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Cortes modernos para cabelos grisalhos

Até um tempo atrás, muitas de nós queriam esconder os fios brancos, mas esse comportamento vem mudando. Atualmente, há cada vez mais mulheres que, em vez de disfarçar, querem fazer o oposto. Elas, na verdade, almejam mostrar o cabelo grisalho.

Geralmente um reflexo do envelhecimento, os fios brancos começam a surgir pois o corpo passa a produzir menos melanina a partir de uma certa idade. É um processo gradual, o qual vamos percebendo aos poucos. Para algumas, começa na casa dos 30 anos, e para outras, nos 40. Para quem está na faixa dos 50, com certeza, já dever ter alguns, ou mesmo vários fios brancos. O início do processo, muitas vezes, depende da genética da pessoa. Mas fatores como estresse e depressão podem acelerar a sua chegada.

A boa notícia é que não precisamos mais das tintas para ser elegantes e ter boa aparência. Antigamente, isso era um privilégio somente dos homens. Mas hoje em dia, as mulheres não devem mais se acharem desleixadas por cultivarem fios brancos. Há vários penteados e cortes que valorizam os grisalhos e dão um tom moderno a eles. E as opções estilosas são inúmeras. Pode ser um corte pixie, um bob em camadas, chanel clássico e até mesmo uma franja. Escolha o que melhor combine com a sua personalidade e/ou rosto.

O corte pixie, de alguma forma, pode ser considerado um clássico. Ele sempre foi associado com liberdade e muitas atrizes aderiram a esse corte nas décadas passadas, como Mia Farrow, em O Bebê de Rosemary, nos anos 60. Mais recentemente, foi adotado pela atriz Halle Berry. O corte em si apresenta fios longos na frente e franja um pouco mais comprida. Já a nuca, vem bem curta. É recomendado para quem tem muito cabelo, para que seja possível desfiá-lo com a navalha.

 

O corte bob, por sua vez, valoriza a cor natural do cabelo. As suas camadas ajudam no volume e caimento dos fios. E ele tem a medida certa. Para muitos, ele é moderno, mas não muito ousado. Portanto, um coringa, servindo para várias ocasiões e personalidades.

Cuidados para cabelos brancos

Como acabamos de dizer, fios brancos têm menos melanina. E isso os torna mais sensíveis, merecendo cuidados especiais. Os shampoos com menos sal e de formulação natural são os mais indicados. E outro ponto importante para quem tem cabelo branco: um certo amarelamento dos fios. Essa mudança na tonalidade, geralmente, é causada por exposição ao sol. O segredo aqui é usar shampoo neutralizador. Mas não exagere na dose, os fios podem ficar roxo. Uma ótima dica é também usar um shampoo desamarelador.

Como ele também tende a ser mais poroso, outra dica é hidratá-lo regularmente. E se você gosta de usar aparelhos como chapinha e secador, sugerimos usar alguma proteção térmica, pois a temperatura alta pode ressecar as fibras capilares.

Fonte: All Things Hair

Shoppings da Multiplan em São Paulo promovem a Semana do Lápis Vermelho

Campanha digital promove liquidações da Semana do Brasil

Entre os dias três e 13 de setembro, o Shopping Anália Franco, MorumbiShopping, Shopping Vila Olímpia e ParkShopping São Caetano, no ABC Paulista, realizam a campanha digital Semana do Lápis Vermelho, para promover as liquidações da Semana do Brasil, que vai reunir descontos de até 70% em produtos de diversos segmentos.

Para facilitar o acesso dos consumidores às promoções e impulsionar as vendas dos lojistas, as ofertas estarão disponíveis também no superapp Multi e nos sites dos shoppings. Em cada empreendimento, a página do Lápis Vermelho agora está integrada ao canal de Venda Direta da Companhia e dispõe de um botão “comprar”, que direciona os clientes para o WhatsApp da loja, permitindo o contato direto para a compra.

“Vemos a realização da Semana do Lápis Vermelho como mais uma forma de apoiar o comércio e estar perto dos clientes. Além de mantermos o protocolo de segurança para garantir o cuidado com todos dentro dos nossos shoppings, vamos reforçar a divulgação online das promoções, que podem ajudar na retomada da atividade econômica”, afirma Vander Giordano, vice-presidente Institucional da Multiplan.

Durante todo o ano, o tradicional selo Lápis Vermelho divulga as melhores ofertas da rede, além de dicas de moda, beleza, e experiências nos shoppings Multiplan. Os clientes dos shoppings podem acompanhar os descontos pelo site, pelo Facebook e Instagram, além dos sites e redes sociais dos empreendimentos. Além disso, todos os anos, acontecem as edições de verão e inverno da Liquidação do Lápis Vermelho.

A campanha digital da Semana do Lápis Vermelho será veiculada nos sites e nas redes sociais dos shoppings, do Lápis Vermelho e do Multi, além de notificações push no próprio superapp da Multiplan. As promoções incluem produtos em oferta, descontos progressivos e ações como loja inteira em promoção.

Alguns exemplos de ofertas:

Anália Franco:


 M Officer – Jaqueta de couro feminina, de R$ 3.997,80 por R$ 998,90 (75%)
Todomoda – Mochila de verniz croco amarela, de R$ 119,90 por R$ 36,00 (70%)
Occhialeria – Óculos Solar Fendi, de R$ 1.551,00 por R$ 575,50 (63%)
Casa das Cuecas – Samba Canção Tricoline, de R$ 99,90 por R$ 49,90 (50%)

MorumbiShopping:


Granado Pharmacias – Eau de Toilette Vintage 100ml Eucalipto, de R$ 115,00 por R$ 34,50 (70%)
VR Collezione – Calça Xadrez, de R$ 539,00 por R$ 269,50 (50%)
 Munny – Vestido estampando praiana -tamanho 38 ao 42, de R$ 267,00 por R$ 99,00 (63%)
 Alme – Scarpin Cobogó, de R$ 295,00 por R$ 150,00 (49%)

Vila Olímpia:


Grandvision by Fototica – Armação Ray-Ban, de R$ 529,00 por R$ 264,50 (50%)
Guess – Suéter masculino, de R$ 299,00 por R$ 149,50 (50%)
Prego – Coturno Lumberjack, de R$ 189,90 por R$ 79,90 (58%)
Loft Style – Chamise mix de estampas rose. Ref.: 0192280, de R$ 229,90 por R$ 109,90 (52%)

ParkShoppingSãoCaetano:


 Intimissimi – Sutiã Sofia, de R$ 169,00 por R$ 50,70 (70%)
Milon – Sandália Laço, de R$ 149,00 por R$ 74,00 (50%)
Side Walk – Bota Masculina, de R$ 459,00 por R$ 321,30 (30%)


Camicado – Porta ração Cat, de R$ R$ 119,99 por R$ 35,99 (70%)

 

Tie dye: saiba mais sobre a técnica de tingimento que virou tendência

A consultora de imagem Érica Cunha Alvarenga aponta que é preciso respeitar o seu estilo antes de embarcar naquilo que está na moda

A técnica de amarrar e tingir, mais conhecida como tie dye, tem aparecido fortemente nesses últimos tempos em roupas, acessórios e até em máscaras de proteção. Segundo a consultora de imagem, Érica Cunha Alvarenga a técnica de tingimento teve início nos anos 1970 e está bem atrelada ao movimento hippie.

tie-dye camisetas coloridas loja cabides Karol Olson por Pixabay
Foto: Karol Olson/Pixabay

“Tudo era feito de modo artesanal, bem comum naquela época. E agora, essa tendência vem com tudo nas ruas e principalmente nas redes sociais, artistas, blogueiros e fashionistas”, aponta a expert.

Mas será que essa moda fica bem para todas as pessoas? Érica afirma que basta respeitar o seu estilo.

vestido tie dye

“Se você tem um estilo criativo e esportivo juntos, você pode sim usar o look. Aliás, essa moda é um ótimo exemplo quando vejo quase todo mundo usando, mas sem ter a menor ideia de Estilo, mas usa por estar na moda. Se for para você seguir esse padrão, não existe problema nenhum em se jogar no look, mas pra quem conhece de estilo e sabe o seu próprio, tem conhecimento que, muitas vezes, a moda atrapalha para que possamos manter a nossa originalidade”, pontua.

A idade da pessoa não é uma questão crucial na hora de adotar a tendência, desde que esteja de acordo com quem você é.

vestido tie dye mulher

“Tie dye transmite uma mensagem jovem, criativa, de pessoas que não se incomodam em combinar muito suas peças. Geralmente, são artistas, mas o mundo é livre e se você se sentir bem e quer usar, aproveite, mas é muito importante saber que você passar a ideia de estar na Moda, nem sempre é ser quem você é, e isso é um fato, o tie dye está aí para provar. Se você se preocupar com sua imagem e o que ela transmite e, repito, não tiver nos seus estilos o criativo e esportivo, é melhor repensar o que é mais importante pra quem você é”, analisa.

Érica diz que as combinações são diversas, quando Érica conversou com muitas das clientes criativas que tem, ouviu que elas usariam de diversas formas.

denim tie dye

“Clientes tradicionais e criativas, disseram que usariam tranquilamente com uma calça de alfaiataria e um sapato Oxford. Já as clientes com estilo feminino, disseram que usariam com um vestido leve fluido, que pudesse ser de tie dye. Outras com um estilo esportivo mais forte, colocariam com uma camiseta, e uma saia jeans. E as elegantes e as sensuais disseram que seria um pouco mais difícil de usar, mas que um salto não poderia faltar. Mas todo mundo pode criar seu estilo e maneira de usar. Sempre falo quanto mais original for, mas sua personalidade carrega esse ou qualquer outro look”, finaliza.

Fonte: Érica Cunha Alvarenga

 

A moda agora é o reúso

Estilo, consumo inteligente e oportunidade de negócio: entenda por que a procura por brechós está crescendo

 

A indústria da moda é responsável por cerca de 8% a 10% das emissões globais de gases-estufa e impacta o meio ambiente mais do que o transporte marítimo e o avião juntos, além de ser a segunda economia que mais consome água e responsável por liberar 500 mil toneladas de microfibras sintéticas nos oceanos ano a ano, de acordo com levantamento feito pela ONU Meio Ambiente em 2019.

Questões como produção, escolha de matérias-primas, descarte quase que imediato das peças pelos consumidores e intensa fabricação mundial estão entre os fatores mais críticos para a poluição ambiental. Ainda segundo a ONU, apesar do lucro, pois a indústria está avaliada em cerca de US$ 2,4 trilhões e emprega mais de 75 milhões de pessoas internacionalmente, são perdidos anualmente cerca de US$ 500 bilhões com o descarte de roupas que vão para lixões e aterros sem serem recicladas.

Devido a algumas revoluções no universo da moda, a evolução das gerações e da consolidação das mídias sociais e das novas tecnologias como a principal fonte de busca e manifestação dos consumidores modernos, o mercado compreendeu que as roupas deixaram de ser apenas um item de necessidade básica e se transformaram em símbolos culturais, objetos de desejo, poder de aquisição e parte importante da impressão de personalidade.

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Em contrapartida, muita coisa vem mudando nos últimos tempos. Os consumidores, especialmente as novas gerações, estão cada vez mais envolvidos em questionar e cobrar das marcas e indústrias comprometimento e posicionamentos sobre temáticas como inclusão e empoderamento, conforto atrelado a estilo, ações sustentáveis e processo de produção e descarte de roupas, o que resultou em uma significativa mudança de comportamento que estreita e repensa a relação das pessoas com o consumo de roupas e acessórios e tem provocado grandes mudanças no mercado, principalmente na moda.

Quem ganhou com isso foram os brechós, que, muitas vezes, são a opção número um para quem deseja ter uma peça “nova” sem ceder às tradicionais lojas de departamento.

O preconceito com os brechós vem sendo desmistificado e parou de ser visto como um ambiente pouco convidativo, com itens velhos e mal-conservados. Os motivos variam, mas comprar peças de segunda mão caiu no gosto das pessoas e atinge diversas camadas sociais. De todos os estilos e gostos, eles podem ser voltados para diversos setores da moda, inclusive para os de luxo, com itens de estilistas e alfaiates.

Oferecer um leque de opções que varia entre produtos para crianças, jovens, adultos, gêneros e até mesmo para pets e para casa, além de proporcionar outras vantagens, como, por exemplo, a comodidade de receber as compras em casa, excelente preço e qualidade, inclusão, rapidez e confiança ao tratar diretamente com o proprietário do brechó.

Um levantamento feito pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostrou que seis em cada dez consumidores compraram algum item usado entre 2018 e 2019. A maioria dos entrevistados (96%) ficou satisfeita com a aquisição.

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Atentas a essa tendência, as empresárias Raquel Sandenberg Lins (30) e Isabel Sandenberg Lins (25), fundadoras do Brechó Choque Size, encontraram uma oportunidade de negócio em Vila Velha, no Espírito Santo. ‘’Tenho um armário bem pequeno de roupa hoje em dia, e 80% é brechó. Não entro em uma loja popular há mais de dois anos. Ao me mudar para cá, tive essa sacada que não tem peças Plus Size nem muitos brechós aqui onde estou. Com isso, veio a ideia do brechó’’, comenta Raquel.

A previsão é de que o mercado second hand continue em ascensão e dobre até 2025. De acordo com pesquisa realizada pela GlobalData, empresa de análise de varejo, o valor movimentado pelo segmento deve ir de US$ 24 bilhões para US$ 51 bilhões.

A transformação digital passou a ser uma aliada da crescente procura por brechós ao unir e facilitar, tanto para as pessoas que usam a tecnologia para empreender na internet, quanto para quem procura consumir os itens divulgados. “No passado, o consumidor precisava procurar no brechó muitas peças até encontrar o que combinasse com seu estilo. Hoje, ele consegue rapidamente navegar nas fotos do brechó, como se fosse uma vitrine digital, facilitando a visualização das peças e se inspirando em visuais ou composições sugeridas pelas lojas”, explica Davi Paunovic, consultor de negócios do Sebrae-SP.

Basta pesquisar no Google ou nas redes sociais para encontrar rapidamente muitos perfis de brechós. A facilidade encontrada para abrir esse tipo de negócio é clara: os investimentos iniciais são baixos e todo o processo é rápido e eficaz. Sites especializados e redes sociais correspondem aos principais canais de compras, com 69% e 54% de preferência do público, respectivamente. Para essa pesquisa, a CNDL ouviu 837 consumidores acima de 18 anos de ambos os sexos, de todas as classes sociais, residentes nas 27 capitais do país.

Cada vez mais, a moda, os modelos de negociação e a forma de consumo se modificam, e é preciso se adaptar. Os brechós vão na contramão das tendências fast fashion e estão alinhados com as expressivas mudanças de comportamento e já dividem espaço com as vitrines de lojas populares e marcas renomadas. A prova disso é que algumas peças são vendidas no momento em que são publicadas no feed ou em poucas horas.

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Outros temas que impulsionam as compras em brechós são a facilidade de encontrar peças vintage, como calça mom jeans, suéteres, entre outros, a cuidadosa curadoria, acessar grandes marcas com menor custo e a valorização das roupas e do trabalho dos vendedores independentes. O movimento slow fashion ou o ato de repassar roupas usadas para frente proporciona um imenso impacto social, econômico e sustentável.

E-book gratuito traz dicas para quem quer descomplicar looks e se vestir bem

A influenciadora digital e consultora de imagem, Marcela Moura, fez uma seleção pessoal que facilita a composição de looks modernos e atuais

Mulheres que gostam de moda sabem que os detalhes fazem toda diferença para compor um look. Em sua trajetória profissional, a Consultora de Imagem Marcela Moura acompanha as dificuldades das seguidoras do perfil no Instagram, nas mensagens que recebe diariamente compartilhando a mesma dúvida: como deixar as produções mais modernas e levantar a autoestima?

Um armário repleto de conteúdo para muitas mulheres representa uma dificuldade em meio a tantas referências. “Algumas peças básicas como acessórios e até pequenos detalhes conseguem mudar completamente uma produção e despertar a atenção das pessoas para a imagem que você realmente deseja transmitir”, conta Marcela.

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Foi da vasta experiência na consultoria de imagem que nasceu o e-book Love seu Look. Com conteúdo gratuito, enxuto e altamente ilustrativo, Marcela fez uma seleção das dez dicas que segue à risca em suas composições para facilitar a vida das mulheres que curtem estar bem vestidas.

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“A proposta não é estimular novas compras e, sim, a criatividade das leitoras. Podemos deixar uma camisa mais poderosa com um simples broche, usar de diferentes formas o mesmo acessório, como um lenço, e dar mais bossa às produções com um sapato colorido ou um mix de colares”.

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Na lista das melhores escolhas, Marcela mostra como a simples barra virada deixa o jeans mais estiloso. Para a consultora, as sobreposições, incluindo tricots com diferentes texturas, kimonos, jaquetas e até coletes dão um charme especial aos looks e são coringas no guarda-roupa.

Na moda, as tendências vão e voltam, mas algumas peças como o tênis, ganham novas versões e não perdem a evidência. Com solado alto ou na versão mais glamourosa cravejado de pedrarias e desenhos ele vai bem com as peças diversificadas, de calças aos shorts de alfaiataria passando pelas saias midi.

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Para a especialista “o que faz realmente diferença em um look, acima de tudo, é a essência de quem está por trás dele”. Esse é o exercício da consultoria de imagem, a base do trabalho de Marcela, que afirma ser uma experiência reveladora para quem tem a oportunidade de vivenciá-la.

Com formação na área de Marketing e Administração e apaixonada por moda e estilo, a consultora tem ajudado muitas mulheres a se amarem mais por meio de suas produções.

 

Claudia Raia, Bruna Marquezine e Maju Coutinho participam do Bazar Ao Vivo Pela Vida

Personalidades doaram peças para arrecadar dinheiro para o Fundo Emergencial para a Saúde e para a Ação da Cidadania; loja online vai funcionar dentro do aplicativo Ame Digital e além de colaborar com projetos sociais, as compras vão gerar cashback

Que tal poder comprar uma blusa ou um vestido diretamente do guarda-roupa de uma personalidade como Claudia Raia, Maju Coutinho, Isis Valverde ou Karol Conka? Além de obter uma peça especial, quem fizer a compra também entrará em uma corrente de solidariedade, pois o valor integral do produto será destinado a projetos sociais ligados ao combate à fome e aos impactos do novo coronavírus no sistema de saúde.

Esta é a proposta do Bazar Ao Vivo Pela Vida, uma iniciativa do movimento Ao Vivo pela Vida, idealizado pelo Grupo Dadivar, em parceria com a Ame Digital. O movimento surgiu a partir de um festival, realizado no final de abril, que conseguiu arrecadar mais de R$ 1 milhão até o final de maio.

O bazar online funciona dentro do aplicativo da Ame, foi lançado no dia 13 de junho e está disponível tanto para iOS quanto para Android. O valor arrecadado com as vendas será destinado ao Fundo Emergencial para a Saúde – Coronavírus Brasil e para a Ação da Cidadania. As duas organizações também foram beneficiadas com os recursos arrecadados no festival Ao Vivo pela Vida.

Claudia Raia, Maju Coutinho, Sabrina Sato, Bruna Marquezine, Isis Valverde, Karol Conka, Mariana Ximenes, Camila Queiroz e Fiorella Mattheis são algumas das personalidades que doaram peças de roupas e acessórios de seus acervos pessoais para serem vendidos.

A cada semana, em todas as quintas-feiras, o bazar terá novidades de roupas e objetos doados por pessoas famosas. As empresas de logística e entrega Box e Águia Branca também são parceiras da iniciativa e vão garantir todos os protocolos sanitários de higienização e de transporte das peças para que os novos donos as recebam sem risco de contágio do novo coronavírus.

Além de colaborar com os projetos sociais, as compras também vão render cashback (dinheiro de volta) aos clientes do Bazar Ao Vivo Pela Vida. Cashback é um programa de incentivos da Ame Digital, que vai devolver 5% do valor das compras – com um limite de R$ 50 – para ser usado tanto em compras futuras no bazar quanto nas outras opções de negócios dentro do aplicativo.

As doações destinadas ao Fundo Emergencial para a Saúde – Coronavírus Brasil serão direcionadas a entidades como Fiocruz, Santas Casas de Misericórdia, Comunitas e outras organizações de saúde para a compra de respiradores, testes para diagnóstico de Covid-19, equipamentos hospitalares e de UTI, além de materiais para profissionais da saúde e medicamentos.

A Ação da Cidadania é uma organização fundada pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, em 1993. Com a crise do novo coronavírus impactando famílias mais vulneráveis, a organização está intensificando a atuação como distribuidora de pratos de comida por todo o país.

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Festival Ao Vivo Pela Vida

Arrecadar doações para o fortalecer o sistema de saúde e atuar contra a fome no Brasil são as bases do movimento Ao Vivo Pela Vida, que começou em abril, com o Festival Ao Vivo Pela Vida.

A iniciativa ocorreu ao longo de três dias e foi promovida pelo Grupo Dadivar, de Enzo Celulari, e pela Agência Suba, de Fabiana Bruno. Nomes como Luciano Huck, Bruna Marquezine, Angélica, Cláudia Raia, Anitta, Isis Valverde, Fernanda Souza, Fernanda Gentil, Mariana Ximenes, Fabiana Karla e padre Fábio de Melo se mobilizaram no combate ao coronavírus com lives realizadas em seus perfis no Instagram ou YouTube.

Outras iniciativas

Durante os três dias de festival e até o fim de maio, por meio de doações individuais e de empresas, quase de R$ 1 milhão já foram arrecadados, sendo destinados às instituições Ação da Cidadania, que atua no combate à fome, e ao Fundo Emergencial Para a Saúde, que repassa recursos para importantes entidades de saúde como Fiocruz, Santas Casas, Comunitas e outras. As doações continuam pelo site.

Além da arrecadação durante os três dias do festival e das doações pelo site, outras iniciativas também fizeram parte do movimento. Manu Gavassi se uniu ao Ao Vivo Pela Vida e as doações arrecadadas em seu live foram revertidas para a Ação da Cidadania. A Live do Samba, promovida pela escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, também foi uma iniciativa do Ao Vivo Pela Vida.

O Bazar Ao Vivo Pela Vida é mais uma iniciativa deste movimento para ajudar a saúde pública e pessoas em situação de vulnerabilidade. As vendas acontecerão por meio da loja virtual do bazar no aplicativo da Ame.

Kopenhagen e Reserva lançam collab para comemorar mês dos namorados

Para celebrar o Dia dos Namorados de uma forma exclusiva, a Kopenhagen se uniu à Reserva para o lançamento de uma coleção de camisetas com o personagem Língua de Gato, um dos maiores clássicos da chocolateria. A ação exclusiva trará quatro opções de estampas com temas que brincam com um dos maiores ícones da marca de uma forma mais descolada e fun.

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A inspiração da parceria se deu pela figura do famoso gatinho branco e todo o conjunto visual da linha. Para Maricy Porto, diretora de marketing do Grupo CRM (Chocolates Cacau Brasil e Kopenhagen), “Esse lançamento traduz a modernidade de uma marca de mais de 90 anos de história, que está sempre se reinventando e levando inovações para os fãs, que poderão ter a Kopenhagen presente não somente no paladar. Celebraremos o Dia dos Namorados de forma diferente, com uma collab especial, que dará vida a um dos nossos personagens mais importantes”.

A ação compreende uma edição limitada, e apenas mil kits serão disponibilizados para venda no site da Reserva, até dia 30 de junho, e custarão, em média, R$ 189,00. No último domingo (31), as duas marcas estiveram juntas em uma live no Instagram (@reserva e @kopenhagen_) comandada pelos CEOs Renata Vichi (Kopenhagen) e Rony (Reserva) para anunciarem a parceria ao público.

“Unimos duas empresas brasileiras apaixonadas pelos clientes em pleno Mês dos Namorados. O resultado não poderia ser melhor”, comemora Rony Meisler, CEO do Grupo Reserva. “Além dos kits inéditos que certamente vão surpreender e emocionar os clientes, cada venda viabilizará cinco pratos de comida pelo projeto 1P5P da Reserva”, completa.

Serão quatro kits (masculinos e femininos), contendo, em cada um, uma camiseta estampada com a mascote da Linha Língua de Gato Kopenhagen em poses diferentes, acompanhadas de frases divertidas e três itens da linha: caixa de Língua de Gato trufada, caixa de trufas Língua de Gato e tablete ao leite Língua de Gato.

“Estamos muito animados com essa ação, principalmente porque, no desenvolvimento de todo o planejamento e dos produtos, percebemos o quanto Kopenhagen e Reserva® estão alinhadas em seus valores e propósitos, tendo sempre o consumidor no centro da estratégia e buscando promover experiências extraordinárias por meio dos nossos produtos. Tenho certeza de que essa será a primeira collab de muitas que ainda vamos desenvolver”, afirma Renata Vichi, CEO do Grupo CRM, que compreende as marcas Kopenhagen, Chocolates Brasil Cacau, Lindt Brasil e Kop Koffee.

Algumas criações:

 

 


As vendas da collab começaram no dia primeiro, por meio do site da Reserva. O kit Namorados Língua de Gato com 1 camiseta Língua de Gato Reserva + mix de chocolates Língua de Gato (Caixinha Língua de Gato 85 g trufada + Régua de Trufas Língua de Gato + Tablete ao Leite Língua de Gato) estará disponível de R$ 213,60 por R$ 189,00. As camisetas estão disponíveis nas modelagens feminina e masculina, nos tamanhos de P a 3G.

Renner lança camisetas com parte da venda revertida para ações de combate à Covid-19

A cada peça adquirida marca reverte R$ 10 a iniciativas que buscam minimizar os impactos sociais provocados pelo novo coronavírus

Transmitir mensagens reconfortantes no cenário atual tem ajudado muitas pessoas a lidarem melhor com a rotina. Pensando nisso, a Renner traz uma série de camisetas para adultos e crianças com estampas que inspiram carinho e gentileza no dia a dia. Todas as peças foram desenvolvidas com matéria-prima de menor impacto ambiental e levam o Selo Re – Moda Responsável da Renner. Além disso, as peças terão parte da venda revertida ao Instituto Lojas Renner, braço social da companhia, que destinará os recursos para iniciativas de combate à Covid-19. A cada camiseta adquirida, serão doados R$ 10,00 para as ações voltadas ao enfrentamento da doença.

As camisetas foram produzidas em algodão chancelado pela Better Cotton Initiative (BCI), organização global sem fins lucrativos, acompanhadas de estampas com mensagens positivas como: “Ser gentil faz bem”, “O amanhã vai ser lindo”, “Fazendo o meu melhor hoje” e “Não fiz nada ontem e foi ótimo”, em referência ao período de quarentena.

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Já à venda no e-commerce e nas lojas físicas da marca que estão operando neste momento, os modelos variam entre R$ 29,90 e R$ 39,90. Os itens se somam a uma série de iniciativas de responsabilidade social promovidas pela Lojas Renner, com o objetivo de minimizar os impactos sociais provocados pelo novo Coronavírus e promover auxílio às ações sociais que amparam comunidades em situação de vulnerabilidade.

Informações: Lojas Renner

Julia Roberts apresenta coleção da Calzedonia para o Dia das Mães

Uma das atrizes mais celebradas do mundo surge com meias-calças que fogem do comum para mães cheias de estilo

Referência de estilo no mercado internacional, a marca italiana de legwear Calzedonia lançou nesta semana uma nova coleção que promete agradar no Dia das Mães. Para uma das datas mais aguardadas do ano, nada mais especial do que Julia Roberts apresentando sugestões de presentes que vão encantar mães de todos os estilos.

São meias-calças com estampas de pied-de-poule, bolinhas e lisas, além de acabamentos brilhosos, fosco e canelado, em fios nobres como cashmere.

As peças da coleção estão disponíveis no site da Calzedonia Brasil e custam a partir de R$ 39,90. Acima de R$ 250,00 em compras, a cliente ganha uma meia-calça.

Para ter acesso à coleção completa, visite o site clicando aqui.

Sobre a Calzedonia

Esta é a marca histórica que dá o nome ao Grupo, representando a essência do patrimônio da empresa. Desde 1986, cada uma de suas coleções moldou as últimas tendências em meias e trajes de banho para mulheres, homens e crianças, unindo qualidade de confecção com estilo e preços acessíveis.
Hoje a marca está presente em 43 países com mais de 2.000 lojas, das quais 600 estão na Itália. Durante os primeiros 30 anos de sua história, a Calzedonia afirmou seus valores em uma indústria complexa que vive em constante mudança, satisfazendo as exigências do público e oferecendo um estilo que é sempre original e no qual o acessório é o protagonista incontestável.

Máscaras, de pano ou não, vão virar padrão social; aprenda como torná-las eficientes

Máscara de pano: saiba como tornar mais eficiente a proteção contra o coronavírus

Após a recomendação do uso de máscaras caseiras para a população saudável e sem sintomas do novo coronavírus, a clínica geral Daniela Righi, da clínica Leger, afirma que elas ajudam a conter e barrar gotículas que contêm o vírus, mas que devem ser acompanhadas de bons hábitos de higiene.

“Quando a pessoa tira a máscara, ela leva a mão ao rosto, e se não estiver bem lavada, fará a contaminação”, diz.

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A médica alerta sobre a maneira correta de se proteger com o uso da máscara de pano. Confira:

– A orientação da OMS é que usem máscaras somente pessoas infectadas pelo vírus, mas pessoas que não estão neste grupo podem usar máscaras caseiras como forma de prevenção. Sempre que precisar sair de casa, saia com pelo menos uma reserva e leve uma sacola para guardar a máscara suja. Dentro da sua residência, não é necessário usá-la.

– O melhor material para se fazer a máscara é com tecidos de 100% algodão. Eles apresentam uma eficácia similar a de uma máscara cirúrgica. Também podem ser usados TNT ou outros tecidos. Quanto mais grosso for o tecido, mais a proteção.

– Para ser eficiente, o governo reforça que a máscara precisa ter pelo menos duas camadas de pano, não pode ser compartilhada com ninguém (mesmo após lavada), e que fique bem ajustada ao rosto, sem deixar espaços nas laterais e cobrir do nariz até o queixo.

– As máscaras caseiras não precisam ser descartadas após o uso. Elas podem ser lavadas e higienizadas com solução de hipoclorito. Depois de secas, estão prontas para um novo uso. Também é possível fazer a higienização com água e sabão.

– A filtragem realizada por máscaras de uso profissional é feita de forma específica, e materiais como guardanapos e filtros de café (que têm sido usados na confecção de máscaras caseiras) não cumprem esse propósito.

– Após duas horas de uso, é necessário trocar a máscara. O mesmo vale para quando ela ficar molhada devido à tosse, espirro, fala ou respiração.

mascara de pano
Pixabay

– Uma vez que você estiver com a máscara, não mexa mais nela nem tire da frente da boca para falar. Também não se deve tocar diretamente o tecido – caso faça isso, troque a máscara. Isso porque a forma incorreta de manusear o acessório pode torná-lo um foco de transmissão, ao invés de proteger.

 

Máscaras serão novo padrão social, dizem especialistas

Cientistas que assessoram o governo federal da Alemanha em meio à pandemia de coronavírus afirmam que medidas de isolamento social e de fechamento de estabelecimentos só poderão ser relaxadas se houver máscaras respiratórias suficientes para a população.

Em entrevista à revista Der Spiegel, um especialista membro da Leopoldina, academia nacional de ciências da Alemanha, instituição de referência no país, disse que a universalização do uso de máscaras faciais, que cubram boca e nariz, é um requisito para o retorno à normalidade.

“Somente com proteção sanitária suficiente será possível voltar à vida normal”, diz cientista

“A máscara deve se tornar um novo padrão social”, disse o cientista. “Somente com proteção sanitária suficiente será possível voltar à vida normal. [A máscara] tem que ser a nova moda.”

mulher usando mascara cirurgica health magazine
Foto: Health Magazine

Portanto, a reabertura de lojas e, gradualmente, de instituições de ensino depende em grande parte de quantas máscaras estarão disponíveis para a população, algo que é difícil prever em meio a problemas na importação desses produtos.

Tais recomendações estão presentes num relatório da Leopoldina, antecipado pela Spiegel, mas que será apresentado oficialmente na próxima segunda-feira.

O governo da chanceler federal alemã, Angela Merkel, disse que o relatório da academia terá um papel importante no debate sobre quando e como o país poderá voltar à normalidade, após controlada a pandemia do coronavírus Sars-Cov-2.

Merkel e os governadores estaduais se reunirão por videoconferência na próxima quarta-feira para discutir os próximos passos e a possibilidade de um relaxamento nas medidas restritivas no país, que é um dos mais atingidos da Europa em número de infecções.

De acordo com a Spiegel, os cientistas da Leopoldina também devem recomendar a extensão da realização de testes na Alemanha, bem como a reabertura gradual de escolas.

Segundo os especialistas, os primeiros estudantes poderiam retornar às salas de aula já nas próximas semanas – mas a medida deveria ser limitada aos alunos mais velhos, que pela idade são mais confiáveis de que usarão máscaras e manterão a distância mínima necessária. “Crianças de jardim de infância não podem fazer isso”, disse o cientista entrevistado pela revista.

Ao contrário de outros países europeus, como a Itália e a França, a Alemanha não decretou um confinamento rigoroso em nível nacional, mas impôs uma série de medidas que acabaram por reduzir a circulação de pessoas.

As escolas permanecem fechadas, bem como a maioria das lojas. Restaurantes só podem vender refeições para viagem. Aglomerações com mais de duas pessoas estão proibidas, e os infratores podem sofrer sanções. Alguns estados mais atingidos, como a Baviera, impuseram medidas mais severas, como toque de recolher.

Na última quinta-feira, o ministro da Saúde alemão, Jens Spahn, admitiu que as grandes aglomerações de pessoas podem continuar proibidas “por meses”.

mulher mascara

Uma pesquisa divulgada na semana passada apontou que 72% dos alemães estão satisfeitos com a forma que o governo vem administrando a crise. Entre os eleitores do partido de Merkel, a União Democrata Cristã (CDU), o percentual chegou a 88%. O levantamento ainda apontou que 93% dos alemães julgam que as medidas de distanciamento social são apropriadas.

Segundo contagem da Universidade Johns Hopkins, a Alemanha soma mais de 122 mil casos confirmados de covid-19 e 2,7 mil mortes, uma mortalidade muito abaixo da de outros países europeus. O Reino Unido, por exemplo, tem 74 mil infecções e quase 9 mil mortos.

Fonte: Climatempo