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Você sabe o que são flavonoides e por que eles são importantes?

Verduras, legumes, frutas, temperos e até o chocolate amargo contam com flavonoides, compostos químicos altamente antioxidantes que só trazem benefício ao cérebro e ao coração

O que mirtilos, espinafre e chocolate amargo têm em comum? Eles são todos ricos em flavonoides, compostos químicos encontrados nas plantas que lhes dão cor – e poderes medicinais. “Pesquisas mostram que os flavonoides fornecem uma ampla gama de benefícios à saúde, desde sua alta capacidade antioxidante para ajudar a prevenir e combater o câncer e reduzir o risco de doenças cardíacas até preservar a função cerebral. Eles também são apontados como uma estratégia para combater rugas”, explica a médica nutróloga Marcella Garcez, diretora e professora da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). “A principal razão pela qual os flavonoides são bons para nossa saúde é que eles têm efeitos anti-inflamatórios e são antioxidantes”, esclarece.

Os antioxidantes ajudam a combater a inflamação e o envelhecimento celular, segundo Marcella. “Os flavonoides também têm propriedades que podem ajudar a prevenir a formação de coágulos sanguíneos. Um estudo publicado no ano passado na revista Hypertension, da American Heart Association, sugere que flavonoides em alimentos como frutas vermelhas, vinho tinto, maçãs e peras podem influenciar as bactérias intestinais de uma forma que reduz a pressão arterial”, explica.

Por causa disso, os flavonoides desempenham um papel central nas dietas mediterrânea (baseada no consumo de alimentos frescos e naturais como azeite, frutas, legumes, cereais, leite e queijo, e excluindo ou evitando produtos industrializados como salsicha e comida congelada), DASH (que tem como plano principal diminuir a pressão arterial) e MIND (mescla da dieta mediterrânea e DASH), os padrões alimentares mais recomendados pelos especialistas em saúde do coração e do cérebro. “Embora existam algumas diferenças, as três dietas colocam um foco pesado em frutas, vegetais, nozes e feijões ricos em flavonoides”, explica a Dra. Marcella.

No Brasil, a maioria das pessoas não consome flavonoides suficientes, principalmente porque não comem a quantidade diária recomendada de frutas e vegetais. É recomendado que os adultos comam de 1,5 a 2 xícaras de frutas por dia e de 3 a 4 xícaras de vegetais. “Mas, no padrão alimentar ocidental apenas 1 em cada 10 adultos come tantos vegetais e apenas 1 em 8 come uma quantidade suficiente de frutas”, conta a Dra. Marcella.

A boa notícia é que os flavonoides são encontrados em uma variedade tão ampla de frutas, vegetais e outros alimentos que não deve ser difícil encaixá-los em sua dieta. “Eles são encontrados em cerejas, maçãs, uvas, alho-poró e vegetais verdes folhosos, como espinafre, alface romana e couve, além de temperos e especiarias como cúrcuma, páprica, cominho, tomilho, salsa e orégano. Se você come alho e cebola, também vai encontrá-los lá. A soja também conta com esses compostos”, explica a médica.

O ideal, enfatiza a médica nutróloga, é comer uma ampla variedade de alimentos ricos em flavonoides para obter o maior valor nutrológico proveniente deles. “O objetivo é comer uma variedade de frutas e vegetais de cores diferentes. Comer um arco-íris”, exemplifica. “Se você não está acostumado a comê-los, pode incluí-los em sua dieta lentamente, para adequar o paladar. Coma mais um pedaço de fruta por dia; coloque mais um vegetal no seu prato na hora do jantar. Tentar reformular toda a sua dieta pode ser difícil, então comece fazendo pequenas mudanças.”

Comer alimentos frescos e integrais é a melhor maneira de obter os flavonoides de forma como o organismo precisa, mas não é a única maneira. “Se as frutas frescas não estiverem disponíveis, as misturas de frutas congeladas são uma boa alternativa. Frutas e vegetais que são congelados rapidamente retêm altos níveis de nutrientes, armazenam facilmente e podem adicionar variedade ao prato mesmo fora de época. Lembre-se de descongelar lentamente, na geladeira”, explica a médica.

Você também pode beber flavonoides. Bebidas como vinho tinto e chá, especialmente chá preto ou verde, são boas fontes. “Frutas e vegetais também podem ser espremidos em sucos ou smoothies, mas o suco não é o ideal porque remove muita fibra benéfica”, explica a médica. “No entanto, se essa é a única maneira de colocá-los em sua dieta, então faça isso”.

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Para os amantes do chocolate, uma boa notícia: ele é, talvez, a forma mais palatável de incluir flavonoides na rotina. “Mas o chocolate amargo, por conter maior quantidade de cacau, é o que concentra mais flavonoides”, comenta a médica. “Há muitos alimentos que você pode escolher, então coma os que você gosta. E não tenha medo de experimentar novos. Qualquer pessoa que já siga as dietas mediterrânea, DASH ou MIND – ou qualquer dieta baseada em vegetais de alta qualidade – não deve se preocupar. O objetivo é consumir um padrão alimentar saudável. E se estivermos fazendo isso, estaremos consumindo flavonoides suficientes”, finaliza a médica nutróloga.

Fonte: Marcella Garcez é médica nutróloga, Mestre em Ciências da Saúde pela Escola de Medicina da PUCPR, Diretora da Associação Brasileira de Nutrologia e Docente do Curso Nacional de Nutrologia da Abran. Membro da Câmara Técnica de Nutrologia do CRMPR, Coordenadora da Liga Acadêmica de Nutrologia do Paraná e Pesquisadora em Suplementos Alimentares no Serviço de Nutrologia do Hospital do Servidor Público de São Paulo. Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e da Sociedade Brasileira para o Estudo do Envelhecimento. Instagram: @dra.marcellagarcez

Dieta MIND ligada a melhor desempenho cognitivo – por Rubens de Fraga Júnior*

O envelhecimento afeta o corpo e a mente. Por exemplo, o tecido do cérebro humano envelhecido às vezes desenvolve aglomerados anormais de proteínas que são a marca registrada da doença de Alzheimer. Como você pode proteger seu cérebro desses efeitos?

Pesquisadores do Rush University Medical Center descobriram que idosos podem se beneficiar de uma dieta específica chamada dieta MIND, mesmo quando desenvolvem esses depósitos de proteína, conhecidos como placas amiloides e emaranhados, que são uma patologia encontrada no cérebro e se acumulam entre as células nervosas, normalmente interferindo nas habilidades de pensamento e resolução de problemas.

Desenvolvido pela falecida Martha Clare Morris, ScD, que era uma epidemiologista nutricional do Rush, e seus colegas, a dieta MIND é um híbrido das dietas mediterrânea e DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension). Estudos de pesquisa anteriores descobriram que a dieta MIND pode reduzir o risco de uma pessoa desenvolver a demência na doença de Alzheimer.

Agora, um estudo mostrou que os participantes do estudo que seguiram a dieta MIND moderadamente não apresentaram problemas de cognição, de acordo com um artigo publicado em 14 de setembro no Journal of Alzheimer’s Disease.

“Algumas pessoas têm placas e emaranhados suficientes em seus cérebros para ter um diagnóstico post mortem da doença de Alzheimer, mas não desenvolvem demência clínica durante a vida”, disse Klodian Dhana, MD, Ph.D., principal autor do artigo e professor assistente na Divisão de Geriatria e Medicina Paliativa do Departamento de Medicina Interna do Rush Medical College.

“Alguns têm a capacidade de manter a função cognitiva, apesar do acúmulo dessas patologias no cérebro, e nosso estudo sugere que a dieta MIND está associada a melhores funções cognitivas, independentemente das patologias cerebrais relacionadas à doença de Alzheimer.

Pesquisadores examinaram as associações de dieta – desde o início do estudo até a morte – patologias cerebrais e funcionamento cognitivo em idosos que participaram do Projeto de Envelhecimento e Memória em andamento do Rush Alzheimer’s Disease Center, que começou em 1997 e inclui pessoas morando na grande Chicago. Os participantes eram em sua maioria brancos sem demência conhecida, e todos concordaram em se submeter a avaliações clínicas anuais enquanto vivos, além de autópsia cerebral após sua morte.

Os pesquisadores acompanharam 569 participantes, que foram convidados a completar avaliações anuais e testes cognitivos para ver se haviam desenvolvido problemas de memória e julgamento. A partir de 2004, os participantes receberam um questionário anual sobre a frequência com que comeram 144 itens alimentares no ano anterior.

Usando as respostas do questionário, os pesquisadores deram a cada participante uma pontuação da dieta MIND com base na frequência com que os participantes comeram alimentos específicos. A dieta MIND tem 15 componentes dietéticos, incluindo 10 “grupos de alimentos saudáveis para o cérebro” e cinco grupos não saudáveis – carne vermelha, manteiga e margarina em barra, queijo, doces e tortas e frituras ou fast food.

Para aderir e se beneficiar da dieta MIND, uma pessoa precisaria comer pelo menos três porções de grãos inteiros, um vegetal de folhas verdes e um outro vegetal todos os dias – junto com uma taça de vinho – lanche quase todos os dias com nozes, e feijão dia sim, dia não, comendo aves e frutas vermelhas pelo menos duas vezes por semana e peixes pelo menos uma vez por semana. A pessoa também deve limitar a ingestão de alimentos não saudáveis designados, limitando a manteiga a menos de 1 1/2 colher de chá por dia e comendo menos de uma porção por semana de doces e tortas, queijo gordo integral e frituras ou fast food.

Com base na frequência de ingestão relatada para os grupos de alimentos saudáveis e não saudáveis, os pesquisadores calcularam a pontuação da dieta MIND para cada participante durante o período do estudo. Uma média da pontuação da dieta MIND desde o início do estudo até a morte do participante foi usada na análise para limitar o erro de medição. Sete medidas de sensibilidade foram calculadas para confirmar a precisão dos resultados.

“Descobrimos que uma pontuação mais alta na dieta MIND foi associada a melhores habilidades de memória e raciocínio, independentemente da patologia da doença de Alzheimer e outras patologias cerebrais comuns relacionadas à idade. A dieta parecia ter uma capacidade protetora e pode contribuir para a resiliência cognitiva em idosos”, disse Dhana.

“Mudanças na dieta podem afetar o funcionamento cognitivo e o risco de demência, para melhor ou para pior”, continuou ele. “Existem mudanças bastante simples na dieta e no estilo de vida que uma pessoa pode fazer que podem ajudar a desacelerar o declínio cognitivo com o envelhecimento e contribuir para a saúde do cérebro”.

Fonte: Klodian Dhana et al, MIND Diet, Common Brain Pathologies, and Cognition in Community-Dwelling Older Adults, Journal of Alzheimer’s Disease (2021). DOI: 10.3233/JAD-210107

*Rubens de Fraga Júnior é professor titular da disciplina de gerontologia da Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná. Médico especialista em geriatria e gerontologia pela SBGG.

Decoração: MinD anuncia ação de Black Friday

MinD, marca conceito nascida para oferecer uma experiência personalizada de decoração, promove ação de Black Friday, tradicional venda com descontos atrativos, de origem americana, que vem sendo adotada por diversos países nos últimos anos. O Esquenta Black Friday – com descontos de até 60%, começa dia 12 de novembro.

A Black Friday Especial acontece nos dias 23, 24 e 25 do mesmo mês e, assim como no e-commerce, os preços podem cair até 70%. A diferença é que na loja virtual a promoção dura um dia a mais, até o 26 de novembro.

O ‘Esquenta’ traz produtos especiais como a ‘Coqueteleira Furtacor’ com 51% de desconto, de R$ 99 por R$ 49, o ‘Painel de Recados Dourado’ comercializado anteriormente por R$ 299 na promoção sai por R$ 199. A capa de almofada ‘Folk’ sai de R$ 149 por R$ 99, e o’Pote Metal Cobre’, de R$ 59 por R$ 39, ambos com 34% de desconto, são alguns dos exemplos.

Entre os produtos que entram na Black Friday Especial, estão algumas opções de luminárias, taças, bowls, porta retrato, travessas, almofadas e outros artigos decorativos para a casa. O conjunto de ‘Duplas taças Sobremesa Abacaxi’ estará com 50% de desconto, de R$ 119 por R$ 59, a ‘Luminária Cinema’ com 60% de desconto, de R$ 249 por R$ 99. A ‘Travessa Escandinava’, que custava R$ 79, ganha 51% de desconto e passa a custar R$ 390 cada. Nos itens decorativos, os descontos podem chegar a 70%, como no caso da ‘Luminária de Mesa Vaso Concreto’, de R$ 199 por R$ 59.

Confira algumas peças:

PAINEL DE RECADOS DOURADO DE R$29900 POR R$19900 33%OFF

Painel de recados dourado de: R$ 299,00 por: R$ 199,00 – 33%OFF

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Miniestante de metal vermelha de: R$ 279,00 por R$ 179,00 – 36%OFF

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Luminária de mesa Office de: R$ 299,00 por: R$ 199,00 – 33%OFF

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Coqueteleira Furtacor de: R$ 99,00 por: R$ 49,00 – 51%OFF

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Carrinho Metal Laranja de: R$ 499,00 por: R$ 399,00 – 20%OFF

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Banco de tricô cinza de: R$ 299,00 por R$ 199,00 – 33%OFF

Informações: Casa MinD

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