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7 mentiras sobre restrição de glúten e lactose na dieta

Retirada total para quem não tem intolerância ou doença celíaca pode causar problemas à saúde

As dietas com restrição ou a retirada total de glúten e lactose têm ganhado espaço na casa de muitas pessoas que buscam emagrecer. Nos últimos 12 meses, segundo o Google Trends, a busca por “dieta sem glúten” cresceu mais de 550%. Já a procura por “dieta sem lactose” registrou um aumento repentino. Porém, quem não tem intolerância aos ingredientes deve ter cuidado com medidas assim. Essas restrições extremas devem ser seguidas pelos intolerantes à lactose, sensíveis ao glúten e os celíacos.

O glúten é uma proteína presente no trigo, cevada e centeio, responsável pela elasticidade nas massas e por dar maior flexibilidade aos alimentos. Já a lactose é o açúcar existente no leite – o leite de vaca, por exemplo, contém cerca de 5% de lactose.

Por conta da busca pelo peso ideal, muitos têm retirado o carboidrato e a proteína da rotina alimentar. Porém, a nutricionista do Hospital Marcelino Champagnat, Patrícia Lara, afirma que as dietas restritivas, sem glúten e lactose, são recomendadas apenas para quem tem diagnóstico clínico. “Não existe uma comprovação científica que certifique o benefício ou justifique a retirada desses itens da dieta para os indivíduos saudáveis”, destaca. Sendo assim, há muitos mitos sobre a redução do consumo de glúten e lactose na dieta alimentar. Confira alguns deles abaixo:

Glúten engorda

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Mentira. O glúten não é o responsável pelo aumento de peso. Mas, de acordo com a nutricionista, o que faz engordar são os outros componentes dos alimentos que contêm glúten, como carboidrato e gordura. Sendo assim, a perda de peso pode ser pelo fato da retirada de pizza, cerveja e doces da dieta.

Retirar lactose da alimentação ajuda a emagrecer

Mentira. Não há evidências científicas que mostrem que cortar a lactose da dieta pode ajudar a reduzir o peso. “O fato de algumas pessoas emagrecerem com a restrição da lactose pode ser devido à diminuição calórica total na dieta”, explica Patrícia. Para emagrecer, a indicação é seguir uma alimentação saudável e equilibrada, com ajuda de um profissional.

Glúten é um carboidrato

Mentira. O glúten é uma proteína encontrada no trigo, cevada e centeio. “Quando o glúten é consumido de maneira equilibrada e correta, ao chegar no intestino ajuda na renovação das bactérias boas e na digestão alimentar”, ressalta a nutricionista.

Alimentos integrais não têm glúten

Mentira. Pão, macarrão, biscoitos e torradas contêm glúten. Dessa forma, mesmo na versão integral, em cardápios com uma alimentação equilibrada, a proteína está presente. “A definição de alimentos integrais está na quantidade de fibra que ele possui, os outros componentes continuarão na mesma proporção. Um exemplo são as farinhas com o selo do Whole Grain Council, que fazem parte do portfólio da Unium e que possuem 100% dos componentes dos grãos de trigo e procedência do alimento”, explica o coordenador de negócios do moinho de trigo da Unium, Cleonir Vitorio Ongaratto.

Lactose é prejudicial para quem não tem intolerância

Mentira. A lactose não causa prejuízo para quem não apresenta intolerância. O consumo em excesso pode provocar desconfortos gastrointestinais temporários. Desde que o leite tenha qualidade e procedência, com a presença de cálcio e ferro, pode auxiliar no fortalecimento dos ossos e no combate à anemia. Para o coordenador comercial de leite da Unium, Rogério Marcus Wolf, o cuidado na industrialização é essencial. “Para um leite de qualidade e que mantenha suas características originais, e que fazem a diferença para a saúde, a atenção tem que começar na criação de animais e seguir até o fim da cadeia produtiva, no envio do produto aos mercados. Cada fase do processo exige dedicação e, claro, o compromisso de entregar um produto final de qualidade para o consumidor”, ressalta.

A retirada de glúten e lactose não causa problemas para a saúde

Mentira. A restrição completa de leite e derivados, a longo prazo, pode ocasionar problemas à saúde, como osteoporose. Já o problema da diminuição de glúten é a redução da quantidade de fibras na alimentação, já que, se feita sem a ajuda de um profissional, o consumidor pode acabar reduzindo o consumo das fibras como consequência da retirada do glúten. “Quando feitas sem acompanhamento e instrução, as dietas sem glúten podem ficar pobres em cereais, integrais e fibras por conta da restrição de alguns alimentos. Essa falta de alguns itens pode influenciar diretamente na saúde do intestino, por exemplo”, explica a nutricionista.

Somente crianças podem consumir lactose

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Mentira. A lactose é um carboidrato que pode ser consumido durante toda a vida, exceto intolerantes ou alérgicos. “Ao tomar qualquer decisão referente à saúde, é primordial que as pessoas consultem médicos e especialistas, ainda mais se tratando da saúde de crianças, que precisam dos nutrientes essenciais para um crescimento saudável”, finaliza Patrícia.

Fonte: Unium

Adequar dieta é caminho para conviver com intolerância à lactose

Dependendo do caso, não é necessário se afastar completamente do leite e seus derivados, apenas dosar as quantidades. Readequação alimentar pode reduzir sintomas, que podem ser dores, inchaços abdominais, gases e diarreia

O leite é fonte de proteínas e gordura, mas também conta com carboidrato em sua composição. E é esse açúcar do leite o responsável por um mal-estar em pacientes que sofrem com intolerância à lactose.

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“Pacientes que têm incapacidade total ou parcial de produzir a enzima lactase, que quebra a lactose facilitando a digestão, geralmente, após ingerir derivados do leite, sofrem com dores e inchaço abdominais, além de gases e diarreia. A lactose que não foi devidamente quebrada acumula-se no intestino e é fermentada por bactérias locais, o que provoca o mal-estar”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran.

“Mas a readequação na dieta ajuda nesse processo, permitindo ao paciente viver sem dores e desconfortos”, acrescenta a médica.

O problema pode surgir em qualquer idade. Durante a amamentação, os bebês produzem lactase em larga escala, mas essa produção cai naturalmente com o desmame. Há alguns fatores de risco que contribuem para o aparecimento da condição, dentre eles: doenças gastrointestinais, envelhecimento, predisposição genética, diabetes, realização de cirurgia bariátrica e infecção por rotavírus. O diagnóstico é confirmado com avaliação médica e exames laboratoriais.

“O tratamento vai da redução ou limitação completa do consumo de lácteos, podendo ser indicado também cápsulas de lactase para ajudar na digestão”, afirma.

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Apesar do diagnóstico causar decepção para os amantes de queijos, doces e leites, são raros os casos em que se retira completamente esses alimentos da dieta. “E mesmo nesses casos, hoje há muitas opções de alimentos que já contam com a enzima lactase na sua composição ou então alternativas veganas, com leites e queijos de origem vegetal, que podem ser assimilados na dieta com parcimônia. É sempre importante verificar se essa bebida vegetal é calórica, fonte de gordura ou de proteína para equilibrar a alimentação”, diz a médica.

Nos casos em que a orientação é apenas a diminuição da quantidade de derivados do leite, uma dica é fracionar esses produtos na alimentação em menores doses, consumindo pouco deles em cada refeição. “Há lácteos menos perigosos, como os queijos, que normalmente possuem menos lactose que o leite. Com exceção dos tipos frescos, eles concentram quantidades mínimas desse açúcar. Mas tudo depende da sensibilidade de cada organismo”, diz a médica.

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Para quem evita o consumo do leite e derivados, é necessário ficar de olho no nível de cálcio, um dos minerais mais importantes, envolvido na constituição dos ossos e dentes, contração muscular, coagulação do sangue, transmissão de impulsos nervosos e secreção de hormônios.

“Outros alimentos que podem ser fontes de cálcio para compensar a dieta sem leite são legumes e verduras (vegetais de folhas verdes, couve, alface, abobrinha, repolho, brócolis, aipo, mostarda, erva-doce), feijão, ervilhas, salmão, tofu, laranja, amêndoa, sementes de gergelim, melaço e cereais enriquecidos com cálcio”, finaliza a médica.

Marcella Garcez: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Intolerância à lactose: 14 maneiras de continuar a amar laticínios

Se você é como eu e tem intolerância à lactose, estas dicas vão ajudar e bastante na sua rotina diária:

1 – Conheça o seu limite de lactose

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Se é intolerante à lactose, você ainda pode comer alimentos com lactose – com moderação. A chave é conhecer o seu limite. Mantenha um diário alimentar, anote quando, o quê e o quanto você comeu e como você se sentiu. Você deve ver um padrão emergir e vai aprender quanto ou pouca lactose pode consumir. Então, fique no seu limite.

2 – Considere leite e outros laticínios sem lactose

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Para os bebedores regulares de leite, a maioria dos supermercados tem leite sem lactose ou com baixo teor de lactose em suas seções de laticínios ou alimentos especiais. Você também pode encontrar queijo sem lactose, iogurte sem lactose e outros produtos lácteos. Pode ser difícil obter cálcio suficiente quando você é intolerante à lactose. O leite sem lactose, no entanto, tem a mesma quantidade de cálcio que o normal.

3 – Tome o controle de sua alimentação

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Assuma o controle de suas refeições em vez de lutar para encontrar algo que você possa comer em um menu. Ao cozinhar em casa, você pode substituir o leite em receitas com a versão sem lactose. Você também pode comprar um livro de receitas  sem lactose e começar a experimentá-las. Muitas receitas clássicas podem ser adaptadas para se adaptarem a uma dieta intolerante à lactose. Controle os ingredientes que vão na refeição e pode se surpreender com quanta variedade você pode comer.

4 – Considere suplementos de lactase

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Não é uma cura, mas tomar suplementos de enzima lactase pode ajudá-lo a comer alimentos que contenham lactose. Os suplementos são encontrados em muitas formas, incluindo cápsulas e comprimidos mastigáveis. Eles podem ser particularmente úteis se você não souber os ingredientes exatos da sua refeição. Se os suplementos não ajudarem os seus sintomas, certifique-se de consultar o seu médico.

5 – Caça à lactose oculta

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A lactose é encontrada na maioria dos produtos lácteos, exceto aqueles marcados com “sem lactose”, como leite ou queijo sem lactose. Também pode ser em alimentos embalados, como misturas secas, refeições congeladas e assados. Leia atentamente os rótulos dos alimentos e atente para ingredientes como “sólidos de leite”, “leite em pó” e “coalhada”. Se você optar por comer esses alimentos, talvez seja necessário tomar um suplemento de lactase para ajudar a prevenir os sintomas.

6 – Pergunte aos especialistas

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Aprender uma nova maneira de comer não é fácil, mas você não precisa fazer isso sozinho. Peça ao seu médico para sugerir uma nutricionista para ajudá-lo a gerenciar sua dieta. Ela pode ensiná-lo a ler os rótulos dos alimentos, compartilhar dicas de alimentação saudável, informar a quantidade de laticínios que você pode comer ou beber sem sintomas e indicar alimentos com lactose reduzida ou sem lactose para fornecer uma dieta bem equilibrada.

7 – Porções menores, menos sintomas

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Talvez você não possa desfrutar de um copo grande de leite com biscoitos, mas você pode tentar uma porção menor. Comece com um copo de 120 ml em vez de um total de 240 ml. Aumente gradualmente a quantidade de leite até começar a notar sintomas desagradáveis. Ouça seu corpo. Ele informará quando você atingiu seu limite. Se você quiser evitar completamente a lactose, experimente o leite de vaca sem lactose ou bebidas não lácteas, como o leite de soja.

8 – Desfrute de laticínios, acompanhados

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Em vez de comer ou beber produtos lácteos por si só, tente consumi-los com alimentos que não contenham lactose. Para algumas pessoas, a combinação de produtos lácteos com outros alimentos pode reduzir ou mesmo eliminar os sintomas habituais. Portanto, não beba apenas um copo de leite pela manhã. Despeje sobre o cereal ou tenha um pedaço de torrada do lado.

9 – Escolhas os melhores queijos para você

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Com intolerância à lactose, você ainda pode comer queijo, mas escolha com cuidado. Queijos duros e envelhecidos, como suíço, parmesão e cheddar, são mais pobres em lactose. Outras opções de queijo de baixa lactose incluem cottage ou feta, feito de leite de cabra ou ovelha. Certos tipos de queijos – especialmente os macios ou cremosos, como brie, são mais ricos em lactose. Se você quiser evitar laticínios completamente, tente queijos sem lactose.

10 – Aprenda a amar o iogurte

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Procure por iogurte com culturas bacterianas vivas e ativas. Quando você come esse tipo de iogurte, as culturas bacterianas podem ajudar a quebrar a lactose. Além disso, apenas 1 xícara de iogurte natural com baixo teor de gordura fornece 415 mg de cálcio. Mas esqueça o frozen yogurt. Ele não contém culturas vivas suficientes, o que significa que pode causar problemas para pessoas intolerantes à lactose. Para estar seguro, você pode sempre escolher iogurte sem lactose.

11 – Probióticos para intolerância à lactose

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Para algumas pessoas, os probióticos podem aliviar os sintomas da intolerância à lactose. Probióticos são microrganismos vivos, geralmente bactérias, que restauram o equilíbrio de bactérias “boas” em seu sistema digestivo. Eles podem ser encontrados em alimentos como iogurte ou kefir – leite rico em probióticos – bem como suplementos dietéticos. Fale com o seu médico para ver se os probióticos que podem ajudá-lo.

12 – Comer fora quando se é intolerante à lactose

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Você ainda pode jantar fora seguindo uma dieta sem lactose. Pergunte ao garçom se há um guia para o menu que mostra quais alimentos contêm leite. Ou deixe o seu anfitrião saber quais os alimentos que você está evitando. Tome um suplemento de lactase no caso de escapar algum ingrediente lácteo. Coma com simplicidade. Por exemplo, pule os molhos cremosos e condimentos lácteos como creme azedo.

13 – Cozinha caseira com baixa lactose

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Cozinhar com baixa lactose requer uma mudança de pensamento. Quanto mais simples você cozinhar, melhor. Use ervas e temperos para dar sabor à carne, peixe e legumes. Atenha-se a ingredientes frescos e use menos alimentos preparados. Experimente com caldo de galinha ou leites sem lactose para fazer molhos. Use queijos de baixa lactose para assar. Explore as cozinhas – como o mediterrânea ou a asiática – que não dependem muito de produtos lácteos.

14 – Ouça seu corpo

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Conforme você experimenta a ingestão de produtos lácteos, descobre quanto seu sistema digestivo pode suportar. Ouça o seu corpo e escolha sabiamente. Quer uma fatia de pizza de queijo? Lembre-se de como você se sentiu na última vez que comeu isso. Você inchou, sentiu-se desconfortável ou teve cólica? Se assim foi, tome um suplemento de lactase antes ou, em vez disso, troque por um sanduíche ou salada.

Fotos: Getty Images

Fonte: WebMD

Nova campanha de conscientização sobre intolerância à lactose

Um terço da população brasileira pode ter intolerância à lactose, mas apenas 4% das pessoas procuram um diagnóstico ou cortam o leite da alimentação, segundo estudo realizado pelo centro de pesquisas Data Folha.

Para conscientizar a sociedade sobre o tema e a importância do diagnóstico, a farmacêutica Eurofarma dobrou o investimento em marketing de Perlatte, a única enzima lactase com estudo clínico no Brasil, que já vem em comprimidos prontos para consumo.

Pesquisa

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Segundo pesquisa conduzida pelo Data Folha, 35% da população com idade acima dos 16 anos, cerca de 53 milhões de pessoas, relatam algum tipo de desconforto digestivo após o consumo de derivados do leite. No mundo, estima-se que 60% a 70% da população apresenta algum nível de dificuldade de digestão ou debilidade da enzima lactase.

A pesquisa mostra que entre pessoas que relataram algum tipo de desconforto gastrointestinal, 88,2%, jamais receberam um diagnóstico médico, a maioria homens com mais de 35 anos. Apenas 4% das pessoas relatam terem ido procurar ajuda médica e, dentre esses, 1% foi diagnosticado com Intolerância à lactose, o que corresponde a 1,5 milhão. As mulheres apresentam maior incidência da doença, correspondendo a 59% dos casos.

Campanha

Idealizada pela agência Santa Clara, a campanha lançou durante o carnaval de Salvador a música “Pode ter”, interpretada pela cantora Claudia Leitte. A música é um hino da tolerância, incentivando o respeito às diferenças. Não por acaso, o clipe “Pode Ter” foi gravado em Los Angeles, que é considerada a capital mundial da tolerância. A produção foi feita pela Produtora Movie3 Filmes e teve a direção de Mess Santos, que já dirigiu Claudia nos clipes “Baldim de Gelo”, “Taquitá” e “A Bela do Baile”.

As ações se estenderão ao longo do ano. A campanha entrará em uma fase educativa, usando a mensagem-chave “Será que você pode ter intolerância à lactose?”. “O mote é ‘Pode Ter’ porque pode ter intolerância à lactose, basta ter tratamento adequado para aliviar os sintomas sem ter que cortar o leite e seus derivados. O objetivo é incentivar as pessoas que desconfiam ser intolerantes a procurar um médico para o diagnóstico correto”, diz Roberta Junqueira, diretora de marketing da Eurofarma.

Além da música e do clipe, a campanha inclui anúncios em mídias como GNT, rádio CBN, Band News FM e rádio Globo, sempre focando nos diferenciais do produto e de esclarecimentos sobre a intolerância à lactose. “Perlatte é a única do mercado com estudo clínico no Brasil e com comprimidos prontos para consumo que aliviam os sintomas do intolerante. Nosso objetivo é levar informação e desmistificar o uso do leite no dia a dia” ressalta Roberta.

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Fonte: Perlatte

 

 

 

 

 

 

Lactose: mitos e verdades sobre o açúcar do leite

Pesquisas feitas em todo o mundo mostram que quase três em cada quatro pessoas no planeta (75%) reagem mal aos derivados do leite. No Brasil, estima-se que este percentual atinja 40% da população. A deficiência primária ocorre com a diminuição da produção da lactase como consequência do envelhecimento.

Esse fato é mais evidente em algumas etnias como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos). Estima-se que a intolerância à lactose atinja 6% das crianças com menos de três anos de idade e 3,5% em adultos, segundo levantamento do Ministério da Saúde.

Você sabe o que é a lactose? A nutricionista Priscila Bergamin, profissional parceira da Verde Campo, empresa referência e pioneira no mercado de produtos sem lactose, esclarece os principais mitos e verdades sobre ela.

A intolerância acontece pela incapacidade do organismo de digerir o açúcar do leite.

mulher bebendo leite

Verdade – a intolerância à lactose acontece por causa da deficiência de lactase, responsável por quebrar as moléculas de lactose e convertê-las em glicose e galactose, dois tipos de açúcar que geram energia para o organismo.

A lactose está presente em todos os alimentos derivados do leite.

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Mito – existem alguns queijos de fermentação longa, como o parmesão que, devido ao seu processo fermentativo, toda a lactose presente é metabolizada pelo fermento. “Encontramos produtos cuja lactose é hidrolisada por meio da adição da enzima lactase durante o processo produtivo, como os produtos LacFree, da Verde Campo, que oferece iogurtes, queijos e requeijão sem lactose”, complementa Priscila.

Produtos sem lactose são frutos de um processo químico que transforma a lactose em lactase.

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Mito – produtos sem lactose são frutos do processo bioquímico da hidrólise da lactose, ou seja, a lactose é “quebrada” por meio de uma reação enzimática da lactase.

Produtos sem lactose são pobres em cálcio.

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Mito – o teor de cálcio não depende do teor de lactose no produto.

A retirada da lactose da alimentação ajuda no emagrecimento.

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Mito –  toda dieta com a finalidade de emagrecimento deve ser orientada por um nutricionista. De maneira geral, para obter o emagrecimento, o indivíduo deve ingerir menos calorias do que gasta; a retirada da lactose não necessariamente diminuirá a ingestão calórica nem aumentará o gasto energético de uma pessoa.

Retirar a lactose do dia a dia diminui o inchaço abdominal.

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Mito – o inchaço abdominal de um indivíduo pode ter diversos motivos. Nas pessoas com intolerância à lactose, o inchaço pode ser devido ao acúmulo de gases e líquidos no intestino.

Intolerantes à lactose não podem consumir produtos enriquecidos com whey protein.

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Mito – devido às tecnologias atuais, o teor de proteínas do soro (whey protein) não tem relação ao teor de lactose no produto. Se na embalagem do produto que contém whey protein contiver a informação “zero lactose”, o produto será seguro para o indivíduo com intolerância.

Todo mundo tem um desconforto com produtos com lactose.

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Mito – a lactose causa desconforto em quem é intolerante a ela ou se o consumo for excessivo.

Leites UHT sem lactose apresentam um sabor adocicado.

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Verdade – o poder de adoçar da lactose é inferior ao somatório do poder de doçura da glicose e galactose. Consequentemente, ao hidrolisarmos a lactose, é possível obter um produto com sabor mais adocicado, sem aumentar seu valor calórico original.

O leite de búfala tem menos lactose do que o de vaca.

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Mito – a quantidade de lactose é similar de ambos os tipos de leite.

A lactose só deve ser consumida durante a infância.

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Mito – a lactose é um carboidrato capaz de nutrir, que pode ser consumido durante toda a vida do ser humano, desde que esse não apresente intolerância à lactose.

Iogurtes têm baixa lactose, por isso são seguros para pessoas com intolerância.

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Mito – o único tipo de iogurte seguro para as pessoas com intolerância à lactose são os iogurtes zero lactose.

Fonte: Verde Campo

Leite de coco pronto para consumo

Depois conquistar o mercado com sua água de coco 100% natural, a Obrigado traz sua nova linha de bebidas. Opção saudável para qualquer hora e local do dia como café da manhã, lanche da tarde, no trabalho e na escola, o leite de coco pronto para consumo, sem lactose, apresenta as versões original, manga e maracujá, chocolate, e banana com morango e linhaça.

O leite de coco da Obrigado traz dez vitaminas em sua composição, além do ácido láurico, uma poderosa substância natural, também encontrada no leite materno, com propriedades antivirais, antifúngicas, antibacterianas, digestivas, imunoestimulantes, antioxidantes e que ainda age regulando os hormônios da tireoide e acelerando o metabolismo.

“Os leites vegetais vêm crescendo muito no Brasil por oferecerem alternativas saudáveis e serem ideais para os intolerantes à lactose. A missão da Obrigado foi encontrar a melhor matéria-prima para pessoas que buscam um leite saudável. A marca é comprometida em trazer sempre produtos de alta qualidade, diferenciados, saborosos e com muitos benefícios para a saúde, mostrando a diversidade e vantagens que o coco traz para o dia a dia” explica Roberto Lessa, vice-presidente da Obrigado.

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Segundo dados brasileiros, 70% dos adultos têm sintomas de intolerância após consumir leite de vaca ou derivados. “O leite de coco pode ser consumido por todos, principalmente pelos alérgicos e por quem tem qualquer nível de intolerância a lactose. Além disso, é sem conservantes, sem colesterol e sem glúten”, afirma Carolina Godoy – nutricionista da Consultoria Equilibrium.

A bebida é fonte de cálcio e enriquecida com dez vitaminas – Vitamina A, Vitamina C, Vitamina D, Vitamina E, Vitamina B1, Vitamina B3, Vitamina B5, Vitamina B6, Vitamina H (Biotina), fornecendo carboidratos, que são macro nutrientes que levam energia para o corpo, gorduras boas que participam de vários processos do metabolismo e dão saciedade, fornecendo uma alimentação balanceada e nutritiva com preço acessível.

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As bebidas são encontradas em diversos pontos de vendas do país, de supermercados a empórios naturais e lojas de conveniência. Os produtos têm dois tamanhos: 200ml por R$ 2,97 e de 1l por R$ 11,90. A geração saúde agradece.

Informações: Obrigado

Chef dá cinco dicas para incluir soja no cardápio

Leguminosa pode ser consumida cozida, em saladas e até bebidas

A soja é um dos únicos alimentos de origem vegetal que tem proteína que pode ser considerada completa, sendo, portanto, uma ótima opção para incluir nas refeições. Ingrediente versátil, contém fibras que melhoram o trânsito intestinal e também pode contribuir para a saúde do coração. Se for este o objetivo, a Anvisa recomenda o consumo de 25 gramas de proteína de soja por dia, dentro de uma alimentação equilibrada, para ajudar a reduzir o colesterol.

“A soja é um ingrediente coringa, que pode ser incluído de diversas formas na alimentação, em forma de saladas, sopas, cozidos, , patês, bebidas à base de soja, shakes, vitaminas e bolos”, explica a chef Natália dos santos, da Unilever.

Para ajudar a inclui-la na alimentação, a chef dá cinco dicas especiais. Confira:

1. Os grãos cozidos podem fazer parte de uma deliciosa salada fria. Basta cozinhá-los em água, escorrer e resfriá-los.

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2. O grão da soja cozido combina com lascas de bacalhau, vinagrete com tomate, cebola e cheiro-verde, e com brócolis cozido no vapor.

3. Vitaminas e sobremesas também podem ser preparadas com a bebida à base de soja. Com a chegada do calor, bata as bebidas com frutas congeladas, e obterá deliciosos shakes. Uma grande vantagem é que bebidas à base de soja não possuem lactose, nem proteína do leite, ideal para quem é alérgico a este tipo de proteína ou intolerante à lactose.

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4. Os grãos também podem substituir o nosso feijão no dia a dia. Para isso, basta fazer o mesmo processo de cozimento. Uma boa dica é servir acompanhando um arroz integral.

5. Para transformar os grãos de soja em um delicioso patê, basta processá-los no liquidificador com iogurte e temperar como desejar.

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Intolerância à lactose, o que fazer?

Intolerância à lactose é uma dificuldade do organismo para digerir e absorver o açúcar do leite (lactose). Diarreia, cólicas, distensão abdominal (barriga estufada) e náuseas são os sintomas mais comuns e podem ocorrer pouco tempo após a ingestão do leite de vaca.

A nutricionista Paula Castilho, da Sabor Integral Consultoria em Nutrição, dá alguns exemplos do que são mitos e verdades quando o assunto é intolerância a lactose. Abaixo uma lista com itens permitidos e proibidos para aqueles que têm o problema.

Alimentos permitidos:
– Pães e biscoitos à base de água ou soja;
– Chocolate à base de soja;
– Todas as frutas, verduras e legumes;
– Carnes de boi, aves, porco, peixe e frutos do mar;
– Gelatinas ou doces à base de soja;
– Queijo de soja (tofu) e leite de soja;
– Carne de soja (proteína texturizada de soja);
– Sucos industrializados à base de soja.

Alimentos proibidos:
– Leite de vaca, leite condensado, creme de leite, chantilly;
– Pães, bolos e biscoitos recheados à base de leite;
– Chocolates comuns, sorvete, pudins;
– Purês, tortas, preparações com creme branco, sopas cremosas;
– Margarina, manteiga, iogurtes, todos os tipos de queijo que contenham leite.

Recomendações Gerais

Quantidades pequenas de leite de vaca e seus derivados geralmente são bem tolerados, sendo permitido o consumo de alimentos que contenham um pouco de leite, como bolachas, bolos, entre outros, mas deve-se observar atentamente a capacidade do organismo em tolerar estes alimentos sem causar nenhum sintoma prejudicial ao indivíduo. Ler sempre os rótulos dos alimentos, verificando se existe leite em sua composição ou se possuem a expressão “não contém lactose”.

10 mitos e verdades sobre a lactose

1. A lactose está presente em todos os alimentos lácteos.
MITO. Nem todos os alimentos elaborados a partir do leite de origem animal possuem lactose. Este é o caso de alguns queijos, em cujo processo de fabricação a lactose é eliminada naturalmente.

2. Leite de cabra ou de ovelha não tem lactose.
MITO. Todos os leites de origem animal possuem lactose em sua composição. Até mesmo o leite materno. Alguns alimentos como iogurtes e queijos elaborados com leite desses animais podem ter a lactose eliminada, isso ocorre devido ao processo natural de fabricação ou pelo uso da enzima lactase.

3. Leite de coco não contém lactose.
VERDADE. A lactose é um carboidrato presente somente no leite de origem animal. Os chamados leites vegetais, como o leite de coco, de soja, arroz e outros não têm lactose.

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Foto: FreeCoconutsRecipes

4. A lactose é a principal causadora de alergias respiratórias em crianças.
MITO. É muito comum ouvirmos falar sobre “alergia à lactose”, mas acredite: a lactose nunca será a causadora de alergias! Quando falamos em alergia alimentar, são as proteínas do leite as principais causadoras de processos alérgicos em crianças. Proteína e lactose são substâncias diferentes, e com frequência são confundidas pela população.

5. Iogurtes contêm baixo teor de lactose, por tanto podem ser consumidos por pessoas com IL.
MITO. Segundo pesquisas feitas para identificar o teor de lactose de alguns iogurtes, foi verificado que a redução da lactose de iogurtes comuns (com culturas de lactobacilos vivos) é de apenas 20% a 30%. Para que a redução seja adequada para o consumo, ela deve ser acima de 70%, sendo que a tolerância ao produto será de acordo com cada pessoa. Por isso, apenas os iogurtes à base de soja ou iogurtes cujos rótulos indiquem claramente que são baixa lactose/sem lactose podem ser considerados adequados para o consumo por pessoas com IL.

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6. Pessoas que fazem dieta de restrição aos lácteos necessitam fazer uma suplementação de cálcio.
VERDADE. O leite e seus derivados são boas fontes de cálcio e quando não estão presentes na dieta é necessário readequar a sua alimentação para obter o cálcio de outras fontes. É comum acreditar que o cálcio esteja presente apenas em alimentos lácteos, mas isso não é verdade. Há diversos alimentos de origem vegetal que são ótimas fontes de cálcio como o brócolis, o espinafre, o gergelim, o amaranto e até mesmo o suco de laranja. Para quem quer ver uma lista completa de alimentos de origem vegetal que contenham cálcio. Outra opção são os produtos com adição de cálcio, como é o caso dos leites e iogurtes de soja.

7. A hipolactasia primária, a intolerância à lactose que geralmente ocorre em jovens adultos, é na verdade uma condição natural do ser humano.
VERDADE. Todos os seres humanos, assim como os mamíferos, deveriam beber leite apenas durante o período de amamentação. Com isso, a enzima lactase produzida pelo nosso organismo iniciaria um processo natural de redução logo após o desmame. Foi ao longo de milhares de anos que o homem acabou sofrendo uma mutação genética, adquirindo a capacidade de continuar a consumir alimentos lácteos devido à persistência da produção da enzima lactase. Isso ocorreu a partir do momento em que alguns povos começaram a domesticar animais e introduziram o leite animal e seus derivados em sua dieta.

8. Ácido lático é um derivado do leite.
MITO. Um ingrediente muito comum em alimentos industrializados, o ácido lático utilizado na indústria alimentícia é 100% de origem vegetal.

9. Pessoas com intolerância à lactose não devem consumir nenhum alimento lácteo.
MITO. A IL é uma condição bastante individualizada. Cada pessoa possui um grau maior ou menor de intolerância com sintomas que também podem variar. Mas pode-se dizer que a grande maioria dos IL pode consumir alimentos com baixo teor de lactose sem ter sintomas, como queijos, manteiga e leites com baixo teor de lactose. Além disso, existem as cápsulas de enzima lactase que ajudam muitas pessoas a comerem alimentos lácteos.

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10. Alimentos com traços de lactose estão liberados para os IL.
VERDADE. Os traços de lactose são geralmente frações de leite ou derivados que alguns alimentos recebem devido a fabricação em maquinários compartilhados. Mas essas frações mínimas não afetam os intolerantes à lactose.

Fonte: Paula Fernandes Castilho é nutricionista graduada pelo Centro Universitário São Camilo. Especialista em Nutrição Clínica pelo GANEP Capacitada em Fitoterapia em Nutricosméticos. Diretora da Sabor Integral Consultoria em Nutrição.

Mais uma receita sem glúten e lactose: panqueca de frango

 PANQUECA

Ingredientes
Massa:
3 ovos (180 g)
½ xícara (chá) de óleo de milho
6 colheres (sopa) de fécula de batata
1 colher (chá) de sal
2 colheres (sopa) de SupraSoy Sem Lactose (26 g)

Recheio:
3 colheres (sopa) de azeite
2 dentes de alho picados
1 cebola pequena picada em cubinhos
500 g de peito de frango cozido e desfiado
1 tomate sem pele e sem sementes picado em cubinhos
1 colher (sopa) de SupraSoy Sem Lactose (13 g)
1 colher (sopa) de fécula de batata
10 azeitonas verdes picadas sem caroço
2 ramos de salsinha picados
Sal

Modo de Preparo
Faça a massa: coloque no liquidificador 2 xícaras (chá) de água (400 ml), acrescente os ovos, o óleo, a fécula, o sal e o SupraSoy. Bata por 5 minutos, passe para uma vasilha e deixe em geladeira por 30 minutos.
Faça o recheio: aqueça uma frigideira em fogo médio, acrescente o azeite e doure o alho e a cebola. Acrescente o peito de frango e o tomate, e mexa bem. Dissolva o SupraSoy e a fécula em 1 xícara (chá) de água (200 ml) e despeje sobre o frango. Misture até ficar cremoso. Desligue o fogo, acrescente a azeitona e a salsinha, e acerte o sal.
Montagem: retire a massa da geladeira e mexa bem. Aqueça uma frigideira antiaderente em fogo médio, unte levemente com óleo e despeje ¼ de xícara (chá) de massa. Espalhe-a bem sobre a frigideira e doure-a dos dois lados. Repita a operação até a massa acabar.
Coloque um pouco do recheio sobre cada panqueca e enrole cada uma. Sirva acompanhada com uma salada de folhas verdes.

Rendimento: 10 panquecas
Tempo de preparo: 30 minutos
Valor Calórico: 282,3kcal

Fonte: SupraSoy

Aprenda a fazer um bolo de fubá com calda de goiabada, sem glúten ou lactose

Minha amiga, que também é jornalista, Roberta Sztanderski, está investindo em seu lado gastronômico e criando deliciosas receitas, muitas sem lactose ou glúten, como esta que publico aqui.

Este bolo além de super gostoso, exibe um vermelho lindo e quente. De encher os olhos e aquecer os sentidos. Fácil de preparar, este delicioso Bolo de Fubá com Calda de Goiabada, sem Glúten e sem Lactose, é sucesso garantido para acompanhar aquele café fresquinho ou o tradicional chá.

Quem quiser ver outras receitas ou fazer uma encomenda, o endereço do blog  da Roberta é Cozinha de Perséfone.

boloRECEITA BOLO DE FUBÁ COM CALDA DE GOIABADA

Ingredientes para o bolo:
01 xícara de chá de fubá sem glúten. Atenção: existem marcas que podem conter glúten pois beneficiam o fubá nas mesmas máquinas que produzem outras farinhas.
02 ovos ( sempre uso orgânicos)
150 ml de leite de coco ( se ao final achar que a massa ficou muito grossa, acrescente os 50 ml restantes)
½ xícara de chá de açúcar ( sempre uso o cristal orgânico)
½ xícara de chá de óleo
3 colheres de sopa de amido de milho
05 colheres de coco ralado
01 colher de chá de fermento em pó

Ingrediente para a Calda de Goiabada e Decoração:
100g de goiabada cortada em pedaços
20g de goiabada cortada em cubos
1/4 de xícara de água

Modo de Preparo do Bolo:
Coloque em uma tigela o fubá e reserve.
Bata no liquidificador os ovos, o leite de coco, o açúcar, o óleo, o coco e o amido, até que todos os ingredientes estejam incorporados. Como sempre uso açúcar cristal orgânico, deixo liquidificar por cinco minutos, pra dissolver bem o açúcar.
Acrescente a mistura líquida ao fubá da tigela e mexa para incorporar bem. Por último, acrescente o fermento e mexa mais um pouco.
Coloque a mistura em uma forma com furo central, untada com óleo e polvilhada com fubá. ou farinha de arroz. Eu prefiro polvilhar com farinha de arroz. Leve ao forno pré-aquecido a 180° por aproximadamente 40 minutos.
Quando a forma estiver fria, desenforme o bolo. O ideal é colocá-lo em um prato mais fundo para acomodar a calda.

Modo de Preparo da Calda:
Coloque em uma panela a água e os 100g de goiabada e mexa até que a goiabada dissolva completamente e incorpore à água. Assim que estiver pronta, jogue a calda sobre o bolo e decore com a goiabada em cubinhos.