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3 disfunções hormonais que se associam à depressão na mulher

A disfunção tireoidiana está relacionada a um terço de todas as depressões nas mulheres

Segundo a última edição da Pesquisa Vigitel, conduzida pelo Ministério da Saúde, 11,3% dos brasileiros têm diagnóstico de depressão, percentual que sobe para 14% em pessoas do sexo feminino e cai para 7% entre as do sexo masculino. Além de fatores genéticos, hereditários, químicos e ambientais, as alterações hormonais também estão associadas à depressão na mulher.

Um estudo publicado pelo Centro de Ciências da Saúde da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) analisou a relação entre os fatores de risco para a depressão e os desajustes hormonais e metabólicos, que atuam diretamente na modulação do humor feminino. A pesquisa comprovou que quando os níveis hormonais estão em desequilíbrio, há uma disfunção estrutural nas reações fisiológicas, desencadeando sintomas típicos da depressão, como mudanças de humor, fadiga, distúrbios do sono, baixa libido, falta de motivação, entre outros.

“O grande problema é que nem sempre os níveis hormonais da mulher passam por avaliações. O médico receita psicofármacos sem considerar que estes sintomas também podem ser decorrentes de disfunções hormonais. Ou seja, as medicações podem atenuar o quadro depressivo, mas o tratamento será comprometido, caso a raiz do problema seja hormonal”, afirma a psiquiatra Danielle Admoni, preceptora na residência da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP/EPM) e especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).

Quais alterações hormonais comprometem a saúde mental

O sistema endócrino é formado por glândulas que produzem e secretam hormônios, substâncias químicas responsáveis por regular diversos processos no organismo, que vão desde a fome até a libido.

“O problema é quando há desregulação na produção dos hormônios, a exemplo do envelhecimento ou da menopausa, fases em que o corpo passa a produzir menos hormônios”, afirma Claudia Chang, pós-doutora em endocrinologia e metabologia pela USP, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e coordenadora e professora da pós-graduação em Endocrinologia do Instituto Superior de Medicina (ISMD).

Das centenas de hormônios que o corpo produz, confira aqueles que podem causar sintomas de transtornos depressivos quando estão desequilibrados:

Tireoide

A tireoide é uma glândula situada na parte anterior de nosso pescoço, responsável pela produção dos hormônios T3 (tri-iodotironina) e T4 (tiroxina). Além de controlar o metabolismo, produz uma série de neurotransmissores, como dopamina, serotonina e Gaba (ácido gama-aminobutírico), todos envolvidos na regulação do humor. A disfunção tireoidiana faz com que a glândula produza menos hormônio (hipotireoidismo) ou mais hormônio (hipertireoidismo).

No caso do hipotireoidismo, a baixa produção hormonal gera sintomas como cansaço, sonolência, ganho de peso e falta de ânimo. Já o aumento da produção dos hormônios no hipertireoidismo causa aceleração dos batimentos cardíacos, perda de peso, ansiedade e insônia. “Nas duas condições, há também quadros de irritabilidade, mudanças repentinas de humor e fadiga crônica”, diz Claudia Chang.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a disfunção tireoidiana está diretamente ligada a um terço de todas as depressões, sendo o hipotireoidismo a causa mais comum da doença, atingindo cerca de 50% das mulheres.

Estrogênio/Estradiol

Também chamado de estrógeno, o estrogênio é secretado principalmente nos ovários, mas também é produzido em outras partes do corpo, como nas glândulas adrenais. Já o estradiol é produzido nas células dos tecidos ovarianos por ação de outro hormônio, o folículo estimulante (FSH). O estradiol é a principal forma de estrogênio presente nos anos reprodutivos da mulher.

Segundo um estudo publicado na revista Menopause, da Sociedade da Menopausa da América do Norte (NAMS), estes hormônios reprodutivos desempenham um papel importante no risco de depressão entre as mulheres, principalmente na menopausa, quando os níveis hormonais diminuem.

De acordo com a pesquisa publicada no periódico médico Menopause Review Przeglad Menopauzalny, cerca de 80% das mulheres sofrem com um ou vários sintomas da menopausa. Os fatores psicológicos e fisiológicos mais relacionados com a menopausa envolvem nervosismo, insônia, irritabilidade, alteração de humor, labilidade emocional, problemas de memória, ondas de calor, diminuição da libido e predisposição ao estresse.

“Nesta fase, a queda da produção de estrogênio/estradiol gera uma sobrecarga fisiológica e emocional, favorecendo os quadros depressivos”, reforça Carlos Moraes, ginecologista e obstetra pela Santa Casa/SP, Membro da Febrasgo, especialista em Perinatologia pelo Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Albert Einstein, em Infertilidade pela Febrasgo e médico nos hospitais Albert Einstein, São Luiz e Pro Matre.

Além disso, segundo ele, quando a perimenopausa (fase com maiores alterações hormonais) se prolonga além do período normal, a vulnerabilidade da mulher aumenta, e o risco de desenvolver depressão é maior. Em mulheres que já tiveram depressão, o transtorno pode retornar.

“Embora a reposição hormonal seja a melhor estratégia do ponto de vista farmacológico, nem todas as mulheres têm indicação ou podem fazer uso da reposição. Alguns aspectos precisam ser observados, como a via de administração hormonal, as doses e os tipos dos hormônios. Tudo isso tem influência nos riscos e na resposta ao tratamento”, aponta Moraes.

Cortisol

Conhecido como o hormônio do “estresse” ou da “luta ou fuga”, o cortisol é um esteroide produzido pelo córtex adrenal, dentro da glândula adrenal, localizada na parte superior dos rins. Sua liberação ocorre em resposta às situações de estresse e quando há baixa concentração de glicose no sangue.

Segundo pesquisa da Faculdade de Farmácia da UniRV, em níveis normais, o cortisol é essencial para a sensação de bem-estar, tendo papel fundamental como regulador do sono. Mas, quando desequilibrado, o cortisol pode causar cansaço, fraqueza, dificuldades de raciocínio e aprendizagem, compulsões alimentares, diminuição da imunidade, além de sinalizar doenças como depressão.

Outra pesquisa da USP mostra que em pacientes deprimidos o Hipotálamo Hipófise-Adrenal pode estar alterado, apresentando sua atividade aumentada ou diminuída. Ou seja, o eixo pode estar tanto em hiperatividade (níveis altos de cortisol) quanto em hipoatividade (níveis baixos de cortisol).

“Normalmente, quem tem altas concentrações de cortisol apresenta quadros de transtornos depressivos. Já a hipoatividade pode desencadear tanto uma depressão moderada como crônica”, diz Danielle.

Segundo ela, entre as mulheres que já convivem com a depressão, o cortisol tende a atingir o pico no início da manhã e não diminui ao longo do dia. “Pelo contrário: novos picos podem ocorrer, e a disfunção de cortisol torna o corpo resistente aos seus efeitos positivos, agravando depressão, ansiedade e dificuldade de lidar com o estresse”.

Quais exames identificam a desordem hormonal

Por ter causas multifatoriais, a disfunção hormonal não costuma ser evidente. Daí a importância de fazer exames de sangue para saber o que está em desequilíbrio e qual o nível de descontrole para iniciar um protocolo de tratamento.

Os exames indicados são as dosagens de:
Hormônio Folículo Estimulante (FSH)
Hormônio Luteinizante (LH)
Hormônio tireoestimulante (TSH)
Estradiol (E2)
Prolactina
Hormônio paratireoidiano
T3 total e T4 livre
Cortisol

“Quando se verifica os hormônios como parte de uma avaliação abrangente, é possível entender a associação com os sintomas de depressão e partir para um tratamento adequado ao seu diagnóstico”, finaliza Danielle.

Plenapausa participa de evento Minha Idade Não Me Define

Nesta quinta-feira, dia 27, a Plenapausa, primeira femtech no Brasil a promover informação, solução e acolhimento para mulheres na menopausa, participa do primeiro evento presencial Minha idade não me define, na Unibes, em São Paulo. O encontro, feito por mulheres maduras para discutir a menopausa e como ela impacta em suas vidas, trará debates para promover a conscientização sobre saúde, bem estar e qualidade de vida para mulheres que estão passando por esta fase.

O encontro terá uma roda de conversas com Tipiti Barros, do Fika Conversas, e um painel sobre menopausa, sexualidade e impacto emocional. Com mediação da jornalista Adília Belotti, contará com a presença da escritora e psicanalista Sylvia Loeb, do Minha idade não me define, e da médica Juliana Honorato, especialista em climatério e parceira da Plenapausa.

Os ingressos para participar do evento são a partir de R$ 30,00 e podem ser adquiridos pelo Sympla.

Minha Idade Não Me Define
Local: Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2.500, Pinheiros – São Paulo (SP)
Horário: 19h às 22h

Brasileiros associam menopausa a 5 sintomas, enquanto especialistas reconhecem mais de 30

Ainda vista como um tabu, 55% não gostam de falar sobre a “deterioração” de seu corpo, aponta pesquisa

Em 2025, espera-se que mais de um bilhão de mulheres vivenciem uma das fases associadas com a menopausa. Embora a menopausa seja uma parte natural da vida, ela é percebida como um assunto tabu com muitos preconceitos ligados à fertilidade, sexualidade e envelhecimento. Em algumas partes do mundo, a menopausa está associada a doenças ou problemas, e é, muitas vezes, referida de forma sarcástica.

A Essity, líder global em higiene e saúde, escutou mais de duas mil pessoas em todo o Brasil, em seu 1º estudo sobre menopausa e suas etapas, e pôde comprovar a percepção de quem ainda não entrou na menopausa, bem como aquelas que já vivenciam essa fase da vida.

A pesquisa revelou que 69% dizem que a menopausa é um tema tabu, especialmente por estar associada com pessoas velhas, revelando ainda um constrangimento em falar sobre o assunto: 55% que não gostam de falar sobre a “deterioração” do seu corpo e apenas 30% falam ativamente sobre o tema.

Em média, as participantes começaram a sentir os sintomas da menopausa quando tinham 46 anos de idade e associaram aproximadamente cinco sinais/sintomas que acreditavam estar relacionados com ela. Entre as que sentiram algo, 69% tiveram ondas de calor, seguido por 43% com menstruação irregular e 40% irritabilidade. Poucas pessoas sabem, mas especialistas afirmam que existem mais de 30 sintomas associados à menopausa, como secura vaginal, insônia, pele seca e incontinência urinária.

“Importante mencionar que o climatério e a menopausa são fases normais, especialmente pelo aumento da expectativa de vida, que faz com que as pessoas vivam tempo suficiente para passar por todas estas mudanças. Muito se tem investido e estudado para, cada vez mais, entendermos sobre a transição desse período e garantirmos melhor qualidade de vida”, afirma a ginecologista e obstetra, Tania Lai.

Atualmente, as mulheres na faixa dos 50 anos estão muitas, vezes, no auge da sua carreira profissional. A pesquisa revelou que, entre quem já estava na menopausa, 80% encontravam-se empregadas, mas apenas 8% receberam a oportunidade de tirar um período de licença específico. O mesmo estudo, realizado com 5 mil pessoas no Reino Unido apresentou, sobre esse mesmo aspecto, que das 78% que estavam empregadas, 17% puderam tirar um período de licença específico para os sintomas da menopausa.

“Ainda há um grande caminho a ser percorrido em relação a informação e na atuação das empresas com políticas que olhem para as mulheres. São sintomas físicos e emocionais que podem afetar, de alguma forma, a produtividade, e é preciso ter esse olhar”, completa Tania.

“A Essity está empenhada em quebrar as barreiras ao bem-estar, incluindo a menopausa. Ao educar e fornecer produtos e serviços de alta qualidade, queremos conduzir uma conversa positiva sobre o tema. Temos trabalhado com sucesso por muitos anos, apoiando as pessoas em diferentes fases da vida, fornecendo-lhes produtos de cuidados íntimos e produtos para incontinência. Nossa ampla experiência, bom entendimento do cliente e foco na educação nos proporcionam o conhecimento e a capacidade de ampliar nossa participação também nessa etapa da vida, afirma Victor Hernández Albiter, Vice-Presidente de Vendas e Marketing da Essity para o South Latam.

Menopausa: saiba como prevenir a queda de cabelo durante esse período

A tricologista Viviane Coutinho falou sobre a relação dos cabelos com a menopausa e como cuidar deles da melhor forma possível.

O cabelo é algo que mexe 100% com a autoestima da mulher, por isso é tão importante para elas mantê-lo saudável. Contudo, durante a menopausa pode ser um pouco mais difícil, mas não é impossível. Os fios caem durante a menopausa? A resposta é sim. De acordo com a tricologista Viviane Coutinho, isso se dá pelo ovário diminuir a produção de estrogênio, o que faz com que os níveis de colágeno, que é o responsável pela saúde do cabelo, caiam.

E, nesse período, os fios ficam mais finos, secos e, na maioria das vezes, brancos por conta do processo de envelhecimento. Por isso, eles precisam de cuidados especiais, como, por exemplo, trocar as tintas por tonalizantes, aumentar as hidratações e evitar o uso de químicas. “É importante também cuidar da alimentação e manter as vitaminas em dia, pois elas contribuem para a saúde do cabelo, mantendo-o mais forte”, explica a especialista.

Dicas para manter o cabelo saudável e evitar a queda dos fios:

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-Use xampu e condicionador para equilibrar as necessidades do cabelo (lubrificação natural, acalmia {prurido, sensação desagradável que evoca um desejo de coçar}, entre outras)
-Passe condicionador e lave para proteger antes de ir à praia ou entrar na piscina;

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-Hidrate periodicamente;
-Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada, incluindo proteínas, biotina, ferro, zinco e selênio;
-Suplemente a alimentação com vitaminas;
-Diminua o uso de chapinha, secador e outros aparelhos térmicos.

Além dessas dicas, Viviane diz que existem tratamentos com maior quantidade de proteínas e também que as hidratações devem ser feitas uma vez por semana, seja na sua casa ou no salão de beleza.

Mesmo com o cabelo saudável, esses tratamentos são recomendados, porque aumentam os níveis hídricos da fibra capilar e diminuem a alteração das proteínas no dia a dia ou caso tenha sido feito algum processo com química, como pintura.

Suplementos alimentares para enfrentar os sintomas da menopausa

Beleza, sono e inchaço estão na mira dos suplementos alimentares disponíveis no e-commerce da marca para tornar mais fácil essa fase da vida

Queda de cabelo, insônia, distúrbios alimentares. Sintomas ligados à menopausa, que produzem cabelos ressecados e sem brilho, noites mal dormidas, sensação de inchaço, dor de estômago e até constipação intestinal, entre vários outros efeitos próprios dessa fase da vida. Desde a perimenopausa, que pode começar muitos anos antes, até a pós-menopausa, reconhecida oficialmente quando decorrem 48 meses após a última menstruação, a série de sintomas experimentados pela mulher é extensa e se desdobram em implicações que vão de alterações no humor até nos sistemas vasomotor, vaginal, neuropsiquiátrico, cardiovascular e articulares¹.

Para ajudar a mulher desde a perimenopausa, a Issviva está lançando uma linha de vitaminas, com venda exclusiva pelo seu canal de e-commerce próprio. Elas são apresentadas na forma de suplemento alimentar (gomas mastigáveis), livres de glúten e sem açúcar. “São produtos pensados para auxiliar a mulher com os principais sintomas da menopausa. Os vários compostos similares apresentados nas farmácias não são exclusivos para essa fase e a grande maioria contém açúcar”, diz Cristina Arbelaez, diretora global da Issviva.

Cristina ressalta que a Issviva desenvolve cuidadosamente seus produtos e soluções para melhorar a qualidade de vida, diminuindo os sintomas característicos da menopausa. “A expectativa de vida da mulher brasileira está em 80 anos, segundo o IBGE, enquanto a média de idade para a mulher brasileira entrar na menopausa fica entre 45-55 anos, de acordo com o estudo Menopausa e Climatério, do Ministério da Saúde. Isso quer dizer que a brasileira passa quase metade da vida na menopausa. A mulher não pode parar de viver bem, só porque parou de menstruar”, afirma.

As vitaminas Issviva

Beleza sem pausa, Pausa o inchaço e Faça uma pausa são os suplementos disponibilizados pelo e-commerce da Issviva, uma iniciativa que chega agora ao mercado digital e vai oferecer outros produtos do grupo Essity, para a comodidade, conforto e saúde da mulher.

Beleza sem pausa é um composto dedicado à manutenção e saúde da pele, cabelos e unhas. Contém ácido hialurônico, colágeno e vitaminas antioxidantes que ajudam a manter as células firmes e unidas, melhorando a aparência das linhas de expressão, rugas, estrias, cabelos e unhas. A combinação única de ingredientes inclui zinco, vitamina E e selênio, que auxiliam na proteção dos danos causados pelos radicais livres, e a vitamina C, que melhora absorção de ferro (importante para a saúde porque, além de prevenir a anemia, ajuda as células de sangue no transporte de oxigênio pelo corpo) e a formação de colágeno.

Pausa o inchaço é uma formulação de fibras e vitamina B6, que atua na regulação do sistema gastrointestinal, aumenta a sensação de saciedade após as refeições, melhora os índices de glicose e colesterol e auxilia na regulação de hormônios, entre outros benefícios. Na menopausa, a vitamina B6 desempenha um papel significativamente mais importante, porque ela atua como coenzima em diversas reações metabólicas, participando da produção de energia. Além disso, ela atua na formação das células vermelhas do sangue e possui ação antioxidante, contribuindo para o melhor funcionamento do metabolismo em geral.

Faça uma pausa é um suplemento à base de melatonina, triptofano e vitaminas B3 e B6. A melatonina é conhecida como o hormônio do sono, auxiliando na regulação do ciclo sono-vigília, também chamado de relógio biológico. O triptofano é um aminoácido precursor da melatonina e da serotonina e as vitaminas do Complexo B auxiliam em várias funções do metabolismo, inclusive de proteínas, carboidratos, gorduras, do glicogênio e energético. A vitamina B6, especialmente, relaciona-se com certos hormônios que estão envolvidos com a qualidade do sono e o bem-estar. Além disso, ela auxilia no alívio dos sintomas da tensão pré-menstrual (TPM) e tem importante papel no metabolismo das proteínas, com efeitos benéficos sobre a pele, unhas e cabelo.

Para marcar o lançamento, os produtos estão disponíveis no e-commerce da marca com preços a partir de R$ 79,70 e desconto de 20% para quem já faz parte da comunidade Issviva (código de lançamento EC20 válido 1 vez por usuária até 31/10/2022).

Plenapausa leva informação, solução e acolhimento às mulheres

O objetivo da Plenapausa é identificar, por meio de uma avaliação gratuita, em qual momento da menopausa a mulher está, mapear os sintomas e oferecer soluções que auxiliem no alívio das mudanças fisiológicas e emocionais deste período. Pensando nisso, a linha de suplementos fitoterápicos nasceu com base no mapeamento dos principais sintomas que impactam a rotina diária das mulheres que estão atravessando essa fase, que a femtech chama de top 5: cansaço, desânimo e pouca energia; alterações de humor constantes; dificuldade para dormir, insônia e sono que não se recupera; ansiedade, depressão e problemas emocionais; baixa libido e baixo desempenho sexual.

Confira os suplementos:

PlenaVita – Alivio Natural dos sintomas da menopausa
O suplemento PlenaVita auxilia nos sintomas mais frequentes da menopausa, como: calorões / fogachos, suores noturnos, dores no corpo e articulações, alteração de humor, inchaço, ganho de peso, dores de cabeça, desconforto e ressecamento. Preço: R$ 116,00

PlenaAtive – Energia e Disposição na menopausa
O suplemento PlenaAtive auxilia a mulher na fase de climatério e menopausa a aumentar sua disposição, desejo e vitalidade, combatendo também o estresse e cansaço. Preço: R$ 94,40

PlenaLuna – Recupere o sono e acorde bem na menopausa
PlenaLuna é um suplemento focado no sistema emocional da mulher menopáusica, auxiliando na: melhora do sono, melhora do humor, auxilia na ansiedade, potencializa nível de concentração e promove bem estar emocional. Preço: R$ 89,60

O kit com os três produtos sai por R$ 197,00 no e-commerce da marca.

¹Fonte: Manual MSD – Versão para profissionais de saúde, artigo de JoAnn V. Pinkerton, University of Virginia Health System

Dia Mundial da Menopausa: Plenapausa oferece curso gratuito para celebrar a data

Com o tema ’Menopausa e agora?”, femtech promoverá encontros online que ensinarão como passar pelo período de forma leve, consciente e equilibrada

Comemorado na próxima terça-feira (18), o Dia Mundial da Menopausa foi criado para conscientizar as mulheres sobre as mudanças físicas e emocionais do período, incentivando-as a tratar seus sintomas e viver esta fase da melhor maneira possível. Para celebrar a data, a Plenapausa, primeira femtech no Brasil a promover informação, solução e acolhimento para mulheres em menopausa, oferecerá o curso “Menopausa e agora?”, nos dias 18, 19 e 20 de outubro, de forma on-line e gratuita.

De acordo com a fundadora da Plenapausa, Márcia Cunha, como o objetivo da data é conscientizar e colocar luz no tema, que ainda é considerado um tabu, nada melhor do que fazer isso através do conhecimento.

“O propósito deste curso é promover a informação para as mulheres, o que já é um pilar da Plenapausa, mas de uma forma mais intensiva. Durante esses três dias, traremos um panorama geral sobre o tema, as mudanças físicas, emocionais, opções de tratamento, como ter mais qualidade de vida, entre outros pontos. Nosso intuito é que as mulheres encerrem esta jornada com a convicção de que a menopausa pode ser vivida de forma leve, com saúde e bem-estar e, principalmente, sabendo como elas podem fazer isso”, explica Márcia.

Os encontros serão realizados nos dias 18,19 e 20 de outubro às 19 horas, com conteúdos exclusivos administrados pela ginecologista e parceira da femtech, Natacha Machado, que serão enviados por meio de um grupo de WhatsApp restrito para a ocasião.

Para participar, basta se inscrever pelo site da startup, clicando aqui.

Menopausa: estudo avaliando terapia hormonal mostra que não houve aumento da mortalidade por câncer

Sociedade Norte-americana de Menopausa ratifica que a terapia hormonal é o tratamento mais efetivo para os sintomas da menopausa; 18 de outubro é o Dia da Menopausa

O recente posicionamento da Sociedade Norte-Americana de Menopausa foi atualizado em 2022 (leia aqui), e ratifica que a terapia hormonal é o tratamento mais efetivo para os sintomas vasomotores (os clássicos fogachos e calores noturnos), síndrome genitourinária, além de evitar perda óssea e diminuir o risco de fraturas.

“O tratamento deve avaliar o risco & benefício de cada mulher individualmente, sempre levando em consideração a idade do início do tratamento, tipos dos hormônios, doses, vias de administração e duração do tratamento. A reavaliação desse risco/benefício deve ser realizada periodicamente”, explica Larissa Garcia Gomes, endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo (SBEM-SP).

Os riscos de complicações associadas à terapia hormonal são raros, menos de 10 a cada 10.000 mulheres por ano, porém ainda geram muitas dúvidas nas mulheres enfrentando o climatério. O risco associado à terapia combinada (estrógenos e progestógenos) ou terapia de estrógenos isolados (mulheres sem útero) incluem trombose venosa e cálculo de vesícula. Além disso, a terapia combinada também está associada ao aumento de risco de câncer de mama e AVC.

Porém, dados recentes do seguimento por 18 anos do maior estudo avaliando terapia hormonal na menopausa, chamado WHI, demonstram que não houve aumento da mortalidade por câncer ou doença cardiovascular no grupo de mulheres que iniciaram a terapia hormonal entre 50-59 anos e usaram terapia hormonal por 5-7 anos. “Adicionalmente, considerando o grupo terapia combinada, o risco de mortalidade por todas as causas foi reduzido no grupo tratado versus o grupo placebo, e no grupo terapia com estrógenos isolados, o risco de mortalidade por câncer de mama foi reduzido nas mulheres tratadas versus placebo”, conta a endocrinologista.

Logo, nesse grupo de mulheres entre 50-59 anos, apesar do baixo aumento de risco de doenças associadas ao uso da terapia hormonal, essas condições não aumentaram o risco de morte dessas mulheres e novos dados sugerem até proteção de mortalidade, sendo que esses dados precisam ser confirmados e melhor entendidos.

Portanto, de acordo com o posicionamento, nas mulheres jovens com menos de 60 anos ou menos de 10 anos pós-menopausa e que não apresentam contraindicações, a razão risco & benefício favorece o tratamento dos sintomas vasomotores e prevenção de perda óssea. Para os sintomas genitourinários sem indicações de terapia sistêmica, a terapia local vaginal está recomendada.

Fonte: SBEM-SP (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo)

Plenapausa cria grupo gratuito de acolhimento para as mulheres em menopausa

Femtech pioneira no segmento promove encontros online para troca de experiências e conversa com especialistas

Você sabia que 82% das mulheres se sentem sozinhas, deprimidas e não sabem com quem conversar no período da menopausa? Esses dados são da pesquisa da Plenapausa, primeira femtech brasileira a olhar para a mulher em menopausa. Com objetivo de trazer acolhimento, informações e soluções para essas mulheres, a femtech criou uma roda de conversa para apoiar e promover temas relacionados a menopausa. Chamada de Prosas&Pausas, o encontro mensal gratuito é feito de forma virtual e convida as mulheres para trocar experiências sobre esta fase da vida, além de promover informações com a participação de médicos de diversas especialidades, como ginecologia, nutrição, fisioterapia pélvica, entre outros.

A iniciativa aconteceu após as fundadoras, Márcia Cunha e Carla Moussalli, identificarem um fator importante sobre a menopausa, mas pouco falado: a solidão. “Quando começamos as pesquisas, não se falava em menopausa no Brasil, somos pioneiras. Então, além de trazer mais informação, visibilidade e formas de aliviar os sintomas, sentimos a necessidade de fornecer também um espaço de troca e acolhimento para essas mulheres. Inclusive, o acolhimento é o nosso terceiro pilar”, explica.

Segundo a cofundadora da femtech, Carla Moussali, o principal objetivo do projeto, é mostrar para as mulheres que elas não estão sozinhas nesta jornada. A empreendedora conta que, já é possível perceber uma mudança de comportamento e naturalização na menopausa por parte das participantes. “Quando começamos com o Prosas&Pausas, no ano passado, tínhamos um número menor de mulheres participando. Grande parte delas, entrava com a câmera desligada e apenas escutava. Hoje já sentimos uma mudança, o número de participantes aumentou de 10 para mais de 20 em cada encontro, e elas estão mais seguras e abertas para o tema, trocando experiências e tirando suas dúvidas”, conta.

A femtech se divide em três pilares: informação, com as avaliações feitas pelo site, identificando em qual fase da menopausa a mulher está e o seu nível de sintomas. Solução, por meio da linha de fitoterápicos da marca, desenvolvidos a partir das avaliações da plataforma, que identificou os cinco principais sintomas relacionados à menopausa. E, por fim, o acolhimento, com as rodas de conversa mensais, as inscrições devem ser feitas pelo site da Plenapausa.

Menopausa: saiba como a reposição hormonal pode aliviar os sintomas

Hugo Gatto explica como o método é eficaz e seguro no tratamento do climatério

Lidar com variações de humor, ondas de calor, distúrbios do sono, ansiedade, diminuição da libido, entre tantos outros sintomas provocados pela menopausa não é nada fácil para as mulheres. Segundo a Plenapausa, femtech brasileira que promove acolhimento, informação e solução para mulheres na menopausa, 58% delas afirmam que se sentem menos produtivas no trabalho e 87% se sentem emocionalmente instáveis durante essa fase. Com isso, a busca por um tratamento com reposição hormonal tem sido uma das alternativas para aliviar ou driblar os sintomas desse período.

Apesar de ser um método que continua cercado por tabus e desinformação, mesmo em pleno século XXI, a reposição é a primeira linha de tratamento para menopausa e a mais efetiva para o período da menopausa, segundo o médico referência em implantes hormonais, Hugo Gatto.

“Todas as mulheres já nascem com uma quantidade determinada de folículos ovarianos. Esses folículos são parecidos com cistos e alguns deles se desenvolvem a cada ciclo menstrual para que o óvulo contido em seu interior amadureça e possa ser fecundado quando liberado. Essa reserva ovariana vai diminuindo ao longo do tempo até que ocorre a última menstruação, que chamamos de menopausa. Portanto, o tratamento hormonal em prol da menopausa serve apenas para repor o que o organismo da paciente não produz mais, com uma dosagem segura e assertiva”, explica.

Ainda de acordo com Gatto, essa reposição auxilia no tratamento de diversos problemas que surgem com a menopausa, não apenas os sintomas do climatério, que podem ser reduzidos com o tratamento, mas também problemas de saúde recorrentes a partir dos 40 anos de idade. “Com a reposição hormonal, podemos reduzir, por exemplo, os riscos de doenças cardiovasculares, que são frequentes a partir da menopausa. Também diminuímos as chances de a mulher desenvolver osteoporose, um problema comum nesse período da vida e que pode causar sérios danos a sua saúde”, explica.

O tratamento hormonal tem duração de 2 a 5 anos, sendo individualizado para cada mulher, e inclui medicamentos com estrogênios, progestativos e estroprogestativas, que é a combinação de ambos. Ambos podem ser administrados por via oral (comprimidos), sistema intrauterino, percutânea (gel), transdérmica (selo ou adesivo implementados na pele) ou vaginal. No entanto, muitas pacientes ainda apresentam resistência ao tratamento, pois a terapia de reposição hormonal (TRH), quando sintética, pode causar efeitos colaterais, como retenção de líquido, dores de cabeça, dificuldade no controle da glicemia e aumentar o risco de câncer de útero, ovários e mama. Mas, segundo o médico, a TRH natural garante segurança, além da redução dos efeitos adversos.

“É indispensável que o médico avalie se a paciente está liberada para fazer o tratamento, além de fazer o acompanhamento durante todo o processo. Isso porque a reposição de hormônios é contraindicada em alguns casos, como após diagnósticos de câncer de mama, doenças tromboembólicas e cardiovasculares, insuficiência hepática, histórico de distúrbios da coagulação, entre outros. Sendo assim, a melhor opção é que haja uma conversa franca entre paciente e médico para que seja avaliada a melhor opção para a mulher, de acordo com seu quadro de saúde e a sua rotina”, comenta Gatto.

“Do outro lado da moeda também, o TRH conta com benefícios que aliviam os sintomas vasoativos da menopausa, responsáveis pelas ondas de calor, mal-estar e sudorese, além do rejuvenescimento da pele, da ação antidepressiva, redução dos níveis de colesterol, elevação da autoestima, diminuição da secura vaginal, redução do risco de doenças cardiovasculares e osteoporose, além de diminuição também do número de infecções ginecológicas e do trato urinário”, garante Gatto.

Fonte: Hugo Gatto é graduado em medicina pela Furb (Universidade Regional de Blumenau) e está à frente do Instituto Gatto, referência em reposição hormonal, emagrecimento e hipertrofia.

Vichy lança linha Neovadiol Menopausa, que reduz os impactos na pele causados pela menopausa

Desenvolvida em parceria com dermatologista e ginecologista, a linha traz sérum e duas opções de cremes elaborados com ingredientes sustentáveis e ativos inovadores que ajudam na redução de rugas, flacidez, perda de densidade, tom irregular e pele seca

Reafirmando seu compromisso com consumidoras em todos os estágios de vida, Vichy apresenta a linha Neovadiol Menopausa, composta pelo Neovadiol Sérum 5 multicorretor de sinais da idade, Neovadiol Creme nutritivo redensificador e Neovadiol Creme leve efeito lifting, desenvolvidos com ativos sustentáveis, como Pro-xylane, extrato de Cássia, ácido hialurônico e Ômega-3-6-9, que cuidam da pele afetada pelos efeitos do climatério e menopausa, ajudando a manter a autoestima da mulher nesse momento.

Vichy, a marca recomendada por 50.000 dermatologistas, junto com dermatologistas e especialistas de outras áreas, como ginecologistas e endocrinologistas, estudou durante 20 anos a ciência do expossoma — que engloba fatores ambientais como raios UV, poluição, dentre outros, os fatores de estilo de vida (tabagismo e estresse) e fatores internos como as variações hormonais -, resultando em mais de 30 estudos científicos e 9 publicações.

A marca se dedicou a estudar o impacto dos fatores hormonais na pele, para que pudesse propor soluções dermocosméticas mais eficazes em todas as fases de vida das pessoas, como acontece na menopausa, etapa na qual a mulher permanece por mais de um terço da vida. A cada ano, cerca de 25 milhões de mulheres passam por essa fase, um processo natural que se ocorre, em média, aos 51 anos.

Sabe-se que os hormônios desempenham um papel crucial para que a saúde da pele mantenha-se equilibrada ao longo da vida e, pensando nisso, a linha Neovadiol Menopausa traz três produtos desenvolvidos com ativos inovadores e ingredientes sustentáveis para reduzir os impactos visíveis da menopausa na pele, corrigindo rugas, marcas da idade, flacidez e atuando para a nutrição da pele. Os resultados são comprovados e atuam proporcionando +85% nutrição, -50% ressecamento e -25% flacidez na pele.

Os produtos levam em suas composições ingredientes sustentáveis como o Pro-xylane, derivado da química verde – cadeia de abastecimento otimizada com matérias-primas provenientes de florestas europeias geridas de forma sustentável — e extrato de Cássia, novo ingrediente ativo de origem natural derivado das sementes de Cassia angustifolia, que promovem preenchimento e firmeza da pele, deixando as rugas menos pronunciadas e diminuindo a flacidez da pele.

Além do ácido hialurônico com origem vegetal derivado de trigo, a água vulcânica de Vichy e vitaminas B3 e E, fornecem proteção e restauram o brilho da pele. Enquanto o Ômega-3-6-9, extraído do óleo de arroz integral colhido na Tailândia, compensa a perda de lipídios trazendo conforto e elasticidade à pele, além da linha trazer também o ácido glicólico, que estimula a renovação celular.

O Neovadiol Sérum 5 multicorretor de sinais da idade, com textura bifásica de rápida absorção, corrige rugas, reduz marcas da idade, além de melhorar a luminosidade, redefinir contornos e nutrir a pele. O Neovadiol Creme Nutritivo Redensificador, reduz rugas profundas, recupera o volume, nutre e hidrata intensamente. Já o NeovadiolCreme Leve Efeito Lifting, traz firmeza, melhorando a elasticidade, enquanto suaviza linhas e recupera o volume do rosto.

Todos os produtos da linha Neovadiol Menopausa estão disponíveis para a venda em grandes farmácias e e-commerces de todo o Brasil, e também podem ser encontrados no site DermaClub que permite acúmulo de pontos que podem ser trocados por produtos de Vichy, entre outras marcas da L’Oréal Cosmética Ativa. Clique aqui e entenda como funciona.

Conheça a linha Vichy Neovadiol Menopausa:

Neovadiol Sérum 5 multicorretor de sinais da idade — Preço sugerido R$ 199,99
Atua em 5 benefícios para reduzir os impactos da menopausa na pele: corrige rugas, reduz marcas de idade, redefine contornos faciais, melhora a luminosidade e nutre a pele. Com uma textura bifásica de rápida absorção, tem a combinação inovadora de Pro-xylane, Extrato de Cassia, Ácido Glicólico, vitaminas B3, Ômegas 3, 6 e 9 e Água vulcânica de Vichy.

Neovadiol Creme Nutritivo Redensificador — Preço sugerido R$ 279,90
Indicado para peles com rugas profundas, recupera o volume, auxilia no ressecamento da pele., nutre e hidrata intensamente. Fórmula enriquecida com Pro-xylane, Extrato de Cassia e Vitaminas B3.

Neovadiol Creme Leve Efeito Lifting — Preço sugerido R$ 279,90
Recupera a firmeza, melhora a elasticidade, enquanto suaviza linhas e define os contornos do rosto. Com Pro-xylane, Extrato de Cássia, Ácido Hepes, Ácido Hialurônico e Água Vulcânica de Vichy.

Informações: VichySAC: 0800 701 1552