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The Body Shop lança combo de quatro fragrâncias para explorar diversidade de escolhas

Novidade foi inspirada em mulheres confiantes, livres, espontâneas e cheias de atitude

Criadas em território nacional, utilizando a expertise da Casa de Perfumaria do Brasil associada ao know-how britânico da marca, The Body Shop lança nova linha de fragrâncias, batizada de Choice. O nome traduz as múltiplas possibilidades de combinação das quatro fragrâncias diferentes (Rebel, Cool, Bold e Free), que podem ser usadas todas juntas ou separadamente, de acordo com a preferência (e humor) de cada um.

Além das fragrâncias, a marca apresenta linha de produtos com as essências, incluindo creme para o corpo e para as mãos. Além da durabilidade prolongada na pele, as novidades chegam por valores bastante atrativos: variam entre R$ 25,90 (creme para as mãos) e R$ 119,00 (cada uma das fragrâncias com 75ml). Os lançamentos podem ser encontrados nas lojas físicas e no e-commerce da marca.

Choice foi inspirado em mulheres livres e autênticas em suas relações. “Nosso principal objetivo enquanto marca ativista é apoiar meninas e mulheres para atingirem seu potencial máximo e incentivar a liberdade feminina de escolha em todas as esferas da vida. Por isso, nada mais representativo do que ter um produto que personifique esse propósito da marca, permitindo que as mulheres exerçam sua liberdade de escolha criando as suas próprias combinações de fragrâncias”, destaca Karina Meyer, diretora de marketing da marca para Brasil e América Latina. O resultado foi um produto para mulheres fortes, livres e de personalidade.

Confira mais detalhes sobre as novidades:

Fragrância Choice Rebel: fragrância floral amadeirada urbana sem gênero para desconstruir padrões. Caminho Olfativo: Woody Fruit Ambery. Preço sugerido R$ 119,00 (75ml)

Loção corporal Choice Rebel: fragrância floral amadeirada urbana sem gênero para desconstruir padrões. Caminho Olfativo: Woody Fruit Ambery. Preço sugerido R$ 69,00 (200ml)

Creme Hidratante de mãos Choice Rebel: fragrância floral amadeirada urbana sem gênero para desconstruir padrões. Caminho Olfativo: Woody Fruit Ambery. Preço sugerido R$ 25,90 (30ml)

Fragrância Choice Cool:  fragrância simples, mas única, que traz flores com toque urbano. Caminho Olfativo: Floral Fruity Musk. Preço sugerido R$ 119,00 (75ml)

Loção corporal Choice Cool:  fragrância simples, mas única, que traz flores com toque urbano. Caminho Olfativo. Preço sugerido R$ 69,00 (200ml)

Creme para as mãos Choice Cool: fragrância simples, mas única, que traz flores com toque urbano. Caminho Olfativo: Preço sugerido R$ 25,90 (30ml)

Fragrância Choice Bold: fragrância floral oriental sofisticada que traz intensidade das flores para uma sensualidade radiante. Caminho Olfativo: Oriental Floral Woody. Preço sugerido R$ 119,00 (75ml)

Loção corporal Choice Bold: fragrância floral oriental sofisticada que traz intensidade das flores para uma sensualidade radiante. Caminho Olfativo: Oriental Floral Woody. Preço sugerido R$ 69,00 (200ml)

Creme para mãos Choice Bold: fragrância floral oriental sofisticada que traz intensidade das flores para uma sensualidade radiante. Caminho Olfativo: Oriental Floral Woody. Preço sugerido R$ 25,90 (30ml)

Fragrância Choice Free: o lado doce do empoderamento. Feminilidade traduzida por uma doce combinação floral de rosa, frísia, peônia e violeta, abraçada pelo caráter aveludado do sândalo e pelas nuances confortáveis de musk. Caminho Olfativo: Floral/Floral. Preço sugerido R$ 119,00 (75ml)

Loção corporal Choice Free: o lado doce do empoderamento. Feminilidade traduzi dá por uma doce combinação floral de rosa, frísia, peônia e violeta, abraçada pelo caráter aveludado do sândalo e pelas nuances confortáveis de musk. Caminho Olfativo: Floral/Floral.Preço sugerido R$ 69,00 (200ml)

Creme para mãos Choice Free: o lado doce do empoderamento. Feminilidade traduzida por uma doce combinação floral de rosa, frísia, peônia e violeta, abraçada pelo caráter aveludado do sândalo e pelas nuances confortáveis de musk. Caminho Olfativo: Floral/Floral. Preço sugerido R$ 25,90 (30ml)

Informações: The Body Shop

Perda de sensibilidade pode ser sinal de distúrbio neurológico

Neuropatia periférica afeta as extremidades do corpo e pode ser causada por diversas doenças, como diabetes e deficiência de vitamina B

O nome pode ser estranho, mas a neuropatia periférica é uma doença bem comum. Estima-se que de 2% a 8% dos adultos tenham o distúrbio. É caracterizada pela perda da sensibilidade nas extremidades do corpo, causada pelo comprometimento dos nervos periféricos responsáveis por levar informações até o sistema nervoso central.

A neuropatia periférica, geralmente, está associada a uma outra doença. Entre as causas mais comuns, estão diabetes e deficiência de vitamina B. “Estudos sugerem que a neuropatia identificada no momento do diagnóstico da diabetes gira em torno de 7,5% dos casos. Após 20 anos de controle inadequado da glicemia, a doença pode chegar a afetar 60% dos pacientes”, alerta o ortopedista membro da Doctoralia, Rian Souza Vieira.

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Ainda segundo o especialista, um nervo lesionado ou danificado compromete o funcionamento normal do sistema nervoso. “O paciente pode sentir dor, sem que haja um agente causador, ou não sentir nada, mesmo que esteja se machucando, por exemplo”, explica.

Sintomas

Os sintomas podem variar de acordo com a gravidade e com o grupo nervoso afetado, que são divididos em:

• Nervos sensoriais, que se conectam à pele;
• Nervos motores, que se conectam aos músculos;
• Nervos autônomos, que se conectam aos órgãos internos.

Segundo o especialista, os sintomas podem se desenvolver ao longo de dias, semanas ou anos. Em alguns casos, melhoram por conta própria e podem não exigir cuidados avançados. “Entre os principais, está a incapacidade de sentir vibrações e toques, especialmente nas mãos e pés, como se você estivesse usando luvas e meias. Além disso, há a incapacidade de coordenar movimentos, como caminhar ou manter o equilíbrio, quando os olhos estão fechados. Outros sintomas incluem a perda de reflexo, formigamento, fraqueza muscular, cãibras, fasciculados (contrações musculares descontroladas visíveis sob a pele) e encolhimento muscular”, revela.

Tratamento

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O tratamento para neuropatia periférica depende inteiramente do tipo de lesão nervosa, sintomas e localização. “Não há cura para a neuropatia periférica, mas os tratamentos incluem antidepressivos, medicamentos para dor e medicamentos anticonvulsivos que buscam minimizar e gerenciar os danos. O distúrbio é desconfortável, mas os tratamentos podem ser muito úteis. A coisa mais importante a determinar é se a neuropatia periférica é o resultado de uma condição subjacente grave”, esclarece o especialista.

Para ajudar os pacientes no diagnóstico da neuropatia periférica e na busca por especialistas que tratam a doença, a P&G Health e a Doctoralia firmaram uma parceria por meio da campanha “Escute seus Nervos”. A ação conjunta das empresas contribuirá para a retomada das atividades de forma segura, oferecendo a telemedicina como uma das possibilidades de atendimento, auxiliando no diagnóstico precoce da neuropatia periférica. Estrelada por Ana Maria Braga, a campanha está na TV aberta, Youtube e Redes Sociais.

Fonte: Doctoralia

Problemas na circulação sanguínea são mais frequentes no inverno

Estreitamento dos vasos pode comprometer a chegada do sangue aos membros periféricos e aumentar a incidência de doenças vasculares

Com a aproximação do inverno, a atenção à saúde deve ser redobrada. As baixas temperaturas podem influenciar diretamente no sistema vascular da população, uma vez que, na tentativa de manter o corpo aquecido, os vasos sanguíneos se contraem em um mecanismo chamado vasoconstrição.

Consequentemente, o sangue tem maior dificuldade para circular e chegar às partes extremas do corpo, como pernas e pés. Por isso, pessoas que moram em regiões mais frias, naturalmente, devem preocupar-se com a saúde vascular durante todo o ano.

Essas condições deixam o organismo mais propício a desenvolver o Fenômeno de Raynaud. “O estreitamento dos vasos sanguíneos, que causa esse fenômeno, reduz o fluxo sanguíneo para as extremidades e determina uma diminuição da oxigenação dos tecidos. A pele pode ficar fria, pálida ou cianótica (arroxeada). Sintomas como dor e formigamento persistentes, além de feridas nos dedos, devem atentar para a necessidade de uma avaliação com um cirurgião vascular, pois denotam maior gravidade do quadro”, explica o cirurgião vascular e membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, Luciano Amaral Domingues.

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Foto: WarmNCool

De acordo com o especialista, essa doença acomete cerca de 3% a 5% da população, mas, as probabilidades aumentam em mulheres jovens e pessoas que sofrem com estresse emocional e ansiedade. Outros problemas vasculares, como a doença arterial obstrutiva periférica (Daop), isquemia cardíaca e a hipertensão podem ter agravamentos durante os períodos de frio intenso. Fatores pré-existentes como a obesidade, colesterol alto, diabetes e tabagismo também contribuem para o surgimento de doenças cardiovasculares.

É importante que, mesmo no inverno e com a situação de isolamento social, as pessoas pratiquem exercícios físicos regularmente em casa, para evitar o comprometimento da circulação sanguínea. Sobretudo, no caso de pessoas com pré-disposição à trombose venosa profunda.

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“As principais dicas para a diminuição desse risco são: manter a hidratação corporal bebendo bastante água, evitar bebidas alcoólicas, tabagismo e uso de roupas muito apertadas. Mas, principalmente, fazer caminhadas, mesmo dentro de casa, exercícios na ponta dos pés com extensão e flexão, assim como movimentos para alongar as pernas, mesmo estando sentado.”

Nas baixas temperaturas, o aquecimento e alongamento antes das atividades físicas tornam-se indispensáveis. Também é indicado que a pessoa acompanhe o aceleramento cardíaco, pois, é comum que no frio o coração trabalhe mais intensamente para manter o calor do corpo. Então, ao perceber que os batimentos estão muito acelerados, deve-se fazer uma pausa ou diminuir o ritmo das atividades.

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Foto: Winzy Lee/Shuttestock

Apesar dos inúmeros cuidados, o frio pode ser aliado à diminuição dos sintomas de alguns problemas vasculares. E, também, favorável ao tratamento de vasinhos e varizes, uma vez que o paciente, após os procedimentos, deve evitar a exposição ao sol.

“Varizes, linfedema (inchaço causado por deficiência na drenagem da linfa) e pacientes com sequelas de tromboses em geral têm mais sintomas no verão, pois o calor que gera a vasodilatação pode agravar os sintomas”, finaliza Domingues.

Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)

Renner traz opções de produtos para proteção e autocuidado

Produtos como álcool em gel e lenços umedecidos antissépticos podem ser encontrados no site da marca

Em um cenário cada vez mais delicado e cauteloso, o autocuidado se mostra ainda mais importante no dia a dia. Para facilitar essa rotina, a Renner traz opções de produtos práticos para proteger e também hidratar a pele, como lenços umedecidos antissépticos para as mãos, álcool em gel, sabonetes líquidos, entre outros produtos que nos ajudam a conviver com essa nova realidade. Todos os produtos estão à venda no e-commerce da Renner.

Para cuidados

Como já sabemos, os cuidados com a mãos precisam estar redobrados neste momento. O hábito de lava-las sempre que possível e manter o uso do álcool gel constantemente é reitorado a cada momento. Na Renner é possível encontrar álcool em gel 70%, além de lenços umedecidos antissépticos, que contribui com a prevenção de uma maneira bem prática.

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Gel Antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

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Lenço umedecido antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

Para as crianças, a Renner conta também com opções de álcool em gel em embalagens divertidas, que podem incentivar as crianças a manterem o hábito do autocuidado. Os frascos possuem formatos de tubarão, coelho, unicórnio e gatinho, e todos têm fragrâncias diferentes, deixando as mãozinhas limpas e perfumadas. A embalagem é de fácil aplicação, ideal para o dia a dia, e ainda acompanha holder personalizado para transportar o álcool em gel.

Gel antisséptico para mãos Alchemia (R$ 19,90)

Lavar constantemente as mãos também é uma recomendação indispensável atualmente. Para quem está se cuidando muito neste momento e também dá prioridade aos produtos menos impactantes ao meio ambiente, a Renner conta com uma linha de sabonetes da Alchemia Bio, que leva o Selo Re – Moda Responsável. Os produtos são veganos e biodegradáveis, com opções na versão líquida, em barra e também esfoliante. Para complementar, um creme para as mãos, também da Alchemia Bio, ajuda na hidratação, já que a pele pode ter algum tipo de ressecamento devido ao uso mais frequente do álcool em gel.

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Sabonete líquido Alchemia Bio (R$ 29,90)

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Creme hidratante para mãos Alchemia Bio (R$ 19,90)

Informações: Lojas Renner

Água, sabão, álcool e hidratação

Com a rotina intensa de higiene das mãos, reforçar o hidratante é fundamental para ajudar a manter a pele saudável

Em tempos de isolamento social e reforço nos cuidados com a higiene das mãos, água, sabonete e álcool em gel têm sido grandes aliados na rotina das pessoas. O que acontece é que esse processo que fazemos repetidas vezes, tende a deixar a pele das mãos mais seca e, em muitos casos, com descamação, comprometendo a hidratação e prejudicando a saúde da pele.

Por isso, é importante lembrar de inserir na rotina diária algo para suprir essa necessidade de hidratação da pele. E já que ao longo do dia a recomendação é lavar as mãos sempre e recorrer ao álcool gel quando necessário, incluir o uso de um hidratante logo após a higienização, além de separar alguns minutos antes de dormir para hidratar a pele, contribui para uma sensação mais confortável e saudável.

Uma das opções que oferece esse boost de hidratação intensa é Bepantol Derma Toque Seco, creme hidratante oil free com textura leve e alta concentração de dexpantenol, que hidrata profundamente a pele e ajuda a evitar a descamação e o ressecamento, promovendo sua renovação de forma natural e restaurando a barreira cutânea.

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Além disso, a linha Bepantol Derma conta ainda com o Bepantol Derma Creme Multirrestaurador, que pode complementar a hidratação das áreas mais ressecadas e Bepantol Sensicalm, um hidratante corporal ideal para todos os tipos de pele, incluindo peles secas, sensíveis ou com tendência atópica.

Informações: Bepantol Derma

Hoje é o Dia Mundial de Higiene das Mãos

94% dos brasileiros mudaram hábito de higiene depois do estouro de pandemia de Covid-19; OMS instituiu o dia 5 de maio como o Dia Mundial de Higiene das Mãos que este ano chega carregado de significado para a era moderna

Nunca se falou tanto em lavar as mãos, principalmente pelo aumento exponencial de casos relacionados ao novo coronavírus pelo mundo, sendo uma das principais medidas de prevenção da Covid-19. De acordo com pesquisa Comportamento do consumidor após coronavírus feita pelo Instituto Qualibest entre os dias 10 e 22 de março, 94% dos brasileiros mudaram os hábitos de higiene.

Estudo apontou ainda aumento do uso do álcool em gel (67%), álcool líquido (63%), água sanitária (51%), desinfetante (47%) e sabonete líquido (42%). Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que o hábito pode reduzir em até 40% a contaminação por vírus e bactérias que causam doenças como gripes, resfriados, conjuntivites e viroses. O ato de lavar as mãos é tão importante que a OMS instituiu 5 de maio como o Dia Mundial de Higiene das Mãos.

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Segundo o infectologista do Hospital de Doenças Tropicais (HDT), Alexandre Costa, que também atende em consultório instalado no Órion Complex, a higiene das mãos é fundamental para a prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde (Iras), cujo contágio está vinculado a um procedimento de atendimento ou à internação de um paciente. “Todos devem lavar as mãos, principalmente o profissional de saúde que está em constante contato com pacientes com diferentes doenças”, ressalta.

Estudo do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostrou que 41% das mortes de recém-nascidos podem ser evitadas pela higienização das mãos. No Brasil, de acordo com dados da Anvisa, cerca de 25% das infecções registradas são causadas por micro-organismos multirresistentes, que se tornam imunes à ação dos antibióticos.

“Mesmo com as mãos devidamente limpas, é importante evitar levá-las ao rosto, pois os nossos olhos, nariz e boca são portas de entrada para todo tipo de doença infectocontagiosa. Essas máscaras de pano caseiras são uma boa alternativa para tentar evitar esse hábito de tocarmos o rosto frequentemente. Além disso, evita que portadores assintomáticos do vírus o transmitam para terceiros”, explica Alexandre.

O infectologista lembra que um dos principais erros na hora de higienizar as mãos é esquecer de retirar relógios e anéis antes de iniciar a limpeza das mãos. “O mesmo vale para quando usar álcool líquido e em gel 70%”, frisa Alexandre. Mas o que de fato essa pandemia vai ensinar com relação aos cuidados com a saúde? Segundo o médico, a resposta para essa pergunta depende da compreensão individual dos acontecimentos. “Mesmo com tantas mortes anunciadas diariamente, muita pessoas ainda acham que esse novo vírus não é real. Para elas, nada vai mudar, infelizmente”, frisa.

Não é de hoje que o ato de lavar as mãos é recomendado pelos especialistas. A descoberta sobre a importância dos cuidados com a higiene aconteceu em 1846 na Áustria, quando o médico assistente Ignaz Philipp Semmelweiss notou que a mortalidade das parturientes era maior nos casos em que as pacientes eram atendidas pelos mesmos médicos que faziam a autópsia. Somente após a sua morte, a higienização das mãos passou a ser reconhecida como importante ação na prevenção de infecções.

Confira algumas dicas de como fazer a higienização das mãos corretamente:

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1. Se possível, usar sabão antibactericida. No entanto, qualquer outro também é eficiente;
2. Não é necessário colocar grande quantidade de sabão na mão. Em geral, 2 ml são suficientes;
3. Esfregar a parte de baixo e de cima das mãos ;

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4. Não esquecer das pontas dos dedos, embaixo das unhas, entre os dedos e polegar;
5. O processo deve durar cerca de 60 segundos;
6. Ao fechar a torneira use o cotovelo ou um papel;

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Foto: Anna-Shvets/Pexels

7. O mesmo processo deve ser feito com álcool em gel caso não seja possível fazer a limpeza com água e sabão.

Fonte: Hospital de Doenças Tropicais (HDT)

Coronavírus: higiene e corte das unhas são fundamentais para prevenir contaminação

Unhas sujas e grandes criam ambiente propício para proliferação de microrganismos, como o coronavírus. Confira dicas para manter as unhas limpas e evitar o contágio pelo vírus

Devido a pandemia do novo coronavírus, nós devemos tomar uma série de cuidados para impedir a proliferação do vírus causador da Covid-19, como permanecer em isolamento social, evitar o compartilhamento de utensílios pessoais e, principalmente, higienizar as mãos frequentemente com água e sabão. Porém, outro cuidado menos comentado que também devemos tomar é com relação às unhas.

“A parte de baixo das unhas é uma área de difícil acesso e higienização, o que faz com que elas acumulem grande sujidade e se tornem um ambiente propicio para a proliferação e sobrevivência de microrganismos transmissores de patologias, como o Coronavírus”, explica Luisa Saldanha, farmacêutica e diretora científica da Pharmapele.

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Foto: Mouthhealthy.org

Por isso, a recomendação mais adequada é que você corte as suas unhas com frequência, de preferência a cada três dias, para impedir o acúmulo de impurezas, vírus, fungos e bactérias. “É imprescindível também que você evite levar as unhas à boca, seja para roê-las ou remover aquela cutícula que está te incomodando, pois as mucosas, como a da boca, são uma das principais vias de transmissão do coronavírus”, alerta a farmacêutica.

“Além disso, o hábito de roer as unhas também abre machucados que servem de porta de entrada para vírus, bactérias e fungos. Por isso, o ideal é manter as unhas sempre aparadas, o que ajuda até mesmo a parar com o vício de roer as unhas.”

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Pinterest

O problema é que, por vaidade, muitas pessoas preferem deixar as unhas crescerem, seja naturalmente ou por meio de técnicas para aumentar seu tamanho, como alongamentos e aplicação de unhas postiças. Então, caso você opte por manter as unhas longas, é importante redobrar os cuidados com a higienização. “Na hora de lavar as mãos, não se esqueça de passar água e sabão também nas unhas, escovando-as para garantir que as impurezas e microrganismos foram removidos por completo”, destaca Luisa.

Além dos cuidados de higiene, é importante também que você não retire a cutícula da unha. “Essa prática facilita a entrada de microrganismos que causam infecções. Então, caso as cutículas te incomodem, o ideal é utilizar produtos que proporcionem hidratação e emoliência para manter as cutículas bonitas sem precisar retirá-las”, sugere a especialista. Outro cuidado fundamental nesse período é remover os esmaltes após um curto tempo de uso.

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“Conforme o esmalte descasca, formam-se elevações propícias para que os microrganismos se alojem e se proliferem, facilitando sua transmissão”, afirma. Por fim, na hora de fazer as unhas, a farmacêutica ressalta que você deve se lembrar das recomendações do Ministério da Saúde sobre não compartilhar utensílios pessoais e utilizar suas próprias ferramentas para cuidados com as unhas, como esmaltes e alicates.

Fonte: Pharmapele

Uso contínuo do álcool gel exige cuidados com a hidratação das mãos

Produto é um grande aliado na luta contra a Covid-19 e deve ser usado frequentemente. Para evitar o ressecamento que pode causar na pele das mãos, é recomendado o uso de hidratantes apropriados

Desde 31 de dezembro de 2019, quando a Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu o primeiro alerta do novo coronavírus, a Covid-19 se alastrou e o mundo vem travando uma intensa batalha para detê-lo. Entre as recomendações médicas, estão: evitar contato físico, etiqueta respiratória, não compartilhar objetos de uso pessoal, manter os ambientes ventilados, não frequentar locais com aglomerações e higienizar bem as mãos com água e sabão ou álcool gel.

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“Esse é um problema grave para a saúde pública do Brasil. Vemos os números aumentarem diariamente, mas manter-se calmo e informar-se corretamente são os recursos importantes para lidar com a doença neste momento”, afirma o dermatologista André Piancastelli. Assim como o Ministério da Saúde, a Sociedade Brasileira de Dermatologia, da qual Piancastelli faz parte, indica utilizar álcool gel na impossibilidade de lavar as mãos com água corrente e sabonete.

O álcool gel recomendado é o 70% medicinal, que é apropriado para a pele e diminui o tempo de vida do vírus para um minuto, em até 70% dos casos. Devido a sua alta sobrevivência em superfícies — nas de metal, vidro e plástico é de nove dias –, o cuidado com a higiene das mãos torna-se fundamental para evitar contaminações.

“Graças a eficácia e praticidade de uso, o álcool gel é um grande aliado na luta contra o Covid-19. É importante usá-lo continuamente, mas com atenção ao ressecamento que pode causar na pele”, completa Piancastelli.

O uso frequente do produto compromete a camada de gordura e reduz a umidade natural da pele. Além disso, lavar as mãos continuamente pode causar o ressecamento, pois, o excesso de água retira o NMF, sigla em inglês para fator de hidratação natural. Esse importante fator é solúvel em água e é fundamental para a descamação normal da pele.

As mãos, então, ficam com sensação de ressecamento, aspereza e aspecto descamativo. O ressecamento também compromete a função de barreira da pele, contribuindo para o surgimento de dermatites e outras patologias. Para contornar esse ponto, a Sociedade Brasileira de Dermatologia indica a aplicação de cremes e loções hidratantes de três a quatro vezes ao dia, sempre após o álcool gel evaporar por completo das mãos.

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Ao escolher o hidratante, é importante considerar o tipo de pele para que o efeito seja o desejado. A linha Cetaphil conta com produtos específicos e que podem evitar o ressecamento das mãos.

Fonte: Cetaphil

Excesso de álcool em gel pode favorecer ressecamento das mãos; saiba como evitar

Se não acompanhado de um hidratante, uso do produto para higiene das mãos pode causar desidratação da pele da região devido à alta concentração de álcool em sua na fórmula. Dermatologista dá dicas para prevenir o ressecamento das mãos e garantir a eficácia do álcool em gel.

Coronavírus, no momento não se fala em outro assunto. Vivemos uma pandemia, ou seja, uma epidemia de escala mundial. No Brasil, o índice de novas infecções confirmadas está aumentando cada vez mais. A boa notícia é que o principal método de prevenção é simples: a higienização frequente das mãos com água e sabão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 25% das infecções respiratórias, incluindo o contágio por Coronavírus, podem ser evitadas simplesmente com a higiene eficiente das mãos.

O problema é que, no dia a dia, pode ser difícil encontrar uma pia com água e sabão para realizar o processo com frequência. A alternativa então é recorrer ao uso do álcool em gel. Porém, é preciso tomar alguns cuidados na hora de usar o produto, já que, de acordo com a dermatologista e tricologista Kédima Nassif, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, o álcool em gel pode favorecer o ressecamento das mãos.

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“A pele das mãos é naturalmente mais fina e possui menos glândulas sebáceas, sendo assim a alta concentração de álcool na fórmula desse produto pode facilmente desidratar o tecido cutâneo da região”, afirma.

Por isso, a médica recomenda que, após o uso do álcool em gel, você aplique um cosmético específico para as mãos, que deve ser formulado com ativos de alta propriedade hidratante, como ureia e ácido hialurônico.

“O mesmo vale para a higienização das mãos com água e sabão, já que quando realizada com frequência, o que é necessário nesse momento, também pode favorecer o ressecamento da região”, alerta. “Por isso, além de também utilizar um hidratante para as mãos após lavar a região, vale a pena apostar no uso de sabonetes menos agressivos, dando preferência a fórmulas mais hidratantes.”

Além disso, é importante tomar alguns cuidados para garantir que o álcool em gel está realmente sendo eficaz na eliminação dos microrganismos infecciosos presentes nas mãos, como optar pelo produto adequado e utilizá-lo corretamente.

“Os únicos produtos que são capazes de reduzir a quantidade de germes nas mãos são aqueles que contêm, no mínimo, 70% de álcool em sua composição. Produtos que possuem uma concentração menor de álcool não são realmente eficazes na eliminação dos microrganismos, pois não conseguem desestruturar as proteínas que revestem a parede celular do agente infeccioso”, alerta a dermatologista. Já com relação à aplicação, o primeiro passo, segundo a especialista, é verificar no rótulo a quantidade do produto recomendada pelo fabricante para ser usada.

“O valor exato de álcool em gel necessário para eliminar as bactérias varia de acordo com a concentração de álcool no produto”, destaca a especialista. Em seguida, retire pulseiras, anéis e outros acessórios e esfregue o produto em ambas as mãos, lembrando dos espaços entre os dedos e das costas das mãos. Após a aplicação deixe o produto secar naturalmente.”

Porém, mesmo seguindo as dicas acima, o uso do álcool em gel não é recomendado caso sua mão esteja demasiadamente suja, pois a sujeira interfere no mecanismo de ação do álcool, fazendo com que perca sua eficácia. Além disso, fique atento à data de validade do produto.

“O álcool em gel é um daqueles produtos que tendem a ficar longos períodos dentro da bolsa ou nécessaire, esperando que nós lembremos de usá-lo. Mas de nada adianta utilizar um produto que esteja com a validade expirada, pois, após o prazo descrito no rótulo, seus ingredientes ativos perdem a eficácia. Por isso, ao notar que o álcool em gel se tornou opaco ou passou de sua data de validade, o melhor a se fazer é jogar o produto fora e comprar um novo”, diz a médica.

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Entretanto, Kédima ressalta que o álcool em gel deve ser utilizado apenas como segunda opção, em casos onde não existe a chance de se higienizar as mãos com água e sabão. “Apesar do álcool em gel, quando na concentração correta, ser capaz de reduzir a quantidade de microrganismos infecciosos presentes nas mãos, nada substitui a higienização com água e sabão, que, quando realizada corretamente, elimina de forma eficaz todos os tipos de germes e produtos químicos nas mãos, evitando que você fique doente e espalhe germes para os outros. Mas, para garantir que suas mãos estejam realmente limpas, lembre-se de realizar o processo por, no mínimo, 20 segundos”, finaliza.

Fonte: Kédima Nassif é dermatologista e tricologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica e da Associação Brasileira de Restauração Capilar. Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais, possui Residência Médica em Dermatologia também pela UFMG; realizou complementação em Tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal, transplante capilar pela FMABC e em Cosmiatria e Laser pela FMABC. Além disso, atuou como voluntária no ensino de Tricologia no Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

Pés e mãos tendem a inchar no verão: entenda o motivo

O calor típico do verão brasileiro é sinônimo de pés e mãos inchados para algumas pessoas. O incômodo é resultado de um processo natural do organismo no intuito de controlar a temperatura corporal entre 36ºC e 36,5ºC, a fim de manter o funcionamento padrão dos órgãos.

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MedicalNewsToday

Segundo o cirurgião vascular do Hospital Edmundo Vasconcelos, Walter Campos, esse controle de temperatura ocorre por meio da vasodilatação das artérias, que tendem a concentrar o calor nas extremidades e por isso, os pés e mãos são os mais afetados com o inchaço.

“O fluxo sanguíneo dos membros aumenta, dilatando as veias e causando uma maior pressão capilar- sistema responsável pela troca de nutrientes do sangue. Essa pressão tende a liberar líquidos no tecido, ocasionando o inchaço”, acrescenta.

Apesar de não ser uma sensação agradável, o médico esclarece que não há nada com que se preocupar e todos estão sujeitos a esse tipo de edema periférico em dias quentes. A atenção deve ser focada somente quando o inchaço apresentar características atípicas, como uma diferença de retenção de líquido entre os membros associada a vermelhidão.

“É importante que, quando surgir alguma característica diferente da habitual em dias de temperaturas altas, a pessoa procure um médico para investigar a causa e iniciar o tratamento adequado”, explica.

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Thinkstock

Infelizmente, não há maneiras de evitar esse inchaço natural. Segundo Campos, pode ser controlado com tratamento e uso de meias elásticas. E, diferentemente, do que muitos acreditam, a hidratação não ameniza o incômodo, é apenas essencial na reposição de líquidos perdidos pelo suor.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos