Arquivo da tag: intolerância à lactose

Alergia e intolerância alimentar são problemas diferentes

A alergia alimentar já é considerada um problema de saúde pública. Cerca de 8% das crianças com menos de três anos e até 3% dos adultos são afetados pela doença. Nos Estados Unidos, 1 em cada 13 crianças tem alergia alimentar. Apesar dos dados sobre a sua incidência no Brasil serem escassos e limitados, indícios apontam sua ascensão, o que motivou inúmeros avanços nos tratamentos nos tratamentos nos últimos sete anos.

coceira pele alergia

A alergia alimentar é uma reação do sistema imunológico após a ingestão de determinado alimento, que mesmo consumidos em pequenas quantidades, podem desencadear sinais e sintomas que variam de gravidade. “A função do nosso sistema imunológico é proteger o corpo. Quando uma reação alérgica acontece, é porque houve resposta imunológica inadequada”, esclarece o pneumologista Wilson Rocha.

São várias as reações relacionadas à alergia alimentar. Os sintomas podem ser leves, como uma erupção discreta no corpo ou até mais graves e fatais, como a anafilaxia ou choque anafilático. Nestes casos, há uma reação sistêmica imediata com comprometimento da pele, do trato gastrointestinal, sistema respiratório e cardiovascular que, se não for tratada com rapidez, pode levar o paciente à morte.

Todos os alimentos são considerados potencialmente alergênicos, mas, segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai), 80% de todas as alergias ocorrem por causa de oito produtos específicos: leite, ovo, soja, trigo, amendoim, castanhas, peixes e crustáceos.

mulher garganta pescoço tireoide

No entanto, é importante ficar atento. É fácil confundir alergia alimentar com intolerância alimentar, que é uma reação muito mais comum. Esta última, no entanto, é menos grave e não envolve o sistema imunológico. “São processos diferentes. A intolerância alimentar é uma questão de dificuldade de digestão. No caso da alergia, a pessoa desenvolve anticorpos contra as proteínas alimentares”, alerta o alergista.

Em torno de 25% dos pais acham que os filhos possuem a doença por conta de diagnósticos errados. Para diagnosticar uma alergia alimentar corretamente, é preciso identificar a presença de alguns anticorpos no sangue ou fazer um teste de provocação. Sendo assim, o recomendado é consultar um especialista capacitado quando houver suspeita de alergia alimentar.

Fonte: Hospital Felício Rocho

Libre proporciona inclusão alimentar com salgados sem glúten e lactose

Promover a inclusão alimentar, oferecendo alimentos saborosos e artesanais para consumidores que possuem alergias e restrições alimentares, é a proposta da Libre, empresa especializada na produção de salgados e doces isentos de glúten, lácteos e açúcares.

Desenvolvidos especialmente para celíacos, pessoas intolerantes à lactose e que não podem ingerir açúcares, alguns produtos Libre também podem ser consumidos por vegetarianos, veganos e consumidores que fazem dietas restritivas ou buscam uma alimentação saudável, evitando a ingestão desses ingredientes.

Hoje, estima-se que uma em cada três pessoas é alérgica a algum alimento e que no mundo, 1 bilhão de pessoas sofrem deste mal. A perspectiva é de que em 2050 este índice alcance 4 bilhões de alérgicos. Só no Brasil, a alergia alimentar atinge cerca de 6% das crianças e 3,5% dos adultos. Estima-se que hoje, são mais 2 milhões de brasileiros celíacos e cerca de 70% da população adulta possui algum tipo de intolerância à lactose.

Para atender a esses públicos, a Libre lança uma linha de Empadas elaboradas com uma massa supermacia, à base de farinha de arroz e fécula de mandioca, sem manteiga, que derrete na boca. Produzidas nas versões Palmito, Escarola e Frango. As Empadas Libre são recheadas com ingredientes naturais, como o frango, que leva o selo da Ecocert, garantindo que as aves foram criadas livres de hormônios e antibióticos.

“Criamos a Libre para ajudar consumidores a se alimentar melhor, inclusive as pessoas que têm alguma restrição ao glúten e à lactose, para que elas encontrem esses produtos com mais facilidade e atender a demanda por esses alimentos que vem aumentando muito nos últimos anos. Queremos proporcionar a inclusão alimentar ao levar nossos produtos mais perto de todos, para que as pessoas tenham sempre uma opção sem alergênicos perto de casa ou do trabalho”, explica Calimério de Carvalho, diretor da empresa.

empada palmitomockup_empada_palmito_sem_fundo

Disponíveis em embalagens de 350g, as Empadas Libre são pré-assadas, ultracongeladas e de fácil preparo. Basta aquecer em forno convencional ou Airfryer a 18ºC por 15 minutos para que fiquem prontas.

mockup_empada_frango_sem_fundoempada_de_frango_libre_2

Ideais como opção de lanche, para uma refeição mais leve ou para festas, as Empadas Libre já estão disponíveis em empórios, lojas especializadas e em redes de varejo.

Informações: Libre

Os benefícios dos iogurtes vegetais

A procura por alimentos mais saudáveis e que substituem os de origem animal têm sido cada vez maior. A população brasileira está mais consciente da necessidade da diminuição da exploração dos animais e dos benefícios que uma alimentação vegana traz à saúde e ao meio ambiente.

Entre os alimentos mais consumidos quando falamos de alimentação de origem animal, estão o leite e seus derivados. Felizmente o mercado vegano para esses produtos também está crescendo e é possível achá-los com facilidade.

Além dos vegetarianos e veganos, que fazem suas escolhas com base em uma visão que vai além da saúde, existe o grupo de pessoas que não consomem leite nem seus derivados devido à intolerância à lactose e alergia à proteína do leite.

A qualidade dos nutrientes presentes em iogurtes vegetais é muito grande e são sim, muito saborosos, nutritivos e benéficos para a sua saúde.

O que o iogurte vegetal tem de bom?

Os Iogurtes Vida Veg, por exemplo, tem como base em sua composição, o coco, amêndoa e soja. Cada um deles tem características específicas carregados de nutrientes que só fazem bem ao nosso corpo, prezando pelo uso de ingredientes naturais, saudáveis e agradáveis ao paladar.

Iogurte vegetal de coco

iogurte coco

=Rico em vitaminas (c, b, a) e minerais (sódio, potássio, cálcio, manganês, magnésio, fósforo, cobre e ferro).
=Aumento dos níveis do considerado “bom colesterol” (HDL) e redução do “mau colesterol” (LDL), auxiliando assim na prevenção de doenças cardiovasculares.
=Exerce função antioxidante prevenindo contra a ação dos radicais livres.
=Possui ação diurética, evitando retenção de líquidos e inchaço.
=Fonte de energia rápida. Importante na dieta de praticantes de atividade física, pois a polpa concentra um aporte maior de potássio (principal mineral perdido no suor) que participa da contração e relaxamento dos músculos.

Iogurte vegetal de amêndoa

iogurte amendoa

=Aumento dos níveis do considerado “bom colesterol” (HDL) e redução do “mau colesterol” (LDL), auxiliando assim na prevenção de doenças cardiovasculares.
=Alto teor de antioxidantes, Vitamina E e B2.
=Boa quantidade de magnésio e potássio.

Iogurte vegetal de soja

iogurte soja

=Rico em proteínas e boa fonte de minerais (cálcio, magnésio, zinco, potássio e fósforo);
=Ajuda a elevar os níveis do “bom colesterol” (HDL) e a reduzir o “mau colesterol” (LDL), atuando na prevenção de doenças cardiovasculares;
=Possui isoflavonas, substâncias que ajudam a atenuar os efeitos da menopausa nas mulheres;
=Ajuda a fortalecer os ossos e aumentar a densidade óssea;
=Rico em ômega-3 e ômega-6;
=No iogurte da Vida Veg a soja é fermentada e não transgênica, forma indicada para o consumo. Para se obter a matéria-prima, a soja é submetida a um tratamento térmico adequado para inativação dos fatores antinutricionais e microbiológicos, tornando-se um ingrediente funcional, de alto valor nutritivos.

Os iogurtes vegetais são ricos em nutrientes e muito importantes na manutenção da saúde do corpo. Não é preciso consumir produtos de origem animal para se manter saudável. Os vegetais oferecem tudo que nosso organismo precisa, basta manter a dieta equilibrada e o prato bem colorido.

Fonte: Vida Veg

Salvar

Diarreia crônica pode ter várias causas, saiba identificar

Muito comuns e sem cura, as doenças podem atingir qualquer faixa etária e ainda causam prejuízos na qualidade de vida

A diarreia crônica é caracterizada pela redução na consistência das fezes, que podem ser amolecidas a líquidas, associada a um aumento do número de evacuações por mais de quatro semanas. Além do desconforto físico, também compromete a qualidade de vida, já que se torna um incômodo no dia a dia.

Segundo Matheus Freitas Cardoso de Azevedo, gastroenterologista da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, a diarreia crônica apresenta várias causas, como a síndrome do intestino irritável, intolerância à lactose, doença celíaca e diverticulite. “Elas podem acontecer em qualquer idade, sendo que algumas são mais comuns em fases específicas. A doença celíaca e síndrome do intestino irritável com adultos jovens, e a diverticulite, costuma atingir pessoas com mais de 50 anos”, explica.

O diagnóstico para a causa da diarreia crônica deve ser realizado pela consulta detalhada, analisando a rotina e histórico, além de exames complementares para direcionar o tratamento específico. Saiba mais sobre cada uma:

1) Intolerância à lactose

dor-de-barriga-mulher

O que é: a incapacidade de digestão da lactose – açúcar encontrado principalmente no leite e produtos lácteos – causada pela ausência da enzima responsável por esta função. Atinge cerca de 70% da população mundial.

Sintomas: dor e/ou distensão abdominal, diarreia, gases e náuseas. Em muitos casos pode ocorrer somente desconforto, sem diarreia.

Tratamento: dieta sem produtos com lactose na composição e suplementação da enzima lactase, encontrada em forma de pastilhas, em pó, comprimidos ou cápsulas, que deve ser adicionada aos produtos lácteos ou ingerida via oral antes da ingestão, possibilitando a digestão. “É importante colocar na dieta outros alimentos ricos em cálcio para suprir as necessidades do organismo”, ressalta Azevedo.

2) Intolerância ao glúten

dieta-sem-gluten

O glúten é um complexo proteico presente no trigo, centeio e cevada comum em alimentos como pães, massas e bolos. As principais doenças relacionadas à ingestão de glúten são doença celíaca e hipersensibilidade ao glúten:

O que é doença celíaca: doença autoimune que afeta o intestino delgado, desencadeada após a ingestão de alimentos que contêm glúten, dificultando a absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.

Sintomas: dor abdominal, diarreia, gases, fraqueza, perda de peso, diminuição do apetite, lesões de pele, anemia, deficiência de ferro e atraso de crescimento em crianças.

Tratamento: dieta sem glúten por toda a vida. “É o único tratamento efetivo, pelo risco de complicações como anemia, déficit de crescimento, osteoporose e até câncer do intestino delgado”, explica o médico.

O que é hipersensibilidade ao glúten: reação intestinal logo após a ingestão de alimentos com glúten e que some com a retirada do alimento.

Sintomas: dor abdominal, diarreia, gases e náuseas.

O especialista reforça que não é possível diferenciar as doenças pelos sintomas, pois são muito parecidos. “Portanto, a triagem para a doença celíaca deve ocorrer antes de uma dieta sem glúten ser implementada, uma vez que a pessoa inicia uma dieta livre de glúten, o teste para doença celíaca não é mais confiável. Além disso, embora sejam tratadas com alimentação sem glúten, a distinção é muito importante pelo risco de complicações da doença celíaca a médio e longo prazo, principalmente naqueles que não aderem a dieta corretamente”, diz.

3) Síndrome do Intestino Irritável

colica intestinbal sii peq

O que é: doença que causa desordem intestinal, mais comum dos 15 aos 45 anos, principalmente em mulheres. De acordo com o gastroenterologista, pode ser gerada por vários fatores, muitas vezes associada a problemas psicológicos como ansiedade, depressão, fibromialgia, enxaqueca e distúrbios do sono. “A doença é mais comum que se imagina, atingindo aproximadamente 20% da população mundial”, reforça o gastroenterologista.

Sintomas: dor abdominal, alteração do hábito intestinal com episódios de diarreia ou constipação, gases, sensação de urgência intestinal principalmente após as refeições.

Tratamento: medicamentos antiespasmódicos para controle da dor abdominal, laxativos para constipação, e medicamentos obstipantes, para controle da diarreia. Os antidepressivos também podem ser utilizados, pois apresentam ação no controle da dor abdominal e ajudam no hábito intestinal, além de tratar possíveis doenças psicológicas. “Nos últimos anos, dietas com baixo poder de fermentação têm sido estudadas como um tratamento eficaz. Além disso, também o acompanhamento em conjunto com nutricionista e/ou psicólogo e psiquiatra”, conta o médico.

4) Diverticulite

intestino-figado-corpo-elionas2-pixabay

O que é: inflamação dos divertículos, que são pequenas saculações ou “sacos” na parede do intestino grosso. É causada pela obstrução do divertículo por fezes ou restos de alimentos não digeridos e dieta pobre em fibras (legumes, verduras e frutas), que leva ao aumento da movimentação do intestino para eliminar o bolo fecal – histórico de prisão de ventre.

Sintomas: geralmente sem sintomas, mas em alguns casos, pode acontecer forte dor abdominal e diarreia. Segundo Alexander de Sá Rolim, cirurgião do aparelho digestivo e proctologista especialista em doença inflamatória intestinal da Rede de Hospitais São Camilo, de São Paulo, a diverticulite pode ser leve ou grave com necessidade de internação e cirurgia. “Normalmente, a entrada no pronto-socorro é com queixa de dor abdominal, e muitas vezes, já necessita de internação”, explica.

Tratamento: inclusão de fibras e água na dieta, e em casos mais graves, internação para controle da infecção abdominal e até cirurgia.

Fonte: Rede de Hospitais São Camilo

Kefir: nove benefícios para a saúde baseados em evidências

Rico em nutrientes e probióticos, é muito benéfico para a digestão e a saúde intestinal; muitas pessoas o consideram mais saudável que o iogurte. A seguir, nove benefícios do kefir para a saúde que são apoiados por pesquisas.

1. Kefir é uma fonte fantástica de muitos nutrientes

kefir
Kefir é uma bebida fermentada, tradicionalmente feita com leite de vaca ou de cabra. É feito adicionando grãos de kefir ao leite. Não são grãos de cereais, mas colônias semelhantes a grãos de leveduras e bactérias de ácido láctico que se assemelham a uma couve-flor na aparência.

Durante aproximadamente 24 horas, os micro-organismos nos grãos de kefir se multiplicam e fermentam os açúcares no leite, transformando-o em kefir. Em seguida, os grãos são removidos do líquido e podem ser usados ​​novamente.

Em outras palavras, o kefir é uma bebida, mas os grãos de kefir são a cultura inicial que você usa para produzir a bebida. O Kefir originou-se de partes da Europa Oriental e do Sudoeste Asiático. O nome é derivado da palavra turca keyif, que significa “sentir-se bem” depois de comer.

As bactérias do ácido láctico dos cereais transformam a lactose do leite em ácido láctico, por isso o kefir tem um sabor azedo como o do iogurte – mas tem uma consistência mais fina.

Uma porção de 180 ml de kefir com baixo teor de gordura contém (2):

Proteína: 4 gramas
Cálcio: 10% do IDR
Fósforo: 15% do IDR
Vitamina B12: 12% do IDR
Riboflavina (B2): 10% do IDR
Magnésio: 3% do IDR
Uma quantidade razoável de vitamina D

Além disso, o kefir tem cerca de 100 calorias, 7 a 8 gramas de carboidratos e 3 a 6 gramas de gordura, dependendo do tipo de leite utilizado. Também contém uma ampla variedade de compostos bioativos, incluindo ácidos orgânicos e peptídeos, que contribuem para seus benefícios para a saúde. As versões sem leite do kefir podem ser feitas com água de coco, leite de coco ou outros líquidos doces. Estes não terão o mesmo perfil de nutrientes que o kefir à base de leite.

Resumo: Kefir é uma bebida de leite fermentado, cultivada a partir de grãos de kefir. É uma rica fonte de cálcio, proteínas e vitaminas do complexo B.

2. Kefir é um probiótico mais potente que o iogurte

kefir

Alguns microrganismos podem ter efeitos benéficos sobre a saúde quando ingeridos (3). Conhecidos como probióticos, esses microrganismos podem influenciar a saúde de várias maneiras, auxiliando na digestão, no controle do peso e na saúde mental (4, 5, 6).

O iogurte é o alimento probiótico mais conhecido na dieta ocidental, mas o kefir é, na verdade, uma fonte muito mais potente. Os grãos de kefir contêm até 61 cepas de bactérias e leveduras, tornando-os uma fonte probiótica muito rica e diversa, embora a diversidade possa variar (7). Outros produtos lácteos fermentados são feitos de muito menos variedades e não contêm leveduras.

Resumo:  kefir pode conter até 61 micro-organismos diferentes, tornando-se uma fonte muito mais potente de probióticos do que muitos outros produtos lácteos fermentados.

3. Kefir tem propriedades antibacterianas potentes

493ss_getty_rm_intestinal_bacteria
Getty Images

Certos probióticos no kefir são acreditados para proteger contra infecções. Isso inclui o probiótico Lactobacillus kefiri, que é exclusivo do kefir. Estudos demonstram que esse probiótico pode inibir o crescimento de várias bactérias nocivas, incluindo Salmonella, Helicobacter pylori e E. coli. O kefiran, um tipo de carboidrato presente no kefir, também possui propriedades antibacterianas.

Resumo: Kefir contém o probiótico Lactobacillus kefiri e o carboidrato kefiran, ambos protegem contra bactérias nocivas.

4. Kefir pode melhorar a saúde óssea e diminuir o risco de osteoporose

Osteoporosis 1a

A osteoporose é caracterizada pela deterioração do tecido ósseo e é um grande problema nos países ocidentais. É especialmente comum entre as mulheres mais velhas e aumenta drasticamente o risco de fraturas.

Garantir uma ingestão adequada de cálcio é uma das formas mais eficazes de melhorar a saúde óssea e retardar a progressão da osteoporose. A gordura do kefir não é apenas uma excelente fonte de cálcio, mas também a vitamina K2 – que desempenha um papel central no metabolismo do cálcio. A suplementação com K2 reduz o risco de fraturas em até 81%.

Estudos recentes em animais ligam o kefir ao aumento da absorção de cálcio nas células ósseas. Isso leva à melhora da densidade óssea, o que deve ajudar a prevenir fraturas.

Resumo: Kefir feito a partir de produtos lácteos é uma excelente fonte de cálcio, e kefir de leite integral também contém vitamina K2. Esses nutrientes têm grandes benefícios para a saúde óssea.

5. Kefir pode ser protetor contra o câncer

CANCER

O câncer é uma das principais causas de morte no mundo. Ocorre quando células anormais em seu corpo crescem incontrolavelmente, como em um tumor. Os probióticos em produtos lácteos fermentados são acreditados para reduzir o crescimento do tumor, estimulando o sistema imunológico. Portanto, é possível que o kefir possa combater o câncer .

Este papel protetor foi demonstrado em vários estudos de tubo de ensaio. Um estudo descobriu que o extrato de kefir reduziu o número de células de câncer de mama humano em 56%, comparado a apenas 14% para o extrato de iogurte. Tenha em mente que os estudos humanos são necessários antes que conclusões firmes possam ser feitas.

Resumo: alguns estudos em tubo de ensaio e em animais indicam que o kefir pode inibir o crescimento de células cancerígenas. No entanto, não existem estudos atuais em pessoas.

6. Os probióticos nele podem ajudar com vários problemas digestivos

kefir

Probióticos como o kefir podem ajudar a restaurar o equilíbrio de bactérias benéficas em seu intestino. É por isso que eles são altamente eficazes no tratamento de muitas formas de diarréia (19, 20).

Além disso, muitas evidências sugerem que probióticos e alimentos probióticos podem aliviar muitos problemas digestivos (5). Estes incluem a síndrome do intestino irritável (SII), úlceras causadas pela infecção por H. pylori e muitas outras (21, 22).

Por esta razão, o kefir pode ser útil se você tiver problemas com digestão.

Resumo: probióticos como o kefir podem tratar várias formas de diarreia. Eles também podem levar a melhorias em várias doenças digestivas.

7. Kefir tem baixa lactose

kefir.png

Alimentos lácteos regulares contêm um açúcar natural chamado lactose. Muitas pessoas, especialmente os adultos, são incapazes de decompor e digerir adequadamente a lactose. Essa condição é chamada de intolerância à lactose.

As bactérias do ácido láctico em alimentos lácteos fermentados – como o kefir e o iogurte – transformam a lactose em ácido láctico, pelo que estes alimentos são muito mais baixos em lactose do que o leite. Eles também contêm enzimas que podem ajudar a quebrar ainda mais a lactose.

Portanto, o kefir é geralmente bem tolerado por pessoas com intolerância à lactose, pelo menos em comparação ao leite comum. Tenha em mente que é possível fazer kefir 100% isento de lactose usando água de coco, suco de frutas ou outra bebida não láctea.

Resumo: kefir é pobre em lactose porque suas bactérias do ácido láctico já pré-digeriram a lactose. As pessoas que têm intolerância à lactose muitas vezes podem beber kefir sem problemas.

8. Kefir pode melhorar os sintomas de alergia e asma

asma pulmão

As reações alérgicas são causadas por respostas inflamatórias contra certos alimentos ou substâncias. Pessoas com um sistema imunológico super-sensível são mais propensas a alergias, que podem provocar condições como a asma.

Em estudos com animais, o kefir mostrou suprimir respostas inflamatórias relacionadas a alergias e asma. Estudos em humanos são necessários para explorar melhor esses efeitos.

Resumo: evidências limitadas de estudos em animais sugerem que beber kefir pode reduzir reações alérgicas.

9. Kefir é fácil de fazer em casa

David Niergarth on Visualhunt.com - CC BY kefir
Foto: David Niergarth on Visualhunt.com – CC BY

Se você não tem certeza sobre a qualidade do kefir comprado na loja, pode facilmente fazê-lo em casa. Combinado com frutas frescas, o kefir contribui para uma sobremesa saudável e deliciosa.

Grãos de kefir* estão disponíveis em algumas lojas de produtos naturais e supermercados, bem como online. Você também pode encontrar muitas postagens de blog e vídeos que ensinam a produção de kefir, mas o processo é muito simples:

=Coloque 1 a 2 colheres de sopa (14-28 gramas) de grãos de kefir em um pequeno frasco. Quanto mais você usar, mais rápida será a cultura.  Adicione cerca de 2 xícaras (500 ml) de leite, de preferência orgânico ou mesmo cru. O leite de vacas alimentadas com capim é mais saudável. Deixe 1 polegada (2,5 cm) de espaço no topo do frasco.
Você pode adicionar um pouco de creme gordo se você quiser um kefir mais grosso. Coloque a tampa e deixe por 12-36 horas à temperatura ambiente. É isso aí.
Depois que começarem a aparecer pedaços, está pronto. Depois, você gentilmente coa o líquido e os grãos originais de kefir são deixados para trás.

Agora você pode colocar os grãos em um novo pote com um pouco de leite,  e o processo começa novamente. É delicioso, nutritivo e altamente sustentável.

Resumo: você pode facilmente produzir kefir caseiro usando grãos de kefir e leite.

O ponto de partida

Kefir é um alimento saudável e fermentado, com uma consistência comparável ao iogurte. Produto tradicionalmente feito a partir de leite de vaca, mas muitas opções não lácteas estão disponíveis. Estudos sugerem que ele estimula o sistema imunológico, auxilia em problemas digestivos, melhora a saúde dos ossos e pode até mesmo combater o câncer.

*No Brasil, o kefir costuma ser doado.

Fonte: Health Line

Cinco sinais que uma dieta de baixo Fodmap pode ser boa para você

Você tem problemas digestivos? Você tem medo de voar, sair para jantar ou até mesmo fazer sexo, porque você não sabe quando esse momento de “necessidade de banheiro imediata” vai chegar.

Quando dores de barriga, gases, inchaço, constipação ou diarreia são um problema frequente, é hora de procurar o médico para procurar a causa subjacente. Muitas vezes, esses sintomas são indicadores da Síndrome do Intestino Irritável (SII). De acordo com o American College of Gastroenterology, a SII é um dos distúrbios gastrointestinais mais comuns, afetando cerca de 20% da população. É tão comum que é responsável por 40% de todas as consultas com gastroenterologistas.

A boa notícia é que a pesquisa sugere que as pessoas com a síndrome podem reduzir ou, em alguns casos, eliminar seus sintomas digestivos seguindo uma dieta com baixo teor de Fodmap.

Fodmaps são carboidratos que podem ser mais difíceis de digerir para alguns indivíduos com os chamados “distúrbios gastrointestinais funcionais”, como a SII. Fodmaps significa fermentáveis, oligossacarídeos, dissacarídeos, monossacarídeos e polióis fermentáveis. Alguns alimentos ricos em Fodmap incluem trigo, cebola, alho, legumes, leite, mel, maçãs, frutas secas, alguns substitutos do açúcar e fibras adicionadas.

Enquanto todos experimentam os sintomas da SII de forma diferente, aqui estão 5 sinais de que uma dieta baixa Fodmap pode ser o ideal para você*:

banheiro feminino alvimann

1. Você se tornou um detetive de banheiro. Não importa onde você esteja, sua primeira preocupação é descobrir onde fica o banheiro mais próximo. Você pode realmente planejar suas atividades ao ar livre – caminhadas ou corridas – em torno de onde você sabe que há um banheiro.

barriga

2. Você parece grávida de cinco meses depois de uma refeição. Algumas pessoas que sofrem da SII experimentam grande inchaço e distensão depois de comer. Você pode sentir que passou do “tamanho normal” para o tamanho de cinco meses de gestação.

como-funciona-fobia-de-aviao

3. Você está na zona de exclusão aérea. Os sintomas da SII podem causar tanta agitação que você evita viajar porque se sente mais seguro perto de casa, perto do seu próprio banheiro. E se você precisar voar, escolhe seu lugar com base na proximidade do banheiro.

casal cama separado

4. Você pula o sexo! Seus sintomas de SII podem ser tão graves ou embaraçosos que você evita o sexo por medo de soltar gases ou precisar correr para o banheiro quando as coisas começam a acontecer no quarto.

fodmap-3.jpg

5. Alimentação  “saudável” não parece ajudar. Você já tentou comer mais frutas e verduras, sem glúten e acrescentando mais fibras à sua dieta, mas ainda tem sintomas. Isso pode ocorrer porque muitos alimentos saudáveis – incluindo certas frutas e vegetais – contêm Fodmaps.

Ao eliminar alimentos ricos em Fodmap de sua dieta, você pode reduzir alguns ou mesmo todos os seus sintomas desagradáveis. Como há muitos alimentos ricos em Fodmap é necessário um compromisso, e não há espaço para fazer tapeação nessa dieta. No entanto, isso é apenas para a fase de eliminação que normalmente dura de duas a seis semanas.

frutas vermelhas skyangel

Depois disso, você pode reintroduzir gradualmente os alimentos ricos em Fodmap em sua dieta, mantendo apenas os que não causam sintomas. Embora isso possa parecer difícil, agora existem algumas marcas de alimentos e outras que criaram refeições e / ou lanches para ajudar a manter um plano de baixo Fodmap muito mais fácil.

* Converse com seu médico antes de iniciar uma nova dieta

Fonte: Katherine Brooking – WebMD

Para saber mais sobre a dieta Fodmap clique aqui.


Salvar

Intolerância à lactose: 14 maneiras de continuar a amar laticínios

Se você é como eu e tem intolerância à lactose, estas dicas vão ajudar e bastante na sua rotina diária:

1 – Conheça o seu limite de lactose

getty_rf_photo_of_woman_tracking_lactose_levels_in_journal
Se é intolerante à lactose, você ainda pode comer alimentos com lactose – com moderação. A chave é conhecer o seu limite. Mantenha um diário alimentar, anote quando, o quê e o quanto você comeu e como você se sentiu. Você deve ver um padrão emergir e vai aprender quanto ou pouca lactose pode consumir. Então, fique no seu limite.

2 – Considere leite e outros laticínios sem lactose

getty_rf_photo_woman_selecting_milk

Para os bebedores regulares de leite, a maioria dos supermercados tem leite sem lactose ou com baixo teor de lactose em suas seções de laticínios ou alimentos especiais. Você também pode encontrar queijo sem lactose, iogurte sem lactose e outros produtos lácteos. Pode ser difícil obter cálcio suficiente quando você é intolerante à lactose. O leite sem lactose, no entanto, tem a mesma quantidade de cálcio que o normal.

3 – Tome o controle de sua alimentação

getty_rf_photo_of_woman_taking_control_by_brown_bagging_lunch

Assuma o controle de suas refeições em vez de lutar para encontrar algo que você possa comer em um menu. Ao cozinhar em casa, você pode substituir o leite em receitas com a versão sem lactose. Você também pode comprar um livro de receitas  sem lactose e começar a experimentá-las. Muitas receitas clássicas podem ser adaptadas para se adaptarem a uma dieta intolerante à lactose. Controle os ingredientes que vão na refeição e pode se surpreender com quanta variedade você pode comer.

4 – Considere suplementos de lactase

getty_rm_photo_of_man_holding_capsule_and_milk

Não é uma cura, mas tomar suplementos de enzima lactase pode ajudá-lo a comer alimentos que contenham lactose. Os suplementos são encontrados em muitas formas, incluindo cápsulas e comprimidos mastigáveis. Eles podem ser particularmente úteis se você não souber os ingredientes exatos da sua refeição. Se os suplementos não ajudarem os seus sintomas, certifique-se de consultar o seu médico.

5 – Caça à lactose oculta

getty_rf_photo_of_man_hunting_for_hidden_lactose

A lactose é encontrada na maioria dos produtos lácteos, exceto aqueles marcados com “sem lactose”, como leite ou queijo sem lactose. Também pode ser em alimentos embalados, como misturas secas, refeições congeladas e assados. Leia atentamente os rótulos dos alimentos e atente para ingredientes como “sólidos de leite”, “leite em pó” e “coalhada”. Se você optar por comer esses alimentos, talvez seja necessário tomar um suplemento de lactase para ajudar a prevenir os sintomas.

6 – Pergunte aos especialistas

getty_rm_photo_of_woman_asking_a_nutritionist_about_lactose_intolerance

Aprender uma nova maneira de comer não é fácil, mas você não precisa fazer isso sozinho. Peça ao seu médico para sugerir uma nutricionista para ajudá-lo a gerenciar sua dieta. Ela pode ensiná-lo a ler os rótulos dos alimentos, compartilhar dicas de alimentação saudável, informar a quantidade de laticínios que você pode comer ou beber sem sintomas e indicar alimentos com lactose reduzida ou sem lactose para fornecer uma dieta bem equilibrada.

7 – Porções menores, menos sintomas

getty_rm_photo_of_milk_cookies_smaller_portions

Talvez você não possa desfrutar de um copo grande de leite com biscoitos, mas você pode tentar uma porção menor. Comece com um copo de 120 ml em vez de um total de 240 ml. Aumente gradualmente a quantidade de leite até começar a notar sintomas desagradáveis. Ouça seu corpo. Ele informará quando você atingiu seu limite. Se você quiser evitar completamente a lactose, experimente o leite de vaca sem lactose ou bebidas não lácteas, como o leite de soja.

8 – Desfrute de laticínios, acompanhados

getty_rf_photo_of_woman_enjoying_dairy_with_other_foods

Em vez de comer ou beber produtos lácteos por si só, tente consumi-los com alimentos que não contenham lactose. Para algumas pessoas, a combinação de produtos lácteos com outros alimentos pode reduzir ou mesmo eliminar os sintomas habituais. Portanto, não beba apenas um copo de leite pela manhã. Despeje sobre o cereal ou tenha um pedaço de torrada do lado.

9 – Escolhas os melhores queijos para você

getty_rf_photo_of_closeup_of_swiss_cheese

Com intolerância à lactose, você ainda pode comer queijo, mas escolha com cuidado. Queijos duros e envelhecidos, como suíço, parmesão e cheddar, são mais pobres em lactose. Outras opções de queijo de baixa lactose incluem cottage ou feta, feito de leite de cabra ou ovelha. Certos tipos de queijos – especialmente os macios ou cremosos, como brie, são mais ricos em lactose. Se você quiser evitar laticínios completamente, tente queijos sem lactose.

10 – Aprenda a amar o iogurte

getty_rf_photo_of_yogurt_on_fruit_and_cereal

Procure por iogurte com culturas bacterianas vivas e ativas. Quando você come esse tipo de iogurte, as culturas bacterianas podem ajudar a quebrar a lactose. Além disso, apenas 1 xícara de iogurte natural com baixo teor de gordura fornece 415 mg de cálcio. Mas esqueça o frozen yogurt. Ele não contém culturas vivas suficientes, o que significa que pode causar problemas para pessoas intolerantes à lactose. Para estar seguro, você pode sempre escolher iogurte sem lactose.

11 – Probióticos para intolerância à lactose

getty_rm_photo_of_probiotic_rich_kefir

Para algumas pessoas, os probióticos podem aliviar os sintomas da intolerância à lactose. Probióticos são microrganismos vivos, geralmente bactérias, que restauram o equilíbrio de bactérias “boas” em seu sistema digestivo. Eles podem ser encontrados em alimentos como iogurte ou kefir – leite rico em probióticos – bem como suplementos dietéticos. Fale com o seu médico para ver se os probióticos que podem ajudá-lo.

12 – Comer fora quando se é intolerante à lactose

getty_rm_photo_of_woman_asking_server_for_allergy_guide

Você ainda pode jantar fora seguindo uma dieta sem lactose. Pergunte ao garçom se há um guia para o menu que mostra quais alimentos contêm leite. Ou deixe o seu anfitrião saber quais os alimentos que você está evitando. Tome um suplemento de lactase no caso de escapar algum ingrediente lácteo. Coma com simplicidade. Por exemplo, pule os molhos cremosos e condimentos lácteos como creme azedo.

13 – Cozinha caseira com baixa lactose

getty_rm_photo_of_person_cooking_lactose_free_at_home

Cozinhar com baixa lactose requer uma mudança de pensamento. Quanto mais simples você cozinhar, melhor. Use ervas e temperos para dar sabor à carne, peixe e legumes. Atenha-se a ingredientes frescos e use menos alimentos preparados. Experimente com caldo de galinha ou leites sem lactose para fazer molhos. Use queijos de baixa lactose para assar. Explore as cozinhas – como o mediterrânea ou a asiática – que não dependem muito de produtos lácteos.

14 – Ouça seu corpo

getty_rm_photo_of_woman_listening_to_her_body_make_right_decisions

Conforme você experimenta a ingestão de produtos lácteos, descobre quanto seu sistema digestivo pode suportar. Ouça o seu corpo e escolha sabiamente. Quer uma fatia de pizza de queijo? Lembre-se de como você se sentiu na última vez que comeu isso. Você inchou, sentiu-se desconfortável ou teve cólica? Se assim foi, tome um suplemento de lactase antes ou, em vez disso, troque por um sanduíche ou salada.

Fotos: Getty Images

Fonte: WebMD

O que você pode comer após uma colonoscopia

O cólon ou intestino grosso é uma parte vital do trato digestivo que necessita de exames periódicos em adultos mais velhos. A colonoscopia é um procedimento que é realizado para detectar qualquer anormalidade no cólon, como câncer colorretal ou pólipos que podem evoluir para câncer.

Antes de uma pessoa fazer uma colonoscopia, ela precisa seguir uma dieta restrita para que o cólon esteja vazio. Também não é recomendado comer nada nas primeiras horas após uma colonoscopia, e as pessoas também devem seguir as instruções do médico sobre o que podem comer nos próximos dias.

É importante que uma pessoa coma alimentos que darão ao sistema digestivo tempo para começar a trabalhar normalmente de novo.

Alimentos para comer

Para facilitar o funcionamento do aparelho digestivo e ajudar a evitar a irritação do sistema digestivo, os médicos recomendam que as pessoas comam alimentos macios e fáceis de digerir após uma colonoscopia.

Uma prioridade após uma colonoscopia é reidratar. As pessoas podem fazer isso bebendo água ou outras bebidas e comendo alimentos à base de líquido como sopa.

Após uma colonoscopia, o médico provavelmente recomendará o seguinte:

1. Água

A água é essencial para ajudar as pessoas a se reidratarem. Algumas podem achar que precisam de mais líquido do que o habitual após uma colonoscopia.

mulher bebendo agua pixabay
pixabay

2. Bebidas com eletrólitos

É importante substituir os eletrólitos quando desidratados. Para ajudar a restauração, as pessoas podem preferir tomar uma bebida esportiva. Muitos isotônicos que contêm eletrólitos estão disponíveis.

3. Suco de vegetais ou frutas

Há uma grande variedade de vegetais, frutas e bebidas combinadas que as pessoas podem escolher. Esses sucos também contêm eletrólitos e nutrientes adicionais.

chá sene senna

4. Chá de ervas

Chá de ervas muitas vezes contêm ingredientes que podem aliviar o trato digestivo.

5. Picolés

Picolés contêm bastante açúcar e líquido. Ambos são importantes após uma colonoscopia para ajudar a aumentar os níveis de energia.

6. Bolachas

Saltines e bolachas são fáceis de digerir. Ambas são boas escolhas após uma colonoscopia.

7. Manteiga de noz suave

Manteigas de nozes são geralmente fáceis de digerir. As pessoas devem evitar estilos pesados ​​e escolher as variedades suaves.

8. Purê de batatas

Purê de batata é um alimento mole que é uma boa opção alimentar após uma colonoscopia.

steamed-fish

9. Peixe branco

O peixe branco é tipicamente macio, o que o torna uma boa escolha após uma colonoscopia. É melhor evitar o peixe com muita espinha ou gorduroso.

10. Compota de Maçã

Compota de maçã contém fibra que é facilmente digerível e não irritará o trato digestivo. Também contém açúcares e carboidratos que ajudarão a restaurar os níveis de energia. Além disso, contém pectina, que pode ajudar a prevenir a diarreia.

11. Sopa

Frango e outras sopas suaves são uma boa escolha. As pessoas devem evitar sopas picantes ou contendo cevada.

12. Gelatina ou pudim

Gelatina e pudim são alimentos recomendados após uma colonoscopia.

farinha ovos receita
Fotos: FreeFoodPhotos

13. Ovos Mexidos

Ovos mexidos são macios, além de ser uma boa fonte de proteína. As pessoas devem evitar adicionar leite, pimenta ou queijo para não irritar o trato digestivo.

14. Conservas ou frutas em pedaços

Frutas enlatadas, como pêssegos ou abacaxis, são bons alimentos moles. Fruta em conserva ou em pedaços costuma estar descascada, o que é ideal, pois as pessoas devem evitar a casca da fruta.

15. Torrada ou pão branco

Semelhante ao cracker, o pão branco é um alimento muito brando que é bom consumir por alguns dias após uma colonoscopia.

legumes cozidos

16. Legumes cozidos

Legumes bem cozidos, assados ou salteados, até ficarem macios, são uma boa escolha após uma colonoscopia.

Alimentos para evitar

Embora um procedimento de colonoscopia não demore muito, o cólon precisa de tempo para se recuperar do procedimento em si e da preparação para o mesmo. Assim, por um dia ou mais após uma colonoscopia, é aconselhável evitar alimentos que são difíceis de digerir, como fibras e condimentos. Também é uma boa ideia evitar alimentos pesados ​​e gordurosos, pois podem causar náuseas e vômitos após a anestesia.

Se outro procedimento, como a remoção de um pólipo, também tiver ocorrido, o médico pode recomendar restrições alimentares adicionais. Estas incluem alimentos contendo pequenas sementes, grãos e nozes, pois essas pequenas partículas duras podem ficar presas na ferida cicatrizante e causar infecção.

Durante uma colonoscopia, o gás é soprado no cólon para abri-lo e permitir uma melhor visibilidade durante a colonoscopia. Após o procedimento, esse excesso de gás pode ser desconfortável, e uma pessoa pode sentir a necessidade de eliminar gases com mais frequência.

Por causa disso, melhor optar por evitar alimentos que causem gases adicionais, como feijões ou bebidas carbonatadas.

Evite estes alimentos após uma colonoscopia:

bife-chorizo-240g-com-farofa-no-noth-bar-e-grill-foto-divulgacao

-condimentos ou comida bem condimentada
-nozes inteiras ou picadas
-álcool
-pipoca
-coco
-alimentos fritos, como frango empanado e batata frita
-milho
-vegetais crus ou mal cozidos
-arroz integral
-leguminosas
-pão integral e produtos assados
-proteínas difíceis, como bife
-fruta com pele, como maçãs
-especiarias

Dicas para ter um cólon saudável

O cólon é uma parte essencial do trato digestivo. A partir dos 50 anos, as pessoas devem fazer colonoscopias a cada dez anos para garantir que não tenham nenhum problema. Alguns casos podem exigir exames adicionais.

É importante que uma pessoa cuide bem da saúde do cólon. O câncer de cólon raramente é hereditário e, em muitos casos, uma pessoa pode preveni-lo ao:

-fazer escolhas de estilo de vida saudáveis
-manter um baixo índice de IMC
-comer alimentos saudáveis

Segundo pesquisa, os seguintes fatores contribuem para que uma pessoa desenvolva câncer de cólon:

-altos níveis de insulina
-dietas ricas em açúcares refinados
-obesidade
-gordura abdominal
-dietas com baixo teor de fibra

açúcar

As pessoas devem evitar alimentos que contenham:

-gordura saturada alta
-grandes quantidades de açúcar
-carnes vermelhas
-carnes processadas

As pessoas devem fazer escolhas saudáveis de estilo de vida. Fumar e beber muito álcool podem contribuir para o câncer de cólon. Exercício físico é uma parte importante da saúde geral e pode ter um impacto significativo na redução do risco de câncer de cólon.

As pessoas também devem ter uma dieta rica em:

Frutas

-grãos integrais
-frutas e vegetais
-proteínas magras
-produtos à base de leite com baixo teor de gordura

Panorama geral

A colonoscopia é uma forma comum, curta e principalmente segura de investigação. Deve ser realizada regularmente para todas as pessoas com mais de 50 anos. É importante lembrar que a preparação e a recuperação podem levar tempo, embora o procedimento em si não demore muito.

É essencial seguir as recomendações de um médico após uma colonoscopia. Potencial desconforto e dor após o procedimento podem ser evitados comendo alimentos recomendados.

Fonte: MedicalNewsToday

 

Intolerância ou alergia ao leite? Entenda a diferença

Profissional explica os sintomas da intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite

Diversas dúvidas sobre o consumo do leite de vaca ainda rondam os consumidores. Muitas pessoas ainda confundem a lactose, que é o açúcar do leite, com a proteína. Nesse caso, é comum o conflito de informações sobre a intolerância à lactose e da alergia à proteína do leite, como a caseína, alfalactoalbumina e a betalactoglobulina. É o que explica a nutricionista Priscila Bergamin. “Primeiro é preciso esclarecer que a alergia à lactose não existe, visto que alergia é uma reação à proteína e a lactose é um açúcar”, detalha ela.

De acordo com a especialista, a intolerância é decorrente da dificuldade do organismo em digerir a lactose, açúcar presente no leite, devido à redução ou ausência da lactase – enzima que a digere. Entre os principais sintomas estão problemas gastrointestinais, como cólicas, gases, desconforto abdominal e diarreia, que podem ser apresentados logo após a ingestão de produtos com lactose. No entanto, há um nível de intolerância à lactose individual de cada pessoa.

Muslix Chocolate com IoIogurte Natural Mel e Morango

“Dessa maneira, é possível que o indivíduo possa ingerir leite e seus derivados até determinada quantidade sem apresentar os sintomas. Por isso, não é necessário excluir totalmente estes alimentos da alimentação”, afirma ela.

Já a alergia à proteína do leite é uma doença quase que exclusiva em crianças e promove sintomas diferentes dos apresentados aos intolerantes à lactose. Neste caso, o sistema de defesa reconhece a proteína como uma substância estranha e desencadeia uma série de reações alérgicas, como problemas de pele, respiratórios e gastrointestinais.

Segundo a nutricionista, após a consulta com um profissional médico e o diagnóstico correto, é necessário a exclusão de todos os alimentos que contenham proteínas do leite de vaca.

Para o diagnóstico correto, é necessária a observação dos sintomas associados à ingestão de produtos sem lactose, no caso dos intolerantes. Ou seja, se a troca de lácteos e derivados comuns por produtos sem lactose, resolver os sintomas há um indício, de que existe a intolerância. Já quando se trata de alergia, é preciso excluir alimentos com as proteínas do leite e o teste de provocação oral, solicitado por um especialista.

Consumo de leite e seus derivados

O acesso a produtos sem lactose, tais como leite UHT, iogurtes, queijos e demais derivados como requeijão e creme de leite aumentou nos últimos anos. Atualmente, os intolerantes à lactose possuem diversas opções para incluir em sua alimentação. Produtos sem lactose são 100% livres do açúcar do leite e assim, podem ser consumidos sem restrição.

Já os alérgicos à proteína do leite não podem fazer o uso destes produtos, justamente por se tratar de uma doença que limita o consumo de derivados do leite de vaca.

“Encontramos hoje diferentes tipos de produtos como a linha LacFree, que agradam todos os paladares e faz com que o intolerante continue consumindo alimentos que gosta, de forma saudável e sem os desagradáveis sintomas comuns a produtos com lactose”, ressalta a Priscila.

lacfree

A exclusão do leite da alimentação em função da intolerância já não é necessária e pode contribuir com a deficiência de nutrientes, uma vez que o leite e seus derivados são ótimas fontes de proteínas, vitaminas, cálcio e outros minerais. “É importante ressaltar o papel essencial do cálcio, responsável pela formação dos ossos, construção muscular, crescimentos e desenvolvimento, principalmente quando falamos da alimentação infantil”, explica.

Fonte: Verde Campo

Como a saúde intestinal afeta o corpo inteiro

1 – Germes úteis

493ss_getty_rm_intestinal_bacteria
Getty Images

Você tem muitas bactérias no seu corpo. Na verdade, você tem mais delas do que de células. A maioria é boa. Os germes encontrados em seu intestino não só ajudam a digerir os alimentos, eles trabalham em todo o corpo e podem ser bons para sua saúde física e mental.

2 – Microbioma Intestinal

493ss_thinkstock_rf_gut_microbiome (1)
Thinkstock

Esta é a base para as bactérias no seu trato digestivo. Aqui, ajudam você a digerir a comida e a transformar nutrientes em algo que seu corpo pode usar. Elas param de crescer quando ficam sem comida, então você só terá o que precisa.

3 – Lutando o bom combate

493ss_thinkstock_rf_good_and_bad_gut_bacteria
Thinkstock

No microbioma intestinal, as bactérias “boas” fazem mais do que apenas ajudar na digestão. Elas ajudam a manter bactérias “ruins” sob controle. Elas se multiplicam tantas vezes que o tipo não saudável não tem espaço para crescer. O balanço saudável de bactérias em seu intestino é chamado de equilíbrio.

4 – Equilíbrio insalubre

493ss_getty_rm_ulcerative_colitis
Colite ulcerativa – Getty Images

Estudos descobriram que, se você tem muito de um certo tipo de bactérias ruins no seu microbioma intestinal, é mais provável que você tenha:

=Doença de Crohn
=Colite ulcerativa
=Síndrome do Intestino Irritável (SII)

Pesquisadores estão procurando novos tratamentos para eles que tenham como alvo as bactérias no microbioma intestinal.

5 – Bactérias do intestino e seu coração

493ss_thinkstock_rf_artery_clogged_with_cholesterol.jpg
Thinkstock

Alguns tipos de bactérias do intestino podem fazer parte da ligação que o colesterol tem com doenças cardíacas. Quando você come alimentos como carne vermelha ou ovos, essas bactérias produzem uma substância química que seu fígado transforma em algo chamado TMAO (N-óxido de trimetilamina). O TMAO pode ajudar o colesterol a se acumular nos vasos sanguíneos. Pesquisadores estão estudando uma substância natural  que está presente no óleo de oliva e na semente de uva. Eles acham que isso pode impedir que bactérias façam TMAO.

6 – Bactérias do intestino e seus rins

493ss_thinkstock_rf_chronic_kidney_disease
Thinkstock

O excesso de TMAO também pode levar à doença renal crônica. As pessoas que têm a doença não se livram do TMAO como deveriam. Esse excedente pode levar a doenças cardíacas. Pesquisadores acham que é possível que o excesso de TMAO possa tornar as pessoas mais propensas a ter doença renal crônica em primeiro lugar.

7 – Bactérias do intestino e seu cérebro

493ss_thinkstock_rf_active_brain
Thinkstock

Seu cérebro envia mensagens por todo o corpo. Pesquisadores acreditam que seu intestino pode responder. Estudos mostram que o equilíbrio de bactérias no microbioma intestinal pode afetar suas emoções e a maneira como o cérebro processa informações de seus sentidos, como visões, sons, sabores ou texturas. Os cientistas suspeitam que mudanças neste equilíbrio podem ter um papel em doenças como o transtorno do espectro do autismo, ansiedade, depressão e dor crônica.

8 – Bactérias do intestino e obesidade

493ss_thinkstock_rf_obese_woman_at_the_beach
Thinkstock

Um equilíbrio insalubre no seu microbioma intestinal pode causar sinais cruzados no seu cérebro quando se trata de sentir fome ou estar satisfeito. Os pesquisadores acham que pode haver uma ligação com a glândula pituitária, que produz hormônios que ajudam a definir seu apetite. Essa glândula também pode afetar o equilíbrio de bactérias em seu intestino. Alguns estudos sobre o tratamento da obesidade estão explorando esse vínculo.

9 – Você pode mudar suas bactérias intestinais?

493ss_thinkstock_rf_mother_and_infant_son
Thinkstock

Você recebe seu microbioma intestinal de sua mãe no nascimento, e o mundo ao seu redor o afeta à medida que você cresce. Também é influenciado pelo que você come. É por isso que pode ser diferente dependendo de onde mora – e por que você pode ser capaz de inclinar um pouco a balança.

10 – Probióticos

493ss_getty_rf_probiotic_lactobacillis_bacteria
Getty Images
Encontrados em alguns alimentos, são bactérias “boas” como as que já estão no seu intestino. Eles podem adicionar às bactérias em seu trato intestinal e ajudar a manter tudo em equilíbrio. Mas eles não são todos iguais. Cada tipo funciona à sua maneira e pode ter diferentes efeitos em seu corpo.
11-Como os probióticos podem ajudar?
493ss_thinkstock_rf_woman_outdoors_with_allergies
Thinkstock

Eles podem tornar seu sistema imunológico mais forte. Eles também podem melhorar a saúde gastrointestinal, especialmente se você tem algo parecido com a síndrome do intestino irritável. Alguns probióticos também podem ajudar a aliviar os sintomas de alergia e na intolerância à lactose. Mas eles não são todos iguais. Cada tipo funciona à sua maneira e pode ter diferentes efeitos em seu corpo.

12 – Fontes de probióticos

493ss_thinkstock_rf_dairy_kimchi_pickled_vegetables_triptych
Thinkstock


Você pode encontrá-los em produtos lácteos, como iogurte e queijos envelhecidos. Olhe na lista de ingredientes para culturas vivas de bactérias como bifidobactérias e lactobacilos. Eles também estão em vegetais fermentados, como kimchi e chucrute, e legumes em conserva, como cebolas e pepinos.

13 – Prebióticos

493ss_thinkstock_rf_five_panel_prebiotic_foods
Thinkstock

Pense nisso como uma fonte de alimento para probióticos. Eles podem ajudar seu corpo a absorver melhor o cálcio e estimular o crescimento de bactérias benéficas em seu intestino. Eles são encontrados em frutas e legumes, como:

-Bananas
-Cebolas
-Alho
-Alho-poró
-Espargos
-Alcachofras
– Grãos de Soja

Você também pode obtê-los em alimentos com trigo integral.

14 – Simbióticos

493ss_getty_rm_asparagus_and_tempeh_stir_fry
Getty Images

Os probióticos podem estimular o crescimento de boas bactérias e os prebióticos são bons para os probióticos. Quando você combina os dois há o simbiótico. A ideia por trás deles é ajudar os probióticos a viver mais tempo. Você pode fazer combinações simbióticas como banana e iogurte ou fritar os aspargos com tempeh*.

15- Outras formas de alterar as bactérias do intestino

493ss_getty_rm_transcranial_magnetic_stimulation
Getty Images

Pode haver outras maneiras de mudar o seu microbioma intestinal e tratar os temas ligados ao seu equilíbrio. Por exemplo, transplantes de fezes (exatamente o que parece) mudam as bactérias do intestino para tratar problemas como C. diff (Clostridium difficile)** e colite ulcerativa. Os pesquisadores esperam que a estimulação magnética transcraniana profunda (EMTr) possa algum dia tratar a obesidade. Nesse tratamento, se usa uma bobina colocada no couro cabeludo para estimular o cérebro e melhorar as bactérias do intestino. Já é usado para tratar a depressão.

Fonte: WebMD – Reviewed by Neha Pathak, MD em setembro de 2017

*Tempehé um alimento fermentado com um fungo do gênero Rhizopus, a partir de sementes de soja branca da Indonésia, com um aroma a nozes e uma textura densa e ligeiramente carnuda. Constitui um alimento forte, com um sabor mais intenso que outros derivados da soja .

**Bacilo gram-positivo comensal do trato gastrointestinal responsável por doenças gastrointestinais associadas a antibióticos (Wikipedia).