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Confira dicas para cuidar bem dos pés no inverno

As rasteirinhas e sandálias dão lugar às botas e sapatos fechados na estação mais fria, o que favorece o aparecimento de micoses e unhas encravadas

Botas, sapatos fechados, meias e meias-calças. É verdade que os pés ficam bem escondidinhos no inverno, mas não podemos esquecer de cuidar deles também nos dias frios, afinal, este ambiente quentinho e abafado das vestimentas e calçados é o habitat ideal para o desenvolvimento de fungos e bactérias que causam frieiras e micoses, além do ressecamento típico dessa época.

“Muitas pessoas esquecem de cuidar dos pés nesse período mais gelado do ano, mas é nessa estação que surgem esses problemas”, explica Maria de Lourdes Pinheiro, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, rede especializada em cuidados com os pés.

O cuidado com as unhas e a pele da região é fundamental em todas as estações do ano, lembra a podóloga, que ensina algumas dicas especiais para esse momento:

=Escolha sapatos confortáveis que não apertem os dedos para evitar que unhas encravem

=Dê preferência às meias de algodão que absorvem melhor o suor dos pés e permite que respirem

Foto: Nuzree/Pixabay

=Alterne os sapatos que utiliza e deixe-os em local arejado após o uso

=Hidrate os pés com cremes específicos para a região

=Utilize produtos bactericidas nos sapatos e nos pés para evitar fungos e bactérias

=Seque bem os pés após o banho, para prevenir micoses e frieiras

Pixabay

=Procure profissional especializado em podologia ao menos duas vezes por mês

Fonte: Doctor Feet

Lakesia amplia portfólio e lança esmaltes que fortalecem as unhas

Lakesia Duo é uma linha de esmaltes à base de nanotecnologia composta por quatro tons de esmaltes – Nude Cacau, Vermelho Framboesa, Branco Quinoa e Rosa Lichia – com a função de tratar e embelezar.

Lakesia é a marca líder no mercado de cuidados de unhas, atua também, no tratamento da micose, no fortalecimento de unhas e, agora, com a nova linha, no embelezamento das mãos. Os tons dos esmaltes foram desenvolvidos, após pesquisa com consumidoras, que indicaram considerar as quatro cores básicas como suas preferidas.

“A linha tem grande poder fortalecedor por meio da nanotecnologia presente em sua fórmula. É vegana, sem parabenos em sua composição e hipoalergênica. Também proporciona alto impacto estético, com acabamento premium de brilho intenso e alta durabilidade.”, explica Joana Villas Bôas, Gerente de Produto Lakesia do Grupo Genomma Lab.

No Brasil, há 500 mil salões de beleza formais e uma previsão de crescimento de até 4,5%, ainda em 2021. Se considerarmos que 48% dos estabelecimentos são informais, este universo é muito maior.

Trazendo estes números para o universo das manicures e, levando em consideração que existem, em média, cinco profissionais da unha em cada estabelecimento formal, há cerca de 2,5 milhões de manicures no País, que procuram por qualidade nos produtos que usam, levando o melhor atendimento às clientes.

O mercado de unhas

A brasileira ama ter unhas bonitas e investe neste cuidado. Segundo pesquisa da ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos), a ida semanal à manicure é considerado um ritual de beleza sagrado pelas consumidoras.

Na pandemia, os cuidados foram adaptados, pois não era possível ir às esmaltarias e salões de beleza e nem receber as profissionais que atendem em domicílio. As mulheres investiram no autocuidado e adquiriram um kit básico para as unhas, composto por alicate, acetona, algodão, espátula, lixas e esmaltes, no mínimo, cinco cores.

Ainda segundo dados da ABIHPEC, em 2020, infelizmente, o mercado de esmaltes caiu 17%, quando comparado a 2019, pois mesmo com as compras dos itens individuais, uma manicure adquire muito mais cores de esmaltes para oferecer ampla variedade de tons às clientes. Apesar da queda expressiva o ano passado, o segmento prevê crescimento de 3,9% em 2021.

A pesquisa ainda ressalta que ir à manicure é um dos hábitos de beleza que mais faz falta à brasileira e, com a flexibilização do isolamento, retornar com este cuidado está na lista de prioridades das mulheres o que, com certeza, aquecerá o mercado que cresce, em média, 12% e tem um faturamento anual de R$ 237 milhões.

Portfólio completo

Sérum Fortalecedor de Unhas: um dos itens mais tradicionais de Lakesia, lançado em 2019 e líder na categoria de fortalecedores de unha no canal farma, passou por uma modernização de embalagem o que trouxe mais informações aos consumidores, ressaltando toda a sua qualidade. Também à base de nanotecnologia que, a partir da segunda aplicação, promove força às unhas das mãos e pés, ideal para pessoas com incidência de unhas fracas e quebradiças. A indicação é de uso semanal, podendo aplicá-lo sobre unhas limpas ou por cima de esmaltes. “O diferencial do Sérum Fortalecedor de Unhas é que pode ser aplicado por cima do esmalte, não alterando cor ou brilho, e mantendo o seu objetivo de tornar as unhas fortes, estimulando o crescimento”, ressalta Joana. Preço sugerido: R$ 41,99.

Creme Ultra Hidratante: cuidado que seus pés merecem. Os pés também não foram esquecidos por Lakesia lançado no fim de 2020, com o objetivo de aliviar o ressecamento mais extremo dos pés e calcanhares e melhorar a textura da pele, o Creme Ultra Hidratante tem 10% de ureia em sua fórmula e proporciona 48 horas de hidratação tripla (imediata, profunda e duradoura). “O Creme Ultra Hidratante tem eficácia comprovada, já na primeira aplicação, no tratamento da aspereza, repuxamento, descamação e esbranquiçamento da pele, principalmente no calcanhar”, comenta Joana. Preço sugerido: R$ 34,99.

Solução Antimicótica com Iodo: causada por um fungo, a Micose é uma doença que acomete as unhas das mãos e dos pés, deixando-as com manchas brancas, fracas, porosas, deformadas e outros processos infecciosos mais graves, se não houver cuidado. Cerca de 40% dos brasileiros sofrem com mal que tem fácil tratamento. E Lakesia também é referência neste segmento com a Solução Antimicótica com Iodo, medicamento para micose mais vendido no Brasil. Em embalagem de 30 ml, o produto tem função antisséptica e antimicrobiana, combatendo o fungo desde a primeira aplicação. O medicamento é isento de prescrição médica e de uso adulto e pediátrico. Sua aplicação deve ser feita de duas a três vezes ao dia. Preço Sugerido: R$ 39,99

Informações: Lakesia Brasil

Doenças associadas ao verão e o que fazer para evitá-las

Aquecimento global contribui para aumento de problemas de saúde que podem levar à morte

Os principais gases do efeito estufa, que provocam a mudança climática, registraram recorde de concentração em 2018 e não há indícios de desaceleração no horizonte. A informação foi divulgada este ano pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Em novembro de 2018, um relatório publicado pela revista científica britânica The Lancet já chamava a atenção para as graves consequências das ondas de calor para a saúde do ser humano. O relatório constatou que, em 2017, aproximadamente 157 milhões de pessoas em todo o mundo estiveram em situação de vulnerabilidade por conta das altas temperaturas.

pele hidratação protetor solar

O verão brasileiro começou, oficialmente, em 21 de dezembro, embora temperaturas elevadíssimas já haviam sido registradas antes da data. O alerta serve para todos, governantes, indústrias e a população em geral. A saúde corre riscos e o impacto das mudanças climáticas já é um desafio de saúde pública em países como os Estados Unidos, por exemplo, onde anualmente morrem mais de 600 pessoas em decorrência do calor.

De acordo com Maria Camila Lunardi, médica e conselheira do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), é preciso atenção redobrada nesta época do ano, principalmente nos extremos de idade, crianças e idosos; pois geralmente é a temporada de férias e as pessoas ficam também mais flexíveis em relação à dieta alimentar.

“Nos dias mais quentes é preciso cuidar da hidratação, proteção contra os raios solares e evitar exposição demasiada não só ao sol, como também às altas temperaturas. Uma dieta leve, rica em frutas e verduras frescas, também ajuda na prevenção de problemas causados pelo excesso de calor. Além dos cuidados com vestimentas, evitando excesso de roupas nas crianças e tecidos sintéticos que prejudicam a transpiração”, explica a médica.

Saiba quais são algumas das doenças associadas ao verão e o que fazer para evitá-las:

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Pixabay

Doenças transmitidas por mosquitos, como dengue, zika, chikungunha e febre amarela, entre outras, têm maiores chances de ocorrência no verão devido ao aumento do número de vetores;

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Problemas vasculares que vão desde edema nas pernas, pés e mãos, passando por retenção de líquidos, a câimbras;

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Insolação e desidratação, que provocam mal-estar, dores de cabeça, vômitos e diarreias;

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Problemas de pele, como micoses e dermatites, além de problemas tardios como o câncer de pele.

A prevenção contra os males do verão é simples e, de maneira geral, inclui o uso de protetor solar e repelente, alimentação leve, higienização correta dos alimentos, hidratação, redução do esforço físico e exposição ao sol e aos lugares abafados, uso de roupas leves e a preferência às atividades físicas no início da manhã e no final da tarde, sempre em locais arejados e à sombra.

Fonte: Cremesp

Doenças transmissíveis entre pets e humano; quais cuidados você deve tomar

Cuidado consciente. Eles são membros da nossa família que tratamos com muito carinho e amor, mas, é necessário que tenhamos cuidado com sua saúde, higiene e bem-estar. Dar banho regularmente, visitas regulares ao veterinário, vacinas, higiene do local onde o pet costuma ficar são só alguns itens básicos.

A prevenção e a informação ainda são os melhores remédios para nossos pets. Jose Roberto Souza Ribeiro, Diretor Técnico Veterinário da Health For Pet selecionou, então, algumas doenças e os cuidados que devemos ter com cada uma delas.

Micose: é uma zoonose causada por fungos que causam uma infecção fúngica, formando uma erupção em forma de anel na pele ou uma falta de cabelos no couro cabeludo. Vale lembrar que o fungo em si não provoca coceira, somente quando existe uma infecção secundária. Sintomas: mancha avermelhada na pele e intensa coceira. É importante saber que humanos também podem transmitir os fungos para seus pets e não apenas o contrário.

Leptospirose: zoonose transmitida normalmente por roedores que podem passar para cães e humanos acontece pelo contato com a urina do animal contaminado é causada por bactéria presente na urina dos ratos que contamina a água de enchente, lama etc. É transmitida às pessoas quando a pele com pequenas lesões entra em contato com locais e objetos contaminados. É uma doença grave que deve ser tratada de forma rápida e sempre sob a orientação de um médico. Alguns cuidados devem ser tomados para evitar o contágio: Não deixar comida em vasilhames destampados por muitas horas, principalmente durante a noite. Combater os ratos, não descuidar das vacinas dos pets e manter a higiene do local em que o animal fica.

Raiva: transmitida por mamíferos (gato, cachorro, morcegos hematófagos etc.) por meio de mordida. A raiva, embora seja uma doença bem conhecida da população, não deve ser menosprezada, já que causa a morte. O vírus encontra-se presente na saliva de animais infectados e rapidamente ataca o sistema nervoso central, causando uma doença no cérebro seguida de morte. Os sintomas são muitos parecidos com de outras doenças, como por exemplo: febre, dor de cabeça e fraqueza. Portanto, ao associar uma mordida aos sintomas acima, deve-se procurar auxílio médico. Prevenção: é muito importante que seu cachorro seja vacinado já que a doença não tem cura e leva a morte.

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Sarna Sarcóptica: transmitida por cães, gatos, coelhos e cavalos é causada pelo ácaro Sarcoptes scabiei, um parasita que provoca machucados na pele do animal e das pessoas. Este ácaro penetra a epiderme e provoca coceira e inflamação. Os sintomas são pele avermelhada, erupções cutâneas, queda de pelos, crostas na pele e escoriações (por se coçar em excesso). Para evitar esse tipo de contágio é importante que evite o contato dos pets com outros cães, gatos, coelhos, cavalos e humanos e que os animais tomem banho a casa 15 dias. O banho não mata a sarna, mas mantém a higiene do animal.

Doença de Lyme: pode causar uma febre recorrente e calafrios, é provocada pela bactéria espiroqueta Borrelia burgdorferi transmitida por carrapatos presentes em animais domésticos. Além da febre, ela também provoca coceira intensa, manchas vermelhas ou esbranquiçadas na pele, que que pode ser notado a partir do quinto dia após a infecção. Outros sintomas podem ser fadiga, dores musculares, dor de cabeça e aumento de volume dos gânglios linfáticos. De acordo com o Ministério da Saúde e da Agricultura a Doença e Lyme não existe no Brasil.

Febre Maculosa: transmitida pela picada do carrapato Amblyoma cajennense, conhecido como carrapato estrela ou carrapato de cavalo, o contágio se dá pela bactéria Rickettsia ricketsii e os seus sintomas aparecem a partir de 4 a 6 horas a partir da fixação do carrapato na pele. Seus sintomas podem ser confundidos com de uma gripe, o que agrava um breve diagnóstico da doença e tardia o tratamento correto, já que muitas vezes as pessoas não procuram por cuidados médicos e assim agravam o quadro da doença, chegando até mesmo ao óbito. Febre alta, dores de cabeça e dores musculares – acontecem de forma rápida em humanos e além do aparecimento de manchas róseas nas extremidades, como punhos, tornozelos, pescoço, palmas das mãos e solas dos pés.

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Paloma Cleante Gonçalves é Médica da Health for Pet. Graduada em Veterinária pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP), tem vasta experiência profissional em Clínica Geral e Cirurgia de Pequenos Animais, atuou na área de Cardiologia no Hospital Veterinário Público de São Paulo como estagiária e no Aquário de Guarujá em Silvestre no setor de avaliação Clínica e Reabilitação.

Jose Roberto Souza Ribeiro é Diretor Técnico Veterinário da Health For Pet, graduado em veterinária pela Universidade de Alfenas – MG, especializado em Fisioterapia Veterinária pela Universidade do Tennessee e pela Universidade Metodista. É sócio proprietário Centro Veterinário Pet Plus e desde 1993 acumula experiência com clínica, cirurgia e fisioterapia de pequenos animais.

Fonte: Health for Pet

À flor da pele: dez sinais que mostram os efeitos do estresse

O estresse é um dos problemas que mais afetam as pessoas no mundo, e como os brasileiros não é diferente. Causas como dívidas e relação com o público são apontados como os principais motivos desse mal tão comum na vida.

Problemas dermatológicos, como acne, herpes e micose estão entre os mais listados,  mostrando evidências de como o estresse se manifesta no corpo humano. Pensando nisso, a Clínica Sadeb preparou um infográfico com os dez sinais que mostram o efeito do estresse na pele. Confira abaixo e, claro, evite se estressar!

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Verão: especialista dá dicas de como evitar doenças de pele mais comuns

O verão é um período onde as pessoas têm mais tempo para o lazer e ficam um tempo maior expostas ao sol. Para que não haja problemas, principalmente nas férias, e também para que o período seja seguro e com muito divertimento, valem algumas dicas para evitar doenças comuns neste período:

Micoses

As micoses são doenças superficiais da pele, causadas por fungos e leveduras. Estes fungos crescem com facilidade no calor e umidade e são muito ativos no verão. Há inúmeros tipos de micoses que comprometem as pessoas em quase todas as idades.

A micose pode ocorrer no couro cabeludo, pele do corpo, mãos, pés e também nas unhas. A micose mais comum do verão é aquela chamada pitiríase versicolor. Trata-se de manchas brancas, arredondadas com discreta descamação que aparecem principalmente no pescoço, braços e costas. Ela não arde e não coça, mas deixa um aspecto inestético e constrangedor.

As manchas brancas podem se espalhar pelo corpo todo e estas áreas não ficam bronzeadas. O tratamento é feito com cremes antifúngicos tópicos ou orais. Deve-se utilizar xampus adequados, pois o fungo também fica no couro cabeludo.

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Os cuidados importantes são:

·não permanecer com roupas úmidas por um longo tempo;

·secar bem toda a pele, principalmente as dobras, deixando-as bem arejadas.

É importante seguir o tratamento correto até a cura, pois é fácil o fungo crescer novamente. Após o tratamento, as manchas brancas precisam ser estimuladas pelo sol.

Outras micoses comuns são aquelas causadas pelos fungos chamados dermatófitos que comprometem a pele e também os pés, e, nos homens, a virilha. Neste caso, ocorrem placas vermelhas redondas, com bordas elevadas e descamação ou crostas. As lesões coçam e aumentam com facilidade. Na virilha, pode haver lesões bem avermelhadas com verdadeiras bordas elevadas e geográficas e também maceração e aspecto de assadura. Nos pés, pode ocorrer até bolhas que coçam muito e descamam.

As frieiras entre os dedos do pé também são comuns e contaminam os espaços comunitários. As micoses são muito contagiosas e este é um motivo pelo qual deve haver o exame médico prévio, antes de frequentar as piscinas.

Os cuidados são os mesmos, secando muito bem tanto a virilha, como a área entre os dedos dos pés. O tratamento deve ser indicado pelo médico. A lesão dura cerca de 10 dias, deixando a área vermelha e manchada. Evite a automedicação.

Os corticoides melhoram o quadro, mas mascaram o crescimento dos fungos. Além disso, há também o perigo de aparecerem estrias com o uso indiscriminado do corticoide, principalmente nas dobras.

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Fonte: Denise Steiner é coordenadora do Departamento Científico da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD)

Cuidados diários e higienização correta combatem micose e frieira

 

Seus pés te seguram o dia inteiro e por isso merecem um tratamento especial. Na correria do dia a dia alguns cuidados básicos podem passar despercebidos causando micoses e frieiras.

“Micose é uma infecção causada por fungos que vivem na camada de células mortas de nosso organismo. Algumas podem causar coceira, outras causam descamação de pele e unha e perdas de pelo e cabelo. Já a frieira, também conhecida por pé de atleta, é um tipo de micose, geralmente, causada por umidade nos pés”, diz Patrícia Thenório, podóloga da Pro Unha.

Algumas causas de micoses e frieiras são: meias sintéticas, não secar bem os pés e cantos de unhas, usar calçados ou meias de outras pessoas etc. Também é importante alternar o uso consecutivo de sapatos, dando intervalo de pelo menos um dia e deixando-os em local arejado. Além disso, é fundamental lavar os calçados, inclusive palmilhas e cadarços, com sabão neutro e deixá-los secar bem, de preferência em local arejado.

Para ajudar a combater o problema, a Pro Unha, marca de dermocosméticos para o cuidado com os pés, mãos e unhas, tem dois produtos que auxiliam no tratamento. Conheça mais:

Pro Gel

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Blend de óleos essenciais com alta viscosidade para purificação da pele e de unhas ressecadas. Composto por óleos essenciais (melaleuca, anis, cravo, tomilho e óleo vegetal de semente de uva), o produto associa características purificadoras, antifúngicas e antissépticas de forma totalmente harmônica. Pode ser usado sobre o esmalte. Preço sugerido: R$40,00.

Pro Unha Tea Tree Cream

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Creme hidratante cuja fórmula associa um agente fungicida natural Tea Tree Oil (óleo essencial de melaleuca) aos óleos de copaíba e castanha-do-pará, além da manteiga de cupuaçu e que oferece os nutrientes necessários para o fortalecimento de unhas fracas e quebradiças, hidratando e diminuindo a produção excessiva de cutículas.

Além disso, auxilia no tratamento de micoses e frieiras e também pode ser usado sobre o esmalte. O Pro Unha é livre de parabenos e não contém cânfora. Modo de usar: Use uma fina camada de manhã e à noite. Preço sugerido: R$60,00.

Nenhum produto Pro Unha é testado em animais.

*Os produtos da Pro Unha são encontrados em clínicas de podologia ou no site 

 

Dermatologista do Hospital São Luiz dá dicas para evitar micoses no inverno

Alguns hábitos desta estação do ano favorecem a proliferação de fungos

É só as temperaturas caírem para aumentar o uso de sapatos fechados, meias e roupas sintéticas. O problema é que esses hábitos, muito comuns no inverno, favorecem o aparecimento de problemas como micose, uma infecção de pele causada por fungos. Isso acontece porque o calor e a umidade formam um ambiente ideal para a proliferação destes micro-organismos.

Além disso, nesta estação, as pessoas costumam tomar banhos mais quentes e se enxugar mais rápido por causa das baixas temperaturas, deixando de secar algumas partes do corpo adequadamente, entre os dedos dos pés, por exemplo. Segundo Samar Mohamad El Harati, dermatologista do Hospital e Maternidade São Luiz Itaim, além dos pés, que são as partes do corpo nas quais as ocorrência são mais comum, as micoses também podem se manifestar nas axilas e na virilha.

Para evitá-las, o ideal é se secar mais cuidadosamente depois do banho e usar roupas de algodão, que absorvem o suor. “É preciso enxugar bem entre os dedos do pé. Se precisar, pode até usar o secador de cabelos. Se for utilizar uma roupa de lã ou lycra, é bom usar uma malha de algodão embaixo”, recomenda a especialista.

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Foto: Nesstor4u2/Morguefile

Também é importante evitar usar sapatos fechados e meias sintéticas durante o dia todo e deixar os calçados em local aberto e ventilado antes de guardá-los. “Quanto mais o ar estiver circulando, menor o risco de pegar micose, porque o fungo gosta desse ambiente quente e úmido”, explica a dermatologista.

Os principais sintomas da micose são coceira, descamação e vermelhidão. Ainda podem aparecer fissuras, principalmente nos pés. De acordo com a médica, essas fissuras são uma evolução da micose e podem causar até uma infecção bacteriana se não forem tratadas de forma correta. Por isso, o médico é quem deve fazer o diagnóstico e o tratamento.

O procedimento depende da localização e da extensão da micose. Em geral, ele pode ser feito com pomada, que deve ser utilizada por no mínimo 30 dias. “A pele demora 21 dias para se renovar, então precisa tratar por pelo menos um mês para o paciente não achar que melhorou e a infecção acabar voltando”. Se a extensão for maior e o quadro for mais duradouro, o paciente pode precisar tomar remédios orais.

Fonte: Hospital e Maternidade São Luiz

 

Fungos são alguns dos vilões do verão

As micoses superficiais da pele, em alguns casos chamadas de tineas, são infecções causadas por fungos que atingem a pele, as unhas e os cabelos. Os fungos estão em toda parte e podem ser encontrados no solo e em animais. Até mesmo na nossa pele existem fungos, que convivem conosco sem causar doenças.

A queratina – substância encontrada na superfície cutânea, unhas e cabelos – é o “alimento” para estes fungos. Quando encontram condições favoráveis ao seu crescimento, como: calor, umidade, baixa imunidade ou uso de antibióticos sistêmicos por longo prazo (que alteram o equilíbrio da pele), estes fungos se reproduzem e passam então a causar a doença.

Existem várias formas de manifestação das micoses cutâneas superficiais, dependendo do local afetado e também do tipo de fungo causador da micose. As mais frequentes são:

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Pitiríase Versicolor (pano branco): causada por um fungo chamado Malazessia furfur, que provoca manchas redondas e esbranquiçadas no tronco e nos braços. A doença incide principalmente no verão, em indivíduos predispostos e após a exposição solar.

Frieira/pé de atleta: normalmente aparecem como áreas arredondadas, ou ovais, com borda vermelha elevada e descamação no centro.

Onicomicose (micose nas unhas): é caracterizada pelo descolamento da unha, coloração amarelada e a formação de hiperqueratose (massa branca) em baixo da unha.

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Em todos os casos, a presença de umidade e calor predispõe o aparecimento das lesões. A prevenção se faz através de hábitos simples como: enxugar bem as áreas de dobras e entre os dedos dos pés, não andar descalço em pisos constantemente úmidos (lavapés, vestiários, saunas) e usar somente o seu material de manicure. O tratamento é feito com medicações tópicas e/ou orais e deve ser sempre orientado por um dermatologista.

Fonte: Anelise Ghideti, da AE Skin Center, é dermatologista formada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo; Membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Médica colaboradora no Ambulatório de Doenças das Unhas no Departamento de Dermatologia do Hospital das Clínicas da FMUSP.

Mitos e verdades sobre as doenças de pele mais comuns do verão

Você sabia que até 70% das gestantes desenvolvem manchas no rosto? Assim como outras doenças de pele típicas do verão, o problema pode ser prevenido ao evitar calor excessivo, exposição aos raios solares e uso de roupas úmidas. É o que recomenda a dermatologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Maria Bandeira.

Segundo a médica, as doenças mais comuns neste período são as micoses, miliárias (brotoejas), melasmas (cloasma) e foliculites. “O surgimento desses problemas ocorre quando há descuidos que podem causar infecções, manchas, coceiras e sensibilidade na região afetada”, alerta.

Confira as características dessas doenças e conheça os mitos e verdades sobre cada uma delas.

Características

Micoses: em geral são mais comuns no verão e causadas por fungos que aparecem em ambientes quentes e úmidos e atingem as unhas, a pele e o cabelo. Uma das micoses mais comuns acomete os pés e causa coceira na região entre os dedos – popularmente conhecida por frieira.

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Miliária ou brotoejas: é uma doença causada pelo suor excessivo, geralmente acometendo mais crianças que adultos.

Melasma ou cloasma: são alterações pigmentares que afetam a pele, normalmente com o agravamento de manchas marrons em vários pontos do rosto.

Foliculites: trata-se de uma infecção bacteriana que pode surgir com maior frequência no verão devido ao suor e uso de roupas úmidas de praia e piscina.

Mitos e verdades

Só crianças pegam micose?
Mito. Em qualquer idade, as pessoas podem ser infectadas com o fungo. Em boa parte dos casos, a micose dos pés é mais frequente nos homens, ocasionada pelo uso frequente de calçados fechados que deixam os pés úmidos e mais quentes.

A micose é contagiosa?
Verdade. Ela se espalha de pessoa para pessoa, especialmente em casos de compartilhamento de sapatos, meias ou em salões de beleza na utilização de alicates e lixas não esterilizadas.

Brotoeja - Foto The Humming Notes
Brotoeja – Foto: The Humming Notes

Agasalhar as crianças excessivamente é o melhor método de preveni-las da miliária?
Mito. Roupas frescas, como as de algodão, são as mais indicadas, pois ajudam a evitar o excesso de suor e fazem com que a pele transpire com mais facilidade.

O ar condicionado pode ser considerado um aliado no combate à brotoeja?
Verdade. O sistema de ar condicionado diminui a sudorese, prevenindo os ataques alérgicos e inflamações na pele.

Melasma é uma doença comum em homens?
Mito. Embora também seja um problema que afeta qualquer tipo de pessoa, as mulheres são mais propensas a ter a doença.

As gestantes estão mais propensas ao melasma?
Verdade. O fator genético e as mudanças hormonais típicas da gestação contribuem para o surgimento das manchas. A exposição solar é a principal causa da doença.

Foliculite e acne podem ser consideradas a mesma doença?
Mito. Embora muita gente confunda os dois casos, a foliculite não tem relação direta com a oleosidade da pele como a acne. É uma doença que pode ser causada por bactéria e, quando ocorre o uso excessivo de roupas úmidas, é frequente na região das nádegas.

Depilação e roupas apertadas favorecem o surgimento de foliculite?
Verdade. Um dos melhores modos de prevenir a pele é deixando-a respirar. Roupas justas e tecidos grossos desfavorecem essa respiração e devem ser evitados.

Fonte: Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos