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Zaya apresenta o Pãozinho das Galáxias, sem glúten, integral e low carb

Aos amantes do pão e da praticidade, este lançamento é para você. A Zaya acaba de lançar a nova versão do Pãozinho das Galáxias, feito com farinha de castanha de caju. O produto é a melhor alternativa para quem deseja começar o dia com mais sabor e saúde, pois é sem glúten, integral, sem conservantes, sem ingredientes transgênicos e low carb.

Superprático, basta misturar com um ovo e levar para a frigideira. Em menos de 10 minutos é possível saborear um lanche nutritivo e delicioso, seja no café da manhã ou no lanche da tarde.

“Desenvolvemos, junto com a chef Paula Martins, do Viver sem Trigo, um produto delicioso composto somente por farinha de castanha de caju, farinha de linhaça dourada, a nossa farinha Zaya e fermento. Com pouco carboidrato, muitas fibras e extremamente prático para o dia a dia corrido. O Galáxias é perfeito para quem é adepto da dieta low carb e busca uma alternativa saudável para o pão tradicional”. conta Maria Clara Savietto, comercial da Zaya.

O Pãozinho das Galáxias pode ser adquirido no site da Zaya por R$ 35,90 em ou nos diversos pontos de venda da marca.

Sobre Zaya:

A Zaya é uma farinha multiuso revolucionária, composta por um único ingrediente: a mandioca. Por isso é sem glúten, integral, sem grãos, sem oleaginosas, paleo e sem conservantes. Ela é a substituta totalmente natural e surpreendente para a farinha de trigo, na maioria das receitas.

Imagine bolos, biscoitos, brownies, panquecas e crepes, todos saindo exatamente como você se lembra deles? Os alimentos feitos com a Farinha Zaya não têm aquele sabor ou textura seca, que geralmente encontramos nas farinhas sem glúten.

A Zaya tem o propósito de fornecer um alimento limpo, livre de transgênicos e aditivos químicos para que você possa realmente ter uma alimentação ainda mais saudável e nutritiva em seu dia a dia. Você não precisa mais sacrificar o sabor ou a textura dos alimentos pela sua saúde.

Informações: Zaya

Mitos e verdades sobre a dieta low carb

Os médicos, José Carlos Souto e Rodrigo Bomeny, diretor-presidente e diretor científico de Medicina da ABLC, respectivamente, esclarecem as principais dúvidas sobre a prática alimentar e falam sobre sua eficácia no tratamento do diabetes

A Associação Americana do Diabetes, em inglês American Diabetes Association (ADA) tem diretrizes em que recomenda a prática alimentar low carb como alternativa dietética válida para o tratamento de diabetes tipo 2. Entre as vantagens comprovadas da estratégia alimentar para a doença, segundo a ADA, estão: perda de peso, redução da pressão arterial, aumento do HDL, o chamado colesterol bom, e redução dos triglicerídeos.

A decisão da associação vem baseada em estudos científicos realizados ao longo dos anos por cientistas renomados e capacitados, que demonstraram a eficácia da low carb, não apenas para o tratamento de diabetes tipo 2, como para o combate à obesidade, o tratamento de síndrome metabólica e a diminuição de gorduras no fígado.

Não obstante os resultados já demonstrados, a prática alimentar continua sendo contestada. Há muitas informações circulando na internet que não dizem totalmente a verdade sobre a prática. Neste contexto, os médicos José Carlos Souto e Rodrigo Bomeny, diretor-presidente e diretor científico de Medicina da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), respectivamente, acharam por bem, esclarecer algumas dúvidas a respeito do consumo de carboidratos e consequentemente dos resultados que podem ser alcançados com a low carb.

Dieta da moda?

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A low carb é uma prática alimentar das mais populares. Certamente o termo dieta cetogênica (um dos espectros da estratégia low carb) é um dos mais pesquisados na ferramenta de busca Google. Contudo, segundo o diretor-presidente da ABLC, quando chamam esta abordagem de “dieta da moda”, isto é feito com conotação negativa e desmerecimento. Além disso, conforme Souto, não se trata propriamente de um argumento. “Há coisas que estão na moda e são ruins e outras que são ótimas. A popularidade não é o critério pelo qual se determina o mérito científico”, diz.

O que deve ser, de fato, levado em questão, segundo o médico, é que diversos estudos clínicos randomizados (os mais fidedignos) mostram a eficácia da prática low carb para o emagrecimento, manutenção de peso, e tratamento de diversas doenças.

Souto explica que low carb é, sobretudo, uma alimentação restrita em produtos refinados, alimentos processados e grãos. Essa era basicamente a forma como nossos ancestrais se alimentavam, em um período anterior ao surgimento da agricultura. Assim, de que forma uma prática alimentar tão antiga pode ser considerada como algo “da moda”? “O que é novo, datando dos anos 1970, é a recomendação de que devemos comer de 3 em 3 horas, com carboidratos perfazendo 60% das calorias, como sugere a ultrapassada pirâmide alimentar”, destaca.

Carboidratos são essenciais para o desenvolvimento físico?

A crença geral é de que apenas a glicose (encontrada no carboidrato) é capaz de gerar energia suficiente para a prática esportiva e, consequentemente, para o desenvolvimento físico. Isto não condiz com a verdade. O diretor-presidente da ABLC explica que a gordura é uma ótima fonte energética, pois tem mais do que o dobro de calorias do que os carboidratos. Além disso, existe em maior quantidade no corpo, visto que o mesmo tem capacidade maior em armazenar gordura do que glicose.

Outra molécula que pode ser utilizada como fonte de energia quando se ingere poucos carboidratos é a proteína. Contudo, segundo o diretor científico de Medicina da ABLC, o corpo prefere usar este macronutriente para construir músculos e realizar outras funções importantes para a saúde. E, havendo consumo adequado de proteínas na dieta, as proteínas do próprio corpo são poupadas. “Por isso, a gordura é a melhor fonte de energia alternativa”, explica Bomeny.

Em relação à alegação de que haveria perda de massa magra (músculos) com dieta low carb, Souto argumenta que qualquer dieta para perda de peso causa, em algum grau, este efeito. “Há apenas duas estratégias para mitigar isso: exercício resistido (musculação, por exemplo) e aumento do consumo de proteínas”, diz. Isto posto, os estudos randomizados não mostram uma perda maior de massa magra com low-carb quando comparada à que ocorre com outras estratégias.

Na verdade, estudos científicos – ensaios clínicos randomizados – realizados com atletas da ginástica olímpica da Itália, do crossfit, e de levantamento de peso, por exemplo, mostraram que uma estratégia alimentar com muito pouco carboidrato não produziu perda de massa muscular. Segundo o diretor-presidente da ABLC, esses estudos clínicos mostram até que o que há é uma maior perda de gordura com a adesão à prática low carb.

Com a diminuição da quantidade de carboidratos, o corpo precisa de outra fonte de combustível. Por este motivo, a gordura passa a ser utilizada, e não armazenada, favorecendo a perda de peso.

O cérebro precisa de carboidratos para funcionar?

O cérebro precisa de glicose para funcionar – algo em torno de 130 gramas – o que se traduz em cerca de 500 calorias por dia. Mas o fato de que o cérebro precisa de glicose não significa que esta precise ser adquirida por meio da dieta, no caso,mas por meio de uma alimentação rica em carboidratos. De acordo com Souto, a glicogênese – produção de glicose pelo fígado – é mais do que suficiente para manter o nível glicêmico do organismo por tempo indeterminado. E os aminoácidos necessários para a realização deste processo podem vir de proteínas ingeridas na dieta – a alegação de que tais aminoácidos viriam dos músculos é inverídica no contexto de uma alimentação com quantidade adequada de proteína, como demonstram vários ensaios clínicos randomizados.

O médico explica que o cérebro apenas depende primariamente de glicose em quem se alimenta à base de glicose. “Nas pessoas que se alimentam com baixo carboidrato, até 75% das necessidades energéticas do cérebro são supridas por corpos cetônicos – pequenas moléculas energéticas produzidas pelo fígado, a partir dos lipídios, com esse fim”, afirma.

Conforme o diretor científico de medicina da ABLC a prática alimentar pode ser utilizada perfeitamente sem a preocupação de afetar negativamente a função cognitiva. “Na verdade, na prática clínica, observamos uma melhora na concentração, foco e memória com a low carb”, salienta Bomeny.

Low carb faz mal à saúde cardíaca?

Uma prática alimentar que não condena o consumo de carnes e gordura animal pode ser considerada potencialmente problemática ao coração, afinal trata-se de um tipo de alimentação mais rica em gorduras saturadas do que sugerem as recomendações tradicionais?

De acordo com o diretor científico de Medicina da ABLC, a despeito de alegações em contrário, as gorduras dietéticas total e saturada não se correlacionam com o risco de doença cardiovascular, e há evidências científicas de alto nível que comprovam isso.

Estudo realizado entre 1999 e 2004 com pacientes portadores de doenças coronarianas, recrutados em dois hospitais da Noruega, mostrou que aqueles com maior consumo de gordura saturada apresentavam menos doença cardiovascular do que aqueles que ingeriam menos gordura. De acordo com Souto, isso na verdade é o esperado, já que a quantidade de gordura saturada no sangue não é decorrência direta da quantidade de gordura que se consome, e sim de carboidratos. E os níveis elevados de glicose e de insulina são fatores de risco cardiovascular muito mais importantes.

O diretor-presidente da ABLC explica que os carboidratos ingeridos, particularmente amido e açúcar, são transformados em glicose no organismo. Ou seja, quanto mais carboidratos, maior o nível de glicose no sangue. A questão é que a insulina, hormônio responsável por retornar a glicose para valores normais, sinaliza também ao corpo para que ele armazene gordura. “Como resultado, seu fígado começa a converter o excesso de açúcar em triglicerídeos (gordura)”, afirma o médico. Além disso, a insulina elevada favorece o ganho de peso e a deposição de gordura visceral – o tipo mais associado a doenças cardiovasculares.

A prática alimentar sobrecarrega rins e fígado?

Essa dúvida é suscitada porque pacientes com insuficiência renal crônica apresentam dificuldades em excretar diversas substâncias, entre as quais as derivadas do metabolismo de proteínas. Desse modo, pacientes portadores da doença não podem aderir a uma prática alimentar hiperproteica. Contudo, de acordo com Souto, pessoas sadias não vão adquirir a doença se consumirem proteínas. Não há indicações na literatura médica nesse sentido. Conforme o diretor-presidente da ABLC, na realidade, o que se vê é contrário. “As duas principais causas de doença renal e hemodiálise, diabetes e hipertensão, melhoram com low carb”, afirma.

Outro ponto, conforme Souto, é que a prática alimentar low carb não é hiperproteica. Então, ainda que uma dieta rica em proteínas prejudicasse os rins, esse não seria o caso da low carb. O diretor-médico da ABLC afirma que o mesmo consumo de proteínas é recomendado nas estratégias alimentares low carb, low fat e mediterrânea. “Low carb é normoproteico, e isso deveria ser conhecimento básico para um profissional de saúde que fala sobre esse assunto”, declara.

A respeito do fígado, é sabido que o álcool e medicamentos são os principais agentes que causam sobrecarga ao órgão. Já a esteatose (gordura no fígado) tem como causa o açúcar. A prática alimentar low carb, inclusive traz benefícios a quem sofre da doença. “Estudo recente mostrou que apenas 14 dias de low carb são capazes de reduzir significativamente a gordura hepática”, garante Souto.

Low Carb significa restrição total de carboidratos?

Pessoas que buscam saber mais sobre low carb em fontes de informações não confiáveis costumam ligar a prática à ingestão exclusiva de proteínas e gorduras. O diretor-presidente da ABLC enfatiza que as recomendações são simples e em nenhum momento afirmam que carboidratos devem ser eliminados. “Uma prática low carb não deve ser ‘no carb’. Ou seja, trata-se de restringir açúcar, farináceos e o excesso de amido, e não de preocupar-se com alguns gramas de carboidratos em vegetais, por exemplo”, afirma o médico.

Souto esclarece que uma low carb bem planejada frequentemente contém uma quantidade de vegetais (em volume de comida) maior do que a quantidade de produtos animais. “Isso é importante para a flora intestinal e para o equilíbrio nutricional da prática alimentar, pois vegetais folhosos e vegetais de baixo amido estão universalmente associados a bons desfechos de saúde em 100% dos estudos”, diz.

Há restrição de fibras, vitaminas e nutrientes?

Como se trata de uma prática alimentar em que grãos integrais não são recomendados, é comum achar que organismo de quem adere ao low carb tem falta de fibras, vitaminas e nutrientes. De acordo com o diretor-presidente da ABLC, tal assertiva não procede. Primeiramente, porque sequer há comprovação científica de que grãos integrais trazem benefícios à saúde: os estudos apenas mostram que seu consumo é melhor do que o de grãos refinados.

Em segundo lugar, porque grãos não são as únicas fontes de fibras, vitaminas e minerais. Conforme Souto, vegetais folhosos, vegetais de baixo amido e legumes apresentam densidade nutricional de magnitude superior a qualquer grão. “De que forma a retirada de pão, massa, biscoitos, guloseimas, açúcar e farinhas diversas, e sua substituição por vegetais múltiplos, peixes, ovos, carnes, laticínios, nozes, castanhas e amêndoas teria qualquer efeito que não fosse o de melhorar a densidade nutricional?”, questiona.

Low carb é ruim, pois elimina um grupo inteiro de alimentos?

Segundo o diretor-presidente da ABCL, trata-se de um argumento falacioso. Não existe uma restrição de um grupo inteiro de alimentos, o que há são opções feitas, dentro de cada grupo, visando um objetivo. Assim, em uma estratégia low carb, para que a meta de consumir pouco açúcar seja alcançada, sem que as frutas sejam eliminadas do cardápio, se dará preferência ao morango em relação à banana, por exemplo – mas ambos são frutas.

Mas, ainda que alguma estratégia alimentar restrinja um grupo inteiro de alimentos, como a paleolítica, em que os laticínios não podem ser ingeridos, ou a vegana, em que diversos alimentos nutritivos são deliberadamente excluídos, o que deve validar os benefícios de uma prática alimentar são os ensaios clínicos randomizados. Conforme Souto, se eles mostram que a prática traz bons resultados, é este o critério que embasa a sua indicação.

É difícil se manter na dieta low carb?

Toda intervenção de estilo de vida – seja a prática de exercícios físicos, a cessação do tabagismo ou do consumo de bebidas alcoólicas, ou qualquer tipo de dieta – deixa de funcionar com o tempo. Isto porque a maioria das pessoas deixa de seguir a recomendação em menos de 24 meses. Assim, de acordo com o diretor-presidente da ABLC, uma prática alimentar deve ser valorada em relação a sua eficácia no período em que foi utilizada.

E, conforme Souto, a low carb para diabéticos mostrou resultados muito favoráveis, quando aferidos nos primeiros 90 dias a 180 dias, intervalo em que as pessoas ainda estão seguindo a estratégia. Por isso é muito recomendada para estes casos. Se a baixa efetividade, no longo prazo, não nos impede de recomendar a cessação do tabagismo e a prática de exercícios físicos, também não deve nos impedir de indicar low carb para os pacientes diabéticos. “Isso é óbvio”, conclui.

Fontes:
José Carlos Souto – médico e diretor presidente da ABLC
Rodrigo Bomeny de Paulo – médico endocrinologista e diretor de Medicina na ABLC

Fácil de fazer e muito saboroso: confira a receita de brownie low carb

Engana-se quem pensa que os adeptos da dieta são privados das gostosuras da culinária. A dieta low carb, por exemplo, permite saciar a vontade de doce sem sair da dieta. “Basta substituir alguns ingredientes para conquistar uma sobremesa tão deliciosa quanto a tradicional, e o melhor, sem sair da dieta”, afirma a nutricionista, Luanna Caramalac.

Low carb é uma dieta na qual há a redução do consumo de carboidratos. Aprenda o passo a passo de como fazer a sobremesa:

Brownie Low Carb

Ingredientes
2 ovos⠀⠀
1 xícara de chocolate amargo derretido⠀
1/4 xícara de leite vegetal
3 colheres de sopa de óleo de coco
3/4 xícara de adoçante (eritritol, stévia ou taumatina)
1 colher de sopa de cacau em pó sem açúcar
2 xícaras de farinha de amêndoas (ou outra farinha de oleaginosas)⠀
1/2 xícara de chocolate amargo picado (ou em gotas)
Canela a gosto (opcional)

Modo de preparo
Em um recipiente coloque os ovos, chocolate amargo derretido, leite vegetal, óleo, cacau, adoçante e mexa até a massa ficar homogênea. Acrescente aos poucos a farinha e mexa devagar até incorporar na massa. Adicione o chocolate picado e mexa novamente. Despeje a massa em uma forma untada e asse no forno em temperatura média (170ºC a 180°C) por 25-30 minutos (não deixe assar por completo, pois assim vira um bolo). Retire e deixe esfriar. Se preferir, coloque chocolate amargo por cima como cobertura.

Fonte: Luanna Caramalac Munaro, Nutricionista Funcional e Integrativa – Formada em modulação intestinal e biofísica quântica pela universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região Pantanal (Uniderp). Pós-graduada em nutrição clínica funcional – VP, adequação nutricional e manutenção da homeostase – prevenção e tratamento de doenças. Pós-graduanda em nutrição comportamental, atua na área integrativa com foco em prevenção e tratamentos de patologias, como doenças autoimunes; depressão; infertilidade e emagrecimento.

Curseria lança curso sobre confeitaria saudável com Isabela Akkari

A jovem empresária irá compartilhar os principais segredos da culinária saudável por meio de curso online

Algumas pessoas acreditam ser impossível ter uma alimentação saudável incluindo doces no dia a dia, mas a Curseria, plataforma de cursos online que alia educação e entretenimento, irá desmistificar o assunto. Juntamente com Isabela Akkari, proprietária do Café et Patisserie, a primeira confeitaria saudável em São Paulo, localizada no Itaim Bibi e com uma unidade no Shopping Iguatemi, a empresa apresenta o curso “Confeitaria saudável: técnicas, bases e criação de receitas”.

Isabela Akkari é uma jovem empreendedora que decidiu largar o emprego em uma multinacional e seguir sua paixão por doces e um estilo de vida saudável. Em parceria com a Curseria, foi desenvolvido um conteúdo focado nas técnicas, bases e todo o processo de preparo dos doces, fazendo com que o aluno desenvolva autonomia e habilidade para criar as próprias receitas e ter um estilo de vida saudável. As pessoas que possuem algum tipo de restrição alimentar poderão aprender comer doces em segurança.

O curso engloba doces low carb, sem adição de açúcar, sem glúten, sem proteínas do leite animal e veganos, promovendo a inclusão no mundo da confeitaria. Outro viés importante do curso é o empreendedorismo: se o aluno tiver o sonho de abrir uma confeitaria saudável, ele vai encontrar no material as principais dicas sobre como iniciar o negócio.

São 5 horas de conteúdo divididas em 10 aulas + 1 aula extra especial sobre as influências e tendências do mercado de doces low carb. Um dos objetivos do curso é descomplicar os principais dilemas da confeitaria saudável, como substituição, proporção e função dos ingredientes, fazendo com que seja possível produzir doces sem adição de açúcares com a mesma textura e gosto de doces tradicionais.

Entender progressivamente as reações dos ingredientes e as substituições, desde o mise en place à apresentação, são os principais ganhos do material. Além disso, o curso conta com uma aula específica sobre tendências de mercado, ou seja, também foi desenhado para quem deseja abrir uma confeitaria saudável e não sabe por onde começar.

O aluno também vai descobrir as vantagens da confeitaria inclusiva e entender que é possível fazer doces saudáveis para voltar a sentir o prazer de consumir uma boa sobremesa, como é o caso dos portadores de diabetes, que muitas vezes precisam mudar radicalmente a alimentação por conta dos açúcares. Conhecer as funções e propriedades dos ingredientes para criar receitas com o mesmo sabor, textura e cor das originais é também um dos principais objetivos do curso.

“A confeitaria saudável é um desdobramento da confeitaria clássica, por isso requer muita prática, técnica e precisão. Queremos ensinar aos alunos como produzir doces com sabor, bem apresentáveis e ainda sim saudáveis, visando sempre a inclusão das pessoas que têm restrições alimentares, como é o caso dos diabéticos e celíacos. Além disso, para aqueles que buscam doces low carb, vamos ensinar como fazer seus próprios doces para fugir dos industrializados”, conta Danilo Ricchetti, cofundador da Curseria.

A Curseria se destaca por oferecer cursos online que além de ter grandes personalidades brasileiras como professores, abordam processos, técnicas e filosofias diversas que possibilitam a transformação de carreira e ampliação do conhecimento. Indo muito além do que já se conhece em EAD, a plataforma de conhecimento pode expandir o ensino com um público ilimitado, com flexibilidade de acesso e aproximando os estudantes dos profissionais renomados que ali, se tornam professores.

Informações: Curseria

É possível conciliar low carb e vegetarianismo

Os nutrientes necessários para manutenção da saúde do organismo devem ser buscados em boas fontes de proteínas e gorduras provenientes dos vegetais

É muito comum as pessoas atestarem que não é possível conciliar o vegetarianismo à estratégia alimentar low carb. Isto porque a prática se caracteriza por reduzir o consumo de carboidratos, e por buscar as calorias necessárias para o corpo humano em proteínas, principalmente, as encontradas em produtos de origem animal.

Ao contrário da impressão corrente, a Associação Brasileira LowCarb (ABLC) afirma que é perfeitamente possível adaptar a estratégia low carb aos hábitos alimentares dos vegetarianos. Como no vegetarianismo é excluído total ou parcialmente um grupo de macronutrientes que provem aminoácidos e ácidos graxos essenciais à vida humana, a ABLC recomenda que, quem optar por adotar esta estratégia alimentar, seja em um contexto low carb ou não, busque ajuda de um nutricionista e/ou profissional da área de saúde para que sua dieta seja adequada às suas necessidades.

Além de ser uma estratégia que restringe carboidratos, a low carb é uma prática alimentar que se baseia no consumo de alimentos naturais e na restrição de alimentos ultraprocessados. Então, se alguém deseja aderir à prática deve evitar açúcares, farináceos e o excesso de amido, que se transformam em glicose no sangue, levando ao aumento do hormônio insulina e, consequentemente, ao maior armazenamento de gordura no corpo.

Foto: Jerzy Gorecki

Segundo o diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto, muitos vegetarianos quando iniciam a prática sem acompanhamento de um profissional de saúde tendem a optar por uma dieta baseada em pães, massas, bolos e batatas fritas, a fim de buscarem a energia necessária para o bom funcionamento do corpo, já que folhas verdes tais como couve, espinafre, alface, agrião e rúcula, não apresentam calorias significativas e, isoladamente, não conferem saciedade.

Foto: Sunnysun0804/Pixabay

Com a proteína da carne banida de sua dieta, Souto esclarece que os vegetarianos devem ter como principal fonte de calorias, não os carboidratos refinados e industrializados, mas as boas gorduras, que podem ser encontradas em diversos produtos vegetais, como: frutas (abacates); oleaginosas (nozes, castanhas, macadâmias, amêndoas); laticínios (principalmente queijos e manteiga) e azeite de oliva e óleo de coco. Além disso, o aporte proteico adequado também deve ser garantido em uma dieta vegetariana bem formulada.

Pixabay

De acordo com o médico, ovos também são importantes aliados nessa estratégia alimentar, pois, além de serem excelente fonte de gordura, são ricos em proteína. “Para quem não apresenta problemas de digestibilidade e autoimunidade, comer feijões e lentilhas é recomendável, pois também colaboram no aporte de proteínas”, explica o diretor-presidente a ABLC.

Pessoas que aderiram à low carb e optaram por não consumir carnes podem achar que o vegetarianismo é incompatível com essa prática alimentar. Como dito, não é viável ter como base da alimentação humana somente folhas verdes. Conforme Souto, quando combinados a boas fontes de proteínas vegetais, os vegetais folhosos e, também, os vegetais de baixo amido (couve-flor, berinjela, brócolis, cenoura, cebola, alho etc.) são unanimidade em termos nutricionais, estando universalmente associados a bons desfechos de saúde em 100% dos estudos clínicos.

Frutas devem ser ingeridas com parcimônia

Enquanto hortaliças podem fazer parte basicamente de qualquer dieta, a ingestão de frutas deve estar de acordo com a necessidade de cada pessoa. O diretor-presidente da ABCL explica que se o objetivo não é a necessidade de controle de peso, o consumo de frutas sem restrições é uma opção.

“Se a pessoa precisa perder peso ou já tem resistência à insulina, glicose no sangue se alterando, mas não tem diabetes, é recomendado consumir frutas com moderação”, diz Souto. Neste caso, é melhor optar por frutas menos açucaradas. As campeãs nesse quesito são coco e abacates. As frutas vermelhas, tais como morango, mirtilo, framboesa e amora, também têm poucos açúcares e são boas opções. Outras, como ameixa, melão, pêssego, laranja, maçã, e mamão, contêm níveis moderados de açúcar e podem se adequar à dieta.

Steve Buissinne/Pixabay

Entre as frutas contendo mais açúcares estão banana, figo, uva, manga, abacaxi e melancia. Caso não haja problemas de saúde, estas frutas podem ser consumidas, desde que tenha atenção às quantidades. Essas questões são individuais, e um nutricionista pode ajudar a calcular as porções adequadas, de acordo com as necessidades e objetivos de cada um. Para os adeptos de very low carb (VLC), essas frutas devem ser evitadas. A banana, por exemplo, é tão açucarada que equivale neste quesito a mais de 20 morangos.

Apesar de não serem proibidas em uma estratégia alimentar low carb, Souto destaca que frutas não são bons lanches para se fazer de estômago vazio. Isto porque os níveis de glicose no sangue podem se elevar rapidamente, ocasionando fome uma ou duas horas depois, assim que os níveis voltarem a baixar. Conforme o diretor-presidente da ABLC, a melhor opção de lanche numa estratégia low carb é aquela que une boa proteína e boa gordura.

Assim como em qualquer outra dieta, é possível conciliar a opção pessoal de restringir o consumo de produtos de origem animal, como no caso do vegetarianismo. Contudo, recomenda-se que haja acompanhamento de um nutricionista com experiência no assunto a fim de garantir que a estratégia seja corretamente formulada e bem-sucedida.

Fonte: Associação Brasileira LowCarb (ABLC) 

Mundo Verde ensina a preparar receitas sem glúten, açúcar e lactose

O Mundo Verde, rede de produtos naturais e orgânicos, tem três dicas de receitas para preparar no fim de semana.

Cookie de Limão com Chia – pela nutricionista Marcela Mendes

Ingredientes
• 1/3 Xícara de chá de Farelo de Aveia sem Glúten Mundo Verde Seleção
• 1/2 Colher de café de fermento em pó
• 1/2 Colher de café de sal
• 2 Colheres de sopa de adoçante eritritol
• 1 Colher de sopa de semente de chia
• Raspa de 1 limão
• Suco de 1 limão
• 2 Colheres de sopa de óleo de coco extra virgem orgânico
• 1 Colher de café de essência de baunilha (opcional)

Modo de preparo
Misture primeiro todos os secos. Em outra tigela misture todos os líquidos. Depois misture tudo, faça pequenas bolinhas e achate. Unte uma forma com óleo de coco, posicione os cookies e leve ao forno preaquecido a 180 graus por aproximadamente 20 minutos
ou até que estejam assados.

Rendimento: 8 Cookies
Receita: sem açúcar, sem lactose, sem glúten, vegana e rica em fibras

Muffin Salgado Low Carb – pel nutricionista Priscila Teles

Ingredientes
• 2 Colheres de sopa de farinha de amêndoas
• 2 Colheres de sopa de abobrinha ralada (fina)
• 1 Colher de sopa de Semente de Linhaça Dourada Mundo Verde Seleção
• 1 Ovo
• 1/2 Colher de café de sal rosa do Himalaia fino
• 1 Colher de chá de azeite de oliva extra virgem
• 1 Colher de café de fermento em pó
• Ervas a gosto

Modo de preparo
Em um liquidificador bata todos os ingredientes (menos o fermento e a abobrinha). Após formar uma mistura homogênea, desligue o liquidificador, leve a um recipiente e acrescente o fermento e a abobrinha e misture com auxílio de uma espátula. Distribua a massa em forminhas de silicone e leve ao forno médio preaquecido por cerca de 30 minutos.

Rendimento: 1 Unidade
Receita: sem lactose, sem glúten e low carb

Picolé de Coco Sem Açúcar – pela nutricionista Viviane Pereira

Ingredientes
• 300ml de Leite de coco em pó (conforme instruções da embalagem)
• 1/2 Xícara de coco ralado fresco
• 1 Colher de sopa de Eritritol Mundo Verde Seleção

Modo de preparo
Misture todos os ingredientes em uma tigela, adicione nas formas de picolé e leve ao freezer por aproximadamente 6 horas, até congelar.

Rendimento: 5 Picolés de 60ml
Receita: low carb, vegana, sem açúcar, sem lactose e sem glúten

Fonte: Mundo Verde

 

Aprenda a preparar pizzas mais saudáveis

Nutritivas, sugestões da Bio Mundo incluem versões veganas, sem glúten e low-carb

Quentinha ou amanhecida, salgada ou doce, tradicional ou incrementada. Seja como for, a pizza definitivamente é amada pelos brasileiros. Segundo a Associação de Pizzarias Unidas de São Paulo, o país está entre os cinco que mais consomem a iguaria italiana em todo o mundo. Entretanto, com a preocupação cada vez maior em ter e manter uma alimentação saudável e equilibrada, muitas pessoas acabam se privando de consumir o delicioso prato.

Por isso, a Bio Mundo apresenta quatro versões fit para quem não abre mão de degustar uma pizza. As receitas são saudáveis, nutritivas, práticas e, o melhor: extremamente saborosas.

Pizza vegana

pizza vegana

Ingredientes
• ¾ xícara de farinha de trigo
• ½ xícara de farinha de grão-de-bico;
• 1/3 xícara de farinha de linhaça
• ½ xícara de fécula de batata
• 1 colher de sopa de açúcar mascavo
• 1 colher de sopa de fermento biológico seco
• ¾ de xícara de água morna
• 1 colher de sopa de azeite
• sal a gosto

Modo de preparo:
Em um recipiente, acrescente todas as farinhas, o fermento e o açúcar. Misture bem e adicione a água até que a massa fique homogênea. Se precisar, coloque um pouco mais de água. A massa precisa ficar um pouco grudenta. Acrescente o azeite e o sal e incorpore. Tampe a massa com um pano de prato e deixe descansar até crescer e ficar com o dobro do volume. Vai levar entre 15 e 20 minutos. Modele a pizza em uma forma untada com óleo (aconselho untar a mão com óleo também) e asse em forno pré-aquecido a 180°C por aproximadamente 15 minutos. Retire do forno, coloque sua cobertura preferida e volte ao forno por mais uns 10 minutos. Sugestões de coberturas: cogumelos salteados no azeite, shoyu e salsinha; tomates picados; sementinhas e manjericão salpicados por cima.

Minipizza de berinjela

pizza beringela

Ingredientes
• 1 berinjela média
• 200g de mozarela light
• 100g de tomate cereja
• ½ de molho pronto
• sal a gosto

Modo de preparo:
Fatie a berinjela (com a casca) com mais ou menos 1,5cm de largura, e coloque numa assadeira levemente untada com margarina. Uma pitadinha de sal por cima de cada fatia cai bem. Depois, em cada fatia coloque uma colher cheia de molho. Cubra com a mozarela e os tomatinhos cereja cortados ou não. Uma ótima dica é cortá-los para incorporar mais o sabor. Por fim, salpique o orégano, e leve ao forno preaquecido a 180º por 30 minutos.

Pizza sem glúten

pizza sem gluten

Ingredientes
• 1 maço de couve-flor
• 1 ovo
• ½ xícara de mozarela ou queijo parmesão
• sal, pimenta do reino e orégano a gosto

Modo de preparo:
Primeiro, separe a couve-flor em buquês (somente a parte crespa) e lave em água corrente. Em um processador de alimentos, processe a couve (se preferir pode picar bem com uma faca). Depois de picada, leve ao micro-ondas por 3 minutos. Espere esfriar e misture a mozarela ralada ao ovo. Tempere com o sal, pimenta do reino e o orégano. Unte bem uma assadeira e modele a massa no formato de um disco de pizza. Leve para assar em forno preaquecido (230º) por aproximadamente 10 minutos ou até as bordas começarem a dourar. Por fim, retire do forno, cubra com os ingredientes de sua preferência e volte ao forno apenas para derreter o queijo.

Pizza doce integral

pizza banana sweden trip
Imagem meramente ilustrativa – Foto: Sweden Trip

Ingredientes
• 1 tablete de fermento biológico
• 1 pitada de açúcar demerara
• 1 e meia xícara (chá) de farinha de trigo integral
• 1 xícara (chá) de farelo de aveia
• meia xícara (chá) de água (100 ml)
• 3 colheres (sopa) de leite
• meia colher (sopa) de óleo de coco
• 1 pitada de sal do himalaia

Cobertura:
• 1 gema
• 1 colher (sopa) de manteiga Ghee
• meia xícara (chá) de açúcar demerara
• 4 colheres (sopa) de amido de milho
• 1 e meia xícara (chá) de leite (300 ml)
• 4 bananas-nanicas, maduras, cortada em rodelas
• meia colher (chá) de canela em pó

Modo de preparo:
Para a massa, em um recipiente grande coloque o fermento biológico e o açúcar, misturando até dissolver. Junte a farinha de trigo integral, o farelo de aveia, a água, o leite, o óleo e o sal. Amasse com as mãos até ficar homogêneo. Divida em 2 partes iguais, molde esferas e deixe-as descansar por 30 minutos, cobertas com um pano de prato limpo. Em uma superfície lisa, abra cada parte da massa entre dois plásticos com o auxílio de um rolo, em círculos de 25 cm de diâmetro. Transfira para duas formas de pizza, fure a superfície com um garfo e leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, por 10 minutos. Para a cobertura, coloque em uma panela média a gema, a margarina, o açúcar, reservando 1 colher (sopa) para polvilhar, o amido de milho. Cozinhe em fogo baixo, por 10 minutos, mexendo sem parar ou até encorpar. Retire do fogo e espere esfriar. Depois, espalhe sobre as massas, cubra com a banana e polvilhe com a canela previamente misturada ao açúcar reservado. Por fim, leve ao forno médio (180 graus), preaquecido, por 10 minutos. Retire do forno e sirva em seguida.

Nutricionista ensina opções de pizzas saudáveis para fazer em casa

 

Renata Guirau, nutricionista do Oba Hortifruti explica como deixar o tradicional prato italiano mais leve e como inserir na alimentação sem medo

Quem resiste a uma saborosa pizza? Um dos pratos favoritos para ser dividido entre a família ou os amigos é tão apreciado aqui no Brasil que até ganhou um dia para chamar de seu: 10 de julho! E para quem quiser comemorar a data da melhor maneira, a nutricionista do Oba Hortifruti, Renata Guirau, orienta sobre como inserir a iguaria de forma equilibrada na alimentação e ensina o preparo de dois tipos de massas de pizzas caseiras saudáveis: a de batata doce e a de tapioca com aveia.

Apesar das pizzas serem pratos ricos em carboidratos e com valor calórico aumentado, de acordo com a nutricionista, quando consumidas de maneira correta, podem fazer parte da alimentação sem culpa. Renata explica que o segredo está na quantidade e na frequência do consumo.

“Dentro de um contexto em que a maioria das refeições são mais leves e ricas em vegetais, a pizza será muito bem-vinda de forma esporádica. A quantidade ideal varia de acordo com a pessoa, mas o indicado sempre é não cometer exageros e comer para saciar a vontade”, ressalta.

Entre as sugestões mais saudáveis da especialista para serem feitas em casa estão a pizza à base de batata doce e a pizza com massa de aveia e tapioca. “Essas duas ideias são ricas em fibras, que vão ajudar na sensação de saciedade, e ainda são livres de glúten, podendo ser consumidas por quem precisa evitar esse componente”, indica a profissional.

Na hora de escolher os recheios, optar por um molho de tomate de qualidade vai garantir mais sabor e elevar a qualidade nutricional da receita. “Quem busca mais praticidade e saúde, pode utilizar a passata de tomate no processo, pois é um molho mais encorpado, sem grandes quantidades de conservantes e que preserva os nutrientes do tomate”, acrescenta Renata.

E para os demais complementos, a nutricionista recomenda utilizar alimentos mais naturais, como frango desfiado, tomate, rúcula, brócolis, manjericão, cogumelos, cebola e orégano fresco, no lugar de embutidos e ultraprocessados, para deixar a receita caseira mais equilibrada.

“Outros elementos, embora processados, mas que são interessantes de acrescentar no recheio são as azeitonas, o atum, o tomate seco, bacon artesanal e queijos em geral”, finaliza a especialista.

E quem não quiser literalmente colocar a mão na massa, pode comemorar o Dia da Pizza com a família saboreando as opções de pizzas da linha Oba Bem Querer, disponíveis em todas as unidades da rede.

Confira o passo a passo das receitas propostas pela nutricionista e bom apetite:

Massa de pizza sem glúten

Pizza com massa de aveia e tapioca (002)

Ingredientes
2 ovos
30mL de leite desnatado
1 xícara de tapioca
2 col de sopa de parmesão ralado
2 col de sopa de farinha de aveia
1 col de chá de fermento em pó
½ col de café de sal

Modo de preparo:
Misture tudo até formar uma massa homogênea. Coloque em uma forma untada e leve ao forno preaquecido a 200 graus por cerca de 15 minutos. Acrescente o recheio e leve ao forno por mais 10 a 15 min. Sugestões de recheios: queijo mussarela com manjericão.

Pizza à base de batata doce

Pizza com massa de batata doce (002)

Ingredientes
2 xic de chá de batata doce cozida e amassada
2 col de sopa de farinha de arroz
½ col de café de sal
1 col de sopa de azeite de oliva

Modo de preparo
Misture tudo até formar uma massa homogênea. Coloque em uma forma untada e leve ao forno preaquecido a 200 graus por cerca de 15 minutos.  Acrescente o recheio e leve ao forno por mais 10 a 15 min.

Delivery: Libre oferece produtos sem glúten e lactose, low carb e veganos

Empresa oferece serviço de delivery para entrega de congelados às pessoas com restrições alimentares e que buscam uma alimentação saudável

Oferecer alimentos saborosos, feitos artesanalmente e isentos de glúten, lácteos e açúcares é a proposta da Libre. A marca está investindo no sistema delivery para levar a linha de congelados a consumidores com restrições alimentares e que buscam uma alimentação mais saudável. Os produtos podem ser pedidos pelo site e pelo e-commerce.

Com opções para celíacos e pessoas intolerantes à lactose, a Libre também tem sugestões low carb, vegetarianas e veganas, promovendo a inclusão alimentar com uma ampla linha de salgados ultracongelados e de fácil preparo.

Além das Coxinhas de Frango e Shitake, Empadas de Palmito e Frango, Kibes de Abóbora e Quinoa, Bolinhos de Batata Doce com Frango e Librenitos, os consumidores também poderão receber em casa os lançamentos Bolinha de Queijo e Pão de Queijo Grãos.

Bolinhade-queijo

100% vegana, a Bolinha de Queijo Libre é feita com massa de batata e queijo da Nomoo, que leva leite de castanhas em sua composição. Sem glúten e lácteos, não possui conservantes, corantes e óleo e está disponível em embalagens de 300g com 12 unidades.

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Enriquecida com os benefícios da linhaça, fonte de proteínas, fibras e nutrientes, a outra novidade, o Pão de Queijo Grãos é isento de insumos de origem animal, conservantes, corantes e aroma artificial de queijo e oferecido em embalagens de 350g.

Além do sistema delivery, os produtos da Libre podem ser encontrados nas redes Pão de Açúcar, Carrefour, Muffato, Mundo Verde, na Casa Santa Luzia e Armazém Cerealista, em empórios e lojas especializadas.

É importante seguir a dieta low carb com orientação de nutricionista

Especialista do Dietbox apresenta detalhes sobre o protocolo alimentar

Nos últimos anos, a dieta low carb ganhou cada vez mais fama entre o público interessado em iniciar um processo de reeducação alimentar e perda de peso. Muitas vezes, porém, o protocolo é comunicado como milagroso, deixando de lado a importância do acompanhamento nutricional e personalizado para cada paciente.

Pensando nisso, Luiza Ferracini, nutricionista do Dietbox, software de nutrição mais utilizado do Brasil, elencou informações relevantes que reforçam a importância da dieta low carb ser guiada por um profissional de nutrição.

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Em primeiro lugar, vale explicar do que se trata o low carb: “Trata-se de um protocolo alimentar com baixo consumo de carboidratos, e não corte total. De modo geral, orientamos que os pacientes consumam uma quantidade diária de carboidratos que deve variar entre 45% e 65% das necessidades calóricas diárias. Quando uma pessoa passa a consumir uma quantidade menor do que essa, está em uma dieta low carb”, esclarece Luiza.

Já em um segundo momento, é importante lembrar que o protocolo não se baseia no consumo exclusivo de alimentos gordurosos ou proteínas, mas sim no foco em legumes e verduras. Carboidratos de baixo índice glicêmico também são recomendados, ou seja, aqueles cuja glicose é absorvida em menor velocidade e, por isso, não há picos de açúcar no organismo. Consequentemente, o corpo não precisa estocar glicose em forma de gordura.

aveia iogurte frutas pixabay
Pixabay

A definição do cardápio do paciente é, ainda, um dos momentos mais importantes dentro de qualquer protocolo nutricional. “É essencial o acompanhamento de um especialista, que poderá guiar o paciente por escolhas e substituições inteligentes, como a priorização de ‘bons carboidratos’, como tubérculos, iogurtes, frutas, verduras, legumes e oleaginosas, em detrimento do que chamamos de ‘carboidratos ruins’, como pães e farinhas brancos, e sucos e todos os tipos de açúcar”, explica.

A especialista reforça que todas as quantidades de gorduras, carboidratos e proteínas consumidas diariamente devem ser orientadas por um nutricionista a partir de entrevista completa como paciente, cálculo de gasto energético, avaliações laboratoriais e acompanhamento periódico.

LowCarb dieta

“Além disso, é importante ressaltar que em alguns casos a dieta low carb não deve ser seguida durante um longo período de tempo, pois a partir de um ponto, a restrição do consumo de carboidratos pode gerar a perda de massa magra, o que não se traduz de forma benéfica dependendo do objetivo do paciente”, conclui Luiza.

Sobre o Dietbox

Fundado em 2013, o Dietbox é o software online de nutrição mais utilizado por profissionais da área, oferecendo aos nutricionistas uma ferramenta de aproximação e fidelização de pacientes. A startup conta com mais de 80 mil profissionais e estudantes no sistema, mais de 2 milhões de pacientes cadastrados e está presente em 15 países. Recentemente, a companhia deu início ao seu processo de internacionalização e personalizou o software para o mercado chileno. O Dietbox ocupa posição de líder de mercado no Brasil, tanto entre softwares online, quanto entre offline.

Nutricionista aponta perigos dos planos alimentares restritivos

Conheça os riscos de seguir dietas Low Carb sem consultar um profissional

Dietas restritivas são aquelas que recomendam a diminuição ou a extinção do consumo de algum tipo de ingrediente. As low carb são um segmento que reduz ou elimina o consumo de carboidratos visando o emagrecimento. Seguir esse tipo de plano alimentar sem consultar um especialista pode gerar ganho de peso, ansiedade e doenças cardiovasculares.

A nutricionista Patrícia Diz mostra sua visão sobre os regimes e a popularidade deles nas redes sociais. “Na internet a informação busca sempre ser o mais atrativa possível, por isso prometem além do que podem cumprir. Todo mundo gostaria de perder 10 quilos em uma semana, mas esse emagrecimento dificilmente vai ser feito de forma saudável, já que uma redução tão rápida de peso provavelmente vai causar também a diminuição da massa muscular, um tecido nobre do nosso corpo”, relata a profissional.

Entre as mais populares estão as low carb que se baseiam em uma alimentação farta em proteínas e gorduras, mas pobre em carboidratos. A eliminação de qualquer componente nutritivo cria um desequilíbrio e prejudica o funcionamento do metabolismo.

Sobre o interesse nas dietas restritivas, Patrícia explica que “grande parte das pessoas não entendem a função dos ingredientes no nosso corpo, as pessoas precisam ser conscientizadas de que, por exemplo, os carboidratos geram energia, quando você limita a ingestão desse componente, seu organismo desacelera além de estocar outras fontes como as gorduras. A falta dessa percepção faz as pessoas acreditarem que deixar de consumir algo é a solução, quando o correto é um prato rico e balanceado”.

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Pinterest

Muitos danos à saúde são causados pela lentidão metabólica que a carência de carboidratos origina. “Os riscos são maiores no futuro, ansiedade, compulsões e problemas cardiovasculares são alguns dos prejuízos que refeições desequilibradas acarretam. Em curto prazo, a falta de ingestão de açúcares provoca falta de energia, ganho de peso e perda de massa muscular, por isso esse tipo de orientação só é indicado para períodos pequenos e feito sob controle e com exames constantes. Nesse caso, a intenção é criar um avanço na dieta para estimular o paciente”, conta a nutricionista.

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A profissional explica porque muitos planos alimentares não geram os resultados esperados: “Quando analisamos algumas dessas dietas podemos ver que em um dia ela tem 800 calorias e no seguinte 1.500 calorias, esse desequilíbrio e a deficiência de nutrientes faz o metabolismo frear e estocar energia em forma de gordura. Junto com isso, precisamos entender que cada organismo precisa de uma quantidade específica de nutrientes para se desenvolver, por esse motivo que montamos um direcionamento único para cada paciente”.

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Contudo, a especialista sugere a fórmula para um emagrecimento saudável: “O ideal é associar exercícios físicos à uma alimentação equilibrada e completa, o acompanhamento é importante para apontar a quantidade e os horários de consumo dos nutrientes mais adequados para cada caso. Assim, a perda de peso é naturalmente mais lenta, mas o resultado é real e as chances de voltar a engordar é muito menor”, encerra a nutricionista.