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Para envelhecer melhor: como ultrapassar os 70 com mais raciocínio e agilidade

Você certamente já parou para pensar sobre a capacidade que alguém tem para raciocinar de forma rápida e assertiva, mesmo após os 70, 80 e até 90 anos. Juízes, promotores, professores, médicos, escritores ou mesmo funcionários públicos: são inúmeros os exemplos de pessoas que, ao exercerem profissões com maior exigência intelectual, mantiveram a boa performance na sua velhice a ponto de manifestarem pouco ou nenhum prejuízo cognitivo, mesmo em idade avançada.

Para a neurociência, os motivos que levam uma pessoa a envelhecer com grande capacidade de pensamento são claros e facilmente compreendidos quando fazemos uma analogia com uma poupança financeira e consideramos a “reserva cognitiva”.

Para entender melhor, confira abaixo 4 dicas para envelhecer bem:

Poupando o seu cérebro – da forma certa

Quando falamos no nosso cérebro, a poupança não significa a ausência de uso. Aqui, é justamente o contrário. Quando temos uma vida ativa, criamos uma espécie de reserva para o nosso cérebro: a reserva cognitiva, um conceito científico que define a capacidade que nosso cérebro terá para responder às adversidades, de acordo com os estímulos que demos a ele ao longo da vida.

Aos 73 anos, seu Ricardo Maranhão, aluno Supera em Boa Viagem, coleciona títulos que comprovam sua atividade cerebral ao longo de toda uma vida e fundamentam sua boa performance cerebral. Professor universitário da Universidade Federal de Pernambuco, ele possui doutorado na Universidade Paul Sabatier (França/Toulouse) e mestrado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com especialização em Educação para à Área da Saúde, na Universidade Federal do Rio de Janeiro e especialização em Controle Biológico de Medicamentos no Instituto Adolfo Luts, na Escola Paulista de Medicina (SP).

“Eu tenho certeza que a reserva cognitiva é uma conquista constante. Minhas atividades intelectuais e graduações contribuíram fortemente para a minha formação de reserva cognitiva aos 73 anos. Tudo isso foi de grande impacto em minha formação em meu processo de envelhecimento. Há quatro anos decidi me aventurar no método SUPERA o que para mim foi um grande presente porque dou ao meu cérebro novidade, variedade e grau de desafio crescente”, opinou.

Derrubando mitos

“Uma pessoa com 70 e poucos anos pode ser um juiz, um maestro, um famoso escritor, mas também pode apresentar falhas pontuais de memória, confundindo informações simples como nome dos netos ou se perdendo na sua própria cidade. E o mais comum, ele pode estar em algum lugar na rampa desses dois extremos. Um conjunto vasto de variáveis vai definir essa posição”, detalhou Livia Ciacci, neurocientista do Supera – Ginástica para o cérebro.

Ainda segundo a especialista, ao falar sobre o avanço da idade e a capacidade cognitiva, é importante desconstruir 3 mitos:

=“A inteligência é uma capacidade única”. Isso não é verdade. A inteligência é um conjunto de muitas habilidades desenvolvidas que se combinam.
=“A inteligência declina na velhice”. Sabemos que apenas algumas capacidades relacionadas a flexibilidade de ponto de vista e adaptações rápidas são afetadas com o passar da idade. Todas as outras habilidades intelectuais ficam constantes ou até melhoram.
=“A idade é o fator mais crítico que influencia a deterioração intelectual” – Há pelo menos 8 fatores que exercem maior impacto do que a idade, sendo: aptidão inata, nível de instrução educacional, treinamento profissional, ambiente estimulante, estado de saúde, motivação e sucesso na vida.

Se uma vida ativa contribui diretamente para ultrapassar a marca dos 70 com mais atividade cerebral, o contrário também é verdade, segundo a especialista.

“Sabemos que existe uma correlação entre profissões com esforço monótono e simples e o declínio cognitivo precoce, e a correlação contrária também é válida, nas profissões onde funções intelectuais são usadas continuamente pode haver uma melhoria cognitiva com o tempo”, detalhou Livia.

Desenvolvimento constante e otimismo

Foto: Pasja1000/Pixabay

Além do treino cognitivo – que tem grande impacto em diferentes faixas etárias, outros fatores influenciam diretamente na capacidade de envelhecer bem, confira:

Você já parou para pensar sobre a importância de tudo que acontece em nossos primeiros anos de vida?

Segundo Livia, nosso cérebro começa a ser moldado já na infância. Ambientes que permitam exploração e variedade sensorial potencializam o desenvolvimento intelectual. Depois temos o nível de instrução, que representa toda vivência educacional. Em testes de inteligência aplicados a diferentes grupos etários, os resultados sempre são melhores na medida do nível educacional das pessoas, independente da idade.

“O fator saúde é um ponto bem interessante, pois não basta a ausência de doenças! Quanto melhor o cuidado com o corpo, melhor o desempenho intelectual também. O modo de ver e lidar com a vida também influencia. Há uma correlação positiva entre a capacidade cognitiva constante e sucesso no trabalho, aceitação da vida, vida social, motivações e desejos de realização”, detalhou a especialista.

Treino cognitivo

O treino cognitivo é uma estratégia que funciona a partir de duas premissas: a primeira quando sabemos que os aspectos da inteligência conquistados durante a vida tendem a se manter, e a segunda quando sabemos que a neuroplasticidade – capacidade de reorganizar circuitos de neurônios a partir da sua utilização – também se mantém, mesmo que em níveis menores que nos jovens.

“A partir disso, é plenamente possível que uma pessoa acima dos 60, 70 anos passe a praticar treinos cognitivos e melhore certas habilidades, evitando que haja um declínio maior. Um fator importante em todas as idades para manter um desempenho intelectual bom ou razoável é aprender novas coisas, se manter atualizado do que passa no seu ambiente, no país e no mundo, sem esquecer de manter alguma atividade física”, concluiu Livia

Fonte: Supera – Ginástica para o cérebro

Sono ruim vai muito além do cansaço diurno e pode levar à perda de memória

No Dia Mundial do Sono, Hospital Paulista ressalta a importância do diagnóstico e do tratamento dos distúrbios mesmo em meio à pandemia de Covid-19

A pandemia de Covid-19 já dura mais de um ano e segue afetando diversas atividades cotidianas. Um dos exemplos mais claros é o sono, fortemente prejudicado pela mudança na rotina e pelo estresse que deriva de várias fontes: preocupação com a própria saúde e de familiares, desemprego e falta de perspectivas para o retorno às atividades “normais”.

No Dia Mundial do Sono, lembrado hoje, 19 de março, países em todo o mundo chamam a atenção para o fato de que as pessoas reduziram – e muito – a qualidade de seu sono, e isso deverá ter efeitos mesmo após a pandemia passar.

“O sono é influenciado por diversos fatores, e o retorno a um sono de qualidade poderá demorar a acontecer, principalmente quando não for associado a diagnóstico e tratamento específico”, avalia Nilson André Maeda, otorrinolaringologista especialista em Medicina do Sono do Hospital Paulista.

Pesquisas recentes indicam que o número de pessoas com insônia no Reino Unido aumentou de uma em seis para uma em quatro durante a pandemia. Na Grécia, o problema foi relatado por 40% dos entrevistados, enquanto na China a taxa de insônia subiu de 14% para 20% durante o isolamento social.

“Confinadas, as pessoas perderam diversos referenciais e o período de sono foi um dos primeiros a serem afetados. A rotina de trabalho remoto, associada aos cuidados com a casa, por exemplo, fizeram com que o horário tradicional de dormir e acordar fossem severamente modificados, gerando problemas como irritabilidade e sonolência durante o dia”, completa o médico, responsável pelo Ambulatório de Medicina do Sono do Hospital Paulista, que atua no diagnóstico e no tratamento de problemas relacionados ao tema.

Apneia e memória

Apesar de ser muitas vezes negligenciado pelas pessoas, o sono de má qualidade influencia na ocorrência de doenças mais graves ao longo da vida. Pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, nos Estados Unidos, por exemplo, indicou que pessoas com apneia obstrutiva do sono sofrem perda de tecido em regiões do cérebro que auxiliam no armazenamento da memória. O estudo foi publicado na revista Neuroscience Letters.

Neste tipo de apneia, a respiração é obstruída por diversas vezes durante o sono. Trata-se de um problema que, muitas vezes, só é identificado através da avaliação de um especialista e de exames específicos, já que o próprio paciente pode ter dificuldade para notar o quadro.

“Na apneia obstrutiva do sono, a via respiratória alta é bloqueada, interrompendo a respiração e reduzindo a oxigenação, de maneira intermitente. Muitas vezes, quem nos auxilia no diagnóstico é quem compartilha a cama com o paciente, além do exame de polissonografia. Geralmente, a história é de ronco alto, sonolência diurna e queixa de um sono não reparador. O tratamento pode ser clínico, cirúrgico ou a associação dos dois, após uma avaliação individualizada de cada paciente”, afirma o otorrinolaringologista.

O estudo demonstrou que a dificuldade em respirar durante o sono pode levar a danos cerebrais e prejuízos para a memória e raciocínio.

Muito mais que cansaço

A crença de que noites mal dormidas geram “apenas” dias cansativos é falsa, portanto. Não bastasse a sonolência durante o período diurno, o sono de má qualidade tem a capacidade de deixar os indivíduos mais irritados, dispersos, esquecidos, improdutivos enquanto estão acordados e até perigosos, caso estejam dirigindo um automóvel.

“Além disso, diversos problemas de sono, como o ronco, deterioram a qualidade de vida também de companheiros e companheiras que convivem com os pacientes. Em um período de confinamento e grande estresse, esse tipo de conflito pode gerar grandes danos a relacionamentos e à própria saúde emocional de famílias inteiras. É extremamente importante respirarmos bem durante o sono, sem obstrução nasal ou faríngea”, afirma o médico, ressaltando a importância do tratamento.

“O diagnóstico e o tratamento médico adequados permitem reduzir e, em alguns casos, eliminar problemas de sono responsáveis por deteriorar a qualidade de vida das pessoas. São distúrbios que não devem ser ‘deixados para depois’. É preciso e aconselhável buscar auxílio médico. E lembrando que, em tempos de necessidade de uma boa imunidade, é fundamental termos a quantidade e a qualidade de sono adequadas”, finaliza.

Fonte: Hospital Paulista de Otorrinolaringologia

Memória ruim? Sono de má qualidade pode ser o problema

Conheça o papel de uma boa noite de sono para a aprendizagem e bom funcionamento do cérebro

Em uma sala de aula, um jovem aluno esquece uma das fórmulas matemáticas que passou a noite estudando. No escritório, uma empresária é lembrada de uma reunião, que ela mesma havia marcado com um cliente logo pela manhã. A expressão “esqueci” pode ser muito comum no dia a dia de algumas pessoas, mas a frequência dela pode indicar alguns problemas como estresse e, até mesmo, a falta de uma boa noite de sono. Mas qual seria a relação de dormir bem com a memória?

Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia – Riverside e publicado no Journal of the International Neuropsychological Society, revela pela primeira vez os impactos negativos isolados de três fatores que contribuem para a perda de memória recente: sono, idade e humor. Os pesquisadores chegaram à conclusão que uma noite maldormida afeta de forma quantitativa a capacidade de memorização das pessoas, ou seja, diminuem as chances de eventos e tarefas serem armazenadas no cérebro.

Segundo a consultora do sono da Duoflex, Renata Federighi, um descanso de qualidade é essencial para a construção da memória. “É na fase mais profunda do sono que o nosso cérebro consolida toda a aprendizagem adquirida durante o dia. Esse estágio é importante para construir e fixar conhecimentos. A privação do repouso atrapalha o desempenho desse ciclo, o que aumenta as chances de esquecermos informações recentes”, destaca.

Para a formação da memória são necessárias três fases. As duas primeiras, aquisição e evocação, ocorrem quando se está acordado, é neste momento que o cérebro obtém novas experiências e informações, ao mesmo tempo que relembra conhecimentos já adquiridos. Enquanto que a consolidação, terceira fase, ocorre durante o sono.

Dormir bem também vai ajudar a manter o foco e o raciocínio necessários para a construção da memória nas fases ligadas ao período do dia em que as pessoas estão acordadas. “A memória está relacionada com tarefas conectadas à cognição das pessoas, como o aprendizado, raciocínio, resoluções de problemas e compreensão. A privação do sono e interrupções dele podem causar problemas cognitivos e emocionais. Por esse motivo, um repouso de qualidade deve ter um papel de destaque na manutenção da saúde mental” completa Renata.

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Alguns cuidados podem ser seguidos para melhorar a noite de sono. “Se atentar para o uso de travesseiro e colchão que ofereçam conforto e prezem por manter uma disciplina postural vai colaborar para um descanso de qualidade. Além disso, manter o ambiente arejado, silencioso e o mais escuro possível e seguir uma alimentação leve e saudável até três horas antes de dormir, podem auxiliar em noites mais agradáveis”, conclui a consultora da Duoflex.

Fonte: Duoflex

Alzheimer: neurologista elenca principais sinais de alerta

Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer, estima-se que existam no mundo cerca de 35,6 milhões de pessoas com Alzheimer. No Brasil, há cerca de 1,2 milhão de casos – a maior parte deles ainda sem diagnóstico.

A doença, infelizmente, se agrava ao longo do tempo, mas pode ser controlada. A maioria dos portadores são pessoas acima dos 50 anos. O Mal de Alzheimer se apresenta como demência e ou perda de funções cognitivas devido a morte das células cerebrais que, consequentemente, reduz a capacidade de realizar tarefas simples, interferindo no comportamento e na personalidade.

“ A queixa de memória mais frequente que eu recebo em meu consultório é a pessoa perceber dificuldades numa parte da memória que a gente chama de Memória Executiva, isto é, aquela que está ligada no controle da atenção, da concentração, é essa parte da memória que é responsável pela lógica, pelo planejamento, pela capacidade de resolver problemas, pela articulação rápida de ideias”, explica Saulo Nader, neurologista da USP e do Albert Einstein.

Dificuldades para se concentrar no trabalho, para desempenhar sua função de uma maneira ágil como estava acostumada, começa a perder objetos, depois a carteira, onde pôs a bolsa, enfim, o rendimento global acaba caindo, em especial no trabalho, que é onde a gente usa muito a cognição, essa situação normalmente é secundária a outras doenças, segundo o especialista.

Nader explica que estresse excessivo, ansiedade, tristeza excessiva, depressão, sono insuficiente (pessoas que dormem pouco porque não conseguem dormir ou propositalmente guardam poucas horas do seu dia para o sono), entre outras doenças podem ser sintomas da falha da “Memória Executiva”, uma doença que pode ser revertida desde que seja identificada por um médico.

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Já sobre a doença de Alzheimer, o especialista lista alguns alertas: “Vale a pena se você, algum amigo ou algum familiar estiver apresentando algum desses sintomas, desses sinais de alerta, procurar um neurologista”, enfatiza ele.

=O primeiro deles é quando a pessoa começa a ter dificuldade pra lembrar nome, até mesmo nome de pessoas mais próximas, de familiares, a pessoa tem muita dificuldade de falar, troca muitos nomes ou o nome não vem na cabeça, isso é um sinal de alarme.

=Quando a pessoa começa a ter dificuldade, por exemplo, para seguir o enredo de um filme ou de uma novela, não entende muito bem a história e o papel da personagem; está seguindo a novela, mas todo dia pergunta o que aconteceu, pergunta sobre determinado personagem, como se não tivesse entendendo muito bem o que está ocorrendo.

=Quando a pessoa começa a repetir a mesma história várias vezes dentro do mesmo dia, então, conta uma coisa de manhã, a tarde já conta de novo, daqui a pouco repete mais uma vez, fica com aquele discurso repetitivo de sempre estar falando a mesma coisa, isso também é um sinal de alerta.

=Outra coisa importante é quando começa a desaprender coisas que sabia fazer muito bem, por exemplo, cozinhava muito bem e agora está tendo dificuldades, já não cozinha mais; lidava muito bem com finanças, mas agora está com dificuldades e já não consegue mais fazer pagamentos, não consegue mais entrar na Internet pra pagar um boleto; não consegue separar troco ou dinheiro para determinada necessidade e, assim, começa a ter um descontrole das finanças.

=Quando a pessoa ia ao mercado antes, fazia toda compra, agora já está com dificuldade ou esquece muitos itens, ou chega lá e já não consegue realizar a compra de uma maneira boa. Volta pra casa sem terminar ou não consegue pagar no final, enfim, começa a desaprender funções que fazia naturalmente.

=A pessoa se perde na rua ao ir ao mercado ou à padaria, e teve dificuldades para ir ou para voltar, ficou meio perdido em identificar como era o caminho de volta e teve que pedir ajuda.

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=Dificuldades em manter uma linha inteligível de conversa: a pessoa está conversando, se perde no meio do assunto, começa a falar uma coisa que não tem muito a ver com o tema da conversa; fica com um discurso meio ininteligível, meio estranho, isso também é um sinal de alerta.

=Começa a ter muita dificuldade com data,  a falar que está no mês errado, tem dificuldade sempre em lembrar o dia da semana em que está, ou o dia do mês. Às vezes erra até o ano.

=A pessoa começa a ficar dependente de outras pessoas para sobrevivência, como alguém para cozinhar, para fazer compras, cuidar das finanças dela; ou seja, começa a ficar em uma condição de dependência. Perde a autonomia e outras pessoas, paulatinamente, começam a assumir essas funções.

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“O grande problema é que esses achados da doença de Alzheimer são muito sutis no começo, é uma coisa que começa a acontecer de uma forma progressiva e, muitas vezes, os familiares demoram para entender que aquilo é uma dificuldade de memória. Por isso dei esses sinais de alerta, se algum deles chamar a atenção, vale a pena procurar um neurologista”, finaliza Nader.

Supera promove Semana Mundial do Cérebro no Brasil

Entre os dias 16 e 22 de março, o Método Supera promove no Brasil a Semana Mundial do Cérebro, lançada pela entidade americana Dana Foundation. A ação vai mobilizar as 300 unidades do SUPERA, somando esforços com parceiros de todo o mundo.

A campanha, conhecida originalmente como Brain Awarness Week, fala sobre os avanços da neurociência e a importância dos cuidados com a saúde do cérebro. Graças às pesquisas, hoje sabemos que exercitar o cérebro ajuda a manter habilidades como memória, raciocínio, foco e criatividade.

Por isso, durante este período, as academias de ginástica para o cérebro do Supera em todos os estados do Brasil promovem palestras, oficinas e workshops gratuitos sobre o cérebro para educar pessoas de todas as idades sobre a importância de seus cuidados e o futuro das pesquisas na área.

Além disso, o Método Supera lança um documentário especial sobre os benefícios da ginástica para o cérebro, trazendo informações de especialistas da área e alunos da rede. O documentário será dividido em seis partes, que serão lançadas semanalmente na fan page oficial da marca.

A primeira parte será lançada na Semana Mundial do Cérebro, nesta terça-feira (13).

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Por que o Supera participa?

Em sintonia com a proposta da Dana Foundation, o Supera faz questão de endossar o coro nesta mensagem de esperança sobre as pesquisas que envolvem o cérebro.

Criado pelo brasileiro Antônio Carlos Guarini Perpétuo em 2006, o Supera tem um método estruturado de exercícios para o cérebro que desenvolve capacidades cognitivas (atenção, concentração, memória e raciocínio lógico), além de capacidades socioemocionais, consciência ética e cidadania. Com nosso curso, promovemos a qualidade de vida de crianças, adultos e idosos.

Nossa missão é levar às pessoas a experimentarem a emoção de pensar e agir de forma inovadora, desenvolvendo o potencial do cérebro e impulsionando uma forma incrível de viver.

Sabemos o quanto é importante investir em estudos que nos fazem avançar nos cuidados da mente e do cérebro. Acreditamos que, disseminando informações e conhecimentos, levamos ao público uma mensagem forte: podemos ter um cérebro produtivo e saudável.

Pesquisas sobre o cérebro

Um estudo canadense realizado na Universidade de Waterllo, mostra que pessoas muito ansiosas tendem a lembrar e valorizar mais as situações negativas. A pesquisa indica que o controle da ansiedade pode melhorar o funcionamento da memória.

Para isso, ferramentas como o ábaco – principal instrumento para exercitar o cérebro no curso do Método Supera – podem ser muito eficazes. Com a sua prática, é possível controlar a ansiedade, desenvolver o raciocínio lógico e a atenção sustentada, que é a porta de entrada para a memorização.

“Ao fazer o ábaco, os pensamentos se dispersam. Quando vou fazer as atividades após as contas, me sinto mais leve. O Supera vai além de ajudar nas habilidades, também é uma ótima terapia porque me ajudou a pensar e agir de forma positiva”, conta Áurea Parin, 81 anos, aluna do Supera Curitiba Santa Felicidade.

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Informações: Supera

Dia do Idoso: jogos, artesanato e música para estimular memória e coordenação

As atividades são desenvolvidas por médicos e assistentes sociais de UBSs gerenciadas pela organização social de saúde CEJAM

Cantar, jogar e pintar estimulam a coordenação motora, a memória e as capacidades físicas, mentais e cognitivas dos idosos. Por isso, tais atividades são oferecidas a pessoas na fase da melhor idade por médicos e assistentes sociais do Programa Acompanhante de Idoso (PAI) das Unidades Básicas de Saúde gerenciadas pela organização social Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim), em São Paulo.

No grupo de jogos, por exemplo, que acontece na UBS Jardim Maracá, os idosos realizam competições para estimular a memória, a concentração e a coordenação motora e cognitiva. A unidade ainda promove mensalmente o Cine Pipoca, considerado pela equipe médica como um momento de integração, socialização e conhecimento.

Já na UBS Vera Cruz, o grupo de artesanato realiza atividades de pintura, recorte e colagem, que ajudam a despertar os requisitos básicos de autoestima, além de ser uma forma de estimular o sentimento de se sentir capaz e produtivo.

A unidade ainda promove o grupo de musicoterapia chamado Cantando Memória. A prática de cantar e de ouvir música pretende estimular as capacidades físicas, mentais, cognitivas e sociais dos idosos, por meio de canções que fizeram e fazem parte de suas vidas.

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Dia do Idoso 

Para celebrar o Dia do Idoso, comemorado ontem (1º), data em que a Lei N°10.741 (Estatuto do Idoso) entrou em vigor, a UBS Jardim Maracá realizará nesta quarta-feira (04) uma caminhada liderada pelo educador físico da unidade e uma atividade de dança circular, que será acompanhada por uma terapeuta ocupacional. Já a UBS Vera Cruz promove, na quinta-feira (05), uma palestra sobre envelhecimento.

Fonte: Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim)

 

Cinco exercícios para a memória

A vida cotidiana pode levar nossas habilidades mentais ao limite, seja para resgatar uma senha da memória ou para lembra-se de onde guardou as chaves. Os exercícios para a memória ajudam-nos a encarar esses desafios sem medo, através de estratégias que lubrificam a maquinaria dessa faculdade vital da condição humana.

De acordo com Solange Jacob, Cientista Social e Diretora Pedagógica Nacional do Supera, ter uma boa memória significa acessar com facilidade as informações retidas durante os estudos, uma viagem ou até mesmo durante uma conversa.

“Antes de acessar essas informações, temos que ter também boa capacidade de retê-las, e isto ocorre, entre outros fatores, pela nossa capacidade de atenção”, revela a especialista.

Todas as suas experiências são registradas na memória. Enquanto a de longo prazo é vital para a manutenção da sua identidade e compreensão de mundo, a de curto prazo é essencial para situações do cotidiano, como realizar provas e ir bem em reuniões de trabalho.

A importância do fato é o que determina se as informações vão passar da memória de curto para a de longo prazo. Felizmente, os exercícios para a memória possibilitam que você se lembre com mais facilidade, aumentando assim a capacidade da memória de longo prazo.

Cinco exercícios para a memória para fazer agora

1.Use as palavras quebradas abaixo para formar nomes de profissões:

 

AB

AÇO AZ
IRO ÃO CAB
CHA PI INHON
OR ERCI ENC
ELEIR AIA DIG
EIRO BO VE
UGU POQU ISTA
IRO TES AN
ADOR CAM OR
ALF COM EIRO
ITAD ULEJ ANTE
ATED MBE EIRO
AR TE EIRO

2. Com base na primeira palavra, utilize essas letras para formar a próxima palavra. Cada resposta consiste nas mesmas letras da palavra anterior mais uma letra:

supera1

3. Mergulhe fundo nas suas lembranças. Quais situações e emoções estes diferentes tipos de odores trazem à sua memória?

Queimado | Iodo | Cheiro de limpeza | Amônia | Caramelo | Flores | Enxofre| Frutas| Cloro

4. Forme, no mínimo, 15 palavras usando apenas as letras abaixo:

supera 2

5. Hitori é um jogo de eliminação de números. O objetivo é eliminar números para que não fique nenhum número repetido nas linhas e nas colunas. Para eliminar números, você deverá pintar os quadrados, e os quadrados pintados só poderão se encostar pela diagonal. Os quadrados que não forem pintados deverão estar conectados na horizontal ou na vertical.

supera 3

Supera

A ginástica cerebral do Supera treina a atenção e a memória de trabalho por meio do ábaco, uma das principais ferramentas que compõem a metodologia. Solange Jacob enumera os principais benefícios do treinamento cognitivo com essa ferramenta.

“O treino com o ábaco promove mais concentração, raciocínio lógico, capacidade de memória, desenvolve a capacidade mental no cálculo numérico com mais precisão, fortalece a autoconfiança do aluno e intensifica o raciocínio múltiplo e simultâneo”, diz a cientista social.

Além das atividades com o ábaco, os jogos de tabuleiro também funcionam como exercícios para a memória, tais como Tesouro do Dragão e Jogo da Cachola.
A ginástica cerebral aumenta a produção de neurotrofinas, espécie de nutrientes do cérebro que aumentam a quantidade e qualidade das sinapses, aumentando a capacidade de processamento do cérebro e produzindo benefícios a curto (desenvolvimento de inteligências) e longo prazo (maiores reservas cognitivas e qualidade de vida).

Veja as respostas clicando aqui.

Cris Barros: coleção de inverno resgata memória afetiva

Cris Barros traz a coleção AW17 interpretada em momentos que já vivemos e que estão na nossa memória afetiva. Porcelanas e bibelôs da cristaleira da avó, a professora excêntrica da aula de piano, o sofá de veludo, a parede floral do quarto combinando com a colcha e cortina, o quadro do corredor…

Uma coleção intuitiva e espontânea sem grandes interpretações para os motivos, onde momentos vividos na nossa memória já se fundem entre o real e as lembranças de histórias contadas que parecem nos pertencer. Cartela de cores: soufle, pancake, tons de amarelo e alaranjados, vermelho, rosa e celadon. Estampas: criadas a partir de porcelanas.

                       

Coleção LIMITED

“A Cris Barros Limited é o meu maior exercício de criação. É a parte da coleção mais árdua, pelas horas de trabalho que eu e a minha equipe nos dedicamos em cima de cada peça, mas é também a mais prazerosa. Quando um vestido nasce e enxergo todos os detalhes, materializo a emoção de cada um que ali colocou a mão e criatividade. É a sensação mais gratificante que um estilista pode sentir.

A singularidade das peças pode ser observada pela qualidade dos materiais e detalhes nos acabamentos, algumas levam até 15 dias para ficarem prontas e não tenho limites na criação destas roupas – elas são feitas de momento e emoção. Há vestidos com mais de 1.000 unidades de bolas de cristal costuradas que podem levar até três dias para serem bordados.

O processo de desenvolvimento é longo, passa por diversas etapas e as provas podem ser muitas, mas o que importa é o prazer do processo e da construção. Na Cris Barros Limited Edition desenvolvemos um número de peças ainda mais reduzido – leva-se o tempo que for preciso para se chegar ao resultado esperado” –  Cris Barros

Pensada e desenvolvida aos detalhes, a Cris Barros apresenta a coleção FW 17 da linha Limited, que traz peças ainda mais especiais. Modelagens fluidas, pantalonas e saias mídi marcam a cintura e as estampas tocam nossa memória afetiva remetendo às delicadas louças chinesas da cristaleira da avó. As cores são: Porcelana, Mandarin, Acqua, Lemongrass, Bubble, Canyon.

Informações: Cris Barros

 

Conheça alguns truques para melhorar a memória

Exercícios que estimulam o cérebro ajudam a “driblar” os efeitos negativos da tecnologia de forma divertida e prazerosa

Você sabia que o cérebro pode deixar de lado as funções que são menos utilizadas? Talvez seja por isso que você anda dizendo que a memória já não é mais a mesma… O que pouca gente sabe – ou lembra – é que existem técnicas e métodos para turbinar essa habilidade.

Segundo Geomacel Carvalho, professor do Supera Ginástica para o Cérebro, a comodidade que a tecnologia propõe faz com que o cérebro seja cada vez menos estimulado. Ela muda a maneira como usamos a nossa capacidade de atenção e, consequentemente, a nossa memória.

Quer um exemplo? Tente-se lembrar de dois números de telefone sem consultar a agenda do celular. Difícil, não é? Para driblar este efeito negativo do uso constante da tecnologia, a solução é praticar exercícios que estimulem nossa capacidade cognitiva.

“Para desenvolver nossa memória, precisamos, primeiramente, melhorar a nossa capacidade de prestar atenção”, conta o especialista. Essa capacidade pode ser desenvolvida com a ginástica cerebral, uma prática que melhora – além da memória – concentração, raciocínio, criatividade e autoestima.

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No Método Supera, um curso voltado para esse desenvolvimento, são usadas ferramentas como o ábaco (um instrumento milenar para cálculos oriental), jogos online e de tabuleiro, dinâmicas em grupo, apostilas com exercícios exclusivos e as neuróbicas (uma espécie de “atividade aeróbica para os neurônios).

“O cérebro é como um músculo do corpo que precisa de exercícios para ficar mais forte, por meio de desafios com níveis de dificuldades cada vez maiores para que os resultados apareçam gradativamente”, explica Geomacel.

xadrez tabuleiro pixabay

As neuróbicas, uma das ferramentas do curso de ginástica cerebral, podem ser praticadas em casa. Quer exemplos? Escovar os dentes com a mão não dominante, comer de olhos fechados, fazer um trajeto diferente para o trabalho e contar os degraus de uma escada são atividades que estimulam o cérebro e o tiram da zona de conforto.

Para equilibrar a falta de desafios que a sociedade moderna deixa a desejar, esta prática é o caminho mais saudável e divertido de manter a saúde do cérebro e melhorar as capacidades cognitivas.

Fonte: Supera

Chocolate faz bem para a memória

Pesquisa conclui que componente do chocolate ajuda na prevenção de esquecimentos. Confira outras formas de melhorar esta habilidade e manter o cérebro ativo

A Páscoa foi comemorada ontem e, com ela, vieram os chocolates de todos os tipos. Mas não se preocupe se ganhou vários ovinhos. Se bem dosado, ele pode trazer muitos benefícios para a saúde e até mesmo fazer bem à memória e a concentração, segundo um estudo realizado por pesquisadores da universidade do Sul da Austrália

Apesar da notícia ser animadora, não são todos os tipos de chocolate que promovem este benefício, porque na verdade é o cacau o responsável pela boa saúde do corpo e da mente. Portanto, o ideal é sempre procurar pelas versões com maior teor deste ingrediente.

A teoria se prova na pesquisa realizada durante quatro anos com 1.000 pessoas que consumiam chocolate habitualmente. Concluiu-se que quem comia chocolate ao menos uma vez por semana teve resultados melhores nos testes, que consistiam em lembrar de uma lista de palavras ou recordar onde um objeto foi colocado.

Este resultado se deve aos flavonoides, um composto responsável por impedir danos em células, que também está presente no vinho e no chá.

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Turbine sua memória com ginástica cerebral

Para melhorar a memória, existem outros meios muito saudáveis. Um deles é a partir de exercícios que estimulam o cérebro e promovem as conexões entre os neurônios, para desenvolver não penas esta, mas também outras funções cognitivas.

“Para desenvolver nossa capacidade de memória, precisamos, primeiramente, melhorar a nossa capacidade de prestar atenção”, conta Geomacel Carvalho, especialista em ginástica cerebral do Método Supera Ginástica para o Cérebro.

A ginástica cerebral reúne ferramentas tradicionais e milenares para estimular conexões neurais de forma saudável. São jogos, exercícios cognitivos, dinâmicas de grupo e prática de cálculos no ábaco que ativam o cérebro, treinamento agilidade de raciocínio, foco e memória.

“Percebo uma melhora na minha memória, nas minhas atividades do dia a dia, como lembrar onde guardei as coisas, horários de consultas médicas, entre outras tarefas”, diz Maria Santana de Souza, 71 anos, aluna do Supera Londrina (PR).

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Exercite seu cérebro em casa

Para manter a mente ativa, você também pode praticar exercícios que tiram o cérebro da zona de conforto… Em casa. Essas atividades são definidas como neuróbicas e representam uma das ferramentas do curso de ginástica cerebral.

“As neuróbicas estimulam padrões de atividade neurais que criam conexões entre as diferentes áreas do cérebro e fazem com que as células nervosas produzam nutrientes naturais do cérebro, as neurotrofinas, que podem aumentar de maneira considerável o tamanho das dendrites das células nervosas”, explica Solange Jacob, especialista em ginástica cerebral do Método Supera, uma rede de escolas dedicadas ao desenvolvimento do cérebro no Brasil.

Quer exemplos? Escovar os dentes com a mão não dominante, comer de olhos fechados, fazer um trajeto diferente para o trabalho e contar os degraus de uma escada são atividades que estimulam o cérebro e o tiram da zona de conforto.

Fonte: Supera