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Maio Roxo: o que pôr à mesa e o que evitar para a saúde da flora do “segundo cérebro”

No Mês da Conscientização das Doenças Inflamatórias Intestinais, especialistas alertam para a importância de uma alimentação saudável para o sistema gastrointestinal

Para colorir o mês de maio e marcar o World IBD Day (Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, celebrado em 19 de maio), a campanha de conscientização Maio Roxo, encabeçada pelas Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn (ABCD), e Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), visa conscientizar e alertar a sociedade para importância de diagnóstico precoce e tratamento dessas doenças. Segundo dados da SBCP, as doenças inflamatórias intestinais (DII) atingem mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo e a incidência média fica em torno de 7 para cada 100 mil habitantes, constatando progressivo aumento na ocorrência de novos casos.

As DII são divididas em dois subtipos: colite ulcerativa com acometimento, principalmente do cólon, e Doença de Crohn, que pode afetar qualquer região do trato gastrointestinal. As pessoas comumente são acometidas por esses males no início da idade adulta, mas é possível ocorrer em qualquer fase da vida. Nos últimos anos, a prevalência tem aumentado, atingindo desde crianças até idosos.

A causa é multifatorial e engloba fatores genéticos e ambientais, como o estilo de vida ocidentalizado, incluindo padrão alimentar caracterizado pelo alto consumo de proteínas e gorduras saturadas e baixa ingestão de vegetais, frutas e fibras que favorecem o ambiente pró-inflamatório, além de fatores como urbanismo, melhoria da higiene, aumento do uso de antibióticos e ingestão de anticoncepcionais orais. Todas essas condições interferem na microbiota do corpo como um todo, afetando as defesas naturais.

Eixo Cérebro-Intestino

A regra é clara: quem nunca sentiu dor de barriga em momentos de ansiedade ou estresse? Não é coincidência, visto que o cérebro e o sistema digestivo estão estritamente interligados. No intestino, estão presentes bactérias que compõem a “microbiota intestinal”. Os tipos e as quantidades desses microrganismos são influenciados pelo padrão alimentar, visto que os produtos da digestão interagem com essas bactérias, fazendo com que produzam substâncias que interferem em vias sistêmicas do corpo, inclusive as relacionadas às funções cerebrais, como é o caso do triptofano. O triptofano, por sua vez, é o aminoácido precursor da serotonina, ou seja, é necessário para que tenha a formação e a liberação desse hormônio, o qual está relacionado com o bem-estar. Por isso, as emoções influenciam na sensação geral de prazer, bem como a alimentação impacta a saúde cerebral.

Alimentando as boas bactérias intestinais: o que pôr à mesa

A alimentação saudável, tanto do ponto de vista qualitativo quanto do ponto de vista quantitativo, auxilia na prevenção e no tratamento das DII. A analista de P&D da Jasmine Alimentos, Erika Rodrigues explica que devemos priorizar a tradicional comida de verdade. “A base dessa alimentação deve conter verduras, como folhas em geral, alface, rúcula, agrião, legumes como, por exemplo, abobrinha, brócolis e couve-flor e frutas.

As oleaginosas como, por exemplo, castanha-do-pará, castanha-de-caju e amêndoa também são muito importantes. As sementes de abóbora, de gergelim, de linhaça e os grãos e cereais integrais como arroz integral, quinoa, aveia são indispensáveis. As leguminosas, ou seja, feijão, lentilha e ervilha e as fontes de proteínas com quantidades menores de gorduras saturadas, como peixes e ovos complementam o que chamamos de comida de verdade”, diz.

Essa base de alimentação possui nutrientes e compostos bioativos que atuam diretamente na inativação de vias pró-inflamatórias, assim como na redução de substâncias relacionadas à inflamação, contribuindo para o controle da dor, cicatrização e reparação da mucosa. Ainda, atuam como pré e probióticos, proporcionando e preservando uma microbiota saudável, ou seja, crescimento e desenvolvimento de bactérias benéficas para a saúde intestinal.

Outro nutriente relevante é a fibra, visto que a ingestão adequada deste nutriente colabora com a redução do risco das DII a longo prazo. Esse nutriente está presente em frutas, verduras, legumes, leguminosas, grãos e cereais integrais, além de sementes de linhaça e de chia.

“Em relação aos compostos bioativos, sabe-se que o polifenol e suas classes flavonoides, estilbenos, ácidos fenólicos e lignanas têm propriedades anti-inflamatórias e podem reduzir o estresse oxidativo decorrente de patologias, podendo contribuir para a melhoria dos sintomas das doenças inflamatórias intestinais. Em outras palavras, priorize o consumo de vegetais e frutas como cebola, brócolis, alho e frutas vermelhas que possuem ação antioxidante e efeitos anti-inflamatórios”, detalha a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.

Por fim, cabe ressaltar que os alimentos de coloração vermelha e roxa como uva, morango, framboesa, mirtilo, açaí, goji berry e cranberry também têm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. “Uma dica imprescindível é o consumo do açafrão, também conhecido como cúrcuma. Seu uso diário foi relacionado com a remissão clínica da colite em pacientes que mantiveram o tratamento medicamentoso indicado para o quadro”, explica Adriana.

O que não comer para o intestino inflamado

O ômega-6 é a família de ácidos graxos que, ao contrário do ômega-3, possui ação pró-inflamatória quando ingerido em quantidades elevadas, estando presentes em óleos vegetais e margarina. Segundo estudos, o risco de desenvolver colite ulcerativa é duas vezes maior em pacientes com alta ingestão de ômega-6.

Ainda, a sucralose, sacarina, aspartame, ciclamato e outros adoçantes artificiais podem aumentar o risco de DII. Da mesma forma, emulsificantes também podem aumentar o risco de desenvolvimento de colite devido à alteração da microbiota e da mucosa intestinal, com possível supercrescimento de Escherichia coli e proteobactérias, que, consequentemente, aumentam a inflamação e danos intestinais.

SOS: fase de ativação da doença

“Quando o portador de DII estiver com a doença ativa, deve-se pensar em quais são os sintomas predominantes para que a dieta seja ajustada de forma a contribuir com a diminuição dos mesmos. De modo geral, o raciocínio é pensar nos alimentos que têm fácil digestibilidade para não demandar tanto do trato gastrointestinal, considerando que já está consideravelmente inflamado em decorrência da doença. Pensando nisso, alguns alimentos, apesar de serem saudáveis, podem ser reduzidos por um período até o restabelecimento da homeostase intestinal”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos.

Os alimentos fermentáveis, oligo, di, monossacarídeos e polióis possuem carboidratos de cadeia curta que são mal absorvidos e podem desencadear inchaço abdominal, dor, flatulência e diarreia. Esses alimentos são: cebola, alho, ervilha, beterraba, couve, milho, couve-flor, maçã, pera, manga, melancia, pêssego, ameixa, abacate, leite de vaca, queijo fresco, ricota, feijão, grão-de-bico, soja, trigo, centeio, castanha-de-caju, pistache e industrializados com xarope de milho, glicose, sacarose e polióis (xilitol, manitol e sorbitol). Estudos apontam que 50% das pessoas que tiveram redução do consumo desse grupo de alimentos apresentaram melhora dos sintomas.

Fonte: Jasmine Alimentos

Dia do Consumidor: Anvisa implementa novas regras para rótulos de alimentos

Hoje se comemora o Dia do Consumidor; especialistas alertam para a nova regra de rotulagem nutricional que passa a valer a partir de outubro para todos os alimentos embalados

A regra é clara: o Código de Defesa do Consumidor estabelece que um dos direitos básicos do cidadão é a “informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço”. E, ainda, “que a oferta e a apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores”.

O comprador tem livre escolha para decidir o que vai consumir e isso não pode ser um incômodo ou gerar algum tipo de situação inconveniente. Pesquisa realizada pela Revista Agropecuária Técnica (Agrotec) e editada pelo Centro de Ciências Agrárias (CCA), da Universidade Federal da Paraíba, em 2020, revelou que 70% dos entrevistados não conseguem compreender e interpretar os rótulos dos alimentos. Ainda, segundo relatório do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) de 2017, apenas 25,1% da população é capaz de compreender totalmente o que dizem os rótulos.

Em outubro de 2020, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade a Instrução Normativa n.º 75 que dispõe sobre a rotulagem nutricional de alimentos embalados. A medida foi criada para garantir melhor legibilidade e clareza das informações nutricionais dos rótulos dos alimentos para que os consumidores possam fazer escolhas alimentares mais conscientes.

Consumidor informado é cidadão respeitado

A leitura adequada de rótulos e embalagens habilita o consumidor a saber quais são os ingredientes que compõem o produto, suas informações nutricionais e possíveis mensagens, avisos ou alertas dos fabricantes. Em razão disso, a importância de ler e analisar criticamente os rótulos não é apenas recomendado, como também benéfico e uma forma do cidadão se precaver.

A RDC n.º 429/2020, da Anvisa, estipula as principais regras que as empresas de alimentos e bebidas terão que se adaptar e readequar suas embalagens. A primeira e mais impactante será a rotulagem nutricional frontal, com a impressão de um símbolo informativo na parte da frente do produto. O objetivo é esclarecer o consumidor, de forma direta e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde como açúcar adicionado, gordura saturada e sódio. A finalidade é alertar o indivíduo da presença de nutrientes nocivos para a saúde, em caso de consumo excessivo.

A norma ainda estabelece mudanças no layout e design da tabela nutricional. Dentre os ajustes, a tabela poderá apenas ter letras pretas e fundo branco e determinada fonte e tamanho de letra, garantindo assim a legibilidade. Também foram estipuladas regras específicas sobre a localização da tabela, não podendo ser dispostas em áreas encobertas da embalagem. A legislação passa a vigorar em 9 de outubro de 2022 e as empresas têm um ano para se adequar às novas normas.

“É importante que o consumidor tenha acesso às informações. Diante disso, a Jasmine cumpre com todos os requisitos legais de rotulagem e composição de seus produtos, levando de forma clara e de fácil compreensão as informações nutricionais de seus produtos”, explica a especialista em assuntos regulatórios da Jasmine Alimentos, Fabiane Costacurta. “A declaração em rotulagem sobre a presença de alimentos alergênicos e seus derivados é obrigatória por legislação, e devem ser citados logo após a lista de ingredientes”, complementa.

A importância de ler um rótulo corretamente

Muitos consumidores têm dificuldade em fazer uma análise crítica dos rótulos dos alimentos. Fabiane, especialista em assuntos regulatórios, lista algumas dicas e orientações básicas que podem auxiliar:
-Os ingredientes são listados em ordem decrescente de quantidade, ou seja, o primeiro ingrediente da lista está em maior quantidade e assim por diante.
-É importante realizar a leitura da embalagem do produto visando os apelos nutricionais e nutrientes citados que fazem parte da sua composição. Por exemplo: rico em fibras, fonte de proteínas, com vitaminas e minerais etc.
-É importante verificar a sequência da lista de ingredientes, pois a partir disso se compreende qual o principal ingrediente, se o produto contém cereais integrais ou refinados e grande quantidade de açúcares, sódio e gorduras.
-Outras considerações importantes a serem observadas no rótulo são a data de validade e os nutrientes apresentados na informação nutricional. Não restrinja a atenção à quantidade de calorias. Informações relativas à presença de glúten e frases de alerta referentes aos alimentos alergênicos presentes no produto são importantes.

“A Jasmine ainda possui um canal de comunicação junto ao consumidor por meio do site, SAC e redes sociais para esclarecer dúvidas e questionamentos sobre os produtos e sua composição, dúvidas nutricionais e utilização em receitas culinárias. Ainda, temos o JasminePro voltado a nutricionistas e profissionais da saúde de todo o Brasil. O portal reúne conteúdos atuais e científicos relevantes, além de dicas práticas sobre alimentação saudável”, finaliza Fabiane.

Fonte: Jasmine Alimentos

Lanches de verão: confira três receitas saudáveis e fáceis de preparar

Duas opções de receitas doces e uma salgada que são saborosas e sem complicações no preparo

Sabe aquela vontade de comer algo diferente, que vem acompanhada da dúvida sobre não saber o que preparar? Para ajudar nesses momentos de indecisão e não cair na tentação do delivery, a Jasmine Alimentos criou três receitas saudáveis, saborosas e de fácil preparo para aproveitar com a família e amigos neste verão. Veja só:

Pão recheado com tomate seco e orégano

Ingredientes:
4 ovos;
1/2 xícara de farinha de trigo integral Jasmine;
1/2 xícara de farinha de aveia Jasmine;
1 colher de sopa de fermento;
2 colheres de sopa de azeite;
70 g de tomate seco picado;
1/2 colher de chá de sal;
1/2 colher de chá de orégano.

Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ovos, o azeite, as farinhas e o sal. Leve essa mistura a um bowl. Adicione o tomate seco, orégano e o fermento. Disponha numa forma de bolo inglês (ou de silicone) untada com azeite e farinha. Leve para assar em forno preaquecido a 180°C por cerca de 25-30 minutos.

Bolo de maçã e canela com farinha de aveia

Ingredientes:
2 maçãs com casca, picada;
3 colheres de sopa de uva-passa escura;
2 ovos;
1/2 xícara de açúcar demerara Jasmine;
2 colheres de sopa de óleo de coco;
1 ½ xícara de farinha de aveia Jasmine;
1 colher de chá de canela em pó;
1/2 xícara de amêndoas picadas grosseiramente;
1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de preparo:
Descasque a maçã. Reserve a casca. Corte a fruta em cubos pequenos. Em um liquidificador, bata a casca da maçã, os ovos e o óleo. Em um recipiente, despeje a mistura e acrescente os demais ingredientes, misturando bem. Em uma forma de furo central (19 cm de diâmetro), untada com óleo e polvilhada com farinha, despeje a massa e asse em forno preaquecido a 180°C, por cerca de 30 minutos.

Torta de banana com farinha de trigo integral

Ingredientes:
1 ½ xícara de farinha de farinha de trigo integral Jasmine;
1 xícara de açúcar demerara Jasmine;
1 copo de leite;
1 colher de sopa de fermento;
5 bananas maduras;
4 ovos;
1/2 xícara de red berries Jasmine.

Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ovos e o leite. Num bowl, misture a farinha, o fermento, o açúcar e a canela. Corte as bananas em lascas ou rodelas. Unte uma forma com óleo de coco e farinha. Faça uma camada dos secos. Uma camada de banana e salpique cranberries. Repita o processo de camadas mais uma vez. Por último, adicione os líquidos. Leve para assar em forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 minutos.

Fonte: Jasmine

Cor do verão: cinco receitas para acelerar o bronzeado perfeito e saudável

Confira as dicas de pratos rápidos e de fácil execução, capazes de potencializar o tom do bronze na pele

O verão e as altas temperaturas aumentam as chances de garantir o tom dourado típico da época. Mas são necessários alguns cuidados, pois não é indicado, por exemplo, expor a pele diretamente ao sol e aos raios ultravioletas. A estação exige cuidados especiais, como a hidratação constante e a proteção solar. Para estimular e manter o bronzeado ideal por mais tempo, sem arriscar a saúde da pele, é indicado priorizar alguns alimentos capazes de proteger o organismo e garantir a tão sonhada cor de verão.

O que consumir?

A ingestão de alimentos que contêm carotenoides, ou seja, substâncias que dão origem ao betacaroteno, é ideal para quem planeja aproveitar o verão e o sol. O antioxidante atua na pigmentação da pele e auxilia a combater os radicais livres, além de amenizar doenças cutâneas. “O betacaroteno contribui para a produção de melanina, responsável por dar coloração à pele e ainda protege a derme dos raios solares (UVA e UVB)”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Dra. Karla Maciel.

Além das popularmente conhecidas raízes de cenoura e beterraba, outros alimentos também contribuem para o bronzeado. São eles: acerola, manga, abóbora, mamão, espinafre, brócolis, agrião, rúcula e couve. “Priorize os alimentos de cores vibrantes amarelo-alaranjado e verde escuro. Outra dica importante: combine esses ingredientes com alimentos ricos em vitamina C como mix de sementes e frutas, e berries”, complementa a consultora da Jasmine.

Uma alimentação saudável contribui para a manutenção do bronzeamento, mas cabe destacar que não cumpre essa função sozinha. “Não existe um consenso sobre a quantidade específica para consumo. Indico ingerir esses alimentos diariamente com uma porção nas três refeições principais para manter uma reserva natural de betacarotenos e antioxidantes e, assim, garantir um bronzeado saudável, bonito e duradouro”, finaliza Karla.

Confira 5 receitas para garantir “aquele” bronze

Salada de quinoa orgânica com beterraba

Ingredientes:
1 xícara de Quinoa Orgânica Jasmine
Beterraba cozida cortada em cubos
½ alho-poró
1 maçã
Azeite
Sal e salsinha a gosto para temperar.

Modo de preparo:
Cozinhe a quinoa na água até ficar macia. Refogue o alho-poró com um fio de azeite em uma frigideira e desligue o fogo. Adicione a maçã e a beterraba. Misture todos os ingredientes e adicione sal e salsinha a gosto.

Hambúrguer vegano de beterraba e arroz integral

Ingredientes:
3 beterrabas médias com casca
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola roxa sem casca cortada em cubos
½ colher (chá) de Sal Atlantis Jasmine
1 colher (sopa) de vinagre de vinho tinto
1 ½ xícara (chá) de feijão-preto ou roxinho cozido
1 xícara (chá) de Arroz Integral Jasmine cozido
2 colheres (sopa) de salsinha fresca picada
Pimenta-do-reino moída na hora
1/2 xícara (chá) de água.

Modo de preparo:
Refogue a cebola no azeite e adicione a beterraba ralada. Deixe dourar um pouco e adicione a água. Quando secar, coloque o vinagre, o sal e a pimenta. Reserve. Amasse o feijão e misture com o arroz integral e a beterraba. Acrescente a salsinha e acerte o sal e a pimenta. Molde os hambúrgueres e leve à geladeira por uma hora. Regue um fio de azeite na frigideira e grelhe rapidamente o hambúrguer. Para dar um sabor mais especial ao lanche, espalhe um pouco de Tahine Jasmine no pão e acrescente folhas frescas, polvilhadas com pimenta-do-reino, sal e azeite de oliva extravirgem.

Risoto de abóbora com cenouras e couve-flor caramelizadas

Ingredientes do risoto:
300 g de arroz de risoto
700 g de abóbora moranga (sem sementes)
4 dentes de alho
1 cebola média
5 colheres (sopa) de azeite
1 pedaço pequeno de gengibre fresco ralado
1L de caldo de vegetais (preferencialmente feito em casa)
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de pimenta em pó
2-3 galhos de manjericão
150 g de queijo de cabra ou outro queijo favorito
1 colher de Ativo Fibras Jasmine.

Ingredientes couve-flor e minicenouras:
1 couve-flor pequena
200 g de minicenouras (ou cenouras regulares cortadas)
Azeite de oliva
1 pitada de páprica doce
Pimenta-do-reino moída na hora
1 pitada de Gergelim Jasmine
1 pitada de Linhaça Marrom Jasmine
2 colheres (sopa) de Calda de Agave Jasmine
Sal Atlantis Jasmine a gosto.

Modo de preparo do risoto de abóbora:
Remova a pele e as sementes da abóbora e corte em pequenos quadrados. Pique a cebola e o alho, refogue com o azeite até ficar translúcido. Adicione o arroz de risoto e os pedaços de abóbora e refogue por 2 minutos. Depois, regue com um pouco de caldo de vegetais e mexa novamente. Quando o caldo for absorvido, adicione mais caldo. Repita esse processo até que o arroz esteja macio – mexa com frequência e adicione a noz-moscada, o gengibre, a pimenta-em-pó e o Ativo Fibras enquanto isso. Adicione o manjericão quase no final. Rale o queijo e misture ao risoto.

Modo de preparo da couve-flor torrada e mini cenouras:
Preaqueça o forno a 220° C. Misture um pouco de azeite com a páprica, o sal marinho, a pimenta, o gergelim e a linhaça. Coloque os vegetais e deixe marinar. Coloque tudo em uma assadeira coberta com papel alumínio e asse por 15-20 min até ficarem dourados. Espalhe a calda de agave um pouco antes de retirar do forno e volte por mais 3 minutos.

Crepe de quinoa com frango ao creme de espinafre

Ingredientes da massa
3 copos de bebida vegetal Biov de Arroz Jasmine
3 colheres (sopa) de Farinha de Trigo Integral Jasmine
1 xícara (chá) de Quinoa Real em Flocos Jasmine
6 ovos
2 colheres (sopa) de óleo vegetal
Sal Atlantis Jasmine a gosto.

Ingredientes do recheio
2 peitos de frango
1/2 cebola picada
1 colher (sopa) de óleo vegetal
1/3 de 1 maço de espinafre com os talos
2 xícaras (chá) de bebida vegetal Biov de Arroz Jasmine
3 colheres (sopa) de Quinoa Real em Flocos Jasmine
Sal Atlantis Jasmine e cheiro verde a gosto.

Modo de preparo:

Da massa
Coloque no liquidificador o Biov, a farinha de trigo, os flocos de Quinoa Real, os ovos, o óleo vegetal e o sal. Bata até obter uma massa lisa. Aqueça uma frigideira untada e coloque um pouco de massa, virando a frigideira em círculos, até a massa ficar bem distribuída. Leve ao fogo, e quando soltar de um lado, vire e cozinhe do outro lado. Repita a operação até finalizar a massa. Reserve.

Do recheio
Numa frigideira, doure a cebola no óleo, junte o frango picado e temperado com sal. Quando a carne ficar branca, adicione o espinafre picado com o talo e refogue por 5 minutos. Em seguida, acrescente o leite e os flocos de quinoa e cozinhe em fogo baixo por cerca de 10 minutos, até obter um creme. Acerte o sal, se necessário. Recheie os crepes com o frango ao creme de espinafre e sirva com molho de tomate. Se preferir, disponha os crepes lado a lado numa assadeira refratária, regue com molho branco e leve ao forno.

Chia pudding com manga

Ingredientes:
1 xícara (chá) de leite de coco
2 colheres (sopa) de sementes de chia
1/2 colher (chá) de extrato de baunilha
Gotas de stévia ou adoçante de preferência (opcional)
Cubos de manga rosa.

Modo de Preparo:
Coloque a chia dentro de um pote com o leite de coco. Deixe descansar na geladeira por 6 horas ou até inchar e virar uma mousse cremoso. Misture bem, coloque em um recipiente de sua preferência para servir. Corte a manga em cubos e coloque por cima.

Fonte: Jasmine Alimentos

Hora do Detox: o poder antioxidante e anti-inflamatório dos alimentos

Como retomar a rotina alimentar depois das festas? A regra é clara: descasque mais e desembale com responsabilidade

Um cardápio carregado de bebidas alcoólicas e alimentos processados, com alto teor de aditivos químicos, conservantes e açúcares. É raro encontrar alguém que não se rendeu a esses alimentos pobres em nutrientes ou acabou cometendo excessos durante as festas de fim de ano. Esse comportamento, no entanto, tende a sobrecarregar o sistema digestivo e o fígado, prejudicando o bem-estar e a saúde de forma geral. Com a chegada de janeiro, quem agiu por impulso e extrapolou na alimentação já deve estar pensando: é hora de entrar na linha novamente.

Antes de tudo, é importante ter em mente que episódios pontuais de exagero tendem a não afetar de forma agressiva o organismo e que não será um alimento específico que trará de volta o equilíbrio nutricional do corpo. “Tudo o que é muito agressivo e restritivo, ou que cause uma mudança grande na rotina alimentar, pode ser prejudicial. Mas, sim, uma dieta desintoxicante, feita por um curto período de transição e com acompanhamento médico, pode trazer benefícios quando a questão é se recuperar do período de festas”, explica o coordenador médico do Hospital Universitário Cajuru, de Curitiba, e especialista em nutrologia esportiva, José Rodriguez.

A dieta não “vinga”? Repense sua rotina alimentar

É muito comum as pessoas sentirem sintomas como cansaço excessivo, sono desregulado, ansiedade e estresse, inchaço causado pela retenção de líquido e sensação de fome constante. Todos esses sinais são indicativos que o organismo precisa eliminar impurezas e neutralizar toxinas. Tentar compensar ou restringir demais certos grupos alimentares não é a solução.

“É importante que qualquer prática detox seja realizada com acompanhamento nutricional individualizado. Com a exclusão de certos alimentos, o organismo pode levar um choque devido às carências nutricionais, além de reduzir o desempenho esportivo e até ocasionar alguma compulsão alimentar”, explica a nutricionista dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Laleska Vignoli.

O consumo de alimentos com potencial anti-inflamatório e antioxidante pode ajudar bastante neste período pós festas. “Mas a recuperação do organismo deve passar pela retomada da rotina completa e pela prática diária de hábitos mais saudáveis, de forma consciente e contínua“, acrescenta Rodriguez. A orientação é simples: descasque mais e desembale com consciência.

“Desintoxicar o organismo significa fazer uma limpeza natural que começa estrategicamente pelo fígado e intestino. O fígado é o órgão que filtra o sangue do corpo humano, ou seja, ele retém grande quantidade de impurezas. Um corpo sobrecarregado de impurezas ou toxinas perde vitalidade”, complementa Laleska.

Para retomar a rotina alimentar, o ideal é se hidratar muito, procurar ingerir alimentos naturais, como frutas, vegetais, legumes, carnes frescas e cereais verdadeiramente integrais, que preservam as propriedades dos grãos inteiros e não possuem porções refinadas em sua composição. Cabe destacar ainda a importância de priorizar alimentos que tenham procedência e garantia de um processo produtivo cuidadoso, seguro e de qualidade, que realmente ofereça os benefícios que promete.

A Jasmine foi uma das primeiras empresas brasileiras a acreditar na agricultura orgânica. “Somos pioneiros no desenvolvimento de uma linha de orgânicos integrais e nossos produtos são livres de adubos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas”, destaca a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. Os produtos que compõem o portfólio da empresa, dentre eles, cereais, grãos e frutas desidratadas, são amplamente indicados pelos profissionais da área de nutrição para a retomada dos hábitos saudáveis e de um 2022 com vitalidade e bem-estar.

É mesmo possível desintoxicar o corpo?

Os consumidores estão fazendo escolhas cada vez mais conscientes e menos impulsivas nos últimos anos, indica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. “Esse comportamento é fundamental para manter uma relação saudável e equilibrada com o alimento. Nosso propósito é mostrar que nossos snacks saudáveis, com verdadeiros benefícios nutricionais, são gostosos e de fácil inclusão no dia a dia”.

Para reequilibrar o fígado e a flora intestinal, e auxiliar no armazenamento e metabolização dos nutrientes, é importante incluir certos hábitos na rotina alimentar que impactam diretamente na redução da inflamação e na oxidação do corpo. Confira abaixo algumas dicas:

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-Beba água, pelo menos 35 ml por quilo de peso diariamente.
-Evite o consumo de carne vermelha em grande quantidade, pois é um alimento de difícil digestão.
-Prefira proteína animal magra, como peixe, frango e porco e ovos.
-Aumente o consumo de verduras, legumes e frutas, principalmente as vermelhas.


-Alimente-se com cereais integrais e leguminosas (como aveia, linhaça), pois as fibras têm papel essencial no funcionamento do intestino.
-Evite açúcar em excesso, principalmente as opções refinadas.
-Reduza o consumo de frituras, dando preferência a preparos crus, assados, cozidos ou grelhados.
-Para cozinhar, utilize azeite, manteiga ou óleo de coco, sempre na menor quantidade possível.
-Substitua o sal por temperos naturais como alho, cebola, cúrcuma, coentro, manjericão, entre outros.


-Na hora de montar o prato, dê mais espaço aos legumes e verduras.
-Coma devagar e mastigue bem os alimentos.
-Faça uso de probióticos, as conhecidas bactérias do bem, que reequilibram a flora intestinal.

Fonte: Jasmine

Rica em vitamina C, goji berry é importante aliada do sistema imunológico

Fruta de origem asiática possui alto teor de nutrientes, com minerais, fibras, aminoácidos, vitaminas e antioxidantes, que contribuem para o bom funcionamento do organismo

Usada tradicionalmente na medicina chinesa, a goji berry é um fruto da planta Lycium barbarum, com origem nas montanhas do Tibet, na Ásia. A pequena fruta vermelha ficou popularmente conhecida em outras regiões do mundo pelo alto teor de nutrientes, como vitaminas, minerais, fibras, aminoácidos e antioxidantes. Segundo estudo da Universidade de Sidney, a goji berry reúne diversos benefícios para a saúde e é considerada uma forte aliada do sistema imunológico.

De acordo com a engenheira de alimentos Melissa Carpi, a fruta pode ser incluída em receitas para associar os benefícios nutricionais com novos sabores. “Por ser importada, ela dificilmente é encontrada in natura no Brasil. A versão da goji berry desidratada tem um valor mais acessível, mantendo todos os nutrientes. A melhor forma de inserir a fruta na rotina é consumi-la como snack, ou ainda adicionada a cereais, frutas e iogurtes”, explica a gerente de inovação de produto da Jasmine Alimentos.

Imunidade fortalecida

Gojy berry

A goji berry concentra grandes quantidades de vitamina C. Apenas 100 gramas de fruta contam com 50 vezes mais vitamina C do que em uma laranja, por exemplo. Esse nutriente é um importante aliado do sistema imunológico, por aumentar a produção de glóbulos brancos e aumentar os níveis de anticorpos, evitando que o corpo fique vulnerável a doenças.

Prevenção de doenças cardiovasculares

Além da vitamina C, a goji berry também reúne vitaminas A, B6 e E. Juntas, elas têm elevada ação antioxidante, que ajudam a reduzir o colesterol ruim, responsável por doenças cardiovasculares. Os nutrientes também ajudam a reduzir a quantidade de homocisteína, que está relacionado ao surgimento de problemas cardíacos.

Mais energia e bem-estar

Foto: Ningxia Enou

Por possuir vitaminas do complexo B, que aceleram o metabolismo, a goji berry aumenta a produção de energia do corpo. Os nutrientes também ajudam na produção de serotonina, hormônio responsável por causar a sensação de bem-estar.

Melhora na visão

A goji berry possui alta concentração de carotenoides, que são responsáveis pela manutenção da saúde dos olhos. Os antioxidantes presentes na fruta também protegem os olhos de radicais livres, que podem causar doenças como catarata.

Bom funcionamento do intestino

As fibras presentes na goji berry, somadas à ingestão regular de líquidos, ajudam no bom funcionamento do intestino.

Fonte: Jasmine Alimentos

8 alimentos aliados da pele e dos cabelos

Para ver os efeitos estéticos, é necessário o consumo diário adequado de nutrientes essenciais para a produção, manutenção e a proteção dos componentes que fazem parte dos tecidos cutâneo e capilar

Não é só uma rotina de uso de dermocosméticos e produtos capilares que garante a saúde e a beleza da pele e dos cabelos. De acordo com a nutricionista consultora da Jasmine Alimentos, Fernanda Seiffer, uma alimentação rica em nutrientes específicos pode ser o grande diferencial para deixar mais saudáveis e bonitos os cabelos, pele e unhas.

“Muito além da rotina de beleza, precisamos incluir em nossas vidas hábitos alimentares equilibrados e que proporcionem o aporte diário adequado de nutrientes essenciais para a produção, manutenção e a proteção dos componentes que fazem parte dos tecidos cutâneo e capilar, como o colágeno, o ácido hialurônico e a queratina, além de vitaminas e minerais, como o zinco, vitamina C, vitamina A e ferro. Além de se preocupar com a saúde intestinal, responsável pela absorção dos nutrientes ingeridos.”, afirma a nutricionista.

Ela acrescenta que o cuidado com a escolha de ingredientes para cada uma das refeições deve levar em consideração o perfil “pro-aging”, ou seja, que cada alimento contribuam para a desaceleração do envelhecimento cutâneo e do enfraquecimento capilar.

“É importante lembrar, ainda, do papel do ômega-3, que proporciona efeito anti-inflamatório e dos compostos bioativos presentes nos alimentos, como licopeno, betacaroteno, sesamina, catequinas, antocianinas e ácido elágico, que fornecem efeito antioxidante, combatendo os radicais livres gerados por fatores como exposição ao sol, padrão alimentar inadequado, estresse, tabagismo e poluição. Todos afetam a estrutura da pele, podendo estimular a flacidez, a presença de rugas e manchas e, nos cabelos, levar à despigmentação, proporcionando um aumento dos fios brancos”, completa Fernanda.

Entretanto, é essencial atentar para a observação destacada pela engenheira de alimentos da Jasmine, Erika de Almeida Rodrigues Zifchak. Ela explica que, para que exerçam efeitos positivos, os alimentos precisam ser consumidos associados a outros hábitos saudáveis, como uma alimentação variada. “Por isso, o envolvimento de médicos e nutricionistas no processo é tão importante”, reforça.

Os 8 aliados da saúde e da estética

“Pela oferta de nutrientes, alguns alimentos são mais indicados para a manutenção de uma pele saudável e de um cabelo bem nutrido”, aponta a analista de pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos. Erika de Almeida. Confira 8 indicados pela engenheira de alimentos:

Quinoa: uma pesquisa do Programa de Mestrado e Doutorado em Biotecnologia Industrial da Universidade Positivo (UP) descobriu que as propriedades hidratantes e antioxidantes do óleo de Quinoa fazem dele um componente valioso para aplicação em produtos cosméticos. O estudo foi desenvolvido em parceria com O Boticário e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), publicada na renomada revista Scientific Reports. Ao ser ingerida na alimentação, a Quinoa pode trazer ao organismo oferta de magnésio, vitaminas do complexo B, ferro, potássio, cálcio, fósforo, vitamina E e antioxidantes. A semente fornece, ainda, os aminoácidos essenciais para o bom funcionamento do corpo.

Red berries: goji berry, cranberry e açaí são frutas vermelhas e roxas que atuam como aliadas da saúde capilar e cutânea. O consumo de goji berry, além de favorecer a amenização de desordens estéticas, como a celulite, já que apresenta flavonoides e polissacarídeos em sua composição, substâncias com efeito antioxidante, é uma excelente fonte de vitamina C, nutriente essencial para a síntese de colágeno. O cranberry e o açaí, ricos em antocianinas e resveratrol, respectivamente, pode oferecer também proteção à pele e aos cabelos.

Foto: Oana Durican/Pixabay

Amêndoas: os efeitos do consumo diário de amêndoas na pele de mulheres menopausadas se mostraram muito benéficos, segundo estudos, e demonstraram que estas oleaginosas contribuíram com a melhora da hiperpigmentação da pele e da presença de rugas faciais, ocasionadas pelo fotoenvelhecimento. Tais benefícios podem se relacionar com o fato de as amêndoas serem uma rica fonte de polifenóis e vitamina E, que atuam como antioxidantes, protegendo a pele.

Chia: por ter aminoácidos essenciais, contribui com a síntese proteica, essencial para a manutenção dérmica e o crescimento dos fios capilares, favorecendo o fortalecimento dos cabelos e da pele. Também concentra alto teor de ômega-3, que irá modular a inflamação e outras desordens cutâneas associadas, como celulite e acne.

Sunnysun0804/Pixabay

Castanha-do-Brasil: são uma das principais fontes alimentares de selênio, mineral com efeito antioxidante que protege a pele e o cabelo dos radicais livres.

Foto Agromix.In

Gergelim: uma semente rica em sesamina, um composto bioativo que tem potencial papel na redução da queda de cabelo e na proteção da coloração dos fios capilares. Além disso, contém excelentes concentrações de vitamina B1, ferro, magnésio, manganês, cobre e zinco, que podem auxiliar a manutenção da saúde capilar e cutânea.

Aveia: é fonte de silício, um importante mineral para a saúde capilar e cutânea, por atuar na sustentação do colágeno, proteína presente em ambos os tecidos.

Molho de tomate orgânico: o licopeno do molho de tomate contribui com a saúde cardiovascular e, associado a outros nutrientes e nas quantidades adequadas, exerce efeito fotoprotetor, favorecendo a amenização dos danos causados pelos radicais livres produzidos após a exposição solar.

Fonte: Jasmine

Além do fast food: conheça três receitas práticas e saudáveis de sanduíches

Versáteis e com inúmeras possibilidades de ingredientes, ‘sandubas’ veganos têm caído no gosto dos brasileiros

A pandemia, o home office e a correria do dia a dia aumentaram ainda mais o consumo de lanches rápidos no Brasil. Um estudo realizado pela Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (Abimapi) mostrou que o consumo de sanduíches registrou um aumento de 34% no segundo semestre de 2020.

Por outro lado, a pesquisa Diet & Health Under Covid-19, realizada em 30 países, colocou os brasileiros no topo do ranking entre as pessoas que acreditam ter engordado na pandemia – por aqui a média foi de 6,5kg. Esse resultado tem relação direta com a queda na prática de exercícios físicos e o consumo de alimentos hipercalóricos, como os sanduíches vendidos por redes de fast food e hamburguerias, por exemplo.

Mas a boa notícia, segundo a engenheira de alimentos Fabiane Costacurta, é que eles podem ser saudáveis e fornecer os nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo. “Em um sanduíche, o pão não pode faltar. O consumidor tem a sua disposição opções com farinhas integrais, sementes e fibras, sem glúten e veganos, produzidos a partir de fermentação biológica. Além disso, os recheios também podem ser mais leves e, ao mesmo tempo, saborosos”, destaca Fabiane, que é especialista em assuntos regulatórios da Jasmine Alimentos, indústria especializada em produtos saudáveis.

Confira três receitas de sanduíches saudáveis e prático:.

Antepasto de berinjela Sanduíche – além de ser vegano, tem alto teor de fibras, gorduras boas e antioxidantes

Ingredientes
2 berinjelas grandes picadas em cubos
1 cebola média picada em cubos
½ pimentão amarelo picado em cubos
½ pimentão vermelho picado em cubos
1 xícara (chá) de azeite de oliva extra virgem
½ xícara (chá) de azeitonas pretas sem caroço
2 dentes de alho picados
Cheiro verde picado a gosto
Sal Atlantis Jasmine a gosto
2 colheres (sopa) de vinagre de maçã
1 colher (sopa) de gergelim branco natural Jasmine

Modo de preparo:
Deixe a berinjela de molho por cerca de 20 minutos, com o vinagre e o sal. Escorra bem e misture todos os ingredientes. Leve ao forno por 30 minutos, cobrindo com papel alumínio e, depois, mais 30 minutos sem o papel. Conserve em um vidro, na geladeira até o momento de rechear o pão.

Dica: este recheio fica muito saboroso com o Pão Sem Glúten Tradicional fatiado Jasmine.

Sanduíche de tofu, tomate seco e rúcula

Ingredientes
2 fatias de Pão Sem Glúten Multigrãos Jasmine
2 fatias médias de tofu (“queijo” de soja)
Tomate seco a gosto
Folhas de rúcula a gosto, picadas
Páprica defumada a gosto
Azeite de oliva a gosto
1 colher (sopa) de shoyu (molho de soja “shoyu” (de preferência sem realçadores de sabor e corantes)

Modo de preparo:
Amasse o tofu. Misture o molho de soja “shoyu”, o azeite e a páprica defumada e acrescente ao tofu amassado, misturando bem. Monte o sanduíche em camadas de tofu temperado, tomate seco e rúcula, ou ainda monte como canapés com as fatias de pão cortadas em quadrados menores. É possível substituir o tofu pelo queijo branco ou mussarela de búfala, sem a necessidade de colocar o tempero com shoyu, azeite de oliva e páprica. Segundo Fabiane, o tofu é um alimento com boa concentração de proteínas, o que auxilia na saciedade. “Além disso, a combinação com o tomate e a rúcula garantem excelente consumo de fibras e compostos antioxidantes para cuidar do equilíbrio do seu corpo”, aponta.

Hambúrguer de quinoa

Ingredientes
2 xícaras (chá) de Quinoa Real em Grãos Orgânica da Jasmine, cozida
¼ de xícara (chá) de Aveia em Flocos Finos Sem Glúten
1 colher (café) de páprica defumada
1 colher (café) de páprica picante
1 pitada de orégano
1 pitada de sal
1 cebola pequena ralada

Modo de preparo
Misture todos os ingredientes exceto a aveia em flocos finos, que deve ser adicionada aos poucos, até que a massa desgrude da sua mão. Molde os hambúrgueres e leve ao forno a 180ºC por aproximadamente 20 minutos. Na metade do tempo vire os hambúrgueres para que doure do outro lado. Escolha o pão e acrescente queijo (de preferência vegano ou sem lactose), folhas de alface, rodelas de tomate e de cebola.

A engenheira de alimentos comenta que “esta é uma preparação com alto valor nutritivo, principalmente em relação à presença de proteínas e fibras, favorecendo a saciedade e o funcionamento intestinal. Também possui uma excelente concentração de vitaminas e minerais”, finaliza.

Fonte: Jasmine Alimentos

Outubro Rosa: alimentação tem grande influência em casos de câncer de mama

Entre 80% e 90% dos casos de câncer estão associados a causas externas, isto é, às mudanças provocadas no meio ambiente pelo ser humano, aos hábitos e aos estilos de vida, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). Todas podem aumentar o risco de várias doenças, entre elas, o câncer de mama – amplamente debatida durante o Outubro Rosa.

Esse é o tipo de tumor mais diagnosticado e a principal causa de morte entre mulheres em todo o mundo, com quase 700 mil óbitos estimados somente para este ano, conforme dados do Inca. Os altos índices também reforçam um novo marco. Relatório recente da OMS (Organização Mundial da Saúde) aponta que o câncer de mama se tornou o mais comum do mundo, superando o de pulmão, que foi, por anos, o primeiro do ranking.

No entanto, mesmo com 2,3 milhões de casos novos estimados somente em 2020, o que representa 24,5% dos casos novos em mulheres, esse tipo de câncer, assim como outros, pode ser evitado com mudanças simples de hábitos. Praticar exercícios físicos regularmente, ter uma alimentação saudável, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, amamentar e evitar o uso de hormônios sintéticos, por exemplo, poderiam reduzir em até 30% o número de novos casos.

Cuidados com a alimentação ajudam a evitar a doença

De acordo com Melissa Carpi, gerente pesquisa e desenvolvimento da Jasmine Alimentos, uma das principais recomendações para evitar o problema é o consumo diário de alimentos como grãos e cereais integrais (arroz, aveia etc.), linhaça, chia, red berries, sementes, mixes de castanhas, legumes, verduras, frutas e leguminosas, além da limitação de alimentos processados ricos em gordura, amidos ou açúcares e da redução do consumo de proteína animal no geral. “Essas orientações visam controlar o ganho de peso excessivo e a obesidade, fatores de risco para qualquer tipo de câncer, inclusive, o de mama”, diz ela.

Outro ponto importante ligado à boa alimentação está no tratamento de quem foi diagnosticado com a doença. Mulheres que tratam o câncer de mama, por exemplo, seja com cirurgia, radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia ou terapia biológica (terapia-alvo), também devem ter uma alimentação controlada e balanceada, rica em vitaminas, minerais, fibras, proteínas e carboidratos de qualidade, junto a uma boa hidratação. “O tratamento de câncer com quimioterapia e radioterapia pode afetar o estado nutricional de forma progressiva e comprometer a qualidade de vida do paciente. Além disso, algumas mudanças podem ser observadas no paladar, no olfato, no apetite e na capacidade do paciente em se alimentar ou absorver os nutrientes dos alimentos, levando a uma possível desnutrição”, explica a nutricionista-consultora da Jasmine Alimentos, Karla Maciel.

A profissional também destaca que cada tipo de câncer responde melhor a um tratamento e demanda um padrão alimentar específico, devendo ser avaliado individualmente, em conjunto com o profissional de nutrição. É importante ressaltar que uma alimentação deficitária pode resultar em perda de massa magra, e criar um risco maior de infecções, complicações pós-cirúrgicas e, consequentemente, mais tempo em hospitais. Assim como o contrário: o aumento de gordura no organismo traz como resultado a chance de o problema voltar a acometer o paciente, ou ainda, desenvolver um segundo câncer.

Entenda o câncer de mama

O problema ocorre pela produção desordenada de células nos seios, gerando células anormais, que se multiplicam, formando um tumor. Há vários tipos de câncer de mama, o que faz com que a doença evolua de diferentes formas; algumas com desenvolvimento rápido, outras mais lento. Esse tipo é o mais comum entre as mulheres, mas também pode acometer os homens, sendo raro e representando apenas 1% do total de casos da doença.

Dentre os fatores de risco estão os ambientais e os comportamentais, como sobrepeso, sedentarismo e consumo de álcool; os hormonais ou de histórico reprodutivo, como primeira menstruação antes dos 12 anos, não ter filhos, menopausa após os 55 anos, uso de contraceptivos hormonais e reposição hormonal; e os genéticos ou hereditários, como histórico de casos de câncer de mama na família, alterações genéticas, histórico familiar de câncer de ovários, entre outros. Outro fator de risco é a idade: cerca de quatro entre cinco casos ocorrem após os 50 anos.

No entanto, de todos os desafios relacionados ao câncer de mama, a detecção precoce e a prevenção são unanimidade entre os médicos. Por isso, a campanha do Outubro Rosa, criada nos Estados Unidos em 1990 e, atualmente, um dos projetos de conscientização em saúde mais bem-sucedidos no mundo, é tão importante.

Alimentos que ajudam a prevenir o câncer de mama

Confira abaixo cinco alimentos que ajudam a prevenir o câncer de mama:

Chia: rica em fibras, a chia ajuda a reduzir a absorção de gordura e evita a formação de substâncias tóxicas no intestino, incluindo moléculas cancerígenas. Além disso, essa semente contém ômega-3, um ácido graxo com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes, combatendo assim os efeitos danosos dos radicais livres e prevenindo vários tipos de câncer, inclusive o de mama.

Linhaça: assim como a chia, a linhaça dourada e a linhaça marrom oferecem fibras e ômega-3 e, dessa forma, ajudam a prevenir o câncer de mama e outros tipos de neoplasias. Contudo, a linhaça se destaca pela presença de lignana, uma substância que atua diretamente nas células cancerosas.

Castanhas e outras sementes oleaginosas: castanhas em geral, como amêndoas, avelãs, castanha-de-caju, castanha-do-pará e nozes, são fontes de vitamina E, que também possuem ação antioxidante. Ela atua em conjunto com a vitamina C, aumentando ainda mais o combate aos danos causados pelos radicais livres. Além disso, a castanha-do-pará se destaca por fornecer selênio, um mineral necessário para o bom funcionamento das defesas do organismo e para o controle do processo de divisão celular, que é especialmente importante para a prevenção do câncer.

Frutas vermelhas e roxas: a cor típica de frutas como amora, cranberry, cereja, blueberry, framboesa e morango se deve à presença de antocianinas, pigmentos da classe dos flavonoides. Essas substâncias têm propriedades antioxidantes, ou seja, são capazes de combater os danos causados pelos radicais livres – moléculas que atacam o DNA das células e provocam erros que podem levar ao câncer de mama e a outros tipos de tumores.

Soja e outras leguminosas: leguminosas, como ervilha, lentilha e grão-de-bico, contêm isoflavonas, mas é a soja que tem o teor mais elevado dessas substâncias, pertencentes à classe dos fitoestrógenos. As isoflavonas têm uma estrutura química semelhante à do estrogênio, um dos principais hormônios femininos. Por isso, elas conseguem se ligar aos receptores desse hormônio e “roubam” seu lugar. Como alguns tipos de câncer de mama crescem ainda mais na presença de altos níveis de estrogênio, as isoflavonas da soja ajudam a combater seu desenvolvimento ao bloquear a ação desse hormônio sobre os tumores.

Fonte: Jasmine Alimentos

Quais alimentos são “amigos” do coração?

Aumento da ingestão de bebidas alcoólicas, comidas gordurosas e produtos ultraprocessados fizeram disparar número de casos de doenças cardiovasculares durante a pandemia

A receita para reduzir o risco de um infarto e de doenças cardiovasculares todo mundo sabe: alimentação balanceada, atividades físicas e controle do peso. Mas, durante a pandemia, o que se viu foi um aumento assustador no número de mortes causadas por problemas no coração: 132% – de acordo com uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

As mortes por doenças cardiovasculares não especificadas (por falta de um diagnóstico preciso), infartos e AVCs (acidentes vasculares cerebrais) aumentaram 132% em Manaus, 126% em Belém, 87% em Fortaleza, 71% em Recife, 38% no Rio de Janeiro e 31% em São Paulo entre março e maio de 2020, na comparação com o mesmo período de 2019. O crescimento se deve a diversos fatores, como a Covid-19, a hipertensão e a diabetes, agravadas por conta da pandemia, e, também, pela diminuição da frequência dos exames diagnósticos e acompanhamento de doenças.

O cenário requer atenção redobrada e muita preocupação com os alimentos que são ingeridos, assuntos que são abordados de forma ainda mais abrangente no Dia Mundial do Coração, lembrado hoje, 29 de setembro. Saber o que colocar e, principalmente, o que deixar de fora da lista de compras é uma das principais medidas em prol do coração e da saúde como um todo.

“Os estudos apontam mudanças benéficas na qualidade alimentar do brasileiro em alguns momentos na pandemia. Mas, em outros levantamentos, os dados são preocupantes”, reconhece a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Bruna Nogueira. O aspecto positivo na avaliação dela foi que, no período mais crítico da pandemia, as pessoas aproveitaram um tempo maior em casa para preparar suas refeições, fazendo escolhas saudáveis e equilibradas de alimentos.

Também prestaram mais atenção aos rótulos, buscando incluir no dia a dia produtos, mesmo que industrializados, com ingredientes funcionais ou benéficos ao organismo. “O lado negativo foi que o uso de aplicativos de delivery de refeições e o consumo de doces, frituras, alimentos ultraprocessados e álcool também cresceram consideravelmente”, lamenta.

Na visão do cardiologista Paulo Negreiros, do Hospital Marcelino Champagnat, de Curitiba (PR), esse comportamento equivocado de alimentar-se mal foi potencializado com o aumento do sedentarismo. “Infelizmente, com a pandemia, houve um crescimento expressivo do consumo de fast food e diminuição da prática dos exercícios físicos. Essa combinação é catastrófica para o coração”, alerta.

Dados do periódico científico Nutrients (da University of South Australia) e da NutriNet Brasil sobre comportamento alimentar reforçam essa contradição. Pela amostra da NutriNet Brasil, vinculada à USP (Universidade de São Paulo), e que acompanha o comportamento alimentar dos brasileiros em todas as regiões, houve aumento de consumo de itens como frutas, hortaliças e feijão de 40,2% para 44,6% na pandemia.

Contudo, o consumo de alimentos ultraprocessados passou de 77,9% – número que já é altíssimo na comparação com outros países – para 79,6%. Com outro recorte, o periódico Nutrients constatou aumento no consumo de frutas e hortaliças durante o distanciamento social por parte dos adolescentes em cinco países, inclusive o Brasil. Mas também identificou o crescimento da ingestão de doces e frituras entre os jovens.

De acordo com a nutricionista, um padrão alimentar saudável deve ser rico em vegetais, cereais integrais (como farelo de aveia, arroz integral, aveia em flocos, quinoa), azeite de oliva, sementes (linhaça, chia, semente de abóbora, por exemplo), leguminosas, frutas, peixes e castanhas (castanha-do-brasil, amêndoas, nozes, pistache etc.). “Esses alimentos favorecem uma vida mais equilibrada e, ainda, atuam como cardioprotetores, já que são fontes de fibras, ômega-3, vitaminas, minerais e fitoativos, que são importantes nesse cuidado integrado”, esclarece.

Segundo Bruna, a combinação ideal seria a da chamada “dieta do Mediterrâneo”, à base de carnes magras (em destaque, a de peixe), e rica em frutas, verduras, legumes e grãos, evitando-se embutidos e industrializados. Os hábitos alimentares saudáveis e equilibrados podem atuar na prevenção e no tratamento dos eventos cardiovasculares, e, também, na redução de alguns fatores de risco associados ao desencadeamento das doenças cardiovasculares e crônicas, como: dislipidemias (redução dos níveis de HDL-c e/ou aumento dos níveis de colesterol total, LDL-c e/ou triglicerídeos no sangue), aumento da glicemia, inflamação e estresse oxidativo. “Um corpo bem nutrido é capaz de exercer o seu melhor potencial de saúde”, completa Paulo Negreiros.

Fora da lista pró-coração

Alimentos e produtos com alto teor de gorduras trans e saturadas, além de carboidratos simples, com alto índice glicêmico (com capacidade de gerar picos de glicemia) e ricos em aditivos artificiais, como embutidos, frituras, bebidas adoçadas, biscoitos recheados, farinhas refinadas, salgadinhos industrializados não saudáveis, carnes vermelhas, entre outros, impactam negativamente os níveis de glicemia, colesterol e triglicerídeos séricos.

Além de prejudicar a saúde do coração, eles podem levar ao ganho de peso, inflamação e estresse oxidativo, que também comprometem a performance física, reduzindo a vitalidade, a disposição e a qualidade de vida.

“Os fatores genéticos são os maiores preditivos das doenças do colesterol (dislipidemias), no entanto, uma dieta saudável é crucial para que se atinjam níveis aceitáveis de colesterol para prevenção de doenças cardiovasculares, apesar de os fatores genéticos de alguns poderem levar a níveis elevados de colesterol”, explica o cardiologista.

“Podemos dizer que a genética não é destino, isso porque o que irá determinar que um gene seja expressivo ou não, na maioria das vezes, é a interação do indivíduo com o ambiente e a nutrição”, acrescenta o especialista, que defende: “O trinômio ‘alimentação, exercício físico e saúde mental’ exercem maior influência do que o perfil genético e a idade isolados, além de reduzirem em 80% os riscos de doenças crônicas e cardiovasculares”.

Dentro da lista pró-coração

De acordo com Bruna Nogueira, a indústria de alimentos saudáveis evoluiu muito e, atualmente, oferece produtos que substituem ingredientes refinados por opções integrais e menos processadas, como farinha de trigo integral, aveia, açúcar mascavo, açúcar demerara e mel. “A tecnologia tem ajudado no desenvolvimento de produtos altamente nutritivos, saborosos e com baixo ou nenhum risco à saúde. É possível encontrar nas prateleiras dos supermercados muitos produtos industrializados com alto poder nutritivo”, destaca.

Confira quais são os alimentos considerados “cardioprotetores” e que devem ser presença constante na lista de compras:

Farelo de aveia – apresenta uma excelente concentração de fibras solúveis, principalmente beta-glucanas, além de avenantramidas, compostos bioativos com efeito anti-inflamatório e antioxidante. O consumo frequente contribui com a redução do colesterol total e do LDL-c de forma significativa, de acordo com diversos estudos recentes;

Frutas vermelhas e roxas – morango, açaí, cranberry, goji berry são algumas das frutas ricas em polifenóis, como as antocianinas, procianidinas, quercetina, ácidos fenólicos e polissacarídeos, além de fibras, que estão associadas à melhora dos níveis de colesterol, e favorecem a saúde cardiovascular.

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Sementes de chia e de linhaça – ambas são fontes de ômega-3 e de fibras solúveis e insolúveis, que trazem benefícios para a saúde do coração e redução do colesterol ruim.

Castanhas – nozes, castanha-do-Brasil, pistache, amêndoa, avelã e outras sementes são ricas em selênio, zinco, magnésio e compostos bioativos, que atuam em diferentes mecanismos para contribuir com a saúde cardiovascular.

Foto: Jules -Stonesoup

Cereais integrais (arroz integral, quinoa) – têm boa concentração de fibras que irão beneficiar a saúde do coração, uma vez que auxiliam desde a diminuição dos níveis de colesterol até a redução da inflamação.

Azeite de oliva – é considerado um grande cardioprotetor, por favorecer a redução dos níveis de colesterol LDL e total, e por estimular o aumento do HDL-c.

Fonte: Jasmine Alimentos