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Nutricionista dá dicas para evitar a intoxicação alimentar em dias quentes

Os maiores vilões são a água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas

Com as altas temperaturas aumentam os casos de intoxicação alimentar, como é popularmente chamada a gastroenterocolite aguda, causada principalmente pela ingestão de água ou alimentos contaminados por micro-organismos. Nesta época do ano, grande parte da população frequenta praias e clubes, lugares bastante propícios para contrair uma intoxicação alimentar. Por isso, é preciso ficar atento. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, janeiro e fevereiro são os meses em que há mais notificações de Doenças Transmitidas por Alimentos (DTA’s).

A principal causa do aumento de intoxicação alimentar são as altas temperaturas da estação que podem comprometer a conservação de alimentos e favorecer a proliferação dos microorganismos nocivos à saúde, entre eles bactérias (salmonela e estafilococos) e vírus (rotavírus).

De acordo com a nutricionista do Clinic Check-up do HCor, Maria Fernanda D’Ottavio, essa ocorrência está ligada à temperatura mais alta nesse período, o que favorece a proliferação de micro-organismos nocivos à saúde. “Nessa época, temos que ter mais cuidado com o que comemos e onde comemos”, alerta a nutricionista.

Fique atento aos vilões!

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Os maiores vilões são água, maionese, frango, carne bovina, ovos e, principalmente, a ostra. Se forem mal preparados ou indevidamente manuseados, esses produtos ficam suscetíveis a contaminações. Quando ingeridos, esses agentes podem causar diversos problemas. “De modo geral, os sintomas mais comuns são vômito, diarreia, náuseas, dor abdominal e cólicas, às vezes com presença de febre, ou até mesmo paralisia, se for caso de botulismo. A manifestação dos sintomas, após a ingestão, pode variar de horas (no caso da salmonela) até semanas (hepatite A)”, esclarece Maria Fernanda.

Cuidado redobrado com a alimentação no verão

Para a nutricionista do HCor, poucos casos exigem internação, mas é importante que um posto médico seja procurado assim que os sintomas se manifestarem. Para amenizar o mal-estar, o ideal é muito repouso e hidratação. “Os cuidados que temos usualmente com os alimentos devem ser redobrados, principalmente ao nos alimentarmos fora de casa. Na praia, os cuidados devem ser ainda maiores, já que além do calor intenso, vários alimentos são vendidos sem os devidos cuidados com a higiene”, recomenda.

Dicas da nutricionista do HCor para evitar a intoxicação alimentar no período de altas temperaturas:

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Pixabay

=Evitar alimentos crus ou malcozidos. Prefira alimentos que passem por altas temperaturas para serem preparados;

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Morguefile

=Atente-se à temperatura dos refrigeradores onde os alimentos são armazenados. Temperaturas inferiores a 4ºC são mais seguras para evitar a proliferação de micro-organismos;

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=Consuma imediatamente os alimentos cozidos. Caso sobre, guarde-os em recipientes na geladeira;

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=Mantenha os alimentos crus longe dos cozidos;

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=Não consuma alimentos com alteração de odor, cor e sabor;

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=Evitar alimentos em conserva como palmito e molhos caseiros como maionese;

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=Não ingira alimentos em embalagens danificadas;

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=Evitar porções feitas com excessiva antecipação;

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=Consuma apenas água potável;

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Pixabay

=Evite o consumo de alimentos em ambulantes. Prefira quiosques, lanchonetes ou estabelecimento com estrutura e higiene adequada;

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=Atente-se a higiene do local, desde higiene pessoal dos funcionários e também dos utensílios e local.

Fonte: HCor

Ortopedista do HCor alerta para os riscos da osteoporose

Em prol do Dia Mundial da Osteoporose, celebrado no dia 20 de outubro, o Prof. Dr. Gilberto Camanho orienta como prevenir a doença que, no Brasil, provoca uma fratura a cada três segundos

Silenciosa e assintomática, a osteoporose já atinge cerca de 10 milhões de pessoas em todo o país. Idosos, principalmente mulheres na pós-menopausa, são as pessoas que mais sofrem com a doença, cujo efeito provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que acaba causando múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de nove milhões de fraturas por ano no país, cuja incidência já é de uma a cada três segundos.

“O principal objetivo da prevenção e do tratamento da osteoporose é justamente evitar a ocorrência de fraturas. Afinal, quando uma pessoa em idade avançada quebra algum dos ossos a sua recuperação costuma ser bastante difícil e dolorosa. Isso sem contar que, em casos de fratura no quadril, há o risco de que o idoso fique incapacitado e restrito a uma cadeira de rodas”, diz o ortopedista do HCor, Prof. Dr. Gilberto Camanho.

Pratique atividade física

Depositphotos mulher pés exercicio ivan chernichkin

Para contribuir com a prevenção do problema, o médico aponta algumas importantes iniciativas. A primeira delas é a prática de exercícios. Além de evitar a perda de massa óssea causada pela osteoporose, a atividade ajuda a fortalecer e alongar os músculos das costas, reduzindo o problema. “A maior parte dos exercícios indicados em casos de osteoporose são leves e podem ser praticados em casa, depois de serem ensinados por um fisioterapeuta”, acrescenta o ortopedista.

Distribua o peso

Senior Adult Woman Carrying Box Parcel Package
Foto: 123rf

Outra dica importante de Camanho é que os idosos procurem executar os seus afazeres diários da maneira correta. Ou seja, sabendo que, caso tenham que carregar peso, é preciso distribuí-lo pelo restante do corpo, sem concentrá-los em um único membro ou na coluna, já que, devido a ação da osteoporose, ficam fragilizados e podem sofrer fraturas. “Ao carregar peso, é importante flexionar os joelhos antes de levantar cargas maiores, por exemplo. Porém, quando algo for pesado demais, ou a coluna já tiver um grau mais intenso de fragilidade, a melhor opção é sempre pedir ajuda ou evitar carregar peso. Isso pode prevenir acidentes e novas fraturas”, aconselha o ortopedista.

Combata os fatores de risco

Camanho ainda acrescenta que, para prevenir a osteoporose, é necessário ficar atento aos fatores de risco para a doença. Entre os mais relevantes estão idade avançada, ocorrência prévia de fratura, tabagismo, alcoolismo, uso de corticoides, artrite reumatoide e vida sedentária. Por isso, o médico aponta algumas medidas que, além de combater todos estes fatores de risco, podem contribuir com um estilo de vida mais saudável. Entre elas estão:

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=Consuma laticínios, frutas, legumes, folhas verdes e grãos, pois eles são ricos em cálcio;

=Procure praticar atividades físicas durante 30 minutos diários no mínimo. A prática de esportes fortalece os ossos;

=Fumantes chegam a perder cerca de 1% de massa óssea por ano. Por isso, evite cigarros;

=Homens costumam carregar mais peso que as mulheres. Por isso, eles precisam evitar exageros e tomar cuidado com quedas, já que todos esses fatores também comprometem a saúde dos ossos;

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=Acima dos 50 anos, as mulheres têm mais chances de desenvolver osteoporose em função da queda da produção de estrogênio causada pela menopausa. Por isso, quando se chega nessa idade, é importante realizar uma densitometria óssea;

=Procure tomar sol diariamente por pelo menos 20 minutos. Ao contrário do que se acredita, a melhor parte do dia para sintetizar vitamina D é entre às 11 e 12 horas, quando o sol está bastante forte. Contudo, evite excessos, já que a intensidade dos raios solares neste horário pode representar riscos à saúde. Use protetor solar. Na impossibilidade de tomar sol, suplementos de vitamina D podem e devem ser usados, após avaliação e prescrição de um médico;

=Se alguém da família tiver osteoporose, vale a pena ficar atento. Traços hereditários podem favorecer o aparecimento da doença. Por isso, é importante realizar um exame de densitometria óssea, a partir 45 anos de idade;

=Beba água ou suco natural de frutas. Refrigerantes e bebidas alcoólicas causam perda de massa óssea;

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=Manter hábitos saudáveis.

Fonte: HCor

HCor alerta para a importância do diagnóstico precoce de Alzheimer

No mês em que celebramos o Dia Mundial da Conscientização sobre a Doença de Alzheimer (21), é preciso discutir o tema. Estima-se que, atualmente, cerca de 1,2 milhão de brasileiros sofram com a Doença de Alzheimer, um dos problemas neurológicos mais comuns entre a população idosa, e uma das principais causas de demência – doença que atinge 47 milhões de pessoas, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Com acompanhamento médico e equipe multidisciplinar, é possível priorizar a qualidade de vida de pacientes e cuidadores.

A condição causa a morte gradual dos neurônios, provocando a perda de memória e de outras funções cognitivas, como capacidade de organização, orientação de tempo e espaço, entre outras. “O diagnóstico da demência de Alzheimer, em geral, é tardio, o que impossibilita que pacientes e cuidadores se beneficiem de tratamentos implementados por médicos e equipe multidisciplinar, que priorizam a qualidade de vida dos portadores e de seus familiares”, diz Pedro Rosa, psiquiatra do HCor.

Para lembrar a data e disseminar mais conhecimento sobre o tema, o médico destaca as particularidades e os desafios da doença:

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Foto: Sylvie Bliss/Pixabay

Longevidade: a expectativa de vida explica o aumento exponencial da doença, uma vez que o envelhecimento é o principal fator de risco para a destruição de células cerebrais que garantem o funcionamento cognitivo. Estima-se que até 2030 cerca de 75 milhões de pessoas serão afetadas pela doença, quantidade que deve pular para 132 milhões em 2050.

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Ilustração: Pixabay

Ih, esqueci: a perda progressiva da memória é o sintoma mais frequentemente inicial desse declínio cognitivo que acomete, sobretudo, os idosos e se agrava com o tempo, prejudicando as atividades do dia a dia. Dificuldades para se comunicar, de raciocínio, alterações de humor, como depressão, e de comportamento, como agitação e agressividade, além de distúrbios de sono, capacidade de juízo e de crítica comprometidas são outros sintomas comuns.

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Foto: Hioahelsefag/Pixabay

É possível diagnosticar, sim: diante de alguma suspeita, é importante consultar um médico para tirar dúvidas e realizar exames. “O diagnóstico exige uma extensa investigação por meio de avaliações clínicas, testes de sangue e de imagens, como ressonância magnética ou tomografia”, explica o psiquiatra do HCor. Em alguns casos, são solicitados exames mais específicos, como o PET – neuroimagem funcional e de neuropsicológico, capazes de mostrar o funcionamento do sistema nervoso central e das funções cognitivas individualmente.

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Controle dos sintomas: atualmente não há tratamentos capazes de alterar o curso natural da Doença de Alzheimer, ainda que uma série de fármacos esteja em fase de desenvolvimento. Entretanto, há medicações disponíveis para atenuar os sintomas da doença. Além disso, a reabilitação neuropsicológica – tratamento realizado por uma equipe de profissionais de saúde -, envolve o treinamento das habilidades cognitivas prejudicadas com exercícios de associações verbais, tarefas de memorização, de linguagem e de planejamento. “A reabilitação atrelada ao tratamento medicamentoso específico e a exercícios físicos, além de cuidados oferecidos aos cuidadores, melhora significativamente a qualidade de vida do paciente”, ressalta o médico.

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Mexa o corpo: a prática de atividade física regular, a manutenção de atividades mentais e de relacionamentos interpessoais, são muito importantes para envelhecer com saúde. Controlar a hipertensão, o diabetes, o colesterol e evitar o cigarro e outras drogas são medidas preventivas essenciais. “Esses aspectos são importantes, pois há uma grande relação entre a saúde cardíaca, a metabólica e a saúde do sistema nervoso central. Para um envelhecimento mental saudável, a saúde física tem que estar em ordem”, orienta Rosa.

Fonte: HCor

Dia dos Pais: cardiologista dá dicas de exames preventivos para os homens

Homens com mais de 35 anos são aconselhados a realizar o check-up pelo menos uma vez ao ano; assim permanecem cientes do que está acontecendo com o seu organismo

Para estar presente em cada momento da vida dos filhos é preciso ter saúde. E para ter saúde é preciso se cuidar. Celebrado no dia 11 de agosto nesse ano, o Dia dos Pais serve como uma oportunidade de despertar sobre a importância dos cuidados da saúde masculina, a fim de melhorar a qualidade de vida dos homens. Pois os cuidados de prevenção devem começar desde a adolescência.

Muitas doenças podem ser prevenidas quando os homens procuram os serviços de saúde regularmente. Com o aumento da idade, há uma tendência à redução de massa muscular e aumento do tecido gorduroso, o que reduz a taxa metabólica. E, assim, ocorre uma tendência do aumento de colesterol, glicemia, triglicérides. Também há chance de neoplasias malignas (câncer), cuja incidência é aumentada com a idade. Dessa forma é importante procurar o médico sempre que tiver alguma dúvida, mas também periodicamente, antes que apareçam sintomas de doenças.

Hoje o conhecimento científico, que gradualmente se acumula na medicina, permite diagnósticos mais individualizados e precisos, abrangendo dados que facilitam a prevenção, detecção precoce e evolução das doenças, assim como a indicação de procedimentos terapêuticos adequados. De acordo com César Jardim, cardiologista e responsável pelo Clinic Check-up HCor, as doenças do aparelho cardiovascular (principalmente AVC e infarto) são a principal causa de óbito entre os homens, seguido pelas neoplasias, principalmente o câncer de próstata, reforçando a extrema importância da prevenção no universo masculino.

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A importância da prevenção para saúde do homem: por meio da equipe multidisciplinar do Clinic Check-up, o HCor estabelece avaliações com o intuito de identificar eventuais doenças e seus possíveis fatores de risco – baseado em dados clínicos e achados de exames. São pesquisadas doenças frequentes e clinicamente importantes com impacto na saúde e na qualidade de vida, como tumores, doenças cardiovasculares, metabólicas e infecciosas. Para isso, o serviço conta com uma equipe multidisciplinar composta por cardiologista, urologista, ginecologista, fisiatra, dermatologista, fonoaudiólogo, oftalmologista e nutricionista.

No que diz respeito às doenças cardiovasculares, além da identificação e controle dos fatores de risco, o HCor conta com o ecocardiograma tridimensional e angiotomografia de artérias coronárias, no qual pode identificar a concentração de cálcio nesses vasos e a presença de placas de aterosclerose, além de ressonância magnética e tomografia computadorizada do coração. “Também são feitas orientações nutricionais para reeducação alimentar e para a prática de atividade física, pois é evidente que cada um de nós tem sua parcela de responsabilidade, já que algumas medidas preventivas estão relacionadas diretamente aos nossos hábitos de vida”, alerta Jardim.

Fique atento à saúde do seu pai: com a vida cada vez mais corrida e o estresse diário, aumenta cada vez mais a preocupação com o bem-estar e a saúde, fundamental para garantir qualidade de vida. No entanto, se o seu pai é do tipo relapso, que não se preocupa com a saúde, e vai ao médico apenas quando precisa, fique de olho. Aproveite o dia dos pais e o incentive a fazer um check-up, independentemente da idade ou de estar se sentindo bem.

Dicas do cardiologista do Clinic Check-up HCor com os exames recomendados aos homens:

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Após os 30 anos: exame de sangue para avaliar a função renal e hepática, os marcadores tumorais e as taxas de colesterol, glicemia, tireoide e triglicérides e eletrocardiograma;

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Após os 40 anos: exame de sangue para avaliar a função renal e hepática, os marcadores tumorais e as taxas de colesterol, glicemia, tireoide e triglicérides, exames urológicos e de hormônios, exame da saúde da próstata (apenas para homens com histórico de câncer na família);

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Healthline

Após 50 anos: todos os exames acima são recomendados. Exame da próstata torna-se obrigatório anualmente e, em caso de alterações, a cada seis meses.

A prevenção ainda é o melhor remédio: a descoberta precoce de certas doenças é um importante passo no processo de cura. No entanto, os homens ainda deixam para procurar um médico somente quando já está seriamente doente, ou seja, o check-up preventivo costuma ser desprezado.

“Felizmente, essa mentalidade está começando a mudar, e cada vez mais, as pessoas percebem que o check-up é uma ferramenta importante para a manutenção da saúde. Homens com mais de 35 anos são aconselhados a realizar esse procedimento pelo menos uma vez ao ano, assim permanecem cientes do que está acontecendo com o seu organismo”, aconselha o médico.

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Depositphotos

Os filhos têm papel fundamental na saúde dos pais. São eles que motivam, acompanham, marcam as consultas e participam mais ativamente da rotina do pai. “Apesar de nos últimos anos o comportamento masculino ter melhorado, ainda existem muitos homens que não procuram o médico. Os homens, além de fazer menos exames preventivos, tendem a fumar e beber mais, além de serem mais sedentários e terem, na média, mais sobrepeso”, esclarece o cardiologista do HCor.

Para o aparecimento da doença é necessária a presença de fatores de risco, como tabagismo, obesidade, hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes. “Se controlarmos os fatores de risco, e a isto aliarmos uma vida saudável, com alimentação regrada e exercícios adequados, reduziremos em 90% o risco do aparecimento do infarto”, orienta o cardiologista.

Fonte: HCor

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Colesterol

Cardiologista do HCor explica a importância de manter o colesterol equilibrado; dieta balanceada, prática de exercícios físicos e controle do peso auxiliam com o controle e prevenção do surgimento de doenças cardiovasculares

Hoje, 8 de agosto, é celebrado o Dia Nacional de Combate ao Colesterol. Para conscientizar sobre a prevenção desse tipo de gordura que, embora tenha importante função no organismo, quando está em excesso pode prejudicar o sistema cardiovascular, principalmente com a obstrução de vasos sanguíneos no coração e no cérebro. O controle do colesterol é fundamental para identificar riscos de doenças cardíacas e deve ser feito, pelo menos uma vez ao ano, por meio de um simples exame de sangue.

“O colesterol é um tipo de gordura existente no organismo, que auxilia na produção de hormônios como estrógeno, testosterona, cortisol e ácidos biliares. Mais da metade do colesterol é produzido pelo organismo o restante vem da alimentação e se esta estiver desequilibrada pode aumentar os níveis desta gordura no sangue”, comenta o Prof. Dr. Antonio Carlos Chagas, cardiologista do HCor.

Desta forma, é importante saber se o colesterol está dentro dos padrões ou alterado. Mas independente de qualquer atitude, ter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos e controlar o peso são boas medidas para manter o colesterol dentro dos índices recomendados.

Tipos de colesterol

Existem dois tipos de colesterol. O LDL (lipoproteína de baixa densidade), que é conhecido como “mau colesterol” e o HDL (lipoproteína de alta densidade), conhecido como “bom colesterol”. O primeiro é responsável por levar um pouco de triglicerídeos do fígado e do intestino para os tecidos. E o segundo faz o caminho inverso, remover o excesso de colesterol dos tecidos e leva para o fígado.

O LDL descontrolado favorece a formação de placas nos vasos do coração e do cérebro que podem evoluir para um infarto ou AVC. Já concentrações elevadas de HDL ajudam a proteger contra essas doenças. Dai os tipos serem conhecidos como mau e bom colesterol. Há ainda o colesterol total, que é a soma dos dois.

coração médico

“O acúmulo de placas começa na infância e se manifesta décadas mais tarde. Por isso, é importante incentivar o consumo de alimentos ricos em fibras, vegetais, frutas e verduras, cada vez mais cedo. Lembrando que os índices recomendados são: LDL abaixo de 100mg/dl e HDL superior a 40mg/dl. O colesterol total não deve ultrapassar 200mg/dl, isto para adultos maiores de 20 anos”, explica Chagas.

Fonte: HCor

Cardiologista alerta sobre diferenças entre crise de ansiedade e problemas cardíacos

O pico de ansiedade aumenta a produção de hormônios como cortisol e adrenalina, diminuindo o calibre das artérias, o que pode levar ao infarto ou ao AVC (acidente vascular cerebral)

Um levantamento da OMS (Organização Mundial da Saúde) revela dados preocupantes sobre a saúde psíquica dos brasileiros. O país ocupa o 4º lugar no ranking dos países com mais pessoas ansiosas, ficando atrás apenas do Paquistão – que lidera a pesquisa com 28% da população com quadro de ansiedade -, dos Estados Unidos (25%) e da Colômbia (24%). Cerca de 23% dos brasileiros já tiveram algum transtorno de ansiedade ao longo da vida, e os cardiologistas recebem, com cada vez mais frequência, pacientes com transtornos de ansiedade manifestando algum problema cardiológico.

Segundo o cardiologista e clínico geral do HCor, Abrão Cury, a ansiedade é a antecipação de uma possível situação de ameaça. O medo é algo comum e protege as pessoas de diversos perigos. “No entanto, quando a sensação de angústia é permanente, gera reações físicas e atrapalha atividades cotidianas, e é preciso averiguar se a ansiedade ganhou um patamar patológico”, explica Cury.

A base bioquímica do ataque de pânico é a baixa de serotonina – neurotransmissor responsável pelas reações de prazer e bem-estar -, que ocasiona diversos sintomas como a aceleração dos batimentos cardíacos, em uma resposta corporal às emoções intensas durante a crise. “Por isso, é comum os pacientes ansiosos procurarem o cardiologista ‘achando’ que estão tendo um infarto agudo do miocárdio”, alerta o cardiologista.

Quando os especialistas recebem essas reclamações, são solicitados os exames de eletrocardiograma, teste ergométrico e holter para verificar se há algum problema cardiológico ou como o coração reagiu após a pressão da crise. Por vezes, por se tratar apenas de manifestações emocionais, não é constatada nenhuma desordem nos resultados.

Cury alerta, no entanto, que os sintomas nunca devem ser ignorados. “O pico de ansiedade aumenta a produção de hormônios como cortisol e adrenalina, diminuindo o calibre das artérias, o que pode levar ao infarto ou ao AVC (acidente vascular cerebral). Por isso, é importante deixar de lado a timidez e a falta de tempo, e sempre procurar a ajuda de especialistas que indicarão os tratamentos mais adequados”, sugere o cardiologista.

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Queixas mais comuns de ansiedade nos consultórios cardiológicos:

Falta de ar;
Palpitações;
Dores no peito;
Dormência;
Formigamento;
Tremores em alguma parte do corpo.

Em alguns casos, o tratamento com medicação, psicoterapia e terapia ocupacional são suficientes. O acompanhamento dura, no mínimo, seis meses, mas pode perdurar por mais tempo, variando para cada paciente. “O uso de antidepressivo, ansiolítico e psicoterapia, aliados a prática regular de atividades físicas, alimentação saudável, boas noites de sono e tempo para se dedicar ao lazer aumentam a qualidade de vida e são os métodos mais recomendados aos ansiosos”, finaliza.

Fonte: HCor

 

Como montar cardápios divertidos e nutritivos no período das férias escolares

Sem abusar de alimentos prejudiciais à saúde das crianças é possível, com criatividade, criar pratos saudáveis, mesmo no período das férias

As férias escolares chegaram e com elas muita diversão e passeios para as crianças. Nesta época do ano, elas gastam muita energia e uma boa alimentação é fundamental para garantir o agito da garotada. Como neste período alguns hábitos alimentares e horários das refeições são alterados por conta das atividades, é preciso que os pais fiquem atentos.

De acordo com a gerente de Nutrição Assistencial do HCor, Rosana Perim, os alimentos calóricos não precisam ser completamente abolidos durante as férias, desde que sejam oferecidos em pequenas porções. “O ideal é consumir bolachas integrais no lugar das recheadas, alimentos grelhados ao invés de frituras, além de verduras, frutas e legumes, que não podem faltar no cardápio dos pequenos”, esclarece.

Durante as férias, outra brincadeira divertida é envolver as crianças no preparo dos alimentos, contando sempre com a imaginação. “O brócolis, por exemplo, pode ser transformado em árvores. Já na sobremesa, a sugestão é utilizar frutas cortadas no formato de estrelas ou coração, para despertar a atenção e criatividade da criançada”, explica a nutricionista.

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Foto: Philmech

Atualmente há uma série de discussões sobre a alimentação infantil. O aumento no consumo de alimentos gordurosos e o excesso de sal e açúcar na dieta da criança e do adolescente traz diversos danos à saúde e, em alguns casos, tornam-se irreversíveis do ponto de vista médico e nutricional.

“Por isso é preciso tomar alguns cuidados no período das férias, pois as crianças fogem da rotina e há um aumento no consumo de fast foods, produtos industrializados, refeições congeladas, que contém alto teor de sódio, gordura saturada e açúcar”, aconselha Rosana.

Para a nutricionista, nesta época do ano, os problemas de saúde para esse público ficam por conta de resfriados, gripes e crises respiratórias, por causa do inverno e poluição: “Comer bem e corretamente favorece o organismo e o deixa mais resistente, além de garantir energia para toda diversão. Além disso, alimentos nutritivos, como verduras, legumes e frutas mantêm a saúde, aumentam a imunidade e auxiliam no desenvolvimento das crianças”, afirma.

MILKSHAKE DE GELATINA ZERO

Uma das alternativas que os pais podem fazer para incentivar a ingestão de nutrientes saudáveis no período das férias é sempre deixar estes alimentos prontos para o consumo. Isso inclui desde frutas frescas como morango, banana, maçã, pera, saladas de frutas, até gelatina, bolo preparado com flocos de aveia, bolo de cenoura, biscoitos caseiros integrais, suco de fruta natural e água de coco.

“É muito comum o aumento do consumo de refrigerantes e doces neste período. Os responsáveis pelas crianças devem controlar a ingestão desses alimentos começando por limitar a compra deles”, completa.

Dicas do Serviço de Nutrição do HCor para as férias escolares:

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Evite o exagero: nas férias escolares, até mesmo o excesso de pipoca – alimento bastante presente neste período -, pode trazer para a criança complicações digestivas pelo excesso de gordura e sal. Os doces com cremes, chocolate e chantilly também devem ter consumo controlado.

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Criatividade na produção da refeição: usar a criatividade decorando os pratos é uma alternativa para chamar atenção das crianças menores. Fazer uma flor com parte do tomate ou montar um boneco com ovo cozido, por exemplo, pode auxiliar a prender a atenção da criança para a alimentação correta.

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Para os maiores: o ideal é introduzir verduras e legumes na massa e no recheio de tortas. Preparar pastéis assados e recheados com verduras e queijo, fazer sobremesas à base de iogurte ao invés de creme de leite e chantilly, colocar torradinhas de pão integral nas saladas e queijo magro ao invés de parmesão são algumas sugestões.

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Variar e colorir para despertar o interesse: como as crianças costumam acordar um pouco mais tarde neste período, o ideal é que o café da manhã seja nutritivo e leve, para não atrapalhar o apetite do almoço. Um copo de leite com achocolatado ou iogurte é o mais recomendado. Assim, pães e cereais podem ser adicionados ao lanche da tarde, com sucos ou leite fermentado.

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Refeições principais, como almoço e jantar: o ideal é que o prato seja bastante colorido e variado. Legumes e vegetais não podem ficar de fora, complementando o arroz com feijão e carnes grelhadas ou ensopados. “Para as crianças que tem receio a certos alimentos, a dica é tentar tornar a alimentação divertida. Para as meninas, o suco de morango, por exemplo, pode ser da personagem moranguinho. Já pra os meninos, a vitamina de frutas pode ser do homem-aranha”, finaliza a nutricionista.

Fonte: HCor

Fisiologista do HCor aponta benefícios da atividade física em dias frios

Queda das temperaturas aumenta a queima de calorias, pois acelera o metabolismo para manter o corpo aquecido

Com a queda das temperaturas nas estações de outono e inverno muitas pessoas deixam a atividade física de lado, seja pelo clima mais gelado ou pela falta de motivação para encarar o frio. O que poucos sabem é que estas estações são ideais para se exercitar, pois há um aumento da queima de calorias para que o corpo fique aquecido.

“Para manter a temperatura do organismo o metabolismo acelera seu funcionamento o que, consequentemente, aumenta também o apetite. É importante destacar que os resultados podem variar muito de acordo com cada pessoa, pois dependem da quantidade e da intensidade dos exercícios”, explica o fisiologista do esporte do HCor, Diego Leite de Barros.

Outros fatores importantes são a alimentação adequada e também as roupas utilizadas. “Mesmo na prática de atividades ao ar livre é importante usar roupas leves de tecido como a poliamida, por exemplo. Muitas roupas podem abafar o corpo o que irá acarretar na perda de sais minerais em excesso, o que não é recomendado”, salienta o fisiologista do HCor.

Sem parar

Em média, a aptidão cardiorrespiratória diminui cerca de 20%, entre um e dois meses, caso seja interrompida a frequência da prática de atividade física. Para evitar que isso aconteça o fisiologista do HCor tem algumas dicas.

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1- Preparação – é preciso redobrar atenção. Aquecimento e alongamento devem ser mais demorados, pois o corpo levará mais tempo para atingir a temperatura ideal para a atividade física.

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2- Hidratação – fundamental antes, durante e depois dos exercícios, pois o corpo perde líquido com a transpiração, mesmo em dias mais frios.

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3- Proteção – use roupas e calçados adequados e confortáveis para o clima frio, que não prejudiquem a mobilidade e consigam manter o corpo aquecido. Uma das grandes preocupações é evitar a hipotermia, quando o corpo perde calor em excesso.

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Shutterstock

4- Ar livre – verifique as condições do vento e temperatura antes de sair para um ambiente externo. O ideal é escolher um horário com sol e se não for possível quando a temperatura do dia estiver mais quente para estimular os músculos durante o exercício.

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5- Escolha – cada pessoa tem preferência por uma determinada atividade, mas o ideal é manter a regularidade. Nos dias frios, caminhada, corrida e futebol são ótimas opções.

Fonte: HCor