca.

A especialista desvendou alguns mitos recentes sobre alimentação e relacionou fontes de vitaminas e nutrientes para incluir nas refeições:

Ingerir alho ajuda na prevenção de infecções virais?

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O alho é rico em componentes que auxiliam nos processos de defesa do corpo, no entanto, não há comprovação científica e nem estudo relacionando o alho com o desenvolvimento de Sars-CoV-2 ou a prevenção de outras doenças.

Tomar vitamina C todos os dias fortalece minha imunidade?

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De fato, a vitamina C tem papel importante na modulação da imunidade, assim como a vitamina D, por exemplo. No entanto, também não é a vitamina C que, sozinha, contribuirá diretamente para o fortalecimento do sistema imune.

Consumo de leites e derivados favorecem as infecções respiratórias?

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Não existem estudos que comprovem essa relação. Algumas pessoas desenvolvem alergias, que podem desencadear sintomas no trato respiratório, no entanto, não são quadros virais.

Vinagre é mais eficiente do que álcool gel e pode matar vírus quando utilizado para gargarejos?

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O vinagre não é um produto relativamente ineficaz na destruição de microrganismos. O gargarejo com água morna e sal também não previne o coronavírus, que infecta as células do pulmão e não da garganta ou nariz, apenas as “portas de entrada” do vírus no organismo. Esse tipo de mistura apenas alivia a irritação na garganta.

Alimentação equilibrada

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Aumentar a imunidade depende de quantidades suficientes de vitaminas, substâncias e sais minerais. Não se esqueça da hidratação, que desempenha papel fundamental na regulação da temperatura corporal, transporte de nutrientes e na eliminação de substâncias tóxicas. Ao longo do dia, alterne o consumo de água com suco de frutas, água de coco, bebidas reidratantes e chás.

Dicas da nutricionista do HCor para aumentar a imunidade:

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Vitamina D: excelente aliado do sistema imunológico. Presente nos óleos e peixes. Lembre-se também da exposição solar por meia hora para auxiliar na absorção. A suplementação deve ser orientada por profissional, quando necessária.

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Frutas cítricas: laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.

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Foto: JPPI

Vegetais verde-escuros: brócolis, couve, espinafre são ricos em ácido fólico e auxilia na defesa do organismo, e pode ser encontrado no feijão e em cogumelos.

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Alimentos ricos em zinco: nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico. Encontrado na carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas.

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Oleaginosas: além de zinco, as nozes, castanhas e amêndoas são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

Fonte: HCor

Cardiologista orienta para impacto do coronavírus nas doenças cardiovasculares

Felix Ramires, coordenador do programa de Insuficiência Cardíaca do HCor, explica a relação do novo coronavírus (Covid-19) em pacientes com doenças cardíacas

O novo coronavírus é uma família de vírus conhecida desde 1960, que sofreu uma mutação genética e acabou se transformando em algo que ainda não havia sido identificado em humanos. Transmitido pelo ar e pelo contato próximo com as pessoas infectadas, a Covid-19 pode ter sintomas semelhantes ao resfriado, evoluindo para casos graves de insuficiência respiratória aguda.

Pessoas acima de 60 anos ou que tenham doenças respiratórias, cardiovasculares ou diabetes estão mais propensas a contrair a doença. Segundo a OMS, para esta população, a instituição aconselha maior cuidado em evitar aglomerações ou locais com pessoas doentes.

De acordo com o American College of Cardiology, que lançou um boletim para orientar os profissionais de saúde quanto ao assunto, dentre os pacientes hospitalizados pelo novo coronavírus, 50% possuíam doenças crônicas sendo que 40% possuíam doença cardiovascular ou cerebrovascular. Entre os casos fatais 86% tinham acometimento respiratório, desses 33% acometimento cardíaco associado e 7% acometimento cardíaco isolado.

Coronavírus e doenças cardiovasculares

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A infecção viral leva a uma série de reações responsáveis por desequilibrar doenças cardiovasculares que antes estavam compensadas. Segundo Felix Ramires, cardiologista e coordenador do programa de Insuficiência Cardíaca do HCor, pacientes com doenças cardiovasculares prévias têm, por vezes, alterações em seu sistema imunológico além de um estado inflamatório crônico latente, o que pode agravar a evolução da doença. Em pandemias passadas por vírus respiratórios, a mortalidade por doenças cardiovasculares chegou a ultrapassar todas as outras causas, ficando à frente da pneumonia em outras situações.

“Pacientes com doenças crônicas, hipertensão, diabetes e que já tiveram alguma doença cardíaca como infarto ou passaram por alguma cirurgia cardiovascular ou que tem insuficiência cardíaca, são um grupo de maior risco. Nesse grupo existe uma predisposição para desenvolver a forma grave da doença, não especificamente para ser contaminado pela Covid-19”, orienta.

Cuidados com os cardiopatas

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O cuidado é o mesmo para todos. Porém, como este é o grupo de pacientes que tem o maior risco de desenvolver a forma grave da doença, mesmo tendo apenas hipertensão ou diabetes, a prevenção deve ser dobrada, para que eles não adquiram a doença. “Portanto, devem evitar aglomerações, sempre que possível trabalhar de casa, evitar contato próximo com pessoas que voltaram de viagem de lugares onde o surto esteja mais prevalente. Isolamento domiciliar deste grupo é mais recomendado para que não sejam contaminados com o vírus”, explica Ramires.

Além disso, outras pandemias virais como Sars (Síndrome Respiratória Aguda Grave) e Mers (Síndrome Respiratória do Oriente Médio) causaram miocardite e insuficiência cardíaca de rápida progressão, assinalando que o coronavírus pode ter potência de infectar o coração isoladamente.

“Esses vírus foram implicados em descompensação de doença arterial coronariana com ruptura de placa e infarto agudo do miocárdio. O Ministério da Saúde inclusive antecipou a campanha da vacinação contra a gripe no Brasil. É fundamental que essa população se vacine, pois a gripe pode ser confundida com os sintomas da infecção pela Covid-19. E um fator preocupante é a infecção combinada de coronavírus e influenza, que pode agravar a saúde do paciente”, diz.

Quando devo procurar o pronto-socorro?

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Quando apresentar sintomas de gripe, febre e cansaço, falta de ar e fadiga, no caso dos cardiopatas, se esse diagnóstico for precoce, o tratamento pode ajudar de forma que não desenvolvam a fase mais severa do coronavírus.

Dicas do cardiologista do HCor em relação ao coronavírus

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Pelo seu alto poder de contágio, além de permanecer por muito tempo fora do corpo humano, as medidas de prevenção pessoal, como lavagem das mãos por exemplo, são prioridade e devem ser estimuladas em pacientes cardiopatas, principalmente em locais onde o foco de contaminação é maior.

“Idosos têm menos probabilidade de apresentar febre, portanto quadro com tosse, dispneia, mialgia deve ser valorizado nessa população. Os tratamentos sugeridos em diretrizes para pacientes cardiopatas podem oferecer proteção adicional nesses casos e devem ser avaliados individualmente. As vacinas de gripe e pneumonia devem estar em dia nessa população, com o objetivo de evitar uma infecção secundária caso acometido pelo novo coronavírus”, diz o cardiologista do HCor.

É recomendável triar pacientes infectados pela Covid-19 que possuam doenças cardiovasculares, renais, pulmonares e outras patologias crônicas para atendimento prioritário. “Os sintomas de um infarto agudo do miocárdio ou de descompensação de insuficiência cardíaca podem estar mascarados pelos sintomas do novo coronavírus. Por isso é importante que os pacientes cardiopatas sigam o tratamento corretamente, além de estar em dia com as vacinas e lavar as mãos com elevada frequência”, orienta Ramires.

Fonte: HCor

 

Alimentação balanceada fortalece sistema imunológico e é arma contra coronavírus

Com a imunidade fortalecida, reforçada por suplementação vitamínica e por hábitos higiênicos simples, ficamos menos suscetíveis às gripes e resfriados e até a infecções e doenças como o Covid-19

Especialistas são unânimes em apontar que as vitaminas A, B6, B12 e C, bem como o ácido fólico e zinco auxiliam no funcionamento do nosso sistema imune. Também atestam que a vitamina D pode melhorar a função endotelial, que a E pode influenciar a suscetibilidade a doenças infecciosas e alérgicas, e que a metabolização da vitamina A é auxiliada pelo zinco.

A questão é: como estar com o sistema imunológico preparado para enfrentar, por exemplo, doenças respiratórias cuja incidência aumenta, em especial em idoso e crianças, com a chegada do outono e do inverno? E, em especial, agora com a entrada no país de um novo coronavírus.

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“O segredo é ter uma alimentação balanceada, com a ingestão de frutas e legumes e, em especial, proteínas, vitaminas e minerais, que ajudam a fortalecer o nosso sistema imunológico”, revela o chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese e diretor do serviço de nutrologia do HCor, Daniel Magnoni.

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Segundo ele, a ingestão de proteínas é um dos pontos que mais influenciam a imunidade. “Em pacientes internados ou com deficiência de imunidade, indicamos um maior aporte de proteínas como forma de estimular todos os processos de defesa e proteção imunitária”, frisa. A escolha da proteína, assunto muito em voga, deve começar com as proteínas do leite e derivados, carnes magras de forma geral.

Magnoni ressalta que a obtenção de doses recomendadas de vitaminas e minerais é difícil de ser alcançada, seja devido à correria do dia a dia, seja por meio da alimentação, que nem sempre supre as necessidades do nosso organismo. “Nesse sentido, a suplementação acaba sendo uma possibilidade indicada de forma pragmática”.

suplemento omega 3

“Há diversas opções no mercado, como as direcionadas aos adultos, gravidas idosos e crianças, inclusive uma mais recente na forma de gomas, que representa uma nova geração, que não necessitam de água para serem ingeridas, são de fácil transporte e tem sabor agradável”, completa. De acordo com o médico, podem, ainda, ser usados os suplementos disponíveis no mercado, como o Whey isolado ou hidrolisado e, em alguns casos, derivados do colágeno.

Bons hábitos ajudam

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Alimentar-se de forma equilibrada é um desafio que pode ser vencido, conforme as dicas de Magnoni. Entretanto, além de uma alimentação balanceada e de suplementação vitamínica, feita por orientação de um médico ou nutrologista, alguns hábitos podem ajudar na prevenção eficiente de doenças e infecções, mais comuns no outono e inverno. O médico elenca:

=Lavar as mãos e antebraços com frequência.
=Cobrir boca e nariz ao espirrar ou tossir.
=Ficar em casa caso tiver os sintomas, pois isso evita a propagação de vírus.
=Jamais se automedicar e procurar um médico somente em caso de febre persistente, acompanhada por incômodo quando respirar.

Fonte: HCor

Cardiologista do HCor alerta sobre os desgastes físicos no Carnaval

Em períodos como Carnaval, aumenta a ocorrência de arritmias cardíacas por conta de atitudes como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, cigarro, drogas e energéticos

Muitos blocos e foliões já estão comemorando o Carnaval. E para evitar o desgaste físico, que normalmente aparece quando acaba a festa, alguns cuidados podem ser tomados para aproveitar a folia sem complicações. Para curtir os dias de folia tranquilamente, é essencial manter o corpo hidratado e ter uma alimentação saudável.

“Fazer uma refeição balanceada antes de cair na folia é primordial para ter bastante energia. Os carboidratos devem ser a primeira fonte de energia, mas o consumo deve ser associado aos de proteínas e vitaminas. Já os lipídios devem ser evitados neste período”, explica Nabil Ghorayeb, cardiologista e médico do esporte do HCor.

Em períodos como no Carnaval, aumenta a ocorrência de arritmias cardíacas por conta de atitudes como o consumo exagerado de bebidas alcoólicas, cigarro, drogas e energéticos. “Além do desgaste físico, em muitos casos, o exagero contribui para o aparecimento ou agravamento de alguns sintomas ou até mesmo de doenças, entre elas as arritmias cardíacas que, apesar de muitas vezes apresentarem sintomas como cansaço, palpitações, falta de ar, tonturas ou desmaios, outras podem ser assintomáticas e acometer pessoas saudáveis”, alerta Ghorayeb.

A moderação e o equilíbrio são fatores importantes na prevenção de arritmias, especialmente em ocasiões como o Carnaval. Todos os excessos trazem malefícios, especialmente em indivíduos portadores de doenças cardíacas, os quais podem desenvolver complicações e evoluir para morte súbita. Essas situações poderiam ser evitadas por meio de informação, prevenção e bom senso”, esclarece.

Guia do Folião

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Mantenha as refeições nos horários habituais e se isso não for possível, tenha sempre disponível um lanche que lhe permita aguardar a próxima refeição. O certo é que não fique longos períodos sem se alimentar. E, ao se alimentar na rua, cuidado com os alimentos consumidos.

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Hidratação é fundamental. Use e abuse da água. O refrigerante, mesmo o zero, não é uma boa opção como bebida hidratante.

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Evite o excesso de bebida alcoólica, pois podem causar hipoglicemias graves. Se for consumir, não use as bebidas alcoólicas sem se alimentar e respeite seu limite. Intercale sempre uma bebida com água.

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Cuidado com as lesões nos seus pés. Atenção ao calçado adequado e não fique descalço.

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Evite frituras, maionese e alimentos de difícil digestão e preparações com creme de leite ou queijos muito gordurosos.

Cerca de 40% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono

Depois da folia procure dormir bem para repor as energias e evitar desgaste físico.

Na avenida:

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Salto alto: ficar em pé por muitas horas de salto alto pode ocasionar dor nas pernas e na planta dos pés, câimbras, inchaço nos pés, joanete, calos, problemas nas unhas, entre outros. Para evitar esses problemas, procure usar um salto com a base e o bico mais largos, assim os dedos não ficam apertados. Já para o dia seguinte, o conselho é ficar com as pernas esticadas.

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Durma bem: no dia seguinte, procure dormir pelo menos oito horas para reequilibrar o organismo.

Nos blocos de rua:

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Proteja sua pele: o excesso de exposição ao sol é a principal causa do câncer de pele, o mais comum no país. Por esse motivo, o protetor solar deve fazer parte da rotina do folião, retocando a cada duas horas, assim como o uso de chapéus e camisetas.

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Utilize calçados confortáveis: o ideal é usar tênis para proteger os pés e ter mais flexibilidade nos movimentos. Esse tipo de calçado amortece o impacto e é mais confortável.

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Calor: para evitar insolação, hidrate-se pelo menos de duas em duas horas, use filtro solar e prefira as roupas com tecidos leves (evite tecidos do tipo sintético) e use chapéus ou bonés para uma maior sensação de conforto.

Fonte: HCor

Nutricionista do HCor dá dicas para curtir um Carnaval saudável

Cuidar da hidratação com muita água, suco e isotônico é importante para repor a perda de líquidos e sais minerais; na alimentação, escolhas como tapioca, açaí e carnes magras são opções para ter energia para a folia

O Carnaval está chegando e junto com ele a maratona de bloquinhos, festas e viagens. Nestes quatro dias de folia, muitas pessoas vão sair da rotina, inclusive com a forma de se alimentar durante este período. Pensando nisso, a gerente de Nutrição do HCor, Rosana Perim, dá dicas para manter a dieta e cuidar da saúde, para evitar a desidratação e ter energia para curtir todos os dias de folia. A maratona de festa exige muita preparação e disposição. E para deixar a saúde em dia é importante evitar ingerir alimentos gordurosos e de difícil digestão, assim como as bebidas alcoólicas.

Para os foliões que vão passar muitas horas na rua, a dica é se alimentar antes de sair de casa. “O ideal é comer alimentos leves e que forneçam bastante energia para ter pique por bastante tempo. Açaí com granola, tapioca com suco de frutas, macarrão ao sugo, carnes magras, aves, peixes grelhados ou assados e um sanduíche natural com chá gelado ou água de coco, além das frutas e saladas são boas opções”, orienta Rosana Perim.

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Hidratação sempre: a perda de líquidos e sais minerais é grande, sendo assim, o consumo de água requer atenção. Outra maneira de repor a perda de líquidos é ingerindo sucos naturais, água de coco, bebidas isotônicas e frutas ricas em água (melancia, laranja, melão, abacaxi). “Mesmo durante o consumo de bebidas alcoólicas é importante que as pessoas bebam água, pois a cerveja, vodca, e outras bebidas alcoólicas têm função diurética, portanto não hidratam o nosso organismo. Já as bebidas isotônicas podem ser consumidas, pois repõem os minerais perdidos durante a transpiração e tem a finalidade de prevenir a desidratação”, sugere a nutricionista.

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Blocos de rua: é importante não esquecer de levar lanchinhos na bolsa. Opte por castanhas e nozes, barrinha de cereais ou proteicas, frutas secas como ameixa e damasco ou frutas naturais. Segundo a nutricionista do HCor, esses são alimentos que saciam a fome, além de serem pequenos e fáceis de transportar e não precisam de refrigeração”, explica Rosana.

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Foto: Shutterstock

Desfiles no Sambódromo: ou em algum outro local onde não seja permitida a entrada de alimentos, lembre-se de fazer uma boa refeição antes de sair de casa. E no local, procure ingerir produtos que sejam menos manipulados.

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Foto: Kamdora

Carnaval na praia: a proposta é desviar dos alimentos expostos ao sol ou as altas temperaturas. Prefira os sucos naturais, água de coco, picolés de frutas, mix de castanhas, biscoitos integrais ou polvilho, frutas secas e frescas. Sanduíches naturais com ovos e maionese devem ser evitados. Prefira somente aqueles que estiverem em refrigeração.

Dicas da nutricionista do HCor para quem vai cair na folia:

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Prepare os sanduíches naturais com diversos tipos de pães (aveia, centeio, trigo, integral e outros), recheados com peito de peru, frango, atum, sardinha, rosbife, queijo branco, ricota, queijo cottage, além de hortaliças e legumes (folhas em geral, cenoura e beterraba ralada, tomate e outros).

Consuma frutas, verduras e legumes, para que você esteja em dia com a ingestão de vitaminas e sais minerais. “Nesses dias você terá um gasto energético elevado, portanto não deixe de repor essa energia com alimentos ricos em carboidratos, como o arroz, macarrão, batata, pão, cereais e outros, de preferência integrais, pois o carboidrato vai fornecer a energia que você precisa para curtir os dias de folia, dando maior sensação de saciedade”, alerta.

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Evite alimentos gordurosos, frituras, salgadinhos de pacote. Prefira as carnes brancas e vermelhas magras, grelhadas, assadas ou cozidas, que contêm menos gordura e são mais fáceis de serem digeridas. “As sobremesas refrescantes são as melhores opções. Escolha sempre frutas, gelatinas, sorvete de frutas ou compotas geladas”, orienta.

“A alimentação saudável garante uma boa imunidade, sendo assim, se alimentar bem e descansar o máximo possível garantem mais saúde e pique para aproveitar o Carnaval”, aconselha Rosana.

Fonte: HCor

Labirintite: fique atento aos sinais

A tão famosa “labirintite” é uma velha conhecida para muitas pessoas. Queixa muito comum, a condição vem acompanhada de relatos de tontura giratória, tipo vertigem (sensação de que a cabeça ou o mundo esta rodando), náuseas e vômito. Muitas vezes, também aparecem reclamações de pressão ou barulho no ouvido, uma espécie de zumbido.

Na verdade, a labirintite é uma inflamação/infecção no labirinto, o órgão responsável pelo equilíbrio, localizado dentro da orelha interna “Ela acomete pessoas de todas as idades, das crianças à terceira idade, podendo ser desencadeada por diferentes motivos, principalmente infecções virais”, comenta Daniel Magnoni, diretor do Serviço de Nutrologia e Nutrição Clínica do Hospital do Coração (HCor).

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Ilustração: Vertigo

Entretanto, a condição pode esconder problemas muito mais graves e é preciso estar atento. A labirintite é apenas uma das diversas causas de tontura, e uma das menos frequentes. A tontura, por sua vez, é a sensação de ilusão de movimento e um sintoma recorrente a vários tipos de doenças. Portanto, ela é um sinal que precisa ser investigado para avaliação da causa.

Os sintomas como a tontura, desequilíbrio e náusea podem ter origem em problemas do próprio labirinto, como doença de Meniére, vertigem postural paroxística benigna, otites, neuronites, fístulas liquóricas, doença de Cogan, entre outros.

Além disso, esses sintomas também podem ser causados por alterações ou lesões de origem no sistema nervoso central, como tumores, acidentes vasculares, malformação de crânio e doenças neurodegenerativas.

“Os distúrbios metabólicos como colesterol e glicemia elevados também podem ser causadores de queixas semelhantes à labirintite” alerta Magnoni.

O diagnóstico é feito por uma avaliação detalhada dos sintomas e sinais clínicos, conferindo o tipo de tontura, bem como a duração, a frequência, a intensidade e fatores que agravam ou amenizam a condição.

Os exames são de diferentes tipos e incluem exames laboratoriais, de imagem (tomografia ou ressonância magnética), exames audiológicos (como audiometria), eletrofisiológicos e outros.

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O tratamento da labirintite deve ser focado na causa e pode variar entre orientações dietéticas, medicamentos, reabilitação vestibular (um tipo especial de fisioterapia focado em equilíbrio), redução do peso e procedimentos cirúrgicos especializados.

Fonte: HCor

Pneumologista do HCor alerta para riscos de doenças respiratórias no verão

Ar condicionado em excesso, poluição, desidratação e até mesmo a má alimentação são fatores que podem favorecer o aparecimento de inflamações, alergias e até pneumonia

Os casos de pneumonia são considerados frequentes no inverno, muito por conta das baixas temperaturas. O que poucos sabem é que a doença também pode se manifestar no verão. Fatores como poluição do ar (comum nas grandes cidades), desidratação (por conta do calor excessivo) e até a má alimentação podem prejudicar o desempenho da chamada barreira mecânica respiratória.

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“Essa barreira é parte das defesas naturais do sistema respiratório. Ela tem início nas narinas que, por meio dos cílios (pelos protetores) e do turbilhonamento aéreo, impedem a passagem de microrganismos, e termina com o fechamento da glote, responsável pela proteção dos brônquios da chegada de eventuais corpos estranhos”, explica o pneumologista Carlos Carvalho, coordenador do Serviço de Pneumologia do HCor.

Quando essas defesas ficam debilitadas, as chances do desenvolvimento de doenças como pneumonia, mesmo nas estações mais quentes, aumentam consideravelmente. “À medida em que as pessoas transpiram, sem repor o líquido perdido, ou ficam muito tempo expostas à poluição, há um ressecamento da mucosa presente nas barreiras mecânicas respiratórias, que perde parte da capacidade de bloquear bactérias presentes no ar e outros microrganismos, que inclusive podem já estar presentes no corpo do indivíduo, mas que ainda não chegaram aos pulmões”, revela o pneumologista.

Alimentação

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Quando não nos alimentamos corretamente, todo o sistema imunológico perde eficiência. Por isso, dependendo da situação, pode ser que o organismo também acabe falhando na tarefa de reter micróbios nocivos à saúde, durante a estação. “De maneira geral, a pneumonia ocorre quando os pulmões são acometidos por uma infecção provocada por bactérias, vírus, fungos ou mesmo reações alérgicas na região alveolar do órgão, onde ocorre a troca gasosa necessária ao processo de respiração. Para que o pulmão esteja saudável, essa região precisa estar sempre livre de microrganismos ou substâncias nocivas”, reforça o médico.

Hábitos saudáveis

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Deixar de fumar também pode prevenir a pneumonia no verão, já que o cigarro baixa a imunidade dos pulmões. Outros métodos como lavar as mãos sempre que assoar o nariz, usar o banheiro ou precisar trocar fraldas, por exemplo, ajudam muito. Todos estes cuidados são ainda mais importantes no caso de pessoas que apresentam imunidade mais baixa do que o normal, como portadores de doenças cardíacas ou respiratórias. “Outra possibilidade é a utilização de vacinas. Mas, para isso, é preciso de orientação médica”, aconselha Carvalho.

Choque térmico

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O ar-condicionado é uma das opções utilizadas para aliviar o calor. Porém, passar longos períodos exposto ao ar frio e seco do aparelho, pode ser prejudicial à saúde, pois aumenta o ressecamento da mucosa e das vias aéreas. Outro tipo de problema é o “choque térmico”. Embora não haja comprovação científica, ao transitar em ambientes com variações extremas de temperatura, os mecanismos de defesa naturais do organismo são mais exigidos e provocam crises alérgicas, principalmente em quem sofre com rinite, sinusite, e outras inflamações e alergias, podendo evoluir para uma pneumonia.

Procure um médico

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O tratamento da pneumonia é feito basicamente com antibióticos. Porém, é imprescindível que todo e qualquer tipo de tratamento seja realizado, após uma consulta médica. Quando o paciente é idoso, apresenta febre ou complicações em decorrência da própria doença, como comprometimento da função renal, alteração da pressão arterial ou dificuldade de respirar, normalmente provocada pela baixa oxigenação do sangue, é necessário que ele seja internado, o quanto antes. “Embora seja grave, a pneumonia pode ser prevenida ou revertida com sucesso, quando todos os cuidados necessários são tomados”, conclui o pneumologista do HCor.

Dicas Importantes

banho cabelo agua chuveiro pixabay
• Beber bastante água, mesmo sem sede. Manter o corpo bem hidratado. Atenção especial para crianças e idosos.
• Se necessário, aplique soro fisiológico no nariz e nos olhos para evitar ressecamento.
• Evite atividades físicas outdoor entre às 10 e 16 horas, quando o sol é mais forte.
• Mantenha toalhas molhadas, recipientes com água ou vaporizadores nos quartos na hora de dormir, principalmente se houver ar-condicionado ou ventilador ligados.
• Mantenha o aparelho de ar-condicionado sempre limpo. Troque os filtros uma vez ao ano e limpe os tubos a cada seis meses.
• Durante o banho, aproveite o vapor da água para lubrificar as narinas.

Informações: HCor

Nutricionista do HCor dá dicas para uma alimentação saudável durante o verão

Durante as férias nas praias, o ideal é que se evite o consumo de alimentos em quiosques que não tenham infraestrutura adequada e os alimentos vendidos por ambulantes; pois muitos possuem grande potencial de contaminação

Verão é sinônimo de férias para muita gente. Nesta época, o refúgio das pessoas nas praias e piscinas é grande, sem horário para dormir nem acordar e muito menos para se alimentar. Porém essa descontração não deve significar descuido com a alimentação. Ao contrário do inverno, período em que é comum sentirmos mais fome, não é raro que as temperaturas elevadas inibam o apetite.

As mudanças fisiológicas com a chegada do verão devem ser ajustadas a uma alimentação especial. Devido à diminuição do metabolismo basal (energia mínima gasta para manter funções vitais), em relação às necessidades do inverno, a quantidade calórica ingerida também deve ser reduzida. O efeito inibidor da fome pelo calor pode agir negativamente caso o indivíduo se mantenha em jejum prolongado. A melhor forma de contornar o problema é investir em alimentos de fácil digestão, como verduras, frutas, legumes e carnes magras.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, durante as férias nas praias, o ideal é que se evite o consumo de alimentos em quiosques que não tenham infraestrutura adequada e os alimentos vendidos por ambulantes. Pois muitos possuem grandes potenciais de contaminação devido ao armazenamento inadequado de molhos e cremes, e pouca higienização. Além disso, é necessário verificar se o produto está dentro do prazo de validade.

Nos dias quentes também ocorre maior perda de líquidos e minerais, devido ao aumento da temperatura corporal e transpiração excessiva. Por isso, a necessidade de se hidratar, para que todo líquido perdido seja reposto.

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“O consumo de água, chás gelados, sucos naturais e líquidos em geral ajudam a repor a água do corpo. Frutas e verduras também são fontes importantes de minerais que se perdem facilmente na transpiração. Por isso é necessário ter a preocupação com a ingestão de líquidos e a reposição destes minerais para manter a hidratação. Também é importante se atentar aos produtos com adição de açúcar”, orienta Rosana Perim.

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Foto: Kamdora

Segundo a nutricionista do HCor, a água de coco é uma ótima escolha para a reposição de líquidos durante este período. Além de possuir baixo valor calórico, a água de coco proporciona uma forma rápida de hidratação ao organismo.

Dicas para uma alimentação saudável durante o verão: frutas, verduras e legumes são ótimas fontes de vitaminas, minerais e fibras, além de serem alimentos refrescantes que combinam com a alta temperatura da estação.

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“Consuma à vontade folhas verdes e legumes (de preferência crus). Cuidado apenas com o tempero das saladas: evite maionese caseira e molhos prontos. Dê preferência ao azeite, limão, vinagre. É importante se atentar à quantidade de frutas consumidas: a orientação é ingerir de 3 a 4 porções por dia”, alerta a nutricionista;

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-Prefira os cereais integrais que combinam com saladas e pratos frios em geral. Na hora de comprar, opte pelos pães, cereais matinais, arroz e massas integrais ao invés do tipo branco;

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-Consuma gorduras vegetais (azeite, óleo de canola e soja), que combinam com as preparações de verão e são mais saudáveis que as gorduras de origem animal, porém, devem ser consumidas com moderação;

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-As carnes magras são as mais indicadas nesta época, pois são mais facilmente digeridas evitando desconfortos gástricos, além de serem mais saudáveis. O ideal é optar pelas carnes brancas de aves, peixes e cortes de carnes vermelhas magras. Por outro lado, evite as carnes de aves com pele, carne de porco e carnes com gordura aparente. Quanto à forma de preparo varie entre cozidos, grelhados e assados deixando de lado as frituras que não combinam com o clima quente do verão, além de serem extremamente calóricas;

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-Ao invés das sobremesas doces, opte por sugestões mais refrescantes nestes dias quentes de verão, como, por exemplo, frutas ou doces à base de frutas. Os mais indicados são: sorvete de fruta no palito, saladas de frutas, flans, frozen, smoothies e gelatinas;

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Foto: Shutterstock

-Modere o consumo de bebidas alcoólicas, pois além de serem ricas em calorias, possuem efeito diurético, o que compromete a hidratação e são pobres em valor nutritivo.

Fonte: HCor

Nutricionista orienta sobre o consumo de frutas para hidratar o corpo no verão

O verão chegou. Aumentar o consumo de água e incluir mais porções de frutas na dieta ajuda a manter o corpo hidratado

A estação mais esperada do ano é sinônimo de calor, praia, piscina e muita diversão. Com o clima quente e seco, manter a hidratação do corpo é essencial. Além de beber muita água, suco e afins é importante adotar uma dieta balanceada, e incluir frutas ao cardápio – uma forma saudável de também hidratar o organismo. Além de serem saborosas, ricas em vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes, elas auxiliam no bom funcionamento do intestino e fortalecem o sistema imunológico.

Frutas como abacaxi, ameixa, laranja, mamão, melancia, melão e pera, por exemplo, estão na lista das frutas que devem ser inseridas na rotina alimentar da estação, pois possuem mais de 70% de água em sua composição. “Recomenda-se consumir entre três e cinco porções de frutas por dia. Uma fatia média de melancia, duas de abacaxi ou três pedaços de melão, por exemplo, são ótimas opções de lanche da tarde e ajudam a manter o corpo hidratado devido à alta concentração de água que as compõem”, orienta a gerente de nutrição assistencial do HCor, Rosana Perim.

Suco ou a fruta inteira?

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As duas formas são recomendadas para quem quer ter uma alimentação saudável. Tomar um suco natural nos dias quentes de verão é garantia de sabor e refrescância. Todos os nutrientes das frutas são mantidos quando batidas ou espremidas para o preparo do suco. Neste processo, destaca a nutricionista, apenas parte das fibras pode ser perdidas. “No entanto, é importante ressaltar que nada substitui a água e que o consumo de líquidos, ao longo de todo o dia, deve ser aumentado durante o verão”, explica.

As campeãs na hidratação

Rosana selecionou algumas opções de frutas que podem refrescar e hidratar seu corpo e ainda tornar sua alimentação mais saudável:

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Abacaxi: composto por vitamina C, ácido málico e bromelina, que auxilia na digestão, garante boa hidratação por possuir 87% de água em sua composição. Possui baixo valor calórico (48 calorias em 100 gramas).

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Ameixa: rica em potássio, vitamina A e E, e baixo valor calórico (46 calorias por 100g). Devido ao seu elevado teor de água e de potássio, produz um efeito diurético benéfico, além de ser ótima fonte de ferro, cálcio e fósforo.

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Laranja: Além da famosa vitamina C, também oferece cálcio, potássio, magnésio, fósforo e ferro. Composta por 89,6% de água contém fibras e antioxidantes.

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Mamão: ótima fonte de vitaminas A e C, além de possuir 86% de água em sua composição. Recomenda-se consumir uma fatia pequena do mamão formosa ou uma metade do mamão papaya, diariamente, em qualquer horário do dia.

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Melancia: uma das frutas que mais hidratam, por conter cerca de 90% de água em sua composição. Rica em vitaminas A, B6 e C, potássio, ferro, cálcio e licopeno. De baixo valor calórico, pode ser consumida mais de uma vez ao longo do dia. Uma boa dica é fazer suco da fruta, que não necessita adicionar açúcar ou adoçante.

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Melão: típica fruta do verão e de baixa caloria, fornece grande quantidade de líquido necessário para uma boa hidratação. Possui alto teor de cálcio, magnésio e vitamina C, que ajudam na recuperação dos sais mineiras perdidos no suor. Pode ser consumido também em saladas e sucos.

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Pera: uma das frutas com maior teor de fibras (cerca de 2,5g por unidade), ajuda a regular o intestino. Possui zinco, vitaminas A e C e potássio. Por conter muitas fibras, aumenta a sensação de saciedade e pode ser consumida várias vezes ao dia.

Fonte: HCor