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Carboidrato não é vilão, mas deve ser consumido com cuidado

Com aumento de 26,61% no número de casos de diabetes nos últimos dez anos, Brasil é o 5.º país com maior incidência de pacientes diagnosticados com a doença no mundo

Dados do Atlas do Diabetes apontam que o número de diabéticos no mundo pode chegar a 578 milhões em 2030. A estimativa representa um aumento de 115 milhões de pessoas com a doença nos próximos dez anos. Em quinto lugar no ranking com maior incidência, o Brasil fica atrás somente da China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. São mais de 16 milhões de brasileiros diabéticos entre 20 e 79 anos, o que representa 7% da população. Apenas no ano passado, o problema foi responsável por mais de 214 mil mortes e a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) não prevê um futuro otimista: o número de casos de pessoas com a doença pode aumentar em consequência da pandemia, que provocou maior dificuldade no acesso à alimentação saudável e menores índices de atividade física. Lembrado neste 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes busca a conscientização da sociedade para a doença e para a necessidade de prevenção, diagnóstico e gestão.

Cabe destacar que existem diferentes tipos de diabetes e duas pessoas acometidas por essa condição não necessariamente terão o mesmo tipo e quadro clínico da doença. Portanto, não existe uma recomendação universal de como se alimentar. Especialistas da Jasmine Alimentos auxiliam com dicas e esclarecimentos gerais para orientar  a população. Caracterizada pela produção insuficiente ou má absorção de insulina, o diabetes pode elevar as taxas de glicemia (concentração de açúcar no sangue), causando inflamações nos vasos sanguíneos do corpo e problemas em órgãos nobres, como o coração e os rins. O diabetes tipo 2 está relacionado com excesso de peso, devido às alterações metabólicas. Por isso, a perda de peso é fundamental para o controle da glicemia e melhora das variações do metabolismo.

Dados de um estudo realizado por Mads Thomsen este ano apontam que dietas com déficit calórico, que auxiliam na perda de peso, boas quantidades de alimentos fontes de fibras, carboidratos de baixo índice glicêmico, controle na ingestão de gorduras e um cardápio diário com 10% a 20% do valor calórico total proveniente de proteína têm sido a abordagem dietética recomendada para o controle da doença. Ainda, a Associação Americana de Diabetes (ADA) concluiu recentemente que a restrição de carboidratos também pode ser uma estratégia para auxiliar no quadro clínico.

Basta evitar doces para prevenir o diabetes?

O principal grupo alimentar que o diabético precisa ter atenção com a quantidade e a qualidade é o carboidrato. Isso porque a quebra do carboidrato leva à glicose, que é o componente no sangue que altera os níveis de glicemia e estimula a liberação de insulina.

Altos níveis de glicemia e insulina – também conhecidos como hiperglicemia e hiperinsulinemia – são prejudiciais para a saúde, pois acarretam uma série de alterações no metabolismo, favorecendo o acúmulo de gordura, disfunções em circulação, prejuízos na visão e alterações na cicatrização. 

“De acordo com vários estudos científicos já publicados, os carboidratos mais adequados são os complexos e naturalmente presentes nos alimentos em si, como aveia, quinoa, arroz integral, mandioca, mandioquinha, banana, morango, laranja etc. Mas é preciso ter atenção com a quantidade”, explica Adriana. 

O açúcar possui carboidrato simples, que é absorvido pelo corpo de forma rápida, ocasionando picos na glicemia justamente por essa rapidez característica. Esse pico faz com que o corpo tenha que liberar grandes quantidades de insulina de uma vez, podendo levar ao quadro de hipoglicemia pelo efeito rebote. “Preparações e produtos com farinhas refinadas também podem causar o mesmo efeito”, complementa. “Apesar de o carboidrato influenciar diretamente a glicemia depois da refeição, os alimentos que contêm o nutriente são também fontes de energia, fibras, vitaminas e minerais. Então, não precisamos falar em exclusão dos carboidratos, basta selecionar cuidadosamente quais fontes de carboidratos você irá ingerir e suas quantidades”, finaliza. 

Alimentação pode ser promotora ou protetora da doença: você escolhe

“O estilo de vida considerado não saudável faz parte das causas do desenvolvimento da doença, por isso a alimentação tem um papel tão importante na prevenção e no tratamento. O consumo excessivo de açúcares e outros carboidratos simples, como açúcar de milho, glucose de milho, sacarose e farinha refinada podem levar a alterações no metabolismo da glicemia e da insulina, favorecendo disfunções pancreáticas, órgão que produz e libera o hormônio”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo. Além disso, é comum que preparações e produtos com os ingredientes acima também venham acompanhados de excesso de gorduras maléficas para a saúde, aditivos e outros componentes que podem prejudicar a microbiota intestinal, assim como a absorção dos nutrientes.

Toda pessoa com diabetes deve ter um plano alimentar individualizado, adaptado às suas condições de vida e equilibrado em quantidade e qualidade. Todavia, Adriana listou sete recomendações gerais para um indivíduo com diabetes controlada e sem outros problemas de saúde agudos. 

  • Consuma, pelo menos, ¼ do prato de alimentos folhosos (alface, rúcula, agrião, repolho, couve, espinafre etc.) e ¼ do prato de legumes ricos em água (abobrinha, brócolis, couve flor, tomate, pepino, chuchu etc.) no almoço e no jantar. É importante que metade do prato, pelo menos duas vezes ao dia, tenha hortaliças, garantindo o bom consumo de fibras e reduzindo a velocidade de absorção do carboidrato, sem contar a absorção de vitaminas e minerais. Vale complementar a salada com sementes (abóbora, girassol, gergelim, chia e linhaça) para aumentar a quantidade de ômega-3 de origem vegetal. 
  • Ao consumir frutas, combine-as com outros alimentos fontes de fibras, proteína e/ou gordura boa para que o carboidrato presente na fruta não seja absorvido de uma vez, elevando a glicemia. Por exemplo, combine as frutas com aveia ou iogurte natural ou, ainda, mix de oleaginosas assadas e sem sal. 
  • Priorize a comida de verdade no seu dia a dia e, ao consumir produtos embalados, prefira opções livres de açúcares, com adoçantes naturais, com farinhas integrais com boas quantidades de fibras e sem aditivos.
  • Beba, pelo menos, 2 litros de água diariamente. 
  • Pratique atividade física, tanto exercício de força como aeróbico. O papel da atividade física no tratamento e combate ao diabetes é fundamental. Sabe-se que o diabetes é causado pela produção insuficiente ou pela má absorção de insulina. A atividade física aumenta a sensibilidade à insulina nas células do corpo. Em outras palavras, quando uma pessoa se exercita, é preciso menos insulina para manter os níveis de açúcar no sangue sob controle.
  • Atente-se para os tamanhos das porções: não é porque não tem açúcar, que pode ser consumido livremente. Leia a lista de ingredientes e prefira produtos com adoçantes naturais, livres de aditivos artificiais e, se for possível, com gorduras benéficas para a saúde.

“Não existe nenhum alimento que podemos afirmar que pode se consumir livremente. Sempre é preciso avaliar o contexto, o estilo de vida, o indivíduo em si. Porque o que para um pode ser muito, para o outro pode ser muito pouco”, finaliza a nutricionista. O ajuste da alimentação, a prática de atividade física e a regulação do sono fazem parte dos pilares de tratamento da patologia.

Fonte: Jasmine

Primavera pede “arco-íris no prato”: conheça benefícios e significados das cores dos alimentos

De acordo com especialistas, quanto maior a variedade das cores, mais nutrientes são absorvidos pelo organismo

“Devemos consumir pratos coloridos e variados”. Pode soar como clichê, mas as cores dos alimentos dizem muito sobre as suas propriedades nutricionais. Inspirada pela chegada da primavera, a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi, explica: “As refeições coloridas são mais bonitas e garantem variedade de micronutrientes, vitaminas e minerais, já que pigmentos indicam a presença de substâncias diferentes”.

Além de garantir os “verdes”, a indicação para compor um prato bem diverso se deve ao fato de as cores dos alimentos serem oriundas de substâncias bioativas. Assim, quanto mais variado for o prato, maior será o aporte de nutrientes. “Não existe uma regra sobre quantas cores devem ser consumidas em cada refeição. No entanto, faz muito bem consumir entre três e cinco cores diferentes diariamente”, conta Melissa.

Benefícios e significados das cores

Amarelos e alaranjados: alimentos como cenoura, milho, abóbora, pimentão amarelo, manga e laranja contêm uma substância chamada betacaroteno. Essa substância, quando consumida, é metabolizada em vitamina A pelo organismo. Outras propriedades como a zeaxantina, os flavonoides e o licopeno também fazem parte da composição dos alimentos amarelados e exercem função protetora do sistema imunológico. Esse grupo alimentar ainda exerce papel importante na visão e na saúde da pele e dos cabelos. Os alimentos amarelados fornecem, ainda, vitamina C, componente que previne infecções.

Vermelhos: os ingredientes avermelhados como tomate, melancia, goiaba, pimentão vermelho, beterraba e frutas vermelhas, em geral, possuem componentes chamados licopeno, quercetina, ácido elágico e hesperidina. Essas quatro substâncias têm propriedades antioxidantes e estão relacionadas à saúde dos tecidos. Os alimentos vermelhos ainda aumentam a sensação de disposição e bem-estar, contribuindo para o tratamento do estresse.
Verdes: insubstituíveis e necessários em todos os menus, brócolis, ervilha, espinafre, couve, quiabo, alface, abacate, kiwi e outros alimentos verdes contêm carotenoides, betacaroteno, além de luteína, zeaxantina, potássio, folato e vitaminas A, E e C. Esses nutrientes estão associados à saúde dos olhos e à redução do risco de degeneração macular. “Os alimentos verdes também têm potencial desintoxicante das células e combatem os radicais livres, auxiliando na limpeza do organismo. O componente verde desses itens é oriundo da clorofila, importante antioxidante celular”, explica Melissa.

Roxos e marrons: menos comuns, mas igualmente necessários, os alimentos como mirtilo, figo, ameixa, soja, arroz integral, lentilha uva roxa e cacau são fontes de flavonoides, como antocianinas (pigmento associado à vitamina B1) e quercetina, e de carotenóides, como luteína e zeaxantina. Todos os compostos citados contribuem para a manutenção da função cerebral adequada e do fluxo sanguíneo, além de serem antioxidantes. Esses alimentos aumentam a vitalidade, auxiliam o sistema nervoso e protegem o coração.

Dissolve

Brancos: alimentos como cogumelo, banana, feijão branco, cebola, nabo e couve-flor contêm fitoquímicos, responsáveis por modular o sistema imunológico, responsável pela defesa do organismo. Ainda, são ingredientes ricos em potássio e cálcio que auxiliam na manutenção dos ossos, na regulação dos batimentos cardíacos e são importantes para o bom funcionamento do sistema nervoso e dos músculos.

Ainda, a gerente destaca a importância de variar o cardápio, garantindo ampla oferta e aporte nutricional, sem o risco de enjoar com a repetição dos alimentos. “Temos tantas opções de produtos e cores que é fácil compor um menu diversificado. Digo que as cores podem ser utilizadas como direcionamentos para montar um cardápio nutricionalmente completo”, finaliza.

Portfólio colorido

A Jasmine Alimentos é referência no segmento da alimentação saudável no mercado brasileiro, produzindo alimentos integrais, orgânicos, sem glúten e zero açúcar centrados nas necessidades e desejos das pessoas. A atuação da empresa está intrinsecamente relacionada com o claro propósito de estar presente no cotidiano das pessoas, promovendo uma vida equilibrada e conectada consigo mesmo, com mais harmonia e bem-estar. “A Jasmine é um caminho para as pessoas atingirem seus objetivos. Oferecemos soluções práticas, saudáveis e verdadeiras para o dia a dia das pessoas e queremos, sobretudo, atender os diferentes estilos de vida”, explica a coordenadora de comunicação, Sara Toller.

Como a “comida de verdade” é a maior aliada e fonte de saúde, a gerente de P&D da empresa, destaca alguns dos produtos e cores da marca como: o inédito wrap verde sabor espinafre – primeiro sabor do tipo no mercado brasileiro com vegetais, cereais sem glúten; os avermelhados goji berries e cranberries com poderosas propriedades antioxidantes; os alaranjados pães sem glúten e sem aditivos artificiais de milho e batata doce; e as populares granolas coloridas.

“Todos os nossos produtos orgânicos têm rastreabilidade garantida e não possuem agrotóxicos. Nossos alimentos sem glúten são feitos em uma ala separada da nossa fábrica, garantindo a segurança alimentar. Os produtos sem açúcar não têm aditivo químico ou adoçante industrializado em sua composição”, detalha Melissa. Todas essas medidas e garantias visam um único fim: promover uma vida equilibrada e conectada consigo mesmo, com mais harmonia e bem-estar.

Fonte: Jasmine Alimentos

Aveia: superalimento conquista espaço na gastronomia pela versatilidade

Além de beneficiar a saúde auxiliando a regular os níveis de colesterol, diminuir o açúcar no sangue e o risco de doenças coronárias, o grão é o segredo para um cardápio equilibrado b

Quando o assunto é alimentação balanceada e saudável, os cereais são um dos principais aliados de quem quer cuidar da saúde. Um dos grãos mais conhecidos e presentes na mesa dos brasileiros é a aveia. Com qualidades únicas, o cereal é considerado um superalimento por conter nutrientes e compostos bioativos que são associados a respostas anti-inflamatórias, antioxidantes e imunogênicas. Ademais, é fonte de carboidratos, ácidos graxos, vitaminas do complexo B (B1, B5, B6, B9), cobre, ferro, magnésio, manganês, selênio e zinco. Além disso, a aveia é extremamente versátil e vai muito além do mingau, podendo ser utilizada em shakes e saladas de frutas, misturada com iogurtes, snacks, bolos, preparos de salgados e, também, em receitas doces.

Outra característica importante das aveias é sua funcionalidade. Os alimentos à base de plantas, como é o caso do cereal, oferecem benefícios funcionais devido às propriedades nutricionais como vitaminas, minerais, polifenóis, terpenoides, alcaloides, esterois e ácidos graxos insaturados. Esses alimentos podem auxiliar no fortalecimento da imunidade, já que respondem contra infecções e danos inflamatórios, contribuindo para prevenção e tratamento de determinadas doenças.

Em flocos, farelo ou farinha, a aveia pode ser uma grande aliada no cardápio alimentar diário. “A aveia possui uma fibra solúvel chamada betaglucana que pode auxiliar a regular os níveis de colesterol e açúcar no sangue. Em geral, a recomendação diária para adultos é aproximadamente de 20 a 30 gramas, o que equivale a três colheres de sopa”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.

Aposte na aveia para incrementar o cardápio

Quibe de aveia, abóbora e cogumelos

Ao longo do dia, no café da manhã, almoço, jantar e lanches, a aveia é um ingrediente fundamental na cozinha e na mesa. No café da manhã, a sugestão da nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos é acrescentar aveia ao leite, no iogurte ou sobre frutas. Ao longo do dia, o grão pode substituir a farinha de trigo em diversos preparos salgados e doces. “Sou uma entusiasta de aproveitarmos a aveia e demais cereais na culinária. A Jasmine Alimentos tem várias receitas com o grão, como bolos, pães, tortas salgadas e doces e pratos diversos como quibe, falafel, pizza, entre outros”, explica a especialista de marketing, Indra Adimari.

O grão, inclusive, desmistifica a crença de que manter uma alimentação saudável e uma dieta regrada é difícil. “Por ser multifuncional e de diversas formas, é possível encontrar muitos produtos feitos à base do grão, bem como preparar em casa. A aveia não precisa ser consumida apenas crua. Hoje ela é ingrediente de preparos quentes e pode substituir, com mais saúde e sem mudar o sabor e textura, outros ingredientes como farinha de trigo”, complementa.

O que que a aveia tem?

Overnight oats com aveia, linhaça dourada e creme de frutas amarelas

A boa alimentação é um dos principais fatores preventivos de doenças. Uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais, fibras, peixes, frutos do mar, legumes e oleaginosas pode auxiliar a reduzir o risco de doenças crônicas não transmissíveis. “E nesse menu, a aveia pode agregar nutrientes importantes”, ressalta Adriana.

Considerada um grão do bem, a aveia possui em sua composição fibras solúveis, principalmente a betaglucana, e fibras insolúveis, compostas, principalmente, por celulose, hemicelulose e lignina. As fibras solúveis são responsáveis pela diminuição da absorção do colesterol, triglicérides e açúcares no sangue, contribuindo na prevenção de doenças do coração. Essas fibras ainda podem agir como uma barreira física contra a invasão de organismos capazes de causar doenças.

Falafel com aveia em flocos

As propriedades do cereal que o posicionam na categoria de “superalimento” não param por aí: a aveia é fonte de ferro e polifenóis, que contribuem com o sistema imunológico, assim como aminoácidos que também são conhecidos por regular as defesas do organismo. Com boa biodisponibilidade de selênio, mineral que atua no sistema de defesa antioxidante, o cereal pode auxiliar na redução do risco de infecções virais e bacterianas. Por fim, as vitaminas presentes na aveia atuam nas funções fisiológicas e contribuem para o metabolismo. O complexo B é conhecido por colaborar com as funções do sistema nervoso, e o potássio equilibra os batimentos cardíacos e a pressão arterial. Por ter baixo índice glicêmico, o cereal tem a capacidade de prolongar a sensação de saciedade.

Jasmine Alimentos anuncia novas aveias

Atenta ao mercado e aos novos padrões de consumo e comportamento da sociedade, a Jasmine Alimentos acaba de lançar suas novas aveias, em embalagens mais econômicas e compactas – com 170 gramas. A produção é realizada com laminação especial, que garante os flocos mais inteiros e visíveis. “O público encontra duas versões das aveias, com flocos finos e grossos e diferentes aplicabilidades”, explica a especialista de marketing da marca, Indra Adimari.

Brownie com farinha de aveia

Para aproximar ainda mais o consumidor, as novas aveias têm embalagem funcional com indicações de usos culinários e dicas de receitas e preparos especiais, como bolos, vitaminas, mingaus e panquecas. A caixeta ainda sinaliza a presença das fibras solúveis betaglucanas, destacando as propriedades do cereal.

“Nosso propósito é promover saúde por meio da alimentação e percorrer esse caminho ao lado dos consumidores. Prezamos por ingredientes naturais com garantia de origem que, combinados com nosso conhecimento e expertise, tragam o melhor em nutrição, saúde e sabor. Por sermos uma empresa atenta e que zela por um modo de vida mais saudável, oferecemos meios facilitadores para conquistar esse estilo de vida equilibrado. Por isso, temos rigorosos processos de produção e padrões de qualidade, e zelamos pela praticidade: embalagens menores, mais práticas e fáceis para o manuseio, além de dicas para aproveitar a versatilidade do produto”, finaliza Indra.

Mito ou verdade: frio desencadeia fome e desejo por alimentos mais calóricos?

Metabolismo acelerado e regulação da temperatura corporal são alguns dos motivos para a ingestão de alimentos mais pesados e guloseimas

Com a chegada do inverno e a queda dos termômetros, o apetite por alimentos ricos em calorias, carboidratos e gordura aumenta. Efeito psicológico ou necessidade fisiológica? A estação mais fria do ano afeta a atividade metabólica do organismo, já que o corpo produz mais energia para equilibrar a temperatura corporal e mantê-la adequadamente em torno de 36,5ºC. Com o metabolismo acelerado, o corpo envia sinais para o cérebro aumentar a sensação de fome, o que implica em um maior consumo de alimentos.

“É uma sábia resposta do organismo. Como forma de autopreservação, quando o corpo está em contato com uma temperatura ambiente inferior à homotermia, ou seja, temperatura normal do corpo, ele responde com maior gasto calórico para aquecer e restaurá-lo à temperatura ideal. E daí, vem os sinais de fome e desejo por comidas com maior densidade calórica e ricos em carboidratos”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.

Entretanto, cabe diferenciar a fome fisiológica e metabólica da fome emocional. “Fome é a necessidade fisiológica do organismo de se alimentar nutricionalmente para manter as suas atividades vitais. A fome emocional que sentimos no frio é aquele desejo específico por comidas que aquecem, conhecidas como comfort food. Geralmente, a fome por uma guloseima específica é o desejo psicológico”, complementa Adriana.

Inverno não é um convite ao sedentarismo e à mesa

Por mais que o organismo precise de um maior aporte energético para exercer suas funções metabólicas, é preciso cautela para não cair em tentações e ingerir apenas alimentos gordurosos e nocivos à saúde. “Preste atenção ao seu corpo. Ele nos fornece sinais de fome verdadeira ou quando estamos tristes, entediados ou ansiosos, buscando o conforto e a distração do alimento”, aponta a nutricionista. Confira algumas dicas da especialista para enfrentar as temperaturas baixas.

Hidratação

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No inverno, o corpo sofre alterações hormonais que reduzem a sensação de sede. “No frio, fazemos menos atividades físicas e não sentimos tanto calor. Somada à mudança hormonal, o copinho de água fica esquecido”, explica Adriana. Independentemente da estação, é necessário manter-se hidratado para contribuir na absorção de vitaminas hidrossolúveis e proteínas, além de facilitar a digestão. A dica para manter o hábito é deixar sempre uma garrafinha por perto e não esperar sentir sede. É importante também observar a urina, o odor forte e a cor escura são sinais de desidratação.

Vitamina C


Para manter a imunidade e a alimentação de qualidade, é fundamental consumir frutas que são fontes de vitamina C e agem em defesa do organismo contra agentes externos e estranhos ao corpo, como vírus e bactérias, evitando assim gripes e resfriados. O nutriente é encontrado em frutas como limão, laranja, acerola, goji berry, abacaxi, maracujá, kiwi e goiaba, além de vegetais como brócolis, couve e salsa. É possível também a suplementação da vitamina, porém, a nutricionista recomenda que a indicação do uso seja feita somente por profissionais de saúde.

Comida quentinha e adaptada ao clima

Homemade tasty creamy pumpkin soup puree in a bowl on a wooden background


Uma alternativa para garantir a comfort food e a sensação de bem-estar com a alimentação é substituir os legumes e as folhas da salada fria por alimentos refogados, feitos no vapor ou, ainda, como sopa. Em relação às frutas, uma dica é aquecê-las no forno ou no micro-ondas e salpicar canela em pó, ótimo termogênico e adoçante, para um docinho mais saudável.

Alimentos termogênicos: aquecendo de dentro para fora

Importantes aliados durante o inverno, os alimentos termogênicos ajudam a elevar a temperatura corporal. Alguns dos ingredientes naturais que aumentam nosso gasto energético são: chá verde, pimenta, gengibre e canela.

Snacks saudáveis para a fome fora de hora

A indicação para a clássica fome no meio da tarde são as frutinhas secas e nuts, que costumam ser mais práticos para carregar e não perdem seus nutrientes e vitaminas. Além do mais, as sementes e nuts também ajudam a diminuir o consumo de doces e salgadinhos nas “beliscadas” durante o dia. “Outra ótima dica é incluir sementes e cereais nas refeições como iogurte, sopas e até na salada de frutas. Chia, linhaça e berries são algumas opções para o cardápio e ajudam a manter a energia e são boas fontes de gordura, aumentando a sensação de saciedade”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi. “As oleaginosas como nozes, amêndoas e castanhas também são excelentes fontes de ácidos graxos insaturados, que contribuem para o nosso sistema cardiovascular e aumentam a sensação de energia. Com mais disposição, menos preguiça e vontade de comer bobagem”, complementa Adriana.

Vontade de doce? É possível

“É comum desejarmos alimentos hiperpalatáveis, ou seja, aquele que possui ingredientes que dão imediata sensação de bem-estar e satisfação. O açúcar é um desses ingredientes”, explica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos. Não é preciso abrir mão do docinho, apenas saber escolher com cautela. “A Jasmine tem em seu portfólio diversos cookies e biscoitos saudáveis, integrais e deliciosos, com açúcar mascavo ou zero açúcar, mas que não deixam a desejar no quesito sabor”, acrescenta.

Cereais do bem


“Aqui não entram os cereais cheios de açúcar refinado e corantes!”, alerta a nutricionista. A aveia, além de muito versátil, é rica em triptofano e carboidratos de baixo índice glicêmico que fornecem energia gradualmente e ajudam com a sensação de saciedade.

Xô, preguiça: mantenha as atividades físicas

Um curioso estudo conduzido por cientistas da Austrália e dos Estados Unidos concluiu que “tremer de frio” pode auxiliar na queima de gordura, assim como na prática de exercícios moderados. “Não precisa sofrer! Basta vencer a preguiça e manter as atividades físicas”, explica Adriana. No frio, o corpo tende a queimar mais calorias, já que precisa se manter aquecido. Ainda, o exercício físico em dias gelados apresenta menos riscos à saúde, pois diminui o risco de desidratação e contribui para o funcionamento cardiovascular.

Fonte: Jasmine Alimentos

Dia do Hambúrguer: três saborosos preparos vegetarianos e veganos para inovar na data

Segundo relatório da Bloomberg Intelligence, até 2030, alimentos plant-based corresponderão a 7,7% do mercado global de proteínas. Confira receitas para experimentar essa tendência alimentar

No dia 28 de maio, é comemorado o Dia do Hambúrguer, e uma das possibilidades é consumir carne vegetal ou hambúrgueres plant-based. Nos restaurantes, nos mercados, nos aplicativos de delivery, as plant-based meals estão cada vez mais acessíveis e fazendo parte da rotina dos brasileiros. A busca por qualidade de vida e a preocupação com o meio ambiente são alguns fatores que incentivam hábitos mais saudáveis e sustentáveis. Segundo pesquisa da BHB Foods e Suplementos, a procura por produtos veganos cresceu 941% nos últimos oito anos, no Brasil.

Outra pesquisa recente realizada pela Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB), em parceria com o instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria – antigo Ibope Inteligência -, revelou que 46% dos brasileiros espontaneamente estão deixando de comer carne pelo menos uma vez por semana, e que 32% escolhem uma opção vegana quando ela está em evidência nas gôndolas dos mercados e estabelecimentos comerciais. Novos estudos da SVB apontam que o número de brasileiros vegetarianos alcançou rapidamente 14% da população.

Segundo a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Carpi, alimentos veganos ou vegetarianos, que possuem ingredientes funcionais e menos aditivos químicos, são fortes tendências do segmento. “Percebemos um movimento cada vez maior de pessoas que optam por proteínas alternativas à carne vermelha. Esse perfil de “novo” consumidor mais informado e preocupado com a origem daquilo que consome e com o meio ambiente, bem como com sua qualidade de vida e manutenção da saúde, é uma realidade. Vamos ver cada vez mais alternativas de produtos nos estabelecimentos comerciais e receitas nos restaurantes alinhados ao movimento”, afirma.

Confira abaixo três receitas simples, saborosas e alternativas à proteína animal para homenagear o Dia do Hambúrguer.

Hambúrguer de Aveia

Ingredientes:
12 colheres de sopa rasas de Aveia em Flocos Finos Jasmine Alimentos
4 colheres (sopa) de Farinha de Linhaça Dourada Jasmine Alimentos
2/3 de copo d’água
Molho shoyu a gosto
Sal a gosto
Orégano a gosto⠀⠀

Modo de Preparo:
Junte todos os ingredientes em um bowl e misture com o auxílio de uma espátula ou com as mãos. Faça os formatos de hambúrguer do tamanho desejado e coloque em uma assadeira antiaderente para assar. Asse por aproximadamente 20 minutos (virando na metade do tempo).

Hambúrguer de beterraba e arroz integral

Ingredientes:
3 beterrabas médias com casca
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola roxa, sem casca, cortada em cubos
½ colher (chá) de Sal Marinho Atlantis Jasmine Alimentos
1 colher (sopa) de vinagre de vinho tinto
1½ xícara de feijão preto ou roxinho cozido
1 xícara de Arroz Integral Jasmine Alimentos cozido
2 colheres (sopa) de salsinha fresca picada
Pimenta-do-reino moída na hora

Modo de preparo:
Em uma tigela grande, misture os ingredientes. Amasse com as mãos ou um amassador de batata. Tempere e modele os hambúrgueres. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite. Arrume os hambúrgueres na frigideira. Frite até tostar somente por baixo. Vire e frite até ficar crocante e firme. Se preferir, pode fazer assado em vez de frito.
Rendimento: seis hambúrgueres médios

Hambúrguer de cogumelos com cevada

Ingredientes:
1 batata pequena, sem casca, cortada em pedaços pequenos
6 cogumelos portobello médios
12 champignons graúdos
10 cogumelos shitake médios
3 colheres (sopa) de azeite de oliva
½ colher (chá) de tomilho seco
2 colheres (sopa) de vinagre balsâmico
1 xícara de cevada cozida
½ colher (chá) de Sal Marinho Atlantis Jasmine Alimentos
¼ de colher (chá) de pimenta-do-reino moída na hora

Modo de preparo:
Em uma tigela grande, misture os ingredientes. Amasse com as mãos ou um amassador de batata. Tempere e modele os hambúrgueres. Em uma frigideira grande, aqueça o azeite. Arrume os hambúrgueres na frigideira. Frite até tostar somente por baixo. Vire e frite até ficar crocante e firme. Se preferir, pode fazer assado em vez de frito.
Rendimento: quatro hambúrgueres médios

Fonte: Jasmine

Maio Roxo: o que pôr à mesa e o que evitar para a saúde da flora do “segundo cérebro”

No Mês da Conscientização das Doenças Inflamatórias Intestinais, especialistas alertam para a importância de uma alimentação saudável para o sistema gastrointestinal

Para colorir o mês de maio e marcar o World IBD Day (Dia Mundial da Doença Inflamatória Intestinal, celebrado em 19 de maio), a campanha de conscientização Maio Roxo, encabeçada pelas Associação Brasileira de Colite Ulcerativa e Doença de Crohn (ABCD), e Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Grupo de Estudos da Doença Inflamatória Intestinal do Brasil (GEDIIB), visa conscientizar e alertar a sociedade para importância de diagnóstico precoce e tratamento dessas doenças. Segundo dados da SBCP, as doenças inflamatórias intestinais (DII) atingem mais de 5 milhões de pessoas em todo o mundo e a incidência média fica em torno de 7 para cada 100 mil habitantes, constatando progressivo aumento na ocorrência de novos casos.

As DII são divididas em dois subtipos: colite ulcerativa com acometimento, principalmente do cólon, e Doença de Crohn, que pode afetar qualquer região do trato gastrointestinal. As pessoas comumente são acometidas por esses males no início da idade adulta, mas é possível ocorrer em qualquer fase da vida. Nos últimos anos, a prevalência tem aumentado, atingindo desde crianças até idosos.

A causa é multifatorial e engloba fatores genéticos e ambientais, como o estilo de vida ocidentalizado, incluindo padrão alimentar caracterizado pelo alto consumo de proteínas e gorduras saturadas e baixa ingestão de vegetais, frutas e fibras que favorecem o ambiente pró-inflamatório, além de fatores como urbanismo, melhoria da higiene, aumento do uso de antibióticos e ingestão de anticoncepcionais orais. Todas essas condições interferem na microbiota do corpo como um todo, afetando as defesas naturais.

Eixo Cérebro-Intestino

A regra é clara: quem nunca sentiu dor de barriga em momentos de ansiedade ou estresse? Não é coincidência, visto que o cérebro e o sistema digestivo estão estritamente interligados. No intestino, estão presentes bactérias que compõem a “microbiota intestinal”. Os tipos e as quantidades desses microrganismos são influenciados pelo padrão alimentar, visto que os produtos da digestão interagem com essas bactérias, fazendo com que produzam substâncias que interferem em vias sistêmicas do corpo, inclusive as relacionadas às funções cerebrais, como é o caso do triptofano. O triptofano, por sua vez, é o aminoácido precursor da serotonina, ou seja, é necessário para que tenha a formação e a liberação desse hormônio, o qual está relacionado com o bem-estar. Por isso, as emoções influenciam na sensação geral de prazer, bem como a alimentação impacta a saúde cerebral.

Alimentando as boas bactérias intestinais: o que pôr à mesa

A alimentação saudável, tanto do ponto de vista qualitativo quanto do ponto de vista quantitativo, auxilia na prevenção e no tratamento das DII. A analista de P&D da Jasmine Alimentos, Erika Rodrigues explica que devemos priorizar a tradicional comida de verdade. “A base dessa alimentação deve conter verduras, como folhas em geral, alface, rúcula, agrião, legumes como, por exemplo, abobrinha, brócolis e couve-flor e frutas.

As oleaginosas como, por exemplo, castanha-do-pará, castanha-de-caju e amêndoa também são muito importantes. As sementes de abóbora, de gergelim, de linhaça e os grãos e cereais integrais como arroz integral, quinoa, aveia são indispensáveis. As leguminosas, ou seja, feijão, lentilha e ervilha e as fontes de proteínas com quantidades menores de gorduras saturadas, como peixes e ovos complementam o que chamamos de comida de verdade”, diz.

Essa base de alimentação possui nutrientes e compostos bioativos que atuam diretamente na inativação de vias pró-inflamatórias, assim como na redução de substâncias relacionadas à inflamação, contribuindo para o controle da dor, cicatrização e reparação da mucosa. Ainda, atuam como pré e probióticos, proporcionando e preservando uma microbiota saudável, ou seja, crescimento e desenvolvimento de bactérias benéficas para a saúde intestinal.

Outro nutriente relevante é a fibra, visto que a ingestão adequada deste nutriente colabora com a redução do risco das DII a longo prazo. Esse nutriente está presente em frutas, verduras, legumes, leguminosas, grãos e cereais integrais, além de sementes de linhaça e de chia.

“Em relação aos compostos bioativos, sabe-se que o polifenol e suas classes flavonoides, estilbenos, ácidos fenólicos e lignanas têm propriedades anti-inflamatórias e podem reduzir o estresse oxidativo decorrente de patologias, podendo contribuir para a melhoria dos sintomas das doenças inflamatórias intestinais. Em outras palavras, priorize o consumo de vegetais e frutas como cebola, brócolis, alho e frutas vermelhas que possuem ação antioxidante e efeitos anti-inflamatórios”, detalha a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Adriana Zanardo.

Por fim, cabe ressaltar que os alimentos de coloração vermelha e roxa como uva, morango, framboesa, mirtilo, açaí, goji berry e cranberry também têm propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes. “Uma dica imprescindível é o consumo do açafrão, também conhecido como cúrcuma. Seu uso diário foi relacionado com a remissão clínica da colite em pacientes que mantiveram o tratamento medicamentoso indicado para o quadro”, explica Adriana.

O que não comer para o intestino inflamado

O ômega-6 é a família de ácidos graxos que, ao contrário do ômega-3, possui ação pró-inflamatória quando ingerido em quantidades elevadas, estando presentes em óleos vegetais e margarina. Segundo estudos, o risco de desenvolver colite ulcerativa é duas vezes maior em pacientes com alta ingestão de ômega-6.

Ainda, a sucralose, sacarina, aspartame, ciclamato e outros adoçantes artificiais podem aumentar o risco de DII. Da mesma forma, emulsificantes também podem aumentar o risco de desenvolvimento de colite devido à alteração da microbiota e da mucosa intestinal, com possível supercrescimento de Escherichia coli e proteobactérias, que, consequentemente, aumentam a inflamação e danos intestinais.

SOS: fase de ativação da doença

“Quando o portador de DII estiver com a doença ativa, deve-se pensar em quais são os sintomas predominantes para que a dieta seja ajustada de forma a contribuir com a diminuição dos mesmos. De modo geral, o raciocínio é pensar nos alimentos que têm fácil digestibilidade para não demandar tanto do trato gastrointestinal, considerando que já está consideravelmente inflamado em decorrência da doença. Pensando nisso, alguns alimentos, apesar de serem saudáveis, podem ser reduzidos por um período até o restabelecimento da homeostase intestinal”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos.

Os alimentos fermentáveis, oligo, di, monossacarídeos e polióis possuem carboidratos de cadeia curta que são mal absorvidos e podem desencadear inchaço abdominal, dor, flatulência e diarreia. Esses alimentos são: cebola, alho, ervilha, beterraba, couve, milho, couve-flor, maçã, pera, manga, melancia, pêssego, ameixa, abacate, leite de vaca, queijo fresco, ricota, feijão, grão-de-bico, soja, trigo, centeio, castanha-de-caju, pistache e industrializados com xarope de milho, glicose, sacarose e polióis (xilitol, manitol e sorbitol). Estudos apontam que 50% das pessoas que tiveram redução do consumo desse grupo de alimentos apresentaram melhora dos sintomas.

Fonte: Jasmine Alimentos

Dia do Consumidor: Anvisa implementa novas regras para rótulos de alimentos

Hoje se comemora o Dia do Consumidor; especialistas alertam para a nova regra de rotulagem nutricional que passa a valer a partir de outubro para todos os alimentos embalados

A regra é clara: o Código de Defesa do Consumidor estabelece que um dos direitos básicos do cidadão é a “informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade e preço”. E, ainda, “que a oferta e a apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores”.

O comprador tem livre escolha para decidir o que vai consumir e isso não pode ser um incômodo ou gerar algum tipo de situação inconveniente. Pesquisa realizada pela Revista Agropecuária Técnica (Agrotec) e editada pelo Centro de Ciências Agrárias (CCA), da Universidade Federal da Paraíba, em 2020, revelou que 70% dos entrevistados não conseguem compreender e interpretar os rótulos dos alimentos. Ainda, segundo relatório do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) de 2017, apenas 25,1% da população é capaz de compreender totalmente o que dizem os rótulos.

Em outubro de 2020, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou por unanimidade a Instrução Normativa n.º 75 que dispõe sobre a rotulagem nutricional de alimentos embalados. A medida foi criada para garantir melhor legibilidade e clareza das informações nutricionais dos rótulos dos alimentos para que os consumidores possam fazer escolhas alimentares mais conscientes.

Consumidor informado é cidadão respeitado

A leitura adequada de rótulos e embalagens habilita o consumidor a saber quais são os ingredientes que compõem o produto, suas informações nutricionais e possíveis mensagens, avisos ou alertas dos fabricantes. Em razão disso, a importância de ler e analisar criticamente os rótulos não é apenas recomendado, como também benéfico e uma forma do cidadão se precaver.

A RDC n.º 429/2020, da Anvisa, estipula as principais regras que as empresas de alimentos e bebidas terão que se adaptar e readequar suas embalagens. A primeira e mais impactante será a rotulagem nutricional frontal, com a impressão de um símbolo informativo na parte da frente do produto. O objetivo é esclarecer o consumidor, de forma direta e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes que têm relevância para a saúde como açúcar adicionado, gordura saturada e sódio. A finalidade é alertar o indivíduo da presença de nutrientes nocivos para a saúde, em caso de consumo excessivo.

A norma ainda estabelece mudanças no layout e design da tabela nutricional. Dentre os ajustes, a tabela poderá apenas ter letras pretas e fundo branco e determinada fonte e tamanho de letra, garantindo assim a legibilidade. Também foram estipuladas regras específicas sobre a localização da tabela, não podendo ser dispostas em áreas encobertas da embalagem. A legislação passa a vigorar em 9 de outubro de 2022 e as empresas têm um ano para se adequar às novas normas.

“É importante que o consumidor tenha acesso às informações. Diante disso, a Jasmine cumpre com todos os requisitos legais de rotulagem e composição de seus produtos, levando de forma clara e de fácil compreensão as informações nutricionais de seus produtos”, explica a especialista em assuntos regulatórios da Jasmine Alimentos, Fabiane Costacurta. “A declaração em rotulagem sobre a presença de alimentos alergênicos e seus derivados é obrigatória por legislação, e devem ser citados logo após a lista de ingredientes”, complementa.

A importância de ler um rótulo corretamente

Muitos consumidores têm dificuldade em fazer uma análise crítica dos rótulos dos alimentos. Fabiane, especialista em assuntos regulatórios, lista algumas dicas e orientações básicas que podem auxiliar:
-Os ingredientes são listados em ordem decrescente de quantidade, ou seja, o primeiro ingrediente da lista está em maior quantidade e assim por diante.
-É importante realizar a leitura da embalagem do produto visando os apelos nutricionais e nutrientes citados que fazem parte da sua composição. Por exemplo: rico em fibras, fonte de proteínas, com vitaminas e minerais etc.
-É importante verificar a sequência da lista de ingredientes, pois a partir disso se compreende qual o principal ingrediente, se o produto contém cereais integrais ou refinados e grande quantidade de açúcares, sódio e gorduras.
-Outras considerações importantes a serem observadas no rótulo são a data de validade e os nutrientes apresentados na informação nutricional. Não restrinja a atenção à quantidade de calorias. Informações relativas à presença de glúten e frases de alerta referentes aos alimentos alergênicos presentes no produto são importantes.

“A Jasmine ainda possui um canal de comunicação junto ao consumidor por meio do site, SAC e redes sociais para esclarecer dúvidas e questionamentos sobre os produtos e sua composição, dúvidas nutricionais e utilização em receitas culinárias. Ainda, temos o JasminePro voltado a nutricionistas e profissionais da saúde de todo o Brasil. O portal reúne conteúdos atuais e científicos relevantes, além de dicas práticas sobre alimentação saudável”, finaliza Fabiane.

Fonte: Jasmine Alimentos

Lanches de verão: confira três receitas saudáveis e fáceis de preparar

Duas opções de receitas doces e uma salgada que são saborosas e sem complicações no preparo

Sabe aquela vontade de comer algo diferente, que vem acompanhada da dúvida sobre não saber o que preparar? Para ajudar nesses momentos de indecisão e não cair na tentação do delivery, a Jasmine Alimentos criou três receitas saudáveis, saborosas e de fácil preparo para aproveitar com a família e amigos neste verão. Veja só:

Pão recheado com tomate seco e orégano

Ingredientes:
4 ovos;
1/2 xícara de farinha de trigo integral Jasmine;
1/2 xícara de farinha de aveia Jasmine;
1 colher de sopa de fermento;
2 colheres de sopa de azeite;
70 g de tomate seco picado;
1/2 colher de chá de sal;
1/2 colher de chá de orégano.

Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ovos, o azeite, as farinhas e o sal. Leve essa mistura a um bowl. Adicione o tomate seco, orégano e o fermento. Disponha numa forma de bolo inglês (ou de silicone) untada com azeite e farinha. Leve para assar em forno preaquecido a 180°C por cerca de 25-30 minutos.

Bolo de maçã e canela com farinha de aveia

Ingredientes:
2 maçãs com casca, picada;
3 colheres de sopa de uva-passa escura;
2 ovos;
1/2 xícara de açúcar demerara Jasmine;
2 colheres de sopa de óleo de coco;
1 ½ xícara de farinha de aveia Jasmine;
1 colher de chá de canela em pó;
1/2 xícara de amêndoas picadas grosseiramente;
1 colher de sopa de fermento em pó.

Modo de preparo:
Descasque a maçã. Reserve a casca. Corte a fruta em cubos pequenos. Em um liquidificador, bata a casca da maçã, os ovos e o óleo. Em um recipiente, despeje a mistura e acrescente os demais ingredientes, misturando bem. Em uma forma de furo central (19 cm de diâmetro), untada com óleo e polvilhada com farinha, despeje a massa e asse em forno preaquecido a 180°C, por cerca de 30 minutos.

Torta de banana com farinha de trigo integral

Ingredientes:
1 ½ xícara de farinha de farinha de trigo integral Jasmine;
1 xícara de açúcar demerara Jasmine;
1 copo de leite;
1 colher de sopa de fermento;
5 bananas maduras;
4 ovos;
1/2 xícara de red berries Jasmine.

Modo de preparo:
Bata no liquidificador os ovos e o leite. Num bowl, misture a farinha, o fermento, o açúcar e a canela. Corte as bananas em lascas ou rodelas. Unte uma forma com óleo de coco e farinha. Faça uma camada dos secos. Uma camada de banana e salpique cranberries. Repita o processo de camadas mais uma vez. Por último, adicione os líquidos. Leve para assar em forno preaquecido a 180°C por cerca de 30 minutos.

Fonte: Jasmine

Cor do verão: cinco receitas para acelerar o bronzeado perfeito e saudável

Confira as dicas de pratos rápidos e de fácil execução, capazes de potencializar o tom do bronze na pele

O verão e as altas temperaturas aumentam as chances de garantir o tom dourado típico da época. Mas são necessários alguns cuidados, pois não é indicado, por exemplo, expor a pele diretamente ao sol e aos raios ultravioletas. A estação exige cuidados especiais, como a hidratação constante e a proteção solar. Para estimular e manter o bronzeado ideal por mais tempo, sem arriscar a saúde da pele, é indicado priorizar alguns alimentos capazes de proteger o organismo e garantir a tão sonhada cor de verão.

O que consumir?

A ingestão de alimentos que contêm carotenoides, ou seja, substâncias que dão origem ao betacaroteno, é ideal para quem planeja aproveitar o verão e o sol. O antioxidante atua na pigmentação da pele e auxilia a combater os radicais livres, além de amenizar doenças cutâneas. “O betacaroteno contribui para a produção de melanina, responsável por dar coloração à pele e ainda protege a derme dos raios solares (UVA e UVB)”, explica a nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos, Dra. Karla Maciel.

Além das popularmente conhecidas raízes de cenoura e beterraba, outros alimentos também contribuem para o bronzeado. São eles: acerola, manga, abóbora, mamão, espinafre, brócolis, agrião, rúcula e couve. “Priorize os alimentos de cores vibrantes amarelo-alaranjado e verde escuro. Outra dica importante: combine esses ingredientes com alimentos ricos em vitamina C como mix de sementes e frutas, e berries”, complementa a consultora da Jasmine.

Uma alimentação saudável contribui para a manutenção do bronzeamento, mas cabe destacar que não cumpre essa função sozinha. “Não existe um consenso sobre a quantidade específica para consumo. Indico ingerir esses alimentos diariamente com uma porção nas três refeições principais para manter uma reserva natural de betacarotenos e antioxidantes e, assim, garantir um bronzeado saudável, bonito e duradouro”, finaliza Karla.

Confira 5 receitas para garantir “aquele” bronze

Salada de quinoa orgânica com beterraba

Ingredientes:
1 xícara de Quinoa Orgânica Jasmine
Beterraba cozida cortada em cubos
½ alho-poró
1 maçã
Azeite
Sal e salsinha a gosto para temperar.

Modo de preparo:
Cozinhe a quinoa na água até ficar macia. Refogue o alho-poró com um fio de azeite em uma frigideira e desligue o fogo. Adicione a maçã e a beterraba. Misture todos os ingredientes e adicione sal e salsinha a gosto.

Hambúrguer vegano de beterraba e arroz integral

Ingredientes:
3 beterrabas médias com casca
4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola roxa sem casca cortada em cubos
½ colher (chá) de Sal Atlantis Jasmine
1 colher (sopa) de vinagre de vinho tinto
1 ½ xícara (chá) de feijão-preto ou roxinho cozido
1 xícara (chá) de Arroz Integral Jasmine cozido
2 colheres (sopa) de salsinha fresca picada
Pimenta-do-reino moída na hora
1/2 xícara (chá) de água.

Modo de preparo:
Refogue a cebola no azeite e adicione a beterraba ralada. Deixe dourar um pouco e adicione a água. Quando secar, coloque o vinagre, o sal e a pimenta. Reserve. Amasse o feijão e misture com o arroz integral e a beterraba. Acrescente a salsinha e acerte o sal e a pimenta. Molde os hambúrgueres e leve à geladeira por uma hora. Regue um fio de azeite na frigideira e grelhe rapidamente o hambúrguer. Para dar um sabor mais especial ao lanche, espalhe um pouco de Tahine Jasmine no pão e acrescente folhas frescas, polvilhadas com pimenta-do-reino, sal e azeite de oliva extravirgem.

Risoto de abóbora com cenouras e couve-flor caramelizadas

Ingredientes do risoto:
300 g de arroz de risoto
700 g de abóbora moranga (sem sementes)
4 dentes de alho
1 cebola média
5 colheres (sopa) de azeite
1 pedaço pequeno de gengibre fresco ralado
1L de caldo de vegetais (preferencialmente feito em casa)
1 pitada de noz-moscada
1 pitada de pimenta em pó
2-3 galhos de manjericão
150 g de queijo de cabra ou outro queijo favorito
1 colher de Ativo Fibras Jasmine.

Ingredientes couve-flor e minicenouras:
1 couve-flor pequena
200 g de minicenouras (ou cenouras regulares cortadas)
Azeite de oliva
1 pitada de páprica doce
Pimenta-do-reino moída na hora
1 pitada de Gergelim Jasmine
1 pitada de Linhaça Marrom Jasmine
2 colheres (sopa) de Calda de Agave Jasmine
Sal Atlantis Jasmine a gosto.

Modo de preparo do risoto de abóbora:
Remova a pele e as sementes da abóbora e corte em pequenos quadrados. Pique a cebola e o alho, refogue com o azeite até ficar translúcido. Adicione o arroz de risoto e os pedaços de abóbora e refogue por 2 minutos. Depois, regue com um pouco de caldo de vegetais e mexa novamente. Quando o caldo for absorvido, adicione mais caldo. Repita esse processo até que o arroz esteja macio – mexa com frequência e adicione a noz-moscada, o gengibre, a pimenta-em-pó e o Ativo Fibras enquanto isso. Adicione o manjericão quase no final. Rale o queijo e misture ao risoto.

Modo de preparo da couve-flor torrada e mini cenouras:
Preaqueça o forno a 220° C. Misture um pouco de azeite com a páprica, o sal marinho, a pimenta, o gergelim e a linhaça. Coloque os vegetais e deixe marinar. Coloque tudo em uma assadeira coberta com papel alumínio e asse por 15-20 min até ficarem dourados. Espalhe a calda de agave um pouco antes de retirar do forno e volte por mais 3 minutos.

Crepe de quinoa com frango ao creme de espinafre

Ingredientes da massa
3 copos de bebida vegetal Biov de Arroz Jasmine
3 colheres (sopa) de Farinha de Trigo Integral Jasmine
1 xícara (chá) de Quinoa Real em Flocos Jasmine
6 ovos
2 colheres (sopa) de óleo vegetal
Sal Atlantis Jasmine a gosto.

Ingredientes do recheio
2 peitos de frango
1/2 cebola picada
1 colher (sopa) de óleo vegetal
1/3 de 1 maço de espinafre com os talos
2 xícaras (chá) de bebida vegetal Biov de Arroz Jasmine
3 colheres (sopa) de Quinoa Real em Flocos Jasmine
Sal Atlantis Jasmine e cheiro verde a gosto.

Modo de preparo:

Da massa
Coloque no liquidificador o Biov, a farinha de trigo, os flocos de Quinoa Real, os ovos, o óleo vegetal e o sal. Bata até obter uma massa lisa. Aqueça uma frigideira untada e coloque um pouco de massa, virando a frigideira em círculos, até a massa ficar bem distribuída. Leve ao fogo, e quando soltar de um lado, vire e cozinhe do outro lado. Repita a operação até finalizar a massa. Reserve.

Do recheio
Numa frigideira, doure a cebola no óleo, junte o frango picado e temperado com sal. Quando a carne ficar branca, adicione o espinafre picado com o talo e refogue por 5 minutos. Em seguida, acrescente o leite e os flocos de quinoa e cozinhe em fogo baixo por cerca de 10 minutos, até obter um creme. Acerte o sal, se necessário. Recheie os crepes com o frango ao creme de espinafre e sirva com molho de tomate. Se preferir, disponha os crepes lado a lado numa assadeira refratária, regue com molho branco e leve ao forno.

Chia pudding com manga

Ingredientes:
1 xícara (chá) de leite de coco
2 colheres (sopa) de sementes de chia
1/2 colher (chá) de extrato de baunilha
Gotas de stévia ou adoçante de preferência (opcional)
Cubos de manga rosa.

Modo de Preparo:
Coloque a chia dentro de um pote com o leite de coco. Deixe descansar na geladeira por 6 horas ou até inchar e virar uma mousse cremoso. Misture bem, coloque em um recipiente de sua preferência para servir. Corte a manga em cubos e coloque por cima.

Fonte: Jasmine Alimentos

Hora do Detox: o poder antioxidante e anti-inflamatório dos alimentos

Como retomar a rotina alimentar depois das festas? A regra é clara: descasque mais e desembale com responsabilidade

Um cardápio carregado de bebidas alcoólicas e alimentos processados, com alto teor de aditivos químicos, conservantes e açúcares. É raro encontrar alguém que não se rendeu a esses alimentos pobres em nutrientes ou acabou cometendo excessos durante as festas de fim de ano. Esse comportamento, no entanto, tende a sobrecarregar o sistema digestivo e o fígado, prejudicando o bem-estar e a saúde de forma geral. Com a chegada de janeiro, quem agiu por impulso e extrapolou na alimentação já deve estar pensando: é hora de entrar na linha novamente.

Antes de tudo, é importante ter em mente que episódios pontuais de exagero tendem a não afetar de forma agressiva o organismo e que não será um alimento específico que trará de volta o equilíbrio nutricional do corpo. “Tudo o que é muito agressivo e restritivo, ou que cause uma mudança grande na rotina alimentar, pode ser prejudicial. Mas, sim, uma dieta desintoxicante, feita por um curto período de transição e com acompanhamento médico, pode trazer benefícios quando a questão é se recuperar do período de festas”, explica o coordenador médico do Hospital Universitário Cajuru, de Curitiba, e especialista em nutrologia esportiva, José Rodriguez.

A dieta não “vinga”? Repense sua rotina alimentar

É muito comum as pessoas sentirem sintomas como cansaço excessivo, sono desregulado, ansiedade e estresse, inchaço causado pela retenção de líquido e sensação de fome constante. Todos esses sinais são indicativos que o organismo precisa eliminar impurezas e neutralizar toxinas. Tentar compensar ou restringir demais certos grupos alimentares não é a solução.

“É importante que qualquer prática detox seja realizada com acompanhamento nutricional individualizado. Com a exclusão de certos alimentos, o organismo pode levar um choque devido às carências nutricionais, além de reduzir o desempenho esportivo e até ocasionar alguma compulsão alimentar”, explica a nutricionista dos hospitais Universitário Cajuru e Marcelino Champagnat, Laleska Vignoli.

O consumo de alimentos com potencial anti-inflamatório e antioxidante pode ajudar bastante neste período pós festas. “Mas a recuperação do organismo deve passar pela retomada da rotina completa e pela prática diária de hábitos mais saudáveis, de forma consciente e contínua“, acrescenta Rodriguez. A orientação é simples: descasque mais e desembale com consciência.

“Desintoxicar o organismo significa fazer uma limpeza natural que começa estrategicamente pelo fígado e intestino. O fígado é o órgão que filtra o sangue do corpo humano, ou seja, ele retém grande quantidade de impurezas. Um corpo sobrecarregado de impurezas ou toxinas perde vitalidade”, complementa Laleska.

Para retomar a rotina alimentar, o ideal é se hidratar muito, procurar ingerir alimentos naturais, como frutas, vegetais, legumes, carnes frescas e cereais verdadeiramente integrais, que preservam as propriedades dos grãos inteiros e não possuem porções refinadas em sua composição. Cabe destacar ainda a importância de priorizar alimentos que tenham procedência e garantia de um processo produtivo cuidadoso, seguro e de qualidade, que realmente ofereça os benefícios que promete.

A Jasmine foi uma das primeiras empresas brasileiras a acreditar na agricultura orgânica. “Somos pioneiros no desenvolvimento de uma linha de orgânicos integrais e nossos produtos são livres de adubos químicos, agrotóxicos e sementes transgênicas”, destaca a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. Os produtos que compõem o portfólio da empresa, dentre eles, cereais, grãos e frutas desidratadas, são amplamente indicados pelos profissionais da área de nutrição para a retomada dos hábitos saudáveis e de um 2022 com vitalidade e bem-estar.

É mesmo possível desintoxicar o corpo?

Os consumidores estão fazendo escolhas cada vez mais conscientes e menos impulsivas nos últimos anos, indica a gerente de P&D da Jasmine Alimentos, Melissa Gomide Carpi. “Esse comportamento é fundamental para manter uma relação saudável e equilibrada com o alimento. Nosso propósito é mostrar que nossos snacks saudáveis, com verdadeiros benefícios nutricionais, são gostosos e de fácil inclusão no dia a dia”.

Para reequilibrar o fígado e a flora intestinal, e auxiliar no armazenamento e metabolização dos nutrientes, é importante incluir certos hábitos na rotina alimentar que impactam diretamente na redução da inflamação e na oxidação do corpo. Confira abaixo algumas dicas:

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-Beba água, pelo menos 35 ml por quilo de peso diariamente.
-Evite o consumo de carne vermelha em grande quantidade, pois é um alimento de difícil digestão.
-Prefira proteína animal magra, como peixe, frango e porco e ovos.
-Aumente o consumo de verduras, legumes e frutas, principalmente as vermelhas.


-Alimente-se com cereais integrais e leguminosas (como aveia, linhaça), pois as fibras têm papel essencial no funcionamento do intestino.
-Evite açúcar em excesso, principalmente as opções refinadas.
-Reduza o consumo de frituras, dando preferência a preparos crus, assados, cozidos ou grelhados.
-Para cozinhar, utilize azeite, manteiga ou óleo de coco, sempre na menor quantidade possível.
-Substitua o sal por temperos naturais como alho, cebola, cúrcuma, coentro, manjericão, entre outros.


-Na hora de montar o prato, dê mais espaço aos legumes e verduras.
-Coma devagar e mastigue bem os alimentos.
-Faça uso de probióticos, as conhecidas bactérias do bem, que reequilibram a flora intestinal.

Fonte: Jasmine