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Alimentação e atividades físicas: fatores que mais contribuem para aumento da qualidade de vida

VigilantesdoPeso explica a relação entre eles e seu impacto na longevidade

A adoção de hábitos saudáveis é importante em todos os estágios da vida. Quando o assunto é viver mais, pesquisadores apontam que somente a prática regular de atividades físicas, não é suficiente. Embora seja muito importante, ela não é capaz de compensar uma má alimentação. Um estudo da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Rhode Island afirma que programas que combinam dieta e exercício resultam em uma perda de peso 20% maior em comparação com a dieta sozinha. Além disso, se somados a sono regularizado e o consumo adequado de água, auxiliam não apenas no funcionamento do corpo, mas também na prevenção de doenças, podendo aumentar a longevidade e a qualidade de vida.

Com uma mudança positiva dos hábitos alimentares e pratica atividade física, é possível sentir a resposta no corpo, levando a uma perda de peso saudável e sustentável, sono de qualidade, além de maior concentração e mais disposição, já que estimula a liberação de hormônios essenciais para nossa rotina como serotonina e dopamina. Ou seja, mais do que ajudar no controle de peso, reduzindo o risco de doenças como obesidade, hipertensão e diabetes, uma rotina ativa aliada a uma alimentação balanceada influencia na melhora da saúde mental, afastando os riscos de depressão e demência.

Foto: Jenia Nebolsina/Pixabay

Existem várias opções para quem deseja começar a se mexer e deixar de lado o sedentarismo. De simples caminhadas a aulas voltadas para modalidades específicas, como dança ou yoga, por exemplo. Para manter o foco, o que facilita é escolher algo com que realmente se identifique e que se encaixe com facilidade no dia a dia, aliando à uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e vitaminas, e com baixo teor de açúcar.

“Para a grande maioria das pessoas, a preocupação com um estilo de vida mais saudável, o bem estar e a manutenção do peso está associada a restrições e privações de pequenos prazeres do dia a dia, o que, na grande maioria das vezes, acaba fazendo com que desistam antes mesmo de começar. É importante poder contar com um plano alimentar flexível, que permite se alimentar de forma adequada, sem perder momentos prazerosos, como o VigilantesdoPeso”, revela Matheus Motta, responsável pelo programa da VigilantesdoPeso no Brasil.

Focado no emagrecimento sustentável, o VigilantesdoPeso é um programa que se baseia no equilíbrio, ajustando-se às necessidades de cada um, auxiliando a integrar mudanças positivas e sustentáveis de estilo de vida no cotidiano a longo prazo. Promovendo o bem-estar de seus usuários através da ciência comportamental, mostra ser possível envelhecer de forma saudável e estabelecer um caminho para uma vida longa e de qualidade.

Para saber mais, acesse o site do VigilantesdoPeso e confira as recomendações.

Jeunesse lança primeiro suplemento alimentar de resveratrol de absorção prolongada

Reserve Resveratrol é a aposta da marca para dar maior longevidade aos brasileiros. O produto chega ao mercado em embalagem de 30 cápsulas com Intelli-DoseTM

O resveratrol é uma substância que atua para evitar a oxidação precoce das células ao combater os radicais livres, evitando possíveis danos causados ao organismo. Seus benefícios associados à longevidade, já são reconhecidos pela ciência. A novidade é que a Jeunesse acaba de lançar o primeiro suplemento alimentar de resveratrol, com microesferas de liberação inteligente para absorção prolongada no organismo.

Mebiotic

Reserve Resveratrol é um produto com tecnologia inovadora: a Intelli-DoseTM, microesferas de resveratrol, que promovem a liberação controlada do ativo protegido pelo óleo de semente de uva. É o primeiro suplemento de liberação prolongada de resveratrol.

Entre os benefícios do uso medicinal regular do resveratrol, um polifenol encontrado principalmente na casca de uvas pretas e no vinho tinto, estão a proteção cardiovascular, controle do nível de insulina no sangue e até melhora da pele da mulher na menopausa. Fabiano Barcellos, cardiologista com especialização pelo Iecac – Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro, hospital referência na cidade do Rio de Janeiro, enumera os benefícios do uso da substância.

“O resveratrol é um antioxidante muito importante porque é a segunda substância mais estudada no corpo clínico médico e a maior estudada na cardiologia. Alguns estudos mostram que o uso diário do ativo possui benefícios às células do sistema cardiovascular, ajuda a combater o colesterol ruim, dá proteção miocárdica e combate a formação de placas ateromatosas – que são manifestações da aterosclerose caracterizadas pelo acúmulo focal de lipídios, hidratos de carbono, sangue e produtos sanguíneos, tecido fibroso e depósito de cálcio na artéria”, afirma o médico.

Na década de 1990, o resveratrol ganhou visibilidade mundial quando estudiosos descobriram que o vinho tinto tinha uma certa afinidade no cotidiano dos franceses e no seu estilo de vida. Enquanto os franceses comem alimentos tipicamente classificados como não saudáveis, a doença cardiovascular da maioria deles era 1/3 da taxa encontrada em outros países europeus e nos Estados Unidos. Esse fenômeno ficou conhecido como “paradoxo francês”.

“A Jeunesse tem uma característica mundial que é o marketing de relacionamento atrelado à inovação. O Sistema YES, (Sistema de Aprimoramento da Juventude da Jeunesse) é a base que norteia todos os desenvolvimentos, para que os produtos da marca impactem de fato a vida dos consumidores. Para afirmar esse nosso compromisso, lançamos o Reserve Resveratrol. Um dos antioxidantes mais estudados dos últimos anos, associado à tecnologia inteligente: a intelli-dose technology. Um sistema com a junção de microesferas de liberação controlada, protegidas pelo óleo de semente de uva, em uma única cápsula. Tudo isso para proporcionar ao consumidor o poder da longevidade em dose diária”, afirma Lásaro do Carmo Júnior, Presidente da Jeunesse Brasil.

A Jeunesse estimula e promove a opção por uma vida mais saudável e com bem-estar. Para alcançar esta meta, cada pessoa deve ter em mente a importância de manter uma alimentação equilibrada, manejar o estresse do dia a dia da melhor forma possível, praticar atividade física regularmente, incluir uma dieta suplementar com base nos nutrientes importantes para o organismo e, por último, ter um boa noite de sono.

“Sabemos que beber uma taça de vinho é recomendado pelos médicos diariamente. Mas a dose de resveratrol que se entrega nesse hábito prazeroso não é a mesma que a Jeunesse propõe dentro de uma cápsula do Reserve Resveratrol, com 100 mg de trans-resveratrol protegidos pelas microesferas. Uma cápsula equivale a cerca de 200 taças de vinho. Na minha experiência, sabemos que o consumo diário de resveratrol pode ajudar a aumentar a resistência para a atividade física, potencializar a performance das pessoas que o consomem, além de saber que desde de 2013 é um dos temas mais comentados em estudos e artigos científicos voltados para a gerontologia”, lembra o cardiologista.

O suplemento alimentar está à venda em embalagens com 30 cápsulas. Preço sugerido ao consumidor: R$ 249,90

Informações: Jeunesse

Climatério para Mulheres Modernas: livro mostra mulher como protagonista de sua longevidade

Viver com a saúde é um dos pilares para o empoderamento. Para ressaltar a importância dos cuidados durante o período mais decisivo para a mulher, o climatério, Odilon Iannetta esmiúça o tema em obra publicada pela Pandorga

Climatério é o último período preventivo da vida feminina, entre 40 a 65 anos, e a última oportunidade para realizar o rastreamento completo e prevenir 80% das doenças que se originam na senilidade. Para ajudar as mulheres a passarem por este período de forma otimizada e leve, o ginecologista Odilon Iannetta apresenta em sua obra, “Climatério para Mulheres Modernas”, publicada pela Editora Pandorga, um conjunto de sinais e sintomas que possuem como causa principal as amplas variações hormonais femininas.

Segundo o especialista, para que as mulheres mantenham uma boa saúde na pós menopausa, o correto é iniciar os rastreamentos multidisciplinares a partir dos 40 anos. E para entender o contexto de tudo o que pode acontecer, o especialista pontua que discutir algumas questões é fundamental.

É preciso romper com determinadas crenças de que o climatério tem de ser sinônimo de doença, ou mesmo que a osteoporose é “coisa da idade”. Estigmas impedem as mulheres de se tornarem as verdadeiras protagonistas de sua saúde e ainda interferem no direito de envelhecerem com qualidade de vida, gozando de boa saúde.

O correto é as mulheres aprenderem o que é realmente a menopausa e divulgarem entre as amigas que estão convivendo com o período do climatério, antes ou depois da data da menopausa e, ao longo desse período, realizar os controles e efetuar as devidas reposições para os diferentes compartimentos endócrinos e para as carências do metabolismo intermediário, assim como a reposição dos oligoelementos, nutrientes básicos etc.
A comercialização de produtos por via eletrônica, que oferece um elevado número de medicações miraculosas, remédios que tratam de tudo, de calor a impotência e, pior, até o câncer, tem contribuído de forma expressiva para a negação da abordagem investigativa, multidisciplinar e preventiva do climatério.

Sobre o autor

Formado, com mestrado e doutorado Sensu Strictu pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), o Professor Doutor Odilon Iannetta, fundou, em 1979, o primeiro serviço público multidisciplinar de climatério do mundo, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), atuando até 2013. Após inúmeras pesquisas – todas elas com aplicações práticas, visão multidisciplinar e abordagem psicossomática – em 1989, fundou a Climaterium – a primeira clínica na América especializada no período do climatério. Com uma estrutura completa e dedicada em acolher a mulher nessa tão difícil fase de sua vida, a Climaterium disponibiliza atendimentos especializados, e cuidados de forma única e específica a cada paciente.

O segredo para alcançar saúde plena e longevidade saudável é antecipar-se à doença, preveni-la, e não remediá-la” – Odilon Iannetta

“Climatério para Mulheres Modernas”
Páginas: 208

Formato: 16X23
Editora: Pandorga
Acabamento: brochura
Preço: R$ 49,90

Quer viver mais e com saúde? Faça exercício

Estudos recentes comprovam que praticar uma atividade física é o segredo da longevidade

Fazer exercício é a garantia de uma vida mais saudável e mais longa, independentemente do sexo, idade ou peso. É o que mostra o estudo realizado por Glenn Gaesser, professor de fisiologia do exercício na Arizona State University, e Siddhartha Angadi, professor de educação e cinesiologia da Universidade da Virgínia, em Charlottesville, ambas nos Estados Unidos. Analisando bancos de dados de estudos relacionados à dieta, exercícios, condicionamento físico e longevidade, eles concluíram que há um ganho maior para a saúde com o condicionamento físico do que com o emagrecimento.

Segundo eles, pessoas obesas e sedentárias que começam a se exercitar podem diminuir o risco de morte prematura em 30% ou mais, mesmo que o peso não mude. Essa melhora os coloca em menor risco de morte precoce do que as pessoas que são consideradas com peso normal, mas fora de forma, de acordo com a pesquisa. Ou seja, uma atividade física simples, se praticada regularmente, pode prolongar a vida em alguns anos.

Para quem quer começar ou retomar a prática de exercício, na busca por mais saúde e longevidade, vale seguir as dicas do gerente do Departamento Técnico da Smart Fit, Guilherme Micheski:

Comece aos poucos

Se você não é um praticante regular ou ficou longe da atividade física nesse período de pandemia, não tente tirar o atraso de uma só vez. Vá no seu ritmo, colocando mais movimento no seu dia a dia, seja trocando o elevador pela escada ou tentando caminhar em vez de usar o carro.

Consulte um profissional

O ideal é começar sua jornada em busca de uma vida mais ativa com uma avaliação física. Na academia, por exemplo, os professores podem dizer qual a melhor atividade de acordo com seus objetivos e preferências. Para os treinos em casa ou outdoor, vale procurar um profissional de educação física para orientar sua atividade.

Experimente atividades diferentes


Para definir qual atividade combina mais com você, vale conhecer as diferentes possibilidades de atividade física. Na Smart Fit, além dos treinos de musculação, os alunos podem fazer aulas coletivas de dança, alongamento, HIIT, entre outras modalidades. Além de trabalhar todos os aspectos da saúde, isso ajuda a não cair na rotina. “Precisamos atrelar o gosto pessoal com a justificativa técnica, de acordo com o objetivo”, explica o gerente da Smart Fit.

Faça exercícios que te dão prazer

A melhor forma de tornar a atividade física um hábito é fazer algo que você goste. “Pensando na frequência da pessoa no treino, o melhor caminho é optar por algo que seja prazeroso”, diz Micheski. Se prefere estar ao ar livre, pense em caminhar ou andar de bicicleta. Caso goste de socializar, opte por esportes ou aulas coletivas. O importante é buscar algo que você consiga manter a regularidade.

Considere seu relógio biológico

Não adianta querer fazer uma atividade em que é preciso acordar cedo se você não é o tipo de pessoa que funciona pela manhã. Então, procure se exercitar no período do dia em que você sente que tem mais disposição.

Fonte: Smart Fit

Fundação Dom Cabral e Hype50+ lançam estudo sobre impacto da longevidade na sociedade brasileira

Para investigar os múltiplos impactos sociais da extensão de vida do brasileiro, o FDC Longevidade – projeto desenvolvido pela Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – lança o TrendBook Sociedade.

Quais são as 10 profissões do futuro quando pensamos na longevidade dos brasileiros e na necessidade de criar oportunidades novas de trabalho associadas a novas demandas demográficas? Essa é uma das perguntas respondidas pelo TrendBook Sociedade. Embora as previsões do impacto da longevidade descrevam cenários de 2030 ou 2050, a realidade de 2021 já revela os efeitos do envelhecimento em diversas áreas, inclusive, na atividade profissional.

A carreira que mais cresceu na última década foi a de cuidador de idosos. Em dez anos, o Brasil passou de 5.263 cuidadores (2007) para 34.051, em 2017 – segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No entanto, apesar do crescimento de 547% no número de profissionais, a regulamentação e a velocidade de formação dos cuidadores não acompanham a necessidade de cuidado da população madura. Para  ver todo o estudo, clique aqui. 

A lacuna se repete, também, em outras profissões. Hoje, o Brasil tem um déficit de 28 mil geriatras; em Estados como Acre, Amapá e Roraima, o número de profissionais não passa de cinco, de acordo com dados do Ministério da Saúde e IBGE (PNAD | 2017). O TrendBook Sociedade, um mapeamento que compõe o terceiro eixo do projeto FDC Longevidade – iniciativa da Fundação Dom Cabral (FDC) com apoio técnico da Hype50+ e patrocínio da Unimed-BH – reflete que o descompasso tem uma raiz.

Para surgirem novos profissionais, é preciso uma formação em massa da força de trabalho. A limitação de cursos e grades curriculares, especialmente na área da saúde, que contemplem as necessidades do envelhecimento, é um dos maiores gargalos para atender às demandas do país. Até 2017, por exemplo, apenas duas universidades brasileiras ofereciam uma graduação em Gerontologia, segundo a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia. 

Em contrapartida, novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma carreira inexistente hoje pode ser a dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional. O estudo completo traz, ainda, análises aprofundadas sobre o impacto do envelhecimento populacional na sociedade; os capítulos do estudo investigam dimensões como as novas sociedades envelhecidas; cenários prateados; trabalho e previdência versus extensão da vida; mercado de trabalho; e mapa social da longevidade. Destaque, também, para entrevistas exclusivas com o gerontologista Alexandre Kalache e o economista Roberto Teixeira da Costa, além de artigo de Flávia Ranieri, arquiteta com especialização em Gerontologia, que compõem o conteúdo.

Longevidade: desafios e oportunidades

Foto: Meetcaregivers

De acordo com Michelle Queiroz, professora-associada da FDC e coordenadora do FDC Longevidade, o expressivo aumento da expectativa de vida, considerada uma conquista da humanidade, gera impactos profundos na sociedade que podem, inclusive, serem analisados a partir de inúmeras perspectivas.

“No recorte desta publicação, optamos por priorizar alguns dos principais desafios no campo do etarismo, previdência, trabalho e desigualdade social e, também, trouxemos exemplos de soluções e atores que fazem acontecer dentro deste ecossistema. Apesar de termos capítulos segmentados, facilitando a compreensão dos temas, na vida as linhas que as separam são quase inexistentes. Nossa intenção é descortinar olhares para uma visão integrada das diferentes dimensões de impacto, contribuindo para despertar o valor do engajamento social!”, avalia a especialista.

Segundo Layla Vallias – especialista em Economia Prateada, cofundadora da Hype50+ e Janno, coordenadora do estudo Tsunami Prateado (maior mapeamento brasileiro sobre longevidade) –, a prática de inovação, empreendedorismo e pesquisa de tendências traz o desafio de disseminar entre os gestores de grandes marcas, indústrias e governos dados que comprovam o quanto o envelhecimento da população apresenta oportunidades reais. “A revolução que estamos vivendo nos obriga a revisitar conceitos, quebrar padrões e discutir tabus. Para os mais estratégicos, é nesse oceano azul da longevidade que residem as grandes oportunidades para o futuro”, afirma.

Do ponto de vista do mercado de trabalho à luz da longevidade, a especialista aponta que as perspectivas são igualmente boas. “Todos os mercados e setores de trabalho serão profundamente impactados pelo envelhecimento da população; quem antes observar essa realidade e se preparar para atendê-la, sai na frente. Esse é um caminho sem volta: todos os profissionais, da saúde à hotelaria, da indústria de beleza à moradia deverão ser, necessariamente, profissionais capacitados para a longevidade”, defende.

Para o diretor-presidente da Unimed-BH, Samuel Flam, a longevidade ressignificou a forma como vemos a realidade. “Hoje, não estamos apenas vivendo mais; estamos vivendo com qualidade, mantendo a produtividade e cultivando hábitos saudáveis. Como empresa de saúde, a Unimed Belo Horizonte está atenta a esse cenário e vem contribuindo, há quase 50 anos, para promover mais saúde e qualidade de vida para a população com mais de 60 anos. Afinal, nossa vocação e nosso propósito são cuidar de pessoas. Por isso, para nós, é uma grande honra contribuir com este projeto, capitaneado pela Fundação Dom Cabral, com o objetivo de colocar a longevidade em perspectiva. Conhecer melhor essa geração, da qual faço parte, é fundamental para que possamos, dentro do que é possível, projetar o amanhã. Estamos certos de que esta pesquisa traduz o espírito de nosso tempo e servirá como importante insumo para o futuro”, analisa.

Insights do estudo

| 10 Profissões do futuro para cuidar do envelhecimento

Novas profissões nascem para atender às pessoas, mostrando mais uma vez que a sociedade caminha mais rápido que qualquer instituição. Dessa forma, uma profissão inexistente hoje pode ser a carreira dos sonhos de quem prestar vestibular em 2030. O TrendBook Sociedade traz uma lista das 10 profissões ligadas à longevidade populacional.

  1. Cuidador de Idosos | Responsável por auxiliar nas tarefas domésticas para garantir o bem-estar da pessoa idosa. Higiene pessoal, suporte no cuidado médico e acompanhamento em consultas são atribuições do trabalho.  Média salarial: R$ 1.271,82
  2. Geriatra | Esse profissional é o médico especialista no tratamento de idosos, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da longevidade. Atua ao lado de enfermeiros, fisioterapeutas e educadores físicos. Média salarial: R$ 8.271,27
  3. Gerontólogo| A Gerontologia estuda o processo de envelhecimento pela perspectiva social, psicológica e biológica. Média salarial: R$ 3.793,25
  4. Terapeuta ocupacional | Costuma trabalhar em Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs), clínicas e hospitais, apoiando os maduros a manter sua autonomia na sua rotina, a partir das habilidades, limitações e reservas de saúde de cada pessoa. Média salarial:  R$ 2.598,45
  5. Conselheiro de aposentadoria |Essa é uma das 10 tendências de profissão do futuro, segundo a Fundação Instituto Administração (FIA). Além do planejamento financeiro, esse profissional apoia na decisão de alternativas de investimento, escolha de plano de saúde, plano de carreira e programação do tempo. Média salarial: Não há.
  6. Consultor de bem-estar para idosos | Interdisciplinar, sem uma formação própria, essa profissão combina conhecimentos diversos de finanças, recursos humanos e até saúde e bem-estar. Pessoas formadas em Gerontologia ou terapia ocupacional podem exercê-la. Média salarial: Não há.
  7. Bioinformacionista | Vindo da Biomedicina, esse profissional combina as informações genéticas com a metodologia clínica para desenvolver medicamentos personalizados cada vez mais eficientes para doenças genéticas. Média salarial: Entre R$ 4 mil e R$ 7 mil.
  8. Cuidador remoto | Conhecido como Walker/Talker, por meio de uma plataforma on-line, essa pessoa é contratada para passar um tempo com os maduros, praticando a escuta ativa e a conversa, para diminuir a solidão e manter ativa sua sociabilidade. Média salarial: Não há.
  9. Curador de memórias pessoais | O trabalho envolve desde a investigação de notícias e biografias para pessoas que perderam a memória até criação de biografias, perfis póstumos, histórias de famílias e empresas. O resultado pode ser entregue na forma de livro, filme ou uma experiência em realidade virtual. Média salarial: Não há, mas o piso cobrado pelo trabalho é de R$ 1 mil.
  10. Especialista em adaptação de casa | Com a tendência de Aging in Place, é cada vez mais necessária a adaptação de casas de família para atender às necessidades dos idosos. As modificações vão do tipo de piso à altura da prateleira, largura dos corredores e adaptação do banheiro. Média salarial: Não há, mas pode ser comparada a de um arquiteto ou gerontólogo.

Trabalho e Previdência Versus Extensão da Vida

Mabel Amber/Pixabay

No capítulo, O Bê-á-Bá da Previdência, o TrendBook Sociedade traz uma análise sobre o sistema previdenciário nacional – um pacto entre gerações no qual trabalhadores de hoje são os responsáveis por custear a aposentadoria daqueles que saíram do mercado de trabalho – e a relação futura com o aumento da longevidade populacional. Em 1980, a proporção era de 9,2 pessoas em idade ativa trabalhando para cada aposentado; em 2060 serão 1,6 trabalhador para cada idoso. Na prática, há grandes desafios no modelo da previdência nacional, sendo o aumento da taxa do envelhecimento um dos principais.

Em entrevista ao estudo, o economista Roberto Teixeira da Costa analisa formas de encarar a aposentadoria e aponta como os brasileiros de diferentes gerações podem se preparar para o futuro. “Acredito que deveríamos criar mecanismos para redistribuição de renda para aposentados; recursos que mitiguem os problemas causados pela desigualdade”, avalia.
Estamos diante de uma condição social inédita. A geração baby boomer é a primeira a ingressar na aposentadoria em uma era em que as pessoas vivem mais de 100 anos.

O estudo analisa as previdências sociais pelo mundo e traz o Índice Global de Pensões, que aponta que muitos países estão promovendo mudanças em direção a sistemas mais sustentáveis. Entre as medidas comuns, aumento da idade para se aposentar; aumento do nível de poupança (dentro e fora dos fundos de pensão); ampliação da cobertura de pensões privadas para toda a força de trabalho, incluindo autônomos e contratados; preservar os fundos de aposentadoria, limitando o acesso aos benefícios antes da idade de aposentadoria; e aumento da confiança de todas as partes interessadas por meio da transparência dos planos de pensão.

As novas sociedades envelhecidas

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No capítulo, destaque para O Telhado Branco do Mundo que analisa A Década do Envelhecimento Saudável – parte da Estratégia Global sobre o Envelhecimento e a Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS). O documento recomenda que até 2030 seja conduzido um plano de colaboração combinada, catalítica e sustentada em prol da temática. Um alerta pertinente recai para a questão de gênero. As mulheres costumam viver mais do que os homens; em 2017, elas eram 64% da população mundial 60+, sendo que 61% tinham mais de 80 anos.

As que nascerem entre 2020 e 2030 terão uma expectativa de vida de três anos a mais do que os homens nascidos no mesmo período. Entretanto, o estudo mostra que as mulheres maduras são mais pobres; têm menos economias e ativos que os homens por conta de uma jornada de vida de discriminação – algo que afeta a equidade de oportunidades.

Entre os países que integram a Organização para a Cooperação de Desenvolvimento Econômico (OCDE), a pensão paga às mulheres é, em média, 27% menor do que a dos homens. As maduras estão, em algumas partes do mundo, entre as mais vulneráveis à pobreza e em desvantagem quando o assunto abarca propriedades e heranças de terras. Por conta das barreiras educacionais, as mulheres são desproporcionalmente afetadas pela automação das funções, pelas mudanças tecnológicas e pela inteligência artificial. A força de trabalho feminina compõe o maior número de cuidadores não remunerados, incluindo o setor informal.

Preconceito contra um futuro longevo

O ageísmo está dentro de casa, nas ruas e nas empresas. Na pandemia, o grupo de 60+ foi o mais atingido pelo desemprego: mais de 1,3 milhão de pessoas com sessenta anos ou mais deixaram de trabalhar ou de procurar emprego, o que representa 64% dos brasileiros sem uma colocação profissional. Para a geriatra Karla Giacomin, vice-presidente do Centro de Longevidade Internacional-Brasil (ILC-Brazil), a invisibilidade no processo do envelhecimento e dos direitos relacionados à velhice prejudica a inclusão do tema nas pautas políticas.

Preparar o mundo para o envelhecimento

Foto: MedicalNewsToday

Cresce o número de cidadãos acima de 60 anos nas zonas urbanas do mundo; os governantes precisam levar em consideração as necessidades e demandas dessa população prateada. O estudo mostra que o número de pessoas 60+ irá crescer 16 vezes até 2050. Para auxiliar governos e países a criarem um ambiente age-friendly, a OMS criou um guia com diretrizes de como transformar cidades em espaços onde pessoas de todas as idades possam viver de forma saudável. O TrendBook Sociedade analisa as recomendações nos tópicos Engajamento social, Serviços municipais e Infraestrutura.

Cada vez mais sozinhos. No Brasil, já são mais de 4 milhões de 60+ que vivem sozinhos, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE); na cidade de São Paulo, dos mais de 1,8 milhão de idosos, 290.771 (16%) vivem sozinhos; desses, 22.680 têm mais de 90 anos. O estudo traz um mapa, por Estado, dos sessenta mais que residem sozinhos.

Cenários prateados

Na análise, iniciativas em vários países que mostram a adaptação das sociedades à conquista da longevidade. Prédios públicos, transporte, moradia, participação social, trabalho e engajamento cívico, comunicação e informação. Além disso, traz um ranking das melhores cidades brasileiras para viver após os sessenta anos: São Caetano do Sul, São Paulo (longevidade e bem-estar); São Paulo, capital (finanças); Atibaia, São Paulo (habitação); Birigui, São Paulo (educação e trabalho); Caraguatatuba, São Paulo (cultura e engajamento); Brusque, Santa Catarina (qualidade de vida); e Campo Largo, Paraná (cuidados com a saúde).

Ecossistema social da longevidade

Na análise, iniciativas de governos, empresas, sociedade civil, coletivos e indivíduos têm apoiado o envelhecimento do país em prol da qualidade de vida dos sessenta mais.
Embora as iniciativas sejam pontuais e muito associadas à saúde, despontam ações que ampliam o repertório governamental para abarcar setores como cultura, lazer e habitação. Por outro lado, a sociedade civil se mobiliza com iniciativas criativas para combater uma ameaça da longevidade, sobretudo em tempos de pandemia: a solidão. Incluir o idoso na ágora pública tende a ser a resposta dada por muitas das iniciativas, tanto governamentais quanto da sociedade civil.

Um aspecto interessante trazido pelo inusitado contexto de distanciamento social foi a nova dimensão de compreensão social do papel e dos desafios enfrentados pelos mais velhos na sociedade. De invisíveis, eles passaram a ser vistos como um grupo de risco que deveria ser protegido. Nesse cenário, muitos cidadãos decidiram conduzir iniciativas para combater o isolamento e o etarismo; ações para incluir os longevos de maneiras possíveis e seguras. Surgindo a partir do interesse de um indivíduo, de uma família, de uma comunidade, de uma universidade, de uma empresa ou até de uma rede internacional. O estudo traz iniciativas brasileiras como a Vila do Idoso (São Paulo); SESC (atividades culturais e esportivas); Governo da Paraíba (moradia); Brasília, Distrito Federal (Sua Vida Vale Muito); Me pede que eu canto (Rio de Janeiro, iniciativa da sociedade civil); Meninas de Sinhá (Belo Horizonte, Minas Gerais), entre outros. No Mapa Social da Longevidade, perfis de pessoas que estão transformando a forma de envelhecer no país.

Fonte: Hype50+

Maratona digital discute participação de startups no mercado de soluções voltadas aos maduros

O fomento ao empreendedorismo voltado ao mercado 50+, assim como ao empreendedor longevo, são temáticas cotidianas da plataforma global Aging 2.0 São Paulo e da Ativen. Em sua segunda participação na Longevidade Expo + Fórum, este ano no formato Maratona Digital, a Aging 2.0 São Paulo e Ativen reunirão convidados em um painel sobre a saúde, o conceito de seguro para os longevos e o empreendedorismo voltado a este público.

O embaixador do Aging 2.0 para a América Latina, CEO da Ativen Envelhecimento Ativo e membro do Núcleo 60+, Sérgio Duque Estrada, explica que, este ano, o Aging Internacional realizou um concurso focado em startups com propostas de soluções para reduzir o isolamento social e a solidão, que muito têm afetado a vida dos mais maduros.

“O Brasil contabilizou seis finalistas nesse concurso, o que nos motivou a querer ampliar o debate na Longevidade Expo + Fórum, evento que se consolidou como um importante fórum para essas inovações”, afirma Duque Estrada.

Para debater tecnologia, empreendedorismo, viabilidade das startups (com viés para saúde e seguro saúde e de vida), Duque Estrada mediará um painel com convidados de duas startups: uma de jovens empreendedores com soluções para o mercado 50+ e outra de empreendedores 50+ que também são voltados a este público.

“Nosso terceiro convidado é o empresário Caito Maia, fundador da marca Chilli Beans e um dos mentores do conhecido programa Shark Tank para startups, que falará sobre como os investidores estão avaliando essas iniciativas para os 50+ e também sobre o olhar das marcas para este segmento”, conta Duque Estrada.

Há cinco anos atuando no segmento de 50+, Duque Estrada conta que sua origem é o mercado financeiro, mas que hoje entende que tem um importante papel no fomento às empresas que querem derrubar as barreiras e atuar para esse público. “Nossa função, e de muitos que participam conosco da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, é a de valorizar a intergeracionalidade e dar visibilidade às tecnologias que atendam aos longevos de forma útil, inclusiva e participativa, para que este público sinta-se à vontade e desejoso de aplicar tais inovações no seu dia a dia, sem medo de errar”, completa.

Duque Estrada participa da abertura dos trabalhos no sábado, 21 de novembro, às 9 horas, abordando o tema “Saúde, comportamento e consumo dos longevos no Pós Pandemia. O novo normal na vida do público sênior”, bate-papo mediado pelo gerente geral da Longevidade Expo+Fórum, Fábio Madeira, e com a participação da CEO do Portal do Envelhecimento/ PUC-SP, Beltrina Corte, do professor e coordenador da USP 60+, ILC Brazil, Aging 2.0 e Ativen, Egídio Dórea, do diretor do Observatório da Longevidade, Fábio Nogueira, da diretora da Raízes.Etc./ Núcleo 60+, Gabriela Michelin e do Presidente Seguros Unimed, Helton Freitas.

Ainda no sábado, às 16 horas, Sérgio Duque Estrada mediará o painel “Empreendedor com os sênior techs no mercado atual”, que tem curadoria da Aging 2.0 e da Ativen, e que receberá o fundador da Chilli Beans e um dos mentores do programa Shark Tank do Canal Sony, Caito Maia, do presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira e do presidente da Forest Holding & CEO da Ô Insurance Group, José Macedo.

Tecnologia conversando com a longevidade

Democratizar o acesso a coberturas de seguros (saúde, auto e vida) ao consumidor. Esse é o trabalho da Ô Insurance Group, que tem na tecnologia a grande protagonista desta mudança de cultura, sobretudo para a ampliação do alcance e mudança no hábito de consumo.

Segundo o presidente da Forest Holding e CEO da Ô Insurance Group, José Macedo, que participará da Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum, a empresa investiu em tecnologia para simplificar processos. “Desta forma, conseguirmos derrubar barreiras de custos, distribuição, precificação e customização do produto, por exemplo”, conta.

Macedo explica que a empresa vem trabalhando soluções específicas para o público longevo, como o On Vida +, uma alternativa aos planos de saúde, com preços acessíveis e atendimentos que vão desde a telemedicina ilimitada, exames, farmácia, até atendimento odontológico de urgência e assistência funeral.

“Nossa participação no evento vai evidenciar essa necessidade em tratar a longevidade como tema prioritário, tanto do poder público, quanto da iniciativa privada”, afirma o executivo, que completa: “É necessário investir em políticas públicas e sociais eficazes e inclusivas, capazes de fazer com que a longevidade seja melhor aproveitada. Do mesmo modo, as empresas têm a chance e o desafio de se aprimorar e oferecer produtos e serviços especializados para este público, como nós estamos fazendo, e a Longevidade Expo + Fórum nos dá a oportunidade de discutir todos esses aspectos do envelhecer com qualidade”.

O presidente da Nilo Saúde, Victor Marcondes de Oliveira, também fará parte do painel sobre os sênior techs. Para ele, o Brasil ainda está longe de se comparar com outros países em relação ao tratamento que dá aos seus longevos. Essa distinção fica bem clara no âmbito da saúde. “Em países como os Estados Unidos existem planos de saúde específicos para aos 60+ que contam com apoio governamental. Além disso, o ecossistema de empresas voltadas para o longevo é muito mais completo”, afirma.

Segundo o executivo, a realização de eventos como a Maratona Digital da Longevidade Expo + Fórum são essenciais para empresas que querem entender mais sobre o setor, criar conexões, fazer negócios e, acima de tudo, trazer a “economia prateada” para o centro das conversas em nossa sociedade.

“A Nilo Saúde é uma clínica digital para os 50+ e oferece saúde de qualidade sem que os pacientes tenham que sair de suas casas. Também possibilitamos que planos de saúde cuidem melhor da população longeva, de uma maneira mais digital e eficiente. Sendo o CEO de uma startup de saúde digital para a população 50+, tenho o dever de compartilhar o que aprendemos durante este período difícil de pandemia”, completa Oliveira.

Longevidade Expo+Fórum 2020 – Maratona Digital
Datas: 20 a 21 de novembro de 2020, das 9 às 21 horas/22 de novembro de 2020, das 9 às 13 horas.
Onde: Plataforma Zoom, com transmissão simultânea pelo Facebook, Instagram e YouTube.
Inscrições: clique aqui
Para conhecer a programação completa, clique aqui

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade

Proteína vegetal pode prevenir doenças como câncer e aumentar longevidade, diz estudo recente

Em revisão publicada em julho no British Medical Journal, pesquisadores descobriram que aqueles que ingeriram mais proteína vegetal em sua dieta tiveram um risco 8% menor de morte prematura do que pessoas que raramente ou nunca consumiram esse tipo de alimento.

Adicionar à dieta mais proteína vegetal de fontes como leguminosas, grãos inteiros e nozes pode ajudá-lo a viver mais. Essa é a conclusão de uma revisão publicada em julho de 2020 no BMJ (British Medical Journal), segundo a qual para cada aumento de 3% no consumo diário de proteína vegetal foi associado a um risco 5% menor de morte prematura por todas as causas.

“Em um estudo recente foi confirmado que uma dieta à base de plantas e limitada em produtos animais beneficia a pressão arterial e reduz o risco de ataques cardíacos, derrames e doenças cardiovasculares. Mas essa nova revisão dá mais destaque à proteína vegetal, associando o seu consumo a um menor risco de morte por diversas causas, e incentivando o consumo de legumes, nozes e grãos no lugar de carnes vermelhas e processadas”, diz a médica nutróloga Marcella Garcez, professora e diretora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran).

Os pesquisadores examinaram dados agrupados de 32 estudos publicados anteriormente, representando 715.128 participantes. Durante os períodos de acompanhamento variando de 3,5 a 32 anos, 113.039 pessoas morreram, incluindo 16.429 mortes por doenças cardiovasculares e 22.303 mortes por câncer.

“No geral, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína total tiveram 6% menos probabilidade de morrer prematuramente do que os indivíduos com a menor quantidade de proteína em suas dietas. Mas quando os pesquisadores analisaram diferentes fontes de proteína separadamente, eles descobriram que apenas a proteína vegetal – e não a proteína animal – estava ligada a uma vida mais longa”, explica a médica.

Além disso, as pessoas que consumiram a maior parte da proteína vegetal tiveram um risco 12% menor de morte prematura por doença cardiovascular. “O maior consumo de proteína vegetal em substituição às carnes processadas e vermelhas é um comportamento que pode ajudar a reduzir o risco de várias doenças e morte prematura.”

A médica lembra, também, que, no caso da longevidade, apesar da inclusão de mais proteínas de origem vegetal na dieta ser fundamental, é necessário levar em consideração outros fatores, incluindo índice de massa corporal (IMC), tabagismo, consumo de álcool, hábitos de exercício e consumo total de calorias. Apesar disso, outros estudos também já vincularam dietas à base de plantas a uma vida mais longa. Por exemplo, um estudo (Fruit, vegetable, and legume intake, and cardiovascular disease and deaths in 18 countries (PURE): a prospective cohort study) publicado em agosto de 2017 no The Lancet acompanhou 135.335 pessoas por uma média de 7,5 anos e descobriu que comer pelo menos três porções por dia de frutas, vegetais e legumes estava associado a um risco até 22% menor de morte prematura de todas as causas e um risco até 42% menor de morte prematura por doença cardiovascular.

Outro estudo (Nut consumption and risk of cardiovascular disease, total cancer, all-cause and cause-specific mortality: a systematic review and dose-response meta-analysis of prospective studies), publicado em dezembro de 2016 na BMC Medicine, descobriu que cada porção adicionada de 28 gramas de nozes por dia estava associada a um risco 21% menor de doenças cardiovasculares e a uma chance 22% menor de morte prematura por todas as causas. “A carne vermelha e processada, por outro lado, parece ter o efeito oposto na longevidade, sugerem estudos anteriores”, afirma a médica.

Mas afinal, por que isso acontece?

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Segundo a médica, a proteína vegetal tende a ser rica em fibras, o que leva a uma maior satisfação e pode fazer com que as pessoas consumam menos calorias, além de ajudar a reduzir o colesterol.

“A fibra também é fermentada no intestino, o que aumenta a produção de bactérias benéficas que promovem a saúde do organismo como um todo. Além disso, a proteína vegetal é rica em antioxidantes que podem ajudar a prevenir ou retardar o desenvolvimento de muitas doenças crônicas, e polifenóis, que têm propriedades antioxidantes e têm sido associados a um menor risco de câncer”, afirma a nutróloga. “No geral, com todos esses compostos benéficos encontrados em proteínas vegetais, vemos redução da inflamação, menos toxinas, redução da pressão arterial e redução do risco de câncer, diabetes e doenças cardiovasculares”, acrescenta.

Pequenas maneiras de adicionar mais proteína vegetal à dieta

A médica dá algumas dicas para melhorar o consumo de proteínas vegetais:

*Para colher os benefícios das proteínas de origem vegetal, experimente adicionar uma porção dela no lugar de uma porção de proteínas de origem animal pelo menos uma vez por dia e, em seguida, vá aumentando a partir daí;

*Adicione sementes, nozes e leguminosas (feijões, ervilhas, lentilhas, grãos de bico) aos seus pratos, substituindo a proteína animal gradativamente até limitar seu consumo a três vezes por semana;

Foto: Milza/Morguefile

*Adicione 1 colher de sopa de semente de linhaça, gergelim ou chia moída ao seu smoothie ou vitamina matinal;

*Entre as grandes refeições, coma um punhado de nozes ou castanhas.

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Por fim, a médica diz que uma grande mudança pode ser mais simples ao planejar os menus para a semana. “Busque também receitas de alimentos integrais à base de plantas. Isso ajudará a incluir mais das proteínas vegetais na sua rotina alimentar”, finaliza.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo.

Abertas inscrições para programa de aceleração de negócios sociais voltados à longevidade

Em sua segunda edição, Neo Acelera busca negócios que geram impacto social e possam ganhar escala. Inscrições vão até 12 de julho; iniciativa, em parceria com Yunus Negócios Sociais, também prevê possibilidade de premiação de R$ 150 mil para um dos selecionados

Estão abertas as inscrições para a segunda edição da Neo Acelera, programa de aceleração da Neo Química, marca líder nas categorias de genéricos e similares em que está presente. Com o tema “Longevidade Ativa”, apoiará negócios sociais voltados para os desafios da maturidade, que já impactem o público alvo e tenham potencial para ganhar escala. As inscrições podem ser feitas até 12 de julho pelo site – clique aqui.

Após a primeira edição da Neo Acelera em 2019, com foco em atenção primária à saúde, a marca iniciou, ainda no ano passado, a discussão para escolha do tema de 2020, escolhido com base no cenário demográfico, econômico e social no país.

“Escolhemos o tema da longevidade ainda antes da pandemia, e sua relevância ficou ainda mais clara para nós após os últimos acontecimentos. A população madura já era um grupo social carente de soluções específicas para as suas necessidades e essa questão se intensificou por ser, esse grupo, o que sente com maior intensidade os impactos da doença, afirma Natalia Niro, gerente executiva da Neo Química.

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“Seguiremos buscando negócios sociais que tragam inovações e soluções reais para os principais desafios enfrentados por uma sociedade que é cada vez mais longeva e desigual e por este segmento da sociedade que luta para ter reconhecimento, atenção e cuidado, envolvendo também as suas redes de apoio”, completa a executiva.

As soluções das startups devem estar relacionadas aos seguintes temas, dentro do conceito de longevidade Ativa: Aprendizagem ao longo da vida; ocupação e vida profissional; planejamento financeiro e saúde financeira; mobilidade e autonomia; movimentação e segurança; gestão integrada da saúde; cuidado e acompanhamento pessoal; mente ativa e saudável; e cuidados com o fim da vida.

A iniciativa promoverá a capacitação dos empreendedores por três meses, abrangendo três bootcamps online, conexão com mentores da Neo Química e especialistas do mercado e acompanhamento semanal da equipe da Yunus Negócios Sociais para o desenvolvimento de soluções relevantes para o público 60+. Ao final, um dos empreendimentos poderá receber um aporte de até R$ 150 mil para aumentar o impacto do seu negócio.

O programa de aceleração da Neo Química reforça o posicionamento da marca – A saúde de todos é a nossa vocação – e o propósito de ajudar a garantir o direito à saúde de todo brasileiro, por meio da promoção de relações potentes que auxiliem, acelerem e potencializem a saúde no Brasil. A iniciativa é desenvolvida em parceria com Yunus Negócios Sociais, com apoio da Pipe.Social e da consultoria Hype60+.

Em 2019, a Neo Acelera abordou a atenção primária à saúde, com a participação de oito negócios. O UPSaúde Health Tech, aplicativo criado por empreendedores da Paraíba, foi escolhido para receber o investimento em dinheiro. Além disso, outra startup, a Oriente-me, tornou-se parceira da marca, por meio de atuação pela plataforma NeoPharma.

Longevidade no Brasil

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A geração prateada no mundo cresce 3% ao ano, mais do que qualquer outro grupo de pessoas. A população brasileira com mais de 60 anos já chega a cerca de 30 milhões. O Brasil é um dos países com o envelhecimento populacional mais acelerado do mundo. Em 32 anos, será o sexto com maior parcela da população 60+, devendo chegar a 67 milhões, à frente de todos os países em desenvolvimento.

Por outro lado, este público movimenta US$ 15 trilhões por ano globalmente. É a terceira maior atividade econômica do mundo. No Brasil, representa quase 20% do consumo: cerca de R$ 1,6 trilhão/ano. No entanto, essas condições se apresentam de forma desequilibrada.

De acordo com o Fórum Internacional da Longevidade, as desigualdades sociais se acentuam com o envelhecimento. Gênero, raça/cor da pele, nível educacional e condição social são determinantes na construção da longevidade saudável. Necessidades não atendidas ao longo da vida, limitações de acesso e exclusão continuada sofrem um efeito acumulativo que se amplifica na velhice. Isso se reflete em índices desequilibrados de esperança média de vida ou de capacidade funcional.

“Sabemos que iniciativas para uma longevidade ativa intrinsecamente significam uma oportunidade de impacto social, já que estamos falando de uma população esquecida em termos de oportunidade e inovação. Com o programa de aceleração deste ano, queremos ir além e endereçar os desafios da longevidade na base da pirâmide. Quais são os principais desafios dos longevos nesse contexto? Como garantir igualdade de acesso a produtos e serviços, para que todos tenham a oportunidade de uma velhice saudável e ativa? É um desafio contundente, mas é onde focamos aqui na Yunus Negócios Sociais”, afirma Túlio Notini, diretor da unidade de Corporate da instituição no país.

“A longevidade é uma grande oportunidade de negócio e de impacto social no Brasil. De um lado, temos um grande número de brasileiros acima dos 60 anos, ativos, com renda e usuários de tecnologia, com muita vida pela frente; do outro, um leque de desafios ainda não atendidos. Negócios inovadores estão surgindo a cada dia para solucionar esses problemas e temos uma possibilidade de visibilidade não só nacional, mas também global na corrida pela atenção dos maduros. Ouso dizer que esse não é apenas um mercado, mas o mercado do futuro”, ressalta Layla Vallias, consultora na Hype60+ e uma das coordenadoras da pesquisa Tsunami 60+.

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Mariana Fonseca, futuróloga, cofundadora da Pipe.Social e também uma das coordenadoras do estudo Tsunami60+ destaca: “Envelhecer é uma novidade. Por mais que a frase possa remeter a uma contradição, estamos vivendo mais do que o esperado; encontrando desafios nunca enfrentados e mudando paradigmas sobre a idade. É necessário mudar o mindset e dar luz às pessoas que passaram dos 60, 70, 80, 90, 100 anos. São elas que vão nos ensinar sobre os desafios e demandas não atendidas de uma população cada vez mais longeva. O futuro é velho”.

O segredo da longevidade: existe uma receita para viver mais e melhor?

O aumento da expectativa de vida é realidade. Especialista mostra como chegar à velhice com qualidade

Cerca de 30% dos idosos com mais de 60 anos têm problemas de sarcopenia, entendida como a perda de massa, força e desempenho da musculatura. A boa notícia é que esse mal pode ter seu impacto reduzido ou postergado com cuidados simples ao longo da vida.

“Por volta dos 30 anos, começamos a perder massa muscular, num processo natural, mas a velocidade dessa perda e o impacto que ela causa na qualidade de vida do paciente decorrem diretamente da quantidade de massa magra que as pessoas têm no corpo: quanto menos massa magra tivermos mais riscos corremos”, diz Roberto Miranda, cardiologista e geriatra.

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Segundo dados do IBGE (2018), a expectativa de vida ao nascer dos brasileiros aumenta ano após ano e já atinge 72 anos para os homens e 79 anos para as mulheres, além de ser cada vez mais comum, pessoas comemorem mais de 100 anos de idade. Mas esses números são superados quando pensamos por faixa etária, ainda segundo o IBGE uma mulher com 60 anos, por exemplo, em média viverá mais 22,9 anos, ultrapassando assim o número estimado no nascimento.

Muito se fala em como o país está ou não preparado para cuidar dessas pessoas e pouco sobre como a população está se preparando para viver mais e melhor.

Miranda explica que o indivíduo com pouca massa magra torna-se “fraco” e o quadro pode ser agravado com a incidência de uma doença aguda. Por exemplo: um idoso com boa quantidade de massa magra tende a se recuperar melhor de uma pneumonia, pois o organismo usa esse recurso para auxiliar a recuperação. Com o quadro estabilizado, ainda sobra massa para ele se recuperar e voltar para suas atividades rotineiras. O mesmo não acontece com o idoso com pouca massa magra. Ele tem as chances de morte ou dependência ampliadas, pois o seu organismo pode não ter a força necessária para se recuperar completamente de uma enfermidade pontual.

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“Outro problema é a perda de massa e de tecido ósseo (osteoporose), que também é comum e aumentam o risco de fraturas, as quais são extremamente complicadas para lidar e recuperar os pacientes”, ressalta o geriatra.

Segundo o Ministério da Saúde, aproximadamente 10 milhões de brasileiros têm osteoporose, o que causa 1 milhão de fraturas por ano. Esses graves problemas podem ser minimizados (ou adiados) com mudanças simples no cotidiano: ter estilo de vida ativo, o que significa no mínimo 5 mil passos por dia, ou fazer meia hora de caminhada; ter alimentação balanceada, que não restrinja os alimentos, mas reduza a ingestão daqueles que não contribuem com a saúde; ter equilíbrio emocional, para que o corpo não sofra as consequências de problemas menores; evitar o excesso de álcool e não fumar.

Outra ferramenta importante é a suplementação, que proporciona ao organismo os nutrientes essenciais quando eles não são aportados por meio da dieta nutricional padrão. Um exemplo clássico é a ingesta de proteínas, que na maioria das vezes não atinge a recomendação diária. Uma ótima fonte de proteínas são os peptídeos de colágenos que são isentos de alérgenos, como a proteína do leite, soja e glúten. Uma combinação adequada e balanceada de proteínas associada a vitaminas, minerais e aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA´s) são indispensáveis para a síntese muscular auxiliando na prevenção da sarcopenia.

Já para a saúde dos ossos e contra a osteoporose é necessária uma ingesta adequada cálcio, vitamina D, K e magnésio. Lembrando que os ossos não são formados apenas por cálcio e que o aporte de proteína para os ossos, além da vitamina D e magnésio, é fundamental para a formação de um composto ósseo de qualidade, não esquecendo o papel da vitamina K2 como um carregador do cálcio para os ossos evitando que ele se acumule nas artérias e rins. Vale mencionar que existem diversas fontes de cálcio, e que o Cálcio Citrato Malato, dentre os compostos de cálcio é o melhor absorvido pelo nosso organismo, chegando a ser quase 2 vezes mais absorvido do que o carbonato de cálcio.

Uma alimentação balanceada, seja via dieta nutricional padrão ou suplementada, e a prática de atividade física regular são a chave para manter o organismo em condição de oferecer a melhor resposta frente às necessidades habituais, promovendo um envelhecimento mais saudável e longevo.

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“Nada disso é fácil, mas os resultados são evidentes e comprovados por inúmeros estudos. Por isso, minha dica para todos é: parem de procrastinar. Comecem hoje a fazer a diferença, independente da sua idade”, completa Miranda.

Fonte: Biolab

Envelhecer te assusta? Pesquisador aponta seis dimensões da longevidade

O aumento da expectativa de vida da população é uma discussão extremamente atual. Estudiosos de diferentes culturas e partes do mundo conjecturam sobre os possíveis motivos para o fato: seria alimentação? Espiritualidade? Família? Valores que sustentam um padrão de vida estão no topo dessas discussões. Mas, afinal, quanto tempo ainda vamos viver?

Segundo o professor e palestrante Alexandre Correa Lima, em algumas regiões do planeta onde se vive muito acima da média, normalmente há condições melhores de saúde. “Essas áreas foram apelidadas de Blue Zones, ou zonas azuis: Icaria, na Grécia; Ogliastra na Sardenha (Itália); Okinawa no Japão; Península de Nicoya na Costa Rica; e Loma Linda, uma comunidade adventista na Califórnia (EUA)”, explica.

Segundo o especialista, obviamente essas não são as únicas áreas do mundo com alta concentração de idosos saudáveis, mas como o estudo original se concentrou nessas zonas, elas acabaram ganhando fama internacional e são vistas como as representantes “oficiais” das blue zones.

O Chipre e a longevidade

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Recentemente o programa jornalístico Globo Repórter destacou o Chipre, uma pequena ilha localizada no mar mediterrâneo. A população do país, de pouco mais de 1 milhão de habitantes, é menor do que a da cidade paulista de Campinas, e a expectativa de vida da população supera os 80 anos de idade.

Correa ainda aponta que embora a “receita” da longevidade não seja idêntica nas cinco áreas estudadas, elas compartilham uma série de pontos em comum:  “Características como dieta, atividade física, descanso, círculos sociais, religião e propósito de vida são algumas das semelhanças entre esses países. Pesquisadores encontraram farta evidência, por exemplo, de que essas blue zones se engajam em atividades religiosas diversas e isso tem impacto na saúde e longevidade. Suspeita-se que além dos efeitos benéficos de ter fé sobre a positividade das pessoas, a própria prática religiosa aumentaria as conexões pessoais reduzindo o risco das doenças emocionais ligadas a solidão e abandono”.

E as discussões sobre o assunto não devem parar por aí. Inspirada em parte nesses achados das blue zones e em parte nas tendências que devem impactar e moldar o futuro à nossa frente, essa “receita” ainda pode inspirar muita gente, o que Lima chama do surgimento de uma Revolução Prateada.

“Podemos observar seis dimensões que serão fundamentais para que não apenas tenhamos uma longa vida, mas sobretudo uma vida plena, saudável e cheia de significado. Uma vida cumprida mais do que comprida. Uma vida com intenção mais do que com extensão. Uma vida que vale a pena ser vivida. As dimensões são: física, financeira, intelectual, emocional, social e transcendental. Porque uma velhice na qual você esteja privado de saúde ou das suas habilidades cognitivas, socialmente isolado, sem dinheiro para algum conforto material, alienado do mundo e sem razão de viver não é um contexto à altura da dádiva que recebemos”, afirma.

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Ele menciona que conquistar esses patamares na sua totalidade certamente não é simples, mas será recompensador não apenas no longo prazo. Para ele todas essas dimensões proporcionam ganhos bastante valiosos em todas as fases da vida.

Fonte: Alexandre Correa Lima é palestrante corporativo e CEO da Mind Pesquisas. Pós-graduado em Administração de Marketing, possui um Master em Comunicação Empresarial (MBC) e cursou a Escola Avançada de Pesquisa de Mercado na University of Georgia (Atlanta/EUA). É autor do livro “Pesquisas de Opinião Pública” (Novatec) lançado em 2017. Deve lançar seu segundo livro em 2019. É professor da FGV e palestrante dos temas de inovação, criatividade, futuro e tendências, atuando ainda em palestras inspiracionais e transformacionais para empresas que querem e merecem mais.