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Dicas de como proteger os pets do barulho de trovões

Não deixá-los presos na coleira e mantê-los num espaço seguro são algumas das orientações

Assim como os fogos de artifício, o som das trovoadas também deixa muitos pets assustados. Com maior sensibilidade auditiva, cães e gatos sofrem com medo, desconforto e estresse provocado pelo barulho, além do risco de se machucarem, ao buscar esconderijo ou tentar escapar. E como diz a canção: “São as água de março fechando o verão”, ou seja, muita chuva caindo.

“As pessoas não devem tentar abraçá-los ou pegá-los no colo nesses momentos, para evitar que o animal associe a algo ruim”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz e do Centro Veterinário Seres.

Ela orienta a agir naturalmente, brincar com os pets, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo. Também é importante evitar deixá-los presos com a coleira, permitir que se escondam e manter o ambiente vazio para que não se machuquem. “Procure não deixá-los ao ar livre, mas trazê-los para dentro de casa, onde o som é abafado”, explica a veterinária.

Pets com doenças cardíacas devem ter atenção dobrada. Alguns cães podem apresentar complicações cardiorrespiratórias e até ter convulsões nessas situações de medo. Por isso, as consultas no veterinário devem estar em dia para que o profissional possa acompanhar esse animal de forma preventiva.

10 dicas para driblar o barulho

gato assustado escondido pinterest

1 – Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter em espaço livre para que não se machuquem (por exemplo: áreas pequenas, portões, lanças…).

mulher cachorro sofá pixabay

2 – Alguns bichinhos toleram bem o colo do dono, pois se sentem mais seguros, outros preferem buscar áreas que possam se esconder, como embaixo de móveis. Deixe o seu pet se ajeitar da melhor maneira para ele, não force situações desconfortáveis.

gato frio cobertor

3 – Uma das formas de evitar transtorno é manter o pet quieto em um local fechado e silencioso, o que pode ajudá-lo a se sentir mais protegido (por exemplo: um quarto).

cachorro ouvido algodao malibupetcare
Foto: MalibuPetCare

4 – Alguns pets toleram bem a colocação de algodões nos ouvidos para abafamento dos sons. Mas vale lembrar que o algodão deve colocado com cuidado e retirado imediatamente após o término dos ruídos.

cachorro e gato brincando
Warren Photographic

5 – O ideal é agir de forma natural, brincar com o pet, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo.

gato com frio

6 – No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais.

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7 – Também não é recomendado deixá-los sozinhos nesta época. Em caso de viagens, é aconselhável deixá-los com parentes, vizinhos ou em hotéis especializados.

gato gato remedio seringa

8 – Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

gato na cama com gato

9 – Cães e gatos que já tenham histórico de doença cardíaca devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o dono converse com o veterinário.

cachorro machucado veterinaria

10 – Caso o animal apresente qualquer tipo de alteração ou acabe se machucando de alguma forma, ele deve ser levado imediatamente a um veterinário, para ser avaliado e ter certeza que nenhuma lesão mais grave aconteceu com ele.

Fonte: Petz

Salvar

Chuvas aumentam risco de leptospirose canina

Veterinária orienta sobre vacinação e cuidados para evitar a doença, transmitida pela urina de rato

A leptospirose canina, zoonose que pode ser transmitida ao homem pelos animais, torna-se uma grande preocupação nesta época de chuvas. Por isso, a carteira de vacinação dos pets deve estar sempre em dia. A imunização é uma forma de proteger também a saúde de todos que convivem com os bichos de estimação em casa, alerta a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas do Centro Veterinário Seres, do grupo Petz.

Transmissão

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A doença infecciosa é causada por uma bactéria chamada Leptospira, presente na urina de ratos e transmitida principalmente nas enchentes. Bovinos, suínos e cães também podem adoecer e transmitir a leptospirose ao homem.

A contaminação ocorre quando o pet tem contato com a urina do rato que fica parada em poças d’água, além de esgotos, bueiros e lama. Mas os cães também podem ser infectados pela urina ou sangue de outros animais que estejam contaminados.

Sintomas

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Entre os principais sintomas que indicam a doença estão a insuficiência renal aguda, a gastroenterite hemorrágica, lesões oculares, encefalite e icterícia. O diagnóstico é feito por meio de exames de urina e de sangue, para constatar a presença da bactéria causadora do mal. Se a enfermidade for confirmada, o pet deverá ser isolado para o tratamento à base de antibióticos.

Cuidados

cachorro vacina doglistener
Foto: Doglistener

Além da vacina que deve ser aplicada todos os anos, é necessário ter atenção nos passeios, manter a casa dedetizada e uma boa higienização no local onde os pets costumam ficar. “As pessoas devem ter cuidado na hora de passear para evitar que os pets brinquem em água parada, locais de enchente ou tenham contato, principalmente, com lixo e materiais trazidos de transbordo de bueiros”, orienta a veterinária. “Além disso, cães têm instinto caçador e podem ter contato com roedores, principalmente aqueles que vivem em casas”, completa.

Como proteger os pets

1 – Mantenha a vacinação contra a leptospirose em dia. Ela deve ser aplicada todos os anos.
2 – Retire as sobras de ração dos pets antes do anoitecer e mantenha limpas as vasilhas.
3 – O mesmo cuidado deve ser tomado com as vasilhas de água.
4 – Não deixe fezes dos pets pelo chão. Remova sempre e limpe o local com água sanitária.

cachorro beagle passeio agua
Pixabay

5 – Durante os passeios, tome cuidado para não passar perto de água parada e evite o contato com lama, lixo e material trazido de transbordo de bueiros.
6 – É importante manter a casa dedetizada e sempre limpa, assim como o local onde os pets costumam ficar.
7 – Procure o veterinário caso o pet tenha contato com água de enchente e apresente algum sinal no período de 30 dias.

Fonte: Petz

Salvar

Pets devem ser secos após pegar chuva

Veterinária orienta sobre os cuidados para manter os pets com pelos hidratados, saudáveis e cheirosos

A expressão ‘cheiro de cachorro molhado’ é usada para dizer que algo está com um odor específico de umidade. Mas, na verdade, o cheiro é o resultado de uma reação química da água com algumas secreções produzidas pelos cães. “Por isso, é importante secar bem os bichinhos após pegar chuva ou passar por poças d’água, pois as partes molhadas podem desenvolver alergias e fungos”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas do Centro Veterinário Seres, do grupo Petz.

A dica é válida também para os cãezinhos que costumam ir à piscina ou à praia. Caso o pelo fique úmido, pode causar infecções que provocam cheiro ruim. “Procure secar bem com uma toalha limpa, principalmente as patinhas e dobrinhas, e depois, caso necessário, usar o secador numa temperatura morna”, orienta Karina. Mesmo em dias quentes, não é indicado deixar o bichinho molhado secando sozinho ao sol.

Escovação

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Foto: QuickandDirtyTips

Escovar ajuda a ativar a circulação e a diminuir o mau cheiro, mantendo os pets limpinhos. Até aqueles com pelagem curta devem ser escovados diariamente. “O tutor pode aproveitar a hora da brincadeira para usar aquelas escovas-luvas, assim, ao mexer no pet, já está higienizando”, recomenda a veterinária. Karina também alerta para o controle de pulgas e carrapatos nesta época. “Os pets podem ficar extremamente doentes e até vir a óbito pela falta de cuidado com as doenças transmitidas por ectoparasitas.”

Ambiente

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Outra dica importante é deixar sempre o cantinho dos pets seco. A ‘roupa de cama’ deve ser trocada toda semana. Almofada, manta e caminha precisam ser mantidas limpas e secas, explica a veterinária.

No banho

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Foto: Amanda Cullingford/Pixabay

Nesta época, o banho é essencial para manter o odor agradável e o pet saudável. Indicado uma vez por semana em cachorros, deve ser feito com produtos adequados, com ph balanceado e hidratante, tanto para o pelo como para a pele. A veterinária alerta que é preciso proteger o ouvido dos bichinhos com um algodão apropriado para não entrar água, manter a temperatura da água amena e secar bem. “No caso de piscina e praia, é imprescindível depois lavar com água limpa e secar bem os bichinhos. As pessoas devem ficar atentas para retirar todo o resíduo de cloro ou de água salgada, para evitar o ressecamento”, orienta Karina.

Temperatura da água

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Depositphotos

A água não pode ser nem muito quente nem muito fria. A fria não consegue remover a gordura da pele. Já a muito quente pode retirar a proteção natural, sensibilizando a pele do pet. A temperatura deve variar entre 35°C e, no máximo, 37°C, controlada com termostato, pois assim auxilia na remoção de impurezas.

Produtos específicos

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Foto: Pethealthzone

O xampu tem que ser específico para os pets, com o ph balanceado, para não ressecar a pele nem a pelagem ou tirar a proteção natural delas. Caso não tenha um específico, é melhor procurar um pet shop para banho e tosa ou providenciar o produto certo para os pets. “Também não se deve usar sabão de coco. Diferentemente do que as pessoas acham, ele é abrasivo e pode retirar a proteção natural da pele dos pets, provocando irritação e até alergia”, conclui a veterinária.

Fonte: Petz

Saiba como proteger os pets das doenças de verão

Chuva, calor e insetos aumentam riscos de problemas mais recorrentes nesta época, como hipertermia, leptospirose, otite e dermatite; veterinária orienta a prevenção

Durante o verão, os pets costumam sair mais para passear, ter mais contato com outros bichos, ficar mais expostos ao sol, à chuva e à ação de insetos. Como algumas doenças são mais recorrentes nesta época, a prevenção e os cuidados com a saúde tornam-se fundamentais, alerta a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas do Centro Veterinário Seres, do grupo Petz.

Os pets são mais propensos a doenças de pele nessa época, principalmente aqueles que ficam muito tempo expostos ao sol. Os que vão à praia e à piscina ou pegam chuva, caso não tenham uma secagem adequada, podem ter dermatite úmida aguda e até otites.

A hipertermia, quando a temperatura corporal sobe excessivamente, e a desidratação também são uma grande preocupação, assim como as doenças gastrointestinais que podem ocorrer devido a altas temperaturas.

É preciso tomar muito cuidado com ectoparasitas, como pulga e carrapato, que se reproduzem intensamente nesta época. Com as chuvas, aumenta a incidência de leptospirose, assim como a ação de insetos que transmitem leishmaniose e dirofilariose, em determinadas áreas. “O importante é manter a visita ao veterinário e a carteira de vacinação em dia. A imunização e os cuidados são uma forma de proteger também a saúde de todos que convivem com os pets dentro de casa”, explica a veterinária.

Como evitar esses problemas

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Foto: SoIHeardMusic

Hipertermia – aumento brusco da temperatura corporal, que ultrapassa a capacidade compensatória do organismo. Nesses casos, o animal se mostra cansado, apresenta língua roxa (cianose), tem dificuldade para andar, respiração ofegante, vômitos e diarreias, chegando a convulsões e perda de consciência. Para prevenir, evite passeios nos horários de muito calor, como das 10 às 16 horas; aumente a oferta de água limpa e fresca; borrife o líquido no corpo do pet para refrescá-lo e deixo-o em ambientes frescos, protegidos do sol e com piso gelado.

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Foto: Cityofchicago

Leptospirose – doença infecciosa causada por uma bactéria chamada Leptospira presente na urina de ratos, transmitida principalmente nas enchentes. É uma zoonose que pode passar dos bichinhos de estimação ao homem. Além da vacina que deve ser realizada todos os anos, é necessário ter atenção nos passeios, manter a casa dedetizada e uma boa higienização no local onde os pets costumam ficar.

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Foto: Alvimann/MorgueFile

Dirofilariose – conhecida como a doença do “verme do coração”, é transmitida por picada de mosquito por parasita que se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. A incidência é maior em regiões litorâneas. A prevenção deve ser feita com aplicação mensal de vermífugos ou com uma dose anual da vacina contra o parasita Dirofilaria immitis.

gato coceira coçando

Dermatite –  inflamação ou infecção da pele muito comum em cães e gatos. A dermatite alérgica é provocada por picadas de insetos e a dermatite úmida está associada a proliferação de bactérias e fungos. As pessoas devem ficar atentas para secar bem os pets após chuva, banho de mar ou piscina. E também ao uso de repelentes e manutenção da limpeza nos ambientes que os bichinhos costumam ficar.

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Foto: Pethealthzone

Otite – surge a partir de uma inflamação no ouvido que se prolifera, causando incômodos e até mesmo dores. A enfermidade pode ocorrer na região externa, interna ou no meio do canal auditivo, e até mesmo em apenas uma orelha. A otite pode ser causada por diversos fatores, como proliferação de bactérias, fungos, presença de parasitas no corpo, sarna, produção de cera em excesso e muitos outros. Por isso, é importante proteger as orelhas dos pets durante o banho e mantê-las limpas e secas.

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Pulgas e carrapatos – as temperaturas altas representam ambiente ideal para a proliferação de pulgas e carrapatos. A maioria desses parasitas está no ambiente. É importante saber que a hipersensibilidade à picada de insetos é a causa mais comum das alergias em cães. A pulga, além de provocar os processos alérgicos, transmite verminose para cães e gatos. Nos bichanos, especialmente, transmite o Mycoplasma. Em grandes infestações, as pulgas causam anemia. Já a Erlichiose e a Babesiose, que são popularmente conhecidas como a “doença do carrapato”, causam a destruição de células sanguíneas. O ideal é manter os pets com medicamentos repelentes ou comprimidos orais próprios contra esses ectoparasitas.

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Doenças gastrointestinais – vômito, diarreia e mal-estar são sinais do problema que pode ocorrer devido a altas temperaturas. Uma forma de evitar é não mudar a dieta do animal nesse período e reforçar a oferta de água.

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Leishmaniose – doença infectocontagiosa transmitida pelo mosquito palha ou birigui, com a alta incidência nesse época, em regiões com situação sanitária precária. É uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida ao homem. A vacinação combinada ao uso de repelentes é a melhor fora de prevenção. Além disso, os repelentes também ajudam a afastar outros insetos como as moscas, responsáveis pela transmissão de doenças como berne e miíase.

gato branco

Câncer de pele – animais que ficam expostos por muito tempo no sol podem desenvolver câncer de pele. Um dos sintomas iniciais é uma vermelhidão na pele e úlceras que não cicatrizam (dermatites solares). As regiões mais afetadas pela radiação solar constituem o focinho e as extremidades das orelhas. Animais mais claros são as principais vítimas, como gatos brancos ou albinos e cães das raças Whippet, Staffordshire Terrier Americano, Boxer branco, entre outros. É importante de o uso do filtro solar específico para pets e também oferecer ambientes com sombra e frescos.

Fonte: Petz

Dicas e receita de sorvete de ração para refrescar os pets

No calor, é importante ter cuidados para evitar a desidratação, hipertermia, queimaduras nas patinhas e infestação de pulgas e carrapatos

Os cuidados com a hidratação de cães e gatos devem ser redobrados. Durante o verão, aumentam em 30% os casos de hipertermia, quando a temperatura do corpo do pet sobe muito, com risco de elevar a pressão e causar parada cardíaca. “Como não transpiram, os bichinhos trocam calor pela boca e têm maior dificuldade para manter a temperatura corporal”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz e do Centro Veterinário Seres.

Por isso, tudo que amenize os efeitos do calor é importante. Uma dica da veterinária para deixar os pets mais confortáveis é fazer o sorvete de ração ou colocar para gelar os snacks e petiscos e oferecer nos períodos mais quentes do dia.

Receita

Para preparar o sorvete, coloque uma porção de ração seca ou úmida nas forminhas de gelo, junto com um pouco de água, e leve ao freezer. Pode também bater no liquidificador com água. Mas é preciso bom senso na hora de oferecer ao pet. O ideal é servir um cubinho por dia, como petisco ou durante a refeição. Confira abaixo como melhorar o bem-estar dos bichinhos com a alta da temperatura.

Dez dicas para proteger os pets do calor:

1 – Sorvete de ração

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Foto: Richard W. Rodriguez/AP Images for PetSmart, Inc

Mantenha a alimentação normal com ração balanceada que tem todos nutrientes que o pet precisa. Mas deixe o pote sempre à sombra e retire as sobras para evitar deterioração. Para amenizar o calor, ofereça também o sorvete de ração.

2 – Água fresca

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Foto: Icon Home Design

Troque com frequência a água da vasilha, para que esteja sempre fresca e disponível, e estimule o pet a beber mais vezes ao dia. Nos passeios, leve o cantil ou use os bebedouros de parques e lojas mais vezes.

3 – Passeios

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Os melhores horários são iguais aos usados para passear com um bebê, entre 6 e 10 horas, e após as 17. De preferência, longe do asfalto quente, que pode causar queimaduras sérias nos coxins, as “almofadinhas” das patinhas dos pets. Ao notar que o bichinho está ofegante, é importante parar num local fresco, oferecer água, borrifar um pouco dela pelo corpo do cão.

4 – No carro

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Mantenha a ventilação do carro e, em caso de viagens longas, faça paradas para o pet se refrescar. Com apenas 10% de perda de fluidos corporais, eles já podem desidratar. Os sintomas são perda de elasticidade da pele, letargia, perda de apetite, olhos fundos, focinho, boca e gengiva secos.

5 – Filtro solar

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Foto: DrsFosterandSmith

Use filtro solar específico para pets no focinho, extremidades das orelhas e barriga para evitar câncer de pele. Os mais afetados são os de pelagem e pele mais claras, como o pit bull branco, maltês, whippet, staffordshire terrier americano e boxer branco.

6 – Atividades

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Pinterest

Sempre em horários de calor mais ameno, como no começo da manhã ou no final da tarde. Caso o pet goste de nadar, como o labrador e o golden, é preciso ter cuidado com os ouvidos e com o pelo, secando bem e retirando todo o resíduo de cloro ou de água salgada, para evitar inflamações e micose.

7 – Sombra

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Para os pets que ficam em quintal ou varanda, manter um local fresco, para que possam se proteger do calor e das chuvas de verão. O ideal é que tenham opções de sombra para se abrigar, além de um piso frio para deitar esparramado, ajudar a baixar a temperatura e facilitar as trocas de calor.

8 – Pulgas e carrapatos

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A hipersensibilidade à picada de insetos é a causa mais comum das alergias em cães. Por isso, intensifique os cuidados contra picadas de insetos, pulgas e carrapatos, pois as temperaturas altas formam um ambiente ideal para a proliferação deles. Peça orientação ao veterinário para utilizar os produtos mais apropriados para o seu pet.

9 – Doença da praia

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Foto: Alvimann/Morguefile

Para aqueles que vão ao litoral ou que moram em cidades que têm praia, é preciso prevenir contra a dirofilariose. Ao picar, o mosquito transmite parasita que se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. Procure o veterinário para indicação de vacina ou uso de vermífugo para prevenção.

10 – Vacinação em dia

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Carteira de vacinação deve estar em dia, pois há mais contato entre os pets, eles saem mais para passear, além da temporada de chuvas, que pode trazer risco de leptospirose.

Fonte: Petz

‘Golpe de calor’ pode provocar alterações neurológicas nos pets

Veterinária da Petz orienta como proteger os bichos de estimação durante o verão

Com a alta da temperatura, aumenta o risco de golpe de calor, também conhecido como intermação ou insolação, nos bichinhos de estimação. As clínicas veterinárias da Petz costumam registrar um crescimento de 30% nos casos.

“O problema é grave, pode afetar vários órgãos, causar quadro de insuficiência renal, alterações neurológicas e até mesmo levar à morte, caso não seja tratado a tempo. Por isso, a prevenção é fundamental”, alerta a veterinária Karina Mussolino, gerente técnica de clínicas da Petz.

Os sintomas

A reação ocorre quando a temperatura corporal sobe bruscamente e o organismo é incapaz de compensá-la. Ao ultrapassa os 42°C, geralmente surgem os sintomas. Cansaço fácil, língua roxa (cianose), dificuldade para andar, andar cambaleante ou até mesmo parar de andar são os primeiros sinais. O pet fica com a respiração muito ofegante e acelerada. Também pode cambalear, ter convulsões e, até mesmo, perder a consciência. Além de vômitos e diarreia.

O que fazer

“É uma emergência médica que necessita de uma intervenção imediata, para diminuir a temperatura corporal, como um banho com água a 20°C ou aplicar gelo nas virilhas e axilas e, de imediato, levar ao pronto atendimento veterinário, onde serão feitas outras manobras emergenciais”, orienta a veterinária.

Os pets mais sensíveis e suscetíveis são os mais jovens e os mais velhos, que apresentam dificuldades em suportar temperaturas elevadas, bem como os obesos e braquicéfalos (de crânio achatado), que têm mais dificuldades respiratórias e em diminuir a temperatura corporal. Mas qualquer pet está sujeito a esta alteração e é necessário seguir as recomendações básicas. Veja quais são a seguir:

Sete dicas para os pets enfrentarem o calor

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Foto: Icon Home Design

1. Hidratação – Deixe a água sempre fresca e disponível para os pets. Durante os passeios, leve cantil ou use os bebedouros de parques e lojas mais vezes.

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2. Passeios – Os melhores horários são antes das 10 horas e depois das 16 horas. De preferência, longe do asfalto quente, que pode causar queimaduras sérias nos coxins, as “almofadinhas” das patinhas dos pets.

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Foto: SoIHeardMusic

3. Borrifar água – Ao notar que o bichinho está ofegante, é importante levar a um local fresco, oferecer água, borrifar um pouco dela pelo corpo do cão.

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4. Ar fresco – Nunca deixe os pets em locais trancados e abafados sem circulação de ar, como por exemplo fechados dentro do carro.

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5. Exercícios – Evite caminhadas longas e exercícios intensos nos dias de muito calor.

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Foto: Tulio Sabino

6. No carro – Durante as viagens, deixe o ar-condicionado ligado ou as janelas abertas. Faça pausas para o pet tomar água, descansar e ficar na sombra.

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Foto: Goodshomedesign

7. Ao ar livre – Para os pets que ficam muito tempo sozinhos no quintal ou na varanda, é importante manter um local fresco, onde não bata sol, para que possam se proteger do calor.

Fonte: Petz

Aprenda a fazer bolo de aniversário para cães e gatos

A Petz criou duas receitas especiais para os peludos se divertirem nas festas sem prejudicar a saúde

A Petz faz 16 anos e para comemorar criou duas receitas simples e práticas de bolo para cães e gatos, que podem ser feitas também nas festas de aniversário deles. Todos os ingredientes utilizados são exclusivos para dos bichinhos de estimação. A quantidade recomendada é de 2 gramas do bolo por quilo do pet, caso as demais refeições do dia terem ocorrido normalmente.

Porém, se o bolo for substituir uma refeição, a porção deve ser equivalente à quantidade habitual de ração. A rede de pet shop também lançou um vídeo que mostra como preparar o quitute.

“Festinha de aniversário para os pets promove uma interação muito positiva entre os bichinhos de estimação. O ideal é deixar que os ‘cãonvidados’ tenham toda a liberdade possível para brincar uns com os outros e aproveitar o momento de socialização”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz.

“É importante consultar o veterinário para entender se não há nenhum tipo de restrição na dieta dos pets. Caso contrário, só precisa ficar atento para não deixá-los exagerar no bolo e nos petiscos”, completa.

Receita de bolo para cães (assista ao vídeo aqui)Petz bolo cachorro 2

Ingredientes
Ração úmida
Ração úmida de frango
Chocolate para cachorro
Biscoito pequeno em forma de osso para decoração
Biscoito pequeno em forma de osso para colocar ao redor

Modo de preparo
– Misture 360 g de ração úmida com 30 ml de água morna.
– Coloque 195g de patê de frango para cães em uma forma circular sem fundo e leve à geladeira por 1h.
– Derreta 225g de chocolate para cachorro no micro-ondas.
– Tire o patê de frango da geladeira. Tire da forma e decore em volta com biscoitos caninos. Use o chocolate derretido como se fosse cola. Depois cubra com restante do chocolate.
– Termine de decorar com biscoitos caninos menores.

Receita de bolo para gatos (assista ao vídeo aqui)

Petz bolo gato 1

Ingredientes
Ração úmida patê de frango
Ração úmida

Modo de preparo
– Misture 290 g de ração úmida com 30 ml de água.
– Coloque metade da mistura numa travessa redonda. Cubra com 70g de ração úmida de peito de frango. Depois, cubra tudo com a outra metade de ração. O resultado final é parecido com um biscoito recheado.
– Leve à geladeira por 1h30
– Use mais 70 g de ração úmida dentro uma forminha e ponha sobre papel manteiga. Leve à geladeira por 1h30.
– Depois de 1h30, desenforme o bolo e ponha em um prato. Cubra com mais 70g de ração úmida sabor peito de frango.
– Tire a ração úmida da forminha e ponha por cima de tudo.

Fonte: Petz

Problemas respiratórios em pets: atendimentos aumentam 60% em clínica

Olá, escrevo antes da matéria para avisar que criei um novo blog para tratar apenas dos temas pets, animais de estimação, natureza, meio ambiente, comportamento: Se meu pet falasse. Estou postando esses assuntos por lá também. Portanto, se gosta desses temas, comece a seguir o novo espaço clicando aqui. Os demais assuntos continuam aqui. Obrigada.

Sem previsão de chuva para os próximos dias, a baixa umidade do ar deve prevalecer, afetando também a saúde de cães e gatos. Nesta época do ano, as clínicas da Petz registram aumento de cerca de 60% nos problemas respiratórios e oculares, para atendimentos ambulatoriais, inalação, oxigenioterapia e emergências. Assim como as pessoas, os pets apresentam sintomas como coceiras nos olhos, boca seca, cansaço, dificuldade para respirar e desidratação.

“Os bichinhos com focinho curto ou achatado, como o shi-tzu, o pug e os bulldogs, que já apresentam dificuldade para respirar, acabam tendo o problema agravado, assim como os filhotes em geral”, afirma a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz. Para evitar que eles tenham qualquer mal por causa do ar seco, Karina orienta a tomar alguns cuidados.

Alterações que podem ocorrer:

. Os pets podem ficar mais ofegantes e sofrer de crise respiratória com ar seco. O ideal é evitar caminhadas longas e brincadeiras muito ativas nesses dias, principalmente das 10h às 16h.

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. Aumenta o risco de contrair a traqueobronquite canina ou a rinotraqueite felina. Caso não sejam tratados adequadamente, esses transtornos podem levar a complicações e até a uma pneumonia.

. Pets de focinho curto ou achatados (braquicefálicos): com maior dificuldade de respiração e predisposição para esses problemas e, assim como filhotes, podem ter aumento de secreção nasal e até contrair gripe.

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Foto: Warren Photographic

. Os olhos dos pets podem ficar mais vermelhos, lacrimejar e coçar. Isso pode fazer com que eles tentem aliviar a coceira com as patinhas, provocando lesões ou até levar bactérias para os olhos, causando a infecção chamada de conjuntivite.

Como amenizar os efeitos do clima

1 – Fique atento à alimentação, se o pet está se comendo bem, se continua ativo e brincando.

2 – Leve sempre recipientes de água para os passeios. Em casa, troque a água várias vezes ao dia.

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3 – Deixe toalhas molhadas ou bacias com água próximas aos locais de descanso. Umidificadores de ar também são recomendados.

4 – Diminua quantidade de exercícios, principalmente entre 10h e 16h.

5 – Faça hidratação com produtos específicos para pets.

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Foto: AeroDawg

6 – A inalação pode e deve ser feita somente com soro fisiológico para animais com problemas respiratórios durante fases de tempo seco, pois umidifica as vias aéreas e facilita a respiração.

7 – A limpeza dos olhos deve ser feita com solução fisiológica, passando o algodão delicadamente.

8 – Mantenha a vacinação contra a gripe em dia, assim como todas as outras, além do reforço anual.

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9 – Fique atento a qualquer sinal de tosse, secreção nasal e ocular e dificuldade respiratória grave.

10 – Leve o pet para um check-up e diagnóstico precoce de alterações respiratórias.

Fonte: Petz

Proibição dos fogos de artifício vai beneficiar animais

Nova lei que começou a valer em São Paulo proíbe fogos de artifício com barulho

A lei que veta fogos de artifício com estampidos, sancionada pelo prefeito de São Paulo, Bruno Covas, já ganhou a aprovação de muitas pessoas, principalmente dos tutores de pets. Às vésperas da Copa do Mundo, quando aumenta o uso de fogos, a medida é um alívio para protetores e tutores.

“Com a audição muito mais sensível que a dos humanos, os pacientes sofrem com o estampido dos fogos. No caso dos cães, coração acelerado, salivação excessiva e tremores são indicativos de que algo não está bem. Em pânico, os bichinhos podem ter reações inesperadas e se machucar. No caso de pacientes doentes, o quadro de saúde pode se agravar”, explica a veterinária Karina Mussolino, gerente de clínicas da Petz.

Alguns sintomas que evidenciam que o pet pode estar com medo quando tiver algum fator de ameaça são: agressão, eliminação de fezes/urina, derramamento de saliva, vômito, hiperatividade, hipervigilância, busca de atenção, fuga, postura abaixada/encolhida, vocalização, tremores.cao-medo-estrondos

Muitos tentam fugir nessas ocasiões e, por muitas vezes, podem ficar presos em portas, portões ou janelas; quebrar objetos ou até mesmo vidraças e se cortar ou ferir. Há risco de atropelamento, pois o animal pode escapar e ir para a rua. Se o artefato explodir muito próximo ao animal, pode lesionar o tímpano e, como consequência, comprometer a audição.

Como lidar com o barulho

Para as cidades onde ainda não há legislação, o ideal, nas épocas de Copa do Mundo e Réveillon, é realizar um trabalho de ‘força tarefa’ para habituar o pet aos diversos barulhos, de uma maneira que se adapte e não manifeste os sintomas acima citados decorrente do medo e fobia, orienta Karina.

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Algumas dicas

. Utilizar sons com barulhos de fogos e trovões, ou barulhos de TV ou som alto no momento em que tem alguém em casa para acompanhar, desviar o foco, interagir com o pet, assim ele não associa o medo com algo negativo e sim com uma atividade divertida;

. Utilizar protetores auriculares próprios para pets;

. Deixar disponível na residência feromônios sintéticos que auxiliam na adaptação;

gato com medo

. Para alguns pets que preferem se esconder, restringir o espaço e ficar quietinho num local. Exemplo: caixa de transporte “porto seguro”;

. Deixar roupas, toalhas e ou cobertores com o cheiro dos tutores para que os pets se sintam protegidos;

. Não punir, mostrar indiferença ao comportamento de medo, mas sempre se manter perto;

. Usar recompensas positivas (petiscos, brinquedos).

Todas essas medidas, afirma a veterinária, devem ser feitas de maneira preventiva e em longo prazo, por isso falamos que seria uma ‘força tarefa’ para que ocorra a mudança do hábito e ausência do medo.

Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres, não prender na coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter em espaço livre para que não se machuquem (por exemplo: áreas pequenas, portões, lanças).

No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite ficar chamando para não estressá-lo mais. Evite a automedicação, sem orientação do veterinário, pois há risco à saúde dos bichinhos.

cachorro fogos

Nova lei

A lei sancionada em São Paulo prevê multa de R$ 2.000,00 para quem descumprir a determinação. Em caso de reincidência em menos de 30 dias, o valor será dobrado. Os fogos com efeitos visuais e sem estampido continuam autorizados, bem como os que produzem sons de baixa intensidade.

Fonte: Petz

N.R.: Eu sempre fui a favor que isso mudasse. Não são apenas os animais de estimação que sofrem. Na época de Réveillon é comum vermos pássaros que morrem por causa do som e das luzes. Creio que várias cidades do país deveriam seguir essa mudança.

 

 

 

Risco do ‘verme do coração’ em pets aumenta no verão

Veterinária da Petz orienta como prevenir a dirofilariose, doença transmitida pelo mesmo mosquito da dengue, que provoca insuficiência cardíaca nos bichinhos de estimação e tem maior incidência nesta época do ano

Com o aumento dos mosquitos no verão, cresce o risco de transmissão de doenças. No caso dos pets, o mesmo mosquito que propaga a dengue entre os humanos pode transmitir a dirofilariose, conhecida como a doença do “verme do coração”. O parasita transmitido pela picada do mosquito se aloja no coração de cães e gatos, provocando lesões e até insuficiência cardíaca. A incidência é maior em regiões litorâneas, mas também há casos na capital paulista.

“Por isso, prevenir é fundamental, além do check-up antes e depois das viagens, para obter informações com os veterinários sobre a melhor forma de proteger e tratar dos pets”, afirma a veterinária e gerente de clínicas da Petz, Karina Mussolino. Ela explica que a prevenção deve ser feita com aplicação mensal de vermífugos ou com uma dose anual da vacina contra o parasita Dirofilaria immitis. Apesar de a doença afetar também os gatos, a vacina por enquanto só é indicada para cães a partir de nove meses de idade

O que é a doença

Além do Aedes aegypti, a doença pode ser transmitida pela picada dos mosquitos Culex e Anopheles infectados. Apatia, tosse, falta de ar, perda de peso, cansaço e dificuldade para se exercitar são alguns dos sinais da enfermidade, que vem se espalhando de forma silenciosa. “Pode ser detectada com um simples teste de sangue e, caso seja diagnosticada cedo, as chances de recuperação são maiores”, orienta Karina.

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Como tratar

Quando instalada, a dirofilariose reduz expectativa de vida, pode deixar sequelas graves e até matar por insuficiência cardíaca súbita. O tratamento é voltado para acabar com as microfilárias (vermes jovens), evitando que novos parasitas cheguem à fase adulta e, com isso, se reproduzam e ocupem mais espaço no coração e nos vasos sanguíneos no pet. O tipo de medicamento, o período e a dosagem devem ser determinados pelo veterinário, pois podem variar pelo número de vermes, a duração da infecção e a resposta do organismo do pet.

Fonte: Petz