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Veja alguns alimentos que espantam a tristeza e o mau-humor*

Sentir tristeza e ficar “péssima” de vez em quando é uma reação natural a situações difíceis, como o fim de um relacionamento, uma demissão ou uma doença que aflige alguém que amamos, ou até mesmo conviver diariamente com um chefe ou colega chatos, isso afeta o emocional de qualquer um.

Quando estamos deprimidos, temos tendência a optar por alimentos pouco saudáveis, abusar de doces e bebidas alcoólicas, o que só piora ainda mais os sentimentos de “menos-valia”.

A depressão pode ter diversas causas, mas é possível combater a maioria delas com alimentos certos, aqueles que irão formar substâncias que atuam no cérebro, corrigem deficiências de vitaminas e minerais e estabilizam o açúcar no sangue, trazendo bem-estar.

Não importa o quanto você esteja deprimida ou triste, a escolha sábia de alimentos pode fazê-la sentir-se mais feliz e os efeitos são, acredite, imediatos.

Veja alguns alimentos importantíssimos para fazer você se sentir mais feliz:

kefir

=Peixes pequenos, ovos, iogurtes, kefir.

=Carboidratos ricos em fibras

+Diminua a ingestão de cafeína e de álcool

=Abasteça-se de Vitamina D (tome sol por 10 minutos todos os dias, fora do horário perigoso para à pele – das 10 às 16 horas)

abacate

=Abacate

=Chocolate Amargo

= Aveia

= Banana

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Pixabay

= Morango

= Couve

= Castanha-do-pará

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Foto Agromix.In

= Semente de gergelim

= Alho

= Melancia

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= Gengibre

*Sabina Donadelli é nutricionista, apaixonada pelo poder dos alimentos, garante que a comida pode fazer maravilhas pelas pessoas. Formada e pós-graduada em Nutrição, alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana. Ela afirma que nas doses e combinações certas, as refeições podem auxiliar no tratamento de doenças, auxiliam na perda de peso, corrigem distúrbios, espantam a tristeza, rejuvenescem a aparência e, entre tantos outros benefícios, ainda nos levam à felicidade.

Pesquisa aponta que mau humor pode vir dos pés

Um levantamento feito com 3.316 brasileiros mostrou a forte conexão do mau humor com o aumento das dores nos pés, ou seja, quanto mais desconfortos ou incômodos a pessoa tiver, mais mal-humorada ela pode ficar.

“Sem quaisquer dores, os pés não influenciam no humor. Mas a medida que a dor aumenta para níveis intensos, percebemos que as pessoas têm o seu temperamento alterado” afirma o fisioterapeuta Mateus Martinez, coautor da pesquisa.

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“Humor é estado de espírito. Muitas vezes dizemos que alguém está de ‘bom’ ou de ‘mau’ humor. Agora sabemos que quem está ‘de mau humor’ provavelmente tem dores nos pés!” afirma com bom humor Thomas Case, fundador da Pés Sem Dor e coautor da pesquisa.

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Entre os entrevistados, apenas 9.4% não têm nenhuma dor. Para 18.8% da população com dores intensas, há uma forte influência dessas dores em seu temperamento. Foi constatado ainda que as mulheres têm mais dores nos pés que os homens.

“Essa discrepância de dores intensas entre as mulheres é devido ao uso de calçados apertados ou de bico fino. Por fim, podemos afirmar que para quase 1/5 da população, o ‘mau humor’ vem da base do corpo” conclui o especialista Martinez.

mulher dor pé

“Saúde e qualidade de vida: a relação com os pés, tornozelos e joelhos” foi finalizada em novembro de 2017 e traz ainda dados sobre doenças crônicas e características dos pés, tornozelos e joelhos dos brasileiros.

A pesquisa foi desenvolvida pela Pés Sem Dor e pode ser lida na íntegra clicando aqui.

Informações, dicas de prevenção ou alívio de dores estão disponíveis no site da Pés Sem Dor. 

Você fica mal-humorada quando está com fome?

Especialistas explicam que irritabilidade, agressividade e ansiedade são sintomas comuns quando surge necessidade orgânica de se alimentar

Seja por questões psicológicas ou necessidades orgânicas, a fome é capaz de mudar o humor de uma pessoa. A ciência comprova que a irritabilidade e o estresse estão ligados a variação do nível de serotonina, neurotransmissor que atua na comunicação entre os neurônios, no cérebro. A pesquisa realizada pela Universidade de Cambridge concluiu que no estado de fome a baixa desse neurotransmissor, que ajuda a regular o comportamento, afeta diretamente as regiões cerebrais responsáveis por controlar a nossa raiva.

Mas não se preocupe, em caso de fome o nível de serotonina é rapidamente estabilizado após a ingestão de alimentos. A nutricionista Gabriella Alves, da Corpometria, explica que o mau humor pode ser fome, mas também pode ser psicológico. Surge então a importância de diferenciar apetite e fome.

Fome é orgânica, ou seja, uma necessidade do seu organismo, quando ele realmente está precisando de energia extra. Apetite é algo mais emocional, por exemplo, quando a pessoa diz que está com ‘fome de fast-food’, ela não está com fome, está apenas com vontade de algo específico. “Para saber se você está realmente com fome, basta se perguntar ‘eu comeria o prato que menos gosto agora?’ Caso a resposta seja positiva, a fome é orgânica”, orienta Gabriella.

Para evitar episódios de irritabilidade e ingestão exagerada de comida, a orientação médica é não passar longos períodos sem se alimentar, mantendo o hábito de comer de 3 em 3 horas. A nutricionista explica ainda que o longo intervalo sem comer, pode até engordar.

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“Quanto mais tempo uma pessoa passa sem se alimentar, mais o organismo pedirá alimentos calóricos. Na hora da fome a escolha é por coisas práticas e de fácil alcance, com altos índices de calorias, como fast-food, refrigerantes, doces, pães, massas e biscoitos. Desse modo o corpo vai acumulando gordura”, ressalta.

Buscar uma alimentação equilibrada e com muitas fibras, como alimentos integrais, chia, aveia, barras de cereal, granola, frutas e saladas; também traz benefícios. Pessoas que sofrem com ansiedade e/ou compulsão alimentar, devem fracionar os horários de alimentação. Caso esteja com muita fome, dar preferência aos alimentos mais nutritivos. Frutas, vegetais e castanhas também são alimentos práticos, e podem ser consumidos facilmente.
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Fonte: Gabriella Alves é Mestranda em Nutrição pela Universidade de Brasília (UnB) e graduada em Nutrição pela Universidade Católica de Brasilia (UCB) e faz parte da equipe da Corpometria