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7 lições sobre segurança cibernética que você deve ensinar aos idosos*

E por que eles precisam aprender o mais rápido possível

Talvez você nunca tenha falado sobre isso com seus pais, mas explicar aos familiares mais velhos sobre segurança cibernética é tão importante quanto falar sobre saúde. Os idosos são frequentemente alvo de golpes de phishing e ataques cibernéticos porque geralmente são mais vulneráveis.

Nos últimos anos, houve um forte aumento no número de idosos com acesso à Internet: o percentual de pessoas com mais de 60 anos no Brasil navegando na rede mundial cresceu de 68% em 2018 para 97% em 2021, como mostra pesquisa realizada pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offer Wise Pesquisas.

De acordo com o estudo, os aplicativos que os idosos mais utilizam no celular são as redes sociais (72%); transporte urbano (47%); e bancário (45%). Idosos conectados também usam a internet para fazer compras. Entre os produtos que costumam comprar pela internet estão: eletroeletrônicos (58%); medicamentos (49%, com aumento de 21% em relação a 2018); e eletrodomésticos (47%).

Nunca houve um momento melhor para ajudar os idosos a se protegerem online. Mesmo que eles usem dispositivos altamente seguros e tenham um software antivírus instalado, uma senha ruim pode ser a ruína. Embora a segurança cibernética para a terceira idade possa parecer esmagadora, a maioria dos ataques pode ser evitada com algumas etapas simples e conhecimento.

Aqui mostro 7 etapas fáceis para ajudar a configurar a segurança cibernética para a terceira idade:

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1.Ajude-os a escolher senhas fortes

Lembre os idosos de bloquear seus dispositivos e contas da mesma forma que trancariam a porta da frente de sua casa. Assim como bloqueios diferentes, algumas senhas são mais eficazes que outras. Se os dispositivos forem perdidos ou roubados, senhas fortes garantem que eles não possam ser acessados. Você também pode recomendar um gerenciador de senhas, dependendo de quantas senhas seus familiares seniores devem gerenciar. Os gerenciadores de senhas simplificam o que eles devem lembrar; em vez de uma senha diferente para tudo, você só precisa de uma senha segura para fazer logon, e o gerente pode gerar senhas seguras para todo o resto. Os gerenciadores de senhas podem ser usados em vários dispositivos e as senhas também podem ser compartilhadas com outras pessoas, para que você possa ver as senhas de seus pais em sua própria conta.

2.Ensine-os a evitar phishing

Os idosos são especialmente propensos a e-mails fraudulentos, telefonemas e contas de mídia social. Ensine-os a não clicar em links ou baixar nada se houver alguma dúvida sobre sua legitimidade. Em vez disso, incentive-os a acessarem diretamente a página ou conta da Web e entrarem em contato diretamente com o suporte ao cliente. Outra maneira fácil de detectar phishing é com erros de digitação ou gramática incorreta. Se Amazon estiver escrito “amzon.com” no e-mail, é um sinal de que é uma tentativa de phishing. Além disso, se um e-mail tem um senso de urgência, está pedindo dinheiro ou está relatando um problema com uma conta bancária ou impostos, certifique-se de que os idosos pensem duas vezes antes de responder. Se há uma coisa a ser lembrada sobre phishing, é que, se eles tiverem alguma dúvida sobre uma mensagem, devem excluí-la ou entrar em contato diretamente com a empresa.

3.Instale um bom programa antivírus

Malware, ou qualquer programa que possa danificar seu computador, é uma das ameaças de segurança cibernética mais comuns para idosos. O malware geralmente pode infectar seu dispositivo sem que você saiba e, como consequência, eles variam de ameaças sérias a pequenos aborrecimentos. Um bom programa antivírus pode bloquear qualquer tipo de malware em tempo real. Alguns programas antivírus também podem vir com gerenciadores de senhas, ferramentas anti phishing, VPNs e muito mais.

4.Mostre como verificar a legitimidade dos sites

Ao fazer compras online ou navegar nas redes sociais, os idosos podem ser especialmente vulneráveis a sites falsos ou contas falsas. Antes de compartilhar qualquer informação ou comprar de um site, os idosos devem verificar os indicadores de confiança. Estes podem incluir:

-procure por erros de ortografia na página da web
-“olhar além do bloqueio” para a identidade do site
-protocolo https ativado
-selos do site como o selo do site Norton ou DigiCert
-uma declaração de privacidade
-informações de contato da empresa

Se houver alguma dúvida, não faça uma compra nesse site nem insira suas informações. Por exemplo, se os negócios são bons demais para serem verdade, eles provavelmente não são reais.

5.Definir atualizações para instalar automaticamente

As atualizações de software ajudam a proteger contra as vulnerabilidades atuais. Os desenvolvedores geralmente enviam atualizações para se proteger contra pontos fracos conhecidos, por isso é aconselhável instalá-los imediatamente antes que um invasor possa tirar proveito deles. Você pode configurar computadores e dispositivos para instalar automaticamente atualizações de software, que é a maneira mais fácil de manter os programas atualizados. Além disso, atualizações de anúncios pop-up ou e-mails podem ser malwares. Portanto, configurar as atualizações para serem instaladas automaticamente significa que elas não precisam clicar em nenhuma solicitação de atualização que possa conter malware.

6.Lembre-os de sair de contas e sites

Simplesmente sair de contas e dispositivos pode ajudar a proteger a segurança dos idosos. Lembre-os de que eles nunca devem ficar conectados à conta em computadores públicos, como os da biblioteca. Mesmo em casa, isso deve ser feito. É aqui que ter um gerenciador de senhas facilitará o login a cada vez. Quando seus parentes idosos pedirem ajuda no computador, reserve um tempo para garantir que eles também estejam seguindo as práticas recomendadas de segurança na web. Mesmo que os riscos sejam relativamente baixos, os ataques cibernéticos têm consequências graves. Ensinar os idosos agora a praticar bons hábitos de segurança economizará tempo e dor de cabeça no futuro.

*Dean Coclin, Diretor Sênior de Desenvolvimento de Negócios da DigiCert, Inc. provedora mundial de escaláveis TLS/SSL, soluções PKI para identidade e encriptografia.

Nivea anuncia ações sociais por meio da campanha “O Toque que Transforma e Inspira Conexões”

Marca apoiará ações sociais com base em estudos científicos para transformar vidas de milhares de brasileiros por meio do toque

Nesta manhã, a Nivea promoveu uma entrevista coletiva, virtual, para apresentar algumas novidades. Com intermediação da atriz Camila Pitanga, o Presidente da Nivea Brasil, Christian Goetz, a Diretora de Marketing, Andréa Bó, o Diretor de Recursos Humanos, Juan Pablo Leymarie falaram sobre as novidades da empresa, enquanto a Doutora em Patologia, mestre em Biotecnologia e Biomédica Jaqueline Goes, explicou a importância do toque para o ser humano.

Considerada a marca número 1 em cuidados com a pele no mundo, a Nivea revela no Brasil o propósito O Toque que Transforma e Inspira Conexões. A empresa fortalece a sua missão social e a relação com as centenas de colaboradores no país para gerar impacto social e transformar a vida de milhares de pessoas. Nesta jornada, as ações, embasadas em estudos científicos proprietários da marca, também são um convite aos consumidores para se juntarem à causa.

Juarez e Heloísa se conheceram há 56 anos em São João Del Rey (MG). Para eles, até hoje os abraços e os carinhos são sinais de amor e conforto. NIVEA os encontrou para o relatório O Estado do Toque Humano, de 2020 (foto: ©NIVEA, 2020/Oliver Lassen)

“O propósito não é algo novo, é parte do nosso legado e também o futuro da Nivea. Cuidar das pessoas faz parte do nosso DNA há 110 anos. O toque na pele desempenha um papel vital para criarmos conexões uns com os outros e para melhorar a saúde física e mental das pessoas. Por isso, iniciamos essa jornada de conscientização: vamos auxiliar grupos vulneráveis que sofrem com o isolamento social, físico ou emocional. Desejamos criar vínculos verdadeiros e ser relevantes na vida dos consumidores e da sociedade”, afirma Christian Goetz, presidente da Nivea no Brasil.

Christian Goetz

O propósito da marca conta com transformações em três frentes: colaboradores, sociedade e consumidores e a combinação dessas 3 frentes é que o torna verdadeiro e relevante. É por isso que a marca acredita que pode promover uma diferença real na sociedade usando seu alcance e influência para revelar os benefícios do toque físico para a saúde, assim que as circunstâncias permitirem. A Nivea irá apoiar organizações que dão suporte àqueles que necessitam de acolhimento, transformando-as em amplificadoras do toque humano e potencializando a capacidade que têm de levar o cuidado adiante.

Agente de transformação social

Projetos apoiados pela Nivea beneficiarão idosos e cuidadores, pessoas LGBTQIA+ e mulheres negras de regiões de periferia (foto: divulgação)

O toque é uma necessidade humana de se sentir cuidado e uma das formas mais poderosas para transferir energias positivas entre duas pessoas. É também a base fundamental para criar relacionamentos sociais positivos ao longo da vida: define e solidifica as relações sociais, facilita a formação de novas conexões, auxilia na resolução de conflitos e na redução da agressão. Nos últimos tempos, a vida moderna e agitada tem afastado as pessoas das manifestações de toque, o que intensifica a sensação de solidão – situação potencializada pela pandemia da Covid-19. Este comportamento traz à tona a importância do toque humano para as relações sociais.

Nivea acompanha essas mudanças há mais de três anos e realizou pesquisas antes da pandemia, com quase 12 mil entrevistados, que comprovam que as pessoas entendem a importância do toque, mas que o vivenciam cada vez menos. O levantamento foi repetido durante o atual cenário, com mais de 9 mil pessoas, constatando que a solidão e a falta de toque são mais latentes do que nunca. As medidas para conter a disseminação do coronavírus ainda colocam algumas comunidades em situação de risco de isolamento social e emocional de forma mais acentuada.

Nivea se uniu a uma consultoria parceira, a Purpose para definir os grupos que sofrem com o isolamento social e a falta do toque. A marca irá apoiar ações sociais ao longo dos próximos anos para beneficiar comunidades que mais precisam de cuidado.

Idosos e cuidadores: no Brasil, mais de 2 milhões de idosos possuem algum tipo de doença mental degenerativa e o sentimento de solidão pode aumentar em 40% a probabilidade do desenvolvimento desse quadro clínico. Nesse processo, os cuidadores acabam sofrendo muito, 35% apresentam mais risco de sintomas de ansiedade e cinco vezes mais chance de depressão. Nivea também vai olhar para eles, que se dedicam para garantir aos idosos uma vida digna e com autoestima.

O que a empresa fará: dialogar com os cuidadores é um caminho para gerar qualidade de vida para quem cuida e para quem é cuidado.Vamos nos unir a ONGS para auxiliar os idosos e melhorar a experiência do cuidador com ações que incluem capacitações aos profissionais, treinamento em massagens terapêuticas, atividades de dança-terapia, experiências sensoriais envolvendo o toque e treinamentos sobre saúde mental.

LGBTQIA+ com foco na comunidade trans: além de situações de abandono e falta de apoio pelas próprias famílias, as estatísticas dessa comunidade geram um alerta importante. O Brasil é o país com o maior registro de assassinatos de pessoas LGBTQIA+ no mundo, um a cada 19 horas. E a expectativa de vida de mulheres trans e travestis é de 34 anos, no Brasil, sendo que a média nacional é de 74 anos.

O que a empresa fará: o objetivo é trilhar uma jornada de conscientização da sociedade e combater a LGBT fobia. Serão apoiadas iniciativas desenvolvidas por organizações e coletivos LGBTQIA+ que tenham impacto na comunidade, como projetos e casas de acolhimento que recuperam a dignidade e a segurança das pessoas.

Mulheres negras da periferia: 54% da população brasileira é formada por pessoas pretas ou pardas – deste total, 28% são mulheres, representando o maior grupo demográfico do país. Com perfil de mobilização local, elas são o suporte da comunidade, acolhem e tocam a vida das pessoas ao seu redor. Cuidam da família, dos vizinhos e da comunidade como um todo e trabalham muito para garantir o sustento da casa.

O que a empresa fará: desenvolver o talento de mulheres negras por meio de organizações que estimulam formações em trabalhos manuais, levando conteúdo e ferramentas de empoderamento profissional, social e psicológico por meio de treinamentos, capacitação e oficinas. A geração de renda para essas mulheres é uma necessidade urgente para que continuem cuidando de suas famílias e comunidades.

Mais de 5 mil pessoas serão impactadas com os projetos apoiados pelo propósito da NIVEA: AACD, Todxs e Pretahub são as primeiras ONGs com ações em andamento (foto: divulgação)

Parcerias com ONGs

A marca já definiu três das seis ONGs parceiras que terá até o final do ano:
=AACD: parceiros da Nivea há 10 anos, irão desenvolver projetos de dança-terapia, massagem terapêutica e capacitação de cuidadores de idosos. As atividades abrangem desde a reabilitação física até questões emocionais para maior autonomia do paciente.
=TODXS: para a comunidade LGBTQIA+, a Nivea irá atuar com a entidade para empoderar a comunidade e educar a sociedade para transformar o Brasil em um país verdadeiramente inclusivo. A marca apoiará o projeto Todxs Embaixadorxs que tem como foco criar líderes que possam disseminar a causa e acolher o público em suas comunidades. Visite:
=Pretahub: para os projetos envolvendo as mulheres negras, a Nivea fechou parceria com a instituição aceleradora do empreendedorismo negro no Brasil. As ações se concentrarão em dois programas:
=Casa PretaHUB: apoiar financeiramente os espaços para compartilhar, co-criar e desenvolver negócios, pautados nos temas de afro empreendedorismo e cultura afro. As ações serão concentradas em uma casa em São Paulo e, outra, na Bahia.
=Afrolab: programa de apoio, promoção e impulsionamento do afro empreendedorismo, que terá como um dos focos o fortalecimento da autoestima e a educação financeira dessas mulheres. A parceria com a NIVEA prevê ainda a execução do programa Afrolab Digital que contará com dicas de marketing digital e oferecerá as redes sociais como um espaço de experimentação para venda de produtos e serviços.

Mais de 5 mil pessoas serão impactadas com os projetos apoiados pelo propósito da Nivea: AACD, Todxs e Pretahub são as primeiras ONGs com ações em andamento (foto: divulgação)

Andréa Bó

O objetivo é beneficiar mais de 5 mil pessoas, até 2025, por meio de ações que tragam o toque como agente de cuidado e transformação. “A Nivea é uma marca que encanta e faz parte da história dos brasileiros há muitas gerações. Estamos em uma jornada de fortalecimento para ir além no cuidado com as pessoas com um olhar muito especial: queremos impactar vidas e deixar um legado para a sociedade e devolver ao planeta o que recebemos, fazendo a diferença no mundo”, afirma Andréa Bó, diretora de Marketing da Nivea.

Transformação de dentro para fora

Para que a transformação social proposta pela Nivea ocorra de forma genuína, a jornada será potencializada com a participação dos colaboradores da marca no Brasil, evoluindo a cultura corporativa da empresa. Algumas ações planejadas têm como foco o conhecimento e a vivência do propósito na prática por todos os colaboradores como, por exemplo, a criação de um Programa de Voluntariado para que a equipe possa se envolver em projetos sociais das ONGs acolhidas.

Juan Pablo Leymarie

Em uma ação ligada ao propósito, os colaboradores também são incentivados a descobrirem seus propósitos pessoais. O projeto Círculos de Propósito propõe atividades em grupos, por meio de reuniões online, para conversas, trocas de experiências e reflexões sobre objetivos pessoais de transformação. “Sabemos que pessoas que conhecem os seus sonhos e têm um propósito são muito mais felizes e queremos incentivar esta descoberta aos nossos mais de 600 colaboradores no Brasil. É maravilhoso quando a companhia e os colaboradores compartilham esse propósito e, juntos, vão além”, destaca Juan Pablo Leymarie, diretor de RH da Nivea.

Colaboradores da Nivea são incentivados a descobrirem seus propósitos pessoais em busca de uma vida mais feliz e participarão de Programa de Voluntariado (foto: divulgação)

A agenda de Diversidade também terá destaque: recentemente a marca se aliou à Mais Diversidade, uma consultoria para ampliar a conversa e trazer um olhar profundo sobre onde e como é possível evoluir como empresa empregadora. Há ainda a atuação de um Comitê de Diversidade interno que está discutindo ações práticas sobre como trazer pertencimento e pluralidade, de fato, para os times. “Queremos trazer para dentro da Nivea ainda mais a representatividade de nossos consumidores e da sociedade. Estamos considerando gênero, orientação sexual, raça e geração como nossos principais focos”, pontua o diretor.

A relação com os consumidores

A existência de um propósito impacta Nivea em todos os sentidos, inclusive na relação com consumidores e clientes. Por meio de campanhas, redes sociais e produtos, a marca pretende conscientizar e alcançar a sociedade como um todo. O time de influenciadores da marca atuará para reforçar a mensagem nas redes sociais: Paolla Oliveira, Preta Gil, Teresa Cristina, Ana Apocalypse e Alcione são apenas alguns nomes que levarão as mensagens de O Toque que Transforma e Inspira Conexões para o dia a dia das pessoas e as convidarão a fazer parte deste movimento.

Para conectar os consumidores ao propósito, alguns produtos apresentarão edições especiais. É o exemplo da campanha Pride 2021, em celebração e apoio ao mês do Orgulho LGBTQIA+. A icônica latinha do Nivea Creme e o protetor labial NIVEA Lip Soft Rosé ganharão as cores do arco-íris para celebrar a comunidade, defendendo a união, o amor e o respeito. A iniciativa terá ativações em todas as redes sociais da marca com a participação e engajamento de influenciadores representantes da causa como forma de dar visibilidade e representatividade a grupos que tem sido historicamente minorados ou marginalizados.

Nivea reverterá 100% dos lucros da edição especial do Nivea Creme e Nivea Lip para dez projetos de apoio à comunidade LGBTQIA+; campanha Pride 2021 está nas redes sociais da marca (foto: divulgação)

A mensagem irá muito além de campanha e produto: Nivea se uniu à All Out, organização que atua no Brasil e no mundo em defesa dos direitos da população LGBTQIA+, para selecionar ONGs e projetos de melhorias para a saúde física e mental, assim como gerar empoderamento para a comunidade. Todo o lucro das vendas da edição especial do NIVEA Creme e Nivea Lip Soft Rosé será revertido para dez projetos de acolhimento que tragam dignidade, segurança e suporte emocional. Desde 17 de maio, Dia da Luta Contra a LGBTfobia, as instituições começaram a inscrever suas iniciativas para seleção e a marca fará uma doação para cada uma no final de junho, no Dia do Orgulho LGBTQIA+. “Essa é uma forma de convidar o consumidor a ser um agente de transformação social junto à marca”, finaliza Andréa Bó.

As ONGs e instituições podem inscrever seus projetos até 6 de junho clicando aqui.

Estudos clínicos comprovam o poder do toque

Drª Jaqueline Goes

Desde antes da pandemia, a Nivea encomendou estudos globais para entender a importância do toque humano na vida das pessoas. Com a análise de diversos relatórios produzidos nesse período, foi constatado que, apesar de essencial para vidas felizes e realizadas, o toque humano está em risco em todo mundo. São dois relatórios globais desenvolvidos em parceria com a Mindline para identificar a importância do toque para a saúde mental e física. Na primeira etapa, a metodologia incluiu entrevistas com 11.198 pessoas de 11 países, em 2019, e, na segunda, 9.487 pessoas de nove países, em 2020, ou seja, os resultados já trazem dados de como as pessoas e sentem na pandemia. O Brasil é um dos países contemplados.

Mesmo antes da pandemia da Covid-19, as pessoas já consideravam o toque como elemento importante para uma vida feliz e plena e alegaram que o estilo de vida moderno estava os afastando dessa manifestação. Nove em cada dez pessoas em todo o mundo acham que o toque é a chave para levar uma vida feliz e realizada. No Brasil, especialmente, os entrevistados manifestaram uma forte relação com o toque, que representa cuidado (98%), afeto (98%) e amor (97%).

Nivea realizou pesquisas com mais de 20 mil pessoas, antes e durante a pandemia, para constatar o poder do toque humano para a saúde física e mental (foto: divulgação)

Já os relatórios elaborados durante a pandemia mostram que as pessoas estão restringindo o toque como maneira de evitar a disseminação da doença. Os estudos ainda revelam que as pessoas sentem falta do contato físico mais do que nunca: uma em cada três pessoas diz que o nível atual de toque na vida diária é muito baixo, e três em cada cinco pessoas querem compensar a atual situação após a pandemia.

Os efeitos do toque humano comprovadamente reduzem a dor física, fortalecem o sistema imunológico, normalização a frequência cardíaca e a pressão arterial. Na mente, o toque diminui o nível de hormônios do estresse, aumenta o nível de hormônios de bem-estar, a ocitocina, reduz a solidão, os sintomas de ansiedade e de depressão.

Os relatórios também trazem fortes evidências de que a ocitocina está significativamente envolvida nos efeitos benéficos do toque para a saúde física e mental, bem como para uma pele bonita e saudável. As evidências apontam que ações como carícias, afagos e contato físico com pessoas queridas estão relacionados à produção do hormônio da felicidade. É por isso que a Nivea está defendendo mais oportunidades de toque na pele com o seu propósito global, O Toque que Transforma e Inspira Conexões .

Movimento global

O propósito de transformar vidas e a sociedade por meio do toque é uma iniciativa global da Nivea. O lançamento oficial ocorreu em janeiro, na Alemanha, e, desde então, a marca vem implementando o propósito gradualmente em mercados onde atua. A empresa irá investir 20 milhões de euros em projetos em todo o mundo, alcançando 150 mil pessoas. A marca também pretende conscientizar 100 milhões de pessoas sobre os benefícios do toque para a saúde até 2025.

Nivea

O Cuidado é a essência da Nivea há mais de 100 anos. A marca está presente em cerca de 150 países e, no Brasil, conta com um portfólio completo de hidratantes corporais e faciais, protetores solares e labiais, itens para cuidados masculinos, para banho e desodorantes. A Nivea lançou a primeira emulsão hidratante do mundo, que mais tarde ficaria conhecida como a icônica e querida “latinha azul”. A constante busca por inovação e excelência fazem da Nivea a marca nº 1 em cuidados com a pele no mundo. Atualmente, conta com mais de 500 itens em seu portfólio que valorizam a individualidade e necessidades de cada tipo de pele. Ao longo dos anos, a Nivea segue conquistando a admiração e a confiança de seus consumidores e acredita no poder transformador do toque humano para gerar conexões, baseado no respeito e cuidado com o meio ambiente e as pessoas como parte de seus valores como marca.

Fundação Dom Cabral e Hype50+ lançam estudo sobre impacto da longevidade na sociedade brasileira

Para investigar os múltiplos impactos sociais da extensão de vida do brasileiro, o FDC Longevidade – projeto desenvolvido pela Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – lança o TrendBook Sociedade.

Quais são as 10 profissões do futuro quando pensamos na longevidade dos brasileiros e na necessidade de criar oportunidades novas de trabalho associadas a novas demandas demográficas? Essa é uma das perguntas respondidas pelo TrendBook Sociedade. Embora as previsões do impacto da longevidade descrevam cenários de 2030 ou 2050, a realidade de 2021 já revela os efeitos do envelhecimento em diversas áreas, inclusive, na atividade profissional.

A carreira que mais cresceu na última década foi a de cuidador de idosos. Em dez anos, o Brasil passou de 5.263 cuidadores (2007) para 34.051, em 2017 – segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No entanto, apesar do crescimento de 547% no número de profissionais, a regulamentação e a velocidade de formação dos cuidadores não acompanham a necessidade de cuidado da população madura. Para  ver todo o estudo, clique aqui. 

A lacuna se repete, também, em outras profissões. Hoje, o Brasil tem um déficit de 28 mil geriatras; em Estados como Acre, Amapá e Roraima, o número de profissionais não passa de cinco, de acordo com dados do Ministério da Saúde e IBGE (PNAD | 2017). O TrendBook Sociedade, um mapeamento que compõe o terceiro eixo do projeto FDC Longevidade – iniciativa da Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – reflete que o descompasso tem uma raiz.

Para surgirem novos profissionais, é preciso uma formação em massa da força de trabalho. A limitação de cursos e grades curriculares, especialmente na área da saúde, que contemplem as necessidades do envelhecimento, é um dos maiores gargalos para atender às demandas do país. Até 2017, por exemplo, apenas duas universidades brasileiras ofereciam uma graduação em Gerontologia, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 

Em contrapartida, novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma carreira inexistente hoje pode ser a dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional. O estudo completo traz, ainda, análises aprofundadas sobre o impacto do envelhecimento populacional na sociedade; os capítulos do estudo investigam dimensões como as novas sociedades envelhecidas; cenários prateados; trabalho e previdência versus extensão da vida; mercado de trabalho; e mapa social da longevidade. Destaque, também, para entrevistas exclusivas com o gerontologista Alexandre Kalache e o economista Roberto Teixeira da Costa, além de artigo de Flávia Ranieri, arquiteta com especialização em Gerontologia, que compõem o conteúdo.

Longevidade: desafios e oportunidades

Foto: Meetcaregivers

De acordo com Michelle Queiroz, professora-associada da FDC e coordenadora do FDC Longevidade, o expressivo aumento da expectativa de vida, considerada uma conquista da humanidade, gera impactos profundos na sociedade que podem, inclusive, serem analisados a partir de inúmeras perspectivas.

“No recorte desta publicação, optamos por priorizar alguns dos principais desafios no campo do etarismo, previdência, trabalho e desigualdade social e, também, trouxemos exemplos de soluções e atores que fazem acontecer dentro deste ecossistema. Apesar de termos capítulos segmentados, facilitando a compreensão dos temas, na vida as linhas que as separam são quase inexistentes. Nossa intenção é descortinar olhares para uma visão integrada das diferentes dimensões de impacto, contribuindo para despertar o valor do engajamento social!”, avalia a especialista.

Segundo Layla Vallias – especialista em Economia Prateada, cofundadora da Hype50+ e Janno, coordenadora do estudo Tsunami Prateado (maior mapeamento brasileiro sobre longevidade) –, a prática de inovação, empreendedorismo e pesquisa de tendências traz o desafio de disseminar entre os gestores de grandes marcas, indústrias e governos dados que comprovam o quanto o envelhecimento da população apresenta oportunidades reais. “A revolução que estamos vivendo nos obriga a revisitar conceitos, quebrar padrões e discutir tabus. Para os mais estratégicos, é nesse oceano azul da longevidade que residem as grandes oportunidades para o futuro”, afirma.

Do ponto de vista do mercado de trabalho à luz da longevidade, a especialista aponta que as perspectivas são igualmente boas. “Todos os mercados e setores de trabalho serão profundamente impactados pelo envelhecimento da população; quem antes observar essa realidade e se preparar para atendê-la, sai na frente. Esse é um caminho sem volta: todos os profissionais, da saúde à hotelaria, da indústria de beleza à moradia deverão ser, necessariamente, profissionais capacitados para a longevidade”, defende.

Para o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam, a longevidade ressignificou a forma como vemos a realidade. “Hoje, não estamos apenas vivendo mais; estamos vivendo com qualidade, mantendo a produtividade e cultivando hábitos saudáveis. Como empresa de saúde, a Unimed Belo Horizonte está atenta a esse cenário e vem contribuindo, há quase 50 anos, para promover mais saúde e qualidade de vida para a população com mais de 60 anos. Afinal, nossa vocação e nosso propósito são cuidar de pessoas. Por isso, para nós, é uma grande honra contribuir com este projeto, capitaneado pela Fundação Dom Cabral, com o objetivo de colocar a longevidade em perspectiva. Conhecer melhor essa geração, da qual faço parte, é fundamental para que possamos, dentro do que é possível, projetar o amanhã. Estamos certos de que esta pesquisa traduz o espírito de nosso tempo e servirá como importante insumo para o futuro”, analisa.

Insights do estudo

| 10 Profissões do futuro para cuidar do envelhecimento

Novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma profissão inexistente hoje pode ser a carreira dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional.

  1. Cuidador de Idosos | Responsável por auxiliar nas tarefas domésticas para garantir o bem-estar da pessoa idosa. Higiene pessoal, suporte no cuidado médico e acompanhamento em consultas são atribuições do trabalho.  Média salarial: R$ 1.271,82
  2. Geriatra | Esse profissional é o médico especialista no tratamento de idosos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da longevidade. Atua ao lado de enfermeiros, fisioterapeutas e educadores físicos. Média salarial: R$ 8.271,27
  3. Gerontólogo| A Gerontologia estuda o processo de envelhecimento pela perspectiva social, psicológica e biológica. Média salarial: R$ 3.793,25
  4. Terapeuta ocupacional | Costuma trabalhar em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), clínicas e hospitais, apoiando os maduros a manter sua autonomia na sua rotina, a partir das habilidades, limitações e reservas de saúde de cada pessoa. Média salarial:  R$ 2.598,45
  5. Conselheiro de aposentadoria |Essa é uma das 10 tendências de profissão do futuro, segundo a Fundação Instituto Administração (FIA). Além do planejamento financeiro, esse profissional apoia na decisão de alternativas de investimento, escolha de plano de saúde, plano de carreira e programação do tempo. Média salarial: Não há.
  6. Consultor de bem-estar para idosos | Interdisciplinar, sem uma formação própria, essa profissão combina conhecimentos diversos de finanças, recursos humanos e até saúde e bem-estar. Pessoas formadas em Gerontologia ou terapia ocupacional podem exercê-la. Média salarial: Não há.
  7. Bioinformacionista | Vindo da Biomedicina, esse profissional combina as informações genéticas com a metodologia clínica para desenvolver medicamentos personalizados cada vez mais eficientes para doenças genéticas. Média salarial: Entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.
  8. Cuidador remoto | Conhecido como Walker/Talker, por meio de uma plataforma on-line, essa pessoa é contratada para passar um tempo com os maduros, praticando a escuta ativa e a conversa, para diminuir a solidão e manter ativa sua sociabilidade. Média salarial: Não há.
  9. Curador de memórias pessoais | O trabalho envolve desde a investigação de notícias e biografias para pessoas que perderam a memória até criação de biografias, perfis póstumos, histórias de famílias e empresas. O resultado pode ser entregue na forma de livro, filme ou uma experiência em realidade virtual. Média salarial: Não há, mas o piso cobrado pelo trabalho é de R$ 1 mil.
  10. Especialista em adaptação de casa | Com a tendência de Aging in Place, é cada vez mais necessária a adaptação de casas de família para atender às necessidades dos idosos. As modificações vão do tipo de piso à altura da prateleira, largura dos corredores e adaptação do banheiro. Média salarial: Não há, mas pode ser comparada a de um arquiteto ou gerontólogo.

Trabalho e Previdência Versus Extensão da Vida

Mabel Amber/Pixabay

No capítulo, O Bê-á-Bá da Previdência, o TrendBook Sociedade traz uma análise sobre o sistema previdenciário nacional – um pacto entre gerações no qual trabalhadores de hoje são os responsáveis por custear a aposentadoria daqueles que saíram do mercado de trabalho – e a relação futura com o aumento da longevidade populacional. Em 1980, a proporção era de 9,2 pessoas em idade ativa trabalhando para cada aposentado; em 2060 serão 1,6 trabalhador para cada idoso. Na prática, há grandes desafios no modelo da previdência nacional, sendo o aumento da taxa do envelhecimento um dos principais.

Em entrevista ao estudo, o economista Roberto Teixeira da Costa analisa formas de encarar a aposentadoria e aponta como os brasileiros de diferentes gerações podem se preparar para o futuro. “Acredito que deveríamos criar mecanismos para redistribuição de renda para aposentados; recursos que mitiguem os problemas causados pela desigualdade”, avalia.
Estamos diante de uma condição social inédita. A geração baby boomer é a primeira a ingressar na aposentadoria em uma era em que as pessoas vivem mais de 100 anos.

O estudo analisa as previdências sociais pelo mundo e traz o Índice Global de Pensões, que aponta que muitos países estão promovendo mudanças em direção a sistemas mais sustentáveis. Entre as medidas comuns, aumento da idade para se aposentar; aumento do nível de poupança (dentro e fora dos fundos de pensão); ampliação da cobertura de pensões privadas para toda a força de trabalho, incluindo autônomos e contratados; preservar os fundos de aposentadoria, limitando o acesso aos benefícios antes da idade de aposentadoria; e aumento da confiança de todas as partes interessadas por meio da transparência dos planos de pensão.

As novas sociedades envelhecidas

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No capítulo, destaque para O Telhado Branco do Mundo que analisa A Década do Envelhecimento Saudável – parte da Estratégia Global sobre o Envelhecimento e a Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento recomenda que até 2030 seja conduzido um plano de colaboração combinada, catalítica e sustentada em prol da temática. Um alerta pertinente recai para a questão de gênero. As mulheres costumam viver mais do que os homens; em 2017, elas eram 64% da população mundial 60+, sendo que 61% tinham mais de 80 anos.

As que nascerem entre 2020 e 2030 terão uma expectativa de vida de três anos a mais do que os homens nascidos no mesmo período. Entretanto, o estudo mostra que as mulheres maduras são mais pobres; têm menos economias e ativos que os homens por conta de uma jornada de vida de discriminação – algo que afeta a equidade de oportunidades.

Entre os países que integram a Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a pensão paga às mulheres é, em média, 27% menor do que a dos homens. As maduras estão, em algumas partes do mundo, entre as mais vulneráveis à pobreza e em desvantagem quando o assunto abarca propriedades e heranças de terras. Por conta das barreiras educacionais, as mulheres são desproporcionalmente afetadas pela automação das funções, pelas mudanças tecnológicas e pela inteligência artificial. A força de trabalho feminina compõe o maior número de cuidadores não remunerados, incluindo o setor informal.

Preconceito contra um futuro longevo

O ageísmo está dentro de casa, nas ruas e nas empresas. Na pandemia, o grupo de 60+ foi o mais atingido pelo desemprego: mais de 1,3 milhão de pessoas com sessenta anos ou mais deixaram de trabalhar ou de procurar emprego, o que representa 64% dos brasileiros sem uma colocação profissional. Para a geriatra Karla Giacomin, vice-presidente do Centro de Longevidade Internacional-Brasil (ILC-Brazil), a invisibilidade no processo do envelhecimento e dos direitos relacionados à velhice prejudica a inclusão do tema nas pautas políticas.

Preparar o mundo para o envelhecimento

Foto: MedicalNewsToday

Cresce o número de cidadãos acima de 60 anos nas zonas urbanas do mundo; os governantes precisam levar em consideração as necessidades e demandas dessa população prateada. O estudo mostra que o número de pessoas 60+ irá crescer 16 vezes até 2050. Para auxiliar governos e países a criarem um ambiente age-friendly, a OMS criou um guia com diretrizes de como transformar cidades em espaços onde pessoas de todas as idades possam viver de forma saudável. O TrendBook Sociedade analisa as recomendações nos tópicos Engajamento social, Serviços municipais e Infraestrutura.

Cada vez mais sozinhos. No Brasil, já são mais de 4 milhões de 60+ que vivem sozinhos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); na cidade de São Paulo, dos mais de 1,8 milhão de idosos, 290.771 (16%) vivem sozinhos; desses, 22.680 têm mais de 90 anos. O estudo traz um mapa, por Estado, dos sessenta mais que residem sozinhos.

Cenários prateados

Na análise, iniciativas em vários países que mostram a adaptação das sociedades à conquista da longevidade. Prédios públicos, transporte, moradia, participação social, trabalho e engajamento cívico, comunicação e informação. Além disso, traz um ranking das melhores cidades brasileiras para viver após os sessenta anos: São Caetano do Sul, São Paulo (longevidade e bem-estar); São Paulo, capital (finanças); Atibaia, São Paulo (habitação); Birigui, São Paulo (educação e trabalho); Caraguatatuba, São Paulo (cultura e engajamento); Brusque, Santa Catarina (qualidade de vida); e Campo Largo, Paraná (cuidados com a saúde).

Ecossistema social da longevidade

Na análise, iniciativas de governos, empresas, sociedade civil, coletivos e indivíduos têm apoiado o envelhecimento do país em prol da qualidade de vida dos sessenta mais.
Embora as iniciativas sejam pontuais e muito associadas à saúde, despontam ações que ampliam o repertório governamental para abarcar setores como cultura, lazer e habitação. Por outro lado, a sociedade civil se mobiliza com iniciativas criativas para combater uma ameaça da longevidade, sobretudo em tempos de pandemia: a solidão. Incluir o idoso na ágora pública tende a ser a resposta dada por muitas das iniciativas, tanto governamentais quanto da sociedade civil.

Um aspecto interessante trazido pelo inusitado contexto de distanciamento social foi a nova dimensão de compreensão social do papel e dos desafios enfrentados pelos mais velhos na sociedade. De invisíveis, eles passaram a ser vistos como um grupo de risco que deveria ser protegido. Nesse cenário, muitos cidadãos decidiram conduzir iniciativas para combater o isolamento e o etarismo; ações para incluir os longevos de maneiras possíveis e seguras. Surgindo a partir do interesse de um indivíduo, de uma família, de uma comunidade, de uma universidade, de uma empresa ou até de uma rede internacional. O estudo traz iniciativas brasileiras como a Vila do Idoso (São Paulo); SESC (atividades culturais e esportivas); Governo da Paraíba (moradia); Brasília, Distrito Federal (Sua Vida Vale Muito); Me pede que eu canto (Rio de Janeiro, iniciativa da sociedade civil); Meninas de Sinhá (Belo Horizonte, Minas Gerais), entre outros. No Mapa Social da Longevidade, perfis de pessoas que estão transformando a forma de envelhecer no país.

Fonte: Hype50+

Inversão de papéis: quando os pais viram os filhos

Especialista em gerontologia lista os sinais que mostram quando os idosos não podem mais continuar sozinhos

Com a idade avançada, é essencial que a família – ou quem for responsável – tenha um olhar mais atento aos idosos. A partir daí, levanta-se o questionamento: até quando eles podem viver sozinhos? Apesar da resposta dessa pergunta não ser exata, toda atenção é pouca, mesmo que a distância.

“É normal achar que está tudo certo porque o idoso está lúcido, toma os remédios diariamente e passa por consultas”, explica Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior, especializada em gerontologia. “A inaptidão física é mais simples de ser percebida e aceita do que a diminuição da cognição. Por isso, alguns sinais podem ajudar as famílias a ter esse acompanhamento”, ressalta.

Os pontos abaixo mostram a importância de buscar uma orientação médica a fim de obter um tratamento adequado:

Ilustração: Tumisu/Pixabay

1- Acidentes recentes: ao envelhecer, o risco de quedas aumenta e é crucial dar atenção a isso, mesmo que o idoso diga que não foi nada. “Eles costumam ter um preconceito com o uso de bengala, mas é um apoio necessário para evitar quedas”, explica Santos.

2- Dificuldade durante as atividades cotidianas: a especialista ressalta que se o idoso começa a agir de forma diferente do que antes era habitual, o alarme vermelho pode estar tocando. “Dificuldade no autocuidado, alimentação inadequada, isolamento e apatia, dificuldade com as finanças, são sinais que apontam algum problema”, alerta.

3- Objetos quebrados e coisas queimadas: sinais que indicam esquecimento e falta de atenção devem ser bem observados, como por exemplo, bocas do fogão escuras, fundos de panela queimados, itens quebrados e acúmulo de papéis. A especialista explica que as demências são doenças neurodegenerativas que geram uma decadência nas funções cognitivas, afetando o comportamento, personalidade e memória.

4- Ganho ou perda de peso: para manter o controle do peso do idoso, verifique os alimentos presentes na geladeira. Confira se não há nada vencido ou estragado, se os produtos são saudáveis para a alimentação ou se não há uma quantidade exacerbada de um determinado mantimento.

Setembro Amarelo: como cuidar da saúde mental na terceira idade?

Levantamento do IBGE aponta que pessoas entre 60 e 64 anos são as mais afetadas pela depressão no país

Assunto que ganhou muita visibilidade na última década, a saúde mental é pauta de diversas discussões que habitam desde o ambiente corporativo até as redes sociais. Porém, é perceptível o foco majoritário nos jovens, quando falamos de doenças psicológicas, como a depressão e a ansiedade. Isto porque as associamos às fases ativas, cheias de insegurança e questionamentos, como se a maturidade extinguisse essas características da personalidade de todos os indivíduos.

A verdade é que a terceira idade é uma fase que contém novidades como qualquer outra, mas os parentes e outras pessoas jovens próximas dos idosos podem não saber lidar direito com ela. A depressão nessa idade, por exemplo, pode se manifestar de maneira diferente da usual tristeza, falta de motivação etc., “muitas vezes o aumento de dores físicas e a perda de memória são resultantes de uma doença psicológica”, explica Marco Maximino , psicólogo membro da plataforma Doctoralia.

Segundo levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2019, pessoas entre 60 e 64 anos são as mais afetadas pela depressão no país, representando 11,1% dentre os 11,2 milhões de brasileiros diagnosticados com a doença.

Outro ponto de atenção quando se toca no assunto com os mais idosos é a questão geracional. “Há algumas décadas, as doenças psicológicas eram vistas como ‘frescura’, ‘falta do que fazer’, principalmente por pessoas que cresceram em um ambiente atarefado, trabalhando desde cedo ou que constituíram família ainda muito jovens, o que era comum há 25, 30 anos”, conta o especialista.

Assim, a dica de Maximino é que os mais jovens ao redor tentem dialogar e explicar para as pessoas que estão envelhecendo a importância de exercitar o corpo e a mente. “Estimular uma alimentação saudável, por exemplo, é um passo importante para que os idosos tenham mais qualidade de vida. Pessoas que fazem algum tipo de acompanhamento psicoterapêutico também podem compartilhar suas experiências de maneira a exemplificar os benefícios que têm tido a partir delas”.

Além disso, é preciso lembrar que os tempos mudaram e os mais velhos também podem e devem estar antenados. “Incluí-los nas atividades digitais, apresentar conteúdos que possam os interessar em canais da internet, auxiliá-los e incentivá-los na interação com tecnologias as quais não estão habituados, pode ser uma grande ajuda para dispersar sentimentos de solidão ou até mesmo de obsolescência, sem contar que é uma ótima maneira de aproximar as gerações”, finaliza o psicólogo.

Fonte: Doctoralia

O importante vínculo entre avós e netos

Relacionamento entre idosos e crianças é fundamental para criar sentimentos de pertencimento

O Dia dos Avós é comemorado neste domingo, 26 de julho, em todo o Brasil. A data é significativa, pois é um momento para demonstrarmos carinho com nossos vovôs e vovós, mas também é uma oportunidade para pensarmos sobre a importância deste relacionamento, principalmente para a vida das crianças.

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Conversamos com o professor de Psicologia da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), Eduardo Fraga Almeida Prado, que afirma que este relacionamento possui uma importância social significativa, principalmente no que diz respeito ao processo de socialização da criança.

“Sentir-se amado pelos avós contribui para que a criança se desenvolva com a crença de que é alguém que possui qualidades e é digna de ser amada. Bons relacionamentos são verdadeiros ‘alimentos afetivos’, tanto para a criança quanto para os avós”, declara o docente.

O professor explica que esse convívio promove um fortalecimento da autoestima da criança. “Sentir-se aceito e amado pelos avós, assim como sentir-se aceito por seus pares é relevante e contribui para a construção de autoestima elevada em qualquer criança”, diz Prado.

Para os idosos, conviver com as crianças é uma oportunidade de ver o desenrolar de novas gerações, já que eles “testemunham o crescimento das gerações que lhes são posteriores e, por vezes, projetam ideais, sonhos e expectativas em seus netos”.

O convívio entre netos e avós poder ter, inclusive, impactos nos estudos das crianças. “Bons vínculos podem auxiliar para a construção de um bom desempenho escolar de uma criança. Por outro lado, sabemos que uma criança que esteja passando por conflitos emocionais pode tornar-se mais ansiosa e inibida e estes fatores podem contribuir para uma queda no rendimento escolar”, afirma o professor mackenzista.

Todavia, no atual contexto que vivemos, o Dia dos Avós será celebrado em meio à pandemia do coronavírus. Eduardo Prado alerta que é importante manter o distanciamento físico, principalmente para preservar pessoas idosas, que estão no grupo de risco da doença.

Grandparents And Grandchildren Reading Book On Garden Seat

“A preservação da saúde daqueles que amamos deve ser o eixo norteador de qualquer forma de interação nos dias atuais”, lembra ele. Por isso, manter contato de forma virtual e trocar presentes de forma remota é a recomendação dada pelo especialista para não perder as demonstrações de carinho tão importantes.

Fonte: Universidade Presbiteriana Mackenzie

Como proteger idosos do novo coronavírus

Grupo DG Sênior dá dicas de prevenção à doença para pessoas da terceira idade

Prevenção é a palavra de ordem quando o assunto é o novo coronavírus, especialmente quando se trata de pessoas acima de 60 anos. Um Estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China aponta que a letalidade progride de acordo com a faixa etária e, em pessoas com mais de 80 anos é de 15%.

Diante disso, o Grupo DG Sênior, que atua há 35 anos com residenciais especializados para pessoas idosas, criou uma cartilha dando dicas de prevenção.

lavando mãos

Dica 1: lavar bem as mãos com sabão até os cotovelos sem esquecer de esfregar entre os dedos. Dê preferência a sabonete líquido.

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Foto: Clean Hands JA

Dica 2: utilize álcool 70% para substituir a lavagem das mãos ou até para finalizar.

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Dica3: em ambiente público, evite passar a mão na boca, olhos e nariz já que o vírus é transmitido por vias aéreas e pelo contato com secreções respiratórias.

smartphone limpeza celular

Dica 4: manter limpos os ambientes. Higienizar superfícies, móveis e até o celular com produtos desinfetantes.

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Dica 5: prefira não cumprimentar as pessoas com beijo no rosto. O contato próximo e a saliva devem ser evitados.

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Dica 6: estar com vacinas contra gripe em dia.

“Pegar uma gripe e o coronavírus ao mesmo tempo pode gerar uma infecção cruzada e potencializar as duas doenças. Isso proporciona a queda do sistema imunológico e consequentemente aumenta os riscos de letalidade”, explica Marcella dos Santos, enfermeira chefe do Grupo DG Sênior.

idosos

“É comum esquecermos de manter o controle sobre outras doenças quando aparece uma epidemia como coronavírus, no entanto, se o organismo estiver forte as chances de uma nova infecção levar o paciente à morte é muito menor”, conclui Marcella.

Manter-se saudável e no controle é a principal dica contra o coronavírus.

Fonte: Grupo DG Sênior

10 milhões de brasileiros sofrem de osteoporose, apenas 20% sabem que têm a doença

Cerca de 10 milhões de mulheres e homens brasileiros sofrem de osteoporose segundo a Abrasso (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo), mas apenas 20% estão cientes que têm a doença, que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea e provoca o aumento do risco de fraturas. Em países em desenvolvimento, a incidência deve aumentar consideravelmente nos próximos anos, por conta do envelhecimento rápido da população.

Segundo o reumatologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Guilherme Laranja, a osteoporose acomete uma em cada três mulheres com mais de 65 anos e um em cada cinco homens acima dos 70 anos. Pulsos, coluna vertebral e fêmur costumam ser as partes do corpo mais afetadas.

“A deficiência de estrogênio, hormônio feminino, causa a fragilidade óssea de mulheres no período pós-menopausa. Nesse cenário, a incidência de osteoporose em mulheres é o dobro do que em homens”, diz o especialista.

A osteoporose é classificada de duas formas: primária e secundária. A primária, não tem uma causa secundária definida. Já a secundária acontece quando outras doenças que comprometem a massa óssea são a causa do surgimento da osteoporose, como alguns tipos de câncer e seu tratamento, doenças inflamatórias em geral (lúpus, artrite reumatoide), deficiência de cálcio e vitamina D, assim como tabagismo, consumo exagerado de álcool e tratamentos à base de corticoides.

Diagnóstico e prevenção

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A densitometria óssea ainda é o melhor método para o diagnóstico da osteoporose. O exame, que mede a quantidade de cálcio nos ossos, pesquisa e indica o nível de gravidade da doença. No entanto, a adoção de um estilo de vida saudável ajuda a prevenir o desenvolvimento desta patologia.

Alimentação balanceada, rica no consumo de verduras e legumes, principalmente as de cor verde escura, frutas, na farta ingestão de cálcio e de vitamina D, associada ao baixo consumo de açúcar, exposição ao sol, além de atividade física regular são algumas das formas de tentar evitar ou retardar quadros de osteoporose.

“Atividade física regular também é importante no combate a osteoporose. O ideal seria começar a prática desde a infância, pois isso melhora a “reserva” de osso da criança, e consequentemente a massa óssea na velhice. Já para os adultos, é importante manter uma rotina regular de exercícios, de impacto e com cargas”, explica o médico.

Casa segura e bem iluminada

Osteoporosis

Quem sofre de osteoporose precisa se preocupar em viver em um local seguro, livre dos riscos de queda, por isso, o especialista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz alerta para a importância de deixar os ambientes domésticos protegidos. “O ideal é que os idosos vivam em casas com boa iluminação, sem tapetes nos quartos, banheiros, cozinha e salas. Cadeiras, poltronas e sofás devem ter braços, que ajudam na hora de a pessoa se levantar. Os pés dos móveis devem ter protetores antiderrapantes”, diz o médico.

O reumatologista reforça que barras de apoio devem ser instaladas dentro do box do chuveiro, próximas da pia do banheiro e ao lado do vaso sanitário. Isso reduz o risco de queda e dá mais autonomia ao idoso. Nas escadas, o uso de fita antiderrapante na borda dos degraus ajuda a melhorar a aderência e sinalizam o fim de cada degrau.

Confira alguns mitos e verdades sobre a osteoporose:

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Fonte: Hospital Alemão Oswaldo Cruz

Março Amarelo: 50% dos gatos idosos apresentam problemas renais, alerta especialista

De acordo com o veterinário Alexandre Daniel, da campanha Março Amarelo, diagnóstico precoce é a principal ferramenta para aumentar a sobrevida dos animais

Uma doença silenciosa e incurável, que já afeta metade dos gatos idosos no Brasil. A doença renal crônica (DRC) é atualmente o mal mais comum em felinos acima dos 12 anos de idade e a causa de morte de milhares de animais de estimação todos os anos. A boa notícia é que, embora ainda não exista uma cura para a doença, a DRC pode ser controlada quando diagnosticada em seu estágio inicial, garantindo uma sobrevida de até cinco anos aos animais.

Buscando informar os tutores sobre a doença e conscientizá-los sobre a importância de se fazer exames regulares em seus gatos e manter um acompanhamento veterinário especializado, a campanha Março Amarelo, idealizada pela Elanco Saúde Animal, chega à sua quarta edição em 2019 com o tema “A importância da medicina preventiva e a estruturação de programas de saúde por faixa etária na clínica.”

“O diagnóstico precoce aumenta a expectativa de vida dos animais. Quanto antes for diagnosticado o problema, maior é a possibilidade de prolongar a vida do paciente”, diz o médico veterinário Alexandre Daniel, uma das maiores autoridades brasileiras no assunto e consultor do Março Amarelo, lembrando que cerca de 50% dos gatos idosos no Brasil já apresentam algum grau de disfunção renal.

Cat at veterinarian

É preciso atenção redobrada por parte dos tutores, já que a DRC apresenta sintomas apenas em estágio avançado, quando os rins já estão com 75% de suas funções comprometidas — o que torna os check-ups periódicos fundamentais para a identificação da doença em fase precoce e o tratamento adequado, evitando assim o sofrimento do animal.

De acordo com Alexandre Daniel, a DRC é tradada por estágios, que variam de 1 a 4. “O paciente que é diagnosticado no estágio 2 tem uma sobrevida média de cinco anos. Já no caso do paciente que é diagnosticado no estágio 3, a sobrevida cai para dois anos. Quanto mais precoce o diagnóstico, mais prolonga a vida do animal”, afirma o especialista.

A recomendação dos veterinários é para que os gatos de meia idade, a partir dos 10 anos, façam os exames uma vez ao ano. A partir dos 14 anos, a cada seis meses. Caso haja alterações nos resultados ou o animal apresente algum tipo de sintoma, como perda de peso, ingestão excessiva de água ou aumento do volume de urina, é necessário procurar um profissional especializado para entender o melhor tratamento, que é feito caso a caso.

“Existem vários fatores que precisam ser levados em consideração. Pacientes que têm pressão alta podem viver menos, pacientes com variação na concentração de fósforo também podem viver menos, gatos com proteína na urina também, mas é possível controlar com fármacos, como o Fortekor, da Elanco”, explica o veterinário.

Março Amarelo

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O Março Amarelo é uma ação de conscientização para o diagnóstico precoce e o tratamento da doença renal crônica em gatos. Idealizada pela Elanco, uma das empresas líderes em saúde animal em todo o mundo, a campanha chega à sua quarta edição em 2019 com o objetivo de engajar tutores e médicos veterinários em prol da saúde dos animais.

“O Março Amarelo é hoje mais do que uma campanha, já é uma causa”, afirma Eliane Estephan, gerente de Marketing e Serviços Técnicos para Animais de Companhia da Elanco. De acordo com a executiva, a campanha é nacional e está focada em dois pilares de atuação: atualização técnica dos veterinários e conscientização dos tutores para os perigos da DRC.

“Oferecemos aos profissionais diversos materiais atualizados sobre o tema, com alta aplicabilidade na rotina clínica. Já os tutores são impactados através das campanhas de comunicação, por meio de postagens nas redes sociais da Elanco e de clinicas engajadas na causa e de vídeos educativos sobre a doença, os principais sintomas e formas de tratamento”, explica Eliane. “Em três anos de campanha, já alcançamos mais de 10 mil clínicas veterinárias em todo o Brasil e impactamos cerca de 5 milhões de pessoas por meio das mídias sociais.”

Sobre o Fortekor 5TM

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Fortekor 5TM é um medicamento fabricado pela Elanco indicado para o tratamento de doença renal crônica em gatos e da insuficiência cardíaca congestiva em cães. Composto pelo cloridrato de benazepril, um importante inibidor da enzima de conversão da angiotensina (ECA), o Fortekor 5TM vem em comprimidos palatáveis que auxiliam na administração diária do medicamento.

Ginger tem este problema

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Ginger abraçando Ringo, que ela trata como seu filho

Eu tenho uma gata com este problema, a Ginger. Não sei a idade correta dela, pois eu a resgatei da minha rua, em 2012. Naquela época, ela devia ter entre três e quatro anos, portanto, já passou dos dez. Ela apresentou a doença após todos meus gatos ficarem doentes por terem pego rinotraqueíte do gato do vizinho. Sim, pelo ar.

Ela não melhorava e, um dia, meio sem ser proposital, senti o hálito dela. Como eu já tinha tido uma gatinha com o problema, achei que o odor era parecido e comentei com os veterinários que a tratavam. Fizeram exame de sangue e veio a comprovação. Desde esta época, ela come ração especial e faz fluidoterapia, ou seja, toma soro, de forma subcutânea, duas vezes por semana.

Como tenho outros seis gatos, e a maioria deles já passou dos oito anos, vira e mexe, faço exames de sangue para ver como andam a ureia e a creatinina. E Ginger faz acompanhamento também. Quanto antes descobrir o problema, melhor. Prevenção é tudo!

 

Risco de desidratação aumenta durante o verão; idosos e crianças sofrem mais

Beber líquidos regularmente é mais do que um hábito saudável, pois, quando falta água no organismo, os efeitos podem ser devastadores. A desidratação é uma questão séria que afeta a população, e o risco aumenta durante o verão, especialmente entre crianças e idosos.

A gastroenterologista do Grupo São Cristóvão Saúde, Tábata Antoniaci, explica que essas faixas etárias são mais sensíveis ao problema. “As crianças desidratam mais facilmente devido às suas características biológicas; os idosos, geralmente, sentem menos sede e costumam fazer uso de medicamentos diuréticos”, destaca.

A grande perda de líquidos e a baixa reposição acabam interferindo em grande parte dos processos realizados pelo corpo, como a digestão. “Todas essas funções são afetadas quando há um desequilíbrio entre a necessidade e a ingestão (de água)”, afirma Cintya Bassi, nutricionista do Grupo São Cristóvão Saúde.

Um levantamento feito pela Secretaria da Saúde de São Paulo em 2013 revelou que, naquele ano, os hospitais públicos receberam uma média de 25 pessoas por dia vítimas de desidratação. Segundo Cintya, esse quadro se agrava em dias quentes, devido à maior perda de água do corpo, por meio do suor, que libera calor e mantém a temperatura corporal equilibrada.

Sintomas da desidratação

mulher cabeça

Dor de cabeça, sede intensa e boca seca podem servir de alerta. Esses são os primeiros sintomas que indicam que a quantidade de líquido no organismo está baixa. Além deles, outros sintomas podem aparecer, dependendo da intensidade do problema:

=Desidratação leve e moderada: pele seca, olhos fundos, diminuição da sudorese, cansaço, dor de cabeça, tontura e, em bebês, moleira afundada.

=Desidratação grave: queda de pressão arterial, perda de consciência, convulsão, coma, falência de órgãos e morte.

De acordo com a gastroenterologista, a desidratação, em longo prazo, acaba prejudicando a função do intestino de retirar água do que comemos e bebemos para usar nas funções vitais do corpo. O ideal, para evitar essa situação, é aumentar a ingestão de água.

A médica conta que alguns alimentos podem ser bons aliados nessa hora. “Alface, beterraba, couve, tomate, aipo, rabanete, carambola, pepino, morango, melancia e melão possuem alta concentração de água em sua composição, o que ajuda a manter o organismo bem hidratado e funcionando corretamente”, diz Tábata.

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Foto: Pippalou/MorgueFile

No caso das crianças muito pequenas, que ainda não sabem comunicar quando estão com sede, e dos idosos em idade mais avançada, é preciso intensificar a oferta de líquidos durante o verão. A melhor forma de fazer isso é deixar recipientes com água fresca ao alcance da mão e incentivá-los a beber um pouco a cada hora.

De qualquer forma, todas as faixas etárias ficam mais suscetíveis à desidratação durante o verão, portanto, a dica da nutricionista é sempre carregar uma garrafa de água. “É preferível criar o hábito de ingerir líquidos ao longo do dia ao de consumi-los somente quando a sede aparece”, explica.

mulher meia idade tomando agua
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As dicas dadas pelas especialistas são fundamentais para garantir seu bem-estar. Portanto, hidrate-se e curta o verão com saúde.

Fonte: Grupo São Cristóvão Saúde