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Confira alternativas ao leite de vaca

Nutricionista Adriana Stavro explica a ampla variedade de opções de produtos em forma de leite

Quando se trata de leite, são muitas as opções. Se você é intolerante a lactose, alérgico a proteína do leite de vaca (APLV), vegano, alérgico a nozes, soja ou coco, não se preocupe, nas prateleiras dos supermercados você encontra diferentes opções, que com certeza, vai atender às suas necessidades com bons perfis nutricionais e sabores diferentes.

Leite de vaca: integral, semidesnatado, desnato ou zero lactose

A principal diferença é o teor de gordura, e, portanto, a quantidade de calorias. O leite integral é o que contém mais gordura (mínimo de 3% de sua composição). O leite semidesnatado é mais leve em relação ao integral. No processo de fabricação, parte da gordura é retirada, mantendo os níveis entre 0,6 e 2,9%. O leite desnatado tem menos gordura, porém, ele não contém as vitaminas A e D. Com exceção das vitaminas A e D do leite desnatado, todas as versões contém as mesmas quantidades de proteínas, sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, e vitaminas A, B1, B2, B3, B5, B6, biotina, ácido fólico, B12, C, D, E, e K. É importante ressaltar que as quantidades de carboidratos nas 3 versões são as mesmas (em média 9,0g por 200ml). Com uma ampla variedade de extratos vegetais disponíveis, pode ser difícil saber qual é o melhor. É importante ficar atento aos ingredientes ocultos que possam ter impacto negativo na sua saúde.

Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:

Conteúdo de cálcio: leite de vaca é rico em cálcio, essencial para ossos saudáveis e para prevenir a osteoporose. A maioria dos extratos vegetais é enriquecida com cálcio, portanto, escolha um que contenha no mínimo 120 mg de cálcio por 100 ml.

Vitamina B12: encontrada naturalmente em produtos de origem animal. Pessoas que limitam ou evitam estes produtos devem escolher produtos enriquecidos com esta vitamina.

Alergias e intolerâncias alimentares: algumas pessoas têm alergias ou intolerâncias a certos ingredientes usados em leites à base de plantas, como glúten, nozes e soja. Verifique os rótulos se você tiver alergias ou intolerâncias.

Açúcar: é disfarçado por muitos nomes (dextrose, frutose, galactose, glicose, lactose, maltose, sacarose entre outros). É importante ficar atento e evitar produtos com adição de açúcar e de adoçantes artificiais.

Estabilizadores como goma de gel: goma de gel é um polissacarídeo produzido pela bactéria Sphingomonas elodea. É frequentemente combinado com o agente espessante de gomaxantana, que pode ter efeito laxante quando consumido em grandes quantidades.

Reguladores de ácido: como o fosfatos, são adicionados às alternativas de leite para manter o pH durante o armazenamento. No entanto, há muita controvérsia em torno do uso de altas concentrações de fosfatos como aditivo alimentar, razão pela qual eles devem ser consumidos apenas em pequenas quantidades.

Lembre-se de ler a lista de ingredientes antes de adquirir alternativas ao leite de vaca.

Extrato vegetal de soja

Tem sido o substituto não lácteo mais popular porque seu perfil nutricional se assemelha muito ao leite de vaca. algumas marcas, são enriquecidas com cálcio e vitamina D, portanto, verifique o rótulo nutricional. Uma xícara (240 ml) de leite de soja sem açúcar contém 80-90 calorias, 4-5 gramas de gordura, 7-9 gramas de proteína e 4 gramas de carboidratos

Extrato vegetal de amêndoas

É feito com amêndoas e água. Tem uma textura leve e um sabor ligeiramente doce. Pode ser adicionado ao café e chá, misturado em smoothies e usado como substituto do leite de vaca em sobremesas e assados. Uma xícara (240 ml) de extrato de amêndoa sem açúcar contém 30 a 35 calorias, 2,5 gramas de gordura, 1 grama de proteína e 1 a 2 gramas de carboidratos
Comparado ao leite de vaca, contém menos calorias e menos gorduras. Também é significativamente mais baixo em proteínas e carboidratos. É um dos extratos vegetais de menor teor calórico disponíveis, e é uma ótima opção para aqueles que desejam ou precisam diminuir o número de calorias. Escolha marcas que contenham um conteúdo mais alto de amêndoas, em torno de 7 a 15%. As amêndoas também contêm ácido fítico, uma substância que se liga ao ferro, zinco e cálcio para reduzir sua absorção no organismo. Isso pode diminuir um pouco a absorção desses nutrientes pelo extrato de amêndoa

Extrato vegetal de coco

O extrato de coco é feito da água e da polpa branca dos cocos marrons. Tem uma textura cremosa e um sabor doce, mais sutil que o coco. Um copo (240 ml) contém 45 calorias, 4 gramas de gordura, nenhuma proteína e quase nenhum carboidrato. Contém um terço das calorias do leite de vaca, metade da gordura e significativamente menos proteínas e carboidratos. Tem o menor teor de proteínas e carboidratos dos extratos não lácteos. Por isso pode não ser a melhor opção para aqueles com maiores necessidades de proteína, mas seria adequado para quem procura reduzir a ingestão de carboidratos. Além disso, cerca de 90% das calorias do extrato de coco são provenientes de gordura saturada, conhecida como triglicerídeos de cadeia média.

Extrato vegetal de aveia

O extrato de aveia é feito a partir de uma mistura de aveia e água. No entanto, os fabricantes costumam adicionar ingredientes extras, como gomas , óleos e sal, para produzir sabor e textura agradáveis. É naturalmente doce e de sabor suave. Pode ser usado para cozinhar da mesma maneira que o leite de vaca e é ótimo com cereais ou smoothies. Um copo (240 ml) contém 140-170 calorias, 4-5 gramas de gordura, 2-5 gramas de proteína e 19-29 gramas de carboidratos. Contém um número semelhante de calorias que o leite de vaca, e cerca de metade da quantidade de proteína e gordura. Curiosamente, o extrato de aveia é rico em fibras totais e beta glucana, um tipo de fibra solúvel que forma um gel espesso à medida que passa pelo intestino. O gel de betaglucana se liga ao colesterol, reduzindo sua absorção no organismo. Isso ajuda a diminuir os níveis de colesterol, principalmente o colesterol LDL, o tipo associado a um risco aumentado de doença cardíaca. Pesquisas mostraram que as betaglucanas ajudam a aumentar a sensação de saciedade, e diminuem os níveis de açúcar no sangue após uma refeição. O extrato de aveia também é barato e fácil de fazer em casa.

Extrato vegetal de arroz


É feito de água e arroz branco ou marrom moído. Tal como acontece com outros não lácteos, geralmente contém espessantes para melhorar a textura e o sabor. O extrato de arroz é o menos alergênico dos não lácteos. Isso o torna uma opção segura para pessoas com alergias ou intolerâncias a laticínios, glúten, soja ou nozes. Tem sabor suave e naturalmente doce com consistência levemente aquosa. É ótimo para beber, preparar smoothies e sobremesas.
Uma xícara (240 ml) contém 130-140 calorias, 2-3 gramas de gordura, 1 grama de proteína e 27-38 gramas de carboidratos. O extrato de arroz contém calorias semelhantes ao leite de vaca. Ele também contém consideravelmente menos proteína e gordura. De todas as alternativas não lácteo, o extrato de arroz contém mais carboidratos, cerca de três vezes mais que os outros. Além disso, tem um alto índice glicêmico (IG) de 79 a 92, o que significa que é absorvido rapidamente no intestino, e aumenta rapidamente os níveis de açúcar no sangue. Por esse motivo, pode não ser a melhor opção para pessoas com diabetes. Devido ao seu baixo teor de proteínas, também pode não ser a melhor opção para crianças, atletas e idosos. Essas populações têm maiores necessidades de proteína.

Extrato vegetal de caju

É feito de uma mistura de castanha-de-caju e água. É cremoso e tem um sabor doce e sutil de nozes. Tal como acontece com a maioria dos extratos à base de nozes, a polpa é extraída do leite. Isso significa que as fibras, proteínas, vitaminas e minerais de todo o caju são perdidos.
Um copo (240 ml) de extrato de caju sem açúcar contém apenas 25 a 50 calorias, 2 a 4 gramas de gordura, 0 a 1 grama de proteína e 1 a 2 gramas de carboidratos. O extrato de caju contém menos calorias do leite de vaca, metade da gordura e significativamente menos proteínas e carboidratos. Devido ao seu baixo teor de proteínas, pode não ser a melhor opção para pessoas com maiores necessidades como idosos, crianças e atletas. Com apenas 25 a 50 calorias por xícara (240 ml), o extrato de caju sem açúcar é uma ótima opção de baixa caloria para quem procura reduzir sua ingestão calórica. O baixo teor de carboidratos e açúcar também a torna uma opção adequada para pessoas que precisam monitorar sua ingestão de carboidratos, como diabéticos. Por fim, o extrato de caju é um dos extratos mais fáceis de fazer em casa.

Extrato vegetal de macadâmia

O extrato de macadâmia é feito principalmente de água e cerca de 3% de macadâmia. É relativamente novo no mercado. Tem sabor suave e é mais cremoso que a maioria dos extratos vegetais. Um copo (240 ml) contém 50 a 55 calorias, 4-5 gramas de gordura, 3-5 gramas de proteína. Isso faz com que seja uma ótima opção para quem tenta reduzir a ingestão de calorias. Contém menos calorias e gordura em relação ao leite de vaca. Também tem menos proteínas e carboidratos. Além disso, o extrato de macadâmia é uma ótima fonte de gorduras monoinsaturadas saudáveis , com 3,8 gramas por xícara (240 ml). Aumentar a ingestão de gorduras monoinsaturadas pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol no sangue, a pressão sanguínea e o risco de doença cardíaca, especialmente se ele substituir alguma gordura saturada ou carboidrato em sua dieta

Extrato vegetal de cânhamo

É produzido a partir das sementes da planta de cânhamo. O extrato de cânhamo tem um sabor levemente adocicado e uma textura fina e aquosa. Uma xícara (240 ml) de extrato de cânhamo sem açúcar contém 60 a 80 calorias, 4,5 a 8g de gordura e 1 a 2g de carboidratos. Contém quantidade semelhante de gordura ao leite de vaca, mas cerca da metade das calorias e proteínas. Ele também contém significativamente menos carboidratos em relação ao leite.
É uma boa opção para veganos e vegetarianos, pois um copo fornece 2 a 3g de proteína com todos os aminoácidos essenciais. É baixo em carboidratos, tornando-o uma ótima opção para quem deseja reduzir a ingestão. Evite variedades adocicadas, pois elas podem conter até 20 gramas de carboidratos por xícara (240 ml)

Extrato vegetal de quinoa

Embora a quinoa tenha se tornado um superalimento muito popular nos últimos anos, o extrato é relativamente novo no mercado. Por esse motivo, é um pouco mais caro que outros extratos e pode ser um pouco mais difícil de encontrar. Um copo (240 ml) contém 70 calorias, 1 grama de gordura, 2 gramas de proteína e 12 gramas de carboidratos em média. É composto principalmente de água e de 5 a 10% de quinoa. Isso significa que a maioria das proteínas, fibras, vitaminas e minerais da quinoa são diluídas. Possui um perfil nutricional bastante equilibrado em comparação com outros extratos. É relativamente baixo em gordura, com quantidades moderadas de proteínas, calorias e carboidratos. É uma boa fonte de proteína para vegetarianos e veganos. Se estiver disponível no supermercado, pode valer a pena apostar.

Fonte: Adriana Stavro é nutricionista funcional e fitoterapeuta, especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein – Mestranda do Nascimento a Adolescência pelo Centro Universitário São Camilo.

Vigor entra na categoria plant-based e lança primeira linha de bebidas vegetais

Vigor 100% Vegetal é o primeiro produto de origem vegetal da empresa

Com o propósito de oferecer mais uma opção aos consumidores e atender às novas necessidades, a Vigor Alimentos entrou em um novo segmento do setor e lançou, no fim de 2020, Vigor 100% Vegetal, a primeira linha de origem vegetal da empresa. A novidade é uma bebida livre de qualquer ingrediente de origem animal, que chega com um portfólio variado: Amêndoa, Amêndoa sem Adição de Açúcares, Arroz, Coco e Coco com Chocolate.

A busca por opções desse tipo já é uma realidade no setor de alimentos, especialmente quando se fala em bebidas. Segundo estudo da Euromonitor International, houve crescimento de 12% no consumo de outras alternativas do leite, excluindo soja, de 2019 para 2020 no Brasil. Ainda segundo a pesquisa, a perspectiva de ampliação da demanda pelo segmento não para por aí: é prevista uma taxa de crescimento de 13%, ano a ano, em volume de vendas no varejo para o período de 2020 a 2025 no país.

Atenta ao cenário, a marca traz ao varejo uma linha que proporciona diferencial de sabor e variedade, e que entrega importantes benefícios nutricionais. Vigor 100% Vegetal é fonte de cálcio e rico em vitaminas e zinco, além de não conter lactose, colesterol, glúten, aromatizantes e soja. O produto é prático e extremamente versátil, podendo ser consumido puro, combinado com café, capuccino e achocolatado, batido com frutas em vitaminas, ou até usado na culinária, em diversas receitas salgadas e doces.

Vigor 100% Vegetal está disponível em embalagem de 1 litro, nos principais pontos de venda do país, pelo preço sugerido de R$ 13,99.

Gosta de leite vegetal? Conheça a opção mais nutritiva com cálcio em sua composição

Se há alguns anos o leite vegetal era sinônimo de bebida feita de soja, hoje a variedade presente nas prateleiras dos supermercados é muito mais nutritiva fazendo com que mais pessoas repensem o consumo do leite animal. Com grande presença em São Paulo, A Tal da Castanha apresenta em seu portfólio bebidas à base de castanha-de-cajú, castanha–do-pará, coco, amêndoa, amendoim, além de combinações entre um ingrediente e outro.

O Mixed Nuts, por exemplo, é o leite vegetal mais nutritivo da marca com apenas seis ingredientes: castanha- de-caju, amêndoa, castanha-do-pará, cálcio, proteína da ervilha e água.

Sunnysun0804/Pixabay

=A castanha-de-caju é o blend da bebida. Ela adiciona proteínas de boa qualidade e são uma ótima fonte de boas gorduras e minerais;

Foto: Clara Sander/Pixabay

=A amêndoa é amada no mundo todo, e não seria por menos. Ela tem um sabor suave, possui nutrientes como a vitamina E e o magnésio;

Pixabay

=A castanha-do-pará entrega sabor e fornece 100% do que você precisa de selênio em um dia inteiro;

Foto: MegUnprocessed

=O cálcio foi adicionado aqui para tornar essa bebida rica do nutriente, substituindo totalmente outras fontes de cálcio animal;

Rachel Gorjestani/Pixabay

=A proteína de ervilha, como o próprio nome sugere, oferece boas quantidades de proteínas provenientes de origem vegetal;

Romy Michaud/Pixabay

=A água está presente para tornar essa bebida realidade.

Todos os produtos A Tal da Castanha são livres de ingredientes de origem animal, portanto são ideais para veganos e vegetarianos, além também atender ao público alérgico e intolerante ao leite de vaca.

Fonte: A Tal da Castanha

Dicas para fazer doces veganos

Especialista ensina a substituir leite, achocolatados e manteiga em receitas de guloseimas veganas

Eliminar alimentos de origem animal do cardápio como os veganos fazem não significa abrir mão do sabor, principalmente das sobremesas que representam uma tentação para muitas pessoas. Pelo contrário, fazendo escolhas inteligentes é possível preparar doces veganos saborosos e ainda saudáveis.

Chocolate em pó, manteiga, leite e ovo são alguns dos ingredientes de origem animal comumente utilizados em receitas de doces, mas fáceis de serem substituídos por opções veganas.

Abaixo a nutricionista da Superbom, empresa alimentícia especializada na fabricação de produtos saudáveis, elenca dicas de ingredientes veganos para receitas de sobremesas:

Cacau em pó: os achocolatados comumente utilizados em receitas podem ceder lugar ao cacau em pó, que além de ser vegano, é mais saboroso e rico em ferro, potássio, fósforo, sódio e cálcio. “Como o sabor do cacau é mais forte, ele deve ser usado em menor quantidade do que o achocolatado”, recomenda.

Leite vegetal: algumas bebidas vegetais como leite de aveia, de coco e de arroz podem substituir o leite de vaca e até são mais nutritivos. É possível comprar esses produtos prontos em supermercados e empórios ou fazê-los em casa.

Canadutch

Banana: sim, apesar de parecer inusitado, ½ xícara de banana madura amassada substitui um ovo. “Por ter sabor marcante, a banana combina mais com receitas de bolos e panquecas. Já em outros preparos uma colher de sopa de bicarbonato de sódio e uma de vinagre branco podem cumprir o papel de um ovo na receita”, indica.

Manteiga: já existem algumas opções de manteigas veganas no mercado brasileiro como a de coco ou de amendoim, sendo está última conhecida também como pasta de amendoim e encontrada pronta em supermercados. “A pasta de amendoim harmoniza muito bem com cacau, por isso ambos podem ser combinados em uma única receita”, explica.

Fonte: Superbom

Coco: versatilidade da fruta rende receitas saudáveis para o inverno

Leite vegetal, farinha low carb, docinho fit, brownie, shake de frutas e até mesmo um picolé natural são algumas das dicas da nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, para aproveitar as vantagens que o coco pode oferecer

Que o coco é o queridinho do verão, isso todo mundo sabe! Mas, a queda das temperaturas não é desculpa para deixar de aproveitar os inúmeros benefícios que a fruta pode proporcionar.

De acordo com a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, o coco é fonte de diversos nutrientes que contribuem para o organismo, como o ácido láurico e o monolauril, componentes que possuem propriedades antimicrobianas e que fortalecem o sistema imunológico, fator essencial para manter a saúde no inverno.

“Além disso, é rico em vitaminas do complexo B, que são importantes para o equilíbrio do sistema nervoso central, e vitaminas A e E, que possuem ação antioxidante e protegem as células do efeito dos radicais livres, afastando problemas como o envelhecimento celular precoce”, explica a profissional.

A fruta ainda é fonte de potássio, que regula a pressão arterial e protege o coração; e magnésio, que ajuda a fortalecer o sistema muscular. Esses dois minerais também ajudam a prevenir o aparecimento das temidas câimbras.

Para os preocupados com a boa forma, o coco também é indicado para fazer parte do cardápio, por possuir muitas fibras que auxiliam no funcionamento do intestino e promovem sensação de saciedade, o que é importante para quem deseja perder peso. “É uma das frutas com menor teor de carboidratos, o que também favorece o processo de emagrecimento”, acrescenta Renata.

Contudo, a nutricionista alerta: é necessário ficar de olho na quantidade, por se tratar de um alimento de alto valor calórico. Cuidado também com o açúcar de coco, embora tenha um menor índice glicêmico que os demais, ainda é um açúcar. Mas, ainda assim, o coco é indicado em estratégias nutricionais para emagrecimento saudável.

O melhor de tudo é que além da água e da fruta in natura, o coco pode ser usado no preparo de leite vegetal e de farinha, que por sua vez podem ser adicionados nos mais variados pratos.

Aprenda como preparar 6 delícias no qual o protagonista é o coco, em sugestões de receitas da nutricionista: leite vegetal, farinha low carb, docinho fit, brownie, shake de frutas e até um picolé natural, para quem não dispensa os sabores do verão em qualquer época do ano. Confira as receitas:

Leite Vegetal e Farinha de Coco

Ingredientes
2 xícaras de polpa de coco seco
3 xícaras de água

Preparo do leite vegetal
Bata no liquidificador por pelo menos 5 minutos, até triturar bem. Coe com a ajuda de um pano limpo, e pronto! Observação: conserve na geladeira por até 3 dias. O leite pode ser usado no preparo de bolos, sobremesas, bebidas e receitas salgadas ou veganas.

Preparo da farinha de coco
Separe a polpa do coco que sobra após coar. Aqueça a polpa em uma frigideira por cerca de 20 minutos, mexendo bem para obter uma farinha bem solta. Observação: a farinha pode ser usada no preparo de bolos, tortas, panquecas, entre outras receitas, substituindo a farinha banca, sendo uma opção low carb.

Docinho fit de Coco

Ingredientes
½ xícara de coco seco
1 banana média
2 colheres de sopa de pasta de amendoim

Preparo
Bata o coco no processador. Em uma panela, derreta a pasta de amendoim, acrescente o coco e em seguida a banana amassada. Cozinhe até soltar da panela. Deixe esfriar e modele no formato que desejar.

Brownie de coco

Ingredientes
1 xícara de coco seco
1 vidro de leite de coco
1 colher de sopa rasa de manteiga
1 xícara de farinha de coco
1 colher de chá de fermento em pó
2 ovos

Preparo
Em uma panela, derreta a manteiga, acrescente o leite de coco e deixe apurando por alguns minutos. Bata o coco no processador e misture ao leite de coco já fervendo. Cozinhe até começar a engrossar. Em uma vasilha, bata os ovos e o fermento em pó.
Em seguida, incorpore a farinha de coco e por último, o creme de coco cozido. Leve para assar por aproximadamente 30 minutos.

Shake

Ingredientes
250 ml de água de coco Oba Bem Querer
½ xícara de frutas vermelhas (morango, framboesa, blueberries)
½ banana nanica madura
Folhas de hortelã (opcional para decorar)

Preparo:
Bata tudo no liquidificador e consuma em seguida.

Picolé de frutas

Ingredientes
1 kiwi fatiado
4 morangos fatiados
Blueberries
200 ml de água de coco Oba Bem Querer ou leite de coco (para um picolé mais cremoso)

Preparo
Coloque algumas fatias de morango e as rodelas de kiwi, e algumas blueberries nas forminhas de picolé. Preencha o conteúdo com a água de coco ou com o leite e leve ao freezer.

Fonte: Oba Hortifruti

 

Nutricionista indica lanche rápido para o home office

Ale Luglio atendeu um pedido de A Tal da Castanha para ajudar quem precisa manter uma melhor alimentação em casa

Apesar da flexibilização de algumas regras no isolamento social, muitas pessoas ainda continuam trabalhando de casa. E é aquela história: café da manhã reforçado, repetição do almoço, um docinho aqui e uma massa para fechar o expediente. Com tantas delícias ao alcance, fica até difícil manter uma alimentação equilibrada e saudável.

Mas como resistir a tanta tentação? A dica é tentar manter o equilíbrio e, eventualmente, incluir algumas guloseimas para não deixar a rotina carregada de obrigações e deveres.

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Para dar uma maneirada na comilança, a nutricionista Ale Luglio, que é uma das embaixadoras dos produtos A Tal da Castanha, mostra que um café orgânico com leite vegetal de castanha de caju no aerador pode ser uma ótima companhia com banana quente, castanha-de-caju e canela.

Fonte: A tal da Castanha

 

Adequar dieta é caminho para conviver com intolerância à lactose

Dependendo do caso, não é necessário se afastar completamente do leite e seus derivados, apenas dosar as quantidades. Readequação alimentar pode reduzir sintomas, que podem ser dores, inchaços abdominais, gases e diarreia

O leite é fonte de proteínas e gordura, mas também conta com carboidrato em sua composição. E é esse açúcar do leite o responsável por um mal-estar em pacientes que sofrem com intolerância à lactose.

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“Pacientes que têm incapacidade total ou parcial de produzir a enzima lactase, que quebra a lactose facilitando a digestão, geralmente, após ingerir derivados do leite, sofrem com dores e inchaço abdominais, além de gases e diarreia. A lactose que não foi devidamente quebrada acumula-se no intestino e é fermentada por bactérias locais, o que provoca o mal-estar”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran.

“Mas a readequação na dieta ajuda nesse processo, permitindo ao paciente viver sem dores e desconfortos”, acrescenta a médica.

O problema pode surgir em qualquer idade. Durante a amamentação, os bebês produzem lactase em larga escala, mas essa produção cai naturalmente com o desmame. Há alguns fatores de risco que contribuem para o aparecimento da condição, dentre eles: doenças gastrointestinais, envelhecimento, predisposição genética, diabetes, realização de cirurgia bariátrica e infecção por rotavírus. O diagnóstico é confirmado com avaliação médica e exames laboratoriais.

“O tratamento vai da redução ou limitação completa do consumo de lácteos, podendo ser indicado também cápsulas de lactase para ajudar na digestão”, afirma.

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Apesar do diagnóstico causar decepção para os amantes de queijos, doces e leites, são raros os casos em que se retira completamente esses alimentos da dieta. “E mesmo nesses casos, hoje há muitas opções de alimentos que já contam com a enzima lactase na sua composição ou então alternativas veganas, com leites e queijos de origem vegetal, que podem ser assimilados na dieta com parcimônia. É sempre importante verificar se essa bebida vegetal é calórica, fonte de gordura ou de proteína para equilibrar a alimentação”, diz a médica.

Nos casos em que a orientação é apenas a diminuição da quantidade de derivados do leite, uma dica é fracionar esses produtos na alimentação em menores doses, consumindo pouco deles em cada refeição. “Há lácteos menos perigosos, como os queijos, que normalmente possuem menos lactose que o leite. Com exceção dos tipos frescos, eles concentram quantidades mínimas desse açúcar. Mas tudo depende da sensibilidade de cada organismo”, diz a médica.

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Para quem evita o consumo do leite e derivados, é necessário ficar de olho no nível de cálcio, um dos minerais mais importantes, envolvido na constituição dos ossos e dentes, contração muscular, coagulação do sangue, transmissão de impulsos nervosos e secreção de hormônios.

“Outros alimentos que podem ser fontes de cálcio para compensar a dieta sem leite são legumes e verduras (vegetais de folhas verdes, couve, alface, abobrinha, repolho, brócolis, aipo, mostarda, erva-doce), feijão, ervilhas, salmão, tofu, laranja, amêndoa, sementes de gergelim, melaço e cereais enriquecidos com cálcio”, finaliza a médica.

Marcella Garcez: Médica Nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Iracema amplia mix de leites vegetais

Novidade já está disponível no mercado com quatro opções de sabores

De acordo com dados divulgados recentemente pela Research and Markets, a expectativa é que o mercado de leites vegetais cresça anualmente 4,91% até 2024 e ultrapasse o valor de 12,1 bilhões, globalmente.

No Brasil, de acordo com a consultoria Euromonitor International, o mercado de produtos alternativos aos laticínios cresceu 51,5% no ano passado, consolidando a ampla mudança nos hábitos de consumo dos brasileiros nos últimos anos. Em linha com essa tendência, a marca Iracema, que está no mercado desde 1943, está se renovando e apostando na renovação de seu mix de leites vegetais.

As bebidas, que estão nas gôndolas desde 2017, passaram por uma reformulação de receita e embalagem, se adaptando melhor ao paladar dos brasileiros e seguindo o conceito clean label que está associado à ingredientes mais naturais e facilmente reconhecidos pelo consumidor.

Sabores Iracema2

Sabores Iracema1

A linha, que já conta com os sabores Castanha-de-caju e Amendoim, foi ampliada oferecendo também as opções Amêndoa e Mix (amendoim, castanha de caju e amêndoa), em embalagens de um litro. As bebidas são 100% naturais, sem adição de açúcar, espessantes, estabilizantes, aromas ou corantes artificiais e são adoçadas com adoçantes naturais.

Para Felipe Abramides, diretor de marketing de Iracema, a marca busca se renovar aliando tradição e reconhecimento no mercado à inovação. “Queremos que Iracema esteja cada vez mais presente no cotidiano dos brasileiros que se importam com a alimentação. Com as novidades, passamos a ofertar um mix bem completo de nuts e leites vegetais para consumidores que não queiram ou não possam consumir proteínas de origem animal”, ressalta Abramides.

Com as mudanças nos produtos, somado à recente renovação visual da marca, Iracema projeta um crescimento em 2019. A expectativa é que o faturamento dos leites triplique, em relação ao ano passado, e a linha de nuts alcance crescimento de 30%, frente ao crescimento de 15% registrado em 2018.

Informações: Iracema

Vida Veg lança novos leites vegetais

A Vida Veg, maior produtora de produtos lácteos veganos do Brasil, anuncia a chegada de uma nova linha de leites vegetais frescos nos sabores de coco, amêndoas e castanha-de-caju. A nova fórmula oferece ao consumidor a experiência de um produto mais fresco, cremoso e natural, além de entregar três gramas de proteína em um copo de 200 ml.

Os leites vegetais são muito mais saudáveis, pois não contém lactose – que causa intolerância – e caseína – que é inflamatória e causa alergia –, entretanto são ricos em cálcio, vitaminas B6 e B12, sem conservantes, glúten e nem adição de açúcares.

“Esta é uma linha que vai revolucionar o mercado de leites animal e vegetal no Brasil por ser mais natural (vem da terra), saudável, saboroso e porque será mais acessível em relação aos outros leites vegetais do mercado”, afirma Anderson Rodrigues, diretor executivo da Vida Veg.

Segundo ele, o produto também é diferenciado do ponto de vista ambiental, uma vez que a produção de cada litro de leite de amêndoas ou de coco demanda 70% menos água em comparação ao leite de vaca – além de não precisar explorar nenhum animal. O lançamento foi feito durante a feira Natural Tech 2019 e a expectativa é que o leite chegue aos supermercados no início de agosto.

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Alta tecnologia e leite fresco

A tecnologia de ponta usada na produção da nova linha de leites vegetais Vida Veg conta com processo diferenciado, resultando em um produto mais fresco, natural e mais acessível para o consumidor. Para Anderson, esta é a primeira etapa de uma revolução que está chegando ao mercado de lácteos veganos do Brasil. De acordo com ele, a Vida Veg está prestes a inaugurar a maior e mais moderna fábrica de substitutos lácteos do país, o que irá causar um grande impacto no segmento de produtos veganos, nos próximos anos.

Informações: Vida Veg

Marca líder de produtos naturais e plant-based na América Latina chega ao Brasil

Principal marca da empresa Terrafertil, Nature’s Heart traz portfólio com 20 produtos de alta qualidade a preços acessíveis

Em alta, o mercado de alimentos saudáveis e naturais tem crescido substancialmente ao redor do mundo, tornando-se cada vez mais a escolha de uma parte significativa da população. E o Brasil, que também é parte disso, agora vai ganhar um apoio de peso na categoria. Estabelecida como a marca líder de alimentos naturais e plant-based na América Latina, Nature’s Heart chega ao Brasil trazendo o que há de melhor no universo de naturais.

A marca chega ao país com um total de 20 produtos no portfólio entre mix de nuts e frutas, bebidas vegetais e superfoods (alimentos que oferecem benefícios para saúde e utilizam processos em sua produção que respeitam o meio ambiente), todos cuidadosamente selecionados desde sua origem, processados e distribuídos para que cheguem com qualidade e preço acessível aos consumidores brasileiros.

A empresa nasceu há mais de 10 anos, do sonho dos irmãos Bermeo em dar continuidade ao negócio do pai que comercializava vegetais secos. Em parceria com outros dois sócios, o grupo não economizou esforços até desenvolver um amplo portfólio de produtos naturais e conquistar mercados ao redor do mundo com produtos 100% produzidos na América Latina.

“Eu e meus irmãos somos gratos ao nosso pai que nos apresentou esse universo de sabores únicos. Desde que provamos, reconhecemos o potencial desses alimentos. Focamos no objetivo de formar uma empresa com produtos nacionais de origem natural e benefícios reais à saúde e conseguimos! Queremos ser parte da mudança que está acontecendo ao nosso redor, permitindo que as pessoas comam melhor e contribuindo para um futuro com mais qualidade de vida”, analisou David Bermeo, fundador e presidente executivo de Terrafertil.

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No Brasil, a marca chega com um portfólio diversificado e uma das apostas é a superfruta Golden berry. Referência de mercado, Nature’s Heart é responsável por 90% do processamento global desse alimento repleto de nutrientes naturais e benefícios à saúde, que tem o potencial de se tornar o que as cranberries representam hoje.

“Poucas pessoas sabem, mas uma porção de 100g de Golden berry fornece três vezes mais fibras do que a mesma quantidade de ameixa e contém a mesma porção de potássio que três bananas. Temos certeza de que Nature’s Heart vai ser fundamental para que a fruta entre de vez no cotidiano do brasileiro. Cultivamos Golden berry em terras previamente selecionadas na Colômbia e no Equador e auditamos todos os agricultores envolvidos no processo de produção. A qualidade do nosso produto é realmente inigualável”, pontuou Raúl Bermeo, fundador e diretor geral de Terrafertil.

Na categoria de bebidas vegetais, todas as variedades foram adaptadas para atender perfeitamente às preferências do consumidor brasileiro e o sabor de castanha de caju, desenvolvido exclusivamente para o Brasil, promete ser um grande sucesso do novo mercado.

Definitivamente, provas de que Nature’s Heart chega com o objetivo de assumir a liderança do setor no país e conquistar de vez o coração e paladar do brasileiro.

O portfólio completo:

Leites vegetais – 1 litro

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Amêndoa (sem adição de açúcares)
Arroz (sem adição de açúcares)
Aveia (sem adição de açúcares)
Coco e arroz (sem adição de açúcares)
Castanha de caju (sem adição de açúcares)
Cacau e arroz

Superfoods – 100g

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Cacau em pó
Cacau nibs
Quinoa real
Quinoa real com cogumelos
Spirulina

Mix de Nuts e Frutas – 65g

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Cranberry Nuts
Fruitberry Mix
Goldenberry Nuts
Nutty Berry Mix
Mix de Nuts e Frutas– 25g

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Cranberry
Cranberry Nuts
Fruitberry Mix
Goldenberry Nuts
Nutty Berry Mix

Sobre Terrafertil

Terrafertil foi fundada em 2005, no Equador, e hoje é administrada por dois dos três irmãos fundadores, David e Raúl Bermeo. Nesse tempo, a marca expandiu sua presença para os Estados Unidos, México, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Reino Unido e outros 17 mercados, chegando ao Brasil em 2019. A empresa já recebeu reconhecimento internacional pelo seu impacto social positivo por meio do trabalho com centenas de pequenos agricultores.

Sua principal marca, Nature’s Heart, tem a missão de oferecer aos consumidores uma ampla gama de produtos que proporcionam benefícios reais à saúde com qualidade, propriedades e sabor. Nature’s Heart possui o mais amplo portfólio de produtos naturais do mercado e é líder na categoria de snacks saudáveis na América Latina. Neste ano, a Nestlé adquiriu parte da operação global de Terrafertil, que continuará sendo administrada pelos fundadores tendo 100% de seu DNA respeitado.

Informações: Nature’s Heart