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Alimentos saborosos, mas nocivos à saúde, podem afetar também a audição

Pesquisas apontam que o excesso de doces, chocolate, sorvete e até bebidas alcoólicas podem causar perda auditiva

Que a má alimentação é prejudicial à saúde todo mundo sabe, mas que também afeta a audição, você sabia? A falta de uma dieta equilibrada, no longo prazo, bem como o consumo em excesso de álcool e tabaco, podem causar perda auditiva, zumbido e tontura. Isso foi comprovado em estudo conduzido pela médica Sharon Curhan e outros pesquisadores da Universidade Harvard (EUA).

Os pesquisadores verificaram a alimentação e a capacidade auditiva de quase 80 mil mulheres durante duas décadas e concluíram que dietas saudáveis diminuem em até 30% a possibilidade de a audição sofrer prejuízos com o passar dos anos. Eles compararam o menu diário das participantes com três estilos famosos de alimentação, entre eles a dieta mediterrânea, que demonstrou grande potencial para proteger a capacidade auditiva. A dieta mediterrânea indica o consumo abundante de azeite, hortaliças, peixes e oleaginosas, e pouca carne vermelha e doces. Os resultados foram publicados no periódico Journal of Nutrition.

Foto: SweetLouise/Pixabay

De acordo com o médico Fernando Ganança, ex-presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvio-Facial (ABORL-CCF), quem consome muito açúcar corre risco de comprometer a audição. “O açúcar tem glicose e, em excesso, causa aumento da insulina, que tem uma função importante na regulação de íons presentes no ouvido interno. Se o indivíduo come grande quantidade de doces, chocolate, sorvete, bala, refrigerante, pode prejudicar sua saúde auditiva”, diz o otorrinolaringologista, que complementa: “Erros alimentares prejudicam os três principais sintomas otoneurológicos: perda auditiva, zumbido e tontura – as famosas labirintites”.

Diabetes

Pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Niigata, no Japão, também descobriram que o diabetes pode causar perda de audição, dentre outras complicações. Eles reuniram informações de 13 estudos anteriores em que foram examinadas 7.377 pessoas com diabetes e 12.817 sem diabetes. E concluíram que os portadores de diabetes tinham 2,15 vezes mais chances de perder a audição do que as pessoas sem essa condição. O Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism publicou a pesquisa.

Álcool e tabagismo

Os males causados pela ingestão de álcool em excesso vão além dos já conhecidos, como o risco de cirrose hepática. Pesquisadores da Universidade de Ulm, na Alemanha, examinaram usuários de bebida alcoólica, tanto os dependentes como os que bebem socialmente, para checar o nível de danos causados na mente e audição. O estudo revelou que a bebida alcoólica afeta consideravelmente a capacidade auditiva.

Outra pesquisa, esta realizada na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), revelou que pessoas que fumam pelo menos cinco cigarros por dia há mais de um ano têm quatro vezes mais chances de sofrer com zumbido. E na Universidade de Antuérpia, na Bélgica, um estudo também comprovou que pessoas que fumam regularmente, por mais de um ano, têm audição pior do que quem não fuma. E quanto mais se fuma, maior é o nível de perda auditiva.

“As células ciliadas, que ficam na cóclea, logo à frente do labirinto, e são responsáveis pela audição sensorial, não se regeneram caso sejam danificadas. Com isso, o indivíduo vai perdendo a audição ao longo dos anos, dependendo das situações a que se submete. Má alimentação e exposição constante a sons altos, entre outros fatores, podem agravar o problema”, diz a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo da Telex Soluções Auditivas.

O zumbido, que pode ser o primeiro sinal de perda de audição, afeta 278 milhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O sintoma geralmente é o mesmo: um ruído constante que a pessoa não sabe de onde vem, nem como acabar com ele. “Em alguns casos, o incômodo é parecido com o barulho de insetos; em outros, com o som de uma cachoeira. Alguns se assemelham ao apito de uma panela de pressão. Quanto antes o problema for tratado, mais claro será o diagnóstico e maiores serão as chances de fazê-lo desaparecer ou pelo menos minimizá-lo”, pontua a fonoaudióloga.

Além de melhorar o acesso aos sons para quem tem perda auditiva, o uso de aparelhos auditivos também é indicado para as pessoas que lidam diariamente com o zumbido. A ferramenta Tinnitus SoundSupport, presente nos aparelhos auditivos da Telex Soluções Auditivas, fornece sons do oceano e várias outras opções de sons a fim de levar alívio e conforto para quem enfrenta o zumbido.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Riscos para a audição na rotina do home office e das aulas virtuais

Saiba como proteger a audição de sua família do excesso de barulho dentro de casa

Com o maior convívio da família em casa por causa da pandemia, nada melhor do que prestar atenção ao risco do barulho em excesso no ambiente doméstico. O barulho está presente no aspirador de pó, liquidificador, secador de cabelos, televisão, rádio, furadeira, martelo, obra, reforma, latido de cachorro.

Ruídos desagradáveis são causados também por certos brinquedos que as crianças e adolescentes adoram, mas que podem ser perigosos para a audição. O barulho vem dos videogames com o som “nas alturas”, guitarras, aviões, carrinhos com sirenes, telefones, dinossauros que rugem, jogos com explosões e até mesmo da música em volume alto nas aparelhagens de som. Brinquedos sonoros “piratas” comprados em camelôs, por exemplo, que não têm o selo do Inmetro, são um perigo, pois podem emitir sons de até 120 decibéis, bem acima do permitido por lei (85 decibéis).

O barulho em excesso é uma realidade em muitos lares, principalmente nesta fase em que muitos pais e filhos permanecem em home office e aulas virtuais. A pandemia obrigou muitas pessoas a transformar a casa em escritório e o quarto das crianças em uma escola adaptada. E quanto mais horas dentro do lar, mais barulho. Por isso, cuidado! Tudo isso pode afetar a audição.

“Se a perda auditiva é provocada pela exposição a nível de pressão sonora elevado, o dano auditivo tende a se estabilizar se a pessoa mudar seus hábitos e evitar situações e ambientes com sons abusivos. No entanto, é importante lembrar que a audição perdida não pode ser recuperada e que se não houver uma conscientização, o barulho em excesso, ao longo do tempo, pode causar prejuízos cada vez maiores à audição. Dependendo da intensidade, o ruído pode provocar, inclusive, como primeiro sintoma, o zumbido nas orelhas”, explica a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo, Telex Soluções Auditivas.

É importante prestar atenção também no volume da televisão, que as crianças e adolescentes, muitas vezes, aumentam com frequência. É necessário diminuir o som, explicar que o volume alto é prejudicial e observar a reação deles.

“Aconselho aos pais que suspeitam que seus filhos têm dificuldades auditivas que procurem um médico otorrinopediatra e fonoaudiólogo. A partir do resultado das avaliações audiológicas, é indicado o tratamento mais adequado para a (re)habilitação auditiva. Uma das opções é a adaptação de aparelhos auditivos, que adaptados seguindo as boas práticas da adaptação pediátrica, dão suporte à reabilitação auditiva e ao aprendizado escolar, garantindo um desenvolvimento saudável”, afirma a Fonoaudióloga, que é especialista em audiologia infantil.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), sons que atingem 70 decibéis já são desagradáveis para o sistema auditivo humano e, acima de 85 decibéis, podem começar a danificar o mecanismo da audição, dependendo do tempo e da frequência da exposição sonora. O manejo contínuo de um brinquedo com esse volume pode prejudicar para sempre a audição das crianças. As menores, de até três anos, são as mais afetadas. E se elas têm a audição comprometida, isso pode afetar todo o seu desenvolvimento, inclusive o desempenho escolar.

É importante o envolvimento de toda a família na busca de um ambiente doméstico mais silencioso.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

No Dia Mundial da Audição, OMS lança apelo global por mais cuidados com a saúde auditiva

Com o tema “Cuidados auditivos para todos”, a campanha marcará o lançamento, em 3 de março, do Relatório Mundial sobre a Audição

Você cuida de sua audição? Tem consciência de que, mais cedo ou mais tarde, pode começar a sentir dificuldades para ouvir? A deficiência auditiva é um dos distúrbios mais incapacitantes, que traz grandes prejuízos à qualidade de vida dos indivíduos. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 500 milhões de pessoas no mundo têm surdez moderada e/ou severa e a previsão é de que até 2050, 900 milhões de pessoas poderão ter algum grau de perda auditiva, o que significa um em cada dez habitantes do planeta.

Foto: Eldecare.org

Se não for tratada, a deficiência auditiva pode causar dificuldades cada vez maiores. As pessoas que não ouvem bem têm vergonha de estar com amigos, se divertem menos e têm menos chances no mercado de trabalho. Com o tempo, as sequelas aumentam, vem o isolamento social e a tristeza, que podem levar à depressão, declínio cognitivo e demência.

A gravidade da situação vem impulsionando campanhas e estratégias de Saúde Pública da OMS sobre a importância do cuidado com a saúde auditiva. Com o tema “Cuidados auditivos para todos!”, o Dia Mundial da Audição de 2021, comemorado pela entidade hoje, 3 de março, marcará o lançamento do Relatório Mundial sobre a Audição, com um apelo global aos governos e à população em geral quanto à adoção de medidas efetivas para lidar com a perda de audição e as doenças , ao longo da vida.

“Neste Dia Mundial da Audição, a OMS faz um grande apelo à ação. Quanto mais cedo a perda auditiva for detectada, melhor. Estamos enfatizando a importância de abordar e tratar a perda de audição em tempo hábil, tão logo apareçam os primeiros indícios de dificuldades para ouvir. Com isso, evitamos uma série de prejuízos na comunicação, nos relacionamentos, e as pessoas podem continuar aproveitando a vida ao máximo. Para isso, uma das opções de tratamento é o uso de aparelhos auditivos, que irá proporcionar inúmeros benefícios para o indivíduo”, pontua a fonoaudióloga Marcella Vidal, Gerente de Audiologia Corporativo, Telex Soluções Auditivas.

Entre as principais mensagens da OMS, no Dia Mundial da Audição 2021, estão às que se referem a decisões políticas e governamentais, entre elas, a inclusão de atendimento na área de audiologia nos planos nacionais de saúde. Para o público em geral, as mensagens focam na importância de uma boa audição e comunicação em todas as fases da vida e na adoção de ações preventivas ao longo da vida, como a proteção contra sons altos e boas práticas de cuidados com a audição.

A Organização Mundial da Saúde recomenda que todas as pessoas chequem a sua audição, periodicamente. “Aconselho a realização de um exame denominado audiometria, uma vez ao ano, especialmente para pessoas acima de 50 anos, para quem tem predisposição genética ou já experimentam dificuldades para ouvir; e também para aquelas que têm infecções frequentes na orelha, trabalham em ambientes ruidosos ou ouvem som alto por longos períodos, como ocorre atualmente entre os mais jovens com a ‘febre’ dos fones de ouvido”, conclui a fonoaudióloga Marcella Vidal.

Estudo realizado em 2019 pelo Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda revelou que existem, no Brasil, 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva – 5% da população -, sendo que, desse total, 2,3 milhões têm perda de audição severa. A surdez atinge mais os homens, 54%; e 46% de mulheres. Grande parte deles tem 60 anos de idade ou mais (57%). Nove por cento dos indivíduos com deficiência auditiva nasceram com essa condição e 91% adquiriram o distúrbio ao longo da vida. E dois em cada três brasileiros com perda de audição não tratada relataram enfrentar dificuldades nas atividades do dia a dia.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

10 de novembro: Dia Nacional de Prevenção e Combate à Surdez

Saiba quais são os cuidados para evitar a perda de audição precoce

Você já ouviu falar do Dia Nacional de Prevenção a Surdez? Pois é, este dia 10 de novembro foi escolhido para conscientizar a população sobre como é importante cuidar bem da audição.

De acordo com o Ministério da Saúde, a perda ou diminuição da capacidade de ouvir pode ser causada por uma série de fatores: otites mal cuidadas ou de repetição; uso de remédios ototóxicos (prejudicais à audição); problemas no tímpano, tumores, envelhecimento, trabalho em locais barulhentos; uso contínuo de fones de ouvido em volume alto; e hereditariedade, entre outros fatores.

Para evitar a perda auditiva precoce, os cuidados com a audição devem ser os mesmos que temos com o restante de nosso corpo. Achar que surdez é preocupação somente na terceira idade é coisa do passado. Apesar do distúrbio ser frequente em idosos devido à degeneração das células sensoriais da audição ou do nervo auditivo, também pode atingir crianças, adolescentes e adultos; e em escala cada vez maior, por causa da ‘overdose’ sonora que nos rodeia.

“Sempre que sentirem uma diminuição na audição ou zumbido – que pode ser o primeiro sinal de perda auditiva -, devem buscar a orientação de um especialista para evitar o agravamento do problema”, alerta a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

A boa notícia é que podemos tomar precauções para evitar a perda de audição precoce. Existem várias formas de prevenção. Ter conhecimento delas é fundamental. Colocá-las em prática é mais importante ainda. Marcella Vidal, especialista em audiologia, dá várias orientações.

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• Em casa, modere o som da televisão e de aparelhos sonoros (em volume de até 60 decibéis);

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• Não ligue a TV, rádio, máquina de lavar, liquidificador e outros eletrônicos ao mesmo tempo;

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• Evite o som muito alto no carro e circule com os vidros fechados para evitar os ruídos externos;

mulher ouvindo musica fone de ouvido stocksnap pixabay

• Não deixe seus ouvidos se costumarem ao som alto, nem em casa, nem no carro, nem no trabalho. Preste atenção e proteja-se;

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Foto: Casuarinas Casa de Festas

• Evite permanecer por longos períodos em ambientes fechados com música alta;

caixa de som altofalante pixabay
Pixabay

• Em festas, shows ou micaretas, fique longe das caixas de som. Se houver zumbido é sinal de alerta que deve ser investigado.

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• Use protetores auditivos, em você e principalmente nas crianças, quando estiverem em locais muito barulhentos;

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Pixabay

• Adolescentes e adultos que usam fones de ouvido correm mais risco de perda auditiva, principalmente ao ouvirem música em volume elevado e por horas seguidas. O limite máximo é de 85 decibéis por 45 minutos. Para redução dos riscos, a opção são os headphones, que vedam melhor o som ambiente, possibilitando que se escute música em volume menor;

mulher descansando meditando pixabay
Pixabay

• Dê um descanso aos ouvidos. Mantenha-se em silêncio sempre que possível, principalmente depois de dias agitados. A prática traz uma série de benefícios, inclusive para a audição.

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• Cuidado com objetos pontiagudos ou hastes flexíveis na região da orelha. Eles podem empurrar a cera para o tímpano ou até perfurar a membrana timpânica, afetando a audição.

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• Cuidado com gripes, otites e sinusites mal curadas. Infecções frequentes e que não forem devidamente tratadas podem causar danos à audição. Qualquer sensação incômoda, procure logo um otorrinolaringologista.

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• Cuidado com medicamentos que podem causar danos à audição, como anti-inflamatórios e até aspirina, que tomada em excesso pode levar à perda auditiva.

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• Cuidado com a música alta nas academias. O barulho pode chegar a 110 decibéis. Proteger a audição também é cuidar do corpo.

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• No ambiente de trabalho, não esqueça de utilizar protetores auriculares sempre que exposto a ruídos elevados.

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• Atenção motoqueiros! Motocicletas, principalmente as de média e alta cilindradas, emitem ruídos em torno ou acima de 95 decibéis.

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Foto: Eldecare.org

• Quem tem mãe e/ou pai com problemas auditivos deve procurar um especialista com antecedência. Em muitos casos, a perda de audição é fator genético.

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Cartaz campanha do Teste da Orelhinha

• Faça o teste da orelhinha logo após o nascimento do bebê, mas avalie também a audição na época da alfabetização. Criança que não ouve bem tem dificuldades na aprendizagem.

Fonte: Telex Soluções Auditivas

Mitos e verdades sobre perda auditiva

A perda auditiva pode ser causada por diversos fatores, como envelhecimento, genética e hábitos ruins ao longo da vida relacionados ao excesso de barulho, por exemplo. Segundo dados do Hear-it, site referência no tema, a capacidade de ouvir, em geral, diminui a partir dos 40 anos e mais da metade das pessoas que chegam aos 80 anos têm deficiência auditiva.

A exposição frequente a sons elevados, seja em casa, no carro, no trabalho, ao frequentar shows e boates, é um grande risco para a audição e muita gente ainda não se deu conta disso.

É melhor ficar atento desde cedo para chegar na fase madura com a audição ainda em dia. Preste atenção. A fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas, analisou os principais mitos e verdades quando se trata de saúde auditiva. Saiba quais são:

1 – Escutar música alta em fones de ouvido pode causar perda auditiva

mulher ouvindo musica fone de ouvido stocksnap pixabay

Verdade. Segundo a fonoaudióloga, que é especialista em audiologia, a perda auditiva ocorre porque o hábito frequente de ouvir música com som muito alto pode causar danos às células ciliadas, responsáveis pela audição, que não se regeneram. “O limite de exposição a sons recomendado é de 85 decibéis; e quanto mais tempo exposto ao volume alto, pior para as orelhas”, alerta. Foi o caso do cantor britânico Brian Johnson, líder do AC/DC, que desde 2016 relata o problema em entrevistas e palestras.

2 – Cera de ouvido em excesso pode causar surdez

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Mito. O acúmulo de cera pode impedir o som de chegar ao tímpano. Entretanto, não pode causar surdez. “Esse problema pode ser resolvido com a remoção do excesso de cerume e, posteriormente, a pessoa conseguirá ouvir de forma adequada”, esclarece Marcella Vidal.

3 – Zumbido e sensação de tontura podem ser sintomas de perda auditiva

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Verdade. Tanto o zumbido quanto a sensação de tontura podem ser indícios de problemas auditivos. “O ideal é procurar um médico otorrinolaringologista para ter o diagnóstico correto e saber o melhor tipo de tratamento. Em alguns casos, a indicação é o uso de prótese auditiva”, pontua.

4 – Perda auditiva não tem solução

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Mito. Em grande parte dos casos, a dificuldade para ouvir pode ser tratada com o uso de aparelhos auditivos, adequados para cada grau de perda auditiva. Marcella Vidal explica que as próteses auditivas estão cada vez mais tecnológicas e modernas. “Elas são capazes de amplificar os sons, ajudando as pessoas no processo de reabilitação auditiva de maneira bastante eficaz”, conta.

5 – Infecção de ouvido pode causar perda de audição

orelha rosto ouvido

Verdade. As infecções de ouvido – otites –, podem trazer transtornos caso ocorram de forma repetitiva e sejam tratadas de forma errada. É necessário ficar atento, em especial no caso de crianças, que são mais suscetíveis a inflamações. Para evitá-las, o ideal é tratar de maneira adequada gripes e dificuldades respiratórias, pois isso pode afetar diretamente a audição. “A qualquer sinal de dificuldades para ouvir, é importante procurar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada”, finaliza a fonoaudióloga da Telex.

Fonte: Telex Soluções Auditivas