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Pimenta caiena acelera o metabolismo e ajuda a reduzir o apetite

De tempos em tempos, algum ingrediente é apontado como aliado da saúde, como é o caso da pimenta caiena. O condimento é um ingrediente versátil que pode ser encontrado em receitas doces e salgadas, além de ser usado na composição de alguns suplementos e cápsulas por apresentar efeito termogênico – que aumenta a produção de calor no corpo, ajudando na queima de calorias e na redução do apetite.

“A pimenta caiena possui uma alta concentração de capsaicina quando comparada às outras pimentas. A substância é um composto bioativo que além de antioxidante estimula o metabolismo, gerando o aumento da termogênese e assim, o estímulo à queima de gordura corporal”, explica a nutricionista Alessandra Luglio.

Na culinária, a especiaria é usada para temperar alimentos, como carne, frango, peixe, salada, arroz, sopa, caldos, molhos e omeletes. Uma outra opção de consumo é na forma de suplementação, a exemplo do UltraCoffee da linha Plant Power SuperFoods, desenvolvido pela A Tal da Castanha.

Antes de entrar no mercado, a nova marca escutou por meses vários consumidores em potencial e ouviu a opinião de nutricionistas para incluir na composição ingredientes prioritariamente íntegros que tivessem efeito imediato no metabolismo. O suplemento natural ainda conta com a presença de ingredientes como o café, o gengibre e a canela que possuem ação termogênica, potencializando o metabolismo de forma sinérgica, auxiliando na queima de gordura corporal.

A nutricionista, que também é consultora da marca, participou de todas as etapas do desenvolvimento do produto, ela explica que o produto auxilia na manutenção da forma física potencializando resultados satisfatórios, mas os benefícios vão além. “A combinação de ingredientes também é capaz de otimizar a performance esportiva e produzir efeitos expressivos na função cognitiva, principalmente nos dias de maior desgaste mental”, esclarece.

O que mais pode ser feito para melhorar o metabolismo?

A ingestão de suplementos não garante o emagrecimento. É preciso ter acompanhamento nutricional, além de uma dieta equilibrada com a presença de atividades físicas. E não se esqueça da hidratação. A regra é consumir – ao menos – dois litros de água por dia para manter o corpo em pleno funcionamento. Refletir sobre o que comemos é muito importante, assim como ter disciplina para que possamos ter momentos de prazer.

Fonte: A Tal da Castanha

Cinco dicas para acelerar o metabolismo (e manter o peso de vez)

Durante a pandemia, o ganho de peso esteve entre as mudanças enfrentadas por uma boa parcela dos participantes de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP). Entre os mais de 14 mil adultos brasileiros acompanhados pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da USP (Nupens), 19,7% relataram ter ganhado peso

Em situações de estresse e ansiedade, como na pandemia, as pessoas liberam um hormônio chamado cortisol, produzido pela glândula suprarrenal, que está diretamente envolvido na resposta ao estresse.

“A elevação de cortisol em períodos de estresse pode levar a algumas alterações metabólicas que acabam contribuindo para o ganho de peso”, explica Claudia Chang, pós-doutora em endocrinologia e metabologia pela USP e membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Confira cinco dicas que podem ajudar a acelerar o metabolismo, emagrecer e manter o peso:

Qualidade na alimentação

Quando uma pessoa tem o metabolismo baixo, a alimentação tem que ser muito mais controlada em comparação a um indivíduo com metabolismo alto. Ao fugir de uma rotina alimentar equilibrada, a tendência é reganhar peso rápido. Entretanto, restringir demais a alimentação pode contribuir na perda de massa muscular, reduzindo o metabolismo a longo prazo.

A verdade é que o corpo tem necessidades diferentes para cada período da vida. Para as mulheres acima dos 40 anos, por exemplo, é essencial incluir na dieta cálcio, vitamina B12, potássio, magnésio, vitamina D e Ômega. É possível ingerir estas vitaminas consumindo alimentos ou suplementos, com orientação médica. A vantagem de optar pelos alimentos é que, além de mais saudáveis, possuem outros nutrientes nem sempre presentes nas cápsulas.

“O organismo gasta mais energia na digestão de proteína, se comparado à gordura ou ao carboidrato. Sendo assim, para elevar o metabolismo, o ideal é substituir parte dos carboidratos por alimentos magros e fontes de proteínas, como carnes brancas/magras, ovos, feijões, nozes e laticínios com pouca gordura”.

Água, sempre!

No cérebro, o “centro da sede” é muito próximo ao “centro da fome”. Sendo assim, é muito comum que as pessoas confundam a vontade de comer com beber, podendo partir para a comida, quando, na realidade, o corpo pedia água. Daí a necessidade de se manter sempre hidratado.

Foco nos exercícios certos

Foto: Wiki How

Nosso corpo queima calorias o tempo todo, mesmo quando estamos dormindo. Entretanto, essa taxa metabólica de repouso é mais alta em quem tem mais músculos. Isso porque o ganho de um quilo de músculo necessita de, em média, 60 calorias por dia apenas para se manter. Com a desaceleração do metabolismo, é importante não só fazer 30 minutos de exercícios cardiovasculares por dia como também incluir de 4 a 5 sessões de treino de resistência por semana. Exercícios como abdução das pernas, subir escadas ou abdominais são ideais para manter a massa muscular e também queimar calorias.

Depois de um treino de força, como musculação, todos os músculos são ativados, o que eleva a taxa metabólica diária. Enquanto isso, apesar de as atividades aeróbicas normalmente não potencializarem tanto o ganho muscular, podem estimular o metabolismo nas horas após o treino. Uma boa dica é caminhar pelo menos 10 mil passos por dia. Com as restrições da pandemia, é uma atividade simples de realizar em parques ou mesmo na rua.

“O segredo é o nível de esforço em exercícios de alta intensidade, que causa um aumento prolongado no metabolismo de repouso quando comparado a exercícios de intensidade menor, fechando a conta do ‘ganha-perde’”, reforça Claudia.

Dormir bem é fundamental

Diversos estudos já comprovaram que a privação do sono incentiva o cérebro a tomar decisões erradas ou impulsivas, como abusar de guloseimas calóricas, deixar de praticar exercícios ou quebrar sua regularidade. Além disso, não descansar o suficiente desequilibra os hormônios da fome: a grelina (que aumenta o apetite) e a leptina (responsável pela saciedade), o que significa comer em excesso sem se dar conta.

Fuja das falsas promessas

Quando o metabolismo já não é o mesmo, a ideia de perder peso com métodos e promessas irreais se torna tentadora, mas logo você perceberá que estas soluções “milagrosas” não funcionam, além de colocar sua saúde em risco.

“Evite o estresse físico e emocional de querer emagrecer a qualquer custo. Você pode até conseguir em um primeiro momento, mas a estratégia se tornará um efeito-sanfona (você emagrece e, pouco depois, volta a engordar). O que realmente funciona é estabelecer um objetivo saudável e possível de ser alcançado. O ideal é adotar a meta de 10% do peso basal, percentual em que observamos uma melhora importante das alterações metabólicas, como controle da glicemia e da pressão elevada”, finaliza a médica.

Estresse atinge 90% da população mundial e traz diversos problemas para a saúde física e emocional

A pandemia da Covid-19 mudou drasticamente os hábitos da população. Seja em casa, cumprindo o distanciamento social e lutando para manter a saúde mental, ou na rua para quem tem a necessidade de trabalhar fora do lar, os dias estão sendo difíceis e equilibrar as emoções e não sofrer é um desafio. Esta sobrecarga de cobranças a respeito de quem devemos ser, o que devemos ter, entre outras questões, são fatores determinantes que causam estresse.

Considerada uma epidemia – condição que atinge 90% da população no mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) – a doença traz inúmeros problemas que abalam a qualidade de vida e a saúde, como dores de cabeça, queda de cabelo, ganho de peso, problemas gástricos, baixa imunidade, irritabilidade, dificuldade em se concentrar, falhas na memória, entre outros.

De acordo com Maria Julia Coto, consultora em nutrição da Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados), em situações de nervoso e ansiedade as pessoas liberam um hormônio chamado cortisol, produzido pela parte superior da glândula suprarrenal, que está diretamente envolvido na resposta ao estresse.

“Ao aumentar o nível de cortisol, o corpo tende a mobilizar rapidamente as reservas de energia, ocasionando mudanças no metabolismo e fluxo de sangue. Por consequência, algumas pessoas acabam comendo exageradamente como um mecanismo de fuga”, explica.

Dessa forma o estresse crônico contribui para o aumento de peso das seguintes formas:

  • Metabolismo: uma grande quantidade de cortisol pode retardar o metabolismo no corpo humano, levando ao sobrepeso. Para quem faz dieta, o hormônio pode deixar a perda de peso mais difícil.
  • Açúcar no sangue: o alto nível de açúcar no sangue aumenta a quantidade de energia disponível no corpo e pode causar alterações de humor, sensação de cansaço e problemas como a hiperglicemia, por exemplo.
  • Acúmulo de gordura: o estresse crônico pode provocar o armazenamento de gordura em áreas de risco, como abdômen e costas, no caso dos homens, e na região dos quadris, nas mulheres, aumentando as chances de desenvolvimento de enfermidades como infarto e diabetes.

É importante que as pessoas fiquem atentas à alimentação nos momentos de nervoso e ansiedade. “Mesmo na correria cotidiana ou em momentos de tédio é possível encaixar um plano alimentar que seja prazeroso, nutritivo e saboroso”, destaca Maria Julia. Para permitir que todos esses benefícios sejam atribuídos, é preciso entender os sinais do corpo seguindo alguns passos simples:

Sem neuras

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Saia de perto das dietas da moda e restritivas. A privação causada por elas, além de aumentar o estresse, podem gerar deficiência de alguns nutrientes. Procure um profissional da saúde capacitado, que possa te ajudar com uma reeducação alimentar específica para suas necessidades.

Entenda os sinais de fome e saciedade

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Muitas vezes estamos tão focados na rotina que não paramos para pensar se estamos nos alimentando da forma correta. Antes de começar a comer, pare e pense: “quanto de fome eu estou hoje?”. Durante a refeição, coma sem pressa, sentindo o sabor do alimento e a saciedade que o mesmo irá trazer aos poucos, e assim quando estiver satisfeito você saberá. Isso evita consumo em excesso ou em pouca quantidade, o que muitas vezes acaba causando desconforto durante o dia e descontentamento com o corpo.

Não desconte seus sentimentos na comida


Em dias estressantes, muitas vezes acabamos comendo sem pensar na quantidade, e no final, estamos passando mal e nos sentindo para baixo, preocupados com o efeito que os exageros vão causar no peso e na estética. Acabamos colocando alguns grupos ou alimentos, por exemplo os carboidratos, como “vilões”, mas na verdade a questão está nos nossos hábitos de uma forma geral.

Por fim, coloque como suas prioridades a saúde e a alimentação. Busque formas diferentes de eliminar todo o estresse, que não seja causando prejuízos a si mesmo. Use o tempo livre para fazer as coisas que gosta e evite levar trabalho para os momentos pessoais.

Fonte: Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados)

50+: saiba como manter a saúde e a boa forma pela alimentação

Fazer 50 anos é um marco na vida da maioria das pessoas. A nova fase também traz mudanças no metabolismo, portanto, vale cuidar da alimentação para manter a saúde e a boa forma.

A partir desta faixa etária, o metabolismo fica mais lento, ocasionando ganho de peso. “Além disso, há a perda muscular, e como os músculos são os maiores consumidores de energia, o excesso dela vai se acumulando em forma de gordura”, afirma a nutricionista Cintya Bassi, do grupo São Cristovão Saúde.

Cintya diz que, para não engordar, é preciso evitar o excesso do consumo de açúcares, por exemplo: “Por ser um ingrediente muito utilizado, pode ser mais difícil de controlá-lo, mas essa medida é essencial nessa fase em que o metabolismo não trabalha como antes. Além disso, é importante se atentar para o consumo de sal e alimentos industrializados, pois podem contribuir para a retenção de líquidos. Por fim, deve-se dar preferência a carnes magras”.

A nutricionista recomenda não ficar muitas horas sem se alimentar, estabelecendo horários regulares para as refeições e, assim, regrar melhor o organismo. Também sugere manter uma rotina de alimentação saudável, sem exageros, e incluir alimentos ricos em fibras como grãos, cereais integrais e verduras cruas nas refeições.

Sarina Occhipinti, especialista em Clínica Médica e em Nutrição Funcional do Instituto Sári, de Nova Lima (MG), afirma que não há uma dieta específica para a faixa dos 50 anos, mas há muitas ações que podem ser seguidas no dia a dia para se manter saudável.

“A melhor dieta é aquela rica em nutrientes, proteínas e fibras; com moderada quantidade de gordura e carboidratos complexos; e livre de açúcares simples e industrializados, o que também vale para adultos de qualquer idade”, afirma.

A especialista acrescenta que praticar musculação colabora para aumentar a massa magra e o consumo energético, evitando o ganho de peso. Outra medida importante para a saúde nesta fase é controlar os hormônios, e fazer reposição, se for necessário.

Protegendo os ossos e os intestinos

OSSOS

Sarina lembra que, na faixa dos 50 anos, é sempre bom se preocupar com a saúde dos ossos, para evitar a osteoporose que atinge, principalmente, mulheres na pós-menopausa.

A doença provoca um enfraquecimento progressivo dos ossos, o que pode causar múltiplas fraturas. Tanto que, de acordo com dados da International Osteoporosis Foundation (IOF), a doença é responsável por mais de 9 milhões de fraturas por ano no Brasil.

Quando se chega aos 50, também é comum notar uma mudança nos níveis de energia diários. Isso é normal até certo ponto, mas uma deficiência de vitamina B12 pode ser a culpada. Nesses casos, a suplementação diária é fundamental, pois uma queda na energia pode levar à diminuição da mobilidade e da atividade, o que também contribui para a osteoporose, enfraquecimento do coração e alterações nos movimentos intestinais.

“Após os 50 anos, é muito comum esse déficit de ferro e vitamina B12, mas essa carência se deve mais às disfunções na absorção do que na ingestão em si. Dessa forma, é importante cuidar também da saúde do intestino, para melhorar a absorção de nutrientes”, lembra a médica.

Cintya completa: “As vitaminas do complexo B atuam no metabolismo dos macronutrientes, fortalecem o sistema imunológico e protegem o sistema nervoso. Alguns minerais devem ser lembrados, como o cálcio, importante para a manutenção cardiovascular, e o ferro, que é essencial para a formação de hemoglobina e para fornecer energia. Já o zinco também tem papel importante na imunoproteção e cicatrização”.

Outra doença comum em pessoas com 50 anos ou mais é o diabetes tipo 2. Para elas, vale a pena investir em fibras, que são benéficas para retardar a liberação de açúcar na corrente sanguínea, o que diminui e estabiliza os níveis de glicose no sangue. Elas também são importantes para a digestão, diminuindo o colesterol e ajudando a manter um peso saudável. Além disso, ajudam a promover movimentos intestinais regulares.

Quando a suplementação é necessária

suplemento omega 3

Cintya frisa que todas as vitaminas são importantes, mas algumas têm a necessidade aumentada com o passar dos anos, como é o caso da vitamina D: “Ela é importante para absorção de cálcio e para manter os ossos saudáveis. Já a vitamina C contribui para a formação do colágeno e, consequentemente, da cartilagem que compõe as articulações”.

No caso da osteoporose, um problema recorrente nesta faixa etária, a nutricionista explica que a suplementação não irá reverter o problema, se já estiver instaurado, mas irá auxiliar a minimizar a deficiência causada.

E quando a suplementação é indicada? Cintya afirma que ela é feita quando as necessidades nutricionais estão elevadas por alguma doença, ou quando não estão sendo atingidas apenas com a alimentação. A seguir, ela cita alguns exemplos:

= redução da ingestão por ansiedade, depressão, outras doenças ou aversões alimentares;
= metabolismo alterado por tumores, cirurgias ou tratamentos clínicos;
= incapacidade de se alimentar como em casos de disfagia (dificuldade em deglutir), confusão mental, e doença de Parkinson;
= alterações de absorção;
= perdas excessivas, como vômito, diarreia e fístula.

É importante enfatizar que não se deve tomar suplementos por conta própria. O ideal é procurar um profissional, como médico ou nutricionista, que, após fazer alguns exames, indicará quais as deficiências apontadas e como compensá-las.

Confira alguns alimentos que são essenciais nessa fase da vida:

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Foto Agromix.In

Gergelim, verduras verdes, leites e laticínios não modificados: aposte no cálcio, presente nestes alimentos, em prol da saúde dos ossos.

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Foto: Profet77/Pixabay

Iogurte: as bactérias do produto, que liberam o ácido lático, podem ser úteis para a saúde intestinal. Um bom iogurte deve ser rico em cálcio, essencial à saúde dos ossos. As recomendações de cálcio por dia passam de 1000 mg para 1200 mg a partir dos 50 anos. Pessoas com intolerância à lactose, alergia ao leite ou que não gostam de produtos lácteos, devem optar por outras fontes de cálcio. O brócolis, por exemplo, tem 400 mg de cálcio em um ramo de 100 g. Prefira iogurtes ricos em vitaminas A, B6 e B12, riboflavina, ácido fólico e niacina e minerais como potássio e fósforo. No entanto, se o produto tiver grande quantidade de conservantes e corantes, é mais tóxico que benéfico.

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Vitamina D: é importante se expor ao sol para realizar a síntese da vitamina D; e fazer suplementação de magnésio, se necessário.

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Pixabay

Oleaginosas (castanhas, amêndoas, avelãs, pistaches etc): são ricas em minerais importantes para o organismo nessa faixa etária, como zinco e selênio. Este último ajudda o sistema imunológico e auxilia na regulação do hormônio da tireoide. As oleaginosas são opções de gordura saudáveis e não são tóxicas para o corpo. A única ressalva é o amendoim, cuja molécula produzida, ao ser ingerida, pode ser muito irritante para o intestino.

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Laranja: outro alimento importante para o adulto de 50 anos ou mais. Cada laranja fornece, em média, 70 mg de vitamina C, mais de 150% da quantidade diária recomendada. Excelente antioxidante, deve ser consumida no climatério para proteger o estresse oxidativo das células, além de contribuir para o fortalecimento da imunidade. É rica em vitamina A, vitaminas do complexo B, ácido fólico, cobre, potássio e cálcio, que auxiliam em outras funções do metabolismo. Consuma a laranja sempre inteira com seu bagaço, em vez de suco. A maior parte de seus benefícios está no bagaço, rico em fibra e pectina, um polissacarídeo que auxilia na digestão. Com a idade, a mulher pode observar uma lentidão intestinal, e a pectina da laranja é essencial para estimular o intestino. Além disso, evita o acúmulo de gordura periférica e visceral. Mas, atenção: para quem está controlando diabetes, não é indicada.

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Rúcula: é um alimento essencial. Ela tem poucas calorias, menos de 25 kcal em cada 100g, e é rica em ferro, vitaminas e ácido fólico. Ajuda em outras funcionalidades também porque é rica em vitamina A, que colabora na formação do colágeno e renovação celular; em vitamina C, que fortalece o sistema imunológico, e em vitamina K, que auxilia na função neurológica e também na absorção do cálcio pelo organismo.

 

Metabolismo influencia no ganho de peso?

É comum que as questões de ganho e perda de peso sejam associadas ao ritmo do metabolismo e à genética. Mas será que isso realmente influencia o processo? De acordo com a endocrinologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Tenille Battistella Rodrigues, a interferência existe, mas não impede bons resultados na conquista de objetivos com a balança.

Com incumbência de reger o funcionamento do organismo, o metabolismo é responsável pela produção de substâncias do corpo e liberação de energia. A médica explica que essas atividades são definidas como anabolismo e catabolismo, respectivamente.

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Neste contexto, está o tão falado gasto energético, que está longe de ser somente a perda de peso. A endocrinologista esclarece que o total liberado de energia é dividido em três ações: gasto energético basal, efeito térmico do exercício e termogênese alimentar.

“A maior parte desse processo, ou seja, cerca de 70% a 75% é gasto energético basal, ou seja, o utilizado pelo organismo para manter funções vitais como respiração e batimentos cardíacos. Outros 15% a 20% estão relacionados ao gasto de energia provocado pela atividade física, que varia de acordo com o tipo, intensidade, tempo e frequência. E por fim, os últimos 10%, estão ligados à digestão e metabolização dos alimentos, que também sofre interferência dependendo da quantidade, composição e temperatura do que é ingerido”, esclarece.

A médica ainda conta que, de fato, o ritmo não é igual para todos e pode mudar conforme a idade, gênero, quantidade de massa magra, função tireoideana e genética. “A partir dos 30 anos já se inicia uma queda que tende a piorar com o envelhecimento. No caso das mulheres, a menopausa intensifica este processo, pois há uma perda da massa muscular que é substituída por tecido adiposo, que tem menor valor metabólico”, conclui.

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Ilustração: Karuna.com

A genética não fica de fora, pois é responsável por 80% do metabolismo, porém, a endocrinologista garante que é possível ter bons resultados quando a intensão é, por exemplo, a perda de peso. E a melhor forma para isso é praticar atividade física regular, ter alimentação saudável- evitando consumo de açúcar e industrializados, e não se esquecer de ingerir proteínas. Além disso, dormir bem e evitar o estresse são sempre bons aliados.

Fonte: Hospital Edmundo Vasconcelos

O que acontece com seu corpo quando você toma litros de água

Histórias e conselhos milenares nos fazem acreditar que beber uma tonelada de água por dia resolverá todos os problemas que temos – da perda de peso ao antienvelhecimento. Mas isso é um mito? Não posso imaginar que ajudaria muito mais do que a frequência de minhas idas ao banheiro. Então, antes de tentar eu mesma e, posteriormente, carregando uma garrafa de água de 4 litros do meu lado o dia todo, decidi perguntar a especialistas em fitness, nutrição e pele o que a água realmente afeta.

Acontece que não é uma cura para todos e quaisquer problemas relacionados ao corpo. Mas há algumas coisas surpreendentes que ajudam na hidratação. Abaixo, top trainers, esteticistas e nutricionistas discutem a verdade por trás da garrafa de água.

1. Sua taxa metabólica irá aumentar

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Foto: FeedFeed

Heidi Powell, treinadora de celebridades e blogueira de fitness afirma: “Existe uma única enzima – chamada lipase – que deve ser ativada em seu corpo para mobilizar gordura (ou seja, livrar-se dela). A água é um dos muitos componentes necessários na ativação da lipase.”

2. Seus treinos melhoram em nível celular

mulher meia idade tomando agua

“Em termos de condicionamento físico”, diz Kara Griffin, personal trainer, nutricionista holística e instrutora de saúde, “a água é a chave para células saudáveis e com bom funcionamento. Então, beber o suficiente vai ajudar com o exercício em um nível celular. Estudos mostraram que a desidratação afeta mais negativamente o exercício de resistência, por isso, certifique-se de que você está hidratada durante um longo período. Exercícios de força e potência (pense CrossFit) são menos afetados pela desidratação, mas estudos têm mostrado algum prejuízo ou falta de desempenho. Manter-se hidratada aumentará o desempenho em todas as formas de exercício, mas beber água antes de um treino pode não apenas deixá-la com cãibras, mas também pode fazer com que você se sinta mais lenta e menos concentrada na tarefa em questão. Beba um copo de água de 20 a 30 minutos antes do próximo treino e tome pequenos goles (se necessário) para chegar mais perto de seu pico de desempenho pessoal”.

3. Suas rugas não vão desaparecer

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“Quando você bebe água, ela não vai diretamente para a pele”, diz a esteticista Renée Rouleau. “Ela corre pelos intestinos, é absorvida em sua corrente sanguínea e depois é filtrada pelos rins. Neste ponto, ela hidrata as células dentro do corpo. As rugas são causadas por danos no DNA provocados pela luz ultravioleta. Água potável não reverterá esse processo, e os níveis de hidratação na pele têm muito pouco a ver com a ingestão de água. Ao contrário, você trata a pele na superfície [é importante]. Por exemplo, se você estiver usando sabonetes em barra à base de detergente para lavar o rosto, eles terão um impacto maior na falta de hidratação da superfície da pele do que se você nunca bebesse água. Você pode suavizar as rugas e torná-las menos perceptíveis com o uso regular de esfoliantes, retinol, hidratantes reparadores de barreira e máscaras”.

4. Você vai parar de reter o excesso de fluido em volta dos olhos

olho inchado bolsa shutterstock

“Pela experiência pessoal, diz Renée, pode haver uma diferença muito perceptível na pele quando se trata de inchaço sob os olhos. Tanto comer alimentos com alto teor de sódio (especialmente à noite) quanto não beber uma quantidade adequada de água pode definitivamente fazer com que você retenha o excesso de líquidos ao redor dos olhos e sinta inchaços na região. Eu sei, em primeira mão, que quando não bebo água o suficiente durante o dia, na manhã seguinte sempre estarei mais inchada sob meus olhos do que o normal. Acrescente um jantar com alto teor de sódio, e não importa o quanto de água eu beba, sempre fico inchada”.

“O ponto de partida”, continua Renée, “beber água, é muito importante para manter o corpo hidratado, mas do ponto de vista da pele, pode melhorar muito mais o inchaço sob os olhos desnecessariamente do que manter a pele hidratada”.

5. Você corta calorias desnecessárias da sua dieta

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Foto: Foundry/Pixabay

“Primeiro, beber muita água substituirá as bebidas açucaradas”, diz Kara. “Também é importante lembrar que a ingestão de água não vem apenas de beber água – ela também vem do que você come! Você naturalmente aumenta sua ingestão de água comendo frutas e vegetais limpos, não processados e inteiros”. Um exemplo fácil? Melancia é 93% de água.

Beber bastante água e comer frutas e vegetais inteiros também significa que você está cortando alimentos processados que geralmente têm alto teor de sódio. O sal estimula o apetite, mas também faz você reter a água, fazendo com que você coma mais e inche da água que você bebeu durante o dia. Sem o sal, a água ajudará na motilidade intestinal e na micção, duas maneiras pelas quais o corpo libera toxinas. Se você estiver tentando aumentar a ingestão de água, tente manter uma garrafa de 2 litros em sua mesa no trabalho, com o objetivo de recarregá-la uma vez.

por Hallie Gould – Portal Byrdie

Estilo de vida: dicas práticas para acelerar o metabolismo

Nutricionista e personal trainer dão sugestões de hábitos diários que influenciam na perda de gordura e bom funcionamento do corpo

Cada vez mais as pessoas procuram tomar decisões que influenciam no bom funcionamento do corpo e mente, sendo que um dos primeiros passos para atingir esse objetivo é manter o metabolismo equilibrado com a adoção de um estilo de vida saudável.

“Eu sempre digo aos meus pacientes que o peso adequado e a sensação de bem-estar são consequências de hábitos de vida equilibrados, mas é preciso ter alguns cuidados. O metabolismo de cada pessoa funciona de uma determinada maneira, por isso é importante sempre consultar um médico ou nutricionista para determinar qual a melhor conduta para cada um”, explica a Bianca Naves, nutricionista e sócia-diretora da clínica NutriOffice.

E se enganam aqueles que pensam que o ganho de peso é uma consequência. Pesquisadores da Universidade do Colorado¹, nos Estados Unidos, avaliaram 65 mulheres de diferentes idades e concluíram que aquelas que praticavam exercícios físicos conseguiam manter o metabolismo em sua velocidade adequada ao seu peso.

“O metabolismo nada mais é do que a forma como nosso organismo processa as calorias que ingerimos. E esse processo pode mudar ao longo dos anos, principalmente nas mulheres, cujo organismo costuma acumular, de maneira geral, mais gordura. Para não deixar o metabolismo ficar lento com a idade, deve-se estar sempre atento à alimentação e manter a prática de exercícios como rotina”, garante Manuella Rangel, nutricionista e personal trainer.

Descubra a seguir algumas dicas práticas para o bom funcionamento do metabolismo para um estilo de vida mais equilibrado:

Uma xícara de chá verde, por favor

chá verde

A presença natural de cafeína e teanina no chá verde ajuda a regular o metabolismo. “O chá verde pode ser um grande aliado para potencializar a queima de gordura. Ele pode ser consumido antes do treino ou até depois, para manter o metabolismo acelerado e é uma opção interessante para hidratar-se”, explica Manuella. Quem busca praticidade para incluir a bebida no dia a dia pode buscar as versões saborizadas de chá em sachê disponíveis no mercado, como as versões de Chá Verde com Frutas Vermelhas, com Laranja & Maracujá, ou ainda com Menta lançadas este ano no Brasil por Lipton Chá Quente.

Mexa-se

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E isso não quer dizer apenas musculação. “Deixar o carro de lado e fazer as coisas a pé também faz diferença. Além de estimular seu corpo para estar sempre em movimento, o metabolismo continua acelerado e queimando gordura. Aumentar a massa magra também ajuda nesse processo, porque o músculo é o tecido que mais precisa gastar energia para se manter ativo”, complementa Manuella.

Relaxe…

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Pesquisadores americanos da Universidade do Estado de Ohio² comprovaram que o metabolismo tende a diminuir quando estamos estressados. “Uma das minhas principais recomendações para meus pacientes é priorizar uma boa noite de sono todos os dias. Quando dormimos bem, a produção de cortisona diminui, reduzindo o estresse e aumentando a taxa metabólica”, explica Bianca.

Coma bem

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Uma alimentação equilibrada é a base para quem procura um estilo de vida mais saudável. Comer a cada três horas é uma forma simples de manter o metabolismo ativo porque, ao comer de forma fracionada. E nada de fazer jejum antes do treino! “Quando praticamos exercícios físicos sem comer, nosso corpo passa a estocar gordura e reduzir a taxa metabólica para reter energia”, alerta Bianca.

¹Artigo The journal of clinical endocrinology & metabolism, Volume 82, Issue 10, 1 October 1997, Pages 3208-3212
¹Artigo Metabolism Syndrome and Related Desorders. March 2005, Vol. 3, No. 1:8-13

Fonte: Lipton

 

 

 

 

Dicas para acelerar o metabolismo e aliviar os exageros de final de ano

A comilança da ceia de Natal e do Ano Novo acabou e, agora, a dica é fazer algumas adaptações na alimentação nos próximos dias para ajudar a acelerar o metabolismo e, assim, colaborar com o processo de queima de calorias.

Confira seis dicas simples do médico fundador da Emagrecentro e membro da sociedade brasileira de nutrologia, Edson Ramuth e, da nutricionista Nathália Borghi, da Green Station, para acelerar o metabolismo.

Não esqueça do café da manhã

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Após uma noite de jejum, o corpo precisa de componentes para acelerar o metabolismo. Deixar de lado o café da manhã pode diminuir a capacidade do organismo em queimar gordura, afinal ele vai querer conservar energia. Segundo Ramuth, o ideal é fazer a refeição até uma hora após acordar.

Incremente a salada com peixe

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O consumo da salada durante o almoço, ou jantar, é importante porque é rico em fibras e nutrientes. Uma sugestão da Nathália é acrescentar salmão na salada impulsiona bastante o metabolismo. Outra dica é levar mais tempo para mastigar, pois assim o cérebro tem mais tempo para registrar que o corpo está satisfeito.

O estresse atrapalha até na balança

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O hormônio cortisol do estresse pode causar estragos até na balança. Quando os níveis desse vilão estão muito altos, ele dificulta a desenvoltura do corpo em queimar gordura. “Pratique atividade física. Isso aumenta a longevidade, ameniza o nervoso do dia a dia e, acelera o metabolismo”, diz Ramuth.

Não pule refeições

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Foto: LaurentValentinJospi/Pixabay

Engana-se quem acha que irá emagrecer se deixar de jantar, pois pular as refeições pode induzir o corpo a armazenar mais calorias quando é alimentado, porque ele acredita que não está recebendo comida suficiente. Nathália reforça que fazer todas as refeições diariamente mantém os níveis de açúcar no sangue consistentes e, isso favorece que o metabolismo funcione de maneira correta.

Durma tranquilamente

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Foto: C_Scott/Pìxabay

Uma noite de sono de oito horas ajuda a acelerar o metabolismo. Ramuth recomenda que é importante também ficar sem o celular uns 30 minutos antes de dormir, pois a luz emitida do aparelho cria dificuldades para a mente relaxar e ter um sono tranquilo.

Hidrate-se

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Beber água é importante para o funcionamento do corpo. Segundo a Nathália, além disso, a água otimiza as reações químicas do organismo, o que faz com que o metabolismo seja mais eficiente.