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Cuidados no tempo seco: atenção ao ambiente dos pets é importante

O outono chegou e, por conta do tempo seco, é hora de ficar atento com seu pet. Principalmente tutores de cachorros com focinho achatado (braquicefálicos), como os boxers, pugs, shih-tzus e lhasa apsos. O motivo é que, por conta do formato do crânio, eles têm maior dificuldade para respirar e os olhos também ficam mais expostos ao clima.

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Mas nada disso é motivo para pânico, já que não é difícil cuidar bem do seu animal de estimação. “Nesta época do ano, problemas respiratórios e conjuntivites podem afetar os pets com mais intensidade” – explica o médico-veterinário Marcello Machado, gerente técnico nacional da Total Alimentos.

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Então, como evitar o desconforto? Antes de mais nada, é preciso olhar ao redor: o ambiente deve ter uma temperatura confortável. “No período de clima seco e frio, faça uso de agasalhos e roupinhas, especialmente para os cães. Também vale a pena colocar cobertores no local onde o pet dorme. Lembrando que é fundamental manter os locais limpos e secos, e as roupas e cobertas sempre limpas e livres de poeira”, diz Machado. O excesso de poeira, e de ácaros, pode desencadear alergias e outros males respiratórios.

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Muito se fala da importância da água durante as altas temperaturas, mas ela deve estar disponível o tempo todo, também, no frio. Como em grande parte do Brasil, o tempo frio acontece durante as estações mais secas, não se esqueça de checar a tigela de água, que deve estar bem limpinha.

“Independentemente da temperatura que está fazendo, o esforço físico desidrata o pet, então é muito importante o fornecimento de água durante os passeios, inclusive”, alerta Machado.

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Foto: Icon Home Design

Evite apenas água muito gelada. Nessa época do ano, procurar oferecer água na temperatura ambiente. Como de praxe, qualquer comportamento estranho, de desânimo e falta de apetite, leve o seu cão ao veterinário. Em caso de desidratação, é possível tratar do animal em casa, mas a decisão em relação a qualquer tipo de terapia deve ser estabelecida por um profissional.

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“Uma desidratação leve pode sim ser tratada em casa, mas a desidratação pode envolver doenças potencialmente perigosas”, diz o veterinário. Afinal de contas, a desidratação é um indício, e não uma enfermidade em si. “É preciso entender o que levou a esse quadro. Alguns sintomas são os vômitos e diarreias. Nesses casos, uma avaliação mais detalhada de um profissional veterinário é muito importante para controlar e curar o animal”, completa.

Fonte: Total Alimentos

Atenção: a partir de abril, não postarei mais sobre animais/natureza/meio ambiente neste espaço, mas, sim, no blog criado apenas para esses temas: Se Meu Pet Falasse, clique no nome e irá para a página automaticamente. Por favor, se gosta de animais, siga-o. Obrigada.

Salvar

Rações sem glúten podem evitar contaminação cruzada para celíacos

Tutores de cães ou gatos que são intolerantes à proteína devem oferecer alimentos específicos para evitar alguma reação alérgica

A busca por dieta livre de glúten tem se tornado popular no Brasil, mas para pessoas diagnosticadas celíacas e portadores da sensibilidade ao glúten não celíaca (SGNC), ela é uma necessidade. De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (Fenacelbra), o país tem cerca de 2 milhões de pessoas que possuem a enfermidade autoimune caracterizada pela ingestão ou contato com o glúten.

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Este tipo de proteína está presente no trigo, centeio, aveia, cevada e derivados, como o malte. Como não possui tratamento clínico e nem medicamentoso, a única forma para evitar qualquer tipo de reação alérgica é não ter contato com o alérgeno, seja por ingestão ou contato físico.

Porém, nem sempre os celíacos estão protegidos, mesmo com dietas rigorosas ou prudência no contato com produtos que contém glúten, e eles podem sofrer com a contaminação cruzada, ou seja, ter algo livre sendo contaminado por um objeto ou material que entrou em contato com a proteína.

Para tutores de cães ou gatos, que são intolerantes ou alérgicos ao glúten, a recomendação é que os pets se alimentem com dietas específicas para evitar qualquer problema. “Os cães carregam a proteína na pelagem e podem espalhar pela residência provocando uma reação alérgica.”, alerta o médico veterinário e gerente Técnico Nacional da Equilíbrio, Marcello Machado.

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Para auxiliar na conscientização sobre o risco da contaminação cruzada para os tutores que sofrem com a doença celíaca, a marca “Equilíbrio” de alimentos superpremium para cães e gatos, firmou uma parceria com a escritora e ilustradora, Eve Ferretti, que foi diagnosticada intolerante ao glúten em 2012. Como artista ela criou o portal de informações “Célia Celíaca – Gluten Free LifeStyle”, que ajuda a dar resposta a tantas dúvidas das pessoas que sofrem com a doença.

“Aconselho as pessoas que me seguem na página a prestarem atenção na ração dos seus bichinhos. O ideal é substituí-la por outra sem glúten, pois quando o pet consome a ração tradicional com glúten, restos alimentares permanecem em suas bocas e quando recebemos as lambidas, há sim contato direto do celíaco/alérgico/sensível com a proteína”, alerta Eve.

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Pensando nos cães e em seus tutores celíacos, a Equilíbrio possui duas linhas livres de glúten: Equilíbrio Grain Free e o lançamento, Equilíbrio Raças Específicas. Para o médico veterinário, Marcello Machado, uma dieta sem glúten pode trazer alguns benefícios para cães e gatos.

“Na rotina clínica atualmente nota-se que cães mais sensíveis, respondem de forma positiva às dietas com ausência de grãos na formulação e pets com diarreia e vômito idiopático, também se mostram mais favoráveis a este tipo de alimentação”, completa.

Fonte: Equilíbrio

Domingo, 17 de fevereiro, é o Dia Mundial do Gato

Amanhã, 17 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial do Gato. A data foi criada por entidades de proteção animal para alertar e conscientizar tutores de como cuidar corretamente dos seus felinos, levando em conta os hábitos nutricionais, de higiene, de lazer, vacinação, vermifugação, entre outros aspectos.

Estudo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), mostrou que o Brasil tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros. A pesquisa mostrou, ainda, que a população de gatos está crescendo muito e que deverá ultrapassar a dos cães em menos de dez anos. Esse resultado é reflexo das mudanças sociais e comportamentais, com a população morando em locais menores e nos grandes centros urbanos, aliado a uma maior simpatia por esses animais.

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Para a médica veterinária e gerente de Marketing da Vetnil, Fernanda Cioffetti Marques, a vacinação e a vermifugação frequentes são necessárias para manter o gato saudável. “O protocolo de vacinação dos gatos deve ser elaborado por um médico veterinário após uma avaliação clínica detalhada, assim como a periodicidade para ministrar o vermífugo. Esses cuidados são imprescindíveis, principalmente, quando há contato com outros animais”, declara.

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Com relação à alimentação, os gatos chegam a fazer mais de dez refeições ao dia, por isso, a ração deve estar sempre à sua disposição. São animais que têm o hábito de ingerir pouco líquido, por isso, precisam de estímulo, como água sempre fresca e corrente. Em alguns casos, Fernanda indica uma pequena fonte de água para ajudar a hidratar o felino de forma ideal, além de fornecer alimento úmido – em sachê.

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Embora o gato de estimação seja um animal caseiro e não exija os passeios diários ao ar livre como os cães, é imprescindível proporcionar áreas de lazer e descanso dentro de casa, para brincar e descansar. Gatos são animais independentes e têm o hábito de correr e pular, por isso, proporcionar lugares que ele possa brincar e dar saltos é fundamental para manter a saúde e bem-estar do felino. Arranhadores e brinquedinhos também são recomendados para distrair o gato dentro de casa.

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Sob o aspecto de segurança, algumas adaptações na casa devem ser feitas para evitar acidentes. Por exemplo, para quem mora em apartamento, é fundamental colocar telas de proteção em janelas e varandas.

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“Como os gatos gostam de lugares altos, eles costumam dormir e tomar banhos de sol nas varandas e pular nas janelas. A proteção das telas evita acidentes e consequências mais graves para a saúde do bichinho. Outro aspecto relevante é a importância de colocar a caixa de areia em local arejado e distante de onde fica a água e ração do seu Pet, para manter o ambiente limpo e evitar contaminação”, afirma Fernanda.

Qual o melhor momento para castrar meu gato?

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Se você tem dúvidas se deve ou não castrar seu gato, saiba que esta é, provavelmente, uma boa ideia para seu pet. O procedimento é indicado para gatos a partir dos seis meses de idade.

“A castração é um procedimento cirúrgico cada vez mais adotado e recomendado pelos médicos-veterinários. Previne o possível desenvolvimento de tumores, controla o crescimento populacional de gatos abandonados nas ruas e aumenta a expectativa de vida dos felinos. Gatos castrados têm uma expectativa duas vezes maior do que aqueles não castrados, explica Marcello Machado, veterinário e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos.

Como se não bastasse, a medida é especialmente importante para fêmeas: gatas castradas ainda jovens reduzem quase a zero a possibilidade de serem acometidas por doenças como tumores mamários, câncer, cistos uterinos e ovarianos. “Por conta das doenças que acometem mais as fêmeas, o tutor pode optar em castrar primeiro a gata. Lembrando que os cuidados pós-operatórios exigem mais cuidados. Já a castração em machos inibe o costume do xixi para demarcar território, e controla o odor da urina do felino”, diz Machado.

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A estação do ano não interfere para fazer a cirurgia de castração, porém, épocas de temperaturas mais amenas, por gerar menos estresse térmico, pode ser favorável ao felino em recuperação. No entanto, é importante ter uma atenção maior na alimentação dos gatos esterilizados, pois costumam ter mais apetite. Dessa forma, podem desenvolver obesidade após o procedimento.

“Para prevenir esses problemas, é indicado que os tutor ofereça alimentos específicos para gatos castrados, pois esses produtos são próprios para manutenção do peso, além de trazerem outros benefícios gerais à saúde: auxiliam no controle do pH urinário e na queima de gorduras, por meio da ação da L-carnitina”.

Benefícios dos legumes para cães

Veterinário explica como a cenoura, ervilha e batata doce auxiliam na saúde do seu pet

Provavelmente os tutores já pensaram em dar legumes como petisco para os cães, mas é importante lembrar que não são todas os legumes que fazem bem para seu amigo, apenas alguns possuem propriedades benéficas para a dieta dos pets.

O médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, explica que em hipótese alguma a alimentação do cachorro pode se basear apenas em legumes, pois ele precisa de uma nutrição balanceada com proteínas de qualidade e fibras em níveis ajustados. Alguns alimentos que fazem bem para os humanos são tóxicos para os cães e podem causar sérios problemas digestivos e alérgicos.

O médico veterinário da Naturalis apontou os benefícios dos legumes para os cães:

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Foto: Scarletina/Morguefile

Cenoura: a cenoura é um legume muito presente em nossa alimentação, podendo estar também na dos cães. Além do sabor delicioso, é rica em betacaroteno, vitamina A e sais minerais que contribuem para o fortalecimento das defesas naturais do organismo do cão e são importantes na manutenção da saúde da pele.

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Rachel Gorjestani/Pixabay

Ervilha: a ervilha contribui para a saciedade do cão, pois é rica em fibras alimentares. Também são fontes de minerais como fósforo, cálcio, potássio e ferro, além de conter as vitaminas A, B1, B2, B3 e B6.

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Foto: Szafirek/Morguefile

Batata-doce: assim como as ervilhas, a batata-doce é rica em fibras que ajudam a deixar o cachorro satisfeito por mais tempo. Trata-se de um alimento fonte de vitaminas B6 e C, betacaroteno e magnésio.

Como oferecer legumes para o pet

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Caso você já esteja pensando em ir à feira comprar legumes para o seu cachorro, saiba que incrementar esse tipo de alimento no dia a dia dele só fará bem se estiver inserido em uma alimentação balanceada. Por isso, Marcello Machado indica a ração Naturalis. Além de legumes com todas as suas vitaminas e sais minerais, a linha de ração natural conta com frutas e vegetais.

“Para atender o paladar dos cães que gostam de legumes, existem rações no mercado pet como a Naturalis, que além de possuir formulação 100% natural, também conta com sabores, vitaminas, sais minerais e nutrientes para manter o cão sempre bem-alimentado e saudável”, indica Machado e acrescenta: “Naturalis possui em sua composição verduras, carne, ingredientes integrais, e é livre de conservantes artificiais e corantes para o cão crescer com vitalidade e energia, resultando saúde e a longevidade do animal”.

Fonte: Naturalis

Cistite em gatos: causas, sintomas e tratamento

Médico veterinário explica como identificar a doença que causa muitas dores nos felinos

A cistite em gatos é um problema urinário bastante comum que provoca muita dor e incômodo. Trata-se de uma inflamação na bexiga que pode desencadear outros distúrbios no sistema urinário e, se não tratada adequadamente, motiva complicações graves. Em geral, felinos machos, entre dois e seis anos, são os mais afetados pela enfermidade.

“A identificação da cistite felina é feita por meio de exame clínico, testes de urina e exame de imagem, sendo importante que, ao fechar o diagnóstico, sejam identificados os possíveis agentes causadores do problema”, explica o médico veterinário da Equilíbrio, Marcello Machado.

Diferentemente da maior parte dos animais, as bactérias não são as principais causadoras da cistite em gatos. É mais comum que o aparecimento da patologia tenha relação com fatores como idade; alimentação incorreta; baixa ingestão de água; doenças anteriores; obesidade e estresse.

Gatos estressados, ansiosos e agressivos sofrem alterações no sistema endócrino, neurológico e de defesa do organismo, e isso aumenta a predisposição do pet ao desenvolvimento de cistite. Nesses casos, o diagnóstico é mais complicado e requer uma análise mais detalhada sobre cada sintoma.

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“A cistite causada por estresse ocorre quando o animal vive em um ambiente sem condições adequadas para o desenvolvimento saudável e não recebe os cuidados necessários referentes a alimentação, saúde, atenção e higiene”, conta Machado.

Sintomas

Quanto mais cedo a patologia for identificada, menos o felino sofrerá com os sintomas e menores as chances de complicações. Para isso, é fundamental manter uma rotina de acompanhamento veterinário e ter atenção às mudanças de comportamento do animal. Caso note algum dos sintomas de cistite em seu animal de estimação, como periúria; dor ao urinar; sangue na urina; diminuição na quantidade da urina; e urina com odor forte, procure a orientação de um especialista para realizar exames detalhados. Ainda existem casos de cistite idiopática, em que o agente causador é desconhecido.

Qual a melhor ração para cistite em gatos?

Os felinos diagnosticados com cistite devem receber medicação recomendada pelo veterinário e ter cuidados especiais com a ingestão de água e alimentação. A melhor ração para gato com cistite deve ter quantidades reguladas de sódio, magnésio e fósforo, baixo teor de proteínas e pH urinário adequado, tudo para cuidar da saúde do trato urinário do felino.

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“Equilíbrio Veterinary Urinary foi desenvolvida para oferecer um auxílio no tratamento da cistite, pois proporciona uma nutrição completa ao animal e tem uma formulação específica para manter um pH adequado e não sobrecarregar o sistema urinário”, indica o médico veterinário da Equilíbrio.

Fonte: Total Alimentos

Verão: cães e gatos precisam de mais cuidados com alergias e hidratação

Os dias muito quentes já começaram e os cães e gatos sofrem com as temperaturas elevadas. É nesta época do ano que incidências, como doenças dermatológicas e alergias, aumentam consideravelmente.

Alguns cuidados especiais precisam ser tomados para que seu pet não sofra com o calor, por isso, o médico veterinário e gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado, dá algumas orientações.
1. Alimentação

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No verão, o metabolismo dos pets fica mais lento e ele gasta menos energia para o funcionamento do organismo. Logo, cães e gatos tendem a comer menos no calor. Mas não é só isso: os cães e gatos procuram as horas mais frescas do dia para se alimentar, por isso o ideal é que o tutor forneça o alimento pela manhã ou à noite.

Algumas pessoas, principalmente as que têm gatos, acreditam que o pet não está se alimentando, mas na verdade o gatinho está comendo durante a madrugada, pois tem hábitos noturnos e também prefere a temperatura mais baixa da noite para comer.
“É importante lembrar que, incentivar a alimentação não significa deixar a ração do pet disponível a todo o momento. O alimento exposto pode oxidar, por causa do calor e da umidade, e ficar rançoso”, orienta Machado.

2. Banho

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Foto: Amanda Cullingford/Pixabay

No verão, o ideal é que o tutor dê banhos nos cães de 15 em 15 dias. Mesmo que seja refrescante, o excesso de banho retira a proteção natural da pele e os expõe à alergias, fungos e doenças dermatológicas, que são ainda mais frequentes nos períodos quentes. Se o animal estiver com mau odor, o banho até pode ser realizado semanalmente, mas é importante lembrar dos cuidados, como manter a água morna a fria, realizar num local sem vento e de preferência em dia de sol.

Já os gatos fazem a auto-higiene por meio de várias lambidas pelo corpo. “O que pouca gente sabe é que, ao lamber-se, os gatos também regulam a temperatura corporal. O problema é que este comportamento causa o acúmulo de pelos no trato digestivo, causando as bolas de pelos. A dica no calor é escovar mais o gato, para que ele evite ingerir tantos pelos ao lamber-se”, completa o médico veterinário.

3. Hidratação

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Cães e gatos precisam ter sempre água fresca. Os felinos precisam de mais atenção, pois, naturalmente ingerem menos água e são mais caprichosos. “Manter as vasilhas limpas, colocar gelo na água e oferecer água corrente são dicas importantes para atrair o seu animal de estimação e incentivá-lo a tomar água”, aconselha Marcello.

4. Exposição ao sol

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Assim como os humanos, os pets não podem ficar expostos durante os horários mais quentes do dia. “O cuidado deve ser redobrado para animais de pelagem branca, clara ou sem pelo, pois, infelizmente, os raios ultravioletas também causam câncer de pele nos pets. Geralmente, a lesão ocorre nas áreas sem pelo, como barriga, ponta de orelhas, focinho e ao redor dos olhos”, explica Marcello.

Passear por um tempo prolongado e em horários quentes pode causar queimaduras sérias nos coxins de cães e gatos. O asfalto e calçadas são vilões, então, leve seu amigo para passear em gramados e evite sair entre às 10 e 16 horas. “Se perceber que os coxins ficaram vermelhos ou com bolhas, procure imediatamente um médico veterinário, pois esse quadro é doloroso para os pets. Uma dica é, antes de sair com o cão no asfalto, verifique com a mão qual é a temperatura do solo”, conclui o médico veterinário.

5. Alergias

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Alergias são causadas por vários motivos, principalmente por picada de pulgas e carrapatos, que são parasitas que ficam no ambiente durante bastante tempo. Se não forem controlados adequadamente, hibernam no inverno e no verão se multiplicam rapidamente atacando os pets.

Coceira e lambidas excessivas são os sinais mais frequentes, ao percebê-los o tutor precisar procurar um médico veterinário para que ele indique o melhor tratamento. “O especialista também pode indicar um produto para o ambiente: algumas fórmulas precisam ser pulverizadas no quintal ou na casa para pôr fim à infestação”, esclarece Machado.

No caso das alergias alimentares, os cães podem apresentar intolerância a algum tipo de proteína e precisar de alimentos específicos, coadjuvantes no tratamento de dermatopatias, mas só o médico veterinário poderá analisar o quadro para diagnosticar a causa da alergia.

Fonte: Total Alimentos

Cuidados com a alimentação do cão filhote

De acordo com o médico veterinário da marca Max, filhotes precisam de alimentação rica em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras

Eles são pequenos, frágeis e precisam de bons alimentos para crescer fortes e saudáveis. Os filhotes exigem muito cuidado e dedicação do tutor: “Os recém-nascidos precisam de alimentos ricos em cálcio, fósforo, proteínas e gorduras para que tenham o desenvolvimento ósseo adequado e cresçam com saúde”, afirma o médico veterinário da Max e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

O desmame

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Foto: Mel Schmitz/Morguefile

O leite materno e o contato com a mãe são fundamentais para o filhote nos primeiros meses de vida, mas após 28 dias do nascimento o pet precisa ingerir outro tipo de alimento. “Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame, um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco”, pontua o médico veterinário da Max.

Substituindo o leite materno

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Se o pet provém de grandes ninhadas, está em recuperação ou perdeu a mãe, pode precisar substituir o leite materno. “O ideal é que, quando há necessidade, o leite da mãe seja substituído por outro com concentrações similares ao da cadela”, afirma Machado.

De acordo com o veterinário, oferecer leite de vaca para cães pode causar diarreia: “Cães têm dificuldade para digerir lactose, oferecer leite comum pode causar bastante mal-estar a eles”.

Filhotes de quatro a oito semanas de vida já precisam se habituar, gradativamente, a uma nova forma de comer, por isso é indicada a papinha de desmame; um alimento semissólido que serve como transição do alimento úmido para o seco.

Indicação do veterinário

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Max Milk– Substituto do Leite Materno
• Rico em proteínas e gorduras para satisfazer as necessidades energéticas nessa importante fase;
• Com probiótico para uma melhor saúde intestinal dos filhotes;
• Ótimo nível de cálcio e fósforo para um desenvolvimento ósseo;
• Sem lactose par auxiliar na redução do risco de diarreias;
• Substitui o leite materno;
• Rico em vitaminas A, D, E, minerais quelatados, antioxidantes naturais.

Max Papinha Desmame
• Perfeito equilíbrio de cálcio e fósforo muito importante para o desenvolvimento dos ossos;
• Excelente palatabilidade fácil aceitação dos filhotes;
• Com probióticos para melhor saúde intestinal dos filhotes;
• Enriquecido com vitaminas A, D e E;
• Faz a transição do leite para o alimento seco;
• Preparo instantâneo.

Fonte: Total Alimentos

Cinco sinais de que seu gato está saudável

Uma das grandes responsabilidades de se ter um gato, é saber identificar os sinais que eles emitem quando não estão bem. Muitos acreditam que o único indício é quando se percebe que estão amuados, mas nem sempre esse é o fator que determina se o felino está bem ou não. Pensando nisto, o médico veterinário da Naturalis lista alguns tópicos a serem analisados para manter a saúde do bichano em dia.

“Atente-se principalmente nas primeiras semanas de vida do gatinho, entre o sexto e oitavo período, pois é quando ficam mais frágeis e se registra uma taxa grande de mortalidade, por estarem mais suscetíveis a contraírem doenças”, orienta Marcello Machado.

Olhe nos olhos do gatinho

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Os olhos precisam estar com aspecto natural, vivos e brilhantes, demonstrando a aparência saudável. Felinos possuem uma terceira pálpebra escondida e que só aparece quando é preciso proteger os olhos de alguma irritação ou ferimento.

“Essa pálpebra é visível, então, quando aparecer no seu gato, algo estará errado e será necessário levá-lo ao veterinário. Outros sintomas que também indicam que o peludo merece atenção especial são as alterações na cor dos olhos e lacrimejamento constante”, explica o veterinário.

Mais atenção às orelhas

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Bigstock

O ouvido sadio de um gatinho não tem secreção ou odor, por isso, fique atento ao limpar a orelhinha com um chumaço de algodão. Não deve haver mau cheiro ou secreção amarelada ou amarronzada. Orelhas saudáveis têm coloração cor de rosa bem claro.

De acordo com o especialista, se o felino passar a coçar bastante as orelhas e balançar a cabeça bruscamente, leve-o rapidamente a um médico veterinário, pois pode se tratar de uma infecção de ouvido – elas podem ter consequências graves se não tratadas a tempo.

Cuidado especial com a boca

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Foto: Pitsch685/Pixabay

Essa avaliação é indicada somente em casos de gatinhos mansos, pois podem ser agressivos ao serem tocados nessa região. Caso contrário, o procedimento é simples. Basta levantar o lábio superior do felino e olhar as gengivas – elas devem estar sempre rosadas. A palidez pode ser um diagnóstico de anemia. Assim como a gengiva, a língua também precisa de uma coloração rósea.

Focinho úmido? Bom sinal!

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O focinho deve estar sempre úmido e frio, pois quando seco e quente, pode ser um sinal de febre. Fique de olho em outros sinais como a perda de apetite.

Fique de olho na pelagem do felino

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É muito comum a queda do pelo do bichano de maneira uniforme e sem falhas, pois a troca de pelos acontece anualmente. Mas é necessário ficar de olho se há a presença de parasitas, ou então de nódulos ou verrugas grandes, uma vez que, caso existam, devem ser checadas pelo médico veterinário.

Alimentação

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Todo animalzinho merece uma atenção especial quando o assunto é alimentação. Afinal, é por meio dela que a qualidade e expectativa de vida do nosso amiguinho aumentam. Jamais ofereça comidas de humanos ao felino e alimente-o com uma ração adequada, como Naturalis, que possui formulação 100% natural, desenvolvida que os gatos tenham uma vida mais saudável e mais natural. Vegetais e frutas fazem parte desse alimento inovador e nutritivo.

Com vitaminas e minerais, Naturalis é elaborada com proteínas selecionadas, como frango, peru e salmão. Além disso, a linha não possui conservantes e corantes artificiais.

Fonte: Naturalis

Dia Internacional do Gato: veja como evitar bolas de pelo no seu bichano

Hoje, 8 de agosto, é comemorado o Dia Internacional do Gato. Pensando nisto, o médico veterinário da marca Max Cat, Marcello Machado, listou algumas dicas para lidar com um incômodo muito comum dos felinos: as bolas de pelo. Algumas atitudes podem diminuir a frequência com que seu gatinho enfrenta essa situação, prevenindo ao invés de apenas remediar a situação.

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Foto: Warren Photographic

Diminua a perda: a limpeza do seu gatinho feita com frequência ajuda a retirar pelos e pele morta. Escove-o com frequência, e tenha cuidado redobrado se ele apresentar alguma alergia ou estiver num período de pico de perda de pelos. Dê banhos, ministre medicamentos e alimentos especiais se ele precisar de tratamento e escove regularmente. Mas sempre com recomendação e receituário do veterinário.

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Água: gatos têm um instinto primitivo que faz com que eles não gostem de beber água e comer ao mesmo tempo. Manter o recipiente de água longe da comida faz com que o felino beba mais água, ajudando na limpeza dos pelos ingeridos.

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Alimentos: alimentação correta beneficia os pelos, evita a queda, mantem o intestino e o aparelho digestivo funcionando bem. Isso tudo contribui para menos ingestão de pelos devido a queda e limpeza dos que foram ingeridos com mais facilidade. Além disso, muitos alimentos têm tecnologias que evitam o acúmulo de pelos no trato digestivo. Uma ótima opção é a linha de nutrição especialmente criada para gatos – a Max Cat da Total Alimentos.

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Pixabay

Exercícios Físicos: ser ativo e saudável não só faz bem a circulação, coração, longevidade e evita a obesidade: cuida da pele e pelagem dos gatos. Assim, o animal perde menos pelos, se torna mais ativo, fica com o apetite saudável e tem menos tempo ocioso.

gato se lambendo

Consultas ao veterinário: a frequência das consultas deve ser fixa por diversos motivos, mantendo a saúde do animal sempre em dia. No que diz respeito a bolas de pelo, pode ser muito benéfico pois ajuda a descobrir possíveis alergias, doenças que causam a alopecia, e que devem ser tratadas, tendo como consequência a diminuição do acúmulo de pelos no trato digestivo.

Fora as visitas de rotina, se você perceber quaisquer alterações de queda ou se o gato começar a expelir mais pelos que o normal, procure o veterinário sem demora.

Fonte: Total Alimentos

Saiba como as frutas auxiliam na saúde dos cães

Provavelmente os tutores já pensaram em dar frutas como petisco para os cães, mas é importante lembrar que não são todas que fazem bem para seu amigo, apenas algumas possuem propriedades benéficas para a dieta dos cães.

O médico veterinário da Naturalis, Marcello Machado, explica que em hipótese alguma a alimentação do cachorro pode se basear apenas em frutas, pois ele precisa de uma nutrição balanceada com proteínas de qualidade e fibras em níveis ajustados.

“Para atender o paladar dos cães que gostam de frutas, existem rações no mercado pet como a Naturalis, que além de possuir formulação 100% natural, também conta com sabores, vitaminas, sais minerais e os nutrientes da maçã e do mamão, que são poderosos aliados para manter o cão sempre bem-alimentado e saudável”, indica.

A ração com frutas também pode ser uma ótima opção para cães que não sentem atração pela ração comum, pois a ração com frutas possui um odor diferenciado e mais atrativo para o olfato canino. “Além das frutas, Naturalis possui em sua composição verduras, carne, ingredientes integrais, e é livre de conservantes artificiais e corantes para o cão crescer com vitalidade e energia, resultando saúde e a longevidade do animal”, complementa Machado.

O médico veterinário da Naturalis apontou os benefícios da maçã e do mamão para os cães, confira:

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Maçã para cachorro –contém vitaminas B, C e E, rica em probióticos e é uma ótima fonte de fibras para favorecer a função intestinal, possui baixo valor calórico e contribui para manter a imunidade alta e regula a glicemia dos pets.

Mamão para cachorro – assim como a maçã, é fonte de fibras e possui um sabor que agrada muito os cães. Ajuda a melhorar a digestão e possui vitaminas A e C, cálcio e potássio.

Fonte: Total Alimentos