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Delivery: Libre oferece produtos sem glúten e lactose, low carb e veganos

Empresa oferece serviço de delivery para entrega de congelados às pessoas com restrições alimentares e que buscam uma alimentação saudável

Oferecer alimentos saborosos, feitos artesanalmente e isentos de glúten, lácteos e açúcares é a proposta da Libre. A marca está investindo no sistema delivery para levar a linha de congelados a consumidores com restrições alimentares e que buscam uma alimentação mais saudável. Os produtos podem ser pedidos pelo site e pelo e-commerce.

Com opções para celíacos e pessoas intolerantes à lactose, a Libre também tem sugestões low carb, vegetarianas e veganas, promovendo a inclusão alimentar com uma ampla linha de salgados ultracongelados e de fácil preparo.

Além das Coxinhas de Frango e Shitake, Empadas de Palmito e Frango, Kibes de Abóbora e Quinoa, Bolinhos de Batata Doce com Frango e Librenitos, os consumidores também poderão receber em casa os lançamentos Bolinha de Queijo e Pão de Queijo Grãos.

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100% vegana, a Bolinha de Queijo Libre é feita com massa de batata e queijo da Nomoo, que leva leite de castanhas em sua composição. Sem glúten e lácteos, não possui conservantes, corantes e óleo e está disponível em embalagens de 300g com 12 unidades.

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Enriquecida com os benefícios da linhaça, fonte de proteínas, fibras e nutrientes, a outra novidade, o Pão de Queijo Grãos é isento de insumos de origem animal, conservantes, corantes e aroma artificial de queijo e oferecido em embalagens de 350g.

Além do sistema delivery, os produtos da Libre podem ser encontrados nas redes Pão de Açúcar, Carrefour, Muffato, Mundo Verde, na Casa Santa Luzia e Armazém Cerealista, em empórios e lojas especializadas.

É importante seguir a dieta low carb com orientação de nutricionista

Especialista do Dietbox apresenta detalhes sobre o protocolo alimentar

Nos últimos anos, a dieta low carb ganhou cada vez mais fama entre o público interessado em iniciar um processo de reeducação alimentar e perda de peso. Muitas vezes, porém, o protocolo é comunicado como milagroso, deixando de lado a importância do acompanhamento nutricional e personalizado para cada paciente.

Pensando nisso, Luiza Ferracini, nutricionista do Dietbox, software de nutrição mais utilizado do Brasil, elencou informações relevantes que reforçam a importância da dieta low carb ser guiada por um profissional de nutrição.

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Em primeiro lugar, vale explicar do que se trata o low carb: “Trata-se de um protocolo alimentar com baixo consumo de carboidratos, e não corte total. De modo geral, orientamos que os pacientes consumam uma quantidade diária de carboidratos que deve variar entre 45% e 65% das necessidades calóricas diárias. Quando uma pessoa passa a consumir uma quantidade menor do que essa, está em uma dieta low carb”, esclarece Luiza.

Já em um segundo momento, é importante lembrar que o protocolo não se baseia no consumo exclusivo de alimentos gordurosos ou proteínas, mas sim no foco em legumes e verduras. Carboidratos de baixo índice glicêmico também são recomendados, ou seja, aqueles cuja glicose é absorvida em menor velocidade e, por isso, não há picos de açúcar no organismo. Consequentemente, o corpo não precisa estocar glicose em forma de gordura.

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Pixabay

A definição do cardápio do paciente é, ainda, um dos momentos mais importantes dentro de qualquer protocolo nutricional. “É essencial o acompanhamento de um especialista, que poderá guiar o paciente por escolhas e substituições inteligentes, como a priorização de ‘bons carboidratos’, como tubérculos, iogurtes, frutas, verduras, legumes e oleaginosas, em detrimento do que chamamos de ‘carboidratos ruins’, como pães e farinhas brancos, e sucos e todos os tipos de açúcar”, explica.

A especialista reforça que todas as quantidades de gorduras, carboidratos e proteínas consumidas diariamente devem ser orientadas por um nutricionista a partir de entrevista completa como paciente, cálculo de gasto energético, avaliações laboratoriais e acompanhamento periódico.

LowCarb dieta

“Além disso, é importante ressaltar que em alguns casos a dieta low carb não deve ser seguida durante um longo período de tempo, pois a partir de um ponto, a restrição do consumo de carboidratos pode gerar a perda de massa magra, o que não se traduz de forma benéfica dependendo do objetivo do paciente”, conclui Luiza.

Sobre o Dietbox

Fundado em 2013, o Dietbox é o software online de nutrição mais utilizado por profissionais da área, oferecendo aos nutricionistas uma ferramenta de aproximação e fidelização de pacientes. A startup conta com mais de 80 mil profissionais e estudantes no sistema, mais de 2 milhões de pacientes cadastrados e está presente em 15 países. Recentemente, a companhia deu início ao seu processo de internacionalização e personalizou o software para o mercado chileno. O Dietbox ocupa posição de líder de mercado no Brasil, tanto entre softwares online, quanto entre offline.

Nutricionista aponta perigos dos planos alimentares restritivos

Conheça os riscos de seguir dietas Low Carb sem consultar um profissional

Dietas restritivas são aquelas que recomendam a diminuição ou a extinção do consumo de algum tipo de ingrediente. As low carb são um segmento que reduz ou elimina o consumo de carboidratos visando o emagrecimento. Seguir esse tipo de plano alimentar sem consultar um especialista pode gerar ganho de peso, ansiedade e doenças cardiovasculares.

A nutricionista Patrícia Diz mostra sua visão sobre os regimes e a popularidade deles nas redes sociais. “Na internet a informação busca sempre ser o mais atrativa possível, por isso prometem além do que podem cumprir. Todo mundo gostaria de perder 10 quilos em uma semana, mas esse emagrecimento dificilmente vai ser feito de forma saudável, já que uma redução tão rápida de peso provavelmente vai causar também a diminuição da massa muscular, um tecido nobre do nosso corpo”, relata a profissional.

Entre as mais populares estão as low carb que se baseiam em uma alimentação farta em proteínas e gorduras, mas pobre em carboidratos. A eliminação de qualquer componente nutritivo cria um desequilíbrio e prejudica o funcionamento do metabolismo.

Sobre o interesse nas dietas restritivas, Patrícia explica que “grande parte das pessoas não entendem a função dos ingredientes no nosso corpo, as pessoas precisam ser conscientizadas de que, por exemplo, os carboidratos geram energia, quando você limita a ingestão desse componente, seu organismo desacelera além de estocar outras fontes como as gorduras. A falta dessa percepção faz as pessoas acreditarem que deixar de consumir algo é a solução, quando o correto é um prato rico e balanceado”.

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Pinterest

Muitos danos à saúde são causados pela lentidão metabólica que a carência de carboidratos origina. “Os riscos são maiores no futuro, ansiedade, compulsões e problemas cardiovasculares são alguns dos prejuízos que refeições desequilibradas acarretam. Em curto prazo, a falta de ingestão de açúcares provoca falta de energia, ganho de peso e perda de massa muscular, por isso esse tipo de orientação só é indicado para períodos pequenos e feito sob controle e com exames constantes. Nesse caso, a intenção é criar um avanço na dieta para estimular o paciente”, conta a nutricionista.

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A profissional explica porque muitos planos alimentares não geram os resultados esperados: “Quando analisamos algumas dessas dietas podemos ver que em um dia ela tem 800 calorias e no seguinte 1.500 calorias, esse desequilíbrio e a deficiência de nutrientes faz o metabolismo frear e estocar energia em forma de gordura. Junto com isso, precisamos entender que cada organismo precisa de uma quantidade específica de nutrientes para se desenvolver, por esse motivo que montamos um direcionamento único para cada paciente”.

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Contudo, a especialista sugere a fórmula para um emagrecimento saudável: “O ideal é associar exercícios físicos à uma alimentação equilibrada e completa, o acompanhamento é importante para apontar a quantidade e os horários de consumo dos nutrientes mais adequados para cada caso. Assim, a perda de peso é naturalmente mais lenta, mas o resultado é real e as chances de voltar a engordar é muito menor”, encerra a nutricionista.

 

Receita de bolo de chocolate de micro-ondas low carb

A chef low carb Vanda Hering, ensina a preparar uma receita fácil, prática, saudável e muito saborosa para uma tarde de filmes com a família, por exemplo.

Bolo de chocolate de micro-ondas low carb

Ingredientes
2 ovos
4 colheres de sopa de farinha de amendoim
2 colheres de sopa de cacau em pó 100%
1 colher de chá de óleo de coco
1 colher de sopa de fermento em pó
2 colheres de sopa de eritritol
Extrato de baunilha a gosto

Modo de preparo
Bata todos os ingredientes no liquidificador e deixe o fermento por último. Coloque em um refratário untado pequeno (rende 2) e leve ao micro-ondas por 3 – 5 minutos.

Cobertura: derreta chocolate 70% ( 50g) com 100 ml de creme de leite fresco em banho maria e cubra o bolo.

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Sobre Vanda Hering

Chef low carb que dá cursos por todo Brasil levando comida de verdade que alimenta e conforta a todos. Do salgado ao doce e do simples ao refinado que fazem bem ao corpo e a alma e que agradam a toda a família independente de viver ou não esse estilo de vida.

Low carb não prejudica pessoas com hipotireoidismo

Aqueles que seguem a dieta, em sua maioria, sentem-se dispostos e emagrecem, ou seja, apresentam os sintomas opostos aos da falta de hormônio da tireoide

De acordo com evidências científicas, a low carb vem se mostrando uma estratégia alimentar das mais eficazes não só para quem deseja o emagrecimento e controle de peso, mas combater doenças como a diabetes, obesidade e síndrome metabólica. Contudo, há uma questão relacionada à falta de eficácia ou prejuízo gerado pela adoção dessa dieta por pessoas que sofrem de hipotireoidismo e tireoide de Hashimoto.

Segundo o médico, diretor presidente da Associação Brasileira de LowCarb (ABLC), José Carlos Souto, se o hipotireoidismo estiver sendo tratado com medicamentos, não será essa doença responsável pelo paciente não conseguir perder peso. Logo, a estratégia alimentar low carb funcionará adequadamente para ela como funciona para qualquer pessoa que esteja livre dessa condição.

A desconfiança que existe com relação ao uso da estratégia low carb em pessoas que sofrem de hipotireoidismo refere-se ao fato da verificação de que uma dieta desse tipo interfere nos hormônios tireoidianos – a triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) -, cujo papel é de alta relevância, não apenas na regulação do metabolismo, como na função de diversos órgãos do corpo humano.

Resumidamente, o hipotireoidismo acontece quando há queda na produção de T3 e T4, ocasionado a diminuição do metabolismo, e consequentemente o ganho de peso. Outros sintomas como cansaço, intolerância ao frio, alterações intestinais, pele seca, sintomas depressivos, diminuição da frequência cardíaca, queda de cabelo, podem ocorrer. Em crianças, pode ocasionar prejuízo ao crescimento e ao desenvolvimento mental.

Depois de começar uma dieta low carb, algumas pessoas realmente costumam verificar uma alteração na concentração dos hormônios de tireoide. De acordo com o médico endocrinologista, diretor científico de Medicina da ABLC, Rodrigo Bomeny, isso relaciona-se a diversos fatores, entre os quais, o de que pessoas que fazem dieta com baixa ingestão de carboidratos, mas rica em gordura e proteínas, tendem a se saciar com mais facilidade, comer menos e emagrecer.

“Diante desse cenário, o corpo responde diminuindo os hormônios T3 e T4, a fim de baixar o metabolismo e evitar mais perda de peso”, explica Bomeny, destacando que essa resposta hormonal não é exclusividade da low carb, podendo acontecer com qualquer dieta que cause perda de peso.problemas-na-tireoide

O diretor científico de Medicina da ABLC explica que, mesmo quando não há restrição de calorias, ou seja, mesmo quando a adesão à estratégia low carb não leva a menos ingestão de alimentos, esse tipo de dieta mostra-se associada a níveis mais baixos do hormônio T3 no sangue. “Olhando superficialmente e levando em conta apenas números, essa redução do T3 tem sido considerada uma evidência de que a restrição de carboidratos prejudica a função da tireoide”, afirma.

Conforme o médico endocrinologista, a explicação para a diminuição desse hormônio pode residir no fato que ele também é utilizado para metabolizar a glicose no sangue. Assim sendo, em uma dieta baseada na restrição do consumo de carboidratos e consequentemente de glicose, é natural que o hormônio T3 diminua.

No entanto, segundo Bomeny, os níveis de T3 no sangue não são a única forma de avaliar a ação dos hormônios da tireoide no organismo. Isso pode ser feito através da taxa metabólica basal. De acordo com o médico, estudos mostram que pessoas adeptas da estratégia low carb, mesmo apresentando menores níveis de T3, mantém constante a taxa metabólica basal. Uma hipótese para isso é de que o corpo se torna mais responsivo devido a mudanças benéficas na estrutura e função celular. “Em outras palavras, uma dieta low carb poderia resultar em uma melhora de sensibilidade dos hormônios tireoidianos. Mas isso é apenas uma hipótese.”, afirma.

O critério atualmente empregado pelos especialistas para diagnosticar se as pessoas sofrem de problemas na tireoide é o Hormônio Estimulante da Tireoide, em inglês, Thyrois Stimulating Hormone (TSH). É ele que controla o T3 e o T4 no sangue: aumenta quando esses hormônios diminuem e abaixa quando eles estão em excesso. Em outras palavras, se é verificado um acréscimo de TSH no organismo, estabelece-se o diagnóstico de hipotireoidismo e o tratamento com medicamentos é iniciado. O diretor científico de Medicina da ABLC enfatiza que, mesmo tendo em vista este critério, diversos estudos randomizados já foram feitos com pacientes em low carb sem que se determinasse neles aumento da incidência de hipotireoidismo.

Por fim, Bomeny explica que, não obstante uma estratégia alimentar com baixa ingestão de carboidratos influenciar na baixa dos hormônios T3 e T4 e consequentemente no indicador do hipotireoidismo, não se verifica, após sua adesão, os sintomas ocasionados pela doença. “As pessoas que seguem a dieta low carb, na sua maioria, sentem-se dispostas e emagrecem, ou seja, apresentam os sintomas opostos da falta de hormônio da tireoide”, ressalta.

Excesso de açúcar afeta ação dos hormônios da tireoide

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Entre os hormônios tireoidianos, o T3 é o chamado hormônio ativo, sendo o responsável por desempenhar o papel principal no ritmo do funcionamento dos órgãos humanos. Apesar de aparecer em maior quantidade no sangue, o T4 é menos potente e acaba se convertendo em T3 durante seu trajeto pelo corpo.

Mas para que a ação efetiva do hormônio T3 ocorra é necessário que este atravesse a membrana celular pelos canais transportadores. “De nada adianta produzir hormônio tireoidiano, se este ficar no sangue, do lado de fora da célula”, esclarece o diretor científico de Medicina da ABLC.

Por sua vez, a entrada do hormônio na célula depende da energia (ATP) produzida pelo corpo, sendo que qualquer distúrbio limitante da produção de ATP prejudica esse mecanismo. Segundo Bomeny, uma das substâncias que afeta a produção de energia e limita essa entrada é a frutose.

Para corroborar sua afirmação, o médico cita um estudo publicado pela American Physiological Society, em 1994, no qual demonstrou-se que, em humanos, a frutose induz ao aumento do ácido láctico e do ácido único sérico, acarretando a diminuição da produção de energia intracelular e dificultando consequentemente a entrada dos hormônios da tireoide na célula. “E não se engane, a principal fonte de frutose na dieta das pessoas não são as frutas e, sim, o açúcar”, conclui.

Fonte: ABLC – Associação Brasileira de LowCarb

Duas receitas de bolo de milho para adoçar o dia

O milho é considerado um superalimento, pois, além de ser fonte de energia, devido aos carboidratos, tem na sua composição antioxidantes, vitaminas, minerais e fibras alimentares, que são importantes aliados na manutenção da saúde. E pensando em deixar os dias friozinhos mais nutritivos, gostosos e sem que você perca muito tempo na cozinha, a Predilecta separou duas receitas deliciosas e práticas de Bolo de Milho em conserva.

Tem para todos os gostos. O pessoal fit pode preparar uma receita especial Low Cab, enquanto quem gosta de doces tradicionais ganha uma receita com leite condensado. Confira as receitas:

Bolo de milho low carb com coco

Broa de Fubá: Brazilian Corn Cake

Ingredientes:
1 lata de milho verde Predilecta;
4 colheres de sopa de óleo de coco;
100 gramas de coco ralado;
3 ovos;
1 pote de iogurte integral;
100ml de água;
1 colher de chá de essência de baunilha;
1/2 xícara de farinha de coco;
3 colheres de sopa de farinha de linhaça;
1 colher de café de essência de baunilha;
1 colher de chá de CMC (carboximetilcelulose) *
1 colher de sopa de fermento;
4 colheres de sopa de adoçante culinário;
canela em pó gosto.

Modo de preparo:
Leve todos os ingredientes para bater no liquidificador até obter uma mistura homogênea. Despeje essa massa em forma untada e enfarinhada e leve ao forno médio até dourar. O tempo pode variar de acordo com o forno. Retire, espere esfriar, desenforme com cuidado e sirva.

*C.M.C é a abreviatura de carboximetilcelulose, um polímero hidrossolúvel derivado de celulose para uso alimentar. O produto é apresentado na forma de pó e tem coloração ligeiramente amarelada. Funciona primordialmente como espessante neutro, porém é também emulsificante, agente de suspensão homogenizante e aglutinante. É utilizado em vários alimentos pela indústria alimentícia como bolos, sorvetes, cremes, glacês.

Bolo de milho com coco e leite condensado

Mexican Corn Cake

Ingredientes
1 lata de milho Predilecta
1 colher de sopa de margarina
3 ovos inteiros
1 lata de leite condensado
1 pacote de coco ralado
1 colher de sobremesa de fermento ​

Modo de Preparo:
Bata o milho, a margarina e os ovos inteiros no liquidificador por pouco tempo para que o milho não se desfaça por completo. A crescente o leite condensado e o coco ralado e bata mais um pouco, mas lembre-se de não deixar o milho se desfazer. Por fim, acrescente o fermento e misture bem. Despeje a massa em uma forma untada com margarina e farinha e leve ao forno preaquecido. Aguarde de 30 a 40 minutos. Quando o bolo estiver dourado, estará pronto, e é só esperar esfriar e servir. Se quiser, mel pode acompanhar a fatia.

Fonte: Predilecta

No Dia da Pizza, confira receita de uma na versão low carb

A chef funcional Lidiane Barbosa ensina uma receita especial para o Dia da Pizza, hoje, 10 julho. Lidiane é conhecida nacionalmente por suas receitas saudáveis e por falar de alimentação saudável por todo o país.

Pizza Low Carb 

Ingredientes:
1 maço (cabeça) de couve flor ou brócolis
10g de farinha de linhaça
80g de água
1/4 de colher de sopa de sal marinho moído
1 colher de chá de salsinha desidrata
1 colher de chá de alho em pó
1 colher de chá de cebola em pó
1 colher de chá de goma xantana

Modo de preparo:
Retire os floretes de couve flor e processe. Guarde o restante para um delicioso purê.
No processador, passe os floretes de couve flor. Coloque a água em uma panela pequena e quando ferver, acrescente a farinha de linhaça. Deixe por 2 minutos, mexendo sempre. Coloque todos os ingredientes em um bowl e com as mãos misture bem até formar uma massa. Se necessário acrescente água. Acomode a massa em um tapetinho de silicone e leve ao forno 180ºC por 10 minutos. Coloque a cobertura de sua preferência e leve ao forno por mais 10 minutos. Sirva em seguida.

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É possível conciliar low carb e vegetarianismo

Os nutrientes necessários para manutenção da saúde do organismo devem ser buscados em boas fontes de proteínas e gorduras provenientes dos vegetais

É muito comum as pessoas atestarem que não é possível conciliar o vegetarianismo à estratégia alimentar low carb. Isto porque a prática se caracteriza por reduzir o consumo de carboidratos e por buscar as calorias necessárias para o corpo humano em proteínas, principalmente, as encontradas em produtos de origem animal.

Ao contrário da impressão corrente, a Associação Brasileira LowCarb (ABLC) afirma que é perfeitamente possível adaptar a estratégia low carb aos hábitos alimentares dos vegetarianos. Como no vegetarianismo é excluído total ou parcialmente um grupo de macronutrientes que provem aminoácidos e ácidos graxos essenciais à vida humana, a ABLC recomenda que, quem optar por adotar esta estratégia alimentar, seja num contexto low carb ou não, busque ajuda de um nutricionista e/ou profissional da área de saúde para que sua dieta seja adequada às suas necessidades.

Além de ser uma estratégia que restringe carboidratos, a low carb é uma prática alimentar que se baseia no consumo de alimentos naturais e na restrição de alimentos ultraprocessados. Então, se alguém deseja aderir à prática deve evitar açúcares, farináceos e o excesso de amido, que se transformam em glicose no sangue, levando ao aumento do hormônio insulina e, consequentemente, ao maior armazenamento de gordura no corpo.

Segundo o diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto, muitos vegetarianos quando iniciam a prática sem acompanhamento de um profissional de saúde tendem a optar por uma dieta baseada em pães, massas, bolos e batatas fritas, a fim de buscarem a energia necessária para o bom funcionamento do corpo, já que folhas verdes tais como couve, espinafre, alface, agrião e rúcula, não apresentam calorias significativas e, isoladamente, não conferem saciedade.

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Com a proteína da carne banida de sua dieta, Souto esclarece que os vegetarianos devem ter como principal fonte de calorias, não os carboidratos refinados e industrializados, mas as boas gorduras, que podem ser encontradas em diversos produtos vegetais, como: frutas (abacates); oleaginosas (nozes, castanhas, macadâmias, amêndoas); laticínios (principalmente queijos e manteiga) e azeite de oliva e óleo de coco. Além disso, o aporte proteico adequado também deve ser garantido em uma dieta vegetariana bem formulada.

De acordo com o médico, ovos também são importantes aliados nessa estratégia alimentar, pois, além de serem excelente fonte de gordura, são ricos em proteína. “Para quem não apresenta problemas de digestibilidade e autoimunidade, comer feijões e lentilhas é recomendável, pois também colaboram no aporte de proteínas”, explica o diretor-presidente a ABLC.

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Pessoas que aderiram à low carb e optaram por não consumir carnes podem achar que o vegetarianismo é incompatível com essa prática alimentar. Como dito, não é viável ter como base da alimentação humana somente folhas verdes. Conforme Souto, quando combinados a boas fontes de proteínas vegetais, os vegetais folhosos e, também, os vegetais de baixo amido (couve-flor, berinjela, brócolis, cenoura, cebola, alho etc.) são unanimidade em termos nutricionais, estando universalmente associados a bons desfechos de saúde em 100% dos estudos clínicos.

Frutas devem ser ingeridas com parcimônia

Enquanto hortaliças podem fazer parte basicamente de qualquer dieta, a ingestão de frutas deve estar de acordo com a necessidade de cada pessoa. O diretor-presidente da ABCL explica que se o objetivo não é a necessidade de controle de peso, o consumo de frutas sem restrições é uma opção.

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Pixabay

“Se a pessoa precisa perder peso ou já tem resistência à insulina, glicose no sangue se alterando, mas não tem diabetes, é recomendado consumir frutas com moderação”, diz Souto. Neste caso, é melhor optar por frutas menos açucaradas. As campeãs nesse quesito são coco e abacates. As frutas vermelhas, tais como morango, mirtilo, framboesa e amora, também têm poucos açúcares e são boas opções. Outras, como ameixa, melão, pêssego, laranja, maçã, e mamão, contêm níveis moderados de açúcar e podem se adequar à dieta.

Entre as frutas contendo mais açúcares estão banana, figo, uva, manga, abacaxi e melancia. Caso não haja problemas de saúde, estas frutas podem ser consumidas, desde que tenha atenção às quantidades. Essas questões são individuais, e um nutricionista pode ajudar a calcular as porções adequadas, de acordo com as necessidades e objetivos de cada um. Para os adeptos de very low carb (VLC), essas frutas devem ser evitadas. A banana, por exemplo, é tão açucarada que equivale neste quesito a mais de 20 morangos.

Apesar de não serem proibidas em uma estratégia alimentar low carb, Souto destaca que frutas não são bons lanches para se fazer de estômago vazio. Isto porque os níveis de glicose no sangue podem se elevar rapidamente, ocasionando fome uma ou duas horas depois, assim que os níveis voltarem a baixar. Conforme o diretor-presidente da ABLC, a melhor opção de lanche numa estratégia low carb é aquela que une boa proteína e boa gordura.

Assim como em qualquer outra dieta, é possível conciliar a opção pessoal de restringir o consumo de produtos de origem animal, como no caso do vegetarianismo. Contudo, recomenda-se que haja acompanhamento de um nutricionista com experiência no assunto a fim de garantir que a estratégia seja corretamente formulada e bem-sucedida.

Fonte: ABLC

Low carb é eficaz para o tratamento de diabetes mellitus

Com o crescimento do uso de alimentos industrializados na mesa das pessoas, doenças crônicas, que antes não afetavam a população de um modo geral, começaram a se tornar frequentes. Diabetes é uma delas. No caso do Brasil, a situação ganha ares de calamidade, como mostra a Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada em 2017 pelo Ministério da Saúde. Segundo o levantamento, em apenas uma década, o número de pessoas diagnosticadas com diabetes cresceu 61,8%.

A solução eficaz para o manejo do diabetes está não apenas nos medicamentos existentes, mas, principalmente, em intervenções no estilo de vida por meio de melhores hábitos alimentares. Nesse quesito, a estratégia alimentar low carb aparece como uma das mais promissoras.

Segundo o médico endocrinologista, diretor científico de Medicina da Associação Brasileira LowCarb (ABLC), Rodrigo Bomeny, no início do século XX, a diabetes mellitus tipo 2, era predominantemente definida como uma doença de intolerância aos carboidratos, sendo combatida fundamentalmente com a redução do consumo desses macronutrientes. “Essa restrição era uma forma particularmente bem-sucedida de tratar a diabetes tipo 2 antes da descoberta da insulina.”, explica o diretor científico de Medicina da associação.

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Segundo Bomeny, na última década diversos estudos científicos mostraram que reduzir os carboidratos é superior a reduzir as gorduras, tanto visando à redução do peso, quanto a uma maior eficácia no controle do diabetes. Isto levou o centro de referência no tratamento da doença nos Estados Unidos, a Joslin Diabetes Center, a propor que uma alimentação com menos carboidratos seja a melhor para o tratamento dessa patologia.

Essa recomendação faz todo o sentido, segundo o médico, diretor-presidente da ABLC, José Carlos Souto. Isto porque a diabetes mellitus se caracteriza pela intolerância à glicose e todo o carboidrato é digerido pelo organismo em glicose. “Dessa maneira, é natural que haja melhora com estratégia low carb.”, esclarece Souto.

O aumento de glicose no sangue obtém como resposta do corpo humano o incremento na produção do hormônio insulina, cujo papel é controlar a glicose no organismo, mas não só. A insulina também é responsável por estocar gordura. Então, quando ela aumenta, é natural que também haja elevação da gordura no corpo humano. Não à toa, explica Souto, é muito comum que diabetes ou pré-diabetes venha acompanhada de obesidade, sobrepeso ou aumento da gordura visceral. Nesse sentido, ao optar por uma dieta com restrição de carboidratos, a tendência é de que a glicose diminua, assim como a produção da insulina, o que provoca a redução de peso.

Além disso, a dieta low carb se distingue pelo maior consumo de proteínas e gorduras naturais, que são fontes mais ricas de nutrição do que os carboidratos. A preferência por tais alimentos acarreta uma maior saciedade por parte dos adeptos da estratégia alimentar, fazendo com que eles, consequentemente, comam menos, gerando, por sua vez, manutenção ou perda de peso.

De acordo com o diretor-presidente da ABLC, a estratégia de dieta low carb também se mostra muito eficaz no tratamento da síndrome metabólica, que é o principal fator e risco para muitas doenças, entre as quais a diabetes. Caracterizada por alterações na glicose e triglicerídeos, elevação da pressão arterial, aumento da circunferência abdominal e baixo HDL (colesterol bom), a síndrome tem como causa a resistência à insulina e os níveis consequentemente elevados desse hormônio. “Ao remover o principal estímulo à elevação da insulina, a low carb produz grande melhora nesse quadro.”, destaca Souto.

A utilização da estratégia alimentar no tratamento de diabetes mellitus pode ser tão eficiente que, em alguns casos, leva à suspensão do uso de medicamentos. Conforme o diretor-presidente da ABLC, um ensaio clínico recente mostrou que 94% dos pacientes diabéticos tipo 2 que usam insulina reduziram ou eliminaram completamente seu uso após um ano de low carb. “É crucial, no entanto, que tais pacientes sejam acompanhados por um profissional de saúde que tenha experiência com essa abordagem.”, alerta o médico

No combate ao diabetes tipo 1 – doença autoimune que surge, geralmente, na infância ou adolescência – a dieta com redução de carboidratos e aumento de proteínas também tem apresentado resultados positivos. Um estudo recém-publicado na revista científica Pediatrics mostrou que pacientes (crianças e adultos) que seguiram essa estratégia alimentar durante dois anos, em média, tomando medicamentos em doses menores do que as exigidas em uma dieta normal, apresentaram glicose no sangue em níveis mais controlados.

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Por fim, o diretor científico de Medicina da ABLC, Bomeny, reitera os benefícios à saúde que podem ser gerados em uma estratégia alimentar que se proponha a diminuir a quantidade de carboidratos e encoraja as pessoas a tentarem. “Se você precisa emagrecer ou controlar o seu diabetes, já tentou restringir as calorias, e não conseguiu, experimente essa mudança no seu estilo de vida, com o acompanhamento de um endocrinologista, e de forma segura”, conclui.

Fonte: Associação Brasileira LowCarb (ABLC)

Três receitas de guloseimas low carb para comer sem culpa

Inspire-se com essas receitas da Chef Low Carb Vanda Hering para manter o equilíbrio da sua alimentação saudável substituindo o carboidrato.

Coxinha Low Carb

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Ingredientes massa:
400g de frango cozido e desfiado
200 a 300g de cream cheese
300g de queijo parmesão ou meia cura ralado
sal, pimenta e cúrcuma a gosto

Modo de preparo da massa:
Junte todos os ingredientes deixando o queijo meia cura por ultimo, acrescente o parmesão aos poucos para dar o ponto da coxinha. Não pode ficar muito seco pois não será possível formar a coxinha. A quantidade de queijo parmesão dependerá da umidade do frango desfiado.

Ingredientes recheio:
200 de peito de frango cozido e desfiado
1/2 cebola ralada ou cortada bem fininha
salsinha picada
sal e pimenta a gosto
1 tomate sem pele e sem semente cortado em cubinhos

Modo de preparo recheio:
Refogue no azeite a cebola e acrescente o frango desfiado e os tomates, tempere com sal, pimenta e cozinhe até secar o liquido, junte a salsinha picada.

Preparo da coxinha:
forme a coxinha com a massa, abrindo um circulo redondo com as mãos e recheando com o recheio acima no centro do circulo. feche a massa formando a coxinha e empane a coxinha na farinha de amêndoas temperada com cúrcuma.
Leve ao forno 180 graus por 15 minutos

Biscoito de amêndoas com castanhas-do-pará

biscoito amendoa

Ingredientes:
1 ovo
2 colheres de manteiga
40g de eritritol pulverizado
150g de farinha de amêndoas
100g de farinha de castanha do Pará
1 colher de chá de extrato de baunilha

Modo de preparo:
Bater bem a manteiga com os ovos e o eritritol, acrescentar os demais ingredientes e levar a geladeira por 10 minutos. Cortar os biscoitos com um cortador de biscoitos e levar ao forno pré aquecido por 10-15 minutos a 180 graus.

Bolo de coco com morangos

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Ingredientes:
4 ovos
150g de eritritol pulverizado
50g de manteiga
200 ml de leite de coco
300g de coco seco ralado sem açúcar
100g de farinha de coco
1 colher de chá de sobremesa de fermento em pó

Modo de preparo:
Bater os ovos com o eritritol e a manteiga, acrescentar o coco seco ralado sem açúcar e a farinha de coco, acrescentar o leite de coco e o fermento por último. Levar ao forno pré aquecido a 180 graus por 40 minutos.

Decoração: geleia de morangos sem açúcar e morangos frescos para decorar o bolo.

 Vanda Hering
Chef low carb que da cursos por todo Brasil levando comida de verdade que alimenta e conforta a todos. Do salgado ao doce e do simples ao refinado que fazem bem ao corpo e a alma e que agradam a toda a família independente de viver ou não esse estilo de vida.